UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 05/2026

UFPB-CONSEPE-RES-05-2026
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental, Bacharelado, do Centro de Tecnologia (CT), Campus I, desta Universidade

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (97)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, através da Câmara de Graduação, de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e de Assistência Estudan l do Consepe, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“ensão, da Universidade Federal da Paraíba, através da Câmara de Graduação, de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e de Assistência Estudan l do Consepe, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“lho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, através da Câmara de Graduação, de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e de Assistência Estudan l do Consepe, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei...” fonte: texto · confiança alta
94 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: art. 10“Constituição Federal de 1988;”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: art. 77“Constituição da República Federa va do Brasil de 1988.”
  • cita
    Res. CNE/CES 1/2021 em: art. 77“Resolução nº 1, de 26 de março de 2021.”
  • cita
    Res. CNE/CES 1/2021 em: art. 10“Resolução CNE/CES nº 01, de 26 de março de 2021, que altera o Art. 9°, §1º da Resolução CNE/CES n° 02/2019, que institui as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Engenharia.”
  • cita
    Res. CNE/CES 1/2021 em: art. 10“história e cultura afro-brasileira e africana (Resolução CNE nº 02/2012), aos direitos humanos (Resolução CNE nº 01/2012), à educação ambiental (Lei nº 9.795/1999), à educação das pessoas com...”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2007 em: art. 10“Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos rela vos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2019 em: art. 10“Nos subitens posteriores comenta-se explicitamente sobre os requisitos necessários para atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais conforme a Resolução 02/2019 e demais legislações vigentes...”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2019 em: art. 77“Resolução nº 2, de 26 de abril de 2019.”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2019 em: art. 10“Resolução CNE/CES nº 02, de 26 de abril de 2019, que institui as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Engenharia;”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2019 em: art. 10“Resolução CNE/CES nº 01, de 26 de março de 2021, que altera o Art. 9°, §1º da Resolução CNE/CES n° 02/2019, que institui as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Engenharia.”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2019 em: art. 10“É integralizado em um único componente curricular com 180 horas, que atende à carga horária mínima para este po de a vidade em cursos de engenharia, que é 160 horas, conforme Art. 11 da Resolução...”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2019 em: art. 77“Altera o Art. 9º, §1º da Resolução CNE/CES nº 2/2019.”
  • cita
    Res. CNE/CES 3/2007 em: art. 10“Resolução CNE/CES nº 3, de 02 de julho de 2007, que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências;”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: art. 77“Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018.”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: art. 10“Resolução CNE/CES nº 07, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira;”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: art. 77“Quanto ao atendimento à creditação da extensão no curso, de acordo com o Art. 12 da resolução 02/2022, a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) elaborará um instrumento de autoavaliação dos cursos...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 77“Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004.”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 10“Resolução CNE/CP nº 1 de 17 de junho de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 5º“§ 4º A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações ÉtnicoRaciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 10“Destacam-se as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) dos Cursos de Graduação em Engenharia, estabelecidas na Resolução CNE/CES Nº 2/2019, a Resolução CNE/CES 01/2021 acerca do ensino de desenho...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: art. 10“Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, que institui as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme o disposto no Parecer CNE/CP nº 8, de 06 de março de 2012;”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: art. 5º“e Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, e Nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV,...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: art. 10“Cursos de Graduação em Engenharia, estabelecidas na Resolução CNE/CES Nº 2/2019, a Resolução CNE/CES 01/2021 acerca do ensino de desenho universal, a Resolução CNE Nº 1/2004 acerca da educação das...”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2012 em: art. 77“Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012.”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2012 em: art. 10“Resolução CNE/CES nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2012 em: art. 10“Destacam-se as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) dos Cursos de Graduação em Engenharia, estabelecidas na Resolução CNE/CES Nº 2/2019, a Resolução CNE/CES 01/2021 acerca do ensino de desenho...”
  • cita
    Res. CONAES 1/2010 em: art. 10“0.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Engenharia Ambiental é composto por docentes a vos no curso e que tem produção de conhecimentos na área de...”
  • cita
    Res. CONFEA 1.010/2005 em: art. 10“Além disso, a Resolução CONFEA nº 1.010, de 22 de agosto de 2005, estabelece, para efeito de fiscalização do exercício da profissão, sobre os regulamentos das atribuições de tulos profissionais, a...”
  • cita
    Res. CONFEA 1.010/2005 em: art. 77“Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005.”
  • cita
    Res. CONFEA 447/2000 em: art. 10“Resolução Nº 447, de 22 de setembro de 2000 do CONFEA, que dispõe sobre o registro profissional do Engenheiro Ambiental e discrimina suas a vidades profissionais;”
  • cita
    Res. CONFEA 447/2000 em: art. 10“Contudo, a profissão de engenheiro ambiental foi regulamentada posteriormente, mediante a publicação da Resolução nº 447, de 22 de setembro de 2000, que dispõe sobre o registro profissional do...”
  • cita
    Res. CONFEA 447/2000 em: art. 77“Resolução nº 447, de 22 de setembro de 2000.”
  • cita
    Decreto 4.340/2002 em: art. 10“SNUC Sistema nacional de unidades de conservação da natureza:Lei no 9.985 de julho de 2000, decreto no 4.340, de 22 de agosto de 2002.”
  • cita
    Decreto 5.626/2005 em: art. 10“O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436 que dispõe sobre Língua Brasileira de Sinais – Libras;”
  • cita
    Decreto 5.626/2005 em: art. 77“Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.”
  • cita
    Lei 10.257/2001 em: art. 10“Lei federal no 10.257/2012.”
  • cita
    Lei 10.419/2002 em: art. 10“Em abril de 2002 por meio da Lei nº 10.419, de 09 de abril de 2002, deu-se o desmembramento da Universidade Federal da Paraíba e foi criada a Universidade Federal de Campina Grande.”
  • cita
    Lei 10.436/2002 em: art. 10“Lei nº 10.436/2002).”
  • cita
    Lei 10.436/2002 em: art. 77“Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras.”
  • cita
    Lei 10.861/2004 em: art. 10“Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências;”
  • cita
    Lei 10.861/2004 em: art. 77“Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004.”
  • cita
    Lei 12.608/2012 em: art. 10“Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos.Lein°12.608, de 10 de abril de 2012.”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: art. 10“a) Cotas: nesse caso, são as pessoas alcançadas pela Lei n. 12.711/2012 (Lei de Cotas) e”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: art. 5º“§ 4º A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações ÉtnicoRaciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme...”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: art. 10“Lei 13.146 de 06 de julho de 2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência);”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: art. 77“Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015.”
  • cita
    Lei 14.026/2020 em: art. 77“Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020.”
  • cita
    Lei 14.695/2023 em: art. 10“Par cipação de servidores técnico-administra vos em projetos de extensão, em consonância com o disposto na Lei nº 14.695/2023.”
  • cita
    Lei 5.194/1966 em: art. 10“Dentre eles destaca-se a Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e EngenheiroAgrônomo, e dá outras providências.”
  • cita
    Lei 5.194/1966 em: art. 77“Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966.”
  • cita
    Lei 6.766/1979 em: art. 10“Lei federal no 6.766/1979 - Lei do Parcelamento do Solo Urbano – L6766.Disponível em: www.planalto.gov.br FERRARI, C.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: art. 10“Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - LDB;”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: art. 77“Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.”
  • cita
    Lei 9.433/1997 em: art. 10“A Lei Federal 9.433/97.”
  • cita
    Lei 9.795/1999 em: art. 10“história e cultura afro-brasileira e africana (Resolução CNE nº 02/2012), aos direitos humanos (Resolução CNE nº 01/2012), à educação ambiental (Lei nº 9.795/1999), à educação das pessoas com...”
  • cita
    Lei 9.985/2000 em: art. 10“SNUC Sistema nacional de unidades de conservação da natureza:Lei no 9.985 de julho de 2000, decreto no 4.340, de 22 de agosto de 2002.”
  • cita
    Portaria MEC 1.096/2015 em: art. 77“Portaria MEC nº 1.096, de 24 de dezembro de 2015.”
  • cita
    Portaria MEC 1.693/1994 em: art. 77“Portaria nº 1.693, de 5 de dezembro de 1994.”
  • cita
    Port. Normativa MEC 40/2007 em: art. 10“Portaria MEC n.º 40, de 12 de dezembro de 2007, reeditada em 29 de dezembro de 2010, que institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações rela vas aos...”
  • cita
    Portaria SERES 111/2021 em: art. 10“3ª renovação de reconhecimento: Portaria MEC no 111 de 04 de fevereiro de 2021.”
  • cita
    Portaria SERES 111/2021 em: art. 77“Portaria MEC nº 111, de 4 de fevereiro de 2021.”
  • cita
    Portaria SERES 604/2013 em: art. 10“Reconhecimento do curso: O reconhecimento foi emi do pela Portaria MEC no 604 de 19 de novembro de 2013.”
  • cita
    Portaria SERES 604/2013 em: art. 77“Portaria MEC nº 604, de 19 de novembro de 2013.”
  • cita
    Portaria SERES 920/2018 em: art. 10“2ª renovação de reconhecimento: Portaria MEC no 920 de 27 de dezembro de 2018.”
  • cita
    Portaria SERES 920/2018 em: art. 77“Portaria MEC nº 920, de 27 de dezembro de 2018.”
  • cita
    Res. CESU 118/1991 em: art. 10“Já o primeiro curso que entrou em funcionamento foi o da Universidade Federal de Tocan ns (UFT) em 09 de março de 1992, criado pela Resolução Cesu No118 de 19 de dezembro de 1991.”
  • cita
    Res. CONSEPE 01/2012 em: art. 77“Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012.”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2007 em: art. 10“A organização curricular foi concebida atendendo ao preconizado na Resolução n°2 de 18 de junho de 2007 do Ministério da Educação, a qual define 3.600 horas como a carga horária mínima e 5 anos...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: art. 5º“§5º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, encontrando-se descrita após a Composição Curricular com os componentes curriculares ou...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: art. 10“Resolução nº 02/2022 CONSEPE/UFPB, de 19 de abril de 2022, que dispõe sobre a Polí ca de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus no âmbito da...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: art. 77“Quanto ao atendimento à creditação da extensão no curso, de acordo com o Art. 12 da resolução 02/2022, a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) elaborará um instrumento de autoavaliação dos cursos...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: art. 77“O acompanhamento da inserção das a vidades de extensão para fins de creditação curricular estará vinculado aos indicadores da creditação da extensão no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)...”
  • cita
    Res. CONSEPE 218/1973 em: art. 10“Compete ao engenheiro ambiental, entre outras funções, o desempenho das a vidades 1 a 14 e 18 do art. 1º da Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973, referentes à administração, gestão e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 28/2008 em: art. 10“3.3.2 O curso de Engenharia Ambiental na UFPB No intuito de atender a demanda nacional de engenheiros ambientais, a UFPB criou o curso de graduação em Engenharia Ambiental (bacharelado) da UFPB...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: art. 10“Resolução nº 29/2020 CONSEPE/UFPB, de 05 de novembro de 2020, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba;”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: art. 10“Os conteúdos básicos e profissionais totalizam 50,8% da carga horária total do curso, em atendimento ao Art. 16 da Resolução nº 29/2020, o qual define o valor mínimo de 50%.”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: art. 10“13.5 Equivalências De acordo com Art. 35 da Resolução 29/20 do CONSEPE, Art. 35º, “Um componente curricular é equivalente a outro, na mudança de estrutura curricular, quando a carga horária for...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: art. 10“13.11 Disciplina de livre escolha De acordo com o Art. 36 da Resolução 29/2020 do CONSEPE, o Disciplina de livre escolha poderá ser aproveitado como Disciplina na integralização curricular fora do...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: art. 77“Resolução CONSEPE nº 29, de 5 de novembro de 2020.”
  • cita
    Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) em: art. 10“Os nomes eleitos serão apreciados pelo Conselho de Centro – CT e, em seguida, designados pelo Reitor da UFPB, conforme preceituado no Art. 65 do Estatuto da UFPB.”
  • cita
    Res. CONSUNI 12/2021 em: art. 10“Regulado pela Resolução nº 12/2021 - CONSUNI - finalidade de”
  • cita
    Res. CONSUNI 17/2018 em: art. 10“Resolução nº 17/2018 CONSUNI/UFPB, de 30 de maio de 2018, que estabelece a Polí ca Ambiental da Universidade Federal da Paraíba;”
  • cita
    Res. CONSUNI 17/2018 em: art. 77“Resolução CONSUNI nº 17, de 30 de maio de 2018.”
  • cita
    Res. CONSUNI 28/2008 em: art. 10“Nome do curso: Engenharia Ambiental Código MEC: 113615 Autorização: A autorização do curso foi emi da por meio da Resolução CONSUNI 28 de 21 de maio de 2008.”
  • cita
    Res. CONSUNI 34/2013 em: art. 10“Os discentes com necessidades especiais são assis dos pelo Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) da UFPB, que é uma assessoria especial vinculada diretamente ao Gabinete da Reitoria, e que foi...”
  • cita
    Res. CONSUNI 34/2023 em: art. 10“Resolução nº 34/2023 CONSUNI/UFPB, de 18 de dezembro de 2023, que instituiu a Polí ca de Inclusão e Acessibilidade da Universidade Federal da Paraíba.”
  • cita
    Res. CONSUNI 34/2023 em: art. 77“Resolução CONSUNI nº 34, de 18 de dezembro de 2023.”
  • cita
    Res. CONSUNI 45/1991 em: art. 10“De acordo com dados do INEP, o primeiro curso de Engenharia Ambiental do Brasil foi criado na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) – Campus Canoas (RS), pela Resolução Consun/Ulbra N o 45 de 31...”
  • cita
    Portaria PRAPE 09/2019 em: art. 10“Regulado conforme a Portaria nº 09/2019 - PRAPE (disponível”
  • cita
    Portaria PRG 25/2011 em: art. 10“Portaria PRG/G nº25, de 26 de maio de 2011, que define os conteúdos complementares flexíveis e disciplina o seu registro no histórico escolar dos discentes, e dá outras providências;”
  • cita
    Portaria PRG 25/2011 em: art. 77“Portaria PRG/G nº 25, de 26 de maio de 2011.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: art. 10“10.2 Colegiado de curso As a vidades do Colegiado do Curso de Engenharia de Ambiental são realizadas de acordo com os ar gos 20, 21 e 22 do Regimento Geral da UFPB.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: art. 10“Compete ao Colegiado de Curso, Art. 22 do Regimento Geral da UFPB: i.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: art. 10“Os conteúdos classificados como complementares opta vos representam 8,3% do total do curso, o que está de acordo com o Art. 52 do Regimento Geral da UFPB, que estabelece um percentual mínimo de 8%.”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 114 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 12 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N° 05/2026 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental, Bacharelado, do Centro de Tecnologia (CT), Campus I, desta Universidade.

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, através da Câmara de Graduação, de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e de Assistência Estudan l do Consepe, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, e conforme deliberado em reunião realizada em 06 de abril de 2026 (Processo nº 23074.116010/2024-15) e, ainda, a necessidade de capacitação de profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área da Engenharia Ambiental; bem como os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para a formação de profissionais; RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental, Bacharelado, do Centro de Tecnologia (CT).

§1º Compreende-se o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental, Bacharelado, como sendo o conjunto de ações sociopolí cas e técnico-pedagógicas rela vas à formação profissional que se des nam a orientar a concre zação curricular do referido Curso.

§2º As definições rela vas aos obje vos do Curso, perfil profissional, e competências, habilidades e campo de atuação dos formandos encontram-se relacionadas no Anexo desta Resolução, qual seja: o Projeto Pedagógico do Curso.

Art. 2º O Curso de Engenharia Ambiental tem como finalidade conferir o grau de Bacharel e Bacharela em Engenharia Ambiental aos alunos e alunas que cumprirem as determinações constantes na presente Resolução.

Art. 3º O Curso de Engenharia Ambiental, Bacharelado, ofertará o número de 40 (quarenta) vagas por semestre para ingresso de discentes, sendo, portanto, 80 (oitenta) anualmente.

Art. 4º O Curso de Engenharia Ambiental, Bacharelado, funcionará no turno Integral (Manhã e Tarde), com a duração mínima de 10 (dez) e máxima de 15 (quinze) períodos le vos e o currículo será integralizado em 3.960 (três mil, novecentos e sessenta) horas/aula, equivalentes a 264 (duzentos e sessenta e quatro) créditos.

Parágrafo único. Será permi da a matrícula em, no mínimo, 255 (duzentos e cinquenta e cinco) horas ou 17 (dezessete) créditos por período le vo e, no máximo, 405 (quatrocentos e cinco) horas ou 27 (vinte e sete) créditos por período le vo.

Art. 5º A Estrutura Curricular, integrante do Projeto Pedagógico, resulta de conteúdos fixados de acordo com as especificações da tabela abaixo, sendo desdobrados conforme especificado no

Anexo deste documento. Essa Estrutura apresenta uma formação Básica Profissional e, outra, de caráter Complementar, em cujo escopo constam os componentes curriculares e demais a vidades do currículo do Curso. As disciplinas estão classificadas por conteúdo, tomando como base a nomenclatura e os tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia. Conteúdos Curriculares Conteúdos Básicos e Profissionais 1. Conteúdos Obrigatórios 2. Estágio Supervisionado Total Obrigatórios Conteúdos Complementares 1. Complementares Obrigatórios 2. Complementares Opta vos 3. Complementares Flexíveis Total Complementares TOTAL DO CURSO

Cargahorária

Percentual

2.010 h 180 h 2.190 h

50,8 % 4,5 % 55,3 %

1.260 h 330 h 180 h

31,8 % 8,3 % 4,5 %

1.770 h 3.960 h

44,7 % 100%

Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental – CT, 2025.

§1º A Formação Básica Profissional é composta pelos Conteúdos Obrigatórios e o Estágio Supervisionado; já Formação Complementar tem na sua composição Conteúdos Complementares: Obrigatórios, Opta vos e Flexíveis.

§2º Os conteúdos obrigatórios são os conhecimentos e habilidades fundamentais que cons tuem a base da formação, promovendo uma trajetória forma va-acadêmica comprome da com a inovação, a responsabilidade social e ambiental e o desenvolvimento regional.

§3º Os conteúdos complementares obrigatórios, opta vos e flexíveis são cons tuídos pelos componentes curriculares ou áreas de aprofundamento, considerados indispensáveis à formação profissional do Engenheiro Ambiental. Os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.

§ 4º A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações ÉtnicoRaciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, e Nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV, sobre os conteúdos relacionados à Pessoa com Deficiência e, ainda, a temá ca de Educação Ambiental, em conformidade com a Resolução do CNE Nº 01, de 30 de maio de 2012, constam, de forma transversal, nas ementas de disciplinas obrigatórias e opta vas.

§5º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, encontrando-se descrita após a Composição Curricular com os componentes curriculares ou a vidades integralizados elencados no Anexo.

Art. 6º Os componentes curriculares serão do po:

I – disciplinas;

II – a vidades:

a) de iniciação à pesquisa e extensão;

b) de monitoria;

c) par cipação em eventos.

Parágrafo único. Os componentes Trabalho de Conclusão de Curso, Estágio e os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso, através de Resolução Interna, para fins de integralização curricular.

Art. 7º O Curso adotará o regime de créditos.

Parágrafo único. O fluxo curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, em períodos le vos, será feita conforme especificado no Anexo.

Art. 8º O Projeto Pedagógico do Curso de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso.

Art. 9º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 10 (dez) períodos le vos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sociopolí co-educa vas.

Parágrafo único. Adaptações curriculares serão aprovadas pelo Colegiado do Curso e os Departamentos envolvidos, e encaminhadas ao CONSEPE, ouvidas a Pró-Reitoria de Extensão e a Pró-Reitoria de Graduação, para aprovação.

Art. 10 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 07 de maio de 2026.

Terezinha Domiciano Dantas Mar ns Presidente

[página 4 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

Centro de Tecnologia — UFPB — Campus | — Cidade Universitária, Castelo Branco. CEP: 58051-900 - João Pessoa, PB — Brasil. Telefone: 3216-7398.

João Pessoa - PB [fim da página 4]

[página 5 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE

BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

Reitora Terezinha Domiciano Dantas Martins Vice-Reitora Mônica Nóbrega Pró-Reitora de Graduação Ana Claudia da Silva Rodrigues

Coordenadora de Currículos Acadêmicos Silvania Lucia de Araujo Silva

Diretor do Centro de Tecnologia Marcel de Gois Pinto Vice-Diretora do Centro de Tecnologia Ana Cláudia F. Medeiros Braga Coordenadora do Curso Aline Flávia N. Remígio Antunes Vice-Coordenadora do Curso Claudia Coutinho Nobrega

Membros do Núcleo Docente Estruturante

Adriano Rolim da Paz (DECA/CT/UFPB) (2019-2025)

Aline Flávia N. Remígio Antunes (DECA/CT/UFPB) (2020-2025) Allan Loures Ribeiro (DSE/CCEN/UFPB) (2019-2025)

Elisângela Maria Rodrigues Rocha (DECA/CT/UFPB) (2019-2025) Francisco Jácome Sarmento (DECA/CT/UFPB) (2021-2025)

José Paulo Marsola Garcia (DGEO/CCEN/UFPB) (2019-2021) Mariana Moura Nóbrega (DEP/CT/UFPB) (2019-2022)

Richarde Marques da Silva (DGEO/CCEN/UFPB) (2022-2025) Claudia Coutinho Nobrega (DECA/CT/UFPB) (2025) [fim da página 5]

LISTA DE SIGLAS ABENGE

Associação Brasileira de Educação em Engenharia

ACET

Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas

BC

Biblioteca Central

CBiotec

Centro de Biotecnologia

CCA

Centro de Ciências Agrárias

CCAE

Centro de Ciências Aplicadas e Educação

CCEN

Centro de Ciências Exatas e da Natureza

CCHLA

Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes

CCHSA

Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias

CCJ

Centro de Ciências Jurídicas

CCM

Centro de Ciências Médicas

CCS

Centro de Ciências da Saúde

CCSA

Centro de Ciências Sociais Aplicadas

CE

Centro de Educação

CEAR

Centro de Energias Alterna vas e Renováveis

CEP

Comitê de É ca em Pesquisa

CES

Câmara de Educação Superior

CH

Carga Horária

CI Centro de Informá ca

CIA

Comitê de Inclusão e Acessibilidade

CNE

Conselho Nacional de Educação

CNS

Conselho Nacional de Saúde

CONAES

Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior

CONEP

Comissão Nacional de É ca em Pesquisa

CONFEA

Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

CONSEPE

Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

CP

Conselho Pleno

CPC

Conceito Preliminar de Curso

CR

Crédito

CREA

Conselho Regional Engenharia e Agronomia

CT

Centro de Tecnologia

CTDR

Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional

CUN

Conselho Universitário

DA

Departamento de Administração

DAU

Departamento de Arquitetura e Urbanismo

DCC

Departamento de Computação Cien fica

DCN

Diretrizes Curriculares Nacionais

DCS

Departamento de Ciências Sociais

DDC

Divisão de Desenvolvimento das Coleções

DE

Departamento de Educação

DEA

Departamento de Engenharia de Alimentos

DECA

Departamento de Engenharia Civil e Ambiental

DEE

Departamento de Engenharia Elétrica

DEM

Departamento de Engenharia Mecânica

DEP

Departamento de Engenharia de Produção

DF

Departamento de Física

DI

Departamento de Informá ca

DLPL

Departamento de Língua Portuguesa e Linguís ca

DM

Departamento de Matemá ca

DP

Departamento de Psicologia

DQ

Departamento de Química

ECOS

Empresa Júnior de Engenharia Ambiental

ENADE

Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes

IGC

Índice Geral de Curso

INEP

Ins tuto Nacional de Estudos e Pesquisas Ins tucionais Anísio Teixeira

LDB

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

LI Laboratório de Informá ca

MEC

Ministério da Educação

MS

Ministério da Saúde

NDE

Núcleo Docente Estruturante

PDI

Plano de Desenvolvimento Ins tucional

PET

Programa de Educação Tutorial

PIBIC

Programa Ins tucional de Bolsas de Iniciação Cien fica

PIBITI

Programa Ins tucional de Bolsas voltadas ao desenvolvimento Tecnológico e de Inovação

PIVIC

Programa Ins tucional de Voluntários de Iniciação Cien fica

PNAES

Plano Nacional de Assistência Estudan l

PPC

Projeto Pedagógico do Curso

PPI

Projeto Pedagógico Ins tucional

PRAC

Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários

PRAPE

Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante

PRG

Pró-Reitoria de Graduação

PROBEX

Programa de Bolsas de Extensão

PROEX

Pró-Reitoria de Extensão

PROTUT

Programa de Tutoria

SIGAA

Sistema Integrado de Gestão de A vidades Acadêmicas

SINAES

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior

TCC

Trabalho de Conclusão de Curso

TDIC

Tecnologia Digital da Informação e Comunicação

TIC

Tecnologia da Informação e Comunicação

UFCG

Universidade Federal de Campina Grande

UFPB

Universidade Federal da Paraíba

LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Síntese de carga-horária de componentes curriculares do curso de Engenharia Ambiental segundo o po de conteúdo curricular...........................................................................66 Tabela 2 – Listagem dos componentes curriculares do curso de Engenharia Ambiental, agrupados pelo po de conteúdo curricular, discriminando quan dade de créditos, carga-horária e pré-requisitos. .........................................................................................................................................66 Tabela 3 – Detalhamento da creditação da extensão em componentes curriculares no curso de Engenharia Ambiental.......................................................................................................................71

LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Listagem dos laboratórios disponíveis ao Curso de Engenharia Ambiental.......................47 Quadro 2 – Lista de docentes com regime de trabalho e tulação, com referência ao semestre acadêmico 2025.1.............................................................................................................................52 Quadro 3 - Descrição dos auxílios disponíveis aos discentes do curso de Engenharia Ambiental... 58 Quadro 4 – Indicação dos componentes do curso de Engenharia Ambiental que abordam temá cas obrigatórias.......................................................................................................................64 Quadro 5 – Equivalências entre componentes curriculares do PPC 0292008 e deste NOVO PPC do curso de Engenharia Ambiental........................................................................................................70 Quadro 6 – Listagem de componentes curriculares com a vidades prá cas do curso de Engenharia Ambiental por centros e departamentos da ins tuição................................................................... 74 Quadro 7 - Fluxograma do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental – Turno Integral......... 79

Sumário

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

10

2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO

12

2.1 Norma vas federais

12

2.2 Norma vas regimentais da UFPB

13

2.3 Polí cas ins tucionais de acordo com PDI/PPI da UFPB

14

i) Polí cas de ensino

14

ii) Polí cas de pesquisa

15

iii) Polí cas de extensão

15

3. HISTÓRIA DO CURSO

17

3.1 História da ins tuição

17

3.2 História e Composição do Centro de Tecnologia

19

3.3 História da graduação em Engenharia Ambiental

20

3.3.1 O curso de Engenharia Ambiental no Brasil

20

3.3.2 O curso de Engenharia Ambiental na UFPB

21

4. JUSTIFICATIVA

25

4.1 Jus fica va da oferta em relação ao contexto local e regional

25

4.2 Iden ficação dos problemas concretos enfrentados pelo curso

27

4.3 Mo vação para alteração ou criação do PPC

30

5. OBJETIVOS DO CURSO

32

5.1 Obje vo geral

32

5.2 Obje vos específicos

32

6. PERFIL DO EGRESSO

34

6.1 Perfil do engenheiro ambiental

34

6.2 Competências gerais

34

6.3 Competências específicas e habilidades

35

6.4. Sistema de acompanhado de egressos

37

7. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

38

8. FORMAS DE ACESSO AO CURSO

40

9. INFRAESTRUTURA

42

9.1 Biblioteca

44

9.2 Salas de aula

45

9.3 Recursos de tecnologia da informação

45

9.4 Sala de coordenação de curso

46

9.5 Laboratórios

46

9.6 Acessibilidade

48

10. CORPO DOCENTE

52

10.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

54

10.2 Colegiado de curso

55

10.3 Coordenação do curso

55

11. SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE

57

12. CONCEPÇÃO CURRICULAR

60

13. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

63

13.1 Aspectos gerais

63

13.2 Temá cas obrigatórias

63

13.3 Quadro síntese numérico dos componentes curriculares

65

13.4 Composição curricular

66

13.5 Equivalências

70

13.6 Inserção curricular de extensão

71

13.7 Estágio Supervisionado

72

13.8 Projeto Final de Curso

73

13.9 A vidades prá cas e laboratoriais

74

13.10 A vidades de conteúdos flexíveis

75

13.11 Disciplina de livre escolha

76

14. FLUXOGRAMA

78

15. EMENTÁRIO

80

16. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 157

17. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO REFERÊNCIAS

158 160

1.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Nome do curso: Engenharia Ambiental Código MEC: 113615 Autorização: A autorização do curso foi emi da por meio da Resolução CONSUNI 28 de 21 de maio de 2008. Reconhecimento do curso: O reconhecimento foi emi do pela Portaria MEC no 604 de 19 de novembro de 2013. O curso de engenharia ambiental já passou por 3 (três) processos de renovação de reconhecimento até aqui, conforme segue: 

1ª renovação de reconhecimento: Portaria MEC nº 1096 de 24 de dezembro de 2015.

2ª renovação de reconhecimento: Portaria MEC no 920 de 27 de dezembro de 2018.

3ª renovação de reconhecimento: Portaria MEC no 111 de 04 de fevereiro de 2021.

Área de conhecimento segundo o Manual para Classificação para Cursos de Graduação e Sequenciais – Cine Brasil: 

Área Geral: 07 – Engenharia, Produção e Construção

Área Específica: 071 – Engenharia e Profissões Correlatas

Área Detalhada: 0712 - Tecnologia de proteção ambiental

Rótulo Cine Brasil: 0712E01 Engenharia ambiental

Nota ENADE: 4 (úl ma avaliação em 2023) Endereço ins tucional: Centro de Tecnologia – UFPB – Campus I – Cidade Universitária, Castelo Branco. CEP: 58051-900 - João Pessoa, PB – Brasil. Telefone: 3216-7398. Endereço eletrônico: h p://www.ufpb.br/graduacao/cceam Nível: Graduação Grau acadêmico: Bacharelado Titulação conferida: Bacharel em Engenharia Ambiental Modalidade de oferta do curso: Presencial Regime le vo do curso: Semestral Número de vagas oferecidas por semestre: 40 vagas Turno de funcionamento: Integral (Manhã/Tarde) Duração do curso: 5 anos Tempo para integralização curricular 

Mínimo: 10 (dez) períodos le vos

Máximo:15 (quinze) períodos le vos

Limite de créditos por período le vo: 

Mínimo:17 créditos (255 horas)

Máximo: 27 créditos (405 horas)

Regime acadêmico: créditos (1 crédito equivale a 15 horas) Carga horária total do curso (horas-aula): 3960 horas ou 264 créditos Carga horária total do curso(horas-relógio): 3960 horas ou 264 créditos Período Le vo e Data de início de funcionamento do curso: 2008.2 – 06/10/2008 2.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO

Esta atualização do Projeto Pedagógico de Curso da Engenharia Ambiental da UFPB foi elaborada em consonância com as norma vas federais e as regimentais da UFPB. Todas essas norma vas são listadas nos subitens a seguir e, ao longo do documento inteiro, são citadas conforme o contexto e necessidade. 2.1 Norma vas federais As seguintes norma vas federais foram contempladas na elaboração deste PPC (em ordem cronológica): 

Cons tuição Federal de 1988;

Portaria nº 1693 de 5 de dezembro de 1994, do Ministério da Educação e do Desporto (MEC), que caracteriza a habilitação Engenharia Ambiental;

Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - LDB;

Resolução Nº 447, de 22 de setembro de 2000 do CONFEA, que dispõe sobre o registro profissional do Engenheiro Ambiental e discrimina suas a vidades profissionais;

Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que ins tui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências;

Resolução CNE/CP nº 1 de 17 de junho de 2004, que ins tui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;

O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436 que dispõe sobre Língua Brasileira de Sinais – Libras;

Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos rela vos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;

Resolução CNE/CES nº 3, de 02 de julho de 2007, que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências;

Portaria MEC n.º 40, de 12 de dezembro de 2007, reeditada em 29 de dezembro de 2010, que ins tui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações rela vas aos processos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de Ins tuições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições;

Resolução CONAES nº 1 de 2010, que norma za o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências;

Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, que ins tui as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme o disposto no Parecer CNE/CP nº 8, de 06 de março de 2012;

Resolução CNE/CES nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância, que se encontra disponível em h p://portal.inep.gov.br;

Lei 13.146 de 06 de julho de 2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência);

Resolução CNE/CES nº 07, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira;

Resolução CNE/CES nº 02, de 26 de abril de 2019, que ins tui as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Engenharia;

Resolução CNE/CP n. 01/2021, de 05 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica;

Resolução CNE/CES nº 01, de 26 de março de 2021, que altera o Art. 9°, §1º da Resolução CNE/CES n° 02/2019, que ins tui as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Engenharia.

2.2 Norma vas regimentais da UFPB Como norma vas regimentais da UFPB que embasaram a elaboração deste PPC, tem-se (em ordem cronológica): 

Portaria PRG/G nº25, de 26 de maio de 2011, que define os conteúdos complementares flexíveis e disciplina o seu registro no histórico escolar dos discentes, e dá outras providências;

Plano de Desenvolvimento Ins tucional da UFPB - PDI/PPI (2024-2028);

Resolução nº 17/2018 CONSUNI/UFPB, de 30 de maio de 2018, que estabelece a Polí ca Ambiental da Universidade Federal da Paraíba;

Resolução nº 29/2020 CONSEPE/UFPB, de 05 de novembro de 2020, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba;

Resolução nº 02/2022 CONSEPE/UFPB, de 19 de abril de 2022, que dispõe sobre a Polí ca de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus no âmbito da Universidade Federal da Paraíba;

Resolução nº 34/2023 CONSUNI/UFPB, de 18 de dezembro de 2023, que ins tuiu a Polí ca de Inclusão e Acessibilidade da Universidade Federal da Paraíba.

2.3 Polí cas ins tucionais de acordo com PDI/PPI da UFPB As polí cas acadêmicas ins tucionais de ensino, pesquisa e extensão da Universidade Federal da Paraíba estão con das no Projeto Pedagógico Ins tucional (PPI), que é parte integrante do Plano de Desenvolvimento Ins tucional da UFPB (PDI 2024-2028). Tais polí cas são sinte zadas nos subitens que se seguem.

i)Polí cas de ensino O PPC do curso de Engenharia Ambiental alinha-se ao Projeto Pedagógico Ins tucional da UFPB (PDI 2024-2028) quanto à promoção de ações como: 

incen vo à formação acadêmica dos estudantes, a par r da promoção e divulgação de editais como de monitoria e tutoria;

promoção de condições para acolhimento, permanência e diplomação a par r de eventos de recepção dos ingressantes, em parceria com o Centro de Tecnologia;

interação entre discentes ingressantes e discentes mais an gos ou egressos do curso, por meio de palestras em eventos ou par cipação na disciplina Fundamentos de Engenharia Ambiental;

acompanhamento por meio de relatórios do desempenho dos estudantes quanto às taxas de retenção, evasão, trancamentos, reprovações e abandonos;

acompanhamento de egressos a par r dos relatórios do Observatório de Dados da Graduação (ODG), sob a coordenação da Pró-Reitoria de Graduação (PRG);

par cipação no Fórum de Coordenadores de Graduação para discussão de polí cas acadêmicas.

ii) Polí cas de pesquisa Quanto às polí cas de pesquisa, o Projeto Pedagógico Ins tucional da UFPB (2024-2028) prevê que a Pró-Reitoria de Pesquisa (PROPESQ) promove ações como: 

es mulo à produção cien fica;

incen vo à formação e fortalecimento de grupos de pesquisa;

fortalecimento da interação universidade-empresa;

desenvolvimento de mecanismos que assegurem a integração e a interação entre as a vidades de ensino, pesquisa e extensão realizadas pela UFPB;

estabelecimento de metas e acompanhamento de alunos e professores que atuem no Programa de Iniciação Cien fica, nas diferentes modalidades (PIBIC/ PIVIC/ PIBITI/ PIVITI).

Neste sen do, o PPC do curso de Engenharia de Ambiental se alinha a essas premissas a par r da divulgação dos editais, es mulo à par cipação de discentes e docentes, acompanhamento dos projetos de iniciação cien fica e disseminação das ações por meio de eventos ins tucionais, como ferramenta de es mulo à pesquisa, desenvolvimento e inovação.

iii) Polí cas de extensão O Projeto Pedagógico Ins tucional da UFPB (2024-2028) prevê ações e projetos sob a coordenação da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), que viabiliza a interação entre a Universidade e a Comunidade, a par r do Programa de Extensão (PROBEX), do Edital do Programa UFPB no Seu Município e do Programa de Extensão de Fluxo con nuo (FLUEX). As polí cas de extensão visam:

Interação dialógica da comunidade acadêmica com os demais setores da sociedade por meio da troca de conhecimentos, da par cipação e do contato com as realidades presentes no contexto social;

Formação profissional e cidadã dos estudantes, marcada e cons tuída pela vivência dos seus conhecimentos, que, de modo interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e integrada à matriz curricular;

Construção e aplicação de conhecimentos atualizados e coerentes com a realidade brasileira, voltados para o desenvolvimento social, equita vo e sustentável, bem como outras a vidades acadêmicas e sociais da extensão, possibilitando a produção de mudanças no âmbito da UFPB e nos demais setores da sociedade;

Ar culação entre ensino/pesquisa/extensão, ancorada em processo pedagógico único, interdisciplinar, interprofissional, polí co, econômico, educacional, ar s co, cultural, cien fico e tecnológico;

Estabelecimento de diálogo constru vo e transformador com as organizações internacionais, respeitando e promovendo a interculturalidade;

Promoção de inicia vas que expressam o compromisso social da UFPB com todas as áreas, em especial, as de comunicação, cultura, direitos humanos e jus ça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, e trabalho, em consonância com as polí cas nacionais vigentes ligadas às diretrizes para a educação inclusiva, educação ambiental, educação étnico-racial, educação quilombola, educação no campo, direitos humanos, educação indígena, dentre outras;

Reflexão é ca quanto à dimensão social da extensão, de forma a preservar e es mular a indissociabilidade com o ensino e a pesquisa;

Par cipação de servidores técnico-administra vos em projetos de extensão, em consonância com o disposto na Lei nº 14.695/2023.

Neste sen do, o PPC do curso de Engenharia Ambiental contribui com as polí cas de extensão a par r da inserção das a vidades extensionistas na sua composição curricular, conforme a Resolução de Creditação da Extensão n. 02/2022; divulgação das a vidades e ações de extensão da UFPB, como ferramenta de inserção dos discentes, e consequentemente diminuição das taxas de evasão e retenção no curso. 3.

HISTÓRIA DO CURSO

3.1 História da ins tuição A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), anteriormente denominada Universidade da Paraíba, é uma Ins tuição autárquica de regime especial de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação. Foi criada pela Lei Estadual n. 1366, de 04 de dezembro de 1955, e federalizada pela Lei n. 3835, de 13 de dezembro de 1960, estruturando-se da seguinte forma: Campus I na cidade de João Pessoa, Campus II na cidade de Campina Grande, Campus III na cidade de Areia, Campus IV na cidade de Bananeiras, Campus V na cidade de Cajazeiras, Campus VI na cidade de Sousa e Campus VII na cidade de Patos. Em abril de 2002 por meio da Lei nº 10.419, de 09 de abril de 2002, deu-se o desmembramento da Universidade Federal da Paraíba e foi criada a Universidade Federal de Campina Grande. A par r de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras. Dentro do Plano de Expansão das Ins tuições Públicas de Ensino Superior, denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFPB criou em 2005 mais um campus, no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape e Rio Tinto. A UFPB, Campus I, hoje conta com 17 centros, incluindo o Centro Profissional e Tecnológico (CPT)/Escola Técnica de Saúde da (ETS). Considerando o ano de 2025, a UFPB oferece à comunidade 124 cursos de graduação (presencial e EAD), distribuídos da seguinte forma:  Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes centros: Centro de Ciênci-

as Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ); Centro de Biotecnologia (CBiotec); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA); Centro de Informá ca (CI) e Centro de Energias Alterna vas Renováveis (CEAR);  Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA);  Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais e

Agrárias (CCHSA);  Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e

Educação (CCAE). A Universidade Federal da Paraíba, obje vando atender aos atuais anseios da sociedade, par cularmente no que se refere à criação, à aplicação e à democra zação do conhecimento,

estabelece como missão no seu Plano de Desenvolvimento Ins tucional 2024-2028: “Promover ciência, tecnologia, inovação, criação cultural e pensamento crí co por meio da indissociabilidade do ensino, da pesquisa e extensão, contribuindo para o desenvolvimento econômico, social, polí co e cultural de forma sustentável e inclusiva, proporcionando uma educação pública de qualidade socialmente referenciada, gratuita, democrá ca, laica, equita va e humanizada.” E tem como visão ser “reconhecida, nacional e internacionalmente, como uma universidade inovadora e sustentável, de excelência acadêmica, cien fica, tecnológica, ar s ca, cultural e referência em gestão pública.” A missão e a visão da ins tuição são pautadas nos seguintes valores: “Gestão democrá ca e par cipa va: Gestão transparente e é ca, pautada no diálogo e na par cipação da sociedade. Responsabilidade social: Promoção da cidadania e inclusão social, com foco no impacto posi vo das ações da UFPB na sociedade. Cuidado com as pessoas: Respeito às diversidades e à dignidade humana, pautado na é ca e em um ambiente inclusivo e acolhedor para todas as pessoas. Promoção da sustentabilidade: Compromisso com prá cas ambientais, educacionais e sociais responsáveis, integrando a sustentabilidade nas a vidades acadêmicas e na gestão da universidade. Inovação: Es mulo ao desenvolvimento de soluções cria vas e tecnológicas no ensino, na pesquisa, na extensão e na gestão, contribuindo para a geração e disseminação do conhecimento cien fico e tecnológico com impacto para a sociedade. Internacionalização: Compromisso com a ampliação de redes internacionais de cooperação acadêmica, cien fica e tecnológica, respeitando as diversidades socioculturais e linguís cas, a troca de conhecimentos e a formação de cidadãos e cidadãs globais.” Conforme o site da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, a UFPB conta em 2023 com um total de 121 cursos em 80 Programas de Pós-Graduação, que contemplam 60 Mestrados Acadêmicos, 43 Doutorados Acadêmicos; 16 Mestrados Profissionais; 2 Doutorado Profissional. Nas avaliações do ensino superior, o Ministério da Educação (MEC) u liza o Índice Geral de Cursos Avaliados da Ins tuição (IGC), que varia de 1 a 5. A UFPB tem IGC igual a 4 (ano base: 2021). 3.2 História e Composição do Centro de Tecnologia O Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (CT-UFPB), ex-Escola de Engenharia, foi ins tuído em 28 de fevereiro de 1974 e está localizado no Campus I, na cidade de João Pessoa,

principal polo administra vo, polí co, cultural e financeiro do Estado da Paraíba. O CT tem por finalidade ins tucional planejar, executar e avaliar a vidades de ensino, de pesquisa e de extensão nos campos das Engenharias, Química Industrial e da Arquitetura e Urbanismo, direcionadas para a geração e difusão do conhecimento cien fico e tecnológico, visando o desenvolvimento sustentável e o exercício da cidadania. O Centro de Tecnologia oferece os seguintes cursos de graduação: Engenharia de Alimentos, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Materiais, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia de Produção, Engenharia de Produção Mecânica, Química Industrial e Arquitetura e Urbanismo. Na pós-graduação, o Centro de Tecnologia conta com os cursos: Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU); Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA); Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPCEM); Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica (PPGEM); Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas (PPGEPS); Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química (PPGEQ) e Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM). Dentro dessa listagem, destaca-se o PPGECAM, que oferece mestrado e doutorado acadêmico e obteve nota 5 (equivalente a um conceito “muito bom”, em escala de até 7) na úl ma avaliação quadrienal da Capes (2017-2020). Em função da sua temá ca, o PPGECAM recebe sistema camente egressos do curso de Engenharia Ambiental. Nesse escopo, o Centro de Tecnologia procura proporcionar qualidade e ser referência, com estrutura acadêmica, infraestrutura favorável à formação de profissionais e à geração, divulgação, inovação e transferência do conhecimento cien fico e tecnológico, de modo a contribuir para melhoria da qualidade de vida em sua área de influência, bem como formar profissionais para atuarem em qualquer região do país. O Centro de Tecnologia desenvolve programas e projetos de iniciação cien fica (pesquisa), de extensão e de monitoria e tutoria. Na pesquisa cien fica, os projetos proporcionam a inves gação, geração e aplicação de conhecimentos, tecnologias e processos para a sociedade. Com os projetos de extensão, ações extensionistas são desenvolvidas para atender às demandas sociais e tecnológicas locais e regionais. Projetos de monitoria e tutoria dão suporte ao processo de ensino e aprendizagem dos discentes, monitores e tutores envolvidos em tais a vidades. Para ilustrar quan ta vamente, de acordo com o relatório anual de Gestão do CT 2024, foram aprovados no CT 89 projetos de iniciação cien fica (Edital 01/2024 PROPESQ/CGPAIC), 58 projetos de extensão (Editais para 2024: Probex e Programa UFPB no seu Município), 29 projetos de monitoria aprovados (Edital 29/2023 – PRG-CCPA para os períodos le vos 2023.2 e 2024.1) e 2 projetos de

Tutoria de Apoio às Disciplinas Básicas (ProTut) no Edital 10/2024 PRG-CPPA. 3.3 História da graduação em Engenharia Ambiental 3.3.1 O curso de Engenharia Ambiental no Brasil A Engenharia Ambiental como profissão deu seus primeiros passos a par r da 1º Conferência Mundial sobre Meio Ambiente em 1972, em Estocolmo, na Suécia. A data de início dessa conferência, 5 de junho, foi adotada, a par r de então, como Dia Mundial do Meio Ambiente. Durante a conferência foi proposto que fossem criadas profissões técnicas voltadas ao estudo e à aplicação de tecnologias para proteger o meio ambiente. Também, a par r de então, surgiu o termo desenvolvimento sustentável. A ideia de formar profissionais na área de meio ambiente chegou ao Brasil poucos anos depois. Além disso, o indica vo para a criação de cursos de Engenharia Ambiental no Brasil se consolidou na 2ª Conferência Mundial do Meio Ambiente, a RIO 92, realizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). De acordo com dados do INEP, o primeiro curso de Engenharia Ambiental do Brasil foi criado na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) – Campus Canoas (RS), pela Resolução Consun/Ulbra N o 45 de 31 de outubro de 1991, subsidiada pelo Parecer No 1.301 de 06 de dezembro de 1989. Entretanto, o início do curso se deu somente em 1 o de março de 1994. Já o primeiro curso que entrou em funcionamento foi o da Universidade Federal de Tocan ns (UFT) em 09 de março de 1992, criado pela Resolução Cesu No118 de 19 de dezembro de 1991. Assim mesmo, esse curso só foi reconhecido no dia 15 de julho de 1998, pelo decreto estadual No 362. Dessa forma, tornou-se notória a evolução da área ambiental no âmbito das engenharias, e em 05 de dezembro de 1994 foi criada a área de Engenharia Ambiental pelo MEC, por meio da Portaria No 1.693/MEC, considerando o parecer da Comissão de Especialistas no Ensino de Engenharia da Secretaria de Educação Superior (Sesu/MEC). Contudo, a profissão de engenheiro ambiental foi regulamentada posteriormente, mediante a publicação da Resolução nº 447, de 22 de setembro de 2000, que dispõe sobre o registro profissional do engenheiro ambiental e discrimina suas a vidades profissionais. Compete ao engenheiro ambiental, entre outras funções, o desempenho das a vidades 1 a 14 e 18 do art. 1º da Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973, referentes à administração, gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mi gação de impactos ambientais, seus serviços afins e correlatos. O curso de engenharia ambiental cumpre os requisitos para o exercício da profissão, estabelecidos

nos conselhos federais e regionais de engenharia. Dentre eles destaca-se a Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e EngenheiroAgrônomo, e dá outras providências. Além disso, a Resolução CONFEA nº 1.010, de 22 de agosto de 2005, estabelece, para efeito de fiscalização do exercício da profissão, sobre os regulamentos das atribuições de tulos profissionais, a vidades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema CONFEA/CREA. É no contexto do ordenamento legal dos cursos de engenharia, oportunamente explicitados, que se cons tui a especificidade do curso Engenharia Ambiental. O relatório de consulta por curso no sistema eletrônico do Ministério da Educação (sistema eMEC) apresenta em 2023 que existem no Brasil 497 cursos de engenharia ambiental, em formato presencial ou EAD. Destes, 104 cursos estão em universidades públicas (federais e estaduais). Na Paraíba existem apenas 5 cursos, dois em ins tuição par cular, um em universidade estadual e dois em universidade pública, sendo um deles da Universidade Federal da Paraíba. 3.3.2 O curso de Engenharia Ambiental na UFPB No intuito de atender a demanda nacional de engenheiros ambientais, a UFPB criou o curso de graduação em Engenharia Ambiental (bacharelado) da UFPB Campus I (João Pessoa), pela Resolução 28/2008 do CONSEPE (Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPB) em 20 de junho de 2008. O referido curso foi reconhecido pelo MEC no ano de 2013 e já teve três processos de renovação. A primeira turma do curso formou-se em 2012.2. No úl mo ENADE, ocorrido em 2023, os estudantes realizaram as provas e a nota a ngida do curso foi 4 (quatro), da pontuação máxima que é 5 (cinco), sendo a maior entre os cursos de Engenharia Ambiental a vos na Paraíba. Obtevese também, a par r do úl mo ENADE (2023), as notas dos indicadores. O indicador Conceito Preliminar de Curso (CPC), que representa a qualidade do curso, obteve nota 4 (quatro), e nota 3 (três) foi o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD). Considerando que o curso de Engenharia Ambiental, no Centro de Tecnologia - CT/UFPB, era rela vamente novo em relação aos demais cursos, criou-se em 2017 o Projeto de Extensão de Melhoria ao Ensino e Gestão do Curso de Engenharia Ambiental (PROAMBI), projeto de extensão desenvolvido por docentes, discentes e servidores do curso. O PROAMBI buscava melhoria da percepção e reconhecimento do profissional em Engenharia Ambiental da UFPB, tanto pelo público interno quanto externo à universidade, bem como visava contribuir para o avanço de forma con nua e permanente na gestão do curso, na qualidade do

ensino e na formação discente atualizada. O projeto versava sobre quatro pilares, cada qual estruturado em um subprojeto: 

Ambientando: melhoria da compreensão do entendimento da Engenharia Ambiental, interna e externamente à UFPB;

AJA (Aluno Ajuda Aluno): promoção de treinamentos e valorização de conhecimentos de alunos para alunos do curso de Engenharia Ambiental;

Curta Ambiental: disseminação de conhecimentos atualizados e aprofundados na Engenharia Ambiental;

Fluxo Ambiental: monitoramento, acompanhamento e análise do fluxo de alunos ao longo da grade curricular e componentes do curso.

Tais subprojetos em conjunto procuraram atender à necessidade de ações para: consolidar o entendimento das áreas de atuação profissional; melhorar a compreensão da estrutura e funcionamento do próprio curso visando redução das taxas de retenção e evasão do curso, e o fortalecimento de conexões acadêmicas e profissionais entre os discentes e egressos. Ao longo do tempo de vigência (2018 a 2022), o PROAMBI foi se ajustando e adaptando-se, vivenciando par cularmente a pandemia da Covid-19. Tal projeto desenvolveu suas a vidades presenciais e remotas tendo como alguns resultados principais: i) melhoria na autoes ma e mo vação dos alunos a par r do entendimento das áreas de atuação do profissional; ii) maior aproximação (network) entre os discentes e os egressos do curso, que atuavam em diversas áreas no Brasil e no exterior, bem como profissionais da área de outros estados; iii) divulgação do curso em feiras de profissões, eventos técnico-cien ficos e via redes sociais; iv) incremento da formação dos discentes e capacitação de público externo à ins tuição, a par r da promoção de cursos, palestras e roda de conversas; v) melhoria da visibilidade do curso junto à sociedade a par r do jornal eletrônico mensal (Ambientando), das publicações (vídeos, palestras) em redes sociais e uso de tecnologias de informação (TICs), visitas em escolas, ONGs, empresas, vi) viabilização de novas oportunidades de estágios, entre outros. Por fim, vale ressaltar que o presente documento consolida a primeira atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), cujo trabalho e reuniões do NDE iniciaram em 2019, contando com uma construção par cipa va dos discentes dos úl mos períodos do curso no primeiro semestre de 2019, bem como de egressos. Àquela época fez-se um levantamento a par r da elaboração e aplicação de um ques onário eletrônico enviado por e-mail e redes sociais a todos os discentes e egressos, contando com o apoio do PROAMBI. O NDE teve suas a vidades paralisadas em 2020

devido à pandemia da COVID-19 e retomou suas reuniões em 2021 de forma virtual, para estruturação e análise dos resultados ob dos no levantamento junto aos discentes e egressos em

2019. Entre 2022-2023, de posse dos resultados realizou-se a vidades de análise, discussão e reuniões com os professores dos departamentos atuantes no curso, assim como com a PróReitoria de Graduação da UFPB (PRG) e a Pró-reitora de Extensão (PROEX) para melhor adequação do PPC às novas DCNs, bem como às novas exigências de inclusão das a vidades extensionistas e do conteúdo de desenho universal nos componentes curriculares do novo PPC do curso e, por fim a elaboração deste documento. Neste novo PPC do curso de Engenharia Ambiental, destaca-se a carga horária total do curso de 3960 horas, com 80 vagas anuais de ingresso e o detalhamento dos componentes curriculares que proporcionam uma formação mul disciplinar aos discentes. A formação básica abrange conceitos importantes das áreas de química, sica, cálculo, biologia e ecologia, entre outras. Em termos de conteúdos profissionais, a formação envolve conceitos que podem ser estruturados em três eixos principais voltados para os contextos regional e nacional: Saneamento Ambiental, considerando o novo Marco Regulatório do Saneamento básico,

i.

conforme Lei nº 14026/2020, que visa à universalização dos serviços de saneamento básico e suas ações voltadas para a saúde pública e outros indicadores sociais e econômicos;

ii.

Recursos Hídricos, considerando a escassez hídrica e a necessidade de gestão das águas, que visa projetar de forma eficiente e resiliente projetos e cenários para minimização dos riscos; Sustentabilidade, considerando os 17 obje vos do desenvolvimento sustentável, que busca

iii.

melhoria da sociedade a par r de ações nos diversos segmentos e a vidades, sejam eles públicos ou privados, visando uma gestão eficaz dos recursos naturais e dos resíduos/rejeitos gerados. Agrega-se, ainda, à formação dos profissionais vivenciar prá cas de campo, laboratoriais e a vidades extensionistas, o que torna o profissional de engenharia ambiental essencial para o desenvolvimento social, econômico e sustentável de qualquer sociedade. O PPC do Curso de Engenharia Ambiental alinha-se ao PDI (2024-2028) da UFPB, comprometendose com:

i.

a formação de profissionais para atuar na sociedade de maneira justa;

ii.

a promoção do desenvolvimento cien fico-tecnológico, social, econômico e cultural;

iii.

a é ca e a transparência;

iv. 4.

o respeito à diversidade, à sustentabilidade ambiental e a valorização do ser humano. JUSTIFICATIVA

4.1 Jus fica va da oferta em relação ao contexto local e regional A sociedade brasileira vive vários problemas e danos decorrentes de ações como o desmatamento, recursos hídricos escassos ou com qualidade comprome da, falta de saneamento básico, mau uso de recursos naturais, contaminação dos ecossistemas, os efeitos das mudanças climá cas, entre outros passivos ambientais. Par cularmente, a região Nordeste destaca-se pela crise hídrica do semiárido, o saneamento básico inexistente ou ineficiente, a falta de gestão e gerenciamento de resíduos sólidos urbanos, rurais, perigosos e dos seus rejeitos, a demanda por extração de minérios, o crescimento de grandes empreendimentos e o uso dos recursos naturais para produção de energia. A lista de preocupações em relação à saúde ambiental e aos impactos ambientais nega vos causados ou potencializados pela ação do homem é grande e inadiável. Como forma de preservar, minimizar e remediar os impactos ao meio ambiente, o Brasil tem inves do em leis ambientais cada vez mais rígidas, o que demanda de en dades públicas ou privadas, empresas e organizações não governamentais (ONGs) a contratação de engenheiros ambientais cada vez mais capacitados às demandas regional, global e mundial. No cenário Estadual, a Paraíba oferece uma abrangência de oportunidades para a engenharia ambiental tanto na Capital João Pessoa, quanto nas demais cidades do Estado. Segundo o Índice de Progresso Social (IPS) do Brasil, em 2025, João Pessoa a ngiu uma pontuação 67,00 na análise por Capitais da Federação, sendo considerada a melhor capital do Nordeste para se viver. A cidade tem apresentado um alto índice de desenvolvimento com aumento nas construções, bem como no desenvolvimento turís co e do comércio. Ele se aplica à região metropolitana com obras como a ampliação do Porto de Cabedelo, o que permi rá a movimentação de até 25 embarcações por mês, impulsionando a economia, o setor de transporte, par cularmente marí mo e, o turismo nacional e internacional. A Paraíba está se consolidando como um polo estratégico na transição energé ca brasileira, impulsionando o crescimento econômico sustentável por meio de inves mentos em energias renováveis. Com projetos em energia solar, eólica e hidrogênio verde, o estado atrai inves mentos significa vos, contribuindo para o desenvolvimento regional (Plano Diretor de João Pessoa, 2023), mas enfrenta desafios no âmbito ambiental, gerir os recursos hídricos em quan dade qualidade por meio de plano de gestão hídrica, que aborda desde ações de recuperação de rios e oceanos ao

uso racional da água em setores urbanos, agrícolas e industriais, garan r o saneamento básico e a qualidade de vida para população mais vulnerável, desenvolver estratégicas de combate à deser ficação, às mudanças climá cas, os impactos da transição para energias renováveis, preservar a fauna e flora, em par cular o bioma Caa nga que ocupa quase todo estado, garan r o turismo sustentável, além de viabilizar a implementação de polí cas de sustentabilidade. Um dos campos de atuação relevante no estado para os engenheiros ambientais formados na UFPB está nos órgãos ambientais que fiscalizam e implementam medidas de preven vas e corre vas às questões ambientais como Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA), Agência Execu va de Gestão das Águas da Paraíba (AESA). Destaca-se neste contexto, as Unidades de Conservação (UC) visto que, a Paraíba conta com diversas UC estaduais, distribuídas em diferentes municípios, como parques, áreas de proteção ambiental, estações ecológicas, monumentos naturais e refúgios de vida silvestre. Exemplos incluem o Parque Estadual Mata do Pau-Ferro (em Areia), o Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha (em Cabedelo) e o Monumento Natural Vale dos Dinossauros (em Sousa). Essas áreas cumprem papel essencial na preservação da biodiversidade, proteção de ecossistemas frágeis e promoção do turismo sustentável. A atuação de engenheiros ambientais é fundamental nesse contexto, apoiando o planejamento, manejo e monitoramento dessas unidades para garan r a conservação dos recursos naturais do estado. Fundada em 1585, a capital do estado da Paraíba, João Pessoa, é uma das cidades mais an gas do país e possui um rico patrimônio histórico e cultural. A cidade nasceu às margens do rio Sanhauá e o seu avanço se deu no sen do do bairro Tambaú, ou seja, em direção ao mar. Ao longo do processo de urbanização, cresceu ao norte, ainda na região litorânea no sen do de Cabedelo, e, na sequência, ao sul. Esse crescimento, seguindo o exemplo de outros municípios brasileiros, deuse de forma desordenada e espraiada, tornando a cidade desconectada e com pouco aproveitamento de infraestrutura. Atualmente, João Pessoa abriga uma população de 888.679 habitantes, assim es mada pelo IBGE em 2024, e ocupa uma área territorial de 210,044 km². Configura-se como a cidade mais populosa do estado e a 20ª do país, sendo a capital que mais cresce no Nordeste do Brasil. A cidade apresenta o IDHM Índice de desenvolvimento humano municipal 0,763 (IBGE, 2022). Junto a outros 11 municípios, compõe a Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP) e faz limite com os municípios de Conde, Cabedelo, Santa Rita e Bayeux, e com o Oceano Atlân co. Os principais acessos rodoviários à cidade se dão pela BR-101, que cruza o Brasil desde o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, servindo para conectar Natal e Recife a João Pessoa, e pela BR-230, que segue de Cabedelo na Paraíba até o interior da Amazônia, servindo para conectar João Pessoa ao

interior do estado em direção ao sertão. Outras importantes infraestruturas de conexão são o Porto de Cabedelo, o Aeroporto Internacional Castro Pinto, situado em Santa Rita, e o sistema de trens urbanos, o qual traz um diferencial logís co para toda a região e facilita o acesso a João Pessoa. A cidade também se destaca pela posição geográfica — é o ponto mais oriental da América — e pelo seu acervo histórico, por suas paisagens naturais e pela orla marí ma, que fazem do município um centro atra vo para o turismo nacional e internacional. Conforme uma análise feita pelo IBGE (2022) dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios, destaca-se na questão econômica a centralidade exercida por João Pessoa, que corresponde a 67% do PIB de toda a Região Metropolitana na qual se insere. Nesse contexto, o engenheiro ambiental torna-se fundamental por sua formação com conhecimentos mul disciplinares, crí co e cria vo, o que o habilita a entender as interações sicas, químicas e biológicas do ambiente, a capacidade de aplicar os princípios de engenharia no planejamento e na implementação de soluções técnicas viáveis economicamente e ambientalmente sustentáveis, tanto no contexto urbano, quanto rural, pois um problema ambiental local dificilmente afeta apenas aquele lugar, geralmente se expande e a nge outros meios (natural, social, econômico). A necessidade de conhecimento cien fico e tecnológico torna-se cada vez mais importante no equilíbrio entre desenvolvimento socioeconômico e a manutenção das condições de sustentabilidade do meio ambiente. Esses fatores evidenciam a importância da formação e capacitação de profissionais de nível superior com amplos conhecimentos em engenharia e de controle ambiental. Atualmente estes problemas ocorrem com uma evolução intensa, havendo uma maior necessidade da capacitação e atualização de profissionais que atuem diretamente nestas áreas, como é o caso do engenheiro ambiental. 4.2 Iden ficação dos problemas concretos enfrentados pelo curso Um dos problemas iden ficados ao longo do funcionamento do curso de Engenharia Ambiental foi a dificuldade de reconhecimento da profissão pelos alunos, de se iden ficarem com ela e compreenderem as diversas áreas de atuação profissional. Isso decorre em função principalmente de ser uma profissão rela vamente nova, em relação a outras especialidades da engenharia, do profissional ter uma atuação muito diversificada e mul disciplinar e um pouco de imaturidade dos alunos ingressantes. Uma das formas de trabalhar esse problema foi intensificando algumas ações no âmbito da disciplina de Introdução à Engenharia Ambiental. Nesse componente, é feita uma

visão geral da profissão, das atribuições e das diferentes áreas de atuação, inclusive com par cipação de egressos do curso e outros profissionais atuantes em diversos temas. Neste novo PPC, esse componente foi reformulado, agora denominado Fundamentos de Engenharia Ambiental, com maior ênfase na ementa curricular para essas questões, além de abordar a própria organização e funcionamento do curso e da universidade. A falta de iden ficação de alunos com o curso se soma às dificuldades dos discentes para adaptação à vida universitária e com disciplinas iniciais de matemá ca, sica e química. Esse quadro favorece a retenção e a evasão no curso, o que é caracterís co dos cursos de engenharia no Brasil de um modo geral. Além da remodelação do componente Introdução à Engenharia Ambiental, a organização curricular deste novo PPC foi trabalhada com a premissa de não aumentar a atual e elevada carga horária do curso, mesmo com as intenções de agregar novos componentes curriculares, resultando numa carga horária total de 3.960 horas para o curso. Um bene cio notável do novo PPC, foi a distribuição dessa carga total em 10 semestres le vos, ao invés do PPC anterior que distribuía em 9 semestres. Tem-se menor carga-horária média por semestre, além de que intencionalmente planejou-se um pouco menos de horas-aula para os dois semestres iniciais do curso, facilitando a adaptação dos ingressantes. O novo fluxograma também foi previsto para atacar um outro problema vivido durante o funcionamento do curso, que foi a dificuldade dos discentes em realizarem estágio supervisionado. A intensa carga-horária semestral e de demandas de a vidades de outros componentes configurava uma barreira para desenvolver o estágio e compa bilizar com horários das ins tuições ofertantes dessa a vidade. No novo fluxograma, os úl mos dois semestres estão organizados com reduzida carga-horária, principalmente o úl mo, quando os alunos devem apenas desenvolver estágio, projeto final de curso e um componente opta vo. Ainda com relação ao desenvolvimento de estágios pelos alunos do curso, foi criada uma Coordenação de Estágios, assumida sob responsabilidade de um docente do curso, para melhorar a gestão dessa a vidade, incluindo promover a assinatura de novos convênios com mais ins tuições, prospectar e divulgar novas oportunidades e passar orientações diversas aos alunos. Soma-se a isso o próprio desenvolvimento regional bem como da cidade de João Pessoa ocorrido nos úl mos anos, resultando em uma oferta de estágios mais forte e diversificada. Voltando à questão de retenção de alunos no curso, estudo desenvolvido no âmbito da coordenação de curso em conjunto com o Observatório de Dados da Graduação da PRG diagnos cou o componente curricular Mecânica dos Fluidos como um ponto chave nesse sen do. A análise mais profunda da questão iden ficou que os discentes chegavam para cursar essa disciplina sem conhecimentos prévios recomendados. Esses conteúdos são trabalhados no

componente Mecânica dos Sólidos, que estava locado no fluxograma em semestre posterior à Mecânica dos Fluidos. Na reformulação do fluxograma no âmbito deste novo PPC, a componente Mecânica dos Sólidos foi colocada em semestre anterior à Mecânica dos Fluidos, como prérequisito para esse. A par r de conversas com egressos e reflexões da organização curricular do curso, iden ficou-se também a necessidade dos profissionais formados em atuarem em temas relacionados a solos. Este novo PPC incorpora um novo componente obrigatório (Mecânica dos Solos) para aprendizado básico dessa temá ca, com oferta de componentes opta vos que aprofundam em temá cas específicas (Geotecnia Ambiental, Águas Subterrâneas, Geossinté cos, Riscos Geológicos e Geoquímica Ambiental). De modo mais geral, a seleção de componentes opta vos neste novo PPC foi realizada para contribuir na formação e atuação profissional mul disciplinar dos engenheiros ambientais, porém centrada nos eixos Saneamento Ambiental, Recursos Hídricos e Sustentabilidade. Realizou-se intenso levantamento de componentes curriculares potencialmente interessantes para o curso dentre o rol de disciplinas existentes na ins tuição, usufruindo da grandeza e diversificação de saberes existentes nos vários departamentos e centros do Campus I da UFPB. A par r dessa listagem, foi iniciado diálogo e discussão entre NDE e departamentos, culminando na aprovação da oferta dos componentes mais adequados ao curso. Na parte de funcionamento acadêmico do curso, um problema vivido no início foi a inadequação do Sistema de Controle Acadêmico (SCA) para atender a todos os requisitos do procedimento de matrículas, o que era comum a muitos cursos da ins tuição. Ocorriam longas filas de espera à porta da coordenação do curso durante o processo de matrícula, dificuldades de equacionar ofertas versus demandas e outras questões operacionais envolvendo matrículas, trancamentos e processos de aproveitamento curricular. Desde 2016, passou a vigorar na ins tuição o Sistema Integrado de Gestão de A vidades Acadêmicas (SIGAA), que subs tuiu o SCA e trouxe inúmeras outras funcionalidades, envolvendo a gestão de estágio supervisionado, Trabalho de Conclusão de Curso e projetos de iniciação cien fica e de extensão, entre outros. Os problemas relatados foram eliminados completamente ou minimizados, ocorrendo uma o mização do processo de matrícula, com transparência e agilidade, de forma inteiramente digital. Por fim, mas não menos relevante, a sala da coordenação do curso funcionava no 2º andar do prédio do bloco CTJ do Centro de Tecnologia, sem acessibilidade. Desde 2019, a coordenação funciona no térreo do bloco CTP desse centro e com acessibilidade, o que permite melhor interação entre coordenação, discentes e docentes.

4.3 Mo vação para alteração ou criação do PPC A mo vação primordial para a reformulação do PPC do curso de Engenharia Ambiental foi impulsionada a par r da iden ficação de demandas de atualização de componentes curriculares opta vos, revisão de fluxograma quanto ao posicionamento de componentes, pré-requisitos, distribuição mais racional de cargas-horárias ao longo dos semestres, adoção de estratégias para reduzir retenção e evasão, entre outras, como exemplificado no item 4.2 que descreve problemas enfrentados desde a criação do curso, considerando que o curso ainda não havia realizado uma revisão do seu PPC.. Aliada a mo vação primordial teve-se a necessidade de atualização na formação dos engenheiros ambientais na UFPB com base na reformulação das norma vas federais e regimentais da ins tuição, listadas anteriormente neste documento. Destacam-se as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) dos Cursos de Graduação em Engenharia, estabelecidas na Resolução CNE/CES Nº 2/2019, a Resolução CNE/CES 01/2021 acerca do ensino de desenho universal, a Resolução CNE Nº 1/2004 acerca da educação das relações étnico-raciais, a Resolução CNE Nº 02/2012 quanto ao ensino da história e cultura afro-brasileira e africana e a Resolução CNE Nº 01/2012 sobre educação em direitos humanos. Uma das principais mudanças introduzidas pelas novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de Engenharia é a necessidade de estabelecer uma maior conexão entre o ambiente acadêmico e o mercado de trabalho. De acordo com a resolução correspondente, é preciso que as ins tuições de ensino sejam mais sensíveis às necessidades do mercado e que os cursos de Engenharia sejam planejados de forma a capacitar os estudantes para atender as demandas da sociedade de forma efe va. Os engenheiros ambientais da UFPB, além de estarem habilitados a atuar em diferentes setores para atenderem as demandas da sociedade, também podem seguir formação na pesquisa acadêmica, seja em programas de pós-graduação da ins tuição ou externos, inclusive em outros estados ou países. Na ins tuição, pela maior proximidade temá ca, destacam-se o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) e o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA), ambos em nível mestrado e doutorado. 5.

OBJETIVOS DO CURSO

5.1 Obje vo geral Formar engenheiros ambientais, com ap dão intelectual crí ca, cria va, reflexiva e compa vel com as necessidades do mercado de trabalho, que sejam capacitados a aplicar a tecnologia contemporânea para iden ficar e solucionar problemas a nentes ao exercício profissional, tendo sob consideração é ca e humanís ca as dimensões polí ca, econômica, social, ambiental e cultural influentes nas tomadas de decisão do seu exercício profissional. 5.2 Obje vos específicos 

Dotar os egressos de habilidades demandadas pelo mercado de trabalho, de forma a permi r-lhes contribuir efe vamente para a compreensão dos problemas e para a formulação das soluções de engenharia à luz do paradigma da sustentabilidade;

Promover a pesquisa e a inves gação cien fica, aplicadas à expansão do conhecimento, tendo como objeto de estudo os problemas prioritários com os quais se deparam os agentes do desenvolvimento sustentável, tanto na esfera pública, como na esfera privada;

Com vistas à inovação, fomentar mentalidade cria va, integrada por dimensões técnicas, viabilizadora de soluções ó mas de projeto e de concepções contextualizadas na realidade socioambiental demandante de novos produtos e serviços;

Profissionalizar o monitoramento e a modelagem dos sistemas ambientais, bem como o acompanhamento e controle dos processos produ vos usuários de recursos naturais, de forma a oferecer respostas adequadas aos desafios atuais e futuros;

Incorporar às concepções de projetos, produtos e serviços o paradigma da sustentabilidade de maneira a formar profissionais capazes de oferecer ao mercado soluções marcadas pelo equilíbrio entre a economia de recursos naturais e a segurança para os usuários e beneficiários;

Orientar nova contextualização das intervenções humanas estruturais e não estruturais no ambiente natural, segundo perspec va holís ca, com a qual o profissional possa tomar decisões maximizadoras do bem-estar e do interesse cole vo;

Reforçar as interfaces entre os conhecimentos técnicos e as demandas sociais e empresariais, valendo-se para isso não somente de projetos e ações abrigadas na extensão universitária, mas também da prestação de serviço oportunizada durante a formação adquirida no curso universitário;

Promover o protagonismo dos estudantes em formação profissional e extensionista no processo de aprendizagem, aplicando as metodologias a vas de ensino;

Inserir no mercado de trabalho profissionais capazes de modelar fenômenos e processos ambientais por vias teóricas e computacionais que maximizem a precisão e a segurança dos resultados e, paralelamente, minimizem os custos do empregador ou do empreendimento próprio mediante a automa zação das tarefas envolvidas;

Incen var o aperfeiçoamento profissional permanente, sintonizado com os novos desafios da engenharia quanto à sustentabilidade econômica, social e ambiental com que se depara a humanidade, em especial, a questão da degradação ambiental, a exaustão dos recursos naturais e as mudanças climá cas que ameaçam par cularmente os mais vulneráveis, também vi mados pela desigualdade social.

 6.

PERFIL DO EGRESSO

6.1 Perfil do engenheiro ambiental O perfil do egresso do curso de Engenharia Ambiental, com base nas orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES 02/2019) e na missão/obje vos da UFPB definidas no PDI 2024-2028 deve compreender as seguintes caracterís cas:

i.

Iden ficar, analisar e conceber soluções na forma de planejamento, estudos e projetos relacionados ao uso sustentável dos recursos naturais.

ii.

Atuar de forma inovadora, cria va e empreendedora na aplicação, adaptação, aprimoramento e desenvolvimento de tecnologias que contribuam com os obje vos do desenvolvimento sustentável e com a responsabilidade social.

iii.

Ter visão integrada capaz de incorporar as soluções de engenharia com máxima adequabilidade nas áreas mul disciplinar e transdisciplinar concernente aos aspectos sociais, ambientais, econômicos, polí cos, culturais e legais.

iv.

Ser apto a equilibrar os conhecimentos teóricos e prá cos de forma crí ca e humanís ca, dentro dos preceitos legais e é cos, visando atender o bom exercício da sua a vidade profissional.

6.2. Competências gerais Em consonância com as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES

02/2019), o curso de graduação em Engenharia Ambiental deve proporcionar aos seus egressos as seguintes competências gerais:

I.

Iden ficar os problemas de engenharia, diagnos car seus determinantes e propor soluções amplas, sistêmicas e cria vas para uso sustentável dos recursos naturais, tendo como condicionantes as dimensões ambiental, social, cultural, legal e econômica;

II.

Analisar e compreender as relações entre as variáveis regentes dos fenômenos sicos, químicos e biológicos para desenvolver, aplicar e validar os modelos de sistemas ambientais usando ferramentas matemá cas, esta s cas, computacionais e de simulação, entre outras, para auxiliar na tomada de decisões;

III.

Ser capaz de conceber, gerir e empreender projetos, estudos e processos na área de engenharia ambiental, com soluções cria vas, desejáveis e viáveis, técnica e economicamente sob a observância dos avanços tecnológicos, do contexto socioambiental e da dinâmica de mercado;

IV.

Realizar a avaliação crí co-reflexiva dos impactos das soluções de Engenharia nos contextos social, legal, econômico e ambiental;

V.

Liderar empreendimentos em todos os seus aspectos de produção, de finanças, de pessoal e de mercado, atuando de forma proa va, colabora va, é ca e profissional em equipes mul disciplinares, tanto localmente quanto em rede;

VI.

Comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica, sendo capaz de expressar-se adequadamente, seja na língua pátria ou em idioma diferente do Português, inclusive por meio do uso consistente das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs), mantendo-se sempre atualizado em termos de métodos e tecnologias disponíveis;

VII.

Atuar profissionalmente com base na é ca e na legislação em vigor em todas as esferas par cipes da fiscalização, do controle, da gestão ambiental e da proteção do meio ambiente;

VIII.

Assumir a tude inves ga va e autônoma, com vistas à aprendizagem con nua, à produção de novos conhecimentos e ao desenvolvimento de novas tecnologias.

6.3 Competências específicas e habilidades As competências específicas e respec vas habilidades seguem as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para Engenharia (Resolução CNE/CES 02/2019), o perfil do egresso estabelecido neste PPC e a legislação profissional. Dessa forma, o profissional em Engenharia Ambiental formado na UFPB se capacita em três competências específicas, com suas respec vas

habilidades, conforme discriminado a seguir.

i.

Competência específica 1: Diagnos car, avaliar e conceber serviços, produtos ou projetos tecnicamente viáveis e sustentáveis que promovam a qualidade de vida da população, melhoria do meio ambiente e minimização dos impactos nos recursos naturais. Habilidades correspondentes:

a) Avaliar, conceber e projetar as tecnologias para os sistemas de abastecimento e tratamento de água para consumo humano em áreas urbanas e rurais;

b)

Conceber técnicas de manejo de águas pluviais nas áreas urbanas e rurais;

c)

Avaliar, conceber e projetar as tecnologias para coleta e tratamento de esgotos domés cos e efluentes industriais, bem como as alterna vas para reuso de água;

d)

Avaliar, conceber e projetar as tecnologias para o gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos e rurais;

e) Promover a saúde pública, salubridade ambiental e tecnologias sociais a par r do desenvolvimento de estudos, projetos e avaliações de monitoramento ambiental e controle da poluição ambiental.

ii.

Competência específica 2: Diagnos car, monitorar, atuar no gerenciamento e avaliar qualiquan ta vamente os recursos hídricos e suas bacias hidrográficas. Habilidades correspondentes:

a) Analisar, interpretar e usar ferramentas para análise quali-quan ta va de dados hi-

drometeorológicos e ambientais;

b) Realizar estudos hidrológicos envolvendo eventos extremos;

c) Avaliar a segurança hídrica quan ta va e qualita vamente empregando modelos matemá cos;

d) Avaliar e implementar ações de gestão e governança de recursos hídricos quanto

aos aspectos legais, ins tucionais, competências e dominialidade.

iii.

Competência específica 3: Analisar, compreender e atuar na preservação e manutenção dos recursos naturais garan ndo o atendimento às necessidades das gerações atuais e futuras. Habilidades correspondentes:

a) Conhecer e atuar na gestão de recursos naturais (água, solo, ar e paisagem) visando

o uso sustentável e a minimização dos poluentes no meio ambiente e nos problemas de saúde da população;

b) Aplicar as ferramentas de gestão de riscos;

c) Atuar na gestão ambiental das empresas (sustentabilidade empresarial) empregan-

do as normas ambientais brasileiras e internacionais;

d) Analisar, prever e projetar os possíveis impactos ambientais sobre o uso dos recursos naturais e energé cos (elaboração de cenários futuros);

e) Conhecer e aplicar os aspectos legais, norma vos e técnicos na elaboração de estu-

dos de impactos ambientais de a vidades, empreendimentos, projetos e processos que impactam o meio ambiente;

f) Planejar ações que visem preservar paisagens e seus recursos naturais agregados,

visando o bem-estar humano, a qualidade ambiental e os serviços ecossistêmicos. 6.4 Sistema de Acompanhamento dos Egressos O processo de acompanhamento dos egressos do curso de Engenharia Ambiental se dá por meio do levantamento dos dados disponíveis no Sistema de Acompanhamento de egresso – SAEGO, que foi criado e lançado em agosto/2024 com o obje vo de monitorar de forma mul dimensional os impactos dos inves mentos no ensino superior, com destaque para a própria UFPB, sobre empregabilidade, rendimento salarial, rota vidade das ocupações, distorções de acesso no mercado de trabalho, regionalização do fluxo de ocupações, empreendedorismo, entre outros. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) e a coordenação do curso ficam responsáveis por esse processo de acompanhamento trienal dos egressos do curso, o qual tem os seguintes obje vos:

i.

mapear as experiências bem-sucedidas no campo profissional/ acadêmico dos egressos e compar lhá-las na disciplina de Fundamentos de Engenharia Ambiental e em eventos promovidos pelo curso;

ii.

levantar as demandas de mercado atuais e futuras do profissional em Engenharia Ambiental que possam servir de base para próxima revisão do PPC e atualização de conteúdos programá cos de componentes curriculares;

iii.

iden ficar dificuldades encontradas pelos egressos no mercado de trabalho, na carreira acadêmica ou como autônomo/empreendedor;

iv.

organizar um fórum dos egressos do curso para troca de experiências com os discentes a vos, em parceria com o Centro Acadêmico do curso e Centro de Tecnologia (CT).

7.

CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

A aproximação entre a academia e o mercado de trabalho pode ser alcançada por meio de

estratégias, como a oferta de componentes curriculares com prá cas interdisciplinares, desenvolvimento de a vidades de projetos e o estágio supervisionado obrigatório na grade curricular do curso, além da par cipação nos projetos de ensino, pesquisa e de extensão. Dessa forma, os estudantes têm a oportunidade de aplicar na prá ca os conhecimentos adquiridos na formação acadêmica, preparando-se melhor para enfrentar os desafios do mercado de trabalho e atender às demandas da sociedade. Além disso, as Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas na Resolução CNE/CES nº2/2019 também destacam a importância da formação de competências transversais, que incluem habilidades sociais, emocionais e comportamentais. Essas competências são essenciais para que os futuros engenheiros ambientais possam trabalhar em equipe, comunicar-se de forma clara e efe va, lidar com conflitos e tomar decisões é cas e responsáveis. Portanto, a ar culação entre o âmbito do trabalho e o âmbito acadêmico é essencial para que o engenheiro ambiental desenvolva uma carreira de sucesso e se mantenha atualizado em sua área de atuação. O Engenheiro Ambiental é um profissional qualificado para empreender, conceber, implementar, executar, gerenciar e avaliar planos, programas, projetos e processos voltados às questões ambientais e o desenvolvimento sustentável. Além disso, é responsável por aplicar conhecimentos cien ficos e tecnológicos em seus campos de atuação, respeitando os princípios é cos e a legislação profissional. Os campos de atuação profissional do Engenheiro Ambiental incluem atuar em projetos ambientais, na gestão dos recursos naturais, planejamento ambiental em áreas urbanas e rurais, concepção de projetos de saneamento ambiental, prevenção de riscos e desastres ambientais, administração, gestão e ordenamento ambientais, licenciamento ambiental, gestão ambiental de empresas e organizações, monitoramento ambiental, avaliação de impactos ambientais, controle de poluição ambiental, ações de educação ambiental além de instalações, equipamentos, componentes e disposi vos da Engenharia Ambiental. O Engenheiro Ambiental formado a par r do que orientam as novas DCNs está habilitado a exercer suas a vidades, por exemplo, em empresas de consultoria que atuam na área ambiental, centros de pesquisas nos níveis federal, estadual e municipal, autarquias, empresas e serviços públicos ou privados de saneamento ambiental, agências reguladoras (energia elétrica, recursos hídricos, recursos minerais, vigilância sanitária, entre outras), em indústrias de diferentes segmentos, em órgãos executores municipais, estaduais e federais, organizações não governamentais e universidades. São inerentes ao exercício da profissão do Engenheiro Ambiental a elaboração de estudos ambientais previstos nas Legislações Federal, Estaduais e Municipais, como o Estudo de Impacto

Ambiental (EIA), e Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (RIMA). No que tange aos recursos naturais, ele(a) tem a responsabilidade de planejar, executar e gerenciar sistemas, métodos e processos de aproveitamento, proteção, monitoramento, manejo, gestão, ordenamento, desenvolvimento e preservação de recursos naturais, além de recuperar áreas degradadas, remediar e biorremediar solos degradados e águas contaminadas, e prevenir e recuperar processos erosivos. Já em relação aos recursos energé cos, o Engenheiro Ambiental deve atuar em projetos/empresas que u lizam fontes de energia tradicionais, alterna vas e renováveis, além de sistemas e métodos de conversão e conservação de energia, avaliando os impactos ambientais associados ao longo da cadeia produ va e a maximização da eficiência ambiental de sistemas energé cos vinculados aos campos de atuação da Engenharia. O engenheiro ambiental deve estar atualizado com as tecnologias digitais disponíveis para aplicálas em sua área de atuação. A revolução tecnológica trouxe novas ferramentas para coleta, análise e gestão de dados, bem como para a comunicação e a divulgação de informações. O uso de so wares de modelagem ambiental, sistemas de informações geográficas (SIG), sensores remotos e outras tecnologias podem ajudar o engenheiro ambiental a compreender melhor as interações entre o meio ambiente e as a vidades humanas, avaliar os impactos ambientais e propor soluções mais eficientes e sustentáveis. 8.

FORMAS DE ACESSO AO CURSO

Anualmente são ofertadas 80 vagas para o curso de graduação em Engenharia Ambiental. De acordo com a Resolução 29/2020 do CONSEPE/UFPB, o ingresso ocorre das seguintes formas:

i.

Sistema de Seleção Unificado para Ingresso no Ensino Superior – SISU A UFPB adota como forma principal de ingresso nos seus Cursos de Graduação o Sistema de Seleção Unificado para Ingresso no Ensino Superior (SISU), estabelecido pelo Ministério da Educação. A periodicidade e as normas deste sistema de seleção são definidas a cada ano, em concordância com as diretrizes do Ministério da Educação, cujo detalhamento é apresentado no portal eletrônico SISU/MEC (h ps://sisu.mec.gov.br/). Os pos de vagas são:

a) Cotas: nesse caso, são as pessoas alcançadas pela Lei n. 12.711/2012 (Lei de Cotas) e

regulamentações e instrumentos norma vos posteriores;

b) Ampla concorrência: para todos que não possuem o perfil de co sta.

ii.

Processo Sele vo de Reopção de Curso – PSRC

O Processo Sele vo de Reopção de Curso (PSRC) é a forma de ingresso que permite ao discente regular da UFPB a mudança de curso de graduação a que está vinculado para outro curso de graduação, podendo ser concedida a par r de vagas que estão ociosas.

iii.

Processo Sele vo de Transferência Voluntária – PSTV Processo Sele vo de Transferência Voluntária (PSTV) é o ato decorrente da transferência do discente com um vínculo a vo em curso de graduação de Ins tuições de Ensino Superior, públicas ou privadas, para a UFPB, mediante ocupação de vagas e classificação em edital específico da PRG para ingresso no período le vo subsequente. A inscrição somente é permi da aos discentes de graduação regularmente vinculados a cursos reconhecidos pelo MEC em ins tuição de ensino superior que tenham sido aprovados na ins tuição de origem em componentes curriculares que totalizam uma carga horária total cursada e integralizada de 25%, no mínimo, e 50% no máximo do curso. Adota-se como critério de classificação a nota do Enem, de acordo com as regras estabelecidas no edital.

iv.

Ingresso de Graduados O ingresso de graduados na UFPB se dá em duas modalidades: 

Através do Processo Sele vo de Ingresso de Graduado (PSIG), para candidatos graduados oriundos de qualquer ins tuição de ensino superior;

Através da admissão de graduados da própria ins tuição para obter uma nova licenciatura ou um novo bacharelado do mesmo curso, mediante complementação de estudos.

O PSIG é o ato decorrente da entrada, em cursos regulares de graduação da UFPB, de portadores de diplomas de nível superior ob dos em ins tuições públicas ou privadas, devidamente reconhecidas pelo MEC.

v.

Transferência Compulsória – ex officio A transferência ex officio para os Cursos de Graduação é efe vada em qualquer época do ano e independentemente da existência de vaga, na forma da Lei N° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, se requerida em razão de comprovada remoção ou transferência de o cio que acarrete mudança de domicílio para o município, ou para a localidade mais próxima, onde se situe um dos campi da UFPB. Tem direito à transferência ex officio, exclusivamente, o discente servidor público federal, civil ou militar, ou seu dependente, desde que seja egresso de uma ins tuição pública de ensino. A regra não se aplica quando o interessado na transferência se deslocar para assumir cargo efe vo em razão de concurso público, cargo comissionado ou função de confiança.

vi.

Reingresso Entende-se por reingresso o ato pelo qual o interessado, que se encontra na condição de abandono de curso na UFPB, retorna ao curso de origem. Nesse caso, compete ao Colegiado do Curso aprovar o reingresso do interessado no seu curso de origem.

9.

INFRAESTRUTURA

A estrutura sica do Centro de Tecnologia engloba salas para os setores administra vos, incluindo a Direção do CT, coordenações de curso, departamentos e assessorias de Infraestrutura e de Informá ca. Esses setores contam com técnicos especializados em regime de tempo integral, responsáveis pelo atendimento ao público e pelo suporte às a vidades internas. As salas são equipadas com computadores, impressoras, aparelhos de ar-condicionado

po split, acesso à

internet cabeada e rede wi-fi, além de mobiliário adequado para o pleno funcionamento das a vidades administra vas. Os ambientes de professores também possuem a mesma estrutura

sica dos setores

administra vos e foram planejados para acomodar de um a três professores, conforme a área disponível em cada sala. Esses espaços possibilitam o atendimento acadêmico individualizado aos discentes e orientandos, guarda de material e equipamentos pessoais. Quando da existência de professores subs tutos, os departamentos são responsáveis em organizar a alocação dos ambientes, em ar culação com os docentes efe vos. O Centro de Tecnologia dispõe de 53 salas de aula e 9 ateliês des nados às a vidades dos cursos de graduação. As salas possuem capacidades que variam entre 15 e 60 lugares e são alocadas conforme a demanda das turmas em cada período le vo. Grande parte das salas são clima zadas e equipadas com carteiras, telas de projeção e mesas de apoio para os docentes. Projetores mul mídia (datashows) são disponibilizados pelos departamentos conforme a necessidade das aulas. No que se refere à acessibilidade, muitas salas estão localizadas no pavimento térreo, e o Centro dispõe de cadeiras adaptadas para pessoas obesas, que podem ser alocadas conforme a demanda. Ressalta-se ainda a existência de salas em formato de anfiteatro, o que favorece a visualização do conteúdo e das apresentações por todos os discentes. Além disso, o Centro de Tecnologia conta com o LACESSE - Laboratório de Acessibilidade, conforme descrito no item de Acessibilidade e que contém informações mais abrangentes e detalhadas sobre o tema. Os ateliês contam com mesas e cadeiras móveis, permi ndo uma organização flexível conforme a metodologia pedagógica adotada. Embora esses espaços sejam prioritariamente u lizados pelo

curso de Arquitetura e Urbanismo, estão também disponíveis para os demais cursos do CT. O CT possui ainda 12 salas mul mídia, todas clima zadas e equipadas com quadro branco, tela retrá l, datashow e carteiras. Essas salas são gerenciadas por departamentos e coordenações de programas de pós-graduação, sendo u lizadas para reuniões, defesas de monografias, dissertações e teses. Os auditórios do CT variam em capacidade de 50 a 288 lugares. O maior deles, localizado no Bloco Mul mídia, é clima zado e dispõe de dois datashows, duas telas de projeção, poltronas com apoio embu do, mesa para autoridades, sistema de som e microfones. O auditório do Bloco Administra vo tem capacidade para 180 pessoas, sendo igualmente clima zado e equipado com datashow, tela de projeção, mesa para autoridades, mesa de som e microfones. Já o Auditório Antônio Cou nho, no Bloco CTF, acomoda 50 pessoas e possui clima zação, datashow, desktop e tela de projeção. O Centro de Tecnologia oferece diversos espaços de convivência para os alunos. A “Pracinha do CT” é um dos principais pontos de encontro dos estudantes, especialmente nos intervalos entre as aulas e nos horários de refeição. Nesse local, há uma can na que fornece lanches e refeições para discentes e servidores da universidade, contribuindo para o bem-estar da comunidade acadêmica. Outro ambiente de convivência bastante u lizado é o térreo do Bloco Mul mídia, espaço coberto, com mesas e datashow, u lizado como área de descanso, estudo, desenvolvimento de trabalhos em grupo e, ocasionalmente, para eventos de confraternização. Esses espaços, em especial o térreo do Bloco Mul mídia e os auditórios, funcionam como ambientes mul funcionais, sendo u lizados para a realização de eventos acadêmicos e a vidades pedagógicas extracurriculares, como semanas de curso, mostras de projetos, exposições, apresentações e rodas de conversa. Essas ações têm gerado impactos posi vos no engajamento estudan l, pois favorecem diferentes formas de ensino e aprendizagem, promovendo a integração entre os cursos de graduação e fortalecendo a vivência universitária para além da sala de aula convencional. Os Centros Acadêmicos dos cursos de graduação também contam com salas clima zadas, equipadas com sofás, micro-ondas, mesas e cadeiras, proporcionando conforto para descanso e estudo. Além disso, o Bloco dos Centros Acadêmicos dispõe de uma geladeira de uso comum, contribuindo para a autonomia dos discentes no ambiente universitário. As empresas juniores vinculadas ao CT dispõem de salas apropriadas ao desenvolvimento de suas a vidades. Além disso, o CT disponibiliza um espaço específico para atendimento psicológico, realizado por servidora vinculada ao CRAS (Centro de Referência em Atenção à Saúde). O atendimento ocorre mediante agendamento prévio.

O CT conta com ações voltadas à acessibilidade, com a instalação de rampas e banheiros adaptados em alguns blocos. Há reserva de vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, buscando promover maior inclusão e mobilidade no espaço universitário. A Direção do Centro segue diretrizes ins tucionais para ampliação con nua da acessibilidade em seus espaços. A manutenção da infraestrutura é realizada de forma permanente, por meio de equipe técnica do próprio CT e com apoio da Superintendência de Infraestrutura da UFPB (SINFRA). As demandas são registradas e acompanhadas por sistema interno, permi ndo a resolução de ocorrências em áreas como elétrica, hidráulica, clima zação e infraestrutura predial. A segurança no CT é garan da por ações coordenadas pela Reitoria da UFPB, por meio da Superintendência de Segurança Ins tucional, responsável pelo monitoramento de todo o campus. As rondas de vigilância patrimonial são realizadas em todos os turnos, incluindo finais de semana e horários noturnos. O Centro de Tecnologia conta ainda com câmeras de monitoramento que auxiliam na proteção ao patrimônio e à comunidade acadêmica. 9.1 Biblioteca A Universidade Federal da Paraíba conta com o Sistema de Bibliotecas (Sistemoteca), que integra, de forma funcional e operacional, as bibliotecas dos diferentes centros. Seu obje vo é garan r a unidade e a harmonia das a vidades de ensino, pesquisa e extensão por meio da aquisição, tratamento, armazenamento, recuperação e disseminação da informação. Além do acervo sico — composto por livros, dissertações, teses, periódicos e mul meios — o sistema também oferece acesso a portais de periódicos on-line e bases de e-books, disponíveis pelo site da Biblioteca Central (www.biblioteca.ufpb.br). No âmbito do Centro de Tecnologia, a Biblioteca Setorial oferece diversos serviços à comunidade acadêmica, como emprés mo, renovação e devolução de livros, orientação para normalização de trabalhos acadêmicos segundo as normas da ABNT, elaboração de ficha catalográfica para Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e suporte para o depósito de TCCs no Repositório Ins tucional da UFPB. O espaço oferece ambientes para estudo individual e em grupo, e o acervo sico e digital pode ser consultado por meio de sistema online. Além disso, a UFPB possui contrato com a plataforma Minha Biblioteca, que reúne milhares de tulos acadêmicos, nas mais diversas áreas do conhecimento. O acesso à plataforma é feito por meio do Sistema Integrado de Gestão de A vidades Acadêmicas (SIGAA), o que facilita o uso da ferramenta como apoio con nuo às a vidades de ensino, pesquisa e extensão.

9.2 Salas de aula A infraestrutura disponibilizada a todos os alunos do curso de Engenharia Ambiental do Campus I para assis rem às aulas dos componentes de formação do ciclo básico inclui os ambientes de sala de aula, denominada Central de Aulas, composta por 9 blocos, contendo salas de aula equipadas com data show e ar-condicionado, bem como as salas de aulas dos Centros: Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA) e Ciências Jurídicas (CCJ). Na formação profissional os alunos de Engenharia Ambiental dispõem de salas de aulas no CCEN que atendem os departamentos de Geociências (DGEO) e de Sistemá ca e Ecologia (DSE) e de salas de aula nos 10 blocos do Centro de Tecnologia (CT), as quais atendem principalmente os componentes curriculares ofertados ao curso pelos departamentos de Engenharia Civil e Ambiental (DECA), Arquitetura e Urbanismo (DAU) e de Engenharia de Produção (DEP). No CT também estão localizados os seguintes ambientes: secretaria da coordenação do curso (Bloco P), secretaria do departamento de Engenharia Civil e Ambiental (bloco administra vo), o espaço da biblioteca setorial do CT, laboratórios e 3 grandes auditórios clima zados: 1 no bloco administra vo, 1 no bloco mul mídia do CT e 1 no Bloco CTG, os quais dispõem de equipamentos de som, vídeo (mul mídia) e rede wi-fi. 9.3 Recursos de tecnologia da informação O Centro de Tecnologia (CT) conta com cinco laboratórios de informá ca voltados ao suporte das a vidades acadêmicas. Esses ambientes são compostos, respec vamente, por 15, 18, 35 e dois laboratórios com 25 computadores cada. É importante destacar que todos os equipamentos possuem número de patrimônio pela UFPB. Os laboratórios são alocados conforme a necessidade das turmas, especialmente quando o desenvolvimento das aulas exige o uso de computadores. Todos os espaços possuem acesso à internet, inclusive por meio da rede UFPB Sem Fios (permite o uso do wi-fi por toda comunidade), e contam com so wares acadêmicos e técnicos instalados conforme disponibilidade e demanda apresentada pelos docentes. A manutenção dos equipamentos e a avaliação periódica de sua adequação são realizados pela equipe de informá ca do próprio CT, que também atua no suporte à instalação de novos recursos. O gerenciamento dos equipamentos, de forma a manter a qualidade e adequação ao uso é realizado por essa equipe. Cabe destacar que os dois laboratórios com 25 computadores dispõem de áreas reservadas que permitem a expansão de infraestrutura, caso necessário. Além do uso durante as aulas, os laboratórios também podem ser u lizados pelos alunos para

estudo individual ou em grupo, desenvolvimento de trabalhos acadêmicos, projetos e pesquisas. Essas possibilidades ampliam o acesso a recursos didá cos e contribuem para experiências diferenciadas de aprendizagem baseadas em tecnologias. A principal plataforma de apoio ao ensino u lizada é o SIGAA, sistema ins tucional que integra informações acadêmicas e administra vas da UFPB, permi ndo o acompanhamento das a vidades por docentes e discentes, com acesso remoto e a qualquer hora. O CT também disponibiliza o Sistema Ajuda CT (h ps://ajuda.ct.ufpb.br/), ferramenta digital que organiza e compar lha procedimentos administra vos de interesse das coordenações, departamentos e direção do Centro, promovendo agilidade, transparência e padronização no acesso às informações ins tucionais. Para solicitações, abertura e acompanhamento de processos, a UFPB u liza o Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (SIPAC), por meio do qual as demandas podem ser registradas e encaminhadas aos diferentes setores da universidade. Além disso, em função das restrições impostas pela pandemia de COVID-19, foi desenvolvido no CT o Sistema de Atendimentos (h ps://atendimento.ct.ufpb.br/), que permanece em uso como uma ferramenta eficiente de comunicação com a comunidade acadêmica e o público externo. Esse sistema permite o envio direto de demandas aos setores do CT, o registro das a vidades realizadas, o acompanhamento das solicitações e a o mização no tempo de resposta, além de facilitar o acesso dos estudantes aos setores administra vos, incluindo as coordenações de curso. 9.4 Sala de coordenação de curso A sala da coordenação do curso está localizada no Bloco P do CT, no térreo, o que proporciona acessibilidade a todos. O ambiente de funcionamento da coordenação é uma sala exclusiva, com ar-condicionado, móveis de escritório, computadores, impressora, mesa de reunião e equipamento mul mídia, para o atendimento adequado aos discentes, docentes e servidores atuantes no curso, bem como o arquivamento de documentos. 9.5 Laboratórios O curso de Engenharia Ambiental conta com infraestrutura de laboratórios de vários departamentos, considerando que o curso é mul disciplinar. Tais laboratórios contêm equipamentos/espaços que atendem às necessidades dos componentes curriculares básicos e profissionais do curso, e as suas iden ficações por nome e departamento estão listadas no Quadro

1. Destaca-se que 15 laboratórios fazem parte do Departamentos de Engenharia Civil e Ambiental (DECA) e 12 estão localizados no Departamento de Sistemá ca e Ecologia (DSE). Quadro 1 - Listagem dos laboratórios disponíveis ao curso de Engenharia Ambiental

Departamento -

Laboratórios Laboratório de Informá ca (LABGRAPH)

Departamento de Laboratório de Hidráulica - LHDR Engenharia Civil e Laboratório de Eficiência Energé ca e Hidráulica em Saneamento Ambiental LEHNS Laboratório de Saneamento Ambiental - LABSAM Laboratório de Topografia - LABTOP Laboratório de Ensaios de Materiais e Estruturas - LABEME Laboratório de Pesquisas em Sistemas Ambientais Urbanos - LPSAU Laboratório de Geotecnia e Pavimentação (LAPAV) Laboratório de Planejamento de Transportes Laboratório de Química Ambiental Laboratório de Recursos Hídricos e Engenharia Ambiental (LARHENA) Laboratório de Tecnologias Ambientais para Águas de Reuso (LATARE) Laboratório de Resíduos Sólidos Laboratório de Análises Computacionais em Meio Ambiente (LACMA) Laboratório-Escola Bacia Experimental do Riacho Guaraíra Laboratório de Estudos Avançados sobre Recarga Gerenciada de Aquíferos e Hidrogeologia (LEMARH) Departamento de Laboratório de Engenharia de Sustentabilidade e Consumo (LabESC) Engenharia de Produção Departamento de Laboratório de Física Experimental I Física Departamento de Laboratório de Ensino Química Laboratório de Ensino em Química Ambiental – LEQA Departamento de Laboratório de Ensino - Rui Barbosa (Lab RB) Esta s ca Laboratório de Ensino –Joab Lima (Lab JL) Departamento de Sistemá ca e Ecologia

Laboratório de Entomologia Laboratório de Ecologia Aquá ca Laboratório de Ornitologia e Ecologia Aplicada e Conservação

Departamento de Laboratório de Cartografia Digital (LACADI) Geociências

9.6 Acessibilidade A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio do seu arcabouço norma vo e de instâncias de suporte, reconhece e assegura os direitos dos discentes com deficiência e com necessidades educacionais especiais (NEE), bem como daqueles que u lizam o nome social por iden dade de gênero ou outras razões, o que está previsto no Título XII do Regulamento Geral da Graduação (RGG), estabelecido pela Resolução CONSEPE n. 29/2020, alterada pela Resolução n. 37/2021. O ar go 184 do RGG estabelece os seguintes direitos aos discentes com deficiência e com NEE: atendimento educacional condizente com suas deficiências; disponibilização de mediadores para apoio na compreensão da escrita e da fala; adaptação de materiais pedagógicos e equipamentos; aplicação de metodologias de ensino compa veis com as necessidades apresentadas; avaliações e correções adaptadas, considerando as especificidades da NEE; tempo adicional de 50% na realização de a vidades avalia vas com tempo previamente estabelecido. O regulamento ainda prevê a possibilidade de dilatação do tempo máximo de integralização curricular em até 50% para discentes com deficiência ou com afecções congênitas ou adquiridas, assegurando a con nuidade e conclusão da formação em tempo compa vel com suas condições específicas. A Resolução CONSUNI n. 34/2023 ins tuiu a Polí ca de Inclusão e Acessibilidade da UFPB, criando o Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) como órgão responsável por operacionalizar essa polí ca no âmbito da graduação. O CIA conta com equipe técnica mul disciplinar permanente, composta por profissionais como secretário execu vo, técnico-administra vo, psicólogo, assistente social, psicopedagogo, pedagogo, intérprete de Libras, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e fonoaudiólogo. Esse comitê atua de forma ar culada com as coordenações de curso, departamentos e demais setores ins tucionais, promovendo a iden ficação, acolhimento e acompanhamento dos discentes com deficiência desde o ingresso na universidade. As informações rela vas às necessidades específicas dos discentes são inseridas no Sistema de Gestão Acadêmica (SIGAA), que as disponibiliza automa camente aos docentes no momento da matrícula nas disciplinas, favorecendo a preparação prévia de estratégias de ensino inclusivas. O CIA organiza sua atuação por meio de quatro Grupos de Trabalho permanentes: Acessibilidade

Arquitetônica, Acessibilidade A tudinal, Acessibilidade Pedagógica e Acessibilidade de Comunicação. Esses grupos são responsáveis por desenvolver ações específicas e integradas para garan r a eliminação de barreiras

sicas, a tudinais, metodológicas e comunicacionais no

ambiente universitário. Como parte das ações voltadas à acessibilidade de comunicação, a UFPB assegura o serviço de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para discentes surdos ou com deficiência audi va que demandem esse recurso. A atuação dos intérpretes abrange as a vidades acadêmicas, como aulas, seminários, reuniões e visitas técnicas, promovendo a inclusão plena desses estudantes em todos os aspectos da vida universitária. Adicionalmente, o CIA publica anualmente edital de seleção de alunos apoiadores, que recebem bolsa para acompanhar discentes com deficiência nas a vidades acadêmicas, incluindo aulas prá cas e visitas técnicas. Esses alunos são preparados para oferecer suporte adequado às necessidades específicas de seus colegas, fortalecendo a permanência qualificada no ensino superior. A atuação conjunta do CIA, das coordenações de curso e dos departamentos é fundamental para garan r o pleno acesso, a permanência e o sucesso acadêmico dos estudantes com deficiência, promovendo a equidade no ambiente universitário e contribuindo para a consolidação de uma formação profissional tecnicamente qualificada e socialmente justa. No âmbito do Centro de Tecnologia (CT) da UFPB, destacam-se ações específicas voltadas ao fortalecimento da acessibilidade e da inclusão, em consonância com a Polí ca de Inclusão e Acessibilidade da universidade. Além das inicia vas ins tucionais coordenadas pelo Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA), o CT conta com o Laboratório de Acessibilidade (LACESSE), vinculado ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU), que atua como referência interna nas questões de acessibilidade arquitetônica e urbanís ca. Criado em 2012, por meio do processo nº 002/2012 DA/CT/UFPB, aprovado por unanimidade pelos colegiados do DAU e do CT, o LACESSE (www.ct.ufpb.br/lacesse) integra o Grupo de Trabalho de Acessibilidade Arquitetônica (GT-AA) do CIA. Desde então, o laboratório tem se consolidado como espaço ar culador entre ensino, pesquisa e extensão, com os seguintes propósitos: contribuir para a formação profissional crí ca e comprome da de futuros proje stas; ampliar e disseminar o conhecimento cien fico em acessibilidade; colaborar a vamente com a comunidade acadêmica e externa para a promoção de ambientes construídos mais inclusivos. No campo da extensão, o LACESSE tem papel destacado no desenvolvimento de projetos de Rotas Acessíveis no Campus I da UFPB, sendo responsável pelo projeto, execução e fiscalização do primeiro trecho de rota acessível da ins tuição. Também mantém parceria con nua com a

Superintendência de Infraestrutura (SINFRA/UFPB), contribuindo com levantamentos técnicos, pareceres e recomendações voltadas à acessibilidade sico-ambiental nos projetos arquitetônicos ins tucionais. O Laboratório atua de forma transversal nas dimensões arquitetônica, urbanís ca e a tudinal da acessibilidade, oferecendo suporte técnico e acolhimento a estudantes com deficiência no CT, dentro de sua área de competência. Sua atuação é importante para seus obje vos, mas também ajuda na busca de condições adequadas de permanência e par cipação desses discentes nas a vidades acadêmicas. Outra dimensão relevante da acessibilidade no Centro de Tecnologia diz respeito à infraestrutura sica e logís ca necessária para garan r o acesso dos discentes com deficiência às a vidades acadêmicas. Essa necessidade vai além da adequação de rampas, sanitários e circulações, abrangendo também a disponibilização de mobiliário apropriado (como carteiras para pessoas obesas e mesas adaptadas para cadeirantes), bem como ajustes na alocação de salas de aula. Sempre que possível, busca-se organizar as turmas de forma a minimizar deslocamentos, concentrando-as em um mesmo ambiente. Também merece destaque a importância do transporte acessível, especialmente para a vidades externas como visitas técnicas. Nesses casos, tem-se a ar culação entre docentes, coordenações de curso e as ins tuições que receberão os alunos, a fim de garan r condições adequadas de acessibilidade e segurança no deslocamento e nos espaços visitados. Na formação profissional prevista, o desenho universal foi u lizado como forma de promover uma abordagem mais humanista, inclusiva e comprome da com a diversidade. Conforme definido pela Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), o desenho universal refere-se à concepção de produtos, ambientes, programas e serviços que possam ser u lizados pelo maior número possível de pessoas, de forma independente e natural, sem a necessidade de adaptação ou uso de tecnologias assis vas específicas. Seu princípio orientador é favorecer a escolha de soluções mais acessíveis e equita vas sempre que houver diferentes possibilidades projetuais. No Projeto Pedagógico do Curso (PPC), essa diretriz foi incorporada de maneira transversal, especialmente em disciplinas como Fundamentos de Engenharia Ambiental, Saúde e Saneamento Ambiental e Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental, de modo a formar profissionais aptos a elaborar propostas comprome das com a inclusão desde sua concepção. As ações integradas entre o CIA, as coordenações de curso, os departamentos e o LACESSE reforçam a importância da inclusão e do acolhimento, possibilitando aos discentes com deficiência condições adequadas de acesso, permanência e par cipação plena na vida acadêmica. No contexto dos cursos de graduação do Centro de Tecnologia, incluindo Arquitetura e Urbanismo,

Química Industrial e Engenharias, essas inicia vas contribuem para a formação de profissionais tecnicamente qualificados, sensíveis à diversidade e comprome dos com a construção de uma sociedade mais justa e acessível. Nesse processo, a adoção do desenho universal como diretriz forma va fortalece a perspec va de que as soluções projetuais devem contemplar, desde a origem, a diversidade humana e a acessibilidade como princípio.

10.

CORPO DOCENTE

Na UFPB, os docentes são lotados em departamentos, que por sua vez estão associados a centros. Os componentes curriculares e outras a vidades relacionadas aos discentes do curso de Engenharia Ambiental, como projetos de pesquisa cien fica, extensão, monitoria e tutoria, são realizadas por docentes de vários departamentos, de diferentes centros da ins tuição – campus I da UFPB. O Quadro 2 apresenta a listagem nominal de 74 docentes que atenderam a oferta de componentes curriculares ao curso no semestre acadêmico 2025.1, com seus respec vos regimes de trabalho e

tulação. Desse total de docentes, 96% têm doutorado e 95% têm regime de

trabalho integral. Quadro 2 – Lista de docentes com regime de trabalho e tulação, com referência ao semestre acadêmico 2025.1. No 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

DOCENTES ADRIANO ROLIM DA PAZ AFRANIO GABRIEL DA SILVA AIURY SILVA AZEREDO ALAN LOURES RIBEIRO ALBANISE BARBOSA MARINHO ALESSANDRA CORREIA LIMA MACEDO FRANCA ALEXANDRO MEDEIROS SILVA ALINE FLAVIA NUNES REMIGIO ANTUNES ANA CAROLINA FIGUEIREDO LACERDA ANA CLAUDIA FERNANDES MEDEIROS BRAGA ANA CRISTINA SOUZA DA SILVA

TITULAÇÃO

REGIME DE TRABALHO

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

20 horas semanais

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36

ANA FLAVIA UZEDA DOS SANTOS MACAMBIRA DOUTORADO ANDREA FRANCO LIMA E SILVA DOUTORADO ARTUR HENRIQUE FREITAS FLORENTINO DE SOUZA DOUTORADO BRUNA RAMALHO SARMENTO DOUTORADO CAMILA CUNICO DOUTORADO CARMEM LUCIA MOREIRA GADELHA DOUTORADO CAROLYNE WANESSA LINS DE ANDRADE FARIAS DOUTORADO CIBELLE GUIMARAES SILVA SEVERO DOUTORADO CLAUDIA COUTINHO NOBREGA DOUTORADO CLAUDIA DE OLIVEIRA CUNHA DOUTORADO CLAUDIO RUY PORTELA DE VASCONCELOS DOUTORADO CRISTIANE FRANCISCA DA COSTA SASSI DOUTORADO CRISTIANO DAS NEVES ALMEIDA DOUTORADO EDMUNDO MARINHO DO MONTE DOUTORADO EDSON DE FIGUEIREDO LIMA JUNIOR DOUTORADO EDUARDO GALLIZA DO ESPECIALIZAÇÃ AMARAL MARINHO O EDVALDO NOGUEIRA JUNIOR DOUTORADO ELISANGELA MARIA RODRIGUES ROCHA DOUTORADO EVERALDO SOUTO DE MEDEIROS DOUTORADO FABIO MORAIS BORGES DOUTORADO FELIPE WARTCHOW DOUTORADO FILLIPE SILVEIRA MARINI DOUTORADO FRANCISCO JACOME SARMENTO DOUTORADO GEORGE EMMANUEL CAVALCANTI DE MIRANDA DOUTORADO GERALD NORBERT DOUTORADO

Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva 20 horas semanais Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva Dedicação exclusiva

37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61

SOUZA DA SILVA GILSON BARBOSA ATHAYDE JUNIOR GUILHERME FRANCISCO DO NASCIMENTO GUSTAVO BARBOSA LIMA DA SILVA GUSTAVO FERREIRA DA COSTA LIMA HAMILCAR JOSE ALMEIDA FILGUEIRA HEBER PIMENTEL GOMES HERONDY FRANCISCO SANTANA MOTA INACIO DE ALMEIDA PEDROSA FILHO ISAIAS MOREIRA FERREIRA JOSE GOMES DE ASSIS JOSENIR TEIXEIRA CÂMARA JULIANA LOVO KAROLINE OLIVEIRA MOURA LEONARDO VIEIRA SOARES LUANDA PEREIRA SOARES LUCIANA ANDRADE DOS PASSOS MARCELO DE OLIVEIRA MOURA MARCIO BARAUNA BENTO MARCIO RODRIGO DE ARAUJO SOUZA MARIA CRISTINA BASILIO CRISPIM DA SILVA MARTA CELIA DANTAS MOISES DANTAS DOS SANTOS NADJA VALERIA PINHEIRO NILZA MARIA CUNHA ORLANDO DE CAVALCANTI VILLAR FILHO

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

20 horas semanais

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

GRADUAÇÃO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

MESTRADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74

PEDRO ANTONIO GOMEZ VENEGAS RAFAEL LOPES MENDONCA ROMULO CALADO PANTALEAO CAMARA ROSSANA CRISTINA HONORATO DE OLIVEIRA SAULO ROBERTO DE OLIVEIRA VITAL SERGIO DE ALBUQUERQUE SOUZA TÁSSIO BRITO DE OLIVEIRA THIERRY MARCELINO PASSERAT DE SILANS UTAIGUARA DA NOBREGA BORGES VICENTINA SOCORRO DA ANUNCIACAO VICTOR FELIPE MOURA BEZERRA MELO VICTOR HUGO RABELO COELHO WERNER MAXIMILIAN TOPITSCH

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

20 horas semanais

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

DOUTORADO

Dedicação exclusiva

10.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Engenharia Ambiental é composto por docentes a vos no curso e que tem produção de conhecimentos na área de ensino, da pesquisa e da extensão do curso, em consonância com o estabelecido com a Resolução 29/2020 do CONSEPE/UFPB e com a Resolução CONAES Nº 01, de 17 de junho de 2010. O coordenador do curso é o presidente do NDE, e os demais membros são docentes dos departamentos vinculados ao curso. O NDE atua no processo de concepção, consolidação e con nua atualização do PPC, tendo as seguintes atribuições, conforme Resolução 29/20 do CONSEPE:

i.

Contribuir para a definição do perfil profissional do egresso do curso;

ii.

Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes a vidades de ensino constantes no currículo;

iii.

Indicar formas de incen vo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e de extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as polí cas públicas rela vas à área de conhecimento do curso;

iv.

Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os Cursos de Graduação.

10.2 Colegiado de curso As a vidades do Colegiado do Curso de Engenharia de Ambiental são realizadas de acordo com os ar gos 20, 21 e 22 do Regimento Geral da UFPB. O colegiado é composto pelo coordenador do curso, como seu presidente; pelo vice-coordenador, na condição de vice-presidente; pela representação dos três departamentos que par cipem do curso com o maior número de créditos de componentes curriculares obrigatórias; pela representação do corpo discente, eleito na forma do Regimento Geral da UFPB. As deliberações do Colegiado de Curso são tomadas por maioria de votos dos membros presentes. Compete ao Colegiado de Curso, Art. 22 do Regimento Geral da UFPB:

i. Decidir, em primeira instância, sobre organização e revisão curricular;

ii. Fixar diretrizes de execução do currículo, bem como normas de seu acompanhamento e avaliação;

iii. Recomendar aos departamentos o ajustamento de plano de ensino de componentes curricu-

lares ao interesse do curso;

iv. Decidir sobre procedimentos a serem adotados na matrícula em componentes curriculares

do curso, respeitadas as instruções do órgão central de controle acadêmico;

v. Opinar sobre pedidos de revalidação de diplomas;

vi. Apreciar representação de aluno em matéria de interesse do curso, ressalvada a competência departamental no que interfere com a atuação docente;

vii. Adotar e sugerir providências para melhoria do nível de ensino do curso;

viii. Decidir sobre equivalência de seminários, cursos intensivos, palestras e outras a vidades paradidá cas para efeito de dispensa de aulas, por solicitação jus ficada de aluno, comunicando a decisão aos departamentos;

ix. Decidir sobre transferências de alunos e mudanças de curso, observando o disposto no Regi-

mento Geral da UFPB e em normas do CONSEPE;

x. Exercer outras atribuições que lhe sejam come das pelo Regimento Geral da UFPB e em normas complementares do CONSEPE.

10.3 Coordenação do curso Conforme Regimento Geral da UFPB, compete à coordenação do curso convocar reuniões, representar o colegiado do curso junto aos órgãos da UFPB, elaborar oferta de disciplina, analisar os processos dos alunos, acompanhar e avaliar a execução curricular, entre outras atribuições. A função de Coordenador do Curso deverá ser exercida por docente do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental (DECA), com tulação de doutor. A escolha do coordenador e vicecoordenador é realizada por meio de eleição, mediante publicação de edital, no qual constam informações acerca das inscrições, do voto e do colegiado eleitoral, da data, horário e local da votação, bem como da apuração dos votos. Os nomes eleitos serão apreciados pelo Conselho de Centro – CT e, em seguida, designados pelo Reitor da UFPB, conforme preceituado no Art. 65 do Estatuto da UFPB. Atualmente, A coordenação do curso de engenharia ambiental conta com duas servidoras, as quais realizam a vidades administra vas, atendendo alunos, docentes e membros da comunidade, presencialmente e por meio dos sistemas SIG e de Atendimento do próprio Centro de Tecnologia. 11.

SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE

A UFPB desenvolve vários programas de acolhimento ao discente (Quadro 3), com o obje vo de melhorar as condições de permanência dos ingressantes na ins tuição e melhorar a assistência psicopedagógica. Os discentes do curso de Engenharia Ambiental são assis dos por meio da PróReitoria de Assistência e Promoção ao Estudante – PRAPE/UFPB, que tem a principal função de planejar, coordenar e controlar as a vidades de assistência e promoção ao estudante, visando sobretudo à permanência do discente nos cursos de graduação presencial da UFPB. Os discentes com necessidades especiais são assis dos pelo Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) da UFPB, que é uma assessoria especial vinculada diretamente ao Gabinete da Reitoria, e que foi oficialmente criada no dia 26 de novembro de 2013 por meio da Resolução nº 34/2013 do Conselho Universitário (CONSUNI). A CIA/UFPB presta assistência pedagógica aos docentes e discentes do curso de Engenharia Ambiental que informam à coordenação do curso as necessidades especiais do discente. Vale ressaltar também a atuação da Clínica Escola de Psicologia da UFPB, por meio do Grupo de Acolhimento Psicológico ao Estudante, que também presta apoio aos estudantes dos cursos do

Centro de Tecnologia (CT) para realizar a escuta a va dos discentes e efe var os devidos encaminhamentos de tratamento, caso seja necessário. Outra ação posi va é o acolhimento dos discentes ingressantes dos cursos do CT, organizado pela gestão do centro, com a realização de eventos de recepção de forma cole va, proporcionando maior interação entre os integrantes da comunidade acadêmica envolvidos nessa a vidade. Especialmente para os ingressantes ao curso de Engenharia Ambiental ainda há interação com a empresa júnior (ECOs) e o Centro Acadêmico (CA) nas ações de recepção dos alunos para auxiliálos no conhecimento do campus bem como para sen rem-se acolhidos na nova etapa universitária. Além disso, no componente curricular Fundamentos de Engenharia Ambiental (anteriormente denominado Introdução à Engenharia Ambiental), são também desenvolvidas ações de acolhimento. Esse componente é ofertado no primeiro semestre pelo Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, havendo um acordo para que fique sob responsabilidade do(a) coordenador(a) do curso. O contato direto com o coordenador em sala de aula ao longo do primeiro semestre do curso possibilita maior abertura dos discentes para receberem orientações e relatarem dificuldades relacionadas a qualquer aspecto relacionado à ins tuição, desde como obter auxílios, questões administra vas, funcionamento de programas de monitoria, projetos de extensão e pesquisa etc. Especificamente esses tópicos são explorados em sala de aula, inclusive com par cipação de alunos veteranos e egressos, que contam suas experiências e servem de es mulo e inspiração - fundamentais para um dos momentos mais crí cos do curso, que é o início, devido à transição da vida de estudante de ensino médio para o ensino superior e devido às dificuldades em disciplinas de cálculo, sica e química. Quadro 3 - Descrição dos auxílios disponíveis aos discentes do curso de Engenharia Ambiental Auxílios

Descrição Concessão de acesso e uso das dependências da Residência

Residência

Universitária para alunos beneficiários oriundos de localidades

Universitária

diversas da cidade sede do curso matriculado. Esse bene cio inclui acesso às refeições no Restaurante Universitário, uma prestação pecuniária para custeio da alimentação nos finais de semana, materiais de higiene pessoal e material de apoio pedagógico.

Restaurante

Concessão de acesso ao restaurante universitário em dias

Universitário

le vos aos alunos contemplados com Auxílio Residência Universitária ou Auxílio Restaurante Universitário.

Restaurante

Concessão de acesso ao restaurante universitário com subsídio

Universitário

parcial com cobertura de 50% do valor da refeição para os

PARCIAL

discentes que não são abarcados pelo Plano Nacional de Assistência Estudan l (PNAES).

Auxílio

Ajuda de custo (pecúnia) des nada aos alunos beneficiários das

alimentação

unidades acadêmicas que não dispõem do serviço de Restaurante Universitário.

Auxílio creche

Ajuda de custo (pecúnia) para creche ou cuidador par cular ao aluno beneficiário com filho até 6 anos de idade. Ajuda de custo (pecúnia) para despesas com habitação,

Auxílio

des nada a alunos beneficiários oriundos de localidades

moradia

diversas da cidade sede do curso matriculado e que não ob veram vaga na Residência Universitária.

Auxílio

Ajuda de custo (pecúnia) para locomoção no trajeto residência-

transporte

UFPB e UFPB-residência

Auxílio

Regulado conforme a Portaria nº 09/2019 - PRAPE (disponível

passagens para

na aba "Legislação"), é um auxílio fornecido pela PRAPE, no qual

eventos

essa Pró-Reitoria concede passagens para o estudante apresentar trabalho acadêmico em evento que teve trabalho aprovado.

Auxílio

Regulado conforme a Portaria nº 09/2019 - PRAPE (disponível

pagamento de

na aba "Legislação"), é um auxílio fornecido pela PRAPE, no qual

inscrição em

essa Pró-reitora paga a inscrição do evento em que o estudante

eventos

ver um ar go aceito para publicação e de apresentação de que foi selecionado para apresentar trabalho acadêmico. Regulado pela Resolução nº 12/2021 - CONSUNI - finalidade de

Apoio

atender emergencialmente a necessidades básicas de moradia e

emergencial

alimentação do(a)s estudantes matriculado(a)s em cursos presenciais de graduação, pós-graduação (mestrado ou doutorado) ou cursos técnicos da UFPB, que se encontrem em condições de extrema vulnerabilidade socioeconômica e risco social, as quais estejam interferindo diretamente na permanência e conclusão do curso.

Bolsa

É um auxílio financeiro que tem por finalidade minimizar as

permanência

desigualdades sociais, étnico-raciais e contribuir para permanência e diplomação dos estudantes de graduação indígenas e quilombolas.

12.

CONCEPÇÃO CURRICULAR

A concepção teórico-metodológica do curso de Engenharia Ambiental da UFPB fundamenta-se em uma abordagem interdisciplinar, contextualizada e integradora, orientada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de Engenharia, pela missão ins tucional da UFPB e pelas demandas contemporâneas de sustentabilidade socioambiental. O projeto pedagógico ar cula teoria e prá ca, ensino, pesquisa e extensão, promovendo a indissociabilidade entre essas dimensões como princípio norteador da formação do engenheiro ambiental. O curso busca desenvolver competências técnicas e humanís cas, com base em metodologias de ensino e aprendizagem, centradas no protagonismo estudan l e na resolução de problemas reais e complexos do mundo do trabalho e da sociedade. Valoriza-se a aprendizagem significa va, com prá cas interdisciplinares, a vidades laboratoriais, estudos de caso, a vidades extensionistas e o estágio supervisionado como instrumentos forma vos essenciais. As prá cas pedagógicas incen vam a cria vidade, o pensamento crí co, a responsabilidade é ca e o compromisso com a transformação social e ambiental. Essa concepção está em consonância com os pilares da formação geral e específica previstos pelas DCNs, contemplando as dimensões técnico-cien fica, polí ca, socioambiental, é ca e cultural. O currículo organiza-se em torno de três grandes eixos estruturantes que orientam o processo forma vo: 

Saneamento Ambiental: abrange o estudo e a aplicação de tecnologias para gestão e tratamento de águas residuárias, abastecimento de água, manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais urbanas, com ênfase em soluções sustentáveis e inclusivas.

Recursos Hídricos: trata do planejamento, uso, conservação e monitoramento dos recursos hídricos, integrando conhecimentos de hidrologia, hidráulica e gestão ambiental em escalas urbana e de bacias hidrográficas.

Sustentabilidade: transversal a toda a matriz curricular, este eixo promove uma visão crí ca e sistêmica sobre as interações entre sociedade, economia e meio ambiente, incluindo temá cas como polí cas públicas ambientais, planejamento territorial, instrumentos de gestão e mudanças climá cas.

Em consonância com os marcos legais e norma vos da educação superior brasileira, o PPC contempla de forma transversal e integrada as temá cas obrigatórias estabelecidas por diversas resoluções do Conselho Nacional de Educação. Estão incluídos conteúdos e abordagens relacionados à educação das relações étnico-raciais (Resolução CNE Nº 01/2004). ao estudo da 58

história e cultura afro-brasileira e africana (Resolução CNE nº 02/2012), aos direitos humanos (Resolução CNE nº 01/2012), à educação ambiental (Lei nº 9.795/1999), à educação das pessoas com deficiência e ao desenho universal (Lei nº 13.146/2015 e Resolução CNE nº 01/2021) e ao ensino de Língua Brasileira de Sinais (Decreto nº 5.626/2005; Lei nº 10.436/2002). Essas temá cas atravessam diferentes componentes curriculares, projetos de extensão, prá cas pedagógicas e a vidades forma vas do curso, promovendo uma formação cidadã, é ca, inclusiva e comprome da com a jus ça social. Outro aspecto legal considerado na composição curricular da Engenharia Ambiental foi o atendimento às exigências de creditação de extensão para os cursos de graduação da UFPB (Resolução nº 02/2022 do CONSEPE/UFPB), em atendimento ao estabelecido nas diretrizes para a extensão na educação superior brasileira constantes na Resolução CNE/CES nº 07/2018. Destaca-se, também, que a construção do presente PPC resultou de um processo par cipa vo envolvendo docentes, discentes, egressos e instâncias ins tucionais, garan ndo sua adequação às norma vas legais, às polí cas ins tucionais e às necessidades regionais. Reflete, assim, uma concepção pedagógica dinâmica, crí ca e atualizada, comprome da com a excelência acadêmica e com a relevância social e ambiental da formação em Engenharia Ambiental. A organização curricular foi concebida atendendo ao preconizado na Resolução n°2 de 18 de junho de 2007 do Ministério da Educação, a qual define 3.600 horas como a carga horária mínima e 5 anos como limite mínimo de integralização para os cursos de Engenharia. O total de horas do curso foi distribuído em 10 semestres le vos, procurando certo equilíbrio em termos de carga horária e considerando os

pos e caracterís cas dos componentes. Porém, foram planejadas

menores cargas-horárias nos dois semestres iniciais e nos dois finais do curso. A menor carga-horária no início foi pensada em função da necessidade de adaptação dos ingressantes ao sistema universitário e às evidências de dificuldades associadas aos componentes obrigatórios básicos de matemá ca, sica e química no início das engenharias. Isso está em consonância com as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais (CNE/CES nº 02/2019), as quais no Art. 7º definem que o PPC deve promover ações de diminuição da retenção e da evasão dos alunos, bem como melhorar as condições de permanência no ambiente da educação superior dos ingressantes. Foram planejadas menores cargas-horárias para os úl mos dois semestres do curso visando proporcionar maior disponibilidade de tempo aos discentes para a realização de estágio supervisionado obrigatório, desenvolvimento do Projeto Final de Curso e de outras a vidades, como par cipação em projetos de iniciação cien fica e de extensão. Por fim, a vivência do curso, conversas com docentes e discentes e o levantamento de problemas 59

enfrentados pelo curso (vide item 4.2 deste documento) também serviram de insumos importantes para a concepção curricular deste novo PPC, visando contribuir para redução de retenção e evasão. 13.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

13.1 Aspectos gerais O semestre le vo da UFPB é composto pelo mínimo de 100 dias le vos, em acordo com a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional/LDB nº 9.394/1996 e a Resolução 29/2020 do CONSEPE/UFPB. O somatório da carga horária do curso de Engenharia Ambiental é de 3.960 horas, estruturadas em 10 semestres le vos. Na UFPB, conforme o Regimento Geral e a Resolução 29/2020 do CONSEPE, a organização curricular u liza a unidade de crédito, onde 1 crédito corresponde a quinze horas semanais. Assim, o total de créditos do curso de Engenharia Ambiental é de 264 créditos. Neste item apresenta-se o detalhamento da organização curricular do curso de Engenharia Ambiental com as respec vas cargas-horárias e pré-requisitos de cada componente curricular. Nos subitens posteriores comenta-se explicitamente sobre os requisitos necessários para atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais conforme a Resolução 02/2019 e demais legislações vigentes referentes às temá cas obrigatórias para Educação das Relações ÉtnicoRaciais, para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, Educação Ambiental, Educação em Direitos Humanos, Pessoas com Deficiência, Desenho Universal e Língua Brasileira de Sinais. Este item também apresenta as equivalências de componentes do currículo vigente anterior e deste novo PPC e descreve as a vidades de extensão, de estágio supervisionado e projeto final de curso, além de estabelecer as condições para aproveitamento dos conteúdos curriculares flexíveis e ações rela vas às matrículas em componentes curriculares de livre escolha. 13.2 Temá cas obrigatórias A temá ca de Educação das Relações Étnico-Raciais (Resolução CNE Nº 1, de 17 de junho de 2004) é abordada no curso de Engenharia Ambiental no Disciplina denominado Relações Étnico-Raciais e 60

Direitos Humanos no Brasil (Quadro 4). Esse mesmo componente aborda outras duas temá cas obrigatórias. Uma é História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (Resolução CNE Nº 02, de 15 de junho de 2012) e a outra é Direitos Humanos (Resolução CNE Nº 01, de 30 de maio de 2012). O curso de Engenharia Ambiental aborda os conteúdos de Educação Ambiental exigidos na Lei Nº 9.795 de 1999, no Decreto nº 4.281 de 2002, na Resolução Nº 2 de 2012 do CNE e na Resolução 17/2018 do CONSUNI/UFPB, de forma transversal e interdisciplinar em diversos componentes curriculares. Destacam-se, nesse sen do, os componentes curriculares obrigatórios ou complementares obrigatórios: Fundamentos de Engenharia Ambiental, Química Ambiental, Saúde e Saneamento Ambiental, Poluição Ambiental, Estudos de Impacto Ambiental, Energia e Meio Ambiente, Gestão de Resíduos Sólidos, Gestão de Riscos e Desastres Ambientais e Direito Ambiental (Quadro 4). A temá ca obrigatória relacionada à pessoa com deficiência, em acordo com a Lei 13.146/2015, é tratada de forma transversal especificamente em três componentes curriculares obrigatórios ou complementares obrigatórios: Fundamentos de Engenharia Ambiental, Saúde e Saneamento Ambiental e Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental. Esses mesmos três componentes abordam a temá ca obrigatória Desenho Universal, em atendimento ao estabelecido na Resolução CNE/CES 01/2021. Em acordo com o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre Língua Brasileira de Sinais – Libras, o curso de Engenharia Ambiental oferta estes conteúdos como conteúdos complementares opta vos, conforme a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE/UFPB. O referido Disciplina do curso de Engenharia Ambiental é denominado Libras e tem carga horária de 60 horas. Quadro 4 – Indicação dos componentes do curso de Engenharia Ambiental que abordam temá cas obrigatórias. Temá ca Educação das Relações Étnico-Raciais História e Cultura AfroBrasileira e Africana Direitos Humanos Educação Ambiental

Componente(s) através do(s) qual(is) a temá ca é ofertada Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos no Brasil Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos no Brasil Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos no Brasil Fundamentos de Engenharia Ambiental Química Ambiental

Natureza do(s) componente(s) Obrigatório Obrigatório Obrigatório Obrigatório Obrigatório 61

Pessoa com Deficiência

Desenho Universal

Língua Brasileira de Sinais

Saúde e Saneamento Ambiental Poluição Ambiental Estudos de Impacto Ambiental Energia e Meio Ambiente Gestão de Resíduos Sólidos Gestão de Riscos e Desastres Ambientais Direito Ambiental Fundamentos de Engenharia Ambiental Saúde e Saneamento Ambiental Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental Fundamentos de Engenharia Ambiental Saúde e Saneamento Ambiental Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental Libras

Complementar Obrigatório Complementar Obrigatório Complementar Obrigatório Complementar Obrigatório Complementar Obrigatório Complementar Obrigatório Complementar Obrigatório Obrigatório Complementar Obrigatório Obrigatório Obrigatório Complementar Obrigatório Obrigatório Complementar Opta vo

13.3 Quadro síntese numérico dos componentes curriculares No Regulamento Geral da Graduação da UFPB e na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE/UFPB, é estabelecido que os componentes curriculares dos cursos de graduação abrangem duas categorias: i) Conteúdos Básicos e Profissionais; ii) Conteúdos Complementares. Os Conteúdos Básicos e Profissionais se subdividem em Conteúdos Obrigatórios e Estágio Supervisionado. Os Conteúdos Complementares se classificam em três

pos: Conteúdos Complementares

Obrigatórios; Conteúdos Complementares Opta vos; Conteúdos Complementares Flexíveis. A Tabela 1 apresenta a carga horária total contemplada no curso de Engenharia Ambiental para cada conteúdo segundo a referida classificação. Os conteúdos básicos e profissionais totalizam 50,8% da carga horária total do curso, em atendimento ao Art. 16 da Resolução nº 29/2020, o qual define o valor mínimo de 50%. A segunda maior categoria é a dos conteúdos complementares obrigatórios, que somam 31,8% da carga horária total do curso. Os conteúdos classificados como complementares opta vos representam 8,3% do total do curso, o que está de acordo com o Art. 52 do Regimento Geral da UFPB, que estabelece um percentual mínimo de 8%. 62

O estágio supervisionado obrigatório cons tui a vidade prá ca específica dos conteúdos básicos profissionais. É integralizado em um único componente curricular com 180 horas, que atende à carga horária mínima para este po de a vidade em cursos de engenharia, que é 160 horas, conforme Art. 11 da Resolução CNE/CES 02/2019. Os conteúdos complementares flexíveis, correspondente aos componentes curriculares obrigatórios do curso de Engenharia Ambiental, perfazem um total de 180 horas, o que representa 4,5% da carga horária total do curso. Esse percentual atende ao estabelecido no Art. 16 da Resolução nº 29/2020, que apresenta o percentual máximo de 20% para os conteúdos flexíveis. Tabela 1 – Síntese de carga-horária de componentes curriculares do curso de Engenharia Ambiental segundo o po de conteúdo curricular. Conteúdos Curriculares Conteúdos Básicos e Profissionais 3. Conteúdos Obrigatórios 4. Estágio Supervisionado Total Obrigatórios Conteúdos Complementares 4. Complementares Obrigatórios 5. Complementares Opta vos 6. Complementares Flexíveis Total Complementares TOTAL DO CURSO

Cargahorária

Percentual

2.010 h 180 h 2.190 h

50,8 % 4,5 % 55,3 %

1.260 h 330 h 180 h

31,8 % 8,3 % 4,5 %

1.770 h

44,7 %

3.960 h

100%

13.4 Composição curricular A composição curricular do curso de Engenharia Ambiental é detalhada na Tabela 2. Os componentes curriculares estão agrupados segundo os

pos (Conteúdos Básicos-Profissionais,

com a subdivisão em Conteúdos Obrigatórios e Estágio Supervisionado; Conteúdos Complementares, subdivididos em Complementares Obrigatórios, Complementares Opta vos e Complementares Flexíveis. Para cada componente, listam-se a quan dade de créditos, a carga horária e os pré-requisitos, caso existam.

63

Tabela 2 – Listagem dos componentes curriculares do curso de Engenharia Ambiental, agrupados pelo po de conteúdo curricular, discriminando quan dade de créditos, carga-horária e prérequisitos.

1. Conteúdos Básicos-Profissionais 1.1 Conteúdos Obrigatórios Componentes Cálculo Diferencial e Integral I Cálculo Vetorial e Geometria Analí ca Fundamentos de Geologia Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades Desenho Básico Metodologia do Trabalho Cien fico e Tecnológico Fundamentos de Engenharia Ambiental Cálculo Diferencial e Integral II

Créd Carga itos Horária 4 60h 4 60h 4 60h 4 60h -

Pré-requisitos

4 2

60h 30h

-

2 4

30h 60h

Física Geral I Cálculo das Probabilidades e Esta s ca I Química Fundamental Introdução à Ciência dos Materiais Desenho Arquitetônico Cálculo Diferencial e Integral III Introdução à Álgebra Linear

4 4 4 2 4 4 4

60h 60h 60h 30h 60h 60h 60h

Física Geral II

4

60h

Física Experimental I Topografia Mecânica dos Sólidos

2 4 4

30h 60h 60h

Ecossistemas Aquá cos e Terrestres

4

60h

Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Física Geral III

4

60h

4

60h

Química Ambiental Fundamentos de Climatologia

4 4

60h 60h

Cálculo Diferencial e Integral I; Cálculo Vetorial e Geometria Analí ca Cálculo Diferencial e Integral I Desenho Básico Cálculo Diferencial e Integral II Cálculo Vetorial e Geometria Analí ca Física Geral I; Cálculo Diferencial e Integral I Física Geral I Cálculo Diferencial e Integral I Cálculo Diferencial e Integral II; Física Geral I Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades Cálculo Diferencial e Integral II; Introdução à Álgebra Linear Física Geral II; Cálculo Diferencial e Integral II Química Fundamental Cálculo das Probabilidades e Esta s ca I 64

Mecânica dos Fluidos

6

90h

Hidráulica Hidrologia

5 4

75h 60h

Introdução à Programação Mecânica dos Solos I Cálculo Numérico

4 4 4

60h 60h 60h

Introdução à Limnologia

4

60h

Cálculo Diferencial e Integral III; Mecânica dos Sólidos Mecânica dos Fluidos Mecânica dos Fluidos; Geoprocessamento; Fundamentos de Climatologia; Fundamentos de Geologia Fundamentos de Geologia Introdução à Programação; Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades; Ecossistemas Aquá cos e Terrestres -

Princípios de Microeconomia 4 60h Administração para Ciências Exatas e 4 60h Tecnológicas I (ACET I) Pesquisa Aplicada à Engenharia 3 45h Metodologia do Trabalho Cien fico e Ambiental Tecnológico Relações Étnico-Raciais e Direitos 4 60h Humanos no Brasil Total de Conteúdos Obrigatórios 134 2010h 1.2 Estágio Supervisionado Créd Carga Componentes Pré-requisitos itos Horária 12 Integralização > 2.640 horas (~70% da CH total do curso, excetuando conteúdos flexíveis). Considerando que se trata de um componente Estágio Supervisionado Obrigatório 180h curricular do po a vidade acadêmica, a matrícula é feita manualmente pela coordenação do curso baseada em portaria interna. Total de Estágios Curriculares 12 180h Total de Conteúdos Obrigatórios e 146 2190h Estágios

2. Conteúdos Complementares 2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios Créd Carga Componentes Pré-requisitos itos Horária 3 Ecologia de Organismos, Populações Ecologia Microbiana 45h e Comunidades 4 Geoprocessamento 60h Topografia 4 Fundamentos de Engenharia Saúde e Saneamento Ambiental 60h Ambiental 4 Direito Ambiental 60h 65

Química Ambiental Aplicada Poluição Ambiental Sistema de Abastecimento de Água Sistemas de Informações Geográficas Energia e Meio Ambiente Ecologia Aplicada à Engenharia Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Sistema de Esgotamento Sanitário Recuperação de Áreas Degradadas Gestão de Resíduos Sólidos Modelagens de Sistemas Ambientais Tratamento de Água Estudos de Impacto Ambiental Gestão de Riscos e Desastres Ambientais Tratamento de Águas Residuárias Empreendedorismo I Planejamento e Gestão Ambiental Gestão de Recursos Hídricos

2 3 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 2 4 4 4

Projeto Final de Curso

Total de Complementares Obrigatórios

30h 45h 60h 60h 45h 60h 60h 60h 60h 60h 60h 60h 60h 45h 60h 30h 60h 60h

60h

84

Química Ambiental Química Ambiental; Fundamentos de Climatologia; Ecossistemas Aquá cos e Terrestres Saúde e Saneamento Ambiental; Hidráulica; Hidrologia Geoprocessamento Física Geral III; Fundamentos de Engenharia Ambiental Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades; Ecossistemas Aquá cos e Terrestres Hidráulica; Hidrologia; Saúde e Saneamento Ambiental Sistema de Abastecimento de Água Ecossistemas Aquá cos e Terrestres; Poluição Ambiental Saúde e Saneamento Ambiental; Poluição Ambiental Cálculo Numérico; Hidrologia Sistema de Abastecimento de Água Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades; Poluição Ambiental; Direito Ambiental Direito Ambiental; Fundamentos de Climatologia; Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Ecologia Microbiana; Sistema de Esgotamento Sanitário; Química Ambiental Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I (ACET I) Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I (ACET I); Estudos de Impacto Ambiental Hidrologia; Direito Ambiental Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental; Integralização > 2.640 horas (~70% da CH total do curso, excetuando conteúdos flexíveis). Considerando que se trata de um componente curricular do po a vidade acadêmica, a matrícula é feita manualmente pela coordenação do curso baseada em portaria interna.

1260h 66

2.2 Conteúdos Complementares Opta vos (Integralizar no mínimo 22 créditos) Créd Carga Componentes Pré-requisitos itos Horária Irrigação e Drenagem 4 60h Hidráulica; Hidrologia Mudanças Climá cas 3 45h Fundamentos de Climatologia; Hidrologia Tratamento de Efluentes Líquidos 3 45h Tratamento de Águas Residuárias Industriais Avaliação Econômica de Projetos 3 45h Princípios de Microeconomia Uso Racional da Água em Edificações 3 45h Hidrologia; Hidráulica Tratamento e Disposição Final de 3 45h Gestão de Resíduos Sólidos Resíduos Sólidos Águas Subterrâneas 3 45h Hidrologia Geotecnia Ambiental 4 60h Mecânica dos Solos I Geossinté cos 4 60h Mecânica dos Solos I Saneamento Rural 2 30h Saúde e Saneamento Ambiental Reuso de água 2 30h Tratamento de Águas Residuárias Transporte e Meio Ambiente 4 60h Energia e Meio Ambiente Introdução à Metodologia BIM 2 30h Programação Aplicada à Engenharia 4 60h Cálculo Numérico Ambiental Segurança Industrial 3 45h Gestão da Qualidade 4 60h Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I (ACET I) Oceanografia 4 60h Fundamentos de Climatologia, Ecossistemas Aquá cos e Terrestres Meio Ambiente e Conservação 4 60h Ecossistemas Aquá cos e Terrestres; Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades Ecologia e Evolução do Comportamento 4 60h Humano Perícia Ambiental 4 60h Sistemas de Informações Geográficas Geoquímica Ambiental 4 60h Química Ambiental Riscos Geológicos 4 60h Fundamentos de Geologia Cartografia Ambiental 4 60h Auditoria Ambiental 4 60h Sensoriamento Remoto 4 60h Geoprocessamento Processamento Digital de Imagens 4 60h Geoprocessamento; Sensoriamento Remoto Agroecologia 4 60h Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades Licenciamento Ambiental 4 60h Estudos de Impacto Ambiental Biogeografia do Semiárido 4 60h Geomorfologia do Semiárido 4 60h 67

Libras Língua Inglesa Instrumental I Português Instrumental Psicologia do Trabalho Direito Internacional do Desenvolvimento Sociologia Urbana Sociologia Ambiental Aplicada Gestão da Inovação Economia do Meio Ambiente Ocupação e Uso do Solo Ciência de Dados para Engenharia

4 4 4 2 4

60h 60h 60h 30h 60h

-

4 4 4 4 3 4

60h 60h 60h 60h 45h 60h

Tópicos Especiais em Engenharia 3 Ambiental V Tópicos Especiais em Engenharia 2 Ambiental VI Tópicos Especiais em Engenharia 2 Ambiental VII 2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis Tópicos Especiais em Engenharia 4 Ambiental I Tópicos Especiais em Engenharia 4 Ambiental II Tópicos Especiais em Engenharia 2 Ambiental III Tópicos Especiais em Engenharia 2 Ambiental IV Total de Complementares Flexíveis 12

45h

Princípios de Microeconomia Direito Ambiental Cálculo das Probabilidades e Esta s ca I -

30h

-

30h

-

60h 60h 30h 30h

-

180h

13.5 Equivalências De acordo com Art. 35 da Resolução 29/20 do CONSEPE, Art. 35º, “Um componente curricular é equivalente a outro, na mudança de estrutura curricular, quando a carga horária for igual ou maior e ver conteúdo similar, com aprovação do departamento ao qual está vinculado o componente.” Com a implantação deste novo PPC do curso de Engenharia Ambiental, os estudantes poderão solicitar migração para a nova matriz curricular. No Quadro 5 estão dispostas as equivalências entre os componentes curriculares do PPC 0292008 e deste NOVO PPC. Quadro 5 – Equivalências entre componentes curriculares do PPC 0292008 e deste NOVO PPC do curso de Engenharia Ambiental. Engenharia Ambiental Engenharia Ambiental 68

Currículo 0292008 Componente (código) Desenho Assis do por Computador (1704235) Metodologia do Trabalho Cien fico (1704242) Introdução à Engenharia Ambiental (1703227) Introdução às Ciências dos Materiais (1703236) Tratamento de Água e Esgoto (1703170) Poluição Ambiental (1703238) Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (1703202) Sistemas de Esgoto e Drenagem (1703217) Drenagem Urbana de Águas Pluviais (GDECV0102) Saneamento Ambiental (1703215) Estágio Supervisionado Obrigatório I (GDECV0113) e II (GDECV0114) Geoprocessamento (1703201) Ecologia Aplicada (1106230)

Currículo NOVO Carga horária 60 45 45 45 60 60 60 60 60 60 300 60 60

Componente Desenho Arquitetônico (NOVO)

Carga horária 60

Metodologia do Trabalho Cien fico e Tecnológico (NOVO) Fundamentos de Engenharia Ambiental (NOVO) Introdução à Ciência dos Materiais (NOVO) Tratamento de água (NOVO) Poluição Ambiental (NOVO) Gestão de Resíduos Sólidos (NOVO) Sistema de Esgotamento Sanitário (NOVO) Drenagem e Manejo de Águas Pluviais (NOVO) Saúde e Saneamento Ambiental (NOVO) Estágio Supervisionado Obrigatório (NOVO) Geoprocessamento (NOVO) Ecologia Aplicada à Engenharia (NOVO)

30 30 30 60 45 60 60 60 60 180 60 60

13.6 Inserção curricular da extensão O discente do curso de Engenharia Ambiental deve cumprir no mínimo 396 horas de a vidades de extensão, o que corresponde a um mínimo de 10% da carga-horária total do curso, como estabelecido na resolução CNE/CES 07/2018. A carga-horária total de extensão deve ser cumprida combinando as a vidades de extensão e respec vas cargas-horárias previstas para diferentes pos de componentes curriculares (Tabela 3). No PPC do curso de Engenharia Ambiental, tem-se uma oferta de 45 horas de a vidades de extensão em componentes obrigatórios, 102 horas em componentes complementares obrigatórios e 180 horas em componentes flexíveis que são obrigatórios. Esses três

pos de

componentes somam 327 horas de a vidades de extensão. O atendimento à carga-horária mínima de extensão deve ser alcançado pelo discente a par r da complementação (no mínimo 69 horas) com a escolha de componentes opta vos, cuja oferta no PPC é de 70 horas de a vidades de 69

extensão em componentes opta vos do po disciplina e 105 horas em componentes opta vos do po flexível. Tabela 3 – Detalhamento da creditação da extensão em componentes curriculares no curso de Engenharia Ambiental.

Componente Fundamentos de Engenharia Ambiental Introdução à Ciência dos Materiais Fundamentos de Climatologia Geoprocessamento Saúde e Saneamento Ambiental Direito Ambiental Sistemas de Informações Geográficas Ecologia Aplicada à Engenharia Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I (ACET I) Tratamento de Água Estudos de Impacto Ambiental Tratamento de Águas Residuárias Planejamento e Gestão Ambiental Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental I Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental II Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental III Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental IV Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos Transporte e Meio Ambiente Segurança Industrial Gestão da Qualidade

CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO Natureza do Componente (Obrigatório, Complementar Obrigatório, Opta vo ou Flexível)

Carga-horária específica para Extensão

Obrigatório

10 h

Obrigatório

5h

Obrigatório

15 h

Complementar Obrigatório

6h

Complementar Obrigatório

15 h

Complementar Obrigatório

10 h

Complementar Obrigatório

6h

Complementar Obrigatório

15 h

Obrigatório

15 h

Complementar Obrigatório

10 h

Complementar Obrigatório

15 h

Complementar Obrigatório

10 h

Complementar Obrigatório

15 h

Flexível (Obrigatório)

60 h

Flexível (Obrigatório)

60 h

Flexível (Obrigatório)

30 h

Flexível (Obrigatório)

30 h

Opta vo

10 h

Opta vo

15 h

Opta vo Opta vo

15 h 15 h 70

Ecologia e Evolução do Comportamento Humano Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental V Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental VI Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental VII

Opta vo

15 h

Flexível (Opta vo)

45 h

Flexível (Opta vo)

30 h

Flexível (Opta vo)

30 h

13.7 Estágio Supervisionado A inserção do Estágio Supervisionado no curso de Engenharia Ambiental é uma etapa fundamental para a formação dos engenheiros ambientais, conforme o ar go 11 das Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas na Resolução CNE/CES nº2/2019. No curso de Engenharia Ambiental existem dois pos de estágio supervisionado: obrigatório e não obrigatório. Para o estágio não obrigatório, o aluno pode fazê-lo antes de cumprir os prérequisitos necessários para o estágio obrigatório. O mesmo deverá ser cadastrado no sistema eletrônico da UFPB pelo discente e a coordenação do curso deverá ser comunicada. O Estágio Supervisionado Obrigatório é um componente curricular do po a vidade acadêmica individual. Para se matricular, o aluno precisa ter integralizado 2.640 horas de componentes curriculares no curso, o que equivale a aproximadamente 70% do total de horas necessários à conclusão do curso, excetuando os componentes curriculares flexíveis. Considerando que se trata de um componente curricular do po a vidade acadêmica, a matrícula é feita manualmente pela coordenação do curso baseada em portaria interna. O componente de estágio supervisionado é posicionado no fluxograma do curso no décimo período e contempla uma carga horária de 180 horas (12 créditos). Para garan r uma formação completa e abrangente, são estabelecidas parcerias com organizações que desenvolvem a vidades no âmbito da Engenharia Ambiental. Dessa forma, tanto os docentes quanto os discentes do curso podem se envolver em situações reais que contemplem o universo da Engenharia Ambiental, tanto no contexto profissional, quanto no ambiente acadêmico do curso. A realização do Estágio Supervisionado oferece aos alunos a oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula em situações concretas, desenvolvendo competências e habilidades profissionais por meio de a vidades prá cas. Além disso, o estágio permite que os alunos se familiarizem com os processos de gestão e operação, seja no setor público ou privado, adquirindo uma visão mais abrangente das demandas implicadas no mercado 71

de trabalho e das prá cas afetam a sua futura profissão. A regulamentação dos procedimentos e critério para realização do Estágio Supervisionado Obrigatório, bem como do estágio não obrigatório, é de responsabilidade do Colegiado do curso de Engenharia Ambiental, a ser estabelecida posteriormente à entrada em vigor deste PPC, em instrumento norma vo específico. 13.8 Projeto Final de Curso O Projeto Final de Curso (PFC) é uma a vidade acadêmica obrigatória e de orientação individual, conforme as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas na Resolução CNE/CES nº2/2019. Essas diretrizes reba zaram a a vidade anteriormente conhecida como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para PFC e passaram a enfa zar a importância de que os egressos realizem estudos ou projetos como a vidade final, já que essa é uma das principais tarefas que os engenheiros realizam em suas vidas profissionais. No curso de Engenharia Ambiental da UFPB, o PFC é um Disciplina, desenvolvido individualmente como a vidade acadêmica, e que tem como pré-requisitos: o componente Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental e a integralização de 2.640 horas de componentes curriculares no curso. Essa carga horária equivale a aproximadamente 70% do total de horas necessário à conclusão do curso, excetuando os componentes curriculares flexíveis. Ele é posicionado no fluxograma do curso no décimo período e contempla uma carga horária de 60 horas (4 créditos). Considerando que se trata de um componente curricular do

po a vidade acadêmica, a matrícula é feita

manualmente pela coordenação do curso baseada em portaria interna. O Projeto Final de Curso consiste no desenvolvimento de um estudo ou projeto técnico-cien fico individual, nas áreas de conhecimento da Engenharia Ambiental, sob orientação de um professor da ins tuição atuante nas áreas afins do curso. O PFC deve ser relatado sob o formato de uma monografia e apresentado perante uma banca examinadora. Cabe ressaltar que o colegiado do curso de Engenharia Ambiental é responsável pela elaboração do instrumento norma vo específico para o Projeto Final de Curso (PFC), a ser estabelecida posteriormente à entrada em vigor deste PPC. 13.9 A vidades prá cas e laboratoriais O curso de Engenharia Ambiental possui a vidades prá cas e laboratoriais desenvolvidas no 72

âmbito de diversos componentes curriculares distribuídos por centros e departamentos (Quadro 6). Quadro 6 – Listagem de componentes curriculares com a vidades prá cas do curso de Engenharia Ambiental por centros e departamentos da ins tuição Centro

Departamento Departamento de Física Departamento de Geociências

Centro de Ciências Exatas e da Natureza

Departamento de Química

Componente Física Experimental I Fundamentos de Geologia Sistemas de Informações Geográficas Química Ambiental Aplicada Química Fundamental Ecologia Aplicada à Engenharia

Departamento de Sistemá ca e Ecologia

Ecologia Microbiana Introdução à Limnologia Oceanografia

Centro de Informá ca

Departamento de Informá ca

Introdução à Programação Desenho Arquitetônico

Centro de Tecnologia

Departamento de Arquitetura e Urbanismo

Desenho Básico Ocupação e Uso do Solo

Centro de Tecnologia

Departamento de Engenharia Civil e Ambiental

Topografia Mecânica dos Fluídos Hidráulica Hidrologia Águas Subterrâneas Sistema de Abastecimento de Água Sistema de Esgotamento Sanitário Poluição Ambiental Tratamento de Água Tratamento de Águas Residuárias Gestão de Resíduos Sólidos Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos 73

Introdução à Ciência dos Materiais Mecânica dos Solos I Estágio Supervisionado Obrigatório 13.10 A vidades de conteúdos flexíveis Os conteúdos complementares flexíveis, denominados de Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental, são a vidades complementares que potencializam o processo de ensinoaprendizagem. A portaria da Pró-Reitoria de Graduação (Portaria PRG/G/Nº25/2011) define que as a vidades de conteúdo complementar flexível visam enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, complementar a formação social e profissional, além de oportunizar a realização de a vidades extraclasse. Podem ser considerados como conteúdos flexíveis: a vidades acadêmicas de ensino (monitoria, tutoria); projetos de pesquisa (iniciação cien fica); projetos de extensão; par cipação em eventos técnico-cien ficos; apresentação de trabalhos acadêmicos; estágio não obrigatório; entre outras. Neste PPC, como conteúdos complementares flexíveis tem-se quatro componentes obrigatórios, denominados Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental I, Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental II, Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental III e Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental IV, sendo os dois primeiros com 60 h cada e os dois úl mos com 30 h cada. Além disso, dentre os conteúdos complementares opta vos, existem os componentes denominados Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental V, Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental VI e Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental VII, o primeiro com 45 h e os dois úl mos com 30 h cada. As a vidades acadêmicas como trabalhos de iniciação cien fica, projetos interdisciplinares e transdisciplinares, projetos de extensão, a vidades de voluntariado, visitas técnicas, par cipação em intercâmbio nacional ou internacional, cursos extracurriculares virtuais nas diversas áreas de formação do Engenheiro Ambiental, monitorias, par cipação em empresas juniores, incubadoras e outras a vidades empreendedoras que contribuirão no processo de ensino e aprendizagem do aluno poderão ser integralizadas como conteúdos flexíveis de extensão ou conteúdos flexíveis extracurriculares, conforme a natureza correspondente. O colegiado do curso de Engenharia Ambiental é o responsável pela elaboração dos procedimentos e critérios quanto às a vidades que podem ser aproveitadas para os conteúdos flexíveis, suas respec vas cargas-horárias e formas de comprovação, a ser estabelecida 74

posteriormente à entrada em vigor deste PPC. 13.11 Disciplina de livre escolha De acordo com o Art. 36 da Resolução 29/2020 do CONSEPE, o Disciplina de livre escolha poderá ser aproveitado como Disciplina na integralização curricular fora do elenco de opta vas constantes do PPC do curso. Este PPC prevê a possibilidade dos discentes de Engenharia Ambiental cursarem componentes curriculares opta vos de livre escolha. Isso possibilita ao discente cursar componentes de qualquer outro curso de graduação da UFPB, de acordo com algumas condições, como explicitado no ar go 37 Resolução 29/2020, e ainda possibilita a oportunidade de ampliação dos conhecimentos adquiridos de forma mul disciplinar. Segundo tal norma va, os discentes podem aproveitar as horas cursadas em Disciplina de livre escolha, mas isso não habilita os discentes a exercer funções inerentes ao curso aos quais a disciplina se vincula. Além disso, quando esse componente curricular de outro curso tem prérequisitos ou correquisitos, esses precisam ser cumpridos previamente como condição para cursar o componente em questão. Um condicionante específico para o curso de Engenharia Ambiental é a limitação de que o aproveitamento dos componentes opta vos de livre escolha some um máximo de 30% da carga horária total referente aos componentes opta vos da matriz curricular do curso (330 h). Outras especificações são estabelecidas em resolução interna aprovada pelo colegiado do curso, responsável pela elaboração da referida resolução, a ser estabelecida posteriormente à entrada em vigor deste PPC. 14.

FLUXOGRAMA

A distribuição da composição curricular do curso de Engenharia Ambiental ao longo dos 10 semestres é ilustrada no fluxograma apresentado no Quadro 7. Do total de carga horária do curso (3.960 h), 3.780 horas são de componentes curriculares do

po conteúdos obrigatórios e

opta vos, além de 180 horas de conteúdos flexíveis.

75

Quadro 7 - Fluxograma do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental – Turno Integral 1º período

2º período

3º período

Cálculo Diferencia le Integral I 04 créd.

Cálculo Diferenci al e Integral II 04 créd.

Cálculo Diferencial e Integral

III 04 créd.

Cálculo Vetorial e Geometri a Analí ca 04 créd.

Física Geral I 04 créd.

Introdução à Álgebra Linear 04 créd.

Fundame ntos de Geologia 04 créd.

Cálculo das Probabili dades e Esta s c aI 04 créd.

Ecologia de Organism os, Populaçõe se Comunida des 04 créd.

Química Fundame ntal 04 créd.

Desenho Básico 04 créd.

Ecologia Microbia na 03 créd.

Metodolo gia do Trabalho Cien fico e Tecnológi co 02 créd. Fundame ntos de Engenhari a Ambiental 02 créd. Total 24 créd.

4º período Séries e Equações Diferenciai s Ordinárias 04 créd. Física Geral

III 04 créd.

5º período

6º período

7º período

Hidráulica 05 créd.

Sistema de Abastecim ento de Água 04 créd.

Ecologia Aplicada à Engenharia 04 créd.

Hidrologia 04 créd.

Saúde e Saneament o Ambiental 04 créd.

Mecânica dos Solos I 04 créd.

Drenagem e Manejo de Águas Pluviais 04 créd.

8º período Modelag ens de Sistemas Ambient ais 04 créd. Tratame nto de Água 04 créd.

9º período Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental 03 créd. Empreende dorismo I 02 créd.

Cálculo Numérico 04 créd.

Sistema de Esgotamen to Sanitário 04 créd.

Estudos de Impacto Ambient al 04 créd.

Planejament o e Gestão Ambiental 04 créd.

Recuperaç ão de Áreas Degradada s 04 créd.

Gestão de Riscos e Desastre s Ambient ais 03 créd.

Relações ÉtnicoRaciais e Direitos Humanos no Brasil 04 créd.

Física Geral

II 04 créd.

Química Ambiental 04 créd.

Física Experiment al I 02 créd.

Fundament os de Climatologi a 04 créd.

Direito Ambiental 04 créd.

Introdução à Limnologia 04 créd.

Mecânica dos Fluidos 06 créd.

Química Ambiental Aplicada 02 créd.

Princípios de Microecon omia 04 créd.

Gestão de Resíduos Sólidos 04 créd.

Tratame nto de Águas Residuári as 04 créd.

Gestão de Recursos Hídricos 04 créd.

Geoproces samento 04 créd.

Poluição Ambiental 03 créd.

Sistemas de Informaçõe s Geográfica s 04 créd.

Administra ção para Ciências Exatas e Tecnológic as I (ACET I) 04 créd.

Opta va 04 créd.

Opta va 04 créd.

Energia e Meio Ambiente 03 créd.

Opta va 03 créd.

Opta va 04 créd.

Opta va 04 créd.

Total 27 créd.

Total 27 créd.

Total 27 créd.

Total 25 créd.

Topografia 04 créd.

Introduç ão à Ciência dos Materiais 02 créd.

Mecânica dos Sólidos 04 créd.

Desenho Arquitet ônico 04 créd.

Ecossistem as Aquá cos e Terrestres 04 créd.

-

Introdução à Programaç ão 04 créd.

Total 25 créd.

Total 26 créd.

Total 26 créd.

Total 26 créd.

10º período Estágio Supervisi onado Obrigatór io 12 créd. Projeto Final de Curso 04 créd.

Opta va 03 créd.

Total 19 créd.

Conteúdos Flexíveis: 12 créd. a serem integralizados ao longo do curso através de Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental I, II, III e IV Integralização curricular: 3.960 horas aula / 264 créditos

76

15.

EMENTÁRIO

COMPONENTES OBRIGATÓRIOS PRIMEIRO PERÍODO Cálculo Diferencial e Integral I Código 1103177 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Matemática Ementa: Funções reais de uma variável real. Limite e Continuidade. Derivadas: conceito, regras e aplicações. Bibliografia Básica 1.STEWART, James; CLEGG, Daniel; WATSON, Saleem. CÁLCULO: VOLUME 1 (Tradução da 9a. edição norte-americana). CENGAGE LEARNING - 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584097; 2.FLEMMING, Diva M.; GONÇALVES, B. Mirian. CÁLCULO A: FUNÇÕES, LIMITE, DERIVAÇÃO E INTEGRAÇÃO. PEARSON UNIVERSIDADES - 6a. Edição - 2006. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/748; 3.THOMAS, George B. et al.. CÁLCULO: VOLUME 1. PEARSON UNIVERSIDADES - 12a. Edição 2012. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/3376; Bibliografia Complementar 1.ROGAWSKI, Jon; ADAMS, Colin. CÁLCULO: VOLUME 1. B O O K M A N - 3 a . E d i ç ã o - 2 0 1 8 . https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604601; 2.GUIDORIZZI, Hamilton L.. UM CURSO DE CÁLCULO - VOLUME 1. LTC - 6a. Edição - 2018. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635574; 3.ANTON, Howard et al. CÁLCULO: VOLUME 1. BOOKMAN - 10a. Edição - 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602263; 4.SALAS, Saturnino L. et al. CÁLCULO: VOLUME 1 LTC - 9a. Edição - 2005. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2660-2; 5.MORETTIN, Pedro A., HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton O.. CÁLCULO: FUNÇÕES DE UMA E VÁRIAS VARIÁVEIS. SARAIVA - 3a. Edição - 2016. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547201128.

77

Cálculo Vetorial e Geometria Analítica Código 1103118 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Matemática Ementa: Vetores no espaço. Retas e Planos. Cônicas. Superfícies Quádricas. Bibliografia Básica 1.BOULOS, Paulo; CAMARGO, Ivan. GEOMETRIA ANALÍTICA: UM TRATAMENTO VETORIAL. PEARSON UNIVERSIDADES - 3a. Edição - 2004. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/185068; 2.SANTOS, Fabiano J.; FERREIRA, Silvimar F.. GEOMETRIA ANALÍTICA. BOOKMAN - 1a. Edição - 2009. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788577805037; 3.WINTERLE, Paulo. VETORES E GEOMETRIA ANALÍTICA. PEARSON - 2a. Edição - 2014. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/5672. Bibliografia Complementar 1.BONORA JUNIOR, Dorival. VETORES E GEOMETRIA A N A L Í T I C A . C O N E - 1 a . E d i ç ã o - 2 0 1 9 . https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/186205; 2.MEDEIROS, Everton C.; SILVA, Cristiane. GEOMETRIA ANALÍTICA. SAGAH EDUCAÇÃO - 1a. Edição - 2019. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595028739; 3.CORREA, Paulo S. Q.. ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA. INTERCIÊNCIA - 1a. Edição - 2006. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/188317; 4.ZANARDINI, Deckmann. GEOMETRIA ANALÍTICA E SUAS RELAÇÕES COM O MUNDO. I N T ERSABERES-1a.Edição-2022. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/205296; 5.FERNANDES, Luana F. D.. GEOMETRIA ANALÍTICA. INTERSABERES - 1a. Edição - 2016. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/37362.

78

Fundamentos de Geologia Código 1102116 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Estrutura e composição da Terra. Minerais: conceitos e propriedades. Rochas: magmáticas, metamórficas e sedimentares. Fundamentos da dinâmica interna. Dinâmica externa: intemperismos; formação dos solos. Bases de hidrogeologia: classificação, características e recarga de aquíferos; tipos de rocha e ocorrência da água subterrânea. Aspectos da geologia da Paraíba.. Bibliografia Básica TEIXEIRA, W.; TOLEDO, C.; FAIRCHILD, T.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. Oficina de Textos. 2000. POPP, J. H. Geologia geral. Rio de Janeiro: LTC, 2017. SUGUIO, K. Geologia sedimentar. São Paulo: Blucher, 2003. Bibliografia Complementar CHRISTOPHERSON, R.; BIRKELAND, G. H. Geossistemas. 9th edição. Grupo A. 2017. GROTZINGER, J. Para entender a Terra. 2. Bookman. 2013. CHRISTOPHERSON, R.W. Geossistemas – Uma introdução à geografia física. Bookman. 2012. PRESS, F.; GROTZINGER, J.; SIEVER, R.; JORDAN, T. H. Para Entender a Terra. 4a edição. Bookman. 2006. SOUZA, C. R. G.; SUGUIO, K.; OLIVEIRA, A. M. S.; OLIVEIRA, P. E. (eds.). Quaternário do Brasil. Holos. 2005.

79

Ecologia de Organismos, Populações e Comunidades 04 créditos Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Estudo dos organismos: Evolução e adaptação, história de vida, reprodução e comportamento, ambiente físico. Estudo das populações: Estrutura, distribuição de populações, crescimento e regulação, dinâmica populacional. Dispersão e fragmentos de habitats na dinâmica de metapopulações. Interações ecológicas. Estrutura e dinâmica espaço temporal de comunidades, papel das interações na estrutura das comunidades. Redes de interações. Biodiversidade (componentes e escalas). Bibliografia Básica BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HAPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. Porto Alegre: Grupo A, 2009. 9788536309545. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536309545/. Acesso em: 07 Nov 2022 RICKLEFS, R.; RELYEA, R. Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. 9788527737616. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737616/. Acesso em: 07 Nov 2022 CAIN, M.L.; BOWMAN, W.D.; HACKER, S.D. Ecologia. Porto Alegre: Grupo A, 2018.

9788582714690. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/book s/9788582714690/. Acesso em: 07 Nov 2022 Bibliografia Complementar DIAMOND, J.M.; Case, T.J. Community Ecology. New York: Harper and Row Publishers, 1986. GOTELLI, N.J. A Primer of Ecology. Sunderland, Massachusetts: Sinauer Associates Inc, 2001. GOTELLI, N.J. Ecologia. 4 ed. Londrina: Editora Planta LTDA, 2007. GOTELLI, N.J.; ELLISON, A.M. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre: Grupo A, 2010.

9788536324692. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536324692/. MORIN, P.J. Community Ecology. Malden, Massachusetts: Blackwell Science Inc., 1999. PIANKA, E.R. Evolutionary Ecology. San Francisco: Addison Wesley Longman, 2000. RICKLEFS, R.E.; SCHLUTER, D. Species Diversity in Ecological Communities, 8 Historical and Geographical Perspectives. Chicago, Illinois: The University of Chicago Press, 1993. RICKLEFS, R.E; MILLER, G. L. Ecology. New York: Freeman, W H and Company, 1999. STRONG, D. R.; SIMBERLOFF, D. Ecological Communities: Conceptual Issues and the Evidence. Princeton, NJ: Princeton University Press, 1984. TOWNSEND, C.R.; BEGON, M.; HAPER, J.L. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora, 2006.

80

Desenho Básico Código 1704245 Carga Horária Teórica: 30h

04 créditos Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Arquitetura e Urbanismo Ementa: Introdução à representação e à expressão gráfica. Tipos de desenhos e aplicações. Conceitos gerais, ferramentas, escalas, construções geométricas e sistemas de projeção. Noções de perspectivas e de desenho arquitetônico. Normas da ABNT e convenções usuais. Bibliografia Básica FRENCH, Thomas E.; VIERCK, Charles J; ESTEVES, Eny Ribeiro. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 8aed.. São Paulo: Globo, 2005. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e Faculdades de Arquitetura. 4aed. revista e atualizada. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante. Desenho técnico básico: teoria e prática. Rio de Janeiro: LTC, 2018. Bibliografia Complementar CHING, Francis D. K; SALVATERRA, Alexandre. Representação gráfica em arquitetura. 5aed. Porto Alegre: Bookman, 2011. MAGUIRE, D.E; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus, 2004.

81

Metodologia do Trabalho Científico e Tecnológico Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 0h

02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Planejamento e organização do trabalho acadêmico. Ciência, formação acadêmica e a construção do conhecimento. A relação pesquisa, ensino e extensão. Revisão bibliográfica: por que fazer e como fazer. Técnicas de registro de leitura. O método científico. Metodologias de pesquisa científica. Normatização da produção acadêmica: elaboração de referências bibliográficas, de projetos de pesquisa, relatórios técnicos e monografias. Bibliografia Básica

1. Almeida, Mário de Souza. Elaboração de Projeto, TCC, dissertação e tese: uma abordagem prática, simples e objetiva. 2ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 2014.

2. Severino, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 24.ed. São Paulo: Cortez, 2016. 319p. ISBN: 9788524924484.

3. Marconi, Marina de Andrade; Lakatos, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: projeto de pesquisa, pesquisa bibliográfica, teses de doutorado, dissertações de mestrado, trabalho de conclusão de curso. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017. 239 p. ISBN: 9788597010664. Bibliografia Complementar

1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6023:2002. Informação e documentação – Referências.

2. ABNT. 2002 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS UNIVERSIDADEFEDERALDAPARAÍBA CENTRODETECNOLOGIA DEPARTAMENTODEENGENHARIACIVILEAMBIENTAL TÉCNICAS. Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação.

3. ABNT. 2002 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos. ABNT. 2011.

4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento – Apresentação.

5. ABNT. 2012 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento – Apresentação.

6. ABNT. 2012 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – Sumário – Apresentação. ABNT. 2012

82

Fundamentos de Engenharia Ambiental Código NOVO Carga Horária Teórica: 20h

Carga Horária Prática: 0h

02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 10h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Estrutura organizacional da universidade. O currículo do curso. As normas acadêmicas relacionadas ao curso e potencialidades da vida universitária. Atribuições do profissional de Engenharia Ambiental. As áreas de atuação do Engenheiro Ambiental. A Educação ambiental e o desenvolvimento sustentável. A importância da ética ambiental, social e profissional. Experiências de egressos do curso e profissionais atuantes na área ambiental. Apresentação de casos de estudos. Princípios do desenho universal à luz do Estatuto da Pessoa com Deficiência, Lei 13.146 de 06 de Julho de 2015, na atuação do engenheiro ambiental. Atividades de extensão. Bibliografia Básica

1. BRAGA, B. et al. 2021. Introdução à Engenharia Ambiental. 3ª edição. Bookman/Pearson. ISBN:9788582605561.

2. CALIJURI, M. C.; CUNHA, D. G. F. Engenharia Ambiental: conceitos, tecnologiasegestão.2ªedição.Riode Janeiro: Elsevier, 2019. 685p. ISBN: 9788535290479.

3. DAVIS, M. L.; MASTEN, S.J. 2016. Princípiosdeengenhariaambiental.3ª edição.PortoAlegre,RS:AMGH, 2016. 855P.ISBN:9788580555905. Bibliografia Complementar

1. Vesilind, P. Aarne,Morgan, SusanM. Introdução à engenharia ambiental. CengageLearning,2ªedição.2011.São PauloISBN:987-85-221-0718-6

2. Ashby,M.F.Engenhariaambiental.Rio deJaneiro,Elsevier,2011.ISBN:978-85 8055-590-5. UNIVERSIDADEFEDERALDAPARAÍBA CENTRODETECNOLOGIA DEPARTAMENTODEENGENHARIACIVILEAMBIENTAL

3. Santos, A. S. P.; Ohnuma Jr., A. A. (Organizadores). Engenharia eMeio Ambiente–Aspectos Conceituais e Práticos[recursoeletrônico].1ªedição. RiodeJaneiro:LTC,2021.304p. ISBN: 978-85-2163627-4.

4. G. Tyler Miller; Scott E. Spoolman. Ciência ambiental. Traducao da 14ª Edição norte-americana. [recurso eletrônico disponível na base digital MinhaBiblioteca].2ªEdiçãobrasileira. SãoPaulo:CengageLearning,2016.464 p.ISBN:978-85-221-1866-3.

5. Burmester, Cristiane Lourencetti. Ciências do Ambiente e Sustentabilidade [recursoeletrônico]. 1ªedição.Curitiba:Contentus,2020.95 p.ISBN:978-65-5745-915-7.

83

SEGUNDO PERÍODO Cálculo Diferencial e Integral II Código 1103178 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Matemática Ementa: Integral de funções uma variável real. Funções reais de várias variáveis: limite e continuidade. Derivadas Parciais e Diferenciabilidade. Regra da Cadeia e derivação implícita. Máximos e Mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Bibliografia Básica 1.STEWART, James; CLEGG, Daniel; WATSON, Saleem. CÁLCULO: VOLUME 2 (Tradução da 9a. edição norte-americana). CENGAGE LEARNING - 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584103; 2.FLEMMING, Diva M.; GONÇALVES, B. Mirian. CÁLCULO B: FUNÇÕES DE VÁRIAS VARIÁVEIS, INTEGRAIS MÚLTIPLAS, INTEGRAIS CURVILÍNEAS E DE SUPERFÍCIE. PEARSON U N I V E R S I D A D E S - 2 a . E d i ç ã o - 2 0 0 7 . https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/413; 3.THOMAS, George B. et al.. CÁLCULO: VOLUME 2. PEARSON UNIVERSIDADES - 12a. Edição 2012. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/334. Bibliografia Complementar 1.ROGAWSKI, Jon; ADAMS, Colin. CÁLCULO: VOLUME 2. B O O K M A N - 3 a . E d i ç ã o - 2 0 1 8 . https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604588; 2.GUIDORIZZI, Hamilton L.. UM CURSO DE CÁLCULO - VOLUME 2. LTC - 6a. Edição - 2018. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635826; 3.ANTON, Howard et al. CÁLCULO: VOLUME 2. BOOKMAN - 10a. Edição - 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602461; 4.SALAS, Saturnino L. et al. CÁLCULO: VOLUME 2. LTC - 9a. Edição - 2005. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2993-1; 5.KAPLAN, Wilfred. CÁLCULO AVANÇADO: VOLUME 1. BOOKMAN - 2a. Edição - 2004. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521216605.

84

Física Geral I Código 1101157 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Física Ementa: Vetores. Movimento de uma partícula em 1-D, 2-D e 3-D. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação da energia. Impulso e momento linear. Conservação do momento linear. Rotação de corpos rígidos. Bibliografia Básica HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. 10. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

V. 1. ISBN: 978-85-216-3035-7. YOUNG, Hugh D; FREEDMAN, Roger A. Física I: mecânica. 14. Ed. São Paulo: Pearson, 2016. ISBN: 978-85-430-0568-3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica, 1: mecânica. 5. Ed. ver. Atual. São Paulo: Blucher, c2013.

V. 1. ISBN: 978-85-212-0745-0. Bibliografia Complementar FEYNMAN, Richard P.; LEIGHTON, Robert B; SAND, Matthew. Lições de física de Feynman. Porto Alegre: Bookman, 2019. 3 v. ISBN 978-85-8260-501-1. Disponível em formato digital no SIGAA. ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J; MOSCATI, Giorgio. Física: um curso universitário. São Paulo: E. Blucher, 1972, 2013. v. 1. ISBN: 978-85-212-0038-3. TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. ISBN: 978-85-216-1710-5. JEWETT Jr, John W; SERWAY, Raymond A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica. 9. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2017. v. 1. ISBN: 978-85-221- 2707-8. Disponível em formato digital no SIGAA. OREAR, Jay. Fundamental physics. 2. ed. New York: J. Wiley, 1967. 471p.

85

Cálculo das Probabilidades e Estatística I Código 1108100 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Estatística Ementa: Conceitos Fundamentais; Distribuição de Frequência; Tabelas e Gráficos; Medidas de Posição; Medidas de Dispersão; Introdução à Probabilidade; Variáveis Aleatórias Unidimensionais; Esperança Matemática; Distribuições Discretas; Distribuições Contínuas; Noções Elementares de Amostragem; Estimativa Estatística; Decisão Estatística. Bibliografia Básica COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2018. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521215226/pageid/0 FONSECA, J. S.; MARTINS, G. A. Curso de Estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522477937/pageid/0 MORETTIN, P.A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547220228/pageid/0 TRIOLA, M.F. et. al. Introdução à estatística. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521634256/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref %3Dx01_cover.html]!/4/2/2%4050:40 Bibliografia Complementar HOEL, P. G. Estatística Elementar. São Paulo: Atlas, 1981. MARTINS, G.A. Estatística geral e aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788597012682/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref %3Dbody001%5D!/4/2/2%4051:2 MEYER, P. L.; LOURENÇO FILHO, R.C.B. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 1995. MAGALHÃES, M. C.; LIMA, A. C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. São Paulo: Edusp, 2015. DEVORE, J.L. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

86

Química Fundamental Código 1105161 Carga Horária Teórica: 52h

04 créditos Carga Horária Prática: 8h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Química Ementa: ESTRUTURA ATÔMICA: Modelo Quântico do Átomo, Números Quânticos e Distribuição Eletrônica TABELA PERIÓDICA: A Periodicidade nas Configurações Eletrônicas, Estudo dos Grupos e Períodos, Classificação e Propriedades dos Elementos Metálicos e Não-Metálicos e A Periodicidade nas Propriedades Atômicas. LIGAÇÃO QUÍMICA: Introdução, Regra do Octeto, Tipos de Ligação, Ligação iônica, Montagem de Fórmulas Eletrônicas, Propriedades dos compostos iônicos, Ligação Covalente, Hibridização de orbitais Montagem das Fórmulas Eletrônicas e Estruturais, A Polaridade nas Ligações e nas Moléculas, Forças Intermoleculares, Propriedade dos compostos Covalentes e Ligação Metálica. REAÇÕES INORGÂNICAS: Classificação das Reações e Reações em Solução Aquosa. CÁLCULOS QUÍMICOS: Unidade Unificada de Massa, Mol, Massa. Molar, Cálculo de Fórmulas. Cálculo Estequiométrico: Reagente Limitante, Grau de Pureza e Rendimento. SOLUÇÕES: Conceito e classificação; Natureza e terminologia das soluções, Unidades de concentração, Solubilidade e Fatores que afetam a solubilidade. ESTADOS DA MATÉRIA: Gases: Lei dos Gases, Postulados básicos da Teoria Cinética, Gases Reais, Líquidos: Propriedades; Pressão de vapor; Viscosidade; Tensão superficial; Ponto de Ebulição; Sólidos: Propriedades; Classificação; Estrutura dos sólidos; Tipos de Cristais. Mudanças de estado; Diagrama de fases. TÓPICOS EM MATERIAIS: Eletroquímica / Conceitos de número de oxidação, processos de oxidação e redução. Pilhas. Eletrólise. Corrosão Metálica. Materiais (polímeros, vidros, cristais líquidos, condutores, semicondutores, cimento, etc.) NOÇÕES BÁSICAS DE LABORATÓRIO Normas de Segurança e Equipamento Básico de Laboratório, Medidas em Laboratório Estudo das Reações Químicas, Rendimento de uma reação de precipitação, Preparação de Soluções, Titulação ácido e base. Bibliografia Básica ATKINS, P.; Jones, L.; LAVERMAN, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente, Trad. da 7a ed. Inglesa, Editora BookMan: Porto Alegre, 2018. KOTZ, J. C.; TREICHEL P. M; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e Reações Químicas, Trad. da 9a ed. Inglesa, Editora Cengage Learning: São Paulo, 2015. V I e II. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química um Curso Universitário, Editora Edgard Blucher: São Paulo, 4ª Edição, 14a Reimpressão, 2018. Bibliografia Complementar BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química geral aplicada à engenharia. Tradução da 3ª edição norteamericana. Cengage Learning Brasil. 2015. CHANG, R.; GOLDSBY, K. A. Química. 11a edição. Porto Alegre, 2013..

87

Ecologia Microbiana Código 1106250 Carga Horária Teórica: 45h

03 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Desenvolvimento histórico da ecologia microbiana. Características gerais dos microrganismos: vírus, procariotos e eucariotos. Metabolismo e controle do crescimento microbiano. Ecossistemas microbianos. Interações entre populações microbianas. Interações dos microrganismos com plantas e animais. Os microrganismos e a ciclagem de nutrientes. Métodos de amostragens e análises microbianas. Biotecnologia e ecologia microbiana. Bibliografia Básica TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582713549. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582713549/. Acesso em: 07 nov. 2022. MADIGAN, Michael T.; MARTINKO, John M.; BENDER, Kelly S.; et al. Microbiologia de Brock. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2016. E-book. ISBN9788582712986. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712986/. Acesso em: 07 nov. 2022. BLACK, Jacquelyn G.; BLACK, Laura J. Microbiologia - Fundamentos e Perspectivas. [Barueri, SP]: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527737326. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737326/. Acesso em: 07 nov. 2022. Bibliografia Complementar CARDOSO, Elke J.B.N.; ANDREOTE, Fernando D. Microbiologia do solo. [Piracicaba, SP] SALQ,

2016. E-book. Disponível em https://www.esalq.usp.br/biblioteca/portais-de-pesquisa/livros-abertos-daesalq. Acesso em: 07 nov. 2022. 2022. PINTO-COELHO, Ricardo M. Fundamentos em ecologia. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2000. E-book. ISBN 9788536310978. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536310978/. Acesso em: 07 nov. 2022. BARTON, Larry L.; NORTHUP, Diana E. Microbial Ecology. [Hoboken, NJ] Wiley-Blackwell. 2011. ISBN 100470048174

88

Introdução à Ciência dos Materiais Código NOVO Carga Horária Teórica: 25h

Carga Horária Prática: 0h

02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 5h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Ciência e Engenharia dos Materiais; Classificação e Caracterização de Materiais; Materiais e a Engenharia Ambiental; Propriedades Tecnológicas; Degradação; Materiais Cerâmicos, Poliméricos, Metálicos (Propriedades e Aplicações). Recursos Naturais (Hídricos, Minerais, Vegetais), Reciclagem; Alternativas Energéticas e Substituição de Materiais. Materiais avançados; Materiais Não Convencionais; Novos Materiais e Pesquisa em Materiais. Estudo de Casos: Materiais e Impactos Ambientais. Bibliografia Básica

1. SMITH, William F.; HASHEMI, Javad. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais: Grupo A,

2012. E-book. 9788580551150. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580551150/. Acessoem:24ago.2022.

2. NEWELL, James. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. Grupo GEN, 2010. E book. 978-85-216-2490-5. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/978-85-216490 5/.Acessoem:24ago.2022.

3. ASKELAND, Donald R.; FULAY, Pradeep P.; BHATTACHARYA, DK. Ciência e Engenharia dos materiais Tradução da 3ª edição norte americana. Cengage Learning Brasil, 2014. E-book.

9788522118014. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788522118014/. Acessoem:24ago.2022. Bibliografia Complementar

1. DOS GARCIA, Amauri; SPIM, Jaime A.; SANTOS, Carlos Alexandre. Ensaios dos Materiais, 2ª edição. Grupo GEN, 2012. E-book. 978-85-216 2114-0. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/978-85-216 2114 0/. Acesso em: 24ago.2022.

2. BAUER, L. A F. Materiais de Construção-Vol.2.6thed.Riode Janeiro: LTC, 2019. E-book. p.iv. ISBN

9788521636618. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521636 618/. Acesso em:07nov.2024.

3. BAUER, L. A F. Materiais de Construção-Vol.1.6thed.Riode Janeiro:LTC,2019.E-book.p.i.ISBN

9788521636632. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788521636 632/. Acessoem:07nov.2024.

4. PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca B.; CRIVELARO, Marcos. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. 3rd ed. Rio de Janeiro: Érica, 2020. E book. p.8. ISBN 9788536532769. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788536532 769/. Acessoem:07nov.2024.

5. JR., William D C. Ciência e Engenharia de Materiais- Uma Introdução.10th ed. Rio de Janeiro: LTC,

2020. E-book. p.i. ISBN 9788521637325. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788521637 325/. Acesso em: 07 nov. 2024.

89

Desenho Arquitetônico Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

04 créditos Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Arquitetura e Urbanismo Ementa: Leitura, compreensão e execução da modelagem e documentação do projeto arquitetônico. Normas da ABNT e convenções usuais. Bibliografia Básica MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e Faculdades de Arquitetura. 4aed. revista e atualizada. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. EASTMAN, Chuck; TELCHOLZ, Paul. Manual de BIM: um guia de modelagem da informação da construção para arquitetos, engenheiros, gerentes, construtores e incorporadores. Porto Alegre, RS: Bookman, 2014. NBR 6492. Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos - Documentação. ABNT. Rio de Janeiro. 2021. Bibliografia Complementar CHING, Francis D. K; SALVATERRA, Alexandre. Representação gráfica em arquitetura. 5aed. Porto Alegre: Bookman, 2011. MAGUIRE, D.E; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus, 2004.

90

TERCEIRO PERÍODO Cálculo Diferencial e Integral III Código 1103232 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Matemática Ementa: Integral Dupla e Integral Tripla. Integral de Linha. Integral de Superfície. Bibliografia Básica

1. STEWART, James; CLEGG, Daniel; WATSON, Saleem. CÁLCULO: VOLUME 2 (Tradução da 9a. edição norte-americana). CENGAGE LEARNING - 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584103;

2. FLEMMING, Diva M.; GONÇALVES, B. Mirian. CÁLCULO B: FUNÇÕES DE VÁRIAS VARIÁVEIS, INTEGRAIS MÚLTIPLAS, INTEGRAIS CURVILÍNEAS E DE SUPERFÍCIE. PEARSON U N I V E R S I D A D E S - 2 a . E d i ç ã o - 2 0 0 7 . https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/413;

3. THOMAS, George B.; WEIR, Maurice D.; HASS, J.. CÁLCULO: VOLUME 2. PEARSON UNIVERSIDADES - 12a. Edição - 2012. https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/334. Bibliografia Complementar

1. ROGAWSKI, Jon; ADAMS, Colin. CÁLCULO: VOLUME 2. B O O K M A N - 3 a. E d i ç ã o - 2 0 1

8. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604588;

2. GUIDORIZZI, Hamilton L.. UM CURSO DE CÁLCULO - VOLUME 3. LTC - 6a. Edição - 2018. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635918;

3. ANTON, Howard et al. CÁLCULO: VOLUME 2. BOOKMAN - 10a. Edição - 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602461;

4. SALAS, Saturnino L. et al. CÁLCULO: VOLUME 2. LTC - 9a. Edição - 2005. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2993-1; 5.KAPLAN, Wilfred. CÁLCULO AVANÇADO: VOLUME 2. BOOKMAN - 2a. Edição - 2004. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521216612.

91

Introdução à Álgebra Linear Código 1103179 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Matemática Ementa: Espaços Vetoriais. Aplicações Lineares e Matrizes. Diagonalização de Operadores. Produto Interno. Bibliografia Básica 1.ANTON, Howard; RORRES, Chris. ÁLGEBRA LINEAR COM APLICAÇÕES. BOOKMAN - 10a. Edição - 2012. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788540701700; 2.LEON, Steven J.. ÁLGEBRA LINEAR COM APLICAÇÕES. LTC - 9a. Edição - 2018. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635789; 3.KOLMAN, Bernard; HILL, David R.. INTRODUÇÃO À ÁLGEBRA LINEAR COM APLICAÇÕES. L T C - 8 a . E d i ç ã o - 2 0 0 6 . https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2437-0. Bibliografia Complementar 1.ANTON, Howard; BUSBY, Robert C.. ÁLGEBRA LINEAR CONTEMPORÂNEA. BOOKMAN - 1a. Edição - 2007. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788577800919; 2.STRANG, Gilbert. INTRODUÇÃO À ÁLGEBRA LINEAR. LTC - 4a. Edição - 2013. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2500-1; 3.STRANG, Gilbert. ÁLGEBRA LINEAR E SUAS APLICAÇÕES (Tradução da 4a. edição n o r t e - a m e r i c a n a ) . C E N G A G E - 2 0 1 8. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522118021; 4.ZAHN, Mauricio. ÁLGEBRA LINEAR. EDGARD BLUCHER - 1a. Edição - 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555062595; 5.NICHOLSON, W. Keith. ÁLGEBRA LINEAR. MCGRAW HILL - 2a. Edição - 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580554779; 6.HOLT, Jeffrey. ÁLGEBRA LINEAR COM APLICAÇÕES. LTC - 1a. Edição - 2016. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521631897.

92

Física Geral II Código 1101163 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Física Ementa: Equilíbrio e elasticidade. Gravitação. Mecânica dos fluidos. Oscilações. Ondas mecânicas. Termodinâmica. Bibliografia Básica HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

v. 2. ISBN: 978−85−216−3036−4. YOUNG, Hugh D; FREEDMAN, Roger A. Física II: termodinâmica e ondas. 14. ed. São Paulo: Pearson,

2016. ISBN: 978−85−430−0573−7. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica, 1: mecânica. 5. ed. rev. atual. São Paulo: E. Blucher, c2013. v. 1. ISBN: 978−85−212−0745−0. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica, 2: fluidos, oscilações e ondas, calor.

4. ed. rev. São Paulo: E. Blucher, c2002. v. 2. ISBN: 978−85−212−0299−8. Bibliografia Complementar FEYNMAN, Richard P.; LEIGHTON, Robert B; SAND, Matthew. Lições de física de Feynman. Porto Alegre: Bookman, 2019. 3 v. ISBN 978-85-8260-501-,1. Disponível em formato digital no SIGAA. ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J; MOSCATI, Giorgio. Física: um curso universitário. São Paulo: E. Blucher, 1972, 2013. v. 1. ISBN: 978-85-212-0038-3. TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,

2009. v. 1. ISBN: 978-85-216-1710-5. JEWETT Jr, John W; SERWAY, Raymond A. Física para cientistas e engenheiros: oscilações, ondas e termodinâmica. 9. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2017. v. 2. ISBN: 978-85-221-2709-2. Disponível em formato digital no SIGAA. OREAR, Jay. Fundamental physics. 2. ed. New York: J. Wiley, 1967. 471p.

93

Física Experimental I Código 1101165 Carga Horária Teórica: 9h

02 créditos Carga Horária Prática: 21h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Física Ementa: Teoria de erros e medidas, gráficos e ajustes de curvas, realização de experimentos relacionados a mecânica clássica, mecânica de fluidos, oscilações, ondas e termodinâmica. Bibliografia Básica J. R. Taylor. Introdução à Análise de Erros: o estudo de incertezas em medidas físicas. 2 ed. São Paulo: Bookman, 1997. ISBN: 9780935702750. RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; LUZ, Antônio Máximo R. Física 1. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. v. ISBN: 978-85-216-1352-7. RESNICK, Robert et al. Física 2. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. 339p. ISBN: 9788521613688. Bibliografia Complementar TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1 .ISBN: 9788521617105. VUOLO, José Henrique. Fundamentos da teoria de erros. 2.ed. rev. e ampli. São Paulo: E. Blucher, 1998. 249p. Roteiros dos Experimentos de Física I. Laboratório de Física, DF, UFPB. TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

v.2.ISBN: 9788522110858 NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica I e II. 3.ed. São Paulo: Edgard Blucher, c.1981, 1996, 1997.v.1.

94

Topografia Código 1703221 Carga Horária Teórica: 45h

04 créditos Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Conceitos, definições e divisões da Topografia, relações com outras ciências, modelos da Terra, importância para as engenharias e para sociedade em geral. Sistemas de Referência Geodésicos e Topográficos. Sistemas de Projeção. Escala, Unidades de medida, medição de distâncias e ângulos. Métodos de Levantamento Topográfico Planimétrico, Altimétrico e Planialtimétrico: conceitos, erros e tolerâncias. Desenho Topográfico: conceitos e aplicações em meios analógicos e digitais. Topologia: representação e interpretação do relevo. Aplicações em locação de obras em engenharia. Apresentação de Normas Técnicas. Instrumentos de medição Topográficos e Geodésicos: apresentação, manuseio e práticas de campo. Noções de Geodésia e métodos de posicionamento com tecnologia GNSS. Levantamento Topográfico com uso de Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT). Atividades de extensão. Bibliografia Básica

1. SILVA, I.; SEGANTINE, P. C. L. Topografia para Engenharia-Teoria e Prática de geomática. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda,2015. 412p.

2. BORGES, A. C. Topografia aplicada à Engenharia Civil 2. Ed. São Paulo: EdgarBlücher,2013.2v.

3. BORGES, A. C. Exercícios de topografia Topografia-exercícios e problemas. 3. Ed. São Paulo: Edgar Blücher,2011.1v. Bibliografia Complementar

1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. NBR 13133: execução de levantamento topográfico. Rio de Janeiro,1994.35p.

2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. NBR 14166: rede referencial cadastral municipal. Rio de Janeiro, 1998. 23p.

3. McCORMAC, J.; SARASUA,W.;DAVIS, W. Topografia. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,2016.

4. GHILANI, C. D.; WOLF, P. R. Geomática. 13 .Ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,2013.702p.

5. BOTELHO, M. H. C.; FRANCISCHI JR., J. P.;DE PAULA, L. S. ABC da Topografia: para tecnólogos, arquitetos e engenheiros. 1. Ed. Edgard Blucher 2018.328p.

6. VEIGA, L. A. K, ZANETTI, M. A. Z, FAGGION, P. L. Fundamentos de Topografia. Apostila. Universidade Federal do Paraná , Curso de Engenharia Cartográfica,2012.

95

Mecânica dos Sólidos Código 1703229 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Estática: equilíbrio do ponto material, equilíbrio de corpo rígido e esforços internos em elementos estruturais de barra. Características geométricas de uma seção transversal: Área, Centroide, Momento Estático de área, Momento Axial de Inércia, Produto de Inércia. Momento Polar de Inércia, Raio de Giração. Resistência dos Materiais: Tensões e Deformações em elementos estruturais de barra, provocadas por solicitações simples. Bibliografia Básica

1. Estruturas Isostáticas. Maria Cascão Ferreira de Almeida. Editora Oficina de Textos. 1ªEdição. 2009. ISBN: 9788586238833.

2. Curso de Análise Estrutural: Estruturas Isostáticas. Volume 1. José Carlos Sussekind. Editora Globo.6ªEdição.1984.

3. Timoshenko e Gere. Introdução à Mecânica dos Sólidos, vol1. Livros técnicosecientíficos.1989 Bibliografia Complementar

1. Eloy Ferra Machado Júnior. Introdução à Isostática. ISBN: 85 85205-28-8.

2. Primo Fernandes Filho. Tópicos de Resistência dos Materiais. Leia Livros. 2019. ISBN: 978-85-69579 27-4.

3. GORFIN, B. &OLIVEIRA, M. M. (1983) Estruturas Isostáticas (Capítulos 1, 2 e 4). 3a Edição (reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro.

4. SHAMES, I. S. (2002) Estática Mecânica para Engenharia Volume1.4aEdição. Prentice Hall. São Paulo.

5. CAMPANARI, F. A. (1985) Teoria das Estruturas–Volumes1(Capítulos1 e 2) e 3 (Capítulo 1). Editora Guanabara Dois. Rio de Janeiro.

96

Ecossistemas Aquáticos e Terrestres Código 1106253 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Ecossistemas: conceitos e propriedades fundamentais. Metabolismo. Serviços ecossistêmicos. Estruturação e funcionamento dos ecossistemas aquáticos e terrestres, incluindo relações hidro-ecológicas. Componentes bióticos e abióticos e suas interrelações. Ecótonos. Ecossistemas aquáticos: rios, lagos, mares e oceanos. Ecossistemas terrestres: florestas e seus principais tipos. Savanas e campos. Desertos. Ecossistemas urbanos. Bibliografia Básica BEGON, Michael; TOWNSEND, Colin R.; HAPER, John L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2009. E-book. ISBN 9788536309545. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978 8536309545/. Acesso em: 06 nov. 2022. CAIN, Michael L.; BOWMAN, William D.; HACKER, Sally D. Ecologia. [Porto Alegre, RS]:G rupo A, 2018.E-book. ISBN 9788582714690.Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978 8582714690/. Acesso em: 06 nov. 2022. WEATHES, Kathleen. Fundamentos de Ciência dos Ecossistemas. [Rio de Janeiro -RJ]: Grupo GEN,

2014. Ebook. ISBN 9788595153028. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978 8595153028/. Acesso em: 06 nov. 2022. Bibliografia Complementar CALIJURI, Maria do C.; CUNHA, Davi Gasparini F. Engenharia Ambiental- Conceitos, Tecnologias e Gestão. [Rio de Janeiro, RJ]: Grupo GEN, 2019. E-book. ISBN 9788595157446. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978 8595157446/. Acesso em: 06 nov. 2022. PINTO - COELHO, Ricardo M. Fundamentos em ecologia. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2000.E-book. ISBN 9788536310978. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978 8536310978/. Acesso em: 06 nov. 2022.

97

QUARTO PERÍODO Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Código 1103180 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Matemática Ementa: Sequências e Séries Numéricas. Séries de potências e Séries de Fourier. Equações Diferenciais Ordinárias. Bibliografia Básica

1. STEWART, James; CLEGG, Daniel; WATSON, Saleem. CÁLCULO: VOLUME 2 (Tradução da 9a. edição norte-americana). CENGAGE LEARNING - 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584103;

2. ROGAWSKI, Jon; ADAMS, Colin. CÁLCULO: VOLUME 2. BOOKMAN - 3a. Edição - 2018. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604588;

3. BRONSON, Richard. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. BOOKMAN - 3a. Edição - 2008. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788577802982. Bibliografia Complementar

1. GUIDORIZZI, Hamilton L.. UM CURSO DE CÁLCULO – VOLUME 4 . L T C - 6 a . E d i ç ã o - 2 0 1 8. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635932;

2. ANTON, Howard et al. CÁLCULO: VOLUME 2. BOOKMAN - 10a. Edição - 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602461;

3. SALAS, Saturnino L. et al. CÁLCULO: VOLUME 2. LTC - 9a. Edição - 2005. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2993-1;

4. ÇENGEL, Yunus A.; PALM III, William J.. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. BOOKMAN/MCGRAW HILL - 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580553499;

5. ZILL, Dennis G.. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS COM APLICAÇÕES EM MODELAGEM. CENGAGE LEARNING - Tradução da 10a. edição norte-americana - 2016. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522124022.

98

Física Geral III Código 1101164 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Física Ementa: Carga elétrica e campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica e força eletromotriz. Circuitos. Campo magnético e forças magnéticas. Lei de Ampère. Indução magnética e Lei de Faraday. Indutância. Corrente alternada. Bibliografia Básica HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

v. 3. ISBN: 978−85−216−3037−1. YOUNG, Hugh D; FREEDMAN, Roger A. Física III: eletromagnetismo. 14. ed. São Paulo: Pearson,

2016. ISBN: 978−85−430−1591−0. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica, 3: eletromagnetismo. São Paulo: E. Blucher, c1997. 323 p. ISBN: 978−85−212−0134−2. Bibliografia Complementar FEYNMAN, Richard P.; LEIGHTON, Robert B; SAND, Matthew. Lições de física de Feynman. Porto Alegre: Bookman, 2019. 3 v. ISBN 978-85-8260-501-1. Disponível em formato digital no SIGAA. ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J; MOSCATI, Giorgio. Física: um curso universitário. São Paulo: E. Blucher, 1972, 2013. v. 2. ISBN: 978-85-212-0038-3. TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.

2. ISBN: 978-85-216-1710-5. JEWETT Jr, John W; SERWAY, Raymond A. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e magnetismo. 9. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2017. v. 3. ISBN: 978-85-221-2711-5. Disponível em formato digital no SIGAA. OREAR, Jay. Fundamental physics. 2. ed. New York: J. Wiley, 1967. 471p.

99

Química Ambiental Código 1105174 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Química Ementa: Composição química da atmosfera, da hidrosfera e da litosfera. Ciclos biogeoquímicos. Principais funções inorgânicas no ambiente. Reatividade química de dióxido de carbono, monóxido de carbono, ozônio, óxidos de nitrogênio, óxidos de enxofre. Carbonatos e silicatos. Aspectos gerais e estruturais das substâncias orgânicas. Estudo dos principais poluentes e resíduos no ecossistema. Relevância dos hidrocarbonetos no ambiente: nomenclatura, estruturas e propriedades químicas. Fundamentos de coeficientes de partição. Compostos químicos emergentes (tintas, solventes, fármacos e produtos de higiene pessoal, defensivos agrícolas entre outros). Química verde e aplicações. Bibliografia Básica BAIRD, C.; CANN, M. Química Ambiental. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. MANAHAN, S. E. Química Ambiental, 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; Cardoso, A. A. Introdução à Química Ambiental, 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental, 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2021. Bibliografia Complementar MARTINS, C. R.; PEREIRA, P. A. P.; LOPES, W. A. L.; ANDRADE, J. B. Ciclos globais de carbono nitrogênio e enxofre: a importância na química da atmosfera. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. no 5, 2003. MOZETO, A A. Química atmosférica: a química sobre nossas cabeças. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, 2001. GRASSI, M. T. As águas do planeta Terra. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, 2001. CAMPOS, M. L. A. M.; JARDIM, W. F. Aspectos relevantes da biogeoquímica da hidrosfera. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. no 5, 2003. FIORUCCI A. R.; BENEDETTI FILHO, E. A importância do oxigênio dissolvido em ecossistemas aquáticos. Química Nova na Escola. no22, 2005. JARDIM, W. F. A evolução da atmosfera terrestre. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, 2001.

100

Fundamentos de Climatologia Código 1102240 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Aspectos teóricos e conceituais do clima. Atmosfera terrestre: origem, composição e estrutura. Radiação solar: interações entre a atmosfera e a superfície. Aquisição e coleta de dados meteorológicos. Fatores e elementos do clima: variabilidade espaço-temporal e sua relação com a sociedade. Dinâmica da atmosfera: circulação geral da Atmosfera. Classificação climática. Mudanças climáticas globais e eventos extremos do clima. O Clima urbano e suas aplicações. Bibliografia Básica MONTEIRO, C. A. F.; MENDONÇA, F. Clima urbano. São Paulo: Contexto, 2021. 192 p. AYOADE, J. O; SANTOS, M. J. Z. Introdução à climatologia para os trópicos. 11.ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2006. 332 p. MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2007, 2009. 206 p. Bibliografia Complementar BARRY, R.G.; CHORLEY, R. J. Atmosfera, Tempo e Clima. 9. ed. Porto Alegre: Bookman,

2013. 512 p. SALGADO-LABOURIAU, M. L. História Ecológica da Terra. 2a. Edgard Blücher. 1998. VAREJAO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. 2.ed. Brasília: Instituto Nacional de Meteorologia, 2001. 515p. CARNEVSKIS, E. L. Agrometeorologia e climatologia. Porto Alegre: SAGAH, 2019. MACHADO, V. S. Princípios de climatologia e hidrologia. Porto Alegre: SER - SAGAH, 2017.

101

Mecânica dos Fluidos Código 1703139 Carga Horária Teórica: 75h

06 créditos Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 90h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Definição de Fluidos. Estática dos Fluidos. Definição de sistema e volume de controle. Cinemática dos Fluidos. Dinâmica dos fluidos perfeitos. Escoamento de fluidos incompressíveis. Escoamento laminar e turbulento. Análise dimensional. Perdas de carga. Dimensionamento de tubulações. Escoamento de fluidos compressíveis. Bibliografia Básica

1. CIMBALA, John Metal. Mecânica dos Fluidos: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 2007, 2011. 816p. ISBN: 9788586804588.

2. FOX, R.W.&MCDONALDA. T. e PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluidos.LTC.2006.

3. MCDONALD, Alan T et al (Coautoria). Introdução à mecânica dos fluidos. 6.ed. Rio de Janeiro: LivrosTécnicoseCientíficos,2006. 798p. ISBN:8521614683 Bibliografia Complementar

1. MUNSON, B. R., YOUNG, D.F. e OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. Edgard Blücher.2004.

2. BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005, 2006.410p. ISBN:8587918990.

3. CATTANI, MAUROS. D. Elementos deMecânicadosFluidos.2. ed. São Paulo:EdgardBlücher,2005,2008. 155p.ISBN:8521203586.

4. YOUNG, Donald F et al. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. 4.ed. São Paulo: EdgardBlücher,2004.571p. ISBN: 85212034389788521203438.

5. WHITE, Frank M. Mecânica dos fluidos – 8. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2018

102

Geoprocessamento Código NOVO Carga Horária Teórica: 54h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 6h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Introdução ao Geoprocessamento e às Geotecnologias. Cartografia e Geodésia: sistemas de coordenadas, datum, projeções Cartográficas, Escalas e o sistema geodésico brasileiro. Obtenção de dados espaciais. Manipulação de dados vetoriais e matriciais em ambiente SIG: Consulta de banco de dados, aplicações de modelo digital de elevação, mapeamento de uso e cobertura da terra. Elaboração de mapas temáticos. Bibliografia Básica

1. CÂMARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A. M. V. (org.) Introdução à Ciência da Geoinformação. Disponível em: https://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd. São José dos Campos: INPE, 2004.

2. CÂMARA, G.; MONTEIRO, A. M. V. Conceitos Básicos em Ciência da Geoinformação. Disponível em: http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/cap2-conceitos.pdf. São José dos Campos: INPE. 2001.

3. FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160p.

4. SILVA, R.M. Introdução ao Geoprocessamento: conceitos, técnicas e aplicações. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2010.

5. ZAIDAN, R. T.; SILVA, J. X. da. Geoprocessamento & meio ambiente. Bertrand Brasil, 2011. Bibliografia Complementar

1. CASANOVA, M., CÂMARA, G., DAVIS, C., VINHAS, L., QUEIROZ, G.R. Bancos deDados Geográficos. Curitiba: MundoGEO, 2005. Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/bdados/index.html>.

2. LONGLEY, P. A. Sistemas e ciência da informação geográfica 3. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. ISBN: 9788565837699

3. MENDES, C. A. B.; CIRILO, J. A. Geoprocessamento em recursos hídricos. princípios, integração e aplicação. 2.ed. ABRH, 2015.

4. MIRANDA, J.I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Brasília: Embrapa, 2005.

5. ROCHA, C. H. B. Geoprocessamento. Tecnologia Transdisciplinar, 2000.

103

QUINTO PERÍODO Hidráulica Código 1703127 Carga Horária Teórica: 65h

05 créditos Carga Horária Prática: 10h

Carga Horária Total: 75h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Condutos forçados. Instalações de recalque. Condutos Livres. Orifícios, bocais e vertedores. Golpe de Aríete. Bibliografia Básica

1. PORTO, R.de M. Hidráulica básica. 4. ed. São Carlos, SP: EESC-USP (Projeto REENGE).. 2006.(540] p.

2. SILVESTRE, P. Hidráulica geral. 1. ed. 4. Reimp. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.. 1985.316 p.

3. AZEVEDO NETTO, J. M. de & FERNÁNDEZ, M. F. y. Manual de hidráulica. 9. ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher. 2015.632 p. Bibliografia Complementar

1. CHADWICK, A. & MORFETT, J. Hydraulics in civil and environmental engineering.3. ed. New Tork:E& FNSPON.1998.628 p.

2. CHOW, V. T. Open - channel hydraulics.. New York: McGraw-Hill Book Company, Inc..1959.680p.

3. HENDERSON, F. M. Open channel flow. New York: The Macmillan PublishingCo., Inc..1966.522p.

4. HOUGHTALEN, R. J.; HWANG, N. H. C.; AKAN, A. O. Engenharia hidráulica. 4. ed. São Paulo: Pearson.2012.336p.

5. LENCASTRE, A. Hidráulica geral. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa.2005.656p.

6. NEVES, E. T. Curso de hidráulica.9. ed. Porto Alegre: Editora Globo. 1989.577p.

104

Hidrologia Código 1703128 Carga Horária Teórica: 50h

04 créditos Carga Horária Prática: 10h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Ciclo hidrológico. Bacias hidrográficas. Hidrometeorologia. Precipitação, Interceptação, Infiltração, Evapotranspiração. Escoamento superficial. Medição de vazão. Vazões de enchentes. Hidrograma unitário. Águas subterrâneas. Bibliografia Básica

1. Pimentel, Luciene. Hidrologia Engenharia e Meio Ambiente. Disponível em: Minha Biblioteca, GrupoGEN,2015.

2. Fernando Dornelles, Walter Collischonn. Hidrologia para engenharias e ciências ambientais. ABRH.2015.

3. Pinto, N. S. Letal. Hidrologia Básica. São Paulo: Blucher, 1976. 18ª reimpressão. 2017. Link: https://plataforma.bvirtual.com.br /Leitor/Publicacao/177/677/pdf/0 Bibliografia Complementar

1. Oliveira, D. B. (org.) Hidrologia. São Paulo: Pearson Education. 2017 Link: https://plataforma.bvirtual.com.br /Leitor/Publicacao/127458/pdf/0

2. A. Mattos. Hidrologia. 1. EDUSP. 1972 UNIVERSIDADEFEDERALDAPARAÍBA CENTRODETECNOLOGIA DEPARTAMENTODEENGENHARIACIVILEAMBIENTAL

3. Garcez, L.N., Alvarez, G.A. Hidrologia. 2ª Ed. São Paulo: Blucher, 1988. Link: https://plataforma.bvirtual.com.br /Leitor/Publicacao/177 687/pdf/0.

4. Linsley, R.K. e Franzini, J.B. “Engenharia de Recursos Hídricos”,.EDUSP,1978.

5. Righetto, A.R. “Hidrologia e Recursos Hídricos”, São Carlos, EESC-USP/ABRH,1998.

6. TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 2.ed. Porto Alegre: UFRGS, 1997. 943p. (Coleção ABRH de Recursos Hídricos v.4).

105

Saúde e Saneamento Ambiental Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Saúde Ambiental: definição, qualidade de vida e meio ambiente. Saúde pública: conceitos; controle de vetores; noções de vigilância em saúde; efeitos dos poluentes sobre a saúde do homem, animais e vegetais. Saneamento da habitação. Saneamento de unidades escolares, hospitais e locais de recreação. Saneamento de alimentos. Saneamento em situações de emergência e desastres. Impactos da saúde no contexto social, econômico e ambiental. Medidas e aparato legal do saneamento no meio urbano, periurbano e rural. Sistemas de Informação relacionados à Saúde e ao Saneamento. Abordagens do desenho universal nos serviços do saneamento ambiental à luz do Estatuto da Pessoa com Deficiência, Lei 13.146 de 06 de Julho de 2015. Atividades de extensão. Bibliografia Básica

1. PHILIPPI Jr. Arlindo. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamentos para desenvolvimento sustentável. Coleção Ambiental. Editora Manole;2ªedição,2017.

2. Pompeo, Raquel; Samways, Guilherme. Saneamento Ambiental. Editora: InterSaberes; 1ªedição,2020.

3. Valentim, Luiz Sérgio Ozório; Nardocci, Adelaine Cassia; Gouveia, Nelson. Áreas Contaminadas e Saúde. Editora dos Editores;1ªedição,2021 Bibliografia Complementar

1. Bezerra, Thiago Pires. Silva, Tarcisio Cabral. Condições de moradia e de saneamento básico em domicílios atendidos pelo programaP1MCnoSemiáridodo Estado da Paraíba. Dissertação de Mestrado,

2018. UFPB.

2. Farias, Pedro Augusto Silva Sabino de. Infraestrutura Baseada em Energia Renovável para Saneamento Ambiental. João Pessoa Editora Idea, 2014. ISBN: 978-85-7539-941-5.

3. FUNASA. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Saneamento.5ª edição.2019.545.

4. PHILIPPI Junior, Arlindo. Gestão do Saneamento Básico: Abastecimento de água e esgotamento sanitário. Coleção Ambiental.Editora:Manole,2012.

5. Rocha, Aristides Almeida. Histórias do saneamento. São Paulo. Editora: Blucher, 1ª edição,2016.

106

Direito Ambiental Código 1501206 Carga Horária Teórica: 50h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 10h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Direito Público Ementa: Introdução ao direito. O verdejar do Direito, perspectiva Internacional e brasileira; Direito Internacional do Meio Ambiente, marcos históricos e princípios; Regime da Mudança Climática (ou outro regime Internacional de Proteção). Direito Constitucional Ambiental brasileiro; Desdobramento estadual e municipal. Lei da Política Nacional do Meio Ambiente: Sistema Nacional do Meio Ambiente; Instrumentos Administrativos de proteção ambiental. Responsabilidade por danos ao meio ambiente; Instrumentos Jurisdicionais de proteção ambiental; Direito ao Saneamento; Regimes se proteção especializada: o regramento das Unidades de Conservação; A gestão das águas: A água na Constituição Federal de 1988; A Lei Federal 9.433/97. Bibliografia Básica AMORIM, João Alberto Alves Amorim. Direito das águas: o regime jurídico da água doce no direito internacional e no direito brasileiro. Lex. ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito Ambiental. Lumen Juris. BOTHE, Michael. Environment, Development, Resources. Recueil des cours FARIAS, Talden; TRENNEPOHL. Direito Ambiental Brasileiro. Revista dos Tribunais. Bibliografia Complementar CUSTÓDIO, Helita Barreira. Responsabilidade Civil por Danos ao Meio Ambiente. Millennium. FARIAS, Talden; COUTINHO, Francisco Seráphico da Nóbrega (coord.). Direito Ambiental – O meio ambiente e os desafios da contemporaneidade. Fórum. FURLAN, Anderson; FRACALOSSI, William. Direito Ambiental. Forense CARVALHO, Délton Winter de. Dano ambiental futuro: a responsabilização civil pelo risco ambiental. 2. ed. Livraria do Advogado, 2013. DERANI, Cristiane. Direito Ambiental Econômico. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. DIAS, Edna Cardozo. Direito ambiental no Estado democrático de direito. Fórum, 2013. FARIAS, Paulo José Leite. Competência federativa e proteção ambiental. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor.

107

Química Ambiental Aplicada Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

02 créditos

Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Química Ementa: Segurança em laboratórios de análise química; introdução a técnicas de laboratório. Erros em Química Analítica: precisão, exatidão e apresentação de resultados analíticos. Técnicas de amostragem, preservação de amostra e métodos de análise (volumetria, métodos espectrofotométricos e cromatográficos). Análises físicas e químicas de água, solo e ar. Bibliografia Básica LENZI, E.; FAVERO, L.O.B.;LUCHESE, E.B. Química da Água. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. LENZI, E.;FAVERO, L.O.B. Química da Atmosfera. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. SPIRO, T.G;STIGLIANI, W.M. Química Ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2009. Standard methods for the examination of water and waste water. 21. ed.APHA – American Public Health Association; AWWA – American Water Works Association; WEF – WaterEnvironment Federation, 2005. WASHINGTON, D.C. EMBRAPA. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes. 2. ed. Brasília, 2009. Bibliografia Complementar GOYAL, S. K. Comparison of two manual methods of nitrogen dioxide determination in ambientair. Environmental monitoring and assessment, vol. 89, no 3, p. 305- 14, dez., 2003. UGUCIONE, C.; GOMES NETO, J.A.; CARDOSO, A.A. Método colorimétrico para determinação de dióxido de nitrogênio atmosférico com pré-concentração em coluna de C-18. Quím. Nova, Vol. 25, no.3, São Paulo, 2002.

108

Poluição Ambiental Código NOVO Carga Horária Teórica: 35h

03 créditos Carga Horária Prática: 10h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Poluição da água; do solo; do ar; sonora; visual; luminosa; térmica; química; biológica; radioativa; oceânica, entre outras. Importância e extensão dos problemas de poluição. Principais poluentes, suas características, fontes, rotas de aporte e efeitos no ambiente/sociedade. Critérios e padrões de emissão de poluentes. Enquadramento e classificação do recurso natural em função do uso. Indicadores ambientais. Técnicas e metodologias para análise de parâmetros de interesse ambiental. Práticas laboratoriais: análises da água, do solo, medição do ruído e detecção de gases no ambiente. Atividades de extensão. Bibliografia Básica

1. Braga, B. et al. Introdução à engenharia ambiental.3ª edição. Bookman. 2021.

2. Davis, M. e Masten, S. Princípios de engenharia ambiental. 3ª edição. AMGH.2016.

3. Derísio, J.C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 5ª edição. SIGNUS. 2017.

4. Maria Calijuri e Davi Gasparini. Engenharia ambiental- conceitos, tecnologias e gestão. 2aedição. GEN LTC.2019.

5. Mota, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 6ª edição. ABES. 2020 Bibliografia Complementar

1. BRASIL-Ministério do Meio Ambiente (MMA). Agência Nacional de Águas. Panorama do enquadramento dos corpos de água. Brasília, DF: Cadernos deRecursosHídricos.2005.

2. Claudinei Guimarães. Controle e Monitoramento de Poluentes Atmosféricos. 1ª edição. ELSEVIER. 2016.

3. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Guidelines for drinking-water quality.4ªedição.GENEVA.2011.

4. Piveli, R. P.e Kato, M. T. Qualidade das águas e poluição: aspectos físico-químicos.1ª edição. ABES. 2006.

5. Mota, S. Urbanização e meio ambiente. ABES. 2011

109

Introdução à Programação Código 1107136 Carga Horária Teórica: 30h

04 créditos Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Informática Ementa: Histórico das linguagens de programação. Descrição e construção de algoritmos. Metodologia de programação. Introdução à uma linguagem de programação moderna: tipos elementares e compostos de dados; operadores; expressões e funções; mecanismos de passagem de parâmetros; variáveis e comandos; procedimentos; recursividade; tipos definidos pelo programador e tipos abstratos de dados; noções de estruturas dinâmicas de dados. Aplicações práticas. Bibliografia Básica 1.U. Oliveira. Introdução à programação: aprendendo a programar usando pseudo linguagem e C. ISBN-13: 978-8592121303. 2019;

2. J. A. N. G. Manzano e J. F. Oliveira. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 29a Edição. Érica. 2019. 3.NORTON, Peter; RATTO, Maria Claudia Santos Ribeiro; ANTUNES, Álvaro Rodrigues. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Makron Books, c1996, c1997, 2008, 2010, 2011. 619p. ISBN: 9788534605151. Bibliografia Complementar

1. U. Oliveira. Programando em C: a biblioteca padrão de C. Volume 2. Ciência Moderna. 2010;

2. H. Farrer et al. Programação estruturada de computadores – algoritmos. 3a Edição. LTC. 1999; 3.Introdução à Programação - Ulysses Oliveira - Ed Universitária

4. J. C. Pereira; L. Andrade e E. Rocha-Filho. Introdução à linguagem de programação C. UFPB. 2015; 5.U. Oliveira. Programando em C: fundamentos. Volume 1. Ciência Moderna. 2008;

110

SEXTO PERÍODO Sistema de Abastecimento de Água Código 1703216 Carga Horária Teórica: 45h

04 créditos

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Partes componentes dos sistemas de abastecimento de água. População de projeto. Consumo de água e vazões de dimensionamento. Captação de águas superficiais e subterrâneas. Adutoras. Estações elevatórias de água. Noções de tratamento de água. Reservatórios de distribuição. Redes de distribuição de água. Perdas em sistemas de abastecimento de água. Elaboração de projetos. Bibliografia Básica

1. Heller, L., Pádua, V. L. 2016. Abastecimento de Água para Consumo Humano. 3ª Edição. Editora UFMG. 870p.

2. Tsutiya, M. T. Abastecimento de Água. 3ªEdição.DepartamentodeEngenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.2006

3. Gomes, H. P. 2021. Sistemas de Abastecimento de Água. 2ª Edição. Editora Universitária –UFPB.465p.

4. Bezerra, S.T.M., Cheung, P.B. 2021. Perdas de Água: Tecnologias de Controle. 1ª Edição. Editora Universitária–UFPB. Bibliografia Complementar

1. Gomes, H. P. Abastecimento de água para consumo humano. 3ª Edição. Editora Universitária– UFPB,2016.

2. Raminelli, L.K. Hidráulica e Planejamento aplicados ao saneamento [livro eletrônico].Curitiba: Intersaberes.2021.

3. Shammas, N.K., Wang, L.K. Abastecimento de água e remoção de resíduos. Tradução Luiz Claudio de Queiroz Faria – 3ªed., Rio de Janeiro: LTC,2018

4. NBR12211-Estudos de concepção de sistemas públicos de abastecimento de água- Procedimento. Associação BrasileiradeNormasTécnicas.1992.

5. NBR12212-Projeto de poço tubular para captação de água subterrânea — Procedimento. Associação Brasileira de NormasTécnicas.2017.

6. NBR12213-Projetodecaptaçãode água de superfície para abastecimento público- Procedimento. Associação BrasileiradeNormasTécnicas.1992.

7. NBR12214-Projeto de estação de bombeamento ou de estação elevatória de água — Requisitos. Associação Brasileira de Normas Técnicas.1992.

8. NBR12215-Projeto de adutora de água. Associação Brasileira de Normas Técnicas.2017.

9. NBR12216-Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público Procedimento. Associação Brasileira de NormasTécnicas.1992.

10. NBR12217-Projeto de reservatório de distribuição de água para abastecimento público Procedimento. Associação Brasileira de NormasTécnicas.1994.

11. NBR 12218-Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público — Procedimento. Associação Brasileira de NormasTécnicas.2017.

111

Mecânica dos Solos I Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

04 créditos Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Origem e formação dos solos. Propriedades das partículas sólidas dos solos. Índices físicos dos solos. Granulometria. Limites de consistência. Sistemas de classificação. Compactação. Permeabilidade. Tensão devida ao peso próprio. Medidas de resistência. Compressibilidade. Investigação do subsolo. Ensaios de laboratório. Bibliografia Básica

1. Caputo, Homero, P. et al. Mecânica dos Solos e suas Aplicações - Fundamentos - Vol. 1, 7ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2015.

2. Caputo, Homero, P. et al. Mecânica dos Solos e suas Aplicações - Fundamentos - Vol. 3, 7ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2015.

3. Murrieta, Pedro. Mecânica dos Solos. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.

4. SOUZA Pinto, C. (2006) Curso Básico de Mecânica dos Solos (16Aulas) 3º Edição. Editora Oficina de Textos.189p.

5. MASSAD, Faiçal. (2020). Mecânica dos Solos Experimental. Oficina de Textos Bibliografia Complementar

1. Barnes, Graham. Mecânica dos Solos- Princípios e Práticas. Disponível em: Minha Biblioteca, GrupoGEN,2016.

2. CRAIG, R.F. (2013). Mecânica dos Solos. LTC.

3. BARNES, S. T.(2016). Mecânica dos Solos–princípios e práticas.

4. DAS, B. M. (2007). Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Thomsom Learning, tradução da 6 edição norte-americana, São Paulo.

5. Knappett, J., A. e R. F. Craig. Craig | Mecânica dos Solos, 8ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, GrupoGEN,2014.

6. VARGAS, M. Introdução a Mecânica dos Solos. M. Grow Hill

7. ORTIGÃO, J. A. R. (2007). Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. TERRATEK 3 edição.

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Cálculo Numérico Código GDCOC0072 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Computação Científica Ementa: Erros. Métodos de solução de equações. Solução de Sistemas Lineares. Interpolação. Integração numérica. Métodos de solução numérica de Equações Diferenciais Ordinárias. Ajuste de Curvas. Bibliografia Básica BOYCE, W., DIPRIMA, R., Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno, 10a edição, LTC, 2018, ISBN 9788521627357. BURDEN, R. L., FAIRES, J. D.. Análise Numérica, tradução da 8a edição norte- americana, Cengage Learning. 2011, ISBN 9788522123407. BURIAN, R., LIMEA, A. C. de, HETEM Junior, A., HETEM Junior, A. Cálculo Numérico. Editora LTC, 2007, ISBN 9788521615620. CHAPRA, S. C. Métodos numéricos aplicados com MATLAB para engenheiros e cientistas. 3.ed. Porto Alegre: AMGH, 2013, ISBN 9788580551761. RUGGIERO, M. A. G; LOPES, V. L. R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2.ed. São Paulo: Pearson, 2014 Bibliografia Complementar BALTHAZAR, J. M., BRASIL, REYOLANDO M. L R. F, GOIS, W. Métodos numéricos e computacionais na prática de engenharias e ciência. Editora Blucher, 2015, ISBN 9788521209348.

2. BROWN, M. Métodos Numéricos: Fundamentos e Implementação Computacional. Editora GEN LTC, 2017, ISBN 9788535287264.

3. GILAT, Amos. Matlab com aplicações em engenharia. Editora Bookman, 2012, ISBN 9780470767856.

4. CANALE, Raymond P et al. Métodos numéricos para engenharia. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. xvii, 846 p. ISBN: 9788580555684.

5. ARENALES, Selma; DAREZZO FILHO, Artur. Cálculo numérico:aprendizagem com apoio de software. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Cengage Learning, 2017. 471 p. ISBN: 978852211287613, 852211287810.

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Introdução à Limnologia Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Importância da Limnologia na sociedade. Gênese de ecossistemas lacustres. Características, compartimentos e comunidades de águas continentais. Etapas do metabolismo aquático. Propriedades físicas e químicas da água com práticas em laboratório. Eutrofização artificial. Autorregulação de ecossistemas limnéticos. Relações hidro-ecológicas dos sistemas aquáticos. Impactos, manejo e conservação dos ecossistemas aquáticos continentais. Bibliografia Básica BEGON, Michael; TOWNSEND, Colin R.; HAPER, John L. Ecologia: de individuos a ecossistemas. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2009. E-book. ISBN 9788536309545. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536309545/. Acesso em: 17 nov. 2022. ESTEVES, Fernando de Assis. Fundamentos de Limnologia. [Rio de Janeiro, RJ]: Editora Interciência, 2011. PINTO-COELHO, Ricardo M. Fundamentos em ecologia. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2000. E-book. ISBN 9788536310978. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536310978/. Acesso em: 07 nov. 2022. Bibliografia Complementar TUNDISI, J. G. E TUNDISI, T. M. Limnologia. São Paulo, Oficina de Textos. 632 p. 2008. WETZEL, R.G. Limnology. W.B. Saunders Co., Philadelphia. 743p. 1975.

114

Princípios de Microeconomia Código: PSAE00265 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Economia Ementa: Introdução e Princípios de Economia. Oferta, Demanda e Equilíbrio. Elasticidade. Excedente do Produtor. Excedente do Consumidor. Eficiência. Introdução à Teoria do Consumidor. Introdução à Teoria da Firma. Estruturas de Mercado. Bibliografia Básica KRUGMAN, Paul.; Well, Robin. Introdução à Economia. 3. ed. Rio de Janeiro: Grupo Gen, 2021. MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. 4. ed. (Tradução da 8. ed. Norte-Americana) Cengage Learning, 2020. PINHO, Divas B.; VASCONCELLOS, Marcus A. S. de; TONETO JR. Rudinei (Orgs.). Manual de Economia. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. SAMUELSON, Paul A. NORDHAUS, William D. Economia. 19. ed. Grupo A, 2012. Bibliografia Complementar ACEMOGLU, D.; LAIBSON, D.; LIST, D. Economics. Pearson, 2015. PINDYCK, Robert S.; RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. 7a ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. 7a ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. VASCONCELLOS, M. A. S. e OLIVEIRA, R. G. Microeconomia. 2a ed. São Paulo: Atlas, 2006.

115

Sistemas de Informações Geográficas Código 1102246 Carga Horária Teórica: 54h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 6h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Análise espacial como base para estudos ambientais. Sistemas de Informações Geográficas (SIGs): definições, origem, histórico, componentes, características e funcionalidades. Definição e tipos de dados espaciais. Estrutura de representação de dados espaciais nos SIGs. Formas de entrada de dados espaciais em ambiente digital. Simbologia, temporalidade, atributos e metadados de dados espaciais. Criação, consulta e edição de bancos de dados espaciais. Cálculo de atributos. Cálculo de medidas lineares e de áreas. Operações de análise espacial sobre dados geográficos. Álgebra de mapas. Análise e edição de topologia de dados vetoriais. Análise integrada envolvendo dados vetoriais e matriciais. Cruzamento de camadas de dados espaciais. Aplicações de SIG em estudos ambientais. Bibliografia Básica CÂMARA, G.; MONTEIRO, A. M. V. Conceitos Básicos em Ciência da Geoinformação. Disponível em: http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/cap2-conceitos.pdf. São José dos Campos: INPE. 2001. CÂMARA, G.; MONTEIRO, A. M. V. Introdução à Ciência da Geoinformação. Disponível em: https://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/. São José dos Campos: INPE. 2014. CASANOVA, M., CÂMARA, G., DAVIS, C., VINHAS, L., QUEIROZ, G.R. Bancos de Dados Geográficos. Curitiba: MundoGEO, 2005. Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/bdados/index.html>. FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160p. IBRAHIN, F. I. D. Introdução ao geoprocessamento ambiental. São Paulo: Erica, 2014. Bibliografia Complementar FLORENZANO, T. G. Geotecnologias na Geografia Aplicada: difusão e acesso. Revista do Departamento de Geografia, 17, pp. 24-29, 2005. LONGLEY, P. A. Sistemas e ciência da informação geográfica. 3. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. MIRANDA, J. I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Brasília: Embrapa, 2005. SILVA, R.M. Introdução ao Geoprocessamento: conceitos, técnicas e aplicações. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2010. TROMBETA, L. R. A.; OLIVEIRA, L. F. R.; PELINSON, N. S.; SANTOS, F. M. Geoprocessamento. Porto Alegre: SAGAH, 2020.

116

Energia e Meio Ambiente Código 1703231 Carga Horária Teórica: 45h

03 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Fontes tradicionais, alternativas e renováveis de energia. Panorama da matriz energética mundial e brasileira. Impactos ambientais relacionados à cadeia de produção de energia: Combustíveis fósseis, Nuclear, Hidroelétrica, Eólica, Solar, Biomassa, Geotérmica, Hidrogênio e Maremotriz. Mudanças climáticas e o setor energético: oferta e demanda. Sustentabilidade energética: conceitos e casos de estudo. Atividades de extensão. Bibliografia Básica

1. Philippi Jr, Arlindo; Reis, Lineu Belico dos (Editores). Energia e sustentabilidade. Barueri: EditoraManole,2016.1088p.,1ª edição.ISBN9786555761313.

2. Santos, Marco Aurélio dos (Organizador) Fontes de Energia Nova e Renovável. Rio de Janeiro: LTC,

2013. 216 p., 1ª edição.ISBN978-85-216-2474-5.

3. Hinrichs, Roger A.; Kleinbach, Merlin; Reis, Lineu Belico dos. Energia e meio ambiente. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2014. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. Tradução da 5ª ed. Norte americana. 784 p. ISBN 9788522116881. Bibliografia Complementar

1. Reis, Lineu Belico dos; Fadigas, Eliane A. F. Amaral; Carvalho, Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 3ª edição. Barueri: Editora Manole, 2019., 400 p. ISBN 9788520456828.

2. Ayres, Robert U.; Ayres, Edward H. Cruzando a Fronteira da Energia: dos combustíveis fósseis para um futuro de energia limpa. Porto Alegre: Bookman, 2012. 252 p. ISBN 9788540701809.

3. Moreira, José Roberto Simões (Organizador). Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética. Rio de Janeiro:LTC,2021.2ªedição,520p. ISBN9788521636816.

4. Santos, A. S.P.; Ohnuma Jr., A. A. (Organizadores). Engenharia e Meio Ambiente–Aspectos Conceituais e Práticos [recurso eletrônico]. 1ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2021. 304 p. ISBN: 978-852163-627-4.

5. Erick Costa Bezerra et al. Conversão de energia. [recurso eletrônico]. Revisão técnica: Rodrigo Rodrigues. – Porto Alegre: SAGAH, 2018.Editado também como livro impresso em2018. ISBN 978-85 9502-547-9.

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SÉTIMO PERÍODO Ecologia Aplicada à Engenharia Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Formas ecológicas de manutenção de equilíbrio ecossistêmico em ambientes aquáticos e terrestres. Ecologia aplicada na agricultura e pecuária. Ecologia aplicada na aquicultura. Tecnologias ecológicas de Tratamentos de Resíduos. Ecologia aplicada no reuso de água. Biorremediação e suas aplicações. Sistemas produtivos de “emissão zero”. Ecologia aplicada em áreas urbanas para a criação de cidades sustentáveis. Bibliografia Básica HOLMGREN, D. Os fundamentos da permacultura. 2007. 27 pg. https://www.fca.unesp.br/Home/Extensao/GrupoTimbo/permaculturaFundamentos.pdf OLIVEIRA, F.M.F. Restauração de ecossistemas aquáticos a partir da biorremediação. Tese de doutorado. Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente. Universidade Federal da Paraíba.

2020. 253 p PAES, W. M. ; CRISPIM, M.C. ; FURTADO, G. D. Uso de tecnologias ecológicas de saneamento básico para solução de conflitos socioambientais. Gaia Scientia (UFPB), v. 8, p. 226-247, 2014. Bibliografia Complementar CARVALHO, N.L.; PIVOTO, T.S. Ecotoxicologia: conceitos, abrangência e importância agronômica. Monografias Ambientais.v. 2 (2): 176 –192. 2011 FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Caderno FGV Projetos. Cidades Sustentáveis. 13(32).2018. 366p. ISSN 19844883 GOTSCH, E. Homem e Natureza: Cultura na Agricultura. Gráfica Editora. 2a. Ed.Recife. 1997. 12pg LACERDA, F.; NAVONI, J. A.; AMARAL, V.S. BIORREMEDIAÇÃO: educação em saúde e alternativas à poluição ambiental. IFRN. Natal. 2019. 80 p. OSTROUMOV, S.A. Inhibitory analysis of top-down control: new keys to studying eutrophication, algal blooms, and water self-purification. Hydrobiologia 469:117-129. 2002 PADOVAN, M. P. Adubação verde: uma prática 3 eficiente e econômica para recuperar, manter e melhorar a capacidade produtiva de solos. . 2010. http://ocorreionews.com.br/v4/index.php? option=com_content&view=article&id=3572:adubacao-verde-uma-pratica-eficiente-e-economica-pararecuperar-manter-emelhorar-a-capacidade-produtiva-de-solos&catid=43:agricultura&Itemid=124 – Acesso em 21 de Setembro de 2010 14:03 PAROLIN, Pia; WITTMANN, F.; SCONGART, J. e PIEDADE, M. T. F. Amazonian várzea forests: adaptive strategies of trees as tools for forest management. Ecología Aplicada, v. 3 (1,2): 180-184.2004. PIOLLI, A.L.; CELESTINE, R.M.; MAGON, R. Teoria e prática em recuperação de áreas degradadas: plantando a semente de um mundo melhor. Apostila. Secretaria do Meio Ambiente. S. Paulo. 55 pp s/d. link de acesso: https://jbb.ibict.br/bitstream/1/559/1/2004_manual%20de%20recupera %c3%a7%c3%a3o%20de%20areas%20degr.pdf SEZERINO, P.H.; PELLISSARI, C. Wetlands construídos como ecotecnologia para o tratamento de águas residuárias: experiências brasileiras (recurso eletrônico). 1.ed. - Curitiba: Brazil Publishing 2021 VERA, G.; TAM, J.; PINTO, E. Ecotoxicological effects of crude oil, diesel 2 and querosene on the population growth of the microalgae chaetoceros gracilis schutt. Ecologia aplicada.V. 8 (1). 2009

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Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

04 créditos

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Efeitos da urbanização na drenagem urbana. Evolução do conceito de drenagem urbana. Sustentabilidade na drenagem urbana. Medidas de controle do escoamento. Microdrenagem e macrodrenagem: conceitos e dimensionamento. Bacias de detenção e retenção. Controle do escoamento na fonte. Infraestrutura verde e soluções baseadas na natureza. Gerenciamento da drenagem urbana. Aspectos legais e de qualidade das águas urbanas. Elaboração de projeto. Bibliografia Básica

1. Miguez, Marcelo Gomes; Veról, Aline Pires; Rezende, Osvaldo Moura. Drenagem Urbana- Do Projeto Tradicional à Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier,2015.1ªed.,384p. ISBN 9788595155695.

2. Botelho, Manoel Henrique C. Águas de chuva: Engenharia das Águas Pluviais nas Cidades. 4ª edição. São Paulo:Editora Blucher,2018,344p. ISBN9788521212287.

3. Stein, Ronei Tiago; Santos, Franciane Mendonça dos; Pelinson, Natália de Souza; Schoenell, Elisa Kerber; Botelho, Lúcio Antônio Leite Alvarenga; Silva, Ludymyla Marcelle Lima; Machado, Vanessa de Souza. Hidrologia e Drenagem. Porto Alegre:SAGAH,2021.188p. ISBN9786556902760. Bibliografia Complementar

1. Gribbin, John E. Introdução a Hidráulica, Hidrologia e Gestão de Águas Pluviais. Tradução da 4ª edição norte-americana. São Paulo: CengageLearningBrasil,2014,526 p.ISBN9788522116355.

2. Pellegrino, Paulo;Moura,Newton Becker(org.).Estratégias para uma infraestrutura verde. Barueri: EditoraManole,2017.318p. ISBN 9788520462287.

3. Canholi, Aluísio Pardo. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,2009,384p. ISBN:978-85 86238-43-7.

4. Baptista, Márcio; Nascimento, Nilo; Barraud, Sylvie. Técnicas compensatórias em drenagem urbana. Porto Alegre: ABRH, 2ª edição,2015,318p. ISBN:978-85 88686-31-1.

5. Barbosa Júnior, Antenor Rodrigues. Elementos de hidrologia aplicada. [recurso eletrônico). São Paulo: Blucher. 1a edição. 2022. 420 p. ISBN9786555060805

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Sistema de Esgotamento Sanitário Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

04 créditos

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Classificação e Partes Constituintes de Sistemas de Esgotamento Sanitário. Estudo de Concepção e Projetos de Sistemas de Esgotamento Sanitário. Caracterização qualitativa e quantitativa dos esgotos. Projeto, Orçamento, Construção e Operação de Rede Coletora de Esgotos. Projeto de Interceptores e Emissários. Projeto e Operação de Estações Elevatórias de Esgoto. Projeto e Operação de Sifões Invertidos. Introdução ao Tratamento de Esgoto Doméstico. Elaboração de Projetos. Bibliografia Básica

1. Nuvolari, Ariovaldo; Telles, Dirceu D'Alkmin. Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. São Paulo: Edgard Blücher, 2009. 520 p. ISBN: 978-85-21203-14-8.

2. Mendonça, Sergio Rolim; Mendonça, Luciana Coêlho. Sistemas Sustentáveis de Esgotos: Orientações Técnicas para Projeto e Dimensionamento de redes coletoras, emissários, canais, estações elevatórias, tratamento e reúso na agricultura. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca] 2ª edição. São Paulo: Edgard Blucher,2017. 364 p. ISBN:978-85-212 0961-4.

3. Tsutiya, Milton Tomoyuki; Além Sobrinho, Pedro. Coleta e transporte de esgoto sanitário.1ª Edição. São Paulo: Edusp.1999. Bibliografia Complementar

1. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9648: Estudo de concepção de sistemas de esgoto sanitário- Procedimento. Rio de Janeiro, 5 p. 1986.

2. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9649: Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário Procedimento. Rio de Janeiro, 7 p. 1986.

3. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 12207: Projeto de interceptores de esgoto sanitário. Rio de Janeiro, 4 p. 2016.

4. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 12208: Projeto de estação de bombeamento ou de estação elevatória de esgoto — Requisitos. Rio de Janeiro, 42 p. 2020.

5. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 16682: Projeto de linha de recalque para sistema de esgotamento sanitário - Requisitos. Rio de Janeiro, 22 p. 2018.

6. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14486: Sistemas enterrados para condução de esgoto sanitário – Projeto de redes coletoras com tubos de PVC. Rio de Janeiro, 19 p. 2000.

7. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 17015: Execução de obras lineares para transporte de água bruta e tratada, esgoto sanitário e drenagem urbana, utilizando tubos rígidos, semirrígidos e flexíveis. Rio de Janeiro, 114 p. 2022.

8. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 16085: Poços de visita e inspeção pré-moldados em concreto armado para sistemas enterrados—Requisitos e métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 17 p. 2020.

9. Libardi Júnior, Nelson. Sistemas de tratamento para águas e efluentes. [recurso eletrônico disponível na base digital Pearson]. 1ª edição. Curitiba: Contentus, 2020. 55 p. ISBN: 978-65 5745-283-7.

10. Bittencourt, Claudia; de Paula, Maria Aparecida Silva. Tratamento de água e efluentes: fundamentos de saneamento ambiental e gestão de recursos hídricos. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca].1ª edição. São Paulo: Érica, 2014. 185 p. ISBN: 978-85-365-2177-0.

11. Philippi Júnior, Arlindo; Galvão Junior, Alceu de Castro. Gestão do saneamento básico: abastecimento de água e esgotamento sanitário. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca].1ª edição. Barueri, SP: Manole, 2012. 1153 p. ISBN: 978-85-204-4412-2.

12. Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Saneamento. 5ª edição. Brasília: Funasa, 2019. 545 p. ISBN 978-85-7346 060-5. Disponível em: Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

13. Conterato, Eliane; Stein, Ronei Tiago; Espartel, Lélis; Eltz, Magnum Koury de Figueiredo. Saneamento. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. 1ª edição. Porto Alegre: SAGAH, 2018. 212 p. ISBN: 978 85-9502-477-9.

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Recuperação de Áreas Degradadas Código 1106252 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Degradação Ambiental: conceitos e fontes. Recuperação, Restauração e Reabilitação. Recuperação física, química e biológica. Ecologia da Restauração e ecossistemas de referência. Conceitos e técnicas para a Restauração Florestal. Recuperação de Ambientes Aquáticos. Diagnóstico, Planejamento, Monitoramento e Avaliação de Áreas Degradadas. Plano de Recuperação de Áreas Degradadas e estudos de caso. Bibliografia Básica BAPTISTA, Márcio; PÁDUA, Valter Lúcio D. Restauração de Sistemas Fluviais. [Digite o Local da Editora]: Editora Manole, 2016. E-book. ISBN 9788520436844. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520436844/. Acesso em: 17 nov. 2022. BRADY, Nyle C.; WEIL, Ray R. Elementos da Natureza e Propriedades dos Solos. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2013. E-book. ISBN 9788565837798. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788565837798/. Acesso em: 17 nov. 2022. STEIN, Ronei T.; MACHADO, Vanessa de S.; FLORIANO, Cleber; MIRANDA, Thais. Recuperação de áreas degradadas. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788595021372. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595021372/. Acesso em: 17 nov. 2022. TOWNSEND, Colin R.; BEGON, Michael; HARPER, John L. Fundamentos em Ecologia. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2011. E-book. ISBN 9788536321684. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536321684/. Acesso em: 17 nov. 2022. Bibliografia Complementar BRANCALION, Pedro Henrique S.; RODRIGUES, Ricardo Ribeiro; GANDOLFI, S. Restauração Florestal. Editora Oficina de Textos; 1ª edição. 432 p. 2015. MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de Áreas Degradadas - 5a Edição Atualizada. Editora Aprenda Fácil. 230 p. 2021. RODRIGUES, EFRAIM. Ecologia da Restauração. Editora Planta; 1a edição. 300p. 2013.

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Gestão de Resíduos Sólidos Código NOVO Carga Horária Teórica: 50h

04 créditos Carga Horária Prática: 10h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Aspectos de gestão e gerenciamento de resíduos sólidos. Classificação dos Resíduos Sólidos. Caracterização. Geração. Acondicionamento. Coleta. Transporte. Tratamento e disposição final. Monitoramento e Recuperação de áreas degradadas por resíduos sólidos. Resíduos Sólidos Rurais: caracterização e alternativas de tratamento. Atividades de campo e de extensão. Bibliografia Básica

1. BARROS, Raphael Tobias de Vasconcelos. Elementos de Gestão de Resíduos Sólidos. Editora Tessitura. 2012.

2. CANEJO, C. Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. Rio de Janeiro: Freitas Barros,2022.

3. TELLES, D´Alckim. Resíduos Sólidos: gestão responsável e sustentável. São Paulo:Blucher,2022. Bibliografia Complementar

1. Bechara, Erika. Aspectos relevantes da Política Nacional de Resíduos Sólidos: Lei N. 12.305/2010. Editora Atlas, 1ª Edição,2013

2. Lima, Jose Dantas. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. Editora ABES, 1999.

3. MELO, Diógenes Aires de. Aterros de Resíduos: O Uso de Ferramentas de Avaliação com o Apoio Decisório Para a Reabilitação Ambiental–Teoria e Prática. Editora Appris. 1ª edição, 2021.

4. SCHALCH, Valdir, LEITE, Wellington Cyro de Almeida, FERNANDES JÚNIOR, José Leomar, CASTRO, Marcus Cesar Avezum Alves de. Gestão e Gerenciamento de Resíduos Sólidos, 2002.

5. SILVEIRA, A. L. da; Gestão de resíduos sólidos: cenários e mudanças de paradigmas. Curitiba: Intersaberes, 2018.

122

Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I (ACET I) 04 créditos Código: DADM00266 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Administração Ementa: Fundamentos conceituais da Administração e das organizações. A evolução do pensamento em Administração. Ambiente organizacional. Processo decisório e tomada de decisão em Administração. Atividades do processo gerencial (planejamento, organização, direção e controle). Principais funções organizacionais. Tópicos e vivências contemporâneas em Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas (gestão de conflitos, negociação, empreendedorismo, tendências gerenciais). ATIVIDADE EXTENSIONISTA. Bibliografia Básica Daft, R. L. (2002). Organizações: teoria e projetos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Robbins, S. O., & Decenzo, D. A. (2004). Fundamentos da Administração: conceitos essenciais e aplicações. Rio de Janeiro: Prentice-Hall. Sobral, F., & Peci, A. (2008). Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice-Hall. Bibliografia Complementar Dennis, P. (2007). Produção Lean simplificada. 2. ed. Porto Alegre: Bookman. Feigenbaum, A. V., & Feigenbaum, D. S. (2003). O poder do capital gerencial. Rio de Janeiro: Qualitymark. Hall, R. H. (2004). Organizações: estruturas, processos e resultados. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. Kaplan, R. S. & Norton, D. P. (2008). A Execução Premium: a obtenção de vantagem competitiva através do vínculo da estratégia com as operações do negócio. Rio de Janeiro: Elsevier. Mintzberg, H. (2009). Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. São Paulo: Atlas. Pande, P. S., Neuman, R. P., & Cavanagh, R. R. (2001). Estratégia Seis Sigma: como a GE, a Motorola e outras grandes empresas estão aguçando seu desempenho. Rio de Janeiro: Qualitymark.

123

OITAVO PERÍODO

Modelagens de Sistemas Ambientais Código 1703237 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Modelos matemáticos: classificação, usos, objetivos e princípios usados na formulação. Parâmetros e variáveis. Leis e equações básicas: continuidade, energia, quantidade de movimento. Mecanismos de transferência de massa. Equilíbrio e cinética de reações. Modelagem de qualidade de água: sistemas com mistura completa, modelo de dispersão de poluentes, modelo de autodepuração. Modelagem chuva vazão. Calibração e validação de parâmetros. Avaliação de resultados de modelos. Bibliografia Básica

1. Tucci, C. E. Morelli. Modelos Hidrológicos. Editora UFRGS. 2005.

2. Sperling, M. V. Estudos e Modelagem da Qualidade da Água de Rios. Editora UFMG.2014.

3. Steven C. Chapra. Surface Water-Quality Modeling. Waveland Pr Inc.2008. Bibliografia Complementar

1. Dornelles F., Collischonn, W. Hidrologia para Engenharias e Ciências Ambientais. ABRH.2016.

2. Steven C. Chapra and Raymond P. Canale. Métodos Numéricos para Engenharia. AMGH; 7ª edição, 2016.

3. Potter, M. C.e Wiggert, D. C. Mecânica dos Fluidos. Thomson, 2002.

4. Wainwright, J. and Mulligan, M. Environmental Modelling: Finding Simplicity in Complexity. John Wiley & Sons; 2nd ed., 2013.

5. Antonio Christofoletti. Modelagem de Sistemas Ambientais. Blucher; 1ª edição, 1999.

124

Tratamento de Água Código NOVO Carga Horária Teórica: 40h

04 créditos Carga Horária Prática: 10h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 10h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Parâmetros e padrões de qualidade de água para usos múltiplos. Processos físicos e químicos de tratamento de água para abastecimento: coagulação, floculação, decantação, desinfecção e fluoretação. Projeto, operação e manutenção de estações de tratamento de água. Caracterização, tratamento e disposição final de lodos de estações de tratamento de água. Identificação e tratamento de poluentes emergentes. Atividades de laboratório e de extensão. Bibliografia Básica

1. Di Bernardo, L. et all. Métodos e técnicas de tratamento de água. 3ª edição. LDIBE, 2017.

2. Kerry H. et all. Princípios de tratamento de água.1ª edição. Cengage Learning. 2016.

3. Richter, C.A. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água. 1ª edição. Blucher. 2001.

4. Von Sperling, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 4ª edição. UFMG. 2014. Bibliografia Complementar

1. Piveli, R. P.; Kato, M. T. Qualidade das águas e poluição: Aspectos físico químicos. ABES. 2006.

2. SECKLER, S. Tratamento de água concepção, projeto e operação de Estações de tratamento. 1ª edição. GENLTC.2017.

3. Libardi Júnior, Nelson. Sistemas de tratamento para águas e efluentes. [recurso eletrônico disponível na base digital Pearson]. 1ª edição. Curitiba: Contentus, 2020. 55 p. ISBN: 978-65 5745-283-7.

4. Bittencourt, Claudia; de Paula, Maria Aparecida Silva. Tratamento de água e efluentes: fundamentos de saneamento ambiental e gestão de recursos hídricos. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca].1ª edição. São Paulo: Érica, 2014. 185 p. ISBN: 978-85-365-2177-0.

5. Schorr, Adriano de Souza. Tratamento de Águas e Efluentes. [recurso eletrônico disponível na base Pearson]. 1ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Freitas Bastos,2022. 208 p.I SBN: 978-65-5675 111-5.

125

Estudos de Impacto Ambiental Código 1106215 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Aspectos conceituais de Estudos de Impactos Ambientais. Principais impactos ambientais na sociedade atual (Globais, regionais e locais). Aspectos metodológicos relacionados ao Licenciamento Ambiental no Brasil (EIA, RIMA, AIA). Avaliação sistêmica de impactos ambientais: aspectos ambientais, sociais, econômicos e culturais. Medidas de compensação e mitigação ecológica. Participação popular na prevenção, monitoramento, licenciamento e gestão dos impactos ambientais. Divulgação científica relacionada a impactos ambientais e sociedade (atividade extensionista). Bibliografia Básica GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 4.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006. 416 p. ISBN: 8528608026. SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. 583 p. ISBN: 9788579750908. STEIN, Ronei T. Avaliação de Impactos Ambientais. 2018. 9788595023451. Ebook. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595023451/. Acesso em: 04 ago. 2022. TOMMASI, Luiz Roberto. Estudo de impacto ambiental. São Paulo: CETESB, 1994. 355 p. Bibliografia Complementar BRASIL Ministério Do Meio Ambiente. SNUC Sistema nacional de unidades de conservação da natureza:Lei no 9.985 de julho de 2000, decreto no 4.340, de 22 de agosto de 2002. 6.ed. Brasília: MMA,

2006. 56 p. FIORILLO, Celso Antonio Pacheco; MORITA, Dione Mari. Licenciamento ambiental. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2015. 319 p. ISBN: 9788502625921. Referências complementares: HARARI, Yuval N. Sapiens: uma breve história da humanidade. Porto Alegre: L&PM, 2015. 2020. 459 p. ISBN: 9788525432186. JR., Arlindo P.; RUSCHMANN, Doris Van de M. Gestão Ambiental e 6 Sustentabilidade no Turismo: Editora Manole, 2010. 9788520446553. E-book. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520446553/. Acesso em: 04 ago. 2022. RICKLEFS, Robert E; BUENO, Cecília; LIMA-E-SILVA, Pedro Paulo de. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanagara Koogan, 2011. 546p. ISBN: 9788527716772.

126

Gestão de Riscos e Desastres Ambientais Código 1703235 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: A Terra como sistema. Noções sobre modificação e ocupação do solo urbano e os efeitos sobre o meio ambiente. Conceitos básicos de riscos de desastre. As ações antrópicas no meio ambiente. Mitigação da degradação do meio ambiente. Ações práticas para redução da vulnerabilidade dos desastres ambientais. Recursos para o manejo do meio ambiente. Atividades de extensão. Bibliografia Básica

1. BLAIKIE, P.; CANNON, T.; DAVIS, I.; WISNER, B. Vulnerabilidade: el entorno social, político y económico de los desastres. 1. ed. Colombia: LA RED; ITDG,1996.

2. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC). GIRD+10: caderno técnico de gestão integrada deriscosedesastres.1.ed. Brasília, DF: MDR/SEDEC, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD),2021.153p.

3. BRASIL. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos.Lein°12.608, de 10 de abril de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil- PNPDEC; dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil- SINPDEC e o Conselho Nacional de Proteção e Defesa CivilCONPDEC e dá outras providências. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 10 de abril de 2012.

4. GOUDIE, A. S. The human impact: on the natural environment. 5. ed. Cambridge, MA: MIT Press, 2000.

5. MASKREY, A. (Ed.). Los desastres no son naturales. Colombia: LA RED; ITDG, 1993 UNISDR. United Nations International Strategy for Disaster Reduction. 2009 UNISDR Terminology on Disaster Risk Reduction. Geneva, Switzerland: UNISDR, 2009. Bibliografia Complementar

1. CARDONA, O. D. The need for rethinking the concepts of vulnerability and risk from a holistic perspective: a necessary review and criticism for effective risk management. In: BANKOFF, G.; FRERKS, G.; HILHORST, D. (Eds.). Mapping vulnerability: disasters, development, and people. London:EarthscanPublications,2004. p.37-51.

2. FILGUEIRA, H. J. A. Os desastres relacionados com fenômenos naturais no contexto dos sistemas organizacionais. In: GARCIA, J. P.M. (Org.). Desastres na Paraíba: riscos, vulnerabilidade e resiliência. João Pessoa, PB: Editora Universitária da UFPB, 2013. p. 53-64. (ISBN: 978-85 237-0590-9).

3. FILGUEIRA, H. J. A.; BARBOSA, M. P. O Nordeste brasileiro: uma região de desastres socialmente construídos. In: GARCIA, J.P.M. (Org.). Desastres na Paraíba: riscos, vulnerabilidade e resiliência. João Pessoa, PB: Editora Universitária da UFPB, 2013. p. 9-24. (ISBN: 978-85-237-0590-9).

4. LIBERATO, J. A. Gestão municipal de proteção e defesa civil: orientações L para decretação de calamidade e solicitação de recursos federais. Brasília, DF: CNM, 2022. 44 p. (Coleção Gestão Pública Municipal: XXIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios – Edição 2022).

5. MIGUEZ, M. G.; Di GREGORIO, L. T.; VERÓL, A. P. Gestão de riscos e desastres hidrológicos. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda., 2017. 368 p.

6. MENDONÇA, F. de A. (Org.). Riscos híbridos: concepções e perspectivas socioambientais. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. 162 p.

7. SANTOS, R. F. dos (Org.). Vulnerabilidade ambiental. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente (MMA),2007.

127

Tratamento de Águas Residuárias Código NOVO Carga Horária Teórica: 40h

04 créditos

Carga Horária Prática: 10h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 10h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Tipos e características de águas residuárias. Níveis, operações e processos de tratamento de esgotos domésticos. Lagoas de Estabilização. Reatores aeróbios, anaeróbios e sistemas combinados para o tratamento de esgotos domésticos. Remoção biológica de nitrogênio e fósforo. Desinfecção de esgotos domésticos. Tratamento, aproveitamento e disposição de lodos gerados em estações de tratamento de esgotos domésticos. Noções de tratamento de efluentes industriais. Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto. Atividades de laboratório e de extensão. Bibliografia Básica

1. Von Sperling, M. Lagoas de Estabilização. 3ª edição UFMG. 2017.

2. Eduardo, P.J. E Constantino, A.P. Tratamento de esgotos domésticos. 8ª edição. ABES. 2017.

3. Von Sperling, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 4ª edição. SEGRAC Eletrônica. 2009 (reimpressão) Impressão–UFMG.

4. Von Sperling, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos. 1ª edição. UFMG.2016 Bibliografia Complementar

1. Metcalf, L. e Eddy, H. Tratamento de efluentes e recuperação de recursos. Recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. Tradução: Ivanildo Hespanhol, José Carlos Mierzwa. 5ª edição. Porto Alegre: AMGH. 2016. 1984 p. ISBN: 978-85 8055-524-0.

2. Bittencourt, Claudia; de Paula, Maria Aparecida Silva. Tratamento de água e efluentes: fundamentos de saneamento ambiental e gestão de recursos hídricos. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca].1ª edição. São Paulo: Érica, 2014. 185 p. ISBN: 978-85-365-2177-0.

3. Libardi Júnior, Nelson. Sistemas de tratamento para águas e efluentes. [recurso eletrônico disponível na base digital Pearson]. 1ª edição. Curitiba: Contentus, 2020. 55 p.p. ISBN: 978-65 5745-283-7.

4. Cavalcanti, José Eduardo W. de A. Manual de Tratamento de Efluentes Industriais. 3ª Edição. São Paulo: Engenho Editora Técnica Ltda., 2016. ISBN: 978-85-88006-05-8.

5. Schorr, Adriano de Souza. Tratamento de Águas e Efluentes. [recurso eletrônico disponível na base Pearson]. 1ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Freitas Bastos, 2022. 208 p. ISBN: 978-65-5675 111-5.

128

NONO PERÍODO

Pesquisa Aplicada à Engenharia Ambiental Código DECV00252 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: A importância da pesquisa na Engenharia Ambiental. Disseminação e comunicação científica. O projeto final de curso na Engenharia Ambiental: objetivos, concepção, estruturação e regras. Comunicar-se com eficiência. A escrita técnico-científica. O capítulo de introdução. O capítulo de revisão bibliográfica. O capítulo de metodologia. O capítulo de resultados. O capítulo de conclusões e recomendações. Apresentação de trabalho técnico-científico: lógica, conteúdo, tempo, postura e voz. A defesa. oral do projeto final de curso. A crítica em pesquisa científica. Noções da pesquisa inclusiva a partir dos conceitos do desenho universal à luz do Estatuto da Pessoa com Deficiência, Lei 13.146 de 06 de Julho de 2015, na atuação do engenheiro ambiental. Bibliografia Básica

1. Sordi, José Osvaldo de. Elaboração de pesquisa científica: seleção, leitura e redação. 1ª edição. São Paulo: Editora Saraiva, 2013. 160 p. ISBN 9788502210332.

2. Behlau, Mara; Babara, Marisa. Comunicação Consciente: O Que Comunico Quando me Comunico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2022. 216 p. ISBN 9786555721522.

3. Oliveira, José Paulo Moreira de; Motta, Carlos Alberto P. Como Escrever Textos Técnicos. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2012. 2ª edição. 200 p. ISBN 9788522112531. Bibliografia Complementar

1. Penteado, J. R. Whitaker. A Técnica da Comunicação Humana. São Paulo: Cengage Learning Brasil,

2012. 14ª edição. 496 p. ISBN 9788522112708.

2. Koller, Sílvia H.; Couto, Maria Clara P.de Paula; Hohendorff, Jean Von (Organizadores). Manual de Produção Científica. Porto Alegre: Penso, 2014.1ª edição, 192 p. ISBN 9788565848909.

3. Lucas, Stephen E. A arte de falar em público. Porto Alegre: AMGH, 2014. 424 p. 11ª edição. ISBN 9788580552850.

4. Aquino, Ítalo de Souza. Como escrever artigos científicos. [recurso eletrônico]. São Paulo: Saraiva. 9a edição. 2019. ISBN 9788571440265.152 p.

5. Hernández Sampieri, Roberto. Metodologia de pesquisa. [recurso eletrônico]. Roberto Hernández Sampieri, Carlos Fernández Collado, María del Pilar Baptista Lucio; tradução: Daisy Vaz de Moraes; revisão técnica: Ana Gracinda Queluz Garcia, Dirceu da Silva, Marcos Júlio. – 5. ed. – Dados eletrônicos. Porto Alegre: Penso, 2013. Editado também como livro impresso em 2013. ISBN 978-85 65848-36-7

129

Empreendedorismo I Código 1705163 Carga Horária Teórica: 30h

02 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia de Produção Ementa: Introdução aos conceitos de empreendedorismo. Competividade e inovação. Competências e habilidades para empreender. Ecossistema de Empreendedorismo e Inovação. Propriedade Intelectual. Processo empreendedor. Identificação de oportunidades e captação de recursos. Ferramentas de suporte ao empreendedorismo. Plano de negócios. Bibliografia Básica BARON, R. A.; SHANE, S.A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson Learning, 2007. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 6. ed.. Empreende/Atlas. 2017. RIES, E. A startup enxuta: como os empreendedores atuais utilizam a inovação contínua para criar empresas extremamente bem-sucedidas. São Paulo: Leya, 2012. Bibliografia Complementar CASAROTTO FILHO, N. Elaboração de projetos empresariais: análise estratégica, estudo de viabilidade e plano de negócio. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2017. CORREIA NETO, J. F. Elaboração e avaliação de projetos de investimento. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. GOHR, C. F.; SANTOS, L. C. Plano de negócios. Dourados: Editora UFGD, 2010. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos: planejamento, elaboração e análise. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2008.

130

Planejamento e Gestão Ambiental Código 1705175 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Produção Ementa: Conceituação e Teoria do planejamento. Planejamento do sistema de gestão ambiental. Ferramentas para a Gestão aplicadas à integração do desenvolvimento sustentável em organizações (Governança; Planejamento estratégico para o DS; Gestão de Projetos para o DS; Gestão de Processos (BPMN) para o DS; Análise de Ciclo de Vida (ACV) para o DS; e Sistema Integrado de Gestão Ambiental). Gestão ambiental de sistemas produtivos. Atividade extensionista. Bibliografia Básica MILLER, G.T.; SPOOLMAN, S.E. Ecologia e sustentabilidade - Tradução da 6a edição norte-americana. Cengage Learning Brasil, 2012. Seiffert, M. E. B.. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica. 5a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. MILLER JR, G. T. Ecologia e sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012. BARSANO, P.R.; BARBOSA, R.P. Gestão Ambiental. São Paulo: Editora Saraiva, 2017. KRUGLIANSKAS, I.; ALIGLERI, L.A.; ALIGLERI, L.M. Gestão industrial e produção sustentável, 1a edição. Editora Saraiva, 2016. Bibliografia Complementar CALIJURI, M.D.C.; CUNHA, D.G.F. Engenharia Ambiental - Conceitos, Tecnologias e Gestão. Grupo GEN, 2019 JR., A.P.; ROMÉRO, M.D.A.; BRUNA, G.C. Curso de Gestão Ambiental. Editora Manole, 2014. FENKER, E. A. Gestão Ambiental: Incentivos, Riscos e Custos. Grupo GEN, 2015. DONAIRE, D.; OLIVEIRA, E.C.D. Gestão Ambiental na Empresa, 3a edição. Grupo GEN, 2018 BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. Editora Saraiva, 2016. KEELING, R.; BRANCO, R.H.F. Gestão de Projetos. 4ED. Editora Saraiva, 2019. BRUGNOLO, M. F. Gestão estratégica de negócios. Editora Saraiva, 2018. ARAUJO, L.C.G.D.; GARCIA, A.A.; MARTINES, S. Gestão de Processos - Melhores Resultados e Excelência Organizacional, 2a edição. Grupo GEN, 2016.

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Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos no Brasil Código DCSC00197 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Ciências Sociais Ementa: Democracia e cidadania. Conceitos de etnia, raça, diáspora, identidade, preconceito, diversidade e diferença. Cultura afro-brasileira e indígena. Trajetória histórica da construção do racismo, discriminação e xenofobia. Direitos Humanos, lutas antirracistas, movimentos sociais e políticas públicas no Brasil. Bibliografia Básica ALMEIDA, Silvio. Racismo estrutural. São Paulo: Jandaíra, 2020. 255 p. (Feminismos Plurais) ISBN: 9788598349749. ASCERALD, Henri; MELLO, Cecília Campello do Amaral; BEZERRA, Gustavo das Neves. O que é justiça ambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. 156 p. ISBN: 97885761171591. GOMES, Nilma Lino. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018. 154p. ISBN: 9788532655790. KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. 85p. ISBN: 9788535932416. NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. 4. ed. São Paulo: Perspectivas, 2016. 2018, 2020. 229 p. ISBN: 9788527310802 Bibliografia Complementar KRENAK, Ailton; CARELLI, Rita. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2021. 126p. RATTS, Alex. RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, 2007. 129 p. ISBN: 9788570603593. ISBN: 9788535933697. JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014. 199 p. ISBN: 9788508171279. MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 5.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2019. 150 p. (Coleção Cultura e Identidade Negra) ISBN: 9788551306017. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo. 2. ed. Rio de Janeiro: Brasília, 362 p. ISBN: 8588155168.

132

Gestão de Recursos Hídricos Código 1703234 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Arcabouço jurídico e institucional das águas superficiais e subterrâneas. Sistema de Gerenciamento. Planos de Recursos Hídricos. Enquadramento. Outorga. Cobrança. Sistema de Informações. Recursos financeiros previstos em lei. Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Gestão de Cheias e Secas. Potencialidade e disponibilidade. Conflitos do uso da água. Sistemas não convencionais de aproveitamento de água. Bibliografia Básica

1. SOARES, S. A. Gestão de Recursos Hídricos/(livro eletrônico). Curitiba: Intersaberes.2015.

2. TUNDISI, J. G. ETUNDISI, T. M. Recursos Hídricos no Século XXI. Nova edição ampliada e atualizada. São Paulo: Oficina de Textos. 2011. EPUB.

3. POLETO, C. Bacias Hidrográficas e Recursos Hídricos. Rio de Janeiro: Interciência. Ebook. Bibliografia Complementar

1. PINTO-COELHO, R. M. Gestão de recursos hídricos em tempos de crise [recurso eletrônico]/Ricardo Motta Pinto Coelho, Karl Havens. – Porto Alegre: Artmed, 2016.

2. ALBERTIN, Ricardo M.; TROMBETA, Letícia RA.; BOTELHO, Lúcio A. L A. Geografia e recursos hídricos. [Porto Alegre: SAGAH, 2021. Grupo A, 2021. E book.

3. MIZUKAUA, A. Comitê de Bacias Hidrográficas. (recursoseletrônico). Curitiba:Contentus,2020.

4. CAMPOS, N.; STUDART, T. Gestão das Águas–Princípios e Práticas. Fortaleza: 2003.Editora:ABRH.

5. RIBEIRO, M. F.; FREITASA. V. M.; ROSA, L P. Vulnerabilidade e ações de adaptação dos recursos hídricos às mudanças climáticas no Brasil. Rio de Janeiro :Editora Interciência.2014.

133

DÉCIMO PERÍODO

Estágio Supervisionado Obrigatório Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

12 créditos

Carga Horária Prática: 180h

Carga Horária Total: 180h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Desenvolvimento de estágio curricular obrigatório sob orientação direta de um docente do curso visando o acompanhamento individualizado das experiências de Engenharia Ambiental em instituições, organizações, projetos ou empresas do setor. Bibliografia Básica Bibliografia específica sobre o conteúdo abordado nas atividades desenvolvidas. Bibliografia Complementar Bibliografia específica sobre o conteúdo abordado nas atividades desenvolvidas.

Projeto Final de Curso Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Elaboração de estudos ou projetos técnico-científico individual, nas áreas de conhecimento da Engenharia Ambiental, sob orientação de um professor da instituição atuante nas áreas afins do curso. Bibliografia Básica Bibliografia específica sobre o conteúdo abordado nas atividades desenvolvidas. Bibliografia Complementar Bibliografia específica sobre o conteúdo abordado nas atividades desenvolvidas.

134

Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental I Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

04 créditos

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 60h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Atividade de orientação individual obrigatória de caráter extensionista, relaciona à atuação do engenheiro ambiental, regida por Resolução Interna do curso. Bibliografia básica: BRASIL. Ministério da Educação. Extensão em Participação Social Documento de Referência. Brasília, DF: MEC, 2025. https://www.gov.br/mec/pt-br/media/extensao_em_participacao_social.pdf . Acesso em 03/12/2025. Bibliografia complementar: 1-BERNHEIM, Carlos Tunnermann; CHAUÍ, Marilena. Desafios da Universidade na Sociedade do Conhecimento. Brasília: UNESCO, 2008. 2-DINIZ, Flávio Pereira. A Extensão Universitária como Instrumento de Política Pública 2012. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal do Goiás, Goiânia, 2012. 3-SOUZA, Ana Luísa Lima. A História da Extensão Universitária. Campinas: Editora Alínea, 2010. Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental II Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

04 créditos

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 60h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Atividade de orientação individual obrigatória de caráter extensionista, relaciona à atuação do engenheiro ambiental, regida por Resolução Interna do curso. Bibliografia básica: BRASIL. Ministério da Educação. Extensão em Participação Social Documento de Referência. Brasília, DF: MEC, 2025. https://www.gov.br/mec/pt-br/media/extensao_em_participacao_social.pdf . Acesso em 03/12/2025. Bibliografia complementar: 1-BERNHEIM, Carlos Tunnermann; CHAUÍ, Marilena. Desafios da Universidade na Sociedade do Conhecimento. Brasília: UNESCO, 2008. 2-DINIZ, Flávio Pereira. A Extensão Universitária como Instrumento de Política Pública 2012. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal do Goiás, Goiânia, 2012. 3-SOUZA, Ana Luísa Lima. A História da Extensão Universitária. Campinas: Editora Alínea, 2010.

135

Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental III Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

02 créditos

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 30h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Atividade de orientação individual obrigatória de caráter extensionista, relaciona à atuação do engenheiro ambiental, regida por Resolução Interna do curso. Bibliografia básica: BRASIL. Ministério da Educação. Extensão em Participação Social Documento de Referência. Brasília, DF: MEC, 2025. https://www.gov.br/mec/pt-br/media/extensao_em_participacao_social.pdf . Acesso em 03/12/2025. Bibliografia complementar: 1-BERNHEIM, Carlos Tunnermann; CHAUÍ, Marilena. Desafios da Universidade na Sociedade do Conhecimento. Brasília: UNESCO, 2008. 2-DINIZ, Flávio Pereira. A Extensão Universitária como Instrumento de Política Pública 2012. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal do Goiás, Goiânia, 2012. 3-SOUZA, Ana Luísa Lima. A História da Extensão Universitária. Campinas: Editora Alínea, 2010. Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental IV Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

02 créditos

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 30h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Atividade de orientação individual obrigatória de caráter extensionista, relaciona à atuação do engenheiro ambiental, regida por Resolução Interna do curso. Bibliografia básica: BRASIL. Ministério da Educação. Extensão em Participação Social Documento de Referência. Brasília, DF: MEC, 2025. https://www.gov.br/mec/pt-br/media/extensao_em_participacao_social.pdf . Acesso em 03/12/2025. Bibliografia complementar: 1-BERNHEIM, Carlos Tunnermann; CHAUÍ, Marilena. Desafios da Universidade na Sociedade do Conhecimento. Brasília: UNESCO, 2008. 2-DINIZ, Flávio Pereira. A Extensão Universitária como Instrumento de Política Pública 2012. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal do Goiás, Goiânia, 2012. 3-SOUZA, Ana Luísa Lima. A História da Extensão Universitária. Campinas: Editora Alínea, 2010.

136

COMPONENTES OPTATIVOS (ordem alfabética)

Agroecologia Código GDGEO0149 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: A Agroecologia: a agroecologia como formação para a espacialização. Princípios e conceitos da Agroecologia: construção do conhecimento agroecológico. Extensão e Agroecologia: reflexões para a intervenção do meio urbano e rural. Movimentos sociais no espaço agroecológico. Reforma Agrária e Agroecologia. Legislação da Agroecologia - (Política Nacional de Agroecologia e Agricultura Orgânica). Agroecologia e acesso a mercados (Certificação Orgânica x Certificação Agroecológica). Práticas e manejo agroecológico. Bibliografia Básica ALTIERI, M. A. Agroecologia: as bases científicas da agricultura alternativa. Rio de Janeiro: PTA/FASE,

1989. 240p. ALVES, A. F.; CARRIJO, B. R.; CANDIOTTO, L. Z. P. Desenvolvimento territorial e agroecologia. São Paulo: Expressão Popular, 2009. 254p. AQUINO, A. M.; ASSIS, R. L. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2005. 517p. MATTOS, L. Marco referencial em agroecologia. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 70p. Bibliografia Complementar BATISTA, A. R. A agricultura agroecológica como base sustentável na produção de alimentos: o caso do assentamento Padre Gino. João Pessoa: s.n., 2009. 29p. Monografia(graduação) - UFPB/CCEN Orientadora: Maria de Fátima de Albuquerque R. Moreira. GUZMAN, E. S.; MOLINA, M. G. Sobre a evolução do conceito de campesinato. Brasília: Via Campesina do Brasil, 2005. 96 p. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434 p. PENTEADO, S. R. Certificação agrícola: selo ambiental e orgânico. 2. ed. Campinas, SP: Edição do autor, 2010. 216 p. PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, c1979, 2002, 2010. 549 p. SANTOS, T. A. Agroecologia como prática social: feiras agroecológicas e insubordinação camponesa na paraíba. São Paulo: s.n., 2010. 214p. Dissertação (Mestrado) - USP/Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

137

Águas Subterrâneas Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

3 créditos Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Ocorrência da água subterrânea: tipos de rocha e caracterização dos aquíferos; Hidráulica do escoamento subterrâneo; Avaliação da disponibilidade hídrica de aquíferos; Intrusão salina em aquíferos costeiros; Exploração sustentável de aquíferos (poços, níveis estático e dinâmico, testes de bombeamento, interferências entre cones de depressão); Qualidade da água; Gestão de águas subterrâneas. Recarga Gerenciada de Aquíferos. Bibliografia Básica

1. FEITOSA, F. A. C.; MANOEL FILHO, J.; FEITOSA, E. C.; DEMETRIO, J. G. A. HIDROGEOLOGIA–CONCEITOS E APLICAÇÕES.3. ed. Rio de Janeiro: CPRM Serviço Geológico do Brasil, 2008. v. 1. 814p.

2. MANZIONE, R. L. Águas subterrâneas Conceitos e aplicações sob uma visão multidisciplinar.2015.388p.

3. Fernando Dornelles, Walter Collischonn. Hidrologia para engenharias e ciências ambientais. ABRH. 2015. Bibliografia Complementar

1. BAPTISTA. M.; PINTO. M. M. L.; CIRILO, J.A.; MASCARENHAS, F. C. B.; CANALI, G. V.; CABRAL, J. J. S. P.; AZEVEDO, J. R. G; MONTENEGRO, S. M. G. L. HIDRÁULICA APLICADA, PORTO ALEGRE, 2001.

2. TUCCI, C. E. M. Hidrologia- Ciência e Aplicação, 2012, 944 p.

3. BEAR, J. Hydraulics of Groundwater. [s.l.] McGraw Hill International Book Company, 1979.

4. FETTER, C. W. Applied Hydrogeology. [s.l.] Prentice Hall, 2001.FETTER, C. W. Applied Hydrogeology. [s.l.] Prentice Hall, 2001.

5. ORN, Cristiano R.; BARBOSA, Nazaré A.; STEIN, Ronei T.; et al. Hidrogeologia. Porto Alegre: SAGAH, 2021. E-book. p. Capa. ISBN 9786556902449.

6. MACHADO, J.L.F. Águas Subterrâneas e Poços. 120p., 2008.

138

Auditoria Ambiental Código GDGEO0128 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Política Ambiental e a aplicabilidade no setor público e privado. Noções gerais sobre planejamento ambiental, aspectos e impactos ambientais. Considerações sobre licenciamento ambiental. Introdução à Auditoria Ambiental. Diretrizes ambientais e as auditorias. Classificação e tipos das auditorias. Contextualização do Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Instrumentos para realização da auditoria ambiental. Identificação de evidências, conformidades e não conformidades, ação corretiva e preventiva. Melhoria continuada e Ciclo PDCA. Auditorias ambientais compulsórias. Auditoria Ambiental como uma nova tendência na área ambiental. Bibliografia Básica LA ROVERE, E. L. Manual de Auditoria Ambiental. Qualitymark, 2012. SÁNCHES, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental - conceitos e métodos. Oficinas de Textos, 2008 SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e prática. Oficinas de Textos, 2004. Bibliografia Complementar ALMEIDA, J. R. Normalização, certificação e auditoria ambiental. Thex, 2011 BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2007. CERQUEIRA, J. P. Sistemas de Gestão Integrados - ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, SA 8000 e NBR 16001. Conceitos e Aplicações. Qualitymark, 2012 LA ROVERE, Emílio L. et al. Manual de Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2011. LERÍPIO, Alexandre Ávila; SOUZA, Lucila Maria. Auditoria Ambiental: uma ferramenta de gestão. São Paulo: atlas, 2009. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resoluções do CONAMA. Disponível em: http://conama.mma.gov.br/ SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.

139

Avaliação Econômica de Projetos Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

3 créditos

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Planejamento de projetos de engenharia. Análise preliminar de viabilidade técnica, social, ambiental e econômica de projetos de engenharia. Princípios básicos de análise financeira (taxa de juros, custos de oportunidade, estimativas de custos e benefícios, fluxo de caixa, entre outros). Composição de custos e benefícios de projetos de engenharia (diretos, indiretos, tangíveis e intangíveis). Metodologias de avaliação econômica de projetos: Valor Presente Líquido; Valor Anual Líquido; Relação Benefício Custo; Taxa Interna de Retorno e Tempo de Retorno do Capital. Análise do mercado econômico. Custo de oportunidade. Riscos e Incertezas. Estudos de casos de análise econômica de projetos de engenharia sanitária, de recursos hídricos, de transporte, projetos estruturais. Bibliografia Básica

1. KUIPER, E. Water Resources Project Economics. University of Manitoba. ButterworthsLondon.ISBN040870142 0.

2. SAMANEZ, C. P. Engenharia Econômica. São Paulo. Editora Prentice Hall, 2009. ISBN978-85-7605359-0.

3. GOMES, H.P. Avaliação Econômica: Eficiência Energética. Editora da UFPB, 2014.ISBN978-85-2370818-4. Bibliografia Complementar

1. FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento –Critérios de Avaliação, Financiamentos e Benefícios Fiscais e Análise de Sensibilidade e Risco. São Paulo, Editora Atlas S. A., 2009, ISBN 978-85-224-5668-0.

2. FRIZZONEJ.A.-Análise Econômica de Projetos Hidroagrícolas. Em Gestão de Recursos Hídricos– Aspectos legais, econômicos, administrativos e legais. EditoradaABRH.PortoAlegre,2000.

3. MOITA, C. M. Metodologia de Avaliação Econômica e Financeira de Projetos. Programa de Modernização no Setor Saneamento. PMSS, Brasília1998.

4. TSUTYIA, M. T. Redução do Custo de Energia Elétrica em Sistemas de Abastecimento de Água. São Paulo: ABES/SP,2001.185p.

5. VALLE, J. A. e GUERRA, P. L. U. Gerenciamento de Custos. Em Gerenciamento de Projetos. Qualitymark EditoraLtda.RiodeJaneiro,2004.

140

Biogeografia do Semiárido Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Dinâmica climática e suas interações com o relevo, os solos e a vegetação nas zonas secas do mundo e do Brasil. Processo de ocupação do espaço e alterações nas paisagens originais. Desertificação. Identificação de áreas degradadas e desertificadas com base no reconhecimento da tipologia da cobertura vegetal, elementos dos solos, macro e microclimas. Dinâmicas estabelecidas na relação solos – vegetação – clima, frente ao desmatamento. Recuperação de áreas degradadas/desertificadas. Bibliografia Básica AB’SABER, A.N. Problemática da desertificação e da savanização no Brasil intertropical. São Paulo: USP/IGEUG. Geomorfologia, n. 53, 1977. AB’SABER, A.N. Os domínios de Natureza no Brasil. Potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2021. ARAÚJO-FILHO, J.A. Manejo pastoril sustentável da Caatinga. Recife: Projeto Dom Helder Câmara, 2013. FIGUEIRÓ, A. Biogeografia: dinâmicas e transformações da Natureza. São Paulo: Oficina de Textos, 2015. SILVA, J.M.C.; LEAL, I.R.; TABARELLI, M. (Edit.). Caatinga: the largest Tropical Dry Forest Region in South America. Springer, 2017. Bibliografia Complementar

1. BROWN, J.H. & LOMOLINO, M.V. Biogeografia. 2a. FUNPEC. 2006.

2. CARVALHO, C.J.B. & ALMEIDA, E.A.B. Biogeografia da América do Sul. Padrões e processos. 1ª. Roca. 2010.

3. IBGE. Manual técnico da vegetação brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012.

4. LADLE, R.; WHITTAKER, R.J. (Edit.). Biogeografia e preservação ambiental. Iara F. Silva e Durval D. Neto (trad.). São Paulo: Andrei Editora, 2014.

5. PENNINGTON, R.T.; LEWIS, G.P.; RATTER, J.A. (Edit.) Neotropical Savannas and Seasonally Dry Forests. Plant diversity, Biogeography and Conservation. Boca Raton (EUA): Taylor & Francis Group, 2006.

141

Cartografia Ambiental Código 1102242 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: História da Cartografia. Escalas; Datum; Rede Geográfica; Diagramação de um Mapa: Semiologia Gráfica; Variáveis Visuais; A Carta Topográfica na análise ambiental: Curvas de nível e Perfil topográfico. Atividades práticas remotas. Bibliografia Básica BRASIL. Manual de convenções cartográficas. Rio de Janeiro: Serviço Geográfico do Exército, 1949. 125p. FITZ, P. R. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008, 2010, 2017. 143p. MARTINELLI, M. Mapas, Gráficos e Redes. Oficina de Textos. 2014. Bibliografia Complementar FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160p. GRANELL PÉREZ, M. Del C. Trabalhando geografia com as cartas topográficas. 2. ed. Ijuí, RS: Ed. UNIJUÍ, 2004. 128p. JOLY, F.; PELLEGRINI, T.; FERREIRA, R. P. D. A cartografia. 14.ed. São Paulo: Papirus,

2011. 112p. MARTINELLI, M. Cartografia Temática: caderno de mapas. Edusp. 2003. MARTINELLI, M. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. Contexto. 2013.

142

Ciência de Dados para Engenharia Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Estatística Ementa: Introdução a Ciência de Dados; Exemplos e estudos de caso. Visualização de dados (tipos de gráficos/dados, por que visualizar, ferramentas para construção de gráficos estáticos, dinâmicos e interativos). Aprendizado estatístico (Regressão Linear e Regressão Logística). Introdução a mineração de dados (aprendizado supervisionado/não-supervisionado). Análise resultados experimentais. Ética e privacidade no contexto de Ciência dos Dados. Tópicos em Ciência de Dados à critério do professor. Bibliografia Básica FACELI, K. et al. Inceligência Arci{i.cial: Uma abordagem de aprendizado de máquina. Rio de Janeiro: LTC, 2022. MULLER, J. P.; MASSARON, L. Aprendizado de Máquina Para Leigos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2019. LENZ, M. L. et al. Fundamencos de Aprendizagem de Máquina. Porto Alegre: SAGAH, 2020. Bibliografia Complementar ALPAYDIN, E. Jntroduccion to Machine Learning. Cambridge: MIT Press, 2014. LANTZ, B. Machine Learning with R. Birmingham: Packt Publishing, Limited, 2013. LEE, W-M. Pychon Machine Learning. Newark: John Wiley & Sons, Incorporated, 2019. HASTIE, T.; TIBSHIRANI, R.; FRIEDMAN, J. The Elements of Statiscical Learning: Data mining, inference, and prediccion. California: Springer, 2001. JAMES, G. et ai. An Introduction to Statistical Learning: with Applications in R. [S.l.]: Springer, 2021.

143

Direito Internacional do Desenvolvimento Código 1501251 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Direito Público Ementa: Padrões de desenvolvimento no passado e presente. Pluralidade de modelos de desenvolvimento no mundo contemporâneo. O desenvolvimento como problema internacional. A atuação das organizações internacionais para o fomento do desenvolvimento. Declaração da ONU sobre Direito ao Desenvolvimento e suas aplicações. Bibliografia Básica ACCIOLY, Elizabeth. Mercosul e União européia: estrutura jurídico-institucional. Curitiba, Juruá, 160p. ARAUJO, Luis Ivani de Amorim. Curso de direito internacional público. 9.ed.. Rio de Janeiro, Forense. BAPTISTA, Luiz Olavo. O Mercosul - suas instituições e ordenamento jurídico. São Paulo, LTr, 1997, 272p. BENFATTI, Fábio Fernandes Neves. Direito ao Desenvolvimento. São Paulo, Saraiva,2014 CAMPOS, João Mota de. Manual de Direito comunitário 2a Ed / Curitiba Juruá 2008. Bibliografia Complementar FIGUEIRAS, Marcos Simão. O Mercosul no contexto latino- americano. 2.ed. São Paulo, Atlas, 288 p. FORTE, Umberto. União européia. São Paulo, Malheiros, 1994, 183 p. GARCIA JÚNIOR, Armando Alvares. Conflito entre normas do Mercosul e direito interno. Como resolver o problema? O caso brasileiro. São Paulo, LTr, 1997, 248 p. MATTOS, Adherbal Meira. Direito internacional público. Rio de Janeiro, Renovar, 1996, 490 p. MELLO, Celso D. de Albuquerque. Curso de direito internacional público. 11.ed. Rio de Janeiro, Renovar, 1997, 1346 p. 2v.

144

Ecologia e Evolução do Comportamento Humano Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Introdução à ecologia comportamental humana. Processos ecológicos e evolutivos que afetam o comportamento social e ambiental humano. Introdução à teoria de jogos aplicados a decisões de cunho ambiental e social. Ecologia comportamental e sua influência na qualidade de vida e sustentabilidade humanas. Além das aulas teóricas serão desenvolvidas atividades de extensão durante o curso (1 crédito de extensão). Bibliografia Básica Krebs J. R. &. Davies N. B (1996) Introdução à Ecologia Comportamental. Atheneu, São Paulo. ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 460 p. ISBN: 9788527700610. Ricklefs, Robert E. The economy of nature. 5.ed. New York: W. H. Freeman and Company, c2007. 550 p. ISBN: 978716777625. ROSLING, Hans; ROSLING, Ola. Factfulness:o habito libertador de só ter opiniões baseadas em fatos. 7. ed. Rio de Janeiro: Record, 2021. 359 p. ISBN: 9788501116529. Bibliografia Complementar McNamara, J. M., & Leimar, O. (2020). Game theory in biology: concepts and frontiers. Oxford University Press, USA. Yamamoto, M. E., Valentova, J. V., Leitão, M. B. P., & Hattori, W. T. (2018). Manual de psicologia evolucionista. Natal/EDUFRN. Hruschka, D. J. (2010). Friendship: Development, ecology, and evolution of a relationship (Vol. 5). Univ of California Press.MELLO, Celso D. de Albuquerque. Curso de direito internacional público. 11.ed. Rio de Janeiro, Renovar, 1997, 1346 p. 2v.

145

Economia do Meio Ambiente Código: PSAE00308 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Economia Ementa: Evolução do pensamento. Ecologia e a natureza econômica. Economia e utilização sustentável dos recursos. Valoração dos ativos ambientais. Políticas públicas e recursos ambientais. Modelos de exploração ótima de recursos naturais renováveis e não renováveis. Tópicos em economia do meio ambiente. Bibliografia Básica FAUCHEUX, S.; NOEL, J. F. Economia dos Recursos Naturais e do Meio Ambiente. Lisboa: Editora do Instituto Piaget, 1997. MAY, P. H.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V. Economia do Meio Ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. MOTTA, R. S. Economia Ambiental. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. MULLER, C. C. Os Economistas e as Relações entre o Sistema Econômico e o Meio Ambiente. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2012. PINDYCK, R. S.; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. 5a ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. THOMAS, J. M.; CALLAN, S. J. Economia Ambiental: aplicações, políticas e teoria. São Paulo: Cengage Learning, 2012. VARIAN, H. R. Microeconomia: princípios básicos. 6a ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. VASCONCELLOS, M. A. S. e OLIVEIRA, R. G. Microeconomia. 2a ed. São Paulo: Atlas, 2006. Bibliografia Complementar BAUMOL, W. J.; OATES, W. E. The Theory of Environmental polycy. Second edition (Reprinted). London: Cambridge University Press, 1998. MOTTA, R. S. Indicadores Ambientais no Brasil: aspectos ecológicos, de eficiência e distributivos. IPEA. 1996. MOTTA, R. S. Manual para valoração econômica de recursos ambientais. 1. ed.. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal. 1998.

146

Geomorfologia do Semiárido Código GDGEO0140 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: O meio morfoclimático e as regiões secas na superfície do globo. Os processos morfogenéticos das regiões secas. Formas de relevo característico das regiões secas. Atividade prática de campo. Bibliografia Básica CHRISTOPHERSON, Robert W; BIRKELAND, Ginger H. Geossistemas: uma introdução à geografia física. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2017. 656 p. ISBN: 9788582604434. GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da (org). Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 10.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. 472p. ISBN: 9788528603262. TEIXEIRA, Wilson et al. Decifrando a terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009. 623 p. ISBN: 9788504014396. Bibliografia Complementar

1. AB'SÁBER, A. Os Domínios de Natureza no Brasil - Potencialidades Paisagísticas. São Paulo, Ateliê Editorial, 2003.

2. BIGARELLA, J.; BECKER, R.D.; PASSOS, E. Estrutura e Origem das Paisagens Tropicais e Subtropicais. Volumes 1 e 2.

3. GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. (org). Geomorfologia:uma atualização de bases e conceitos. 10.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. 472p.

4. TRICART, J. Ecodinâmica. FIBGE, 1977.

5. TRICART, J.; CAILLEUX, A. Traité de Geomorphologie - Le Modelé des Régions Sèches, ociéte d'édition d'enseignement Supérieur - Paris, 1969.

147

Geoquímica Ambiental Código 1102243 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Distribuição dos elementos na terra; Princípios e métodos na geoquímica; Amostragem, preparação e métodos analíticos; Geoquímica ambiental dos ambientes aquáticos (rochas, solos, água, matéria orgânica, ar); Tipos de poluição e contaminação; Noções de toxicologia; Avaliação de impactos e medidas mitigadoras; Geoquímica e saúde humana. Bibliografia Básica ROHDE, G. M. Geoquímica ambiental e estudos de impacto. São Paulo Oficina de Textos 2013. 159 p. LACERDA, F.M.; ROESER, H. M. P. Análise geoquímica e ambiental para descrição da Bacia do Rio Oratórios – MG. Geochimica Brasiliensis, v. 28, n. 2, p. 227-236, 2015. TIWARI, A. K.; SINGH, P. K.; MAHATO, M. K. Environmental Geochemistry and a Quality Assessment of Mine Water of the West Bokaro Coalfield, India. Journal of the International Mine Water Association,

v. 35, n. 4, p. 525-535, 2016. Bibliografia Complementar POPP, J. H. Geologia geral. Rio de Janeiro: LTC, 2017. SUGUIO, K. Geologia sedimentar. São Paulo: Blucher, 2003. GROTZINGER, J. Para entender a Terra. 2. Bookman. 2013. CHRISTOPHERSON, R.W. Geossistemas – Uma introdução à geografia física. Bookman. 2012. SOUZA, C. R. G.; SUGUIO, K.; OLIVEIRA, A. M. S.; OLIVEIRA, P. E. (eds.). Quaternário do Brasil. Holos. 2005.

148

Geossintéticos Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Os geossintéticos e suas funções. Os fatores de influência e os processos para determinação das propriedades características dos geossintéticos. Os métodos de dimensionamento básicos para as principais funções. Especificação de produto. Metodologia construtiva. Bibliografia Básica

1. BOSCOV, Maria Eugenia Gimenez. Geotecnia ambiental. São Paulo: Oficina de Textos 2008.

2. DAS, Braja M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Cengage, 9º edição, SãoPaulo, 2019.

3. VERTEMATTI, J. C. Manual Brasileiro de Geossintéticos. Editora Edgard Blücher, 2016. Bibliografia Complementar

1. ZUQUETTE, Lázaro Valentin (Org.). Geotecnia ambiental. Rio de Janeiro:Elsevier,2015.

2. MOERI, Ernesto; COELHO, Rodrigo; MARKER, Andreas. Remediação e revitalização de áreas contaminadas: aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo: SignusInstitutoEkosBrasil2004.

3. KOERNER, R.M. (2012) Designing with Geosynthetics. 6º Edition. Vol 1.

4. KOERNER, R.M. (2012) Designing with Geosynthetics. 6º Edition. Vol 2.

5. DANIEL, D.E. & KOERNER, R.M. Waste Containment Facilities: Guidance for construction qualitu assurance and construcion quality control of liners and cover systems. Americam Society of Civil Engineers, 2007.

149

Geotecnia Ambiental Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Solos e o meio ambiente, o uso dos solos, solos contaminados, tratamento de solos contaminados, fitorremediação, Resíduos Sólidos Urbanos, Resíduos Industriais, Resíduos da Mineração, Estações de Tratamento de Água e Esgotos, Lodo de ETA e ETE, Lixiviado e suas alternativas de Tratamento, Contaminação do solo por lixiviado de aterros, Tratamento. Sustentabilidade: a engenharia moderna. Bibliografia Básica

1. BOSCOV, M. E. G. (2008). Geotecnia Ambiental. Oficina de Textos.

2. HEMSI, P. S. (2024).Transporte de poluentes nos solos. Oficina de Textos.

3. SANDRONI, S. S., GUIDICINI, G. (2022) BARRAGENS DE TERRA E ENROCAMENTO. Oficina de Textos. Bibliografia Complementar

1. SOUZA, W. J. (2012). Resíduos: Conceitos e definições para manejo, tratamento e destinação. Ed. FEALQ.

2. CAVALCANTE, J. (2023). Barragens de rejeitos de mineração. Governança dos riscos para prevenção de danos socioambientais. Ed. Dialética.

3. COSTA, W. D. C. (2012). Geologia de barragens. Oficina de Textos.

4. ZUQUETTE, L.V. (Org.). Geotecnia ambiental. Rio de Janeiro. Elsevier. 2015.

5. MOERI,E., COELHO, R., MARKER, A. (2004). Remediação e revitalização de áreas contaminadas: aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo: Signus Instituto Ekos Brasil.

150

Gestão da Inovação Código GDADM0103 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Administração Ementa: Inovação: Conceitos e tipologia. Inovação e Competitividade. Processos de Difusão Tecnológica. Estratégias de Inovação. Redes de inovação. Inovação e Políticas públicas. Bibliografia Básica DRUCKER, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor: práticas e princípios. São Paulo: Cengage Learning, 2011. TIDD, J.; BESSANT, J; PAVITT, K. Gestão da Inovação. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. TIGRE, P. B. Gestão da Inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. Bibliografia Complementar BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman. 2009. CARVALHO, Hélio Gomes de. Gestão da Inovação. Aymará. 2011. FREEMAN, C.; SOETE, L. A economia da inovação industrial. São Paulo: Editora da Unicamp. 2008. MATTOS, José Roberto Loureiro. Gestão da Tecnologia e Inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2012. SCHUMPETER, Joseph. A. Teoria do desenvolvimento econômico. São Paulo: Abril, 1985.

151

Gestão da Qualidade Código 1705178 Carga Horária Teórica: 45h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia de Produção Ementa: Evolução histórica do conceito e os pensadores da gestão da qualidade. Abordagem sistêmica de gestão da qualidade nas organizações: planejamento, controle e garantia da qualidade. Qualidade em serviços: importância e modelos de gestão. Gestão empresarial: gerenciamento das diretrizes, modelagem e gerenciamento por processos e gerenciamento da rotina. Metodologias e ferramentas para resolução de problemas na gestão da qualidade. Avaliação da qualidade: modelos de desempenho organizacional e indicadores da qualidade e da produtividade. Modelos normalizados de sistema de gestão: importância, documentações e certificações. Aplicação de conteúdos teóricos em atividade(s) de extensão. Bibliografia Básica CARVALHO, M. M.; PALADINI, E. P. (Org.). Gestão da qualidade: teoria e casos. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. LOBO, R. N. Gestão da qualidade. 2.ed. São Paulo: Érica, 2020. PALADINI, E. P. Gestão e avaliação da qualidade: uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2019. Bibliografia Complementar CAMPOS, V. F. TQC: controle da qualidade total: (no estilo japonês). 8.ed. Nova Lima-MG: INDG Tecnologia e Serviços, 2004. CARPINETTI, L. C. R.; MIGUEL, P. A. C.; GEROLAMO, M. C. Gestão da qualidade ISO 9001:2008: princípios e requisitos. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2011. PALADINI, E. P. Gestão da qualidade no processo: a qualidade na produção de bens e serviços. São Paulo: Atlas, 1995. RIBEIRO NETO, J. B. M.; TAVARES, J. C.; HOFFMANN, S. C. Sistemas de gestão integrados: qualidade, meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde no trabalho. 5.ed. São Paulo: Senac, 2019.

152

Introdução à Metodologia BIM Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 0h

2 créditos

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: O que é BIM. Dimensões do BIM. Interoperabilidade. Projeto simultâneo. Processo de projeto em BIM e o seu planejamento. Gestão, coordenação e compatibilização de projetos em BIM. Compatibilização: detecção ou prevenção de colisões? Clash detection. Nível de maturidade de projeto. Escopo do projeto. Entregáveis do projeto. Nível de informação. Ambiente Comum de Dados. O BIM e o desenho universal aplicado à engenharia civil. Bibliografia Básica

1. EASTMAN, C. et al. Manual de BIM. Editora Bookman. ISBN 978-85 8260-117-4,2014.

2. FERRATO, N. Processo de Modelagem Digital BIM. Curitiba: Contentus. 2021. https://plataforma.bvirtual.com.br /Leitor/Publicacao/192971/pdf/0

3. MANZIONE. L. BIM e inovação em gestão de projetos: de acordo com a Norma ISO19650, 2021. LTC, Rio de Janeiro, Brasil, 151 páginas. ISBN nº:978-85-216-3759-2, 2021. Bibliografia Complementar

1. DAQUINTINO, Luis F.; SILVEIRA, Aline Morais; AGUIAR, Fernanda RochaD.; et al. Indústria 4.0: Grupo A, 2019. E-book. 9788595028531. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books /9788595028531/. Acesso em: 24 ago. 2022.

2. MESSNER, J. et al. Building Information Modeling Execution Planning Guide Version 2.2. The Pennsylvania State University. Disponível em: https://psu.pb.unizin.org/bimproje cexecutionplanningv2x2/TheBIM Dictionary. 2019. In: BIMe Initiative. Disponível em: https://bimdictionary.com/terms/search,

3. BIM FÓRUM BRASIL. Guias de contratação BIM–Volume 1: Conceitos básicos e requisitos para contratação BIM. 1. ed. São Paulo: BIM Fórum Brasil - BFB; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, 2023. Disponível em: https://bimforum.rds.land/coletanea-guias-de-contratacao-bim. Acesso em: 6 nov. 2024.

4. BIM FÓRUM BRASIL. Guias de contratação BIM- Volume 2: Diretrizes para contratos BIM. 1. ed. São Paulo :BIM Fórum Brasil -BFB; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, 2023. Disponível em: https://bimforum.rds.land/coletanea-guias-de-contratacao-bim. Acesso em: 6 nov. 2024.

5. BIM FÓRUM BRASIL. Guias de contratação BIM- Volume 3: Diretrizes para licitações BIM. 1. ed. São Paulo: BIM Fórum Brasil -BFB; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, 2023. Disponível em: https://bimforum.rds.land/coletanea-guias-de-contratacao-bim. Acesso em: 6 nov. 2024.

153

Irrigação e Drenagem Código 1703132 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Ciclo da água na natureza. Estudos sobre solo/água/planta/atmosfera. Constituintes do solo. Armazenamento da água no solo. Qualidade da água de irrigação. Reuso de água. Instrumentos que medem a umidade do solo. Evapotranspiração. Necessidades de água dos cultivos irrigados. Balanço hídrico. Irrigação por Superfície. Irrigação por Aspersão. Irrigação Localizada. Sistematização do terreno. Drenagem superficial e Subterrânea. Bibliografia Básica

1. BERNARDO, S. MANTOVANI, E. C. SILVA, D. D. da, SOARES, A. A. Manual de Irrigação. 9ª.UFV.2019.

2. GOMES, H. P. Engenharia de irrigação: hidráulica dos sistemas pressurizados, aspersão e gotejamento. 2ª Ed. UFPB. 1997.

3. GOMES, H. P. Sistemas de Irrigação. Eficiência Energética. 1ª Ed. UFPB. 2013 MANTOVANI, E. C. BERNARDO, S. PALARETTI, L. F. Irrigação Princípios e Métodos. 3ª. UFV. 2009.

4. DUARTE, S. N., SILVA, E. F.de F., M. J. H. de, MEDEIROS, J. F.de, COSTA, R. N. T., GHEYI, H, R. Fundamentos de Drenagem Agrícola. Fortaleza, CE: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Salinidade. 356 p. 2015. Bibliografia Complementar

1. ALMEIDA, O. A. de. Qualidade de água para irrigação. Cruz das Almas. Embrapa Mandioca e Fruticultura. 234 p.2010.

2. TESTEZLAF, R. Irrigação: métodos, sistemas e aplicações. 1ª. Unicamp/FEAGRI. 2017.

3. KLAR, A. E. A água no sistema solo-planta-atmosfera. São Paulo: Nobel, 1984.

4. BISCARO, G. A. Sistemas de irrigação por aspersão. Dourados, MS: Editora da UFGD, 2009. 134 p.

5. ANA – Agência Nacional de Águas (Brasil). Atlas irrigação :uso da água na agricultura irrigada / Agência Nacional de Águas. Brasília: ANA, 2017.

154

Libras Código GDLS0024 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Línguas de Sinais Ementa: Aspectos sócio históricos, linguísticos identitários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguísticos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintáticos e semântico-pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. Prática de conversação em Libras. Bibliografia Básica BRASIL. Secretaria de Educação Especial/Deficiência auditiva /organizado por Giuseppe Rinaldi et al. Brasília: SEESP, 1997. Alfabetização: Aquisição do Português escrito por surdos, VI (Série Atualidades Pedagógicas, n. 4, v. 2, Fascículo 5). BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, 1998. BRITO, L. F. Língua Brasileira de Sinais. Brasília: SEESP, 1997. FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005. FERNANDES, E. linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.FERNANDES, Sueli. As gírias surdas. Revista Língua: Segmento. Publicado em 23/02/2010. Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp? codigo=11431> Acesso em: jul. 2010. FERREIRA-BRITO, Lucinda. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro/UFRJ, 1995. Bibliografia Complementar Pedagógicas. Brasília: MEC/SEESP, 1997. ______. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel. GESSER, A. Libras? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de Sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. GESUELI, Z. M. Linguagem e surdez: questões de identidade. Horizontes, v. 26, n. 2, p. 63-72, 2008 http://www.usf.edu.br/itatiba/mestrado/educacao/uploadAddress/06.Linguagem%20e%20surdezquestoes %20[12996].pdf GOLDFELD, M. A criança surda. São Paulo: Plexus, 1997. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. KARNOPP, L. B. O ensino da língua portuguesa para surdos a partir de uma perspectiva bilíngue.In: Forum de pesquisa científica e tecnológica. Canoas: Ed. Ulbra, 2001. KARNOPP, L. B. Aquisição do parâmetro configuração de mão dos sinais da língua de sinais da língua de sinais brasileira: estudo sobre quatro crianças surdas filhas de pais surdos. Dissertação (Mestrado em Letras) PC/RS, Porto Alegre, 1994. OLIVEIRA, D. M. M.; OLIVEIRA, D. M. Língua brasileira de sinais: maior marca de identidade do surdo brasileiro. In: CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA, 16. Anais. Rio de Janeiro: Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2012. Disponível em: http://ww w.filologia.org.br/xvi_cnlf. Acesso em: 06 fev. 2015. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. RAMOS, Clélia R. LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros. Petrópolis: Arara Azul. Disponível em: <www.editora-arara-azul.com.br/pdf/artigo2.pdf -> Acesso em: jul. 2010. SANTOS, E. F.; SANTOS, C. F.; SANTOS, R. C. Sintaxe da Libras e a (re) afirmação da linguística: o óbvio que ainda precisa ser dito. Interdisciplinar, edição especial, ano 7, v. 17, 2013. Disponível em: file:///C:/Users/Edneia%20Alves/Downloads/1341-3613-1-SM.pdf. Acesso em: 14 mar. 2015. STRÖBEL, Karin Lilian. História dos surdos: representações “mascaradas” das identidades surdas. 155

Estudos Surdos II/ Ronice Müller de Quadros e Gladis Perlin (Orgs.) Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2007 _____. As imagens do outro sobre a cultura surda. Editora UFSC, 2009. SUTTON-SPENCE, R. The Role of Sign Language Narratives in Developing Identity for Deaf Children. Journal of Folklore Research, v.47 (3), pp. 265-305, 2010. ZYCH, A. C. Avaliação do processo de escolaridade e de pessoas surdas em suas interações no contexto social. 2003. Tese (Doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, Campinas, SP.

Licenciamento Ambiental Código GDGEO0151 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Compreender os conceitos; princípios; aspectos técnicos e legais dos procedimentos relativos ao Licenciamento Ambiental. Tipos de licenciamento e competências dos órgãos licenciadores. EIA/RIMA e Licenciamento Ambiental. Empreendimentos sujeitos a licenciamento. Metodologias aplicadas em licenciamento. Bibliografia Básica BRASIL. Resolução CONAMA 1986. Disponível em:<http://www.lei.adv.br/6938-81.htm>. Acesso em: 17 nov. 2003. n.001, de 23 de janeiro de 1986. Dispõe sobre os procedimentos relativos a Estudo de Impacto Ambiental. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF. Disponível em:<http://www.mma.gov.br/port/conama/index.cfm 01>. Acesso em: 17 nov. 2018. BRASIL. Resolução CONAMA n. 237, de 19 de dezembro de 1997. Regulamenta os aspectos de licenciamento ambiental estabelecidos na política nacional do meio ambiente. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 22 dez. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/index.cfm>. Acesso em: 17 nov. 2018. RIBEIRO, J. C. J. Licenciamento ambiental herói, vilão ou vítima? Belo Horizonte Arraes Editores, 2015. 197 p. Bibliografia Complementar BRASIL. Lei Federal n. 6938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/index.cfm 01>. Acesso em: 17 nov. 2018. BESSA, P. A. Direito Ambiental. 14a ed. São Paulo: Atlas, 2008. FARIAS, T. Licenciamento ambiental aspectos teóricos e práticos. Belo Horizonte Fórum, 2019. 233 p. MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro 15a Edição. São Paulo. Malheiros Editores, 2015. MILARÉ. É. Direito do Ambiente. 10a ed. São Paulo: RT, 2015.

156

Língua Inglesa Instrumental I Código 1404325 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Letras Estrangeiras Modernas Ementa: Leitura e compreensão de textos autênticos em Língua Inglesa, tendo como suporte teórico as técnicas e estratégias do ESP (English for specific purposes) apresentadas e exercitadas de forma gradual e sistemática. Bibliografia Básica

1. LEITÃO, A. A. P. Inglês instrumental: leitura, interpretação e gramática. Humanities Commons. 2018. Disponível em: https://doi.org/10.17613/M6BG2H89Z

2. THOMPSON, M.A.S. Inglês instrumental: estratégias de leitura para informática e internet. São Paulo: Editora Érica - Saraiva. 2018.

3. MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo. 2004. Bibliografia Complementar

1. DEUTER, M. et al. Oxford advanced learner's dictionary of current English. 9. ed. United Kingdom: Oxford, 2015. 1820 p. ISBN: 9780194798792.

2. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2020. 295p. (Educação linguística, 2) ISBN: 9788588456747.

3. MURPHY, Raymond. English grammar in use: a reference and practice book for intermediate students. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1999. 307p.

4. SOUZA, A. G. F. Souza; ASBY, C. A.; COSTA, G. C.; MELLO, L. F. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. Disal. 2010.

5. SILVA, S. M. B. Inglês instrumental acadêmico. Editora Aplicada. 2ª ed. 2018.

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Meio Ambiente e Conservação Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: Biologia da conservação: histórico, conceitos e princípios; Impactos antrópicos nos ecossistemas aquáticos e terrestres; Estratégias de conservação in situ e ex situ; Áreas protegidas (Unidades de conservação, Áreas de Preservação Permanente e Reserva legal, Terras indígenas, Propriedades particulares); Benefícios sociais e econômicos da Conservação e uso sustentável Bibliografia Básica PIRES, A. S.; STEIN, R.T.; OLIVEIRA, F. C. M. D.; LEÃO, M. F. Gerenciamento de unidades de conservação. Porto Alegre: Grupo A, 2018. 9788595023406. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595023406/. PRIMACK, Richard B; RODRIGUES, Efraim. Biologia da conservação. Londrina, PR: E. Rodrigues,

2001. 327p. ISBN: 8590200213. RELYEA, Rick. Economia da Natureza. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN

9788527737623. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737623/. Acesso em: 17 nov. 2022. Bibliografia Complementar BARBOSA, R.P.; VIANA, V.J. Recursos Naturais e Biodiversidade: Preservação e Conservação dos Ecossistemas. São Paulo: Editora Saraiva, 2014. 9788536530697. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536530697 MEFFE, Gary K; MEFFE, Gary K; CARROLL, C. Ronald. Principles of conservation biology. 2.ed. Massachusetts: Sinauer Associates, c1997. 729 p. ISBN: 0878935215. MÜLLER, F.C.; MORAES, C.D.S.; VICENTE, L.D.C.; AL., E. Uso, Manejo e Conservação do Solo. Porto Alegre: Grupo A, 2021. 9786556902715. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786556902715/. PRIMACK, R. B.; ROZZI, R; FEINSINGER, P.; DIRZO, R.; MASSARDO, F. Fundamentos de conservación biológica: perspectivas latino americanas. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 797p., 2001. ROCHA, C. F. D.; BERGALLO, H. G.; ALVES, M. A. S.. Biologia da conservação - Essências. . Ed. RIMA, pp. 582, 2006.

158

Mudanças Climáticas Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

3 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: O clima da Terra. O meio ambiente e as ações antrópicas. Efeito estufa, aquecimento global e eventos extremos. Gestão de risco de desastres no contexto das mudanças climáticas. Acordos internacionais sobre o clima. Boas práticas para a redução da vulnerabilidade para as mudanças climáticas. Bibliografia Básica

1. BLAIKIE, P.; CANNON, T.; DAVIS, I.; WISNER, B. Vulnerabilidade :el entorno social, político y económico de los desastres. 1a. ed. Colombia: LARED; ITDG,1996. 374 p. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Vulnerabilidade ambiental.

2. SANTOS, R. F. dos (Org.). Brasília: MMA, 2007. 192 p. BRASIL. Senado Federal. Agenda 21: Conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente e desenvolvimento. 2. ed. Rio de Janeiro, 1992. Brasília, DF, 1997 a. 598 p.

3. FILGUEIRA, H. J. A. Os desastres relacionados com fenômenos naturais no contexto dos sistemas organizacionais. In: GARCIA, J. P.M. (Org.). Desastres na Paraíba: riscos, vulnerabilidade e resiliência. João Pessoa, PB: Editora Universitária da UFPB, 2013. p. 53-64. (ISBN: 978.85.237.0590-9). Bibliografia Complementar

1. FOIN, T.C. Jr. Ecological systemsand the environment. Boston: Hougton MifflinCompany,1976.

2. GOUDIE, A. S. The human impact: on the natural environment. 5th edition. Cambridge, MA: MIT Press, 2000. 511 p. IPCC. Intergovernmental Panel on Climate Change. Summary for Policymakers. In: Climate Change 2013: The Physical Science Basis. Contribution of Working Group I to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change,2013.

3. KREIMER, A.; MUNASINGHE, M. (Eds.). Managing natural disasters and the environment. Washington, D.C.: IBRD/WorldBank, 1991. MASKREY, A. (Ed.). Los desastres no son naturales. Colombia: LA RED; ITDG, 1993. MATHER, J.R.; SDASYUK, G. V. Global change: geographical approaches. USA: University of Arizona Press, 1991.

4. MORAES, A. C. R. Meio ambiente e ciências humanas. São Paulo: HUCITEC, 1994.100p.

5. ORGANIZATION OF AMERICAN STATES. Disaster, planning and development: managing natural hazards to reduce loss.Washington, D. C., Dec. 1990. STERN, P. C.; YOUNG, O.; DRUCKMAN, D. (Eds.). Global environmental change:understanding thehumandimensions.USA:National AcademyofSciences,1992

159

Oceanografia Código NOVO Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Sistemática e Ecologia Ementa: A origem dos oceanos; breve histórico da oceanografia; as principais divisões da oceanografia: oc. física, oc. química, oc. geológica, oc. biológica; propriedades físicas e químicas da água; províncias marinhas; circulação dos oceanos; as massas de água; ondas e marés; estuários; manguezais; bentos; nécton; plâncton; poluição nos mares e os papéis dos oceanos na mudança climática global. Bibliografia Básica CASTRO, Peter; HUBER, Michael E. Biologia Marinha. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2012. Ebook. ISBN 9788580551037. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580551037/. Acesso em: 17 nov. 2022. GARRISON, Tom. Fundamentos de Oceanografia - Tradução da 7a edição norte-americana. [Digite o Local da Editora]: Cengage Learning Brasil, 2016. E-book. ISBN 9788522124220. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522124220/. Acesso em: 17 nov. 2022. PINET, Paul R. Fundamentos de Oceanografia. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788521634485. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521634485/. Acesso em: 17 nov. 2022. Bibliografia Complementar CALAZANS, Danilo; COLLING, André; MARTINATO, Kely. Estudos Oceanográficos: do instrumental ao prático. Pelotas: Textos, 2011. 461p. ISBN: 9788599333068. 2011. Referências Bibliográficas Complementares CAVALCANTE, João Pedro Santos et al. Glossário de Oceanografia Abiótica. Fortaleza: UFC/LABOMAR/NAVE. 135p. (LABOMAR - Coleção Habitat 4) ISBN: 9788575634424. 2010. CRESPO, R.P.; SOARES, A.G. (Eds.). Ecologia Marinha. Editora Interciência. 665 p. ISBN:

9786599025259. 2021 Harari, Joseph (org). Noções de Oceanografia. https://www.inserver.com.br/usp/livros/nocoes_oceanografia-baixa.pdf. Instituto Oceanográfico - USP. 2021 HUBER, Michael F.; CASTRO, Peter. Biologia marinha. 8. ed. Porto Alegre: AMGH. 461 p. ISBN:

9788580551020. 2012. KNAUSS, John A. Introduction to physical oceanography. 2.ed. London: Prentice 14 Hall. 309p. ISBN:

0132381559. 1997. MIRANDA, Luiz Bruner de; CASTRO, Belmiro Mendes de; KJERFVE, Björn. Princípios de oceanografia física de estuários. 2.ed. São Paulo: USP. 426p. ISBN: 8531406751. 2012. TRUJILLO, Alan P; THURMAN, Harold V. Essentials of oceanography. 10th ed. Boston: Prentice Hall. xxv, 551p. ISBN: 9780321668127, 032166812. 2011.

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Ocupação e Uso do Solo Código 1704237 Carga Horária Teórica: 30h

3 créditos Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Arquitetura e Urbanismo Ementa: Estrutura urbana e dinâmicas de produção da cidade - marcos históricos e perspectivas contemporâneas. A política urbana no Brasil e a legislação incidente. Direito à cidade: inclusão social, mobilidade, acessibilidade urbanas e justiça ambiental. Estatuto da Cidade: diretrizes e instrumentos urbanísticos de planejamento e gestão do uso do solo urbano. Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano: parcelamento do solo e densidade demográfica. O licenciamento ambiental e urbano. Bibliografia Básica BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em www.planalto.gov.br BRASIL. Lei federal no 10.257/2012. Estatuto da Cidade – L10257. Disponível em www.planalto.gov.br BRASIL. Lei federal no 6.766/1979 - Lei do Parcelamento do Solo Urbano – L6766.Disponível em: www.planalto.gov.br FERRARI, C. Curso de Planejamento Municipal Integrado. São Paulo: Pioneira, 1979. PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA. Plano Diretor Municipal de João Pessoa. João Pessoa: PMJP, 2021 Bibliografia Complementar BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/ SANTOS Jr., O. & MOROSO, K.. (Orgs.). Dossiê de Monitoramento das Políticas Urbanas Nacionais

2021. Rio de Janeiro: Ed. dos Autores, 2021. FARIAS, T. Licenciamento Ambiental. João Pessoa: Fórum, 2017. MASCARÓ, J. L. & YOSHINAGA, M. Infraestrutura urbana. Porto Alegre: Editora 4, 2005. URBANIDADES. Urbanismo, planejamento urbano e planos diretores. Disponível em: https://urbanidades.arq.br/.

161

Perícia Ambiental Código 1102244 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: A região como parâmetro dedutivo da síntese geográfica. Os conjuntos geográficos intersectados sistematicamente como formadores da paisagem e do território. Instrumentos e parâmetros legais no trato de eventos geográficos. Intervenções e danos ao sistema antrópico e natural. Recursos instrumentais para ler e interpretar a dinâmica da paisagem e do território. Bibliografia Básica CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro. Ed. Bertrand do Brasil, 1999. RAGGI, J. P. e MORAES, A. M. L. Perícias ambientais: solução de controvérsias e estudos de caso. Rio de Janeiro: Quality Mark, 2005. TOCCHETO, D. Perícia ambiental criminal. Campinas: Millennium, 2010. Bibliografia Complementar ALMEIDA, J. R. Perícia ambiental, judicial e securitária: impacto, dano e passivo ambiental. Rio de Janeiro: Thex, 2009. MAURO, C. A. Laudos periciais em depredações ambientais. Rio Claro: Unesp Rio claro 1997. MILARÉ, E. Direito do Meio Ambiente. 11. Revista dos Tribunais. 2018. GUERRA, A. T.; CUNHA, S. B. Impactos ambientais urbanos no Brasil. Bertrand do Brasil. 2001. MACHADO, P. A. Direito Ambiental Brasileiro. 15a. Malheiros Editores. 2015

162

Português Instrumental Código GDLPL0063 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Língua Portuguesa e Linguística Ementa: Fundamentos organizacionais, textuais, discursivos e normativos da escrita acadêmica. Leitura e prática de gêneros textuais acadêmicos: resumo, resenha, fichamento e artigo científico. Leitura e prática de gêneros textuais das esferas de atuação profissional e de divulgação científica. Bibliografia Básica MACHADO, A. R.; LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L. S. (orgs.) Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na Universidade: Fundamentos. São Paulo: Parábola Editorial, 2019. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na Universidade: Texto e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2019. Bibliografia Complementar FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de texto para estudantes universitários. 18.ed. Petrópolis: Vozes, 2009. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 16. ed. São Paulo: Ática, 2002, 2003. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 27.ed. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 2010. MEDEIROS, J. B. Redação Científica: prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. PEREIRA, R. C. M. (org.). Ateliê de gêneros acadêmicos. João Pessoa: Ideia, 2014.

163

Processamento Digital de Imagens Código GDGEO0136 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Fundamentação: definições, objetivos e principais etapas. Técnica de pré-processamento: correção radiométrica, correção atmosférica e correção geométrica; Técnicas de realce: manipulação de histogramas, aplicação de contraste, fusão de imagens e operações aritméticas; Técnicas de Classificação: conceituação, classificação não-supervisionada, classificação supervisionada, segmentação de imagens e análise da precisão. Bibliografia Básica CHANG, C. I. Introdução ao processamento de imagens de sensoriamento remoto. UNB, Brasília, 2012. GONZALEZ, R. C. Processamento digital de imagens. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2010. 624 p. MARQUES FILHO, O.; VIEIRA NETO, H. Processamento Digital de Imagens. Primeira Edição. Brasport, 200p., 1999. Bibliografia Complementar CROSTA, A.P. Processamento digital de imagens de Sensoriamento Remoto. Campinas: UNICAMP, 1991. FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160p. JENSEN J. R. Sensoriamento Remoto do Ambiente. 3. Ed. Prentice Hall, 526p., 2005. MIRANDA, J. I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Brasília: Embrapa, 2005. NOVO, E. M. L. DE M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher. 2008.

164

Programação Aplicada à Engenharia Ambiental Código GDECV0103 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Noções básicas de computação. Arquitetura básica de um computador. Hardware x Software. Descrição de algoritmos. Construção de algoritmos, utilizando uma linguagem algorítmica. Programação Estruturada: Procedimentos, Sub-rotinas, Funções. Operadores: Operadores Aritméticos, Relacionais, Lógicos ou Boolianos, Operadores de Texto. Estruturas de Controle do Fluxo de Execução: Controles Condicionais; Controle de Ciclos ou Repetições. Funções Matemáticas. Dados e Resultados: Conversões e Formatação. Validação de Dados. Arquivos , Pastas e Drives. Gráficos. Interface com o Excel. Construção de programas com temas da engenharia ambiental. Atividades de extensão. Bibliografia Básica

1. Engenharia Civil e Ambiental - Uma Abordagem Computacional - Vol. 1 Programação com Visual Basic, ISBN978 85-924138-2-81, 356 páginas, Edições Kindle - Disponível na Amazon.com, Ano da publicação: 2020.

2. Engenharia Civil e Ambiental - Uma Abordagem Computacional - Vol. 2 Métodos Numéricos, ISBN978-85-924138 1-11, 440 páginas, Edições Kindle Disponível na Amazon.com, Ano da publicação: 2020.

3. Engenharia Civil e Ambiental - Uma Abordagem Computacional - Vol. 3 Métodos Estatísticos, ISBN978-85-924138 3-5, 432 páginas, Edições Kindle - Disponível naAmazon.com, Ano da publicação: 2020. Bibliografia Complementar

1. PEREZ, C. C. S.; ANDRADE, D. F. Excel 2016:conceito e prática. Santa Cruz do Rio Pardo: Viena,2016. 2.MOURA, L. F. Excel para engenharia: formas simples para resolver problemas complexos. São Carlos: EdUFSCar, 2007.

3. GILAT, A. Matlab com aplicações em engenharia. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

4. Engenharia Civil e Ambiental - Uma Abordagem Computacional - Vol. 4 Modelos de Otimização, ISBN 978-85 924138-5-91, 332 páginas, Edições Kindle Disponível na Amazon.com, Ano da publicação: 2020.

5. Engenharia Civil e Ambiental - Uma Abordagem Computacional - Vol. 5 Tópicos de Inteligência Artificial, ISBN978 65-00-99704-0, 474 páginas, Edições Kindle - Disponível na Amazon.com, Ano da publicação: 2024

165

Psicologia do Trabalho Código 1405212 Carga Horária Teórica: 30h

2 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Psicologia Ementa: Trabalho e condição humana. Psicologia do trabalho: aproximação às abordagens teóricas, tendências e práticas. Comportamento organizacional: liderança e grupos, motivação, poder e conflito, comunicação e cultura organizacional. Participação dos trabalhadores nas empresas. Psicologia e ergonomia: análise do trabalho; Trabalho e saúde mental Bibliografia Básica Pedro Bendassolli e Lis Soboll. Métodos de pesquisa e intervenção em Psicologia do Trabalho. . Atlas. 2014 José Carlos ZAnelli. O psicólogo nas organizações de trabalho. . Artmed. 2010 Christophe Dejours. Trabalho vivo. . Paralelo 15. 2012 Bibliografia Complementar Yves Clot. A função psicológica do trabalho. . Vozes. 2006 Pedro Bendassolli e Lis Soboll. Clínicas do trabalho. . Atlas. 2012 José Carlos Zanelli. Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. . Artmed. 2017

166

Reuso de água Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

2 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Tipos de reuso: direto e indireto. Potencialidades do reúso de água nas atividades: agrícola, industrial, urbano para fins não potáveis; recarga de aquíferos. Padrões da qualidade da água para o reúso. Tecnologias de tratamento de águas residuárias adequadas à prática do reúso. Estudos de casos. Bibliografia Básica

1. Telles, Dirceu D’Alkmin; Costa, Regina Helena Pacca Guimarães (Coordenadores). Reúso da água: conceitos, teorias e práticas. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. 2ª edição. São Paulo:EdgardBlucher,2010.424p. ISBN: 978-85-212 1772-5.

2. Mancauso, Pedro Caetano Sanches; Mierzwa, José Carlos; Hespanhol, Alexandra; Ivanildo, Hespanhol (Editores). Reúso de água potável como estratégia para a escassez. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. 1ª edição. Santana do Parnaíba: Manole, 2021. 318 p. ISBN: 978-65 5576-3003.

3. Nuvolari, Ariovaldo; Telles, Dirceu D'Alkmin. Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. 2ª Edição. São Paulo: Edgard Blücher, 2011. 520 p. ISBN: 978-85-21203-14-8 Bibliografia Complementar

1. Bittencourt, Claudia; de Paula, Maria Aparecida Silva. Tratamento de água e efluentes: fundamentos de saneamento ambiental e gestão de recursos hídricos. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. 1ª edição. São Paulo: Érica, 2014. 185 p. ISBN: 978-85-365-2177-0.

2. Libardi Júnior, Nelson. Sistemas de tratamento para águas e efluentes. [recurso eletrônico disponível na base digital Pearson]. 1ª edição. Curitiba: Contentus, 2020. 55 p. p. ISBN: 978-65-5745-283-7.

3. Metcalf, L. e Eddy, H. Tratamento de efluentes e recuperação de recursos. recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. Tradução: Ivanildo Hespanhol, José Carlos Mierzwa. 5ª edição. Porto Alegre: AMGH. 2016. 1984 p. ISBN: 978-85-8055 524-0.

4. Mendonça, Sergio Rolim; Mendonça, Luciana Coêlho. Sistemas Sustentáveis de Esgotos: Orientações Técnicas para Projeto e Dimensionamento de redes coletoras, emissários, canais, estações elevatórias, tratamento e reuso na agricultura. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca] 2ª edição. São Paulo: Edgard Blucher, 2017. 364 p. ISBN: 978-85-212-0961-4.

5. NBR 16783–Uso de fontes alternativas de água não potável em edificações. Associação Brasileira de Normas Técnicas. 2019.

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Riscos Geológicos Código GDGEO0144 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Conceitos introdutórios. Mecanismos dos agentes geológicos. Águas continentais de superfície e sub-superfície. O conhecimento do solo e sua importância no planejamento do meio físico. Importância do uso de documentos cartográficos no planejamento do meio físico. Carta de risco geológico. Identificação e análise dos riscos e medidas de prevenção de acidentes. Aspectos relacionados ao planejamento do meio físico, com delimitação de áreas vocacionais (aterros sanitários, cemitérios, etc.). Estudo de caso: riscos costeiros, riscos eólicos, riscos de desertificação, etc. Prática em trabalho de campo. Bibliografia Básica ALFREDINI, Paolo; ARASAKI, Emília. Obras e gestão de portos e costas: a técnica aliada ao enfoque logístico e ambiental. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2009. 776 p. MACIEL FILHO, Carlos Leite; NUMMER, Andrea Valli. Introdução à geologia de engenharia. Santa Maria: UFSM, 2011. 392 p. OLIVEIRA, Antonio Manoel dos Santos; BRITO, Sérgio Nertan Alves de. (Ed.). Geologia de engenharia. São Paulo: ABGE, 1998. 587 p. Bibliografia Complementar SANTOS, Álvaro Rodrigues dos. Enchentes e deslizamentos: causas e soluções – áreas de risco no Brasil. São Paulo: Pini, 2012. 128 p. SOUZA, C. R. G.; SUGUIO, K.; OLIVEIRA, A.M.S.; OLIVEIRA, P.E. O Quaternário Brasileiro. Holos Editora. 2005. VEYRET, Y. Os riscos: o homem com agressor e vítima do meio ambiente. Contexto. 2007. LIMA, Jean Carlos Ferreira de; FURRIER, Max. Caracterização geomorfológica e influências neotectônicas na Folha Pedras de Fogo 1:25:000. João Pessoa: s.n., 2011. 158f. Dissertação (Mestrado) UFPB/CCEN Orientador: Max Furrier. MACEDO, E. S.; MIRANDOLA, F. A. Gestão de riscos geológicos. In: OLIVEIRA, A. M. S.; MONTICELI, J. J. (Eds.) Geologia de engenharia ambiental. São Paulo: ABGE, 2018. v.3, cap.37, p.279-300.

168

Saneamento Rural Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

2 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Noções conceituais introdutórias de saneamento rural. O conceito de rural. Políticas públicas de saneamento rural no Brasil: perspectiva histórica e debates contemporâneos. Marco institucional e legal do saneamento rural no Brasil. Panorama do saneamento rural do Brasil. Tecnologias tradicionais e ecológicas de saneamento apropriadas às peculiaridades regionais e locais. O saneamento rural na perspectiva dos direitos humanos. Bibliografia Básica

1. Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Saneamento. 5ª edição. Brasília: Funasa,2019.545 p. ISBN 978-85-7346-060-5. Disponível em: Acesso em: 15dedezembrode2022.

2. Tonetti, Adriano Luiz e Colaboradores. Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas: referencial para a escolha de soluções. Campinas, SP.: Biblioteca/Unicamp, 2018. E-book, il.ISBN 97885-85783-94-5.

3. Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Programa Nacional de Saneamento Rural. 1ª edição. Brasília:Funasa,2019.260p. ISBN 978-85-7346-065-0. Disponível em: Acesso em: 15 de dezembro de 2022. Bibliografia Complementar

1. Libardi Júnior, Nelson. Sistemas de tratamento para águas e efluentes. [recurso eletrônico disponível na base digital Pearson]. 1ª edição. Curitiba: Contentus, 2020. 55 p. ISBN: 978-65-5745-283-7.

2. Conterato, Eliane; Stein, Ronei Tiago; Espartel, Lélis; Eltz, Magnum Koury de Figueiredo. Saneamento. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. 1ª edição. Porto Alegre: SAGAH, 2018. 212 p. ISBN:978-85-9502-477-9.

3. Philippi Júnior, Arlindo; Galvão Junior, Alceu de Castro. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. 2ª edição. Barueri, SP: Manole, 2018. 982 p. ISBN: 978-85 204-3210-5.

4. Scalize, P.S., Bezerra, N.R. (Org.) Curso de especialização de saneamento e saúde ambiental: saneamento básico rural (ebook). Goiânia: CEGRAF UFG, 2020. ISBN (ebook) 978-65-86422-06-1.

5. Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Saúde: saneamento rural. Brasília: SENAR, 2019. ISBN 97885-7664-226-8 (ebook).

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Segurança Industrial Código 1705109 Carga Horária Teórica: 30h

3 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia de Produção Ementa: Aspectos introdutórios da Segurança e Saúde do Trabalho: histórico, evolução e conceitos básicos. Acidentes do trabalho: conceitos, causas e custos. Tipologia de riscos. Métodos qualitativos de identificação, avaliação e controle de riscos. Metodologia de ação prevencionista. Sistema de gestão da segurança do trabalho. Aspectos legais. Aplicação de conteúdos teóricos em atividade(s) de extensão. Bibliografia Básica 1.UBIRAJARA Aluizio de Oliveira Mattos; Francisco Soares Másculo. Higiene e segurança do trabalho / organização- 2. ed., Elsevier, 2019 2.ZOCCHIO, ÁLVARO. Prática da prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho- 7. ed. rev. e ampl.- São Paulo: Atlas, 2002. 3.CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes- uma abordagem holística. São Paulo: Atlas, 1999.

170

Sensoriamento Remoto Código GDGEO0135 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Geociências Ementa: Introdução ao Sensoriamento Remoto: origem, evolução e conceitos; Fundamentos e princípios físicos em Sensoriamento Remoto; Balanço de radiação; Sistemas sensores remotos: níveis de aquisição, resoluções, programas espaciais e produtos de Sensoriamento Remoto; Comportamento espectral de alvos; Análise e extração de informações visuais e digitais de dados orbitais; Aplicações de técnicas de Sensoriamento Remoto para estudos ambientais. Bibliografia Básica BLASCHKE, T. & KUX, H. (orgs.). (2005). Sensoriamento Remoto e SIG: novos sistemas sensores: métodos inovadores. São Paulo: Oficina de Textos. FLORENZANO, T. G. (2002). Imagens de Satélite para Estudos Ambientais. Oficina de textos. São Paulo. MOREIRA, M. A. (2001). Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. São José dos Campos – SP – INPE. Bibliografia Complementar CROSTA, A. P. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. Campinas – SP, 1992. 170 p. JENSEN J. R. Sensoriamento Remoto do Ambiente. 3. Ed. Prentice Hall, 2005. 526 p. LILLESAND, T. M.; KIEFER, R. W. Remote Sensing and Image Interpretation. 3. ed. Edition. Wiley, 1994. NOVO, E. M. L. DE M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher. 2008. SCHOWENGERDT, R. A. Remote Sensing, Models and Methods for Image Processing. Second Edition. Academic Press, 1997.

171

Sociologia Ambiental Aplicada Código 1401313 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Ciências Sociais Ementa: Perspectivas conceituais e metodologias para investigação entre sociedade e meio ambiente. O método sociológico aplicado aos estudos ambientais. Técnicas e modos operativos de investigar. Problemas ambientais e mudança social. Indicadores socioambientais e Desenvolvimento Sustentável. Análise e avaliação de programas socioambientais. Bibliografia Básica

1. BUTTEL, Frederick H. A sociologia e o meio ambiente: um caminho tortuoso rumo à ecologia humana. Perspectivas: Revista de Ciências Sociais, v. 15, 1992. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/perspectivas/article/view/1961

2. ACSELRAD, Henri. Ambientalização das lutas sociais: o caso do movimento por justiça ambiental. Estudos avançados, v. 24, p. 103-119, 2010. Disponível em: https: https://www.scielo.br/j/ea/a/hSdks4fkGYGb4fDVhmb6yxk/ 3.FERREIRA, Leila da Costa. Idéias para uma sociologia da questão ambiental teoria social, sociologia ambiental e interdisciplinaridade. Desenvolvimento e Meio Ambiente, Curitiba, v. 10, p. 77-89, 2004. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/made/article/view/3096. Bibliografia Complementar 1.JACOBI, Pedro. Governança institucional de problemas ambientais. Política e Sociedade, Florianópolis, n. 7, p. 9-25, outubro, 2005. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/1969 2.ACSELRAD, Henri et. al. Desigualdade ambiental e acumulação por espoliação: o que está em jogo na questão ambiental. E-cadernos CES [Online], 17 | 2012, posto online no dia 01 setembro 2012.Disponível em: http://journals.openedition.org/eces/1138 3.FLEURY, Lorena Cândido; BARBOSA, Rômulo Soares; JÚNIOR, Horácio Antunes de Sant'Ana. Sociologia dos conflitos ambientais: desafios epistemológicos, avanços e perspectivas. Revista Brasileira de Sociologia, v. 5, n. 11, p. 219-253, 2017. Disponível em: https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/328 4.NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do. Trajetória da sustentabilidade: do ambiental ao social, do social ao econômico. Estudos avançados, v. 26, p. 51-64, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/yJnRYLWXSwyxqggqDWy8gct/?format=pdf&lang=pt 5.CÂMARA, João Batista Drummond. Governança ambiental no Brasil: ecos do passado. Revista de sociologia e política, v. 21, p. 125-146, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rsocp/a/YgVFXTqM44nK7HtGHXQpDtK/abstract/?lang=pt

172

Sociologia Urbana Código 1401169 Carga Horária Teórica: 60h

4 créditos Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Ciências Sociais Ementa: Dialogar com outras áreas do conhecimento do fenômeno urbano como Antropologia, Urbanismo, Geografia, Planejamento Urbano, Políticas Públicas, entre outras. Processos e desenvolvimento da revolução urbana. Organização da cidade; cidades: antigas, modernas e globais. Sociabilidade e cultura urbana. Escola de Chicago. Construção social do espaço urbano. Tecnologias de vigilância e controle do espaço urbano. Planejamento e gestão urbana. As questões migratórias. Direito à cidade. Aspectos da realidade brasileira: Estatuto da Cidade e Plano Diretor. Bibliografia Básica GEHL, Jan. Cidade para pessoas. 3a. ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2015 HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, 2001. LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. São Paulo: Ed. Moraes, 1991. Bibliografia Complementar HOLSTON, James. A cidade modernista: uma crítica de Brasília e sua utopia. 2.ed.. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. 362 p. KOWARICK, Lúcio. Escritos urbanos. São Paulo: Ed.34, 2000. 143p. LEITE, Rogério Proença. Contra-usos da cidade. Campinas, São Paulo: Unicamp, 2004. 342p. ROLNIK, Raquel. A cidade e a lei: legislação, política urbana e território na cidade de São Paulo. 2.ed. São Paulo: Studio Nobel, 1999. 242 p. SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos. 9a.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. 556 p.

173

Transporte e Meio Ambiente Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

4 créditos

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Problemas do transporte urbano nas cidades no século XXI; Sistema viário, controle e ordenação da circulação urbana; Planejamento das cidades e os meios de transporte; Impactos ambientais do transporte urbano; Eficiência energética dos transportes. Estratégias para um transporte urbano mais sustentável. Bibliografia Básica

1. CAMPOS, Vânia Barcellos Gouvêa. Planejamento de Transportes: conceitos e modelos. Rio de Janeiro: Editora Interciência Ltda., 2013.188 p.

2. D`AGOSTO, Márcio de Almeida. Transporte, uso de energia e impactos ambientais: uma abordagem introdutória. Rio de Janeiro: Editôra Elsevier, 2015.272 p.

3. PORTUGAL, L. da S.; GOLDNER, L. G. Estudo de pólos geradores de tráfego e de seus impactos nos sistemas viários e de transportes.1 ed. São Paulo. Editora Edgard Blucher,2003. Bibliografia Complementar

4. BRASIL. Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), instituída em 2012 por meio da Lei Federal nº 12.587.

5. SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. Oficina de textos, 2020.

6. VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. Políticas de Transporte no Brasil: A construção da mobilidade excludente. Barueri: Manole Editora, 2014.

7. VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. Transporte urbano, espaço e equidade: Análise das políticas públicas. São Paulo: Annablume, 2001.

8. VASCONCELOS, Eduardo Alcântara. Transporte e meio ambiente: conceitos e informações para análise de impactos. São Paulo: : Annablume,2008.

174

Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

3 créditos

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Aspectos qualitativos e quantitativos da água para o uso na indústria. Características e carga poluidora de efluentes industriais. Tanques de Equalização. Tratamento Preliminar. Tratamento Primário. Operações e processos de Tratamento Físico-Químico. Processos Biológicos. Processos de Tratamento Específicos e Avançados. Caracterização, Tratamento dos Efluentes e Reúso ou Reaproveitamento de Água em Industriais de: Galvanoplastias, de Celulose e Papel, Têxtil, Laticínio, Abatedouro e Frigorífico, Curtume, Química e Petroquímica, Farmacêuticas, Alimentícia, Refrigerante e Cervejaria, Mineração. Projeto de Estação de Tratamento de Efluentes Industriais. Atividades de laboratório. Bibliografia Básica

1. Cavalcanti, José Eduardo W. de A. Manual de Tratamento de Efluentes Industriais. 3ª Edição. São Paulo: Engenho Editora Técnica Ltda., 2016. ISBN: 978-85 88006-05-8.

2. Nunes, José Alves. Tratamento Físico-Químico de Águas Residuárias Industriais. 7ªEdição. São Paulo: Chiado Editora, 2018. 404 p. ISBN: 978-98-9524-732-5.

3. Von Sperling, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos. 1ª edição. UFMG. 2016 Bibliografia Complementar

1. Metcalf, Eddy. Tratamento de efluentes e recuperação de recursos [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. Tradução: Ivanildo Hespanhol, José Carlos Mierzwa. 5ª Edição. Porto Alegre: AMGH, 2016. ISBN: 978-85-8055 524-0.

2. Libardi Júnior, Nelson. Sistemas de tratamento para águas e efluentes. [recurso eletrônico disponível na base digital Pearson]. 1ª edição. Curitiba: Contentus, 2020. 55 p. ISBN: 978-65 5745-283-7.

3. Bittencourt, Claudia; de Paula, Maria Aparecida Silva. Tratamento de água e efluentes: fundamentos de saneamento ambiental e gestão de recursos hídricos. [recurso eletrônico disponível na base digital Minha Biblioteca]. 1ª edição. São Paulo: Érica, 2014. 185 p. ISBN: 978-85-365-2177-0.

4. Schorr, Adriano de Souza. Tratamento de águas e efluentes. [recurso eletrônico disponível na base digital Biblioteca Virtual Pearson].1ª Edição. Rio de Janeiro, RJ: Freitas Bastos, 2022. 208 p. ISBN: 97865-5675-111-5. 5.

5. Von Sperling, M. Lagoas de Estabilização. 3ª edição UFMG. 2017.

6. Eduardo, P.J. E Constantino, A.P. Tratamento de esgotos domésticos. 8ª edição. ABES. 2017.

7. Von Sperling, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamentodeesgotos.4ªedição. SEGRAC Eletrônica. 2009 (reimpressão)-Impressão–UFMG.

175

Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 5h

3 créditos

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 10h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Caracterização e coleta dos resíduos urbanos e rurais. Alternativas de tratamento de resíduos sólidos domiciliares, resíduos de construção civil, resíduos eletroeletrônicos, resíduos de serviços de saúde, medicamentos em desuso e vencidos, entre outros. Disposição final. Atividades prática e de extensão. Bibliografia Básica

1. BARROS, Raphael Tobias de Vasconcelos. Elementos de Gestão de Resíduos Sólidos. Editora Tessitura. 2012.

2. CANEJO, C. Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. Rio de Janeiro: Freitas Barros, 2022.

3. TELLES, D´Alckim. Resíduos Sólidos: gestão responsável e sustentável. São Paulo: Blucher, 2022. Bibliografia Complementar

1. BECHARA, Erika. Aspectos relevantes da Política Nacional de Resíduos Sólidos: Lei N. 12.305/2010. Editora Atlas, 1ª Edição, 2013.

2. MELO, Diógenes Aires de. Aterros de Resíduos: O Uso de Ferramentas de Avaliação como Apoio Decisório Para a Reabilitação Ambiental – Teoria e Prática. Editora Appris. 1ª edição, 2021.

3. LIMA, Jose Dantas. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. Editora ABES, 1999.

4. SCHALCH, Valdir, LEITE, Wellington Cyro de Almeida, FERNANDES JÚNIOR, José Leomar, CASTRO, Marcus Cesar Avezum Alves de. Gestão e Gerenciamento de Resíduos Sólidos, 2002.

5. SILVEIRA, A. L. da; Gestão de resíduos sólidos: cenários e mudanças de paradigmas. Curitiba: Intersaberes, 2018

176

Uso Racional da Água em Edificações Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

3 créditos

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 0h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Necessidade do uso racional da água em edificações; Combate a vazamentos e desperdícios de água em edificações; Uso de dispositivos economizadores de água em edificações; Fontes alternativas de água em edificações. Bibliografia Básica

1. Ricardo Franci Gonçalves (coordenador). Uso racional da água em edificações. 1ª edição. PROSAB/FINEP. 2006. Disponível em: http://www.finep.gov.br/images/a poio-efinanciamento/historicode programas/prosab/Uso_agua_ _final.pdf.

2. Huhn, L.; Deegener, S.; Gamisonia, R.; Wendland, C. Greywater treatment in sand and gravelfilters: low tech solutions for sustainable wastewater management - manual for design, construction, operation and mantainance. 1ª edição. UNEP/GPA. 2015. Disponível em: https://www.wecf.org/grey-water treatment-in-sand-and-gravel filters manual-for-design construction-operation-and maintenance/

3. Plínio Tomaz. Aproveitamento de água de chuva: para áreas urbanas e fins não potáveis. Navegar Editora. 2ª edição.2003 Bibliografia Complementar

1. PNCDA. Tecnologias poupadoras de água nos sistemas prediais. Documentos técnicos de apoio nº F1. Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Água. 1999. Disponível em: https://www.gov.br/mdr/pt br/assuntos/saneamento/pmss/bib lioteca virtual/documentos tecnicos-de-apoio-dta.

2. Roberto Fendrich e Rogério Oliynik. Manual de utilização das águas pluviais. 1ª edição. Livraria do Chain. 2002.

3. NBR 15527– Aproveitamento de água de chuva de coberturas para fins não potáveis - Requisitos. Associação Brasileira de Normas Técnicas. 2019.

4. NBR 16783 –Uso de fontes alternativas de água não potável em edificações. Associação Brasileira de Normas Técnicas. 2019.

5. Stec, A. Sustainable Water Management in Buildings - Case Studies From Europe. Springer. 2020.

177

Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental V Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

03 créditos

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 45h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Atividade de orientação individual optativa de caráter extensionista, relaciona à atuação do engenheiro ambiental, regida por Resolução Interna do curso. Bibliografia básica: BRASIL. Ministério da Educação. Extensão em Participação Social Documento de Referência. Brasília, DF: MEC, 2025. https://www.gov.br/mec/pt-br/media/extensao_em_participacao_social.pdf . Acesso em 03/12/2025. Bibliografia complementar: 1-BERNHEIM, Carlos Tunnermann; CHAUÍ, Marilena. Desafios da Universidade na Sociedade do Conhecimento. Brasília: UNESCO, 2008. 2-DINIZ, Flávio Pereira. A Extensão Universitária como Instrumento de Política Pública 2012. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal do Goiás, Goiânia, 2012. 3-SOUZA, Ana Luísa Lima. A História da Extensão Universitária. Campinas: Editora Alínea, 2010.

178

Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental VI Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

02 créditos

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 30h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Atividade de orientação individual optativa de caráter extensionista, relaciona à atuação do engenheiro ambiental, regida por Resolução Interna do curso. Bibliografia básica: BRASIL. Ministério da Educação. Extensão em Participação Social Documento de Referência. Brasília, DF: MEC, 2025. https://www.gov.br/mec/pt-br/media/extensao_em_participacao_social.pdf . Acesso em 03/12/2025. Bibliografia complementar: 1-BERNHEIM, Carlos Tunnermann; CHAUÍ, Marilena. Desafios da Universidade na Sociedade do Conhecimento. Brasília: UNESCO, 2008. 2-DINIZ, Flávio Pereira. A Extensão Universitária como Instrumento de Política Pública 2012. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal do Goiás, Goiânia, 2012. 3-SOUZA, Ana Luísa Lima. A História da Extensão Universitária. Campinas: Editora Alínea, 2010.

179

Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental VII Código NOVO Carga Horária Teórica: 0h

02 créditos

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária Total: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 30h

Tipo de Componente: Atividade de Orientação Individual Departamento: de Engenharia Civil e Ambiental Ementa: Atividade de orientação individual optativa de caráter extensionista, relaciona à atuação do engenheiro ambiental, regida por Resolução Interna do curso. Bibliografia básica: BRASIL. Ministério da Educação. Extensão em Participação Social Documento de Referência. Brasília, DF: MEC, 2025. https://www.gov.br/mec/pt-br/media/extensao_em_participacao_social.pdf . Acesso em 03/12/2025. Bibliografia complementar: 1-BERNHEIM, Carlos Tunnermann; CHAUÍ, Marilena. Desafios da Universidade na Sociedade do Conhecimento. Brasília: UNESCO, 2008. 2-DINIZ, Flávio Pereira. A Extensão Universitária como Instrumento de Política Pública 2012. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal do Goiás, Goiânia, 2012. 3-SOUZA, Ana Luísa Lima. A História da Extensão Universitária. Campinas: Editora Alínea, 2010.

180

16.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

A avaliação do processo ensino e aprendizagem do(a) discente deve contemplar o tripé ensino, pesquisa e extensão, bem como as competências/habilidades para o alcance dos obje vos propostos no componente curricular. A avaliação em sala de aula é de responsabilidade do docente que a par r das caracterís cas do componente curricular pode se dar sob a forma de exercícios ou provas disserta vas, apresentação de seminários, trabalhos orais, relatórios, projetos, a vidades prá cas em campo ou laboratório, a vidades extensionistas, entre outros. Neste processo ressalta-se a importância do uso de metodologias a vas no aprendizado e es mulo da produção intelectual, técnica e inovadora dos alunos, de forma individual ou em equipe, conforme o plano de ensino dos componentes curriculares e seguindo as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES 02/2019). Na UFPB, de acordo com a Resolução CONSEPE 29/20, o processo de aprendizagem e avaliação consiste:

Art. 76. A avaliação de aprendizagem é um processo forma vo con nuo que compreende diagnós co, acompanhamento e verificação da aquisição de conhecimentos, habilidades e a tudes expressas pelo discente, constatados a par r do rendimento acadêmico e da assiduidade.

Art. 77. A avaliação da aprendizagem do discente será expressa por nota compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0 (dez), variando até a primeira casa decimal, após o arredondamento da segunda casa decimal, atribuída a cada verificação parcial e ao exame final. Quanto ao estágio supervisionado obrigatório, essa a vidade permite ao aluno adquirir experiências prá cas a par r dos conhecimentos técnicos. O estágio supervisionado obrigatório é executado como a vidade acadêmica, logo, cada aluno tem um professor/orientador responsável pelo acompanhamento do plano de a vidades e elaboração de relatório final. A avaliação da aprendizagem se dá pelo acompanhamento das a vidades e parecer final do professor/orientador conforme portaria interna aprovada no Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental. O Projeto Final de Curso deve ser desenvolvido de forma individual, com o aluno aprofundando seus conhecimentos em uma das áreas interdisciplinares do curso de Engenharia Ambiental, a par r das orientações definidas em portaria interna aprovada no Colegiado de Curso de Engenharia Ambiental. Os instrumentos de avaliação dos discentes quanto ao ensino e aprendizagem dos componentes curriculares do curso devem ser especificados no início de cada período le vo a par r de 181

instrumento ins tucional da UFPB no sistema acadêmico de ensino da ins tuição. O NDE periodicamente analisará os relatórios enviados pelos departamentos e pela PRG visando avaliar o processo de avaliação do ensino e aprendizagem dos alunos e propor melhorias a serem avaliadas pelo Colegiado do Curso. 17.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO

A avaliação externa do curso é realizada de acordo com os procedimentos e os critérios do MEC, por meio do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) com periodicidade de 3 em 3 anos. O SINAES envolve a par cipação de toda a comunidade acadêmica, sob a gestão do Ins tuto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com diretrizes e instrumentos aprovados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES). O SINAES prevê os seguintes processos de avaliação: 

Para IES os instrumentos de autoavaliação e avaliação ins tucional são para fins de credenciamento e recredenciamento; atribuição do Conceito Ins tucional (CI); cálculo do Índice Geral de Cursos (IGC) a par r do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) e outros insumos;

Para avaliação dos cursos de graduação para fins de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento; atribuição do Conceito de Curso (CC); cálculo do Conceito ENADE e do Conceito Preliminar de Curso (CPC) a par r do ENADE e outros insumos; e também realiza avaliação de desempenho dos estudantes por meio de prova (ENADE).

No úl mo ENADE do curso (2023), o conceito da Engenharia Ambiental da UFPB manteve-se em 4, de um valor máximo de 5. A UFPB executará a Autoavaliação Ins tucional através da Comissão Própria de Avaliação (CPA), que coordena, no âmbito da ins tuição, os processos de autoavaliação com periodicidade bianual. Quanto ao atendimento à creditação da extensão no curso, de acordo com o Art. 12 da resolução 02/2022, a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) elaborará um instrumento de autoavaliação dos cursos seguindo as orientações da Resolução MEC/CNE/CES nº 7/2018, a ser implantado pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) no SIGAA. O acompanhamento da inserção das a vidades de extensão para fins de creditação curricular estará vinculado aos indicadores da creditação da extensão no Plano de Desenvolvimento Ins tucional (PDI) da UFPB conforme a Resolução 02/2022. O NDE fará avaliação do curso com periodicidade bianual por meio de três dimensões: a 182

organização didá co-pedagógica e extensionista, o corpo docente e a infraestrutura disponível ao curso, fazendo usos dos seguintes instrumentos:

i.

Aplicação de ques onários online junto aos docentes, discente e técnicos administra vos, que atendem o curso, com periodicidade bianual;

ii.

Análise do Relatório anual dos departamentos sobre o Ques onário de Avaliação dos docentes disponível no sistema acadêmico da UFPB, no qual os discentes respondem um ques onário sobre a prá ca docente e metodologia adotada;

iii.

Análise do Relatório de Acompanhamento das a vidades de extensão para fins de creditação curricular implementado no SIGAA.

O processo de autoavaliação do curso deverá ser conduzido por uma Comissão de Avaliação Interna composta por representantes do Colegiado, do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e técnico-administra vo, que regulamentará a comissão e o sistema de autoavaliação do curso de Engenharia Ambiental, a ser estabelecida posteriormente à entrada em vigor deste PPC, em instrumento norma vo específico sob responsabilidade do colegiado do curso.

183

REFERÊNCIAS BRASIL. Cons tuição da República Federa va do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em: h ps://www.planalto.gov.br. BRASIL. INEP. Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância. Brasília, DF: INEP, 2021. Disponível em: h p://portal.inep.gov.br. BRASIL. Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 dez. 1966. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. BRASIL. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Ins tui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 15 abr. 2004. BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Ins tui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 7 jul. 2015. BRASIL. Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020. Atualiza o Marco Legal do Saneamento Básico. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 jul. 2020. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 2005. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria nº 1.693, de 5 de dezembro de 1994. Caracteriza a habilitação em Engenharia Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 6 dez. 1994. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria MEC nº 604, de 19 de novembro de 2013. Reconhece o curso de Engenharia Ambiental da UFPB. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 nov. 2013. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria MEC nº 1.096, de 24 de dezembro de 2015. Renova o reconhecimento do curso de Engenharia Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 dez. 2015. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria MEC nº 920, de 27 de dezembro de 2018. Renova o reconhecimento do curso de Engenharia Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 dez. 2018. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria MEC nº 111, de 4 de fevereiro de 2021. Renova o reconhecimento do curso de Engenharia Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 5 fev. 2021. CENTRO DE TECNOLOGIA. Relatório de gestão. João Pessoa: CT/UFPB, 2024. CONFEA. Resolução nº 447, de 22 de setembro de 2000. Dispõe sobre o registro profissional do Engenheiro Ambiental e discrimina suas a vidades profissionais. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 25 set. 2000. 184

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 06/04/2026 RESOLUÇÃO Nº 05/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 5) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 07/05/2026 13:57 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087

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