N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 21/2026
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Agroindústria, Bacharelado, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCCHSA), Campus III, desta Universidade.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (141)
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“A CÂMARA DE GRADUAÇÃO, DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA,, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA,, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“A CÂMARA DE GRADUAÇÃO, DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA,, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes...” fonte: texto · confiança alta
- REVOGA (total)
Res. CONSEPE 42/2003 nesta norma: art. 10 → na outra: norma inteiraefeito desde 22/03/2018“Art. 10. Fica revogada a Resolução nº 42/2003 do CONSEPE.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
137 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaConstituição Federal de 1988 em: Anexo, art. 100“Os pontos fortes da UFPB é primeiramente a criação da Política de Inclusão e Acessibilidade, e a existência de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do...”
- citaConstituição Federal de 1988 em: Anexo, art. 86“16.2.1 Avaliação Externa As políticas públicas educacionais da educação superior são direcionadas pelo princípio constitucional da garantia de padrão de qualidade, previsto no art. 206, inciso VII...”
- cita
- citaRes. CNE/CES 11/2002 em: Anexo, art. 100“De acordo com o Artigo 7o, Resolução no 11/2002 CES/CNE e a Lei de estágio 11.788/2008, o Estágio Curricular Supervisionado é um componente obrigatório, e deverá ser realizado sob a supervisão...”
- cita
- cita
- cita
- citaRes. CNE/CES 7/2018 em: Anexo“PB), referente do Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, da Resolução do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior -CNE/CES nº 02, de 18/06/2007 e da...”
- citaRes. CNE/CP 1/2004 em: Anexo, art. 100“Os componentes curriculares de Educação das Relações Étnico-Raciais estão inseridos como componente complementar obrigatório em todos os Cursos de Graduação da UFPB, considerando a Resolução nº 1,...”
- citaRes. CNE/CP 1/2004 em: Anexo“ Resolução n° 01/2004 do CNE/CP - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;”
- citaRes. CNE/CP 1/2004 em: Anexo, art. 100“Cursos de Graduação presencial e a distância – Inep - Sinaes, as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira,...”
- cita
- citaRes. CNE/CP 1/2004 em: art. 5º“§ 6º A inserção dos conteúdos para as temáticas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme...”
- citaRes. CNE/CP 1/2012 em: Anexo, art. 100“O componente curricular de Ética e Cidadania e Seminário de Direitos Humanos estão inseridos como componentes complementaes obrigatório e optativo, respectivamente, no Curso de Graduação em...”
- citaRes. CNE/CP 1/2012 em: Anexo“ Resolução n° 01/2012 do CNE/CP - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;”
- citaRes. CNE/CP 1/2012 em: Anexo, art. 86“Conselho Nacional de Educação Resolução CNE/CP n° 01 de 30 de maio de 2012.”
- citaRes. CNE/CP 1/2012 em: art. 5º“ação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE nº 01, de 17 de junho de 2004, e nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o disposto na Lei nº 13.146/2015, art. 28, inciso XIV,...”
- cita
- citaRes. CNE/CP 2/2012 em: Anexo“ Resolução n° 02/2012 do CNE/CP - Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;”
- cita
- citaRes. CNE/CP 2/2012 em: Anexo, art. 100“O Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias vêm desenvolvendo política de educação ambiental, em conformidade com as Políticas de Educação Ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999) e...”
- cita
- citaRes. CNS 466/2012 em: Anexo, art. 100“criado em 18 de junho de 1997 e durante o todo esse período vem desempenhando papel educativo e consultivo, divulgando a Resolução 466/12/CONEP/CNS/MS, entre os pesquisadores e alunos de...”
- cita
- citaRes. CONAES 1/2010 em: Anexo, art. 100“contratados em regime parcial ou integral (Resolução CONAES nº1/2010).”
- citaDecreto 14.118/1920 em: Anexo“A gênese do Campus III foi o Patronato Agrícola Vidal de Negreiros, através do Decreto nº 14.118, de 29 de março de 1920.”
- citaDecreto 4.281/2002 em: Anexo, art. 100“O Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias vêm desenvolvendo política de educação ambiental, em conformidade com as Políticas de Educação Ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999) e...”
- cita
- citaDecreto 5.296/2004 em: Anexo, art. 100“da Política de Inclusão e Acessibilidade, e a existência de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do CONSUNI, que oferece vários suportes no âmbito...”
- cita
- citaDecreto 5.626/2005 em: Anexo“ Decreto n° 5.626/2005 - Regulamenta a Lei n° 10.436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras;”
- cita
- citaDecreto 5.773/2006 em: Anexo“A Portaria nº 55, de 22 de janeiro de 2009 da Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto no 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº...”
- citaDecreto 5.773/2006 em: Anexo, art. 86“O SECRETÁRIO DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto nº 9.005, de 14 de março de 2017, e tendo em vista o Decreto nº 5.773, de 9 de maio de...”
- cita
- citaDecreto 5.773/2006 em: Anexo, art. 2º“Art. 2º Nos termos do art. 10, 87º, do Decreto nº 5.773, de 2006, a renovação de reconhecimento a que se refere esta Portaria é válida até o ciclo avaliativo seguinte.”
- citaDecreto 5.940/2006 em: Anexo, art. 100“18 de julho de 2013 cria a Comissão de Meio Ambiente, para discutir práticas de Educação Ambiental no Campus III, e a Portaria GD/CCHSA/UFPB Nº 188, 10 de outubro de 2017, cria a Comissão...”
- citaDecreto 62.173/1968 em: Anexo“Em 1968, o Colégio Agrícola "Vidal de Negreiros" passa integrar o Ministério da Educação, cuja administração ficou a cargo da Universidade Federal da Paraíba (Decreto no 62.173, de 25 de janeiro de 1968).”
- citaDecreto 6.303/2007 em: Anexo“A Portaria nº 55, de 22 de janeiro de 2009 da Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto no 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº...”
- citaDecreto 6.949/2009 em: Anexo, art. 100“da Política de Inclusão e Acessibilidade, e a existência de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do CONSUNI, que oferece vários suportes no âmbito...”
- citaDecreto 7.611/2011 em: Anexo, art. 100“da Política de Inclusão e Acessibilidade, e a existência de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do CONSUNI, que oferece vários suportes no âmbito...”
- citaDecreto 7.824/2012 em: Anexo, art. 86“Dispõe sobre a implementação das reservas de vagas em instituições federais de ensino de que tratam a Lei no 12.711, de 29 de agosto de 2012, e o Decreto no 7.824, de 11 de outubro de 2012.”
- citaDecreto 9.005/2017 em: Anexo“A Portaria nº 1.347, de 15 de setembro de 2017, o Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto n° 9.005, de 14 de março de 2017, e...”
- citaDecreto 9.005/2017 em: Anexo, art. 86“O SECRETÁRIO DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto nº 9.005, de 14 de março de 2017, e tendo em vista o Decreto nº 5.773, de 9 de maio de...”
- citaDecreto-Lei 5.452/1943 em: Anexo, art. 86“altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996;”
- citaLei 10.048/2000 em: Anexo, art. 86“Regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios...”
- citaLei 10.098/2000 em: Anexo, art. 100“primeiramente a criação da Política de Inclusão e Acessibilidade, e a existência de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do CONSUNI, que oferece vários...”
- citaLei 10.098/2000 em: Anexo, art. 86“Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais- Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.”
- citaLei 10.436/2002 em: Anexo“ Decreto n° 5.626/2005 - Regulamenta a Lei n° 10.436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras;”
- citaLei 10.436/2002 em: Anexo, art. 100“13.1.1.2.1 Libras – Língua Brasileira de Sinais A disciplina de Libras – Língua Brasileira de Sinais – foi inserida como disciplina curricular optativa no Curso de Graduação em Agroindústria,...”
- citaLei 10.436/2002 em: Anexo, art. 86“Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais- Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.”
- citaLei 10.639/2003 em: Anexo, art. 100“sociedade brasileira e, bem como seus estudos voltados para o cumprimento da Lei de nº 10.639/03.”
- citaLei 10.639/2003 em: Anexo, art. 86“Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo...”
- citaLei 10.861/2004 em: Anexo, art. 86“autoavaliação dos cursos de graduação e as diretrizes fixadas pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.”
- citaLei 10.861/2004 em: Anexo“B - Obrigatório OP - Optativo P - Prática (Carga horária) PDI - Projeto de Desenvolvimento Institucional PET - Programa de Educação Tutoria PNAES - Programa Nacional de Assistência Estudantil PPC...”
- citaLei 10.861/2004 em: Anexo, art. 100“ncias Humanas, Sociais e Agrárias, por meio da Coordenação Acadêmica e de Avaliação Institucional (CAAI) publicam anualmente Editais, para o financiamento de auxílios aos discentes a projetos de...”
- citaLei 11.638/2007 em: Anexo, art. 86“Contabilidade comercial: atualizado conforme Lei nº 11.638/07 e MP nº 449/08.”
- citaLei 11.645/2008 em: Anexo, art. 100“strumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância – Inep - Sinaes, as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e...”
- cita
- cita
- citaLei 11.794/2008 em: Anexo, art. 100“I - cumprir e fazer cumprir, no âmbito de suas atribuições, o disposto na Lei nº 11.794, de 2008, e nas demais normas aplicáveis à utilização de animais para ensino e pesquisa, especialmente nas...”
- citaLei 12.305/2010 em: Anexo, art. 100“Em 2019, o CCHSA promoveu o Workshop de Política Nacional dos Resíduos Sólidos Urbanos e suas implicações para os municípios da Paraíba, com o objetivo de discutir o marco regulatório da gestão...”
- citaLei 12.711/2012 em: Anexo, art. 86“Dispõe sobre a implementação das reservas de vagas em instituições federais de ensino de que tratam a Lei no 12.711, de 29 de agosto de 2012, e o Decreto no 7.824, de 11 de outubro de 2012.”
- cita
- citaLei 12.764/2012 em: Anexo, art. 100“essibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do CONSUNI, que oferece vários suportes no âmbito acadêmico, desta forma atendendo os disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004,...”
- citaLei 1.283/1950 em: Anexo, art. 86“Lei n° 1283, regulamento de inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal (RIISPOA), aprovado pelo decreto nº 30.691, de 29/03/52.”
- citaLei 13.146/2015 em: art. 5º“§ 6º A inserção dos conteúdos para as temáticas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme...”
- cita
- citaLei 13.146/2015 em: Anexo, art. 100“A temática “Pessoa com Deficiência” conforme a Lei n° 13.146/2015 em seu Art. 28°: “Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: (...).”
- cita
- citaLei 3.835/1960 em: Anexo“Posteriormente, com a sua federalização, aprovada e promulgada pela Lei nº 3.835, de 13 de dezembro de 1960, foi transformada em Universidade Federal da Paraíba.”
- citaLei 6.494/1977 em: Anexo, art. 86“revoga as Leis no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 da Medida Provisória no...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo, art. 100“O corpo docente do Curso de Graduação em Agroindústria tem uma sólida formação na área de atuação, atendendo ao disposto no artigo 66 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996.”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo, art. 100“tes a projetos de responsabilidade social em atendimento ao Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância – Inep - Sinaes, as Diretrizes Curriculares Nacionais para...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo, art. 86“altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996;”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo, art. 86“revoga as Leis no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 da Medida Provisória no...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo“esquisa e Extensão CONSUNI - Conselho Universitário CPA - Comissão Própria de Avaliação CR - Créditos DC - Direção de Centro DGTA - Departmento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial EAD - Educação...”
- cita
- citaLei 9.795/1999 em: Anexo“ Lei n° 9.795/1999 - Dispõe sobre a educação ambiental e institui a Política Nacional de”
- citaLei 9.795/1999 em: Anexo, art. 100“O Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias vêm desenvolvendo política de educação ambiental, em conformidade com as Políticas de Educação Ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999) e...”
- citaLei 9.795/1999 em: Anexo, art. 86“Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências Diário Oficial da União [DF], 2002.”
- cita
- cita
- cita
- citaPortaria MEC 3.284/2003 em: Anexo, art. 100“de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do CONSUNI, que oferece vários suportes no âmbito acadêmico, desta forma atendendo os disposto na CF/88, art. 205,...”
- citaPortaria MEC 389/2013 em: Anexo, art. 100“O Programa de Bolsa Permanência – PBP, instituído pela Portaria MEC 389/2013, é uma política pública voltada à concessão de auxílio financeiro aos estudantes indígenas e quilombolas matriculados...”
- cita
- citaPortaria MEC 4.059/2004 em: Anexo, art. 86“Revoga a Portaria MEC nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004, e estabelece nova redação para o tema.”
- citaPort. Normativa MEC 40/2007 em: Anexo“A Portaria nº 1.347, de 15 de setembro de 2017, o Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto n° 9.005, de 14 de março de 2017, e...”
- citaPort. Normativa MEC 40/2007 em: Anexo, art. 86“O SECRETÁRIO DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto nº 9.005, de 14 de março de 2017, e tendo em vista o Decreto nº 5.773, de 9 de maio de...”
- cita
- citaPortaria SERES 1.347/2017 em: Anexo“A Portaria nº 1.347, de 15 de setembro de 2017, o Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto n° 9.005, de 14 de março de 2017, e...”
- citaPortaria SESU 55/2009 em: Anexo“A Portaria nº 55, de 22 de janeiro de 2009 da Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto no 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº...”
- citaLei PB 1.366/1955 em: Anexo“3.1 Descrição Contextualizando-a com a História da UFPB A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e instalada sob o nome de...”
- citaRes. CCHSA/COC 1/2017 em: Anexo, art. 100“A Resolução CCHSA/COC nº 01/2017 estabelece as normas dos laboratórios didáticospedagógicos do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias que conta com as seguintes estruturas físicas e...”
- citaPortaria CCHSA 131/2013 em: Anexo, art. 100“O CCHSA através Portaria GD/131/2013 de 18 de julho de 2013 cria a Comissão de Meio Ambiente, para discutir práticas de Educação Ambiental no Campus III, e a Portaria GD/CCHSA/UFPB Nº 188, 10 de...”
- citaPortaria CCHSA 29/2001 em: Anexo“Em 16 de maio de 2001, através da Portaria GD/29/2001, foi criado uma Comissão multidisciplinar para elaborar o Projeto Político Pedagógico da Criação do Curso de Agroindústria de Alimentos,...”
- citaPortaria CCHSA 6/2000 em: Anexo“3.3 Aspecto Relacionado com a Criação do Curso A criação desse curso é uma antiga aspiração do CCHSA, sendo criado, em 14 de agosto de 2000, a Comissão para Elaborar Propostas para a Criação de um...”
- citaRes. CONSEPE 02/2007 em: Anexo, art. 100“13.1.1 Distribuição da Carga Horária Em conformidade com o que dispõe o Parecer do CNE nº 329/04 e a Resolução n° 2, de 18 de junho de 2007, do Ministério da Educação, que trata da carga horária...”
- citaRes. CONSEPE 02/2022 em: art. 5º“§ 7º A Extensão Universitária será integrada à matriz curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, encontrando-se descrita, após a composição curricular, com os componentes curriculares...”
- citaRes. CONSEPE 06/2018 em: Anexo, art. 100“10.7 Programa de Mobilidade Internacional A Política de Internacionalização da Universidade Federal da Paraíba, é regida péla Resolução nº 06/2018, cuja finalidade é orientar o planejamento, a...”
- citaRes. CONSEPE 07/2010 em: Anexo“Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior -CNE/CES nº 02, de 18/06/2007 e da Resolução CNE/CES nº441 de 10/7/2020 que tratam das cargas horárias e do tempo de integralização dos cursos de...”
- cita
- citaRes. CONSEPE 10/2002 em: Anexo, art. 100“Apoio ao discente à moradia: A Residência Universitária, masculina e feminina, é um serviço temporário oferecido pela UFPB, destinado, exclusivamente, a estudantes de cursos de graduação de...”
- citaRes. CONSEPE 13/2013 em: Anexo, art. 100“O recurso é pago diretamente aos estudantes de graduação por meio de um cartão de benefício o valor é definido pela resolução n° 13 de 9 de maio de 2013 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da...”
- citaRes. CONSEPE 13/2013 em: Anexo, art. 86“FNDE.- Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Resolução n° 13, de 9 de maio de 2013.”
- citaRes. CONSEPE 16/2015 em: Anexo, art. 100“A Pró-Reitoria de Graduação, anualmente torna público edital de seleção de Projetos de Ensino no âmbito do Programa de Tutoria/PROTUT, de acordo com a Resolução n° 49/2014/CONSEPE e com a...”
- cita
- citaRes. CONSEPE 17/2018 em: Anexo“ Resolução CONSEPE/UFPB n° 17/2018 – Autoriza a oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação Presenciais;”
- citaRes. CONSEPE 18/2017 em: Anexo, art. 100“O Conselho Universitário da UFPB, através da Resolução nº 18/2017, aprova o Regulamento da Política de Propriedade Intelectual e Inovação na Universidade Federal da Paraíba, com finalidade de...”
- cita
- citaRes. CONSEPE 25/2011 em: Anexo, art. 100“As atividades dos Componentes Curriculares Flexíveis definidas e regulamentadas pelo Colegiado de Curso, estarão de acordo com o Resolução no 25/2011 CONSEPE/UFPB e da Resolução no 29/2020 CONSEPE/UFPB.”
- citaRes. CONSEPE 29/2020 em: Anexo“A duração do Curso de Graduação em Agroindústria, estabelecida no Projeto Pedagógico do Curso, observar-se os seguintes condicionantes da Resolução nº 29/2020/CONSEPE/UFPB: o tempo mínimo tem como...”
- citaRes. CONSEPE 29/2020 em: Anexo, art. 100“O reingresso do ex-estudante no seu curso, desde que cumpridas às formalidades e exigências previstas na Resolução nº 29/2020/CONSEPE/UFPB.”
- citaRes. CONSEPE 29/2020 em: Anexo, art. 100“De acordo com o Artigo 179 da Resolução nº 29/2020 - CONSEPE/UFPB: O estágio curricular supervisionado obrigatório interno ou externo deve atender aos seguintes critérios: I – Matrícula no...”
- citaRes. CONSEPE 34/2004 em: Anexo, art. 86“Estabelece normas de elaboração e de reformulação do Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB, revoga as Resoluções nº. 52/2003 e 34/2004, deste Conselho.”
- citaRes. CONSEPE 35/2007 em: Anexo, art. 100“Os alunos remanescentes da matriz vigente da Resolução nº 35/2007/ CONSEPE/UFPB poderão optar pela transferência de matriz curricular via solicitação ao Colegiado de Curso.”
- cita
- citaRes. CONSEPE 41/2013 em: Anexo, art. 100“ual e Inovação na Universidade Federal da Paraíba, com finalidade de regulamentar atividades de inovação, propriedade intelectual, transferência e licenciamento de tecnologia e incubação de...”
- citaRes. CONSEPE 42/2003 em: Anexo“A aprovação pelo Conselho Superior do Projeto Pedagógico do Curso foi em reunião realizada em 15 de setembro de 2003, conforme Resolução nº 42/2003/CONSEPE/UFPB.”
- citaRes. CONSEPE 42/2003 em: Anexo, art. 86“Altera dispositivo que menciona a Resolução nº 42/2003 do CONSEPE, que aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústria.”
- cita
- cita
- citaRes. CONSEPE 49/2014 em: Anexo, art. 100“A Pró-Reitoria de Graduação, anualmente torna público edital de seleção de Projetos de Ensino no âmbito do Programa de Tutoria/PROTUT, de acordo com a Resolução n° 49/2014/CONSEPE e com a...”
- cita
- citaRes. CONSEPE 52/2003 em: Anexo, art. 86“Estabelece normas de elaboração e de reformulação do Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB, revoga as Resoluções nº. 52/2003 e 34/2004, deste Conselho.”
- citaRes. CONSUNI 08/2014 em: Anexo, art. 100“da Paraíba, com finalidade de regulamentar atividades de inovação, propriedade intelectual, transferência e licenciamento de tecnologia e incubação de empresas tecnológicas, em consonância com o...”
- citaRegimento da Reitoria (Res. CONSUNI 257/79) em: Anexo, art. 100“ternacionalização da UFPB constitui uma das estratégias fixadas no Planejamento Institucional 2014-2018, com ações sob a responsabilidade da Assessoria de Assuntos Internacionais e outras sobre a...”
- citaRegimento da Reitoria (Res. CONSUNI 257/79) em: Anexo, art. 86“Resolução n° 257, de 05 de abril de 1979.”
- citaRes. CONSUNI 34/2013 em: Anexo, art. 100“Os pontos fortes da UFPB é primeiramente a criação da Política de Inclusão e Acessibilidade, e a existência de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do...”
- citaRes. CONSUNI 34/2013 em: Anexo“ Resolução CONSUNI/UFPB n° 34/2013 – Institui a Política de Inclusão e Acessibilidade da UFPB e cria o Comitê de Inclusão e Acessibilidade da UFPB;”
- citaRes. CONSUNI 40/2013 em: Anexo, art. 100“A política para o setor foi estabelecida através do Anexo da Resolução do CONSUNI nº 40/2013 que cria a Superintendência de Tecnologia de Informação (STI), como órgão auxiliar de Direção Superior...”
- citaPortaria PRG 04/2010 em: Anexo, art. 100“A constituição do NDE do Curso de Graduação em Agroindústria atende, no mínimo, aos seguintes critérios, estabelecidos no Regimento Interno do Núcleo Docente Estruturante do Curso de...”
- citaPortaria PRG 04/2010 em: Anexo, art. 86“No curso de Graduação em Agroindústria é de responsabilidade do Núcleo Docente Estruturante (NDE), conforme estabelecido na Portaria PRG/G n° 04/2010, supervisionar as formas de avaliação e...”
- citaPortaria PRG 37/2011 em: Anexo, art. 100“s A disciplina de Libras – Língua Brasileira de Sinais – foi inserida como disciplina curricular optativa no Curso de Graduação em Agroindústria, considerando o Decreto nº 5626, de 22 de dezembro...”
- citaPortaria PRG 40/2017 em: Anexo, art. 100“tica e Cidadania e Seminário de Direitos Humanos estão inseridos como componentes complementaes obrigatório e optativo, respectivamente, no Curso de Graduação em Agroindústria, considerando a...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo, art. 100“Gestão Administrativa, Acadêmica e Infraestrutura 8.1 Gestão Administrativa 8.1.1 Gestão Administrativa e Acadêmica do Centro de Ciências Humanas, Sociais Agrárias (CCHSA) 8.1.1.1 Conselho de...”
Por dispositivo desta norma
- art. 10→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 42/2003
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 02/2022→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 29/2020
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 148 em comumRes. CONSEPE 05/2026
- paralela · 135 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 130 em comumRes. CONSEPE 41/2026
- paralela · 120 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 116 em comumRes. CNE/CEB 8/2012
- paralela · 105 em comumParecer CNE/CP 28/2001
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 156 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 19 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 21/2026
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Agroindústria, Bacharelado, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCCHSA), Campus III, desta Universidade.
A CÂMARA DE GRADUAÇÃO, DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA,, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, e conforme deliberado em reunião realizada em 02 de junho de 2026 (Processo nº 23074.107280/2022-21), RESOLVE:
¶Art. 1º Fica aprovado o Projeto Pedagógico do Curso de Agroindústria, Bacharelado, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), constante do Anexo desta Resolução.
§ 1º Compreende-se o Projeto Pedagógico do Curso de Agroindústria, Bacharelado, como sendo o conjunto de ações sociopolíticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destinam a orientar a concretização curricular do referido curso.
§ 2º As definições relativas aos objetivos do curso, ao perfil profissional, às competências, às habilidades e ao campo de atuação do(a) egresso(a) constam do Anexo desta Resolução.
¶Art. 2º O Curso de Agroindústria tem como finalidade conferir o grau de Bacharel(a) em Agroindústria aos(às) estudantes que cumprirem as exigências constantes desta Resolução.
¶Art. 3º O Curso de Agroindústria, Bacharelado, ofertará 40 (quarenta) vagas por semestre para ingresso de discentes, totalizando 80 (oitenta) vagas anuais.
¶Art. 4º O Curso de Agroindústria, Bacharelado, funcionará no turno Integral, com a
duração mínima de 08 (oito) e máxima de 12 (doze) períodos letivos e o currículo será integralizado em 3.300 (três mil e trezentos) horas, equivalentes a 220 (duzentos e vinte) créditos.
Parágrafo único. Será permitida a matrícula em, no mínimo, 270 (duzentos e setenta) horas ou 18 (dezoito) créditos por período letivo e, no máximo, 405 (quatrocentos e cinco) horas ou 27 (vinte e sete) créditos por período letivo.
¶Art. 5º O Curso de Graduação em Agroindústria organiza-se em 3 (três) eixos temáticos:
I - Produção Agropecuária;
II - Tecnologia de Alimentos; e
III - Comercialização e Gestão.
§ 1º A fundamentação e o aprofundamento teórico e prático desses eixos são estudados nos seguintes segmentos:
I - Linguagens e Códigos;
II - Fundamentos das Ciências Exatas e da Natureza;
III - Princípios da Administração e Economia;
IV - Ciências do Ambiente, Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania;
V - Estrutura de Cadeias Produtivas e Produção Agropecuária;
VI - Fundamentos Técnicos e Científicos para Processamento de Alimentos; e
VII - Tecnologia de Alimentos e Gerência da Produção.
§ 2º A estrutura curricular, integrante do Projeto Pedagógico do Curso, é formada pelos grandes blocos de conteúdos básicos profissionais e complementares, conforme a tabela a seguir: Conteúdos Curriculares
Carga Horária
Créditos
Percentual (%)
I - Básicos Profissionais
2.460
164
74,55
Profissionais de Fundamentação
855
57
25,91
Profissionais de Aprofundamento
1.095
73
33,18
Prática Profissional
150
10
4,55
Estágio Supervisionado
300
20
9,09
Trabalho de Conclusão de Curso
60
04
1,82
II - Complementares
840
56
25,45
Obrigatórios
405
27
12,27
Optativos
240
16
7,27
Flexíveis
195
13
5,91
Total (I + II)
3.300
220
100,00
Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Agroindústria – CCHSA, 2025.
§ 3º A Formação Básica Profissional é composta pelos conteúdos obrigatórios de fundamentação e de aprofundamento, pela prática profissional e pelo estágio supervisionado; a Formação Complementar, pelos conteúdos complementares obrigatórios, optativos e flexíveis.
§ 4º Os conteúdos obrigatórios são os conhecimentos e as habilidades fundamentais que constituem a base da formação, promovendo uma trajetória formativa-acadêmica comprometida com a inovação, a responsabilidade social e ambiental e o desenvolvimento regional. Eles resultam das Diretrizes Curriculares Nacionais fixadas pelo órgão federal competente, compreendendo, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) da carga horária do curso.
§ 5º Os conteúdos complementares obrigatórios, optativos e flexíveis são constituídos pelos componentes curriculares ou áreas de aprofundamento indispensáveis à formação profissional do(a) Bacharel(a) em Agroindústria. Os conteúdos complementares flexíveis serão constituídos de atividades como seminários, congressos, colóquios, oficinas, projetos de iniciação ao ensino e à pesquisa, atividades de extensão, estágios não obrigatórios e produção técnica ou científica, correspondentes a, no máximo, 20% (vinte por cento) da carga horária do curso ou aos percentuais fixados por ato federal, os quais deverão ser regulamentados pelo respectivo Colegiado de Curso.
§ 6º A inserção dos conteúdos para as temáticas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE nº 01, de 17 de junho de 2004, e nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o disposto na Lei nº 13.146/2015, art. 28, inciso XIV, sobre os conteúdos relacionados à pessoa com deficiência e, ainda, a temática de Educação Ambiental, em conformidade com a Resolução do CNE nº 01, de 30 de maio de 2012, constam, de forma transversal, nas ementas de disciplinas obrigatórias e optativas.
§ 7º A Extensão Universitária será integrada à matriz curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, encontrando-se descrita, após a composição curricular, com os componentes curriculares ou atividades integralizados elencados no Anexo.
¶Art. 6º Os componentes curriculares serão do tipo:
I – disciplinas;
II – atividades:
a) de iniciação à pesquisa e/ou extensão;
b) de monitoria; e
c) participação em eventos.
Parágrafo único. Os componentes Trabalho de Conclusão de Curso, Estágio Supervisionado e os Conteúdos Complementares Flexíveis têm suas especificidades regulamentadas, para fins de integralização curricular, no Anexto desta Resolução.
¶Art. 7º O Curso adotará o regime de créditos.
Parágrafo único. O fluxo curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, em períodos letivos, será feita conforme especificado no Anexo.
¶Art. 8º O Projeto Pedagógico do Curso de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso e Núcleo Docente Estrutrurante.
¶Art. 9º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 10 (dez) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sociopolítico-educativas.
Parágrafo único. Adaptações curriculares serão aprovadas pelo Colegiado do Curso e os Departamentos envolvidos, e encaminhadas ao CONSEPE, ouvidas a Pró-Reitoria de Extensão e a Pró-Reitoria de Graduação, para aprovação.
¶Art. 10. Fica revogada a Resolução nº 42/2003 do CONSEPE.
¶Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 08 de julho de 2026.
Terezinha Domiciano Dantas Martins Presidente
ANEXO da Resolução nº 21/2026 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústria, Bacharelado, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), Campus III da UFPB.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS CAMPUS III - BANANEIRAS - PB
BACHARELADO EM AGROINDÚSTRIA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGROINDÚSTRIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COORDENAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGROINDÚSTRIA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGROINDÚSTRIA
BANANEIRAS - PARAÍBA/BRASIL 2025 Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias Campus III da Universidade Federal da Paraíba, Bananeiras, Paraíba, Brasil, CEP: 58220-000 Telefone/Fax: (83) 3367-5563 - www.cchsa.ufpb.br
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITORA MÔNICA NÓBREGA VICE-REITORA ANA CLÁUDIA RODRIGUES PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PRG ALFREDO RANGEL RIBEIRO PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO AO ESTUDANTE - PRAPE GEÓRGIA DANTAS MACEDO PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO – PROEX BERNARDINA MARIA JUVENAL FREIRE DE OLIVEIRA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA – PROPESQ EVANDRO LEITE DE SOUZA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS - PROGEP MIRELLA ROCHA RIBEIRO PINTO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO - PROPLAN ANIELSON BARBOSA DA SILVA
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS - CCHSA FABRÍCIA SOUSA MONTENEGRO DIRETORA DO CENTRO OTÁVIO DO CARMO DE OLIVEIRA NETO VICE-DIRETOR DO CENTRO DEPARTAMENTOS DO CCHSA DAVI STEFANI SOUSA CHEFE DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO E TECNOLOGIA AGROINDUSTRIAL ANA PATRÍCIA ALMEIDA BEZERRA CHEFE DO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA ANIMAL THIAGO JARDELINO DIAS CHEFE DO DEPARTAMENTO DE AGRICULTURA LUÍS FELIPE DE ARAÚJO CHEFE DO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA BÁSICAS SOCIAIS FRANCIVALDO DOS SANTOS NASCIMENTO CHEFE DO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA SOCIAIS APLICADAS LAURO PIRES XAVIER NETO CHEFE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE BACHARELADO EM AGROINDÚSTRIA SOLANGE DE SOUSA COORDENADORA DO CURSO ANELY MACIEL DE MELO VICE-COORDENADORA DO CURSO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Profa. Dra. Solange de Sousa Profa. Dra. Anely Maciel de Melo Profa. Dra. Raunira da Costa Araújo Profa. Dra. Maria José Wanderley Prof. Dr. Carlos Augusto Alanis Clemente Prof. Dr. Leonardo Augusto Fonseca Pascoal Prof. Dr. Laesio Pereira Martins Profa. Dra. Catarina de Medeiros Bandeira Prof. Dr. Max Rocha Quirino
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
VISÃO GERAL DO CURSO
O curso de Bacharelado em Agroindústria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), com nota quatro (4), refletindo a excelência acadêmica e a qualidade do ensino ofertado. Com uma carga horária total de 3.300 horas, o curso é projetado para ser integralizado em 04 anos (tempo mínimo), proporcionando uma formação sólida e abrangente nas diversas áreas da Ciência Tecnologia de Alimentos, além de Gestão. A estrutura curricular combina teoria e prática, preparando os estudantes para os desafios do mercado de trabalho e para a atuação em pesquisa e inovação tecnológica.
COURSE OVERVIEW
The Bachelor's Degree in Agroindustry at the Federal University of Paraíba (UFPB) is recognized by the Ministry of Education (MEC), with a grade of four (4), reflecting the academic excellence and quality of the teaching offered. With a total workload of 3,300 hours, the course is designed to be completed in 4 years (minimum time), providing solid and comprehensive training in the various areas of Food Science Technology, as well as Management. The curricular structure combines theory and practice, preparing students for the challenges of the job market and for work in research and technological innovation.
DESCRIPCIÓN GENERAL DEL CURSO
La Licenciatura en Agroindustria de la Universidad Federal de Paraíba (UFPB) es reconocida por el Ministerio de Educación (MEC), con nota cuatro (4), lo que refleja la excelencia académica y la calidad de la enseñanza ofrecida. Con una carga lectiva total de 3.300 horas, el curso está diseñado para ser completado en 4 años (tiempo mínimo), proporcionando una formación sólida e integral en las diversas áreas de la Ciencia y Tecnología de los Alimentos, así como de la Gestión. La estructura curricular combina teoría y práctica, preparando a los estudiantes para los desafíos del mercado laboral y para el trabajo en investigación e innovación tecnológica.
Lista de Siglas*
CAAI - Coordenação Acadêmica e de Avaliação Institucional CEP - Comitê de Ética em Pesquisa CES - Câmara de Educação Superior CEUA - Comissão de Ética na Utilização de Animais CH - Carga Horária CIA - Comitê de Inclusão e Acessibilidade CNE - Conselho Nacional de Educação COC - Conselho de Centro CONEP - Comissão Nacional de Étioca em Pesquisa CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSUNI - Conselho Universitário CPA - Comissão Própria de Avaliação CR - Créditos DC - Direção de Centro DGTA - Departmento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial EAD - Educação à Distância ECS - Estágio Curricular Supervisionado IES - Instituição de Ensino Superior INOVA - Agência UFPB de Inovação LDB - Lei de Diretrizes e Bases LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais NAE - Núcleo de Assistência Estudantil NDE - Núcleo Docente Estruturante OB - Obrigatório OP - Optativo P - Prática (Carga horária) PDI - Projeto de Desenvolvimento Institucional PET - Programa de Educação Tutoria PNAES - Programa Nacional de Assistência Estudantil PPC - Projeto Pedagógico do Curso PRAPE - Pró-Reitoria de Assistência Estudantil SAEGO - Sistema de Acompanhamento de Egressos SINAES - Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior T - Teórica (Carga horária) TCC - Trabalho de Conclusão de Curso UCE - Unidade Curricular de Extensão UFPB - Universidade Federal da Paraíba
Lista de Figuras
Figura 01. Distribuição dos componentes curriculares obrigatórios nos semestres letivos...91 Figura 02. Distribuição dos componentes curriculares optativos nos semestres letivos....... 92
Lista de Quadros
Quadro 1 - Relação de Docentes do Curso de Bacharelado em Agroindústria..........................................
44
Quadro 2 - Docentes do Curso de Bacharelado em Agroindústria com as respectivas disciplinas inistradas................................................................................................................
46
Quadro 3 - Carga horária e créditos referentes aos conteúdos curriculares do curso de Graduação em Agroindústria..................................................................................................
63
Quadro 4 - Descrição dos componentes curriculares e suas respectivas cargas horárias que contempla
os
conteúdos
básicos
profissionais
do
curso
de
Graduação
em
Agroindústria..........................................................................................................................
44
Quadro 5 - Descrição dos componentes curriculares e suas respectivas cargas horárias que contempla
os
conteúdos
de
complementares
do
curso
de
graduação
em
agroindústria............................................................................................................................ 70 Quadro 6 - Conteúdos curriculares referentes à temática da educação para as relações étnico-raciais, educação ambiental e direitos humanos ........................................................
72
Quadro 7 - Extensão em componentes Curriculares..............................................................
74
Quadro 8 - Matriz curricular do curso de graduação em Agroindústria...............................
76
Quadro 9 - Equivalência entre os Componentes Curriculares................................................
81
Sumário
Apresentação...................................................................................................................................................... 12
1. Identificação do Curso.............................................................................................................................. 13 1.1
Nome do Curso....................................................................................................................... 13
1.2
Endereço Institucionais.......................................................................................................... 13
1.3.
Código e-MEC.......................................................................................................................... 13
1.4
Área do Curso.......................................................................................................................... 13
1.5
Grau Acadêmico.....................................................................................................................
1.6
Titulação Conferida................................................................................................................. 13
1.7
Modalidade de Oferta Curso............................................................................................
do 13
1.8
Regime Letivo e Número Vagas........................................................................................
de 13
1.9
Turno de Funcionamento Curso.......................................................................................
do 13
1.10
Carga Horária Total do Curso................................................................................................. 14
1.11
Tempos Mínimo e Integralização..................................................................
1.12
Requisitos para Integralização de Currículo...................................................... 14
1.13
Regime de Oferta de Matrícula......................................................................... 14
1.14
Período Letivo e Data Curso...............................................................................
1.15
Atos regulatórios de Criação Reconhecimento...................................
Máximo
13
para 14
de
Início
do 14
para
Autorização
e
15
2. Fundamentação Legal do Curso………………………………………………………............................................... 16
3. Histórico do Curso...................................................................................................................................... 17 3.1 Descrição Contextualizando-a UFPB................................................................ 3.1.1
com
a
História
da
17
Missão, Princípios e Valores.............................................................................. 17
3.2.Contextualização da Região de Abrangência do Centro de Ciências Humanas Sociais e 18 Agrárias.....................................................................................................................................................
3.3Aspecto Relacionado com Curso.................................................................................
a
Criação
do
4. Justificativa................................................................................................................................................. 4.1
Justificativa da Oferta Regional...................................
em
4.2
Identificação dos Problemas Curso...............................
Relação
ao
Concretos
Contexto
Local
Enfrentados
e pelo
19 20 20 23
4.3
Motivação para Alteração ou Criação do 23 PPC...................................................
5. Objetivos..................................................................................................................................................... 24 4.1
Objetivo ........................................................................................................................
Geral
4.2
Objetivos Específicos............................................................................................................. 24
24
6. Perfil do Egresso........................................................................................................................................ 25 5.1
Competências e Habilidades................................................................................................ 25
5.2
Aspectos Relacionados ao Instituição......................................................................
5.2
Mecanismos de Acompanhamento Egressos..............................................................
PDI
da dos
26 26
7. Formas de Acesso ao Curso...................................................................................................................... 28
8. Gestão Administrativa e 29 Infraestrutura.................................................................................................. 8.1.1 Gestão Administrativa e Acadêmica do CCHSA......................................................... 29 8.1.1.1
Conselho de Centro...................................................................... 29
8.1.1.2
Direção de Centro......................................................................... 29
8.1.1.3
Departamentos............................................................................. 29
8.1.1.4
Assessoria Acadêmica..................................................................
8.1.1.5
Núcleo de Assistência Estudantil................................................. 30
8.1.1.6
Comitê de Inclusão ...........................................
e
29
Acessibilidade 31
8.1.2 Gestão Administrava e Acadêmica do Curso............................................................. 32 8.1.2.1
Coordenação do Curso................................................................. 32
8.1.2.2
Núcleo Docente Estruturante...................................................... 33
8.1.2.3
Colegiado de Curso....................................................................... 34
8.2 Infraestrutura..................................................................................................................................... 35
8.2.1 Laboratórios Didático-Pedagógicos............................................................................. 35 8.2.2 Bloco de Salas de Aulas................................................................................................. 37 8.2.3 Gabinetes Professores............................................................................................
dos 38
8.2.4 Salas Professores.....................................................................................................
dos 38
8.2.5 Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática ............................ 38 8.2.6 Biblioteca........................................................................................................................ 39 8.2.6.1 Acervo de Digitais......................................................................... 8.2.6.2 Acesso à Base Científicos.......................................................
Livros 40 de
Dados 41
9. Corpo Docente ............................................................................................................................................... 43
10. Serviço de Apoio ao Discente...........................................................................................
50
10.1 Núcleo de Assistência Estudantil........................................................................... 51 10.2 Programa de Nivelamento ................................................................................... 51 10.3 Programa de Tutoria (ProTuT) .............................................................................. 51 10.4 Política de Assistência ......................................................
e
Promoção
Estudantil 52
10.5 Programa Permanência Superior.....................................................
na
Educação
53
10.6 Programa de Monitoria Acadêmica....................................................................... 53 10.7 Programa de Mobilidade Internacional ...............................................................
53
11. Programa Institucional.....................................................................................................
55
11.1 Política de Pesquisa...............................................................................................
55
11.2 Política de Extensão..............................................................................................
55
11.3 Políticas de Educação Ambiental ..........................................................................
56
11.4 Política de Propriedade Intelectual da UFPB.........................................................
58
11.5 Comitê Ética............................................................................................................................... 10.8.5.1 Comitê de Humanos.....................................
Ética
envolvendo
de 59 Seres 59
10.8.5.2 Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA)..............
59
10.8.5.3 Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético........
59
12. Curricular...................................................................................................................................
Concepção
13. Organização ................................................................................................................................
Curricular
61 62
13.1 Conteúdos Curriculares................................................................................................................. 62 13.1.1 Distribuição Horária........................................................................................
da
Carga
63
13.1.1.1 Conteúdos Básicos Profissionais ........................................
63
13.1.1.1.1 Prática Profissional.......................................
67
13.1.1.1.2 Estágio Curricular Supervisionado................
67
13.1.1.1.3 Trabalho de Conclusão de Curso..................
68
13.1.1.2 Complementares.............................................................
Conteúdos
70
13.1.1.2.1 Libras.......................................................................... 72 13.2 Estudos Referentes Temáticas.................................................................................................... 13.2.1 Temática para Raciais...........................................
a
13.2.2 Temática da Ambiental...........................................
Educação Política
à
das
Relações
Étnico-
Nacional
da
Educação
72 72 73
13.2.3 Temática para a Educação em Direitos Humanos.................................. 74 13.2.4 Temática para a Educação de Pessoas com Deficiência……….…….........
74
13.3 Creditação de Extensão........................................................................................... 75 13.4 Atividades Flexíveis…………………………………………….......................
Complementares
76
13.5 Matriz Curricular.............................................................................................................................. 76
14. Equivalência.................................................................................................................................................. 81 15. Metodologia Ensino................................................................................................................................
de
16. Sistema Avaliação...................................................................................................................................
de
17. ...................................................................................................................................................
Fluxograma
83 85 90
18. Ementários ................................................................................................................................................... 93 18.1
Ementas
do
Primeiro 93
Semestre............................................................................... 18.2 Ementas do Semestre...............................................................................
Segundo
18.3. Ementas do Semestre...............................................................................
Terceiro
18.4. Ementas do Semestre.................................................................................
Quarto
18.5. Ementas do Semestre.................................................................................
Quinto
18.6. Ementas do Semestre....................................................................................
Sexto
18.7 Ementas do Semestre..................................................................................
Sétimo
18.8. Ementas do Semestre..................................................................................
Oitavo
18.9. Ementas das
I...........................................................................................
Optativas
99 105 111 117 124 129 134 135
18.10.Ementas das Optativas II........................................................................................ 145 18.11.Componentes Flexíveis.......................................................................................... 153 Referências.......................................................................................................................................................... 155 Apêndices............................................................................................................................................................ 161 Apêndices I
Portaria nº 1347/15/12/2017 - Renovação e Reconhecimento do 161 Curso....
Apresentação
Este documento apresenta a Organização Didático-Pedagógica, Estrutura Administrativa e Acadêmica e Infraestrutura do Curso de Graduação em Agroindústria, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A organização desse documento teve a participação do corpo docente do curso por meio de seus representantes no Núcleo Docente Estruturante, Colegiado de Curso, Discentes e Técnicos Administrativos. Sua elaboração e atualização encontram-se articuladas com as bases legais e a concepção de formação profissional que favoreça o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao exercício do Bacharel em Agroindústria, com conhecimentos sólidos em tecnologia, planejamento e gestão agroindustrial, para atuarem e/ou empreenderem no campo tecnológico, administrativo, científico e de inspeção e fiscalização dos alimentos. O Bacharel em Agroindústria terá uma formação multidisciplinar, com inter-relações entre as diferentes áreas do conhecimento que embasam o projeto pedagógico do curso. A partir dessa conceituação, o projeto pedagógico sistematiza as teorias e práticas acerca do processo de formação profissional, abordando os vários aspectos do sistema agroalimentar brasileiro. Outra característica do curso é sua forte base tecnológica experimental, consolidada pela visão e atuação prática do seu corpo docente e pelas atividades de ensino, pesquisa e extensão dos laboratórios e setores de produção do CCHSA.
1. Identificação do Curso
1.1 Nome do Curso Bacharelado em Agroindústria 1.2 Endereço Institucional Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias Campus III da Universidade Federal da Paraíba Bananeiras, Paraíba, Brasil CEP: 58220-000 Telefone/Fax: (83) 3533-5819 Site da Instituição: www.cchsa.ufpb.br https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/curso/portal.jsf?id=1626648&lc=pt_BR
1.3 Código e-MEC 80589 1.4 Área do Curso Área do curso de acordo com a Classificação Internacional Normalizada da Educação Adaptada para Cursos de Graduação e Sequenciais: - Área geral: (08) Agricultura, silvicultura, pesca e veterinária; - Áreá específica: (081) – Agricultura; - Área detalhada: (0811) - Produção agrícola, agropecuária e zootecnia - Rótulo Cine Brasil: 0811A02 - Agroindústria. 1.5 Grau Acadêmico Graduação. 1.6 Titulação Conferida Bacharel(a) em Agroindústria. 1.7 Modalidade de Oferta do Curso O Curso de Graduação em Agroindústria funciona de forma presencial. 1.8 Regime Letivo e Número de Vagas O período de ingresso no curso de Graduação em Agroindústria ocorre nos primeiro e segundo semestres de cada ano, com oferta de 40 vagas/semestre, totalizando 80 vagas anuais. 1.9 Turno de Funcionamento do Curso O turno de funcionamento do Curso de Graduação em Agroindústria - INTEGRAL. A oferta dos componentes curriculares faz parte das atribuições de Coordenação de Curso/Departamentos. 1.10 Tempos Mínimo e Máximo para Integralização O tempo mínimo de integralização do curso de Graduação em Agroindústria é de quatro (04) anos/ (08 períodos) e atende ao determinado pela Resolução CNE/CES nº 02, de 18/06/2007, que estabelece a carga horária mínimo para a integralização de cursos. O tempo máximo para integralização é de seis (06) anos /(12 períodos). A duração do Curso de Graduação em Agroindústria, estabelecida no Projeto Pedagógico do Curso, observar-se os seguintes condicionantes da Resolução nº 29/2020/CONSEPE/UFPB: o tempo mínimo tem como referência o mínimo fixado pelo órgão federal competente e as normas da Instituição; o tempo máximo é igual ao mínimo fixado pelo Curso, acrescido de 50% (cinquenta por cento). 1.11 Carga Horária Total do Curso O curso de Graduação em Agroindústria conta com uma carga horária total (horas-aula e
horas-relógio) de 3.300 horas/220 créditos. 1.12 Requisitos para Integralização de Currículo O currículo do curso é formado por grandes blocos de conteúdos: básicos, profissionais e complementares, conforme especificado na seção 13.1.1. Estes conteúdos estão distribuídos em 45 (quarenta e cinco) componentes curriculares obrigatórias e 11 (onze) componentes curriculares complementares obrigatórias, além dos 16 (dezesseis) créditos de componentes optativas e 13 (treze) créditos de componentes flexíveis, para integralização do curso de Graduação em Agroindústria 1.13 Regime de Oferta e de Matrícula A matrícula em disciplinas far-se-á dentre um conjunto de componentes curriculares organizados para o período letivo, obedecendo aos limites mínimo e máximo de créditos ou à carga horária mínima de 270 h/18 créditos e máxima 405 h/27 créditos. É obrigatória a matrícula em cada período letivo, sob pena do estudante perder o vínculo com a instituição. 1.14 Período Letivo e Data de Início do Curso No processo seletivo seriado de 2004, realizado pela Comissão Permanente do Concurso Vestibular da Universidade Federal da Paraíba (Coperve/UFPB) foi realizado o primeiro vestibular para o Curso de Bacharelado em Agroindústria, com 40 (quarenta) vagas oferecidas para o ano e período de ingresso de 2004.1. O início do curso deu-se em 10 de maio de 2004, conforme Calendário Escolar 2004.1 disponível na coordenação do curso. No no período de 2007.2, formou-se a 1ª turma de Bacharel em Agroindústria do CCHSA/UFPB. 1.15 Atos regulatórios de Criação para Autorização e Reconhecimento No ano de 2003, a Resolução do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, de nº 03/2003, subscrita pelo então Reitor, Jader Nunes de Olveira, foi criado o Curso de Bacharelado em Agroindustria, para funionamento no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), Campus III - Bananeiras da Universidade Federal de Paraíba, em reunião realizada em 26 de maio de 2003 (Processo 23074.035190/02-07). A aprovação pelo Conselho Superior do Projeto Pedagógico do Curso foi em reunião realizada em 15 de setembro de 2003, conforme Resolução nº 42/2003/CONSEPE/UFPB. A Portaria nº 55, de 22 de janeiro de 2009 da Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto no 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Processo nº 23000.007522/2007-12, Registro e-MEC nº 20070281, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Reconhecer o curso de Agroindústria, Bacharelado, ministrado pela Universidade Federal da Paraíba, do Centro de Formação de Tecnólogos, cidade Universitária – Campus III, na cidade de Bananeiras, no Estado da Paraíba, mantida pelo Ministério da Educação. Publicado no Diário Oficial da União, nº 17, segunda-feira, 28 de janeiro de 2019, Seção 1, página 14, ISSN 1677-7042. O Curso de Graduação em Agroindústria foi avaliado para fins de reconhecimento pelo Sistema de Avaliação da Educação Superior do Ministério da Educação, obtendo o Conceito de muito bom,
nota 4 (a nota máxima é 5). Desta forma, o Curso teve seu reconhecimento através da Portaria nº 55, de 22 de janeiro de 2009, da Secretaria de Educação Superior. O Ato Regulatório de renovação de reconhecimento do Curso de Agroindústria na modalidade Bacharelado, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), Campus III - Bananeiras da Universidade Federal de Paraíba foi oficializado no dia 01 de agosto de 2017, através do Ofício Circular CGACGIES/DAES/INEP (Avaliação n° 136021), Processo n° 201509895, onde o curso foi muito bem avaliado, apresentando o conceito final 4. A Portaria nº 1.347, de 15 de setembro de 2017, o Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto n° 9.005, de 14 de março de 2017, e tendo em vista o Decreto n° 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa n° 40, de 12 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 2010, do Ministério da Educação, e considerando o disposto nos processos eMEC (Registro nº 201509895), resolve: Art. 1º Fica renovado o reconhecimento do Curso de Agroindústria (Bacharelado), mantida na Universidade Federal da Paraíba, situado no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, s/n, Cidade Universitária - Campus III, Bananeiras/PB. Publicado no Diário Oficial da União, nº 241, segunda-feira, 18 de dezembro de 2017, Seção 1, página 77, ISSN 1677-7042.
2. Fundamentação Legal do Curso
O Curso de Graduação em Agroindústria do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, tem seu Projeto Pedagógico de Curso pautado nas proposições oriundas do Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI)(2024-2028), atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei nº 9.394 de 20/12/1996 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, da Resolução no 29, de 05 de novembro de 2020, do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE/UFPB), referente do Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, da Resolução do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior -CNE/CES nº 02, de 18/06/2007 e da Resolução CNE/CES nº441 de 10/7/2020 que tratam das cargas horárias e do tempo de integralização dos cursos de graduação, da Resolução CNE/CES nº 07/2018 que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira, da Resolução nº 07, de 29 de abril de 2010 que trata dos parâmetros para a Elaboração e Reformulação de Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da Universidade Federal da Paraíba,e das normas da Pró-Reitorias de Graduação (2022) relativas à Orientações Gerais para Elaboração e Alteração dos Projetos Pedagógicos de Cursos de Graduação da Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Fundamenta-se ainda nas seguintes normas: Lei n° 9.795/1999 - Dispõe sobre a educação ambiental e institui a Política Nacional de
Educação Ambiental; Lei n° 13.146/2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência; Decreto n° 5.626/2005 - Regulamenta a Lei n° 10.436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras; Resolução n° 01/2004 do CNE/CP - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana; Resolução n° 01/2012 do CNE/CP - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos; Resolução n° 02/2012 do CNE/CP - Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental; Resolução CONSUNI/UFPB n° 34/2013 – Institui a Política de Inclusão e Acessibilidade da UFPB e cria o Comitê de Inclusão e Acessibilidade da UFPB; Resolução CONSEPE/UFPB n° 17/2018 – Autoriza a oferta de componentes curriculares na modalidade semipresencial nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação Presenciais; Manual para classificação dos cursos de graduação e sequenciais do Cine Brasil; Manual de elaboração e alteração de PPC da PRG/UFPB; Plano de Desenvolvimento Institucional UFPB (2024-2028).
3. Histórico
3.1 Descrição Contextualizando-a com a História da UFPB A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização, aprovada e promulgada pela Lei nº 3.835, de 13 de dezembro de 1960, foi transformada em Universidade Federal da Paraíba. Em 2014, a UFPB foi estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ); Centro de Biotecnologia (CBiotec); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA); Centro de Informática (CI) e Centro de Energias Alternativas Renováveis (CEAR); o Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) e o Campus IV, nas
cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). Em 2022, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi a 4ª melhor entre todas do Nordeste. Considerada “extra-grande”, com mais de 30 mil estudantes, a UFPB está na 31ª colocação entre as 100 universidades de destaque da América Latina. 3.1.1 Missão, Princípios e Valores A Universidade Federal da Paraíba, ora apresentada, define o horizonte político-acadêmico da instituição com base na missão de construir, produzir ciência e formar profissionais em todas as áreas do conhecimento com qualidade técnica, compromisso social e ético, em razão do desenvolvimento sustentável da Paraíba, do Nordeste e do Brasil. A UFPB assume esse compromisso social e político, desde a sua fundação, motivando a comunidade universitária a construir conhecimentos e a trabalhar em razão da emancipação humana. A UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino, da pesquisa e da extensão. Na esfera da educação superior, a UFPB tem o reconhecimento social como resultado de sua histórica contribuição, tanto para o avanço científico e tecnológico regional, quanto para a formação de quadros profissionais de excelência para o Estado da Paraíba e para o restante do país, com destaque para a Região Nordeste. A pesquisa e a produção científica da UFPB são muito bem referidas nacional e internacionalmente. Na Extensão, a UFPB também é referência atuando em oito áreas temáticas: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Trabalho. A instituição oferece o Programa de Bolsas de Extensão (PROBEX) para estudantes de graduação. As fontes de financiamento da extensão vêm de recursos da própria UFPB, de editais do Ministério da Educação (MEC), a exemplo do PROEXT. A UFPB, com seus quatro Campi, mantém-se dentre as Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) do país, como uma das mais importantes das regiões Norte e Nordeste, em termos de dimensão e de desempenho acadêmico. A Universidade Federal da Paraíba, objetivando atender aos atuais anseios da sociedade, particularmente no que se refere à criação, à aplicação e à democratização do conhecimento, estabelece: Como Missão: geração e difusão do conhecimento que possa propiciar o desenvolvimento científicotecnológico, socioambiental, econômico e cultural por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, em estreita interação com os poderes públicos, setor produtivo e movimentos sociais de modo a construir uma sociedade mais justa. Como Princípios: excelência acadêmica e com formas gerenciais e organizacionais avançadas e eficazes que possam promover a sua liderança no processo de desenvolvimento científicotecnológico, socioambiental, econômico e cultural. Como Valores: respeito e compromisso com o bem público, ética, transparência, respeito à diversidade, valorização do ser humano, sustentabilidade ambiental, econômica e social. 3.2 Contextualização da Região de Abrangência do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias
O Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), Campus III da UFPB, está inscrito sob CNPJ 24098477/00100-10, situado na Cidade Universitária, s/n, Centro, CEP: 58.220-000, Bananeiras/PB, ocupa uma área de 375,5 ha. O município de Bananeiras situa-se na unidade geoambiental do Planalto da Borborema e integra a microrregião do Brejo, na região geoadministrativa de Solânea - PB, em uma superfície de 258 km2, a uma distância de 141 km da capital João Pessoa/PB e a 72 km do município de Campina Grande/PB. A gênese do Campus III foi o Patronato Agrícola Vidal de Negreiros, através do Decreto nº 14.118, de 29 de março de 1920. Em 1968, o Colégio Agrícola "Vidal de Negreiros" passa integrar o Ministério da Educação, cuja administração ficou a cargo da Universidade Federal da Paraíba (Decreto no 62.173, de 25 de janeiro de 1968). Em 1976 foi criado o Centro de Formação de Tecnólogos (CFT), hoje CCHSA, que em 2008 através da Resolução no 03 de março de 2008, passou a ser denominado de Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, permanecendo o Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” como unidade acadêmica de Ensino Médio, Técnico e Tecnológico. Neste contexto, a missão do CCHSA definida no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é “Realizar atividades de ensino, pesquisa e extensão nas áreas agroindustrial, agrárias, sociais, humanas e agroecológica, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico sustentável da região”, com a visão de ser "um Centro de referência para o desenvolvimento agroindustrial, social aplicado e educacional no ensino, pesquisa e extensão, de forma orgânica e holística para a melhoria da qualidade de vida sustentável”. O CCHSA é constituído de 06 departamentos (Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial, Departamento de Ciência Animal, Departamento de Agricultura, Departamento de Ciência Básicas Sociais, Departamento de Ciência Sociais Aplicada e Departamento de Educação), conta com seis cursos de graduação (Bacharelado em Agroindústria, Bacharelado em Administração, Bacharelado em Agroecologia, Licenciatura em Pedagogia, Licenciatura em Ciências Agrárias, e cursos a distância do sistema EAB de Licenciatura em Ciências Agrárias), dois cursos de pós-graduação Stricto sensu (Mestrado em Tecnologia Agroalimentar e Mestrado em Ciências Agrárias - Agroecologia) e 09 cursos de nível médio, técnico e tecnológico (Técnico em Agroindústria, Técnico em Agropecuária, Técnico em Aquicultura, Técnico em Nutrição e Dietética, Técnico em Informática, Técnico em Veterinária, Técnico em Paisagismo, Técnico em Laboratório de Ciências da Natureza e Técnico em Guia de Turismo) além de inúmeros projetos de ensino, pesquisa e extensão, visando o fortalecimento regional. 3.3 Aspecto Relacionado com a Criação do Curso A criação desse curso é uma antiga aspiração do CCHSA, sendo criado, em 14 de agosto de 2000, a Comissão para Elaborar Propostas para a Criação de um Novo Curso de Graduação (bacharelado) na Área de Agroindústria, através da Portaria GD/06/2000. A
referida Comissão elaborou o Projeto Político Pedagógico para criação do curso de Graduação em Agroindústria de Alimentos, que teve sua aprovação no Conselho de Centro, em 21 de dezembro de 2000, em sua 5a Reunião Ordinária. Na mesma data, através do Ofício GD 084/2000, o referido projeto foi encaminhado à Pró-Reitoria de Graduação – PRG, sendo protocolado como Processo 23074.021789/00-57. Nessa instância, o projeto foi submetido a uma análise preliminar, resultando em algumas recomendações técnicas. Em 16 de maio de 2001, através da Portaria GD/29/2001, foi criado uma Comissão multidisciplinar para elaborar o Projeto Político Pedagógico da Criação do Curso de Agroindústria de Alimentos, composta por docentes dos departamentos que compõem o CCHSA, integrando, dessa forma, todas as áreas de estudo do curso. Durante todo o ano, a Comissão trabalhou, desenvolvendo debates abertos a todos os membros da comunidade acadêmica. Em seu esforço, a Comissão reformulou algumas propostas do projeto inicial, inclusive o nome do curso, que foi substituído por Graduação em Agroindústria. O Curso de Graduação em Agroindústria no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) obedece aos critérios das Diretrizes Curriculares Nacionais, que objetivam atender às demandas dos cidadãos, do mercado e da sociedade, em respeito à vocação e à capacidade da instituição. Harmonizando-se com as tendências de desenvolvimento econômico e tecnológico contemporâneo, que prioriza uma formação mais abrangente dos profissionais, o enfoque principal deste curso, a Tecnologia de Alimentos, visando o acompanhamento de toda cadeia de produção agroindustrial. O conceito de cadeia de produção agroindustrial utiliza a noção de sucessão de etapas produtivas, desde a produção de insumos até a comercialização do produto acabado. Assim sendo, a estrutura da cadeia produtiva compõe-se de três etapas consecutivas: produção da matéria-prima, beneficiamento e/ou processamento agroindustrial e comercialização. O conceito destaca o aspecto dinâmico do setor agroalimentar, enfatizando o mercado final, as inovações tecnológicas e as opções estratégicas das firmas como agentes dinamizadores da cadeia. A estrutura do Curso de Graduação em Agroindústria está fundamentada no conceito de cadeia de produção agroindustrial, destacando o estudo da tecnologia na produção, processamento e comercialização dos alimentos. Em sintonia com o conceito e a realidade do sistema agroindustrial brasileiro, o curso também contempla uma formação básica em Gestão do Agronegócio. Nesse contexto, estudam-se as áreas de Planejamento e Projeto, Gestão da Produção, Análise de Custos, Logística, Comercialização e Marketing. Em síntese, o Curso de Graduação em Agroindústria estudará o sistema agroalimentar na lógica de encadeamento das operações da cadeia produtiva, resultando nos três eixos temáticos de sua estrutura, quais sejam: Agropecuária: produção de matérias-primas de origem vegetal ou animal que é encaminhada para o desenvolvimento do produto final. Nesta fase, prioriza-se os conhecimentos na área de agronomia e zootecnia.
Agroindústria: beneficiamento ou processamento de matéria-prima de origem agropecuária. Nesta fase, a ciência e a tecnologia de alimentos preconizam as técnicas e os procedimentos para seleção, tratamento, processamento, conservação e distribuição. Comercialização e Gestão: distribuição, comércio e consumo do produto final. Nesta fase, serão abordados conhecimentos da administração e do marketing. Convém ressaltar que a área de gestão será abordada nos três eixos temáticos, enfocando as áreas de planejamento e projeto, gestão da produção, gestão da qualidade, análise de custos e logística. O CCHSA apresenta a cadeia de produção agroindustrial estruturada e que atua em todas as suas etapas, através das atividades de ensino, pesquisa e extensão. O Bacharel em Agroindústria terá uma formação multidisciplinar e poderá atuar em empresas públicas e privadas de produção, processamento, distribuição, comércio, planejamento e pesquisa do setor agroalimentar, operando em setores de processamento de carnes e pescados, laticínios, processamento de frutas e hortaliças.
4. Justificativa 4.1 Justificativa da Oferta em Relação ao Contexto Local e Regional O Curso de Graduação em Agroindústria surgiu pela necessidade de expansão da oferta de cursos de graduação no Estado da Paraíba no novo contexto das políticas públicas brasileiras de incentivo ao setor agroalimentar. Visto que o setor da produção agroindustrial de alimentos desempenha importante papel sócio-econômico no país com perspectivas de crescimento na região Nordeste, na Paraíba e em especial na região do Brejo Paraibano, tradicionalmente produtora de alimentos. O setor da produção agroindustrial de alimentos desempenha importante papel socioeconômico no país, garantindo o abastecimento alimentar da população e sendo fator de desenvolvimento local tanto no espaço rural como no urbano. Com a acentuada tendência de crescimento demográfico mundial, a melhoria de renda nos países emergentes, o processo de urbanização e o consequente crescimento da demanda por alimentos, o Brasil pode vir a se tornar o principal fornecedor da demanda global a ser gerado nos próximos anos, se posicionar como principal fornecedor global de alimentos. Levando em consideração a população direta e indiretamente envolvida nas atividades de produção, processamento e comercialização de alimentos, o sistema agroalimentar brasileiro apresenta uma dimensão social relevante. Em 2015, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (IBGE, 2016), 32,3% (30,5 milhões) do total de 94,4 milhões de trabalhadores brasileiros eram do agronegócio, e desses 4,64 (15,2%) na agroindústria. Quanto ao comércio internacional, em 2018, 42% das exportações brasileiras foram
de produtos do agronegócio, com receita de 93,3 bilhões, com forte contribuição para o desempenho da economia brasileira. O Brasil, em 2017 teve uma produção recorde de grãos alcançando 237,6 milhões de toneladas para uma área plantada de 61,0 milhões de hectares. Outro resultado positivo foi o crescimento do PIB agropecuário de 13,0% no ano, enquanto o PIB da economia foi de 1,0%. O país, em 2017, foi o maior exportador de açúcar, café, suco de laranja, soja em grãos e carnes bovina e de frango; e o segundo maior de milho e de óleo e farelo de soja. É também o maior produtor mundial de açúcar, café e suco de laranja; o segundo na produção de soja em grãos e de carnes bovina e de frango; e o terceiro na produção mundial de milho (MAPA, 2018 ; USDA, 2019; CNA, 2019). A agroindústria brasileira de alimentos vem crescendo ao longo dos anos, inclusive em períodos de crise econômica. Em, 2018, a agroindústria brasileira respondeu por 34,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro. O índice da Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) desenvolvido pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas, sinaliza crescimento de 0,22% para a agroindústria em 2019 e avanços de 0,16% em 2020 e de 0,1% em 2021 (Serigati; Possamai, 2019). A indústria de alimentos mantém interface tecnológica com diversas outras indústrias, estimulando inovações ao longo de toda a cadeia produtiva, tanto na agropecuária (produtores de matérias-prima que demandam tecnologias de outros setores), quanto nas indústrias de embalagens, química, de máquinas e equipamentos etc. (Cabral, 1999). Nos últimos anos, os meios empresariais, político e acadêmico estão despertando para a relevância social e econômica do sistema agroalimentar. As empresas alimentícias que implementaram inovações de produto e/ou de processo foi de 38%, em 2008, equivalente ao mesmo percentual de empresas que inovaram na indústria de transformação (IBGE/PINATEC, 2008). As mudanças estruturais recentes na economia mundial e mudanças no perfil do consumidor vêm impondo grande pressão na agroindústria de alimentos, para melhorar a competitividade e a produtividade. Assim sendo, a agroindústria brasileira de alimentos tem experimentado um profundo processo de reestruturação, tanto em termos de organização como em termos de mudanças tecnológicas. Pode-se destacar, ainda, que a reestruturação econômica implica em novos procedimentos, não envolvendo mais somente a manufatura do produto, mas integrando também a concepção, a produção, assim como a distribuição e a comercialização. Desta forma, a competitividade das agroindústrias de alimentos fundamenta-se no domínio de conhecimentos técnicos e também organizacionais, impondo ao profissional que nela atuará, uma formação multidisciplinar, capacitando-o para lidar com aspectos técnicos e administrativos, em que os conhecimentos sobre gerenciamento, compra, marketing, custos, logística, comércio internacional e políticas públicas são ferramentas importantes para uma melhor performance industrial. Os departamentos de marketing da indústria de alimentos costumam ser os primeiros a entender as demandas dos consumidores e as tendências do mercado. Por processos dinâmicos e interativos de aprendizagem, a indústria alimentícia adquire conhecimentos e inova ao interagir com seus consumidores. Na prática, a busca por
inovações na indústria de alimentos também é motivada pelos esforços das empresas em se enquadrarem em novas normas nacionais e em padrões aceitos mundialmente (Conceição, 2007). Diante do cenário, a concepção do currículo do curso de Graduação em Agroindústria visa preparar o profissional para enfrentar essa nova realidade. Com um enfoque sistêmico do setor agroalimentar, utilizou-se o conceito de cadeia, que incorpora as áreas de agronomia, zootecnia, ciência e tecnologia de alimentos, planejamento e gestão do agronegócio. Cabe ressaltar que o setor agroalimentar é um campo fértil para o desenvolvimento de micros, pequenas e médias empresas, uma vez que as unidades de produção agroindustrial podem se estabelecer no mercado com o uso de tecnologia tradicional e mobilizando poucos recursos para sua implantação e manutenção. As micros, pequenas e médias empresas têm atuação destacada na economia brasileira. O curso de Graduação em Agroindústria ainda terá outra relação especial com as micros e pequenas empresas e com o desenvolvimento local. Na área de conhecimento em gestão, o empreendedorismo será uma filosofia trabalhada durante todo curso, onde se debaterá a viabilidade da criação de novas empresas, aproveitando os recursos naturais e humanos da região. A forte visão prática das diversas tecnologias e o enfoque gerencial do curso será importantes ferramentas do graduado que optar pela abertura de empresas de alimentos em sua carreira profissional. O Bacharel em Agroindústria terá uma formação multidisciplinar, construída através da fundamentação dos cursos de Graduação em Agronomia (produção da matéria-prima de origem vegetal), Zootecnia (produção da matéria-prima de origem animal), Engenharia de Alimentos (processamento, beneficiamento e análises de alimentos) e Administração (Gestão). A partir dessa conceituação, o curso apresenta um caráter dinâmico, abordando os vários aspectos do sistema agroalimentar brasileiro e ampliando as possibilidades de trabalho para o Bacharel em Agroindústria. Convém ressaltar que os estudos na área de comercialização e gestão do agronegócio são fatores de forte diferenciação do curso de Graduação em Agroindústria, uma vez que esses estudos não ocorrem de forma marcante nos demais cursos da área de tecnologia e engenharia da UFPB. Outra característica do curso é sua forte base tecnológica experimental, consolidada pela visão e atuação prática do seu corpo docente e pelas atividades de ensino, pesquisa e extensão dos laboratórios e setores de produção do CCHSA. O curso de Graduação em Agroindústria enquadra-se nos novos paradigmas da Lei de Diretrizes e Bases do ensino brasileiro: o curso está voltado para um dos setores mais dinâmicos e produtivos da economia nacional; sua estruturação baseou-se nos princípios da interdisciplinaridade e contextualização; desenvolve competência técnico-profissional baseada na polivalência tecnológica e funcional; desenvolve competência técnicoprofissional adaptada a âmbitos de desempenhos diversos, como o emprego formal em pequenas e grandes empresas ou o trabalho por conta própria.
4.2 Identificação dos Problemas Concretos Enfrentados pelo Curso Os problemas enfrentados pelo curso dizem respeito à grande maioria dos cursos de graduação no país, como a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM, que por vezes é o principal entrave na admissão nos cursos, por opção em não ficar de fora da universidade. Outro problema relevante é a não permanência após o ingresso no curso, como a oferta de cursos em faculdades particulares, com preços acessíveis, na maioria das vezes não prezando pela qualidade do ensino, mas que era o curso buscado pelo aluno. Por vezes, o aluno não se identifica com o curso, tendo em vista a falta de pesquisa e interesse em saber o campo de atuação do mesmo, antes de efetivação da matrícula. 4.3 Motivação para Alteração ou Criação do PPC A motivação para atualização do PPC se deu pelo tempo em que ficou sem sofrer alteração, o que se vislumbra com a criação/alteração de novas disciplinas, alteração do conteúdo programático de outras, equivalência entre disciplinas, além de alteração na carga horária. Fundamental também se faz a atualização, tendo em vista a progressão de novos conhecimentos e na transversalidade do ensino de algumas disciplinas.
5. Objetivos do Curso
5.1 Objetivo Geral do Curso O Curso de Graduação em Agroindústria tem por objetivo formar profissionais com conhecimentos sólidos em tecnologia, planejamento e gestão agroindustrial, para atuarem e/ou empreenderem no campo tecnológico, administrativo, científico e de inspeção e fiscalização dos alimentos. 5.2 Objetivos Específicos
Desenvolver nos alunos a percepção dos problemas do sistema agroalimentar; Abordar uma visão sistêmica do funcionamento das cadeias de produção agroalimentares; Estimular ações empreendedoras nas diversas atividades da cadeia de produção; Incentivar a pesquisa sistemática no desenvolvimento de novas tecnologias de processos e novos métodos de gestão; Incentivar a extensão como forma de inserir o estudante na realidade vivenciada pela comunidade;
Potencializar no estudante a capacidade criativa para desenvolver soluções rápidas e simples; Fornecer base tecnológica que permita o egresso atuar nas áreas de produção da matéria-prima agropecuária, beneficiamento, processamento, armazenamento, transporte e comercialização dos produtos alimentícios.
6. Perfil do Egresso
A profissão Bacharel em Agroindústria ainda não teve suas atribuições, direitos, prerrogativas e deveres definidos e regulamentados pelos órgãos competentes. Contudo, tem seu reconhecimento pelo Conselho Regional de Química - CRQ/PB. O Bacharel em Agroindústria é um profissional com sólida formação humanista, ética, crítica, reflexiva, gerencial, técnica e científica, que o capacita a: Internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional; Ter uma visão sistêmica da problemática agroindustrial, buscando soluções em respeito aos aspectos sociais, culturais, econômicos, tecnológicos e ambientais, no âmbito local, regional, nacional e internacional; Aplicar, adaptar e gerar conhecimentos em agropecuária, ciência e tecnologia de alimentos e métodos de gestão, tendo visão empreendedora e administrativa frente às organizações ou entidades voltadas principalmente para produção de alimentos; Atuar em consonância com as demandas mundiais, nacionais e regionais das organizações, analisando criticamente, antecipando e promovendo suas transformações; Ampliar seus conhecimentos de forma independente e inovadora. 6.1 Competências e Habilidades O Currículo do Curso de Graduação em Agroindústria dá condições a seus egressos para: Acompanhar, orientar e supervisionar toda cadeia de produção de alimentos, incluindo: produção, seleção e tratamento da matéria-prima, processamento, conservação, controle de qualidade, armazenamento, distribuição e comercialização; Sugerir e adotar medidas que melhorem e mantenham a qualidade, produtividade e competitividade da produção agroindustrial de alimentos; Planejar e desenvolver processos de produção agroindustrial de alimentos; Avaliar, conduzir e executar processos de abertura de unidades agroindustriais de alimentos; Empreender a formação de unidades agroindustriais de alimentos; Comunicar-se eficientemente nas formas oral, escrita e gráfica;
Interpretar a realidade das organizações; Adaptar diferentes cenários e adotar conceitos modernos de gestão e novas tecnologias; Utilizar raciocínio lógico, crítico e analítico, operando com valores e formulações matemáticas e estabelecendo relações formais e causais entre fenômenos; Atuar de forma participativa individual e em equipe; Ter compromisso com a ética, a cidadania, a questão ambiental e a qualidade de vida; Buscar continuamente a informação e aprender através de seu próprio esforço. 6.2 Aspectos Relacionados ao PDI da Instituição No Plano de Desenovlvimento Institucional da Universidade Federal da ParaÍba, ressalta que a melhoria contínua dos cursos de graduação busca adequar os currículos aos avanços sociais e diretrizes educacionais para formar egressos mais capacitados, reduzir a evasão e aumentar a taxa de conclusão. A UFPB, busca prover estratégias eficazes de acompanhamento dos egressos, considerado um ponto estratégico para melhorar a qualidade do ensino de graduação instituiu a Política de Acompanhamento de Egressos. Essa política visa desenvolver mecanismos para atualizar informações sobre a trajetória profissional dos egressos e subsidiar ações de melhoria e aprimoramento dos cursos, adequando-os melhor às demandas da sociedade, conforme as seguintes diretrizes:
1. Ampliar as oportunidades de aperfeiçoamento e formação contínua para os egressos da graduação.
2. Fortalecer a avaliação do desempenho institucional por meio de critérios que evidenciem o perfil e a situação profissional dos egressos no mercado de trabalho.
3. Realizar ações para complementar e aperfeiçoar a formação profissional e fortalecer o pertencimento institucional.
4. Manter atualizada a consulta pública dos egressos, disponível em formato eletrônico.
5. Fortalecer as coordenações dos cursos de graduação e pós-graduação, captando e disponibilizando informações sobre as atividades profissionais dos respectivos egressos.
6. Propor e executar estudos para identificar o perfil dos egressos da graduação da UFPB em relação à empregabilidade na área de formação recebida.
7. Apoiar e acolher os egressos no desenvolvimento de projetos da UFPB, oferecendo oportunidades para integração no mercado de trabalho e aperfeiçoamento contínuo. A coordenação das ações de implementação, execução e avaliação da política institucional de acompanhamento dos egressos da graduação da UFPB, bem como a atualização sistemática das informações, é de responsabilidade da PRG, em parceria com o Observatório de Dados da Graduação (ODG) e o Laboratório de Estudos em Modelagem Aplicada (LEMA).
6.3 Mecanismos de Acompanhamento dos Egressos A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criou o Sistema de Acompanhamento de Egressos na Graduação (SAEGO/Graduação), com endereço eletrônico https://lema.ufpb.br/saego/, que já está disponível para consulta de toda a sociedade. Esta plataforma dispõe de informações para subsidiar o monitoramento e avaliação de resultados dos egressos dos cursos de graduação da Unviversidade Federal da Paraíba. O módulo graduação integra a plataforma SAEGO, que apresenta dados sobre a situação trabalhista, econômica e social dos egressos da instituição. O sistema foi desenvolvido pelo o Laboratório de Estudos em Modelagem Aplicada (LEMA), vinculado ao Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA). De acordo com o coordenador do LEMA, professor Aléssio Almeida, a ferramenta informatizada objetiva dar suporte à tomada de decisão no âmbito institucional, permitindo a gestão, o controle e a transparência dos dados acadêmicos dos egressos dos cursos da UFPB nas dimensões de empregabilidade, rendimento salarial, rotatividade das ocupações, distorções de acesso no mercado de trabalho, regionalização do fluxo de ocupações, empreendedorismo, produção científica e tecnológica, inserção em programas de pós-graduação, entre outros. Quando do acompanhamento dos egressos, os mecanismos como Mercado de trabalho (2011 a 2020), num total de 100 ocupados, com média salarial de R$ 2.353,00; Taxa de Ocupação de 135 ocupados, correspondendo, pelo número de 254 egressos, a 53,1%; e Empreendedorismo, para um total de 254 egressos e 5,5% de empreendedores (14). Os dados citados foram obtidos do SAEGO, são referentes ao período de 2011 até o ano de 2020.
7. Formas de Acesso ao Curso
Para o preenchimento das vagas do curso de Graduação em Agroindústria, de acordo com a Resolução nº 29/2020/CONSEPE/UFPB, Art. 100 que trata do ingresso do discente, e que se dará da seguinte forma:
¶Art. 100. O acesso aos cursos de graduação na UFPB ocorre através das formas regulares de ingresso: Sistema de Seleção Unificado para Ingresso no Ensino Superior, estabelecido pelo Ministério da Educação – SISU; Transferência compulsória - ex oficio; Processo Seletivo de Reopção de Curso – PSRC; Processo Seletivo de Transferência Voluntária – PSTV; Processo Seletivo de Ingresso de Graduado – PSIG; Reingresso; e outras formas de ingresso, definidas mediante convênio ou determinadas por lei.
O Processo Seletivo de Transferência Voluntária (PSTV) é o ato decorrente da transferência do discente com um vínculo ativo em curso de graduação de Instituições de Ensino Superior, públicas ou privadas, para a UFPB, mediante ocupação de vagas e classificação em edital específico da PRG para ingresso no período letivo subsequente. O Processo Seletivo de Ingresso de Graduados (PSIG) é o ato decorrente da entrada, em cursos regulares de graduação da UFPB, de portadores de diplomas de nível superior obtidos em instituições públicas ou privadas, devidamente reconhecidas pelo MEC. O reingresso do ex-estudante no seu curso, desde que cumpridas às formalidades e exigências previstas na Resolução nº 29/2020/CONSEPE/UFPB.
8. Gestão Administrativa, Acadêmica e Infraestrutura 8.1 Gestão Administrativa 8.1.1 Gestão Administrativa e Acadêmica do Centro de Ciências Humanas, Sociais Agrárias (CCHSA) 8.1.1.1 Conselho de Centro O Conselho de Centro - COC, de acordo com Regimento Geral da UFPB, é órgão deliberativo e consultivo responsável pela coordenação e integração das atividades dos diversos departamentos, cursos, pesquisas e projetos especiais, atividades administrativas, de manutenção e de política patrimonial do Campus, bem como de todo o planejamento estratégico do Campus nas suas diversas atividades. O Conselho de Centro é representa pelo Diretor de Centro (Presidente), Chefes dos Departamentos, Coordenadores de Cursos, representante dos servidores e discente. O Conselho de Centro reunir-se-á ordinariamente em todos os meses e extraordinariamente, sempre que houver necessidades ou a pedido de qualquer um de seus membros justificadamente.
8.1.1.2 Direção de Centro A Direção de Centro - DC, instituída nos termos do Regimento Geral da UFPB, é o órgão executivo incumbido de superintender, fiscalizar e coordenar as atividades do Centro e suas dependências. A Direção de Campus é exercida por Diretor(a) e Vice-Diretor(a) eleitos, nos termos da legislação vigente, para mandato de quatro anos, permitida recondução. A Direção do CCHSA funciona adequadamente no prédio administrativo com área de 185,20 m2 com salas para diretor(a0 e vice-diretor(a), secretaria, coordenação administrativa, sanitários, copa, setor de contabilidade e licitação.
8.1.1.3 Departamentos Os seis departamentos que compõem o CCHSA são: Ciências Básicas e Sociais (DCBS), Ciências Sociais Aplicadas (DCSA), Ciência Animal (DCA), Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA), Agricultura (DA) e Educação (DE). Os departamentos são localizados no prédio dos departamentos numa área de 616,07 m2. O Chefe de Departamento é subordinado imediatamente ao Diretor do Centro. Nas faltas e impedimentos do Chefe e Subchefe do Departamento assumirá a chefia o docente designado pelo Diretor do Centro. São atribuições do chefe de Departamento, de acordo com o regimento geral da do Departamento. São atribuições do Chefe do Departamento: superintender, coordenar e fiscalizar as atividades do Departamento e suas dependências; exercer o poder disciplinar nos limites de sua competência e na forma deste Regimento; representar o Departamento no Conselho de Centro, bem como perante os demais setores da Universidade; coordenar a elaboração e execução do plano das atividades de ensino, pesquisa e extensão do Departamento; colaborar na elaboração do plano global de ação do respectivo Centro, inclusive na preparação da previsão orçamentária; coordenar e fiscalizar as atividades do pessoal docente e administrativo, particularmente quanto à frequência e assiduidade, respondendo pelo desempenho global no âmbito do Departamento; fiscalizar a apuração da frequência, da assiduidade e do rendimento escolar dos alunos; apresentar ao Diretor do Centro relatório periódico das atividades do Departamento nos campos de ensino, pesquisa e extensão; promover a seleção de candidatos a monitorias e estabelecer os respectivos planos de trabalho; desempenhar outras tarefas inerentes à sua função e não especificadas neste Regimento; cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento, as deliberações do Departamento e dos demais órgãos deliberativos da Universidade. 8.1.1.4 Assessoria Acadêmica As atividades ligadas à vida acadêmica, tal como matrícula, trancamento, desistência, transferência, entre outras, são acompanhadas pela Assessoria Acadêmica, observando-se os trâmites e procedimentos estabelecidos e regulamentados pelo Conselho Superior (CONSEPE), bem como a legislação vigente. Para situações como baixo aproveitamento do acadêmico, eventuais problemas
(adaptação, relacionamento), o Campus conta com uma técnica-administrativa em assuntos educacionais no setor de Apoio aos Cursos Superiores. Composta pela assessoria de ensino, de pesquisa, de extensão, coordenação de estágios, coordenação de convênios e editais, coordenação de laboratórios e coordenação da biblioteca setorial. Funcionam próximo as coordenações de Cursos Superiores na sala da coordenação e assessorias. 8.1.1.5 Núcleo de Assistência Estudantil O Núcleo de Assistência Estudantil, também conhecido por NAE, refere à unidade administrativa do Campus III/UFPB e tem suas ações direcionadas ao Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias – CCHSA da UFPB. É o Setor que tem como diretriz de atuação o exercício de ações e serviços para Promoção à Saúde e Assistência Estudantil O NAE é composto pela coordenação das residências universitárias, coordenação das residências, coordenação do restaurante, coordenação de esportes e, coordenação de arte e cultura. No Campus, o NAE é responsável pela concessão e pelo controle de auxílios financeiros aos alunos (bolsas de permanência, por exemplo) e por fazer cumprir o regulamento disciplinar discente do UFPB (Resolução - Conselho Superior). 8.1.1.6 Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) Nas Universidades às políticas de financiamento de ações voltadas para a permanência de estudantes com necessidades especiais no ensino superior, é recente, destacando-se o Programa Incluir do Ministério da Educação (MEC). Esse programa, que tem entre seus objetivos fomentar a criação e/ou consolidação de núcleos de acessibilidade e implementar políticas de inclusão de pessoas com necessidades especiais na educação superior (SECADI/SESu, 2013). As políticas de acessibilidade devem assegurar, no conjunto das edificações, serviços e equipamentos universitários, acessibilidade universal, garantindo os plenos direitos dos portadores de necessidades especiais, estando este direito garantido na forma da Lei. Os pontos fortes da UFPB é primeiramente a criação da Política de Inclusão e Acessibilidade, e a existência de um Comitê de Inclusão e Acessibilidade regulamentada pela Portaria no 34/2013 do CONSUNI, que oferece vários suportes no âmbito acadêmico, desta forma atendendo os disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei n° 10.098/2000, nos Decretos n° 5.296/2004, n° 6.949/2009, n° 7.611/2011 e na Portaria n° 3.284/2003, e na Lei nº 12.764 que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e prevê a participação da comunidade na formulação das políticas públicas voltadas para os autistas, além da implantação, acompanhamento e avaliação da mesma. A porcentagem aproximada dos alunos com deficiência em graduação na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é de 3 a 4%. Os tipos de deficiências que mais são enfrentadas pelo CIA são: Deficiência física, Deficiência visual parcial, Cegueira, Transtorno psicológico, Deficiência temporária, Deficiência auditiva, Deficiência múltipla, Deficiência
intelectual, Surdez total e Transtorno do Espectro Autista. As atividades do Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) estão distribuídas entre: Programa de Apoio ao Estudante com Deficiência, LACESSE (Laboratório de Acessibilidade), Núcleo ASSISTA - Núcleo Integrado de Acessibilidade - Inclusão e Desenvolvimento de Tecnologias Assistivas e os Grupos de Trabalho que visam à melhoria do Campus para os alunos com algum tipo de necessidade, são esses: GT de Acessibilidade Pedagógica, GT de Acessibilidade Atitudinal, GT de Acessibilidade e Comunicação e GT de Acessibilidade Arquitetônica. Dessa forma, a Universidade Federal da Paraíba conta com uma série de programas e benefícios para o aluno com necessidades, que objetiva assegurar o direito à educação pela disponibilização de meios para promoção da inclusão com qualidade, sendo este assegurado através da implementação de medidas jurídicas e políticas, a exemplo da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência aprovada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009, e pela Política Nacional de Educação para Pessoas com Deficiência na Perspectiva da Educação Inclusiva. Oferece assim: Garantia de suporte pedagógico aos estudantes com necessidades, através do programa de apoio de aprendizagem ao aluno com necessidade, no qual o aluno apoiador que tem como função a de acompanhar e auxiliar o aluno com necessidades nas atividades acadêmicas desenvolvidas dentro e fora da sala de aula de acordo com as necessidades inerentes a cada um, dedicando para isto 20 horas por semana; aquisição de equipamentos e materiais necessários à plena acessibilidade das pessoas com necessidades. Restaurante Universitário - (RU) que é o espaço físico permanente da Universidade que oferece refeições diárias gratuitas aos estudantes classificados através do diagnóstico social e que suas atividades acadêmicas justifiquem sua permanência em tempo integral na universidade. Moradia Estudantil - verificada nas Residências Universitárias, é um serviço oferecido pela UFPB, destinado, exclusivamente, a estudantes de reconhecida necessidade, cujas famílias residam fora das sedes dos Campi da UFPB. Atenção à Saúde - consiste em atendimento em saúde a todos os estudantes que demandarem, através da oferta de ações em: acompanhamento psicológico individual; ações de promoção, proteção e recuperação da saúde; ações de prevenção de doenças, dentre outros. Por sua vez, com o compromisso de atender as normativas de acessibilidade, o CCHSA tem representante no Comitê de Inclusão e Acessibilidade da UFPB, conforme estabelecido na Portaria no 34/2013, aprovado em Reunião do Conselho de Centro e indicado pela Direção de Centro. Realização de estudo sobre as adaptações arquitetônicas que serão necessárias nos prédios do CCHSA, realizado pela comissão de inclusão e acessibilidade da UFPB, que dependem de plantas arquitetônicas das construções que devem ser disponibilizadas pela Prefeitura Universitária. Comunicação e sinalização visual e tátil de salas, laboratórios, sanitários. Foram sinalizados os assentos de uso preferencial, os espaços e instalações acessíveis, os novos ambientes, os estacionamentos, etc. Atendimento prioritário nos serviços (biblioteca, secretaria acadêmica, laboratórios...). Acessibilidade em edificações para os docentes,
discentes, técnicos administrativos e comunidade em geral com necessidades especiais: As novas edificações já contemplam os mecanismos de acessibilidade no que diz respeito as vagas no estacionamento, elevador ou rampa, etc. Sanitários acessíveis para cadeirantes com barras de apoio para uso dos portadores de cadeiras de rodas. Quanto à ergonomia adequada dos móveis, e aquisição de equipamentos para os portadores de necessidades especiais, foram adquiridas cadeiras para canhotos e obesos, conforme a NBR 9050. Nos auditórios e nas salas de aula obedece-se a mais de 5% dos espaços destinados para obesos, cadeirantes e em cada sala de aula há cadeiras para canhotos adquiridas na quantidade de 10% do montante em 2014. Foram adquiridos bebedouros de pressão acessível com identificação, instalados nos ambientes de maior fluxo de pessoas. A Universidade Federal da Paraíba desenvolve Programa de Assistência aos Estudantes com Deficiência, por meio da seleção/atuação de estudantes apoiadores, através de editais, de acordo com a LDB nº 9.394/1996, especificamente nos artigos 58, 59 e 60, que prevêem o atendimento educacional especializado para estudantes com necessidades nos diferentes níveis de ensino. 8.1.2 Gestão Administrava e Acadêmica do Curso 8.1.2.1 Coordenação do Curso O Coordenador do Curso é o professor responsável junto com o Núcleo Docente Estruturante (NDE) para gerir o curso sob sua responsabilidade e deverá ser escolhido por seus pares para mandato por um período de dois (2) anos, podendo ser reeleito para mais um mandato consecutivo. Todos os professores que atuam efetivamente no curso são eleitores, porém somente são elegíveis os professores do quadro permanente do Campus e que atuam no curso. Para a execução de suas atividades, o coordenador do curso conta com o auxílio de técnicos- administrativos e da Acessória acadêmica. Caberá ao Coordenador promover as medidas necessárias à constituição do Colegiado do Curso. Compete ainda ao Coordenador:
a) convocar as reuniões do Colegiado do Curso e exercer sua presidência, cabendolhe o direito de voto, inclusive o de qualidade;
b) representar o Colegiado junto aos órgãos da Universidade;
c) executar e fazer cumprir as deliberações do Colegiado;
d) representar o Colegiado no Conselho de Centro;
e) cumprir as determinações dos órgãos superiores do Centro e da Universidade;
f) superintender os trabalhos da Secretaria da Coordenação;
g) comunicar à Diretoria do Centro quaisquer irregularidades e solicitar medidas para corrigi-las;
h) aplicar pena disciplinar ao pessoal discente ou propor sua aplicação, em conformidade ao Regimento Geral da UFPB;
i) manter articulação permanente com os departamentos co-responsáveis pelo
Curso;
j) propor ao Colegiado alterações do currículo do curso a serem submetidas ao Conselho do Centro e ao CONSEPE, sucessivamente;
l) acompanhar e avaliar a execução curricular;
m) elaborar, mediante entendimentos com as chefias departamentais, a oferta de disciplinas para cada período letivo;
n) exercer a coordenação da matrícula no âmbito do curso, em articulação com o órgão central de controle acadêmico;
o) julgar os pedidos de trancamento de matrícula;
p) encaminhar à Diretoria do Centro, as resoluções do Colegiado que dependam de aprovação superior. O espaço destinado às atividades de coordenação do curso de Graduação em Agroindústria contemplam ambientes para coordenador e secretária, com área de 98 m 2, com equipamentos de informática, com boa acústica, conservação, ambiente climatizado, permitindo um excelente atendimento aos alunos e aos professores. O regime de trabalho do coordenador é de tempo integral e dedicação exclusiva, sendo a relação entre o número de vagas anuais autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação, que é de 4 horas. Atualment o Coordenador do Curso de Graduação em Agroindústria cumpre jornada integral de trabalho de no mínimo 10 horas até 40 horas semanais dedicadas à coordenação do curso e outras atividades relacionadas. 8.1.2.2 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante, é o órgão consultivo, formado por um conjunto de professores com a mais elevada formação e titulação, designados pelo Colegiado do Curso e que têm responsabilidade com o Projeto Pedagógico do Curso. A constituição do NDE do Curso de Graduação em Agroindústria atende, no mínimo, aos seguintes critérios, estabelecidos no Regimento Interno do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Agroindústria, a qual foi elaborada tomando-se como base a Portaria PRG/G/ n° 04/2010 que Estabelece normas para a criação do Núcleo Docente Estruturante - NDE dos cursos de Graduação da UFPB. O Núcleo Docente Estruturante é constituído por pelo menos 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do Curso, sendo obrigatório a participação do Coordenador e Vice-Coordenador. O presidente do NDE deve ser o Coordenador do Curso. A indicação dos representantes docentes deverá ser feita pelo Colegiado do Curso em sessão ordinária, especialmente convocada para este fim. O mandato dos representantes docentes será de dois (2) anos, podendo ser prorrogado por mais dois (2) anos, caso haja interesse do NDE e com a aprovação do Colegiado do Curso. Cem por cento (100%) dos docentes que compõem o NDE deverão possuir titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação Stricto sensu reconhecidos pelo Ministério da Educação e, destes, sessenta por cento (60%) deverão possuir título de Doutor. O Núcleo Docente Estruturante deve ser formado por docentes
contratados em regime parcial ou integral (Resolução CONAES nº1/2010). Preferencialmente serão indicados professores em regime de tempo integral. A Portaria PRG/G n° 04/2010 no Art 1º, parágrafo único “São atribuições do Núcleo de que fala o caput deste artigo”: a - elaborar e avaliar temporariamente o Projeto Pedagógico do curso, definindo sua concepção e fundamentos; b - estabelecer o perfil profissional do egresso do curso;
c - atualizar, periodicamente, o Projeto Pedagógico do curso; d - conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, sempre que necessário, para aprovação no Colegiado do Curso; e - supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso, definidas pelo Colegiado; f - analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; g- promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelos projetos pedagógicos de cada curso; h - acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado do Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário. 8.1.2.3 Colegiado de Curso O Colegiado de Curso é um órgão deliberativo, técnico-consultivo e de assessoramento no que diz respeito à matéria de ensino, pesquisa e extensão. A composição do Colegiado de Curso se dará da seguinte forma: Coordenador de Curso, que presidirá o Colegiado; pelo Vice-Coordenador, na condição de vice-presidente; pela representação docente de departamentos que ofereçam disciplinas ao Curso; cada departamento será representado por um docente e respectivo suplente, que ministrem disciplinas do curso, designados pelo Diretor do respectivo Centro, ouvida a chefia departamental. A representação docente dos departamentos será escolhida pelos professores dos respectivos departamentos, juntamente com os seus suplentes, que os substituirão em suas faltas e impedimentos, para mandato de dois (02) anos, permitida a recondução para um mandato consecutivo, sendo vedada a participação em mais de um colegiado de curso. O Colegiado de Curso reunir-se-á com a presença da maioria de seus membros e o comparecimento terá caráter prioritário sobre outras atividades, no âmbito do Centro. As deliberações do Colegiado de Curso serão tomadas por maioria de votos dos membros presentes. Sobre a funcionalidade, o Colegiado de curso reúne-se, no mínimo, duas (02) vezes por semestre, e, extraordinariamente, por convocação do Coordenador do Curso, ou por convocação de dois terços (2/3) de seus membros, devendo constar da convocação a pauta dos assuntos e serem tratados. Compete ao Colegiado de Curso
a) decidir, em primeira instância, sobre organização e revisão curricular;
b) fixar diretrizes de execução do currículo, bem como normas de seu
acompanhamento e avaliação;
c) recomendar aos Departamentos o ajustamento de plano de ensino de disciplinas ao interesse do Curso;
d) decidir sobre procedimentos a serem adotados na matrícula em disciplinas do Curso, respeitadas as instruções do órgão central de controle acadêmico;
e) opinar sobre pedidos de revalidação de diplomas;
f) apreciar representação de aluno em matéria de interesse do curso, ressalvada a competência departamental no que interfere com a atuação docente;
g) adotar e sugerir providências para melhoria do nível de ensino do curso;
h) decidir sobre equivalência de seminários, cursos intensivos, palestras e outras atividades paradidáticas para efeito de dispensa de aulas, por solicitação justificada de aluno, comunicando a decisão aos departamentos;
i) decidir sobre transferências de alunos e mudanças de curso, observando o disposto neste Regimento e em normas do CONSEPE;
j) exercer outras atribuições que lhe sejam cometidas por este Regimento e em normas complementares do CONSEPE. 8.2 Infraestutura 8.2.1 Laboratórios Didático-Pedagógicos Os Laboratórios didáticos-pedagógicos vinculados ao Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) têm como objetivos dar suporte a realização de práticas acadêmicas de ensino, o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas e atividades de extensão que contemplem as diversas modalidades de cursos ofertados. A Resolução CCHSA/COC nº 01/2017 estabelece as normas dos laboratórios didáticospedagógicos do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias que conta com as seguintes estruturas físicas e subordinados ao Departamento que os criaram, após homologação do Conselho de Centro, sendo:
I. Departamento de Ciência Animal (DCA) Especificações Laboratório de Apícola Laboratório de Aquicultura Laboratório de Avicultura Laboratório de Bovinocultura Laboratório de Caprinocultura
Laboratório de Carcinicultura Laboratório de Cunicultura Laboratório de Reprodução e Metabolismo de Suínos Laboratório de Nutrição Animal e Análise Avançada de
Área coberta (m2) 225,64 664,56 1.612,52 1.134,18 1.520,51 300,00 1.440,98 610,00 545,79 227,63
Alimentos Laboratório de Reprodução Animal Laboratório de Suinocultura
II. Departamento de Agricultura (DA)
1.807,78
Especificações Laboratório de Clinica Fitossanitária Laboratório de Agricultura Laboratório de Entomologia Laboratório de Fruticultura Laboratório de Olericultura Laboratório de Produção de Mudas Laboratório de Tecnologia de Sementes Laboratório de Solos Laboratório de Tecnologias Agroecológicas e Desenvolvimento Sócio-Ambiental
III. Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS)
Área coberta (m2) 509,55 107,41 509,55 compartilhada compartilhada 124,39 274,75 181,35
Especificações Laboratório de Biologia Laboratório de Química
IV. Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA)
Área coberta (m2) 282,35 282,35
Especificações Laboratório de Informática Laboratório de Mercado de Capitais Laboratório de Inclusão Digital Laboratório de Gestão e Tecnologia Empresarial
V. Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial (DGTA)
Área coberta (m2) 320 75,00 270,00 75,00
Especificações Laboratório de Análise Físico-Química dos Alimentos Laboratório de Beneficiamento de Leite Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial; Laboratório de Irrigação e Drenagem Laboratório de Mecanização Agrícola Laboratório de Microbiologia dos Alimentos; Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento Bebidas FermentoDestiladas Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Cárneos Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Frutohortícolas Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos de Laticínios Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aqüicultura Laboratório de Tecnologia da Panificação
Área coberta (m2) 319,00 328,00 36,00
73,91
436,71 827,81 85,00 629,80 109,49 118,00 1.186,00 319,00
Laboratório de Topografia Agrícola Laboratório de Fisiologia Pós-Colheita Laboratório de Técnica Dietética
36,00 207,00
A estrutura organizacional dos laboratórios é composta pelo(a) Coordenador(a) geral dos laboratórios, o (a) Chefe de laboratório, a equipe técnica e seus usuários. A Capacidade de atendimento aos estudantes depende da característica de cada laboratório e do número de alunos matriculados nas disciplinas. De toda forma, atende de maneira excelente o cumprimento do conteúdo obrigatório previsto nas diretrizes curriculares de cada disciplina específica. Além das unidades anteriormente citadas, em sua estrutura de apoio ao alunado, no CCHSA conta ainda com sólido suporte pedagógico, tais como: Restaurante Universitário; Residências estudantis (masculina e feminina); Lavanderias; Setor de Assistência Social e Serviço odontológico. O Restaurante Universitário cria condições para os alunos desenvolver suas atividades acadêmicas, garantindo a permanência do mesmo na Universidade, sendo também um espaço de integração e sociabilização dos estudantes. O CCHSA dispõe de 01 restaurante em funcionamento com uma área de 567,70 m², com capacidade de atendimento de mais de 650 refeições. Existem no CCHSA cinco residências universitárias femininas com capacidade para 89 estudantes, três residências masculina com capacidade para 78 estudantes e uma residência mista para 32 estudantes. 8.2.2 Bloco de Salas de Aulas O Campus III dispõe atualmente de 68 salas de aulas e o Curso de Graduação em Agroindústria tem suas salas localizadas no Bloco de Aulas Professor Alcides Marcelino, com 12 salas. As salas são equipadas com recursos didáticos-pedagógicos de acordo com a necessidade especifica. Em cada sala há carteiras escolares ergométricas e adaptadas para cada caso, sendo 10% para canhoto, dotada de quadro branco, tela de projeção e datashow, e possuem ar condicionado, cortinas e condições de acessibilidade. As salas de aula possuem dimensão própria e atende ao cálculo de 1,2 a 1,35 2 m /aluno, sistema de iluminação natural e artificial, acústica, ventilação, acessibilidade e espaços adequados para comportar as turmas. O bloco de salas de aula dispõe de sanitários (1/cada 20 a 25 alunos). Cada início de semestre é realizado a manutenção e recuperação de todas as salas e seus equipamentos. A limpeza e higienização das salas são realizadas de forma sistemática por funcionários de empresa terceirizada contratada, obedecendo às regras estabelecidas. 8.2.3 Gabinetes dos Professores O Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias dispõe de gabinetes de trabalho para professores para o adequado desenvolvimento das atividades de preparação de aulas, elaboração de projetos, estudo e para atendimento individual ao discente. Os números de
salas são suficientes, a maioria das salas são compartilhadas entre dois a três docentes contendo equipamentos de informática, iluminadas, com muito boa acústica, ventilação, acessibilidade e conservação. A distribuição das salas é realizada previamente nos departamentos após a chegada dos docentes através de concurso público ou transferência/redistribuição, ou por área de interesse/estudo. Há dois ambientes destinados exclusivamente para professores, que funcionam no prédio administrativo do CAVN e no ambiente de professores localizado ao lado do Laboratório de Tecnologia da Panificação e do Laboratório de Nutrição Animal e Análise Avançada de Alimentos. Nos laboratórios há espaços com ambiente para professores. Para cada professor são fornecidos: estação de trabalho completa; cadeiras tipo secretária; notebook; armário para arquivo. Todos recebem material de apoio e de consumo que são distribuídos regularmente. Baseado no PDI fez-se um plano de ação para melhorar as condições de infraestrutura do ambiente de professores e para construção de novos ambientes. 8.2.4 Salas dos Professores O Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias disponibiliza sala para os docentes de tempo integral, bem como fica a disposição uma sala para Coordenação de Estágio Supervisionado/Trabalho de Curso, Iniciação Científica, Grupo de Estudos e atendimento extraclasse. A sala para docentes localizadas em áreas de convívio, sempre próximas das salas de aula. Disponibiliza computador ligado à internet e conectados em rede, mesa de reuniões e cadeiras acolchoadas, sofás, TV LCD 32', wi-fi, bebedouros. Neste espaço, ocorre o convívio e a integração entre os docentes. As salas foram dimensionadas pela equipe técnica da Prefeitura Universitária, sendo dotada de isolamento acústico, iluminação adequada, ventilação natural, e a limpeza e higienização são realizadas regularmente por terceirizados. 8.2.5 Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática Todos os discentes têm livre acesso a equipamentos de informática. Este acesso é regulamentado conforme o Regulamento do Laboratório de Informática, disponibilizado aos discentes no próprio laboratório. Os laboratórios de informática funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h00 às 12h00; das 13h00 às 17h00 e das 18h00 às 22h00. O Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias possui 96 equipamentos de informática para os alunos do curso, os quais atendem, muito bem, principalmente quanto a: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico e velocidade de acesso à internet e wi-fi. O laboratório de informática mantém disponíveis microcomputadores com recursos multimídias ligados em rede, com acesso à Internet banda larga e impressoras. Além do laboratório de informática na biblioteca contamos com 3 terminais para o acesso a consulta
ao acervo, utilizados para desenvolvimento de trabalhos, pesquisa e portal do sistema acadêmico/aluno. Para o Laboratório de Informática, o técnico responsável faz a manutenção, e o acompanhamento dos alunos ao acesso do mesmo. Já os equipamentos de informática e audiovisual compreendidos como microcomputadores, data shows, e aparelhagem de som, estão sob responsabilidade do Setor do Patrimônio da UFPB. Além das aulas das disciplinas curriculares, os laboratórios disponibilizam cursos de extensão, pesquisas, treinamentos específicos, etc. Os discentes podem realizar os serviços de controle acadêmico; emissão de histórico escolar matricula empréstimos de livros e periódicos, ainda receber materiais didáticos on-line. A política para o setor foi estabelecida através do Anexo da Resolução do CONSUNI nº 40/2013 que cria a Superintendência de Tecnologia de Informação (STI), como órgão auxiliar de Direção Superior da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba. Em nível de CCHSA anualmente é realizada licitação e empenho de materiais de informática, de recursos multimídia e na utilização de ferramentas de tecnologia da informação.
8.2.6 Biblioteca O Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal da Paraíba - SISTEMOTECA - é um conjunto de Bibliotecas integradas sob os aspectos funcional e operacional, tendo por objetivo a unidade e harmonia das atividades educacionais, científicas tecnológicas e culturais da UFPB, voltadas para a coleta, tratamento, armazenagem, recuperação e disseminação de informações, para o apoio aos programas de ensino, pesquisa e extensão. O acervo documental do Sistema de Bibliotecas é atualizado e expandido de acordo com as necessidades específicas de cada curso. Os centros de ensino são responsáveis pelo envio à Biblioteca Central da demanda bibliográfica de cada departamento. Após a aquisição efetiva do material bibliográfico, a Biblioteca Central, através da Divisão de Desenvolvimento das Coleções – DDC, é encarregada de realizar a remessa para as Bibliotecas Setoriais dos Centros de Ensino. As aquisições são feitas através de compras por licitação na modalidade pregão eletrônico, bem como por meio de doações que são criteriosamente selecionadas por uma comissão de avaliação na Seção de Intercâmbio, que integra a Divisão de Desenvolvimento das Coleções. O Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), é servido atualmente por duas Bibliotecas setoriais: BIBLIOTECA 01 – Professor José Augusto Trindade, possui 697,34 m2 e BIBLIOTECA 02 – Bibliotecária Maria do Socorro Vásquez, possui área de 398,24 m², que foram estrategicamente construídas para melhor servir aos usuários. É um setor subordinado administrativamente à Direção de Centro, e tecnicamente à Biblioteca Central (BC) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), responsável pela coordenação do Sistema de Bibliotecas da UFPB; essa subordinação técnica compreende: padrões bibliotecários, políticas de automação, treinamento e atualização de recursos humanos. A Biblioteca oferece acessibilidade para todos os tipos de usuários. Sua área está
distribuída entre os seguintes ambientes: Setor de circulação (empréstimos, renovações e devoluções), Setor de Periódicos, Sala de leitura, Guarda volumes, Hall de exposição, Sala de produção científica e multimídia, Sala de processamento técnico, Sala de Restauração, Direção e Banheiros. Os serviços da biblioteca atendem muito bem às necessidades institucionais, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: profissionais da área de biblioteconomia, acesso via internet (consulta e reserva), informatização do acervo, bancos de dados, empréstimo, relatórios de gestão e horário de funcionamento, conforme regulamento do sistema das bibliotecas. O gerenciamento de todos os serviços na biblioteca permite que os usuários tenham acesso a consultas pela internet através do site: https://sistemas.ufpb.br/sigaa/public/biblioteca/buscaPublicaAcervo.jsf?aba=p-biblioteca, independente do ambiente da UFPB, sendo possível ter acesso ao total de títulos e ao quantitativo do acervo disponível por obra em todo o Sistema de Bibliotecas, apensa selecionando a biblioteca na qual deseja fazer a pesquisa. O usuário, para adquirir o direito ao empréstimo de livros pelas Bibliotecas, deverá estar devidamente cadastrado no sistema SIGAA. O apoio à iniciação científica é um serviço de mediação educativa oferecido nas áreas da busca, seleção e uso de informações em produções acadêmicas. São oferecidos treinamentos específicos abrangendo orientações de uso dos recursos da biblioteca, visitas orientadas, uso de bases de dados, pesquisas na internet, normalização bibliográfica e elaboração de projetos de pesquisa. A política de atualização do acervo de livros e periódicos ocorre em função das demandas propostas pelos diversos setores, que diretamente ou indiretamente utilizam os serviços da biblioteca, mediante a disponibilidade financeira, obedecendo aos critérios estabelecidos no plano de ação, regulamentado pela Portaria nº 07, de 03 de abril 2014 que aprova Procedimento interno nº 03 para aquisição de obras e ampliação do acervo bibliográfico do CCHSA. 8.2.6.1 Acervo de Livros Digitais Acervo digital da base de dados está em constante atualização e dispõe de livros técnicos e acadêmicos. A Biblioteca Virtual E-volution disponibiliza acesso a e-books nas áreas da medicina, saúde, enfermagem, ciência & tecnologia, administração, economia, engenharias, Ti e computação, com idioma português. Minha Biblioteca é uma base de livros eletrônicos, em português, que reúne milhares de títulos acadêmicos das diversas áreas do conhecimento. A Target GEDWeb disponibiliza através do sistema Target GEDWeb um acervo de Normas Brasileiras (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). E-book Central (EBC) é uma biblioteca digital que disponibiliza em sua coleção 238.183 e-books. Possui interface simplificada, possibilidade de baixar livros inteiros
e fazer buscas nos textos baixados em PDF. Research Library é um portal de periódicos eletrônicos da ProQuest, com coleção de 6.400 títulos disponíveis. Possui artigos em vários idiomas e em mais de 150 assuntos diferentes. Permite download completo. A BibVirtual – Biblioteca Virtual de Apoio à Aprendizagem da Unidade de Educação a Distância da Universidade Federal da Paraíba – é um serviço de informações público, aberto à comunidade, tendo por finalidade disponibilizar materiais digitalizados em vídeo, áudio e texto. O Portal EduCapes compila conteúdos educacionais abertos e disponibiliza através do respositório de objetos de aprendizagem, material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O conteúdo pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil, através do endereço O repositório engloba em seu acervo textos em formato PDF, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, vídeo-aulas, planos de aula e quaisquer outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta ou sob domínio público. Domínio Público - este portal constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação autorizada. REI - Repositório Eletrônico Institucional da Universidade Federal da Paraíba, aqui você encontra produções acadêmicas de nossos discentes (monografias, TCCs, relatórios de Conclusão de Curso), além da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações existentes nas instituições de ensino e pesquisa brasileiras. 9.2.6.2 Acesso à Base de Dados Científicos É disponibilizado pelas Bibliotecas à comunidade acadêmica (alunos e servidores), o acesso dentro e fora do ambiente da UFPB a alguns Portais de pesquisa e bases de dados, para que possam realizar suas pesquisas nos portais. Os conteúdos “assinados” pelo UFPB poderão ser acessados em terminais conectados aos provedores de rede do Campus, não havendo a necessidade de senha ou de identificação de usuário. Para acessar os portais de pesquisa fora da rede da UFPB, é necessário que o usuário baixe e instale o navegador Firefox UFPB. O acervo de periódicos, base de dados específica, jornais e revistas estão de acordo com o PDI, em quantidade e pertinência para o Projeto Pedagógico. A quantidade de títulos esta sendo atualizada, no entanto encontram-se disponível para consulta na biblioteca setorial, os seguintes periódicos: Biotecnologia en El Sector Agropecuario y Agroindustrial; Cuadernos de Agroindustria y Economia Rural; Organizações Rurais & Agroindustriais; Revista Colombiana de Investigationes Agroindustriales; RIVAR; Alimentos e Nutrição; Boletim do Centro de Pesquisa e Processamento de Alimentos; Brazilian Journal of Food
Technology Preprint Serie; Ciência e Tecnologia de Alimentos; Evidência: Ciência e Biotecnologia - Interdisciplinar; Revista Venezolana de Ciencia y Tecnologia de Alimentos. O Portal de Periódicos da Capes é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. O Portal de Periódicos Científicos Eletrônicos da UFPB disponibiliza os periódicos científicos elaborados ou gerenciados pelos pesquisadores da instituição para a comunidade científica nacional e internacional.
9. Corpo Docente
O corpo docente do Curso de Graduação em Agroindústria tem uma sólida formação na área de atuação, atendendo ao disposto no artigo 66 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de
1996. O corpo docente do Curso de Graduação em Agroindústria é constituído por profissionais dotados de experiência e conhecimento na área que leciona e a sua seleção leva em consideração a formação acadêmica e a titulação, bem como o aproveitamento das experiências profissionais no exercício de cargos ou funções relativas ao universo do campo de trabalho que o curso está inserido, valorizando o saber prático, teórico e especializado que contribui de forma significativa para a formação do perfil desejado do egresso do curso. O corpo docente do curso é composto por 40 (quareta) docentes. Dentre outras atividades são os responsáveis por analisar e atualizar os conteúdos dos componentes curriculares, além da bibliografia proposta para os respectivos planos de ensino, visando atingir aos objetivos das disciplinas e ao perfil proposto de formação do egresso. Como pode-se observar no Quadro 1, o corpo docente do curso de Graduação em Agroindústria conta com professores capacitados e interessados em estar sempre em constante aprimoramento. O corpo docente do curso tem 100% dos professores com titulação obtida em programa de pós-graduação Stricto sensu, sendo 95% com doutorado e 5% com mestrado O regime de trabalho ilustrado do Quadro 2 demonstra que o curso de Graduação em Agroindústria, possui 95% dos professores com dedicação integral, 70% possuem experiência de magistério superior de pelo menos, 5 anos. Do total de docentes do curso de Agroindústria, pelo menos 50% destes têm de 7 a 9 produções nos últimos 3 anos. Do total de docentes, 70% possui experiência profissional (excluídas as atividades no magistério superior) de pelo menos, 5 anos. Os docentes do curso serão instigadores no processo de ensino-aprendizagem, contribuindo para integração entre a teoria e a prática, no intuito de orientar e aprimorar as habilidades dos alunos. De mesmo modo, a comunicação oral e escrita dos alunos serão transmitidas e acompanhadas por todos os docentes do curso, durante todo o processo acadêmico, sendo estimulada através de apresentações de seminários, escrita de relatórios técnicos, produção de artigos científicos, entre outros.
Quadro 1 – Relação de Docentes do Curso de Bacharelado em Agroindústria Docente Amanda Marília da Silva Sant´Ana Ana Patrícia Almeida Bezerra Anely Maciel de Melo Anderson Ferreira Vilela Antonia do Desterro Gomes Arianne Dantas Viana Armistrong Martins da Silva Camila Sampaio Mangolim Carlos Augusto Alanis Clemente Carlos Roberto Marinho da Silva Filho Catarina de Medeiros Bandeira Cicero Gabriel dos Santos Cláudio Germano dos Santos Oliveira Dalyane Lais da Silva Dantas Elisândra Costa Almeida Fabiana Augusta Santiago Beltrão Fábio Anderson Pereira da Silva Filippe Paulino Soares
Formação
Titulação
Regime de Trabalho
Nutrição
Doutora
Integral - DE
Agrônomo
Doutora
Integral - DE
Bacharela em Agroindústria
Doutora
Integral - DE
Farmácia
Doutor
Integral - DE
Ciências Contábeis Mestre
Integral - DE
Engenharia de Alimentos
Doutora
Integral - DE
Administração
Doutor
Integral - DE
Doutora
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Ciências Biológicas Doutora
Integral - DE
Letras - Língua Portuguesa
Doutor
Integral - DE
Administração
Doutor
Integral - DE
Nutrição
Doutora
Integral - DE
Química Industrial Doutora
Integral - DE
Agronomia
Doutora
Integral - DE
Engenharia de Alimentos
Doutor
Integral - DE
Letras
Doutor
Integral - DE
Engenharia de Alimentos Medicina Veterinária Engenharia de Alimentos
Portaria de Nomeação PROGEP Nº 156 de 19 de fevereiro de 2019 PROGEP Nº 243 de 25 de fevereiro de 2011 PROGEP Nº 107/2023, PROGEP Nº 739 de 24 julho de 2009 PROEP Nº 1.389 de 17 fevereiro de 1992 PROGEP Nº 448 de 25de março de 2015 PROGEP Nº 1.251 de 08 setembro de 2015 PROGEP Nº 2.086 de 29 de novembro de 2017 PROGEP Nº 850 de 21 junho de 2014 PROGEP Nº 736 de 24 de julho de 2009 PROGEP Nº 481 de 21 de maio de 2008 PROGEP Nº 0234, 08 de março de 2012 R/GR Nº 543, de 10 de junho 2008 PROGEP Nº118 de 22 de dezembro de 2023 PROGEPE Nº1.186 de 29 de outubro de 2009 PROGEP Nº 44 de 27 de maio de 2008 PROGEP Nº 578, de 17 de março de 2017 PROGEP Nº 1.302 de 01 de setembro de 2016
Fernando Luiz Nunes de Oliveira Genyson Marques Evangelista Gilvaneide Alves de Azeredo George Rodrigo Beltrão da Cruz
Agronomia
Doutor
Integral - DE
PROGEP Nº 1884, de 20 de outubro de 2017
Economia
Doutor
Integral - DE
PROGEP Nº 1.996
Agronomia
Doutora
Integral - DE
PROGEP Nº 733, de 12 de junho de 2012
Agronomia
Doutor
Integral - DE
PROGEP Nº 1.011, de 04 de setembro de 2008
Doutora
T-40
Doutor
Integral - DE
Mestre
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Doutora
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Doutora
Integral - DE
Doutora
Integral - DE
Doutor
Integral - DE
Química Industrial Doutor
Integral - DE
Químico Industrial Doutor
Integral - DE
Agronomia
Doutora
Integral - DE
Engenharia de Alimentos
Doutora
Integral - DE
Iranice Gonçalves Direito Muniz Ítalo de Souza Agronomia Aquino Kadidja Ferreira Administração Santos Kilder Barbosa da Ciências Sociais Silva Josineide da Silva História Bezerra Laesio Pereira Ciências Agrárias Martins Leonardo Augusto Zootecnia Fonseca Pascoal Luiz Felipe de Matemática Araújo Manoel Alexandre Agronomia Diniz Neto Maria José Araújo Agronomia Wanderley Maria José de Engenharia de Figueiredo Alimentos Marcelo Luis Gomes Ciências Agrárias Ribeiro Max Rocha Quirino Onofre Maurício Moura Raunira da Costa Araújo Solange de Sousa
PROGEP Nº407, de 03 de março de 2017 PROGEP Nº 1.952 de 28 de setembro de 1992 PROGEP Nº 235 de 15 de março de 2006 PROGEP Nº 865 de 19 de abril de 1993 PROGEP Nº 1.017, de 23 de setembro de 2009 PROGEP Nº 74 de 30 de janeiro de 2003 PROGEP Nº 824, de 31 de julho de 2009 R/SRH Nº 1.658, de 17 de agosto de 1995 PROGEP Nº 1.741, de 04 de dezembro de 2012 PROGEP Nº de 15, de julho de 2008 PROGEP Nº 484 ,de 21 de maio de 2008 PROGEP Nº 2.264, de 22 de novembro de 1995 PROGEP Nº 1.708, de 15 de dezembro de 2004 PROGEP Nº 1.301, de 12 de fevereiro de 1992 PROGEP Nº 895, de 28 de junho de 2002 PROGEP Nº 789, de 14 de junho de 2002
Sheila Sherezaide Rocha Gondim Vênia Camelo de Souza
Nutrição
Doutora
Ciências Biológicas Doutora
T-40 Integral - DE
PROGEP Nº 39, de 22 de maio de 2020 PROGEP Nº 99, de 13 de janeiro de 2005
Quadro 2 - Docentes do Curso de Bacharelado em Agroindústria com as respectivas disciplinas ministradas Dep. de Origem
Disciplina que ministra no Curso
Amanda Marília da 3101173 Silva Sant´ana
DGTA
Análise Instrumental de Alimentos
Ana Patrícia Almeida Bezerra
DCA
Criações Alternativas
Docentes
Anderson Ferreira Vilela
Anely Maciel de Melo Antonia do Desterro Gomes Arianne Dantas Viana
SIAPE
1860352
1725699
1279889
338256
1117980
DGTA
DGTA
DCSA
DGTA
Armistrong Martins 1919456 da Silva
DGTA
Camila Sampaio Mangolim
3005324
DGTA
Carlos Augusto Alanis Clemente
2146554
DCA
Link do Currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/43 99682000529836 http://lattes.cnpq.br/02 29984481826553
Tecnologia de Bebidas, Tecnologia do Açúcar, Agroenergia, Prática http://lattes.cnpq.br/93 Profissional em Tecnologia 45498036960185 de Produtos de Origem Vegetal, Trabalho de Conclusão de Curso Estágio Supervisionado VII http://lattes.cnpq.br/21 Agroindústria 20156760623786 Microbiologia de Alimentos Contabilidade Geral, http://lattes.cnpq.br/42 Custos Agroindústrias 01000429387879 Tecnologia de Cereais e Panificação, Secagem de http://lattes.cnpq.br/96 Alimentos, Operações 29723398258052 Unitárias Gestão da Produção, http://lattes.cnpq.br/04 Logística Agroindustrial, 07857443875622 Estruturas Agroindustriais. Fundamentos da Nutrição, http://lattes.cnpq.br/36 Prática Profissional em 53475638761680 Análise de Alimentos, Cadeias Produtivas de http://lattes.cnpq.br/71 Ruminantes, Cadeia de 15604179639483 Produção e Processamento
Carlos Roberto Marinho da Silva Filho
263720
DGTA
Catarina de 1633412 Medeiros Bandeira
DCBS
Cícero Gabriel dos 1931799 DCBS Santos Cláudio Germano 23323741 DCSA dos Santos Oliveira
Dalyane Lais da Silva Dantas
1404887
DGTA
Elisândra Costa Almeida
1737191
DGTA
Fabiana Augusta Santiago Beltrão
1562654
DGTA
Fábio Anderson Pereira da Silva
1941940
DGTA
1008889
DE
1501045
DA
2125970
DGTA
Filippe Paulino Soares Fernando Luiz Nunes de Oliveira Genyson Marques Evangelista
de Peles e Couros, Prática Profissional em Produção Animal Química de Alimentos, Bioquímica Aplicada a Alimentos Biologia Geral, Tratamento e Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais Metodologia Científica e Pesquisa Aplicada Gestão Finanaceira Tecnologia de Frutas e Hortaliças; Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal Segurança do Trabalho, Análise Físico-Quíca de Alimentos, Prática Profissional em Análise de Alimentos Tecnologia de Leite e Derivados I e II, Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Animal Tecnologia de Carne e Derivados; Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Animal Libras - Língua Brasileira de Sinais Inglês Cadeias Produtivas de Frutas e Hortaliças Comercialização de Produtos Agroaindustriais, PLANEJAMENTO, Gestão do Agronegócio
http://lattes.cnpq.br/27 06381978798498 http://lattes.cnpq.br/22 20813750087537 http://lattes.cnpq.br/38 05268064004770 http://lattes.cnpq.br/27 83622098081084
http://lattes.cnpq.br/51 14171038031643
http://lattes.cnpq.br/49 20039300715270
http://lattes.cnpq.br/88 29648397613453
http://lattes.cnpq.br/48 26163432632985
http://lattes.cnpq.br/87 11011088597059 http://lattes.cnpq.br/57 08625728304539 http://lattes.cnpq.br/68 84704204725436
Gilvaneide Alves de 1414236 Azeredo George Rodrigo 3301269 Beltrão da Cruz Iranice Gonçalves Muniz Ítalo de Souza Aquino Josineide da Silva Bezerra Kadidja Ferreira Santos Kilder Barbosa da Silva
Laesio Pereira Martins
Leonardo Augusto Fonseca Pascoal
2385988
DA
Prática Profissional em Produção Vegetal
http://lattes.cnpq.br/34 22206511505334
DCA
Fatores da Produção Agropecuária
http://lattes.cnpq.br/60 74726949245179
DCSA
Direitos Humanos
http://lattes.cnpq.br/95 96395710423429
338270
DCA
1731055
DCBS
2487308
DGTA
1030028
DCSA
6335995
1725691
Luiz Felipe de Araújo
DGTA
DCA
DCBS
Manoel Alexandre Diniz Neto
1984335
DA
Maria José Araújo Wanderley
164041
DA
Maria José de Figueiredo
2322958
DGTA
Metodologia Científica e Pesquisa Aplicada, Cadeias http://lattes.cnpq.br/80 Produtivas de Produtos 77469301474299 Apícola http://lattes.cnpq.br/17 Ética e Cidadania 57501921826413 Gestão Financeira, http://lattes.cnpq.br/66 Empreendedorismo 00137404079014 http://lattes.cnpq.br/74 Ética e Cidadania 53658147686136 Desenho Técnico, Estatística e Tec. Póshttp://lattes.cnpq.br/63 Colheita de Frutas e 75314095460667 Hortaliças, Trabalho de Conclusão de Curso Cadeias Produtivas de Aves e Suínos, Cadeia de Produção e Processamento http://lattes.cnpq.br/20 de Rações, Prática 39941023919671 Profissional em Produção Animal http://lattes.cnpq.br/82 Matemática 78454009487464 Cadeias Produtivas de http://lattes.cnpq.br/46 Oleaginosas, Fibrosas e 31456576223749 Graníferas Culturas Alternativas, http://lattes.cnpq.br/59 Práticas Profissional em 28852897818945 Produção Vegetal Tecnologia de Carne e Derivados, Prática http://lattes.cnpq.br/58 Profissional em Tecnologia 49388832330110 de Produtos de Origem Animal
Marcelo Luís Gomes Ribeiro
DCA 1183449
Max Rocha Quirino
Onofre Maurício Moura
1480879
DCBS
338231
DGTA
1354748
DA
2609569
DGTA
Solange de Sousa
1353994
DGTA
Vênia Camelo de Souza
2441015
DCBS
Raunira da Costa Araújo Sheila Sherezaide Rocha Gondim
Cadeias Produtivas de Aves e Suínos, Prática http://lattes.cnpq.br/34 Profissional em Produção 13732137050443 Animal Química Geral, Físicohttp://lattes.cnpq.br/23 Química, Química Analítica 67603511645706 Tecnologia de Pescados e Derivados, Prática http://lattes.cnpq.br/25 Profissional em Tecnologia 91643051501129 de Produtos de Origem Animal Fatores da Produção http://lattes.cnpq.br/12 Agropecuária 75926609227930 Trabalho de Conclusão de http://lattes.cnpq.br/53 Curso 83581159744168 Higiene e Inspeção de Alimentos, Embalagem e Armazenamento de Alimentos, Análise Sensoral http://lattes.cnpq.br/77 de Alimentos, Prática 06343949977030 Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal. Ciências do Ambiente, http://lattes.cnpq.br/28 Educação Ambiental 13662242295578
10. Apoio ao Discente
A instituição oferece modalidades de bolsas (extensão, pesquisa, monitoria, prolicen e aperfeiçoamento) de apoio às atividades acadêmicas, para os discentes dos diversos cursos na modalidade. A bolsa de aperfeiçoamento atende a Resolução interna aprovada no Conselho de Centro do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias. Estas modalidades de bolsas de apoio fazem parte da política institucional em que estão consolidadas e implantadas através do Plano de Desenvolvimento Institucional O CCHSA disponibiliza espaços físicos para atividades de lazer e recreação e práticas desportivas, sendo monitoradas e planejadas através da Coordenação de esportes e pelos docentes da área. Existe apoio efetivo à promoção de eventos internos para os discentes, funcionando de forma adequada como todas as práticas institucionalizadas. Anualmente, são organizados dois eventos institucionais dentre estes eventos o Encontro de Iniciação
Científica, e Encontro de Extensão e Monitoria. No âmbito do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, é realizado anualmente o Encontro Nacional da Agroindústria, cuja organização é do Centro Acadêmico do Bacharelado em Agroindústria, com a participação de professores e alunos, promovendo uma grande mobilização academia. Apoio aos discentes no restaurante universitário: O Restaurante Universitário tem como objetivos produzir e fornecer refeições equilibradas do ponto de vista nutricional, e seguras do ponto de vista higiênico, para os alunos de baixa renda, regularmente matriculados no curso de graduação que estejam devidamente cadastrados na Coordenação de Assistência e Promoção ao Estudante (COAPE). Apoio ao discente à moradia: A Residência Universitária, masculina e feminina, é um serviço temporário oferecido pela UFPB, destinado, exclusivamente, a estudantes de cursos de graduação de reconhecida necessidade, visando ao apoio às suas atividades acadêmicas, (Resolução N° 10/2002). Atualmente o CCHSA tem residências em funcionamento desta forma: Serviço ofertado: moradia gratuita; Funcionamento: disponível todos os dias da semana, nos três turnos; Seleção: ocorre no início de cada semestre através de convocação por edital baseado em critérios da COAPE; Capacidade de atendimento: depende de cada espaço/vagas disponíveis por semestre. Baseado no PDI fez-se um plano de ação para implantar melhorias nas condições de funcionamento das residências universitárias e projeto para construção de uma nova residência. Desta forma, todas as residências foram recuperadas/ampliadas, houve a reforma e ampliação da residência universitária masculina (CP/UFPB/PU/ nº 001/2011, 377.294,62 mil reais) e de 02 residências anteriormente ocupadas por servidores. 10.1 Núcleo de Assistência Estudantil Há no CCHSA um espaço de atendimento ao aluno denominado Núcleo de Atendimento ao Estudante (NAE). Profissionais lotados: 01 Enfermeira, 02 Auxiliares de Enfermagem, 01 Assistente, Social e 01 Psicóloga Educacional, 02 servidores administrativos de suporte. O horário de funcionamento são todos os dias da semana (manhã, tarde e noite) em sistema de plantão. Baseado no PDI fez-se um plano de ação para implantar melhorias nas condições de funcionamento do Núcleo de Assistência ao Estudante. 10.2 Programa de Nivelamento O Centro de Ciências Humanas Sócias e Agrárias conta com o programa de nivelamento nas áreas de Matemática e Língua Portuguesa, aos acadêmicos ingressantes durante o primeiro semestre do curso. O programa é um estímulo à permanência do discente e ao contínuo acompanhamento pedagógico, com atividade extracurricular, totalizando 30 horas aula que será certificada aos discentes que comparecerem a 75% das aulas, carga horária essa válida como atividades complementares. O programa está vinculado à assessoria acadêmica que realiza apoio pedagógico com profissionais capacitados e metodologias adequadas às necessidades, de forma a garantir um melhor
aproveitamento, oferecendo atividade na área da Matemática que visam possibilitar aos acadêmicos um espaço de construção de conceitos matemáticos básicos e na área de Língua Portuguesa propõe atividades diferenciadas para a compreensão e produção de textos e conhecimentos gramaticais
10.3 Programa de Tutoria (ProTuT) O Programa de Tutoria (ProTut) é vinculado à Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), regulamentado pela Resolução CONSEPE/UFPB N° 49 de 20 novembro de 2014, que oferece apoio didático-pedagógico aos estudantes regularmente matriculados nos cursos de Graduação desta universidade. O Programa de Tutoria está em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) da UFPB. A participação nas atividades desenvolvidas na Tutoria pelos tutorandos poderá ser contabilizada como parte dos Conteúdos Complementares Flexíveis de acordo com o Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC) de Graduação da UFPB, desde que o estudante tenha frequentado o mínimo 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária das atividades da tutoria. As atividades didático-pedagógicas do ProTut serão exercidas por tutores, estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação e pós-graduação da UFPB, em colaboração com professores, outros estudantes e técnicos-administrativos, em conformidade com o Regimento Geral da UFPB, visando alcançar os seguintes objetivos:
I. Proporcionar aos estudantes que frequentam o ProTut, doravante denominados tutorandos, suporte didático-pedagógico para que corrijam desníveis em termos de conhecimento prévio em disciplinas básicas da grade curricular dos cursos de Graduação desta universidade, assegurando a inserção plena dos estudantes na academia;
II. Auxiliar os tutorandos no processo de aprendizagem e fomentar lhes confiança no estudo das disciplinas, por meio do contato mais estreito entre discentes, tutores e docentes, e com o conteúdo programático da(s) disciplina(s) envolvida(s);
III. Incentivar o desenvolvimento e uso de práticas pedagógicas inovadoras;
IV. Propiciar ao tutor a oportunidade de aprimoramento profissional e de realização pessoal, por meio do desenvolvimento de atividades acadêmicas, permitindo-lhe ampliar a convivência com outras pessoas do meio universitário e desenvolver atividades de ensino extras ao programa do curso frequentado na UFPB;
V. Contribuir para a formação de profissionais capacitados para a carreira docente;
VI. Consolidar as atividades de tutoria desenvolvidas no ProTut como parte integrante do processo de aprendizagem dos estudantes dos cursos de Graduação desta universidade, seja como tutorando ou como tutor.
VII. Colaborar para a melhoria de desempenho no processo de aprendizagem, visando à redução dos índices de reprovação, de retenção e de evasão na UFPB;
VIII. Promover o desenvolvimento de habilidades intelectuais dos estudantes, por meio de estratégias de atenção personalizada que complementem as atividades docentes
regulares;
IX. Fortalecer o vínculo dos tutores e tutorando com a UFPB, apoiando-os e incentivando-os à vivência de práticas de aprendizagem cooperativa e colaborativa; X. Contribuir para elevar a qualidade da formação profissional e o índice de diplomação garantindo, assim, a democratização do ensino superior, com qualidade, na UFPB. A Pró-Reitoria de Graduação, anualmente torna público edital de seleção de Projetos de Ensino no âmbito do Programa de Tutoria/PROTUT, de acordo com a Resolução n° 49/2014/CONSEPE e com a Resolução n° 16/2015/CONSEPE. Em 2019, forma aprovados 20 projetos na UFPB com 120 bolsas. O CCHSA teve um projeto aprovado intitulado “Projeto interdisciplinar de melhoria do ensino de disciplinas básicas dos cursos de Ciências Agrárias, Agroecologia, Administração e Agroindústria do CCHSA”, contemplado com 13 (treze) bolsas de tutoria (ProTut). 10.4 Política de Assistência e Promoção Estudantil A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) tem como finalidade gerenciar, planejar e acompanhar as ações inerentes à política de assistência estudantil. As políticas de assistência e promoção estudantil é para garantir a permanência e o sucesso acadêmico dos estudantes de graduação presencial, prioritariamente para aqueles em condição de vulnerabilidade socioeconômica, proporcionando aos discentes espaços de formação acadêmica, política, esportiva, cultural e de vivência universitária, reafirmando seu compromisso com a educação pública, gratuita e de qualidade. Os programas são coordenados e acompanhados de forma sistemática, através da aplicação de ações que objetivam estimular o sucesso acadêmico, minimizando as dificuldades e barreiras atitudinais que interferem no processo de aprendizagem, com acompanhamento psicossocial como estratégia para a inclusão social. Os recursos para investimentos na Assistência Estudantil decorrem de um Programa de Governo, com orçamento originário do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), visando ao desenvolvimento das ações estratégicas voltadas ao aprimoramento e ampliação da assistência estudantil, com as perspectivas de crescimento condicionadas aos recursos orçamentários disponíveis. As bolsas são oferecidas nas modalidades de: Bolsa Permanência, Auxílio Transporte, Auxílio Creche, Auxílio Moradia e Auxílio Alimentação entre outras e a seleção é realizada anualmente, por meio de editais. A PRAPE disponibiliza Editais para selecionar alunos para recebimento de Bolsa do Programa de Assistência Estudantil para o atendimento/apoio aos discentes com deficiência ou com transtorno global de desenvolvimento. 10.5 Programa Permanência na Educação Superior O Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES, Decreto Lei nº 7234/2010. executado no âmbito do Ministério da Educação, tem como finalidade ampliar as condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal.
O Programa de Bolsa Permanência – PBP, instituído pela Portaria MEC 389/2013, é uma política pública voltada à concessão de auxílio financeiro aos estudantes indígenas e quilombolas matriculados em instituições federais de ensino superior e assim contribuir para minimizar as desigualdades sociais e contribuir para a permanência e a diplomação desses estudantes. O recurso é pago diretamente aos estudantes de graduação por meio de um cartão de benefício o valor é definido pela resolução n° 13 de 9 de maio de 2013 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE. 10.6 Programa de Monitoria Acadêmica A Universidade Federal de Paraíba também oferece ao aluno de graduação o programa de Monitoria Acadêmica, que visa selecionar alunos que se destacam em algumas áreas, para que os mesmos possam auxiliar os demais discentes em relação às dificuldades na aprendizagem. Os monitores têm a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos na disciplina escolhida. A monitoria abrange dois tipos de monitores: o remunerado e o voluntário; e a bolsa mensal, cujo valor será igual ao valor pago pela Bolsa de Iniciação Científica do CNPq no ano de sua concessão, será concedida ao monitor remunerado. A Pró-Reitoria de Graduação (PRG) é responsável pelas políticas de apoio à graduação da UFPB, coordena o Programa de Monitoria Acadêmica e o Programa de Educação Tutorial. 10.7 Programa de Mobilidade Internacional A Política de Internacionalização da Universidade Federal da Paraíba, é regida péla Resolução nº 06/2018, cuja finalidade é orientar o planejamento, a execução e o acompanhamento do processo de internacionalização desta Instituição Federal de Ensino Superior, de modo a efetivar a estratégia institucional de cooperação acadêmica em matéria de ensino, pesquisa, cultura, extensão, inovação e gestão universitária, nos âmbitos nacional e internacional, junto a outras instituições universitárias, órgãos públicos, entidades privadas e a sociedade em geral. A incorporação da temática da internacionalização como um dos temas fundamentais nos planos de aprimoramento da qualidade do ensino na UFPB tem ocorrido de forma continuamente. A dinâmica do processo de internacionalização do ensino superior na UFPB insere-se dentro de um contexto que exige a participação de todas as unidades individuais de ensino e pesquisa. A internacionalização da UFPB constitui uma das estratégias fixadas no Planejamento Institucional 2014-2018, com ações sob a responsabilidade da Assessoria de Assuntos Internacionais e outras sobre a tutela da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação A Assessoria para Assuntos Internacionais (AAI) da UFPB foi criada pela Resolução do CONSUNI n° 257/79, é o setor responsável pela cooperação entre a UFPB e as diversas instituições internacionais de ensino, pesquisa e fomento à educação, na área científica e cultural. A AAI trabalha para estabelecer relações e gerenciar acordos de cooperação acadêmica com instituições estrangeiras. A partir destes acordos, podem nascer atividades conjuntas com envolvimento de representantes das partes signatárias, como a mobilidade
de alunos, pesquisadores e professores, publicações, pesquisas, eventos, estágios, visitas e cursos. A AAI conta com 76 convênios ativos, entre Memorandos de Entendimento e Acordos Específicos, organiza e publicar editais para programas de mobilidade em todos os níveis, com ou sem bolsa de estudos. Os alunos do curso da UFPB podem conter em seu histórico escolar disciplinas cursadas em outras universidades (nacionais ou internacionais). O Programa de Mobilidade Internacional destina-se aos alunos de graduação da UFPB interessados em cursar um ou dois períodos de mobilidade acadêmica internacional em uma das universidades com as quais a UFPB possui convênio ativo. Foram atendidos 35 estudantes da UFPB no programa PROMOBI em 2017. O Processo de Seleção Simplificada para Ingresso de Estudantes do CCHSA UFPB em Período Regular de Estudos de Disciplinas no Instituto Politécnico de Bragança - Portugal (www.ipb.pt), conforme Acordo de Cooperação Internacional firmado entre a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e o Instituto Politécnico de Bragança Portugal – IPB, de acordo com o Termo de Compromisso firmado entre o CCHSA/UFPB e o IPB – Portugal.
11. Programa Institucional
11.1 Política de Pesquisa A UFPB vem implementando um expressivo processo de modernização e expansão que tem como um dos eixos norteadores a alta qualificação da pesquisa científica e tecnológica calcada no ensino de pós-graduação e em grupos de pesquisa. Ao longo dos últimos anos tem sido constante a expansão e o sucesso das pesquisas, nas diferentes áreas do conhecimento, decorrente da criação de novos cursos de pós-graduação em áreas estratégicas para o desenvolvimento científico e tecnológico da região e do País. A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPesq) planeja, coordena, desenvolve e executa as políticas de apoio e fomento à pós-graduação e pesquisa. É responsável também por executar o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) é, certamente, o mais importante programa para a formação de jovens cientistas do país. Este programa é resultado de uma parceria do CNPq com as Instituições de Ensino Superior (IES) e envolve alguns compromissos das duas partes, tais como o financiamento de bolsas de estudo para os participantes do programa, que são alunos de graduação e estudantes do Ensino Médio de Escolas Públicas (PIBIC - EM), e o encontro anual que é realizado em cada instituição. Institucional de Bolsas de Iniciação Científica é uma ação conjunta do CNPq e do Ministério da Ciência e Tecnologia. O objetivo do PIBIC é despertar a vocação científica e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação. Dependendo da disponibilidade, os alunos podem ser bolsistas ou voluntários. O gerenciamento de bolsas
institucionais é organizado pela PROPESQ por meio do PIBIC. Por outra via, os docentes participam de projetos de pesquisas disponibilizados em editais de agências de fomento (CNPq) na tentativa de conseguir recursos e bolsas. Todos os projetos desenvolvidos são apresentados na Semana Acadêmica de Iniciação Científica da UFPB ou ainda, enviados para congressos e/ou para publicação em revistas nacionais e internacionais. 11.2 Política de Extensão A política de extensão, para o cumprimento das disposições legais e para a promoção do desenvolvimento institucional, baseia-se nos princípios definidos pelo Fórum Nacional de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX) que elabora as diretrizes da Extensão universitária, pautadas em princípios gerais que devem estar presentes em todas as ações de extensão expressas em quatro eixos: Impacto e transformação; Interação dialógica; Interdisciplinaridade; Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão. A Pró-Reitoria de Extensão juntamente com o Comitê Assessor de Extensão desenvolve suas ações por meio de três programas institucionais, sendo Programa de Extensão – PROEXT/MEC/SESU, Programa de Bolsa de Extensão – PROBEX e Fluxo Contínuo da Extensão – FLUEX. O Programa de Extensão Universitária (ProExt) gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), por intermédio da SESu/DIPES tem como objetivo apoiar as instituições públicas de ensino superior no desenvolvimento de programas ou projetos de extensão que contribuam na formação dos estudantes e na implementação de políticas públicas, com foco na inclusão social. O Programa Bolsa de Extensão Universitária – PROBEX financiado com recursos próprios da instituição, gradativamente vem crescendo em qualidade e quantidade, sobretudo com significativo aumento dos incentivos financeiros destinados a extensão universitária. Programa de Extensão – Fluxo Contínuo – FLUEX, é um programa que apoia e certifica todas as atividades de extensão com carga horária a partir de 15h/aulas (eventos, encontros, simpósios, oficinas, cursos, congressos) desenvolvidas no âmbito da instituição, podendo ser originadas dos centros, departamentos, unidades administrativas de todos os Campi. Anualmente vem crescendo a participação dos segmentos universitários neste programa. O fortalecimento da extensão universitária deve a criação de mecanismos de valorização e fortalecimento da extensão que reflitam maior participação docente, discente e dos técnico-administrativos e o consequente aumento do número de projetos, cursos, programas, ações, eventos de extensão. No exercício 2017, a UFPB alcançou 509 projetos de extensão aprovados no Edital PROBEX e 178 projetos FLUEX. Os quantitativos das ações de extensão desenvolvidas no CCHSA, em 2017, corresponderam a 40 ações (projetos, programas, cursos, eventos e produtos), com 34 bolsas de extensão, e a participação de 204 alunos, 89 docentes e 25 técnicos administrativos, no formato de Projeto de Responsabilidade Social (PRS).
11.3 Políticas de Educação Ambiental A Comissão de Gestão Ambiental da Universidade Federal da Paraíba (CGA – UFPB) foi criada em fevereiro de 2013, através da Portaria de número 427 R/GR, como objetivo auxiliar a Reitoria no diagnóstico e formulação de estratégias de enfrentamento do passivo ambiental da Instituição, mediante a elaboração de programas de gestão ambiental. O Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias vêm desenvolvendo política de educação ambiental, em conformidade com as Políticas de Educação Ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999) e Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002 e com a Resolução nº 02 de 15 de junho de 2012, do CNE que Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental e pode ocorrer:
I- pela transversalidade, mediante temas relacionados com o meio ambiente e a sustentabilidade socioambiental;
II - como conteúdo dos componentes já constantes do currículo;
III - pela combinação de transversalidade e de tratamento nos componentes curriculares. A responsabilidade social da instituição em fortalecer ações que respeitem o meio ambiente, parte da missão e valores estabelecidos no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e da execução de inúmeros projetos e ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos por docentes, servidores Técnicos administrativos e discentes: Realizar arborização e ajardinamento do CCHSA; Priorizar equipamentos e ações voltadas a preservar o meio ambiente; Fortalecer parcerias municipais para a educação ambiental nas escolas municipais; Formar programa de extensão sobre a temática; Adaptar os locais do CCHSA para ser laboratório de educação ambiental; Fortalecer a comissão de meio ambiente do CCHSA; Expandir o conhecimento para Produção Orgânica; Ampliar a transferência de conhecimento para efetivar a transição agroecológica; Desenvolver ações voltadas para preservação dos recursos hídricos; Implantar, promover e articular ações objetivando a redução e a utilização racional e eficiente da água e energia; Elaborar plano de Gestão de Logística Sustentável; Planejar e executar campanhas de conscientização do consumo consciente; Elaborar plano de gerenciamento de resíduos químicos e biológicos; Elaborar projeto e implantar sistema de tratamento e/ou eliminação de resíduos orgânicos e inorgânicos produzidos nos diversos Laboratórios do CCHSA. A composição curricular do Curso de Graduação em Agroindústria contemplar a inserção dos conhecimentos concernentes à Educação Ambiental, com os componentes curriculares de Ciência do Ambiente, Tratamento e Aproveitamento de Resíduas Agroindústrias e Seminário em Educação Ambiental. A educação ambiental no CCHSA/CAVN é parte da responsabilidade social, da missão e valores estabelecidos no PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) e da execução de
inúmeros projetos e ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos por docentes, servidores técnico administrativos e discentes. Destaca-se a elaboração da política de educação ambiental e o plano de gerenciamento de resíduos sólidos como marcos fundamentais para o CCHSA/UFPB. O CCHSA através Portaria GD/131/2013 de 18 de julho de 2013 cria a Comissão de Meio Ambiente, para discutir práticas de Educação Ambiental no Campus III, e a Portaria GD/CCHSA/UFPB Nº 188, 10 de outubro de 2017, cria a Comissão Permanente para a Coleta Seletiva Solidária com as atribuições de: I - adaptar o atual sistema de coleta seletiva às exigências do Decreto nº 5.940/2006; II - operacionalizar e supervisionar a separação e destinação dos resíduos recicláveis descartados por este Centro da UFPB; III - planejar e supervisionar a implantação da coleta seletiva nas unidades administrativas e acadêmicas do CCHSA, em conjunto com os servidores das referidas unidades; IV - promover, em conjunto com as unidades afins, a sensibilização e reflexão dos servidores e magistrados deste Tribunal sobre problemas ambientais, especialmente os relacionados ao tratamento e destinação de resíduos; V - propor convênios e parcerias que contribuam para o desenvolvimento dos projetos. A Semana do Meio Ambiente e a Olimpíada do Meio Ambiente (OMA) são eventos promovidos pela Comissão do Meio Ambiente, com o apoio do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias e do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, com atividades relacionadas ao Meio Ambiente. A Olimpíada do Meio Ambiente (OMA) tem por objetivos estimular estudantes a refletirem de forma crítica e criativa o eixo temático ambiental a fim de que desenvolvam habilidades e competências sobre o assunto, consolidando conhecimentos gerais acerca de questões e problemas ambientais do mundo atual. Procura ainda valorizar o potencial criativo e cultural dos estudantes que desenvolvem diariamente atividades inovadoras relacionadas ao cuidado com o meio ambiente, promovendo a valorização e a difusão do conhecimento artístico, científico e tecnológico, bem como contribuir com o processo de formação cidadã. O Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, em 2018, teve duas boas práticas sustentáveis aprovadas pela ODS no Prêmio Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Prêmio ODS Brasil. As boas práticas foram as ações realizadas na semana do servidor (Qualidade de vida) e com a execução do Plano de gerenciamento de resíduos: integrar universidade e sociedade (Gestão de resíduos sólidos). O CCHSA é também uma das entidades que compõe o Comitê Interinstitucional de Meio Ambiente, que também tem a responsabilidade de discutir e elaborar uma proposta para a criação do Fórum de meio ambiente e desenvolvimento sustentável do Brejo Paraibano. Em 2019, o CCHSA promoveu o Workshop de Política Nacional dos Resíduos Sólidos Urbanos e suas implicações para os municípios da Paraíba, com o objetivo de discutir o marco regulatório da gestão dos resíduos sólidos urbanos (Lei 12.305/2010) analisando os avanços e as práticas exitosas locais. 11.4 Política de Propriedade Intelectual da UFPB
O Conselho Universitário da UFPB, através da Resolução nº 18/2017, aprova o Regulamento da Política de Propriedade Intelectual e Inovação na Universidade Federal da Paraíba, com finalidade de regulamentar atividades de inovação, propriedade intelectual, transferência e licenciamento de tecnologia e incubação de empresas tecnológicas, em consonância com o disposto na Constituição Federal, A Agência UFPB de Inovação (Inova) foi criada pela Resolução 41/2013 e regulamentada pela Resolução 08/2014 do Conselho Universitário (CONSUNI-UFPB) como órgão suplementar da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e as suas finalidades compreendem: planejar, coordenar e controlar todas as atividades de inovação tecnológica, a exemplo de incubações de empresas de base tecnológica, propriedade intelectual, transferência e licenciamento de tecnologias mantidas pela UFPB. São objetivos inerentes à INOVA/UFPB:
a) Implementar a política de propriedade intelectual da UFPB, aprovada pelos órgãos superiores, apoiando o registro, licenciamento e comercialização de resultados de pesquisas e difusão dos conhecimentos tecnológicos protegidos na UFPB;
b) Estruturar, apoiar, estimular e aprimorar o papel da Incubadora de Empresas de Bases Tecnológicas das criações protegidas e mantidas pela UFPB;
c)Estimular parcerias entre empresas e órgãos públicos com a Universidade e atuar na divulgação, difusão, licenciamento e transferências dos conhecimentos e inovações tecnológicas protegidas pela UFPB;
d) Estabelecer parcerias estratégicas com empresas e entidades públicas e privadas intensivas em inovação e conhecimento tecnológico protegidos pela UFPB;
e) Estimular a ação conjunta da UFPB com entidades públicas e privadas na área de formação de recursos humanos, nas suas diversas modalidades, fortalecendo os laços da Universidade com seus parceiros; e
f) Promover ações na UFPB atuando em conjunto com órgãos da Instituição, municipais, estaduais e nacionais, com o objetivo de desenvolver o Parque Tecnológico da UFPB. O Prêmio de Inovação Tecnológica Professor Delby Fernandes, concedido para pesquisadores inovadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), teve edição especial no dia 14 de maio de 2019, realizada no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), no Campus III, em Bananeiras. Foram premiados 12 inventores da área de Tecnologias de Alimentos. Em 2017, foram 66 patentes registradas pela UFPB, número que elevou significativamente, em torno de 40%, para 92 registros em 2018, nas diversas áreas de pesquisa e inovação, o que colocou a instituição em 4º lugar no depósito de patentes no país. 11.5. Comitês de ética 11.5.1 Comitê de Ética envolvendo Seres Humanos O Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Ciências da Saúde – CEP/CCS/UFPB foi
criado em 18 de junho de 1997 e durante o todo esse período vem desempenhando papel educativo e consultivo, divulgando a Resolução 466/12/CONEP/CNS/MS, entre os pesquisadores e alunos de graduação, pós-graduação e extensão, não apenas nos curso da área da saúde mais em todas as áreas de conhecimento dessa Instituição e de outras Instituições do Ensino Superior (IES) que buscam nesse CEP orientação nas pesquisas envolvendo seres humanos. O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é um colegiado multi e interdisciplinar e independente, que deve existir nas instituições que realizam pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil. O objetivo geral do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é atuar de forma que as pesquisas realizadas sigam as normas éticas estabelecidas pela Norma Operacional nº 001/2013 - Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos e da Resolução 466/12 - A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP do Conselho Nacional de Saúde do Ministério da Saúde. O CEP é responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos, visando salvaguardar a dignidade, os direitos, a segurança e o bem-estar do participante da pesquisa. A Plataforma Brasil é um sistema eletrônico criado pelo Governo Federal para sistematizar o recebimento dos projetos de pesquisa que envolve seres humanos nos Comitês de Ética em todo o país, cujo link é o seguinte: http://plataformabrasil.saude.gov.br. 11.5.2 Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA) A Comissão de Ética no Uso de Animais da Universidade Federal da Paraíba (CEUA UFPB) é um órgão institucional, especializado, autônomo, com regimento próprio responsável pela aprovação, controle e vigilância das atividades de criação, ensino e pesquisa cientifica com animais no âmbito da UFPB. A CEUA - UFPB foi constituída em 27 de janeiro de 2015, sendo composta por representantes do Campus I, Campus II e Campus III da UFPB bem como por representantes da Sociedade Protetora de Animais. No âmbito da instituição onde está constituída, são competências da CEUA:
I - cumprir e fazer cumprir, no âmbito de suas atribuições, o disposto na Lei nº 11.794, de 2008, e nas demais normas aplicáveis à utilização de animais para ensino e pesquisa, especialmente nas resoluções do CONCEA;
II - examinar previamente os protocolos experimentais ou pedagógicos aplicáveis aos procedimentos de ensino e projetos de pesquisa científica a serem realizados na instituição à qual esteja vinculada, para determinar sua compatibilidade com a legislação aplicável;
III - expedir, no âmbito de suas atribuições, certificados que se fizerem necessários perante órgãos de financiamento de pesquisa, periódicos científicos, CONCEA ou outras entidades ligadas ao objeto deste Decreto;
IV - notificar imediatamente ao CONCEA e às autoridades sanitárias a ocorrência de qualquer acidente com os animais nas instituições credenciadas, fornecendo informações que permitam ações saneadoras;
V - estabelecer programas preventivos e de inspeção para garantir o funcionamento e a adequação das instalações sob sua responsabilidade, dentro dos padrões e normas definidas pelo CONCEA.
12. Concepção Curricular A matriz curricular do curso de Graduação em Agroindústria e a concepção pedagógica do mesmo buscam articular os conteúdos básicos e profissionalizantes do currículo através de vinculação entre teoria e prática. A relação teoria-prática é um dos pontos centrais do curso, devendo contribuir para a sedimentação do aprendizado teórico, bem como proporcionar um conhecimento aplicado ao campo de atuação. Para tal, as atividades laboratoriais, as visitas técnicas, as práticas profissional e estágio curricular são desenvolvidos de forma sistematizada e articulada, visando à construção de um conhecimento integrado. A integração entre teoria e prática é abordada de forma diferenciada: algumas disciplinas apresentam conteúdos abordados de forma eminentemente teórica, enquanto outras combinam teoria e prática. A indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão deve acontecer ao longo de todo o curso, desde as propostas curriculares até as atividades extracurriculares que poderão ocorrer dentro ou fora da Instituição. O Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias apresenta uma infraestrutura laboratorial que atende adequadamente às disciplinas curso de Graduação em Agroindústria, proporcionando ao aluno a aplicação dos conceitos vivenciados em sala de aula e a relação teoria e prática. Para que o aprendizado ocorra de maneira satisfatória, há preocupação na distribuição adequada do número de alunos de acordo com a estrutura dos laboratórios durante a execução das atividades práticas, conforme regulamento de cada local. As visitas técnicas têm como objetivo articular os conhecimentos vivenciados no mundo acadêmico com os desafios e as práticas realizadas no cotidiano de empresas relacionadas ao setor de alimentos. As visitas estão relacionadas com os diferentes componentes curriculares e são distribuídas durante o curso. Outras oportunidades para maior interação entre teoria e prática são a participação dos acadêmicos em projetos de pesquisa ou extensão desenvolvidos pelos docentes do curso. Os estudantes do curso são incentivados a participarem e desenvolverem pesquisas de iniciação científica e dos projetos de extensão universitária. A realização do estágio curricular obrigatório é outra excelente oportunidade para a aplicação da teoria. A matriz curricular do curso de Graduação em Agroindústria fornece o conhecimento teórico básico, nas quais o estudante obterá subsídios para poder acompanhar as disciplinas profissionalizantes e complementares. Nas disciplinas profissionalizantes e complementares, o aluno estudará os princípios teóricos das principais áreas de Ciência e Tecnologia de Alimentos e os aplicará sempre que possível em aulas práticas.
O curso de Graduação em Agroindústria está voltado também para atender os aspectos de sustentabilidade e desenvolvimento ambiental. Na formação básica comum, o estudante tem essa inserção com o assunto no primeiro período o componente curricular de Ciências do Ambiente e no sexto período o comporte curricular de Tratamento e Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais.
13. Organização Curricular
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústria propõe o modelo de currículo que organiza atividades e experiências planejadas e orientadas de modo a possibilitar aos alunos a construção da trajetória de sua profissionalização com sólida formação geral, além de estimular práticas de estudos independentes com vistas à progressiva autonomia intelectual e profissional. O Projeto Pedagógico pretende conjugar o enfoque pedagógico que melhor desenvolve os aspectos cognitivos da educação e a estrutura curricular e desdobrará em planos acadêmicos didáticos, elaborados pelo corpo docente do curso, que explicitarão, detalhadamente, as formas de integração, de problematização da realidade e de ação-reflexão. 13.1 Conteúdos Curriculares A organização curricular do Curso de Graduação em Agroindústria compreende, na sua estrutura, os conteúdos profissionais de fundamentação, os conteúdos profissionais de aprofundamento; conteúdos complementares obrigatórios, conteúdos complementares optativos e conteúdos complementares flexíveis. As atividades acadêmicas desenvolvidas semestralmente, realizadas no decorrer do período letivo com, no mínimo, cem dias letivos de trabalho acadêmico, obedecem ao Calendário Acadêmico aprovado pelo CONSEPE/UFPB. A estrutura apresenta a quantidade de horas relógio (60 min) de cada componente curricular, segundo a Organização Didática dos Cursos Superiores da UFPB (Resolução n° 29/2020 CONSEPE) e o crédito acadêmico corresponde a 15 (quinze) horas-aula. O currículo, parte integrante do Projeto Pedagógico do Curso, é composto por conteúdos curriculares que contemplam: Conteúdos básicos profissionais (fundamentação, aprofundamento, estágio supervisionado, prática profissional e trabalho de conclusão de curso), de caráter obrigatório, resultantes das Diretrizes Curriculares Nacionais fixadas pelo órgão federal competente, compreendendo, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) da carga horária do curso; Conteúdos complementares (obrigatórios), constituídos de componentes curriculares ou áreas de aprofundamento, consideradas indispensáveis à formação profissional;
Conteúdos complementares optativos, proporcionando ampliação de conhecimentos gerais ou específicos; Conteúdos complementares flexíveis, constituídos de atividades como seminários, congressos, colóquios, oficinas, projetos de iniciação ao ensino e à pesquisa, atividades de extensão, estágios “não-obrigatórios”, produção técnica ou científica, correspondentes a, no máximo, 20% (vinte por cento) da carga horária do curso ou aos percentuais fixados por ato federal, os quais deverão ser regulamentados pelo respectivo Colegiado de Curso. O Curso de Graduação em Agroindústria é composto de três eixos temáticos: Produção Agropecuária, Tecnologia de Alimentos, Comercialização e Gestão. A fundamentação e o aprofundamento teórico e prático desses eixos são estudados nos sete segmentos que estruturam o curso: Linguagens e Códigos, Fundamentos das Ciências Exatas e da Natureza, Princípios da Administração e Economia, Ciências do Ambiente, Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania, Estrutura de Cadeias Produtivas e Produção Agropecuária, Fundamentos Técnicos e Científicos para Processamento de Alimentos, Tecnologia de Alimentos e Gerência da Produção. 13.1.1 Distribuição da Carga Horária Em conformidade com o que dispõe o Parecer do CNE nº 329/04 e a Resolução n° 2, de 18 de junho de 2007, do Ministério da Educação, que trata da carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, o Curso de Graduação em Agroindústria terá carga horária máxima de 3.300 horas, sendo distribuídas conforme o Quadro 3. Quadro 3 – Carga horária e créditos referentes aos conteúdos curriculares do curso de Graduação em Agroindústria Carga Horária
Créditos
Percentual (%)
I - Básicos Profissionais
2.460
164
74,55
Profissionais de Fundamentação
855
57
25,91
Profissionais de Aprofundamento
1.095
73
33,18
Prática Profissional
150
10
4,55
Estágio Supervisionado
300
20
9,09
Trabalho de Conclusão de Curso
60
04
1,82
II - Complementares
840
56
25,45
Obrigatórios
405
27
12,27
Optativos
240
16
7,27
Conteúdos Curriculares
Flexíveis
195
13
5,91
Total (I + II)
3.300
220
100,00
13.1.1.1 Conteúdos Básicos Profissionais Os
componentes curriculares e suas respectivas cargas horárias que compõem os
conteúdos básicos profissional representa cerca de 50% da carga horária mínima, sobre os tópicos estabelecidos nas Diretrizes Nacionais (Quadro 4). Quadro 4 - Descrição dos componentes curriculares e suas respectivas cargas horárias que contempla os conteúdos básicos profissionais do curso de Graduação em Agroindústria
Desenho Técnico Biologia Geral Metodologia Científica e Pesquisa Aplicada Matemática Química Geral
DGTA DCBS
Carga Horária 45 60
DCBS
45
3
DCBS DCBS
60 60
4 4
Química Analítica
DCBS
45
3
Química Geral
Química Orgânica
DCBS
60
4
-
Físico-Química
DCBS
45
3
Estruturas Agroindustrais
DGTA
30
2
Química Geral -
DGTA
30
2
DGTA DGTA DGTA DCSA DGTA DCBS DCSA
60 45 60 60 60 30 60 855
4 3 4 4 4 2 4 57
-
DCA
60
4
-
DCA
60
4
-
DA
60
4
-
nteúdos Profissionais e Aprofundamento
Conteúdos Profissionais de Fundamentação
Componente Curricular
Comercialização de Produtos Agroindustriais Gestão da Produção Gestão da Qualidade Gestão Financeira Empreendedorismo Custos Agroindustrias Ciências do Ambiente Ética e Cidadania Subtotal Cadeias Produtivas de Aves e Suínos Cadeias Produtivas de Ruminantes Cadeias Produtivas de
Departamento
Créditos 3 4
Pré-Requisitos -
-
Frutas e Hortaliças Cadeias Produtivas de Oleaginosas, Fibrosas e Graníferas
DA
60
4
-
Química de Alimentos
DGTA
45
3
-
DGTA
60
4
-
DGTA DGTA DGTA
45 45 60
3 3 4
-
DGTA
60
4
-
DGTA
75
5
-
DGTA
45
3
-
Bioquímica Aplicada a Alimentos Microbiologia Geral Microbiologia de Alimentos Operações Unitárias Tecnologia de Pescados e Derivados Tecnologia de Carne Derivados Tecnologia de Leite Derivados I
e e
DGTA
45
3
Tecnologia de Leite e Derivados I
DGTA
75
5
-
DGTA
75
5
-
DGTA
60
4
-
Planejamento e Projeto Agroindustrial
DGTA
60
4
-
Logística Agroindustrial Marketing Estratégico Agroindustrial Subtotal
DGTA
45
3
-
DCSA
60
4
-
1095
73
Tecnologia de Leite e Derivados II
Prática Profissional
Tecnologia de Frutas e Hortaliças Tecnologia de Cereais e Panificação Tecnologia de Bebidas
Prática Profissional em Produção Animal
DCA
30
2
Prática Profissional em Produção Vegetal
DA
30
2
Cadeia Produtiva de Aves e Suínos; Cadeia Produtiva de Ruminantes Cadeia Produtiva de Frutas e Hortaliças;
Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Animal
DGTA
30
2
Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal
DGTA
30
2
Prática Profissional em Análise de Alimentos
DGTA
30
2
150
10
300
20
Estágio Supervisionado
Subtotal
Estágio Supervisionado
DGTA
Cadeia Produtiva Oleaginosas, Fibrosas e Graníferas Tecnologia de Carne e Derivados; Tecnologia de Leite e Derivados I; Tecnologia de Leite e Derivados II; Tecnologia de Pescados e Derivados Tecnologia de Bebidas; Tecnologia de Cereais e Panificação; Tecnologia de Frutas e Hortaliças Análise FísicoQuímica de Alimentos; Análise Instrumental de Alimentos; Análise Sensorial de Alimentos; Microbiologia de Alimentos
-
Trabalho de Conclusão de Curso
Subtotal
300
20
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) I
DGTA
30
2
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) II
DGTA
30
2
Subtotal
60
4
Total
2.460
164
-
TCC I
13.1.1.1.1 Prática Profissional A Prática Profissional é uma atividade obrigatória, regulamentada pelo Colegiado de Curso, constituída por disciplinas/unidades curriculares do currículo do Curso de Bacharelado em Agroindústria, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), requisito obrigatório à integralização curricular, com 150 horas/aula, equivalentes a 10 créditos. No curso de Graduação em Agroindústria, os componentes curriculares são referentes à Prática Profissional, constituindo-se em aprendizagem profissional, desdobrados nas etapas de observação e interlocução com a realidade profissional e de iniciação e intervenção para o exercício profissional. A prática profissional é um procedimento didático-pedagógico que contextualiza os saberes aprendidos, relacionando teoria e prática, viabilizando ações que conduzam ao aperfeiçoamento técnico-científico-cultural e de relacionamento humano. É obrigatória a todos os estudantes do curso de Graduação em Agroindústria 13.1.1.1.2 Estágio Curricular Supervisionado No curso de Graduação em Agroindústria, o estágio curricular supervisionado é obrigatório, e deve ser desenvolvido pelo acadêmico em área afim, totalizando 300 h; e seguindo as normativas previstas na Resolução do Estágio Supervisionado do Curso de Graduação em Agroindústria. As atividades de estágio supervisionado serão de caráter prático, pedagógico e de aprimoramento técnico e científico, possibilitando a integração e aplicação dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso. Portanto, deve oportunizar a vivência de
situações críticas; motivar o estudante a tomar iniciativas para a resolução de problemas na área profissional de sua formação; estimular a criação cultural; promover o desenvolvimento do espírito e o pensamento reflexivo. De acordo com o Artigo 7o, Resolução no 11/2002 CES/CNE e a Lei de estágio 11.788/2008, o Estágio Curricular Supervisionado é um componente obrigatório, e deverá ser realizado sob a supervisão direta da instituição de ensino. De acordo com o Artigo 179 da Resolução nº 29/2020 - CONSEPE/UFPB: O estágio curricular supervisionado obrigatório interno ou externo deve atender aos seguintes critérios:
I – Matrícula no componente curricular estágio, conforme o PPC;
II – Especificação de código e carga horária do componente curricular estágio;
III – Formalização por meio do seguinte documento: Termo de Compromisso de Estágio, no qual consta o Plano de Atividades de Estágio, assinado pelo Coordenador de Curso ou pelo coordenador de estágio, ou pela Coordenação Geral de Estágio, pelo Estagiário e pela Unidade Concedente ou pelo Agente de Integração;
IV – Acordo de Cooperação de Estágio com empresa concedente ou com o Agente de Integração cadastrado na Coordenação Geral de Estágio;
V – Vinculação ao campo de formação profissional e a uma situação real de trabalho;
VI – Acompanhamento feito por profissional da unidade concedente (supervisor/preceptor de estágio) vinculado na área de estágio;
VII – Orientação formalizada com Termo de Aceite assinado por docente da área do curso ao qual o discente está vinculado ou do docente responsável pelo componente curricular de estágio;
VIII – Elaboração de Relatório Semestral e Final de Estágio. A UFPB poderá, por meio de chamada pública, cadastrar os serviços de agentes de integração de estágios públicos e privados, mediante condições acordadas em instrumento jurídico adequado. As unidades concedentes de estágio, vinculadas ou não a um agente de integração, deverão providenciar a cobertura do seguro de acidentes pessoais em favor do discente, para a modalidade do estágio curricular não obrigatório. A matrícula no Estágio Curricular Supervisionado só poderá ser realizada após a integralização das 2.775 (duas mil setecentos e setenta e cinco) horas, equivalente a 185 créditos, de conteúdos curriculares básicos profissionais (Profissionais de Fundamentação 57 créditos, Profissionais de Aprofundamento - 73 créditos, Prática Profissional – 10 créditos e Trabalho de Conclusão de Curso – 02 créditos), e conteúdos complementares (Obrigatórias – 27 créditos e Optativas - 16 créditos), que correspondem a 84,09% da carga horária total do Curso.
13.1.1.1.3 Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no Curso de Graduação em Agroindústria deve ser elaborado durante o último ano letivo, com defesa obrigatória por parte do estudante e regulamentado pelo Colegiado de Curso. O Trabalho de Conclusão de Curso, produção acadêmica que expressa às competências e habilidades desenvolvidas pelos estudantes, assim como os conhecimentos por estes adquiridos durante o curso, e regulamentado pelo Colegiado de Curso As atividades referentes ao TCC devem ser desenvolvidas em caráter obrigatório, na disciplina TCC, que é entendida como um momento de síntese e expressão da totalidade da formação profissional do Bacharel em Agroindústria. O TCC proporciona a complementação da formação pessoal e profissional do estudante em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-científico e de relacionamento humano; propicia vivência profissional, sempre que possível, ampliando as oportunidades de integrar dinamicamente teoria e prática; desenvolve nos discentes o espírito de iniciativa e criatividade e a capacidade de buscar soluções; consolida as competências previstas no perfil de conclusão do curso; oportuniza ao aluno a participação em atividades de pesquisa. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sob a forma de monografia ou artigo científico, é componente curricular obrigatório com carga horária de 60 horas, distribuídas da seguinte forma: TCC I - 30 horas ofertadas no sétimo semestre para a elaboração de projeto do TCC e TCC II - 30 horas ofertadas no oitavo semestre para à elaboração da monografia ou artigo científico, resultante do projeto elaborado no TCC I, ou de projetos de pesquisa e extensão, ou do Estágio Supervisionado, e será regulamentado pelo Colegiado do Curso em resolução específica. A elaboração do TCC deve ser orientada por um ou dois especialistas na área do trabalho, sendo obrigatória a participação de um docente do CCHSA, que responderá como orientador ou co-orientador. Áreas de desenvolvimento do TCC: produção e tecnologia agrícola, produção e tecnologia pecuária, ciência e tecnologia de produtos agroindustriais e gestão agroindustrial. O TCC poderá ser elaborado totalmente no CCHSA ou de forma integrada com empresas e outras instituições públicas e privadas ou totalmente fora da Universidade. A Defesa Pública é o momento final da avaliação do TCC, quando o discente apresentará o trabalho para uma Banca Examinadora, que será constituída pelo professor orientador e por dois (02) examinadores que tenham afinidade ou interesse com o tema ou objeto de estudo do TCC. Será aprovado o discente que obtiver nota final do TCC igual ou superior a 5,0. A Banca Examinadora poderá condicionar a aprovação do TCC à realização de correções no texto apresentado, caso em que o aluno obterá a menção Aprovado Com Restrição. A matrícula em Trabalho de Conclusão de Curso (TCC II) só poderá ser realizada após conclusão do TCC I, que correspondem a 84,09% da carga horária total do Curso e estar matriculado no 8º período. O aluno que optar em realizar disciplinas optativas no 8º (oitavo) período letivo,
concomitantemente ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC II), somente terá a sua defesa autorizada, mediante a comprovação de integralização da carga horária das disciplinas optativas previstas para o curso. 13.1.1.2 Conteúdos Complementares Quadro 5 – Descrição dos componentes curriculares e suas respectivas cargas horárias que contempla os conteúdos de complementares do curso de Graduação em Agroindústria
Complementares Obrigatórias
Componente Curricular Análise Físico-química de Alimentos Análise Instrumental de Alimentos Análise Sensorial de Alimentos Estatística Embalagem e Armazenamento de Alimentos Fatores da Produção Agropecuária Higiene e Inspeção de Alimentos Secagem de Alimentos Segurança do Trabalho Tratamento e Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais Subtototal
Carga Horária
Créditos
PréRequisitos Química Analítica Química Analítica
DGTA
45
3
DGTA
45
3
DGTA
45
3
-
DCBS
60
4
-
DGTA
30
2
-
DA
30
2
-
DGTA
30
2
-
DGTA DGTA
45 30
3 2
-
DGTA
45
3
-
405
27
Agroenergia
DGTA
30
2
-
Tópico Avançado em Produção Agropecuária
DA
30
2
-
Tecnologia Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças
DGTA
45
3
-
Gestão do Agronegócio
DGTA
30
2
-
DCA
45
3
-
DA
45
3
-
Cadeia de Produção e Processamento de Rações Culturas Alternativas
ptativas I
Departamento
Biotecnologia Agroindustrial
DGTA
30
2
-
Tecnologia do Açúcar
DGTA
30
2
-
Tópico Avançado em Ciência e Tecnologia de Alimentos I
DGTA
30
2
-
DCBS
30
2
-
DCA
45
3
-
Química dos Óleos Essenciais
DGTA
45
3
-
UCE I - Agroindústria Produção Agropecuária
DCA
45
2
-
UCE III - Agroindústria Tecnologia de Alimentos
DGTA
30
2
-
UCE V - Agroindústria Comercialização e Gestão
DGTA
45
2
-
Fundamentos da Nutrição
DGTA
30
2
-
Tópico Avançado em Ciência e Tecnologia de Alimentos II
DGTA
30
2
-
Química do Aroma
DGTA
30
2
-
Cadeia de Produtos Apícolas
DCA
45
3
-
Contabilidade Geral
DCSA
45
3
-
Cadeia Produtiva Aquícola
DCA
60
4
-
Microbiologia Aplicada
DGTA
30
2
-
Tópico Avançado em Produtos Não Alimentícios
DGTA
30
2
-
Toxicologia de Alimentos
DGTA
30
2
-
Seminário de Direitos Humanos
DCSA
45
3
-
Cadeia de Produção e Processamento de Peles e Couros
DCA
45
3
-
Complementares Optativas II
Seminário de Educação Ambiental Criações Alternativas
Libras - Língua Brasileira de Sinais
DE
60
4
-
UCE II - Agroindústria Produção Agropecuária
DA
30
2
-
DGTA
45
2
-
DCSA
30
2
240
16
DGTA
30
2
-
DGTA
30
2
-
DGTA
30
2
-
DGTA
30
2
-
Tópicos Especiais em Agroindústria V - Atividade extensionista
DGTA
30
2
-
Tópicos Especiais em Agroindústria VI - Atividade extensionista
DGTA
45
3
-
Subtotal
195
13
Total
840
56
Complementares Flexíveis
UCE IV - Agroindústria Tecnologia de Alimentos UCE VI - Agroindústria Comercialização e Gestão Subtotal Tópicos Especiais Agroindústria I
em
Tópicos Especiais em Agroindústria II Tópicos Especiais em Agroindústria III Tópicos Especiais em Agroindústria IV- Atividade extensionista
-
13.1.1.2.1 Libras – Língua Brasileira de Sinais A disciplina de Libras – Língua Brasileira de Sinais – foi inserida como disciplina curricular optativa no Curso de Graduação em Agroindústria, considerando o Decreto nº 5626, de 22 de dezembro de 2005, da Lei n° 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras e da Portaria PRG/G n° 037/2011 Regulamenta a oferta da disciplina Libras nos cursos de graduação desta Universidade. 13.2 Estudos Referentes à Temática Quadro 6 - Conteúdos curriculares referentes à temática da educação para as relações étnico-raciais, educação ambiental e direitos humanos
Tématica
Educação para as Relações ÉtnicoRaciais Educação Ambiental
Educação em Direitos Humanos Pessoa com Deficiência
Componente(s) Ofertado através de (nomes dos componentes curriculares)
Natureza do(s) componente(s) (Obrigatório/Complementar Obrigat./Complementar Optativo) Ética e cidadania - 45 horas Obrigatório Seminário de Direitos HumanosOptativo 45 horas Ciências do Ambiente - 30 horas Obrigatório Seminário de Educação Ambiental Optativo - 30 horas Ética e cidadania - 45 horas Obrigatório Seminário de Direitos Humanos 45 horas Seminário de Direitos Humanos 30 horas Ética e cidadania - 45 horas
Optativo Optativo Obrigatório
13.2.1 Temática para a Educação das Relações Étnico-Raciais As Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena configuram-se como a responsabilidade social dos IFES, sendo uma diretriz relevante na missão social. Além do mais, está prevista e integrada, de maneira excelente, no cotidiano acadêmico, dando oportunidades para a comunidade exercitá-la em projetos, ações, e na execução das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Os componentes curriculares de Educação das Relações Étnico-Raciais estão inseridos como componente complementar obrigatório em todos os Cursos de Graduação da UFPB, considerando a Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, e estes também inseridos nos conteúdos optativos. O componente curricular de Educação das Relações Étnico-Raciais será desenvolvido por meio de conteúdos, competências, atitudes e valores, a serem estabelecidos pelas Instituições de ensino e deve ser inserido como Seminário Temático ou oficina ofertada em tempo integral ou em horário livre, no tempo do calendário acadêmico ou fora do calendário, ou como conteúdo transversal por determinação do Colegiado de Curso. A forma de oferta do componente curricular Educação das Relações Étnico-Raciais está definida no Projeto Pedagógico do Curso, constituído nos seguintes componentes curriculares: Ética e cidadania ofertado no primeiro ano do curso, com carga horária de 45 h/semanais e Semináiro de Direitos Humanos ofertado no último ano do curso, com carga horária 45 h/semanais. Na Universidade Federal da Paraíba, o Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-brasileiros e Indígenas, constitui-se em grupo composto por pesquisadores e colaboradores de diversas áreas do conhecimento, que têm como centro de seus estudos as relações étnico-raciais na
sociedade brasileira e, bem como seus estudos voltados para o cumprimento da Lei de nº 10.639/03. A Direção do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, por meio da Coordenação Acadêmica e de Avaliação Institucional (CAAI) publicam anualmente Editais, para o financiamento de auxílios aos discentes a projetos de responsabilidade social em atendimento ao Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância – Inep - Sinaes, as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, nos termos da Lei nº 9.394/96, com a redação dada pela Lei nº 10.639/2003 e Lei n° 11.645/2008, e da Resolução CNE/CP n° 1/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP nº 3/2004. 13.2.2 Temática da Política Nacional da Educação Ambiental A composição curricular do Curso de Graduação em Agroindústria contempla a inserção dos conhecimentos concernentes à Educação Ambiental, conforme estabelecido nos currículos da Educação Superior, considerando a Resolução nº 02, de 15 de junho de 2012, do CNE, que Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental e pode ocorrer: pela transversalidade, mediante temas relacionados com o meio ambiente e a sustentabilidade socioambiental; como conteúdo dos componentes já constantes do currículo; pela combinação de transversalidade e de tratamento nos componentes curriculares. A oferta dos Componente Curricular em Educação Ambiental está definida no Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústria na forma de componente curricular de Ciências do Ambiente, no segundo período do curso, com carga horária de 30 horas/semanais e o componente curricular oprativo de Seminário de Educação Ambiental, com carga horária de 30 horas/semanais. 13.2.3 Temática para a Educação em Direitos Humanos As Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos configura-se como a responsabilidade social das IFES, devendo ser uma diretriz relevante na missão social. Além do mais, deve está prevista e integrada, de maneira excelente, no cotidiano acadêmico, dando oportunidades para a comunidade exercitá-la em projetos, ações, e na execução das atividades de ensino, pesquisa e extensão. O componente curricular de Ética e Cidadania e de Educação em Direitos Humanos será desenvolvido por meio de conteúdos, competências, atitudes e valores, a serem estabelecidos pelas Instituições de ensino. O componente curricular de Ética e Cidadania e Seminário de Direitos Humanos estão inseridos como componentes complementaes obrigatório e optativo, respectivamente, no Curso de Graduação em Agroindústria, considerando a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, e Portaria PRG/G/Nº 40/2017. A Direção do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), Campus III da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio da Coordenação Acadêmica e de
Avaliação Institucional (CAAI) pública anualmente Edital, para financiamento de auxílios aos discentes a projetos de responsabilidade social em atendimento ao Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância – Inep - Sinaes, as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer CNE/CP n° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP n° 1, de 30 de 12 de 2012. 13.2.3 Temática para a Educação de Pessoas com Deficiência A temática da inclusão de pessoas com deficiência na UFPB envolve a criação de um ambiente universitário acessível e acolhedor, promovendo a igualdade de oportunidades e a participação plena de todos os estudantes, servidores e visitantes. Isso inclui a garantia de acessibilidade física, pedagógica e comunicacional, além de ações de sensibilização e combate ao capacitismo. A universidade busca oferecer recursos e metodologias de ensino que atendam às necessidades específicas de cada estudante com deficiência, como materiais didáticos acessíveis, tecnologias assistivas e apoio pedagógico personalizado. A temática “Pessoa com Deficiência” conforme a Lei n° 13.146/2015 em seu Art. 28°: “Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: (...). XIV - inclusão em conteúdos curriculares, em cursos de nível superior e de educação profissional técnica e tecnológica, de temas relacionados à pessoa com deficiência nos respectivos campos de conhecimento”. O componente curricular de Ética e Cidadania e de Educação em Direitos Humanos será desenvolvido por meio de conteúdos, competências, atitudes e valores, a serem estabelecidos pelas Instituições de ensino. O componente curricular de Ética e Cidadania e Seminário de Direitos Humanos estão inseridos como componente complementaes obrigatório e optativo, respectivamente, no Curso de Graduação em Agroindústria, considerando a Portaria PRG/G/Nº 40/2017. 13.3 Creditação de Extensão As atividades de extensão corresponderão a 10% (dez por cento) do total da carga horária curricular do Curso de Graduação em Agroindústria do CCHSA/UFPB, equivalente a 330 horas/aula e 22 créditos, as quais farão parte da matriz curricular do curso (Quadro 7). Quadro 7 - Extensão em componentes curriculares Componentes Curriculares Gestão da Produção Gestão Financeira Prática Profissional de Produção Vegetal Prática Profissional de Produção Animal Prática Profissional de Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal
Obrigatório Obrigatório Obrigatório Obrigatório Obrigatório
Carga Horária 15 h 15 h 15 h 15 h 15 h
Planejamento e Projetos Agroindustriais Tecnologia de Leite e Derivados II Tecnologia de Cereais e Panificação Tratamento e Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais Total dos Componentes Curriculares Obrigatórios Seminário de Educação Ambiental Seminário de Direitos Humanos UCE I - Agroindústria - Produção Agropecuária UCE II - Agroindústria - Produção Agropecuária UCE III - Agroindústria - Tecnologia de Alimentos UCE IV - Agroindústria - Tecnologia de Alimentos UCE V - Agroindústria - Comercialização e Gestão UCE VI - Agroindústria - Comercialização e Gestão Total dos Componentes Curriculares Optativos
Obrigatório Obrigatório Obrigatório Obrigatório
Optativo Optativo Optativo Optativo Optativo Optativo Optativo Optativo
15 h 15 h 15 h 15 h 135 15 h 15 h 45 h 30 h 30 h 45 h 45 h 30 h 255
Para a creditação da extensão no Curso de Graduação em Agroindústria serão observadas as especificidades existentes nos diferentes eixos temáticos do curso, que será incluída nas estruturas curriculares, da seguinte forma:
I – Componentes curriculares obrigatórios com percentual de sua carga horária parcial, correspondente às atividades extensionistas, que terá carga horária total de 135 horas/aula equivalente a 9 créditos
II – Componentes curriculares optativos com percentual de sua carga horária parcial, correspondente às atividades extensionistas, que terá carga horária total mínima de 195 horas/aula equivalente a 13 créditos, da seguinte forma: - Componente curricular optativo inserido no curso com carga horária total de 30 horas equivalente a 2 créditos; Unidade Curricular de Extensão (UCE) com carga horária total de 225 horas equivalente a 15 créditos vinculadas aos departamentos como componente curricular optativo. 13.4 Atividades Complementares Flexíveis Os Componentes Complementares Flexíveis do Curso de Graduação em Agroindústria, Bacharelado, serão implantados no Histórico Escolar do aluno de acordo com a carga horária de 195 h, de forma a incentivar o discente a expandir sua formação para além da área de concentração do curso e que estejam de acordo com o seu perfil profissional. Os conteúdos componentes complementares flexíveis constituem-se em conteúdos curriculares livres como seminários, congressos, colóquios, oficinas, tópicos especiais e flexíveis ou em forma de projetos de ensino, de pesquisa e de extensão. O estudante encaminhará à Coordenação do Curso de Graduação em Agroindústria solicitação de aproveitamento de atividades acadêmicas. Caso os componentes curriculares flexíveis se configurem como atividades de pesquisa, extensão, monitoria, cooperativa,
empresa júnior, incubador, cursos de extensão, o aluno deverá apresentar relatório final apreciado e assinado pelo orientador, com a devida avaliação e nota correspondente as atividades desenvolvidas, com visto do chefe de departamento ao qual está atrelada a atividade. Caso os componentes curriculares flexíveis se configurem como disciplina cursada em áreas afins, em outros Cursos de Graduação, o aluno deverá solicitar aproveitamento de estudo, de acordo com as normas de aproveitamento de estudos vigente. Caso os componentes curriculares flexíveis se configurem em participação em congressos, encontros, exposições, etc., o estudante deverá apresentar a comprovação das atividades realizadas. As atividades dos Componentes Curriculares Flexíveis definidas e regulamentadas pelo Colegiado de Curso, estarão de acordo com o Resolução no 25/2011 CONSEPE/UFPB e da Resolução no 29/2020 CONSEPE/UFPB. O Curso de Graduação em Agroindústria proporciona e estimula a participação dos estudantes nas modalidades de atividades complementares através da sua participação: como membro consultivo da Agroindústria Consultoria Júnior - Agrocon Jr.; em eventos realizados no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrarias como a EXPOTEC - Exposição Tecnológica/CAVN, como organizador ou expositor e no Encontro Nacional de Agroindústria (ENAG) na organização ou na apresentação de trabalhos técnicos/científicos; na participação de cursos e minicursos, além de sua participação como bolsista de projetos de iniciação científica, extensão e monitoria 13.5 Matriz Curricular A matriz curricular do Curso de Graduação em Agroindústria abrange seguimentos curriculares exigidos para as formações básica, profissionalizante e complementar do estudante. No Quadro 8 estão relacionados os componentes curriculares do curso exigidos para as formações básica, profissionalizante e complementares, separados por semestres, bem como as suas respectivas cargas horária, teórica, prática, e os pré-requisitos inerentes a cada disciplina. Quadro 8 – Matriz Curricular do Curso de Graduação em Agroindústria
1º SEMESTRE
Período
Código
Disciplina
4101053 4103109
Biologia Geral Ciências do Ambiente Comercialização de Produtos Agroindústrias Ética e Cidadania Estruturas Agroindustriais Fatores da Produção Agropecuária Cadeias Produtivas de Aves
Novo Novo 4103081 4102033 Novo
Carga Horária CH
C T P Total 4 3 1 60 2 2 30
Pré-Requisito -
2
2
-
30
-
4 2
4 2
-
60 30
-
2
2
-
30
-
4
2
2
60
-
e Suínos Metodologia Científica Novo Pesquisa Aplicada Novo Química Geral Subtotal do Primeiro Semestre
e
3
3
-
45
-
4
3
1
60
-
27
25
2
405
4
4
-
60
-
4
2
2
60
-
4 3
4 2
1
60 45
-
2
2
-
30
-
Novo
Matemática Cadeias Produtivas de Ruminantes Custos Agroindustriais Desenho Técnico Higiene e Inspeção de Alimentos Microbiologia Geral
3
2
1
45
Novo
Química Analítica
3
2
1
45
4101054 Química Orgânica Subtotal do Segundo Semestre
4
3
1
60
Química Geral (Novo) -
27
19
8
405
4101101
2º SEMESTRE
Novo Novo 4103090 4103104
Novo
Cadeias Produtivas de Frutas e Hortaliças
4
2
2
60
-
Novo
Cadeias Produtivas de Oleaginosas, Fibrosas e Graníferas
4
2
2
60
-
Estatística Físico-Química
4
4
-
60
3
2
1
45
Microbiologia de Alimentos Operações Unitárias
3 3
2 3
1 -
45 45
Prática Profissional em Produção Animal
2
2
30
Química Geral (Novo) Cadeia Produtiva de Aves e Suínos Química Geral (Novo); Cadeia Produtiva de Ruminantes Química Geral (Novo) -
4101136
3º SEMESTRE
4101127 Novo 4103111
Novo
Novo Química de Alimentos Subtotal do Terceiro Semestre Período
Código
Disciplina
3
3
-
45
26
18
8
390
Carga Horária
Pré-Requisito
C Novo
Novo
.4º SEMESTRE
4103091
Novo
Análise Físico-Química de Alimentos Bioquímica Aplicada a Alimentos Gestão Financeira
Prática Profissional em Produção Vegetal
Novo
Tecnologia de Bebidas Tecnologia de Cereais e 4103102 Panificação Tecnologia de Frutas e 4103101 Hortaliças Subtotal do Quarto Semestre Novo 4103114
5º SEMESTRE
4103116 4103108 4101143
Novo
Análise Instrumental de Alimentos Análise Sensorial de Alimentos Embalagem e Armazenamento de Alimentos Gestão da Produção Marketing Estratégico Agroindustrial
Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal
T
P
CH Total
3
1
2
45
Química Analítica Química Geral (Novo)
4
4
-
60
-
4
4
-
60
2
-
2
30
4
3
1
60
Cadeia Produtiva de Frutas e Hortaliças (Novo); Cadeia Produtiva Oleaginosas, Fibrosas e Graníferas (Novo) -
5
3
2
75
-
5
3
2
75
-
27
18
9
405
3
2
1
45
Química Analítica (Novo)
3
2
1
45
-
2
2
-
30
-
4
4
-
60
-
4
3
1
60
-
30
Tecnologia de Bebidas (Novo); Tecnologia de Cereais e Panificação (4103102); Tecnologia de Frutas e Hortaliças (4103101)
2
-
2
Tecnologia de Carne e Derivados Tecnologia de Leite e Novo Derivados I Subtotal do Quinto Semestre 4103107
5
3
2
75
-
3
2
1
45
-
26
18
8
390
Carga Horária Período
Código
6º 6º SEMESTRE
Novo
Disciplina
Gestão da Qualidade
T
P
CH Total
3
3
-
45
Pré-Requisito
Análise FísicoQuímica de Alimentos (Novo); Análise Instrumental de Alimentos; Análise Sensorial de Alimentos (Novo); Microbiologia de Alimentos (Novo) Tecnologia de Leite e Derivados I (Novo)
Novo
Prática Profissional em Análise de Alimentos
2
-
2
30
4103138
Secagem de Alimentos
3
2
1
45
Novo
Tecnologia de Leite e Derivados II
3
2
1
45
4
2
2
60
-
3
3
-
45
-
8
5
3
120
-
26
17
9
390
4 3
3 3
1 -
60 45
-
4
2
2
60
-
30
Tecnologia de Carne e Derivados
Tecnologia de Pescados e Derivados Tratamento e Novo Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais Optativas I Subtotal do Sexto Semestre Novo
7º SEMESTRE
C Novo Novo Novo Novo
Empreendedorismo Logística Agroindustrial Planejamento e Projeto Agroindustrial Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Animal
2
-
2
4103115
Segurança do Trabalho Trabalho de Conclusão de Novo Curso (TCC) I Optativas II Subtotal do Sétimo Semestre
2
2
-
30
(4103107); Tecnologia de Leite e Derivados I (Novo); Tecnologia de Leite e Derivados II (Novo); Tecnologia de Pescados e Derivados (Novo) -
2
2
-
30
-
8
5
3
120
-
25
17
8
375
Período
Código
8º SEMESTRE
Carga Horária
Novo Novo
Disciplina
C T
P
CH Total
Pré-Requisito
Estágio Supervisionado
20
-
20
300
-
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) II
2
-
2
30
TCC I (Novo)
22
330
16 10 63 4 1 Complementares Obrigatórias 27 22 5 Optativas Mínimas 16 10 6 Flexíveis 13 13 22 13 Carga Horária Total 87 0 3 C = Créditos, T = Teórica, P = Prática, CHTotal = Carga Horária Total.
2.46 0 405 240 195 3.30 0
Subtotal do Oitavo Semestre Básicas Profissionais
22
14. Equivalência O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústia foi reformulado e uma
nova matriz curricular foi proposta. Portanto, as modificações ocorridas no currículo do curso serão aplicadas a todos os alunos que ingressarem na instituição de ensino após a aprovação do referido PPC. Os alunos remanescentes da matriz vigente da Resolução nº 35/2007/ CONSEPE/UFPB poderão optar pela transferência de matriz curricular via solicitação ao Colegiado de Curso. Admitir-se-á a alocação dos alunos remanescentes à nova matriz através da ciência e transferência de currículo, sem que haja prejuízo na vida acadêmica dos mesmos. A migração dos estudantes já matriculados na matriz vigente da Resolução nº 35/2007/ CONSEPE/UFPB para a nova matriz proposta será realizada pela equivalência das ementas das disciplinas da matriz curricular original em relação ao ementário das disciplinas que constituem a nova matriz do PPC proposto e reformulado. A equivalência de disciplinas entre as matrizes curriculares foi realizada considerando-se as seguintes alterações: criação de novas disciplinas e extinção de outras; aumento ou redução de carga horária de algumas disciplinas; mudança do período de oferta das disciplinas através dos semestres; e equivalência entre disciplinas considerando-se as suas ementas. A transição curricular no Curso de Bacharelado em Agroindústria regulamentada pelo Colegiado de Curso, com os quadros de equivalência de disciplinas entre o perfil curricular vigente e o perfil proposto, com os respectivos códigos e cargas horárias, tanto para o estudante que migra para o perfil proposto, quanto para aquele que permanece no perfil vigente. No Quadro 9 encontram-se apenas os componentes curriculares equivalentes, onde necessitará de novos códigos. No entanto, para os componentes curriculares em que os código serão mantidos, não necessitam equivalência. Quadro 9 - Equivalência entre os componentes curriculares obrigatórios
Código 4102064 4102067 4101070
4101138
4101139
CURRÍCULO ATUAL Disciplina CH Cadeias 60 Produtivas II Cadeias 60 Produtivas IV Contabilidade 60 de Custos Humanidades Ciências 30 Sociais e Cidadania Filosofia e Ética 60 Profissional
Tipo OB OB OB
Código
CURRÍCULO NOVO Disciplina CH Cadeias Produtivas de 60 Ruminantes Cadeias Produtivas de 60 Frutas e Hortaliças
OB
Custos Agroindustrias
60
OB
60
OB
OB
Tipo
OB
Ética e Cidadania OB
OB
4101079
4101128
4101086
4103092
4103106
Gestão de Qualidade Metodologia Científica e Pesquisa Aplicada Redação Técnica Microbiologia de Alimentos Tecnologia de Leite e Derivados
60
OB
Gestão da Qualidade
45
OB
30
OB
Metodologia Científica e Pesquisa Aplicada
45
OB
60
OB
90
OB OB
90
OB
OB Microbiologia de Alimentos Microbiologia Geral Tecnologia de Leite e Derivados I
45
OB
45
OB
45
OB
OB
Tecnologia de Leite e Derivados II
45
OB
4103105
Tecnologia de Pescado e Derivados
75
OB
Tecnologia de Pescados e Derivados
60
OB
4103093
Planejamento e Projeto Agroindustrial
75
OB
Planejamento e Projeto Agroindustrial
60
OB
*Tipo: OP - Optativo; OB - Obrigatório; CH - Carga Horária
15. Metodologia de Ensino As metodologias de ensino e aprendizagem a serem executadas pelo curso de Graduação em Agroindústria levarão em conta o conjunto de competências e habilidades que será desenvolvido pelos estudantes. A construção do conhecimento será produzido através de um processo de aprendizado contínuo e aberto, e ser compreendido com a vinculação entre teoria e prática e entre os diversos saberes que compõem a estrutura curricular do curso, onde se procurará estimular o estudante a atividades individual e coletiva de construção do conhecimento. Quando a aprendizagem é concebida como um processo de construção de conhecimento, os professores transformam-se em orientadores e facilitador do processo ensino-aprendizagem. Seu papel passa a ser criar condições para a formação de competências e habilidades humanas, políticas e sociais instrumentalizadas científica e
tecnicamente. Para implementar esta visão, há necessidade de garantir a diversidade de cenários de aprendizagem com a utilização de abordagens e estratégias diversificadas. Neste sentido, a necessidade de utilizar metodologias mais dinâmicas e interativas, de forma a utilizar a informação recebida com segurança, inteligência e responsabilidade. O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústria proposto fundamenta-se no pluralismo metodológico, o que facilita o desenvolvimento de uma estratégia de estudo com a articulação de práticas interdisciplinares e a possibilidade ampla de atividades acadêmicas, com vistas a atender o perfil do egresso e as competências e habilidades. A relevância social e regional, contexto nacional e internacional e avanços científico-tecnológicos, foram considerados como aspectos importantes para compor os conteúdos curriculares. A formação do aluno centrada no caráter social do processo ensinar aprender terá como influência a concepção dialética que preconiza o aluno como agente de transformações sociais. As mudanças na metodologia de ensino e nas estratégias de ensino-aprendizagem devem ser amplamente buscadas, seja por modelos educacionais convencionais ou por modelos baseados em metodologias ativas. A aplicação de metodologias ativas com uso da aprendizagem baseada em projeto é uma estratégia de ensino, em que visa favorecer o desenvolvimento de um cenário prático, ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades essenciais de um profissional bem preparado (Soares, 2011; Paula, 2017; Fonseca; Rocha, 2018). O principal resultado que essa metodologia pode gerar é o maior preparo dos estudantes para buscar o sucesso acadêmico, profissional e pessoal. Dessa forma, eles se tornam mais aptos a enfrentar os desafios atuais, em que a tecnologia e as habilidades interpessoais são cada vez mais exigidas, enquanto desenvolvem pensamento crítico e criatividade. Na aprendizagem baseada em problemas é uma metodologia de ensinoaprendizagem colaborativa, construtivista e contextualizada, na qual situações-problema são utilizadas para iniciar, direcionar e motivar a aprendizagem de conceitos, teorias e o desenvolvimento de habilidades e atitudes (Ribeiro, 2010). Helle, Tynjälä e Olkinuora (2006) relatam que a aprendizagem baseada em projetos tem conexões com a aprendizagem baseada em problemas, isso porque em ambos, os participantes procuram alcançar um objetivo compartilhado por meio da colaboração. No seu envolvimento com um projeto, os alunos podem encontrar problemas que precisam ser abordados para construir e apresentar o produto final em resposta à questão de condução. Desta forma, as metodologias ativas são compreendidas como processos de aprendizagem centrados no estudante, com objetivo deste se tornar protagonista na construção de seu próprio conhecimento, a partir da vivência de situações reais ou simuladas da prática profissional. A Lei 13.146/16 – Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) é destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência. Por isso, é importante planejar todas as situações de ensino-aprendizagem a partir de estratégias
metodológicas como a metodologias ativas, tecnologias assistiva e tecnologias educacionais, que propiciem aos acadêmicos vivenciarem o currículo de diferentes formas. As metodologias ativas de construção do conhecimento têm como base as premissas fundamentais da acessibilidade pedagógica e atitudinal, que pressupõe as diferentes formas de acessar, construir, vivenciar e expressar o conhecimento. A tecnologia assistiva, é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social (BRASIL, 2009). As tecnologias educacionais são um conjunto de ferramentas didáticas utilizadas no processo de ensino aprendizagem que permitem aplicabilidades pedagógicas inovadoras, contribuindo para a democratização do ensino. Portanto, na educação transformadora os discentes passam a ser o centro do processo educativo, e as avaliações passam a ser uma medida de avaliação individual para observar como está ocorrendo à construção do conhecimento. Fundamenta-se em aprender a conhecer com o prazer da descoberta, da curiosidade, de compreender, construir e reconstruir o conhecimento; no aprender a fazer valoriza a competência pessoal que capacita o indivíduo a enfrentar novas situações de emprego, a trabalhar em equipe, em detrimento da pura qualificação profissional. O aprender a viver junto é compreender o outro, ter prazer no esforço comum, participar em projetos de cooperação. O aprender a ser diz respeito ao desenvolvimento integral da pessoa: inteligência, sensibilidade, sentido ético, responsabilidade pessoal, crítico, imaginação, criatividade e iniciativa. Tal concepção se adequa propositalmente à transformação curricular no Projeto Pedagógico do curso de Graduação em Agroindústria, onde o processo de ensinoaprendizagem deve estar centrado no aluno. A metodologia de ensino e aprendizagem adotada possibilita o aperfeiçoamento contínuo das atitudes, conhecimentos e habilidades dos estudantes. Desta forma, o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústria propõe contemplar os conteúdos essenciais, as habilidades e as competências necessárias para a formação profissional, Bacharel em Agroindústria, conectadas com as exigências do mercado de trabalho.
16. Sistema de Avaliação
16.1 Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem A avaliação é a fase do processo de ensino-aprendizagem na qual se observa a expressão do conhecimento construído pelo estudante. Se os sujeitos acessam, constroem e vivenciam o conhecimento de diferentes formas, sua aprendizagem é potencializada quando mais de uma estratégia de expressão é proporcionada de forma associada. Esse pressuposto deve nortear o processo de avaliação.
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação Nacional, Lei n o 9.394/96, a avaliação da aprendizagem, enquanto elemento básico para a obtenção de um ensino de qualidade deve observar o seguinte critério: a avaliação do desempenho do aluno deve ser contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados obtidos ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. A proposta do curso de graduação demanda reflexões teóricas/metodológicas, que visem à articulação dos aspectos administrativos, pedagógicos e técnicos-científicos da instituição, de forma a assegurar o atendimento aos critérios e padrões de qualidade do ensino, da pesquisa e extensão, e que tenha o aluno como foco central. A avaliação da aprendizagem é um processo formativo contínuo que compreende diagnóstico, acompanhamento e somatório da aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes pelo estudante, mediado pelo docente em situação de ensino, expressa em seu rendimento acadêmico e na assiduidade. Compete ao professor responsável por cada componente curricular adotar os instrumentos e critérios de avaliação que julgar mais eficientes e que contemplem o perfil desejado para o egresso do curso. O sistema de avaliação discente é regulamentado pela Resolução nº 29/2020 do CONSEPE/UFPB, que estabelece a avaliação da aprendizagem e da verificação do desempenho, nos artigos:
¶Art. 76. A avaliação de aprendizagem é um processo formativo contínuo que compreende diagnóstico, acompanhamento e verificação da aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes expressas pelo discente, constatados a partir do rendimento acadêmico e da assiduidade.
¶Art. 77. A avaliação da aprendizagem do discente será expressa por nota compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0 (dez), variando até a primeira casa decimal, após o arredondamento da segunda casa decimal, atribuída a cada verificação parcial e ao exame final.
¶Art. 78. O docente deverá apresentar os critérios de avaliação para cada procedimento e instrumento de avaliação, tanto no plano de curso, quanto aos discentes, no primeiro dia de aula.
¶Art. 79. O docente deverá discutir os resultados obtidos após a aplicação de cada avaliação, esclarecendo as dúvidas relativas às notas, aos conhecimentos, às habilidades, aos objetivos e aos conteúdos avaliados.
§1º. A discussão pode ser realizada presencialmente ou utilizando outros mecanismos que permitam a divulgação de expectativas de respostas e os questionamentos por parte dos discentes.
§2º. O discente terá direito a vista da avaliação no momento da discussão.
§3º. O discente discordando da correção, requererá a cópia da prova ao docente para formulação de recurso.
§4º. Após o registro de nota no SIG, o docente devolverá a avaliação ao discente.
¶Art. 84. O desempenho acadêmico deverá refletir o acompanhamento contínuo do desempenho do discente em todas as avaliações da aprendizagem.
§1º. O número de avaliações corresponderá ao mínimo de duas avaliações para componentes curriculares de até 45 horas e mínimo de três avaliações para componentes curriculares com carga horária igual ou superior a 60 horas, ressalvados os estágios supervisionados, cuja regulamentação está prevista em normas próprias de cada curso.
¶Art. 85. O discente que não realizar à atividade acadêmica avaliativa programada, terá direito a um exercício de reposição por componente curricular, por período letivo, devendo o conteúdo ser o mesmo do exercício anterior ao qual não realizou.
¶Art. 86. O discente que, tendo cumprido o mínimo da frequência exigida nas atividades didáticas, e cuja média aritmética das notas obtidas nas avaliações de aprendizagem seja igual ou superior a 7,0 (sete), será considerado aprovado com média final igual à média aritmética das atividades acadêmicas, com dispensa do exame final.
§1º. O exame final constará de uma atividade a ser definida pelo docente, após o encerramento do período letivo, obedecendo ao calendário acadêmico, abrangendo o conjunto do conteúdo programático da disciplina.
§2º. Terá direito à avaliação final o discente que tiver obtido o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem.
§3º. O discente que não atingir o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá a média obtida como nota final do período. Os instrumentos de avaliação contemplam estudos de casos, trabalhos escritos e/ou práticos, provas, seminários, avaliações escritas individuais, trabalhos de campo e em classe individuais ou em grupos, pesquisas extraclasse que visam possibilitar ao aluno o aprendizado crítico, participativo e criativo, que aproxime teoria e prática e colocando-os diante de situações práticas que serão futuramente vivenciadas em sua atuação profissional. 16.2 Sistema de avaliação do Projeto do Curso Autoavaliação do Curso
A avaliação do curso acontecerá por dois mecanismos, constituídos pelas avaliações externa e interna em consonância com o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES). 16.2.1 Avaliação Externa As políticas públicas educacionais da educação superior são direcionadas pelo princípio constitucional da garantia de padrão de qualidade, previsto no art. 206, inciso VII da Constituição Federal de 1988. Fundamentando-se nessa máxima, em 2004 foi instituído o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), que tem como finalidade a melhoria da qualidade da educação nos cursos de graduação e instituições de educação superior. 16.2.2 Avaliação Interna Considerando a necessidade de adequação às exigências institucionais quanto a
autoavaliação dos cursos de graduação e as diretrizes fixadas pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. A tarefa de gerenciar a autoavaliação no Curso de Agroindústria será definida uma comissão constituída de cinco membros titulares e seus respectivos suplentes.
§ 1° A Composição dessa Comissão deverá ser a seguinte:
I. Presidente: Coordenador(a) do Curso (ou vice);
II. Três professores ativos do Curso;
III. Um representante dos servidores técnico-administrativos que têm relação de trabalho com as atividades do Curso;
IV. Um representante dos discentes do Curso. A comissão de autoavaliação terá função de: elaborar metodologia e instrumento de autoavaliação; realizar o processo de autoavaliação; adaptar e tabular os resultados; construção de Relatório Conclusivo do Processo de autoavaliação; socializar o relatório de com a comunidade acadêmica. A autoavaliação do Curso de Graduação em Agroindústria deverá abordar os seguintes aspectos: I. Gestão acadêmica – que trata dos aspectos relacionados à coordenação de curso; II. Infraestrutura – aborda a estrutura e equipamentos de salas de aulas, bibliotecas, ambientes de vivência, laboratórios, refeitório, alojamentos, etc; III. Autoavaliação discente – que refletirá o comprometimento e contribuição do próprio alunado para o Curso de Agroindústria. Compete à Comissão de Autoavalição repassar o resultados aos Departamentos e Direção de Centro e requerer de cada um deles o feedback em relação às questões pertinentes a cada uma dessas instâncias institucionais. A análise do resultado da autoavaliação do Curso de Agroindústria deverá ser avaliada junto com os resultados da autoavaliação institucional, autoavalição do Centro, autoavaliação docente e avaliação dos docentes pelos discentes. No curso de Graduação em Agroindústria é de responsabilidade do Núcleo Docente Estruturante (NDE), conforme estabelecido na Portaria PRG/G n° 04/2010, supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso, definido pelo Colegiado do Curso e analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. 16.3 Avaliação Institucional A avaliação institucional é um processo permanente de elaboração, de conhecimento e de intervenção prática, que permite direcionar as demais atividades da instituição. A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Universidade Federal da Paraíba é a instância designada para desenvolver o projeto de autoavaliação da Instituição no intuito de avaliar e conhecer mais a respeito dos seus segmentos acadêmicos (docentes, discentes, técnico-administrativos, dirigentes). A CPA tem atribuições normativas e deliberativas e de assessoramento ao Reitor, de forma a assegurar a implantação, a operacionalização e o acompanhamento do Programa de
Avaliação Institucional e, especificamente:
I - subsidiar a elaboração e acompanhar a execução do Programa de Avaliação Institucional;
II- coordenar o Programa de Avaliação Institucional, com autonomia na definição de procedimentos, adequando-o, quando necessário, às recomendações da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES);
III- prestar as informações solicitadas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES);
IV - divulgar relatórios e demais documentos relativos à avaliação institucional e ao SINAES;
V - constituir comitês especiais temporários, integrados por membros da comissão e especialistas, para realizarem estudos de interesse da CPA. O objetivo geral da CPA na Universidade Federal da Paraíba - UFPB é avaliar a Instituição, de forma que se construa o conhecimento e a reflexão sobre o conjunto de atividades realizadas, propiciando a identificação das carências e fortalecendo a consciência e capacidade crítica da comunidade acadêmica. Para tal, se faz necessária a participação de todos os atores acadêmicos, além dos representantes da sociedade para pensar coletivamente a UFPB no que ela oferece, desenvolvendo assim, uma rede que articula os sujeitos no processo de reflexão/ação a fim de produzir conhecimentos sobre a Universidade; definir e assumir compromissos coletivos; definir propostas de ação e caminhos alternativos para o acompanhamento e aperfeiçoamento do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), além de organizar e coordenar subcomissões para avaliar cada uma das dimensões delineadas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior/SINAES. No Brasil, a responsabilidade social universitária é avaliada pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior/SINAES, criado pela Lei nº 10.861/2004, o qual estabelece o processo de avaliação externa das instituições de ensino superior/IES, considerando dez dimensões: a missão e o Plano de desenvolvimento institucional; a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação e a extensão; a responsabilidade social da instituição; a comunicação com a sociedade; as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e técnico-administrativo; organização de gestão da instituição; infraestrutura física; planejamento e avaliação; políticas de atendimento aos estudantes; e sustentabilidade financeira. 16.4 Avaliação do Docente A avaliação docente pelo discente na UFPB é uma atividade obrigatória para todo estudante da graduação, realizada após a finalização de cada período letivo por meio de um questionário disponibilizado pelo SIGAA. Como forma de gerar respostas, para ter acesso à matrícula nas próximas disciplinas o estudante deve, necessariamente, realizar uma avaliação do último semestre cursado. A avaliação apresenta quatro dimensões:
Autoavaliação: nessa dimensão é analisada a percepção e desempenho individual do estudante em cada disciplina cursada no semestre; Avaliação da disciplina: nessa dimensão são analisados dois aspectos, a importância das disciplinas para o curso e a dificuldade dos conteúdos ministrados. Docente: nesse momento o discente marcará apenas as características que a seu ver necessitam de ajustes; Curso: nessa dimensão são analisados dois aspectos: a probabilidade de recomendação e saída do curso. Os resultados das avaliações estão disponíveis para todos os estudantes e professores da instituição através do portal informatizado SIGAA. Esses resultados são apresentados de maneira tabular e agregados por Docente, Disciplina e Curso.
17. Fluxograma
A representação gráfica dos componentes curriculares de conteúdos profissionais de fundamentação, conteúdos profissionais de aprofundamento, complementares obrigatórias e complementares optativas, do perfil de formação do Bacharel em Agroindústria, divididos por semestres, com suas respectivas cargas horárias e créditos, estão apresentados na Figura 1. Na Figura 2 estão identificadas as disciplinas optativas, conforme a sua oferta por semestre.
Figura 2 - Distribuição dos componentes curriculares optativos nos semestres letivos Figura 1 - Distribuição dos componentes curriculares obrigatórios nos semestres letivos
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGROINDÚSTRIA
MATRIZ CURRICULAR
1º PERÍODO
2º PERÍODO
3º PERÍODO
4º PERÍODO
5º PERÍODO
6º PERÍODO
7º PERÍODO
8º PERÍODO
BIOLOGIA GERAL
MATEMÁTICA
CADEIAS PRODUÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS
ANALÍSE FÍSICOQUÍMICA DE ALIMENTOS
ANALÍSE INSTRUMENTAL DE ALIMENTOS
GESTÃO DA QUALIDADE
EMPREENDEDORISMO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) II
CH 60
CR 4
CR 2
COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS AGROINDÚSTRIAS CH 30
CR 2
ÉTICA E CIDADANIA CH 60
CR4
CH 60
CR4
CADEIAS PRODUT. DE OLEAGINOSAS, FIBROSAS E CH 60 GRANÍFERAS CR4
CADEIAS PRODUTIVAS DE RUMINANTES
CIÊNCIAS DO AMBIENTE CH 30
CH 60
CR 4
ESTRUTURAS AGROINDUSTRIAIS 405h
CH 60
CUSTOS AGROINDUSTRIAIS CH 60
CR4
DESENHO TÉCNICO CH 45
CR3
HIGIENE E INSPEÇÃO DE ALIMENTOS 405h
CR4
CH 45
BIOQUÍMICA APLICADA A ALIMENTOS
FÍSICO-QUÍMICA CH 45
CR4
CH 60
CH 45
CR4
MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS 405h
CH 60
CR3
CH 30
TECNOLOGIA DE BEBIDAS CR3
CR3
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO DE ALIMENTOS
GESTÃO FINANCEIRA CR4
CH 45
CH 45
ANÁLISE SENSORIAL DE ALIMENTOS
CH 60
ESTATÍSTICA CH 60
CR3
CR4
TECNOLOGIA DE CEREAIS E PANIFICAÇÃO 405h
CR2
CH 45
CR3
TECNOLOGIA DE LEITE E DERIVADOS
II CH 45
CR4
MARKETING ESTRATÉGICO 390h AGROINDUSTRIAL
CH 60
CH 60
CR4
LOGÍSTICA AGROINDUSTRIAL
SECAGEM DE ALIMENTOS
CR3
CH 45
CR3
CH 30
CR2
ESTÁGIO SUPERVISIONADO CH 300
CR20
PLANEJAMENTO E PROJETO AGROINDUSTRIAL CH 60
CR4
95
TECNOLOGIA DE PESCADOS E DERIVADOS
GESTÃO DA PRODUÇÃO CH 60
CR3
SEGURANÇA DO TRABALHO CR4
TRATAMENTO E APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS 390h
CH 30
CR2
PRÁTICA PROFISSIAL EM TECN. DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
375h
330 h + 195 h
Figura 2 - Distribuição dos componentes curriculares optativos nos semestres letivos
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGROINDÚSTRIA 6º SEMESTRE
7 º SEMESTRE
OPTATIVAS I
OPTATIVAS II
AGROENERGIA CH 30
BIOTECNOLOGIA AGROINDUSTRIAL CH 30
TÓPICO AVANÇADO EM PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA 30
TECNOLOGIA DO AÇÚCAR CH 30
TECNOLOGIA. DE PÓSCOLHEITA DE FRUTAS E HORTALIÇAS CH 45
TÓPICO AVANÇADO EM CIÊNCIA. E TEC.NOLOGIADE ALIMENTOS I CH 30
GESTÃO DO AGRONEGÓCIO CH 30
CRIAÇÕES ALTERNATIVAS CH 45
MICROBIOLOGIA APLICADA CH 30
FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CH 30
TÓPICO AVANÇADO EM PRODUTOS NÃO ALIMENTÍCIOS CH 30
TÓPICO AVANÇADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS II
TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS CH 30
QUÍMICA DO AROMA CH 30
CADEIA DE PRODUTOS APÍCOLAS CH 45
CONTABILIDADE GERAL
CH 30
CH 45 CADEIA DE PRODUÇÃO E PROCESSAMENTO DE RAÇÕES
QUÍMICA DOS ÓLEOS ESSENCIAIS CH 45
CADEIA DE PROD. E PROCESSAMENTO DE PELES E COUROS CH 45
CADEIA PRODUTIVA AQUÍCOLA CH 60
CULTURAS ALTERNATIVAS CH 45
SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL CH 30
LIBRAS- LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS CH 60
SEMINÁRIO DE DIREITOS HUMANOS CH 45
UCE I AGROINDÚSTRIA – PROD. AGROPECUÁ CH 45
UCE VAGROINDÚSTRIA – COMERC. E GESTÃO CH 45
UCE II AGROINDÚSTRIA – PROD. AGROPECUÁ CH 30
UCE VIAGROINDÚSTRIA – COMERC. E GESTÃO CH 30
UCE IIIAGROINDÚSTRIA – TECN. ALIMENTOS CH 30
UCE IVAGROINDÚSTRIA – TECN. ALIMENTOS CH 45
18. Ementários 18.1 Ementas do Primeiro Semestre
BIOLOGIA GERAL Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: 4101053) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Extensão Teórica: 45 Prática: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Introdução à Biologia; Método Científico e estudo da Biologia; Origem da Vida Características gerais dos seres vivos; Classificação dos Seres Vivos; Constituição química dos seres vivos; Teoria celular; Célula Procariótica e Eucariótica; Microscopia; Componentes celulares; Organelas citoplasmáticas; Divisão celular. Bibliografia Básicas REECE, J. B.; URRY, L. A.; CAIN, M. L.; WASSERMAN, S. A.; MINORSKY, P. V.; ORR, R. B. Biologia de Campbell. 12 ed. Porto Alegre: Artmed, 2022 JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 339 p. CURTIS, H. Biology. 2 ed. New York: Worth Publishers, 1975. Bibliografia Complementares RAVEN, P. H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 2007. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 918 p. ISBN 978-85-3632795-2 .
97
CIÊNCIAS DO AMBIENTE Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103109) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Ecologia – conceitos básicos e fundamentos. Noções sobre poluição, conservação e preservação dos recursos naturais. Ecossistemas e degradação ambiental. Avaliação de impactos ambientais. Legislação ambiental. Bibliografia Básicas DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora, 2005, 520 p. GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2009. 574 p. PHILIPPI JR., A.; PELICIONI, M. C. F. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri, SP: Manole, 2005, 878 p. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000, 252 p. SANCHÉZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. Bibliografia Complementares ART, H. W. Dicionário de ecologia e ciências ambientais. 2 ed. São Paulo: Editora UNESP: Companhia Melhoramentos, 2001, 583 p. COUTINHO, L. M. Biomas brasileiros. São Paulo: Oficina de Textos, 2016, 128 p. LIMA, B. G. Caatinga: espécies lenhosas e herbáceas. Mossoró: EDUFERSA, 2011, 316 p. SEABRA, G. Educação ambiental no mundo globalizado. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2011, 268 p.
COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS Créditos: 2 Carga Horária: 30 AGROINDÚSTRIAS (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Fundamentos de economia; Funções do governo no mercado agrícola; Mecanismos de comercialização agrícola, o Comércio mundial de alimentos. Bibliografia Básicas ARAÚJO, M. J. Fundamentos de agronegócios. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2010. PINDYCK, R. S. Microeconomia. 7 ed. 2010 BATALHA, M. O. (org.) Gestão agroindustrial. v. 2, 3 ed. São Paulo: Atlas, 2012. Bibliografia Complementares NEVES, M. F. (coord.) Agronegócio e desenvolvimento sustentável: uma agenda para liderança mundial na produção de alimentos e Bionergia. São Paulo: Atlas, 2011. BRASIL. Agricultura familiar no Brasil. TV BRASIL, Caminhos da Reportagem (Documentário). Brasília - DF, 2010. BRASIL. O crescimento do agronegócio brasileiro. UFV: Centro de produções Técnicas, 2010. WAQUIL, P. D. Mercados e comercialização de produtos agrícolas. Porto Alegre: EFRGS, UAB, 2010 (Apostila). PADILHA JÚNIOR, J. B. Gestão de sistemas de comercialização. Curitiba: UFPR, 2013 (Apostila). BELIK, W.; MALUF, R. S. Abastecimento e segurança alimentar: os limites da liberalização. Campinas: Ed. UNICAMP, 2000.
ÉTICA E CIDADANIA Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 60 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) Ementa Conceito de ética, moral e cidadania. Responsabilidade, liberdade e consciência ética. Origens e transformações históricas da moral. Relação entre ética e religião: a dimensão transcendente do ser humano. Principais doutrinas éticas da Idade Moderna. Dilemas éticos contemporâneos. A evolução histórica da noção de cidadania. A noção de cidadania no Brasil. Cidadania e direitos humanos e desigualdades sociais. Pessoa com deficiência. Reconhecimento da deficiência como característica humana, a responsabilidade do Estado e da sociedade em garantir os direitos e a autonomia das pessoas com deficiência, e a necessidade de superar barreiras, preconceitos e promover a participação plena na sociedade. Bibliografia Básicas ARISTÓTELES. Ética a nicômaco. São Paulo: Edipro, 2014. GORCZEVSKI, C.; MARTIN, N. B. A necessária revisão do conceito de cidadania: movimentos sociais e novos protagonistas na esfera pública democrática. Santa Cruz do Sul: VÁSQUEZ, A. S. Ética. São Paulo: Civilização Brasileira, 2017. ASHLEY,P. A. Ética e responsabilidade social nos negócios, 2 ed. 2006, CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 13 ed. 2005, GUIMARÃES, B. Filosofia como esclarecimento. 2014. Bibliografia Complementares ARANHA, M. L. Temas de filosofia. 3 ed. 2005. DANILO, M. Textos básicos de ética - de Platão a Foucault. 4 ed. Zahar: Rio de Janeiro, 2007. JEAN-JACQUES, R. A origem da desigualdade entre os homens. São Paulo: Penguin Companhia, 2017. MANZINI COVRE, M. L. O que e cidadania. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 2002. (Coleção Primeiros Passos; 250). VÁSQUEZ, A. S. Ética. São Paulo: Civilização Brasileira, 2017.
ESTRUTURAS AGROINDUSTRIAIS Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103081) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA Ementa Histórico do desenvolvimento da agricultura e da agroindústria. Conceitos de cadeias de produção agroindustrial, sistema agroindustrial (SAI), complexo agroindustrial, agribusiness, cluster, redes de produção. Mecanismo de coordenação do sistema agroalimentar. Opções Estratégicas das Firmas Agroindustriais (Especialização, Integração Vertical, Diversificação, Inovação, Fusões e Aquisições). O contexto internacional do abastecimento e da segurança alimentar. Bibliografia Básicas ARAÚJO, M. J. Fundamentos de agronegócios. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2010. BELTRÃO, F. A. S.. Gestão da produção agroindustrial. João Pessoa: Editora Universitária UFPB, 2011. BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. v. 1, 3 ed. São Paulo: Atlas, 2014. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2006. Bibliografia Complementares BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. v. 2, 3 ed., São Paulo: Atlas, 2012. MENDES, J. T. G.; PADILHA JUNIOR, J. B. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson Prantice Hall, 2007. NEVES, M. F. (coord.) Agronegócio e desenvolvimento sustentável: uma agenda para liderança mundial na produção de alimentos e Bionergia. São Paulo: Atlas, 2011. GERMER, S. P. M. et al. A indústria de alimentos e o meio ambiente. Campinas: Instituto de Tecnologia de Alimentos, 2002. VIEIRA, P. R. C. Gestão agroindustrial. Recife: ADUFRPE, 2012.
FATORES DA PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA (Código: Créditos: 2 4102033) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Teórica: 30 Prática Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Agricultura (DA) Ementa
Carga Horária: 30 Carga Extensão
Horária
Agrícola: Fatores ecológicos, bióticos e abióticos. Fatores geográficos: latitude, altitude e longitude. Fatores humanos e sociais (capital e trabalho). Animal: Espécies domésticas, raças e suas aptidões produtivas. Fatores nutricionais (alimentos e nutrientes). Fatores geográficos e ambientais. Fatores sanitários e higiênicos Bibliografia Básicas PENTEADO, S. Manual de fruticultura ecológica. 2 ed. 2010. LANA, R. Nutrição e alimentação animal. 2 ed. rev. 2007 PENTEADO, S. Introdução à agricultura orgânica. 2003. Bibliografia Complementares Gado de leite. 3 ed rev. 2012 MCNEELY, J. A Ecoagricultura: 2009. GUREVITCH, J . Ecologia vegetal. 2 ed. 2009.
CADEIAS PRODUTIVAS DE AVES E SUÍNOS Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Importância social e econômica da cadeia produtiva da avicultura e suinocultura; Histórico e características de frangos de corte, poedeiras e suínos; Instalações e manejo de frangos de corte, poedeiras e suínos; Processamento e comercialização de ovos; Abate, processamento e comercialização da carne de frango e suína. Bibliografia Básicas ALBINO, L. F. T. Criação de frango e galinha caipira: avicultura. Viçosa: Aprenda Fácil, 2010, 208 p. ALBINO, L. F. T.; CARVALHO B. R., MAIA, R. C. ; BARROS, V. R. S. M. Galinha Poedeira. 1 ed., Editora Aprenda Fácil. 2014. ALBINO, L. F. T; TAVERNARI, F. C. Produção e manejo de frangos de corte. 2 ed. reimpressão. Viçosa, MG: UFV, 2008. 88 p. (Didática) ISBN: 9788572693387. COSTA, F. G. P.; SILVA, J. H.V. Produção de não ruminantes, João Pessoa: Editora UFPB, 2018, 290 p. LANA, R . P. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades) - Viçosa: UFV, 2005. 344 p. MACARI, M.; MENDES, A. A. Manejo de matrizes de corte. Campinas, SP: FACTA, 2005. 414 p. ISBN: 8589327035. Bibliografia Complementares ROSTAGNO, H. S. et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. Viçosa: UFV, Departamento de Zootecnia, 2011, 252 p. SEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. Brasília: EMBRAPA Informação Tecnológica EMBRAPA Suínos e Aves, 2007, 302 p. FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente: para aves, suínos e bovinos. 2 ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2011, 401 p.
METODOLOGIA CIENTÍFICA E PESQUISA APLICADA Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Ciência, conceito, métodos e técnicas; Conhecimento científico; Método científico: Tema e problema; Conceito de pesquisa; Ética na escrita; Estruturação e redação científica; Documentos científicos. Bibliografia Básicas AQUINO, I. S. Como escrever artigos científicos – sem arrodeio e sem medo da abnt. 7 ed. São Paulo: Saraiva, 126 p, 2010. AQUINO, I. S. Como falar em encontros científicos – do seminário em sala de aula a congressos internacionais. 4 ed. São Paulo: Saraiva, 110 p, 2010. AQUINO, I. S. Como ler artigos científicos – da graduação ao doutorado. São Paulo: Saraiva, 94 p, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 279 p, 2006. Bibliografia Complementares ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 9 ed. São Paulo: Atlas, 160 p. 2009. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 175 p. 2009. MARCONI, M. A.; E. M. LAKATOS. Metodologia do trabalho científico. 7 ed. São Paulo: Atlas, 225 p. 2009. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. São Paulo: Atlas, 151 p, 2007. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, 279 p. 2007.
QUÍMICA GERAL Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 45 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Introdução a química e ao estuda da matéria e sua composição; Estrutura da matéria; Classificação periódica dos elementos químicos; Ligações Químicas e Geometria molecular; Número de oxidação (Nox); Funções inorgânicas; Reações Químicas. Grandezas e cálculos químicos; Líquidos e Sólidos. Bibliografia Básicas ATKINS, P.; LORETTA, J. Princípios de química – Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5 ed. Bookman, Editora. 2006. ATKINS, P.; LORETTA, J. Princípios de química – Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5 ed. Bookman, Editora. 2012. 924 p. ROZENBERG, I. M. Química geral. São Paulo: Blücher, 2008. Bibliografia Complementares FONSECA, M. R. M. Química: química geral. FTD: São Paulo. 1992. BRADY, J. E. HUMISTON, G. E. Química geral. LTC. 2 ed., 1995. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E.; SANTOS, C. M. P.; FARIA, R. B. Química geral. v. 2, 2 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2011. KOTZ, JOHN C. Química geral e reações químicas. São Paulo: Cengage Learning, 2010. RUSSEL, J. B. Química geral. v. 1, 2 ed. 1994.
18.2 Ementas do Segundo Semestre
MATEMÁTICA (Código: 4101101)
Créditos: 4
Carga Horária: 60
Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 60 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Matemática básica: regra de três, porcentagem, grandezas diretamente e inversamente proporcionais. Geometria espacial: áreas e volumes. Sistemas lineares. Funções: Noções gerais. Definição de funções. Classificação das funções. Representação cartesiana de uma função. Composição de funções: função composta de duas funções, propriedades. Tipos de funções. Limite de funções. Teoria dos Limites. Limite de uma função. Propriedades operatórias dos limites. Derivada de funções. Derivadas: Definição, Interpretação e Cálculo. Notações de derivadas. Interpretação geométrica da derivada. Regras de derivação das funções de uma variável. Regra da derivada da função . Aplicações da derivada. Integral de funções. Aplicações da integral. Bibliografia Básicas FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6 ed. rev. e ampl. São Paulo: Pearson, 2006. MEDEIROS, V. Z.; CALDEIRA, A. M.; DA SILVA, L. M. O.; MACHADO, M. A. S. Pré-Cálculo. 2 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. MELLO, J. L. P.; BARROSO, J. M. Matemática: construção e significado. São Paulo: Moderna, 2010. Bibliografia Complementares ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. BIANCHINI, E.; PACCOLA, H. Curso de matemática. v. único. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2011. CARACA, B. J.; ALMEIDA, P. Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa: Gradiva, 2010. IEZZI, G. et al. Matemática. Vol. Único. 4 ed. São Paulo: Atual Editora, 2007. GOLDSTEIN, L. J.; LAY, D. C.; SCHNEIDER, D. I. Matemática aplicada: Economia, administração e contabilidade. 10 ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
CADEIAS PRODUTIVAS DE RUMINANTES Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Bovinos: Histórico; Importância econômico-social da espécie bovina; Classificação zoológica da espécie; Raças; Exterior de bovinos; Instalações e equipamentos; Manejo de Produção, Sanitário e Reprodutivo; Principais doenças infecto-contagiosas e parasitárias; Comercialização. Caprinos: Fatores genéticos e de ambiente que interferem na produção de caprinos e na qualidade dos produtos: carne, leite e pele, fatores limitantes na cadeia produtiva dos produtos caprinos. Bibliografia Básicas LANA, R. P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. 2 ed. rev. Viçosa, MG: R. de Paula Lana, 2007. 344 p. ISBN: 9788590506720 CHAPAVAL, L. Manual do produtor de cabras leiteira: Lea Chapaval...et al... Viçosa: Aprenda fácil, 2011. 214 p. CAMPOS, O. F.; MIRANDA, J. E. C. Gado de leite: o produtor pergunta a EMBRAPA responde. 3.ed. Brasília, DF: EMBRAPA, 2012. 311 p. ISBN: 9788570350831. Bibliografia Complementares SILVA SOBRINHO, A. G. Criação de ovinos. 3 ed. Jaboticabal, SP: Funep, 2006. 302 p. ISBN: 9788587632869. RIBEIRO, S. D. A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. São Paulo: Nobel, 1997. 318p. ISBN: 9788521309724. ELADO, J. Manejo de pastagem ecológica: um conceito para o terceira milênio. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000. 224 p. KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos ruminantes. 3 ed. Santa Maria - RS: UFSM, 2011. 212 p. ISBN: 9788573911503.
CUSTOS AGROINDUSTRIAIS Créditos: Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 60 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) Ementa Tipos de custos. Metodologia de apuração de custos. Análise de margem de contribuição. Sistemas de Avaliação de Estoques. Relação Custo/Volume/Lucro: o Ponto de Equilíbrio, Métodos de Custeio. Implantação de Sistemas de Custeio. Bibliografia Básicas CREPALDI, S. A. Contabilidade rural: Uma abordagem decisorial. 3 ed. Editora Atlas. São Paulo. 2005. BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. v. 2, 3 ed., São Paulo: Atlas, 2012. VIEIRA, P. R. C. Gestão agroindustrial. Recife: ADUFRPE, 2012. Bibliografia Complementares BELTRÃO, F. A. S. Gestão da produção agroindustrial. João Pessoa: Editora Universitária UFPB, 2011. ARAUJO, M. J. Fundamentos de Agronegócios. 3 ed., Ed. Atlas: São Paulo, 2010. MENDES, J. T. G, PADILHA JUNIOR, J. B. Agronegócio - Uma Abordagem Econômica. Ed. Prentice Hall, 2007. NEVES, M. F.; ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, E. M. Agronegócio do Brasil. Ed. Saraiva: São Paulo, 2006. ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia e gestão dos negócios agroalimentares : indústria de alimentos, indústria de insumos, produção agropecuária, distribuição. Ed. Pioneira: São Paulo, 2000.
DESENHO TÉCNICO Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: 4103090) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Instrumentos de Desenho. Construções geométricas fundamentais. Normas Técnicas da ABNT. Vistas ortográficas principais e auxiliares. Vistas seccionais. Cotagem e escalas. Representação de sólidos em perspectiva axonométrica. Croquis. Noções básicas de CAD. Bibliografia Básicas CHING, F. D. K. ; JUROSZEK, S. P. Representação gráfica para desenho e projeto. Ed. Gustavo Gili, c2001. MICELI, M. T; FERREIRA, P. Desenho técnico básico. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 2004. SILVA, A. et al. Desenho técnico moderno. Ed. LTC, 2006. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS. J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4 ed. LTC 2011 BORGES, A. Prática das pequenas construções, 9 ed., 2009. Bibliografia Complementares CUNHA, L. V. Desenho técnico. Lisboa: Fundação Caloustre Gulbenkian, 2004. GILL, R. W. Desenho para apresentação de projetos: para arquitetos, engenheiros, projetistas industriais, decoradores, publicitários, jardinistas e artistas em geral. Ed. Ediouro, c1981. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus, 2004. MANFE, G. et al. Desenho técnico mecânico: curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. São Paulo: Hemus, 2004. MENEGOTTO, J. L. O desenho digital: técnica & arte. 2000.
HIGIENE E INSPEÇÃO DE ALIMENTOS Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103104) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Requisitos higiênicos nas indústrias de alimentos. Higiene pessoal do manipulador de alimentos. Conceitos básicos de limpeza e sanitização industrial. Procedimentos gerais de higiene e sanitização. Qualidade da água utilizada na indústria de alimentos. Agentes químicos e físicos empregados na limpeza e sanitização. Princípios básicos para implantação do sistema APPCC. Aplicação das Boas Práticas de Fabricação, sistema APPCC e a Segurança Alimentar. Preparação de soluções sanitizantes aplicadas na indústria de alimentos. Normas e controle sanitário de alimentos. Legislação. Tratamento de resíduos agroindustriais Bibliografia Básicas ANDRADE, N. J. Higiene na indústria de alimentos: avaliação e controle da adesão e formação de biofilmes bacterianos. São Paulo: Varela, 2008. 412 p. CONTRERAS, C. J.; BROMERG, R.; CIPOLLI, K. M. V. A. B.; MAIYAGUSKI, L. Higiene e sanitização. Editora Varela: São Paulo, 2002. SILVA JR., E. A. Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de alimentação. 6 ed. São Paulo: Varela, 2008. GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 2 ed. Barueri, SP: Manole, 2003. HAZELWOOD, D.; McLEAN, A. C. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. São Paulo: Varela. 1998. Bibliografia Complementares ANDRADE, N. J.; MARTYN, M. E. L. Limpeza e sanitização na indústria de alimentos. 1 ed. Viçosa: UFV, 1996. 39 p. FORSYTHE, S. J. Microbiologia da segurança dos alimentos. 2 ed. Artmed, 2013. 602 p. GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 3 ed. rev. e amp. Barueri, SP: Manole, 2008. 986 p. MADEIRA, M.; FERRÃO, M. E. M. Alimentos conforme a lei. Editora Manole, 2002. 463 p. MARTINS, R. SSOPs padrões e procedimentos operacionais de sanitização. Editora Manole, 2002.
MICROBIOLOGIA GERAL Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa História da microbiologia. Células procarióticas. Principais grupos e taxonomia de bactérias e fungos. Morfologia e estruturas bacterianas. Efeito dos fatores físicos e químicos sobre a atividade dos micro-organismos. Nutrição e crescimento bacteriano. Metabolismo bacteriano. Genética bacteriana. Biologia dos fungos leveduriformes e filamentosos. Nutrição e crescimento fúngico. Métodos de controle microbiano. Propriedades gerais dos vírus e sua replicação. Patogênese bacteriana, fúngica e viral. Bibliografia Básicas JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. MADIGAN, M. T.; MARANHÃO, A. Q. Microbiologia de Brock. 14 ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. FORSYTHE, S. J.; GUIMARÃES, M. C. M. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: Artmed, 2007. Bibliografia Complementares TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. MELO FRANCO, B. D. G.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008. PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2 ed., São Paulo: Pearson, 2009. TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 10 ed., Porto Alegre: Artmed, 2012.
QUÍMICA ANALÍTICA Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Preparação de solução e solução tampão, solução padrão e padrões primários. Erros e tratamentos dos dados Analíticos. Técnicas básicas de Laboratório. Natureza Física dos Precipitados. Volumetria de Neutralização. Volumetria de precipitação. Volumetria de óxidoredução. Volumetria por complexação e Gravimetria. Bibliografia Básicas BACCAN, N. ANDRADE, J. C. ; GODINHO, O. E. S.; BARONE, J. S. Química analítica quantitativa elementar. 3 ed. Campinas – SP. Editora Edgar Blucher. Instituto Mauá de Tecnologia, 2001. HARRIS, D. C. Explorando a química analítica. 4 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de química Analítica. Tradução da 8 ed. Norte-americana, Editora Thomson, São Paulo-SP, 2006. Bibliografia Complementares BACCAN, N.; GODINHO, O. E. S.; ALEIXO O. E. S; E STEIN, E. Introdução a semimicroanálise qualitativa. 7 ed. Editora UNICAMP, Campinas, 1997. HIGSON, S. P. J. Química analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 2009. ROSA, G.; GAUTO, M.; GONÇALVES, F. Química analítica. Práticas de laboratório. Porto Alegre: Bookman, 2013. 128 p. ISBN 978-85-65837-66-8.
QUÍMICA ORGÂNICA Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: 4101054) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 45 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Introdução à Química Orgânica. Estruturas e propriedades dos compostos orgânicos. Funções Orgânicas. Hidrocarbonetos, Funções Oxigenadas e funções Nitrogenadas. Isomeria Constitucional. Estereoquímica. Mecanismo das Reações Orgânicas. Polímeros. Bibliografia Básicas MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química orgânica. 14 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2005. BARBOSA, L. C. A. Introdução à química orgânica. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2011. 311 p. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. Bibliografia Complementares BARBOSA, L. C. A. Química orgânica, uma introdução para as ciências agrárias e biológicas. Viçosa: UFV, 2000. CAMPOS, M. M. Fundamentos de química orgânica. 2 ed. São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 2000. DIAS, A. G.; COSTA, M. A.; GUIMARÃES, P. I. C. Guia prático de química orgânica. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 2004-2008. 2 v. ISBN 857193097X (v. 1). ENGEL, R. G.; KRIZ, G. S.; LAMPMAN, G. M.; PAVIA, D. L. Química orgânica experimental: técnicas de escala pequena. 3 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013, 1040 p. FELTRE, R. Química orgânica. v. 3, São Paulo: Editora Moderna Ltda., 2005. FELTRE, R. YOSHINAGA, S. Química orgânica. v. 4, São Paulo: Editora Moderna LTDA. 2006. FONSECA, M. R. M. Química orgânica. São Paulo: FTD. 2002.
18.3. Ementas do Terceiro Semestre
CADEIAS PRODUTIVAS DE FRUTAS E HORTALIÇAS Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Agricultura (DA) Ementa Fruticultura: Panorama da fruticultura regional e nacional. Introdução à fruticultura. Aspectos socioeconômicos. Técnicas de propagação. Instalação e manejo de pomares. Colheita e comercialização. Olericultura: Introdução à olericultura. Características da exploração olerícola Importância econômica. Sistemas ou métodos de exploração. Métodos de classificação botânica e didática das hortaliças. Fatores climáticos. Propagação. Tratos culturais. Bibliografia Básicas FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2 ed. rev. ampl. Viçosa: UFV, 2008. 421 p. il. FONTES, P. C. R. Olericultura:teoria e prática. Viçosa, MG: UFV, 2005. 486 p. HENZ, G. P.; ALCÂNTARA, F. A.; RESENDE, F. V. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 308 p. PENTEADO, S. R. Fruticultura orgânica: formação e condução. 2 ed. Viçosa: Aprenda Fácil,
2010. 309 p. Bibliografia Complementares GOMES, R. P. L. Fruticultura brasileira. 13 ed. São Paulo: Nobel, 2007. 446 p. HENZ, G. P.; ALCÂNTARA, F. A.; RESENDE, F. V. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 308 p. LORENZI, H. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas:de consumo in natura. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2006. 640 p. ISBN: 85867174232 PENTEADO, S. R. Adubação na agricultura ecólogica: cálculo e recomendação numa abordagem simplificada. 2 ed., Campinas: Ed. do Autor, 2010. 168 p. PENTEADO, S. R. Manual de fruticultura ecológica: cultivo de frutas orgânicas. 2 ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 240 p. il.
CADEIAS PRODUTIVAS DE OLEAGINOSAS, Créditos: 4 Carga Horária: 60 FIBROSAS E GRANÍFERAS (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Agricultura (DA) Ementa Histórico, importância econômica, origem, classificação botânica e morfologia, propagação, noções de melhoramento, exigências climáticas e edáficas, exigências nutricionais, preparo do solo, plantio, tratos culturais, pragas e doenças, colheita, beneficiamento, armazenamento e comercialização das culturas: Algodão (Gossypium hirsutum L.), Amendoim (Arachis hypogaea
L.); Mamona (Ricinus communis L.), Milho (Zea Mays L.), Sisal (Agave sisalana L.) e Soja (Glycine max L.). Bibliografia Básicas FIGUEIREDO NETO, A. O. O agronegócio da mamona no Brasil. 2 ed. Brasília: Embrapa, 2007. 350 p. ISBN: 9788573833812. BELTRÃO, N. E. DE M.; AZEVEDO, D. M. P. O agronegócio do algodão no Brasil. 2 ed. Embrapa. 2008. Bibliografia Complementares CESAR CASTRO et al. A cultura do girassol. v. 1. Embrapa. 1996 AZEVEDO, D. M. P.; LIMA, E. F. O agronegócio da mamona no Brasil. v. 2. EMBRAPA. 1999.
ESTATÍSTICA Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: 4101136) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 60 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Elementos fundamentais de Estatística Descritiva. Amostra. Medidas de tendência Central. Medidas de Dispersão. Assimetria e curtose. Correlação e regressão linear. Distribuição de frequência. Medidas de dispersão. Probabilidades. Teorias de amostragem. Interferência estatística: estimação pontual; estimação por intervalos. Teste de hipóteses: significância de médias; significância por proporções. Análise da variância. Teoria da correlação e da regressão. Principio básico da experimentação; Delineamento experimental; Transformação de dados estatísticos e manipulação de bancos de dados. Bibliografia Básicas BANZATTO, D. A.; KRONLA, S. N. Experimentação agrícola. 4 ed. 2013. GOMES, F. P. Curso de estatística experimental. 15 ed. Piracicaba: Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz, 2009. GOMES, F. P. Estatística experimental. 14 ed. Piracicaba - SP: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - USP, 2000. 477 p. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10 ed. LTC, 2008. Bibliografia Complementares GOMES, F. P.; GARCIA, H. C. A estatística aplicada a experimentação agronômica e florestais. pesquisa agropecuária. Piracicaba- SP: FEALQ, 2002.309 p. ZIMMERMANN, F. J. P. Estatística aplicada à pesquisa agrícola. Santo António de Goiás, GO: EMBRAPA, 2004.402 p. CRESPO, A. A. Estatística fácil. Ed. São Paulo: Saraiva, 2002. VIEIRA, S. Princípios de estatística. São Paulo: Pioneira, 2003.
FÍSICO-QUÍMICA Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: 4101127) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Estudo dos estados físicos da matéria. Propriedades Físicas da Matéria. Princípios de Reatividade. Termodinâmica Química. 1ª lei da termodinâmica. 2ª lei da termodinâmica e 3ª lei da termodinâmica. Espontaneidade química. Bibliografia Básicas ATKINS, P.; PAULA, J. Físico-química. V. 1, 7 ed. Livros técnicos e científicos – Editora 2003. 356 p. CASTELLAN, G. Fundamentos de físico-química. 1 ed. Livros técnicos e científicos, 1995. 527 p. MASTERTON, W. L. Química: Princípios e reações 6 ed. LTC, 2010. Bibliografia Complementares ATKINS, P.; LORETTA, J. Princípios de química – Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5 ed. Bookman – Editora 2011. 924 p. BALL, D. W. Fisico-Química. V. 1, São Paulo: Cengage Learning, 2005. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química geral. V. 2, 2 ed. Rio de Janeiro, Livros técnicos e científicos, 1995. 661 p.
MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Micro-organismos de interesse em alimentos: patógenos, deterioradores, indicadores e benéficos. Fontes de contaminação. Fatores que controlam o crescimento microbiano. Análises microbiológicas. Micro-organismos odutores de alimentos. Bibliografia Básicas FORSYTHE, S. J. Microbiologia da segurança dos alimentos. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. MELO FRANCO, B. D. G.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2006. SILVA, N. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos. 3 ed. São Paulo: Varela,
2007. 536 p. Bibliografia Complementares FORSYTHE, S. J.; GUIMARÃES, M. C. M. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: Artmed, 2002. SILVA, N.; JUNQUEIRA, V. C. A.; SILVEIRA, N. F. A. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos e água. 4 ed. São Paulo: Varela, 2005. VIEIRA, R. H. S. F. Microbiologia, higiene e qualidade do pescado. 2004. 380 p.
OPERAÇÕES UNITÁRIAS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: 4103111) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Introdução às Operações Unitárias. Unidades e Dimensões. Balanço de material. Transferência de calor e massa. Trocadores de calor. Tratamentos térmicos. Movimento dos fluidos. Evaporação. Destilação. Extração. Desidratação e Secagem. Liofilização. Congelamento e Refrigeração. Atomização. Cristalização. Separação por Tamanhos. Redução de tamanho. Transporte. Bibliografia Básicas FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. 4 ed. Artmed,
2019. ISBN: 8582715250. MATOS, S. P. Operações unitárias: fundamentos, transformações e aplicações dos fenômenos físicos e químicos. São Paulo: Erica, 2015. ISBN:9788536510835. PEREDA, J. A. O. Tecnologia de alimentos: Componentes dos alimentos e processos. Artmed,
2005. ISBN: 8536304367. TADINI, C. C.; TELIS, V. R.; MEIRELLES, A. J.; FILHO, P. A. P. Operações unitárias na indústria de alimentos. v. 1, 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. ISBN: 9788521624141. TELIS, V. R. N. et al. Operações unitárias na indústria de alimentos. Rio de Janeiro: LTC, 2016. ISBN: 9788521624141, 9788521630326. Bibliografia Complementares BARUFFALDI, R.; OLIVEIRA, M. N. Fundamentos de tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1998. 317 p. (Ciência, Tecnologia, Engenharia de Alimentos e Nutrição 3) ISBN: 8573790482. FELLOWS, P. Tecnologia del processado de los alimentos. 1 ed. Zaragoza. 1994. INCROPERA, F. P.; WITT, D. P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. LTC, 2003. ISBN: 8521615841 MAFART, P. Inginieria industrial alimentaria. Processos físicos de conservacion. 1 ed. Zaragoza. 1994.
PRÁTICA PROFISSIONAL EM PRODUÇÃO ANIMAL Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática: 15 Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Prática: Capacitar o aluno com uso de atividades práticas sobre as cadeias produtivas ligadas a produção animal, dando-lhe subsídios técnicos para tomada de decisões e possibilitando-o de resolver possíveis situações relacionadas à criação e ao manejo, especificamente sobre o manejo alimentar, produtivo e reprodutivo, visando tornar o agronegócio viável e eficiente; Vivenciar as diversas fases/etapas produtivas de manejo prático nos Laboratórios de produção animal do CCHSA/UFPB. Extensão: Análise de contextos produtivos regionais como campoo formativo, com ênfase em eficiência, qualidade e segurança de alimentos. Integração sociocultural do estudante com profissionais e produtores/trabalhadores rurais a partir da realização de eventos socioeducacionais, buscando o aprimoramento dos conhecimentos adquiridos e suas aplicações de acordo com cada realidade. Apresentação à sociedade das atividades de ensino, pesquisa e extensão que são realizadas dentro dos laboratórios ligados a produção animal do CCHSA/UFPB como ferramenta para continuidade do processo de capacitação e assistência técnica aos produtores rurais e fortalecimento de vinculos com os produtores, técnicos e discentes envolvidos no processo, fomentando experiências e vivências do campo. Bibliografia Básicas COSTA, F. G. P.; SILVA, J. H. V. Produção de não ruminantes, João Pessoa: Editora UFPB, 2018, 290 p. FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente: para aves, suínos e bovinos. 2 ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2011, 401 p. SILVA, J. C. P. M.; VELOSO, C. M. Manejo e administração em bovinocultura leiteira. 2 ed. ampliada e atualizada. Viçosa, MG: Suprema, 2014. 596 p. Bibliografia Complementares BRIDI, A. M.; SILVA, C. A.; HOSHI, E. H. Métodos de avaliação da carcaça e da carne suína. Londrina: Midiograf, 2007. 95 p. ISBN: 8598196517. CAMPOS, O. F.; MIRANDA, J. E. C. Gado de leite: o produtor pergunta a EMBRAPA responde. 3 ed. Brasilia, DF: Embrapa, 2012. 311 p. ISBN: 9788570350831. SANTOS, C. L. Abate de caprinos e processamento da carne. Viçosa - MG: CPT, 2005. 148 p. ISBN: 9788576011247. SEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. Brasilia: EMBRAPA Informação Tecnológica EMBRAPA Suínos e Aves, 2007. 302 p. ISBN: 9788573833843. MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático, São Paulo: Nobel, 1999, 156 p. XIMENES, L. J. F. Ciência e tecnologia na pecuária de caprinos e ovinos. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2010. 732 p. (BNB. Ciência e Tecnologia 05) ISBN: 9788577911127.
QUÍMICA DE ALIMENTOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Teórica: 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Água. Carboidratos. Proteínas, Lipídeos e Pigmentos. Bibliografia Básicas ARAÚJO, J. M. A. Química de alimentos: teoria e prática. 5 ed. atual. ampl. Viçosa, MG: UFV,
2012. 601 p. ISBN: 9788572693516. DAMODARAN, S.; PARKIN, K. L; FENNEMA, O. R. Química de alimentos de Fennema. Porto Alegre: Artmed, 2010. 900 p. ISBN: 9788536322483. RIBEIRO, E. P.; SERAVALLI, E. A. G. Química de alimentos. 2 ed. São Paulo: Instituto Mauá de Tecnologia; Edgard Blücher, 2007. 184 p. ISBN: 8521203667. Bibliografia Complementares BOBBIO, F. O.; BOBBIO, P. A. Introdução à química de alimentos. 2 ed. rev. e atual. São Paulo: Varela, 1989, 1995. 191 p. ISBN: 8585519029. BOBBIO, Fl. O.; BOBBIO, P. A. Manual de laboratório de química de alimentos. São Paulo: Varela, 1995,2003. 129 p. ISBN: 8585519134 CASTELLO-BRANCO E. Química dos alimentos: a base da nutrição. São Paulo: Editora Varela, 2010. COULTATE, T. P. Alimentos – A química de seus componentes- 3 ed. Artmed Ed. S.A. 2004. CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Blucher, 1980,1985, 1998525 p. COX, Michael M et al. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 1273 p. GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Nobel, 1998.
18.4. Ementas do Quarto Semestre ANALÍSE FÍSICO-QUÍMICA DE ALIMENTOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Noções de teoria de métodos – escolha dos métodos amostragem e preparo da amostra estudo dirigido sobre bromatologia noções básicas funcionamento do laboratório instrumentos – mais usados no laboratório confiabilidade dos resultados e estatística preparação de soluções e preparação de soluções padrões estudo dirigido – livro analise físico-química do Instituto Adolfo Lutz aula pratica - preparação de soluções e preparação de soluções pratica: reação de Éber para gás sulfídrico pratica: determinação de proteína pratica: determinação de proteína pratica: determinação de N-BVT pratica: determinação de N-BV. Bibliografia Básicas ARAÚJO, J. A. Química de alimentos – Teoria e prática. 3 ed. Viçosa: Editora UFV, 2006. CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Editora Unicamp, 2011. HARRIS, D. C. Análise química quantitativa. 8 ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2012. HAGE, D. S.; CARR, J. D. Química analítica e análise quantitativa. 1 ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2012. Bibliografia Complementares CHRISTIAN, G. D. Analytical chemistry. 6th ed. New York, NY: J. Wiley & Sons, 2004. IAL (INSTITUTO ADOLFO LUTZ). Métodos físico-químicos para análise de alimentos. 4 ed. São Paulo: IAL, 2008. 1018 p. SILVA, D. J.; QUEIROZ, A. C. Análise de alimentos: métodos químicos e biológicos. 3 ed., Viçosa: UFV, 2002. SKOOG, D. A. et al. Fundamentos de química analítica. São Paulo, SP: Thomson Learning, 2006. VOGEL, A. I.; MENDHAM, J. et al. Análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2002.
BIOQUÍMICA APLICADA A ALIMENTOS Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 60 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Vitaminas. Enzimas. Metabolismo Intermediário. Transformações bioquímicas em produtos vegetais. Transformações bioquímicas em produtos de origem animal. Bibliografia Básicas COX, M. M. et al. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 1273 p. LAJOLO, F. Química e bioquímica dos alimentos - v. 2, Editora Atheneu, 2017. KOBLITZ, M. Bioquímica de alimentos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. RIBEIRO, E. Química de alimentos. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2007. Bibliografia Complementares ARAÚJO, J. M. A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, Impr. Univ. 1995. 335 p.:
il. BERG, J. M.; TYMOCZKO, JOHN L.; STRYER, L.; MOREIRA, A. J. M. DA SILVA; CAMPOS, J. P.; MOTTA, P. .O. Bioquímica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Blucher, 1980,1985, 1998. 525. COX, M. M et al. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 1273 p. ISBN: 9788536324180 DAMORADAN, S.; PARKIN, K. L; FENNEMA, O. R. Química de alimentos de Fennema. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010, 900 p.
GESTÃO FINANCEIRA Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: 4103091) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática: Extensão 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Teórica: Ambiente de negócios e introdução à administração financeira; A empresa e o ambiente empresarial; Importância e objetivos da administração financeira; Áreas da administração financeira; Gestão financeira para a tomada de decisões; Responsabilidade da equipe de finanças; Finanças na estrutura organizacional da empresa; Avaliação do desempenho financeiro empresarial; Análise financeira simples e avançada; Planejamento financeiro de curto prazo – gestão do capital de giro; Planejamento financeiro de curto prazo - gestão do caixa; Gestão de contas a pagar e a receber; Gestão de estoques; Fontes de financiamento de curto prazo; Planejamento financeiro de longo prazo; Decisões de investimento; Decisões de financiamento; Gestão financeira aplicada à produção agroindustrial. Extensão: Uso de ferramentas de gestão financeira em cooperativas e nas micro e pequenas empresas que atuam nas cadeias produtivas da agroindústria; Planejamento financeiro em cooperativas e micro e pequenas empresas que atuam nas cadeias produtivas da agroindústria; Gestão financeira como ferramenta de projetos de extensão nas empresas do setor agroindustrial; Projetos de extensão voltados para a consultoria em investimentos financeiros nas empresas cooperativas e nas micro e pequenas empresas; A gestão financeira como ferramenta de melhoria de processos nas empresas que atuam nas cadeias produtivas da agroindústria. Análise de desafio econômico-financeiros de empreendimentos de base local e de viabilidade orientada à sustentabilidade econômico-social em cadeias agroindustriais como contexto formativo. Bibliografia Básicas SAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2012. ENDE, M. V. Gestão financeira em cooperativas. Santa Maria: Colégio Politécnico da UFSM, 2015. GITMAN, L. et al. Princípios de administração financeira. 12 ed. São Paulo: Pearson, 2010. GROPPELLI, A. A.; NIKBAKHT, E. Administração financeira. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. NETO, A. A.; LIMA, F. G. Fundamentos de gestão financeira. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2016. SEBRAE. Gestão financeira. São Paulo: SebraeSP/EaD, E-book. 2017. Bibliografia Complementares AMORIM, C. B.; CHARPINEL, L. P. A gestão e administração financeira no mundo contemporâneo. v. 2. São Paulo: AYA EDITORA, 2023. BROM, L. G. BALIAN, J. E. A. Análise de investimentos e capital de giro: conceitos e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2007. CHIAVENATO, I. Gestão financeira: uma abordagem introdutória. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2022.
LEMES JÚNIOR, A. B. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. SOUZA, A. Gerência financeira para micro e pequenas empresas: um manual simplificado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. DAMODARAN, A.; RITTER, J. Administração financeira. 2 ed., Porto Alegre: Bookman, 2007.
PRÁTICA PROFISSIONAL EM PRODUÇÃO Créditos: 2 Carga Horária: 30 VEGETAL (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática: 15 Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Agricultura (DA) Ementa Prática: Na área de olericultura, mostrar ao aluno as técnicas de cultivos e produção de hortaliças, desde o planejamento da instalação da horta até a colheita, de forma que o aluno obtenha as informações teóricas e práticas que o capacite à inserção no mercado dessa área. Nesse contexto, será explorado: Planejamento e implantação de hortas; Tipos de propagação de plantas; Manejo fitossanitário; Adubação; Irrigação. Colheita. Implantação e Principais Tratos Culturais em culturas Anuais (Milho, Feijão, Mandioca e Cana de açúcar): Preparo da área e Plantio Adubação: Função dos nutrientes na produção; Tipos de adubação Controle de ervas indesejáveis Irrigação Principais pragas e doenças e seu controle Colheita e comercialização. Proporcionar aos estudantes os conhecimentos teóricos práticos da fruticultura agroecológica nas diversas regiões do mundo. Enfatizar a prática dos métodos da propagação vegetativa das plantas frutíferas adaptadas à região do Nordeste Brasileiro. Executar atividades produtivas Vivenciar as diversas fases/etapas produtivas de manejo prático no Laboratório de Agricultura, Laboratório de Fruticultura e Laboratório de Olericultura do CCHSA/UFPB. Extensão: Integrar o conhecimento acadêmico com a prática agrícola, buscando melhorar a produção e a sustentabilidade no campo. Gerar e avaliar tecnologias e práticas inovadoras para os produtores, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida. Bibliografia Básicas PENTEADO, S. R. Fruticultura orgânica: formação e condução. 2 ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil,
2010. 309 p. ISBN: 9788562032127. CEREDA, M. P.I. Cultivo de mandioca. Viçosa, MG: CPT, 2008. 206 p. (Agroindústria, 413) ISBN: 8588764253. SANTOS, F. A. Cana-de-açúcar:do plantio à colheita. Viçosa: UFV, 2016. 290 p. ISBN: 9788572695404. FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 3 ed. rev. e ampl. Viçosa, MG: UFV, 2008. 421 p. ISBN: 9788572693134. Bibliografia Complementares FACHINELLO, J. C.; HOFFMANN, A.;COSTA NACHTIGAL, J. C. Propagação de plantas frutíferas. 1 ed., Embrapa Uva e Vinho. 2005. ORÉM, A.; SOUZA, J. E.; PAULA JÚNIOR, T. J. Feijão: do plantio à colheita. Viçosa, MG: Ed. UFV,
2015. 384 p. ISBN: 9788572695138. ASTRO, P. R. C; KLUGE, R. A. Ecofisiologia de cultivos anuais: trigo, milho, soja, arroz e mandioca. São Paulo: Nobel, 1999. 126 p. ISBN: 8521310781. FONTES, P. C. R. Olericultura: Teoria e prática. Viçosa, MG: UFV, 2005. 486 p.
TECNOLOGIA DE BEBIDAS Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática: 15 Extensão: Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Legislação e classificação de bebidas. Histórico, importância sócio-cultural e econômica das principais bebidas alcoólicas e não alcoólicas. Critérios tecnológicos e de qualidade da produção de bebidas não alcoólicas. Tecnologia e qualidade das bebidas alcoólicas produzidas por fermentação, destilação e por mistura. Bibliografia Básicas VENTURINI FILHO, W. G. Bebidas alcoólicas, ciência e tecnologia. Bebidas. v. 1. São Paulo: Edgard Blücher. 2010. 461 p. VENTURINI FILHO, W. G. Bebidas não alcoólicas, ciência e tecnologia. Bebidas. v. 2. São Paulo: Edgard Blücher. 2010. 385 p. VENTURINI FILHO, W. G. Indústria de bebidas, inovação, gestão e produção. Bebidas. v. 3. São Paulo: Edgard Blücher. 2010. 536 p. SCHMIDT, F. L.; EFRAIM, P. Pré-processamento de frutas, hortaliças, café, cacau e cana-deaçúcar. Rio de Janeiro: Elsevier. 205. 932 p. Bibliografia Complementares AQUARONE, E.; BORZANI, W.; SCHMIDELL,W.; LIMA, U. A. Biotecnologia industrial biotecnologia na produção de alimentos. v. 4. São Paulo: Edgard Blücher. 2001. 523 p. ALCARDE, A. R. Cachaça. ciência, tecnologia e arte.. 2 ed. São Paulo: Blücher. 2017. 96 p. SANTOS, F.; FERNANDES, O. W.; CALDAS, C.; EICHLER, P. Tecnologia de produção cana-deaçúcar e cachaça. São Carlos: Suprema Gráfica e Editora. 2018. 418 p. VENQUIARUTO, L. D.; DALLAGO, R. D. Química das bebidas Ebook. Erechim: EdiFAPES, 2018. 66 p.
TECNOLOGIA DE CEREAIS E PANIFICAÇÃO Créditos: 5 Carga Horária: 75 (Código: 4103102) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática: 15 Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Teórica/Prática: Introdução à tecnologia e processamento de cereais e tuberosas amiláceas, Processamento do trigo, Processamento do milho, Processamento do arroz, Processamento da mandioca, Histórico da Panificação, Definição e legislação, tipos, características, ingredientes principais, tecnologia do processamento e equipamentos dos produtos panificados, Biscoitos e massas alimentícias. Extensão: Análise de qualidade e segurança de alimentos em cadeias de base local, com o foco em conformidade sanitária e fortalecimento competititvo como contexto de resolução de problemáticas sociais. Produção artesanal de produtos da panificação, de forma higiênica e com boas práticas de fabricação, e compreenção das etapas de fabricação e os processos bioquímicos envolvidos. Bibliografia Básicas CAUVAIN, S. P.; YOUNG, L. S. Tecnologia da panificação. 2 ed. Barueri, SP: Manole, 2009. 418 p. ISBN: 9788520427064 ELEUTÉRIO, H.; GALVES, M. C. P. Técnicas de confeitaria. 1 ed. São Paulo: Érica, 2014. GAVA, A. J.; SILVA, C. A. B. S.; FRIAS, J. R. G. Tecnologia de alimentos princípios e aplicações. Nobel, São Paulo, 2009. LIMA, U. A. Matérias-primas dos alimentos. 1 ed. Blucher, 2010. SILVA, D. A.; NEVES, J. R.; VERRI, M. I. Fundamentos da panificação e confeitaria. 1 ed. São Paulo, SENAI, 2014. Bibliografia Complementares QUEIROZ, M.; LOPES, J. D. S. Curso profissional de panificação. Viçosa, MG: CPT, 2007. 154 p. (Panificação e Confeitaria, 578) ISBN: 9788576012009. QUEIROZ, M.; LOPES, J. D. S. Curso profissional avançado de panificação. Viçosa, MG: CPT,
2007. 252 p. (Panificação e Confeitaria, 575) ISBN: 9788576012122. CAUVAIN, S. P.; YOUNG, L. S. Fabricación de pan. Acribia S.A, Zaragoza/ España, 2002. BASTOS, E. Trigo: da lavoura ao pão. Ícone São Paulo, 1987. GAVA, A. J.; SILVA, C. A. B. S. ; FRIAS, J. R. G. Tecnologia de alimentos princípios e aplicações. Nobel, São Paulo, 2010. Apostila – Processamento de cereais. Escola Estadual de Educação Profissional. Curso Técnico em Agroindústria.
TECNOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS Créditos: 5 (Código: 4103101) Carga Horária: 75 Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Matérias primas da indústria de frutas e hortaliças; Alterações em frutas e hortaliças e derivados; Armazenamento e transporte de frutas e hortaliças; Aspectos de qualidade em frutas hortaliças e derivados; Equipamentos industriais para o processamento de frutas e hortaliças; Processamentos de frutas, hortaliças e derivados; Aproveitamento de resíduos agroindustriais derivados da industrialização de frutas e hortaliças. Bibliografia Básicas DA SILVA, C. A. B. Projetos de empreendimentos agroindustriais: produtos de origem vegetal. Editora UFV. 2003. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e prática. Artmed Editora. 2006. GAVA, A. J.; SILVA, C. A. B. S.; FRIAS, J. R. G. Tecnologia de alimentos princípios e aplicações. Nobel, São Paulo, 2009. LIMA, U. A. Agroindustrialização de frutas. 2 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 164 . ORDOÑEZ, J. A.; RODRÍGUEZ, M. I. C.; ÁLVAREZ, L. F.; SANZ, M. L. G. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, v. 1, 2005. Bibliografia Complementares REIS FILGUEIRA, F. A. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa, MG: Editora UFV.2008. WILEY, R. C.; FERNANDEZ-SALGUERO CARRETERO, J. O. S. E. Frutas y hortalizas mínimamente procesadas y refrigeradas. 1997. THOMPSON, A. K. Almacenamiento en atmósferas controladas de frutas y hortalizas. Controlled atmosphere storage of fruits and vegetables. Acribia, 2003.
18.5. Ementas do Quinto Semestre ANÁLISE INSTRUMENTAL DE ALIMENTOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Conceitos básicos sobre métodos analíticos instrumentais. Métodos espectrais e óptico, métodos de separação e eletroquímicos. Absorciometria. Métodos espectrais e óptico. Fotometria de chama. Espectrofotometria de absorção atômica. Espectrofotometria no infravermelho. Métodos cromatográficos. Cromatografia gás-liquida. Cromatografia gás-sólida. Cromatografia liquida. Técnicas hifenadas. Métodos Eletroquímicos. Tratamento de amostra. Tratamento e análise de dados. Bibliografia Básicas ARAÚJO, J. A. Química de alimentos – Teoria e prática. 3 ed. Viçosa: Editora UFV, 2006. CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Editora Unicamp, 2011. EWING, G. W.; ALBANESE, A. G.; CAMPOS, J. T. S. Métodos instrumentais de análise química. São Paulo: Blücher, 2010. HAGE, D. S.; CARR, J. D. Química analítica e análise quantitativa. 1 ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2012. HARRIS, D. C. Análise química quantitativa. 8 ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2012. HIGSON, S P. J. Química analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 2009. Bibliografia Complementares ALDRIGUE, M. L. Análise de alimentos. Ed. Universitária/UFPB. 2002. AQUINO NETO, F. R.; NUNES, D. S .S. Cromatografia: princípios básicos e técnicas afins. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2003. CHRISTIAN, G. D. Analytical chemistry. 6 ed., John Wiley and Sons, NY, 2004, 848 p. COLLINS, C. H.; BRAGA, G.L.; BONATO, P. S. Introdução a métodos cromatográficos. Campinas: Editora da UNICAMP, 2006.
ANÁLISE SENSORIAL DE ALIMENTOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: 4103114 Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Definições e Conceito sobre Análise Sensorial. Campos de ação da Análise Sensorial. Termos empregados na Análise Sensorial. Fases da Análise Sensorial. Sentidos humanos. Sentidos humanos e a avaliação sensorial. Compostos usados como referência para os gostos básicos. Ocorrência de percepções patológicas. Fatores que influenciam nas percepções. Tipos de erros na Análise Sensorial. Avaliação sensorial. Condições dos testes. Amostras. Horários e duração dos testes. Condução do teste. Questionários ou fichas de avaliação. Preparo e apresentação das amostras. Veículos de apresentação das amostras. Quantidade de amostra oferecida. Temperatura das amostras. Codificação e ordem de apresentação das amostras. Seleção da equipe. Critérios para seleção da equipe. Amostras por sessão. Provadores. Métodos sensoriais. Classificação dos testes afetivos. Locais de aplicação dos testes afetivos. Testes de preferência e aceitação. Escalas. Bibliografia Básicas MINIM, V. P. R. Análise sensorial. Estudos com consumidores. 3 ed. Editora UFV. 2013. 332 p. PENNA, E. W. Evaluación sensorial. Una metodología actual para tecnología de alimentos. Edición Digital reproducida con autorización del autor. 2001. 118 p. DUTCOSKY, S. D. Análise sensorial de alimentos. 4 ed. Editora Champagnat - Pucpress. 2013. 531 p. MEILGARD, M.; CIVILLE, G. V.; CARR, B. T. Sensory evaluation techniques, 3rd ed., Boca Raton: CRC, 1999. 387 p. Bibliografia Complementares AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS – ASTM. E 1490-92: Standard practice for descriptive skin feel of creams and lotions (reapproved 1997). ASTM International, 1992, 15 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12994: métodos de análise sensorial de alimentos e bebidas: terminologia. Rio de Janeiro, 1993. 2 p. _________. NBR 13088: teste de comparação pareada em análise sensorial. Rio de Janeiro, 1994a. 7 p. _________. NBR 13170: teste de ordenação em análise sensorial. Rio de Janeiro, 1994b. 7 p. _________. NBR 13526: teste de comparação múltipla em análise sensorial dos alimentos e bebidas. Rio de Janeiro, 1995. 9 p. _________. NBR 14140: análise descritiva quantitativa. Rio de Janeiro, 1998a. 5 p. _________. NBR 14141: escalas utilizadas em análise sensorial. Rio de Janeiro, 1998b. 3 p.
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO DE ALIMENTOS Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103116) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Introdução à Embalagem: Definição. Arte da embalagem. Ciência e tecnologia da embalagem. Embalagens ativas e inteligentes. Embalagens plásticas e polímeros. Propriedades dos plásticos. Interação embalagem x alimento. Migração global. Embalagens de Papel, Cartão e Papelão. Embalagens metálicas. Embalagens de vidro. Armazenamento de alimentos. Bibliografia Básicas CARVALHO, M. A. Engenharia de embalagens: uma abordagem técnica do desenvolvimento. São Paulo: Novatec, 2008. 288 p. CASTRO, A. G.; POUZADA, A. S. Embalagem para a indústria alimentar. Neograf: Lisboa. 2003. JORGE, N. Embalagens para os alimentos. São Paulo: Cultura Acadêmica: Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de Graduação. 2013. 194 p. NEGRÃO, C.; CAMARGO, E. Design de embalagem - do marketing à produção. São Paulo: Novatec. 2008. 336 p. SARANTOPOULOS, C. I. L.; TEIXEIRA, F. G. (Editores). Embalagens plásticas para alimentos: principais polímeros e avaliação de propriedades. 2 ed. CETEA/ITAL. 2017. 432 p. Bibliografia Complementares BARÃO, M. Z. SBRT. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Embalagens para produtos alimentícios. Instituto de Tecnologia do Paraná – TECPAR, 2011. 31 p. BUREAU, G.; MULTON, J. l. Embalaje de los alimentos de gran consumo. Editorial Acribia S.A. 1995. DANTAS, S. T.; GATTI, J. A. B.; SARON, E. S. Embalagens metálicas e sua interação com alimentos e bebidas. Campinas: CETEA/ITAL. 1999. 232 p. FARIA, E. V.; DANTAS, S. T.; SOLER, R. M.; ANJOS, V. D. A.; ARDITO, E. F. G. Controle de qualidade de embalagens metálicas. Campinas: CETEA/ITAL. 1990. 228 p. JAIME, S. B. M.; DANTAS, F. B. H. Embalagens de vidro para alimentos e bebidas. Propriedades e requisitos de qualidade. Campinas: CETEA/ITAL, 2009, 223 p. MESTRINER, F. Inovação na embalagem. Manual prático. 1 ed. Editora M. Books. 2018. 192 p. http://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/ebooks/360234.PDF SANTOS, A. M. P.; YOSHIDA, C. M. P. Embalagem. Rede E-Tec. Recife: EDUFRPE/CODAI, 2011. 152 p. (Técnico em Alimentos).
GESTÃO DA PRODUÇÃO Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: 4103108) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Teórica: Conceitos gerais. Sistema de Produção. Tipos de Produção e Fluxo de Informações. Planejamento e Controle da Produção (PCP). Manutenção preventiva e o Controle da Qualidade. PERT e CPM. Layout fabril. Integração PCP – Planejamento e Controle da Produção, RH – Recursos Humanos, MKT – Marketing, Finanças, Materiais. Administração de Projetos. Planejamento e Controle de Estoques. Sistema MRP I, MRP II, OPT, Just-in-Time (Kanban). Análise do Controle e da produtividade. Extensão: Responsabilidade socioambiental na produção: Práticas sustentáveis nas cadeias produtivas agroindustriais; Redução de impactos ambientais e promoção do bem-estar social; Visitas técnicas à cooperativa e agroindústrias familiares. Desenvolvimento regional e geração de emprego: Papel das agroindústrias no fortalecimento das economias locais; Avaliação dos impactos da agroindústria em comunidades rurais (emprego, renda, educação). Qualidade de vida no ambiente de trabalho e Consumo sustentável: QVT e Condições de trabalho no meio rural e agroindustrial; Ergonomia, saúde e segurança no trabalho; Gestão e práticas de valorização dos colaboradores; Consumo consciente e sustentável do consumidor. Bibliografia Básicas CORRÊA, H. L.; CORRÊA, C. A. Administração da produção e operações: manufatura e serviços – uma abordagem estratégica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010. CÔRREA, H. L.; GIANESI, I. G. N. Just in time, MRP II e OPT: um enfoque estratégico. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2013. MARTINS, P. G. Administração da produção. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2005. MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 2 ed. São Paulo: Cengage Learnig, 2011. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementares BALLOU, R. H. Logística empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 2009. CÔRREA, H. L.; GIANESI, I. G. N. Planejamento, programação e controle da produção. MRP II /ERP: conceito, uso e implantação. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001. HEINRITZ, S. F; FARRELL, P. V. Compras: princípios e aplicações. São Paulo: Atlas, 1994. POZO, H. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2008. SLACK, N. et al. Administração da produção. Edição compacta. São Paulo: Atlas, 2009.
MARKETING ESTRATÉGICO AGROINDUSTRIAL Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: 4101143) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) Ementa Visão geral da Administração de Marketing; O ambiente do Marketing. Componentes do marketing estratégico. Segmentação de Mercado. Pesquisa de Mercado. Os 4Ps. Os 4Cs. Os 4As. Planejamento Estratégico de Marketing. Interpretação dos papéis dos consumidores e processadores. Reposicionamento dos produtores rurais e suas organizações em nível local e mundial, para a condição essencial de competitividade. Estratégia de Marketing Aplicada Agrobusiness, Plano de Marketing, Comunicação. Mecanismo de Comercialização. Bibliografia Básicas BOONE, L. E.; KURTZ, D. L. Marketing contemporâneo. Tradução Roberta Schneider. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 776 p. HOOLEY, G. J.; PIERCY, N. F.; NICOULAOUD, B. Estratégia de marketing e Posicionamento competitivo. 4 ed. 2011. KOTLER, P. Administração de marketing. 12 ed. Editora: Pearson, 2006. PRIDE, WILLIAM M. Fundamentos do marketing. 6 ed. CENGAGE. 2016. SAMARA, B.; BARROS, J. C. Pesquisa de marketing: Conceitos e metodologia. 4 ed. 2010. 270 p. Bibliografia Complementares AMBRÓSIO, V. Plano de marketing: um roteiro para a ação. 2 ed. São Paulo: Pearson Education Brasil, 2012. KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de marketing. 9 ed. São Paulo: Pearson. 2005. MEGIDO, J. L. T.; XAVIER, C. Marketing e agribusiness. Atlas. 2003. OGDEN, J. R. Comunicação integrada de marketing. 2 ed. Editora: Prentice Hall, 2007.
PRÁTICA PROFISSIONAL EM TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática: 15 Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Prática: Aperfeiçoamento da aprendizagem dos alunos no estudo da Tecnologia de bebidas, Tecnologia de cereais panificações e na Tecnologia de frutas e hortaliças através do conhecimento sobre as diversas tecnologias aplicadas as matérias primas de origem vegetal para a elaboração de diversos produtos alimentícios; contribuindo para o aprendizado prático vivenciado nas indústrias de processamento, desde a seleção da matéria prima, passando pelo processamento e tecnologia adequados para cada matéria prima, bem como a escolha dos métodos de conservação e embalagens propícios a garantia da higiene dos produtos elaborados, objetivando a obtenção de produtos de qualidade. Conhecimento prático das tecnologias de transformação e conservação de bebidas, panificação e frutas e hortaliças praticadas nos Laboratórios (CCHSA/UFPB): Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento Bebidas Fermento Destiladas, Laboratório de Tecnologia da Panificação e Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Frutohortícolas. Extensão: Análise de reaidades agroecológicas do território como campo formativo, com o foco em manejo sustentável e agregação de valor em cadeias vegetais estratégicas. Capacitação no segmento de produção alimentícia, especificamente, no seguimento de panificação e confeitaria, os quais apontam índices crescentes de demanda; Qualificar profissionais em situação de vulnerabilidade como estratégia de inclusão social; Temáticas como: higiene e manipulação de alimentos, técnicas básicas e essenciais. Bibliografia Básicas LIMA, U. A. Agroindustrialização de frutas. 2 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 164 p CAUVAIN, S. P.; YOUNG, L. S. Tecnologia da panificação. 2 ed. Barueri, SP: Manole, 2009. 418 p. ISBN: 9788520427064 VENTURINI FILHO, W. G. Bebidas alcoólicas, ciência e tecnologia. Bebidas. v. 1. São Paulo: Edgard Blücher. 2010. 461 p. VENTURINI FILHO, W. G. Bebidas não alcoólicas, ciência e tecnologia. Bebidas. v. 2. São Paulo: Edgard Blücher. 2010. 385 p. Bibliografia Complementares WILEY, R. C. Frutas y Hortalizas mínimamente processadas y refrigeradas. Zaragoza, Editorial Acribia, 1997, 362 p. ELEUTÉRIO, H.; GALVES, M. C. P. Técnicas de confeitaria. 1 ed. São Paulo: Érica, 2014 FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e prática. Artmed Editora. 2006. QUEIROZ, M.; LOPES, J. D. S. Curso profissional avançado de panificação. Viçosa, MG: CPT,
2007. 252 p. (Panificação e Confeitaria, 575) ISBN: 9788576012122. VENQUIARUTO, L. D.; DALLAGO, R. D. Química das bebidas Ebook. Erechim: EdiFAPES, 2018. 66 p.
TECNOLOGIA DE CARNE E DERIVADOS Créditos: 5 Carga Horária: 75 (Código: 4103107) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Produção de carnes a nível nacional e internacional. Conceito. Bem estar animal e a qualidade da matéria prima cárnea. Estrutura e composição da carne e dos produtos de origem animal. Conversão do músculo em carne. Qualidade. Alterações químicas, bioquímica e funcional da carne. Fatores que afetam a qualidade. Tecnologia de obtenção. Processos industriais: salga. Produção de linguiças, salsichas, mortadelas, presuntos, apresuntado, fiambres, defumação, processos mistos e conservas, pastas de carnes e bacon. Redução do custo de fabricação dos produtos cárneos. Produção de produtos cárneos com carne avícola, suíno e caprino/ovino. Subprodutos na indústria de carnes. Inovação tecnológica. Produção sustentável da indústria cárneo. Bibliografia Básicas RAMOS, E. M.; GOMIDE, L. M. Avaliação da qualidade de carnes - Fundamentos e Metodologias: UFV, 2017. 452 p. WARRISS, P. D. Ciencia de la carne. Zaragoza: Acribia. 2003. 309 p. LAWRIE, R. A. Ciência da carne. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 384 p TERRA, N. N. Defeitos nos produtos cárneos: origens e soluções. São Paulo: Varela, 2004. Bibliografia Complementares PARDI, M. C. et al. Ciência, higiene e tecnologia da carne. v. 1 Goiânia: UFG, 1995. PARDI, M. C. et al. Ciência, higiene e tecnologia da carne. v. 2 Goiânia: UFG, 1995. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO (MAPA). Portaria n° 210, regulamento técnico da inspeção tecnológica e higiênico-sanitária de carne de aves, de 10 de novembro de 1998, publicada no D.O.U. de 26/11/98, Seção I - iniciando-se na página 226. ------------------------ (MAPA). Portaria nº 711, normas técnicas de instalações e equipamentos para abate e industrialização de suínos, de 01/11/95. ---------------------- (MAPA). Lei n° 1283, regulamento de inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal (RIISPOA), aprovado pelo decreto nº 30.691, de 29/03/52. MORAES, J. C. Perfil da carne bovina, Cedic, 1975, 145 p. [636.2(816.5), R585p].
TECNOLOGIA DE LEITE E DERIVADOS I Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Cadeia produtiva do leite e seus derivados; Obtenção higiênica do leite: Introdução à fisiologia da glândula mamária; Fatores que interferem na composição e secreção do leite: Raça, espécie animal, alimentação, estação do ano, idade, no de lactação; Caracterização dos componentes do leite: lactose, lipídeos, proteínas, sais minerais e água; Propriedades nutritivas e tecnológicas dos componentes e dos derivados do leite; Diferenças físico-químicas entre leite de vaca / leite de cabra / leite de búfala; Caracterização físico-química do leite normal, colostro, retenção e leite mastítico; Recepção do leite na indústria; Tipos e tratamentos do leite: Pré-tratamentos do leite: pré-aquecimento ou terminação, clarificação, padronização, homogeneização e bactofugação; Beneficiamento do leite fluido: Leite pasteurizado (HTST) e esterelizado (UT e UHT). Legislação e padrões físico-químicos e microbiológicos. Processamento de Leites fermentados e bebidos lácteas e Processamento de leite concentrado e desidratado. Bibliografia Básica BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite. 13 ed., Livraria Nobel, 1984. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína, iogurte, sorvetes e instalações: produção - industrialização - análise. 15 ed., São Paulo: Nobel, 1984. 320 p. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e prática. Artmed Editora. 2006. FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. ed. revisada. Editora Atheneu, 2005. GAVA, A. J.; SILVA, C. A. B. S. ; FRIAS, J. R. G. Tecnologia de alimentos princípios e aplicações. Nobel, São Paulo, 2009. MONTEIRO, A. A. Tecnologia de produção de derivados de leite. 2 ed. Editora:UFV, 2011. Bibliografia Complementares ANTUNES, A. Funcionalidade de proteínas do soro de leite bovino. Barueri: Manole, 2003. WALSTRA, P. Ciencia de la leche y tecnologia de los produtos lácteos. Zaragoza: Acribia, 2001. BRASIL. Instrução Normativa nº 51, de 20 de setembro de 2002. Aprova os regulamentos técnicos de produção, identidade e qualidade do leite tipo... Diário Oficial da União, Brasília, p. 13, 21 set. 2002. Seção 1.
18.6. Ementas do Sexto Semestre GESTÃO DA QUALIDADE Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA Ementa Conceitos e evolução da Gestão da Qualidade. Principais linhas de pensamento. Sistema de Qualidade. Cultura da Qualidade. Gestão da Qualidade Total (TQM). Ferramentas da Qualidade. Controle da Qualidade. Programa 5S’s. Normas ISO. Bibliografia Básicas CAMPOS, V. F. Controle da qualidade total (no estilo japonês), 8 ed. Belo Horizonte: EDG – Editora de Desenvolvimento Gerencial, 2006. CARVALHO, M. M.; PALADINI, E. P. (coords.). Gestão da Qualidade: Teoria e Casos. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. BRAVO, I. Gestão da qualidade em tempo de mudanças. 3 ed. Campinas-SP: Alínea, 2010. PALADINI, E. P. Gestão estratégica da qualidade: princípios e métodos e processos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementares BALLESTERI-ALVAREZ, M. E. Administração da qualidade e da produtividade. São Paulo: Atlas, 2001. BATALHA, M. O. (org.) et al. Gestão agroindustrial. v. 1. 3 ed. São Paulo: Atlas. 2012. FEIGENBAUM, A. V. Controle da qualidade total. São Paulo: Makron Books, 1994. GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1992. PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006. ZYLBERSZTAJN, D.; SCARE, R. F. Gestão da qualidade no agribusiness: Estudo de caso, 2003.
PRÁTICA PROFISSIONAL EM ANÁLISE DE ALIMENTOS Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Prática: Construir uma base prática para que os discentes da agroindústria consigam executar as análises microbiológicas de controle devidas e de forma correta em alimentos. Análise sensorial e sua aplicabilidade na agroindústria de alimentos e bebidas. Testes discriminativos. Testes de sensibilidade. Testes descritivos. Testes afetivos. Preparo e realização de testes sensoriais. Avaliação de resultados de testes sensoriais. Aumentar o conhecimento sobre as técnicas de análise de alimentos, no que se refere a seu valor nutricional e sua caracterização química, bem como interpretar os resultados analíticos e enquadrá-los de acordo com os padrões exigidos pela Legislação Vigente, bem como incentivar os alunos a buscar praticar novos métodos de análises; Conhecimento prático dos procedimentos e rotina dos laboratórios de analíse de alimentos do CCHSA/UFPB: Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial; Laboratório de Microbiologia dos Alimentos; Laboratório de Análise Físico-Química dos Alimentos. Bibliografia Básicas CHAVES, J. B. P. Métodos de diferença em avaliação sensorial de alimentos e bebidas. 3 ed. Viçosa: UFV, 2005. 91 p. ISBN: 857269089. MINIM, V. P. R. Análise sensorial:estudos com consumidores. 2 ed., Viçosa, MG: UFV, 2010. 308p. ISBN: 9788572693943. SILVA, N. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos e água. 4 ed. São Paulo: Varela, 2010. 624 p. ISBN: 9788577590131. Bibliografia Complementares CHAVES, J. B. P.; SPROESSER, R. L. Práticas de laboratório de análise sensorial de alimentos e bebidas. 1 ed. Viçosa: UFV, 2005. 81 p. ISBN: 9788572691480. DUTCOSKY, S. D. Análise sensorial de alimentos. Champagnat. 2013. FORSYTHE, S. J.; BIANCHINI, A.; TONDO, E. C. Microbiologia da segurança dos alimentos. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 607 p. ISBN: 9788536327051. PALERMO, J. R. Análise sensorial. Fundamentos e métodos. Atheneu. 2015. RANCO, B. D. G. M.; FRANCO, B. D. G. M; LANDGRAF, M. Microbiologia de alimentos. São Paulo: Ateneu, 2008. 182 p. ISBN: 9788573791217. CHAVES, J. B. Práticas de laboratório de análise. UFV. 2005.
SECAGEM DE ALIMENTOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: 4103138) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Conceito de secagem. Princípios da secagem. Propriedades do Ar. Atividade de água e conteúdo de umidade. Sistemas de secagem. Tipos de secadores. Principais alterações dos alimentos desidratados. Práticas de secagem. Bibliografia Básicas PEREDA, J. A. O. Tecnologia de alimentos: Componentes dos alimentos e processos. Artmed,
2005. ISBN: 8536304367. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. 4ed.Artmed,
2019. ISBN: 8582715250. TADINI, C. C.; TELIS, V. R.; MEIRELLES, A. J.; FILHO, P. A. P. Operações unitárias na indústria de alimentos. v. 2, 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. ISBN: 9788521624141. SINGH, R. P.; HELDMAN, D. R. Introdução à engenharia de alimentos. 5 ed. Elsevier-Campus,
2016. ISBN: 9788535279191. MEIRELLES, M. A. A.; PEREIRA, C. G. Fundamentos, transformações da engenharia de alimentos. 1 ed., v. 6., Atheneu, 2013. ISBN: 9788538803423 MATOS, S. P. Operações unitárias: fundamentos, transformações e aplicações dos fenômenos físicos e químicos. São Paulo: Erica, 2015. ISBN: 9788536510835. COSTA, E. C. Secagem industrial. 1 ed. Bhucher, 2007. ISBN: 97885221204176 SILVA, J. S. Secagem e armazenagem de produtos agrícolas. 2 ed. Aprenda fácil, 2008. CARVALHO, N. M. A secagem de sementes. 2 ed. Funep, 2005. Bibliografia Complementares FOUST, A. S. et al. Princípios das operações unitárias. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1982. 670 p. ISBN: 9788521610380. BLACKADDER, D. A; NEDDERMAN, R. M; VIDAL, L. R. G. Manual de operações unitárias: destilação de sistemas binários, extração de solvente, absorção de gases, sistemas de múltiplos componentes, trocadores de calor, secagem, evaporadores, filtragem. S. l.: Hemus,
2004. 276 p. ISBN: 01210295068528905217. FREIRE, J. T. Tópicos em Secagem de Produtos Naturais. 2018. Disponível em: https://www.sna.agr.br/ livro-gratuito-reune-estudos-sobre-a-secagem-de-produtos-naturais/. Acesso em: 23 de abril de 2025.
TECNOLOGIA DE LEITE E DERIVADOS II Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Teórica: Processamento de queijos. Processamento de creme de leite, manteigas. Tecnologia e processamento de doces de leite. Aproveitamento de subprodutos da cadeia produtiva do leite e seus derivados: processamento de ricota e bebidas lácteas. Sistema Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle e sua implementação na cadeia do leite e seus derivados. Legislação e padrões físico-químicos e microbiológicos. Extensão: Técnica para a produção de derivados lácteos padronizados e seguros, além de orientações sobre a transformação do leite em produtos de maior valor agregado, buscando aumentar a lucratividade dos produtores. Capacitação em temas como ordenha, higiene na produção de laticínios, e produção de derivados, incluindo normas de boas práticas de fabricação (BPF) e boas práticas de ordenha (BPO). Programa de autocontrole (PAC). Bibliografia Básicas BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite. 13 ed,, Livraria Nobel, 1984. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína, iogurte, sorvetes e instalações: produção - industrialização - análise. 15 ed. São Paulo: Nobel, 1984. 320 p. FRANCO, B. D. G. M. ; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. ed. revisada. Editora Atheneu, 2005. BOBBIO, P. A.; BOBBIO, F.O. Química do processamento de alimentos. 2 ed. São Paulo: Varela,
1995. 151 p. ISBN 85-85519-12-6 Bibliografia Complementares SILVA, P. H. F.; PEREIRA, D. B. C.; OLIVEIRA, L. L.; COSTA JÚNIOR, L. C. G. Físico-química do leite e derivados: métodos analíticos. 2 ed. rev. ampl., Juiz de Fora: EPAMIG, 2001. 234 p. LUQUET, F. M. Société scientifique d'hygiène alimentaire. Leche y productos lácteos: vaca, oveja, cabra. v. 2, Zaragoza: Acribia, 1991-1993. DENDER, A. G. F. Seminário Requeijão cremoso e outros queijos fundidos: aspectos de qualidade, processamento, rotulagem, legislação e mercado. Campinas: ITAL, 2000. Revista do Instituto de Laticínios Cândido Tostes. Juiz de Fora, MG: EPAMIG v. BALDE branco. São Paulo, SP: Cooperativa Central de Laticínios do Estado de São Paulo.
TECNOLOGIA DE PESCADOS E DERIVADOS Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código:Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Teórica: Higiene e sanitização na indústria de pescado; Plantas industriais e serviços de inspeção; O pescado como alimento; Estrutura muscular do pescado; Alterações do pescado pós-morte; Avaliação e controle de qualidade de pescado; Intoxicação alimentar; Alterações da carne de pescado por processamento e estocagem; Tecnologias tradicionais; Tecnologias inovadoras e emergentes; Desenvolvimento de novos produtos; Aproveitamento de subprodutos (65%). Prática: Apanha e abate de peixes de cultivo comercial com medidas de rendimento; Apanha e abate de rãs de cultivo comercial com medidas de rendimento; Tecnologias tradicionais; Tecnologias inovadoras e emergentes; Desenvolvimento de novos produtos; Aproveitamento de subprodutos (35%). Bibliografia Básicas GONÇALVES, A. A. Tecnologia do pescado: Ciência, tecnologia, inovação e legislação. São Paulo: Atheneu, 2011. 608 p. LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa - MG: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. OGAWA, M.; MAIA, E. L. Manual de pesca. São Paulo: Varela, 1999. v. 1. ISBN: 85855194441. VIEGAS, E. M. M.; ROSSI, F. Técnicas de processamento de peixes. Viçosa - MG: CPT, 2001. 88 p. (Processamento de Carne Manual nº 322). VIEIRA, R. H. S. F. Microbiologia, higiene e qualidade do pescado. Editora: Varela, 2004. Bibliografia Complementares LOGATO, P. V. R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. Viçosa - MG: Aprenda fácil,
2000. 128 p. ISBN: 9788588216582. LOBÃO, V. L.; ROJAS, N. E. T. Camarões de água doce: da coleta, ao cultivo, à comercialização. 3 ed. rev. e ampl., São Paulo: Ícone, 1985. 112 p. LIMA, L. C.; DELLISOLLA, A. T. P.; SCHETTINI, M. A. Processamento artesanal de pescado. ViçosaMG: CPT, 2000. 74 p. (Processamento de Carne Manual nº 279). FELLOWS, P. J; OLIVERA, F. C. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e prática. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006, 2008. 602 p : il. ISBN: 9788536306520. CONTRERAS GUZMAN, E. Bioquímica de pescados e derivados. Jaboticabal SP: FUNEP, 1994. 409 p. BOBBIO, P. A.; BOBBIO, F. O. Química do processamento de alimentos. 2 ed. rev. e ampliada. São Paulo: Varela, 1995, 2001. 151 p. ISBN: 8585519126. BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. 2 ed., Santa Maria: UFSM, 2009. 350 p. ISBN: 9788573911176.
TRATAMENTO E APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 AGROINDUSTRIAIS (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Teórica: Legislação sobre o gerenciamento de Resíduos; Resíduos Sólidos: definição, características físicas, gerenciamento, legislação; Resíduos agroindustriais: definição, caracterização, tratamento de águas residuárias, operações, processos e sistemas de tratamento, tratamento de resíduos sólidos, enfoque energético; Aproveitamento de resíduos vegetais, resíduos de madeira e resíduos animais: formas de aproveitamento, subprodutos obtidos a partir da sua utilização; Aproveitamento do lixo e do esgoto doméstico; Aproveitamento de resíduos sólidos (bagaço, torta de filtro e melaço) e líquidos (vinhaça) da agroindústria sucro-alcooleira; Aspectos sociais e econômicos do aproveitamento de resíduos. Extensão: Desenvolver e aplicar soluções para o tratamento e reaproveitamento de resíduos gerados por agroindústrias, reduzir o impacto ambiental e gerar valor a partir desses materiais; Potencializar os resíduos gerados por agroindústrias como matéria-prima para a produção de novos produtos; Suporte técnico e orientação para as agroindústrias implementarem práticas de gestão de resíduos mais eficientes. Bibliografia Básicas ABNT. NBR 10005: Procedimentos para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. FARIAS, T. Licenciamento ambiental: aspectos teóricos e práticos. 3 ed., Belo Horizonte: Fórum, 2011. MARTINI Jr., L. C.; FIGUEIREDO, M. A. G.; GUSMÃO, A. C. F. Redução de resíduos industriais: como produzir mais com menos. Aquarius. 2005. Bibliografia Complementares HELLER, L.; PADUA, V. L. Abastecimento de água para consumo humano. 2 ed. rev. atual., Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010. DERISIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 4 ed. atual., São Paulo: Oficina de Textos, 2012. PHILLIP JUNIOR, A.; ROMERO, M. A.; BRUNA, G. C. Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2009. STRECK, E. V.; MEZOMO, A. M.; ARTZ, A. M. D. V. Educação ambiental para a conservação e recuperação do meio ambiente. Porto Alegre: EMATER/RS - ASCAR, 2007.
18.7 Ementas do Sétimo Semestre EMPREENDEDORISMO Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 60 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) Ementa Como surge em empreendimento; O que é um empreendedor (conceitos); perfil do empreendedor; Breve histórico do surgimento do empreendedorismo; Origens, motivação, custos e benefícios do processo empreendedor; Espírito empreendedor; Breve introdução ao conceito de negócio; O processo empreendedor; Identificando oportunidades; Diferença entre ideia e oportunidade; Fontes de novas ideias; Avaliando uma oportunidade; O plano de negócios; A importância do planejamento e do plano de negócios; Estrutura do plano de negócios; Plano de negócios como ferramenta gerencial; Construindo um plano de negócios; Planejamento da elaboração do plano de negócios; O Plano de marketing; Análise de mercado; Estratégias de marketing; Caracterização da empresa; Definição da missão e objetivos; Estrutura organizacional e legal; Responsabilidades da equipe dirigente; Plano de operações; Parcerias; O Plano financeiro; Definição do investimento inicial; Projeção dos resultados e das demonstrações contábeis; identificação do ponto de equilíbrio; Análise do investimento; Elaboração do sumário executivo e processo de tomada de decisão. Bibliografia Básicas DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo corporativo: transformando ideias em negócios. 4 ed. rev. e atual., Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. GAUTHIER, F. A. O.; MACEDO, M.; LABIAK JR., S. Empreendorismo. Curitiba: Livro Técnico, 2010. Bibliografia Complementares HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D. A. Empreendedorismo. 7 ed., Porto Alegre: Bookman, 2009. COSTA, I. L. Transformação a sociedade: educação empreendedora. João Pessoa: Agência educação, 2000. 76 p. CHER, R. O meu Próprio negócio: todos os passos para a avaliação, planejamento, abertura e gerenciamento de um negócio próspero. 4 ed. São Paulo: Elsevier, 2002. 272 p.
LOGÍSTICA AGROINDUSTRIAL Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Definição e objetivos da logística. Cadeia de suprimento. Sistemas de Abastecimento. Planejamento Logístico. Projeto de rede logística. Serviços ao cliente. Processamento de Pedidos. Transportes. Gestão de estoques. Sistemas de fluxo e informação logística. Manuseio e Armazenamento do Produto. Bibliografia Básicas BALLOU, R. H. Logística empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 2009. BERTAGLIA, P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. 2 ed. rev. e atual., São Paulo: Saraiva, 2009. CAIXETA FILHO, J. V.; GAMEIRO, A. H. (org.) Transporte e logística em sistemas agroindustriais. São Paulo: Atlas, 2001. CHRISTOPHER, M. Logística e o gerenciamento da cadeia de suprimentos. 4 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012. POZO, H. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2008. Bibliografia Complementares BATALHA, M. O. et al. Gestão agroindustrial. v. 1, 3 ed. São Paulo: Atlas. 2012. BOWERSOX, D. J. et al. Gestão logística da cadeia de suprimentos. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2014. CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply Chain. São Paulo: Atlas, 1999. CHRISTOPHER, M. Logística e o gerenciamento da cadeia de suprimentos: Criando redes que agregam valor. 2 ed. São Paulo: Thomson, 2011. FARIA, A. C. Gestão de custos logísticos. São Paulo: Atlas, 2012.
PLANEJAMENTO E PROJETO AGROINDUSTRIAL Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Teórico: Agroindústria; Economia; Mercado; Planejamento, Projeto agroindustrial; Tamanho; Localização; Investimento e financiamento; Custos; Avaliação econômica e financeira; Análise de sensibilidade e risco. Extensão: Desenvolvimento do setor agroindustrial através de atividades que envolvem diagnóstico, análise de soluções, e implementação de melhorias em empreendimentos agroindustriais; Técnica de gestão de estoques, controle de qualidade, análise de custos, e planejamento da produção. Bibliografia Básicas ALBINO, P. M. B; NUNES, S. Planejamento estratégico em cooperativas. Viçosa: UFV, s/d. BATALHA, M. O. (org.) et al. Gestão agroindustrial. v. 1, 3 ed. São Paulo: Atlas. 2012. BRASIL. Administração da empresa rural - ambiente externo. Brasília: SENAR, 2018. BRASIL. Administração da empresa rural - ambiente interno. Brasília: SENAR, 2018. BRASIL. Organizações coletivas - associativismo e cooperativismo. Brasília: SENAR, 2016. CARDOSO, S; RUBENSAM, J. M. Elaboração e avaliação de projetos para agroindústrias. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2011. LEMES JÚNIOR, A. B.; PISA, B. J. Administrando micro e pequenas empresas. São Paulo: Elsevier, 2010. SILVA, C. A. B.; FERNANDES, A. R.. Projetos de empreendimentos agroindustriais: produtos de origem animal. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2011. SILVA, C. A. B.; FERNANDES, A. R. Projetos de empreendimentos agroindustriais: produtos de origem vegetal. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2011. WOILER, S.; WASHINGTON, F. Projetos: planejamento, elaboração e análise. São Paulo: Editora Atlas, 2008. Bibliografia Complementares BRASIL. Como implantar uma pequena fábrica de polpa de frutas. TV BRASIL, Caminhos da Reportagem (Documentário). Brasília - DF, 2010. BRASIL. Criação de tilápias. DVD. Viçosa: Universidade federal de Viçosa e Centro de produções Técnicas, 2010.
PRÁTICA PROFISSIONAL EM TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática: 30 Extensão Tipo de Componenente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Prática: Contribuindo para o aprendizado prático vivenciado nas indústrias de processamento, desde a obtenção da matéria prima, passando pelo processamento e tecnologia adequados para produtos (lácteos, cárneos e pescado) bem como a escolha dos métodos de conservação e embalagens propícios a garantia da higiene dos produtos elaborados, objetivando a obtenção de produtos de qualidade; Conhecimento prático das tecnologias de transformação e conservação de leite, carnes e pescados praticados nos Laboratórios (CCHSA/UFPB): Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos de Laticínios, Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Cárneos e Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aqüicultura. Bibliografia Básicas MONTEIRO, A. A. Tecnologia de produção de derivados de leite. 2 ed. Editora: UFV, 2011. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína, iogurte, sorvetes e instalações: produção - industrialização - análise. 15 ed. São Paulo: Nobel, 1984. 320 p. RAMOS, E. M.; GOMIDE, L. M. Avaliação da qualidade de carnes - Fundamentos e Metodologias: UFV, 2017. 452 p GONÇALVES, A. A. Tecnologia do pescado: ciência, tecnologia, inovação e legislação. São Paulo: Atheneu, 2011. 608 p. VIEGAS, E. M. M.; ROSSI, F. Técnicas de processamento de peixes. Viçosa - MG: CPT, 2001. 88 p. (Processamento de Carne Manual nº 322. Bibliografia Complementares FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e prática. Artmed Editora. 2006. BRASIL. Instrução Normativa nº 51, de 20 de setembro de 2002. Aprova os regulamentos técnicos de produção, identidade e qualidade do leite tipo... Diário Oficial da União, Brasília, p. 13, 21 set. 2002. Seção 1. LIMA, L. C.; DELLISOLLA, A. T. P.; SCHETTINI, M. A. Processamento artesanal de pescado. Viçosa - MG: CPT, 2000. 74 p. (Processamento de Carne Manual nº 279). PARDI, M. C. et al. Ciência, higiene e tecnologia da carne. v. 1 Goiânia: UFG, 1995. ANTUNES, A. Funcionalidade de proteínas do soro de leite bovino. Barueri: Manole, 2003.
SEGURANÇA DO TRABALHO Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103115 Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Histórico, definição e objetivos da Higiene e Segurança do Trabalho, noções sobre plano de higiene e segurança do trabalho e de legislação trabalhista (Normas Regulamentadoras da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, Programa de Controle de Medicina e Saúde Ocupacional – PCMSO e Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA), principais doenças profissionais, áreas da Segurança do trabalho, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, medidas de controle, principais causas dos acidentes de trabalho (atos inseguros e condições inseguras), riscos ambientais (físico, químico, biológico, ergonômico e de acidentes) e mapas de risco (objetivos, elaboração e aplicação), dispositivos de segurança (Equipamentos de Proteção Individual - EPI e Equipamento de Proteção Coletiva - EPC) e situações de emergência. Bibliografia Básicas ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 82 ed., Atlas. 2019. BARSANO, P. R. ; BARBOSA R. P. Segurança do trabalho - Guia Prático e Didático. 1 ed. Editora Iátria. 2012. PAOLESCHI, B. CIPA: Guia prático de segurança do trabalho. 1 ed. Editora Érica. 2010. PEREIRA, L.; SCALÉRCIO, M.; MINTO, T. M. Nrs e normas nacionais e internacionais de saúde e segurança no trabalho. 1 ed., Editora Ltr. 2018. SZABÓ Jr., M. A. Manual de segurança, higiene e medicina do trabalho. 12 edição, Editora Rideel. 2018. Bibliografia Complementares Introdução à engenharia de segurança do trabalho – Fundacentro. 2002. LIMONGI-FRANÇA, A. C. Qualidade de vida no trabalho – QVT: Conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial. 10 ed., Editora Atlas, 2016. SCHIMID, D. et al. Gestão da qualidade: segurança do trtabalho e gestão ambiental. São Paulo: Blucher, 2009. 240 p.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) I Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Atividade de orientação individual Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Elaboração de proposta de trabalho científico e/ou tecnológico, contendo introdução, justificativa, objetiva e materiais e métodos. O tema da proposta deve estar relacionado ao curso. Bibliografia Básicas AQUINO, I. S. Como escrever artigos científicos – sem arrodeio e sem medo da ABNT. 7 ed. São Paulo: Saraiva, 126 p, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 279 p, 2006. LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 7 ed. São Paulo: Atlas,
2009. 225 p. Bibliografia Complementares Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023:2018 – Informação e documentação – Referências – Elaboração. 2018. _____. NBR 6024:2012 – Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento – Apresentação. 2012. _____. NBR 6027:2012 – Informação e documentação – Sumário – Apresentação. 2012. _____. NBR 6028:2003 – Informação e documentação – Resumo – Apresentação. 2003. _____. NBR 10520:2023 – Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2023. _____. NBR 14724:2011 – Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. 2011. _____. NBR 15287:2011 – Informação e documentação – Projeto de pesquisa – Apresentação. 2011.
18.8. Ementas do Oitavo Semestre ESTÁGIO SUPERVISIONADO Créditos: 20 Carga Horária: 300 (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática: 300 Extensão Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Estágio realizado em indústrias, instituições de ensino superior, instituições de pesquisa, organizações públicas e privadas, com desenvolvimento de atividades ligadas à competência do profissional Engenheiro de Alimentos supervisionado por um docente. Bibliografia Básicas AQUINO, I. S. Como escrever artigos científicos – sem arrodeio e sem medo da ABNT. 7 ed. São Paulo: Saraiva, 126 p, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 279 p, 2006. LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 7 ed. São Paulo: Atlas,
2009. 225 p. Bibliografia Complementares Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Normas de apresentação tabular. 3 ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. SCHLITTLER, J. M. M. Como fazer monografias. Campinas: Servanda, 2008. KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: Teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 28 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) II Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Elaboração da monografia e apresentação à banca avaliadora de acordo com as normas específicas e estabelecidas para o Curso de Graduação em Agroindústria. Bibliografia Básicas AQUINO, I. S. Como escrever artigos científicos – sem arrodeio e sem medo da ABNT. 7 ed. São Paulo: Saraiva, 126 p, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 279 p, 2006. LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 7 ed. São Paulo: Atlas,
2009. 225 p. Bibliografia Complementares Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023:2018 – Informação e documentação – Referências – Elaboração. 2002. _____. NBR 6024:2012 – Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento – Apresentação. 2012. _____. NBR 6027:2012 – Informação e documentação – Sumário – Apresentação. 2012. _____. NBR 6028:2003 – Informação e documentação – Resumo – Apresentação. 2003. _____. NBR 10520:2023 – Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2023. _____. NBR 14724:2011 – Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. 2011. _____. NBR 15287:2011 – Informação e documentação – Projeto de pesquisa – Apresentação. 2011.
18.9. Ementas das Optativas I AGROENERGIA Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Conceito e fontes de biomassa. Matriz energética mundial e brasileira. Cadeias produtivas do álcool e do biodiesel. Produção de bioenergia a partir de resíduos agropecuários e florestais. Processo de combustão para geração de energia. Bibliografia Básicas CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S.; GÓMEZ, E. O. Biomassa para energia. Campinas: Editora da Unicamp, 2008. LORA, E. E. S.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis. v. 1., Rio de Janeiro: Editora Interciência. 2012. 588 p. LORA, E. E. S.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis. v. 1., Rio de Janeiro: Editora Interciência. 2012. 612 p. BNDES e CGEE. Bioetanol de cana-de-açúcar: energia para o desenvolvimento sustentável. Org. Rio de Janeiro: BNDES. 2008. 316 p. BARRETO, E. J. S.; GONZALEZ, W. A. Biodiesel e óleo vegetal in natura. Soluções energéticas para a Amazônia. Brasília: Ministério de Minas e Energia, 2008. 168 p. Bibliografia Complementares SANTOS, F. A; BORÉM, A.; CALDAS, C. Cana-de-açúcar, bioenergia, açúcar e etanol: tecnologias e perspectivas. Viçosa: UFV. 2012. 637 páginas. FERRER, J. T. V. Biogás: projetos e pesquisas no Brasil. CETESB - Secretaria do Meio Ambiente. São Paulo: SMA, 2006. 184 p. BRAND, M. A. Energia de biomassa florestal. Editora Interciência. 2010. 114 p.
TÓPICO AVANÇADO EM PRODUÇÃO Créditos: 2 Carga Horária: 30 AGROPECUÁRIA (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Agricultura (DA) Ementa Sugerida pelo Docente ou grupo de Docentes que irá(ão) ministrar a disciplina para atender uma necessidade específica dos Discente ou grupo de Discentes, de maneira que abordem tópicos de Produção Agropecuária e devendo receber aprovação do Colegiado de Curso e-ou Coordenador de Curso. Bibliografia Básicas Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina. Bibliografia Complementar Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina.
TECNOLOGIA PÓS-COLHEITA DE FRUTAS E Créditos: 3 Carga Horária: 45 HORTALIÇAS (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Conceitos básicos de fisiologia pós-colheita. Causas das perdas pós-colheita. Desenvolvimento pré-colheita e pós-colheita dos órgãos vegetais. Fatores ambientais e seus efeitos na póscolheita dos perecíveis. Sistemas de manuseio, armazenamento e transporte pós-colheita. Qualidade pós-colheita. Desordens fisiológicas, doenças e pragas em pós-colheita. Avanços recentes na área de biologia molecular em pós-colheita. Produtos hortícolas minimamente processados. Bibliografia Básicas AHMED, J.; LOBO, M. G.; OZADALI, F.; SIDDIQ, M. Tropical and subtropical fruits: postharvest physiology, processing and packaging. Wiley-Blackwell, 2012. 648 p. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e prática. Artmed Editora. 2006. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4 e 5 ed. Artmed, 2009, 2013. NEVES, L. Manual da pós-colheita da fruticultura brasileira. Eduel, 2009, 494 p. CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: Fisiologia e Manuseio. 2 ed. Atualizada e ampliada. Lavras: Editora UFLA, 2005. 783 p Bibliografia Complementares VALERO, D.; SERRANO, M. Postharvest biology and technology for preserving fruit quality. CRC Press, 2010. 287 p. LOZANO, J. E. Fruit manufacturing: scientific basis, engineering properties, and deteriorative reactions of technological importance. Springer, 2011. 244 p. TOIVONEN, P. Postharvest physiology of fruits and vegetables. In: (Ed.). Postharvest ripening physiology of crops: CRC Press, 2016. p. 49-80. (Innovations in Postharvest Technology Series). ISBN 978-1-4987-0380-2 CRISOSTO, C.; CRISOSTO, G. Manual of postharvest and handling of mediterranean three fruit and nuts. Cabi, 225 p. 2020. ABELES, F. B.; MORGAN, P. W.; SALTVEIT, Jr. M. E. Ethylene in plant biology. Academic Press, San Diego, 2008, 414 p. ALAN, T. Packaging and storage of fruit and vegetables.Apple Academic Press, 362 p. 2021. ARPAIA, M.L.; MITCHAN, B.; CRISOSTO, C.; KADER, A. Fruit ripening & ethylene Management, UCD, 130p., 2010.
GESTÃO DO AGRONEGÓCIO Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Fundamentos de agronegócio. O conceito de agronegócio e suas dimensões. O complexo agroindustrial. Os setores que compõem o agronegócio. Principais características das atividades agropecuárias. O agronegócio e a agricultura familiar. Será o agronegócio de caráter predatório? O papel do governo no mercado agrícola. As funções do governo em uma economia de mercado. As funções reguladoras do governo no mercado agrícola. Políticas econômicas de desenvolvimento da agricultura. Tópicos sobre o agronegócio brasileiro. Características do agronegócio brasileiro Os setores hegemônicos do agronegócio brasileiro. O agronegócio em alguns setores tradicionais: experiências no Nordeste brasileiro Agronegócio a conflitos agrários no Brasil. Bibliografia Básicas ARAÚJO, M. J. Fundamentos de agronegócios. 2 ed., São Paulo: Atlas, 2005. BACHA, C. J. C. Economia e política agrícola no Brasil. São Paulo: Atlas, 2012 NEVES, M. F. et al. Agronegócio do Brasil. Saraiva/PENSA. 2006 MENDES, J. T. G.; JUNIOR, J. B. P. Agronegócio: uma abordagem econômica. Prentice Hall. 2007. RAMOS, P. Dimensões do agronegócio brasileiro: políticas, instituições e perspectivas. NEAD/MDA. 2007. Bibliografia Complementares BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. v. 1 e 2, São Paulo: Atlas, 2001.. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005.
CADEIA DE PRODUÇÃO E PROCESSAMENTO DE RAÇÕES Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Importância econômica da cadeia produtiva de rações; nutrição animal; formulação de rações, Parâmetros de qualidade de rações; fabricação de rações; processamento de rações e seus reflexos sobre o produto; avaliação e gerenciamento de fabricas de ração. Bibliografia Básicas COUTO, H. P. Fabricação de rações e suplementos para animais: Gerenciamento e Tecnologias. Aprenda Fácil Editora, 2008, 263 p. COSTA, F. G. P.; SILVA, J. H. V. Produção de Não Ruminantes. João Pessoa: Editora UFPB, 2018, 290 p. LANA, R. P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. 2 ed. Viçosa, MG, 2007, 344 p. MACHADO, L. C. Nutrição animal fácil. Bambuí, MG: Edição do autor, 2011, 96 p. ROSTAGNO, H. S. et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. Viçosa: UFV, Departamento de Zootecnia, 2011, 252 p. Bibliografia Complementares BUTOLO, J. E. Qualidade de Ingredientes na alimentação animal. 2002. 430 p. COMPÊNDIO BRASILEIRO DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL. São Paulo: Sindirações/Anfal. Campinas CBNA/SDR/MA. 1998. 371 p. LAZZARI, F. A. Umidade, fungos e micotoxinas na qualidade de sementes, grãos e rações.148 p, 1997. MORETTO, E.; FETT, R. Tecnologia de óleos e gorduras vegetais na indústria de alimentos. São Paulo: Varela Editora e Livraria Ltda, 1998. 150 p. SINDIRAÇÕES. 2007. http://www.sindiracoes.org.br. TEIXEIRA, A. S. Alimentos e alimentação dos animais. FAEPE - UFLA, 1998. 402 p. ZANOTTO, D. L.; BELLAVER, C. Método de determinação da granulometria de ingredientes para uso em rações de suínos e aves. Embrapa Suínos e Aves, 1996, p. 1 - 5. (Comunicado Técnico 215).
CULTURAS ALTERNATIVAS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: 4103119) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Agricultura (DA) Ementa O estudo das Culturas Alternativas consiste no estudo de culturas agrícolas não tradicionais ou emergentes. O componente curricular visa atualizar a composição curricular com a dinâmica do sistema agroalimentar. Essas culturas serão ministradas a critério do professor e de acordo com as necessidades do aluno. Nesse estudo sugerem-se as culturas do Girassol (Helianthus annuus); Amendoim (Arachis hypogaea L.) e Gengibre (Zingiber officinale Roscoe ) como culturais principais, e Açaí (Euterpe oleracea Mart.); Amora (Rubus ulmifolius), Canola (Brassica napus L. e Brassica rapa L.), Erva-doce (Foeniculum vulgare Miller), Jabuticaba (Myrcia cauliflora; Myrciaria cauliflora; Plinia trunciflora; Plinia cauliflora), além de outras, como opcionais. Bibliografia Básicas FONSECA, A. S.; FONSECA, T. C. Cultura da amoreira e criação do bicho-da-seda: Sericicultura. São Paulo: Nobel, 1988. SANTOS, E. P. Otimização da cadeia produtiva da erva-doce Foeniculum vulgare visando a agregação de valor aos produtos da agricultura familiar. João Pessoa: Sal da Terra. 2004. Bibliografia Complementares SAGUINO et al. A cultura da jabuticabeira. Pesquisa e tecnologia, v. 9, n. 1, 2012. <Disponível em: http://www.aptaregional.sp.gov.br/acesse-os-artigos-pesquisa-e-tecnologia/edicao2012/janeiro-junho-2/1046-a-cultura-da-jabuticabeira/file.html?force_download=1> TOM et al. Tecnologia para produção de canola no Rio Grande do Sul. EMBRAPA, 2009. 39 p. Documentos online, 113 <Disponivel em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPT-2010/40772/1/p-do113.pdf> WANDERLEY, P. A. Manual técnico: Sistema de produção de erva-doce “orgânico”. João Pessoa: Sal da Terra. 2007. 8 p.
BIOTECNOLOGIA AGROINDUSTRIAL Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão: Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Elementos de microbiologia. Elementos de genética de microrganismos e engenharia genética. Obtenção, cultivo e manutenção de microrganismos de interesse em bioprocessos. Cinética de reações enzimáticas. Tipos de biorreatores e formas de operação. Fermentação em estado sólido. Recuperação de produtos obtidos em bioprocessos (downstream processing). Purificação de enzimas e peptídeos antimicrobianos: suas aplicações. Obtenção de alimentos por fermentação (pescado, cacau, vinagre, laticínios, pão, bebidas fermentadas e destiladas, chá, silagem e hortaliças). Produção de enzimas microbianas, animais e vegetais. Produção de microrganismos, bioinseticidas, vacinas e vitaminas. Biomineração, produção de sacarídeos, solventes, poliésteres, ácidos orgânicos e álcool amiláceo e de segunda geração. Bibliografia Básicas ALTERTHUM, F. Fundamentos - Coleção Biotecnologia Industrial. v. 1, 2 ed. São Paulo: Blücher. 2020. SCHMIDELL. W. Engenharia bioquímica - Coleção Biotecnologia Industrial. São Paulo: Blücher.
v. 2, 2 ed. 2021. ALTERTHUM, F.; SCHMIDELL. W .; LIMA, U. A.; MORAES, I. Processos Fermentativos e Enzimáticos - Coleção Biotecnologia Industrial. v. 3. São Paulo: Editora Blücher, 2019. MORAES, I. Biotecnologia na produção de alimentos - Coleção Biotecnologia Industrial: São Paulo: Editora Blücher. 2 ed, 2021. VITOLO, M. Biotecnologia aplicada: Enzimas na tecnologia de alimentos. v. 4. São Paulo: Editora Blücher, 2024. SANTOS, A. S. Avanços científicos e tecnológicos em bioprocessos e-book. Ponta Grossa - PR: Atena Editora, 2018. MARTIN, J. G. P.; LINDNER, J. D. Microbiologia de alimentos fermentados. São Paulo: Blücher, 2022. KIAN, B. V.; PESSOA JÚNIOR, A. Purificação de produtos biotecnológicos Operações e processos com aplicação industrial. , 2 ed. São Paulo: Blücher. 2020. ROCHA FILHO, J. M.; VITOLO; M. Guia para aulas práticas de biotecnologia de enzimas e fermentação. São Paulo: Blücher, 2017. Bibliografia Complementares RESENDE, R. R. Biotecnologia aplicada à agroindústria: fundamentos e aplicações. v. 4. São Paulo: Blücher, 2017. 1069 p. SOCCOL, C. R.; FRANÇA, L. R. Biotecnologia aplicada à agro&indústria: fundamentos e aplicações. v. 4. São Paulo: Blucher, 2016. 1069 p.
TECNOLOGIA DO AÇÚCAR (Código: Novo) Créditos: 2 Carga Horária: 30 Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Bases tecnológicas da agricultura canavieira. Tecnologia de produção e qualidade do caldo de cana industrializado, do melado, rapadura e açúcar mascavo. Tecnologia de produção e qualidade do açúcar cristal. Destinação da vinhaça e melaço de cana Bibliografia Básicas DELGADO, A. A.; DELGADO, A. P. Produção do açúcar mascavo, rapadura e melado. 154 p. Piracicaba, SP, 1999. CHAVES, J. B. P. Como produzir rapadura, melado e açúcar mascavo. Viçosa: Editora CPT/UFV. 244 p. PAYNE, J. H. Operações unitárias na produção de açúcar de cana. Tradução: ZARPELON, T. Coordenação: J. P. Stupiello. São Paulo: Nobel/STAB, 1989. MARQUES, M. O.; MARQUES, T. A.; TASSO JÚNIOR, L. C. Tecnologia do açúcar. Produção e industrialização da cana-de-açúcar. São Paulo: Funep. 2001. 91 p. LOPES, C. H Tecnologia de produção de açúcar de cana. São Carlos: EDUFSCar. 2011. 183 p. Bibliografia Complementares FILHO, G. Z.; PICCIRILLI, J. P. O processo de fabricação do açúcar e do álcool - Desde a lavoura da cana até o produto acabado. Editora Viena. 2012. 272 p. O novo ciclo da cana. Livro + CD. Editora SEBRAE. Brasília: Instituto Evaldo Lodi 2005. 337 p. ALBUQUERQUE, F. M. Processos de fabricação do açúcar. 2 ed. Recife: Editora UFPE. 2016. 275 p.
TÓPICO AVANÇADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE Créditos: 2 Carga Horária: 30 ALIMENTOS I (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Sugerida pelo Docente ou grupo de Docentes que irá(ão) ministrar a disciplina para atender uma necessidade específica dos Discente ou grupo de Discentes, de maneira que abordem tópicos de Ciência e Tecnologia de Alimentos e devendo receber aprovação do Colegiado de Curso e-ou Coordenador de Curso. Bibliografia Básicas Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina. Bibliografia Complementar Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina.
SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103130) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 15 Prática Extensão: 15 Tipo de Componente: Disicplina Departamento: Departamento de Ciências Básicas e Sociais (DCBS) Ementa Teórica: Histórico da Educação Ambiental mundial e nacional; Conceitos de Educação Ambiental (EA). Fundamentos e objetivos da Educação Ambiental; Política Nacional de Educação Ambiental. Lei 9597/99: Técnicas de sensibilização, criação e execução de projetos. Conceitos de ecologia para a Educação Ambiental. Extensão: Agenda 2030, Mudanças climáticas, Educação Ambiental em vários contextos. Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável. Interlocucação acadêmico-social para reconhecimento de vulmnerabilidades e de boas práticas. Bibliografia Básicas PHILIPPI JÚNIOR, A.; PELICIONI, M. C. F. Educação ambiental e sustentabilidade. Manole. 2005. LOUREIRO, C. F. B. Trajetória e fundamentos da educação ambiental. Cortez. 2006. GALLI, A. Educação ambiental como instrumento para o desenvolvimento sustentável. Juruá. 2008.
CRIAÇÕES ALTERNATIVAS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: 4102075) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Conceito de criações alternativas Sistema de criação Unidade Cunicultura: História, classificação e caracterização; Importância econômica; Sistemas de criação; Instalações e equipamentos; Manejo reprodutivo, alimentar e sanitário; Índices zootécnicos. Bubalinocultura: História, classificação e caracterização; Importância econômica; Sistemas de criação; Instalações e equipamentos; Manejo reprodutivo, alimentar e sanitário; Índices zootécnicos. Bibliografia Básicas WEGLER, M.; NUNES, I. T. Coelhos anões. 3 ed. Lisboa: Editorial presença, 2006. 83 p MELLO, H. V.; SILVA, J. F. Criação de coelhos. Viçosa: Aprenda Fácil, 2003. Bibliografia Complementar ZAVA, M. Produção de búfalos. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino agrícola, 1984, 1987. 273 p.
QUÍMICA DOS ÓLEOS ESSENCIAIS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Aspectos gerais e importância econômica. Métodos de extração. Atividades biológicas e microbiológicas. Toxicidade. Sinergismo e antagonismo. Química dos terpenos. Legislação: normas, registros e resoluções. Formas de aplicação e utilização. Aplicações terapêuticas. Frequência vibracional e o holismo dos óleos essenciais. Metodologia experimental. Bibliografia Básicas SANTOS, A. S. Óleos essenciais. uma abordagem econômica e industrial. Rio de Janeiro: Interciência, 2011.386 p. ISBN 978-85-7193-265-4. WOLFFENBÜTTEL, A. N. Base da química dos óleos essenciais e aromaterapia: Abordagem técnica e científica. São Paulo: Roca, 2010. 292 p. ISBN 85-7241-887-4. BASER, K. H. C. Handbook of essential oils: Science, technology, and applications. Taylor & Francis Group 6000 Broken Sound Parkway NW, Suite 300Boca Raton, FL 33487-2742CRC Press.
2010. 975 p. ISBN 978-1-4200-6315-8. Bibliografia Complementar CUNHA, A. P.; ROQUE, O. R. Plantas aromáticas e óleos essenciais e aplicações. Portugal: Fundação Calouste Gulbenkian. 2012. 678 p. ISBN: 972311450X.
UCE I - AGROINDÚSTRIA - PRODUÇÃO Créditos: 3 Carga Horária: 45 AGROPECUÁRIA (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática Extensão: 45 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa As ações de extensão devem promover a interação entre as transformações que surgem das necessidades do conhecimento do que deve ser feito e resulta no diálogo existente entre as partes envolvidas (agricultores, comunidades, cooperativas/associações, serviços), tornando essas partes, sujeito das atividades ali desenvolvidas. Importante para que aconteça essa interaçõe dialógica é o levantamento dos dados inerentes a cada sujeito e quais alternativas tornam-se necessárias para a solução, bem discutidas entre as partes envolvidas. A participação popular hoje atinge outras esferas, com mais participação e reconhecimento de direitos desses sujeitos. O feedback acontece quando se tem qualidade nas práticas produtivas, realizadas por diversos meios possíveis de serem praticáveis. Bibliografia Básicas PINHO, G. L.; JULIANI, D. P. Interação dialógica em uma atividade de extensão: uma análise do Instituto Federal de Santa Catarina. Periferia, v. 17, p. 1 - 23, 2025, e86658. Doi: 10.12957/periferia.2025.86658. GASPARINI, L. V. L.; COSTA, T. S.; HUNGARO, O. A. L.; SZNITOWSKI, A. M.; RIBEIRO FILHO, J. E. R. Sistemas integrados de produção agropecuária e inovação em gestão: estudos de caso no Mato Grosso. Texto para Discussão, IPEA, Brasília - Rio de Janeiro, 2017. PRYSTHON, A.; MATAVELI, M.; UMMUS, M. E.; MUNOZ, A. E. P. A participação favorece a implantação de um sistema integrado de produção de alimentos, na etnia xerente, Amazônia legal, Brasil. Agricultura Familiar: pesquisa, formação e desenvolvimento. RAF. v. 17, n. 1 e 2,
2023. ISSN 1414-0810 / E-ISSN 2675-7710. Bibliografia Complementar Como reduzir o desperdício na produção agrícola e aumentar a eficiência. Disponível em: https://e-agro.com.br/blog/sustentabilidade/como-reduzir-o-desperdicio-na-producao-agricolae-aumentar-a-eficiencia
UCE III - AGROINDÚSTRIA - TECNOLOGIA DE Créditos: 2 Carga Horária: 30 ALIMENTOS (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática Extensão: 30 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Ações de extensão são importantes para que a agroindústria de alimentos, principalmente para
aquelas de base familiar, possam se desenvolver, priorizar a inovação e garantir alimentos de qualidade para os consumidores. Isso acontece quando há um intercâmbio entre as universidades e as comunidades empreendedoras, principalmente da agricultura familiar, que devem prezar pela tecnologia adequada de produção e obtenção de produtos da cadeia alimentar, destacando as Boas Práticas de Produção, manipulação e conservação de alimentos, incluindo aí alimentos seguros, qualidade ampla, embalagem adequada. O feedback envolve os gestores do conhecimento técnico e os grupos atendidos por esses, direcionando as ações a serem tomadas, em comum acordo. Bibliografia Básicas CASTILHO, L. E. Tecnologia na agricultura familiar: benefícios e desafios da implementação de novas ferramentas. Revista Tópicos. 2025. Doi: 10.5281/zenodo.17362451 ARAUJO, T. M. F. Análise do uso de inovações tecnológicas pela agricultura familiar. Uma revisão sistemática de literatura. Revista de Estudos Interdisciplinares. v. 6, n. 3, 2024. Bibliografia Complementar Conheça as aplicações das tecnologias sociais na agricultura familiar. SEBRAE, 2023. https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/
UCE V - AGROINDÚSTRIA - COMERCIALIZAÇÃO E GESTÃO Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática Extensão: 45 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa As ações de extensão deverão abranger o planejamento, organização e controle de todas as etapas, desde a produção no campo até a venda final, otimizar os recursos que podem ser utilizados nas agroindústrias, rreduzindo os custos e aumentoando a competitividade, de forma a fortalecer toda a cadeia produtiva. Deve-se conscientizar os pequenos produtores assistidos sobre a importância de se conhecer todo o ciclo de vida do produto, fazer o uso de estratégias de alinhamento ao público-alvo, onde todas as fases de obtenção do produto devem ser gerenciadas, para solucionar os problemas que possam vir dos clientes, bem como saber como aumentar as receitas. Em conjunto, os gestores do conhecimento técnico e os assistidos devem, em comum acordo, apresentar ações que abrangerão a mitigação dos problemas que possam surgir. Bibliografia Básicas BATALHA, M. O. Gestão do Agronegócio - Textos selecionados, Editora EdUFSCar, 2025. 465 p. MATTAR, F. N. Gestão de produtos, serviços, marcas e mercado. Editora Atlas, 2009. ORSOLIN, J. Gestão da comercialização na agroindústria rural familiar. Revista De Administração,
v. 5, n. 8, p. 15-37. 2013. https://revistas.fw.uri.br/revistadeadm/article/view/800 SANTOS, A. B. et al.Gestão Agroindustrial. Batalha, M. O. (Coordenador). 4 ed., Editora Atlas, 2021, 528 p. Bibliografia Complementar MIELE, M; WAQUIL, P. D.; SCHULTZ, G. Mercados e comercialização de produtos agroindustriais. FURGS Editora, Porto Alegre, 2011. 80 p. Il. WAQUIL, P. D.; MIELE, M.; SCHULTZ, G. Mercado e comercialização de produtos agrícolas. Porto Alegre: UFRGS, 2010. 71 p.
18.10. Ementas do Optativas II FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Conceitos básicos em nutrição humana e Leis da nutrição; Diferentes áreas de atuação da nutrição; Estrutura e propriedades físico-químicas do trigo; Classificação de nutrientes (tipos e fontes de nutrientes); Grupos de alimentos; Guias alimentares com ênfase na pirâmide alimentar; Noções básicas em alimentos funcionais e cores de alimentos; Digestão e metabolismo de macronutrientes; Noções básicas em antropometria e inquérito dietético; Nutrição e qualidade de vida. Bibliografia Básicas KRAUSE, M. V; MAHAN, L. K. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10 ed. São Paulo: Roca, 2002. 1052 p. ISBN: 0721655130. FISBERG, R. M. Inquéritos alimentares: Métodos e Bases Científicos. Barueri,SP: Manole, 2007. 334 p. ISBN: 8520416381 Bibliografia Complementares SGARBIERI, V. C. Alimentação e nutrição: fator de saúde e desenvolvimento. São Paulo: Artmed,
1987. 387 p. ISBN: 8526800841 ARRUDA, B. K. G. Alimentação e nutrição no Brasil: percepções do passado para transformação do presente. Recife: Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, 2008. 678 p. (Publicações do IMIP - História da Medicina e da Saúde n. 2) ISBN: 9788588660410.
TÓPICO AVANÇADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS II Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Sugerida pelo Docente ou grupo de Docentes que irá(ão) ministrar a disciplina para atender uma necessidade específica dos Discente ou grupo de Discentes, de maneira que abordem tópicos de Ciência e Tecnologia de Alimentos e devendo receber aprovação do Colegiado de Curso e-ou Coordenador de Curso. Bibliografia Básicas Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina. Bibliografia Complementar Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina.
QUÍMICA DO AROMA Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103135) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Fundamentos químicos e sensoriais do aroma. Termogeração de aromas em alimentos via Reação de Maillard e Degradação de Strecker. Análise do Aroma. Aspectos químicos e sensoriais sobre determinadas classes de compostos de aroma. Interações entre compostos de aroma e constituintes alimentares. Aromatizantes sintéticos e naturais. Bibliografia Básicas FRANCO,M. R. B. Aroma e sabor de alimentos. Varela: São Paulo, 2004 PIGGOT, J. R.; PATTERSON, A. Understanding natural flavours. Blackie, London, 1994.
CADEIA DE PRODUTOS APÍCOLAS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Tipo de Componente: Disciplina Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Biologia da abelha, fisiologia e morfologia das abelhas; diferenças entre apicultura e meliponicultura; processo de africanização das abelhas Apis; pastagem apícola; instalação de um apiário; indumentária do apicultor; material apícola e equipamentos; manejo agroecológico das abelhas; produtos e benefícios das abelhas; composição físico-químicas dos produtos apícolas; Etapas de beneficiamento do mel. Bibliografia Básicas AQUINO, I. S. Abelhas nativas da Paraíba. Universitária. 2006. KERR, W. E. Biologia e manejo da tiúba: a abelha do Maranhão. São Luís: EDUFMA, 156 p., 1996. KERR, W. E., CARVALHO, G. A.,; V. A. NASCIMENTO. Abelha uruçú: biologia, manejo e conservação. Belo Horizonte: Acangaú, 1996. 144p.: il. Bibliografia Complementares COSTA, P. S. C. Processamento de mel puro e composto. CPT. 2005. GRAHAM, J. M. ; DADANT AND SONS. (Originalmente: L. L. Langstroth, 1853). The hive and the honey bee. Michigan: Bookcrafters, 1997. 1324 p.: il. WIESE, H. Novo manual de apicultura. Agropecuária. 1995.
CONTABILIDADE GERAL Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 45 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) Ementa Introdução aos Conceitos de Contabilidade, O Patrimônio, Capital, Fatos Contábeis, Escrituração Contábil, Operações com Mercadorias, Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício e Introdução a Análise das Demonstrações Financeiras. Bibliografia Básicas FERREIRA, R. J. Contabilidade básica. 8 ed. Rio de Janeiro: Ferreira, 2010. MARION, J. C. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009. PADOVEZE, C. L. Manual de contabilidade básica. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2009. RIBEIRO, O. M. Contabilidade básica fácil. 27 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. Bibliografia Complementares MARION, J. C. Contabilidade empresarial. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2005. FIPECAFI. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável também às demais sociedades. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2000. IUDÍCIBUS, S.; MARION, J. C. Contabilidade comercial: atualizado conforme Lei nº 11.638/07 e MP nº 449/08. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2009. ARAUJO, I. P. S. Introdução à contabilidade. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
CADEIA PRODUTIVA AQUÍCOLA Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 30 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Importância econômica, cadeia produtiva, legislação. Sistema de cultivo. Principais espécies cultivadas. Instalações e equipamentos. Parâmetros físícos e químicos da água. Reprodução. Manejo. Nutrição e Alimentação. Sanidade. Bibliografia Básicas LOGATO, P. V. R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. 2 ed. Viçosa: Aprenda Fácil. 2011, 130 p. ISBN: 9788588216582 LOPERA-BARRERO, N. M. et al. Produção de organismos aquáticos: uma visão geral no Brasil e no mundo. Guaíba, RS: Agrolivros, 2011. 317 p. ISBN: 9788598934075 SANTOS, A. C. S. ; SANTOS, A. C. S. Tilápia: criação sustentável em tanques-rede:l icenciamento, implantação e gestão. Viçosa, MG: Aprenda fácil, 2011. 244 p. ISBN: 9788562032455. SEIXAS FILHO, J. T. Alimentação e nutrição aplicada a aquicultura. Rio de Janeiro: Publit, 2009. 241 p. ISBN: 9788577732784. BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. 2 ed. Santa Maria: UFSM, 2009. 350 p. ISBN: 9788573911176 Bibliografia Complementares BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L. C. Espécies nativas para piscicultura no Brasil. Santa Maria: UFSM, 2005. 468 p. CYRINO, J. E. P.; URBINATI, E. C.; FRACALOSSI, D. M. et al. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. Editora TecArt, São Paulo – SP, 2004. 533 p. EMBRAPA AMAPÁ. Manejo e sanidade de peixes em cultivo. Organizador: Marcos Tavares Dias. Macapá: 2009. 723 p KUBITZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. Viçosa: Aprenda fácil, 2000. 265 p. LIMA, S.l L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: análise da cadeia produtiva. Viçosa-MG: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. LOBÃO, V. L.; ROJAS, N. E. T. Camarões de água doce: da coleta, ao cultivo, à comercialização. 3 ed. rev. e ampl. São Paulo: Ícone, 1985. 112 p.
MICROBIOLOGIA APLICADA Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Princípios da fermentação de alimentos. Metabolismo microbiano. Culturas iniciadoras/starters e probióticas na indústria de alimentos. Produtos fermentados: cárneos, lácteos, bebidas e vegetais. Mudanças químicas e microbiológicas durante a fabricação de produtos fermentados. Legislação brasileira de produtos cárneos e lácteos fermentados. Micro-organismos: produção de enzimas, compostos antimicrobianos naturais e outros compostos. Aplicação biotecnológica, farmacêutica e na área de alimentos. Metodologias utilizadas na detecção da atividade antimicrobiana de compostos naturais e sintéticos bioativos. Bibliografia Básicas JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. MADIGAN, M. T.; MARANHÃO, A. Q. Microbiologia de Brock. 14 ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. FORSYTHE, S. J.; GUIMARÃES, M. C. M. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: Artmed, 2007. Bibliografia Complementares TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. MELO FRANCO, B. D. G.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008.
TÓPICO AVANÇADO EM PRODUTOS NÃO Créditos: 2 Carga Horária: 30 ALIMENTÍCIOS (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Sugerida pelo Docente ou grupo de Docentes que irá(ão) ministrar a disciplina para atender uma necessidade específica dos Discente ou grupo de Discentes, de maneira que abordem tópicos de Produtos Não Alimentícios e devendo receber aprovação do Colegiado de Curso e-ou Coordenador de Curso. Bibliografia Básicas Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina. Complementar Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo Docente ou grupo de Docentes responsáveis pela disciplina.
TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS Créditos: 2 Carga Horária: 30 (Código: 4103134) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa Introdução à Toxicologia: conceito, histórico, divisões. - Toxicocinética: absorção, distribuição, metabolismo e excreção. - Toxicodinâmica. - Avaliação toxicológica (toxicidade aguda, sub crônica, crônica, mutagênese e carcinogênese, reprodução e embrifetoxicidade, sensibilidade cutânea e ecotoxicidade). - Princípios gerais da toxicologia de alimentos. - Agentes tóxicos naturalmente presentes em alimentos. - Agentes tóxicos contaminantes diretos de alimentos: micotoxinas, metais e aditivos. - Compostos N-nitrosos. - Contaminantes gerados durante o processamento de alimentos. - Alergias e intolerâncias alimentares. - Agentes tóxicos contaminantes indiretos de alimentos: promotores de crescimento animal e antibióticos, migrantes de embalagens, praguicidas. - Carcinógenos químicos em alimentos. - Efeitos nocivos dos alimentos transgênicos. Bibliografia Básicas GAVA, A. J. Tecnologia de Alimentos: Princípios e aplicações. São Paulo: Ed. Nobel, 2008. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de Alimentos: princípios e prática. 2 ed., Artmed, 2006. ARAUJO, J. M. A. Química de alimentos. teoria e prática. 3 ed., Viçosa, 2004. Bibliografia Complementares SIMÃO, A. M. Aditivos para alimentos sob o aspecto toxicológico. São Paulo: Nobel, 1985 SILVA, C. M. M. S.; FAY, E. F. Agrotóxicos e ambiente. Brasilia: EMBRAPA Informação Tecnológica, 2004. 400 p. ISBN: 8573832746
CADEIA DE PRODUÇÃO E PROCESSAMENTO DE PELES E COUROS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática: 15 Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciência Animal (DCA) Ementa Organização da cadeia produtiva do couro, estrutura histológica das peles, métodos de conservação e curtimento de peles, aplicação de tecnologias de curtimento e acabamento de peles e couros. Bibliografia Básicas PEREIRA, M. A.; JACINTO, M. A. C.; GOMES, A.; EVARISTO, L. G. S. Cadeia produtiva do couro bovino: oportunidades e desafios. Embrapa. 2005. AMORIM, M. L. C. M.; SARAIVA, E. P. Variação sazonal na estrutura do pelame e na morfologia da pele de caprinos e ovinos em região semiárida. Areia, PB, 2016. 54 p. Bibliografia Complementares BRASIL. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, Pecuária e Abastecimento. Sistema unificado de atenção à sanidade agropecuária: Sistema brasileiro de inspeção de produtos de origem animal: legislação. Brasília: MAPA-ACS, 2011. 151 p. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 4 ed., Belo Horizonte: Dorcimar da Costa Marques, 1981. 479 p :il.
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Créditos: 4 Carga Horária: 60 (Código: Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 60 Prática Extensão Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Educação (DE) Ementa Introdução: Aaspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audio-visuais; Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial. Bibliografia Básicas QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. 1 ed. Artmed. 2006. SKLIAR, C. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6 ed. Mediação. 2013. DORZIAT. A. Estudos surdos: diferentes olhares. 1 ed. Mediação. 2011. STROBEL. K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 1 ed. Editora da UFSC. 2008. Bibliografia Complementares QUADROS, R. M. Estudos surdos I. 1 ed., Editora Arara Azul. 2006. QUADROS, R. M. Estudos surdos III. 1 ed., Editora Arara Azul. 2008. QUADROS, R. M; STUMPF, M. R. Estudos surdos IV. 1 ed., Editora Arara Azul. 2009.
SEMINÁRIO DE DIREITOS HUMANOS Créditos: 3 Carga Horária: 45 (Código:Novo) Carga Horária Teórica: Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária 30 Prática Extensão: 15 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) Ementa Teórica: Conceito, histórico legislativo, princípios, evolução do programa de direitos humanos das Nações Unidas, órgãos baseados na Carta da ONU, órgãos baseados nos tratados, conferências de direitos humanos e a ordem internacional. Extensão: Promover a conscientização sobre direitos humanos (escolas, universidades e comunidades) incluindo temas como igualdade de gênero, combate ao racismo, e a importância da participação cidadã; Combater à violência, defesa dos direitos de minorias e inclusão social de pessoas com deficiência. Como contexto de aplicação dos referenciais jurídicos e ético-políticos da área. Bibliografia Básicas TRINDADE, A. A. C. Tratado de direito internacional dos direitos humanos. v. 1, 2 ed. Sérgio Fabris (Editor). PIOVESAN, F. Direitos humanos e o direito constitucional, Saraiva editora, 14 ed. Porto Alegre,
2003. 2013. PIOVESAN, F. Direitos humanos e justiça internacional. 5 ed. Saraiva Editora, 2014. Bibliografia Complementares CANDAU, V. M.; ANDRADE, M.; SACAVINO, S. et al. Educação em direitos humanos e formação de professores/as. São Paulo: Cortez, 2013. PAIVA, A. R. Direitos Humanos em seus desafios contemporâneos. Rio de Janeiro: Pallas, 2012.
UCE II - AGROINDÚSTRIA - PRODUÇÃO Créditos: 2 Carga Horária: 30 AGROPECUÁRIA (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática Extensão: 30 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Agricultura (DA) Ementa O plano de curso será flexível, sugerida pelo docente ou grupo de docentes que irá(ão) ministrar a disciplina para atender uma necessidade específica dos discente ou grupo de discentes, de maneira que abordem tópicos de produção agropecuária e devendo receber aprovação do Colegiado de Curso e/ou Coordenador de Curso. Bibliografia Básicas Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo docente ou grupo de docentes responsáveis pela disciplina. Bibliografia Complementar Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo docente ou grupo de docentes responsáveis pela disciplina.
UCE IV - AGROINDÚSTRIA - TECNOLOGIA DE Créditos: 3 Carga Horária: 45 ALIMENTOS (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática Extensão: 45 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gestão e Tecnologia Agroalimentar (DGTA) Ementa O plano de curso será flexível, sugerida pelo docente ou grupo de docentes que irá(ão) ministrar a disciplina para atender uma necessidade específica dos discente ou grupo de discentes, de maneira que abordem tópicos de tecnologia de alimentos e devendo receber aprovação do Colegiado de Curso e/ou Coordenador de Curso. Bibliografia Básicas Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo docente ou grupo de docentes responsáveis pela disciplina. Bibliografia Complementar Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo docente ou grupo de docentes responsáveis pela disciplina.
UCE VI - AGROINDÚSTRIA - COMERCIALIZAÇÃO E Créditos: 02 Carga Horária: 30 GESTÃO (Código: Novo) Carga Horária Teórica Carga Horária Carga Horária EAD Carga Horária Prática Extensão: 30 Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) Ementa O plano de curso será flexível, sugerida pelo docente ou grupo de docentes que irá(ão) ministrar a disciplina para atender uma necessidade específica dos discente ou grupo de discentes, de maneira que abordem tópicos de comercialização e gestão, e devendo receber aprovação do Colegiado de Curso e/ou Coordenador de Curso. Bibliografia Básicas Variável de acordo com o assunto abordado, indicada pelo docente ou grupo de docentes responsáveis pela disciplina. Bibliografia Complementar
18.11.Componentes Flexíveis TÓPICOS ESPECIAIS EM AGROINDÚSTRIA I (Código: Novo) Créditos: 2
Carga Horária: 30
Ementa: “a ser regulamentado por Resolução Interna do Curso”
TÓPICOS ESPECIAIS EM AGROINDÚSTRIA II (Código: Novo) Créditos: 2
Carga Horária: 30
Ementa: “a ser regulamentado por Resolução Interna do Curso”
TÓPICOS ESPECIAIS EM AGROINDÚSTRIA III (Código: Novo) Créditos: 2
Carga Horária: 30
Ementa: “a ser regulamentado por Resolução Interna do Curso”
TÓPICOS ESPECIAIS EM AGROINDÚSTRIA IV - ATIVIDADE EXTENSIONISTA (Código: Novo) Créditos: 2
Carga Horária: 30
Ementa: “a ser regulamentado por Resolução Interna do Curso”
TÓPICOS ESPECIAIS EM AGROINDÚSTRIA V - ATIVIDADE EXTENSIONISTA (Código: Novo) Créditos: 2
Carga Horária: 30
Ementa: “a ser regulamentado por Resolução Interna do Curso”
TÓPICOS ESPECIAIS EM AGROINDÚSTRIA VI - ATIVIDADE EXTENSIONISTA (Código: Novo) Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: “a ser regulamentado por Resolução Interna do Curso Referências ABIA. O sistema e a indústria agroalimentar no Brasil. São Paulo: Departamento Agroindustrial da ABIA. 2019. AMARAL, R. C. B. M. Educação e inovação: Tecnologias Educacionais para a Superação das Dificuldades de Aprendizagem. RJ: Ciência Atual, v. 8, n. 2, 2016. ARANHA, M. S. F. Referenciais para construção de sistemas educacionais. Inclusivos – a fundamentação filosófica – a história – a formalização. Versão preliminar. Brasília: MEC/SEESP, 2003. ARAÚJO, N. B. et al. O complexo agroindustrial brasileiro. São Paulo: Ed.Agroceres. 1989. BATALHA, M. O. et al. Gestão agroindustrial. São Paulo: Ed. Atlas, 2012. BRANDÃO, G. E. ; MEDEIROS, J. X. Programa de C&T para o desenvolvimento do agronegócio – CNPq. In: ARAÚJO, R. et al. Agronegócio brasileiro: Ciência, Tecnologia e Competitividade. Brasília: CNPq, 1998. BRASIL . Ministério da Educação. Decreto nº 7234, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil. - PNAES. Diário Oficial da União [DF], 2010. BRASIL Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Superior. Parecer CNE/CES no 329, de 11 de novembro de 2004. Diário Oficial da União [DF], 2004. BRASIL Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Secretaria de Gestão de Pessoas e Relações do Trabalho no Serviço Público. Orientação normativa nº 2, de 24 de
junho de 2016. Estabelece orientações sobre a aceitação de estagiários no âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional. Diário Oficial da União [DF], 2016. BRASIL, Ministério da Educação. Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Instrumento de avaliação de cursos de graduação presencial e a distância. BrasíliaDF, 2017. BRASIL. Casa Civil. Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências Diário Oficial da União [DF], 2002. BRASIL. Casa Civil. Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Diário Oficial da União [DF], 2012. BRASIL. Casa Civil. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União [DF], 1999. BRASIL. Casa Civil. Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Diário Oficial da União [DF], 2002. BRASIL. Casa Civil. Lei 13.146, de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Diário Oficial da União [DF], 2015. BRASIL. Casa Civil. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Diário Oficial da União [DF], 2004. BRASIL. Casa Civil. Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001. Diário Oficial da União [DF], 2008. BRASIL. Casa Civil. Lei nº 12305, de 02 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de
1998. Diário Oficial da União [DF], 2010. BRASIL. Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Superior. Resolução nº 02 de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Diário Oficial da União [DF], 2012. BRASIL. Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em engenharia. Diário Oficial da União [DF], 2002. BRASIL. Conselho Nacional de educação. Resolução CNE/CP nº 1, de 17 de junho de 2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário Oficial da União [DF], 2004. BRASIL. Constituição Federal de 1988. BRASIL. Ministério da Educação - Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CES no 8, de 31 de janeiro de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Diário Oficial da União [DF], 2007. BRASIL. Ministério da Educação. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES). Resolução nº 01 de 17 de junho de 2010. Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências. Diário Oficial da União [DF], 2010. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Superior. Resolução no 2, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Diário Oficial da União [DF], 2007. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação Resolução CNE/CP n° 01 de 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Diário Oficial da União [DF], 2012. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP n° 02, de 15 de junho de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação Ambiental. Diário Oficial da União [DF], 2012. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 4, de 6 de abril de 2009. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial. Diário Oficial da União [DF], 2009. BRASIL. Ministério da Educação. Decreto nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Diário Oficial da União [DF], 2004. BRASIL. Ministério da Educação. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais- Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União [DF], 2005. BRASIL. Ministério da Educação. Lei de Diretrizes da Educação Nacional – Lei nº 9.394. 20 Dez de 1996. Brasília: 1996. BRASIL. Ministério da Educação. Lei n° 10.639 09, de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira". Diário Oficial da União [DF], 2003. BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de
2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Diário Oficial da União [DF], 2008. BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CP 003, 10 de março de 2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais. Diário Oficial da União [DF], 2004. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria nº 1.134, de 10 de outubro de 2016. Revoga a Portaria MEC nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004, e estabelece nova redação para o tema. Oferta de disciplinas na modalidade à distância. Diário Oficial da União [DF], 2016. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004. As instituições de ensino superior poderão introduzir, na organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de disciplinas integrantes do currículo que utilizem modalidade semi-presencial. Diário Oficial da União [DF], 2004. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria Normativa nº 18, de 11 de outubro de 2012. Dispõe sobre a implementação das reservas de vagas em instituições federais de ensino de que tratam a Lei no 12.711, de 29 de agosto de 2012, e o Decreto no 7.824, de 11 de outubro de 2012. Diário Oficial da União [DF], 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Pesquisas e testes em seres humanos. Diário Oficial da União [DF], 2012. BRASIL. Ministro da Educação. Portaria nº 389, de 9 de maio de 2013. Cria o Programa de Bolsa Permanência. Diário Oficial da União [DF], 2013. BRASIL. Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas. Tecnologia Assistiva. Brasília, SEDH, 2009. CABRAL, Patterns and determinants of technological Innovation in the Brazilian Food Industry. Tese (Doutorado em Economia Industrial e da Tecnologia) - Department of Agricultural and Food Economics, University of Reading, Londres, 1999. CNA, Comissão Nacional de Desenvolvimento. Disponível: https://www.cnabrasil.org.br/cna/panorama-do-agro. Acessado em: 27 de maio de 2019. CONCEIÇÃO, J. Radiografia da indústria de alimentos no Brasil: identificação dos principais fatores referentes à exportação, inovação e ao food safety. Ipea, 2007. FNDE.- Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Resolução n° 13, de 9 de maio de
2013. Programa de Bolsa Permanência é destinado à concessão de auxílio pecuniário a estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica matriculados. Diário Oficial da União [DF], 2013. FONSECA, J. J. S.; ROCHA, E. F. Metodologias ativas e contribuições tecnológico-digitais no ensino superior (EAD). 1ª ed. – Sobral: LMR Distribuidora, 2018. 130p. FAJARDO, S. Complexo agroindustrial, modernização da agricultura e participação das cooperativas agropecuárias no estado do Paraná. Revista Caminhos de Geografia, v. 9, n. 27, 2008.
HADDAD, P. R. Etapas de organização de um cluster produtivo: uma exposição diagramática. CLUSTER – Revista Brasileira de Competitividade, Belo Horizonte, v. 2, n. 4, p. 40-49, 2002. HELLE, L.; TYNJÄLÄ, P.; OLKINUORA, E. Project-based learning in post-secondary education– theory, practice and rubber sling shots. Higher Education, v. 51, n. 2, p. 287-314, 2006. HOLLINGSWORTH, J. R. Advancing the socio-economic paradigm with institutional analysis. Socio-Economic Review, v. 1, n. 1, p. 130-134, 2003. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios; Síntese de Indicadores 2015/IBGE. Coordenação de Trabalhos e Rendimentos. Rio de Janeiro: IBGE, 2016. MAYER, T. B. TOUBAL, L. À quoi servent les filières? Paris: Presses des MINES, 2013. MULLER, G. Observações sobre a noção de complexo agroindustrial. Rascunho, UNESP. no. 19, 1991. MENDONÇA, M. L. Papel da agricultura nas relações internacionais e a construção do conceito de agronegócio. In. CONTEXTO INTERNACIONAL – vol. 37, nº 2, 2015. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Projeções do agronegócio Brasil 2017/18 a 2027/28: Projeções de longo prazo. Brasília/DF, 9ª edição, 2018. NORONHA, E. G. TURCHI, L. Politica industrial e ambiente institucional na análise de arranjos produtivos locais. Brasília: IPEIA, 2005. PAULA, V. R. Aprendizagem baseada em projetos: Estudo de caso em um curso de Engenharia de Produção. Itajubá, jan. 2017. Disponível em: https://repositorio.unifei.edu.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/679/dissertacao_paul a_2017.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 27 de maio de 2019. PROCHNIK, V. Cadenas y etapas em el complexo de la construcción civil. El Trimestre Económico. 1988. RIBEIRO, L. R.C. Aprendizagem baseada em problemas (PBL). São Carlos: EdUFSCar, 2010. SECADI. Documento orientador programa incluir: acessibilidade na educação superior. SECADI/SESU, 2013. SERIGATI, F.; POSSAMAI, R. PIM AGRO. Novo indicadores para a agroindústria. Revista de Agronegócios - Agro Analysis. Fundação Getúlio Vargas FGV. v. 39, n. 05, p.19-21, 2019. SOARES, D. A.; TERNES, J. Epistemologia e educação. Goiânia: Editora da PUC-Goiás, 2011. UFPB. Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias. Infraestrutura Relatório situacional da infraestrutura física do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, Campus III da Universidade Federal da Paraíba, Bananeiras - PB, em atendimento as Normativas de Avaliação do e-MEC no Eixo 5. Bananeiras –PB, 2015. UFPB. Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias. Programa de acessibilidade CCHSA/CAVN. Bananeiras –PB, 2015. UFPB. Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias. Relato Institucional do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias/CCHSA, Campus II da UFPB, produzido de acordo com
as recomendações da nota técnica INEP/DAES/CONAES nº 062. 2014. Bananeiras, PB, abril de 2015. UFPB. Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias. Curso de Graduação em Agroindústria. Regimento do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Bacharelado em Agroindústria. 2010. UFPB. Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias. Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPB- CCHSA-CAVN, PDI 2013-2017. Bananeiras, PB. 2013. UFPB. Comissão Própria de Avaliação (CPA). Relatório de autoavaliação institucional 2016. João Pessoa, março de 2017. UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução n° 49, de 20 de novembro de 2014. Aprova o Regulamento do Programa de Tutoria de Apoio às Disciplinas Básicas. 2014. UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução n° 16, de 14 de abril de
2015. Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba. 2015. UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução nº 47, de 28 de junho de 2007. Dispõe sobre normas para a realização de Estágios Curriculares Supervisionados na Universidade Federal da Paraíba, 2007. UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução nº 07, de 29 de abril de
2010. Estabelece normas de elaboração e de reformulação do Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB, revoga as Resoluções nº. 52/2003 e 34/2004, deste Conselho. 2010. UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução n° 45, de 19 de março de 2010. Aprova a inclusão da disciplina Libras – Língua Brasileira de Sinais, como componente curricular nos Cursos de Graduação. 2010. UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução n° 35, de 28 de junho de 2007. Altera dispositivo que menciona a Resolução nº 42/2003 do CONSEPE, que aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Agroindústria. 2007. UFPB. Conselho Universitário. Resolução n° 257, de 05 de abril de 1979. Aprova o Regimento da Reitoria da UFPB. 1979. UFPB. Conselho Universitário. Portaria nº 06, 23 de março de 2018. Regulamenta a Política de Internacionalização da Universidade Federal da Paraíba. 2018. UFPB. Conselho Universitário. Resolução n° 18, de 30 de novembro de 2017. Regulamenta da Política de Propriedade Intelectual e Inovação na Universidade Federal da Paraíba. 2017. UFPB. Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPB, PDI 2014-2018. João Pessoa, PB. 2014. UFPB. Pró-Reitoria de Graduação. Portaria PRG/G nº 17, de setembro de 2010. Estabelece normas para a criação do núcleo docente estruturante dos cursos de graduação da UFPB. 2010.
UFPB. Pró-Reitoria de Graduação. Portaria PRG/G nº 25, de maio de 2011. Defini os conteúdos complementares flexíveis e disciplina o seu registro no histórico escolar dos discentes dos cursos de graduação desta universidade. 2011. UFPB. Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento – PROPLAN. Relatório de gestão
2017. João Pessoa, 22 de março de 2018. USDA, United States Department of Agriculture. Disponível: https://gain.fas.usda.gov/Pages/Default.aspx, Acessado em: 27 de maio de 2019. VIGORITO, R. Critérios metodológicos para el estúdio de complexos agroindustriales. México: ILET, 1978.
[página 190 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] Apêndice | - Portaria Nº 1347/ 15/12/2017- Renovação e Reconhecimento do Curso
Nº241, segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
38. 1510134 GESTÃO DE aaa PRIVADA | 150 (cento e cinquenta)
Diário Oficial da União - seção |
Estacio FIB - Centro Universitário Estácio
ISSN 1677-7042 77. 4%
IREP SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR, MEDIO E | RUA ARTHUR DE AZEVEDO MACHADO, 1235. ED. CIVIL
201503714 FISIOTERAPIA (Bacharelado) 100 (cem) FACULDADE PITAGORAS DE LIN- HARES
aoLsmas DIREITO (Bachurelado) 160 (cento e sesta) | FACULDADE DE DIREITO DA FUN- DAÇÃO ARMANDO ALAS PEN
JOL6IOSO6 EDUCAÇÃO FÍSICA (Licenciatura) FACULDADE a DE 201504004 FISIOTERAPIA (Bacharelado 150 (cemo e cinquenta) | FACULDADE DE CENCIAS
AGRÁRIAS E DA SAÚDE DIGG | ENGENHARIA ELÉTRICA (Bacharel | 45 (quarenta e cio) | FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDER- do AL DE RONDÔNIA OCEANOGRAFIA (Bacharelado) 40 (quresa) [UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
echo da Bahia FUNDAMENTAL LIDA. TOWERS - TORRE 2, COSTA AZUL, SALVADOR BA
3. aONILód0o MEDICINA da 140 (cento e quarenta) | ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA | IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICORDIA | AVENIDA NOSSA SENHORA DA PENHA, 2190, , SANTA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE DE VITORIA LUIZA, VITORIA ES VITORIA
40. 201509556 GESTÃO HOSPITALAR (Tecnológico) 200 (duzentas) Centro Universitário Estácio do Ceará | IREP SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR, MEDIO E | AVENIDA SENADOR FERNANDES TÁVORA, 137.4, , JÔ- FUNDAMENTAL LIDA. QUEI CLUBE, FORTALEZA/CE a 201509566 GESTÃO DO AGRONEGÓCIO (Tecno- | 120 (cento e vinte) | CENTRO UNIVERSITÁRIO DE PATOS | FUNDACAO EDUCACIONAL DE PATOS DE MINAS | RUA MAJOR GOTE, 808, . CAIÇARAS, PATOS DE MI- lógico DE MINAS NASMG a. 201509833 ESTÉTICA E COSMÉTICA (Tecnológi- | 350 e é cinquen- | CENTRO UNIVERSITÁRIO DO | SOCIEDADE DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL | AVENIDA JOAQUIM NABUCO, 1232, , CENTRO, MAN- co) NORTE DO AMAZONAS S.A. - SODECAM AUSAM 8 Misa EDUCAÇÃO FÍSICA (Bacharelado) so ms CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO | FUNDACAO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL | RODOVIA BENJAMIM EELPO, KM 11, ESTRADA BARRA DI BIASE DO PIRAIX V: A, BARRA DO PIRAIR] a 201503411 ENFERMAGEM (Bacharelado) SO (oitocentas) CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DIS-| CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DO DISTRITO | SEP - SUL EQ 704 / 904 CONJUNTO A, S/N, CONJUNTO A, TRITO FEDERAL FEDERAL LIDA ASA SUL, BRASILIA DF
EDITORA E DISTRIBUIDORA EDUCACIONAL S/A
FUNDACAO ARMANDO ALVARES PENTEADO
ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPACOES SIA
UNIME - UNIAO METROPOLITANA PARA O DESEN-
VOLVIMENTO DA EDUCACAO E CULTURA LIDA
FUNDACAO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDO- NIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA
PORTARIA Nº 1.347, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017
AVENIDA SÃO MATEUS, 1458. , ARAÇÁ, LINHARES ES
PRÉDIO 2, HIGIENÓPOLIS, SÃO PAULO/SP
RUA ALAGOAS, 93,
AVENIDA FERNANDO OSÓRIO, 2301, TRÊS VENDAS, PELOTASRS
AVENIDA LUIS TARQUÍNIO PONTE, 600, CENTRO, LAURO DE FREITASBA
BR 364, KM 9,5, ZONA RURAL, SIN, PORTO VELHORO
AVENIDA DA ABOLIÇÃO, 3207, ALEZACE
MEIRELES, FORT-
O SECRETÁRIO DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto nº 9.005, de 14 de março de 2017, e tendo em vista o Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 2010, do Ministério da Educação, e considerando o disposto nos processos e-
MEC. listados na planilha anexa, resolve:
¶Art. 1º Fica renovado o reconhecimento dos cursos superiores constantes da tabela do Anexo desta Portaria, ministrados pelas Instituições de Educação Superior citadas, nos termos do disposto no art. 10, do
Parágrafo único. A renovação de reconhecimento a que se refere esta Portaria é válida exclusivamente para o curso ofertado nos endereços citados na tabela constante do Anexo desta Portaria.
¶Art. 2º Nos termos do art. 10, 87º, do Decreto nº 5.773, de 2006, a renovação de reconhecimento a que se refere esta Portaria é válida até o ciclo avaliativo seguinte.
¶Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
HENRIQUE SARTORI DE ALMEIDA PRADO
ANEXO (Renovação de Reconhecimento de Cursos)
Registro Curso Mantida e-MEC
nº
Nº de vagas to- tais anuais
Mantenedora Endereço de funcionamento do curso
201610925 CENTRO UNIVERSITÁRIO ADVENTISTA DE SÃO
PAULO FACULDADE ANGLO-
AMERICANO DE JOÃO PESSOA
EDUCAÇÃO FÍSICA (Li- cenciatura)
100 (cem)
201503780
FARMÁCIA (Bacharelado)
100 (cem)
INSTITUTO ADVENTISTA DE ENSINO ESTRADA DE ITAPECERICA, 5859, ,
IAE, SÃO PAULO/SP
JARDIM
NUCLEO INTEGRADO DE ENSINO E|LADEIRA DE SÃO FRANCISCO, 16, CENTRO, PESQUISA S/S LTDA - ME JOÃO PESSOA/PB
201615628 | CIÊNCIA DA COMPUTA-
ÇÃO (Bacharelado)
UNIVERSIDADE VALE DO RIO VERDE
60 (sessenta)
FUNDACAO COMUNITARIA TRICORDIANA | AV. CASTELO BRANCO, 82. . CHÁCARA DAS DE EDUCACAO ROSAS, TRES CORAÇÕES /MG
201410600 | RÁDIO, TV E INTERNET (Bacharelado)
201611013 [ENGENHARIA ELÉTRI-|120 (cento e CA Bacharelado vinte
201509895 80 (oitenta)
100 (cem) | FACULDADE PAULUS DE
TECNOLOGIA E COMUNI-
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SA
UNIVERSIDADE . FEDERAL DA PARAIBA
PIA SOCIEDADE DE SAO PAULO RUA MAJOR MARAGLIANO, 191, VILA MAR- IANA, SÃO PAULO/SP
SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR ESTA-| AVENIDA 28 DE MARÇO, 423 - CENTRO, 423,
CIO DE SA LTDA CENTRO. CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA | CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS. SOCIAIS E AGRARIAS, S/N, CIDADE UNIVERSITARIA -
201504224 | FARMÁCIA (Bacharelado) | 300 (trezentas) | UNIVERSIDADE DE MOGI
DAS CRUZES
ORGANIZACAO MOGIANA DE EDUCACAO | AVENIDA DOUTOR CÂNDIDO XAVIER DE E CULTURA SOCIEDADE SIMPLES LIMITA-| ALMEIDA SOUZA, 200, CAMPUS UNIVERSI- DA TARIO, ENO UE: MOGI DAS
201503824 | RADIOLOGIA (Tecnológi-
co) 201504124 | FISIOTERAP! EA (Bachare- | 22
201409223 AONSTRAÇÃO
icharelado)
201503645 ENFERMAGEM (Bachare- | 200 (duzentas) do)
100 (cem) | UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO PROFESSOR JOSE DE SOUZA E
UNIVERSIDADE TIGUAR
20 (duzentas e vinte
FACULDADE HANGUERA DE BAURD.
COMPANHIA NILZA CORDEIRO HERDY DE | AVENIDA DOUTOR MÁRIO GUIMARÃES, 894, EDUCACAO E CULTURA . CENTRO, NOVA IGUAÇU/RJ]
- | APEC - SOCIEDADE POTIGUAR DE EDUCA-| AVENIDA SENADOR SALGADO FILHO, 1.610, CAO E CULTURA LIDA LAGOA NOVA, NATAL/RN
108 (cento e| UNIVERSIDADE DO EX-| FUNDACAO EDUCACIONAL DE CRICIUMA | AVENIDA UNIVERSITÁRIA. 1105. BLOCO AD- oito) TREMO Nike CATARI. MINISTRATIVO, UNIVERSITARIO, CRICIU-
-| ANHANGUERA Pope CIONAL PARTICIPA-| AVENIDA MOUSSA NAKHL TOBIAS, 3-33, PARQUE RESIDENCIA DO CASTELO, BAU-
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A Acesso à Base de Dados Científicos, 11, 46 Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática, 11, 43 Agroenergia, 51, 75 Análise Físico-química de Alimentos, 75, 83, 98, 118 Análise Instrumental de Alimentos, 51, 71, 75, 85, 124 Análise Sensorial de Alimentos, 71, 75, 84, 85, 98, 125 Área do Curso, 10, 15 Aspecto Relacionado com a Criação do Curso, 22 Aspectos Relacionados ao PDI da Instituição, 10, 30 Assessoria Acadêmica, 11, 34 Atividades Complementares Flexíveis, 12, 81 Atos regulatórios de Criação para Autorização, 10, 16
B Biblioteca, 11, 44, 45, 46 Biologia Geral, 52, 69, 82, 100 Bioquímica Aplicada a Alimentos, 52, 70, 83, 118
Cadeia de Produção e Processamento de Rações, 53, 75, 146 Cadeia de Produtos Apícolas, 76, 154 Cadeia Produtiva Aquícola, 76, 156 Cadeias Produtivas de Aves e Suínos, 53, 54, 69, 82, 104 Cadeias Produtivas de Frutas e Hortaliças, 52, 69, 83, 87, 112 Cadeias Produtivas de Oleaginosas, Fibrosas e Graníferas, 53, 69, 83, 112 Cadeias Produtivas de Ruminantes, 51, 69, 83, 87, 107 Carga Horária Total do Curso, 10, 16 Ciências do Ambiente, 54, 67, 68, 69, 77, 79, 82, 100 Código e-MEC, 10, 14 Colegiado de Curso, 11, 14, 39, 67, 72, 74, 78, 82, 87, 144, 149, 152, 153, 154, 157, 161, 162 Comercialização de Produtos Agroindustriais, 69, 98, 101 Comitê de Inclusão e Acessibilidade, 7, 11, 18, 35, 36 Competências e Habilidades, 10, 29 Componentes Flexíveis, 12, 162 Conselho de Centro, 7, 11, 22, 33, 34, 36, 37, 40, 55 Contabilidade Geral, 51, 76, 155 Conteúdos Básicos Profissionais, 12, 69 Conteúdos Complementares, 12, 56, 75 Contextualização da Região de Abrangência do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, 10 Coordenação do Curso, 11, 37, 81 Corpo Docente, 11, 48 Creditação de Extensão, 12, 80 Criações Alternativas, 51, 76, 99, 150 Culturas Alternativas, 53, 75, 147 Custos Agroindustriais, 83, 107
D A Acesso à Base de Dados Científicos, 11, 46 Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática, 11, 43 Agroenergia, 51, 75 Análise Físico-química de Alimentos, 75, 83, 98, 118 Análise Instrumental de Alimentos, 51, 71, 75, 85, 124 Análise Sensorial de Alimentos, 71, 75, 84, 85, 98, 125 Área do Curso, 10, 15 Aspecto Relacionado com a Criação do Curso, 22 Aspectos Relacionados ao PDI da Instituição, 10, 30 Assessoria Acadêmica, 11, 34 Atividades Complementares Flexíveis, 12, 81 Atos regulatórios de Criação para Autorização, 10, 16
B Biblioteca, 11, 44, 45, 46 Biologia Geral, 52, 69, 82, 100 Bioquímica Aplicada a Alimentos, 52, 70, 83, 118 Biotecnologia Agroindustrial, 75, 148 Bloco de Salas de Aulas, 11, 42
C Cadeia de Produção e Processamento de Peles e Couros, 51, 76, 158
Departamentos, 11, 15, 33, 39, 94 Descrição Contextualizando-a com a História da UFPB, 10, 20 Desenho Técnico, 53, 69, 83, 98, 108 Direção de Centro, 7, 11, 33, 36, 44, 94
E Educação Ambiental, 11, 18, 54, 61, 62, 77, 79, 150, 164, 165, 166 Educação em Direitos Humanos, 18, 79, 80, 165 Educação para as Relações Étnico-Raciais, 77 Embalagem e Armazenamento de Alimentos, 54, 75, 84, 98, 126 Ementários, 12, 100 Ementas das Optativas I, 12, 143 Ementas das Optativas II, 12 Ementas do Oitavo Semestre, 12, 142 Ementas do Primeiro Semestre, 12, 100 Ementas do Quarto Semestre, 12, 118 Ementas do Quinto Semestre, 12, 124 Ementas do Segundo Semestre, 12, 106 Ementas do Sétimo Semestre, 12, 137 Ementas do Sexto Semestre, 12, 131 Ementas do Terceiro Semestre, 12, 112 Empreendedorismo, 31, 53, 69, 85, 98, 137 Equivalência, 9, 12, 87 Estágio Curricular Supervisionado, 7, 12, 72, 73
191
Estágio Supervisionado, 43, 51, 68, 71, 72, 74, 86, 98 Estatística, 53, 75, 83, 98, 113, 114, 142, 167 Estruturas Agroindustriais, 51, 82, 98, 102 Estudos Referentes à Temáticas, 12 Ética e Cidadania, 53, 69, 79, 80, 82, 87, 102
F Fatores da Produção Agropecuária, 53, 54, 75, 82, 98, 103 Físico-Química, 41, 54, 69, 71, 83, 85, 98, 114, 132 Fluxograma, 12, 97 Formas de Acesso ao Curso, 10, 32 Fundamentação Legal do Curso, 10, 18 Fundamentos da Nutrição, 51, 76, 153
G Gabinetes dos Professores, 11, 42 Gestão Administrativa e Infraestrutura, 10 Gestão da Qualidade, 69, 85, 88, 131, 132 Gestão do Agronegócio, 23, 25, 52, 75, 145 Gestão Financeira, 53, 69, 80, 83, 98, 119 Graníferas, 53, 69, 70, 83, 84, 112 Grau Acadêmico, 10, 15
H Higiene e Inspeção de Alimentos, 54, 75, 83, 98, 109 Histórico do Curso, 10
I Identificação do Curso, 10, 14 Identificação dos Problemas Concretos Enfrentados pelo Curso, 10, 26 Infraestrutura, 10, 11, 14, 33, 66, 94, 168
J Justificativa, 10, 24, Justificativa da Oferta em Relação ao Contexto Local e Regional, 10, 24
L Laboratórios Didático-Pedagógicos, 11, 40 Libras - Língua Brasileira de Sinais, 7, 52, 76, 98, 159 Livros Digitais, 11, 45
M Marketing Estratégico Agroindustrial, 70, 84, 98, 127 Matemática, 50, 53, 56, 69, 83, 98, 106 Matriz Curricular, 12, 66, 82 Mecanismos de Acompanhamento dos Egressos, 10, 31 Metodologia Científica e Pesquisa Aplicada, 52, 69, 82, 88, 98, 104 Metodologia de Ensino, 12, 89 Microbiologia Aplicada, 76, 99, 157 Microbiologia de Alimentos, 51, 70, 71, 83, 85, 88, 98, 114 Microbiologia Geral, 70, 83, 98, 110
Missão, Princípios e Valores, 10, 20 Modalidade de Oferta do Curso, 10, 15 Motivação para Alteração ou Criação do PPC, 10, 26
N Nome do Curso, 10, 14 Núcleo de Assistência Estudantil, 7, 11, 34, 56 Núcleo Docente Estruturante, 5, 7, 11, 14, 37, 38, 94, 165, 168
O Objetivo Geral, 10, 28 Objetivos, 10, 28, 63 Objetivos Específicos, 10, 28 Operações Unitárias, 51, 70, 83, 98, 115
P Perfil do Egresso, 10, 29 Período Letivo e Data de Início do Curso, 10, 16 Pessoa com Deficiência, 18, 77, 80, 90, 165, 167 Planejamento e Projeto Agroindustrial, 70, 85, 88, 98, 138 Política de Assistência e Promoção Estudantil, 11, 57 Prática Profissional, 12, 51, 52, 53, 54, 68, 70, 71, 72, 73, 80, 83, 84, 85, 90, 98 Prática Profissional em Análise de Alimentos, 51, 52, 71, 85, 98, 98, 132 Prática Profissional em Produção Animal, 51, 53, 54, 70, 83, 98, 116 Prática Profissional em Produção Vegetal, 53, 70, 83, 98, 120 Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Animal, 52, 53, 54, 70, 85, 98, 139 Prática Profissional em Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal, 51, 52, 54, 71, 84, 98, 128 Programa de Mobilidade Internacional, 11, 59 Programa de Monitoria Acadêmica, 11, 58 Programa de Nivelamento, 11, 56 Programa de Tutoria (ProTuT), 11, 56 Programa Institucional, 11, 60 Programa Permanência na Educação Superior, 11, 58
Q Química Analítica, 54, 69, 75, 83, 84, 98, 110 Química de Alimentos, 52, 69, 75, 83, 98, 117 Química do Aroma, 76, 99, 154 Química dos Óleos Essenciais, 76, 151 Química Geral, 54, 69, 82, 83, 98, 105 Química Orgânica, 69, 83, 98, 111
R Reconhecimento, 10, 16, 102 Referências, 12, 141, 143, 164 Regime de Oferta de Matrícula, 10 Regime Letivo e Número de Vagas, 10, 15 Renovação e Reconhecimento do Curso, 13, 170 Requisitos para Integralização de Currículo, 10, 16
S Salas dos Professores, 11, 43 Secagem de Alimentos, 51, 75, 85, 98, 133 Segurança do Trabalho, 52, 75, 86, 98, 140 Semestre, 82, 83, 84, 85, 86 Seminário de Direitos Humanos, 76, 77, 79, 80, 99, 160 Seminário de Educação Ambiental, 76, 77, 79, 80, 99, 150 Serviço de Apoio ao Discente, 11 Sistema de Avaliação, 12, 17, 92
T Tecnologia de Bebidas, 51, 70, 84, 98, 121 Tecnologia de Carne e Derivados, 52, 53, 70, 84, 98, 129 Tecnologia de Cereais e Panificação, 51, 70, 71, 80, 84, 98, 122 Tecnologia de Frutas e Hortaliças, 52, 70, 71, 84, 98, 123 Tecnologia de Leite e Derivados I, 52, 70, 80, 84, 85, 88, 98, 130 Tecnologia de Leite e Derivados II, 70, 80, 85, 88, 98, 134 Tecnologia de Pescados e Derivados, 54, 70, 71, 85, 88, 98, 135 Tecnologia do Açúcar, 51, 76, 99, 149 Tecnologia Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças, 75, 99, 144 Temática da Política Nacional da Educação Ambiental, 12, 79 Temática para a Educação das Relações Étnico-Raciais, 12, 78 Temática para a Educação de Pessoas com Deficiência, 12, 79 Temática para a Educação em Direitos Humanos, 12, 79 Tempos Mínimo e Máximo para Integralização, 10, 15 Titulação Conferida, 10, 15 Tópico Avançado em Ciência e Tecnologia de Alimentos I, 76, 99, 149 Tópico Avançado em Ciência e Tecnologia de Alimentos II, 76, 99, 154 Tópico Avançado em Produção Agropecuária, 75, 99, 144 Tópico Avançado em Produtos Não Alimentícios, 76, 99, 157 Tópicos Especiais em Agroindústria I, 76, 77, 162 Tópicos Especiais em Agroindústria II, 77, 162 Tópicos Especiais em Agroindústria III, 77, 162 Tópicos Especiais em Agroindústria IV- Atividade extensionista, 77, 162 Tópicos Especiais em Agroindústria V- Atividade extensionista, 77, 163 Tópicos Especiais em Agroindústria VI- Atividade extensionista, 77, 163 Toxicologia de Alimentos, 76, 99, 158 Trabalho de Conclusão de Curso, 7, 12, 51, 53, 54, 68, 73, 74, 86, 98, 141 Tratamento e Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais, 52, 66, 75, 80, 85, 98, 136 Turno de Funcionamento do Curso, 10, 15
U UCE I - Agroindústria - Produção Agropecuária, 76, 99, 151
UCE II - Agroindústria - Produção Agropecuária, 76, 99, 151 UCE III - Agroindústria - Tecnologia de Alimentos, 81, 99, 152 UCE IV - Agroindústria - Tecnologia de Alimentos, 76, 81, 99, 161 UCE V - Agroindústria - Comercialização e Gestão, 76, 81, 99, 152 UCE VI - Agroindústria - Comercialização e Gestão, 76, 81, 99, 162
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
Emitido em 02/06/2026 RESOLUÇÃO Nº 21/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 21) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 09/07/2026 15:33 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087
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