UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 14/2026

UFPB-CONSEPE-RES-14-2026
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Radiologia na modalidade presencial e na forma de oferta subsequente.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (90)

90 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. ? 1/2021 em: Anexo I, art. 99“Resolução nº 01/2021 de 25 de maio de 2021.”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo I“Dessa forma, buscar-se-á contribuir para sua consolidação, por meio da formação de profissionais Técnicos em Radiologia que atendam às demandas de saúde da população brasileira, em cumprimento ao...”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo I“A indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão está estabelecida na Constituição Federal de 1988, em seu Art. 207 “As universidades gozam de autonomia didático científica, administrativa e...”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo I, art. 99“Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo II“Constituição da República Federativa do Brasil.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo I“● Resolução nº 2/20 (Catálogo Nacional de Cursos Técnicos – 4° edição) ● Normas e regulamentações da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo I, art. 99“Resolução nº 2 de 15 de dezembro de 2020.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo I“O perfil de formação técnica tem como base o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos 4ª edição, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2/2020 (BRASIL, 2020).”
  • cita
    Res. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo I, art. 99“Resolução nº04/1999.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 6/2012 em: Anexo I“De acordo com a Resolução Nº 06/2012 do Conselho Nacional de Educação, os cursos técnicos na área da saúde terão obrigatoriamente uma carga horária de aulas teóricas de 1.200 horas (BRASIL, 2012).”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: Anexo I, art. 99“Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018.”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo I“Essas ofertas são organizadas em consonância com os princípios da Resolução CNE/CP nº 1/2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica (DCNGEPT).”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo I“Em consonância com o Art. 26 da Resolução CNE/CP N°1, de 5 de janeiro de 2021: § 5º Respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária, o plano de curso técnico, ofertado na modalidade...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo I, art. 99“Conforme estabelecido no artigo Art. 49. § 2°, da Resolução CNE/CP n° 1, de 5 de janeiro de 2021, o curso apresenta um itinerário formativo que contempla a certificação intermediária de cada etapa...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo I, art. 99“Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021.”
  • cita
    Res. CONTER 10/2011 em: Anexo I“● Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas).”
  • cita
    Res. CONTER 10/2011 em: Anexo II“Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas).”
  • cita
    Res. CONTER 10/2011 em: Anexo I“A Resolução CONTER nº 10/2011 (e suas atualizações) representa a normativa mais direta e específica que regulamenta o estágio curricular supervisionado nas áreas das Técnicas Radiológicas.”
  • cita
    Res. CONTER 15/2011 em: Anexo I“● Cumprir integralmente as exigências do Código de Ética dos Profissionais das Técnicas Radiológicas (Resolução CONTER nº 15/2011 e suas atualizações) e de toda a legislação que regulamenta sua...”
  • cita
    Decreto 5.154/2004 em: Anexo I“A Educação Profissional e Tecnológica, conforme estabelecida pela Lei Federal nº 9.394/1996 e pelo Decreto nº 5.154/2004, vem sendo desenvolvida pelo CPT-ETS/UFPB por meio de cursos e programas...”
  • cita
    Decreto 7.824/2012 em: Anexo I“e o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas...”
  • cita
    Decreto 9.034/2017 em: Anexo I“federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível...”
  • cita
    Decreto 9.057/2017 em: Anexo I“● Decreto nº 9.057/17 (Regulamenta o art. 80 da LDB, dispondo sobre a educação a distância);”
  • cita
    Decreto 9.057/2017 em: Anexo I, art. 99“Decreto MEC nº 9.057 de 25 de maio de 2017.”
  • cita
    Decreto 92.790/1986 em: Anexo I“Ele está em conformidade com o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, sendo primordialmente regido pela Lei Federal Nº 7.394/85, que dispõe sobre o exercício do Técnico e Tecnólogo em...”
  • cita
    Decreto 92.790/1986 em: Anexo II“Bibliografia Básica Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico...”
  • cita
    Decreto 9.531/2018 em: Anexo I“● Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia).”
  • cita
    Decreto 9.531/2018 em: Anexo II“Bibliografia Básica Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico...”
  • cita
    Decreto-Lei 1.044/1969 em: Anexo I, art. 1º“instituído pelo Decreto-lei número 1.044, 21 de outubro de 1969.”
  • cita
    Decreto-Lei 875/1953 em: Anexo I“Sua criação se deu por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, a partir da Resolução Nº 05/2000 do Conselho Superior Universitário, passando a ser chamada de Escola Técnica de...”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo I, art. 10“Para além da política, o CPT-ETS/UFPB atua com temas relativos à observância da Lei Nº 10.639/03 que altera a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da...”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo I, art. 79-B“O ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, após a aprovação da Lei Nº 10.639/03, fez-se necessário e é obrigatório para garantir uma ressignificação e valorização cultural das...”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo I, art. 99“Lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003.”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo I“A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar,...”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo I, art. 99“Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008.”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo I, art. 10“Art. 10 da Lei 11.788/2008 – Lei de Estágios, Resolução CONTER e CNCT 4ª edição 2020.”
  • cita
    Lei 11.892/2008 em: Anexo I, art. 10“Além disso, com o advento da Criação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, onde o CPT-ETS encontra-se inserido através da Lei no 11.892/2008, é sinequanon a...”
  • cita
    Lei 11.892/2008 em: Anexo I, art. 99“Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008.”
  • cita
    Lei 1.234/1950 em: Anexo I“● Lei nº 1.234/50 (revogada pela Lei nº 7.394/85): Embora revogada, foi a primeira lei a tratar da profissão, sendo um marco histórico.”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: Anexo I“No Edital, consta a implementação das reservas de vagas de que tratam a Lei N° 12.711, de 29 de agosto de 2012, , alterada pela Lei nº 13.409/2016, que dispõe sobre o ingresso nas universidades...”
  • cita
    Lei 12.990/2014 em: Anexo I, art. 99“Lei nº 12.990 de 09 de junho de 2014.”
  • cita
    Lei 13.005/2014 em: Anexo I“● Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que estabelece o Plano Nacional de Educação 2014-2024;”
  • cita
    Lei 13.005/2014 em: Anexo I, art. 99“BRASIL, Lei 13.005/2014.”
  • cita
    Lei 13.005/2014 em: Anexo II“Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014.”
  • cita
    Lei 13.409/2016 em: Anexo I“de agosto de 2012, , alterada pela Lei nº 13.409/2016, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N°...”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo I“O CPT-ETS/UFPB foi criado pela Lei Estadual nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com denominação inicial de Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e federalizada por ocasião da federalização da...”
  • cita
    Lei 5.692/1971 em: Anexo I“JUSTIFICATIVA DE IMPLANTAÇÃO E OFERTA DO CURSO A realidade brasileira apresenta um déficit na oferta de educação profissional, uma vez que essa modalidade de educação de nível médio deixou de ser...”
  • cita
    Lei 5.692/1971 em: Anexo I, art. 99“Lei nº 5.962 de 11 de agosto de 1971.”
  • cita
    Lei 6.711/1979 em: Anexo I“● Lei nº 6.711/79 (Fixa a jornada de trabalho de técnicos em radiologia em 24 horas semanais).”
  • cita
    Lei 7.394/1985 em: Anexo I“Ele está em conformidade com o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, sendo primordialmente regido pela Lei Federal Nº 7.394/85, que dispõe sobre o exercício do Técnico e Tecnólogo em...”
  • cita
    Lei 7.394/1985 em: Anexo II“Bibliografia Básica Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico...”
  • cita
    Lei 7.853/1989 em: Anexo I, art. 99“Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências, 1999.”
  • cita
    Lei 8.080/1990 em: Anexo I“● Lei nº 8.080/90 (Lei Orgânica da Saúde, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras...”
  • cita
    Lei 8.080/1990 em: Anexo I, art. 99“Lei nº8.080 de 19 de setembro de 1990.”
  • cita
    Lei 875/1953 em: Anexo I, art. 99“Lei Nº 875, de 21 de janeiro de 1953.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“A Educação Profissional e Tecnológica, conforme estabelecida pela Lei Federal nº 9.394/1996 e pelo Decreto nº 5.154/2004, vem sendo desenvolvida pelo CPT-ETS/UFPB por meio de cursos e programas...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“Nos termos do art. 39 da Lei nº 9.394/1996, a EPT integra-se aos diferentes níveis e modalidades da educação nacional, articulando-se às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I, art. 10“Para além da política, o CPT-ETS/UFPB atua com temas relativos à observância da Lei Nº 10.639/03 que altera a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I, art. 79-B“O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme a...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I, art. 99“Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo II“Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“● Decreto nº 5.154/04 (Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da LDB);”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“● Decreto nº 9.057/17 (Regulamenta o art. 80 da LDB, dispondo sobre a educação a distância);”
  • cita
    Portaria MEC 413/2016 em: Anexo I, art. 99“Portaria MEC 413 de 11 de maio de 2016.”
  • cita
    Port. Normativa MEC 18/2012 em: Anexo I“r sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012,...”
  • cita
    Port. Normativa MEC 21/2012 em: Anexo I“cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012, alterado pelo Decreto N° 9.034, de 20 de abril de 2017, e a...”
  • cita
    Port. Normativa MEC 9/2017 em: Anexo I“terada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de...”
  • cita
    Portaria MS 453/1998 em: Anexo II“Aplicação das normas de biossegurança e proteção radiológica (Portaria 453/98 ANVISA) uso de EPIs, posicionamento do paciente e manejo seguro de resíduos.”
  • cita
    Portaria MS 453/1998 em: Anexo I“● Portaria SVS/MS nº 453/98 (Estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, sendo de leitura obrigatória para todos os profissionais da área).”
  • cita
    Portaria SETEC 24/2003 em: Anexo I“Em 2001, o Curso Auxiliar de Enfermagem passou à condição de Curso Técnico em Enfermagem, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 13/2000 e, através da portaria SETEC/MEC Nº 24/2003, publicada na...”
  • cita
    Lei PB 875/1953 em: Anexo I“O CPT-ETS/UFPB foi criado pela Lei Estadual nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com denominação inicial de Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e federalizada por ocasião da federalização da...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: Anexo II“Resolução CONSEPE nº 02/2022.”
  • cita
    Res. CONSEPE 07/2018 em: Anexo I, art. 10“Destaca-se que o Centro Profissional e Tecnológico – ETS/UFPB orienta suas ações de Ensino, Pesquisa e Extensão baseado nos princípios de (Resolução Nº 7/2018):”
  • cita
    Res. CONSEPE 09/1993 em: Anexo II“Dispõe sobre a Resolução nº 09/1993 do CONSEPE, que regulamenta as atividades de Extensão da Universidade Federal da Paraíba e dá outras providências.”
  • cita
    Res. CONSEPE 10/2011 em: Anexo II“Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas Bibliografia Complementar Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo I, art. 99“Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015, 2020.”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo I“● Resolução Nº 29/2020, de 06 de novembro 2020, que aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015;”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I“● Resolução Nº 29/2020, de 06 de novembro 2020, que aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015;”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I, art. 2º“O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça:”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I, art. 99“A Certificação de experiências anteriores e aproveitamento de estudos se dará segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020”
  • cita
    Res. CONSEPE 38/2018 em: Anexo I, art. 10“POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL O CPT-ETS/UFPB através da Política de Assistência Estudantil desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, conforme Resolução...”
  • cita
    Res. CONSEPE 59/2013 em: Anexo I, art. 99“Resolução nº 59/2013.”
  • cita
    Res. CONSEPE 61/2014 em: Anexo II“Resolução CONSEPE nº 61/2014.”
  • cita
    Res. CONSUNI 05/2000 em: Anexo I“Sua criação se deu por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, a partir da Resolução Nº 05/2000 do Conselho Superior Universitário, passando a ser chamada de Escola Técnica de...”
  • cita
    Res. CONSUNI 12/2003 em: Anexo I“Em 2003, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB N° 12/2003, foi criado o Curso Técnico em Prótese Dentária, segundo curso técnico da Escola.”
  • cita
    Res. CONSUNI 13/2000 em: Anexo I“Em 2001, o Curso Auxiliar de Enfermagem passou à condição de Curso Técnico em Enfermagem, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 13/2000 e, através da portaria SETEC/MEC Nº 24/2003, publicada na...”
  • cita
    Res. CONSUNI 13/2000 em: Anexo I, art. 99“Resolução nº13/2000.”
  • cita
    Res. CONSUNI 14/2022 em: Anexo I“A Escola Técnica de Saúde passou a ser denominada de Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba, conforme Resolução CONSUNI/UFPB nº 14/2022, com...”
  • cita
    Res. CONSUNI 14/2022 em: Anexo I, art. 99“Resolução 14/2022.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 99“Regimento Geral da UFPB,2016.”

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 117 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 12 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 14/2026 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Radiologia na modalidade presencial e na forma de oferta subsequente. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, por meio da Câmara de Graduação, de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e de Assistência Estudan l, no uso de suas atribuições, e considerando a aprovação Ad Referendum no dia 14 de abril de 2026,(processo nº 23074.063068/2025-54) RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Radiologia, em nível médio, na modalidade presencial e na forma subsequente, a ser ofertado pelo Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (CPT-ETS/UFPB), campus I, por meio do Programa de Formação Técnica para o SUS.

Parágrafo único. As definições rela vas aos obje vos do curso, perfil profissional de conclusão, competências, habilidades e campo de atuação dos egressos encontram-se descritas no Anexo I desta Resolução.

Art. 2º O Curso Técnico em Radiologia tem como finalidade conferir o diploma de Técnico em Radiologia e Imagenologia aos estudantes que cumprirem integralmente as exigências estabelecidas no Projeto Pedagógico do Curso.

Art. 3º O Projeto Pedagógico do Curso integra a presente Resolução na forma de seu Anexo I.

Art. 4º Fica aprovada a oferta do Curso Técnico em Radiologia, na modalidade de Educação Profissional Técnica de Nível Médio presencial, pelo Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPT-ETS/UFPB), inserido no Eixo Tecnológico de Ambiente e Saúde, com carga horária total de 1.605 (mil seiscentas e cinco) horas.

Art. 5º O curso ofertará entre 30 (trinta) e 40 (quarenta) vagas por ingresso.

Art. 6º O processo sele vo será realizado por meio de edital público ou mediante celebração de convênios, conforme norma vas ins tucionais vigentes.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 01 de junho de 2026

Terezinha Domiciano Dantas Mar ns Presidente

[página 3 — sem camada de texto; texto obtido por OCR]

ANEXO | - PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA

ê

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

5 pa )

ç

O

TÉCNICO EM RADIOLOGIA TECRAD- CPT-ETS/UFPB [fim da página 3]

[página 4 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO RR ie

GOVERNO FEDERAL

Dal ln

UNIÃO E RECONSTRUÇÃO

E SUS RH = [fim da página 4]

MINISTÉRIO DA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

ALEXANDRE ROCHA DOS SANTOS PADILHA Ministro da Saúde

TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS Reitora

MÔNICA NÓBREGA Vice-Reitora

MARIA SORAYA PEREIRA FRANCO ADRIANO Diretora do CPT-ETS/UFPB

FABIA DANIELLE SALES CUNHA MEDEIROS E SILVA Vice-Diretora do CPT- ETS/UFPB

ANNE KAROLINE CANDIDO ARAÚJO Coordenadora Acadêmica do CPT-ETS/UFPB

COMISSÃO DE ATUALIZAÇÃO DO PPC DO CURSO Profa. Dra. Anne Karoline Candido Araújo Profa. Dra. Bruna Rodrigues de Sousa Profa. Dra. Maria Soraya P. Franco Adriano

ASSESSORIA PEDAGÓGICA Luciane Alves Coutinho Renie de Souza Garcia

LISTA DE SIGLAS ANVISA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

AVA

Ambiente Virtual de Aprendizagem

CAPES

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações

CNCST

Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia

CNCT

Catálogo Nacional de Cursos Técnicos

CNE

Conselho Nacional de Educação

CNEN

Comissão Nacional de Energia Nuclear

CNPQ

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

COFEN

Conselho Federal de Enfermagem

CONDETUF

Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais

CONSEPE

Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão

CONSUNI

Conselho Universitário

CONTER

Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia

CPT

Centro Profissional e Tecnológico

CRTRs

Conselhos Regionais de Técnicos em Radiologia

DCN

Diretrizes Curriculares Nacionais

DCNGEPT

Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica

DCNT

Doenças Crônicas Não Transmissíveis

DDPLO

Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas

DRPAS

Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde

EaD

Educação a Distância

EJA

Educação de Jovens e Adultos

EPT

Educação Profissional e Tecnológica

e-TEC

Rede de Ensino Técnico a Distância

ETS

Escola Técnica de Saúde

FIC

Formação Inicial e Continuada

FLUEX

Fluxo Contínuo de Extensão

FUNETEC

Fundação de Educação Tecnológica e Cultural da Paraíba

LDB

Lei de Diretrizes e Bases

MEC

Ministério da Educação

PACS

Sistema de arquivamento e comunicação de imagens (Picture Archiving and Communication System)

PDI

Plano de Desenvolvimento Institucional

PIBIC-EM

Programa de Iniciação Científica para estudantes do Ensino Médio

PIBIC-TEC

Programa de Iniciação Científica para estudantes do Ensino Técnico

PPC

Projeto Pedagógico do Curso

PROBEX-TEC

Programa de Bolsas de Extensão para estudantes do Ensino Técnico

PRONATEC

Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego

RIS

Sistema de Informação Radiológica (Radiology Information System)

SETEC

Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

SISTEC

Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica

SUS

Sistema Único de Saúde

TICs

Tecnologias da Informação e Comunicação

UCE

Unidade Curricular de Extensão

UFPB

Universidade Federal da Paraíba

LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Certificação Intermediária do Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

16

Figura 2 – Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da

19

Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 2025. Figura 3 – Cursos de Especialização Profissional Pós-Técnica ofertados pelo Programa

20

Pós-Téc Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. Figura 4 – Linha do Tempo do CPT-ETS/UFPB.

25

Figura 5 – Apresentação da polarização do Centro Profissional e Tecnológico - Escola

31

Técnica de Saúde da UFPB, Campus I na Paraíba e na Região Metropolitana de João Pessoa. Figura 6 – Interface da plataforma Minha Biblioteca.

64

Figura 7 – Interface da plataforma Biblioteca Virtual – Pearson.

65

Figura 8 – Interface da plataforma DotLib.

65

Figura 9 – Interface da plataforma Target Gedweb.

66

Figura 10 – Interface da plataforma Periódicos CAPES.

66

Figura 11 – Interface da plataforma EduCAPES.

67

Figura 12 – Interface do Portal Domínio Público.

67

Figura 13 – Interface do Repositório Eletrônico Institucional.

68

Figura 14 – Organização das unidades curriculares do Curso Técnico em Radiologia.

71

Figura 15 – Fluxograma do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/ UFPB.

74

Figura 16 – Planejamento do Monitoramento dos cursos da EPT do CPT-ETS/UFPB.

83

Figura 17 - Apresentação do Plano de Monitoramento do Curso Técnico em Radiologia

84

do CPT-ETS/UFPB. Figura 18 - Monitoramento e relatórios do Ambiente Virtual de Aprendizagem. João

85

Pessoa, 2025. Figura 19 – Articulação do Ensino, Pesquisa e Extensão no CPT-ETS/UFPB.

88

Figura 20 – Ilustração do Programa de Formação - Forma Tec SUS.

93

LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Demonstrativo das instalações físicas do CPT-ETS/UFPB, 2025.

48

Quadro 2 – Demonstrativo dos laboratórios do CPT-ETS/UFPB, 2025.

54

Quadro 3 - Materiais permanentes nos laboratórios vinculados ao Curso Técnico em

56

Radiologia do CPT-ETS/UFPB, 2025. Quadro 4 – Materiais permanentes do Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência

59

e Promoção de Saúde para os Idosos, CPT-ETS/UFPB, 2025. Quadro 5 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Informática, CPT-

61

ETS/UFPB, 2025. Quadro 6 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Anatomia, CPT-

61

ETS/UFPB, 2025. Quadro 7 – Salas de aula do CPT-ETS/UFPB, 2025.

62

Quadro 8 – Organização das Unidades Curriculares do Curso Técnico em Radiologia do

69

CPT - ETS/UFPB. Quadro 9 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular I

71

do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB Quadro 10 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular II

72

do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB Quadro 11 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à unidade curricular III

72

do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB Quadro 12 – Perfil dos docentes que ministram componentes curriculares no Curso

79

Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB, conforme formação, titulação acadêmica e regime de trabalho. Quadro 13 - Perfil dos servidores técnico-administrativos do CPT-ETS/UFPB, 2025, conforme titulação, função e regime de trabalho.

81

SUMÁRIO

1. DADOS DA INSTITUIÇÃO 11

2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 11 2.1 Identificação da instituição de ensino 11 2.2 Informações gerais do curso 12

3. APRESENTAÇÃO 13

4. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 16 4.1 A UFPB no contexto da educação profissional 16 4.2 Breve histórico da formação do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde 17 4.3 Panorama da organização da oferta dos Cursos do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde 21 4.4 Histórico e comprometimento da instituição com a implantação e o êxito dos cursos da Educação Profissional e Tecnológica 23

5. MARCO REGULATÓRIO DO CURSO 26

6. EIXO TECNOLÓGICO 28

7. JUSTIFICATIVA DE IMPLANTAÇÃO E OFERTA DO CURSO 30

8. OBJETIVOS DO CURSO 33 8.1 Objetivo Geral 33 8.2 Objetivos Específicos 34

9. PERFIL DE EGRESSO 35 9.1 Perfil do Egresso 35 9.2 Competências do Egresso 36 9.3 Competências de profissionais egressos de cursos de qualificação profissional 39 9.3.1 Competências de qualificação do Auxiliar em Biossegurança e Processamento de Imagens Radiológicas 39 9.3.2 Competências de qualificação de Auxiliar em radiologia Convencional com ênfase em Radioproteção 39

10. CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL 40 10.1 Diagnóstico por Imagem (Radiodiagnóstico) 40 10.2 Radioterapia 40 10.3 Medicina nuclear 41 10.4 Radiologia Industrial e de salvaguardas 41 10.5 Proteção Radiológica e Biossegurança 41 10.6 Gestão e Qualidade em Serviços de Radiologia 42

11. FORMA DE ACESSO AO CURSO 42 11.1 Da forma de acesso ao Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB 43 11.2 Do requisito de acesso ao Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB 43 11.3 Da quantidade de vagas 44 11.4 Do turno 44 11.5 Da integralização do Curso 45 11.6 Do tipo de matrícula 45

11.7 Da dilatação para integralização curricular 45 11.8 Da abreviação para integralização curricular 45 11.9 Carga horária 46 11.10 Modalidade do curso 46

12. INSTALAÇÕES E RECURSOS TECNOLÓGICOS 47 12.1 Instalações físicas do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde 48 12.2 Dos Laboratórios 47 12.2.1 Laboratórios de Práticas de Enfermagem 50 12.2.2 Laboratórios de Práticas Realísticas para Promoção da Saúde de idosos 50 12.2.3 Laboratório de Informática 51 12.2.4 Laboratório de Anatomia 52 12.2.5 Laboratórios de habilidades em Prótese Dentária 52 12.2.6 Laboratórios de habilidades em Análises Clínicas 53 12.3 Recursos tecnológicos disponíveis nos laboratórios de práticas realísticas em Enfermagem 56 12.4 Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde do Idoso 58 12.5 Recursos tecnológicos disponíveis no laboratório de informática 60 12.6 Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Anatomia 61 12.7 Salas de Aula 62 12.8 Da Biblioteca 63 12.8.1 Serviços ofertados pela biblioteca do CPT-ETS/UFPB 63 12.8.2 Acervo digital disponível no Sistema Integrado de Gestão de Atividade Acadêmicas – SIGAA 64

13. PORTAIS DE PESQUISA E BASES DE DADOS 66

14. COMPOSIÇÃO CURRICULAR 68 14.1 Matriz Curricular do Curso Técnico em Radiologia 71 14.2 Distribuição dos componentes curriculares por unidade curricular 73 14.3 Fluxograma da matriz curricular do Curso Técnico em Radiologia 14.4 Estágio supervisionado 74 14.5 Unidades Curriculares de Extensão Técnica 76

15. CORPO DOCENTE 79

16. PERFIL DOS SERVIDORES TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS

17. MONITORAMENTO DO CURSO POR TECNOLOGIAS DIGITAIS 83

18. ARTICULAÇÃO DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 86

19. POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL 88

20. METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM 89 20.1 Atividades a distância 90 20.2 Desenho do Curso 90 20.3 Etapas e Atividades 91

21. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 21.1 Avaliações de desempenho no estágio supervisionado 95 21.2 Autoavaliação do aluno 95 21.3 Avaliação da execução do Projeto Político Pedagógico do curso 96

93

22. DO REGIME DE EXERCÍCIO DOMICILIAR 96

23. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES 97

24. DIPLOMAÇÃO/CERTIFICAÇÃO 99

25. DA CERTIFICAÇÃO POR COMPETÊNCIA 100 REFERÊNCIAS 101

ANEXO I – EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA DO CPT-ETS/UFPB 106

11

1.

DADOS DA INSTITUIÇÃO MANTENEDORA: (15590) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. SIGLA: UFPB. NATUREZA JURÍDICA: Autarquia Federal. CNPJ: 24.098.477/0001-10.

RAZÃO SOCIAL: (15590) Universidade Federal da Paraíba. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA: Universidade. CATEGORIA ADMINISTRATIVA: Pública Federal. ENDEREÇO: Cidade Universitária, s/n, Campus I, CEP: 58051-900, Bairro: Castelo Branco, Município: João Pessoa, UFPB.

SITE INSTITUCIONAL: www.ufpb.br NOME DA UNIDADE - SIGLA: (579) – Centro Profissional e Tecnológico- Escola Técnica de Saúde – CPT-ETS/UFPB ENDEREÇO: Cidade Universitária -- Bairro: Castelo Branco -- João Pessoa: Paraíba CEP: 58051-900.

TELEFONE: (83) 3216-7400. E-MAIL DE CONTATO: direcao@ets.ufpb.br SITE DA UNIDADE: https://www.ets.ufpb.br DIRETORA DO CENTRO PROPONENTE: Maria Soraya Pereira Franco Adriano. E-MAIL

DE

CONTATO:

msorayapf@hotmail.com/

maria.soraya@academico.ufpb.br

2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

2.1 Identificação da instituição de ensino .

NOME:

CNPJ

CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO – ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (CPT-ETS/ UFPB) - CAMPUS

I 24.098.477/0001-10

ENDEREÇO

Campus I Lot. Cidade Universitária, PB, 58051-900.

CIDADE: JOÃO PESSOA

UF: PB

FONE: (083) 3216-7400

12

PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET GESTORES

https://www.ets.ufpb.br/ Profa. Dra. Maria Soraya Pereira Franco Adriano – Diretora do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde/CPT-ETS/UFPB Profa. Dra. Fabia Danielle Sales Medeiros – Vice-Diretor do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde/CPT-ETS/UFPB

2.2 Informações gerais do curso DENOMINAÇÃO

Curso Técnico em Radiologia

EIXO TECNOLÓGICO

Ambiente e Saúde

NÍVEL

Educação Profissional Técnica de Nível Médio

TITULAÇÃO CONFERIDA

Técnico em Radiologia e Imagenologia

CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DAS OCUPAÇÕES FORMA DE INGRESSO

CBO-324115

MODALIDADE DE OFERTA DO CURSO REGIME LETIVO DO CURSO PERIODICIDADE DA OFERTA FORMA DE INGRESSO

Presencial

REQUISITO DE ACESSO

Ter concluído o Ensino Médio

NÚMERO DE VAGAS POR SEMESTRE TURNO DE FUNCIONAMENTO ANO DE INÍCIO DO FUNCIONAMENTO DO CURSO CARGA HORÁRIA DOS COMPONENTES CURRICULARES TEÓRICOPRÁTICOS ESTÁGIO SUPERVISIONADO TEMPO REGULAR DE INTEGRALIZAÇÃO

De 30 a 40 vagas

Subsequente ao Ensino Médio

Semestral Semestral (1º e 2º semestres) Seleção pública por edital ou mediante convênio

Matutino e/ou Vespertino 2025 1605 horas

400 horas 30 meses

13

TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO TEMPO MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO CARGA HORÁRIA TOTAL

24 meses ou a integralização das 1605 horas antes o tempo mínimo previsto 45 meses

SISTEMA DE CARGA HORÁRIA

Créditos (01 crédito = 15 horas)

1.605 horas = 111 créditos

3. APRESENTAÇÃO A área da saúde, e em particular a Radiologia, exige uma gestão eficiente, pautada no monitoramento constante da qualidade dos serviços de diagnóstico por imagem e radioterapia prestados. A evolução tecnológica, com o surgimento de equipamentos cada vez mais sofisticados e técnicas avançadas de imagem, associada a políticas públicas eficazes, agrega valor à gestão em saúde. Isso cria novas oportunidades e, ao mesmo tempo, torna a atualização constante dos profissionais de Radiologia um desafio e uma necessidade premente. Nessa direção, o Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde (CPT – ETS), atento às demandas sociais e às especificidades do setor de diagnóstico e terapia por imagem, apresenta aos colegiados superiores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) a proposta de Criação do Curso Técnico em Radiologia focado para os Serviços de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. A formação oferecida por este curso está voltada para profissionais em Radiologia, tecnólogos em Radiologia e outros profissionais da saúde que atuam na área de diagnóstico por imagem e que buscam aprofundar os seus conhecimentos em serviços de radiologia e diagnóstico por imagem, segurança do paciente e otimização de processos em serviços radiológicos. O objetivo é capacitar profissionais para a utilização de tecnologias aplicáveis à melhoria dos serviços de Radiologia, para gerenciar riscos e fomentar a implementação de políticas públicas que contribuam para uma assistência qualificada e segura ao paciente. Dessa forma, a proposta reforça a consolidação do papel da UFPB no contexto regional e nacional como uma agência formadora de recursos humanos altamente qualificados e como indutora de pesquisas com impacto na comunidade acadêmica e de relevância social e econômica para a região, especialmente no campo da Radiologia. O novo curso proposto contará com docentes do Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO) e do Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde (DRPAS), ambos pertencentes ao Centro Profissional e Tecnológico –

14 Escola Técnica de Saúde da UFPB. Além disso, terá a colaboração de profissionais da Rede do Sistema Único de Saúde e instituições privadas que atuam com a prestação de serviços, os quais serão imprescindíveis para atividades de ensino, pesquisa, extensão e orientação de trabalhos de conclusão. A elaboração da presente proposta está pautada nas Diretrizes Curriculares Nacionais que exigem mudanças na formação do profissional, propondo novos cenários de estudo que vão além da sala de aula. Para tanto, o projeto pedagógico contempla a busca pela formação integral e adequada do discente, por meio da articulação entre o ensino, a pesquisa e extensão/assistência de acordo com as Diretrizes Curriculares para Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2021). Estão presentes, também, como marco orientador desta proposta, as diretrizes institucionais explicitadas no Projeto Pedagógico Institucional, traduzidas nos objetivos da UFPB e na compreensão da educação profissional como uma prática social transformadora, que se materializam na função social que se compromete em promover formação humana integral por meio de uma proposta de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) que articule ciência, trabalho, tecnologia e cultura, visando a formação do profissional cidadão-crítico-reflexivo, com competência técnica e eticamente, comprometido com as transformações da realidade na perspectiva da igualdade e da justiça social. A Universidade Federal da Paraíba, por meio de seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019–2023, estabelece como diretriz a criação e revisão de cursos técnicos, com o objetivo de atender às demandas e expectativas da sociedade paraibana. Nesse contexto, e considerando a necessidade de formação de profissionais qualificados para o mundo do trabalho em saúde, esta proposta alinha-se aos objetivos do PDI institucional. Considerando que a educação profissional tem por finalidade formar técnicos de nível médio para atuar nos diferentes processos de trabalho relacionados aos eixos tecnológicos, com especificidade em uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos oficiais e profissionais, em sua forma de desenvolvimento curricular, os cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB estão estruturados de modo a garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos, quanto à duração, à articulação entre as bases científicas e tecnológicas, à organização curricular com núcleos comuns, às práticas interdisciplinares, às atividades de prática profissional, às condições de laboratórios e equipamentos, às formas de acompanhamento e avaliação, assim como nas demais condições de ensino. Assim, esta propositura acompanha o que preconiza a Constituição Brasileira, que estabelece que a formação profissional deva ser orientada pelo Sistema de Saúde vigente:

15 “Compete à gestão do Sistema Único de Saúde o ordenamento da formação de recursos humanos da área da Saúde, bem como o incremento, na sua área de atuação, do desenvolvimento científico e tecnológico” (BRASIL, 1988). Deste modo, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontaram novas orientações que devem ser necessariamente adotadas por todas as instituições do ensino do país, atendendo o Artigo Nº 25 da Resolução Nº 01 do Conselho Nacional de Educação (CNE) de 05 de janeiro de 2022 (BRASIL, 2021). No Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) e no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNCST), orienta-se a organização dos cursos dando visibilidade às ofertas da Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2016; BRASIL, 2020; BRASIL, 2021). Face ao exposto e buscando sempre atualizar-se aos contextos socioeconômico e cultural dos processos de saúde-doença, o CPT-ETS/UFPB apresenta este documento, que se constitui na implantação do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Radiologia, sob a perspectiva dos princípios e programas do Sistema Único de Saúde (SUS). Dessa forma, buscar-se-á contribuir para sua consolidação, por meio da formação de profissionais Técnicos em Radiologia que atendam às demandas de saúde da população brasileira, em cumprimento ao disposto no Art. 200, inciso III, da Constituição Federal, e na Lei nº8.080 de 1990 (BRASIL, 1988; BRASIL, 1990). Neste contexto, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontam a possibilidade de emissão de certificado de qualificação profissional ao estudante que cursar parte do curso técnico ou de superior de tecnologia, com terminalidade que caracterize efetiva qualificação profissional técnica ou tecnológica, para o exercício no mundo do trabalho. Conforme Art.15:

§ 2º A qualificação profissional como parte integrante do itinerário da formação técnica e profissional do Ensino Médio será ofertada por meio de um ou mais cursos de qualificação profissional,

nos

termos

das

Diretrizes

Curriculares

Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM), desde que articulados entre si, que compreendam saídas intermediárias reconhecidas pelo mercado de trabalho. Diante disso, o Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB possibilita certificação intermediária (Figura 1) ao estudante que concluir os conjuntos de componentes curriculares de

16 cada uma das duas primeiras unidades curriculares, respectivamente, a saber: Figura 1 – Certificação Intermediária do Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

Auxiliar em Biossegurança e Processamento de Imagens Radiológicas Auxiliar em Radiologia Convencional com Ênfase em Radioproteção Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

Ressalta-se que este projeto é fruto de um trabalho coletivo dos docentes, técnicos e discentes do CPT-ETS que, por meio de sua implementação almejam o aperfeiçoamento da formação dos discentes do Curso Técnico em questão e, por conseguinte, da categoria profissional que atua nas instituições do Sistema Único de Saúde, bem como do setor de saúde suplementar. Assim, este documento visa atender as necessidades de formação técnica na área da Radiologia e as demandas relacionadas ao mundo do trabalho; bem como, apresenta os pressupostos teóricos, metodológicos e didático-pedagógicos estruturantes da proposta do curso em consonância com o Projeto Político Pedagógico Institucional. Em todos os elementos estarão explicitados princípios, categorias e conceitos que materializarão o processo de ensino e de aprendizagem destinados a todos os envolvidos nas práxis pedagógicas.

4. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

4.1 A UFPB no contexto da educação profissional Ao longo da história, a Universidade Federal da Paraíba exerce papel essencial na promoção do Ensino, da Pesquisa e da Extensão. A indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão está estabelecida na Constituição Federal de 1988, em seu Art. 207 “As universidades gozam de autonomia didático científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão” (BRASIL, 1988, p.115). Logo, conforme a legislação, esses três pilares são inseparáveis e essenciais para a construção de uma instituição de ensino de qualidade e que atenda às necessidades dos alunos, assim como da sociedade. A Universidade Federal da Paraíba, com estrutura multicampi, está organizada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreende os seguintes Centros: Centro

17 de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT) e Centro de Ciências Jurídicas (CCJ); Centro de Biotecnologia (Cbiotec); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Informática (CI); Centro de Informática (CI), Centro de Energias Alternativas Renováveis (CEAR) e Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS); Campus II, na cidade de Areia, compreende o Centro de Ciências Agrárias (CCA); Campus III, na cidade de Bananeiras, abrange o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA); Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE) (UFPB, 2022). No âmbito da educação superior e técnica, a UFPB tem o reconhecimento social como resultado de significativas contribuições, no tocante ao avanço científico e tecnológico regional, assim como, para a formação de profissionais de excelência para o Estado da Paraíba e para o restante do país (UFPB, 2022). A educação profissional na UFPB é ofertada no campus I, por meio do CPT-ETS e no campus III pelo Colégio Agrícola Vidal de Negreiros - CAVN. No Campus I, a formação técnica no período de janeiro de 1953 a setembro de 2022 foi realizada pela Escola Técnica de Saúde vinculada ao Centro de Ciências da Saúde da UFPB. A referida escola emergiu a partir da Escola de Auxiliares de Enfermagem da Paraíba. Sua criação se deu por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, a partir da Resolução Nº 05/2000 do Conselho Superior Universitário, passando a ser chamada de Escola Técnica de Saúde da UFPB, essa denominação perdurou até setembro do ano de 2022.

4.2 Breve histórico da formação do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde O CPT – ETS encontra-se vinculado à UFPB, sendo mantido e pertencente à Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, a qual atende às demandas da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação (MEC). O CPT-ETS/UFPB foi criado pela Lei Estadual nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com denominação inicial de Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e federalizada por ocasião da federalização da UFPB, com a Lei nº 3.835 de 13 de dezembro de 1960 (BRASIL, 1960). A partir da Resolução do Conselho Universitário (CONSUNI) da UFPB Nº 22/1996, a

18 denominação é Escola de Enfermagem de Nível Médio. Em 2000, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 05/2000, foi dada nova nomenclatura, passando a ser denominada Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba. Em 2001, o Curso Auxiliar de Enfermagem passou à condição de Curso Técnico em Enfermagem, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 13/2000 e, através da portaria SETEC/MEC Nº 24/2003, publicada na Edição Número 105 de 03/06/2003 – D.O.U., foi reconhecido pela Secretaria de Educação Média e Tecnológica do Ministério da Educação, sendo portanto o primeiro Curso Técnico Profissional em Saúde da UFPB. Em 2003, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB N° 12/2003, foi criado o Curso Técnico em Prótese Dentária, segundo curso técnico da Escola. A partir disso, o CPT-ETS vem, ao longo dos períodos, implantando cursos na área profissional e tecnológica, com o objetivo de atender às demandas regionais e aos arranjos produtivos locais. Cumpre assinalar que a denominação Escola Técnica de Saúde perdurou até setembro do ano de 2022, sendo modificada após aprovação do desmembramento da Escola Técnica de Saúde do Centro de Ciências da Saúde e, por conseguinte a criação do Centro Profissional e Tecnológico, na sessão plenária do CONSUNI, com aprovação por unanimidade do desmembramento e a criação do Centro. A Escola Técnica de Saúde passou a ser denominada de Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba, conforme Resolução CONSUNI/UFPB nº 14/2022, com sede na cidade de João Pessoa, no Estado da Paraíba (Figura 2). O CPT-ETS, tem em seu arcabouço o tripé basilar: Ensino, Pesquisa e Extensão, desse modo, contribuem para o exercício da cidadania, bem como, com o desenvolvimento socioeconômico e cultural. Cumpre assinalar que o CPT-ETS promove aos seus estudantes uma formação tendo como base a indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão, contribuindo para o exercício da cidadania, bem como, o desenvolvimento socioeconômico e cultural. O Centro possui mais de setenta anos de existência ofertando diferentes cursos: técnicos de Agente Comunitário de Saúde, Análises Clínicas (Modalidade Regular e de Educação de Jovens e Adultos - EJA), Cuidados em Idosos (Modalidade Regular e EJA), Enfermagem, Prótese Dentária, Citopatologia, Massoterapia, Registro em Informação em Saúde, Saúde Bucal e Segurança do Trabalho e cursos Pós técnico, Graduação e Pós graduação como Especialização lato sensu em Gerontologia, Especialização lato sensu em Docência na EPT, Especialização lato sensu em Gestão na EPT, Especialização lato sensu em Educação a Distância (EaD) na EPT. Além da oferta de Programas como: Programa Nacional de Acesso

19 ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), Rede de Ensino Técnico a Distância (e-TEC), o Programa Novos Caminhos, o Qualifica Mais EnergiIF, Mulheres Mil, Programa EJA-EPT e a maior formação Pós técnica de nível médio ofertado para técnicos de enfermagem inseridos no SUS do País – o Programa Pós-Tec Enfermagem, o que demonstra a capacidade de integrar- se a iniciativas nacionais de grande porte, visando atender às emergências na área de saúde, reduzir a fila de espera e ampliar a assistência para chegar a cada território nacional. Figura 2 - Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 2025.

Fonte: https://www.ets.ufpb.br/

Para além dos cursos técnicos e especialização, o CPT-ETS, promove Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), Projetos de Extensão e pesquisa fomentados por bolsas, que são disponibilizadas por meio de Programa de Bolsas de Extensão para estudantes do ensino Técnico (PROBEX-TEC) e Bolsas do Programa de Iniciação Científica para estudantes do ensino Técnico (PIBIC-TEC), respectivamente. Essas iniciativas apoiam diretamente a pesquisa de demanda territorial e a extensão da assistência, pilares do Programa Forma Tec SUS. A Implantação do Programa Pós-Tec Enfermagem realizada em parceria com o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN/UFPB) e apoiada pela Fundação de Educação Tecnológica e Cultural da Paraíba (FUNETEC) desde 2022 passou a proporcionar um aperfeiçoamento profissional e qualificação em diversas áreas da Enfermagem, aprimorando a assistência à saúde prestada no país. São cursos ofertados pelo Programa estão dispostos na

20 figura 3. Figura 3 – Cursos de Especialização Profissional Pós-Técnica ofertados pelo Programa Pós-Tec Enfermagem do CPT-ETS/UFPB.

Especialização Profissional Técnica em Cuidado ao idoso na perspec va da saúde cole va Especialização Profissional Técnica em Cuidados ao paciente crí co adulto Especialização Profissional Técnica em Cuidados ao paciente crí co neonatal Especialização Profissional Técnica em Enfermagem em Centro Cirúrgico/Instrumentação Cirúrgica Especialização Profissional Técnica em Enfermagem em Urgência e Emergência/APH Especialização Profissional Técnica em Enfermagem em Clínica Médica Especialização Profissional Técnica em Enfermagem em Imunização

Especialização Profissional Técnica em Enfermagem em Saúde do Trabalhador Especialização Profissional Técnica em Enfermagem em Saúde Mental Especialização Profissional Técnica em Enfermagem em Saúde Pública Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

O CPT-ETS tem por finalidade formar técnicos de nível médio para atuar nos diferentes processos de trabalho relacionados aos eixos tecnológicos com especificidade em uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos oficiais e profissionais, contribuindo diretamente para a qualificação da força de trabalho do SUS. Os cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB estão estruturados de forma a garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos, quanto ao tempo de duração, a articulação

21 entre as bases científicas e tecnológicas, a organização curricular, às práticas interdisciplinares, às atividades de prática profissional, às condições de laboratórios e equipamentos, às formas de acompanhamento e avaliação, assim como nas demais condições de ensino. No tocante à proposta pedagógica, essa tem como arcabouço basilar os valores éticos, políticos e estéticos, com uma visão macro, constituída por aspectos de inovação com análise e compreensão crítico-reflexivo, valorizando as dimensões bio-psico-sócio-cultural e espiritual com escopo na construção de competências e habilidades necessárias para o estudante em formação. O CPT-ETS/UFPB possui sua organização e funcionamento disciplinados pelo Regimento aprovado pelo Conselho Universitário/CONSUNI/UFPB por meio da Resolução N° 14/2022 de 24/10/2022 e pelas normas emanadas dos órgãos superiores à Universidade, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica/Ministério da Educação e do Governo Federal. Através do seu órgão representativo, o Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais (CONDETUF), a distribuição dos recursos orçamentários para despesas discricionárias é feita com base em matrizes de orçamento e de programas vinculados do Governo Federal, em rubricas específicas para o ensino profissional. O referido órgão, além desse papel, é responsável por defender os interesses das Escolas vinculadas às Universidades junto às organizações governamentais. Esse crescimento pujante, favorece galgar às transformações de modo crítico-reflexivo, por meio da participação ativa na seara profissionalizante, bem como, no processo de transformações tecno-científicas, que baliza a Educação Nacional, oportunizando grandiosos benefícios para o mundo do trabalho para a sociedade e fortalecendo a sua capacidade de contribuir para a formação profissional e tecnológica para o SUS.

4.3 Panorama da organização da oferta dos cursos do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde O CPT-ETS/UFPB oferta cursos predominantemente na área da saúde, onde prepara a formação de recursos humanos para atuar no Sistema Único de Saúde (SUS). As ofertas são realizadas de acordo com a disponibilidade de cursos na instituição, tendo atualmente como pressuposto a demanda local. O CPT-ETS/UFPB concilia as demandas identificadas com a vocação e a capacidade da instituição e a rede de ensino, em termos de reais condições de viabilização da proposta

22 pedagógica. O Centro Profissional e Tecnológico oferece atualmente os cursos: Técnico em Enfermagem, Técnico em Prótese Dentária, Técnico em Análises Clínicas, Técnico em Cuidados de Idosos, esse último ofertado na forma articulada concomitante à EJA ou subsequente, e Técnico em Registros e Informações em Saúde, assim como também a Especialização em Gerontologia. O CPT-ETS também oferta cursos Técnicos e FICs por meio de programas, a citar: Programa de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego/PRONATEC, Ensino Técnico a Distância/e-TEC, Programa Novos Caminhos e o Programa de apoio à oferta EJA integrada à EPT – Programa EJA integrada à EPT. O CPT-ETS dispõe de uma estrutura constituída por recepção, salas de aula, sala de multimídias, auditório, secretarias, direção, vice direção, Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde - DRPAS, Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas DDPLO,

Assessoria

Pedagógica,

Assessoria

de

Ensino

Profissional,

Assessoria

de

Graduação/Tecnólogo, Assessoria de Pós-Graduação, Assessoria de extensão, Assessoria de Assistência e Promoção Estudantil, Coordenação de Cursos, Assessoria de Planejamento e Orçamento, Assessoria de Administração, Assessoria de Gestão de Pessoas, Assessoria de Tecnologia da Informação, Assessoria de Biblioteca Setorial, ambiente de professores, sala de leitura, copa, laboratório de práticas de enfermagem, laboratório de práticas realísticas para promoção da saúde de idosos, laboratório de informática, laboratório de anatomia, laboratórios de habilidades em prótese dentária, laboratórios de habilidades em análises clínicas. essa vasta infraestrutura e a Assessoria de Tecnologia da Informação são cruciais para a realização das práticas profissionais para formação Técnica para o SUS, em cenários reais e focados no atendimento humanizado, e para a integração com a rede federal de educação e as conexões de tecnologias da informação, visando ampliar a assistência ao território. Além dos cursos regulares, o CPT-ETS/UFPB ofertou cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) através do PRONATEC com oferta de cerca de 456 vagas. Em 2018, com a implantação do Ensino Técnico à Distância, através do Programa e-TEC/MEDIOTEC (financiado pelo FNDE), a Escola dar início à oferta de cursos Técnicos à distância e lança 900 vagas para cursos técnicos, passando a atender a alunos de municípios circunvizinhos. Em 2020, em decorrência das ações adotadas pelos Governos Federal, Estaduais e Distrital para a prevenção ao contágio do novo coronavírus - COVID-19, a SETEC promove novo processo de pactuação, destinado às instituições da Rede Federal de Educação

23 Profissional, Científica e Tecnológica (Rede Federal) para a oferta de cursos de qualificação profissional na modalidade de Educação a Distância. Assim, a ETS faz adesão ao Programa Novos Caminhos e oferece à comunidade cerca de 1200 vagas em cursos FIC, com carga horária variando entre 160, 200 e 240 horas. Ressalta-se que todos os cursos ofertados pelos programas são de grande relevância e qualidade, pois oferecem à comunidade local e adjacências a possibilidade de formar cidadãos capazes de competir no mundo do trabalho a atuar na compreensão e intervenção da realidade social. Destaca-se que os cursos ofertados pela Escola, seja na modalidade presencial ou à distância, FIC, Técnicos ou Pós-graduação, têm como finalidade promover a inclusão de pessoas no mundo do trabalho por meio da formação profissional em saúde, bem como oportunizar o profissional de saúde a ter uma formação especializada, a fim de melhorar sua prática profissional, proporcionando conhecimentos contextualizados com fundamentação ética, técnica, científica e humanizada, necessários para o desenvolvimento de competências e habilidades, voltado para a prática do cuidado ao indivíduo, família e comunidade. Para além dos cursos técnicos, FIC, programas, especializações pós-técnicas e cursos de pósgraduação lato sensu, o CPT-ETS implantou, em 2025, sua primeira graduação tecnológica em Gestão em Saúde. A iniciativa foi viabilizada em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), fortalecendo a verticalização do ensino e da Educação Profissional e Tecnológica EPT na região. Frente ao exposto, observa-se que o CPT-ETS polariza uma região que comporta mais de 1.700.000 (um milhão e setecentos mil) habitantes, possuindo um número maior que 65 municípios em seu entorno, o que justifica a ampliação de outras ofertas de cursos técnicos já em processo de estudo preliminar, através do planejamento, mediante a necessidade de formação técnica profissional na área de saúde ser fundamental para o SUS.

4.4 Histórico e comprometimento da instituição com a implantação e o êxito dos cursos da Educação Profissional e Tecnológica O CPT-ETS, desde a sua gênese, integra o sistema de ensino, pesquisa e extensão da UFPB como órgão setorial, com funções executivas e deliberativas, agrupando Departamentos, Coordenações dos Cursos da Educação Profissional e Tecnológica, órgãos suplementares e outras unidades de apoio didático, científico e administrativo de acordo com o artigo 6º do Capítulo II do Regimento da UFPB, como também, pertence a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Rede Federal EPCT), de acordo com a lei nº 11.892 de

24 29 de dezembro de 2008. A Educação Profissional e Tecnológica, conforme estabelecida pela Lei Federal nº 9.394/1996 e pelo Decreto nº 5.154/2004, vem sendo desenvolvida pelo CPT-ETS/UFPB por meio de cursos e programas voltados à qualificação profissional, à formação técnica de nível médio, à graduação tecnológica e à pós-graduação. Essas ofertas são organizadas em consonância com os princípios da Resolução CNE/CP nº 1/2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica (DCNGEPT). Nos termos do art. 39 da Lei nº 9.394/1996, a EPT integra-se aos diferentes níveis e modalidades da educação nacional, articulando-se às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia. Com base no §2º do mesmo artigo e no Decreto nº 5.154/2004, o CPT-ETS/UFPB tem ampliado suas ações formativas, consolidando-se como referência regional no fortalecimento da verticalização do ensino. Na sua trajetória, marcada por um processo constante de crescimento, o CPT-ETS/UFPB vem evidenciando sua capacidade de articulação com os mais diferentes níveis, etapas e modalidades da Educação Básica e do Ensino Superior. Esse traço identitário vem lhe permitindo construir inúmeras possibilidades de formação e habilitação profissional ampliando o escopo de formação do educando. Assim, ao longo dos seus 70 anos de existência que celebrou em 2023, vem se expandindo e consolidando sua história através da formação e qualificação profissional em educação profissional. A partir da linha do tempo apresentada (Figura 4), verifica-se o quanto o Centro Profissional e Tecnológico vem contribuindo permanentemente para o acesso à educação, formando e preparando profissionais para o mundo do trabalho e, sobretudo, para o Sistema Único de Saúde.

25 Figura 4 – Linha do Tempo do CPT-ETS/UFPB.

Fonte: Adriano, M.S.P.F, 2025.

Além dessas modalidades de formação, o CPT-ETS desenvolve capacitações, projetos e ações de extensão, projetos de pesquisa e incentivo a pesquisa por meio do PIBIC-TEC, projetos de pesquisas voltados ao Ensino Médio (PIBIC-EM), Especialização em nível Técnico, Especialização em nível lato sensu, PRONATEC, Ensino Técnico à Distância, Programa Educação de Jovem Adulto Integrado à Educação Profissional e Tecnológica (EJA-EPT), Programa Mulheres Mil, Programa Novos Caminhos, Programa ENERGIF, dentre outros, bem como formação inicial continuada, através da oferta à capacitação, atualização e educação permanente por meio de curso de extensão via FIC, Programa PósTéc de Nível Médio em Enfermagem, conforme preconiza a Diretriz Curricular da Educação Profissional. Adicionalmente, alguns docentes são vinculados ao Programa de Pós-Graduação, atuando no ensino e orientação em nível de mestrado e doutorado, com produção acadêmica relevante para a saúde. Os resultados oriundos de décadas dedicadas ao ensino, extensão e pesquisa expressam o constante investimento na qualidade do cuidado com a saúde da população.

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5.MARCO REGULATÓRIO O presente Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Radiologia atende integralmente a todas as legislações que subsidiam a formação dos profissionais desta área em todo o Território Nacional. Ele está em conformidade com o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, sendo primordialmente regido pela Lei Federal Nº 7.394/85, que dispõe sobre o exercício do Técnico e Tecnólogo em Radiologia, e seu Decreto Regulamentador Nº 92.790/86, bem como essas normativas a seguir:

● Lei nº 8.080/90 (Lei Orgânica da Saúde, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências); ● DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. ● Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB); ● Decreto nº 5.154/04 (Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da LDB); ● Decreto nº 9.057/17 (Regulamenta o art. 80 da LDB, dispondo sobre a educação a distância); ● Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que estabelece o Plano Nacional de Educação 2014-2024; ● Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de Janeiro de 2021, que Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica; ● Resolução nº 2/20 (Catálogo Nacional de Cursos Técnicos – 4° edição) ● Normas e regulamentações da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pertinentes à área de radioterapia; ● Legislação estadual e municipal pertinente à educação profissional e Educação a distância; ● Resolução Nº 29/2020, de 06 de novembro 2020, que aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015; ● Regimento Interno do CPT-ETS/UFPB; ● Lei nº 1.234/50 (revogada pela Lei nº 7.394/85): Embora revogada, foi a primeira lei a tratar da profissão, sendo um marco histórico.

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● Lei nº 6.711/79 (Fixa a jornada de trabalho de técnicos em radiologia em 24 horas semanais). ● Lei nº 7.394/85 (Regula o Exercício da Profissão de Técnico em Radiologia, e dá outras providências). ● Decreto nº 92.790/86 (Regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, que regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia e dá outras providências). ● Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia). ● Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas). ● RDC Anvisa nº 330/19 (Estabelece os requisitos sanitários para a organização e o funcionamento de serviços de radiologia diagnóstica ou intervencionista e regulamenta o controle das exposições médicas, ocupacionais e do público decorrentes do uso de tecnologias radiológicas diagnósticas ou intervencionistas). ● Resoluções do CONTER (Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia) e CRTRs (Conselhos Regionais de Técnicos em Radiologia): Essas resoluções regulamentam diversos aspectos da profissão, incluindo a ética, o registro profissional e as atribuições. ● Código de Ética dos Profissionais das Técnicas Radiológicas: Este documento é fundamental, pois estabelece os deveres e proibições, bem como os princípios éticos que devem nortear a conduta do Técnico em Radiologia, visando à proteção do paciente e à qualidade do serviço. ● Portaria SVS/MS nº 453/98 (Estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, sendo de leitura obrigatória para todos os profissionais da área). Ela aborda questões como limites de dose, equipamentos de proteção individual (EPIs), controle de qualidade e licenciamento de instalações. ● Normas da CNEN: Embora a CNEN regule mais diretamente as áreas de Medicina Nuclear e Radioterapia, suas normas de segurança e proteção radiológica são relevantes para o Técnico em Radiologia que atuam nessas modalidades. Em relação à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), o profissional formado pelo curso Técnico em Radiologia se enquadra nas ocupações associadas ao campo das Técnicas Radiológicas, sendo as mais comuns o CBO: 3241-05 - Técnico em Radiologia e Imaginologia:

28 Esta é a CBO mais abrangente e diretamente relacionada ao profissional de radiologia, englobando as diversas modalidades de diagnóstico por imagem. A correta aplicação dessas legislações e normas garante a formação de um profissional Técnico em Radiologia capacitado, ético e apto a atuar com segurança e responsabilidade, contribuindo para a excelência dos serviços de diagnóstico e terapia por imagem em nosso país. E, mediante às novas exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e à Resolução do Conselho Nacional de Educação nº 06 de 20 de setembro de 2012, no tocante à Educação Profissional e Tecnológica, e as necessidades do mundo do trabalho em relação ao profissional de nível médio da área de radiologia, exigiu-se das instituições de ensino, modificações curriculares que promovam uma Educação Profissional com maior socialização, organização e sustentabilidade para jovens e adultos, o que contribui para a consolidação do desenvolvimento loco-regional (BRASIL, 2012; BRASIL, 2008). A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Assim, considera-se o papel da Educação Profissional e Tecnológica no desenvolvimento do mundo do trabalho, na perspectiva da formação integral do cidadão trabalhador. O perfil de formação técnica tem como base o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos 4ª edição, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2/2020 (BRASIL, 2020). O Catálogo é um instrumento que disciplina a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio, para orientar as instituições, estudantes e a sociedade em geral. O CNCT é atualizado periodicamente para contemplar novas demandas sócio educacionais. A quarta edição contém as denominações dos cursos, em treze eixos tecnológicos; respectivas cargas horárias mínimas; perfil profissional de conclusão; infraestrutura mínima requerida; campo de atuação; ocupações associadas à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO); normas associadas ao exercício profissional; e possibilidades de certificação intermediária em cursos de qualificação profissional, de formação continuada em cursos de especialização e de verticalização para cursos de graduação no itinerário formativo. É um referencial para subsidiar o planejamento dos cursos e correspondentes qualificações profissionais e especializações técnicas de nível médio.

6. EIXO TECNOLÓGICO

29 O Técnico em Radiologia está inserido no eixo tecnológico "Ambiente e Saúde", um campo que abrange tecnologias dedicadas à melhoria da qualidade de vida e ao bem-estar físico, mental e social. Essa área também foca na proteção e preservação dos seres vivos e recursos naturais, além do desenvolvimento e inovação de aparatos tecnológicos voltados para a atenção e mitigação de riscos à saúde e ao ambiente. A formação e atuação do Técnico em Radiologia, dentro desse eixo, são fundamentadas em diversos pilares essenciais:

● Políticas Públicas em Saúde: Compreensão das diretrizes e programas governamentais que influenciam a oferta e a qualidade dos serviços de saúde, especialmente no campo do diagnóstico por imagem e radioterapia. ● Biossegurança: Aplicação rigorosa de normas e procedimentos para garantir a segurança dos pacientes, da equipe e do ambiente, minimizando riscos biológicos, químicos e, principalmente, radiológicos. ● Leitura e Produção de Textos Técnicos: Habilidade para interpretar e elaborar documentos, laudos e relatórios específicos da área de radiologia. ● Ciência, Tecnologia e Inovação: Acompanhamento constante das inovações em equipamentos e técnicas radiológicas, como a evolução da tomografia computadorizada, ressonância magnética e medicina nuclear. ● Investigação Tecnológica: Capacidade de analisar e aplicar novas tecnologias e métodos no dia a dia da prática radiológica. ● Tecnologias de Comunicação e Informação: Utilização de sistemas de informação em saúde, sistema de arquivamento e comunicação de imagens (Picture Archiving and Communication System - PACS) e Sistema de Informação Radiológica (Radiology Information System - RIS) para gestão de imagens e dados de pacientes. ● Desenvolvimento Interpessoal e Trabalho em Equipe: Colaboração eficaz com médicos radiologistas, enfermeiros, físicos médicos e outros profissionais da saúde para um atendimento integrado e eficiente. ● Legislação e Normas Técnicas: Conhecimento aprofundado da Lei Federal Nº 7.394/85, Decreto Nº 92.790/86, Portaria SVS/MS nº 453/1998, resoluções do CONTER e outras regulamentações que regem a profissão e a proteção radiológica. ● Saúde e Segurança do Trabalho: Implementação de práticas que garantam um ambiente de trabalho seguro, com foco na proteção contra a radiação ionizante e ergonomia.

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● Gestão da Qualidade: Aplicação de princípios e ferramentas para assegurar a excelência dos exames de imagem e tratamentos radioterápicos, visando a precisão diagnóstica e a segurança do paciente. ● Responsabilidade e Sustentabilidade Social e Ambiental: Consciência sobre o descarte correto de resíduos radiológicos e o uso eficiente dos recursos. ● Qualidade de Vida: Promoção do bem-estar dos pacientes e da própria equipe de trabalho. ● Ética Profissional: Atuação baseada nos princípios do Código de Ética dos Profissionais das Técnicas Radiológicas, garantindo o respeito, a confidencialidade e a integridade no atendimento ao paciente. Esses fundamentos garantem que o Técnico em Radiologia esteja apto a operar equipamentos de ponta, zelar pela segurança radiológica, interpretar informações técnicas e atuar de forma ética e colaborativa, contribuindo significativamente para a saúde da população

7. JUSTIFICATIVA DE IMPLANTAÇÃO E OFERTA DO CURSO A realidade brasileira apresenta um déficit na oferta de educação profissional, uma vez que essa modalidade de educação de nível médio deixou de ser oferecida nos sistemas de ensino estaduais com a extinção da Lei nº 5.962/71. Desde então, a educação profissional esteve a cargo da rede federal de ensino, mas especificamente das escolas técnicas, agrotécnicas, centros de educação tecnológica, algumas redes estaduais e nas instituições privadas, especificamente, as do Sistema “S”, na sua maioria, atendendo as demandas das capitais. A partir da década de 1990, com a publicação da atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Lei nº 9.394/96, a educação profissional passou por diversas mudanças nos seus direcionamentos filosóficos e pedagógicos, passando a ter um espaço delimitado na própria lei, configurando-se uma modalidade da educação nacional. Mais recentemente, em 2008, as instituições federais de educação profissional foram reestruturadas para se configurarem em uma rede nacional de instituições públicas de EPT, denominando-se de Rede Federal. A essa rede nacional estão inseridas as Escolas Técnicas Vinculadas às universidades, entre as quais está o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, Campus I. Portanto, tem sido pauta da agenda do governo uma política pública de um amplo projeto de expansão e interiorização dessas instituições educativas. O perfil sociodemográfico e epidemiológico mundial vem passando por transformações ao longo dos anos, que remetem a necessidade de rever as ações propostas em todos os setores

31 estruturantes da sociedade, particularmente nos setores da saúde e educação. Assim, a preocupação com o desenvolvimento de um ambiente auto sustentável e o olhar voltado para problemas inerentes ao contexto brasileiro – atenção à população indígena, às pessoas com deficiências, a formação profissional articulada à educação de jovens e adultos, o envelhecimento populacional, o avanço das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e outros – emergem como questões sociais contemporâneas e que podem se intensificar com o passar dos anos, requerendo a atuação de profissionais capacitados para seu enfrentamento, incluindo os da Radiologia. Nesse contexto, para atender as demandas de saúde eficazmente, mostra-se necessário que as instituições formadoras estejam em constante processo de ajustamento dos seus projetos pedagógicos, pensando em um processo de formação amplo, vinculado às questões sociais e articulado às atividades de pesquisa e extensão, que servem como elementos contributivos para a formação crítica e reflexiva. Frente ao exposto, observa-se que o Centro polariza uma região que comporta mais de 1.700.000 (um milhão e setecentos) (Figura 5) habitantes possuindo um número de mais de 65 municípios em seu entorno, o que justifica a ampliação de outras ofertas de cursos técnicos. Dessa forma, justifica-se a criação de novos cursos face a necessidade de formação técnica profissional na área fundamental para o SUS nestas localidades . Figura 5 – Apresentação da polarização do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, Campus I na Paraíba e na Região Metropolitana de João Pessoa

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

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O Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, Campus I procura conciliar as demandas identificadas com a vocação e capacidade da instituição a rede de ensino, em termos de reais condições de viabilização da proposta pedagógica, mas sobretudo mediante os arranjos produtivos locais. Estando o mesmo atento às necessidade das lacunas na formação de profissionais técnicos na região, a partir dos indicadores, cuja a formação profissional possa atenuar o perfil necessitado pelo Sistema Único de Saúde. Nessa perspectiva, o CPT-ETS/UFPB propõe a oferta do Curso Técnico em Radiologia. Ao fazê-lo, entende-se que contribuirá significativamente para a elevação da qualidade dos serviços prestados à sociedade. Isso será alcançado através da formação de um profissional diferenciado, munido de conhecimentos científicos e tecnológicos, capaz de impulsionar tanto a formação humana quanto o desenvolvimento econômico da região, sempre articulado aos processos de democratização e justiça social. Para atender eficazmente a essas demandas, é imperativo que as instituições formadoras estejam em processo constante de ampliação de suas demandas, para implantação de novos cursos. Essa ação deve visar a um processo de formação amplo, conectado às questões sociais e articulado com atividades de pesquisa e extensão, elementos fundamentais para o desenvolvimento de um pensamento crítico e reflexivo. Observa-se que o CPT-ETS atende a uma região, com uma necessidade permanente de profissionais técnicos em Radiologia para integrar as equipes de saúde. Essa demanda robusta justifica a relevância da oferta do Curso Técnico em Radiologia e, mais ainda, a sua reformulação. O objetivo é promover a formação de profissionais de nível técnico com as competências e habilidades requeridas pelo contexto social e tecnológico contemporâneo, especialmente no campo da Diagnóstico por Imagem e Radioterapia. Assim, a Educação Profissional requer esse agente em Radiologia, o qual representa uma formação essencial de oferta por meio de Instituição pública, o que levará além do domínio operacional de equipamentos e procedimentos, a compreensão global do processo produtivo do diagnóstico por imagem e da radioterapia. Isso envolve a apreensão do saber tecnológico, a valorização da cultura do trabalho e a mobilização dos valores necessários para a tomada de decisões no ambiente de trabalho, sempre com foco na segurança radiológica e na qualidade do atendimento ao paciente. Portanto, este curso, da forma como está organizado, propicia a formação plena do Técnico em Radiologia, capacitando-o para atuar em diversas modalidades e ambientes clínicos.

33 Essa perspectiva de demanda também é impulsionada pela tendência geral na área da saúde de valorização de profissionais com níveis mais altos de formação. Isso leva muitos profissionais que buscam aprimorar suas habilidades a se mobilizarem para alcançar a formação técnica em Radiologia, almejando uma melhor inserção e ascensão no mercado de trabalho da área da saúde e, especificamente, da radiologia. Nesse sentido, essa oferta de formação, por meio do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Radiologia, se justifica plenamente. A implantação visa aprimorar conteúdos programáticos, direcionando a formação para a organização do processo de trabalho em saúde com foco na Radiologia. O objetivo é formar discentes que vão além das técnicas operacionais, tornando-se cidadãos comprometidos com a transformação social, a educação em saúde, a prevenção de doenças (especialmente as relacionadas à exposição à radiação), a promoção da saúde, a recuperação do cliente, a humanização do atendimento e o autocuidado. A meta é formar pessoas críticas-reflexivas, com as habilidades e competências inerentes ao Técnico em Radiologia, capazes de operar equipamentos de ponta, garantir a proteção radiológica e oferecer um atendimento de excelência. Isso posto, a oferta do Curso Técnico em Radiologia permitirá a formação de profissionais que atuarão na perspectiva do trabalho em equipe interprofissional, desenvolvendo ações articuladas com outros setores da sociedade e do Estado. Eles atenderão às demandas locais e regionais, sempre contextualizadas com o cenário nacional, atuando como membros essenciais da equipe de saúde e, especificamente, da equipe de diagnóstico por imagem e radioterapia, prestando cuidados diretos aos usuários em todos os níveis de atenção à saúde.

8.OBJETIVOS DO CURSO Os objetivos do Curso Técnico em Radiologia são delineados em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica de 2021 e o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, garantindo uma formação alinhada às necessidades do mundo do trabalho e às exigências legais da profissão no Brasil.

8.1 Objetivo Geral Promover a formação profissional de Técnico em Radiologia, contextualizada com as demandas sociais, econômicas, políticas, tecnológicas e ambientais, para atender com excelência

34 às necessidades de diagnóstico por imagem, terapia e proteção radiológica dos indivíduos, famílias e coletividade.

8.2 Objetivos Específicos ● Habilitar profissionais de Radiologia de nível técnico para que possam atuar com visão holística do ser humano e compreensão do processo saúde-doença, considerando as dimensões biológica, psicológica e social, desde a prevenção até a reabilitação; ● Valorizar a integralidade da atenção à saúde no processo de formação, preparando profissionais para atuarem na promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde por meio de técnicas radiológicas seguras e eficazes; ● Favorecer a construção de conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais que proporcionem uma sólida formação teórico-prática ao Técnico em Radiologia, abrangendo as diversas modalidades de imagem e suas aplicações; ● Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos contextualizados, que estimulem o pensamento crítico-reflexivo e a postura ativa na resolução de problemas, a partir da análise do processo de trabalho em Radiologia, respeitando valores políticos e éticos e mantendo compromisso com a qualidade e segurança radiológica; ● Habilitar para o exercício de cuidados em saúde que envolvam a aplicação de técnicas radiológicas nas diferentes fases do desenvolvimento humano e em distintos contextos de prática profissional (hospitais, clínicas, centros de diagnóstico), de acordo com as exigências éticas e legais da profissão (Lei Federal nº 7.394/85, Decreto nº 92.790/86, Portaria SVS/MS nº 453/1998, Código de Ética do CONTER); ● Nortear a formação profissional com base nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo a compreensão do papel da Radiologia na saúde pública e o acesso universal à atenção; ● Facilitar ao aluno a construção de um "itinerário" de formação profissional que atenda às suas expectativas e perspectivas de trabalho, possibilitando o aprofundamento em áreas específicas da Radiologia; ● Promover a integração entre escola, instituições de saúde e comunidades, por meio do ensino, pesquisa e extensão, para acompanhar as transformações tecnológicas e socioculturais do mundo do trabalho, especialmente na área da saúde e no campo do

35 diagnóstico e terapia por imagem, mediante contato permanente com especialistas da área e do setor produtivo;

● Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos contextualizados, que estimulem o pensamento crítico reflexivo e a postura ativa na resolução de problemas, a partir da análise do processo de trabalho da Radiologia, respeitando valores políticos e éticos e mantendo compromisso com a qualidade; ● Habilitar para o exercício de cuidados de saúde nas diferentes fases do desenvolvimento humano e em distintos contextos de prática profissional, de acordo com as exigências éticas e legais da profissão; ● Nortear a formação profissional com base nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde; ● Facilitar ao aluno a construção de “itinerário” de formação profissional que atendam às suas expectativas e perspectivas de trabalho; ● Promover integração entre escola, instituições e comunidades, por meio do ensino, pesquisa e extensão, para acompanhar as transformações tecnológicas e socioculturais do mundo do trabalho, especialmente na área da Saúde e no campo dessa área , mediante contato permanente com especialistas da área e do setor produtivo.

9. PERFIL DE EGRESSO 9.1 Perfil do Egresso O egresso do Curso Técnico em Radiologia do CPT – ETS/UFPB será formado para atender às necessidades de diagnóstico por imagem, radioterapia, medicina nuclear e radiologia industrial, com foco na proteção radiológica e biossegurança, dos indivíduos, famílias e coletividade, nos níveis local, regional e nacional, contextualizado com as demandas sociais, econômicas, políticas, tecnológicas e ambientais. Seguindo orientações das legislações específicas, bem como do CNCT, o estudante do Curso Técnico em Radiologia recebe formação que o habilita para que seguindo as orientações das legislações específicas, como a Lei Federal Nº 7.394/85 e o Decreto Nº 92.790/86, bem como o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, o estudante do Curso Técnico em Radiologia recebe formação que o habilita para:

● Realizar exames de diagnóstico por imagem (radiografia convencional, mamografia, tomografia

computadorizada,

ressonância

magnética,

densitometria

óssea),

36 posicionando e orientando o paciente, operando os equipamentos e garantindo a qualidade da imagem;

● Aplicar as técnicas de proteção radiológica e biossegurança em todas as fases do procedimento, zelando pela segurança do paciente, do profissional e do ambiente; ● Atuar na prevenção e mitigação de riscos radiológicos, monitorando dosimetria, controlando áreas de acesso e garantindo o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs); ● Participar do planejamento e execução de ações em serviços de Radiologia junto à equipe multidisciplinar (médicos radiologistas, físicos médicos, enfermeiros), considerando as normas de biossegurança e os protocolos específicos de cada exame ou tratamento; ● Preparar o paciente para procedimentos radiológicos, orientando sobre preparos préexame (jejum, uso de contrastes) e prestando os primeiros socorros em caso de reações adversas leves; ● Auxiliar na gestão da qualidade dos serviços radiológicos, participando de rotinas de controle de qualidade de equipamentos e processos, conforme normas técnicas e regulamentações da vigilância sanitária e do CONTER; ● Participar do planejamento na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos processos saúde- doença em todo o ciclo vital; ● Documentar imagens e dados dos pacientes de forma clara e organizada, utilizando sistemas de informação específicos (RIS, PACS); ● Colaborar em equipes de fiscalização e auditoria internas relacionadas à proteção radiológica e segurança do paciente em serviços de imagem; ● Colaborar, sob a supervisão do Radiologista , em ações de comissões de certificação de serviços de saúde, tais como núcleo de segurança do paciente, serviço de controle de infecção hospitalar, gestão da qualidade dos serviços prestados à população, gestão de riscos, comissões de ética e outros. 9.2 Competências do Egresso Ao término do curso, o Técnico de Radiologia de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica de 2021, e em estrita conformidade com a legislação específica para o Técnico em

37 Radiologia (especialmente a Lei Federal Nº 7.394/85, Decreto Nº 92.790/86, e as normas técnicas e regulamentações da Vigilância Sanitária e do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia), o egresso do curso Técnico em Radiologia deverá ter como competência:

● Realizar e auxiliar na execução de procedimentos de diagnóstico por imagem e tratamento radioterápico de forma segura e humanizada, operando equipamentos de radiologia convencional, mamografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética, densitometria óssea; ● Atuar e operar equipamentos de radioterapia, em diversos níveis de atenção à saúde. Isso inclui hospitais, clínicas, unidades de pronto atendimento e serviços de atenção básica, sempre com foco no bem-estar do paciente, seja ele saudável ou em tratamento. ● Aplicar rigorosamente as normas de proteção radiológica e biossegurança, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados, monitorando os níveis de radiação, e garantindo a segurança do paciente, da equipe e do ambiente, conforme as diretrizes da Portaria SVS/MS nº 453/1998 e demais regulamentações vigentes. ● Preparar o paciente para a realização de exames e procedimentos radiológicos, fornecendo orientações claras sobre o preparo pré-exame, o posicionamento adequado, e o comportamento durante a aquisição das imagens, garantindo a compreensão e colaboração do paciente. ● Registrar informações técnicas e clínicas relevantes de suporte à prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, utilizando sistemas de informação específicos (como RIS e PACS) com clareza, precisão e domínio do vocabulário técnico da radiologia. ● Analisar e avaliar a qualidade técnica das imagens radiológicas, identificando possíveis falhas e otimizando os parâmetros de exposição para garantir um diagnóstico preciso e minimizar a dose de radiação ao paciente. ● Compreender a importância da atualização constante do conhecimento para a prática profissional, buscando aprimoramento contínuo diante da rápida evolução tecnológica e das novas técnicas e modalidades em radiologia. ● Cumprir integralmente as exigências do Código de Ética dos Profissionais das Técnicas Radiológicas (Resolução CONTER nº 15/2011 e suas atualizações) e de toda a legislação que regulamenta sua prática, agindo com integridade, responsabilidade, sigilo profissional e respeito à dignidade humana. ● Analisar os diferentes contextos de sua prática profissional com visão crítica e holística,

38 respeitando os valores espirituais, éticos e morais dos pacientes, familiares e colegas de equipe.

● Estabelecer comunicação eficaz e empática com indivíduos, famílias e a coletividade, prestando informações de forma acessível e acolhedora, e demonstrando escuta ativa e sensibilidade às necessidades do paciente. ● Manter postura ética e profissional nos diferentes aspectos inerentes ao mundo do trabalho em radiologia, incluindo as relações interpessoais com a equipe multiprofissional, fornecedores e pacientes. ● Cooperar ativamente com o trabalho em equipe multidisciplinar, tornando-se um membro proativo e colaborativo para atingir os objetivos propostos na assistência à saúde. Compreende que o processo de cuidado e diagnóstico em radiologia é complexo e envolve uma rede de relações multiprofissionais, buscando sempre a melhoria contínua dos serviços. Considerando que o discente poderá verticalizar os estudos para o curso de Tecnólogo em Radiologia, ele deverá ser capaz de:

● Cuidar da pessoa saudável ou doente de forma humanizada, nos serviços de atenção básica, domiciliar, pré-hospitalar, unidades de atendimento de média e alta complexidade, e demais serviços especializados que utilizem radiação ionizante ou não ionizante; ● Realizar de forma hábil, segura e adequada os procedimentos radiológicos, respeitando os protocolos e as normas de proteção; ● Registrar informações de suporte à prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, de forma clara, precisa e com domínio do vocabulário técnico específico da Radiologia; ● Compreender a importância da atualização contínua do conhecimento para a prática profissional, dada a constante evolução tecnológica na área; ● Cumprir as exigências do Código de Ética dos Profissionais das Técnicas Radiológicas (Resolução CONTER nº 15/2011 ou suas atualizações) e da legislação que regulamenta sua prática, agindo com integridade, responsabilidade e respeito à dignidade humana; ● Analisar os diferentes contextos no âmbito de sua prática com visão crítica e holística, respeitando os valores espirituais, éticos e morais dos pacientes e colegas; ● Estabelecer comunicação eficaz com pacientes, familiares e equipe multiprofissional, fornecendo informações claras e acolhedoras dentro de suas atribuições;

39

● Manter postura ética nos diferentes aspectos inerentes ao mundo do trabalho e nas relações que se estabelecem neste contexto, incluindo a confidencialidade das informações do paciente; ● Cooperar com o trabalho em equipe, tornando-se apto a atingir os objetivos propostos, compreendendo que toda assistência ao indivíduo se processa por meio das relações interpessoais e que o processo do cuidar e diagnosticar é complexo e envolve relações multiprofissionais; ● Identificar e aplicar os princípios da biossegurança e proteção radiológica de forma rigorosa em todas as suas atividades. 9.3 Competências de profissionais egressos de cursos de qualificação profissional O Curso permite a certificação intermediária ao final de cada uma das duas unidades curriculares. Considerando o conjunto de componentes curriculares realizados, o estudante poderá receber os seguintes certificados de qualificação profissional:

9.3.1

Competências da qualificação do Auxiliar em Biossegurança e Processamento de Imagens Radiológicas ● Aplicar normas e protocolos de biossegurança; ● Apoiar no preparo e posicionamento de pacientes; ● Executar procedimentos de apoio no processamento de imagens radiológicas; ● Controlar materiais e insumos utilizados nos procedimentos radiológicos; ● Seguir princípios éticos e legais da área de saúde e radiologia; ● Conhecer os fundamentos básicos da radiação ionizante; ● Auxiliar no controle de qualidade de processos e materiais; ● Realizar a limpeza e preparo dos equipamentos radiológicos.

9.3.2 Competências da qualificação do Auxiliar em Radiologia Convencional com Ênfase em Radioproteção ●

Aplicar princípios de ética e humanização no atendimento ao paciente;

●

Atuar em conformidade com normas de biossegurança e proteção radiológica;

40 ●

Auxiliar nos procedimentos de radiologia convencional;

●

Controlar e organizar materiais e documentos de exames;

●

Comunicar-se de forma clara e eficaz com a equipe multiprofissional e com os pacientes;

●

Compreender os fundamentos da radiação ionizante;

●

Aplicar medidas de proteção radiológica para profissionais, pacientes e público;

●

Contribuir para o controle de qualidade em radiologia convencional.

10. CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL O Técnico em Radiologia, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica de 2021, e a legislação específica (notadamente a Lei Federal Nº 7.394/85, o Decreto Nº 92.790/86, e as normas técnicas e regulamentações da Vigilância Sanitária e do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia), possui um amplo e diversificado campo de atuação. Ele é o profissional essencial na linha de frente dos serviços que utilizam radiações ionizantes e não ionizantes para fins de diagnóstico, terapia e outras aplicações. O campo de atuação do Técnico em Radiologia abrange, mas não se limita, às seguintes áreas:

10.1. Diagnóstico por Imagem (Radiodiagnóstico) Esta é a principal área de atuação, onde o técnico opera equipamentos para obter imagens que auxiliam no diagnóstico de diversas condições de saúde.

● Radiologia Convencional: Realização de exames de raios-X em geral, como tórax, ossos, abdômen, etc., em hospitais, clínicas e pronto-socorros. ● Mamografia: Execução de exames mamográficos para rastreamento e diagnóstico de doenças da mama. ● Tomografia Computadorizada (TC): Operação de tomógrafos para aquisição de imagens seccionais do corpo, com ou sem o uso de contrastes. ● Ressonância Magnética (RM): Atuação na operação de equipamentos de ressonância magnética, posicionando pacientes e auxiliando na obtenção de imagens de alta resolução de tecidos moles.

41

● Densitometria Óssea: Realização de exames para avaliação da densidade óssea, auxiliando no diagnóstico e acompanhamento da osteoporose. ● Radiologia Odontológica: Em clínicas odontológicas, auxilia na realização de radiografias intra e extrabucais. 10.2. Radioterapia Nesta área, o técnico colabora no tratamento de doenças, principalmente câncer, utilizando radiação ionizante de forma controlada.

● Preparação e Posicionamento do Paciente: Auxilia no posicionamento preciso do paciente para as sessões de radioterapia, garantindo que a área a ser tratada esteja corretamente alinhada ao feixe de radiação. ● Operação de Equipamentos de Irradiação: Sob supervisão e conforme planejamento do físico-médico e radioterapeuta, opera os equipamentos (aceleradores lineares, braquiterapia) que emitem a radiação para o tratamento. ● Controle de Qualidade e Segurança: Participa das rotinas de controle de qualidade dos equipamentos e garante a segurança radiológica durante as sessões. 10.3. Medicina Nuclear Embora a manipulação de radiofármacos seja atribuição de profissionais específicos (como tecnólogos em Medicina Nuclear ou biomédicos habilitados), o Técnico em Radiologia pode atuar no apoio a essa área, especialmente no posicionamento de pacientes e na operação de gama-câmeras para aquisição de imagens.

10.4. Radiologia Industrial e de Salvaguardas Em setores não médicos, o técnico pode aplicar seus conhecimentos em proteção radiológica e operação de equipamentos, como:

● Ensaios Não Destrutivos (END): Utilização de raios-X para inspeção de materiais e estruturas na indústria, sem danificá-los. ● Fiscalização e Segurança: Atuação em portos, aeroportos e fronteiras, operando equipamentos de escaneamento para detecção de materiais ilícitos ou perigosos, com foco na segurança radiológica.

42

10.5. Proteção Radiológica e Biossegurança Transversal a todas as áreas, o conhecimento e a aplicação rigorosa das normas de proteção radiológica e biossegurança são competências fundamentais e obrigatórias do Técnico em Radiologia. Isso inclui:

● Monitoramento: Utilização de dosímetros para controle da exposição à radiação. ● Barreiras de Proteção: Conhecimento e garantia do uso correto de barreiras físicas e EPIs (aventais plumbíferos, protetores de tireoide, óculos plumbíferos). ● Manuseio Seguro: Procedimentos para manuseio de fontes radioativas seladas (em algumas modalidades e sob supervisão). ● Gerenciamento de Resíduos: Colaboração no descarte correto de materiais radioativos e contaminados, quando aplicável. 10.6. Gestão e Qualidade em Serviços de Radiologia O técnico contribui para a qualidade e eficiência dos serviços:

● Organização de Fluxo de Trabalho: Auxílio na organização da agenda de exames, preparo de salas e materiais. ● Controle de Qualidade da Imagem: Avaliação primária da qualidade das imagens adquiridas e ajuste de parâmetros. ● Segurança do Paciente: Implementação de protocolos para garantir a segurança do paciente durante todo o procedimento, desde a recepção até a liberação. Em todos esses cenários, o Técnico em Radiologia atua em equipe multiprofissional, colaborando com médicos radiologistas, físicos-médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde. Sua formação ética, humanizada e tecnicamente precisa, alinhada às constantes atualizações tecnológicas e regulatórias, o posiciona como um profissional indispensável para a saúde e segurança da população.

11. DE ACESSO AO CURSO A oferta do Curso Técnico do Centro Profissional e Tecnológico da Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (CPT-ETS/UFPB) poderá ocorrer por meio de

FORMA

43 processo seletivo aberto ao público ou mediante articulação institucional, em resposta a demandas formalizadas por municípios, estados, ministérios ou outros órgãos da administração pública federal, estadual ou municipal. A instituição, no exercício de sua função pública e social, poderá viabilizar a abertura de turmas por meio da celebração de convênios, termos de cooperação técnica, acordos interinstitucionais ou pactuações específicas, com vistas a atender necessidades locais e regionais, no âmbito das políticas públicas de saúde, educação e desenvolvimento social.

Da forma de acesso ao Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB A forma de acesso ao Curso Técnico do CPT-ETS/UFPB será por meio de Processo Seletivo, com orientações normativas para o acesso constantes em Edital publicado pelo CPT-ETS/UFPB. O ingresso será destinado a portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio, ou equivalente, mediante: ●

Processo seletivo, aberto ao público ou conveniado, para o primeiro período do curso;

●

Transferência ou reingresso, para período compatível ou;

●

Celebração de convênio e/ou pactuação;

●

Celebração de convênios e/ou pactuações com entes públicos e instituições demandantes;

●

Editais específicos voltados a ações governamentais em parceria com o CPT-ETS/UFPB. No Edital, consta a implementação das reservas de vagas de que tratam a Lei N° 12.711, de 29

de agosto de 2012, , alterada pela Lei nº 13.409/2016, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012, alterado pelo Decreto N° 9.034, de 20 de abril de 2017, e a Portaria Normativa MEC Nº 9, de 5 de maio de 2017, que altera a Portaria Normativa MEC Nº 18, de 11 de outubro de 2012, e a Portaria Normativa MEC Nº 21, de 5 de novembro de 2012 garantindo a inclusão de estudantes oriundos da rede pública, pessoas com deficiência e outros públicos priorizados.

Do requisito de acesso ao Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB

44

Para o ingresso no Curso Técnico do CPT-ETS/UFPB, o requisito de acesso é ter concluído o Ensino Médio em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação, conforme preconiza o Art. 16 das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica, na forma do inciso IV (BRASIL, 2021). Para o ingresso ao Curso Técnico do CPT-ETS/UFPB, o requisito de acesso é: ter cursado e concluído o Ensino Médio em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação, em atenção ao que é preconizado no artigo Nº 16 das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica, na forma do inciso IV (BRASIL, 2021). Para tanto, o acesso ocorrerá de forma subsequente ao Ensino Médio, de acordo com o que regerá o edital de entrada, e o candidato deverá ser aprovado em processo seletivo público, edital de transferência ou reingresso ou mediante ação de convênio ou acordo/pactuação entre instituições de ensino. Essa diretriz visa garantir que a formação técnica de nível médio atenda aos critérios de qualidade e equidade da educação pública, promovendo a ampliação do acesso à formação profissional, inclusive em contextos de interiorização e fortalecimento do Sistema Único de Saúde e demais políticas públicas.

Da quantidade de vagas Serão ofertadas de 30 (trinta) a 40 (quarenta) vagas por semestre na oferta do CPT.Todavia , face à necessidade do demandante em caso de pactuação, este número poderá ser aumentado.

Do turno Considerando que a modalidade proposta para o curso será presencial, as atividades de prática profissional realizadas no cenário de atuação do discente. O Curso Técnico do CPT-ETS/UFPB, será ofertado conforme cronograma definido em edital específico, respeitando as diretrizes

45 institucionais da Universidade Federal da Paraíba e as normativas de Formação Continuada do Centro. O período de oferta será estipulado de acordo com o planejamento acadêmico do curso, levando em consideração a viabilidade de articulação pedagógica, a disponibilidade de apoio presencial, e as demandas apresentadas por órgãos públicos ou instituições parceiras. O início e o término de cada turma serão fixados em edital, podendo haver turmas em diferentes regiões e em distintos momentos do calendário.

Da integralização do Curso O Curso Técnico em Radiologia terá duração prevista de 36 meses, sendo a duração mínima de 30 (doze) meses, ou com integralização das 1605 horas antes do período previsto, e máxima de 45 (quarenta e cinco ) meses. O currículo do Curso Técnico em Radiologia será integralizado em 1605 horas/aula, equivalentes a 107 créditos.

Do tipo de matrícula A matrícula será realizada por componente curricular ou conjunto de componentes curriculares, no início de cada semestre letivo.

Da dilatação para integralização curricular Em conformidade com a Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020, no Título IX, Capítulo I, em seus artigos 174 a 177, fica compreendido que: “A dilatação de prazo para conclusão de curso é caracterizada pelo período cedido após o término do último período letivo correspondente à duração máxima para integralização curricular. A dilatação para conclusão do curso poderá ser concedida por apenas 02 (dois) períodos letivos”. Ao Colegiado do Curso caberá analisar a solicitação do discente para dilatar o prazo de conclusão de curso técnico, após o período máximo de integralização do curso.

Da abreviação para integralização curricular O discente regularmente matriculado poderá solicitar abreviação da duração de seu curso, quando atender, simultaneamente, aos seguintes critérios:

46

● Ter integralizado pelo menos 75% da carga horária do curso; ● Estar cursando a última unidade curricular para conclusão do seu curso; ● Não possuir média inferior a 7,0 (sete vírgula zero) em nenhum dos componentes curriculares cursados; ● Não ter sido reprovado em qualquer um dos componentes curriculares constantes do histórico escolar. A abreviação de curso, solicitada pelo discente, será encaminhada à Coordenação do Curso, que verificará o atendimento dos critérios estabelecidos e, por sua vez, encaminhará para análise e parecer do Colegiado de Curso. Aos discentes que tiverem sido aprovados em concurso público de provas, ou de provas e títulos, poderão requerer a abreviação para Integralização Curricular, desde que preenchidos os requisitos acima e que comprovem sua aprovação. Devem constar os seguintes documentos na solicitação de abreviação:

● Requerimento do discente encaminhado à Coordenação do Curso a que esteja vinculado, com dados de identificação e justificativa circunstanciada sobre a solicitação; ● Histórico escolar atualizado; ● Plano de Abreviação dos componentes curriculares a serem cursados. Carga Horária A carga horária total do curso seguirá o previsto no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e será distribuída entre atividades teóricas, práticas e estágio supervisionado, respeitando a carga horária mínima exigida para a certificação técnica de nível médio. A integralização da carga horária será composta por:

● Componentes curriculares teóricos em a t i v i d a d e s n ã o p r e s e n c i a i s : ministrados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA); ● Componentes práticos presenciais obrigatórios: realizados em unidades de saúde, laboratórios ou instituições conveniadas; ● Estágio supervisionado, previsto no curso, conforme regulamento próprio. A distribuição da carga horária será explicitada na matriz curricular do curso e poderá ocorrer

47 ao longo de até 30 meses, conforme especificado no edital.

11.10 Modalidade do Curso O Curso foi elaborado na presencial, a qual contribui para expansão do processo educativo, possibilita maior flexibilização no processo de apropriação do conhecimento, fomenta uma cultura institucional de uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação – TIC e permite que o discente esteja nos campos de prática. A proposta do curso vem atender às demandas nacionais. Nesse sentido, estabelece a relação entre professor e discente, para os componentes de atividades não presenciaism esses serão mediados por meio das funcionalidades em ambiente virtual de aprendizagem, e/ou outros meios, através de ferramentas virtuais, de forma a promover a evolução e autonomia dos discentes. Para tanto, segue a mesma concepção metodológica do CPT-ETS/UFPB, quando se refere a adoção das TIC. A utilização das TIC na aprendizagem potencializa e amplia o uso de recursos pedagógicos, sobretudo, oferecem ao discente o suporte necessário em situações específicas de distanciamento geográfico e/ou flexibilização de horário de estudo. Consequentemente, as ferramentas tecnológicas, através da atuação do professor como mediador da aprendizagem, possibilitam o desenvolvimento de experiências inovadoras disponíveis nos AVA. Adota-se, como referência da estratégia ensino-aprendizagem para o curso na modalidade, uma proposta metodológica que privilegie a qualificação do discente, sem, no entanto, deixar de formar um cidadão crítico e reflexivo, o qual estabelece consigo soluções não só para a organização em que trabalha, mas também para a comunidade em que vive. Desta forma, as ferramentas digitais procuram cobrir três eixos básicos do processo de ensinoaprendizagem:

● Gerenciamento de conteúdo: organização de conteúdos a serem disponibilizados aos estudantes no contexto de disciplinas/turmas; Interação entre usuários: diversas ferramentas para interação com e entre estudantes e professores: fórum, bate-papo, mensagem instantânea, etc.

● Acompanhamento e avaliação: definição, recepção e avaliação de tarefas, questionários e enquetes, atribuição de notas, cálculo de médias, etc. 12.

INSTALAÇÕES E RECURSOS TECNOLÓGICOS

48

12.1 Instalações físicas do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde De acordo com as orientações contidas no Catálogo Nacional de Cursos da Educação Profissional e Tecnológica, a instituição ofertante deverá cumprir um conjunto de exigências que são necessárias ao desenvolvimento curricular para a formação profissional com vistas a atingir um padrão mínimo de qualidade. Os discentes do Centro terão à disposição infraestrutura de ponta do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba – UFPB. As instalações incluem:

● Salas de aulas espaçosas, bem ventiladas e devidamente equipadas com recursos tecnológicos, Wi-Fi e ar-condicionado; ● Laboratório de informática com internet de alta velocidade; ● Laboratórios especializados equipados com tecnologias de ponta que facilitam a aprendizagem avançada e interativa, nas áreas de enfermagem, cuidados na atenção à pessoa idosa, análises clínicas e prótese dentária; ● Espaços para estudos individuais ou em grupo, propício à concentração; ● Serviço de apoio ao estudante no que se refere a orientação acadêmica, psicológica e de saúde, no sentido de promover o acolhimento e bem-estar estudantil; ● Conectividade através de cobertura de Wi-Fi em todo o campus, facilitando a pesquisa e a comunicação; ● Segurança com a presença de profissionais especializados contratados pelo campus; ● Instalações sanitárias higienizadas; ● Áreas de convívio social interiores e exteriores, promovendo interação e bemestar; ● Bebedouros; ● Sala de professores; ● Espaço de Vivência Acadêmica-EVA; ● Acesso facilitado a serviços de alimentação e conveniências; ● Acessibilidade - O CPT-ETS é acessível para pessoas com deficiência e se localiza em um cenário arborizado, proporcionando um ambiente agradável e estimulante para o processo de ensino aprendizagem. O quadro a seguir apresenta as instalações físicas que o CPT-ETS/UFPB dispõe (Quadro 1). Quadro 1 – Demonstrativo das instalações físicas do CPT-ETS/UFPB, 2025.

49 QUANTIDADE

ESPAÇO FÍSICO

07

Salas de Aula

01

Sala de Audiovisual ou Projeções

01

Sala videoconferência

01

Auditório

01

Biblioteca

01

Laboratório de Informática Laboratório de Tecnologia da Informação Laboratório de Anatomia e Primeiros Socorros Secretaria Acadêmica

01

01 01 01

01 01 01

de

Sala para atividade da Coordenação do Curso

Direção Geral Secretaria Geral Direção de Ensino

01

Sala de Apoio à Assistência Estudantil – CAD

01

Sala de Apoio à Assistência Pedagógica –CAP

02 01

Copa Servidor Espaço para Estudante área de lazer

DESCRIÇÃO Com 50 carteiras, condicionador de ar, disponibilidade para utilização de computador e projetor multimídia. Com 60 cadeiras, projetor multimídia, computador, televisor e DVD player. Com 50 cadeiras, equipamento de videoconferência, computador e televisor. Com 100 lugares, projetor multimídia, computador, sistema de caixas acústicas e microfones. Com espaço de estudos individual e em grupo, e acervo bibliográfico e de multimídia específicos. Com 30 máquinas, softwares e projetor multimídia. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com manequins, prancha de imobilização, para apoio à aprendizagem prática dos alunos. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com computadores, recursos didáticos, tablet, impressora, mesa de reunião para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para coordenar e gerir o curso. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Geral da ETS. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Geral da ETS. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Acadêmicos da ETS. Ambiente de acolhimento para assistência estudantil, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para alunos. Ambiente de acolhimento para assistência pedagógica, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para os alunos. Espaço para alimentação dos servidores e colaboradores. Espaço para alimentação e descanso dos educandos.

50 Sanitários adaptação Sanitários

04 07

com

Elevador

01

Sanitários com adaptação para portadores de necessidades específicas. Sanitários com 19 assentos (vasos) e 3 mictórios e chuveiros. Plataforma elevatória, prédio anexo para acesso dos estudantes e servidores, visitantes e colaboradores.

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

No CPT-ETS/UFPB, há mais de 20 laboratórios que estão vinculados aos diversos cursos ofertados no centro. 12.2 Dos Laboratórios 12.2.1 Laboratórios de Práticas de Enfermagem O Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB é equipado com instalações avançadas para práticas de enfermagem, incluindo:

● Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Saúde da Mulher e da Criança (LASIMUCRI) – Este ambiente oferece um aprendizado imersivo para técnicas específicas de cuidados com mulheres e crianças; ● Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Habilidade em Enfermagem (LASIPHE) – Focado no desenvolvimento de competências e habilidades em enfermagem, proporciona treinamento avançado na área de fundamentos da enfermagem; ● Laboratório de Simulação Realística e Práticas Avançadas em Enfermagem – LASIPAE – Destinado às práticas complexas e procedimentos avançados, de modo a preparar os discentes para os cenários de alta complexidade. Os laboratórios possuem almoxarifados dedicados ao armazenamento de equipamentos e materiais de enfermagem utilizados nas simulações e práticas. Cada laboratório está desenhado para maximizar a experiência prática dos discentes, utilizando manequins de última geração, com fidelidade compatível à formação requerida, e cenários que replicam os desafios reais da profissão. Destacamos que a simulação realística é uma ferramenta necessária e importante na formação do profissional do Técnico de Enfermagem e do especialista nas diversas áreas de atuação. Os laboratórios ainda dispõem de materiais de consumo diversos, proporcionando ao discente o desenvolvimento de técnicas de enfermagem direcionadas a

51 todas as áreas de cuidado ao paciente, família e comunidade, a exemplo de seringas, sondas, cateteres, drenos, fios de suturas, gazes, dispositivos intravenosos, esparadrapos, equipos, entre outros.

12.2.2 Laboratórios de Práticas Realísticas para Promoção da Saúde de Idosos O Laboratório de Práticas Realísticas para Promoção da Saúde de Idosos, parte do CPT-ETS, é um espaço destinado às atividades práticas de assistência e promoção de saúde para o idoso. Projetado especificamente para o ensino prático, este laboratório é dividido em duas áreas especializadas:

● Área de simulação realística para promoção da saúde do idoso: neste ambiente os discentes participam de atividades que incluem práticas de promoção da saúde, atividades recreativas e contação de história. Com estas atividades eles aprendem a enriquecer a vivência e o bem-estar da pessoa idosa; ● Área de simulação realística para a assistência domiciliar: este espaço está configurado para replicar um ambiente familiar, permitindo que os discentes desenvolvam habilidades e competências essenciais aos cuidados domiciliares. O laboratório dispõe de equipamentos variados, a exemplo de manequins avançados que permitem uma experiência de aprendizado imersiva e abrangente. Tais recursos, possibilitam a simulação de diversos cenários essenciais a uma formação profissional completa estimulando a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Além disso, o laboratório ainda dispõe de materiais de consumo diversos, proporcionando ao discente o desenvolvimento de técnicas direcionadas a todas as áreas de cuidado integral do paciente, da família e da comunidade.

12.2.3 Laboratório de Informática O laboratório de informática do CPT-ETS é um recurso essencial para a comunidade acadêmica, oferecendo infraestrutura voltada ao ensino, pesquisa e extensão. Com capacidade para 20 alunos, as estações de trabalho oferecem recursos computacionais para uma variedade de aplicações educacionais e profissionais. Destaques do laboratório:

52

● Quadro interativo e projetor: Ferramentas que transformam a maneira como as informações são apresentadas e absorvidas, permitindo que o aprendizado aconteça de forma interativa e colaborativa; ● Quadro de vidro: um recurso didático simples que complementa os recursos digitais, facilitando a explicação de conceitos e resolução de problemas, além da realização de brainstorming visual; ● Equipamento para videoconferência: este equipamento torna o laboratório de informática num ambiente de intercâmbio global de conhecimento, com capacidade de conexão com especialistas e instituições de todo o mundo. Este laboratório é muito mais que um local de estudo onde os discentes desenvolvem habilidades digitais essenciais; é um centro de inovação que possibilita que as fronteiras do conhecimento sejam exploradas. É um campo de testes virtual para o mundo real. Neste ambiente, os discentes podem interagir com softwares especializados que simulam na prática como funcionam os sistemas de informações em saúde. Práticas com programas usados para a automação de clínicas e hospitais, permitem que aprendam a navegar por registros eletrônicos de saúde, sistemas de informações hospitalares, entre outras ferramentas digitais importantes para a gestão dos serviços de saúde. As simulações realísticas permitidas por este laboratório, além do acesso aos portais de saúde, contribuem para preparar os discentes para os ambientes tecnológicos que encontrarão em suas práticas no mercado de trabalho.

12.2.4 Laboratório de Anatomia O Laboratório de Anatomia do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB é um espaço de aprendizado avançado criado para proporcionar a compreensão da complexidade do corpo humano. Está equipado com modelos anatômicos detalhados que incluem: manequim de Coração Humano; cadeira fixa baixa; estabilizador de tensão; estante aberta em aço, com 06 prateleiras reguláveis; manequim de Esqueleto (Adulto); Mesa para reunião; modelos anatômicos em PVC de crânio, aparelho reprodutor feminino, arcada dentária, esqueleto humano,

secção mediana da cabeça, aparelho reprodutor masculino e Sistema Muscular; modelo anatômico de Coração - 07 partes, pulmão segmentado, pulmões com a representação da árvore brônquica junto do coração, traqueia, esôfago e aorta; modelo anatômico do Sistema Digestório em 3 partes, em tamanho natural, que demonstra todo o

53 sistema em relevo; modelos anatômicos do Sistema Nervoso ½ do tamanho natural, do Sistema Urinário Masculino e Feminino em 6 partes e do Torso unissex com 28 partes; modelo com inserções genitais femininas e masculinas desmontáveis; modelo do Sistema Circulatório em relevo, com metade do tamanho natural; monitor de vídeo; repipetador; réplica de modelo anatômico tireoide.

12.2.5 Laboratórios de habilidades em Prótese Dentária Os Laboratórios de Prótese Dentária consistem em espaços voltados ao aperfeiçoamento de práticas de assistência e promoção de saúde bucal. Estes possibilitam a utilização de equipamentos e instrumentais protéticos; a prática de técnicas de manipulação de materiais; desenvolvimento de habilidades manuais para a confecção de próteses e aparelhos removíveis; e aplicação de medidas de controle aos riscos biológicos, químicos e físicos em laboratório de prótese dentária. Os Laboratórios de Prótese Dentária possuem capacidade de atendimento de 20 alunos e dispõem dos seguintes recursos materiais e tecnológicos: ar-condicionado, armário de parede, autoclave digital, balança digital, banco de madeira, banho Maria digital, cadeira cavaletti grande, cadeira cavaletti pequena, cuba de limpeza ultrassônica, destilador de água, estufa de esterilização e secagem analógica, gotejador elétrico, luminária de mesa, microondas, motor de mesa/peça reta, panela de pressão, plastificadora à vácuo, plastificadora de Godiva/polidora química, recortador de gesso, refrigerador, seladora, vibrador de gesso, amalgamador, consultório odontológico, fotopolimerizador, mocho odontológico, aparelho de Raio-X, câmara escura, avental de chumbo adulto e avental de chumbo infantil.

12.2.6 Laboratórios de habilidades em Análises Clínicas Os laboratórios da área de análises clínicas estão equipados para realização de práticas laboratoriais diversas, com equipamentos de alta tecnologia, possibilitando o desenvolvimento de técnicas modernas e para desenvolvimento de kits e validações que se faz importante para o desenvolvimento de profissionais com habilidades diferenciadas para o mercado de trabalho gerando produtos com aplicabilidade imediata. São eles: Laboratórios de Processamento de Amostras Biológicas I e II (LAPAB I e II), Laboratório de Parasitologia, Urinálise, Hematologia e Bioquímica (LAPUBH), Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada (LAVIMAP), Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Citologia (LABIMIC), Laboratório de Cultivo e Análises Celular (LACEC).

54 Todos os laboratórios têm a capacidade de receber 20 alunos contendo uma amplo parque tecnológico como por exemplo: Ultrafreezer -86ºC, Cabines de segurança biológica, Equipamento de PCR convencional, Quantstudio 3 para PCR em tempo real, DNA Workstation, Freezers – 20ºC, Geladeiras, Citômetro de fluxo, Estufas de cultivo, Incubadora de CO2, Equipamento automatizado de hematologia, Equipamento semi-automatizado de Bioquímica, Leitor de placa de ELISA, Lavadora de placas de Elisa, Criostato, micrometros, histotécnico, Central de inclusão, Extrator automatizado de ácidos nucleicos, pipetas automáticas e eletrônicas, banhos-maria, máquina de gelo, Centrífugas refrigeradas e não refrigeradas, contador de células automático, Equipamento de produção de água ultra-pura (Milli-q), microscópios binoculares, microscópio invertido, microscópio de fluorescência, Cubas de eletroforese, sistema de fotodocumentação para gel de ácidos nucleicos, sistema de transferência de membrana (Transfer-Blot), Fotômetro de chama, agitador de tubos, agitador magnético, capelas de exaustão de gases, pHmetro de bancada, , balanças analíticas e semi-analíticas, Banho histológico, Deionizadores, Destiladores. Diante da riqueza dos espaços disponibilizados, é possível atestar que Centro está bem equipado para oferecer um Curso Técnico em Radiologia, possibilitando a aplicação das teorias de gestão em situações práticas. Várias áreas são abordadas dentro da saúde o que facilita a colaboração interdisciplinar e contribui com os vários aspectos do atendimento ao paciente, tornando-se um cenário aos projetos de inovação e melhoria contínua da gestão em saúde. É uma infraestrutura física, tecnológica e de recursos humanos que possibilita o estudo e a aplicação de práticas baseadas em evidências. A observação dessas práticas, por sua vez, permitirá que os discentes percebam as necessidades do paciente no processo de cuidado indo ao encontro da melhoria da qualidade da gestão na saúde, favorecendo as pesquisas relacionadas ao uso de tecnologias para a saúde. Uma importante ferramenta de ensino, a simulação realística, possibilitará que situações comuns e realistas sejam replicadas no sentido de preparar cursistas para uma prática que teste suas habilidades em ambiente controlado, ajudando na tomada de decisão em situações reais e contribuindo para a avaliação de impactos das políticas de saúde, entendendo como as decisões clínicas afetam a entrega dos serviços de saúde. Esta prática envolve financiamento, governança e segurança do paciente, favorecendo o desenvolvimento de pesquisas na área de políticas públicas e gestão da qualidade na saúde. No Quadro 2, encontra-se a descrição desses laboratórios. Quadro 2 – Demonstrativo dos laboratórios do CPT-ETS/UFPB, 2025.

55

REFERÊNCIA/ CURSO

QUANTIDADE

ESPAÇO FÍSICO

01

LACEC

01

LABIMIC

Laboratórios vinculados ao Curso 01 Técnico em Análises Clínicas

LAPHUB 1

01

LAPHUB 2

01

LAVIMAP

01

LAPABH

Laboratórios vinculados ao Curso 01 Técnico em Cuidados de Idosos

LAPRAGE

01

LASIMUC

Laboratórios vinculados ao Curso 01 Técnico em Enfermagem

Laboratórios vinculados ao Curso Técnico Prótese Dentária

Laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Saúde Bucal

LASIPHE

01

LASIPAE

01

LABTENF

01

LENE

01

LACO

01

LARA

01

LIFU

01

LAR

01

LABOOMI

DESCRIÇÃO Laboratório de Cultivo e Análise Celular Laboratório de Microbiologia, Biologia molecular e citologia Laboratório de Urinálise, Parasitologia e Automação em Hematologia Laboratório de Urinálise, Parasitologia e Automação em Hematologia Laboratório de Vigilânc ia Molecular Aplicada Laboratório de Processamento de Material Biológico Laboratório de Práticas em Gerontologia

Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Saúde da Mulher Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Habilidade em Enfermagem Laboratório de Simulação Realística e Práticas Avançadas em Enfermagem Laboratório de Técnicas em Enfermagem Laboratório de Encerramento e Escultura Laboratório de Cerâmicas Odontológicas Laboratório de Resinas e Acrilização Laboratório de Inclusão e Fundição Laboratório Práticas em Radiologia Laboratório de Ortodontia,

56

Laboratórios vinculados ao Curso de Graduação em Gerontologia

01

LAPON

01

LASF

01

LTI

Oclusão, Material e Instrumental Laboratório de Práticas Realísticas em Odontologia Laboratório de Anatomia, Suporte avançado à vida e Fisiologia Laboratório de Tecnologia da Informação

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

12.3 Recursos tecnológicos disponíveis nos laboratórios de práticas realísticas em Enfermagem O CPT-ETS/UFPB dispõe de 03 ambientes destinados às atividades práticas de enfermagem, divididos nos seguintes laboratórios: Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Habilidade em Enfermagem – LASIPHE, Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Saúde da Mulher e da Criança- LASIMUCRI e Laboratório de Simulação Realística e Práticas Avançadas em Enfermagem – LASIPAE, esse voltado ao desenvolvimento de práticas em Central de Material e Esterilização, Bloco Cirúrgico; e 01 (um) ambiente de simulação realística para o desenvolvimento de práticas de Enfermagem em Emergência e de Enfermagem em Terapia Intensiva. Destaca-se que os laboratórios dispõem de equipamentos e manequins diversos de forma a garantir a simulação realística de todas as atividades necessárias e importantes na formação do profissional Técnico de Enfermagem e do especialista nas diversas áreas de atuação. O laboratório ainda dispõe de diversos materiais de consumo, proporcionando ao discente o desenvolvimento de técnicas de enfermagem direcionadas a todas as áreas de cuidado ao paciente, família e comunidade, a exemplo de seringas, agulhas, sondas, cateteres, drenos, fios de suturas, gazes, dispositivos intravenosos, esparadrapos, equipos, curativos, entre outros. Abaixo, tem-se um quadro que lista todos os materiais permanentes existentes nos diversos ambientes de simulação realística (Quadro 3). Quadro 3 - Materiais permanentes nos laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Enfermagem Curso Técnico em Enfermagem, CPT-ETS/UFPB, 2022.

Laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Enfermagem Discriminação do material permanente

57 03 Afastador cirúrgico Balfour 05 Afastador cirúrgico doyen 03 Afastador cirúrgico finochietto 02 afastadores cirúrgicos langenbeck 03 afastadores cirúrgicos weitlaner 01 aparelho de ar-condicionado janela 04 aparelhos de ar-condicionado split 02 aparelhos de fototerapia para recém-nascidos 34 aparelhos de pressão adulto 09 aparelhos de pressão digital de pulso 10 aparelho de pressão pediátrico 10 aparelho iluminador transdérmico - venoscópio 06 apoios de braço 04 armários 02 portas ferro 04 armários 02 portas mdf 08 armários aéreo em mdf, na cor ovo, 3 portas 01 armário de ferro 16 portas 01 armário vitrine com duas portas de vidro 01 aspirador cirúrgico 04 aspiradores p/ secreção 01autoclave de 20 l 04 bacias inox uso hospitalar (35x10) 03 balanças antropométricas mecânicas com régua (adulto) 01 balança digital 01 balança infantil de teto 01 balança mecânica pediátrica 02 balanças pediátrica 03 baldes inox 10 bandeja de inox retangular 22x12 10 bandeja retangular inox 01 berço hospitalar 01 berço, tipo aquecido, característica adicional c/ rodízios, neonatal 05 biombos triplo 01 bisturi elétrico 03 bombas de infusão 04 bombas de infusão p/ uso med, odont e laboratorial 02 bombas peristáltica seringa 07 braços artificial 10 cabo de bisturi nº 3 10 cabo de bisturi nº 4 10 cabo de bisturi nº 7 01 manequim adulto para rcp com painel 02 manequins autoexame de mamas - modelos e utens. div. de hospitais 01 manequim bebê 01 manequim criança 02 manequins de intubação

30 cadeiras de plástico branco 01 cadeira de rodas 02 cadeiras de rodas para banho 01 cadeira giratória com braços - verde 01 cadeira preta pés inox 01 caixa para desfibrilador 01 cama elétrica hospitalar 03 camas hospitalar - leito p/hospital 01 câmera filmadora digital 01 câmera fotográfica 01 capacete oxigenoterapia 02 carros de emergência uso hospitalar 30 carteiras escolar 01 cavalinho obstétrico 05 cintos segurança p/ prancha hospitalar 04 clips de mayo-bunt 04 colares cervical - aparelhos médicos cirurgicos diversos 04 colchões hospitalar, revestimento em napa 03 colchões pneumático 04 coletes de imobilização - aparelhos médicos cirúrgicos diversos 06 comadres material aço inoxidável 05 compadres (urinol ou papagaio) 1000ml 02 conjuntos laringoscópio 01 cpu dell 01 cpu hp 15 cuba rim inox 02 cufômetro 02 desfibriladores cardioversor 05 desfibriladores para treinamento 01 desfibrilador semiautomático 02 detectores fetal - transdutor corrente 02 detectores fetal portátil, ajuste mecânico, visor digital 02 eletrocardiógrafos 04 escadas 02 degraus antiderrapante 01 escada em alumínio com 6 degraus 03 estabilizadores 01 estadiomêtro portátil 06 estantes de ferro 06 estetoscópios para esculta de sons por duas pessoas simultaneamente 08 fluxômetros 01 foco cirúrgico tipo de teto, constituído em tubo de aço, com uma cúpula, contendo no mínimo 03 lâmpadas halógenas 01 foco elétrico

58 22 manequins inflável para treinamento de reanimação cardiopulmonar, tipo mini ou similar. 03 manequins para fins didáticos adulto 01 manequim para rcp resusci baby material silicone 01 manequim recém-nascido 01 manequim simulação de cirurgia pediátrica - urso beny 02 manequins simulador adulto rcp eletrônico 07 manequins simulador braço 01 manequim simulador de parto 04 manequins simulador de técnicas em rn 01 manequim simulador de trauma na cabeça 01 manequim simulador para cateterismo vesical 01 manequim simulador para exame ginecológico 02 manequins simulador para injeção im glúteo 02 manequins simulador úlcera por pressão 01 manequim torso laerdal 01máquina de lavar roupas, capacidade de lavagem 13 kg 06 máscaras laríngea de silicone 20 máscaras p/ respiração boca a boca 01 mesa auxiliar hospitalar 02 mesas auxiliar semicircular p/hospital 03 mesas birô em mdf 01 mesa cirúrgica 01 mesa de cabeceira 03 mesas de mayo 01 mesa de refeição com regulagem de altura, 66cmx45x120. 02 mesas industrial com tampo e prateleira inferior em aço inoxidável 02 mesas retangular inox 01 microfone sem fio tipo auricular. 01 mocho odontológico 01 modelo feminino pélvico - modelos e utens. div. de hospitais 03 monitores cardíaco 01 monitor hp 01 monitor dell 08 nebulizadores 01 negatoscópio 30 oxímetro 02 pallets em plástico vazado liso 04 pinças adson com dente 10 pinças adson sem dente 04 pinças cadinho 20 pinças de allis 05 pinças de babcock

01gaveteiro 01 geladeira 01 hamper - suporte universal 01 incubadora para RN 01 jarra de inox 02 kits de simulação de ferimentos - aparelhos médicos cirúrgicos diversos 02 kits oxigênio portátil 3 litros 01 maca clínica, material aço inoxidável, tipo carro, elevação hidráulica 08 macas p/transporte 03 macas portátil dobrável 01 manequim adulto com módulos de feridas 01 manequim adulto para rcp 10 pinça de dartigues 10 pinça de desjardins 10 pinça de dissecção 05 pinças de foester 10 pinça de halstead curva 20 pinças de halstead mosquito reta 10 pinça de halstead reta 10 pinça de kocher 04 pinças de mixter 10 pinça de museux 04 pinças de pean 04 pinças de randall 10 pinça de rochester 04 pinças de santisky 10 pinça mathieu 07 pinças pozzi 01 plicômetro (adipômetro) científico: corpo aço inox. 01 poltrona fixa de espera ou de aproximação 04 portas agulha hospitalar 02 projetores multimídia 01 quadro de aviso 01 quadro escolar de vidro 02 quadros métodos contraceptivos 04 reanimadores manual adulto 04 reanimadores manual pediátrico 02 réguas antropométrica paquimetro 08 réguas de gases 01 respirador pulmonar 01 seladora para embalagem, material aço inoxidável 02 simuladores de intubação nasogástrica 01 simulador de ritmos cardíacos 01 simulador pênis 02 suportes de teto p/ projetor 09 suportes para soro 06 talas (kit 03 peças) 02 telas de projeção elétrica 01 telefone 02 termômetros auricular e testa

59 04 pinças de backaus 04 pinças de bulldog reta 04 pinças de crile reta 20cm 10 tesoura cirúrgica metzenbau 02 transpassador de paciente, tipo: guincho 01 transpassador de paciente, tipo: prancha

02 termômetros testa 09 tesoura cirúrgica de mayo

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

12.4 Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde do Idoso O Centro Profissional e Tecnológica Escola Técnica de Saúde da UFPB dispõe de um ambiente amplo exclusivo, destinado às atividades práticas de assistência e promoção de saúde para o idoso. O mesmo encontra-se dividido em três ambientes a saber: 01 (um) ambiente para simulação realística voltado ao desenvolvimento de práticas de atenção básica, prática de cuidados fundamentais e práticas voltadas à saúde do idoso; 01 (um) ambiente para simulação realística voltado ao cuidado direcionado a sua assistência domiciliar e hospitalar e 01 (um) ambiente de simulação realística voltado ao desenvolvimento de práticas de Promoção de Saúde para o Idoso. Destaca-se que o laboratório dispõe de equipamentos e manequins diversos de forma a garantir a simulação realística de todas as atividades necessárias e importantes na formação do profissional do Discente com a possibilidade de simular e as diversas áreas de atuação, bem como para consolidar a formação científica, associando o tripé ensino, pesquisa e extensão. O laboratório ainda dispõe de materiais de consumo diversos, proporcionando ao discente o desenvolvimento de técnicas direcionadas a todas as áreas de cuidado ao paciente, família e comunidade. A seguir, temos um quadro que lista os materiais existentes no ambiente de simulação realística para as atividades práticas de assistência e promoção de saúde para o idoso (Quadro 4). Quadro 4 – Materiais permanentes do Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde para os Idosos, CPT-ETS/UFPB, 2025

Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde para os Idosos DESCRIÇÃO DO MATERIAL PERMANENTE QUANTIDADE Andador ortopédico de alumínio fixo dobrável, 3,5 kg 02 Aparelho de pressão digital de pulso automático 07 Aparelho de som portátil marca: multilaser. 01

60

Ar condicionado AGRATTO Ar condicionado Electrolux Armário aéreo 3 portas Armário alto de madeira com duas portas Armário em aço 16 portas Balança Antropométrica Mecânica com Régua - adulto (Welmy) Balança de bioimpedância Bengala em aço e inox 4 pés Birô Biombo de aço Cadeira de balanço de madeira Cadeira com rodinhas e encosto para os braços - acolchoado azul Cadeira com rodinhas - acolchoado azul Cadeira de rodas motorizada Cadeira de rodas motorizada Stand-UP Cadeira de rodas para banheiro Cadeiras de rodas em liga de alumínio Cama automática de madeira com controle remoto Colchão hospitalar, revestimento em napa (1,98 x 0,88x0,15 cm - azul) Comadre material de aço inoxidável Dispensador de papel toalha Lixeira Manequim anatômico para fins didático, bissexual, com órgãos internos Manequim anatômico para fins didáticos, idosa Muleta G Muleta M Painel de madeira para fantoches Ring light Papagaio Saboneteira dosadora líquida 800ml branca Simulador avançado dos efeitos da velhice Suqueira de plástico vermelha Suporte de teto para projetor multimídia Tela de projeção retrátil motorizada Passante Guincho para transporte de pessoas Colchonetes Colchão pneumático Suporte para soro Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

02 01 04 05 01 01 01 04 01 02 04 02 13 02 01 01 01 01 01 02 02 03 01 01 01 01 02 01 01 02 11 02 01 01 01 01 20 01 01

61

12.5 Recursos tecnológicos disponíveis no laboratório de informática A seguir, encontra-se o Quadro 5, que descreve os recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Informática, CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2025.

Quadro 5 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Informática, CPT- ETS/UFPB, 2025.

ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Área de 80m2 Capacidade Técnica para 30 alunos

Computador - configuração: Core 2 Duo 3.0 2gb 160Gb HD Data show Quadro interativo Quadro de vidro Estabilizadores Rack para servidores com KVA aula prática Equipamento de videoconferência

QUANTIDADES 30 01 01 01 30 01 01

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

12.6

Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Anatomia O Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde da UFPB dispõe de um

ambiente amplo exclusivo destinado às atividades práticas do Laboratório de Anatomia, um dos componentes curriculares do referido curso, a seguir segue as especificações a respeito do laboratório: Quadro 6 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Anatomia, CPT-ETS/UFPB, 2025.

LABORATÓRIO DE ANATOMIA: CAPACIDADE DE ATENDIMENTO PARA 40 ALUNOS Equipamentos Instalados Nº ESPECIFICAÇÃO Quantidade 1 Manequim de Coração Humano 04 2 Cadeira fixa baixa 01 3 Estabilizador de tensão 01 4 Estante aberta em aço, com 06 prateleiras reguláveis 01 6 Manequim de esqueleto (adulto) 02 7 Mesa oblonga para reunião 01 8 Modelo anatômico – crânio 01 9 Modelo anatômico aparelho reprodutor feminino 03 10 11

Modelo anatômico de arcada dentária, em PVC Modelo anatômico de esqueleto humano (85cm de tamanho)

02 19

62

12

Modelo anatômico de secção mediana da cabeça, confeccionado em 03 PVC; Modelo anatômico do aparelho reprodutor masculino 05 Modelo anatômico do sistema muscular 01 Modelo anatômico para fins didáticos: coração 07 partes. 03 Modelo anatômico para fins didáticos: pulmão segmentado. Modelo de 03 pulmões com a representação da árvore brônquica junto do coração, traquéia, esôfago e aorta. 03 Modelo anatômico para fins didáticos: sistema digestivo em 3 partes. Modelo em tamanho natural que demonstra todo o sistema digestivo em relevo gráfico. Modelo anatômico para fins didáticos: sistema nervoso ½ do 02 tamanho natural. Modelo anatômico para fins didáticos: sistema urinário masculino e 03 feminino em 6 partes. Modelo anatômico para fins didáticos: torso unissex 28 partes. Modelo 03 com inserções genitais femininas e masculinas desmontáveis. Modelo anatômico sistema digestório 02 Modelo do sistema circulatório em relevo, com metade do tamanho 03 natural Monitor de vídeo 01 Repipetador 01 Réplica de modelo anatômico tiróide. Modelo de 4 tiróides 02

13 14 15 16

17

18 19 20 21 22 23 24 25

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

12.7

Salas de Aula A seguir, encontra-se o quadro 7, que descreve o quantitativo de salas de aulas do Centro

Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde. Quadro 7 – Salas de aula do CPT-ETS/UFPB, 2025.

ÁREA (M2) SALAS DE AULAS: 07 (SETE SALAS)

Nº 1 2 3 4 5 6

40 EQUIPAMENTOS INSTALADOS Especificação de cada sala de aula Cadeira escolar Data show Caixa de som Quadro de vidro Boreau Cadeira para pessoas obesas

CAPACIDADE DE ATENDIMENTO (ALUNOS) 40 40 01 01 01 01 01

63 7

Cadeira com rodizio

01

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

12.8

Da Biblioteca A Biblioteca Setorial do CPT-ETS/UFPB contempla o Sistema de Bibliotecas da UFPB e se

apresenta de fundamental importância no apoio informacional às atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas por esse Centro de Ensino da UFPB. Assim, através dos seus suportes informacionais e em concordância com as atividades e objetivos da Universidade, contribui para o desenvolvimento científico da Instituição e da comunidade acadêmica em geral, disponibilizando o acervo bibliográfico virtual e físico. O acervo bibliográfico da Biblioteca Setorial da CPT-ETS/UFPB é composto por cerca de 3.080 exemplares, assim especificados: monografias, DVD’s de filmes brasileiros, periódicos, além do acervo literário. É importante ressaltar que o acervo se encontra em processo de crescimento, com aquisição atualmente de mais 722 novos livros. Além do acervo físico, fica à disposição, o acervo das Bibliotecas Digitais disponibilizado através do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da UFPB. Dentre os serviços ofertados há disponibilidade de acesso aos computadores para consulta e pesquisa; empréstimo, devolução e renovação de livros; auxílio ao uso das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); confecção de fichas catalográficas (mediante solicitação) e divulgação dos livros digitais, disponibilizados através do SIGAA. Desta forma, o acervo da Biblioteca Setorial do CPT- ETS tem o objetivo de dar suporte informacional aos cursos ofertados, sendo constituído por livros nas áreas de Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Bioquímica, Medicina, Análises Clínicas, Prótese Dentária, Gerontologia, Educação, entre outros, além de livros de Literatura (poesia, romance, ficção, contos, biografia, infanto juvenil).

12.8.1

Serviços ofertados pela biblioteca do CPT-ETS/UFPB

Os serviços ofertados pela biblioteca do CPT-ETS/ UFPB são:

●

Orientação na realização do cadastro para utilização dos serviços da Biblioteca – Atendimento

realizado

presencialmente

e

(https://www.ets.ufpb.br/index.php/atendimento);

através

do

Google

Meet

64

●

Orientação para consulta ao acervo, aos Portais de Pesquisa e Bibliotecas Digitais – Atendimento

realizado

presencialmente

e

através

do

Google

Meet

(https://www.ets.ufpb.br/index.php/atendimento); ●

Empréstimo, devolução e renovação de material bibliográfico, para usuários do SIGAA/UFPB, com vínculo ativo;

●

Computadores com acesso à internet para a realização de consultas e pesquisas – No momento liberado apenas para consultas rápidas;

●

Ambiente para estudo;

●

Dicas de Leitura – Postagens nas Redes Sociais da Escola (Instagram e Facebook), divulgando os livros digitais disponíveis nas Bases Digitais no SIGAA, periódicos do Portal de Periódicos da CAPES ou outras fontes de informação.

14.8.2 Acervo digital disponível no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA A chamada MINHA BIBLIOTECA (Figura 6) é uma base de livros eletrônicos, em português, que reúne milhares de títulos acadêmicos das diversas áreas do conhecimento. Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca> Pesquisar Livros e Bases Digitais > Minha Biblioteca. Figura 6 – Interface da plataforma Minha Biblioteca.

Fonte: Minha Biblioteca, 2025.

A BIBLIOTECA VIRTUAL – PEARSON (Figura 7) é um acervo digital composto por milhares de títulos, que abordam diversas áreas de conhecimento (administração, marketing, engenharia, direito, letras, economia, computação, educação, medicina, enfermagem, psiquiatria, gastronomia, turismo e outras). Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no

65 SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Biblioteca Virtual Pearson. Figura 7 – Interface da plataforma Biblioteca Virtual – Pearson.

Fonte: Biblioteca Virtual – Pearson, 2025.

A DOT.LIB (Figura 8) disponibiliza acesso a base de livros digitais Atheneu com diversos livros na área de Medicina e Ciências da Saúde, além de acesso a bancos de dados que trabalham com evidências e clínica médica: a Cochrane Library, a Cochrane Clinical Answer e a Essential Evidence Plus da Editora Wiley. Para acessar essa base fora do ambiente de rede da UFPB, o usuário deve baixar e instalar o navegador Firefox UFPB (http://www.nti.ufpb.br/proxyufpb/firefox_ufpb.html) e em seguida, entrar com seus dados de login do SIGAA. Após o login no SIGAA, acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > DotLib - Atheneu e Cochcrane. Figura 8 – Interface da plataforma DotLib.

66

Fonte: DotLib, 2025.

TARGET GEDWEB - Sistema de gestão de normas e documentos regulatórios (Figura 9). Disponibiliza acervo de Normas Brasileiras (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entre outros. Para o acesso, o usuário deve fazer o login no SIGAA da UFPB e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Target – Normas Técnicas. Figura 9 – Interface da plataforma Target Gedweb.

Fonte: Target Gedweb, 2025.

13. PORTAIS DE PESQUISA E BASES DE DADOS O

Portal

de

Periódicos

da

Capes

(https://www-periodicos-capes-gov-

br.ez15.periodicos.capes.gov.br/index.php?), (Figura 10) é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica

67 internacional. Figura 10 – Interface da plataforma Periódicos CAPES.

Fonte: Periódicos CAPES, 2025.

O Portal EduCapes (https://educapes.capes.gov.br/) (Figura 11) compila conteúdos educacionais abertos e disponibiliza através do repositório de objetos de aprendizagem, material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O conteúdo pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil. O repositório engloba em seu acervo textos em formato PDF, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, vídeoaulas, planos de aula e quaisquer outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta ou sob domínio público. É possível baixar os conteúdos ou usá-los online. Figura 11 – Interface da plataforma EduCAPES.

Fonte: EduCAPES, 2025.

O

Portal

Domínio

Público

(http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp) (Figura 12) constitui-se é um ambiente virtual que permite coleta, integração, preservação e compartilhamento de conhecimentos. Seu principal objetivo é promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham

68 sua divulgação autorizada.

Figura 12 – Interface do Portal Domínio Público.

Fonte: Portal Domínio Público, 2025

No Repositório Eletrônico Institucional (REI) (https://repositorio.ufpb.br/) da Universidade Federal da Paraíba (Figura 13), você encontra produções acadêmicas de discentes (monografias, TCCs, relatórios de Conclusão de Curso), além da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações das instituições de ensino e pesquisa brasileiras. O REI é uma iniciativa de profissionais da informação do CCEN, do Grupo de Pesquisas vinculado ao CNPq WRCO e do STI. Contato: ri@ufpb.br. Figura 13 – Interface do Repositório Eletrônico Institucional.

Fonte: REI, 2025

COMPOSIÇÃO CURRICULAR A organização curricular do Curso Técnico em Radiologia observa as determinações legais presentes na Lei Nº 9.394/96, alterada pela Lei Nº 11.741/2008, nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, bem como nos

69 princípios e diretrizes definidos no Projeto Político Pedagógico do CPT- ETS/UFPB. O curso possui uma carga horária total de 1.605 horas. A Matriz Curricular constitui-se de 1200 horas em 25 componentes curriculares teórico-práticos, e de 400 horas de estágio obrigatório, que deverão ser realizadas conforme regulamentos específicos. O não cumprimento da carga horária total implica na não conclusão do curso (Quadro 8). O Curso Técnico em Radiologia adotará a definição de Unidades Curriculares para cada período letivo. Ressalta-se ainda que o curso adotará o regime acadêmico de créditos, observando a carga horária em cada unidade curricular, que será múltiplo de 15 horas. Assim, a proposta pedagógica do Curso Técnico está organizada em três Unidades Curriculares as quais favorecem a prática da interdisciplinaridade, transversalidade e atividades de extensão, apontando para o reconhecimento da necessidade de uma educação profissional e tecnológica integradora de conhecimentos científicos com experiências e saberes advindos do mundo do trabalho, possibilitando, assim, a construção do pensamento tecnológico crítico e a capacidade de intervir em situações concretas ,conforme figura a seguir . Conforme o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos, o Curso Técnico eixo saúde , na modalidade presencial, poderá prever até 20% da sua carga horária total em atividades não presenciais. Em consonância com o Art. 26 da Resolução CNE/CP N°1, de 5 de janeiro de 2021:

§ 5º Respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária, o plano de curso técnico, ofertado na modalidade presencial, pode prever carga horária na modalidade a distância, até o limite indicado no CNCT, ou em outro instrumento que venha a substituí-lo, desde que haja suporte tecnológico e seja garantido o atendimento por docentes e tutores Diante disso, o curso Técnico do CPT-ETS/ UFPB ofertará 560 horas de atividades presenciais, o que equivale a 40 % de sua carga horária total, sendo distribuídas da seguinte forma: 205 horas na unidade curricular I, 185 horas na unidade curricular II, 170 horas na unidade curricular

III. A distribuição de carga horária não presencial, por componentes curriculares, está descrita na matriz curricular. Os docentes do colegiado que ministram os componentes curriculares serão responsáveis pela mediação das atividades presenciais e não presenciais, dispensando a

70 necessidade de tutores. O atendimento ao aluno será realizado por meio da plataforma como também durante as atividades presenciais. As atividades não presenciais serão mediadas pelas Tecnologias da Informações e Comunicação - TICs, de forma síncrona ou assíncrona, utilizando-se um Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Quadro 8 – Organização das Unidades Curriculares do Curso Técnico em Radiologia do CPT - ETS/UFPB.

MATRIZ CURRICULAR Carga Carga horária de UNIDADE CURRICULAR/ horária atividades não COMPONENTES CURRICULARES presencial presenciais EaD UNIDADE CURRICULAR I Ambientação na EaD Letramento digital Biossegurança nos serviços de saúde Psicologia aplicada a saúde Ética e legislação Profissional Anatomia e Fisiologia Humana aplicada à Radiologia Primeiros Socorros Prática Profissional TOTAL UNIDADE I

Total

20 20 30 20 20 60

10 10 15 10 10 15

30 30 45 30 30 75

20 60 250

10 0 80

30 60 330

30 45 20 30 60 60 45 290

15 15 10 15 0 0 0 55

45 60 30 45 60 60 45 345

60 45 45 45 15 90 285

15 15 0 0 0 0 30

75 60 45 45 15 90 330

75

0

75

UNIDADE CURRICULAR II Radiobiologia Incidências Radiográficas Básicas Introdução a Radioterapia Proteção Radiológica e Ambiental Processamento de imagens Estudo radiológico das doenças Prática Profissional TOTAL UNIDADE II

UNIDADE CURRICULAR III Física Aplicada a Radiologia Exames Contrastados e Hemodinâmica Ressonância Magnética Tomografia Computadorizada UCE I Estágio Supervisionado I TOTAL UNIDADE III

UNIDADE CURRICULAR IV Incidências Radiográficas Especiais

71 Técnicas Radiológicas em Mamografia e Densitometria Óssea Radiologia Odontológica UCE II Estágio Supervisionado II TOTAL DA UNIDADE IV

UNIDADE CURRICULAR V Medicina Nuclear e Radioterapia Aplicada Estágio Supervisionado III TOTAL DA UNIDADE V TOTAL DO CURSO

45

0

60

60 30 90 300

0 0 0 0

60 30 90 300

75 225 300

0 0 0

75 225 300

1605

As unidades curriculares do Curso Técnico em Radiologia estão organizadas da seguinte forma (Figura 14):

Figura 14 – Organização das unidades curriculares do Curso Técnico em Radiologia.

72 Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

14.1 Matriz Curricular do Curso Técnico em Radiologia CPT- ETS/UFPB UNIDADE CURRICULAR I Quadro 9 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular I do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

Componente Curricular

Créditos

CHES

Quanto à oferta

CH Total

Ambientação na EaD

2

--

20

Não Presencial 10

Letramento digital

2

--

20

10

30

Biossegurança nos serviços de saúde Psicologia aplicada à saúde

3

--

30

15

45

2

--

20

10

30

legislação

2

--

20

10

30

Anatomia e Fisiologia Humana aplicada à Radiologia Primeiros Socorros Prática Profissional

5

--

60

15

75

2 4

---

20 60

10 0

30 60

TOTAL

22

0

250

80

330

Presencial

Ética e Profissional

30

CHES: Carga horária de estágio supervisionado. Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

UNIDADE CURRICULAR II Quadro 10 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular II do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

Componente Curricular

Radiobiologia Incidências Radiográficas

Créditos

3 5

CHES

---

Quanto à oferta Presencial

Não Presencial

30 45

15 15

CH Total

45 60

73 Básicas Introdução a Radioterapia Proteção Radiológica e Ambiental Processamento de imagens Estudo Radiológico das Doenças Prática Prfoissional TOTAL

2

--

20

10

30

3

--

30

15

45

4

---

60

0

60

4

--

60

0

60

3

--

45

0

45

24

0

290

55

345

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

UNIDADE CURRICULAR III Quadro 11 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à unidade curricular III do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

Componente Curricular

Créditos

CHES

Quanto à oferta Presencial

Não Presencial

CH Total

Física aplicada a Radiologia Exames Constrastados e Hemodinamica Ressonância Magnética Tomografia Computadorizada UCE I

7

---

60

15

75

3

---

45

15

60

3

--

45

0

45

3

--

45

0

45

2

--

15

0

15

Estágio Supervisionado I

6

90

90

0

90

TOTAL

24

90

300

30

330

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

UNIDADE CURRICULAR IV Quadro 12 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à unidade curricular IV do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

Componente Curricular

Incidências Radiográficas Especiais

Créditos

5

CHES

--

Quanto à oferta Presencial

Não Presencial

75

0

CH Total

75

74 Técnicas Radiológicas em Mamografia e Densitometria Óssea Radiologia Odontológica UCE II Estágio Supervisionado II TOTAL

4

--

60

0

60

4

--

60

0

60

2 6

-90

30 90

0 0

30 90

21

90

315

30

315

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

UNIDADE CURRICULAR V Quadro 13 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à unidade curricular IV do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

Componente Curricular

Medicina Nuclear e Radioterapia Aplicada Estágio Supervisionado

III TOTAL

14.2

Créditos

CHES

Quanto à oferta Presencial

Não Presencial

CH Total

5

0

75

0

75

15

225

225

0

225

20

90

315

30

315

Distribuição dos componentes curriculares por unidade curricular Os componentes curriculares que compõem a matriz do Curso Técnico em Radiologia do

CPT-ETS/UFPB estão articulados entre si, fundamentados nos conceitos de interdisciplinaridade e contextualização. Orientaram-se pelos perfis profissionais de conclusão estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso, ensejando a formação integrada que articula ciência, trabalho, cultura e tecnologia, assim como a aplicação de conhecimentos teórico--práticos específicos do eixo tecnológico e da habilitação específica, contribuindo para uma sólida formação técnico-humanística dos estudantes. Os componentes curriculares do curso da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, em seu planejamento, atendem aos seguintes requisitos:

● Organização curricular por áreas de estudos, projetos, e critérios na sua forma de organização,

compatíveis

contextualização

com

os

princípios

da

interdisciplinaridade,

da

75 e da integração permanente entre teoria e prática ao longo de todo o processo de ensino e aprendizagem;

● Identificação dos saberes compreendidos nas competências profissionais definidoras do perfil profissional de conclusão proposto para o curso; ● Incentivo à inovação por meio de metodologias que estimulem o protagonismo do estudante na área de atuação profissional. 14.3

Estágio supervisionado O estágio profissional supervisionado é uma atividade de aprendizagem associada ao Projeto

Pedagógico de Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de certificação. Propõe o exercício de práticas pré-profissionais, exercidas em situações reais de trabalho, integrando a teoria às situações reais de cuidado. O estágio integra o itinerário formativo do aluno regularmente matriculado e promove o aprendizado de competências e habilidades próprias da atividade profissional. De acordo com a Resolução Nº 06/2012 do Conselho Nacional de Educação, os cursos técnicos na área da saúde terão obrigatoriamente uma carga horária de aulas teóricas de 1.200 horas (BRASIL, 2012). Segundo o Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia carga horária mínima de estágio para o Curso Técnico em Radiologia é estabelecida em 400 horas harmonizada com as diretrizes educacionais nacionais. A Resolução CONTER nº 10/2011 (e suas atualizações) representa a normativa mais direta e específica que regulamenta o estágio curricular supervisionado nas áreas das Técnicas Radiológicas. Ela define que a carga horária mínima de estágio supervisionado obrigatório para o Curso Técnico em Radiologia é de 400 (quatrocentas) horas. Importante ressaltar que o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos na sua 4ª edição do CNCT, publicada pelo Ministério da Educação, ao descrever o Curso Técnico em Radiologia, também indica que, além da carga horária mínima total do curso (que é de 1.200 horas), o curso deverá ter um estágio curricular supervisionado obrigatório de, no mínimo, 400 horas. Ademais, nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) de 2021 (Resolução CNE/CP nº 1/2021), que define as diretrizes gerais para a EPT, ela reforça a importância da prática profissional intrínseca ao currículo e estabelece que a carga horária mínima dos cursos técnicos é indicada no CNCT. Para cursos com carga horária de 1.200 horas, as atividades de estágio devem ser adicionadas à carga horária mínima do curso (não computadas dentro dela), o que reforça a necessidade das 400 horas adicionais

76 de estágio. Para atender as legislações vigentes, que afirmam que estágio profissional deve ser desenvolvido em ambiente real de trabalho, assumido como ato educativo e supervisionado pela instituição de ensino, em regime de parceria com organizações do mundo do trabalho, objetivando efetiva preparação do estudante para o trabalho, o estágio profissional supervisionado do Curso Técnico do CPT-ETS/UFPB se dará em estabelecimentos assistenciais de saúde da rede pública municipal, estadual e federal, e nas instituições privadas e filantrópicas que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS). No Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB, o Estágio Supervisionado Obrigatório possui uma carga horária total de 405 horas relógio, sendo distribuídas em 90h de Estágio Supervisionado I, 90h no Estágio Supervisionado II, e 225h no Estágio Supervisionado III.

● Estágio Supervisionado I: o discente participará de estágio supervisionado em Unidade de Serviços de Radiologia composto por 90 horas. ● Estágio Supervisionado II: compreende 90 horas, podendo ser realizado à nível hospitalar, e outros serviços de assistência especializada em Radiologia. ● Estágio Supervisionado III: compreende 225 horas realizadas em serviços de média e alta complexidade na área de Radiologia. Os locais de estágio serão: o Centro de Saúde do campus UFPB/João Pessoa e instituições de diferentes níveis de atenção à saúde que possuem convênio com a UFPB, o que possibilita ao discente a vivência de diversas situações de atuação em estágio profissional. O estágio será realizado no turno matutino e vespertino, além do noturno caso seja necessário, conforme a disponibilidade das unidades concedentes nos serviços de saúde e mediante assinatura do Termo de Compromisso do Estágio pelos discentes, concedente e instituição de ensino. No Estágio Curricular Supervisionado do Curso Técnico do CPT- ETS/UFPB, as cargas horárias e demais prescrições deverão ser observadas e cumpridas, de acordo com a legislação vigente,

Art. 10 da Lei 11.788/2008 – Lei de Estágios, Resolução CONTER e CNCT 4ª edição 2020. O desenvolvimento do estágio ocorrerá de acordo com a disponibilidade de recursos humanos e dos campos em que serão desenvolvidos, podendo sofrer alterações com relação aos locais e carga horária durante os semestres, garantido o cumprimento das 405 horas previstas na matriz curricular do Curso. A avaliação é parte integrante do processo pedagógico do Estágio Curricular

77 Supervisionado e abrange a supervisão do estudante diariamente, considerando a postura no local de estágio, o cumprimento das atividades programadas e da apresentação do relatório final de atividades. Será considerado aprovado o estudante que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) pontos e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente em cada etapa do estágio.

14.4

Unidades Curriculares de Extensão Técnica Na contemporaneidade, a curricularização da extensão emerge como uma valorosa estratégia

metodológica, em que prevê a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos. Nesse sentido, no âmbito da Universidade Federal da Paraíba-UFPB, buscou-se regulamentar a política de creditação da extensão nos currículos, cujo enfoque visa propiciar o alinhamento e a atualização da mesma, por meio da Resolução CONSEPE sob nº 02/2022. Destaca-se em seu Art. 1º, sobre a normatização da creditação curricular da extensão universitária nos cursos de graduação, em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico), ofertados nas modalidades (presencial e a distância). Considerando que o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde está vinculado à UFPB e que o mesmo está em consonância com as políticas advindas da Pró-Reitoria de Extensão no que concerne às execuções dos Programas de Bolsas de Extensão (PROBEX e PROBEX-TEC) e ao Fluxo Contínuo de Extensão (FLUEX), ressalta-se ainda, a execução de um quântico considerável de Projetos de Extensão de grande relevância social, originados do referido Centro, no âmbito da graduação (PROBEX) e dos cursos técnicos (PROBEX-TEC). Nesse contexto, o referido Centro propõe a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos seus respectivos cursos. A operacionalização da creditação dar-se-á por meio da Unidade Curricular de Extensão Técnica (UCE), cujo escopo desse componente organizacional, consiste na promoção da articulação entre os educandos, os educadores e as comunidades envolvidas. O referido componente terá caráter obrigatório, no que concerne a sua execução o mesmo poderá ser desenvolvido de modo disciplinar ou interdisciplinar, ressalta-se que este último possibilita a integração entre os conteúdos, as disciplinas, assim como a articulação entre diferentes áreas do conhecimento. Essa modalidade visa oportunizar a ampliação do conhecimento dos discentes, por meio do intercâmbio ensino e extensão, para tanto, faz-se necessário que haja nos projetos interdisciplinares, a adoção de atividades inovadoras, eficientes e eficazes durante o processo

78 de ensino e aprendizagem da Educação Profissional e Tecnológica da UFPB. Dessa forma, a disposição da UCE nas Unidades Curriculares favorece a aprendizagem dos educandos, no que diz respeito aos conteúdos: conceituais, procedimentais e atitudinais. Destarte, que será estabelecida as etapas que envolvem o planejamento, preparação, implementação e avaliação das ações de extensão. Essa modalidade de aprendizagem exige a participação ativa de educandos e a mediação dos educadores, promoção de estabelecimento de vínculos com a equipe e as comunidades, promoção de habilidades para o trabalho em equipe, bem como a definição de tarefas e metas a serem cumpridas visando o alcance dos objetivos propostos. Nesta perspectiva, as atividades extensionistas oportuniza a práxis, teoria articulada a prática, favorecendo desse modo ao educando no seu processo formativo, possibilidades para a aquisição das competências necessárias à sua atuação profissional. Cumpre assinalar, que o mesmo deve ser protagonista de sua formação cidadã, reconhecendo-se como agente de garantia de direitos, deveres e transformação social. Portanto, o educando é sujeito ativo do processo, sendo o mesmo orientado pelo docente, a planejar, preparar, desenvolver e avaliar a ação. Face ao exposto, verifica-se que a Curricularização da Extensão perpassa por todo processo formativo, cabendo ao educando desenvolver suas competências e habilidades no decorrer de sua trajetória de formação na Educação Profissional e Tecnológica, destacando-se as competências gerais e específicas. É importante ressaltar que o componente curricular extensionista não se restringe a prática no campo de intervenção, visto que o referido componente se configura desde o planejamento quanto aos estudos teóricos realizados para subsidiar a ação. Desta forma, toda carga horária destinada ao Componente Curricular de Extensão deverá possuir natureza extensionista, preferencialmente interdisciplinar, envolvendo atividades teóricas e práticas. A curricularização no âmbito do CPT poderá ser desenvolvida por meio de projeto integrador, eventos, cursos e oficinas, bem como prestação de serviço, para estas ações deverá buscar estratégias didático pedagógicas a contemplar conteúdos transversais, conforme proposto na normatização da extensão CPT- ETS/UFPB. Para a UCE, faz-se necessário codificar os componentes curriculares específicos, devendo seguir o formato já existente para esse fim. É oportuno destacar que para as atividades de extensão no formato de oficina, cursos e eventos, recomenda-se registrar no SigEventos ou outro sistema correlato, em conformidade com as orientações institucionais. Vale ressaltar que o aproveitamento da UCE será concedida aos estudantes bolsistas e

79 voluntários de projetos ou programas de extensão, cuja atividade seja devidamente comprovada, cabendo aos mesmos, solicitar o referido aproveitamento por meio da elaboração de um relatório com argumentações plausíveis ao pleito, devendo conter o título do projeto ao qual realizou a atividade extensionista, o nome do coordenador do projeto, uma breve descrição da ação, registros da participação do discente na ação, para além disso, deverá ser anexado documento em que o coordenador do projeto/programa de extensão ateste o referido relatório. Para a efetivação do pleito de solicitação de aproveitamento, o discente deverá abrir um processo junto ao órgão competente, mediante a apresentação dos documentos comprobatórios conforme regulamento do CPT-ETS para abertura do processo e seguimento do trâmite. A solicitação será encaminhada para a coordenação de curso que remeterá ao docente responsável pela UCE para emitir parecer e nota, em conformidade com as orientações institucionais para aproveitamento de componente curricular. Em

atendimento

à

normatização

da

extensão

pelo

Centro

Profissional

e

Tecnológico-ETS/UFPB, o PPC do curso Técnico em Radiologia contemplou as Unidades Curriculares de Extensão nas unidades curriculares II e III, sendo um total de 45h obrigatórias para a integralização do curso. Este componente curricular nos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio tem como finalidade complementar a formação do estudante e ampliar o conhecimento teórico-prático. As atividades que poderão ser desenvolvidas dentre as Unidades Curriculares de Extensão Técnica incluem:

I)

Atividades assistenciais e comunitárias (voluntariado);

II)

Cursos, minicursos, oficinas ou atividades culturais;

III)

Organização de eventos acadêmicos e/ou científicos;

IV)

Projetos e programas de extensão.

CORPO DOCENTE Até junho de 2025, o CPT – ETS/ UFPB está constituído por 46 docentes , a seguir, no Quadro 12 é apresentado o corpo docente com respectiva formação, titulação e regime de trabalho. Quadro 12 – Perfil dos docentes que ministram componentes curriculares no Curso Técnico do CPT-ETS/UFPB, conforme formação, titulação acadêmica e regime de trabalho.

80

N°

1. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33.

Docentes

Títulação

Ana Carolina B. Dulgheroff Andrea Fernanda R. de Paula Andrea Mendes Araújo Angela Amorim de Araújo Anna Cláudia Freire de Araújo Patrício Anne Karoline Candido Araújo Aurenice Furtado S. Pontes Betânia Maria Pereira dos Santos Bruna Rodrigues de Sousa Cacilda Chaves M. de Lima Carmem G. G. de Figueiredo Claudenice R. do Nascimento Eugênio de Carvalho Saraiva Fábia Danielle S. C. M. e Silva Fabíola Fialho Furtado Gouvêa Fernanda Maria Chianca da Silva Geraldo Sávio A. Holanda Gracimary Alves Teixeira Iolanda Maria C. L. B. Martins Ismênia Mangueira Soares Ivanilda Lacerda Pedrosa Jairo de Pontes Gomes João Felipe Bezerra José Moreira da Silva Neto Judite Fernandes Moreira Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias Késia de Macêdo R. F. Leite Lígia Maria Ferreira Lúcio Roberto C. Castellano Marcella Costa Souto Duarte Márcia Rique Carício Márcia Virgínia Di Lorenzo Florêncio

Doutorado Doutoramento

40H 40H

DE DE

Doutorado Doutorado Doutorado

40H 40H 40H

DE DE DE

Doutorado

40H

DE

Doutorado Doutorado

40H 40H

DE DE

Doutorado Doutorado Mestrado Doutoramento

40H 40H 40H 40H

DE DE DE DE

Doutorado Doutorado

40H 40H

DE DE

Doutorado

40H

DE

Doutorado

40H

DE

Doutorado Doutorado Doutorado

40H 40H 40H

DE DE DE

Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado

40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H

DE DE DE DE DE DE DE

Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado

40H 40H 40H 40H 40H 40H

DE DE DE DE DE DE

Carga Horária

Regime de Trabalho

81

34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46.

Maria de O. Alves Cavalcante Maria Soraya P. F. Adriano Nathalia Costa Gonzaga Saraiva Rebeka Maria de Oliveira Belo Renata Coelho F. B. Queiroz Renata Coelho Navarro Ronaldo Rodrigues Sarmento Sandra Cristina M. de Souza Sheyla Katia Lucio Dornelas Shirley Maria Torreias Dallagnol Simone Helena dos Santos Oliveira Vilson Lacerda Brasileiro Junior

Doutorado

40H

DE

Doutorado Doutorado

40H 40H

DE DE

Doutoramento

40H

DE

Doutorado Mestrado Doutorado

40H 40H 40H

DE DE DE

Doutorado Doutorado Mestrado

40H 40H 40H

DE DE DE

Doutorado

40H

DE

Doutorado

40H

DE

40H

DE

Verbena Santos Araújo Doutorado Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

O CPT-ETS/UFPB destaca-se pela formação do seu corpo docente e, conforme dados extraídos da Plataforma Nilo Peçanha, é possível evidenciar que possui um elevado Índice de Titulação Acadêmica- ITCD. Este indicador mede a titulação média dos professores efetivos da Rede Federal e possui como meta: 3,6 prevista na Lei 13.005/2.014. De acordo com os dados publicados na plataforma anteriormente citada, no ano de 2021, ano base 2020, a média da rede federal foi 4,2, e a ETS conquistou ITCD de 4,9, sendo destaque, quando comparado com a Rede Federal de Ensino, e, portanto, o maior ITCD das escolas vinculadas.

PERFIL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS No Quadro 13, constam o corpo de servidores técnico-administrativos com respectiva titulação, função e regime de trabalho. Quadro 13 - Perfil dos servidores técnico-administrativos do CPT-ETS/UFPB, 2022, conforme titulação, função e regime de trabalho.

N°

Nome do servidor técnicoadministrativo

1.

Aline Paiva Feitosa

Titulação

Graduação

Função

Técnico de Enfermagem

Regime de trabalho 40H

82

7.

Especialização BibliotecárioDocumentalista Elinalda José Gonçalves Mestrado Assistente Social Germana Oliveira Técnica em Mestrado Almeida de Mendonça Contabilidade Glaucia Michelyne Paes de BibliotecárioMestrado Lima Documentalista Luciana Andreia Silva Bacelar Especialização Secretária Executiva Luciane Alves Coutinho Mestrado Pedagogo

8.

Manuel Rufino da Silva Neto

9.

Maria do Rosário Carvalho

10.

Maria Oselândia Rodrigues Leite Marizilda Barbosa da Silva

2. 3. 4. 5. 6.

11.

Christine Dantas Benício

13.

Patrícia Meira de Andrade Feitosa Robson Lima Palmeira

14.

Rosa Virgínia de Oliveira

15.

Reniê de Souza Garcia

16.

Vicente Paulo Ramalho

17.

Ciro Trocoli Neto

18. 19.

Rosa Sylvana da S. Mousinho Ana Luísa de Araújo Lima

20.

Luiz Felipe de Carvalho França

12.

Técnico em Prótese Dentária Assistente Mestrado Administrativo Especialização Assistente Administrativo Especialização Assistente Administrativo Especialização Técnico de Laboratório Área Técnico em Mestrado Eletroeletrônica Especialização Assistente Administrativo Especialização Técnico em Assuntos Educacionais-Área BibliotecárioMestrado Documentalista Assistente Graduação Administrativo Mestrado Bibliotecário Técnico Doutorado laboratório/área Especialista Técnico em laboratório Graduação

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H 40H

83

Em caso de haver necessidade para programas específicos ou sob demanda, a unidade ofertante realizará processo seletivo (sem vínculo). Para tanto, será aberto edital para processo seletivo público interno e/ou externo visando o preenchimento de vagas com perfil docente e técnico que atendam as demandas do curso, respeitando as normativas vigentes da instituição. Os docentes que atuarem no curso devem possuir Currículo Lattes na base do CNPq, com formação acadêmica em conformidade com a disciplina ministrada ou de áreas afins. Preferencialmente que tenham especialização, mestrado ou doutorado, concluído. Para os Técnicos e/ou profissionais de apoio técnico, no mínimo, que tenham formação acadêmica de nível superior, com diploma emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação. De preferência que sejam os próprios Técnicos Administrativos lotados na Escola Técnica de Saúde da UFPB e/ou Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

MONITORAMENTO DO CURSO POR TECNOLOGIAS DIGITAIS Considerando que o curso apresenta uma porcentagem a distância , faz-se necessário um acompanhamento mais efetivo dos educandos, a fim de evitar a evasão. Dessa forma, será utilizado o sistema de monitoramento para identificar estudantes em risco de evasão como estratégia-chave para promover a permanência escolar, baseado em um modelo proposto por Adriano,em 2024. Para alcançar os objetivos propostos pelo Centro no que tange à educação ofertada na modalidade EAD, foi estabelecido uma estrutura de avaliação organizada e ordenada, com a escolha adequada dos instrumentos educacionais. Essa organização permite que o monitoramento do aprendizado seja efetivo e atinja as metas propostas para tanto o mesmo vai desde da análise do cenário atual do curso a sua parametrização para obtenção da permanência e sucesso por meio do plano de monitoramento dos estudantes. Figura 16 – Planejamento do Monitoramento dos cursos da EPT do CPT-ETS/UFPB.

84

Fonte: Elaborada pelos autores, 2025.

A figura 17 apresenta o plano de monitoramento, ilustrando a estrutura que será utilizada para a avaliação contínua do curso do CPT-ETS/UFPB. Figura 17 - Apresentação do Plano de Monitoramento do Curso Técnico em Radiologia do CPT-ETS/UFPB.

Fonte: Elaborada pelos autores, 2025.

O plano tem como objetivo nortear o desenvolvimento de estratégias que possibilitem a

85 melhor eficiência, efetividade e eficácia do programa. Para isso, contempla o diagnóstico do desenvolvimento e execução do curso acompanhando todos os indicadores de ensino, no intuito de evitar a evasão, de pesquisa , de extensão e inovação, com a implantação e desenvolvimento de tecnologias que facilite o processo de trabalho, do profissional , além de possibilitar a implementação de ações administrativas e pedagógicas para o curso. A análise dos dados possibilita a realização de diagnósticos atualizados sobre diversas situações, além de subsidiar tomadas de decisão relacionadas ao acompanhamento e monitoramento dos dados do projeto, controle da evasão e melhoria do processo de ensino-aprendizagem (SOLAZARCARDONA; TRIVIÑO-ARBELÁEZ, 2020). Ressalta-se que o docente possui autonomia na escolha da metodologia a ser empregada durante o processo de ensino e aprendizagem, seja no formato presencial ou não presencial. Destaca-se que poderão ser executadas as mais diversas atividades não presenciais, a exemplo de: trabalhos individuais e/ou em grupo, discussão de textos através de plataformas digitais, leitura de textos, produção de material (textos, cartilhas, folders, vídeos, entre outros), bem como outras atividades que o docente julgar necessário para a formação profissional do discente. A Coordenação do curso, juntamente com o seu colegiado e Equipe pedagógica do CPT-ETS/UFPB promoverão meios para desenvolver o planejamento, execução e avaliação das atividades pedagógicas acima propostas.Propõe-se, portanto, utilizar os recursos de informações educacionais disponíveis e realizar um monitoramento na perspectiva de avaliar e apoiar o desenho do programa implementado, explorando de maneira adequada os recursos oferecidos pelo AVA (Figura ), buscando novas potencialidades e possibilidades pedagógicas com o intuito de promover a conclusão do cursista com o êxito. Para isso, será realizado um monitoramento sistêmico, conforme Figura 18. Figura 18 - Monitoramento e relatórios do Ambiente Virtual de Aprendizagem. João Pessoa, 2025.

86

Fonte: Elaborada pelos autores (2025).

Os dados dos atores serão avaliados por meio de mecanismos que permitem o acompanhamento da participação dos discentes em atividades e acessos ao ambiente virtual, os quais são exportados em diversos formatos. Para isso, são elaborados relatórios de acompanhamento e monitoramento de acesso dos discentes no AVA, realizando um mapeamento da participação dos estudantes nas atividades disponibilizadas, que são essenciais para sua permanência e sucesso . O monitoramento segue etapas e estratégias que permitirão a análise do desempenho em diferentes fases de desenvolvimento do projeto, além de possibilitar ajustes e intervenções durante sua execução.

ARTICULAÇÃO DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

O Curso Técnico em Radiologia apresenta estreita relação com a realidade, o que significa dizer que as problemáticas nele levantadas deverão, necessariamente, estar em consonância com os problemas encontrados na região. Além disso, com o advento da Criação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, onde o CPT-ETS encontra-se inserido através da Lei no 11.892/2008, é sinequanon a realização de pesquisa e

87 extensão, de caráter educacional e social. Nestas circunstâncias, através do disposto no Regimento da UFPB (art. 9º) o CPT-ETS/UFPB vem desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão, exercendo, através de seus órgãos próprios, funções deliberativas e executivas (Capítulo II RG -UFPB). Nos últimos anos, o CPT-ETS/UFPB vem desenvolvendo várias atividades de pesquisas e extensão, tanto no seu espaço físico, como na comunidade externa, que apresentam forte tendência de consolidação, dado a qualificação do quadro técnico e docente da instituição e as ações de incentivos às práticas de pesquisa e extensão coordenadas por este Centro, a exemplo dos Editais anuais próprios de fomento a pesquisa e extensão, e o fortalecimento dos grupos de pesquisa do Campus, os quais encontram-se devidamente cadastrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O CPT-ETS/UFPB busca através das ações de ensino e pesquisa articular as atividades de extensão em consonância com as disciplinas descritas no Projeto Pedagógico de cada curso, visando aprimorar os ensinamentos do discente perante a sociedade e o mundo do trabalho. Essas ações podem ser computadas como carga horária de atividade complementar na disciplina intitulada Unidades Curriculares de Extensão, levando a socialização e a capilarização da vivência do educando com os demais estudantes e com realidades sociais. Assim, levará em consideração as devidas particularidades de cada ação que serão avaliadas pela Diretoria de Ensino ou às coordenações de Ensino, Extensão ou, quando for o caso, a coordenação de Estágio (quando couber). A indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão se tornam necessárias tendo como fundamento base a necessidade de garantir a permanência com sucesso dos educandos no processo ensino – aprendizagem, bem com permitir que o fazer metodológico se aproprie e edifique a interdisciplinaridade e a integração do conhecimento e do saber tomando como centro do processo a leitura da realidade. Ressalta-se que o discente regularmente matriculado no Curso Técnico em Radiologia poderá cursar de forma opcional o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. O referido componente não será contabilizado na carga horária mínima do curso. Caso o discente venha a cursar o componente curricular de forma opcional, este deverá ser registrado no histórico escolar, indicando a frequência e o aproveitamento do mesmo. O Centro Profissional e Tecnológico poderá ofertar em forma de curso e/ou oficina o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, bem como o discente poderá cursar esse componente em cursos ofertados pela Instituição. A carga horária do componente curricular não deverá ser inferior a 45 horas para fins

88 de aproveitamento. Destaca-se que o Centro Profissional e Tecnológico – ETS/UFPB orienta suas ações de Ensino, Pesquisa e Extensão baseado nos princípios de (Resolução Nº 7/2018):

I - a interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da

troca de conhecimentos, da participação e do contato com as questões complexas contemporâneas presentes no contexto social;

II - a formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência dos

seus conhecimentos, que, de modo interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e integrada à matriz curricular;

III - a produção de mudanças na própria instituição superior e nos demais setores

da sociedade, a partir da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras atividades acadêmicas e sociais;

IV - a articulação entre ensino/extensão/pesquisa, ancorada em processo

pedagógico único, interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico. Na Figura 19, está sumarizada a articulação do Ensino, Pesquisa e Extensão no CPT-ETS/UFPB.

Figura 19 – Articulação do Ensino, Pesquisa e Extensão no CPT-ETS/UFPB

89

.

POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL O CPT-ETS/UFPB através da Política de Assistência Estudantil desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, conforme Resolução CONSEPE nº 38/2018, no Art. 3, inciso “I - viabilizar o acesso, a permanência e a conclusão de curso dos estudantes, na perspectiva da inclusão social e da melhoria do desempenho acadêmico, buscando a prevenção das situações de retenção e evasão”. A Política de Inclusão do CPT-ETS é entendida numa perspectiva da educação como direito e compromisso com a formação integral do sujeito. Configura-se como uma política pública que estabelece um conjunto de ações que buscam reduzir as desigualdades socioeconômicas e promover a justiça social no percurso formativo dos estudantes. Esta destina-se aos estudantes matriculados na Rede EPCT, independente de nível e modalidade de ensino, prioritariamente os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Entendendo vulnerabilidade social como processos de exclusão, discriminação ou enfraquecimento dos grupos sociais e sua capacidade de reação, como situação decorrente da pobreza, privação e/ou fragilização de vínculos afetivo-relacionais e de pertencimento social e territorial. Para além da política, o CPT-ETS/UFPB atua com temas relativos à observância da Lei Nº 10.639/03 que altera a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" e traz o seguinte texto (art. 26-A, 79-A e 79-B: "Art. 26A):

Art. 26-A Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. § 1° O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. § 2° Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras."

Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’." O ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, após a aprovação da Lei Nº 10.639/03, fez-se necessário e é obrigatório para garantir uma ressignificação e valorização cultural das matrizes africanas que formam a diversidade cultural brasileira. Portanto, os professores exercem importante papel no processo da luta contra o preconceito e a

90 discriminação racial no Brasil.

20. METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM A proposta metodológica do Curso Técnico fundamenta-se na aprendizagem ativa, centrada no estudante e orientada por competências. Serão adotadas metodologias que valorizam a autonomia, a interdisciplinaridade e a problematização da realidade do mundo do trabalho, com integração entre teoria e prática. O percurso formativo será organizado em módulos, com trilhas de aprendizagem disponibilizadas no AVA, permitindo ao estudante acompanhar conteúdos, desenvolver atividades, interagir com docentes, tutores e colegas, e realizar avaliações continuadas. Serão utilizados recursos como vídeo aulas, fóruns de discussão, estudos de caso, simulações, podcasts, oficinas e materiais didáticos digitais interativos, assegurando acessibilidade e usabilidade. O planejamento pedagógico prevê momentos síncronos e assíncronos, com a mediação de docentes, tutores e preceptores (em caso de necessidade). A metodologia do trabalho pedagógico contará com os conteúdos disciplinares sendo apresentados com diversidade de abordagens em um Ambiente Virtual de Aprendizagem, variando de acordo com as peculiaridades de cada componente curricular. Portanto, serão utilizadas videoaulas, materiais de leitura interativos, e-books, questionários, fóruns, games, podcasts.

20.1Atividades a Distância As Atividades a Distância serão ofertadas por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem, homologado pela UFPB, com base nos princípios da flexibilidade, inclusão e democratização do acesso à educação profissional. O conteúdo assíncrono será acessível em qualquer horário, permitindo ao estudante desenvolver seu próprio ritmo de estudo. As atividades síncronas ocorrerão conforme calendário previamente divulgado e poderão incluir aulas ao vivo, tutorias, seminários virtuais, avaliações e atendimentos online. As atividades práticas presenciais e os estágios supervisionados serão realizados obrigatoriamente em campo, sob supervisão de profissionais habilitados e em locais previamente credenciados pela coordenação do curso. 20.2 Desenho do Curso O curso terá um desenho modular, permitindo a oferta flexível conforme a demanda regional identificada. A formação envolverá aulas teóricas, laboratórios práticos e práticas profissionais supervisionadas intensivas em ambientes do SUS, garantindo a vivência real dos desafios e a preparação para um atendimento rápido e eficaz.

91 20.3 Etapas e Atividades Este está organizado metodologicamente com suas fases e etapas com ênfase no monitoramento do aluno e na busca por manter-se com respostas rápidas e precisas a partir da necessidade de cada cursistas, nesse sentido as fases que estruturam o saber são:

FASE 1: Diagnóstico Acelerado e Planejamento Estratégico (Meses 1-3) ● Mapeamento rápido da demanda: em parceria com as apoiadoras , identificar e analisar os fluxos de atendimento em unidades de atenção primária,especializada, hospitalar e emergência com formalização de convênios essenciais. ● Mapeamento Rápido da Demanda: Em parceria com Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, identificar as maiores carências de profissionais técnicos no local demandado ● Análise de Fluxos de Atendimento: Estudar os fluxos de atendimento em unidades para identificar gargalos onde a atuação dos técnicos pode ser mais impactante. ● Articulação Interinstitucional: Formalização de convênios Centro de ensino, Universidades e unidades de saúde do SUS para a oferta e pratica dos cursos e a garantia dos campos de prática profissional. FASE 2: Seleção e Início Acelerado da Formação (Meses 4-12): Realizar processo seletivo simplificado para agilizar a entrada de alunos com o perfil adequado. Previamente capacitar os professores para uma formação intensiva focado nas temáticas prioritárias dos cursos com simulações e estudos de caso do SUS. As aulas serão iniciadas de forma escalonada, aproveitando a capacidade instalada das instituições parceiras.

● Processo Seletivo Simplificado: Lançamento de editais para seleção de alunos, com critérios que privilegiam agilidade e perfil adequado para o trabalho no SUS. ● Capacitação Docente Focada: Treinamento intensivo de professores para a metodologia do programa, com ênfase em simulações e estudos de caso reais do SUS. ● Início Imediato das Aulas: As turmas serão iniciadas de forma escalonada, conforme a capacidade instalada das instituições parceiras. FASE 3: Imersão Prática em Cenários Reais (Meses 13-24) Os alunos serão alocados em unidades de atenção primária, hospitais, laboratórios, serviços de urgência e emergência e UBSs para práticas profissionais supervisionadas intensivas. Haverá simulações e um acompanhamento constante por preceptores experientes do SUS, com foco no aprimoramento contínuo.

92

● Práticas Profissionais Supervisionadas Intensivas: Alocação dos alunos em

unidades de urgência e emergência (UPAs, prontos-socorros), hospitais, laboratórios e UBSs, com foco na prática supervisionada de procedimentos rápidos e atendimento ao paciente em situações críticas. ● Simulações de Emergência: Realização de exercícios práticos e simulados para preparar os alunos para a atuação em cenários de crise. ● Tutoria e Mentoria: Acompanhamento constante por preceptores experientes do SUS, com sessões de feedback e aprimoramento contínuo. FASE 4: Inserção Profissional e Monitoramento de Impacto (Meses 25-36) O CPT-ETS por meio do monitoramento contínuo além de coletar depoimentos para avaliar a melhoria da assistência e disseminar os resultados em nível nacional.

● Apoio à Alocação: O CPT-ETS atuará na articulação com gestores de saúde (estaduais e municipais) para facilitar a inserção dos técnicos nas equipes do SUS, prioritariamente nas regiões de maior demanda para prática profissional. ● Monitoramento de Indicadores: Acompanhamento da permanência e êxito dos discentes . ● Avaliação Qualitativa: Coleta de depoimentos de pacientes e profissionais sobre a melhoria da assistência. ● Disseminação de Resultados: Publicação de relatórios e cases de sucesso, compartilhando as boas práticas do programa em nível nacional.

21. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem dos estudantes visa à sua progressão contínua para o alcance do perfil profissional de habilitação em Técnico em Radiologia, sendo os tipos de avaliações diagnóstica, formativa e somativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, na perspectiva do desenvolvimento das competências e habilidades profissionais necessárias para continuar aprendendo ao longo da vida (BRASIL, 2021). O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme a Lei nº 9.394/96. A avaliação deve ser compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e apresentando soluções/caminhos para o efetivo processo de ensino e aprendizagem. Caberá ao professor, portanto, observar as competências e habilidades a serem

93 desenvolvidas, participar do planejamento das atividades, como aulas e projetos desafiadores, e utilizar instrumentos avaliativos variados, de caráter individual ou coletivo. Nos cursos regulares do CPT- ETS/UFPB, a avaliação da aprendizagem é realizada de acordo com os parâmetros de carga horária e especificidades individuais do componente curricular, sendo prevista, prova final, quando necessário. A aprovação em um componente curricular está condicionada à obtenção do desempenho acadêmico mínimo exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente. Para a realização da avaliação da aprendizagem, o docente deve considerar parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas, como: domínio cognitivo, cumprimento e qualidade dos trabalhos acadêmicos, capacidade de trabalhar em grupo com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal, além de autonomia. A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, considerando as atividades de: elaboração e execução de projeto; experimento; pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo; prova escrita e/ou oral; prova prática; produção técnico-científica, artística ou cultural; seminário; atividades com metodologias ativas individuais e/ou em grupo, de acordo com o Regulamento Didático Pedagógico do CPT-ETS/UFPB. Estes instrumentos de avaliação incluem trabalhos de natureza teórico-práticas, provas/atividades objetivas, provas/atividades operatórias, roteiro básico e autoavaliação, sendo enfatizados o uso dos projetos e a resolução de situações-problema específicas do processo de formação do técnico de radiologia. Os instrumentos de avaliação qualitativos ou objetivos serão confeccionados nos parâmetros das habilidades que serão avaliadas, adequação ao conteúdo proposto, linguagem clara e precisa, bem como permitirá o reforço, aprofundamento, reorganização e sistematização da aprendizagem adquirida, contribuindo para facilitar o aprendizado (LUCKESI, 2005). Ressalta-se que no decorrer no processo de ensino e aprendizagem o aluno será acolhido, estabelecendo um vínculo com o docente e o componente curricular que está cursando, permanecendo aberto para recebê-lo, diagnosticar possíveis fragilidades e dialogar estratégias de enfrentamento dos problemas identificados, pois jamais a finalidade da avaliação será de exclusão, mas de aprendizagem do educando, tornando o processo de educação transformador e emancipatório (LUCKESI, 2005). O discente será aprovado por média no componente curricular se obtiver nota maior ou igual a sete (≥ 7,0). Caso contrário, o discente que tiver obtido o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá direito à avaliação final. O discente que não atingir

94 o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá a média obtida como nota final do período. E ressalta-se que não há reposição de exame final, sendo atribuída a nota 0,0 (zero) ao discente que não realizar o exame final. O discente será aprovado quando obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), em cada componente curricular, atribuindo-se peso 6 (seis) à média das atividades didáticas e peso 4 (quatro) à nota do exame final. Contudo, no decorrer do processo educativo, cabe a todos os docentes promover estratégias para a recuperação da aprendizagem do aluno de modo contínuo e paralelo, previstas em seu plano de ensino e de aula, podendo ser feita, através de atividades individuais e/ou grupo, como pesquisa bibliográfica, experimento, demonstração prática, seminários, relatório, portfólio, provas escritas e/ou orais, pesquisa de campo, produção de textos, produção científica, artística ou cultural, oficinas, entre outros

21.1 Avaliações de desempenho no estágio supervisionado Para a avaliação do Estágio Supervisionado, será utilizado um roteiro de avaliação de desempenho, que permitirá observar e registrar o desempenho/demonstração de habilidades do educando durante a prestação do cuidado, em situações reais de atendimento. Os registros de desempenhos são indispensáveis para a avaliação de atividades técnicas/científicas do aluno, no que se refere ao ensino teórico-prático e sua prática. Fornece elementos importantes para considerar o aluno apto ou não para exercer aquela atitude pretendida nos objetivos do curso.

21.2

Autoavaliação do aluno A autoavaliação constitui-se em prática importante para o aprendizado e a reflexão do

discente, sobre si próprio, e o meio em que desenvolve suas atividades, devendo ser registrada em instrumento apropriado. Retrata o reconhecimento de seu próprio desempenho,explicitando seus progressos e dificuldades. Representa uma contribuição para o curso e para o professor que, dispondo da percepção do aluno sobre si mesmo, poderão ajudá-lo nas dificuldades e oferecer experiências de aprendizagem futuras, adequando-as às suas reais necessidades. Este instrumento de autoavaliação é apresentado aos alunos antes do início da Prática em Serviço. É individual e anexado à avaliação de desempenho, de modo que o aluno tenha acesso aos critérios sob os quais será avaliado.

95

21.3 Avaliação da execução do projeto pedagógico do curso Ao final de cada módulo, terminado efetivamente, haverá uma avaliação dos resultados alcançados, por meio de aplicação de instrumentos aos membros envolvidos na execução do processo formativo, visando o aprimoramento do PPC. Poderá ser realizada pesquisa quanti e/ou qualitativa, de preenchimento facultativo, disponibilizada em formulário eletrônico próprio, cuja temática será indicada pela equipe do curso.

22. DO REGIME DE EXERCÍCIO DOMICILIAR O aluno que, por motivo de saúde, necessitar de afastamento por período igual ou superior a 15 dias, poderá solicitar o regime domiciliar para cursar os componentes curriculares teóricos. O regime domiciliar está garantido na Lei 1044 de 21 de outubro de 1969 e na Lei 6202 de 17 de abril de 1975 que determina:

A Lei 6202/1975 garante:

Art. 1º São considerados merecedores de tratamento excepcional os alunos de qualquer nível de ensino, portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizados por:

a) incapacidade física relativa, incompatível com a frequência aos trabalhos escolares; desde que se verifique a conservação das condições intelectuais e emocionais necessárias para o prosseguimento da atividade escolar em novos moldes;

b) ocorrência isolada ou esporádica;

c) duração que não ultrapasse o máximo ainda admissível, em cada caso, para a continuidade do processo pedagógico de aprendizado, atendendo a que tais características se verificam, entre outros, em casos de síndromes hemorrágicos (tais como a hemofilia), asma, cartide, pericardites, afecções osteoarticulares submetidas a correções ortopédicas, nefropatias agudas ou subagudas, afecções reumáticas, etc.

Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares

96

instituído pelo Decreto-lei número 1.044, 21 de outubro de 1969.

Parágrafo único. O início e o fim do período em que é permitido o afastamento serão determinados por atestado médico a ser apresentado à direção da escola.

Art. 2º Em casos excepcionais devidamente comprovados mediante atestado médico, poderá ser aumentado o período de repouso, antes e depois do parto. O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça:

Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico.

§5º. O cumprimento do regime de exercícios domiciliares deverá ser contabilizado em dias corridos, inclusive nos casos que possam ultrapassar mais de um período letivo.

Art. 99. O regime de exercícios domiciliares não poderá ser aplicado para os componentes curriculares de estágio supervisionado ou de disciplinas predominantemente práticas. Reitera-se que este regime se aplica a casos relacionados aos componentes curriculares teóricos, não podendo ser implementado em situações de práticas e/ou estágio. O aluno deverá apresentar atestado médico, formulário preenchido e lista de componentes curriculares que deseja cursar no regime domiciliar.

23. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Para prosseguimento de estudos, o CPT-ETS/UFPB promoverá o aproveitamento de estudos, de conhecimentos e de experiências anteriores, inclusive no trabalho, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação profissional ou habilitação profissional técnica e que tenha sido desenvolvido, seguindo a orientação da Diretriz Curricular Nacional, o que segue:

I. - Em qualificação profissional técnica e unidade curricular, etapas ou módulos de cursos técnicos ou de Educação Profissional e Tecnológica de Graduação regularmente concluídos em outros cursos;

II. - Em cursos destinados à qualificação profissional, incluída a formação inicial,

97 mediante avaliação, reconhecimento e certificação do estudante, para fins de prosseguimento ou conclusão de estudos;

III. - Em outros cursos e programas de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros meios formais, não formais ou informais, ou até mesmo em outros cursos superiores de graduação, sempre mediante avaliação do estudante; e

IV. - Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado pelo próprio colegiado do Curso e devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino. A Certificação de experiências anteriores e aproveitamento de estudos se dará segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020

“Art. 40. Os componentes curriculares realizados em instituições de ensino superior, nacionais ou estrangeiras, em cursos de graduação, podem ser aproveitados mediante solicitação do discente à coordenação do curso.” No âmbito deste projeto pedagógico do Curso Técnico em Radiologia , compreende- se o aproveitamento de estudos como a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro curso de educação profissional técnica de nível médio, graduação e pós- graduação; e a certificação de conhecimentos como a possibilidade de comprovar saberes adquiridos através de experiências previamente vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar, com a finalidade de alcançar a dispensa de disciplinas e/ou aproveitamento de componentes curriculares integrantes da matriz curricular do respectivo curso, por meio de uma avaliação teórica ou teórico-prática, apresentação de certificado/comprovante/declaração, conforme as características de cada componente curricular. Os aspectos operacionais do aproveitamento de estudos e da certificação de conhecimentos, adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso, são tratados pela Organização Didática do CPT- ETS/UFPB. Destaca-se que a dispensa se refere aos componentes curriculares que foram cursados na UFPB e o aproveitamento de estudos é aplicado para componentes curriculares cursados em Instituições de Ensino Superior, nacionais (distintas da UFPB) ou estrangeiras. Ressalta-se que o discente deverá solicitar aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores com o objetivo de dispensa/aproveitamento do componente curricular e que este será

98 submetido à avaliação do certificado/comprovante para posterior aprovação e validação. Além disso, o aluno deverá apresentar histórico escolar e plano de curso/ementa para aproveitamento de saberes relacionados às disciplinas cursadas anteriormente. Ressalta-se que os componentes curriculares só poderão ser aproveitados até 08 (oito) anos depois de cursados, observando os seguintes critérios para admissibilidade do pleito:

I.

Cumprimento dos pré-requisitos para o componente curricular a ser aproveitado.

II.

Compatibilidade de pelo menos 80% de carga horária e de conteúdo do componente curricular a ser aproveitado. Por fim, a carga horária máxima a ser aproveitada não poderá ultrapassar 50% da carga horária

total do curso. No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componente curricular, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos componentes curriculares, incluindo, quando aplicável, uma avaliação prática relacionada ao componente curricular em questão. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares.

24.

DIPLOMAÇÃO/ CERTIFICAÇÃO O Diploma será emitido de acordo com as orientações legais vigentes. Sendo concedido ao discente

que cursar, com aproveitamento e frequência mínima, conforme a Lei das Diretrizes e Bases e as Normas Acadêmicas do CPT-ETS/UFPB, e tiver concluído em sua totalidade todos os componentes curriculares do Curso Técnico em Radiologia. O diploma de conclusão do Curso Técnico será concedido ao discente que integralizar todos os componentes curriculares estabelecidos neste Projeto Pedagógico do Curso, sendo expedido por este Centro Profissional e Tecnológico-Escola Técnica de Saúde da UFPB, obedecendo as normativas legais de emissão de diploma conforme orientação das diretrizes da educação profissional e tecnológica. O diploma deverá ser acompanhado do respectivo histórico escolar com sua autenticidade confirmada e validada. Para tanto, o prazo de inserção do número do cadastro do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) nos diplomas dos concluintes do

99 curso será de até 90 dias. O discente que, por qualquer motivo, não cumprir, em sua totalidade, com as exigências do curso, não poderá ser diplomado. Os casos não previstos e omissos neste PPC, que não atendam as normativas legais do CPT-ETS/UFPB, deverão ser analisados pelo Colegiado do CPT-ETS/UFPB ou órgãos superiores desta instituição, quando couber. Conforme estabelecido no artigo Art. 49. § 2°, da Resolução CNE/CP n° 1, de 5 de janeiro de 2021, o curso apresenta um itinerário formativo que contempla a certificação intermediária de cada etapa formativa. Desse modo, o aluno que concluir com aproveitamento a Unidade Curricular I poderá solicitar o certificado de qualificação profissional de Recepcionista em Serviços de Saúde; o aluno que integralizar a Unidade Curricular II receberá o certificado de qualificação profissional de Auxiliar em Laboratório de Saúde, garantindo a possibilidade verticalização do ensino e a validação de competências e habilidades necessárias a cada certificação.

25. DA CERTIFICAÇÃO POR COMPETÊNCIA A política pública materializada na Rede Certifica tem como potencial público beneficiário os(as) trabalhadores(as) que queiram ter o reconhecimento formal dos conhecimentos e competências profissionais adquiridos em suas trajetórias de vida e trabalho. O regulamento estabelece como idade mínima 18 (dezoito) anos e não estabelece idade máxima. Também dispõe que essas pessoas podem estar ou não no mercado de trabalho e que a escolaridade mínima requerida será definida no respectivo processo de certificação profissional. A rigor, esse último dispositivo permite o alcance, inclusive, de pessoas sem escolarização, desde que o projeto pedagógico de certificação profissional (PPCP), elaborado pela unidade certificadora, assim defina. A certificação, nessa proposição, é definida como o reconhecimento formal dos saberes adquiridos na vida, no trabalho, na escola, ou em programas de qualificação social profissional. Há nessa proposta a preocupação de conectar a certificação profissional aos sistemas escolares como “parte constituinte dos processos de educação, orientação e qualificação profissional, não devendo a eles se opor, sobrepor ou substituir” (BRASIL, 2005).

REFERÊNCIAS ADRIANO, Maria Soraya Pereira Franco; ARAÚJO, Anne Karoline Candido; DIAS, Daniele dos Santos Ferreira (org.). Educação Profissional Pós-Técnica: Experiência exitosa na formação de enfermagem do Brasil. João Pessoa - PB: Editora do CCTA, 2024. E-book (29p.); ADRIANO, Maria Soraya Pereira Franco;el al . PERCEPÇÃO de estudantes sobre a educação à

100 distância no curso Pós-técnico Especialização em Enfermagem Cirúrgica. Revista Caderno Pedagógico, Studies Publicações Ltda., v. 22, n. 6, 2025. DOI: 10.54033/cadpedv22n6-098. Disponível em: https://doi.org/10.54033/cadpedv22n6-098. ADRIANO, Maria Soraya Pereira Franco et al. A prática profissional em serviço na educação à distância: desafios e estratégias na formação pós-técnica em enfermagem. Contribuciones a las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 18, n. 4, p. 01-12, 2025. DOI: 10.55905/recvcon.v18n.4127. Disponível em: https://doi.org/10.55905/recvcon.v18n.4-127. BRASIL. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Disponível em: https://www.planalto.gov.br. Acesso em: 7 jan. 2025

BRASIL. Decreto MEC nº 9.057 de 25 de maio de 2017. Dispõe sobre a oferta de cursos na modalidade a distância. Diário Oficial da União nº 100, de 26 de maio de 2017 – Seção 1 – págs. 03 e 04. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. CNE. Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Disponível em: https://www.in.gov.br/em/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5-de-janeiro-de2021- 297767578 . Acesso em 17 Set 2022.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: Constituicao-Compilado (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 2 de 15 de dezembro de 2020. Aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT),2020. Disponível em: RESOLUÇÃO Nº 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2020 - RESOLUÇÃO Nº 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2020 DOU - Imprensa Nacional (in.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria MEC 413 de 11 de maio de 2016. Aprova, em extrato, o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNST),2016. Disponível em: Página 48 do Diário Oficial da União - Seção 1, número 90, de 12/05/2016 - Imprensa Nacional . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº8.080 de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências,1990. Disponível em: L8080 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba, UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução nº 59/2013. Aprova a reestruturação do atual Regimento Interno da Escola Técnica de SaúdeETS/CCS/UFPB,2013. Disponível em: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (ufpb.br) . Acesso em 17 Set 2022.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Publicado no Diário Oficial da União em 19 de dezembro de 2018, Seção1, pp. 49 e 50. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação

101

Básica. Resolução do Conselho Nacional de Educação – CNE/CEB nº 06 de 20 de setembro de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Profissional Técnica de Nível Médio, 2012. Disponível em: rceb006_12 (www.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008. Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica, 2008. Disponível em: L11741 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases. LDB. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, 1996. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba. UFPB. Regimento Geral da UFPB,2016. Disponível em: Microsoft Word - Documento1 (ufpb.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº 5.962 de 11 de agosto de 1971. Fixa Diretrizes e Bases para o ensino de 1º e 2º graus, e dá outras providências,1971. Disponível em: L5692 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Resolução nº 01/2021 de 25 de maio de 2021. Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos ao seu alinhamento à Política Nacional de Alfabetização (PNA) e à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e Educação de Jovens e Adultos a Distância,2021. Disponível em: DiretrizesEJA.pdf (www.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº 12.990 de 09 de junho de 2014. Reserva aos negros 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União, 2014. Disponível em: L12990 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Decreto 3298 de 20 de dezembro 1999. Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências, 1999. Disponível em: D3298 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei 13146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), 2015. Disponível em: L13146 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei 8112 de 11 de dezembro de 1990. Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, 1990. Disponível em: L8112consol (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei 12711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências, 2012. Disponível em: L12711 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022.

102 BRASIL. Lei 13005 de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências, 2014. Disponível em: L13005 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº 11892 de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências, 2008. Disponível em: L11892 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências, 2003. Disponível em: L10639 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba, UFPB. Conselho Superior de Ensino Pesquisa e Extensão. Resolução 29/2020 CONSEPE UFPB. Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015, 2020. Disponível em: RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 29/2020 — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UFPB COORDENAÇÃO DO CURSO DE BIOMEDICINA. Acesso em 17 Set 2022.

BRASIL. Lei 3835 de 13 de dezembro de 1960. Federaliza a Universidade da Paraíba e dá outras previdências, 1960. Disponível em: L3835 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Decreto Lei Nº 1.044, DE 21 DE OUTUBRO DE 1969. Disponível em: Temp96 (unesp.br) . Acesso em 26 de set 2022. BRASIL. Lei 6202 de 17 de abril de 1975. Disponível em: L6202 (planalto.gov.br) . Acesso em 27 de set de 2022. BRASIL, Lei 13.005/2014. Plano Nacional de Educação. http://pne.mec.gov.br/18-planossubnacionais-de-educacao/543-plano-nacional-de-educacao-lei-n-13-005-2014

BRASIL, Política Nacional de Formação de Profissionais da Educação Profissional e Tecnológica; 2024. PARAÍBA. Lei Nº 875, de 21 de janeiro de 1953. Cria a Escola de Auxiliares de Enfermagem da Paraíba. Diário Oficial do Estado, João Pessoa, 26 jan. 1953. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba. Conselho Universitário/CONSUNI. Resolução 14/2022. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba. Conselho Universitário – CONSUNI. Resolução nº04/1999. Disponível em: RES._N04-1999.pdf (ufpb.br) BRASIL. Universidade Federal da Paraíba. Conselho Universitário – CONSUNI. Resolução nº13/2000. Disponível em: RES._N13-2000.pdf (ufpb.br) FERES, Marcelo Machado. Documento Orientador para a Superação da Evasão e Retenção na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Brasília: ME/SETEC, 2014.

103 Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra.

LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. 2ªed, Edt Malabres, 2005. INEP/MEC, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Ministério da Educação (org.). Instrumento de Avaliação de cursos de graduação Presencial e a distância: Reconhecimento Renovação de Reconhecimento. Brasília : INEP/MEC, 2017. E-book (54p.) Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/cpa/files/2023/12/curso_reconhecimento.pdf . Acesso em: 21 out. 2024. MOODLE. Sobre o Moodle. Disponível em: https://docs.moodle.org/all/pt_br/Sobre_o_Moodle. Acesso em: 18 abr. 2025. MOODLE. Recursos do Moodle LMS. br/solutions/lms/recursos-2/. Acesso em: 18 abr. 2025

Disponível

em:

https://moodle.com/pt-

MOODLE. Moodle Documentation. 2023. Disponível em: https://docs.moodle.org. Acesso em: 19 abr.

2025. Acesso em: 20 abr. 2025. SOUZA, Elisa Maria Pinheiro de; PENA, Waldinett Nascimento Torres. Tecnologia e Educação: avanços e desafios. Curitiba: Bagai, 2021. 189 p. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/17fNRdrxlo82mwcOF451fwk-m3ZS_-kI3/view. Acesso em: 24 fev. 2025.

SOLAZAR-CARDONA, Johnny and TRIVINO-ARBELAEZ, Jorge. Aplicación de learning analytks y educational data mining en una institución de educación superior en Colombia. Rev. ing. univ. Medellín [online]. 2020, vol.19, n.36, pp.71-89. Epub Aug 31, 2021. ISSN 16923324. https://doi.org/10.22395/rium.v19n36a4.

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ANEXOS

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ANEXO II - EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA DO CPTETS/UFPB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Ambientação na EaD

Total de horas: 30 horas

Aulas presenciais: 20 horas

Atividades não presenciais: 10 horas

Ementa do Programa Contextualização da educação à distância. Introdução aos processos de ensino-aprendizagem na Educação a Distância. A história da EAD; Legislação para EaD. Análise e discussão do processo de construção do conhecimento em EaD: planejamento, monitoramento e avaliação, formação de redes e os processos interativos nas práticas pedagógicas. Ambientes virtuais de aprendizagem; SIGAA; Avaliação em ambientes virtuais de aprendizagem. Ambientação na plataforma virtual de aprendizagem. Objetivos Objetivo Geral: ● Contextualizar o estudante no processo ensino-aprendizagem mediante a utilização de tecnologias digitais. Apresentar os principais recursos síncronos e assíncronos de ensino. Objetivos Específicos: ● Desenvolver experiências de uso de recursos digitais de ensino-aprendizagem. Conhecer os principais recursos síncronos e assíncronos de ensino. ● Compreender as especificidades do ensino virtual; ● Participar de uma disciplina virtual (comunidade virtual de aprendizagem), ● Conhecer as regras de boa convivência no ambiente virtual e as ferramentas disponíveis ● Participar de atividades experimentando os recursos e ferramentas que possibilitem a participação efetiva em disciplinas posteriores; ● Aprender técnicas de estudo; ● Conhecer o ambiente Moodle e suas ferramentas. Bibliografia Básica BARROS, Maria das Graças; PIMENTA, Sônia de Almeida. Concepções e práticas pedagógicas em educação a distância: o caso do curso de Administração a Distância - UAB/UEPB - 20062010. João Pessoa: s.n., 2011. 110f. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CE. LEMOS II, D. L. Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem. Florianópolis: IFSC, 2016. LITTO, M.F.; FORMIGA, M. Educação a Distância: estado da arte. v.1. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. MESQUITA, Deleni, PIVA JR., Dilermando, GARA, Elizabete Macedo. Ambiente Virtual de Aprendizagem - Conceitos, Normas, Procedimentos e Práticas Pedagógicas no Ensino à Distância. São Paulo: Érica, 2014. 168 p. MOORE, M.; KEARSLEY, G. Educação a Distância: uma visão integrada. São Paulo: Cengage Learning, 2011. MOODLE.ORG. Disponível em: . Acesso em: 26 jun 2025. Bibliografia Complementar E SILVA, C. R. de O. Educação a Distância. 3a ed. Fortaleza: UAB/IFCE, 2009 LIMA, A. Fundamentos e Práticas na EAD. 1a ed. Natal: UFRN – ETEC – Brasil, 2009 BEHAR. Patricia Alejandra. Modelos Pedagógicos em Educação a Distância. Porto Alegre: Artmed, 2009. 311 p. BEHAR, Patrícia Alejandra. Competências em Educação a Distância. Porto Alegre:

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Penso, 2013. 312 p. BRASIL. Ministério da Educação / Secretaria de Ensino a Distância (MEC/SEED). Referenciais de qualidade para a educação superior a distância. 2007. Disponível em: Acesso em: 26 jun 2025. CORREIA, Rosângela Aparecida Ribeiro. Introdução à Educação a Distância. São Paulo: Cengage Learning Editores, 2016. 72 p. MACHADO, Dinamara Pereira, MORAES, Marcio Gilberto Souza. Educação a Distância Fundamentos, Tecnologias, Estrutura e Processo de Ensino e Aprendizagem. São Paulo: Érica, 2015 112 p. MAIA, C. S. R.; MATTAR, J. ABC da EAD. v. 1. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. MATTAR, João. Guia de Educação a Distância. São Paulo: Cengage, 2011. 105 p. MOORE, Michael G.; KEARSLEY, Greg. Educação a Distância: Uma Visão integrada. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 398 p. MOORE, Michael G.; KEARSLEY, Greg. Educação a Distância: Sistemas de Aprendizagem Online. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 433 p.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Letramento digital

Total de horas: 30 horas

Aulas presenciais: 20 horas

Atividades não presenciais: 10 horas

Ementa do Programa Conceituar o letramento digital, buscando verificar implicações para as práticas didáticas e pedagógicas. Entender as práticas pedagógicas considerando possibilidades de aprendizagens e de ensino em espaços da WEB. Apresentar os ambientes virtuais de aprendizagem. Interação em espaços virtuais. Hipertexto, leitura e escrita. Linguagens e mídias. Gêneros digitais. Modalidades online e híbrida. Dinâmicas de interação online. Práticas e processos de ensino e aprendizagem em ambientes digitais. Metodologias de ensino e avaliação em contextos digitais. Objetivos Objetivo Geral: ● Explorar o potencial educacional das tecnologias digitais para o ensino/aprendizagem. Objetivos Específicos: ● Desenvolver competências e habilidades para emprego do digital na educação profissional; ● Desenvolvimento de atividades didáticas envolvendo estratégias e habilidades de leitura de múltiplas fontes em ambiente digital online; ● Atualizar os conceitos de leitura e de produção de textos, considerando a recepção e a produção de textos em ambientes digitais. Bibliografia Básica BACICH, Lilian; NETO, Adolfo Tanzi; DE MELLO TREVISANI, Fernando. Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Penso Editora, 2015. MAYADAS, A. Frank; BOURNE, John; BACSICH, Paul. Online education today. Science, v. 323, n. 5910, p. 85-89, 2009. MOORE, Joi L.; DICKSON-DEANE, Camille; GALYEN, Krista. e-Learning, online learning, and

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distance learning environments: Are they the same? The Internet and higher education, v. 14, n. 2, p. 129-135, 2011 MORAN, José. O que é educação a distância. Universidade de São Paulo. São Paulo, 2002. SILVA, Marco Antônio. Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. Edicoes Loyola, 2003. TORI, Romero. Educação sem distância: mídias e tecnologias na educação a distância no ensino híbrido e na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Artesanato Educacional, 2022. Bibliografia Complementar COSCARELLI, C. V. Navegar e ler: a rota para aprender. In. Coscarelli, C. V. Tecnologias para aprender. São Paulo: Parábola, 2016. p.61-80. DIAS, M. C; NOVAIS, A. E. N. Por uma matriz de letramento digital. III Encontro Nacional Sobre Hipertexto. Belo Horizonte, CEFETMG, 2009. Disponível em: http://nehte.com.br/hipertexto2009/anais/p-w/por-uma-matriz.pdf (Acessado em 02/05/2019) GOMES, L. F. Hipertexto no cotidiano escolar. São Paulo: Cortez, 2011. RIBEIRO, A. E; COSCARELLI, C. V. O que dizem as matrizes de habilidades sobre a leitura em ambientes digitais. Educ. rev., Dez 2010, vol.26, no.3, p.317-334. ISSN 0102-4698. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010246982010000300016&lng=en&nrm=iso (Acessado em 02/05/2019) SOARES, M. Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura. Educ. Soc. vol.23 no.81 Campinas Dec. 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v23n81/13935.pdf . (Acessado em 02/05/2019).

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Biossegurança nos serviços de saúde

Total de horas: 45 horas

Aulas presenciais: 30 horas

Atividades não presenciais 15 horas

Ementa do Programa Estudo das normas de biossegurança envolvendo profissionais da saúde, técnicas de prevenção de transmissão de doenças, higiene e segurança do trabalho em saúde. O componente curricular biossegurança torna-se essencial na vivência/prática do profissional em radiologia, uma vez que assiste o cliente, realiza técnicas e se expõe constantemente a riscos, sendo assim, conhecer, aprender, compreender e executar técnicas baseadas em evidências que minimizem ou cessem a exposição aos fatores de risco de infecção é fundamental para a realização de uma prática segura nos serviços de saúde. Objetivos Objetivo Geral: Desenvolver consciência e ações de prevenção de infecção nos serviços de saúde a partir das principais medidas de biossegurança. Objetivos Específicos: ● Compreender a biossegurança em saúde como meio essencial de prevenção de patologias; ● Identificar situações que contribuem para o risco de infecção hospitalar e não realizá-las;;

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● Compreender as normas de biossegurança nos serviços de saúde Bibliografia Básica BRASIL. Ministério da Saúde. Biossegurança em saúde: prioridades e estratégias de ação /Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010. Disponível em: Biossegurança em Saúde: Prioridades e Estratégicas de Ação (saude.gov.br). BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa Nº 08/2021 - Notificação dos Indicadores Nacionais das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana (RM) – ano: 2022. Brasília: 29 de dezembro de 2021. Disponível em: NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa. N° 08/2021 - Notificação dos Indicadores Nacionais das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana (RM) – ano: 2022 — Português (Brasil) (www.gov.br) GRAZIANO, K. U.; PSALTIKIDIS, E. M. (org.). Enfermagem em centro de material e esterilização. Barueri: Ed. Manole, 2011. Bibliografia Complementar BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES Nº 07/2021: Critérios diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS): notificação nacional obrigatória para o ano de 2022. Brasília: 29 de dezembro de 2021. Disponível em: NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES Nº 07/2021: Critérios diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS): notificação nacional obrigatória para o ano de 2022 — Português (Brasil) (www.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. Nota Técnica GVIMS/GGTES/Anvisa nº06/2021 - Implementação do Programa de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos – PGA. Brasília: 10 de dezembro de 2021. Disponível em: Nota Técnica GVIMS/GGTES/Anvisa nº06/2021 - Implementação do Programa de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos - PGA — Português (Brasil) (www.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa.RDC Nº 222, DE 28 DE MARÇO DE 2018. Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. Brasília: DF. Disponível em: Ministério da Saúde (saude.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. Norma Regulamentadora 32. Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Disponível em: Microsoft Word NR-32 (atualizada 2022).docx (www.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 04 / 2022 Práticas seguras para a prevenção de incidentes envolvendo cateter intravenoso periférico em serviços de saúde. Brasília: DF, 26 de julho de 2022. Disponível em: Orientações sobre medidas de prevenção e controle de influenza nos serviços de saúde - Maio de 2016 (ameci.org.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Brasília – DF. 2017. Disponível em: PrecaueseIsolamentov3final.docx.pdf (www.gov.br) VOLPATO, A.C.B.; PASSOS, V.C.S. Técnicas Básicas de Enfermagem. 5 ed, São Paulo: Martinari, 2018.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Psicologia aplicada a saúde

Total de horas: 30 horas

Aulas presenciais: 20 horas

Atividades não presenciais 10 horas

Ementa do Programa Psicologia como área de conhecimento. Aspectos teóricos mais relevantes na construção do conhecimento em Psicologia. Aspectos psíquicos do comportamento humano. Aborda a origem e necessidades básicas do homem, o indivíduo e o autoconhecimento, bem como o relacionamento com o cliente e a equipe de saúde. Objetivos Objetivo Geral: Construir conhecimentos sobre o ser humano, a partir de conceitos da psicologia, que possibilitem o autoconhecimento e a compreensão das relações profissional-cliente e do cuidar no contexto da saúde. Objetivos Específicos: ● Conhecer as principais teorias/escolas em psicologia e os processos básicos do comportamento; ● Compreender os principais conceitos acerca do estudo da personalidade e sua importância na atuação do profissional da saúde; ● Refletir sobre a importância dos conhecimentos da psicologia no atendimento em saúde, no processo de comunicação e nas relações de trabalho Bibliografia Básica ALVES, D. F. Psicologia Aplicada à Saúde. 1ª ed. Brasília: NT editora, 2014. BOCK, Ana Maria Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: Uma introdução ao estudo da psicologia. 13 ed. São Paulo – SP: Saraiva, 1999. STRAUB, Richard O. Psicologia da Saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2014. Bibliografia Complementar DANIEL, L. F. Atitudes interpessoais em enfermagem. São Paulo: EPU, 1983. DEL PRETTE, A.; DEL PRETTE, Z. A. P. (2008). Psicologia das relações interpessoais: Vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes, 2014. FARAH, O. G; DIAS; SÁ, A. C.(orgs). Psicologia Aplicada à enfermagem. São Paulo: Manole, 2008. SANTOS, C. C. V.; SHIRATORI, K. A influência da comunicação não verbal no cuidado de enfermagem. Rev Bras Enferm, 58(4):434-7, 2005.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Ética e legislação profissional

Total de horas: 30 horas

Aulas presenciais: 20 horas

Atividades não presenciais 10 horas

Ementa do Programa Estuda a Ética Normativa que regulamenta o exercício profissional e dá outras providências. Código de Ética dos Profissionais de Radiologia, que institui os direitos, deveres e proibições. Legislação profisisonal e complelentar dos Profissionais de Radiologia. Atuação profissional pautada na Ética profissional e na Legislação Nacional. Objetivos Objetivo Geral: Promover a reflexão e a crítica sobre a natureza e os fundamentos da ética profissional; Objetivos Específicos: ● Conscientizar o aluno acerca de sua responsabilidade enquanto profissional em Radiologia. bem como o dever de observância dos preceitos ético-profissionais ● Enfocar as relações interprofissionais, as normas e a legislação que norteia e ampara o profissional em Radiologia, bem como o seu comportamento e posicionamento ético no contexto social em que está inserido. Bibliografia Básica BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988, 292 p. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm BONAMIGO, E. L. Manual de bioética: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: All Print, 2012. FRITZEN, S. J. Relações humanas interpessoais: nas conveniências grupais e comunitárias. 19 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. PETROIANU, A. Ética, moral e deontologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 Bibliografia Complementar BRASIL. Lei 7.394 de 1985. Regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia e dá outras providências. Brasília: 1985 BRASIL. Lei 8080 de 19 de Setembro de 1990, Sistema Único de Saúde. Brasília:1990. NOBREGA, A. I. (Org.). Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem: guia para ensino e aprendizado. 5 ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. REGO, S. et al. Bioética para profissionais de saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009. RODRIGUES, A.; ASSMAR, E. M. L.; JABLONSKI, B. Psicologia Social. 28 ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Anatomia e Fisiologia Humana aplicada a Radiologia

Total de horas: 75 horas

Aulas presenciais: 60 horas

Atividades não presenciais 15 horas

Ementa do Programa Conceitos básicos integrados sobre anatomia, morfologia, macroscópica e funcional dos órgãos e sistemas do corpo humano e seus mecanismos reguladores, descrevendo os aspectos morfofuncionais dos sistemas esquelético, articular, muscular, nervoso, circulatório, respiratório, digestório, urinário, reprodutor e endócrino. Objetivos Objetivo Geral: Identificar os constituintes da matéria e sua estrutura anatômica, correlacionando os conceitos com a formação de imagens aplicadas. Objetivos Específicos: ● Identificar e correlacionar às estruturas anatômicas e fisiológicas envolvidas nos sistemas musculoesquelético, cardiovascular, respiratório, digestório, urinário, nervoso, endócrino, órgãos dos sentidos e reprodutor feminino e masculino. ● Identificar a unidade funcional do ser humano, relacionando-o com os diversos tipos de tecidos e órgãos. Bibliografia Básica GARDNER, E. Anatomia. Rio de Janeiro: Koogan, 2004. MACHADO, A B. M. Neuroanatomia Funcional. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000. MOORE, K. L. Anatomia orientada para a clínica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2001. NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004. SOBOTA, J. Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Bibliografia Complementar DANGELO, F. Anatomia humana, sistêmica e segmentar. São Paulo: Atheneu, 2004. ROWEN, J. W.; YOKOCHI, C.; LÜTJEN-DRECOLL, E. Anatomia Humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. São Paulo: Manole, 2000. MOLLER, T. B.; Reif, E. Atlas de Anatomia Radiológica. Porto Alegre: ArtMed, 2001.

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Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Primeiros Socorros

Total de horas: 30 horas

Aulas presenciais: 20 horas

Atividades não presenciais: 10 horas

Ementa do Programa O componente curricular estuda situações de trauma e males súbitos que colocam a vida das pessoas em risco e que podem ter suas sequelas minimizadas quando é realizado um atendimento em equipe de forma eficaz, rápido, tranquilo e de qualidade. Reações Alérgicas. Choque. Materiais, Equipamentos e Medicações em Emergência. Emergências Respiratórias. Emergência Cardiovascular. Reanimação Cardiopulmonar. Objetivos Objetivo Geral: Instrumentalizar o aluno quanto a recursos teóricos e técnico - científico para o conhecimento e desenvolvimento básico de técnicas e procedimentos de Primeiros socorros necessários na área da radiologia. Objetivos Específicos: ● Prestar primeiros socorros a vítimas de acidentes ou mal súbito, observando a escala de prioridades preconizadas para o atendimento; ● Providenciar socorro médico e/ou realizar imobilização e transporte adequado da vítima; ● Realizar manobras de ressuscitação cardiorrespiratória sempre que indicado; ● Identificar os recursos disponíveis viabilizando o atendimento de emergência eficaz e urgente; ● Atuar como cidadão e profissional de saúde na prestação de primeiros socorros a vítimas de acidentes ou mal súbito visando manter a vida e prevenir complicações até a chegada de atendimento médico. Bibliografia Básica MYERSON, S. G. Emergencies in Cardiology. New York. Oxford, 2006. JAMES, P. Trauma, repair and recovery. New york, Oxford, 2008. MEDLINE. Disponível em: www.ncbi.nln.nih.gov. BRENNAN, P. M., MURRAY, G. D., & TEASDALE, G. M. (2018). Simplifying the use of prognostic information in traumatic brain injury. Part 1: The GCS-Pupils score: an extended index of clinical severity, Journal of Neurosurgery JNS, 128(6), 1612-1620. Retrieved Apr 10, 2021, from https://thejns.org/view/journals/j-neurosurg/128/6/article-p1612.xml QUILICI, A.P.; TIMERMAN, S. SUPORTE BÁSICO DE VIDA. BLS,2011. American Heart Association. DESTAQUES DAS DIRETRIZES DE RCP E ACE DE 2020 DA AMERICAN HEART ASSOCIATION. Disponível em: Hghlghts_2020ECCGuidelines_LR_PTBR (heart.org) Bibliografia Complementar MICK, N.W.; EGAN, D.; WALLS, R. Emergência Médica. Ed. Revinter, 2008. NAZI, L. A. Rotinas em Pronto Socorro. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. PHTLS – Prehospital Trauma Life Support – Atendimento Pré – Hospitalar ao Traumatizado Básico e Avançado. 5ed.Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia Total de horas: 45 horas

Disciplina: Radiobiologia

Aulas presenciais: 30 horas Aulas assíncronas: 15 horas Ementa do Programa Estudo dos efeitos biológicos da radiação ionizante sobre os tecidos e sistemas do corpo humano. Fundamentos da interação entre radiação e matéria viva. Mecanismos de dano celular, resposta tecidual, radiossensibilidade e radioresistência. Conceitos de dose, tempo de exposição, taxa de dose e fracionamento. Fatores que influenciam a resposta biológica à radiação. Princípios da proteção radiológica baseados em evidências radiobiológicas. Aplicações clínicas e ocupacionais dos conhecimentos radiobiológicos nos serviços de radiodiagnóstico, radioterapia e medicina nuclear. Objetivos Objetivo geral: Compreender os princípios fundamentais da radiobiologia, analisando os efeitos da radiação ionizante nos organismos vivos e sua implicação nas práticas radiológicas e terapêuticas, com foco na proteção do paciente, do profissional e da comunidade. Objetivos específicos: ● Identificar os principais tipos de radiação ionizante e seus efeitos nas células e tecidos. ● Explicar os mecanismos de dano ao DNA e de reparo celular induzidos por radiação. ● Reconhecer os fatores que influenciam a radiossensibilidade e a radioresistência dos tecidos. ● Diferenciar os efeitos determinísticos e estocásticos da radiação ionizante. Aplicar os conhecimentos radiobiológicos na adoção de medidas de proteção radiológica. Relacionar os efeitos biológicos às doses de exposição em contextos clínicos e ocupacionais. ● Analisar os riscos e benefícios do uso da radiação ionizante em procedimentos de diagnóstico e tratamento. Bibliografia Básica GOMES, R. A.; Leitão, A. C. Radiobiologia e Fotobiologia. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1994. Apostila. SEGRETO, HELENA REGINA COMODO et al. Radiobiologia - Da Bancada à Clínica. Editora: Scortecci. 4ª Edição, 2024. DAFRE, ALCIR LUIZ; MARIS, ANGELICA FRANCESCA. Efeitos Biológicos das Radiações - 1ª ed. e 2ª reimp. - Florianópolis : BIOLOGIA/EAD/UFSC, 2013. 88p. Bibliografia Complementar MARTA, GUSTAVO NADER. Radiobiologia: princípios básicos aplicados à prática clínica. Diagn Tratamento. 2014;19(1):45-7. SAHA, G. B. Physics and Radiobiology of Nuclear Medicine, 3rd ed., Springer, 2006.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Física Aplicada a Radiologia

Total de horas: 75 horas

Aulas presenciais: 60 horas

Atividades não presenciais 15horas

Ementa do Programa Estudo dos princípios físicos e da estrutura da matéria aplicados à produção dos raios-X, interação da radiação com a matéria e formação da imagem radiológica. Apresentação dos fundamentos da radioatividade e o uso de radioisótopos em diagnóstico e tratamento. Abordagem da evolução dos equipamentos, os marcos históricos da radiologia, e introdução das técnicas básicas de tomografia, ressonância magnética, medicina nuclear e radioterapia, com foco em fundamentos práticos, proteção radiológica e responsabilidade socioambiental. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno a compreender os princípios físicos e históricos da radiologia, integrando conhecimentos sobre radiações, radioisótopos e técnicas radiológicas, para atuar com segurança, responsabilidade e competência no mercado de trabalho da área da saúde. Objetivos Específicos: ● Compreender a estrutura da matéria e a produção dos raios-X. ● Conhecer a história e evolução dos equipamentos radiológicos. ● Entender a interação da radiação com a matéria e a formação da imagem. ● Identificar o uso de radioisótopos e radioterapia. ● Aplicar conceitos básicos de proteção radiológica e sustentabilidade. ● Relacionar teoria e prática às demandas do mercado de trabalho. Bibliografia Básica AUGUSTO, João De Vianey. Conceitos básicos de física e proteção radiológica. 1ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009 DUARTE, D. L. A mama em imagens. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. OKUNO E. & YOSHIMURA E. M. Física das Radiações, ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. TILLY JUNIOR, J. G. Física radiológica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia Complementar ATTIX, F. H. Introduction to radiological physics and radiation dosimetry. Weinheim: WileyVch, 2004. BRANT, W. E.; HELMS, C. A. Fundamentos de radiologia: diagnóstico por imagem. 3 ed. Rio de Janeiro, Rj: Guanabara Koogan, 2009. KHAN, F. M. The physics of radiation therapy: Faiz M. Khan. 4 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2010. OKUNO, E. Radiação: Riscos, Efeitos e Benefícios. São Paulo, Sp: Harbra, 1998.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia Total de horas: 90 horas

Disciplina: Estágio Supervisionado I

Aulas presenciais: 90 horas Atividades não presenciais 0 horas Ementa do Programa Vivência inicial nos ambientes hospitalares e clínicos de diagnóstico por imagem. Observação das rotinas de trabalho, das normas de biossegurança, da organização dos serviços de radiologia e do papel do técnico em radiologia. Reconhecimento de equipamentos e técnicas básicas em exames convencionais. Objetivos Objetivo Geral: Proporcionar ao aluno o primeiro contato com o ambiente profissional da radiologia, favorecendo a observação crítica das práticas técnicas, administrativas e éticas da área. Objetivos Específicos: ● Observar a atuação do técnico em radiologia no ambiente de trabalho. ● Compreender normas de biossegurança e ética profissional. ● Reconhecer os equipamentos radiológicos e a dinâmica dos setores de imagem. ● Identificar os principais exames radiológicos convencionais. Bibliografia Básica Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia). Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas). Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Biossegurança em saúde: prioridades e estratégias de ação /Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010. Disponível em: Biossegurança em Saúde: Prioridades e Estratégicas de Ação (saude.gov.br). BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa Nº 08/2021 - Notificação dos Indicadores Nacionais das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana (RM) – ano: 2022. Brasília: 29 de dezembro de 2021.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia Total de horas: 60 horas

Disciplina: Estudo Radiológico das Doenças

Aulas presenciais: 60horas Aulas assíncronas: 0horas Ementa do Programa Estudo das principais patologias humanas com ênfase na correlação com os achados de imagem radiológica. Introdução à patologia e aos conceitos fundamentais de alterações morfológicas e funcionais dos órgãos e sistemas. Análise comparativa entre aspectos anatômicos normais e alterações patológicas evidenciadas em exames de imagem. Identificação de padrões radiológicos das doenças mais prevalentes e discussão de sua evolução. Interpretação crítica de imagens radiológicas convencionais no contexto clínico. Aplicações práticas no raciocínio diagnóstico por imagem. Objetivos Objetivo Geral: Compreender e analisar as principais alterações patológicas observadas em exames radiológicos, desenvolvendo a capacidade de correlacionar sinais de imagem com alterações morfológicas e funcionais dos órgãos, com foco na construção do raciocínio diagnóstico e na otimização da técnica radiológica. Objetivos Específicos: ● Reconhecer os principais sinais radiológicos de doenças em exames de imagem convencional. ● Comparar estruturas anatômicas normais e alteradas, identificando padrões patológicos relevantes. ● Desenvolver hipóteses diagnósticas coerentes com o contexto clínico e os achados de imagem. ● Aplicar algoritmos de investigação diagnóstica com base em exames radiológicos. ● Utilizar adequadamente os recursos de diagnóstico por imagem para melhorar a acurácia e resolutividade diagnóstica. ● Compreender os princípios técnicos envolvidos na obtenção de imagens de qualidade, respeitando os limites entre o fisiológico e o patológico. Bibliografia Básica ROBBINS, S. L.; COTRAN, R. S.; KUMAR, V. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. BRANT, W. E; HELMS, C. A. Fundamentos de radiologia: diagnóstico por imagem. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 4 v. BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo: patologia geral. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. Bibliografia Complementar BUSHONG, S. C. Manual de radiologia para técnicos. Madrid: Elsevier, 2005. DIMENSTEIN, R.; HORNOS, Y. M. Manual de proteção radiológica aplicada ao radiognóstico. São Paulo: Senac, 2001. KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; FAUSTO, N. Patologia: bases patológicas das doenças. 7 ed. São Paulo: Elsevier, 2010.

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MONTENEGRO, M. R. Patologia de processos gerais. São Paulo: Atheneu, 2004. NELSON, Z. M.C. Patologia: Bases patológicas das doenças. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevir, 2005.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Incidências Radiográficas Básicas

Total de horas: 60 horas

Aulas presenciais: 45 horas

Atividades não presenciais: 15 horas

Ementa do Programa Rotinas técnicas para preparo da sala e materiais em exames radiográficos, com protocolos rigorosos de controle de qualidade e segurança radiológica. Aplicação das principais técnicas de posicionamento, transporte e conforto do paciente para obtenção de imagens diagnósticas precisas. Execução sistematizada de exames, incluindo incidências básicas e protocolos específicos para membros superiores e inferiores, tórax, abdome, coluna, crânio e face, visando otimizar a qualidade da imagem e reduzir repetições. Observância das normas técnicas e uso de equipamentos calibrados e fantomas para avaliação contínua da qualidade. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno a executar rotinas técnicas de preparo da sala, materiais e posicionamento do paciente em exames radiográficos, assegurando a obtenção de imagens diagnósticas precisas com qualidade otimizada, segurança radiológica e conforto do paciente, em conformidade com normas técnicas e protocolos vigentes. Objetivos Específicos: ● Aplicar protocolos rigorosos de controle de qualidade e segurança radiológica no preparo da sala e dos materiais para exames radiográficos. ● Executar técnicas avançadas de posicionamento, transporte e conforto do paciente para exames radiográficos comuns. ● Realizar exames radiográficos sistematizados, contemplando incidências básicas e protocolos específicos para membros superiores e inferiores, tórax, abdome, coluna vertebral, crânio e face. ● Utilizar equipamentos calibrados e fantomas para avaliação contínua da qualidade dos procedimentos radiográficos. ● Observar e cumprir as normas técnicas e regulamentações vigentes relacionadas à radiologia diagnóstica. Bibliografia Básica BONTRAGER, K. L. Tratado de posicionamento radiográfico e anatomia associada. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. BIASOLI JUNIOR, Antonio. Técnicas radiográficas: princípios físicos, anatomia básica, posicionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri (org.). Dicionário de termos médicos, enfermagem e radiologia. 4. ed. São Paulo: Rideel, 2010. Bibliografia Complementar

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PRANDO, Adilson. CBR - Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Elsevier,

2014. GREENSPAN, Adam; BELTRAN, J. Radiologia ortopédica: uma abordagem prática. 6. ed. Rio de Janeiro, 2017. LEVITOV, Alexander B.; DALLAS, Apostolos P.; SLOMIN, Anthony D.; tradução: BOTELHO, Ana Cavalcanti Carvalho. Ultrassonografia à beira do leito na medicina clínica. Porto Alegre: AMGH, 2013.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Introdução a Radioterapia

Total de horas: 30 horas

Aulas presenciais: 20 horas

Atividades não presenciais 10 horas

Ementa do Programa Apresentação dos fundamentos da radioterapia como modalidade terapêutica no tratamento do câncer. Conceitos básicos de física das radiações aplicados à terapêutica, tipos de radiação utilizados e principais equipamentos empregados. Princípios biológicos da resposta tecidual à radiação ionizante. Noções de planejamento radioterápico, posicionamento e imobilização de pacientes. Aspectos éticos, legais e de biossegurança na prática da radioterapia. Papel da equipe multiprofissional e o papel do técnico em radiologia no ambiente radioterápico. Objetivos Objetivo Geral: Introduzir os conceitos fundamentais da radioterapia, possibilitando ao aluno compreender seu funcionamento, indicações clínicas e cuidados envolvidos, com foco no papel técnico-assistencial dentro da equipe de tratamento oncológico. Objetivos Específicos: ● Apresentar os princípios físicos e biológicos da radioterapia. ● Reconhecer os principais tipos de equipamentos e fontes de radiação utilizados em tratamentos radioterápicos. ● Identificar as etapas do planejamento radioterápico e os cuidados no posicionamento e imobilização do paciente. ● Discutir os efeitos colaterais da radioterapia e os cuidados relacionados ao manejo do paciente oncológico. ● Compreender a atuação do técnico em radiologia nos serviços de radioterapia, em consonância com normas de proteção radiológica e ética profissional. ● Promover uma visão interdisciplinar do tratamento do câncer com foco na atuação humanizada e segura. Bibliografia Básica BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Manual para técnicos em radioterapia. Rio de Janeiro: INCA, 2000. BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Atualização para técnicos em radioterapia / Instituto Nacional de Câncer. - Rio de Janeiro: INCA, 2010.

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Bibliografia Complementar VIEIRA, SABAS CARLOS. Oncologia Básica para profissionais de Saúde. EDUFPI, 2016. sociedade brasileira de radioterapia. Radioterapia para pacientes e familiares. 2024.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Proteção Radiológica e Ambiental

Total de horas: 45 horas

Aulas presenciais: 30 horas

Atividades não presenciais 15 horas

Ementa do Programa Estudo dos fundamentos da radiação ionizante e não ionizante, suas propriedades, fontes naturais e artificiais, e grandezas e unidades radiológicas. Análise dos efeitos biológicos da radiação, incluindo mecanismos de reparo, efeitos estocásticos e determinísticos. Instrumentação e técnicas de detecção da radiação, interação com a matéria, contaminação e irradiação. Princípios básicos da proteção radiológica: justificativa, otimização (ALARA) e limites de dose para trabalhadores, pacientes e público. Equipamentos de proteção individual e coletiva, medidas de descontaminação em rotina e emergência. Monitoramento pessoal e ambiental, dosimetria e interpretação dos dados. Normas, legislações e autoridades reguladoras brasileiras (CNEN, ANVISA, Ministério do Trabalho – NR 32) e internacionais (AIEA, ICRP). Plano de proteção radiológica para instalações. Procedimentos para manuseio, transporte e descarte seguro de materiais radioativos e rejeitos. Gestão ambiental de resíduos radioativos, minimização dos impactos ambientais e práticas sustentáveis. Estudo de casos de acidentes radiológicos, incluindo o acidente de Goiânia. Gestão de riscos, emergências radiológicas, aspectos éticos, legais e socioambientais da proteção radiológica na prática profissional. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno para compreender os fundamentos da radiação e aplicar os princípios de proteção radiológica e ambiental, promovendo a segurança, a minimização dos riscos de exposição e a preservação do meio ambiente em ambientes radiológicos. Objetivos Específicos: ● Compreender os tipos e efeitos da radiação ionizante e não ionizante. ● Aplicar princípios básicos da proteção radiológica e dosimetria. ● Conhecer normas e regulamentações nacionais e internacionais. ● Utilizar equipamentos de proteção e realizar monitoramento radiológico. ● Adotar procedimentos seguros para manuseio e descarte de materiais radioativos. ● Promover práticas ambientais sustentáveis na radioproteção. ● Agir com ética e responsabilidade em situações rotineiras e emergenciais. Bibliografia Básica AUGUSTO, João De Vianey. Conceitos básicos de física e proteção radiológica. 1ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009 BITELLI, Thomas. Física e Dosimetria das Radiações. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. FELISBETO, Marcelo. Fundamentos da radiologia. São Paulo: Saraiva, 2014.

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TILLY JÚNIOR, João Gilberto. Física Radiológica. São Paulo: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia Complementar KHAN, F. M. The physics of radiation therapy: Faiz M. Khan. 4 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2010. OKUNO, E. Radiação: Riscos, Efeitos e Benefícios. São Paulo, Sp: Harbra, 1998. BUSHONG, Stewart C. Ciência Radiológica para Tecnólogos. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica - Fundamentos e Aplicações. 3. ed. São Paulo, 2003. NAVARRO, M. V. T. Risco, Radiodiagnóstico e Vigilância Sanitária. Salvador: EDUFBA, 2009.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Radiologia Odontológica

Total de horas: 60 horas

Aulas presenciais: 60 horas

Atividades não presenciais: 0 horas

Ementa do Programa Aplicação prática dos princípios físicos e biológicos na formação de imagens radiográficas odontológicas, abrangendo técnicas intra e extraorais. Estudo dos equipamentos, tipos de radiação e anatomia radiográfica do sistema estomatognático. Reconhecimento de aspectos técnicos e anatômicos para garantir a qualidade das imagens. Abordagem dos filmes radiográficos, incluindo tipos, processamento, controle de qualidade e descarte sustentável, comparando com radiografia digital. Aplicação das normas de biossegurança e proteção radiológica (Portaria 453/98 ANVISA) uso de EPIs, posicionamento do paciente e manejo seguro de resíduos. Discussão de casos clínicos e tecnologias emergentes, com ênfase na atuação ética e responsável do técnico para garantir a segurança do paciente, do profissional e do meio ambiente. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno para operar e manter aparelhos de raios X na Radiologia Odontológica, aplicar as principais técnicas radiográficas intra e extraorais, realizar o processamento e controle de qualidade dos filmes radiográficos, reconhecer estruturas anatômicas básicas para garantir a qualidade das imagens, atuar conforme normas de biossegurança e proteção radiológica, promovendo uma prática ética e segura no contexto odontológico, em colaboração com o cirurgião-dentista para a interpretação diagnóstica. Objetivos Específicos: ● Conhecer e diferenciar aparelhos de raios X, incluindo manutenção e armazenamento adequados. ● Dominar técnicas radiográficas intra e extraorais para obtenção de imagens diagnósticas. ● Reconhecer estruturas anatômicas básicas para garantir a qualidade das imagens do complexo maxilo-mandibular. ● Realizar o processamento manual e automático dos filmes radiográficos com controle de qualidade. ● Aplicar normas de biossegurança e proteção radiológica na prática técnica. ● Compreender exames complementares (tomografia, ressonância, ultrassonografia) e suas

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indicações clínicas. Bibliografia Básica FENYO-PEREIRA, Marlene. Radiologia Odontológica e Imaginologia. 2. ed. São Paulo: Santos, 2013. WHITE, Stuart C.; PHAROAH, Michael J. Radiologia Oral: Princípios e Interpretação. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. BUSHONG, S. C. Ciência Radiológica para Tecnólogos. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. Bibliografia Complementar ALVARES, L. C. Curso de Radiologia em Odontologia. São Paulo: Santos, 1998. FREITAS, A. Radiologia Odontológica. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.SCOTT, P. Segredos em Radiologia. Porto Alegre: Artmed, 2008. WAITES, E. Princípios de Radiologia Odontológica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Exames Contrastados e Hemodinâmica

Total de horas: 60 horas

Aulas presenciais: 45 horas

Aulas Atividades não presenciai: 15 horas

Ementa do Programa Estudo dos meios de contraste radiológicos, suas propriedades, indicações, técnicas de administração e reações adversas. Abrangência dos principais exames contrastados, como urografia, esofagografia, trânsito intestinal, mielografia, sialografia, angiografias e outros; incluindo posicionamento específico para sistemas circulatório, digestivo, pélvico, articulações e medula espinhal. Apresentação dos fundamentos de hemodinâmica aplicados a procedimentos intervencionistas. Inclusão das normas de segurança, controle de qualidade, manejo dos contrastes e atribuições da equipe técnica conforme regulamentações do CONTER, CNEN, ANVISA e Ministério da Saúde. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno a compreender e aplicar os princípios, técnicas e protocolos relacionados aos meios de contraste radiológicos e à hemodinâmica, promovendo a segurança do paciente, o controle de qualidade dos procedimentos e o cumprimento das normas vigentes, com foco na atuação técnica qualificada e na adaptação às necessidades de públicos vulneráveis. Objetivos Específicos: ● Conhecer propriedades, indicações clínicas e reações adversas dos meios de contraste radiológicos. ● Executar rotinas dos principais exames contrastados, aplicando técnicas de posicionamento específicas para diferentes sistemas orgânicos. ● Compreender fundamentos básicos da hemodinâmica e sua aplicação em procedimentos radiológicos intervencionistas. ● Aplicar protocolos de segurança e controle de qualidade no manejo dos meios de contraste, prevenindo complicações.

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● Conhecer atribuições da equipe técnica e regulamentações do CONTER, ANVISA e Ministério da Saúde relativas aos meios de contraste e procedimentos hemodinâmicos. Bibliografia Básica BOISSON, Luiz Fernando. Técnica Radiológica Médica. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2007.CAMARGO, Renato. Administração de meios de contrastes: rotinas e técnicas para a realização de exames. São Paulo: Érica, 2015. FELISBERTO, Marcelo. Fundamentos de radiologia. São Paulo: Érica, 2014. Bibliografia Complementar ALMEIDA FILHO, Francisco Antonio.Geração e aplicação de raios X. São Paulo: Érica, 2018. NICOLL, Diana; LU, Chuanyi Mark; MCPHEE, Stephen J.; tradução: OLIVEIRA, Soraya Imon de Manual de exames diagnósticos. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2019.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: UCE I

Total de horas: 15 horas

Aulas presenciais: 15 horas

Aulas Atividades não presenciais 0 horas

Ementa do Programa História da extensão universitária no mundo, Brasil e na UFPB. Conceito de extensão universitária. Diretrizes da extensão. Áreas temáticas e linhas de atuação da extensão. Planejamento de estratégias para ação de extensão na comunidade interna ou externa a UFPB. Desenvolvimento de conteúdo para o formato das mídias digitais. Ações prevendo a divulgação da extensão no âmbito interno ou externo a UFPB. Avaliar os resultados das ações da extensão. Objetivos Objetivo Geral: Compreender a história, os fundamentos, as diretrizes e as práticas da extensão universitária no contexto mundial, brasileiro e da UFPB, capacitando o estudante para planejar, desenvolver, divulgar e avaliar ações extensionistas voltadas à comunidade interna e externa, com ênfase no uso de mídias digitais. Objetivos Específicos: ● Conhecer a trajetória histórica da extensão universitária no mundo, no Brasil e na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). ● Compreender os conceitos, princípios e diretrizes da extensão universitária conforme os marcos legais e institucionais. ● Identificar as áreas temáticas e linhas de atuação da extensão no âmbito acadêmico. ● Planejar estratégias de ações de extensão voltadas para demandas da comunidade interna ou externa à UFPB. ● Desenvolver conteúdos adequados para divulgação de ações extensionistas por meio de mídias digitais.

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● Elaborar propostas de divulgação da extensão, considerando públicos e canais diversos. ● Avaliar os impactos e resultados das ações de extensão implementadas, considerando critérios qualitativos e quantitativos. Bibliografia Básica GONÇALVES, Nádia Gaiofatto; QUIMELLI, Gisele Alves de Sá (org.). Princípios da extensão universitária: contribuições para uma discussão necessária. Curitiba: CRV, 2020. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 61/2014. Dispõe sobre a Resolução nº 09/1993 do CONSEPE, que regulamenta as atividades de Extensão da Universidade Federal da Paraíba e dá outras providências. João Pessoa, PB: Conselho Universitário, 2014. Disponível em: ttp://www.prac.ufpb.br/prac/contents/paginas/portaarquivos/ResolucaoCONSEPE61_2014.pdf/vie w. Acesso em: 19 out. 2022. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 02/2022. Dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico) e modalidades (presencial e a distância - EAD) no âmbito da UFPB. João Pessoa, PB: Conselho Universitário, 2022. Disponível em: https://proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/curricularizacao-da-extensaodocumentos/RESOLUON02.2022CONSEPE.pdf/view. Acesso em: 19 out. 2022. Bibliografia Complementar BRASIL. Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: Presidência da República, 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 30 ago. 2024. BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2014. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. Acesso em: 30 ago. 2024. MOLL, Jaqueline. Educação profissional e tecnológica no Brasil contemporâneo: desafios, tensões e possibilidades. Porto Alegre: Artmed, 2010. E-book. ISBN 9788536322001. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536322001/. Acesso em: 25 out. 2022.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Estágio Supervisionado II

Total de horas: 90 horas

Aulas presenciais: 90 horas

Atividades não presenciais:0 horas

Ementa do Programa Atuação supervisionada em exames de radiologia convencional. Participação orientada na execução de exames simples, aplicação de técnicas radiográficas, posicionamento do paciente e manuseio de equipamentos. Ênfase em radioproteção, humanização e rotinas técnicas sob supervisão.

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Objetivos Objetivo Geral: Desenvolver habilidades técnicas e éticas na realização de exames de radiologia convencional, com base na prática supervisionada. Objetivos Específicos: ● Executar exames radiológicos simples com orientação do supervisor. ● Aplicar corretamente técnicas de posicionamento e exposição. ● Cumprir protocolos de radioproteção e biossegurança. ● Relacionar-se de forma ética e humanizada com pacientes e equipe. Bibliografia Básica Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia). Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas). Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Biossegurança em saúde: prioridades e estratégias de ação /Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010. Disponível em: Biossegurança em Saúde: Prioridades e Estratégicas de Ação (saude.gov.br). BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa Nº 08/2021 - Notificação dos Indicadores Nacionais das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana (RM) – ano: 2022. Brasília: 29 de dezembro de 2021.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Incidências Radiográficas Especiais

Total de horas: 75 horas

Aulas presenciais: 75 horas

Atividades não presenciais: 0 horas

Ementa do Programa Aplicação de técnicas avançadas de posicionamento radiográfico para exames convencionais e especiais do esqueleto apendicular, crânio, coluna vertebral, tórax e quadril. Rotinas técnicas para preparo da sala, materiais e transporte do paciente, com ênfase em biossegurança, conforto e segurança radiológica. Execução sistematizada de incidências radiográficas básicas e específicas, seguindo protocolos e normas vigentes, utilizando equipamentos calibrados e fantomas para controle contínuo da qualidade das imagens diagnósticas. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno na aplicação de técnicas avançadas de posicionamento radiográfico para exames convencionais e especiais do esqueleto apendicular, crânio, coluna vertebral, tórax e quadril, assegurando a qualidade diagnóstica, segurança radiológica e conforto do paciente.

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Objetivos Específicos: ● Ajustar fatores geométricos que influenciam a qualidade da imagem radiográfica. ● Aplicar técnicas radiográficas conforme solicitação médica, incluindo manejo especializado para pacientes pediátricos visando minimizar a exposição à radiação e evitar borramentos. ● Executar posicionamentos radiográficos principais em membros superiores e inferiores, crânio, face e coluna vertebral, inclusive em pacientes politraumatizados. ● Integrar a fisiologia dos sistemas corporais às técnicas radiológicas para otimizar imagens diagnósticas, utilizando posicionamentos dinâmicos além dos estáticos convencionais. ● Proceder exames radiológicos em leito hospitalar, seguindo protocolos, normas técnicas e práticas de biossegurança. Bibliografia Básica BONTRAGER, K. L. Tratado de posicionamento radiográfico e anatomia associada. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. MORAES, A.; SIQUEIRA, André. Posicionamento radiográfico. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. FELISBERTO, Marcelo. Guia prático de radiologia: posicionamento básico. São Paulo: Saraiva, 2018. Bibliografia Complementar PRANDO, Adilson. CBR - Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Elsevier,

2014. BIASOLI JUNIOR, Antonio. Técnicas radiográficas: princípios físicos, anatomia básica, posicionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. GREENSPAN, Adam; BELTRAN, J. Radiologia ortopédica: uma abordagem prática. 6. ed. Rio de Janeiro, 2017.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Ressonância Magnética

Total de horas: 45 horas

Aulas presenciais: 45 horas

Atividades não presenciais: 0 horas

Ementa do Programa Estudo dos princípios físicos da ressonância magnética, incluindo eletromagnetismo, spin, precessão, relaxamento e formação da imagem. Conhecimento detalhado do equipamento, acessórios e protocolos de exames, com ênfase na segurança do paciente e uso de meios de contraste. Aplicação das técnicas de RM em exames convencionais e funcionais, abordando indicações clínicas e posicionamentos específicos. Análise dos métodos diagnósticos por RM nas principais regiões anatômicas: cabeça e pescoço, tórax, mama, abdome, pelve, sistema músculo-esquelético e cardiovascular. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno a aplicar técnicas de ressonância magnética, compreendendo os princípios físicos operação do equipamento, protocolos de exame e segurança do paciente, para a obtenção de imagens diagnósticas de qualidade nas principais regiões anatômicas.

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Objetivos Específicos: ● Aplicar técnicas de aquisição de imagens de ressonância magnética conforme protocolos e solicitações médicas, incluindo manejo pediátrico para imagens sem borramento. ● Ajustar fatores geométricos que influenciam a qualidade da imagem, otimizando os resultados diagnósticos. ● Executar exames de RM em membros, crânio, face e coluna vertebral, além de procedimentos especializados que considerem a fisiologia do sistema em estudo. ● Conhecer e aplicar protocolos de preparo, manuseio e segurança dos meios de contraste à base de gadolínio, considerando indicações clínicas, segurança do paciente e reações adversas, em colaboração com a equipe médica e de enfermagem. ● Compreender controle de qualidade, segurança, biossegurança e identificar estruturas anatômicas nas imagens de RM. Bibliografia Básica CHEN, M. Y. M.; POPE, T. L.; OTT, D. J. Radiologia básica. 2. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. FERNANDES, J. L. et al. Ressonância e tomografia cardiovascular. 1. ed. São Paulo: Manole, 2013. WESTBROOK, C.; TALBOT, J. Ressonância magnética: aplicações práticas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Bibliografia Complementar BANCROFT, Laura W.; BRIDGES, Mellena D.; tradução: VASCONCELOS, Marcio Moacyr de. Ressonância magnética: variantes normais e armadilhas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2010. FUNARI, Marcelo Buarque de Gusmão; et al. (Coord.). Tópicos relevantes no diagnóstico por imagem. Barueri, SP: Manole, 2017. (Coleção Manuais de Especialização Einstein / editoras Renata Dejtiar Waksman, Olga Guilhermina Dias Farah). RAMOS, Airton. Eletromagnetismo. São Paulo: Blucher, 2016.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia Total de horas: 45 horas

Disciplina: Tomografia Computadorizada

Aulas presenciais: 45 horas Atividades não presenciais:0 horas Ementa do Programa Estudo dos princípios básicos e histórico da tomografia computadorizada, incluindo a evolução das gerações de tomógrafos (sistemas passo a passo, helicoidal e multislice). Conhecimento dos componentes essenciais do equipamento, hardware e software, e funcionamento simplificado dos detectores e filtros. Aplicação dos principais protocolos de exames, uso seguro de contraste, técnicas de aquisição, posicionamento correto e identificação de artefatos e erros comuns. Requisitos da sala de exames, segurança do paciente e biossegurança. Noções de anatomia seccional, planos topográficos e principais indicações clínicas. Fundamentos teóricos da formação da imagem, reconstrução e controle de qualidade, com foco na prática técnica e otimização dos exames. Objetivos Objetivo Geral:

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Capacitar o aluno a operar equipamentos de tomografia computadorizada com segurança e eficiência, aplicando protocolos adequados, reconhecendo artefatos e erros, e compreendendo os fundamentos técnicos e anatômicos necessários para a obtenção de imagens diagnósticas de qualidade. Objetivos Específicos: ● Compreender a evolução histórica e as gerações dos tomógrafos (passo a passo, helicoidal e multislice). ● Identificar os componentes essenciais do tomógrafo, incluindo hardware, software, detectores e filtros. ● Conhecer e aplicar protocolos de preparo, manuseio e segurança dos meios de contraste, especialmente à base de gadolínio, em colaboração com a equipe médica e de enfermagem. ● Executar técnicas adequadas de posicionamento e aquisição de imagens, reconhecendo e corrigindo artefatos e erros comuns. ● Conhecer os requisitos da sala de exames, normas de biossegurança e segurança do paciente. ● Interpretar noções básicas de anatomia seccional e planos topográficos para auxiliar na análise das imagens. ● Compreender os fundamentos da formação da imagem, reconstrução e controle de qualidade para otimizar os exames. Bibliografia Básica BONTRAGER, Kenneth L. Tratado de posicionamento radiográfico e anatomia associada. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. PRANDO, Adilson. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. WEIR, Jamie. Atlas de anatomia humana em imagens. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. Bibliografia Complementar BRANT, William E.; HELMS, Clyde A. Fundamentos de radiologia: diagnóstico por imagem. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. KHAN, Faiz M. The physics of radiation therapy. 4. ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2010. MAIERHOFER, Lucia; GUERRINI, Roberto Mazzetti. Guia prático de tomografia computadorizada. São Paulo: Roca, 2006.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Técnicas Radiológicas em Mamografia e Densitometria Óssea

Aulas presenciais: 60 horas Atividades não presenciais 0 horas Ementa do Programa Estudo da anatomia da mama e das regiões de interesse em densitometria óssea, incluindo patologias associadas como câncer de mama e osteoporose. Fundamentos dos equipamentos e acessórios utilizados em mamografia e densitometria, com ênfase nas técnicas de posicionamento, protocolos Total de horas: 60 horas

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de aquisição e manobras específicas, inclusive para prótese de silicone. Controle de qualidade dos equipamentos e imagens, testes de constância e proteção radiológica. Comparação entre mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética das mamas. Aspectos clínicos e fisiopatológicos relevantes para a prevenção e diagnóstico precoce. Aplicação dos protocolos técnicos para obtenção de imagens diagnósticas seguras e de qualidade. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno a operar equipamentos de mamografia e densitometria óssea com segurança e eficiência, aplicando protocolos técnicos adequados, realizando posicionamento correto, controlando a qualidade dos exames e compreendendo os fundamentos anatômicos e clínicos para obtenção de imagens diagnósticas confiáveis. Objetivos Específicos: ● Conhecer a evolução histórica da mamografia e sua importância clínica. ● Familiarizar-se com equipamentos, componentes, manutenção e acessórios de mamografia e densitometria óssea. ● Aplicar técnicas corretas de posicionamento, incluindo manobras para prótese de silicone. ● Realizar controle de qualidade dos equipamentos e imagens, garantindo proteção radiológica. ● Identificar e corrigir artefatos e erros comuns nos exames. ● Compreender anatomia mamária e óssea e as principais patologias associadas. ● Fornecer bases técnicas e anatômicas para aplicação e interpretação dos exames. ● Comparar métodos complementares de imagem mamária e suas indicações clínicas. ● Entender a relevância dos exames para prevenção, diagnóstico e acompanhamento clínico. Bibliografia Básica ETTER, Frank Henry. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. BITENCOURT, Almir Galvão Vieira; MARQUES, Elvira Ferreira. Atlas de diagnóstico por imagem da mama: correlação entre os diferentes métodos de imagem. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2018. ANIJAR, J. R. Densitometria óssea na prática médica. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 2003. COSTA, Nancy de Oliveira. Mamografia: posicionamentos radiológicos. São Paulo: Editora Escolar, 2016. Bibliografia Complementar ETTER, Frank Henry. Atlas de anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. BITENCOURT, Almir Galvão Vieira; MARQUES, Elvira Ferreira. Atlas de diagnóstico por imagem da mama: correlação entre os diferentes métodos de imagem. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2018. ANIJAR, J. R. Densitometria óssea na prática médica. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 2003. COSTA, Nancy de Oliveira. Mamografia: posicionamentos radiológicos. São Paulo: Editora Escolar, 2016.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Medicina nuclear e Radioterapia Aplicada

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Total de horas: 75 horas

Aulas presenciais: 75 horas

Atividades não presenciais: 0 horas

Ementa do Programa Estudo dos fundamentos físicos, tecnológicos e clínicos da radioterapia e medicina nuclear, incluindo princípios de radioproteção, dosimetria e controle de qualidade dos equipamentos. Aplicações clínicas e operação dos principais equipamentos de radioterapia, como aceleradores lineares, unidades de cobalto e aceleradores de elétrons. Técnicas avançadas: radioterapia conformada 3D, IMRT, IGRT e radiocirurgia. Fundamentos e aplicações dos radioisótopos na medicina nuclear, incluindo propriedades físicas, preparo, controle de qualidade, diagnósticos por cintilografia e PET/CT; e terapias com radiofármacos e braquiterapia. Simulação, monitoramento da dose, cuidados psicológicos e manejo seguro de radioisótopos e rejeitos radioativos. Objetivos Objetivo Geral: Capacitar o aluno para operar equipamentos e aplicar técnicas de radioterapia e medicina nuclear com segurança, eficiência e compreensão dos fundamentos físicos, tecnológicos e clínicos, promovendo a qualidade dos exames e tratamentos e o cuidado integral ao paciente. Objetivos Específicos: ● Conhecer os princípios básicos de física e radioproteção aplicados à radioterapia e medicina nuclear. ● Identificar e operar os principais equipamentos, como aceleradores lineares, unidades de cobalto, câmaras gama e PET/CT. ● Aplicar técnicas avançadas de tratamento radioterápico, incluindo IMRT, IGRT e radiocirurgia. ● Compreender as propriedades e aplicações dos radioisótopos em diagnóstico e terapia. ● Realizar controle de qualidade e monitoramento da dose nos procedimentos. ● Desenvolver habilidades para o manejo seguro de radioisótopos e rejeitos radioativos. ● Promover cuidados humanizados no atendimento ao paciente. Bibliografia Básica BONTRAGER, K. L. Tratado de posicionamento radiográfico e anatomia associada. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. CAMARGO, Renato. Radioterapia e medicina nuclear: conceitos, instrumentação, protocolos, tipos de exames e tratamentos. Rio de Janeiro: Saraiva, 2018. IRION, J. E. Cintilografia óssea com 99mTc MDP: fundamentos da interpretação. 1. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2016. RAMOS, C.; SOARES, J. PET e PET CT em oncologia. São Paulo: Atheneu, 2011. Bibliografia Complementar BUSHONG, S. C. Ciência radiológica para tecnólogos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. JESUS, G. F. Proteção radiológica. São Paulo: ABPA, 1985. SECRETARIA DO ESTADO DA BAHIA. Manual de cadastramento e inspeção em estabelecimentos de radioterapia. Salvador: DIVISA, 2004.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

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Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: UCE II

Total de horas: 30 horas

Aulas presenciais: 30 horas Atividades não presenciais: 0 horas Ementa do Programa Desafios e oportunidades de atividades de extensão na Radiologia. Planejamento, elaboração, realização e avaliação de ação de extensão podendo ser: evento com oficina de difusão do conhecimento, seminários, simpósios, entre outros, que proporcionem trocas de saberes. A ação deve dialogar com conteúdo curricular abordado no curso. Produção de relatório de avaliação da ação realizada. Objetivos Objetivo Geral: Planejar, desenvolver e avaliar ações de extensão na área da Radiologia, promovendo a integração entre o saber acadêmico e os conhecimentos da comunidade, por meio de eventos, oficinas, seminários e outras atividades que dialoguem com o conteúdo curricular do curso técnico. Objetivos Específicos: ● Analisar os principais desafios e oportunidades da extensão universitária no contexto da Radiologia. ● Planejar e organizar ações de extensão com base em demandas sociais, comunitárias e de saúde pública relacionadas à área radiológica. ● Elaborar propostas de atividades extensionistas que promovam a difusão do conhecimento técnico-científico. ● Executar eventos como oficinas, seminários, simpósios ou outras atividades participativas que promovam o intercâmbio de saberes. ● Relacionar as ações de extensão com conteúdo curriculares do curso, fortalecendo a formação integral dos estudantes. ● Utilizar estratégias de comunicação e mídia para divulgar as ações realizadas à comunidade interna e externa. ● Produzir e apresentar um relatório avaliativo com análise crítica dos resultados e impactos da ação de extensão desenvolvida. Bibliografia Básica GONÇALVES, Nádia Gaiofatto; QUIMELLI, Gisele Alves de Sá (org.). Princípios da extensão universitária: contribuições para uma discussão necessária. Curitiba: CRV, 2020. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 61/2014. Dispõe sobre a Resolução nº 09/1993 do CONSEPE, que regulamenta as atividades de Extensão da Universidade Federal da Paraíba e dá outras providências. João Pessoa, PB: Conselho Universitário, 2014. Disponível em: ttp://www.prac.ufpb.br/prac/contents/paginas/portaarquivos/ResolucaoCONSEPE61_2014.pdf/vie w. Acesso em: 19 out. 2022. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 02/2022. Dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico) e modalidades (presencial e a distância - EAD) no âmbito da UFPB. João Pessoa, PB: Conselho Universitário, 2022. Disponível em: https://proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/curricularizacao-da-extensaodocumentos/RESOLUON02.2022CONSEPE.pdf/view. Acesso em: 19 out. 2022. Bibliografia Complementar

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BRASIL. Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: Presidência da República, 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 30 ago. 2024. BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2014. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. Acesso em: 30 ago. 2024. MOLL, Jaqueline. Educação profissional e tecnológica no Brasil contemporâneo: desafios, tensões e possibilidades. Porto Alegre: Artmed, 2010. E-book. ISBN 9788536322001. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536322001/. Acesso em: 25 out. 2022.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Estágio Supervisionado III

Total de horas: 225 horas

Aulas presenciais: 225 horas Aulas assíncronas: 0 Ementa do Programa Atuação integrada e mais autônoma do aluno em exames de radiologia convencional, contrastada, odontológica, mamografia, tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética (conforme campo estágio). Aplicação das competências técnicas, éticas e organizacionais necessárias à atuação profissional plena do técnico em radiologia. Objetivos Objetivo Geral: Consolidar as competências profissionais do aluno por meio da prática supervisionada em diferentes áreas da radiologia, promovendo a autonomia e a responsabilidade técnica. Objetivos Específicos: ● Realizar exames radiológicos sob supervisão indireta. ● Integrar conhecimentos técnicos, éticos e legais na rotina profissional. ● Participar da organização do serviço de imagem e do atendimento ao paciente. ● Elaborar relatórios e registros técnicos do estágio. ● Avaliar criticamente sua atuação e desenvolver planos de melhoria. Bibliografia Básica Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia). Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas). Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Biossegurança em saúde: prioridades e estratégias de ação

/Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010. Disponível em: Biossegurança em Saúde: Prioridades e Estratégicas de Ação (saude.gov.br). BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa Nº 08/2021 - Notificação dos Indicadores Nacionais das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde e Resistência Microbiana (RM) – ano: 2022. Brasília: 29 de dezembro de 2021.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Curso: Técnico em Radiologia

Disciplina: Prática Profissional

Total de horas: 60 e 45 horas

Aulas presenciais: 60 e 45 horas Ementa do Programa

Atividades não presenciais 0

Desenvolver as ações nos diversos serviços de saúde, onde haja atuação do Técnico de Radiologia

Objetivos Objetivo Geral: ●

Desenvolver as ações práticas nos diversos serviços de saúde, onde haja as ações do Técnico de Radiologia

Objetivos Específicos: ● Contextualizar os aspectos teórico-prático na atuação do técnico de radiologia nos serviços de ssaúde.

Bibliografia Básica BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988, 292 p. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia). Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas Bibliografia Complementar Decreto nº 9.531/18 (Altera o Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e regula o exercício da profissão de Técnico em Radiologia). Resolução Conter nº 10/11 (Regula e disciplina o estágio curricular supervisionado na área das técnicas radiológicas.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 14/04/2026 RESOLUÇÃO Nº 14/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 14) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 02/06/2026 13:38 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087

Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 14, ano: 2026, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 01/06/2026 e o código de verificação: f19ac92560