UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 09/2023

UFPB-CONSEPE-RES-09-2023
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem na modalidade Educação Profissional e forma de articulação subsequente ao Ensino Médio.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (80)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. COFEN 564/2017 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem previsto pela Resolução COFEN n° 564/2017;” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Decreto 94.406/1987 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando que o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB atende também o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), estando em consonância com a Lei Federal Nº 7.498/86, regulamentada pelo Decreto nº 94.406/87 que...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 7.498/1986 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando que o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB atende também o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), estando em consonância com a Lei Federal Nº 7.498/86, regulamentada pelo Decreto nº 94.406/87 que...” fonte: texto · confiança alta
77 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. ? 1/2021 em: Anexo II, art. 99“Resolução nº 01/2021 de 25 de maio de 2021.”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo II“Dessa forma, buscarse-á contribuir para sua consolidação, por meio da formação de profissionais Técnicos em Enfermagem que atendam às demandas de saúde da população brasileira, em cumprimento ao...”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo II, art. 99“Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.”
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo I“Constituição da República Federativa do Brasil.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo II, art. 99“Resolução nº 2 de 15 de dezembro de 2020.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo II“O perfil de formação técnica tem como base o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) 4ª edição, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2/2020...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 6/2012 em: Anexo II“De acordo com a Resolução Nº 06/2012 do Conselho Nacional de Educação, os cursos técnicos na área da saúde terão obrigatoriamente uma carga horária de aulas teóricas de 1.200 horas (BRASIL, 2012).”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: Anexo II, art. 99“Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018.”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo II“Em consonância com o Art. 26 da Resolução CNE/CP N°1, de 5 de janeiro de 2021: § 5º Respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária, o plano de curso técnico, ofertado na modalidade...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo II“No curso aqui apresentado, essa atividade se respalda na Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021 a qual afirma que a prática profissional supervisionada na Educação Profissional e...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo II, art. 99“Conforme estabelecido no artigo Art. 49. § 2°, da Resolução CNE/CP n° 1, de 5 de janeiro de 2021, o curso apresenta um itinerário formativo que contempla a certificação intermediária de cada etapa...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo II, art. 99“Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021.”
  • cita
    Res. COFEN 537/2017 em: Anexo I“Resolução COFEN 537/2017.”
  • cita
    Res. COFEN 549/2017 em: Anexo I“Resolução COFEN 549/2017.”
  • cita
    Res. COFEN 564/2017 em: Anexo II“BRASIL, 1986) e do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução N° 564/2017).”
  • cita
    Res. COFEN 564/2017 em: Anexo I“Resolução COFEN 564/2017.”
  • cita
    Decreto 7.053/2009 em: Anexo I“Decreto n.º 7.053, de 23 de Dezembro de 2009.”
  • cita
    Decreto 7.602/2011 em: Anexo I“Disponível em: Decreto nº 7602 (planalto.gov.br) REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL.”
  • cita
    Decreto 7.824/2012 em: Anexo II“e o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas...”
  • cita
    Decreto 9.034/2017 em: Anexo II“federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível...”
  • cita
    Decreto 94.406/1987 em: Anexo II“Este Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem atende todas as legislações que subsidiam a formação dos profissionais de Enfermagem no Território Nacional e atende também o que prevê o...”
  • cita
    Decreto 94.406/1987 em: Anexo II, art. 99“Disponível em: – DECRETO N 94.406/87 Conselho Federal de Enfermagem - Brasil (cofen.gov.br) BRASIL.”
  • cita
    Decreto 94.406/1987 em: Anexo I“Disponível em: – DECRETO N 94.406/87 Conselho Federal de Enfermagem - Brasil (cofen.gov.br) GEOVANINI, T.”
  • cita
    Decreto-Lei 1.044/1969 em: Anexo II, art. 1º“Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044,...”
  • cita
    Decreto-Lei 2.848/1940 em: Anexo I“Decreto Lei 2.848 de 7 de dezembro de 1940.”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo II“Para além da política, o CPT-ETS/UFPB atua com temas relativos à observância da Lei Nº 10.639/03 que altera a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da...”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo II, art. 79-B“O ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, após a aprovação da Lei Nº 10.639/03, fez-se necessário e é obrigatório para garantir uma ressignificação e valorização cultural das...”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo II, art. 99“Lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003.”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo II“A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar,...”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo II, art. 99“Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008.”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo II“No Estágio Curricular Supervisionado do Curso Técnico em Enfermagem do CPTETS/UFPB, as cargas horárias e demais prescrições deverão ser observadas e cumpridas, de acordo com a legislação vigente,...”
  • cita
    Lei 11.892/2008 em: Anexo II“Além disso, com o advento da Criação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, onde o CPT-ETS encontra-se inserido através da Lei no 11.892/2008, é sinequanon a...”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: Anexo II“No Edital, consta a implementação das reservas de vagas de que tratam a Lei N° 12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais...”
  • cita
    Lei 12.990/2014 em: Anexo II, art. 99“Lei nº 12.990 de 09 de junho de 2014.”
  • cita
    Lei 13.409/2016 em: Anexo II“de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de...”
  • cita
    Lei 13.709/2018 em: Anexo I“e Aprender sobre a Lei Geral de Proteção de Dados.”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo II“O CPT-ETS/UFPB foi criado pela Lei Estadual nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com denominação inicial de Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e federalizada por ocasião da federalização da...”
  • cita
    Lei 5.692/1971 em: Anexo II“JUSTIFICATIVA DO CURSO A realidade brasileira apresenta um déficit na oferta de educação profissional, uma vez que essa modalidade de educação de nível médio deixou de ser oferecida nos sistemas...”
  • cita
    Lei 5.692/1971 em: Anexo II, art. 99“Lei nº 5.962 de 11 de agosto de 1971.”
  • cita
    Lei 7.498/1986 em: Anexo II“Este Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem atende todas as legislações que subsidiam a formação dos profissionais de Enfermagem no Território Nacional e atende também o que prevê o...”
  • cita
    Lei 7.498/1986 em: Anexo II, art. 99“Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências.”
  • cita
    Lei 7.498/1986 em: Anexo I“Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências.”
  • cita
    Lei 7.853/1989 em: Anexo II, art. 99“Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências, 1999.”
  • cita
    Lei 8.069/1990 em: Anexo I“Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.”
  • cita
    Lei 8.080/1990 em: Anexo II, art. 99“Lei nº8.080 de 19 de setembro de 1990.”
  • cita
    Lei 8.080/1990 em: Anexo I“Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990.”
  • cita
    Lei 8.142/1990 em: Anexo I“________Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990.”
  • cita
    Lei 875/1953 em: Anexo II, art. 99“Lei Nº 875, de 21 de janeiro de 1953.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo II“A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar,...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo II, art. 79-B“O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme a...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo II, art. 99“Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“o Profissional e Tecnológico DCN Diretrizes Curriculares Nacionais DCNGEPT Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica EJA Educação de Jovens e Adultos EPT Educação...”
  • cita
    Portaria MEC 413/2016 em: Anexo II, art. 99“Portaria MEC 413 de 11 de maio de 2016.”
  • cita
    Port. Normativa MEC 18/2012 em: Anexo II“r sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012,...”
  • cita
    Port. Normativa MEC 21/2012 em: Anexo II“cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012, alterado pelo Decreto N° 9.034, de 20 de abril de 2017, e a...”
  • cita
    Port. Normativa MEC 9/2017 em: Anexo II“terada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de...”
  • cita
    Portaria MS 264/2020 em: Anexo I“Revoga a Portaria nº 264, de 17 de fevereiro de 2020, e altera a Portaria de Consolidação nº 4/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, para incluir a doença de Chagas crônica, na Lista Nacional de...”
  • cita
    Portaria MS 529/2013 em: Anexo I“Portaria No 529, de 1o de abril de 2013.”
  • cita
    Portaria SETEC 24/2003 em: Anexo II“Em 2001, o Curso Auxiliar de Enfermagem passou à condição de Curso Técnico em Enfermagem, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 13/2000 e, através da portaria SETEC/MEC Nº 24/2003, publicada na...”
  • cita
    Lei PB 875/1953 em: Anexo II“O CPT-ETS/UFPB foi criado pela Lei Estadual nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com denominação inicial de Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e federalizada por ocasião da federalização da...”
  • cita
    Res. CONSEPE 07/2018 em: Anexo II“Destaca-se que o Centro Profissional e Tecnológico – ETS/UFPB orienta suas ações de Ensino, Pesquisa e Extensão baseado nos princípios de (Resolução Nº 7/2018): I - a interação dialógica da...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo II, art. 99“Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015, 2020.”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo II“9.7 Da dilatação para integralização curricular Em conformidade com a Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020, no Título IX, Capítulo I, em seus artigos 174 a 177, fica compreendido que: “A dilatação de...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo II, art. 2º“O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça: Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico.”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo II, art. 99“A Certificação de experiências anteriores e aproveitamento de estudos se dará segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020: “Art. 40. Os componentes curriculares realizados em...”
  • cita
    Res. CONSEPE 38/2018 em: Anexo II“POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL O CPT-ETS/UFPB através da Política de Assistência Estudantil desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, conforme Resolução...”
  • cita
    Res. CONSEPE 59/2013 em: Anexo II, art. 99“Resolução nº 59/2013.”
  • cita
    Res. CONSUNI 04/1999 em: Anexo II“Ressalta-se que o PPC anterior foi criado no Centro de Ciências da Saúde como curso de suplementação Técnica em Enfermagem conforme Resolução 04/1999/CONSUNI/UFPB que passou a ser denominado Curso...”
  • cita
    Res. CONSUNI 04/1999 em: Anexo II, art. 99“Resolução nº04/1999.”
  • cita
    Res. CONSUNI 05/2000 em: Anexo II“Em 2000, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 05/2000, foi dada nova nomenclatura, passando a ser denominada Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (ETS).”
  • cita
    Res. CONSUNI 12/2003 em: Anexo II“Em 2003, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB N° 12/2003, foi criado o Curso Técnico em Prótese Dentária, segundo curso técnico da Escola.”
  • cita
    Res. CONSUNI 13/2000 em: Anexo II“Ressalta-se que o PPC anterior foi criado no Centro de Ciências da Saúde como curso de suplementação Técnica em Enfermagem conforme Resolução 04/1999/CONSUNI/UFPB que passou a ser denominado Curso...”
  • cita
    Res. CONSUNI 13/2000 em: Anexo II, art. 99“Resolução nº13/2000.”
  • cita
    Res. CONSUNI 14/2022 em: Anexo II“Atualmente, o Curso Técnico em Enfermagem está vinculado ao Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde – RPAS, do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde, este...”
  • cita
    Res. CONSUNI 14/2022 em: Anexo II, art. 99“Resolução 14/2022.”
  • cita
    Res. CONSUNI 22/1996 em: Anexo II“A partir da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 22/1996, a denominação é Escola de Enfermagem de Nível Médio.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo II, art. 99“Regimento Geral da UFPB,2016.”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Documento misto: parte do texto veio da camada de texto do PDF e parte de OCR das páginas digitalizadas (marcadas no texto).

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 91 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 9 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO N° 09/2023

Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem na modalidade Educação Profissional e forma de articulação subsequente ao Ensino Médio.

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da Universidade Federal da Paraíba, na reunião ordinária nº 01/2023, realizada no dia 28 de fevereiro de 2023, APROVOU a Reformulação do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem, do Centro Profissional e Tecnlógico, Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPT-ETS/UFPB), conforme processo SIPAC 23074.107430/2022-45. Considerando que o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB atende todas as legislações que subsidiam a formação dos profissionais de Enfermagem no Território Nacional; Considerando que o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB atende também o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), estando em consonância com a Lei Federal Nº 7.498/86, regulamentada pelo Decreto nº 94.406/87 que dispõe sobre o exercício profissional da Enfermagem; Considerando o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem previsto pela Resolução COFEN n° 564/2017; Considerando que a Classificação Brasileira de Ocupações determina que o profissional formado em Técnico de Enfermagem se enquadra na ocupação CBO associada: 3222-05; Considerando que o Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB possibilita três certificações intermediárias, reconhecidas pelo mercado de trabalho: Maqueiro, Recepcionista em Serviços de Saúde e Cuidador Infantil, em cossonância com o que está contemplado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio; Considerando que a Classificação Brasileira de Ocupações determina a qualificação do profissional Maqueiro conforme CBO 5151-10, a obtenção desta certificação intermediária poderá ocorrer após a integralização do conjunto de componentes curriculares da Unidade I conforme o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB; Considerando que a Classificação Brasileira de Ocupações determina a qualificação do profissional Recepcionista em Serviços de Saúde conforme CBO 4221-10, a obtenção desta certificação intermediária poderá ocorrer após ao término da segunda unidade curricular do Curso Técnico em Enfermagem do CPTETS/UFPB;

Considerando que a Classificação Brasileira de Ocupações determina a qualificação do profissional Cuidador Infantil conforme CBO 5162-05, a obtenção desta certificação intermediária poderá ocorrer após a integralização do conjunto de componentes curriculares da Unidade III conforme o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB; Considerando que o currículo do Curso Técnico em Enfermagem será integralizado em 1605 horas/aula, equivalentes a 107 créditos;

RESOLVE

Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Enfermagem, em nível técnico, na modalidade Educação Profissional e forma de articulação subsequente ao Ensino Médio, a ser ministrado pelo Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB, Campus I.

Art. 2º Aprovar a Reformulação do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB, Campus I.

Art. 3º Fica aprovada a realização e programação pelo Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB, o Curso Técnico em Enfermagem na modalidade subsequente ao ensino médio, Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde, com carga horária de 1605 horas, sendo 405 horas de estágio supervisionado, com duração mínima de 12 meses e máxima de 36 meses, podendo ser ofertado nos turnos matutino e/ou vespertino.

Art. 4º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, no Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB e obedecerá ao projeto pedagógico em anexo a esta Resolução.

Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba.

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 04 de maio de 2023.

Valdiney Veloso Gouveia Presidente

[página 3 — sem camada de texto; texto obtido por OCR]

ANEXO IDA RESOLUÇÃO Nº 09/2023

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TECNICA DE SAUDE

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

TENF - CPT- ETS/UFPB [fim da página 3]

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem

João Pessoa – PB 2022

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO – ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CPT-ETS/UFPB REITOR Prof. Dr. Valdiney Veloso Gouveia VICE-REITORA Profa. Dra. Liana Filgueira Albuquerque DIRETORA DO CPT- ETS/UFPB Profa. Dra. Maria Soraya Pereira Franco Adriano VICE-DIRETORA DO CPT- ETS/UFPB Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Sarmento COORDENADORA DO CURSO Profa. Dra. Anna Cláudia Freire de Araújo Patrício VICE-COORDENADORA DO CURSO Profa. Dra. Verbena Santos Araújo COMISSÃO DE ATUALIZAÇÃO DO PPC DO CURSO Profa. Dra. Anna Cláudia Freire de Araújo Patrício Profa. Dra. Anne Karoline Candido Araújo Luciene Alves Coutinho Profa. Dra. Marcella Costa Souto Duarte Profa. Dra. Nathalia Costa Gonzaga Saraiva Profa. Dra. Simone Helena dos Santos Oliveira Profa. Dra. Verbena Santos Araújo ASSESSORIA PEDAGÓGICA Luciene Alves Coutinho Rosanie Rocha Schwab Figueiredo

LISTA DE SIGLAS CEPE Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem CNCST Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia CNCT Catálogo Nacional de Cursos Técnicos CNE Conselho Nacional de Educação CNPQ Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico COFEN Conselho Federal de Enfermagem CONDETUF Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais CONSEPE Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão CONSUNI Conselho Universitário COREN Conselho Regional de Enfermagem CPT Centro Profissional e Tecnológico DCN Diretrizes Curriculares Nacionais DCNGEPT Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica EJA Educação de Jovens e Adultos EPT Educação Profissional e Tecnológica ETS Escola Técnica de Saúde FIC Formação Inicial e Continuada FLUEX Fluxo Contínuo de Extensão LDB Lei de Diretrizes e Bases MEC Ministério da Educação PDI Plano de Desenvolvimento Institucional PPC Projeto Pedagógico do Curso PROBEX Programas de Bolsas de Extensão PRONATEC Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego SETEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica SISTEC Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica SUS Sistema Único de Saúde TE Técnico de Enfermagem UC Unidade Curricular UCE TEC Unidade Curricular de Extensão Técnica UFPB Universidade Federal da Paraíba

LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba.....................................................................................................................11 Figura 2 – Organização das Unidades Curriculares do Curso Técnico em Enfermagem do CPT - ETS/UFPB..............................................................................................................................41 Figura 3 – Síntese da Matriz Curricular do Curso Técnico em Enfermagem do CPTETS/UFPB................................................................................................................................47 Figura 4 – Fluxograma do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/ UFPB.................51 Figura 5 – Qualificações intermediárias no Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/ UFPB.........................................................................................................................................52 Figura 6 – Setores e carga horária dos Estágios Supervisionados do Curso Técnico em Enfermagem – CPT/ETS/UFPB................................................................................................56 Figura 7 – Articulação do Ensino, Pesquisa e Extensão no CPT-ETS/UFPB...........................68 Figura 8 – Síntese do processo de avaliação dos discentes do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB...................................................................................................................78 Figura 9 – Critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB.........................................................................76

LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Demonstrativo das instalações físicas do CPT-ETS/UFPB, 2022........................24 Quadro 2 – Demonstrativo dos laboratórios do CPT-ETS/UFPB, 2022...................................25 Quadro 3 - Materiais permanentes nos laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Enfermagem Curso Técnico em Enfermagem, CPT-ETS/UFPB, 2022.....................................27 Quadro 4 – Materiais permanentes do Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde para os Idosos, CPT-ETS/UFPB, 2022....................................................30 Quadro 5 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Informática, CPTETS/UFPB, 2022.......................................................................................................................32 Quadro 6 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Anatomia, CPT-ETS/UFPB, 2022...........................................................................................................................................32 Quadro 7 – Salas de aula do CPT-ETS/UFPB, 2022.................................................................34 Quadro 8 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular I do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB................................................................42 Quadro 9 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular II do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB................................................................43 Quadro 10 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à unidade curricular III do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB................................................................44 Quadro 11 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular IV do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB................................................................45 Quadro 12 – Distribuição das cargas horárias, por unidade curricular, referentes ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. .........................................................................45 Quadro 13 – Estrutura Curricular organizada por Unidade Curricular com os componentes curriculares, pré-requisitos e correquisitos................................................................................48 Quadro 14 -– Perfil dos docentes que ministram componentes curriculares no Curso Técnico em Enfermagem CPT-ETS/UFPB, conforme formação, titulação acadêmica e regime de trabalho......................................................................................................................................59 Quadro 15 - Perfil dos servidores técnico-administrativos do CPT-ETS/UFPB, 2022, conforme titulação, função e regime de trabalho........................................................................................61

SUMÁRIO 1.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

5

2.

APRESENTAÇÃO

3.

CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

6 9

3.1 Breve histórico da formação do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde e do Curso Técnico em Enfermagem 9 3.2 Panorama da organização da oferta dos Cursos do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde/CPT-ETS/UFPB 12 4.

MARCO REGULATÓRIO DO CURSO

5.

JUSTIFICATIVA DO CURSO

6.

OBJETIVOS DO CURSO

7.

12

14

16

6.1 Objetivo Geral

16

6.2. Objetivos Específicos

16

PERFIL DE EGRESSO

17

7.1 Competências do Egresso

18

7.2 Competências de profissionais egressos de cursos de qualificação profissional

18

7.2.1 Competências de qualificação do Maqueiro

18

7.2.2 Competências de qualificação do Recepcionista em Serviços de Saúde

19

7.2.3 Competências de qualificação do Cuidador Infantil

19

8.

CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL

9.

FORMA DE ACESSO AO CURSO 20

20

9.1 Da forma de acesso ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB

20

9.2 Do requisito de acesso ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB

21

9.3 Da quantidade de vagas

21

9.4 Do turno/horário

21

9.5 Da integralização do Curso

21

9.6 Do tipo de matrícula

21

9.7 Da dilatação para integralização curricular

21

9.8 Da abreviação para integralização curricular

22

10. INFRAESTRUTURA 22 10.1 Instalações físicas do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde 22 10.2 Recursos tecnológicos disponíveis nos laboratórios de práticas realísticas em Enfermagem

25

10.3 Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde do Idoso

28

10.4 Recursos tecnológicos disponíveis no laboratório de informática

30

10.5 Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Anatomia

30

10.6 Salas de Aula

31

10.7 Da Biblioteca

31

10.7.1 Serviços ofertados pela biblioteca do CPT-ETS/UFPB

32

10.7.2 Acervo digital disponível no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA

33

11. COMPOSIÇÃO CURRICULAR

37

11.1 Matriz Curricular do Curso Técnico em Enfermagem CPT- ETS/UFPB

40

11.2 Distribuição dos componentes curriculares por unidade curricular

43

11.3 Síntese da organização curricular do curso

44

11.4 Estrutura curricular com pré-requisitos e correquisitos

44

11.5 Fluxograma da matriz curricular do Curso Técnico em Enfermagem

47

11.6 Certificação intermediária: cursos de qualificação profissional

48

11.7 Prática profissional

49

11.8 Estágio supervisionado

50

11.9 Unidades Curriculares de Extensão Técnica

53

12. CORPO DOCENTE

56

14. METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM

15. ARTICULAÇÃO DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

60

63

16. POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL 65

17. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM. 66

18. DO REGIME DE EXERCÍCIO DOMICILIAR

69

19. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES 70

20. DIPLOMAÇÃO/ CERTIFICAÇÃO 73 REFERÊNCIAS

75

ANEXO I – EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM DO CPT-ETS/UFPB. 79

ANEXO II - MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM – CPT-ETS/UFPB (Versão Antiga) 145

5

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO Nome:

Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (CPT-ETS/ UFPB) Campus I

CNPJ

24.098.477/0001-10

Endereço

Campus I Lot. Cidade Universitária, PB, 58051-900.

Cidade: João Pessoa

UF: PB

Fone: 083 3216-7400

Página institucional na internet

https://www.ets.ufpb.br/

Gestores

Profa. Dra. Maria Soraya Pereira Franco Adriano – Diretora do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde/CPT-ETS/UFPB Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Sarmento – Vice-Diretor do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde/CPT-ETS/UFPB

INFORMAÇÕES GERAIS DO CURSO Denominação

Curso Técnico em Enfermagem

Eixo Tecnológico

Ambiente e Saúde

Nível

Educação Profissional Técnica de Nível Médio

Titulação conferida

Técnico de Enfermagem

Classificação Brasileira das Ocupações

CBO 3222-05

Forma de Ingresso

Subsequente ao Ensino Médio

Modalidade de oferta do Curso

Presencial

Regime letivo do Curso

Semestral

Periodicidade da Oferta

Semestral (1º e 2º semestres)

Forma de ingresso

Seleção pública por edital ou mediante convênio

6

Requisito de Acesso

Ter concluído o Ensino Médio

Número de vagas por semestre

De 30 a 40

Turno de Funcionamento

Matutino e/ou Vespertino

Ano de início do funcionamento do Curso

2001

Carga Horária dos componentes curriculares teórico-práticos

1200 horas

Estágio Supervisionado

405 horas

Tempo Regular de Integralização

24 meses

Tempo Mínimo de Integralização

12 meses ou a integralização das 1605 horas antes o tempo mínimo previsto

Tempo Máximo de Integralização

36 meses

Carga Horária Total

1.605 horas = 107 créditos

Sistema de Carga Horária

Créditos (01 crédito = 15 horas)

2. APRESENTAÇÃO O presente documento trata da reformulação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) Técnico em Enfermagem do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde/CPT - ETS da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) referente ao eixo tecnológico Ambiente e Saúde da quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Ressalta-se que o PPC anterior foi criado no Centro de Ciências da Saúde como curso de suplementação Técnica em Enfermagem conforme Resolução 04/1999/CONSUNI/UFPB que passou a ser denominado Curso de Habilitação de Técnico em Enfermagem no ano de 2000, regulamentado pela Resolução 13/2000/CONSUNI/UFPB, com uma carga horária de 1.800 horas, sendo um curso de educação profissional de nível médio, com formação técnica e certificação intermediária de Auxiliar de Enfermagem.

7

Atualmente, o Curso Técnico em Enfermagem está vinculado ao Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde – RPAS, do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde, este que foi criado recentemente por meio da Resolução CONSUNI N° 14/2022, publicada no Diário Oficial da União em 24 de outubro de 2022. Neste contexto, este projeto pedagógico de curso propõe contextualizar e definir as diretrizes pedagógicas para o Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB, destinado a estudantes que concluíram o ensino médio e que pleiteiam uma formação técnica. Configura-se em uma proposta curricular baseada nas Diretrizes Curriculares Nacionais que exigem mudanças na formação do profissional, propondo novos cenários de estudo que vão além da sala de aula. Para tanto, o projeto pedagógico contempla a busca pela formação integral e adequada do discente, por meio da articulação entre o ensino, a pesquisa e extensão/assistência de acordo com as Diretrizes Curriculares para Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2021). Estão presentes, também, como marco orientador desta proposta, as diretrizes institucionais explicitadas no Projeto Político Pedagógico Institucional, traduzidas nos objetivos da UFPB e na compreensão da educação profissional como uma prática social transformadora, que se materializam na função social que se compromete em promover formação humana integral por meio de uma proposta de educação profissional e tecnológica (EPT) que articule ciência, trabalho, tecnologia e cultura, visando a formação do profissional cidadão-crítico-reflexivo, competente técnica e eticamente e comprometido com as transformações da realidade na perspectiva da igualdade e da justiça social. A Universidade Federal da Paraíba estabelece em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019 – 2023, a criação e revisão de cursos técnicos, como forma de atender as expectativas das demandas da sociedade paraibana, diante da necessidade da formação do profissional, bem como do mundo do trabalho em saúde e essa proposta vem atender ao PDI Institucional. Considerando que a educação profissional tem por finalidade formar técnicos de nível médio para atuar nos diferentes processos de trabalho relacionados aos eixos tecnológicos, com especificidade em uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos oficiais e profissionais, em sua forma de desenvolvimento curricular, os cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB estão estruturados de modo a garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos, quanto à duração, à articulação entre as bases científicas e tecnológicas, à organização curricular com núcleos comuns, às práticas interdisciplinares, às atividades de prática profissional, às condições de laboratórios e equipamentos, às formas de acompanhamento e

8

avaliação, assim como nas demais condições de ensino. Assim, esta propositura acompanha o que preconiza a Constituição Brasileira, que estabelece que a formação profissional deva ser orientada pelo Sistema de Saúde vigente: “Compete à gestão do Sistema Único de Saúde o ordenamento da formação de recursos humanos da área da Saúde, bem como o incremento, na sua área de atuação, do desenvolvimento científico e tecnológico” (BRASIL, 1988). Deste modo, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontaram novas orientações que devem ser necessariamente adotadas por todas as instituições do ensino do país, atendendo o Artigo Nº 25 da Resolução Nº 01 do CNE de 05 de janeiro de 2022 (BRASIL, 2021). No Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) e no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNCST), orienta-se a organização dos cursos dando visibilidade às ofertas da Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2016; BRASIL, 2020; BRASIL, 2021). Face ao exposto e buscando sempre atualizar-se aos contextos socioeconômico e cultural dos processos de saúde-doença, o CPT – ETS/UFPB apresenta este documento, que se constitui na reformulação do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem, sob a perspectiva dos princípios e programas do Sistema Único de Saúde (SUS). Dessa forma, buscarse-á contribuir para sua consolidação, por meio da formação de profissionais Técnicos em Enfermagem que atendam às demandas de saúde da população brasileira, em cumprimento ao disposto no Art. 200, inciso III, da Constituição Federal, e na Lei nº8.080 de 1990 (BRASIL, 1988; BRASIL, 1990). Neste contexto, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontam a possibilidade de emissão de certificado de qualificação profissional ao estudante que cursar parte do curso técnico ou de superior de tecnologia, com terminalidade que caracterize efetiva qualificação profissional técnica ou tecnológica, para o exercício no mundo do trabalho. Conforme Art.15:

§ 2º A qualificação profissional como parte integrante do itinerário da formação técnica e profissional do Ensino Médio será ofertada por meio de um ou mais cursos de qualificação profissional, nos termos das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM), desde que articulados entre si, que compreendam saídas intermediárias reconhecidas pelo mercado de trabalho.

9

Diante disso, o Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS possibilita certificação intermediária ao estudante que concluir os conjuntos de componentes curriculares de cada uma das três primeiras unidades curriculares, respectivamente, a saber: Maqueiro, Recepcionista em Serviços de Saúde e Cuidador Infantil. Ressalta-se que este projeto é fruto de um trabalho coletivo dos docentes, técnicos e discentes do CPT-ETS que, por meio de sua implementação almejam o aperfeiçoamento da formação dos discentes do Curso Técnico em Enfermagem e, por conseguinte, da categoria profissional que atua nas instituições do Sistema Único de Saúde, bem como do setor de saúde suplementar. Assim, este documento foi devidamente reformulado para atender as necessidades de formação técnica na área da Enfermagem e as demandas relacionadas ao mundo do trabalho, apresenta os pressupostos teóricos, metodológicos e didático-pedagógicos estruturantes da proposta do curso em consonância com o Projeto Político Pedagógico Institucional. Em todos os elementos estarão explicitados princípios, categorias e conceitos que materializarão o processo de ensino e de aprendizagem destinados a todos os envolvidos nas práxis pedagógicas.

3. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 3.1 Breve histórico da formação do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde e do Curso Técnico em Enfermagem O CPT – ETS encontra-se vinculado à UFPB, sendo mantido e pertencente à Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, a qual atende às demandas da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação (MEC). O CPT-ETS/UFPB foi criado pela Lei Estadual nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com denominação inicial de Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e federalizada por ocasião da federalização da UFPB, com a Lei nº 3.835 de 13 de dezembro de 1960 (BRASIL, 1960). A partir da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 22/1996, a denominação é Escola de Enfermagem de Nível Médio. Em 2000, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 05/2000, foi dada nova nomenclatura, passando a ser denominada Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (ETS). Em 2001, o Curso Auxiliar de Enfermagem passou à condição de Curso Técnico em Enfermagem, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB Nº 13/2000 e, através da portaria SETEC/MEC Nº 24/2003, publicada na Edição Número 105 de 03/06/2003 – D.O.U., foi

10

reconhecido pela Secretaria de Educação Média e Tecnológica do Ministério da Educação. Em 2003, por meio da Resolução CONSUNI/UFPB N° 12/2003, foi criado o Curso Técnico em Prótese Dentária, segundo curso técnico da Escola. Cumpre assinalar que a denominação Escola Técnica de Saúde perdurou até setembro do ano de 2022, sendo modificada após aprovação do desmembramento da Escola Técnica de Saúde do Centro de Ciências da Saúde e, por conseguinte a criação do Centro Tecnológico, na sessão plenária do CONSUNI, com aprovação por unanimidade do desmembramento e a criação do Centro, a Escola Técnica de Saúde passou a ser denominada de Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da Universidade Federal da Paraíba, conforme Resolução CONSUNI/UFPB nº 14/2022, com sede na cidade de João Pessoa, no Estado da Paraíba. Cumpre assinalar que o CPT-ETS promove aos seus estudantes uma formação tendo como base a indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão, contribuindo para o exercício da cidadania, bem como, o desenvolvimento socioeconômico e cultural. No tocante à proposta pedagógica, essa tem como arcabouço basilar os valores éticos, políticos e estéticos, com uma visão macro, constituída por aspectos de inovação com análise e compreensão crítico-reflexivo, valorizando as dimensões bio-psico- sócio-cultural e espiritual com escopo na construção de competências e habilidades necessárias para o estudante em formação. Figura 1- Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 2022.

Fonte: Imagem do site CPT-ETS/UFPB, 2022.

O CPT-ETS/UFPB possui sua organização e funcionamento disciplinados pelo Regimento aprovado pelo Conselho Universitário/CONSUNI/UFPB por meio da Resolução N°

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59/2013 e pelas normas emanadas dos órgãos superiores à Universidade, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica/Ministério da Educação (SETEC/MEC) e do Governo Federal. Através do seu órgão representativo, o Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais – CONDETUF, a distribuição dos recursos orçamentários para despesas discricionárias é feita com base em matrizes de orçamento e de programas vinculados do Governo Federal, em rubricas específicas para o ensino profissional. O referido órgão, além desse papel, é responsável por defender os interesses das Escolas vinculadas às Universidades junto às organizações governamentais. O Centro Profissional e Tecnológico oferece atualmente os cursos: Técnico em Enfermagem, Técnico em Prótese Dentária, Técnico em Análises Clínicas, Técnico em Cuidados de Idosos, esse último ofertado na forma articulada concomitante à Educação de Jovens e Adultos – EJA ou subsequente, e Técnico em Registros e Informações em Saúde, assim como também a Especialização em Gerontologia. Além dos cursos regulares, o CPT-ETS/UFPB ofertou cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONATEC com oferta de cerca de 456 vagas. Em 2018, com a implantação do Ensino Técnico à Distância, através do Programa e-TEC/MEDIOTEC (financiado pelo FNDE), a Escola dar início à oferta de cursos Técnicos à distância e lança 900 vagas para cursos técnicos, passando a atender a alunos de municípios circunvizinhos. Em 2020, em decorrência das ações adotadas pelos Governos Federal, Estaduais e Distrital para a prevenção ao contágio do novo coronavírus - COVID-19, a SETEC promove novo processo de pactuação, destinado às instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Rede Federal) para a oferta de cursos de qualificação profissional na modalidade de Educação a Distância - EaD. Assim, a ETS faz adesão ao Programa Novos Caminhos e oferece à comunidade cerca de 1200 vagas em cursos FIC, com carga horária variando entre 160, 200 e 240 horas. Ressalta-se que todos os cursos ofertados pelos programas são de grande relevância e qualidade, pois oferecem à comunidade local e adjacências a possibilidade de formar cidadãos capazes de competir no mundo do trabalho a atuar na compreensão e intervenção da realidade social. Destaca-se que os cursos ofertados pela Escola, seja na modalidade presencial ou à distância, FIC, Técnicos ou Pós-graduação, têm como finalidade promover a inclusão de pessoas no mundo do trabalho por meio da formação profissional em saúde, bem como oportunizar o profissional de saúde a ter uma formação especializada, a fim de melhorar sua

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prática profissional, proporcionando conhecimentos contextualizados com fundamentação ética, técnica, científica e humanizada, necessários para o desenvolvimento de competências e habilidades, voltado para a prática do cuidado ao indivíduo, família e comunidade. Face ao exposto, este documento apresenta os pressupostos teóricos, metodológicos e didático-pedagógicos estruturantes da reformulação da proposta do Curso Técnico em Cuidados de Enfermagem em consonância com o Projeto Político Pedagógico Institucional, instituído. Em todos os elementos estarão explicitados princípios, categorias e conceitos que materializarão o processo de ensino e de aprendizagem.

3.2 Panorama da organização da oferta dos Cursos do Centro Profissional e Tecnológico – Escola Técnica de Saúde/CPT-ETS/UFPB O CPT-ETS/UFPB oferta cursos predominantemente na área da saúde, onde prepara a formação de recursos humanos para atuar no Sistema Único de Saúde (SUS). As ofertas são realizadas de acordo com a disponibilidade de cursos na instituição, tendo atualmente como pressuposto a demanda local. O CPT-ETS/ UFPB concilia as demandas identificadas com a vocação e a capacidade da instituição e a rede de ensino, em termos de reais de condições de viabilização da proposta pedagógica. Frente ao exposto, observa-se que o CPT-ETS polariza uma região que comporta mais de 1.700.000 (um milhão e setecentos mil) habitantes, possuindo um número maior que 65 municípios em seu entorno, o que justifica a ampliação de outras ofertas de cursos técnicos já em processo de estudo preliminar, através do planejamento, mediante a necessidade de formação técnica profissional na área de saúde ser fundamental para o SUS, bem como a reformulação contínua dos cursos já ofertados, como no caso do Curso Técnico em Enfermagem, a fim de atender as necessidades de formação na área da Enfermagem, bem como as demandas do mundo do trabalho.

4. MARCO REGULATÓRIO DO CURSO

Este Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem atende todas as legislações que subsidiam a formação dos profissionais de Enfermagem no Território Nacional e atende também o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), estando em consonância com a Lei Federal Nº 7.498/86, regulamentada pelo Decreto Nº 94.406/87, que dispõe sobre o

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exercício profissional da Enfermagem (BRASIL, 1987; BRASIL, 1986) e do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução N° 564/2017). Em relação à Classificação Brasileira de Ocupações, o profissional formado pelo curso se enquadra na ocupação CBO associada: 3222-05 - Técnico de Enfermagem. E, mediante às novas exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB e à Resolução do Conselho Nacional de Educação – CNE/CEB nº 06 de 20 de setembro de 2012, no tocante à Educação Profissional e Tecnológica, e as necessidades do mundo do trabalho em relação ao profissional de nível médio da área de enfermagem, exigiu-se das instituições de ensino, modificações curriculares que promovam uma Educação Profissional com maior socialização, organização e sustentabilidade para jovens e adultos, o que contribui para a consolidação do desenvolvimento loco-regional (BRASIL, 2012; BRASIL, 2008). A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Assim, considera-se o papel da Educação Profissional e Tecnológica no desenvolvimento do mundo do trabalho, na perspectiva da formação integral do cidadão trabalhador. O perfil de formação técnica tem como base o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) 4ª edição, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2/2020 (BRASIL, 2020). O Catálogo é um instrumento que disciplina a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio, para orientar as instituições, estudantes e a sociedade em geral. O CNCT é atualizado periodicamente para contemplar novas demandas sócio educacionais. A quarta edição contém as denominações dos cursos, em treze eixos tecnológicos; respectivas cargas horárias mínimas; perfil profissional de conclusão; infraestrutura mínima requerida; campo de atuação; ocupações associadas à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO); normas associadas ao exercício profissional; e possibilidades de certificação intermediária em cursos de qualificação profissional, de formação continuada em cursos de especialização e de verticalização para cursos de graduação no itinerário formativo. É um referencial para subsidiar o planejamento dos cursos e correspondentes qualificações profissionais e especializações técnicas de nível médio. O técnico em Enfermagem vincula-se ao eixo “Ambiente e Saúde”, que contempla tecnologias consagradas à melhoria da qualidade de vida e ao bem-estar físico, mental e social, à proteção e preservação dos seres vivos e recursos naturais, e ao desenvolvimento e inovação de aparatos tecnológicos de atenção e mitigação de riscos à saúde e ao ambiente, com base em: políticas

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públicas em saúde, biossegurança, leitura e produção de textos técnicos; ciência, tecnologia e inovação;

investigação

tecnológica;

tecnologias

de

comunicação

e

informação;

desenvolvimento interpessoal e trabalho em equipe; legislação e normas técnicas; saúde e segurança do trabalho; gestão da qualidade; responsabilidade e sustentabilidade social e ambiental; qualidade de vida; e ética profissional.

5. JUSTIFICATIVA DO CURSO A realidade brasileira apresenta um déficit na oferta de educação profissional, uma vez que essa modalidade de educação de nível médio deixou de ser oferecida nos sistemas de ensino estaduais com a extinção da Lei nº 5.962/71. Desde então, a educação profissional esteve a cargo da rede federal de ensino, mas especificamente das escolas técnicas, agrotécnicas, centros de educação tecnológica, algumas redes estaduais e nas instituições privadas, especificamente, as do Sistema “S”, na sua maioria, atendendo as demandas das capitais. A partir da década de mil novecentos e noventa, com a publicação da atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Lei nº 9.394/96, a educação profissional passou por diversas mudanças nos seus direcionamentos filosóficos e pedagógicos, passando a ter um espaço delimitado na própria lei, configurando-se uma modalidade da educação nacional. Mais recentemente, em 2008, as instituições federais de educação profissional foram reestruturadas para se configurarem em uma rede nacional de instituições públicas de EPT, denominando-se de Rede Federal. A essa rede nacional estão inseridas as Escolas Técnicas Vinculadas às universidades, entre as quais está o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, Campus I. Portanto, tem sido pauta da agenda do governo uma política pública de um amplo projeto de expansão e interiorização dessas instituições educativas. O perfil sociodemográfico e epidemiológico mundial vem passando por transformações ao longo dos anos, que remetem a necessidade de rever as ações propostas em todos os setores estruturantes da sociedade, particularmente nos setores da saúde e educação. Assim, a preocupação com o desenvolvimento de um ambiente autossustentável e o olhar voltado para problemas inerentes ao contexto brasileiro – atenção à população indígena, às pessoas com deficiências, a formação profissional articulada à educação de jovens e adultos, o envelhecimento populacional, o avanço das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e outros – emergem como questões sociais contemporâneas e que podem se intensificar com o passar dos anos, requerendo a atuação de profissionais capacitados para seu enfrentamento. Nesse contexto, para atender as demandas de saúde eficazmente, mostra-se necessário

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que as instituições formadoras estejam em constante processo de ajustamento dos seus projetos pedagógicos, pensando em um processo de formação amplo, vinculado às questões sociais e articulado às atividades de pesquisa e extensão, que servem como elementos contributivos para a formação crítica e reflexiva. Observa-se que o CPT - ETS polariza uma região que comporta mais de 1.000.000 de habitantes e uma necessidade permanente de profissionais técnicos em enfermagem para compor as equipes de saúde, o que justifica a necessidade de oferta do presente curso, bem como da sua reformulação, de modo a promover a formação de profissionais de nível técnico com as competências e habilidades requeridas ao contexto social contemporâneo. Nessa perspectiva, o Centro Profissional e Tecnológica - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba propõe-se a oferecer o Curso Técnico em Enfermagem , por entender que estará contribuindo para a elevação da qualidade dos serviços prestados à sociedade, formando um profissional diferenciado através de um processo de apropriação e de produção de conhecimentos científicos e tecnológicos, capaz de impulsionar a formação humana e o desenvolvimento econômico da região articulado aos processos de democratização e justiça social. A Educação Profissional requer, além do domínio operacional de um determinado fazer, a compreensão global do processo produtivo, com a apreensão do saber tecnológico, a valorização da cultura do trabalho e a mobilização dos valores necessários à tomada de decisões no mundo do trabalho. Portanto, este curso, da forma como está organizado, propicia tanto a formação plena do Técnico de Enfermagem, como a possibilidade de formação complementar daqueles que já são Auxiliares em Enfermagem, para obter o diploma da habilitação técnica. Esta perspectiva de demanda se dá, também, pela tendência geral observada na área de Saúde, de valorização de profissionais com níveis mais altos de formação, o que conduz grande número de Auxiliares de Enfermagem a se mobilizarem, visando alcançar a formação de nível técnico e, deste modo, lograr mais facilmente sua melhor inserção e ascensão no mercado laboral da área de enfermagem. Nesse sentido, justifica-se a atualização do projeto pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem, apontando para organização do processo de trabalho em Saúde, aprimorando conteúdos programáticos dos componentes curriculares conforme necessidade, de forma a atender as demandas da formação discente para além de técnicas, com mais cidadãos comprometidos com a transformação social, educação, prevenção de doenças, promoção da saúde, recuperação do cliente, humanização, autocuidado, tornando-se pessoas críticoreflexivas, com habilidades e competências inerentes ao Técnico de Enfermagem.

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Isso posto, a reformulação no Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem permitirá a formação de profissionais que atuem na perspectiva do trabalho em equipe e do desenvolvimento de ações articuladas com outros setores da sociedade e do Estado, no atendimento às demandas locais e regionais, porém contextualizada com o cenário nacional, atuando como partícipe da equipe de enfermagem e de saúde, assistindo ao Enfermeiro no planejamento, programação e supervisão das atividades de assistência de Enfermagem e na prestação de cuidados diretos de Enfermagem ao usuário em todos os níveis de atenção à saúde.

6. OBJETIVOS DO CURSO 6.1 Objetivo Geral Promover formação profissional de Técnico de Enfermagem, contextualizada com as demandas sociais, econômicas, políticas e ambientais, para atender às necessidades de saúde dos indivíduos, famílias e coletividade.

6.2. Objetivos Específicos ●

Habilitar profissionais de Enfermagem de nível técnico para que possam atuar com visão holística do ser humano em todo seu ciclo vital;

●

Valorizar no processo de formação a integralidade da atenção à saúde, considerando as dimensões biológica, psicológica e social do processo saúde-doença, mediante a preparação de profissionais para atuarem na promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde;

●

Favorecer a construção dos conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais que proporcionem a formação teórico-prática do Técnico de Enfermagem;

●

Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos contextualizados, que estimulem o pensamento crítico reflexivo e a postura ativa na resolução de problemas, a partir da análise do processo de trabalho da Enfermagem, respeitando valores políticos e éticos e mantendo compromisso com a qualidade;

●

Habilitar para o exercício de cuidados de saúde nas diferentes fases do desenvolvimento humano e em distintos contextos de prática profissional, de acordo com as exigências éticas e legais da profissão;

●

Nortear a formação profissional com base nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde;

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●

Facilitar ao aluno a construção de “itinerário” de formação profissional que atendam às suas expectativas e perspectivas de trabalho.

●

Promover integração entre escola, instituições e comunidades, por meio do ensino, pesquisa e extensão, para acompanhar as transformações tecnológicas e socioculturais do mundo do trabalho, especialmente na área da Saúde e no campo da Enfermagem, mediante contato permanente com especialistas da área e do setor produtivo.

7. PERFIL DE EGRESSO O profissional egresso do Curso Técnico em Enfermagem do CPT – ETS/ UFPB será formado para atender às necessidades de saúde dos indivíduos, famílias e coletividade, nos níveis local, regional e nacional, contextualizada com as demandas sociais, econômicas, políticas e ambientais. Seguindo orientações das legislações específicas, bem como do CNCT, o estudante do Curso Técnico em Enfermagem recebe formação que o habilita para: • Realizar, sob a supervisão do Enfermeiro, cuidados integrais de enfermagem a indivíduos, família e grupos sociais vulneráveis ou não; • Atuar na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos processos saúdedoença em todo o ciclo vital; • Participar do planejamento e execução das ações de saúde junto à equipe multidisciplinar, considerando as normas de biossegurança, envolvendo curativos, administração de medicamentos e vacinas, nebulizações, banho de leito, cuidados pós-morte, mensuração antropométrica e verificação de sinais vitais; • Preparar o paciente para os procedimentos de saúde; • Participar de comissões de certificação de serviços de saúde, tais como núcleo de segurança do paciente, serviço de controle de infecção hospitalar, gestão da qualidade dos serviços prestados à população, gestão de riscos, comissões de ética de enfermagem, transplantes, óbitos e outros; • Colaborar com o Enfermeiro em ações de comissões de certificação de serviços de saúde, tais como núcleo de segurança do paciente, serviço de controle de infecção hospitalar, gestão da qualidade dos serviços prestados à população, gestão de riscos, comissões de ética de enfermagem, transplantes, óbitos e outros.

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7.1 Competências do Egresso Ao término do curso, o Técnico de Enfermagem será capaz de: • Cuidar da pessoa saudável ou doente, de forma humanizada, nos serviços de atenção básica, domiciliar, pré-hospitalar, instituições de longa permanência, unidades de atendimento de média e alta complexidade e demais serviços especializados; • Realizar de forma hábil e adequada os procedimentos de enfermagem; • Registrar informações de suporte à prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, de forma clara, com domínio do vocabulário técnico; • Compreender a importância da atualização do conhecimento para a prática profissional; • Cumprir as exigências do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e da legislação que regulamenta sua prática; • Analisar os diferentes contextos no âmbito de sua prática com visão crítica e holística, respeitando os valores espirituais, éticos e morais; • Estabelecer comunicação eficaz com indivíduo, famílias e coletividade; • Manter postura ética nos diferentes aspectos inerentes ao mundo do trabalho e nas relações que se estabelecem neste contexto; • Cooperar com o trabalho em equipe, tornando-se apto a atingir os objetivos propostos, compreendendo que toda assistência ao indivíduo se processa por meio das relações interpessoais e que o processo do cuidar é complexo e envolve relações multiprofissionais.

7.2 Competências de profissionais egressos de cursos de qualificação profissional O Curso permite a certificação intermediária ao final de cada uma das três primeiras unidades curriculares. Considerando o conjunto de componentes curriculares realizados, o estudante poderá receber os seguintes certificados de qualificação profissional: Maqueiro, Recepcionista em Serviços de Saúde e Cuidador Infantil.

7.2.1 Competências de qualificação do Maqueiro A obtenção desta certificação intermediária poderá ocorrer após o término da primeira unidade curricular. Para isso, é necessário o discente solicitar o certificado após a integralização

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do conjunto de componentes curriculares da Unidade I. O Maqueiro é o profissional com formação na área de transporte de pacientes, sendo capaz de: •

Realizar o transporte de pacientes em dependências internas e externas de hospitais, em cadeira de rodas, macas, ou cama hospitalar;

•

Auxiliar na colocação e retirada de pacientes de veículos que os transportem;

•

Auxiliar na transferência do paciente, da cadeira de rodas para a maca, da maca para a cama ou para a mesa de exames.

Ressalta-se que esse perfil está descrito no Guia de Cursos de Formação Inicial e Continuada (Guia FIC) com carga horária de 160 horas e código do curso 221476. Tem como ocupação associada (CBO): 5151-10 – Atendente de Enfermagem, sendo sinônimo os termos “maqueiro de hospital” e “maqueiro hospitalar”.

7.2.2 Competências de qualificação do Recepcionista em Serviços de Saúde A obtenção desta certificação intermediária poderá ocorrer após ao término da segunda unidade curricular. Para isso, é necessário o discente solicitar o certificado após a integralização do conjunto de componentes curriculares da Unidade II. O Recepcionista em Serviços de Saúde é o profissional com formação capaz de: •

Recepcionar e atender clientes, pacientes, usuários e visitantes;

•

Organizar e operar sistemas de documentação de convênios;

•

Facilitar o acesso às consultas, exames, admissão e alta hospitalar.

Ressalta-se que esse perfil está descrito no Guia de Cursos de Formação Inicial e Continuada (Guia FIC) com carga horária de 240 horas e código do curso 221536. Tem como ocupação associada (CBO): 4221-10 – Recepcionista de consultório médico ou dentário.

7.2.3 Competências de qualificação do Cuidador Infantil A obtenção desta certificação intermediária poderá ocorrer após ao término da terceira unidade curricular. Para isso, é necessário o discente solicitar o certificado após a integralização do conjunto de componentes curriculares da Unidade III. O Cuidador Infantil é o profissional com formação capaz de: •

Realizar práticas de higiene, conforto e alimentação da criança;

•

Zelar pela integridade física e observar possíveis alterações no estado geral da criança;

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•

Promover atividades lúdicas e de entretenimento;

•

Contribuir para o desenvolvimento físico, psicológico e psicomotor da criança.

•

Identificar possíveis alterações no estado geral da criança e do ambiente.

Ressalta-se que esse perfil está descrito no Guia de Cursos de Formação Inicial e Continuada (Guia FIC) com carga horária de 160 horas e código do curso 221538. Tem como ocupação associada (CBO): 5162-05 – Babá.

8.

CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL Dentre os campos de atuação profissional do Técnico de Enfermagem estão

ambulatórios, Centros de Atenção Psicossociais, Centros de diagnóstico por imagem e análises clínicas, clínicas, consultórios, consultórios na rua, cuidados domiciliares, hospitais, indústria e comércio em serviços de segurança do trabalho, Instituições de Longa Permanência, organizações militares, serviços de urgências móveis, Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Pronto Atendimento. 9.

FORMA DE ACESSO AO CURSO

9.1 Da forma de acesso ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB A forma de acesso ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB será por meio de Processo Seletivo, com orientações normativas para o acesso constantes em Edital publicado pelo CPT-ETS/UFPB. O ingresso será destinado a portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio, ou equivalente, mediante: •

Processo seletivo, aberto ao público ou conveniado, para o primeiro período do curso;

•

Transferência ou reingresso, para período compatível ou;

•

Celebração de convênio e/ou pactuação. No Edital, consta a implementação das reservas de vagas de que tratam a Lei N° 12.711,

de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012, alterado pelo Decreto N° 9.034, de 20 de abril de 2017, e a Portaria Normativa MEC Nº 9, de 5 de maio de 2017, que altera a Portaria Normativa MEC Nº 18, de 11 de outubro de 2012, e a Portaria Normativa MEC Nº 21, de 5 de novembro de 2012.

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9.2 Do requisito de acesso ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB Para o ingresso ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB, o requisito de acesso é: ter cursado e concluído o Ensino Médio em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação, em atenção ao que é preconizado no artigo Nº 16 das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica, na forma do inciso IV (BRASIL, 2021). Para tanto, o acesso ocorrerá de forma subsequente ao Ensino Médio, de acordo com o que regerá o edital de entrada, e o candidato deverá ser aprovado em processo seletivo público, edital de transferência ou reingresso ou mediante ação de convênio ou acordo/pactuação entre instituições de ensino.

9.3 Da quantidade de vagas Serão ofertadas de 30 (trinta) a 40 (quarenta) vagas por semestre, o que corresponde ao ingresso de 60 (sessenta) a 80 (oitenta) discentes por ano.

9.4 Do turno/horário Considerando a modalidade proposta para o curso, o acesso ao curso poderá se dar nos turnos matutino e/ou vespertino. Adotar-se-á o critério de hora/aula com duração de 60 (sessenta) minutos.

9.5 Da integralização do Curso O Curso Técnico em Enfermagem terá duração prevista de 24 meses, sendo a duração mínima de 12 (doze) meses, ou com integralização das 1605 horas antes do período previsto, e máxima de 36 (trinta e seis) meses. O currículo do Curso Técnico em Enfermagem será integralizado em 1605 horas/aula, equivalentes a 107 créditos.

9.6 Do tipo de matrícula A matrícula será realizada por componente curricular ou conjunto de componentes curriculares, no início de cada semestre letivo.

9.7 Da dilatação para integralização curricular Em conformidade com a Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020, no Título IX,

Capítulo I, em seus artigos 174 a 177, fica compreendido que: “A dilatação de prazo para

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conclusão de curso é caracterizada pelo período cedido após o término do último período letivo correspondente à duração máxima para integralização curricular. A dilatação para conclusão do curso poderá ser concedida por apenas 02 (dois) períodos letivos”. Ao Colegiado do Curso caberá analisar a solicitação do discente para dilatar o prazo de conclusão de curso técnico, após o período máximo de integralização do curso.

9.8 Da abreviação para integralização curricular O discente regularmente matriculado poderá solicitar abreviação da duração de seu curso, quando atender, simultaneamente, aos seguintes critérios:

I.

Ter integralizado pelo menos 75% da carga horária do curso;

II.

Estar cursando a última unidade curricular para conclusão do seu curso;

III.

Não possuir média inferior a 7,0 (sete vírgula zero) em nenhum dos componentes curriculares cursados;

IV.

Não ter sido reprovado em qualquer um dos componentes curriculares constantes do histórico escolar.

A abreviação de curso, solicitada pelo discente, será encaminhada à Coordenação do Curso, que verificará o atendimento dos critérios estabelecidos e, por sua vez, encaminhará para análise e parecer do Colegiado de Curso. Aos discentes que tiverem sido aprovados em concurso público de provas, ou de provas e títulos, poderão requerer a abreviação para Integralização Curricular, desde que preenchidos os requisitos acima e que comprovem sua aprovação. Devem constar os seguintes documentos na solicitação de abreviação:

a) requerimento do discente encaminhado à Coordenação do Curso a que esteja vinculado, com dados de identificação e justificativa circunstanciada sobre a solicitação;

b) histórico escolar atualizado;

c) plano de Abreviação dos componentes curriculares a serem cursados.

10. INFRAESTRUTURA 10.1 Instalações físicas do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde De acordo com as orientações contidas no Catálogo Nacional de Cursos da Educação Profissional e Tecnológica, a instituição ofertante deverá cumprir um conjunto de exigências que são necessárias ao desenvolvimento curricular para a formação profissional com vistas a

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atingir um padrão mínimo de qualidade. O CPT-ETS dispõe de uma estrutura constituída por recepção, salas de aula, sala de multimídia, auditório, salas administrativas para secretarias e diretoria, sala de chefia de departamento, salas de coordenação de curso, sala de assessoria pedagógica e coordenação de apoio ao discente, biblioteca, ambiente de professores, copa, Laboratório de Informática Laboratório de Anatomia e vinte laboratórios vinculados aos cursos. Os quadros a seguir apresentam as instalações físicas, recursos humanos e tecnológicos que o CPT/ETS/UFPB dispõe. Quadro 1 – Demonstrativo das instalações físicas do CPT-ETS/UFPB, 2022. QUANTIDAD

ESPAÇO FÍSICO

DESCRIÇÃO

E 07

Salas de Aula

01

Sala de Audiovisual ou Projeções

01

Sala videoconferência

01

Auditório

01

Biblioteca

01

Laboratório de Informática Laboratório de Tecnologia da Informação Laboratório de Anatomia e Primeiros Socorros Secretaria Acadêmica

01

01

01 01

01

01 01

de

Sala para atividade da Coordenação do Curso

Direção Geral

Secretaria Geral Direção de Ensino

Com 50 carteiras, condicionador de ar, disponibilidade para utilização de computador e projetor multimídia. Com 60 cadeiras, projetor multimídia, computador, televisor e DVD player. Com 50 cadeiras, equipamento de videoconferência, computador e televisor. Com 100 lugares, projetor multimídia, computador, sistema de caixas acústicas e microfones. Com espaço de estudos individual e em grupo, e acervo bibliográfico e de multimídia específicos. Com 30 máquinas, softwares e projetor multimídia. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com manequins, prancha de imobilização, para apoio à aprendizagem prática dos alunos. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com computadores, recursos didáticos, tablet, impressora, mesa de reunião para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para coordenar e gerir o curso. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Geral da ETS. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Geral da ETS. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Acadêmicos da ETS.

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Sala de Apoio à Assistência Estudantil – CAD Sala de Apoio à Assistência Pedagógica –CAP Copa Servidor

01

01

02

Espaço para Estudante área de lazer Sanitários com adaptação Sanitários

01 04 07

Elevador

01

Ambiente de acolhimento para assistência estudantil, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para alunos. Ambiente de acolhimento para assistência Pedagógica, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para os alunos. Espaço para alimentação dos servidores e colaboradores. Espaço para alimentação e descanso dos educandos. Sanitários com adaptação para portadores de necessidades específicas. Sanitários com 19 assentos (vasos) e 3 mictórios e chuveiros. Plataforma elevatória, prédio anexo para acesso dos estudantes e servidores, visitantes e colaboradores.

No CPT-ETS/UFPB, há 20 laboratórios que estão vinculados aos diversos cursos ofertados no centro. No Quadro 2, encontra-se a descrição desses laboratórios. Quadro 2 – Demonstrativo dos laboratórios do CPT-ETS/UFPB, 2022. REFERÊNCIA/ CURSO

Laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Análises Clínicas

Laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Cuidados de Idosos Laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Enfermagem

QUAN TIDAD E

ESPAÇO FÍSICO

01

LACEC

01

LABIMIC

01

LAPHUB 1

01

LAPHUB 2

01

LAVIMAP

01

LAPABH

01

LAPRAGE

01

LASIMUC

01

LASIPHE

01

LASIPAE

01

LABTENF

01

LENE

DESCRIÇÃO Laboratório de Cultivo e Análise Celular Laboratório de Microbiologia, Biologia molecular e citologia Laboratório de Urinálise, Parasitologia e Automação em Hematologia Laboratório de Urinálise, Parasitologia e Automação em Hematologia Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada Laboratório de Processamento de Material Biológico

Laboratório de Práticas em Gerontologia Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Saúde da Mulher Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Habilidade em Enfermagem Laboratório de Simulação Realística e Práticas Avançadas em Enfermagem Laboratório de Técnicas em Enfermagem Laboratório de Encerramento e Escultura

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Laboratórios vinculados ao Curso Técnico Prótese Dentária Laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Saúde Bucal

Laboratórios vinculados ao Curso de Graduação em Gerontologia

01

LACO

01

LARA

01

LIFU

01

LAR

01

LABOOMI

01

LAPON

01

LASF

01

LTI

Laboratório de Cerâmicas Odontológicas Laboratório de Resinas e Acrilização Laboratório de Inclusão e Fundição Laboratório Práticas em Radiologia Laboratório de Ortodontia, Oclusão, Material e Instrumental Laboratório de Práticas Realísticas em Odontologia Laboratório de Anatomia, avançado à vida e Fisiologia

Suporte

Laboratório de Tecnologia da Informação

10.2 Recursos tecnológicos disponíveis nos laboratórios de práticas realísticas em Enfermagem

O CPT-ETS/UFPB dispõe de 03 ambientes destinados às atividades práticas de enfermagem, divididos nos seguintes laboratórios: Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Habilidade em Enfermagem – LASIPHE, Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Saúde da Mulher e da Criança- LASIMUCRI e Laboratório de Simulação Realística e Práticas Avançadas em Enfermagem – LASIPAE, esse voltado ao desenvolvimento de práticas em Central de Material e Esterilização, Bloco Cirúrgico; e 01 (um) ambiente de simulação realística para o desenvolvimento de práticas de Enfermagem em Emergência e de Enfermagem em Terapia Intensiva. Destaca-se que os laboratórios dispõem de equipamentos e manequins diversos de forma a garantir a simulação realística de todas as atividades necessárias e importantes na formação do profissional Técnico de Enfermagem e do especialista nas diversas áreas de atuação. O laboratório ainda dispõe de diversos materiais de consumo, proporcionando ao discente o desenvolvimento de técnicas de enfermagem direcionadas a todas as áreas de cuidado ao paciente, família e comunidade, a exemplo de seringas, agulhas, sondas, cateteres, drenos, fios de suturas, gazes, dispositivos intravenosos, esparadrapos, equipos, curativos, entre outros. Abaixo, tem-se um quadro que lista todos os materiais permanentes existentes nos diversos ambientes de simulação realística (Quadro 3).

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Quadro 3 - Materiais permanentes nos laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Enfermagem Curso Técnico em Enfermagem, CPT-ETS/UFPB, 2022. Laboratórios vinculados ao Curso Técnico em Enfermagem Discriminação do material permanente 03 Afastador cirúrgico Balfour 05 Afastador cirúrgico doyen 03 Afastador cirúrgico finochietto 02 afastadores cirúrgicos langenbeck 03 afastadores cirúrgicos weitlaner 01 aparelho de ar-condicionado janela 04 aparelhos de ar-condicionado split 02 aparelhos de fototerapia para recémnascidos 34 aparelhos de pressão adulto 09 aparelhos de pressão digital de pulso 10 aparelho de pressão pediátrico 10 aparelho iluminador transdérmico venoscópio 06 apoios de braço 04 armários 02 portas ferro 04 armários 02 portas mdf 08 armários aéreo em mdf, na cor ovo, 3 portas 01 armário de ferro 16 portas 01 armário vitrine com duas portas de vidro 01 aspirador cirúrgico 04 aspiradores p/ secreção 01autoclave de 20 l 04 bacias inox uso hospitalar (35x10) 03 balanças antropométricas mecânicas com régua (adulto) 01 balança digital 01 balança infantil de teto 01 balança mecânica pediátrica 02 balanças pediátrica 03 baldes inox 10 bandeja de inox retangular 22x12 10 bandeja retangular inox 01 berço hospitalar 01 berço, tipo aquecido, característica adicional c/ rodízios, neonatal 05 biombos triplo 01 bisturi elétrico 03 bombas de infusão 04 bombas de infusão p/ uso med, odont e laboratorial 02 bombas peristáltica - seringa 07 braços artificial

30 cadeiras de plástico branco 01 cadeira de rodas 02 cadeiras de rodas para banho 01 cadeira giratória com braços - verde 01 cadeira preta pés inox 01 caixa para desfibrilador 01 cama elétrica hospitalar 03 camas hospitalar - leito p/hospital 01 câmera filmadora digital 01 câmera fotográfica 01 capacete oxigenoterapia 02 carros de emergência - uso hospitalar 30 carteiras escolar 01 cavalinho obstétrico 05 cintos segurança p/ prancha hospitalar 04 clips de mayo-bunt 04 colares cervical - aparelhos médicos cirurgicos diversos 04 colchões hospitalar, revestimento em napa 03 colchões pneumático 04 coletes de imobilização - aparelhos médicos cirúrgicos diversos 06 comadres material aço inoxidável 05 compadres (urinol ou papagaio) - 1000ml 02 conjuntos laringoscópio 01 cpu dell 01 cpu hp 15 cuba rim inox 02 cufômetro 02 desfibriladores cardioversor 05 desfibriladores para treinamento 01 desfibrilador semiautomático 02 detectores fetal - transdutor corrente 02 detectores fetal portátil, ajuste mecânico, visor digital 02 eletrocardiógrafos 04 escadas 02 degraus antiderrapante 01 escada em alumínio com 6 degraus 03 estabilizadores 01 estadiomêtro portátil. 06 estantes de ferro 06 estetoscópios para esculta de sons por duas pessoas simultaneamente 08 fluxômetros

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10 cabo de bisturi nº 3 10 cabo de bisturi nº 4 10 cabo de bisturi nº 7 01 manequim adulto para rcp com painel 02 manequins autoexame de mamas modelos e utens. div. de hospitais 01 manequim bebê 01 manequim criança 02 manequins de intubação 22 manequins inflável para treinamento de reanimação cardiopulmonar, tipo mini ou similar. 03 manequins para fins didáticos adulto 01 manequim para rcp resusci baby material silicone 01 manequim recém-nascido 01 manequim simulação de cirurgia pediátrica - urso beny 02 manequins simulador adulto rcp eletrônico 07 manequins simulador braço 01 manequim simulador de parto 04 manequins simulador de técnicas em rn 01 manequim simulador de trauma na cabeça 01 manequim simulador para cateterismo vesical 01 manequim simulador para exame ginecológico 02 manequins simulador para injeção im glúteo 02 manequins simulador úlcera por pressão 01 manequim torso laerdal 01máquina de lavar roupas, capacidade de lavagem 13 kg 06 máscaras laríngea de silicone 20 máscaras p/ respiração boca a boca 01 mesa auxiliar hospitalar 02 mesas auxiliar semicircular p/hospital 03 mesas birô em mdf 01 mesa cirúrgica 01 mesa de cabeceira 03 mesas de mayo 01 mesa de refeição com regulagem de altura, 66cmx45x120. 02 mesas industrial com tampo e prateleira inferior em aço inoxidável 02 mesas retangular inox 01 microfone sem fio tipo auricular. 01 mocho odontológico 01 modelo feminino pélvico - modelos e utens. div. de hospitais 03 monitores cardíaco

01 foco cirúrgico tipo de teto, constituído em tubo de aço, com uma cúpula, contendo no mínimo 03 lâmpadas halógenas 01 foco elétrico 01gaveteiro 01 geladeira 01 hamper - suporte universal 01 incubadora para RN 01 jarra de inox 02 kits de simulação de ferimentos - aparelhos médicos cirúrgicos diversos 02 kits oxigênio portátil 3 litros 01 maca clínica, material aço inoxidável, tipo carro, elevação hidráulica 08 macas p/transporte 03 macas portátil dobrável 01 manequim adulto com módulos de feridas 01 manequim adulto para rcp 10 pinça de dartigues 10 pinça de desjardins 10 pinça de dissecção 05 pinças de foester 10 pinça de halstead curva 20 pinças de halstead mosquito reta 10 pinça de halstead reta 10 pinça de kocher 04 pinças de mixter 10 pinça de museux 04 pinças de pean 04 pinças de randall 10 pinça de rochester 04 pinças de santisky 10 pinça mathieu 07 pinças pozzi 01 plicômetro (adipômetro) científico: corpo aço inox. 01 poltrona fixa de espera ou de aproximação 04 portas agulha hospitalar 02 projetores multimídia 01 quadro de aviso 01 quadro escolar de vidro 02 quadros métodos contraceptivos 04 reanimadores manual adulto 04 reanimadores manual pediátrico 02 réguas antropométrica - paquimetro 08 réguas de gases 01 respirador pulmonar 01 seladora para embalagem, material aço inoxidável 02 simuladores de intubação nasogástrica 01 simulador de ritmos cardíacos 01 simulador pênis 02 suportes de teto p/ projetor 09 suportes para soro 06 talas (kit 03 peças) 02 telas de projeção elétrica

28

01 monitor hp 01 monitor dell 08 nebulizadores 01 negatoscópio 30 oxímetro 02 pallets em plástico vazado liso 04 pinças adson com dente 10 pinças adson sem dente 04 pinças cadinho 20 pinças de allis 05 pinças de babcock 04 pinças de backaus 04 pinças de bulldog reta 04 pinças de crile reta 20cm 10 tesoura cirúrgica metzenbau 02 transpassador de paciente, tipo: guincho 01 transpassador de paciente, tipo: prancha

01 telefone 02 termômetros auricular e testa 02 termômetros testa 10 tesoura cirúrgica de mayo

10.3 Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde do Idoso O Centro Profissional e Tecnológica Escola Técnica de Saúde da UFPB dispõe de um ambiente amplo exclusivo, destinado às atividades práticas de assistência e promoção de saúde para o idoso. O mesmo encontra-se dividido em três ambientes a saber: 01 (um) ambiente para simulação realística voltado ao desenvolvimento de práticas de atenção básica, prática de cuidados fundamentais e práticas voltadas à saúde do idoso; 01 (um) ambiente para simulação realística voltado ao cuidado direcionado a sua assistência domiciliar e hospitalar e 01 (um) ambiente de simulação realística voltado ao desenvolvimento de práticas de Promoção de Saúde para o Idoso. Destaca-se que o laboratório dispõe de equipamentos e manequins diversos de forma a garantir a simulação realística de todas as atividades necessárias e importantes na formação do profissional do Discente com a possibilidade de simular e as diversas áreas de atuação, bem como para consolidar a formação científica, associando o tripé ensino, pesquisa e extensão. O laboratório ainda dispõe de materiais de consumo diversos, proporcionando ao discente o desenvolvimento de técnicas direcionadas a todas as áreas de cuidado ao paciente, família e comunidade. A seguir, temos um quadro que lista os materiais existentes no ambiente de simulação realística para as atividades práticas de assistência e promoção de saúde para o idoso.

29

Quadro 4 – Materiais permanentes do Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde para os Idosos, CPT-ETS/UFPB, 2022. Laboratório de Práticas Realísticas para Assistência e Promoção de Saúde para os Idosos DESCRIÇÃO DO MATERIAL PERMANENTE Andador ortopédico de alumínio fixo dobrável, 3,5 kg Aparelho de pressão digital de pulso automático Aparelho de som portátil marca: multilaser. Ar condicionado AGRATTO Ar condicionado Electrolux Armário aéreo 3 portas Armário alto de madeira com duas portas Armário em aço 16 portas Balança Antropométrica Mecânica com Régua - adulto (Welmy) Balança de bioimpedância Bengala em aço e inox 4 pés Birô Biombo de aço Cadeira de balanço de madeira Cadeira com rodinhas e encosto para os braços - acolchoado azul Cadeira com rodinhas - acolchoado azul Cadeira de rodas motorizada Cadeira de rodas motorizada Stand-UP Cadeira de rodas para banheiro Cadeiras de rodas em liga de alumínio Cama automática de madeira com controle remoto Colchão hospitalar, revestimento em napa (1,98 x 0,88x0,15 cm azul) Comadre material de aço inoxidável Dispensador de papel toalha Lixeira Manequim anatômico para fins didático, bissexual, com órgãos internos Manequim anatômico para fins didáticos, idosa Muleta G Muleta M Painel de madeira para fantoches Ring light Papagaio Saboneteira dosadora líquida 800ml branca Simulador avançado dos efeitos da velhice Suqueira de plástico vermelha Suporte de teto para projetor multimídia Tela de projeção retrátil motorizada Passante Guincho para transporte de pessoas Colchonetes Colchão pneumático Suporte para soro

QUANTIDADE 02 07 01 02 01 04 05 01 01 01 04 01 02 04 02 13 02 01 01 01 01 01 02 02 03 01 01 01 01 02 01 01 02 11 02 01 01 01 01 20 01 01

30

10.4 Recursos tecnológicos disponíveis no laboratório de informática A seguir, encontra-se o Quadro 5, que descreve os recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Informática, CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022. Quadro 5 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Informática, CPTETS/UFPB, 2022.

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Área de 80m2 Capacidade Técnica para 30 alunos

ESPECIFICAÇÃO

QUANTIDADES

Computador - configuração: Core 2 Duo 3.0 2gb 160Gb HD Data show Quadro interativo Quadro de vidro Estabilizadores Rack para servidores com KVA aula prática Equipamento de videoconferência

30 01 01 01 30 01 01

10.5 Recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Anatomia O Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde da UFPB dispõe de um ambiente amplo exclusivo destinado às atividades práticas do Laboratório de Anatomia, um dos componentes curriculares do referido curso, a seguir segue as especificações a respeito do laboratório: Quadro 6 – Materiais permanentes disponíveis no Laboratório de Anatomia, CPT-ETS/UFPB, 2022. LABORATÓRIO DE ANATOMIA: CAPACIDADE DE ATENDIMENTO PARA 40 ALUNOS Equipamentos Instalados Nº ESPECIFICAÇÃO Quantidade 1 Manequim de Coração Humano 04 2 Cadeira fixa baixa 01 3 Estabilizador de tensão 01 4 Estante aberta em aço, com 06 prateleiras reguláveis 01 6 Manequim de esqueleto (adulto) 02 7 Mesa oblonga para reunião 01 8 Modelo anatômico – crânio 01 9 Modelo anatômico aparelho reprodutor feminino 03 10 11 12 13 14 15 16

Modelo anatômico de arcada dentária, em PVC Modelo anatômico de esqueleto humano (85cm de tamanho) Modelo anatômico de secção mediana da cabeça, confeccionado em PVC; Modelo anatômico do aparelho reprodutor masculino Modelo anatômico do sistema muscular Modelo anatômico para fins didáticos: coração 07 partes. Modelo anatômico para fins didáticos: pulmão segmentado. Modelo de

02 19 03 05 01 03 03

31

17

18 19 20 21 22 23 24 25

pulmões com a representação da árvore brônquica junto do coração, traquéia, esôfago e aorta. Modelo anatômico para fins didáticos: sistema digestivo em 3 partes. Modelo em tamanho natural que demonstra todo o sistema digestivo em relevo gráfico. Modelo anatômico para fins didáticos: sistema nervoso ½ do tamanho natural. Modelo anatômico para fins didáticos: sistema urinário masculino e feminino em 6 partes. Modelo anatômico para fins didáticos: torso unissex 28 partes. Modelo com inserções genitais femininas e masculinas desmontáveis. Modelo anatômico sistema digestório Modelo do sistema circulatório em relevo, com metade do tamanho natural Monitor de vídeo Repipetador Réplica de modelo anatômico tiróide. Modelo de 4 tiróides

03

02 03 03 02 03 01 01 02

10.6 Salas de Aula A seguir, encontra-se o quadro 7, que descreve o quantitativo de salas de aulas do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde.

Quadro 7 – Salas de aula do CPT-ETS/UFPB, 2022. SALAS DE AULAS: 07 (SETE SALAS)

Nº 1 2 3 4 5 6 7

ÁREA (M2)

40 EQUIPAMENTOS INSTALADOS Especificação de cada sala de aula Cadeira escolar Data show Caixa de som Quadro de vidro Boreau Cadeira para pessoas obesas Cadeira com rodizio

CAPACIDADE DE ATENDIMENTO (ALUNOS) 40

40 01 01 01 01 01 01

10.7 Da Biblioteca

A Biblioteca Setorial do CPT-ETS/UFPB contempla o Sistema de Bibliotecas da UFPB

32

e se apresenta de fundamental importância no apoio informacional às atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas por esse Centro de Ensino da UFPB. Assim, através dos seus suportes informacionais e em concordância com as atividades e objetivos da Universidade, contribui para o desenvolvimento científico da Instituição e da comunidade acadêmica em geral, disponibilizando o acervo bibliográfico virtual e físico. O acervo bibliográfico da Biblioteca Setorial da CPT-ETS/UFPB é composto por cerca de 3.080 exemplares, assim especificados: monografias, DVD’s de filmes brasileiros, periódicos, além do acervo literário. É importante ressaltar que o acervo se encontra em processo de crescimento, com aquisição atualmente de mais 722 novos livros. Além do acervo físico, fica à disposição, o acervo das Bibliotecas Digitais disponibilizado através do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da UFPB. Dentre os serviços ofertados há disponibilidade de acesso aos computadores para consulta e pesquisa; empréstimo, devolução e renovação de livros; auxílio ao uso das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); confecção de fichas catalográficas (mediante solicitação) e divulgação dos livros digitais, disponibilizados através do SIGAA. Desta forma, o acervo da Biblioteca Setorial do CPT- ETS tem o objetivo de dar suporte informacional aos cursos ofertados, sendo constituído por livros nas áreas de Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Bioquímica, Medicina, Análises Clínicas, Prótese Dentária, Gerontologia, Educação, entre outros, além de livros de Literatura (poesia, romance, ficção, contos, biografia, infanto juvenil). 10.7.1 Serviços ofertados pela biblioteca do CPT-ETS/UFPB Os serviços ofertados pela biblioteca do CPT-ETS/ UFPB são: •

Orientação na realização do cadastro para utilização dos serviços da Biblioteca – Atendimento

realizado

presencialmente

e

através

do

Google

Meet

(https://www.ets.ufpb.br/index.php/atendimento); •

Orientação para consulta ao acervo, aos Portais de Pesquisa e Bibliotecas Digitais – Atendimento

realizado

presencialmente

e

através

do

Google

Meet

(https://www.ets.ufpb.br/index.php/atendimento); •

Empréstimo, devolução e renovação de material bibliográfico, para usuários do SIGAA/UFPB, com vínculo ativo;

•

Computadores com acesso à internet para a realização de consultas e pesquisas – No momento liberado apenas para consultas rápidas;

•

Ambiente para estudo;

33

•

Dicas de Leitura – Postagens nas Redes Sociais da Escola (Instagram e Facebook), divulgando os livros digitais disponíveis nas Bases Digitais no SIGAA, periódicos do Portal de Periódicos da CAPES ou outras fontes de informação.

10.7.2 Acervo digital disponível no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA

A chamada MINHA BIBLIOTECA é uma base de livros eletrônicos, em português, que reúne milhares de títulos acadêmicos das diversas áreas do conhecimento. Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca> Pesquisar Livros e Bases Digitais > Minha Biblioteca.

A BIBLIOTECA VIRTUAL – PEARSON é um acervo digital composto por milhares de títulos, que abordam diversas áreas de conhecimento (administração, marketing, engenharia, direito, letras, economia, computação, educação, medicina, enfermagem, psiquiatria, gastronomia, turismo e outras). Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Biblioteca Virtual Pearson.

34

A DOT.LIB disponibiliza acesso a base de livros digitais Atheneu com diversos livros na área de Medicina e Ciências da Saúde, além de acesso a bancos de dados que trabalham com evidências e clínica médica: a Cochrane Library, a Cochrane Clinical Answer e a Essential Evidence Plus da Editora Wiley. Para acessar essa base fora do ambiente de rede da UFPB, o usuário deve baixar e instalar o navegador Firefox UFPB (http://www.nti.ufpb.br/proxyufpb/firefox_ufpb.html) e em seguida, entrar com seus dados de login do SIGAA. Após o login no SIGAA, acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > DotLib - Atheneu e Cochcrane.

35

TARGET GEDWEB - Sistema de gestão de normas e documentos regulatórios. Disponibiliza acervo de Normas Brasileiras (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entre outros. Para o acesso, o usuário deve fazer o login no SIGAA da UFPB e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Target – Normas Técnicas.

PORTAIS DE PESQUISA E BASES DE DADOS

O

Portal

de

Periódicos

da

Capes

(https://www-periodicos-capes-gov-

br.ez15.periodicos.capes.gov.br/index.php?) é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional.

36

O Portal EduCapes (https://educapes.capes.gov.br/) compila conteúdos educacionais abertos e disponibiliza através do repositório de objetos de aprendizagem, material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O conteúdo pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil. O repositório engloba em seu acervo textos em formato PDF, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, vídeoaulas, planos de aula e quaisquer outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta ou sob domínio público. É possível baixar os conteúdos ou usá-los online.

O

Portal

Domínio

(http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp)

Público constitui-se

é

um

ambiente virtual que permite coleta, integração, preservação e compartilhamento de conhecimentos. Seu principal objetivo é promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham sua divulgação autorizada.

37

No REI - Repositório Eletrônico Institucional (https://repositorio.ufpb.br/) da Universidade Federal da Paraíba, você encontra produções acadêmicas de discentes (monografias, TCCs, relatórios de Conclusão de Curso), além da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações das instituições de ensino e pesquisa brasileiras. O REI é uma iniciativa de profissionais da informação do CCEN, do Grupo de Pesquisas vinculado ao CNPq WRCO e do STI. Contato: ri@ufpb.br

11. COMPOSIÇÃO CURRICULAR

A organização curricular do Curso Técnico em Enfermagem observa as determinações legais presentes na Lei Nº 9.394/96, alterada pela Lei Nº 11.741/2008, nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, bem como nos princípios e diretrizes definidos no Projeto Político Pedagógico do CPT- ETS/UFPB. O curso possui uma carga horária total de 1.605 horas. A Matriz Curricular constitui-se de 1200 horas em 30 componentes curriculares teórico-práticos, e de 405 horas de estágio obrigatório, que deverão ser realizadas conforme regulamentos específicos. O não cumprimento da carga horária total implica na não conclusão do curso. O Curso Técnico em Enfermagem adotará a definição de Unidades Curriculares para cada período letivo. Ressalta-se ainda que o curso adotará o regime acadêmico de créditos, observando a carga horária em cada unidade curricular, que será múltiplo de 15 horas. Assim, a proposta pedagógica do Curso Técnico em Enfermagem está organizada em quatro Unidades Curriculares as quais favorecem a prática da interdisciplinaridade, transversalidade e atividades de extensão, apontando para o reconhecimento da necessidade de uma educação profissional e tecnológica integradora de conhecimentos científicos com

38

experiências e saberes advindos do mundo do trabalho, possibilitando, assim, a construção do pensamento tecnológico crítico e a capacidade de intervir em situações concretas (figura 2). Conforme o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos, o Curso Técnico em Enfermagem, na modalidade presencial, poderá prever até 20% da sua carga horária total em atividades não presenciais. Em consonância com o Art. 26 da Resolução CNE/CP N°1, de 5 de janeiro de 2021:

§ 5º Respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária, o plano de curso técnico, ofertado na modalidade presencial, pode prever carga horária na modalidade a distância, até o limite indicado no CNCT, ou em outro instrumento que venha a substituí-lo, desde que haja suporte tecnológico e seja garantido o atendimento por docentes e tutores Diante disso, o curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/ UFPB ofertará 195 horas de atividades não presenciais, o que equivale a 12,15% de sua carga horária total, sendo distribuídas da seguinte forma: 65 horas na unidade curricular I, 50 horas na unidade curricular II, 55 horas na unidade curricular III e 25 horas na unidade curricular IV. A distribuição de carga horária não presencial, por componentes curriculares, está descrita na matriz curricular. Os docentes do colegiado que ministram os componentes curriculares serão responsáveis pela mediação das atividades presenciais e não presenciais, dispensando a necessidade de tutores. O atendimento ao aluno será realizado por meio da plataforma como também durante as atividades presenciais. As atividades não presenciais serão mediadas pelas Tecnologias da Informações e Comunicação - TICs, de forma síncrona ou assíncrona, utilizando-se um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Figura 2 – Organização das Unidades Curriculares do Curso Técnico em Enfermagem do CPT - ETS/UFPB.

[página 45 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] 39

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR | CURRICULAR DO Introduz componentes curriculares da formação do

CURSO TÉCNICO EM “Técnico de Enfermagem. Início dos conhecimentos ENFERMAGEM DO específicos da formação técnica. CPT - ETS/UFPB CURRICULAR II

Articula os conhecimentos da formação introdutória com a prática profissional de média e baixa complexidade. Início do estágio supervisionado.

=.

Fonte: Elaborado pelos autores (2022)

CURRICULAR IV

Predominantemente composto por estágio supervisionado Ill e IV. [fim da página 45]

40

11.1 Matriz Curricular do Curso Técnico em Enfermagem CPT- ETS/UFPB UNIDADE CURRICULAR I Quadro 8 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular I do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. Componente Curricular

Créditos

CH Teóricoprática CHT

CHP

CHES

Quanto à oferta Presencial

Não Presencial

CH Total

Anatomia e Fisiologia Humana Microbiologia e Parasitologia Biossegurança nos Serviços de Saúde Primeiros Socorros

5

45

30

--

65

10

75

3

30

15

--

40

05

45

3

30

15

--

40

05

45

2

15

15

--

30

--

30

Informática em Saúde

2

05

25

--

25

05

30

Saúde Coletiva

2

30

--

--

25

05

30

História da Enfermagem, Ética e Legislação Semiotécnica

3

45

--

--

35

10

45

9

45

90

--

120

15

135

Tópicos Integradores I

1

15

--

--

05

10

15

TOTAL

30

260

190

--

385

65

450

CHT: Carga horária teórica. CHP: Carga horária prática; CHES: Carga horária de estágio supervisionado. CHNP: Carga horária não presencial. UNIDADE CURRICULAR II Quadro 9 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular II do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. Componente Curricular

Enfermagem em Saúde Coletiva Estágio Supervisionado I

Créditos

CH Teóricoprática CHT

CHP

2

30

--

4

--

--

CHES

Quanto à oferta

CH Total

Presencial

Não Presencial

--

25

05

30

60

60

--

60

41

Farmacologia Aplicada à Enfermagem Metodologia Científica

3

45

--

--

35

10

45

2

15

15

--

25

05

30

Psicologia Aplicada à Saúde Tecnologia Aplicada à Enfermagem Enfermagem em Saúde da Criança e do Adolescente Enfermagem em Saúde da Mulher Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II Enfermagem em Saúde Mental TOTAL

2

30

--

--

25

05

30

1

05

10

--

15

--

15

3

30

15

--

40

05

45

3

35

10

--

40

05

45

3

30

15

--

40

05

45

3

30

15

--

40

05

45

3

40

05

--

40

05

45

29

290

85

60

385

50

435

UNIDADE CURRICULAR III Quadro 10 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à unidade curricular III do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. Componente Curricular

Créditos

CH Teóricoprática CHT

CHP

CHES

Quanto à oferta Presencial

Não presencial

CH Total

Enfermagem Cirúrgica I

3

30

15

--

40

05

45

Enfermagem Cirúrgica

II Enfermagem em Terapia Intensiva Enfermagem em Emergência Estágio Supervisionado

II Enfermagem em Saúde do Trabalhador Cuidados Paliativos

3

30

15

--

40

05

45

3

30

15

--

40

05

45

3

30

15

--

40

05

45

6

--

--

90

90

--

90

2

30

--

--

25

05

30

2

30

--

--

25

05

30

Tópicos Integradores II

1

15

--

--

05

10

15

42

Unidade Curricular de Extensão Técnica I TOTAL

2

--

30

--

15

15

30

25

195

90

90

320

55

375

CHT: Carga horária teórica. CHP: Carga horária prática; CHES: Carga horária de estágio supervisionado.

UNIDADE CURRICULAR IV Quadro 11 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular IV do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. Componente Curricular

Créditos

CH Teóricoprática CHT

CHP

CHES

Quanto à oferta

CH Total

Presencial

Não Presencial

Empreendedorismo

2

30

--

--

25

05

30

Estágio Supervisionado

III Estágio Supervisionado

IV Tópicos Integradores III

6

--

--

90

90

--

90

11

--

--

165

165

--

165

2

30

--

--

25

05

30

2

--

30

--

15

15

30

23

60

30

255

320

25

345

Unidade Curricular de Extensão Técnica II TOTAL

CHT: Carga horária teórica. CHP: Carga horária prática; CHES: Carga horária de estágio supervisionado. Simplificação da Matriz Curricular do Curso Técnico em Enfermagem Quadro 12 – Distribuição das cargas horárias, por unidade curricular, referentes ao Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. UNIDADES

CHT

CHP

CHES

CH Total da Unidade

I 260

190

–

450

43

II 290

85

60

435

III 195

90

90

375

IV 60

30

255

345

Total parcial

805

395

405

1605

Total do Curso

1605 h

CHT: Carga horária teórica. CHTP: Carga horária prática; CHES: Carga horária de estágio supervisionado. 11.2 Distribuição dos componentes curriculares por unidade curricular Os componentes curriculares que compõem a matriz do Curso Técnico em Enfermagem do CPT/ETS/UFPB estão articulados entre si, fundamentadas nos conceitos de interdisciplinaridade e contextualização. Orientaram-se pelos perfis profissionais de conclusão estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso, ensejando a formação integrada que articula ciência, trabalho, cultura e tecnologia, assim como a aplicação de conhecimentos teórico-práticos específicos do eixo tecnológico e da habilitação específica, contribuindo para uma sólida formação técnico-humanística dos estudantes. Os componentes curriculares do curso da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, em seu planejamento, atendem aos seguintes requisitos: •

Organização curricular por áreas de estudos, projetos, e critérios na sua forma de organização, compatíveis com os princípios da interdisciplinaridade, da contextualização e da integração permanente entre teoria e prática ao longo de todo o processo de ensino e aprendizagem;

•

Identificação dos saberes compreendidos nas competências profissionais definidoras do perfil profissional de conclusão proposto para o curso;

•

Incentivo à inovação por meio de metodologias que estimulem o protagonismo do estudante na área de atuação profissional.

44

11.3 Síntese da organização curricular do curso Na figura 3, consta a distribuição dos componentes curriculares ao longo do Curso Técnico em Enfermagem do CPT – ETS/UFPB e a indicação da carga horária total de cada período letivo. Figura 3 – Síntese da Matriz Curricular do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB.

Fonte: Elaborado pelos autores (2022).

11.4 Estrutura curricular com pré-requisitos e correquisitos

Segue a estrutura curricular do Curso Técnico em Enfermagem com os pré-requisitos e correquisitos para o discente cursar os componentes curriculares do referido curso (Quadro 13).

Quadro 13 – Estrutura Curricular organizada por Unidade Curricular com os componentes curriculares, pré-requisitos e correquisitos. UNIDADE CURRICULAR I

45

COMPONENTE CURRICULAR

PRÉ-REQUISITOS

CORREQUISITOS

Anatomia e Fisiologia Humana Microbiologia e Parasitologia

___

___

___

___

Biossegurança nos Serviços de Saúde Primeiros Socorros

___

___

___

___

Informática em Saúde

___

___

Saúde Coletiva

___

___

História da Enfermagem, Ética e Legislação Semiotécnica

___

___

___

___

Tópicos Integradores I

___

___

UNIDADE CURRICULAR II COMPONENTE CURRICULAR Enfermagem em Saúde Coletiva Estágio Supervisionado I

PRÉ-REQUISITOS

CORREQUISITOS

Saúde Coletiva

___

Semiotécnica

Farmacologia Aplicada à Enfermagem Metodologia Científica

___

Enfermagem em Saúde Coletiva ___

___

___

Psicologia Aplicada à Saúde

___

___

Tecnologia Aplicada à Enfermagem Enfermagem em Saúde da Criança e do Adolescente Enfermagem em Saúde da Mulher Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II Enfermagem em Saúde Mental

___

___

___

___

___

___

___

___

___

___

___

___

UNIDADE CURRICULAR III COMPONENTE CURRICULAR Enfermagem Cirúrgica I

PRÉ-REQUISITOS

CORREQUISITOS

Semiotécnica, Enfermagem em

___

46

Enfermagem Cirúrgica II

Enfermagem em Terapia Intensiva

Enfermagem em Emergência

Estágio Supervisionado II

Enfermagem em Saúde do Trabalhador Cuidados Paliativos

Tópicos Integradores II Unidade Curricular de Extensão Técnica I

Saúde do Adulto e Idoso I, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II. Semiotécnica, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II. Estágio Supervisionado I, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II. Estágio Supervisionado I Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II Estágio Supervisionado I, Enfermagem em Saúde da Criança e do Adolescente, Enfermagem em Saúde da Mulher, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II, Enfermagem em Saúde Mental. ___

Enfermagem Cirúrgica I

Enfermagem Cirúrgica I, Enfermagem em Emergência ___

___

___

Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II ___

___

___

___

___

UNIDADE CURRICULAR IV COMPONENTE CURRICULAR Empreendedorismo Estágio Supervisionado III

Estágio Supervisionado IV

PRÉ-REQUISITOS

CORREQUISITOS

___

___

Estágio Supervisionado II Enfermagem Cirúrgica I, Enfermagem Cirúrgica II, Enfermagem em Terapia Intensiva, Enfermagem em Emergência Estágio Supervisionado II, Enfermagem Cirúrgica I, Enfermagem Cirúrgica II, Enfermagem em Terapia Intensiva, Enfermagem em Emergência

___

Estágio Supervisionado III

47

Tópicos Integradores III

___

___

Unidade Curricular de Extensão Técnica II

___

___

11.5 Fluxograma da matriz curricular do Curso Técnico em Enfermagem

Segundo a definição do Instrumento de Avaliação de Cursos do MEC, o fluxograma corresponde à representação gráfica do perfil de formação; constitui-se em um diagrama que tem como finalidade representar a dinâmica ou o fluxo do curso. Apresenta a distribuição dos componentes curriculares ao longo do Curso, com o objetivo de facilitar a identificação das ações a serem executadas. Abaixo, segue o desenho da matriz curricular do Curso, com os componentes curriculares, suas cargas horárias por semestre e a indicação da carga horária total de cada unidade curricular (Figura 4). No Anexo I, consta o ementário dos componentes curriculares do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB. E, para fins de comparação com a reformulação do PPC do Curso, consta, no Anexo II, a matriz curricular que antecede esse documento.

48

Figura 4 – Fluxograma do Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/ UFPB.

Fonte: Elaborada pelos autores (2022).

11.6 Certificação intermediária: cursos de qualificação profissional

Como já descrito, a habilitação do curso Técnico em Enfermagem está dividida em quatro unidades curriculares e, ao concluir cada uma das primeiras unidades, o estudante poderá solicitar a certificação de terminalidade intermediária. Ao integralizar a Unidade Curricular I, a certificação intermediária é em Maqueiro (CBO associado: 5151-10 – Atendente de Enfermagem); após a conclusão das Unidades

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Curriculares I e II, o discente pode solicitar a certificação de Recepcionista em Serviços de Saúde (CBO associado: 4221-10 – Recepcionista de consultório médico ou dentário); e, ao término das Unidade I, II e III, Cuidador Infantil (CBO associado: 5162-05 – Babá). Todas essas certificações estão descritas no Guia de Cursos de Formação Inicial e Continuada (Guia FIC) e o conjunto de componentes curriculares e estágios realizados até cada unidade curricular do Curso Técnico em Enfermagem lhe propiciam condições de exercer a atividade profissional correspondente, compreendendo uma carga horária maior do que a recomendação mínima do referido catálogo. Na Figura 5, é sumarizada a certificação intermediária com cursos de qualificação profissional no Curso Técnico em Enfermagem. Figura 5 – Qualificações intermediárias no Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/ UFPB.

Fonte: Elaborada pelos autores (2022).

11.7 Prática profissional A prática profissional supervisionada, prevista na organização curricular do curso de Educação Profissional e Tecnológica, deve estar relacionada aos seus fundamentos técnicos, científicos e tecnológicos, orientada pelo trabalho como princípio educativo e pela pesquisa

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como princípio pedagógico, que possibilitam ao educando se preparar para enfrentar o desafio do desenvolvimento da aprendizagem permanente, integrando as cargas horárias mínimas de cada habilitação profissional técnica e tecnológica. É compreendida como uma atividade articuladora entre o ensino, a pesquisa e a extensão, balizadora de uma formação integral de sujeitos para atuar no mundo em constantes mudanças e desafios, sendo uma atividade acadêmica específica obrigatória nos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, traz à tona diferentes situações de vivência profissional, aprendizagem e trabalho, como experimentos e atividades específicas em ambientes especiais, bem como investigação sobre atividades profissionais, projetos de pesquisa ou intervenção, visitas técnicas, simulações e observações. No curso aqui apresentado, essa atividade se respalda na Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021 a qual afirma que a prática profissional supervisionada na Educação Profissional e Tecnológica compreende diferentes situações de vivência profissional, aprendizagem e trabalho, como experimentos e atividades específicas em ambientes especiais, bem como investigação sobre atividades profissionais, projetos de pesquisa ou intervenção, visitas técnicas, simulações e observações e que a mesma pode ser desenvolvida com o apoio de diferentes recursos tecnológicos em oficinas, laboratórios ou salas/ambientes na própria instituição de ensino ou em entidade parceira. Dessa maneira, será realizada por meio de Unidades Curriculares de Extensão obrigatórias dispostas no segundo, terceiro e quarto período do Curso Técnico em Enfermagem, através de projetos de pesquisa e/ou intervenção, pesquisas acadêmicocientíficas e/ou tecnológica individual ou em equipe, estudo de caso, visitas técnicas, atividade acadêmico-científico-cultural, laboratório (simulações, observações e outras), oficina, atividade de promoção e prevenção, atuação em linhas de cuidado e espaço escolar. Destaca-se que, em caso de falta, não há reposição das atividades práticas e/ou estágio supervisionado e que o aluno deve comunicar ao docente e/ou setor o motivo da sua ausência em tempo hábil para que as atividades propostas aconteçam da forma prevista.

11.8 Estágio supervisionado O estágio profissional supervisionado é uma atividade de aprendizagem associada ao Projeto Pedagógico de Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de certificação. Propõe o exercício de práticas préprofissionais, exercidas em situações reais de trabalho, integrando a teoria às situações reais de

51

cuidado. O estágio integra o itinerário formativo do aluno regularmente matriculado e promove o aprendizado de competências e habilidades próprias da atividade profissional. De acordo com a Resolução Nº 06/2012 do Conselho Nacional de Educação, os cursos técnicos na área da saúde terão obrigatoriamente uma carga horária de aulas teóricas de 1.200 horas (BRASIL, 2012). Segundo o parecer normativo COFEN Nº 001/2019, a carga horária mínima para o Estágio Curricular Obrigatório na formação em Enfermagem é de 400 horas em todo Brasil (BRASIL, 2019). Para atender as legislações vigentes, que afirmam que estágio profissional deve ser desenvolvido em ambiente real de trabalho, assumido como ato educativo e supervisionado pela instituição de ensino, em regime de parceria com organizações do mundo do trabalho, objetivando efetiva preparação do estudante para o trabalho, o estágio profissional supervisionado do Curso Técnico de Enfermagem do CPT-ETS/UFPB se dará em estabelecimentos assistenciais de saúde da rede pública municipal, estadual e federal, e nas instituições privadas e filantrópicas que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS). No Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB, o Estágio Supervisionado Obrigatório possui uma carga horária total de 405 horas relógio, sendo distribuídas em 60h de Estágio Supervisionado I, 90h no Estágio Supervisionado II, e 90h no Estágio Supervisionado III e 165h do Estágio Supervisionado IV, da seguinte forma: •

Estágio Supervisionado I: o discente participará de estágio supervisionado em Unidade Básica de Saúde composto por 60 horas. O aluno deverá cursar o estágio concomitantemente aos componentes curriculares da segunda unidade curricular do Curso. Tem como pré-requisito o componente curricular Semiotécnica e como correquisito Enfermagem em Saúde Coletiva.

•

Estágio Supervisionado II: compreende 90 horas, podendo ser realizado à nível hospitalar, a destacar, ambulatório de Ginecologia, ambulatório de Pré Natal de Alto Risco (PNAR), Unidade Obstétrica, Unidade Pediátrica, Ambulatório de pediatria, Unidade de Clínica Médica, Unidade de Doenças Infecciosas e Parasitárias, Unidade Psiquiátrica, e na Atenção Primária à Saúde - APS, compreendendo Escolas Municipais e Estaduais; creches; Centro de Referência em Atenção à Saúde-CRAS; Unidades Básicas de Saúde, Centros de Atenção Psicossocial-CAPS; Instituições de Longa Permanência para Idosos e outros serviços de assistência especializada para acompanhamento de indivíduos com infecções sexualmente transmissíveis. Esta etapa somente poderá ser realizada após a aprovação nos seguintes componentes curriculares ofertados na Unidade Curricular II do Curso: Estágio Supervisionado I, Enfermagem em

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Saúde da Criança e do Adolescente, Enfermagem em Saúde da Mulher, Enfermagem em Saúde Mental, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I e Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II; •

Estágio Supervisionado III: compreende 90 horas realizadas em serviços de média e alta complexidade, como Clínica Cirúrgica, Bloco Cirúrgico, Central de Material e Esterilização, Unidade de Terapia Intensiva e de urgência e emergência. Possui como pré-requisito o componente curricular Estágio Supervisionado II, além desses outros componentes curriculares: Enfermagem Cirúrgica I, Enfermagem Cirúrgica II, Enfermagem em Terapia Intensiva e Enfermagem em Emergência.

•

Estágio Supervisionado IV: compreende165 horas, podendo ser realizado em diversos setores, como: ambulatórios, pronto-atendimentos, Centro de Endoscopia, Centro de Hemodiálise, Agência Transfusional, Escolas Municipais e Estaduais, creches, Centro de Referência em Atenção à Saúde-CRAS, Unidades Básicas de Saúde, dentre outros. Esta etapa somente poderá ser realizada após a aprovação nos seguintes componentes curriculares: Estágio Supervisionado I, Estágio Supervisionado II, Enfermagem Cirúrgica I, Enfermagem Cirúrgica II, Enfermagem em Terapia Intensiva e Enfermagem em Emergência. Possui como correquisito o Estágio Supervisionado III. Os locais de estágio serão: o Centro de Saúde do campus UFPB/João Pessoa e

instituições de diferentes níveis de atenção à saúde que possuem convênio com a UFPB, o que possibilita ao discente a vivência de diversas situações de atuação em estágio profissional. O estágio será realizado no turno matutino e, se necessário, no vespertino, conforme a disponibilidade das unidades concedentes nos serviços de saúde e mediante assinatura do Termo de Compromisso do Estágio pelos discentes, concedente e instituição de ensino. No Estágio Curricular Supervisionado do Curso Técnico em Enfermagem do CPTETS/UFPB, as cargas horárias e demais prescrições deverão ser observadas e cumpridas, de acordo com a legislação vigente, Art. 10 da Lei 11.788/2008 – Lei de Estágios, Parecer Normativo 001/2019 do COFEN e CNCT 4ª edição 2020. O desenvolvimento do estágio ocorrerá de acordo com a disponibilidade de recursos humanos e dos campos em que serão desenvolvidos, podendo sofrer alterações com relação aos locais e carga horária durante os semestres, garantido o cumprimento das 405 horas previstas na matriz curricular do Curso. A avaliação é parte integrante do processo pedagógico do Estágio Curricular Supervisionado e abrange a supervisão do estudante diariamente, considerando a postura no local de estágio, o cumprimento das atividades programadas e da apresentação do relatório final

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de atividades. Será considerado aprovado o estudante que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) pontos e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente em cada etapa do estágio. Na Figura 6, constam os setores e cargas horários dos Estágios Supervisionados do Curso Técnico em Enfermagem – CPT/ETS/UFPB. Figura 6 – Setores e carga horária dos Estágios Supervisionados do Curso Técnico em Enfermagem – CPT/ETS/UFPB.

Fonte: Elaborada pelos autores (2022).

11.9 Unidades Curriculares de Extensão Técnica Na contemporaneidade, a curricularização da extensão emerge como uma valorosa estratégia metodológica, em que prevê a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos. Nesse sentido, no âmbito da Universidade Federal da Paraíba-UFPB, buscou-se regulamentar a política de creditação da extensão nos currículos, cujo enfoque visa propiciar o alinhamento e a atualização da mesma, por meio da Resolução CONSEPE sob nº 02/2022. Destaca-se em seu Art. 1º, sobre a normatização da creditação curricular da extensão universitária nos cursos de graduação, em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico), ofertados nas modalidades (presencial e a distância - EAD). Considerando que o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) está vinculado à UFPB e que o mesmo está em consonância com as políticas advindas da Pró-Reitoria de

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Extensão no que concerne às execuções dos Programas de Bolsas de Extensão (PROBEX e PROBEX-TEC) e ao Fluxo Contínuo de Extensão (FLUEX), ressalta-se ainda, a execução de um quântico considerável de Projetos de Extensão de grande relevância social, originados do referido Centro, no âmbito da graduação (PROBEX) e dos cursos técnicos (PROBEX-TEC). Nesse contexto, o referido Centro propõe a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos seus respectivos cursos. A operacionalização da creditação dar-se-á por meio da Unidade Curricular de Extensão Técnica (UCE-TEC), cujo escopo desse componente organizacional, consiste na promoção da articulação entre os educandos, os educadores e as comunidades envolvidas. O referido componente terá caráter obrigatório, no que concerne a sua execução o mesmo poderá ser desenvolvido de modo disciplinar ou interdisciplinar, ressalta-se que este último possibilita a integração entre os conteúdos, as disciplinas, assim como a articulação entre diferentes áreas do conhecimento. Essa modalidade visa oportunizar a ampliação do conhecimento dos discentes, por meio do intercâmbio ensino e extensão, para tanto, faz-se necessário que haja nos projetos interdisciplinares, a adoção de atividades inovadoras, eficientes e eficazes durante o processo de ensino e aprendizagem da Educação Profissional e Tecnológica da UFPB. Dessa forma, a disposição da UCE-TEC nas Unidades Curriculares favorece a aprendizagem dos educandos, no que diz respeito aos conteúdos: conceituais, procedimentais e atitudinais. Destarte, que será estabelecida as etapas que envolvem o planejamento, preparação, implementação e avaliação das ações de extensão. Essa modalidade de aprendizagem exige a participação ativa de educandos e a mediação dos educadores, promoção de estabelecimento de vínculos com a equipe e as comunidades, promoção de habilidades para o trabalho em equipe, bem como a definição de tarefas e metas a serem cumpridas visando o alcance dos objetivos propostos. Nesta perspectiva, as atividades extensionistas oportuniza a práxis, teoria articulada a prática, favorecendo desse modo ao educando no seu processo formativo, possibilidades para a aquisição das competências necessárias à sua atuação profissional. Cumpre assinalar, que o mesmo deve ser protagonista de sua formação cidadã, reconhecendo-se como agente de garantia de direitos, deveres e transformação social. Portanto, o educando é sujeito ativo do processo, sendo o mesmo orientado pelo docente, a planejar, preparar, desenvolver e avaliar a ação. Face ao exposto, verifica-se que a Curricularização da Extensão perpassa por todo processo formativo, cabendo ao educando desenvolver suas competências e habilidades no decorrer de sua trajetória de formação na Educação Profissional e Tecnológica, destacando-se as competências gerais e específicas. É importante ressaltar que o componente curricular

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extensionista não se restringe a prática no campo de intervenção, visto que o referido componente se configura desde o planejamento quanto aos estudos teóricos realizados para subsidiar a ação. Desta forma, toda carga horária destinada ao Componente Curricular de Extensão

(UCE-TEC)

deverá

possuir

natureza

extensionista,

preferencialmente

interdisciplinar, envolvendo atividades teóricas e práticas. A curricularização no âmbito do CPT poderá ser desenvolvida por meio de projeto integrador, eventos, cursos e oficinas, bem como prestação de serviço, para estas ações deverá buscar estratégias didático pedagógicas a contemplar conteúdos transversais, conforme proposto na normatização da extensão CPTETS/UFPB. Para a UCE-TEC, faz-se necessário codificar os componentes curriculares específicos, devendo seguir o formato já existente para esse fim. É oportuno destacar que para as atividades de extensão no formato de oficina, cursos e eventos, recomenda-se registrar no SigEventos ou outro sistema correlato, em conformidade com as orientações institucionais. Vale ressaltar que o aproveitamento da UCE-TEC será concedida aos estudantes bolsistas e voluntários de projetos ou programas de extensão, cuja atividade seja devidamente comprovada, cabendo aos mesmos, solicitar o referido aproveitamento por meio da elaboração de um relatório com argumentações plausíveis ao pleito, devendo conter o título do projeto ao qual realizou a atividade extensionista, o nome do coordenador do projeto, uma breve descrição da ação, registros da participação do discente na ação, para além disso, deverá ser anexado documento em que o coordenador do projeto/programa de extensão ateste o referido relatório. Para a efetivação do pleito de solicitação de aproveitamento, o discente deverá abrir um processo junto ao órgão competente, mediante a apresentação dos documentos comprobatórios conforme regulamento do CPT-ETS para abertura do processo e seguimento do trâmite. A solicitação será encaminhada para a coordenação de curso que remeterá ao docente responsável pela UCE para emitir parecer e nota, em conformidade com as orientações institucionais para aproveitamento de componente curricular. Em atendimento à normatização da extensão pelo Centro Profissional e TecnológicoETS/UFPB, o PPC do curso Técnico em Enfermagem contemplou as Unidades Curriculares de Extensão nas unidades curriculares III e IV, sendo um total de 60h obrigatórias para a integralização do curso. Este componente curricular nos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio tem como finalidade complementar a formação do estudante e ampliar o conhecimento teórico-prático. As atividades que poderão ser desenvolvidas dentre as Unidades Curriculares de Extensão Técnica incluem:

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I) Atividades assistenciais e comunitárias (voluntariado);

II) Cursos, minicursos, oficinas ou atividades culturais;

III) Organização de eventos acadêmicos e/ou científicos;

IV) Projetos e programas de extensão.

12. CORPO DOCENTE Até novembro de 2022, o CPT – ETS/ UFPB está constituído por 46 docentes e, dentre esses, 25 docentes ministram componentes curriculares no Curso Técnico em Enfermagem, o que representa o corpo docente do referido Curso. A seguir, no Quadro 14 é apresentado o corpo docente com respectiva formação, titulação e regime de trabalho. Quadro 14 – Perfil dos docentes que ministram componentes curriculares no Curso Técnico em Enfermagem CPT-ETS/UFPB, conforme formação, titulação acadêmica e regime de trabalho. Docentes

Formação

Titulação

Regime de Trabalho

1

Anna Cláudia Freire de Araújo Patrício

Enfermagem

Doutorado

DE

2

Andrea Mendes Araújo

Enfermagem

Doutorado

DE

3

Angela Amorim de Araújo

Enfermagem

Doutorado

DE

4

Anne Karoline Candido Araújo

Enfermagem

Doutorado

DE

5

Betânia Maria Pereira dos Santos Enfermagem

Doutorado

DE

6

Eugênio de Carvalho Saraiva

Ciências da Computação

Doutorado

DE

7

Fabíola Fialho Furtado Gouvêa

Farmácia

Doutorado

DE

8

Fernanda Maria Chianca da Silva

Enfermagem

Doutorado

DE

9

Gracimary Alves Teixeira

Enfermagem

Doutorado

DE

57

10

Ismênia Mangueira Soares

Processamento de Dados

Doutorado

DE

11

Ivanilda Lacerda Pedrosa

Enfermagem

Doutorado

DE

12

Jairo de Pontes Gomes

Administração

Doutorado

DE

13

Judite Fernandes Moreira

Odontologia

Doutorado

DE

14

Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias

Enfermagem

Doutorado

DE

15

Marcella Costa Souto Duarte

Enfermagem

Doutorado

DE

16

Márcia Rique Carício

Enfermagem

Doutorado

DE

17

Márcia Virgínia Di Lorenzo Florêncio

Enfermagem

Doutorado

DE

18

Nathalia Costa Gonzaga Saraiva

Enfermagem

Doutorado

DE

19

Rebeka Maria de Oliveira Belo

Enfermagem

Doutoramento

DE

20

Shirley Maria Torreias Dallagnol História

Mestrado

DE

21

Simone Helena dos Santos Oliveira

Enfermagem

Doutorado

DE

22

Verbena Santos Araújo

Enfermagem

Doutorado

DE

23

Sandra Cristina Moraes de Souza Psicologia

Doutorado

DE

Docentes Substitutos 24

Allan Batista Silva

Enfermagem

Doutoramento

T-40

25

Juliana Paiva Góes Ramalho

Enfermagem

Mestre

T-40

58

O CPT-ETS/UFPB destaca-se pela formação do seu corpo docente e, conforme dados extraídos da Plataforma Nilo Peçanha, é possível evidenciar que possui um elevado Índice de Titulação Acadêmica- ITCD. Este indicador mede a titulação média dos professores efetivos da Rede Federal e possui como meta: 3,6 prevista na Lei 13.005/2.014. De acordo com os dados publicados na plataforma anteriormente citada, no ano de 2021, ano base 2020, a média da rede federal foi 4,2, e a ETS conquistou ITCD de 4,9, sendo destaque, quando comparado com a Rede Federal de Ensino, e, portanto, o maior ITCD das escolas vinculadas. Dentre os docentes que ministram componentes curriculares no Curso Técnico em Enfermagem, 84% são doutores.

13. PERFIL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS No Quadro 15, constam o corpo de servidores técnico-administrativos com respectiva titulação, função e regime de trabalho.

Quadro 15 - Perfil dos servidores técnico-administrativos do CPT-ETS/UFPB, 2022, conforme titulação, função e regime de trabalho. N

Nome do servidor técnicoadministrativo

Titulação

Função

Regime de trabalho

1.

Aline Paiva Feitosa

Graduação

Técnico de Enfermagem

40H

2.

André Luiz de Oliveira Araújo

Especialização

Administrador

40H

3.

Christine Dantas Benício

Especialização

BibliotecárioDocumentalista

40H

4.

Djanice Silva de Santana

Graduação

Assistente Administrativo

40H

5.

Elinalda José Gonçalves

Mestrado

Assistente Social

40H

6.

Elizete Araújo dos Santos

Especialização

Assistente Administrativo

40H

7.

Germana Oliveira Almeida de Mendonça

Mestrado

Técnica em Contabilidade

40H

59

8.

Glaucia Michelyne Paes de Lima

Mestrado

BibliotecárioDocumentalista

40H

9.

José Marcos de Oliveira Targino

Graduação

Técnico em Prótese Dentária

40H

10.

Jussara de Lourdes Ferreira Chaves

Especialização

Psicólogo

40H

11.

Leojoan Moura Cavalcante

Especialização

Técnico de Laboratório Área

40H

12.

Luciana Andreia Silva Bacelar

Especialização

Secretária Executiva

40H

13.

Luciane Alves Coutinho

Mestrado

Pedagogo

40H

14.

Manuel Rufino da Silva Neto

Graduação

Técnico em Prótese Dentária

40H

15.

Maria do Rosário Carvalho

Mestrado

Assistente Administrativo

40H

16.

Maria Oselândia Rodrigues Leite

Especialização

Assistente Administrativo

40H

17.

Marizilda Barbosa da Silva

Especialização

Assistente Administrativo

40H

18.

Patrícia Meira de Andrade Feitosa

Especialização

Técnico de Laboratório Área

40H

19.

Robson Lima Palmeira

Mestrado

Técnico em Eletroeletrônica

40H

20.

Rosa Virgínia de Oliveira

Especialização

Assistente Administrativo

40H

21.

Rosanie Rocha Schwab Figueiredo

Especialização

Pedagogo-Área

40H

22.

Vicente Paulo Ramalho

Mestrado

BibliotecárioDocumentalista

40H

60

23.

Ciro Trocoli Neto

Graduação

Assistente Administrativo

40H

24.

Rosa Sylvana da S. Mousinho

Mestrado

Bibliotecário

40H

25.

Ana Luísa de Araújo Lima

Doutorado

Técnico laboratório/área

40H

26.

Luiz Felipe de Carvalho França

Especialista

Técnico em laboratório

40H

Em caso de haver necessidade para programas específicos ou sob demanda, a unidade ofertante realizará processo seletivo (sem vínculo). Para tanto, será aberto edital para processo seletivo público interno e/ou externo visando o preenchimento de vagas com perfil docente e técnico que atendam as demandas do curso, respeitando as normativas vigentes da instituição. Os docentes que atuarem no curso devem possuir Currículo Lattes na base do CNPq, com formação acadêmica em conformidade com a disciplina ministrada ou de áreas afins. Preferencialmente que tenham especialização, mestrado ou doutorado, concluído. Para os Técnicos e/ou profissionais de apoio técnico, no mínimo, que tenham formação acadêmica de nível superior, com diploma emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação. De preferência que sejam os próprios Técnicos Administrativos lotados na Escola Técnica de Saúde da UFPB e/ou Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

14.

METODOLOGIA

E

ESTRATÉGIAS

DE

ENSINO-

APRENDIZAGEM

Uma proposta pedagógica que privilegia a integração caracteriza-se pelo trabalho coletivo, sendo imprescindível à construção de práticas didático-pedagógicas significativas. Os procedimentos metodológicos propostos neste projeto são entendidos como um conjunto de ações empregadas tendo como objetivo assegurar a formação integral dos estudantes. Nesse sentido, é importante considerar as características específicas do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, além de observar os seus conhecimentos prévios, orientandoos na (re)construção dos conhecimentos. A equipe docente deverá organizar as atividades didáticas pedagógicas integradoras baseadas em projetos de ensino, pesquisa e extensão; em situações problemas desafiadores que

61

estimule os alunos a buscar, mobilizar e ampliar seus conhecimentos, gerando assim, aprendizagens significativas. Nesse contexto, a avaliação da aprendizagem assume dimensões mais amplas, ultrapassando a perspectiva da mera aplicação de provas e testes para assumir uma prática diagnóstica e processual com ênfase nos aspectos qualitativos. Para que de fato ocorra a integração do currículo, concebendo o educando como o sujeito capaz de relacionar-se com o conhecimento de forma ativa, crítica e construtiva, é importante: •

Propor atividades em que o alunado seja protagonista na construção do conhecimento, possibilitando ao mesmo intervir na realidade social;

•

Tratar os conteúdos de ensino de modo contextualizado, promovendo assim, uma aprendizagem significativa, instigando a autonomia intelectual dos alunos e incentivando a capacidade de continuar aprendendo;

•

Promover permanentemente a interação entre as disciplinas, tanto das áreas de formação básica, quanto das áreas de formação profissional, bem como a base diversificada;

•

Desenvolver Projetos Interdisciplinares e Integradores, oportunizando o contato com as situações reais de vida e de trabalho;

•

Inserir atividades demandadas pelo alunado: eventos científicos, problemas, projetos de intervenção, atividades laboratoriais, entre outros;

•

Viabilizar atividades de pesquisa de campo e visitas técnicas sob a ótica de várias disciplinas;

•

Promover a problematização do conhecimento, buscando confirmação em diferentes fontes;

•

No início de cada período letivo, realizar de forma coletiva o contrato didático pedagógico, definindo a proposta educativa a ser efetivada, considerando sempre que o planejamento é flexível.

•

Considerar os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno;

•

Adotar a pesquisa como um princípio educativo;

•

Diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos (as) estudantes a partir do levantamento dos seus conhecimentos prévios; Em um curso com tamanha magnitude e especificidade, assim como as demais

atividades de formação acadêmica, as aulas práticas e de laboratório são essenciais para que o aluno possa experimentar diferentes metodologias pedagógicas adequadas ao ensino Técnico Subsequente. O contato do aluno com a prática deve ser planejado, considerando os diferentes

62

níveis de profundidade e complexidade dos conteúdos envolvidos, o tipo de atividade, os objetivos, as competências e habilidades específicas, para tanto algumas estratégias pedagógicas serão utilizadas, como: ● Exercícios; Análise crítica de textos; Debates; Práticas laboratoriais; Oficinas; Visitas técnicas; Interpretação e discussão de textos técnicos; Apresentação de vídeos; Apresentação de seminários; Trabalhos de pesquisa; Atividades individuais e em grupo; Relatórios de atividades desenvolvidas; Atividades extraclasses; Execução e apresentação de projetos integradores; Exposição dialogada; Técnicas; Vivências de dinâmica de grupo. A metodologia didático-pedagógica deverá possibilitar ao educando o domínio das diferentes linguagens, desenvolvimento do raciocínio e da capacidade de usar conhecimentos científicos, tecnológicos e sócios históricos para compreender e intervir na vida social e produtiva, de forma proativa e criativa. Para tanto, inicialmente, o aluno deve ter contato com os procedimentos a serem utilizados na aula prática, realizada simultaneamente por toda a turma e acompanhada pelo professor. No decorrer do curso, o contato do aluno com a teoria e a prática deve ser aprofundado por meio de atividades que envolvem a criação, o projeto, a construção do raciocínio clínico crítico. O aluno também deverá ter contato com pesquisa e a extensão, através de iniciação científica. A contextualização aplicada ao currículo integrado permitirá que o conteúdo do ensino provoque aprendizagens significativas que mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de reciprocidade. Nesse processo, o conhecimento dialoga com áreas, âmbitos ou dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural. Nesse sentido, os temas transversais serão incorporados ao desenvolvimento da ementa do componente curricular permeando por meio da transversalidade. As temáticas serão integradas aos conteúdos obrigatórios do componente que possuem correlação. As atividades virtuais do curso serão desenvolvidas de forma síncrona ou assíncrona, utilizando as Tecnologias da Informação e Comunicação - TICs e Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). O processo de ensino-aprendizagem na modalidade a distância requer algumas estratégias diferenciadas das habitualmente utilizadas no ensino presencial, por isso, propõe-se utilizar ferramentas do próprio AVA, tais como: chat, fóruns, vídeo aulas e/ou videoconferência, além de apostilas e/ou manuais específicos preparados para este fim. O uso dessas estratégias propiciará a interação durante o processo de ensino-aprendizagem entre alunos e professores.

63

Ressalta-se que o docente possui autonomia na escolha da metodologia a ser empregada durante o processo de ensino e aprendizagem, seja no formato presencial ou não presencial. Destaca-se que poderão ser executadas as mais diversas atividades não presenciais, a exemplo de: trabalhos individuais e/ou em grupo, discussão de textos através de plataformas digitais, leitura de textos, produção de material (textos, cartilhas, folders, vídeos, entre outros), bem como outras atividades que o docente julgar necessário para a formação profissional do discente. A Coordenação do curso, juntamente com o seu colegiado e Equipe pedagógica do CPTETS/UFPB promoverão meios para desenvolver o planejamento, execução e avaliação das atividades pedagógicas acima propostas.

15. ARTICULAÇÃO DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

O Curso Técnico em Enfermagem apresenta estreita relação com a realidade, o que significa dizer que as problemáticas nele levantadas deverão, necessariamente, estar em consonância com os problemas encontrados na região. Além disso, com o advento da Criação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, onde o CPT-ETS encontra-se inserido através da Lei no 11.892/2008, é sinequanon a realização de pesquisa e extensão, de caráter educacional e social. Nestas circunstâncias, através do disposto no Regimento da UFPB (art. 9º) o CPTETS/UFPB vem desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão, exercendo, através de seus órgãos próprios, funções deliberativas e executivas (Capítulo II RG -UFPB). Nos últimos anos, o CPT-ETS/UFPB vem desenvolvendo várias atividades de pesquisas e extensão, tanto no seu espaço físico, como na comunidade externa, que apresentam forte tendência de consolidação, dado a qualificação do quadro técnico e docente da instituição e as ações de incentivos as práticas de pesquisa e extensão coordenadas por este Centro, a exemplo dos Editais anuais próprios de fomento a pesquisa e extensão, e o fortalecimento dos grupos de pesquisa do Campus, os quais encontram-se devidamente cadastrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O CPT-ETS/UFPB busca através das ações de ensino e pesquisa articular as atividades de extensão em consonância com as disciplinas descritas no Projeto Pedagógico de cada curso, visando aprimorar os ensinamentos do discente perante a sociedade e o mundo do trabalho. Essas ações podem ser computadas como carga horária de atividade complementar na disciplina intitulada Unidades Curriculares de Extensão, levando a socialização e a capilarização da

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vivência do educando com os demais estudantes e com realidades sociais. Assim, levará em consideração as devidas particularidades de cada ação que serão avaliadas pela Diretoria de Ensino ou as coordenações de Ensino, Extensão ou, quando for o caso, a coordenação de Estágio (quando couber). A indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão se tornam necessárias tendo como fundamento base a necessidade de garantir a permanência com sucesso dos educandos no processo ensino – aprendizagem, bem com permitir que o fazer metodológico se aproprie e edifique a interdisciplinaridade e a integração do conhecimento e do saber tomando como centro do processo a leitura da realidade. Ressalta-se que o discente regularmente matriculado no Curso Técnico em Enfermagem poderá cursar de forma opcional o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. O referido componente não será contabilizado na carga horária mínima do curso. Caso o discente venha a cursar o componente curricular de forma opcional, este deverá ser registrado no histórico escolar, indicando a frequência e o aproveitamento do mesmo. O Centro Profissional e Tecnológico poderá ofertar em forma de curso e/ou oficina o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, bem como o discente poderá cursar esse componente em cursos ofertados pela Instituição. A carga horária do componente curricular não deverá ser inferior a 45h para fins de aproveitamento. Destaca-se que o Centro Profissional e Tecnológico – ETS/UFPB orienta suas ações de Ensino, Pesquisa e Extensão baseado nos princípios de (Resolução Nº 7/2018):

I - a interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca de conhecimentos, da participação e do contato com as questões complexas contemporâneas presentes no contexto social;

II - a formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência dos seus conhecimentos, que, de modo interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e integrada à matriz curricular;

III - a produção de mudanças na própria instituição superior e nos demais setores da sociedade, a partir da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras atividades acadêmicas e sociais;

IV - a articulação entre ensino/extensão/pesquisa, ancorada em processo pedagógico único, interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico. Na Figura 7, está sumarizada a articulação do Ensino, Pesquisa e Extensão no CPTETS/UFPB.

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Figura 7 – Articulação do Ensino, Pesquisa e Extensão no CPT-ETS/UFPB.

Técnico de Enfermagem

Projeto integrador

PESQUISA

Articulação do Ensino com a Pesquisa e Extensão

Leitura da Realidade

AULA Conhecimento Disciplinar

EXTENSÃO

Construção Coletiva/Turma

Prática Profissional

Fonte: Elaborada pelos autores (2022).

16. POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL O CPT-ETS/UFPB através da Política de Assistência Estudantil desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, conforme Resolução CONSEPE nº 38/2018, no Art. 3, inciso “I - viabilizar o acesso, a permanência e a conclusão de curso dos estudantes, na perspectiva da inclusão social e da melhoria do desempenho acadêmico, buscando a prevenção das situações de retenção e evasão”.

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A Política de Inclusão do CPT-ETS é entendida numa perspectiva da educação como direito e compromisso com a formação integral do sujeito. Configura-se como uma política pública que estabelece um conjunto de ações que buscam reduzir as desigualdades socioeconômicas e promover a justiça social no percurso formativo dos estudantes. Esta destina-se aos estudantes matriculados na Rede EPCT, independente de nível e modalidade de ensino, prioritariamente os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Entendendo vulnerabilidade social como processos de exclusão, discriminação ou enfraquecimento dos grupos sociais e sua capacidade de reação, como situação decorrente da pobreza, privação e/ou fragilização de vínculos afetivo-relacionais e de pertencimento social e territorial. Para além da política, o CPT-ETS/UFPB atua com temas relativos à observância da Lei Nº 10.639/03 que altera a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" e traz o seguinte texto (art. 26A, 79-A e 79-B: "Art. 26-A):

Art. 26-A Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. § 1° O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. § 2° Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras."

Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’." O ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, após a aprovação da Lei Nº 10.639/03, fez-se necessário e é obrigatório para garantir uma ressignificação e valorização cultural das matrizes africanas que formam a diversidade cultural brasileira. Portanto, os professores exercem importante papel no processo da luta contra o preconceito e a discriminação racial no Brasil.

17. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM.

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A avaliação da aprendizagem dos estudantes visa à sua progressão contínua para o alcance do perfil profissional de habilitação em técnico em enfermagem, sendo os tipos de avaliações diagnóstica, formativa e somativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, na perspectiva do desenvolvimento das competências e habilidades profissionais necessárias para continuar aprendendo ao longo da vida (BRASIL, 2021). O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme a Lei nº 9.394/96. A avaliação deve ser compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e apresentando soluções/caminhos para o efetivo processo de ensino e aprendizagem. Caberá ao professor, portanto, observar as competências e habilidades a serem desenvolvidas, participar do planejamento das atividades, como aulas e projetos desafiadores, e utilizar instrumentais avaliativos variados, de caráter individual ou coletivo. Nos cursos regulares do CPT- ETS/UFPB, a avaliação da aprendizagem é realizada de acordo com os parâmetros de carga horária e especificidades individuais do componente curricular, sendo prevista, prova final, quando necessário. A aprovação em um componente curricular está condicionada à obtenção do desempenho acadêmico mínimo exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente. Para a realização da avaliação da aprendizagem, o docente deve considerar parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas, como: domínio cognitivo, cumprimento e qualidade dos trabalhos acadêmicos, capacidade de trabalhar em grupo com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal, além de autonomia. A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, considerando as atividades de: elaboração e execução de projeto; experimento; pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo; prova escrita e/ou oral; prova prática; produção técnico-científica, artística ou cultural; seminário; atividades com metodologias ativas individuais e/ou em grupo, de acordo com o Regulamento Didático Pedagógico do CPT-ETS/UFPB. Estes instrumentos de avaliação incluem trabalhos de natureza teórico-práticas, provas/atividades objetivas, provas/atividades operatórias, roteiro básico e autoavaliação, sendo enfatizados o uso dos

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projetos e a resolução de situações-problema específicas do processo de formação do técnico de enfermagem. Os instrumentos de avaliação qualitativos ou objetivos serão confeccionados nos parâmetros das habilidades que serão avaliadas, adequação ao conteúdo proposto, linguagem clara e precisa, bem como permitirá o reforço, aprofundamento, reorganização e sistematização da aprendizagem adquirida, contribuindo para facilitar o aprendizado (LUCKESI, 2005). Ressalta-se que no decorrer no processo de ensino e aprendizagem o aluno será acolhido, estabelecendo um vínculo com o docente e o componente curricular que está cursando, permanecendo aberto para recebê-lo, diagnosticar possíveis fragilidades e dialogar estratégias de enfrentamento dos problemas identificados, pois jamais a finalidade da avaliação será de exclusão, mas de aprendizagem do educando, tornando o processo de educação transformador e emancipatório (LUCKESI, 2005). O discente será aprovado por média no componente curricular se obtiver nota maior ou igual a sete (≥ 7,0). Caso contrário, o discente que tiver obtido o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá direito à avaliação final. O discente que não atingir o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá a média obtida como nota final do período. E ressalta-se que não há reposição de exame final, sendo atribuída a nota 0,0 (zero) ao discente que não realizar o exame final. O discente será aprovado quando obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), em cada componente curricular, atribuindo-se peso 6 (seis) à média das atividades didáticas e peso 4 (quatro) à nota do exame final. A Figura 8 demonstra de forma resumida a média mínima para aprovação em um componente curricular, alguns tipos de avaliações que podem ser realizadas e outros critérios.

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Figura 8 – Síntese do processo de avaliação dos discentes do Curso Técnico em Enfermagem do CPTETS/UFPB.

Fonte: Elaborada pelos autores (2022).

Contudo, no decorrer do processo educativo, cabe a todos os docentes promover estratégias para a recuperação da aprendizagem do aluno de modo contínuo e paralelo, previstas em seu plano de ensino e de aula, podendo ser feita, através de atividades individuais e/ou grupo, como pesquisa bibliográfica, experimento, demonstração prática, seminários, relatório, portfólio, provas escritas e/ou orais, pesquisa de campo, produção de textos, produção científica, artística ou cultural, oficinas, entre outros.

18. DO REGIME DE EXERCÍCIO DOMICILIAR O aluno que, por motivo de saúde, necessitar de afastamento por período igual ou superior a 15 dias, poderá solicitar o regime domiciliar para cursar os componentes curriculares teóricos. O regime domiciliar está garantido na Lei 1044 de 21 de outubro de 1969 e na Lei 6202 de 17 de abril de 1975 que determina:

Art. 1º São considerados merecedores de tratamento excepcional os alunos de qualquer nível de ensino, portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções,

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traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizados por:

a) incapacidade física relativa, incompatível com a frequência aos trabalhos escolares; desde que se verifique a conservação das condições intelectuais e emocionais necessárias para o prosseguimento da atividade escolar em novos moldes;

b) ocorrência isolada ou esporádica;

c) duração que não ultrapasse o máximo ainda admissível, em cada caso, para a continuidade do processo pedagógico de aprendizado, atendendo a que tais características se verificam, entre outros, em casos de síndromes hemorrágicos (tais como a hemofilia), asma, cartide, pericardites, afecções osteoarticulares submetidas a correções ortopédicas, nefropatias agudas ou subagudas, afecções reumáticas, etc. A Lei 6202/1975 garante:

Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044, 21 de outubro de 1969.

Parágrafo único. O início e o fim do período em que é permitido o afastamento serão determinados por atestado médico a ser apresentado à direção da escola.

Art. 2º Em casos excepcionais devidamente comprovados mediante atestado médico, poderá ser aumentado o período de repouso, antes e depois do parto. O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça:

Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico. §5º. O cumprimento do regime de exercícios domiciliares deverá ser contabilizado em dias corridos, inclusive nos casos que possam ultrapassar mais de um período letivo.

Art. 99. O regime de exercícios domiciliares não poderá ser aplicado para os componentes curriculares de estágio supervisionado ou de disciplinas predominantemente práticas. Reitera-se que este regime se aplica a casos relacionados aos componentes curriculares teóricos, não podendo ser implementando em situações de práticas e/ou estágio. O aluno deverá apresentar atestado médico, formulário preenchido e lista de componentes curriculares que deseja cursar no regime domiciliar.

19. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

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Para prosseguimento de estudos, o CPT-ETS/UFPB promoverá o aproveitamento de estudos, de conhecimentos e de experiências anteriores, inclusive no trabalho, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação profissional ou habilitação profissional técnica e que tenha sido desenvolvido, seguindo a orientação da Diretriz Curricular Nacional, o que segue:

I - Em qualificação profissional técnica e unidade curricular, etapas ou módulos de cursos técnicos ou de Educação Profissional e Tecnológica de Graduação regularmente concluídos em outros cursos;

II - Em cursos destinados à qualificação profissional, incluída a formação inicial, mediante avaliação, reconhecimento e certificação do estudante, para fins de prosseguimento ou conclusão de estudos;

III - Em outros cursos e programas de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros meios formais, não formais ou informais, ou até mesmo em outros cursos superiores de graduação, sempre mediante avaliação do estudante; e

IV - Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado pelo próprio colegiado do Curso e devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino. A Certificação de experiências anteriores e aproveitamento de estudos se dará segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020: “Art. 40. Os componentes curriculares realizados em instituições de ensino superior, nacionais ou estrangeiras, em cursos de graduação, podem ser aproveitados mediante solicitação do discente à coordenação do curso.” No âmbito deste projeto pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem, compreendese o aproveitamento de estudos como a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro curso de educação profissional técnica de nível médio, graduação e pósgraduação; e a certificação de conhecimentos como a possibilidade de comprovar saberes adquiridos através de experiências previamente vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar, com a finalidade de alcançar a dispensa de disciplinas e/ou aproveitamento de componentes curriculares integrantes da matriz curricular do respectivo curso, por meio de uma avaliação teórica ou teórico-prática, apresentação de certificado/comprovante/declaração, conforme as características de cada componente curricular.

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Os aspectos operacionais do aproveitamento de estudos e da certificação de conhecimentos, adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso, são tratados pela Organização Didática do CPT- ETS/UFPB. Destaca-se que a dispensa se refere aos componentes curriculares que foram cursados na UFPB e o aproveitamento de estudos é aplicado para componentes curriculares cursados em Instituições de Ensino Superior, nacionais (distintas da UFPB) ou estrangeiras. Ressalta-se que o discente deverá solicitar aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores com o objetivo de dispensa/aproveitamento do componente curricular e que este será submetido à avaliação do certificado/comprovante para posterior aprovação e validação. Além disso, o aluno deverá apresentar histórico escolar e plano de curso/ementa para aproveitamento de saberes relacionados às disciplinas cursadas anteriormente. Ressalta-se que os componentes curriculares só poderão ser aproveitados até 08 (oito) anos depois de cursados, observando os seguintes critérios para admissibilidade do pleito:

I – Cumprimento dos pré-requisitos para o componente curricular a ser aproveitado.

II – Compatibilidade de pelo menos 80% de carga horária e de conteúdo do componente curricular a ser aproveitado. Por fim, a carga horária máxima a ser aproveitada não poderá ultrapassar 50% da carga horária total do curso. No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componente curricular, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos componentes curriculares, incluindo, quando aplicável, uma avaliação prática relacionada ao componente curricular em questão. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. A Figura 9 demonstra de maneira sintética os critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores.

Figura 9 – Critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, Curso Técnico em Enfermagem do CPT-ETS/UFPB.

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Fonte: Elaborada pelos autores (2022).

20. DIPLOMAÇÃO/ CERTIFICAÇÃO O certificado será emitido de acordo com as orientações legais vigentes. Sendo concedido ao discente que cursar, com aproveitamento e frequência mínima, conforme a Lei das Diretrizes e Bases e as Normas Acadêmicas do CPT-ETS/UFPB, e tiver concluído em sua totalidade todos os componentes curriculares do Curso Técnico em Enfermagem. O diploma de conclusão do Curso Técnico em Enfermagem será concedido ao discente que integralizar todos os componentes curriculares estabelecidos neste Projeto Pedagógico do Curso, sendo expedido por este Centro Profissional e Tecnológico-Escola Técnica de Saúde da UFPB, obedecendo as normativas legais de emissão de diploma conforme orientação das diretrizes da educação profissional e tecnológica. O diploma deverá ser acompanhado do respectivo histórico escolar com sua autenticidade confirmada e validada. Para tanto, o prazo de inserção do número do cadastro do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) nos diplomas dos concluintes do curso será de até 30 dias. O discente que, por qualquer motivo, não cumprir, em sua totalidade, com as exigências

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do curso, não poderá ser diplomado. Os casos não previstos e omissos neste PPC, que não atendam as normativas legais do CPT-ETS/UFPB, deverão ser analisados pelo Colegiado do CPT-ETS/UFPB ou órgãos superiores desta instituição, quando couber. Conforme estabelecido no artigo Art. 49. § 2°, da Resolução CNE/CP n° 1, de 5 de janeiro de 2021, o curso apresenta um itinerário formativo que contempla a certificação intermediária de cada etapa formativa. Desse modo, o aluno que concluir com aproveitamento a Unidade Curricular I poderá solicitar o certificado de qualificação profissional de Maqueiro; o aluno que integralizar a Unidade Curricular II receberá o certificado de qualificação profissional de Recepcionista em Serviços de Saúde; e, com a conclusão da Unidade Curricular III, será concedido o certificado de qualificação profissional de Cuidador Infantil.

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REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. CNE. Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Disponível em: https://www.in.gov.br/em/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5-de-janeiro-de-2021297767578 . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: Constituicao-Compilado (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Decreto 94406/1987. Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. Disponível em: – DECRETO N 94.406/87 Conselho Federal de Enfermagem - Brasil (cofen.gov.br) BRASIL. Lei 7498 de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, e dá outras providências. Disponível em: L7498 (planalto.gov.br) BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 2 de 15 de dezembro de 2020. Aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT),2020. Disponível em: RESOLUÇÃO Nº 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2020 - RESOLUÇÃO Nº 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2020 DOU - Imprensa Nacional (in.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria MEC 413 de 11 de maio de 2016. Aprova, em extrato, o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNST),2016. Disponível em: Página 48 do Diário Oficial da União - Seção 1, número 90, de 12/05/2016 - Imprensa Nacional . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº8.080 de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências,1990. Disponível em: L8080 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº 7.498 de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, e dá outras providências,1986. Disponível em: L7498 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba, UFPB. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução nº 59/2013. Aprova a reestruturação do atual Regimento Interno da Escola Técnica de Saúde-ETS/CCS/UFPB,2013. Disponível em: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (ufpb.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Decreto no 94.406, de 8 de junho de

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BRASIL. Lei 12711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências,

2012. Disponível em: L12711 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei 13005 de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências, 2014. Disponível em: L13005 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei nº 11892 de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências, 2008. Disponível em: L11892 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências, 2003. Disponível em: L10639 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba, UFPB. Conselho Superior de Ensino Pesquisa e Extensão. Resolução 29/2020 CONSEPE UFPB. Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015, 2020. Disponível em: RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 29/2020 — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB COORDENAÇÃO DO CURSO DE BIOMEDICINA. Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Lei 3835 de 13 de dezembro de 1960. Federaliza a Universidade da Paraíba e dá outras previdências, 1960. Disponível em: L3835 (planalto.gov.br) . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Parecer Normativo 001/2019. Dispõe sobre carga horária mínima, estágios, cursos técnicos em enfermagem, 2019. Disponível em: – PARECER NORMATIVO Nº 001/2019/COFEN Conselho Federal de Enfermagem - Brasil . Acesso em 17 Set 2022. BRASIL. Decreto Lei Nº 1.044, DE 21 DE OUTUBRO DE 1969. Disponível em: Temp96 (unesp.br) . Acesso em 26 de set 2022. BRASIL. Lei 6202 de 17 de abril de 1975. Disponível em: L6202 (planalto.gov.br) . Acesso em 27 de set de 2022. PARAÍBA. Lei Nº 875, de 21 de janeiro de 1953. Cria a Escola de Auxiliares de Enfermagem da Paraíba. Diário Oficial do Estado, João Pessoa, 26 jan. 1953. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba. Conselho Universitário/CONSUNI. Resolução 14/2022. BRASIL. Universidade Federal da Paraíba. Conselho Universitário – CONSUNI. Resolução nº04/1999. Disponível em: RES._N04-1999.pdf (ufpb.br) BRASIL. Universidade Federal da Paraíba. Conselho Universitário – CONSUNI. Resolução nº13/2000. Disponível em: RES._N13-2000.pdf (ufpb.br)

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LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. 2ªed, Edt Malabres, 2005.

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ANEXOS

ANEXO I – EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM DO CPT-ETS/UFPB.

UNIDADE CURRICULAR I

COMPONENTE CURRICULAR: ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA UNIDADE CURRICULAR: I

80

CRÉDITOS: 5

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 45h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 30h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 75h

COMPETÊNCIAS: - Reconhecer as estruturas que compõem os diversos sistemas orgânicos; - Identificar relações que compõem os diversos sistemas orgânicos; - Reconhecer os métodos de estudo descritivos, dissecativos e de imagens aplicados para integrar a anatomia com outras ciências.

1. EMENTA A disciplina de Anatomia Humana trata das principais estruturas anatômicas, com especial atenção ao reconhecimento da nomenclatura e posição anatômica; planos, eixos e conceitos sobre a construção geral do corpo humano: sistemas ósseo, articular, muscular, circulatório e respiratório, digestório, nervoso, endócrino e genital explorando fundamentalmente as noções de forma e relações entre estruturas.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Nomenclatura e posição anatômica; - Planos, eixos e conceitos sobre a construção geral do corpo humano: sistemas ósseo, articular, muscular, circulatório e respiratório, digestório, nervoso, endócrino e genital explorando fundamentalmente as noções de forma e relações entre estruturas. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Oferecer uma visão panorâmica, didática e objetiva dos aspectos morfológicos relevantes do sistema orgânico do homem, proporcionando informações sobre anatomia macroscópica e, ao mesmo tempo, salientando a importância da relação entre a estrutura e a função. Objetivos Específicos - Ensinar o aluno a importância do que é aprendido na disciplina para sua prática profissional, fazendo correlações com a clínica.

REFERÊNCIAS BÁSICAS DANGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3ªed., São Paulo, Atheneu, 2007. TORTORA, GERARD J.; NIELSEN M.T. Princípios de Anatomia Humana. 10ª ed. , Guanabara Koogan MARIEB, E. N.; HOEHN, K. Anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed, 2009. 1046p HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 1151p REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MOORE, K.L.; DALLEY,A.F. Anatomia orientada para a clínica. 5a .ed.,Rio de Janeiro, Guanabara-Koogan, 2007. NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. Porto Alegre, ArtMed.2008

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KAWAMOTO, E. E. Anatomia e fisiologia humana. São Paulo: Atual, 2009. 183p. COMPONENTE CURRICULAR: MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA UNIDADE CURRICULAR: I

CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Utilizar o conhecimento básico sobre microbiologia e parasitologia para nortear a assistência de enfermagem prestada aos indivíduos; - Reconhecer os processos de esterilização, desinfecção e antissepsias e a importância de sua aplicação na prática assistencial; - Distinguir os mecanismos de ação dos principais antibióticos utilizados na prática assistencial.

1. EMENTA Considerações Gerais de Microbiologia e Parasitologia - Classificação dos Microrganismos, Histórico e Conceitos; - Características Gerais das Bactérias, Ação nos organismos vivos; Estudo do Processo Infeccioso; - Agentes Etiológicos e relação da doença causada por Bactérias (Tétano, difteria, meningite, tuberculose, hanseníase, sífilis, gonorréia); - Agentes bacteriostáticos e bactericidas (antibióticos); - Agentes Etiológicos e relação da doença causada por Vírus (Parotidite, rubéola, poliomielite, sarampo, arboviroses, hepatite, influenza, AIDS); - Esterilização (Conceitos de esterilização, desinfecção e antissepsias, tipos de esterilização, desinfecção e antissepsia, Métodos de esterilização); - Fundamentos da Parasitologia, Ações parasitárias e reações dos hospedeiros, Estudo dos agentes parasitários e suas inter-relações com os hospedeiros, Classificação dos Parasitas; - Agentes Etiológicos e relação da doença causada por parasitos (Amebíase, giardíase, esquistossomose, ascaridíase, ancilostomíase, oxiuríase, pediculose, escabiose); Fungos - Características Gerais, Reprodução e Patologias Fúngicas.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Bactérias - Processo Infeccioso - Tétano, difteria, meningite, tuberculose, hanseníase, sífilis, gonorréia; - Antibióticos; - Vírus: Parotidite, rubéola, poliomielite, sarampo, arboviroses, hepatite, influenza, AIDS; - Esterilização; - Fundamentos da parasitologia; - Amebíase, giardíase, esquistossomose, ascaridíase, ancilostomíase, oxiuríase, pediculose, escabiose); - Fungos: Características Gerais, Reprodução e Patologias Fúngicas.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Conhecer as noções básicas de microbiologia e parasitologia, considerando sua importância na aplicação de seus conhecimentos na assistência de enfermagem.

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Objetivos Específicos - Descrever as principais doenças causadas por bactérias, vírus, fungos e parasitas; - Entender os processos de esterilização, desinfecção e antissepsias e a importância de sua aplicação na prática assistencial; - Conhecer os mecanismos de ação dos agentes bacteriostáticos e bactericidas (antibióticos) de uso na prática assistencial.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ALMEIDA FILHO, N. de; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006;2013. 282p. ISBN: 9788527711876. BIER, O. Bacteriologia e imunologia: em suas aplicações à medicina e à higiene. 20.ed. rev. São Paulo: Melhoramentos, 1980. xiv, 835p. KRIEG, N. R et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1996, 1997, 2005, 2009, 2011. v. ISBN: 8534601968, 9788534601962. MOURA, M. L P. de A. Enfermagem em centro de material e esterilização. 9.ed. São Paulo: Senac, 2008. 82p. (Apontamentos) ISBN: 9788573595871. PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 2008, 2010, 2017, 2018. 596 p. ISBN: 9788527703567. REY, L. Bases da Parasitologia médica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2010. 391p. ISBN: 9788527715805. ROUQUAYROL, M. Z.; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia & Saúde. 7.ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. 709p. ISBN: 9788599977842. TORTORA, G. J; FUNKE, B. R; CASE, C. L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005, 2006, 2007, 2008. 894 p. ISBN: 9788536304885. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Link da Sociedade Brasileira e Americana de Microbiologia: http://www.sbmicrobiologia.org.br/ http://www.asm.org/ COMPONENTE CURRICULAR: BIOSSEGURANÇA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE UNIDADE CURRICULAR: I

CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Desenvolver consciência e ações de prevenção de infecção nos serviços de saúde; - Identificar situações que contribuem para o risco de infecção hospitalar e não realizá-las;

83

- Compreender as normas de biossegurança nos serviços de saúde; - Realizar técnicas adequadas de higiene, paramentação, desparamentação, limpeza, esterilização, armazenamento e descarte de materiais. 1.

EMENTA

Estudo das normas de biossegurança envolvendo profissionais da saúde, técnicas de prevenção de transmissão de doenças, higiene e segurança do trabalho em saúde. O componente curricular biossegurança torna-se essencial na vivência/prática do profissional de enfermagem, uma vez que assiste o cliente, realiza técnicas e se expõe constantemente a riscos, sendo assim, conhecer, aprender, compreender e executar técnicas baseadas em evidências que minimizem ou cessem a exposição aos fatores de risco de infecção é fundamental para a realização de uma prática de enfermagem segura nos serviços de saúde, bem como em domicílio.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Normas de prevenção e controle de infecção; - Epidemiologia da infecção hospitalar; - Normas e protocolos de prevenção as infecções relacionadas à assistência à saúde; - Comissão de Controle de Infecção Hospitalar; - Métodos de limpeza e desinfecção; - Descarte de fluídos e resíduos; - Armazenamento e aprazamento de materiais; - Conceitos; - Classificação de materiais e áreas hospitalares; - Centro de Material e Esterilização; - Precauções padrão, gotículas, aerossois, contato; - Paramentação e desparamentação; - Programa de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Compreender a biossegurança em saúde como meio essencial de prevenção de patologias. Objetivos Específicos - Conhecer e aplicar as normas de biossegurança relacionadas aos serviços de saúde; - Reconhecer-se como agente capaz de reduzir as infecções relacionadas à assistência à saúde; - Entender os diversos meios de desinfecção e esterilização conforme material/artigo; - Identificar as funções da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar; - Perceber os diversos tipos de limpeza, desinfecção e esterilização; - Distinguir as precauções e os diversos tipos de paramentação/desparamentação.

REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL. Ministério da Saúde. Biossegurança em saúde : prioridades e estratégias de ação / Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde,

2010. Disponível em: Biossegurança em Saúde: Prioridades e Estratégicas de Ação (saude.gov.br)

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BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa Nº 08/2021 - Notificação dos Indicadores Nacionais das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana (RM) – ano: 2022. Brasília: 29 de dezembro de 2021. Disponível em: NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa Nº 08/2021 - Notificação dos Indicadores Nacionais das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana (RM) – ano: 2022 — Português (Brasil) (www.gov.br) GRAZIANO, K. U.; PSALTIKIDIS, E. M. (org.). Enfermagem em centro de material e esterilização. Barueri: Ed. Manole, 2011. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES Nº 07/2021: Critérios diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS): notificação nacional obrigatória para o ano de 2022. Brasília: 29 de dezembro de 2021. Disponível em: NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES Nº 07/2021: Critérios diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS): notificação nacional obrigatória para o ano de 2022 — Português (Brasil) (www.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. Nota Técnica GVIMS/GGTES/Anvisa nº06/2021 - Implementação do Programa de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos – PGA. Brasília: 10 de dezembro de 2021. Disponível em: Nota Técnica GVIMS/GGTES/Anvisa nº06/2021 - Implementação do Programa de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos - PGA — Português (Brasil) (www.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa.RDC Nº 222, DE 28 DE MARÇO DE 2018. Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. Brasília: DF. Disponível em: Ministério da Saúde (saude.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. Norma Regulamentadora 32. Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Disponível em: Microsoft Word - NR32 (atualizada 2022).docx (www.gov.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 04 / 2022 Práticas seguras para a prevenção de incidentes envolvendo cateter intravenoso periférico em serviços de saúde. Brasília: DF, 26 de julho de 2022. Disponível em: Orientações sobre medidas de prevenção e controle de influenza nos serviços de saúde - Maio de 2016 (ameci.org.br) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Brasília – DF. 2017. Disponível em: PrecaueseIsolamentov3final.docx.pdf (www.gov.br) VOLPATO, A.C.B.; PASSOS, V.C.S. Técnicas Básicas de Enfermagem. 5 ed, São Paulo: Martinari, 2018.

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COMPONENTE CURRICULAR: PRIMEIROS SOCORROS UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 15h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Compreender a importância do socorrista no salvamento de vidas e na redução de sequelas/morte; - Identificar situações de trauma e males súbitos que se enquadrem no atendimento de primeiros socorros; - Conhecer e executar protocolos de suporte básico de vida. 1.EMENTA O componente curricular estuda situações de trauma e males súbitos que colocam a vida das pessoas em risco e que podem ter suas sequelas minimizadas quando é realizado um atendimento em equipe de forma eficaz, rápido, tranquilo e de qualidade. Aborda protocolos de suporte básico de vida em situações como: parada cardiorrespiratória, hemorragia, afogamento, engasgo.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Conceitos e características gerais de primeiros socorros e epidemiologia; - Equipamentos utilizados em primeiros socorros; - Trânsito e prevenção de acidentes; - Segurança e cinemática do trauma; - Sinais Vitais; - Avaliação geral em primeiros socorros; - Parada Cardiorrespiratória; - Afogamento; - Acidente com animais peçonhentos: cobra, escorpião e aranha; - Hemorragias; - Crise convulsiva; - Imobilização e transporte; - Obstrução de via aérea; - Queimaduras. 2.OBJETIVOS Objetivo Geral - Compreender os cuidados de primeiros socorros no âmbito do suporte básico de vida. Objetivos Específicos - Conhecer e executar os protocolos de suporte básico de vida em algumas situações traumáticas e males súbitos; - Identificar situações potencialmente de risco de acidentes que possam gerar vítimas; - Entender a importância do trabalho em equipe dentro de primeiros socorros; - Despertar para a educação em pares na comunidade, evitando situações de risco e estimulando a comunidade a agir de forma correta e eficaz.

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REFERÊNCIAS BÁSICAS Brennan, P. M., Murray, G. D., & Teasdale, G. M. (2018). Simplifying the use of prognostic information in traumatic brain injury. Part 1: The GCS-Pupils score: an extended index of clinical severity, Journal of Neurosurgery JNS, 128(6), 1612-1620. Retrieved Apr 10, 2021, from https://thejns.org/view/journals/j-neurosurg/128/6/article-p1612.xml QUILICI, A.P.; TIMERMAN, S. SUPORTE BÁSICO DE VIDA. BLS,2011. American Heart Association. DESTAQUES DAS DIRETRIZES DE RCP E ACE DE 2020 DA AMERICAN HEART ASSOCIATION. Disponível em: Hghlghts_2020ECCGuidelines_LR_PTBR (heart.org) REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Código Penal. Decreto Lei 2.848 de 7 de dezembro de 1940. GIGLIO-JACQUEMOT, A. Definições de urgência e emergência: critérios e limitações. In: Urgências e emergências em saúde: perspectivas de profissionais e usuários [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005, pp. 19-30. Antropologia e Saúde collection. ISBN: 978-857541-378-4. https://doi.org/10.7476/9788575413784.0003 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especializada. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2012.

COMPONENTE CURRICULAR: INFORMÁTICA EM SAÚDE UNIDADE CURRICULAR: I CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 5h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 25h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Competências: Conhecer conceitos básicos e tecnologias emergentes da Informática em Saúde; Aprender sobre os principais sistemas de informação em saúde nacionais; e Aprender sobre a Lei Geral de Proteção de Dados. - Habilidades: Dissertar sobre a aplicabilidade da Informática em Saúde.

87

1. EMENTA Conceitos básicos de Informática, Ferramentas básicas da informática para o trabalho do profissional de saúde, Tecnologias Emergentes de Informática em Saúde, O uso da internet, Sistemas Nacionais de Informação em Saúde. Lei Geral de Proteção de Dados.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Conceitos básicos de informática (tecnologia da informação, computador, hardwares, softwares, malwares, aplicativo, programa, sistema, informação, dados, tipos de arquivos, firewalls, antivírus, desfragmentação, formatação, backup, internet etc), Ferramentas básicas da informática para o trabalho do profissional de saúde (processadores de texto, apresentação de slides e planilhas eletrônicas), Tecnologias Emergentes da Informática em Saúde (inteligência artificial, computação na nuvem, internet das coisas, realidade virtual, impressora 3D, metaverso, bigdata, etc), O uso da internet (fonte de pesquisa e telessaúde), Sistemas Nacionais de Informação em Saúde, Lei Geral de Proteção de Dados.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Oferecer subsídios para o desenvolvimento de competências e habilidades que norteiam a aplicabilidade da Informática em Saúde. Objetivos Específicos - Estudar os conceitos básicos de informática; - Praticar o uso de processadores de texto, apresentação de slides e planilhas eletrônicas; - Apresentar as tecnologias emergentes da informática em saúde; - Utilizar a internet como fonte de pesquisa e ferramenta para a realização da telessaúde; e - Conhecer os sistemas nacionais de informação em saúde e a Lei Geral de Proteção de Dados.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ARAUJO J. R., FILHO D. C. A., MACHADO L. D. S., MARTINS R. M. G., CRUZ R. S. B.

L. C. C. Sistema e-SUS AB: percepções dos enfermeiros da Estratégia Saúde da Família. https://www.scielo.br/j/sdeb/a/ZVVtLm5pzmWc4yrkJKTdqkb/?lang=pt. 2019. CARDOSO R. B., FERREIRA B. J., MARTINS W. A.; PALUDETO S. B. Programa de educação permanente para o uso do prontuário eletrônico do paciente na enfermagem. http://www.jhi-sbis.saude.ws/ojs-jhi/index.php/jhi-sbis/article/view/429/302. 2017. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DA SILVA, J. L.; CAVALHEIRI, J. C. Uso da informática na atenção primária à saúde: Percepção dos enfermeiros. Research, Society and Development, v. 10, n. 6. 2021.

COMPONENTE CURRICULAR: SAÚDE COLETIVA UNIDADE CURRICULAR: I CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0

CARGA HORÁRIA

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TEÓRICA: 30

TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Assegurar a compreensão do processo histórico das Políticas de Saúde no Brasil; - Oportunizar o conhecimento acerca das leis, princípios, diretrizes, organização e funcionamento do Sistema Único de Saúde do Brasil; - Obter conhecimento sobre a municipalização no Brasil; - Desenvolver um olhar crítico e reflexivo sobre o controle social no SUS e suas representatividades nos Conselhos e Conferências de Saúde; - Refletir sobre os desafios e perspectivas atuais para o SUS.

1. EMENTA Estudo sobre as Políticas Públicas de Saúde e suas correlações com a Saúde Coletiva. Aproximação crítica da trajetória das Políticas de Saúde no Brasil. Apresentação da trajetória histórica da Reforma Sanitária para a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Olhar crítico para as dificuldades do SUS e das Políticas Públicas.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Conceito de Saúde Coletiva, Saúde Pública e Saúde Comunitária, a diferença entre cada um e a correlação com as Políticas Públicas de Saúde; - A historicidade das Políticas Públicas no Brasil e sua importância para a ordem sócio-políticasanitária; - Análise crítica do Movimento Sanitarista pela construção do SUS; - Processo de implantação da descentralização e Municipalização; - A participação popular e o controle social no SUS; - Os Modelos de Atenção à Saúde no Brasil. O SUS e os desafios atuais. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral: - Entender os conceitos teóricos sobre a Saúde Coletiva, examinando o contexto da criação das Políticas Públicas de Saúde no Brasil. Objetivos Específicos - Oferecer o contexto histórico das Políticas de Saúde no Brasil; - Apresentar os caminhos percorridos pela Reforma Sanitário do Brasileira para garantir o direito à Saúde a população; -Descrever a implantação do SUS e analisar com criticidade seu funcionamento e desafios da atualidade na área da Saúde Coletiva.

REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL. Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990. Lei Orgânica da Saúde. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília, set. 1990. ________Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 31 dez. 1990b.

Seção 1. Disponível em:

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<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Lei8142.pdf>. _________. Constituição da República Federativa do Brasil. Art. 196-200. Brasília: Congresso Nacional, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituiçao.htm. _________Ministério da Saúde/Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Documentário Políticas de Saúde no Brasil: um século de luta pelo direito à saúde. Brasília. 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A Atenção Primária e as Redes de Atenção à Saúde / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Brasília: CONASS, 2015. p.127. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE\OMS. Relatório 30 anos de SUS. Que SUS para 2030? Brasília: 2018. PAIM JS. O que é o SUS. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2015. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/ptbr/content/o-que-e-o-sus-e-book-interativo. Acesso em: 08/02/2017. ______. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão e crítica. Salvador: EDUFBA; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008. p. 175-241. SANTOS NR. SUS 30 anos: o início, a caminhada e o rumo. Ciência & Saúde Coletiva, 2018.

v.23, p.1729-1736. SILVA FG. & ALLAN et al. A relação entre Estado e políticas públicas: uma análise teórica sobre o caso brasileiro. Porto Alegre: Revista Debates, 2017. v. 11, n. 1, p. 25-42, jan.-abr. SOUZA LE. Saúde Pública ou Saúde Coletiva? Londrina: Revista Espaço para a Saúde, 2014.

v. 15, n. 4, p. 01-21, out/dez.

COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA DA ENFERMAGEM, ÉTICA E LEGISLAÇÃO UNIDADE CURRICULAR: I CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 45h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Compreender a história e os avanços da enfermagem; - Identificar os princípios éticos para o exercício da enfermagem; - Entender as leis que regulamentam a enfermagem; - Conhecer as bases éticas e legais da enfermagem.

1. EMENTA O componente curricular estuda a história, o surgimento e a evolução da enfermagem, sua

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regulamentação e código de ética. Aborda os diversos componentes/categorias da equipe de enfermagem, áreas de atuação, condutas e técnicas que podem ser executadas pelo técnico de enfermagem. Além disso, enfatiza o crescimento da enfermagem no mundo e no Brasil, contribuições de Florence Nightingale e Anna Nery, entidades e órgãos (Conselho Federal de Enfermagem e Conselho Regional de Enfermagem), princípios éticos e bioéticos para desempenhar a prática de enfermagem.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Surgimento, história e evolução da profissão de enfermagem; - Contribuições de Florence Nightingale e Anna Nery para a enfermagem; - Membros da equipe de enfermagem; - Associação Brasileira de Enfermagem; - Conselho Federal e Regional de Enfermagem; - Lei que regulamenta a profissão; - Código de Ética dos Profissionais da Enfermagem; - Bioética; - Áreas de atuação da enfermagem; - Principais condutas que podem ser executadas pelo técnico de enfermagem.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Compreender a enfermagem como profissão, e seu surgimento, história, avanço, limites e práxis. Objetivos Específicos - Conhecer a história da enfermagem e sua contribuição para o sistema de saúde; - Compreender a legislação e o código de ética que regulamentam e regem a profissão de enfermagem; - Identificar as áreas de atuação da enfermagem, os componentes da equipe e as principais condutas do técnico de enfermagem; - Entender os órgãos e entidades que contribuem para a enfermagem como profissão; - Despertar para habilidades de trabalho em equipe no âmbito da enfermagem: liderança, comunicação interpessoal e intrapessoal.

REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL. Lei 7498 de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, e dá outras providências. Disponível em: L7498 (planalto.gov.br) BRASIL. Decreto 94406/1987. Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. Disponível em: – DECRETO N 94.406/87 Conselho Federal de Enfermagem - Brasil (cofen.gov.br) GEOVANINI, T. História da enfermagem: versões e interpretações. 4ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Resolução COFEN 564/2017. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Disponível em: – RESOLUÇÃO COFEN Nº 564/2017 Conselho Federal de Enfermagem -

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Brasil DIAS, L.P; DIAS, M.P. [Florence Nightingale e a História da Enfermagem]. Hist enferm Rev eletrônica [Internet]. 2019; 10(2):47-63. Disponível em: HERE_2019-2_v10n2.indd (abennacional.org.br) SILVA, L.S., et al. Segurança do profissional enfermeiro perante problemas éticos e bioéticos. Revista Bioética [online]. 2021, v. 29, n. 4 [Acessado 28 Julho 2022] , pp. 855-866. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1983-80422021294519>. Epub 18 Mar 2022. ISSN 1983-8034. https://doi.org/10.1590/1983-80422021294519. COELHO, M.P.; PARTELLI, A.N.M. JÚRI SIMULADO NO ENSINO DA ÉTICA/BIOÉTICA PARA A ENFERMAGEM. Rev enferm UFPE on line., Recife, 13(1):499-510, jan., 2019. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/238454/31372 COMPONENTE CURRICULAR: SEMIOTÉCNICA UNIDADE CURRICULAR: I CRÉDITOS: 9

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 45h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 90h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 135h

COMPETÊNCIAS: - Mobilizar conhecimentos para entender a sistematização da assistência de enfermagem à luz das necessidades humanas básicas e participar da aplicação do processo de enfermagem; - Exercitar o pensamento crítico, científico e reflexivo para o estudo e aplicação das práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos; - Usar a comunicação efetiva para se expressar e partilhar informações sobre os cuidados de enfermagem; - Intervir em situações-problema para o cuidado de enfermagem e para o registro em impressos pertinentes, proporcionando ambiente com recursos necessários ao desenvolvimento das práticas de enfermagem; - Realizar os procedimentos básicos de enfermagem com segurança em ambientes de simulação realística; - Aplicar os procedimentos operacionais padronizados às diversas técnicas de enfermagem, de forma a atender às necessidades humanas básicas; - Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais nas relações interpessoais que possibilitem a tomada de decisões, com respeito a cidadania e as boas práticas no exercício da profissão. 1.EMENTA Estudo e aplicação das técnicas de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas. Sistematização da Assistência de Enfermagem, humanização e princípios éticos. Segurança do paciente, comunicação e relações humanas em ambiente de saúde. Enfoca o cuidado de enfermagem integral e sistematizado, envolvendo o conhecimento das habilidades técnicas de enfermagem, equipamentos e materiais específicos diversos, necessários para a assistência a clientes/usuários nos diversos níveis de atenção à saúde.

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2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS E HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM – SAE PROCESSO DE COMUNICAÇÃO - Elementos, níveis e tipos - Prontuário - Registros de enfermagem (Procedimento Operacional Padrão nos registros de enfermagem) BIOSSEGURANÇA NA ENFERMAGEM - Infecções Relacionadas à Assistência a Saúde - Terminologias - Antissepsia - Precauções e isolamento - Manuseio de material estéril e contaminado SEGURANÇA DO PACIENTE: - Protocolo de identificação do paciente - Protocolo para prevenção de lesão por pressão (Procedimento Operacional Padrão para prevenção de lesão por pressão) - Protocolo para a prática de higiene das mãos em serviços de saúde (Procedimento Operacional Padrão de higienização das mãos) - Protocolo de prevenção de quedas MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DO CLIENTE ADMISSÃO, TRANSFERÊNCIA E ALTA UNIDADE DO CLIENTE - Componentes - Limpeza e desinfecção - Tipos e preparo de leitos AVALIAÇÃO FÍSICA E APOIO DIAGNÓSTICO - Exame físico - Posições para exame - Medidas antropométricas (Procedimento Operacional Padrão nas medidas antropométricas) - Sinais vitais (Procedimento Operacional Padrão para aferição dos sinais vitais) e dor - Coleta de material para exames (Procedimento Operacional Padrão de coleta de sangue, urina, glicemia) MEDIDAS DE HIGIENE - Procedimento operacional padrão nas medidas de higiene TERMOTERAPIA E CRIOTERAPIA - Procedimento Operacional Padrão na termoterapia - Procedimento Operacional Padrão na crioterapia . NECESSIDADES DE NUTRIÇÃO - Conceitos básicos e Estudos de caso; - Procedimentos operacionais padronizados para a assistência de Enfermagem na Terapia Nutricional Enteral envolvendo cuidados ao paciente em uso de sonda e gastrostomia; - Procedimentos operacionais padronizados para a assistência de Enfermagem na Terapia Nutricional Parenteral. . NECESSIDADES DE ELIMINAÇÃO - Conceitos básicos e Estudos de caso; - Procedimentos operacionais padronizados para atendimento às necessidades de

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eliminações vesicais abrangendo indicadores importantes e visando à prevenção de infecção do trato urinário ligados a sondagem vesical; sondagem vesical de alívio; sondagem vesical de demora (SVD); e irrigação vesical. - Procedimentos operacionais padronizados para atendimento às necessidades de eliminações intestinais envolvendo manifestações da função intestinal alterada; realização de enema; cuidados com ostomias; . NECESSIDADES DE OXIGENAÇÃO - Conceitos básicos e Estudos de casos que abordam problemas comuns que envolvem dificuldades de manutenção de uma boa oxigenação; - Procedimentos operacionais padronizados para atendimento das necessidades de oxigenoterapia; classificação dos sistemas para oxigenoterapia e cuidados na aspiração de vias aéreas; . PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS - Conceitos básicos: drogas e medicamentos; classificação de medicamentos; componentes de uma receita médica; Sistema de distribuição de medicamentos; - Estudos de casos e procedimentos operacionais padronizados para a administração segura dos medicamentos; preparo de medicamentos; cuidados e métodos aplicados na administração de medicamentos pelas diferentes vias de administração de competência da Enfermagem. . TRATAMENTO DE FERIDAS - Conceitos básicos e funções da pele; - Feridas: diferentes classificações das feridas; processos de cicatrização; fatores que afetam a cicatrização das feridas; análise do leito da ferida; - Procedimentos operacionais padronizados para a realização de curativos: produtos e coberturas, tipos, finalidades e técnicas; . ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM FRENTE À SITUAÇÕES DE MORTE E MORRER - Concepções de morte e finitude humana; - Estágios ou fases psicológicas presentes durante o processo de morrer; - Cuidados de enfermagem ao paciente em paliação; - Alterações corporais que antecedem a morte; - Terminologia empregada nas situações de morte e morrer; - Procedimentos operacionais padronizados para os cuidados com o corpo após a morte (POST MORTEM). 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Oportunizar a construção de conhecimentos direcionados ao desenvolvimento dos cuidados e das técnicas de enfermagem necessárias para dispensar cuidados, conforto e segurança durante a assistência de enfermagem a clientes/usuários nos diferentes níveis de atenção à saúde, com ética e humanização no atendimento às necessidades humanas básicas de clientes/usuários. Objetivos Específicos - Discutir a sistematização da assistência de enfermagem à luz das necessidades humanas básicas;

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- Nortear o estudo das práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos e em consonância aos protocolos de segurança em saúde; - Refletir sobre a importância do registro das informações no concernente à clareza e completude para o acompanhamento do cuidar em enfermagem; - Problematizar situações para o cuidado de enfermagem e para o registro em impressos pertinentes, proporcionado ambiente com recursos humanos e materiais adequados ao desenvolvimento das práticas de enfermagem. - Realizar cuidados básicos de enfermagem em ambientes de simulação realística; - Facilitar a aprendizagem e a aplicação das técnicas básicas e especializadas direcionadas aos cuidados de enfermagem nos diferentes níveis de atenção à saúde de clientes/usuários; - Aplicar os procedimentos operacionais padronizados às diversas técnicas de enfermagem de forma a atender às necessidades humanas básicas; Problematizar situações relacionadas aos diversos cuidados de enfermagem aplicando as técnicas básicas de enfermagem voltadas ao atendimento das necessidades humanas básicas de clientes/usuários; - Oportunizar aprendizado por meio de utilização de estudos de casos voltados à problematizar situações que levem o discente a refletir acerca da importância do cuidado e quais habilidades técnicas devem ser aplicadas, conforme a necessidade de clientes/usuários.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ALBUQUERQUE, A. M. de; LIMA, E. A. R. de; PINTO, M. B. Tópicos de cuidados de enfermagem. Campina Grande: EDUFCG, 2016. ALMEIDA, J. R. C. de; CRUCIOL, J.M. Farmacologia e terapêutica clínica para a equipe de enfermagem. São Paulo: Atheneu Editora, 2014. BARROS, A.L.B.L.; LOPES, J.L.; MORAIS, S.C.R.V. Procedimentos de enfermagem para a prática clínica. Porto Alegre: Artmed, 2019. CARMAGNANI, M.I.S. et al. Procedimentos de enfermagem: guia prático. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GOMES, C. O. et al. Semiotécnica em enfermagem [recurso eletrônico] Natal, RN: EDUFRN, 2018. MOTTA, A. L., MIRANDA, R.P R. Normas, rotinas e técnicas de enfermagem. 7. ed. – São Paulo: Érica, 2020. 216 p PERRY, A.G.; POTTER, P. A. Guia completo de procedimentos e competências de enfermagem. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. RODRIGUES, A. B. et al. Guia da enfermagem: rotinas, práticas e cuidados fundamentados.

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3. ed. São Paulo: Érica, 2020. SILVA, M. T. da; SILVA, S. R. L. P. T. Cálculo e administração de medicamentos na enfermagem. 5.ed. São Paulo: Martinari, 2019.

TORRIANI, M. S., et al. Medicamentos de A a Z 2015/2016: enfermagem [recurso eletrônico] Porto Alegre : Artmed, 2016. COMPONENTE CURRICULAR: TÓPICOS INTEGRADORES I UNIDADE CURRICULAR: I CRÉDITOS: 1

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 15h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 15h

COMPETÊNCIAS: - Desenvolvimento de raciocínio crítico e reflexivo sobre as diversas áreas do conhecimento da enfermagem que constituem a base das competências e habilidades a serem desenvolvidas na sequência do curso.

1. EMENTA Articulação teórico-prática de conteúdos já ministrados na formação profissional do curso a partir de temas/eixos transversais, a fim de desenvolver o raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, através da resolução de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados, bem como a produção de resumos científicos, na busca pelo aperfeiçoamento de habilidades e competências do técnico de enfermagem.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Estímulo ao raciocínio crítico e reflexivo; - Aprendizagem baseada em problemas com questões e problemas relativos a conteúdos ministrados no Curso Técnico em Enfermagem; - Produção de resumos científicos. - Noções de empreendedorismo e mercado de trabalho. - Organização e procedimentos de recepção. - Redação Empresarial. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Compreender os conteúdos formadores do curso numa perspectiva interdisciplinar e transversal com vistas a desenvolver técnicos de enfermagem críticos e reflexivos. Objetivos Específicos - Aplicar os conteúdos já vistos no curso técnico de enfermagem através da resolução de problemas.

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REFERÊNCIAS BÁSICAS Das demais disciplinas vivenciadas até a unidade curricular da disciplina.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Das demais disciplinas vivenciadas até a unidade curricular da disciplina.

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EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM UNIDADE CURRICULAR II COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Noções sobre a organização dos Serviços de Saúde no Brasil. A estrutura e organização dos serviços de saúde de João Pessoa. A Política Nacional de Atenção Básica. A Estratégia Saúde da Família. Promoção e Prevenção da Saúde e os Programas de Atenção à Saúde da população brasileira em todas as etapas do ciclo de vida.

1. EMENTA

Exibe os modelos de Atenção à Saúde no Brasil (Sanitarismo Campanhista, Médico Assistencial Privatista, Medicina Comunitária e Vigilância à Saúde). Apresenta a organização dos Serviços de Saúde com ênfase na Estratégia de Saúde da Família e nas Redes Integradas de Atenção à Saúde. Enfatiza as ações desenvolvidas pelos Técnicos de Enfermagem nos Programas do Ministério da Saúde voltados ao cuidado da população brasileira em todas as etapas do ciclo de vida.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Assegurar a compreensão sobre as Linhas de Cuidado e Redes de Atenção à Saúde implantadas no Brasil; - Conhecer as estratégias de consolidação do modelo de Saúde Pública no SUS, tais como: Atenção Primária à Saúde (ATS), Estratégia Saúde da Família (ESF), Núcleo de Atenção ao Saúde da Família (NASF); - Os Modelos de Atenção à Saúde no Brasil; - Programas de Promoção e Prevenção do Ministério da Saúde e as ações desenvolvidas pelos Técnicos de Enfermagem; - O SUS, perspectivas e desafios na atualidade.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Promover o conhecimento sobre as Políticas Públicas de Saúde na atenção ao indivíduo, família e comunidade no contexto da Atenção Básica de Saúde. Objetivos Específicos - Proporcionar o estudo dos Programas de Atenção à Saúde das pessoas disponibilizados pelo Ministério da Saúde como: Programa Saúde da Família, Programa de Atenção Domiciliar,

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Programa Nacional de população em situação de rua, entre outros; - Conhecer a participação e responsabilidades dos Técnicos de Enfermagem nos Programas de Atenção à Saúde da Mulher, Saúde do Homem, Saúde da Criança, Saúde do Adulto, Saúde do Jovem e Adolescente e Saúde da Pessoa Idosa. - Ofertar aprendizado sobre as ações que devem ser desenvolvidas pelos Técnicos de Enfermagem nos seguintes programas do Ministério da Saúde: Programa Nacional de Imunização, Programa de Saúde do Trabalhador, Programa de controle da Hipertensão e Diabetes, Programa de controle da Tuberculose e Hanseníase, entre outros. - Apresentar as Doenças de Notificação Compulsórias; - Disponibilizar o conhecer sobre a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do Ministério da Saúde e sua inserção no SUS.

REFERÊNCIAS BÁSICAS CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa (Org.) et al. Tratado de saúde coletiva. 2. ed. rev. e aum. São Paulo: Hucitec, 2012-2015. PAIM, Jairnilson Silva. ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). Saúde coletiva: teoria e prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2014; GIOVANELLA, Lígia (Org.) et al. Políticas e sistema de saúde no Brasil. 2. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2012-2013. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL, Ministério da Saúde. O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_sus_screen.pdf. Paim J, Travassos C, Almeida C, Bahia L, Macinko J. O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios. Lancet 2011; publicado online em 9 de maio. DOI:10.1016/S0140 6736(11)60054-8. Schmidt MI, Duncan BB, Azevedo e Silva G, et al. Doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: carga e desafios atuais. Lancet 2011; publicado online em 9 de maio. DOI:10.1016/S0140-6736(11)60135-9.

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COMPONENTE CURRICULAR: ESTÁGIO SUPERVSIONADO I UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 0H

CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO: 60H

CARGA HORÁRIA TOTAL: 60H

COMPETÊNCIAS: - Participar da aplicação do processo de enfermagem em atendimentos às prescrições de enfermagem; - Realizar as práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos, atendendo aos protocolos de segurança em saúde; - Intervir em situações-problema para o cuidado de enfermagem e para o registro em impressos pertinentes, proporcionando ambiente com recursos necessários ao desenvolvimento das práticas de enfermagem; - Aplicar os procedimentos operacionais padronizados às diversas técnicas básicas de enfermagem voltadas ao atendimento das necessidades humanas básicas de clientes/usuários; - Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais nas relações interpessoais entre discentes, docentes e profissionais dos serviços de modo a possibilitar a tomada de decisões, com respeito a cidadania e as boas práticas no exercício da profissão; - Adotar práticas seguras que concorram para a prevenção de acidentes e de complicações e para o controle de infecções em ambiente de saúde. - Aplicar os conhecimentos na interpretação de prescrições médicas e de enfermagem e nos cuidados gerais relativos ao preparo e administração de medicamentos, através das diferentes vias utilizadas pela enfermagem; - Atuar com criticidade e criatividade diante de situações desafiadoras para a solução de problemas.

1. EMENTA Cuidados de enfermagem e ações direcionadas ao atendimento das necessidades humanas básicas; segurança do paciente, comunicação e relações humanas em ambiente de saúde; experiências práticas articuladas entre profissionais do serviço e atividades de ensino, aproximando a aprendizagem teórica ao contexto da realidade profissional do Técnico de Enfermagem na Atenção Básica.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Aplicabilidade de princípios e fundamentos das práticas de enfermagem na Atenção Básica. - Ações de prevenção e promoção à saúde em todas as etapas do ciclo vital. - Multiprofissionalidade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade na assistência de enfermagem no âmbito da Atenção Básica. - Análise crítica de situações-problema na atenção à saúde dos usuários da atenção básica em todas as etapas do ciclo de vida. - Aplicações de técnicas de enfermagem: glicemia capilar, administração de medicamentos, verificação de sinais vitais, realização de curativos, retirada de pontos, imunização, verificação de medidas antropométricas, realização de visitas domiciliares, realização de coleta de material para exames e ações de educação em saúde. - Atuações de colaboração com ações desenvolvidas por profissionais da equipe de saúde.

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3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Articular saberes para a realização dos cuidados e aplicação das técnicas básicas de enfermagem, mediante recursos cognitivos necessários para o desenvolvimento das competências e habilidades na Atenção Básica, abrangendo a assistência integral a clientes/usuários em todas as etapas do ciclo de vida. Objetivos Específicos - Fomentar a sistematização da assistência da enfermagem compatível aos protocolos assistências dos cenários de prática. - Promover o desenvolvimento de práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos, atendendo aos protocolos de segurança em saúde; - Vivenciar situações para o cuidado de enfermagem e para o registro claro e completo em impressos pertinentes, proporcionado ambiente com recursos humanos e materiais adequados ao desenvolvimento das práticas de enfermagem; - Vivenciar situações relacionadas aos diversos cuidados de enfermagem aplicando os procedimentos operacionais padronizados às diversas técnicas básicas de enfermagem voltadas ao atendimento das necessidades humanas básicas de clientes/usuários; - Fomentar o trabalho em equipe e o estabelecimento de relações interpessoais entre discentes, docentes e profissionais dos serviços. - Viabilizar a adoção de práticas seguras, que concorram para a prevenção de acidentes e complicações e para o controle de infecções em ambiente de saúde. - Favorecer a aplicação de conhecimentos na interpretação de prescrições médicas e de enfermagem e aos cuidados gerais no preparo e administração de medicamentos, através das diferentes vias utilizadas pela enfermagem. - Instigar a criticidade e a criatividade, a partir de situações desafiadoras para a solução de problemas. - Possibilizar oportunidades aos cuidados de enfermagem em domicilio para clientes/usuários com impossibilidade de deslocamento até à Unidade de Saúde.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ALBUQUERQUE, A. M. de; LIMA, E. A. R. de; PINTO, M. B. Tópicos de cuidados de enfermagem. Campina Grande: EDUFCG, 2016. ALMEIDA, J. R. C. de; CRUCIOL, J.M. Farmacologia e terapêutica clínica para a equipe de enfermagem. São Paulo: Atheneu Editora, 2014. BARROS, A.L.B.L.; LOPES, J.L.; MORAIS, S.C.R.V. Procedimentos de enfermagem para a prática clínica. Porto Alegre: Artmed, 2019. CARMAGNANI, M.I.S. et al. Procedimentos de enfermagem: guia prático. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. GOMES, C. O. et al. Semiotécnica em enfermagem [recurso eletrônico] Natal, RN: EDUFRN, 2018.

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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PERRY, A.G.; POTTER, P. A. Guia completo de procedimentos e competências de enfermagem. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. RODRIGUES, A. B. et al. Guia da enfermagem: rotinas, práticas e cuidados fundamentados.

3. ed. São Paulo: Érica, 2020. SILVA, M. T. da; SILVA, S. R. L. P. T. Cálculo e administração de medicamentos na enfermagem. 5.ed. São Paulo: Martinari, 2019.

COMPONENTE CURRICULAR: FARMACOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM UNIDADE CURRICULAR: I CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 45h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Compreender os aspectos básicos de farmacologia envolvidos na terapêutica medicamentosa; -Conhecer as modalidades de administração dos fármacos e as diferentes formas farmacêuticas; - Distinguir os principais Fármacos das diferentes classes terapêuticas.

1. EMENTA Introdução à Farmacologia. Modalidades de Administração de Fármacos. Farmacocinética. Farmacodinâmica. Fatores que interferem na ação dos fármacos e interação medicamentosa. Noções Básicas sobre Preparação e Reconstituição de Medicamentos; Uso Racional de Medicamentos e Polifarmácia; Princípios Gerais de Neurofarmacologia. Princípios de Farmacologia Cardiovascular. Princípios de Farmacologia das Infecções Bacterianas. Princípios de Farmacologia da Inflamação. Farmacologia do Sistema Digestório.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS • Introdução à Farmacologia (fundamentos do desenvolvimento e regulamentação dos fármacos; conceitos básicos em farmacologia para o profissional de enfermagem: drogas; medicamentos; remédios; placebos; dose; formas farmacêuticas; concentrações e tipos de medicamentos); • Modalidades de administração de fármacos, riscos e benefícios; • Uso Racional de Medicamentos e Polifarmácia; • Princípios de Farmacocinética: absorção, distribuição, metabolismo e excreção de fármacos e os principais fatores interferentes; • Princípios de Farmacodinâmica; • Fatores que alteram os efeitos de medicamentos; • Noções Básicas sobre Preparação e Reconstituição de Medicamentos;

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• •

• • •

3.

Princípios Gerais de Neurofarmacologia (principais fármacos que atuam nos sistemas nervosos autônomo e periférico e no sistema nervoso central); Princípios de Farmacologia Cardiovascular (principais fármacos que atuam no sistema cardiovascular, tais como: inibidores da síntese de colesterol, cardiotônicos, antiarrítmicos, anti-hipertensivos, diuréticos, vasodilatadores, antiplaquetários, anticoagulantes e trombolíticos); Princípios de Farmacologia das Infecções Bacterianas (principais fármacos que atuam na farmacoterapia antimicrobiana); Princípios de Farmacologia da Inflamação (Anti-histamínicos, agentes antiinflamatórios não esteroides (AINE), inibidores da ciclo-oxigenase-2 (COX-2) e glicocorticóides); Farmacologia do Sistema Digestório (principais fármacos usados nas doenças gastrointestinais, fármacos que estimulam a motilidade gastrointestinal, laxativos e antidiarréicos e antieméticos).

OBJETIVOS

Objetivo Geral - Fornecer os fundamentos básicos de farmacologia que possibilitem ao técnico de enfermagem a compreensão das diferentes classes de fármacos utilizados na terapêutica. Objetivos Específicos - Conhecer as Modalidades de Administração de Fármacos; - Compreender os princípios de absorção, distribuição, biotransformação e eliminação dos fármacos pelo organismo; -Entender os conceitos básicos em Farmacologia; - Aprender sobre o uso racional de Medicamentos e Polifarmácia; -Conhecer os princípios e principais cuidados sobre Preparação e Reconstituição de Medicamentos; - Aprender noções sobre a ação dos fármacos e possíveis interações.

REFERÊNCIAS BÁSICAS GOLAN, D. E. Princípios de Farmacologia - A Base Fisiopatológica da Farmacologia, 3ª edição. Ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85-277-2600-9. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2600-9/. Acesso em: 13 out. 2022. GOODMAN, L. S.; GILMAN, A. G. GOODMAN E GILMAN: as bases farmacológicas da terapêutica.13ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. KATZUNG, B. G. Farmacologia básica e clínica. 13ª. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. SILVA, P. Farmacologia. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CLAYTON, B. D.; STOCK, Y. N. Farmacologia na prática da enfermagem. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004.

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ALMEIDA, José Ricardo Chamhum de; CRUCIOL, Joice Mara (Editor). Farmacologia e terapêutica clínica para a equipe de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2014. GUARESCHI, Ana Paula Dias F.; CARVALHO, Luciane Vasconcelos Barreto D.; SALATI, Maria I. Medicamentos em Enfermagem, Farmacologia e Administração. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527731164. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527731164/. Acesso em: 13 out. 2022. DOS TORRIANI, Mayde S.; SANTOS, Luciana; ECHER, Isabel C.; et al. Medicamentos de A a Z: Enfermagem. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582712627. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712627/. Acesso em: 13 out. 2022. COMPONENTE CURRICULAR: METODOLOGIA CIENTÍFICA UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 15h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Ao final da disciplina, o discente deverá ser capaz de: reconhecer a importância da pesquisa científica; identificar as etapas de desenvolvimento de um trabalho científico; utilizar as normas estabelecidas pela ABNT para a apresentação de trabalhos acadêmicos e científicos e elaborar um projeto de pesquisa. 1.EMENTA O componente curricular propiciará uma introdução à prática das metodologias acadêmica e científica, enfatizando os passos para a construção de um projeto de investigação, com destaque ao significado e à importância da pesquisa em Enfermagem. Serão abordados tópicos relacionados ao conceito de ciência, pesquisa e teoria; metodologia científica; estrutura do trabalho científico; normas da ABNT e fases de elaboração de um projeto de pesquisa. Por se tratar de um conhecimento que permeia todas as atividades curriculares desenvolvidas pelos estudantes durante o processo ensino-aprendizagem, a disciplina de metodologia cientifica facilitará a percepção crítica científica da realidade. As aulas serão ministradas utilizando-se a exposição dialogada contextualizada, com apoio de recursos de multimídia, e desenvolvimento de atividades individuais e em grupos com apresentação de seminários e orientações direcionadas para formulação do projeto de pesquisa. A avaliação de aprendizado será feita de forma contínua, verificando a participação nas aulas e realização das atividades propostas.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Introdução e conceitos relacionados a pesquisa; - Estrutura de trabalho científico; - Normas da ABNT; - Projeto de pesquisa.

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3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Capacitar discentes do curso técnico em enfermagem sobre a importância da pesquisa científica. Objetivos Específicos - Compreender a importância da ciência no contexto da enfermagem, trazendo benefícios, formas e tipos de pesquisa. REFERÊNCIAS BÁSICAS GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. Atlas. 2017. Gomes, J. P. Apostila Metodologia Científica - Curso Técnico em Enfermagem. ETS/UFPB. 2021. BRASILEIRO, M. E.; SILVA, LCS. Metodologia da pesquisa científica aplicada à enfermagem. Goiânia: AB, 2011. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2017. COMPONENTE CURRICULAR: PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Compreender e caracterizar as fases do desenvolvimento humano em face do processo saúde/doença. - Desenvolver postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde. - Construir atitudes favoráveis a um bom relacionamento interpessoal e boa comunicação com a equipe de trabalho e usuários do serviço. - Promover a educação integral do aluno em sua natureza humana e essência, tornando-o sujeito de seu próprio processo educativo. 1.EMENTA Psicologia como área de conhecimento. Aspectos teóricos mais relevantes na construção do conhecimento em Psicologia. Aspectos psíquicos do comportamento humano. Aborda a origem e necessidades básicas do homem, o indivíduo e o autoconhecimento, bem como o relacionamento com o cliente e a equipe de saúde.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Aspectos psíquicos do comportamento humano; - Origem e necessidades básicas do homem, o indivíduo e o autoconhecimento;

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- Relacionamento com o cliente e a equipe de saúde. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Construir conhecimentos sobre o ser humano, a partir de conceitos da psicologia, que possibilitem o autoconhecimento e a compreensão das relações profissional-cliente e do cuidar no contexto da saúde. Objetivos Específicos - Conhecer as principais teorias/escolas em psicologia e os processos básicos do comportamento; - Estudar a psicologia do desenvolvimento em todo ciclo vital; - Compreender os principais conceitos acerca do estudo da personalidade e sua importância na atuação do profissional da saúde; - Refletir sobre a importância dos conhecimentos da psicologia no atendimento em saúde, no processo de comunicação e nas relações de trabalho.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ALVES, D. F. Psicologia Aplicada à Saúde. 1ª ed. Brasília: NT editora, 2014. BOCK, Ana Maria Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: Uma introdução ao estudo da psicologia. 13 ed. São Paulo – SP: Saraiva, 1999. STRAUB, Richard O. Psicologia da Saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2014. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DANIEL, L. F. Atitudes interpessoais em enfermagem. São Paulo: EPU, 1983. DEL PRETTE, A.; DEL PRETTE, Z. A. P. (2008). Psicologia das relações interpessoais: Vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes, 2014. FARAH, O. G; DIAS; SÁ, A. C.(orgs). Psicologia Aplicada à enfermagem. São Paulo: Manole, 2008. SANTOS, C. C. V.; SHIRATORI, K. A influência da comunicação não verbal no cuidado de enfermagem. Rev Bras Enferm, 58(4):434-7, 2005.

COMPONENTE CURRICULAR: TECNOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 1

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 5H

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 10H

CARGA HORÁRIA TOTAL: 15H

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COMPETÊNCIAS: - Competências: Compreender como o uso de tecnologias da informação pode contribuir com a melhoria das atividades dos profissionais de saúde. - Habilidades: usar as tecnologias da informação em prol da execução de atividades na área da saúde com mais qualidade.

1. EMENTA Tecnologias utilizadas para o gerenciamento, monitoramento, diagnóstico e tratamento na Enfermagem.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Tecnologia aplicada à enfermagem - áreas de atuação, o papel dos profissionais de saúde frente às tecnologias para os registros de dados e informações, a tomada de decisão, comunicação, transparência, precisão e ética (redes sociais, boas práticas de trabalho e disponibilização da informação). Aplicativos, dispositivos e sistemas para o gerenciamento de atividades em saúde, monitoramento, diagnóstico e tratamento na Enfermagem.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Apresentar alternativas tecnológicas que subsidiem as atividades em enfermagem. Objetivos Específicos - Refletir sobre as áreas de atuação e o papel de um profissional de enfermagem frente às tecnologias em atividades relacionadas ao registro, comunicação e tomada de decisão de forma transparente, precisa e ética; e - Conhecer alternativas tecnológicas modernas para o gerenciamento de atividades em saúde, monitoramento, diagnóstico e tratamento na Enfermagem.

REFERÊNCIAS BÁSICAS CARVALHO, L. A. et al. O uso de tecnologias no trabalho em enfermagem: revisãointegrativa. J. nurs. health, p. e188104-e188104, 2018. OUCHI, J. D. et al. O papel do enfermeiro na unidade de terapia intensiva diante de novas tecnologias em saúde. Rev Saúde em Foco, v. 10, p. 412-428, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SÁ, M. C.; NABAIS, A. S. Que importância atribuem os estudantes de enfermagem às novas tecnologias. New Trends in Qualitative Research, v. 2, p. 283-296, 2020.

COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA

CARGA HORÁRIA

CARGA

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TEÓRICA: 30h

PRÁTICA: 15h

HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Compreender as interfaces legais e políticas de proteção e atenção à saúde da criança e do adolescente; - Identificar as características relacionadas ao crescimento e desenvolvimento da criança e do adolescente; - Prestar assistência de enfermagem de qualidade, no que concerne às atribuições do técnico de enfermagem, ao recém-nascido, à criança e ao adolescente, desenvolvendo ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação na perspectiva da integralidade do cuidado. 1.EMENTA Estudo da assistência de enfermagem integral à saúde da criança e do adolescente, nos diferentes níveis de atenção à saúde. Aborda os conceitos de criança e adolescente; caracterização socioeconômica, demográfica, epidemiológica e médico-sanitária da criança e do adolescente no Brasil; políticas e programas de atenção à criança e ao adolescente; direitos da criança e do adolescente, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA; características do recém-nascido; assistência de enfermagem ao neonato; adaptação à vida extra-uterina; rastreamento neonatal. Patologias mais comuns na infância. Assistência de enfermagem nas diferentes fases de crescimento e desenvolvimento da criança e do adolescente; atendimento à criança e ao adolescente no contexto da Atenção Básica de Saúde e de unidade hospitalar.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Estatuto da Criança e do Adolescente; - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança; - Cenário da infância e adolescência no Brasil; - Organização, estrutura e funcionamento dos serviços de assistência à saúde pediátrica; - Neonatologia: características de um recém-nascido. Adaptação à vida extrauterina; - Cuidados de enfermagem ao recém-nascido; - Rastreamento neonatal; - Crescimento e desenvolvimento na infância; - Puberdade: crescimento e desenvolvimento do adolescente; - Alimentação da criança nos primeiros anos de vida; -Assistência de enfermagem à criança e adolescente, com enfoque nas principais patologias que acometem os indivíduos dessas faixas etária: diarréia, desidratação, desnutrição, obesidade na infância e na adolescência, doenças respiratórias; - O hospital pediátrico e estratégias de enfrentamento à hospitalização de crianças e adolescentes; - Procedimentos de enfermagem para atendimento de recém-nascido, criança e adolescente: verificação de medidas antropométricas e sinais vitais, banho do recém-nascido, acessos venosos em neonatologia e pediatria, preparo e administração de medicamentos, administração de oxigênio, fototerapia, nebulização, cuidados no manejo de sondas e na alimentação dos recém-nascidos e crianças e coleta de material para exames.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Oferecer subsídios para o desenvolvimento de competências e habilidades que norteiam a

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assistência de enfermagem integral à saúde da criança e do adolescente, pautado nas políticas públicas de saúde, nos diversos níveis de atenção à saúde. Objetivos Específicos - Analisar a situação político-social, econômica, demográfica, epidemiológica e médicosanitária da criança e do adolescente no Brasil; - Compreender o processo de crescimento e desenvolvimento da criança e do adolescente; - Identificar as necessidades de saúde da criança e do adolescente, visando o atendimento de suas necessidades humanas básicas e de sua família dentro dos níveis de atenção primária, secundária e terciária; - Compreender os procedimentos de enfermagem para atendimento integral da saúde do recémnascido, criança e adolescente; - Desenvolver práxis humanizada, responsabilizando-se pela qualidade e continuidade do cuidado de enfermagem proporcionado ao recém-nascido, à criança e ao adolescente.

REFERÊNCIAS BÁSICAS COLLET, Neusa; OLIVEIRA, B. R. G. de. Manual de Enfermagem em Pediatria. Goiânia: AB, 2002. HOCKENBERRY, M. J.; WILSON, D. WONG Fundamentos de Enfermagem Pediátrica.

8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. BOWDEN, V. R.; GREENBERG, C. S. Procedimentos de Enfermagem Pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BARBOSA, V. L. P. Prevenção da obesidade na infância e na adolescência. 2 ed. rev. ampl. São Paulo: Manole, 2009. BORGES, A. L. V.; FUGIMORI, E.; CIANCIARULLO, T. Enfermagem e a saúde do adolescente na atenção básica. Barueri, São Paulo: Manole, 2009. BRASIL. Casa Civil. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2012. 272 p.: il. – (Cadernos de Atenção Básica, nº 33). FUJIMORI, E.; OHARA, C. V. da S. (Orgs.). Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica. Barueri, São Paulo: Manole, 2009. (Série Enfermagem). SANTOS, B. R. dos. Guia escolar: identificação de sinais de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Rio de Janeiro: EDUR, 2011. TAMEZ, R. N. Enfermagem na UTI Neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.

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COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM SAÚDE DA MULHER UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 35h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 10h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Preparar o aluno para prestar uma assistência de enfermagem humanizada à mulher nas diferentes fases evolutivas, no que concerne às atribuições do técnico de enfermagem a mulher no período não gravídico, gravídico-puerperal, , integrando o conhecimento do binômio mãe filho, utilizando os princípios técnico-científicos, bem como, as competências necessárias para o trabalho em equipe multiprofissional apreendidos nas ações que promovam o bem-estar e melhorem a qualidade de vida, a partir do desenvolvendo ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação na perspectiva da integralidade do cuidado. 1.EMENTA Estudo da prevenção, promoção, proteção e cuidado à saúde da mulher, em nível individual e coletivo, nas fases evolutivas do ciclo da vida da mulher, com enfoque nos aspectos anátomofisiopatológicos e psicológicos, nas doenças ginecológicas especificas da mulher, na prevenção do câncer de mama e colo de útero; com um cuidar holístico para assistência a mulher durante a fase não-gravídica e gravídica, nos períodos clínicos do parto; puerpério, no manejo do aleitamento materno, prestação da assistência no primeiro atendimento ao Recém Nascido em sala de parto e no alojamento conjunto. Na assistência de enfermagem a mulher no âmbito hospitalar e na atenção primária à saúde.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Aspectos anátomo-fisiopatológicos da mulher; -Fase evolutivas da Mulher; - Doenças ginecológicas especificas da mulher; -Prevenção do câncer cérvico-uterino e de mama; - Pré Natal; - Parto humanizado, períodos Clínicos do parto; plano de parto; - Puerpério; - Registro de enfermagem em Obstetrícia - Procedimentos de enfermagem para atendimento à mulher: preparação das mulheres para exames ginecológicos, preparo dos consultórios para exames e consultas, técnica de coleta de citológico; consulta de pré natal; Técnica do manejo do aleitamento materno, medidas de alívio da dor/medidas não farmacológicas.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Oferecer subsídios para o desenvolvimento de competências e habilidades que norteiam a assistência de enfermagem integral à saúde da mulher, mediante os protocolos e diretrizes, para serem aplicadas nos diversos níveis de atenção à saúde.

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Objetivos Específicos - Promover ações de prevenção, promoção, proteção e cuidado à saúde da mulher, em nível individual e coletivo, desenvolvendo no aluno atitudes positivas relacionadas à importância da educação em saúde; - Favorecer a compreensão sobre as principais afecções ginecológicas que fazem parte da rotina dos serviços da rede básica e hospitalar; - Promover ações de orientação e preparo do paciente para exames e consultas voltadas para a atenção à saúde da mulher; - Desenvolver conhecimento no tocante a prevenção do câncer cérvico-uterino e de mama, fundamentado na assistência de enfermagem na perspectiva da humanização do processo de cuidado; - Estudar as fases evolutivas do ciclo de vida da mulher, os aspectos anátomo-fisiopatológicos e psicológicos da fase não-gravídica e gravídica, parto, períodos clínicos do parto e o puerpério; -Desenvolver habilidade no tocante ao manejo em aleitamento materno; - Desenvolver habilidades para assistência ao binômio mãe e filho, em alojamento conjunto e na visita puerperal; - Desenvolver aptidão na escrita no que concerne aos registros de enfermagem em Obstetrícia.

REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. BRASIL. Programa de Humanização do Parto: humanização pré-natal e nascimento. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília (DF): Ministério da Saúde, 2002. 20 p. COREN-PB. Protocolo do enfermeiro na estratégia de saúde da família do estado da Paraíba. 2. ed., João Pessoa: COREN-PB, 2015. Disponível em: http://www.corenpb.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Coren-Pb-Protocolo-do-Enfermeiropb-20102015.pdf REZENDE, J.; MONTENEGRO, C. A. B. Obstetrícia fundamental. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2017. ZUGAIB, M., et al. Zugaib Obstetrícia. 4. ed. São Paulo: Manole, 2020. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES FERREIRA, M. G. C.; GOMES, M. F. P.; FRACOLLI, L. A. Aleitamento materno: orientações recebidas por gestantes acompanhadas pela estratégia de saúde da família. Revista de Atenção à Saúde, v. 16, n. 55, p. 36-41, 2018. GÓES, F. S. N., et al. Necessidades de aprendizagem de alunos da Educação Profissional de Nível Técnico em Enfermagem. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 68, p. 20-25, 2015. NASCIMENTO, J. S., et al. Assistência à mulher no pré-natal, parto e nascimento: contribuições da Rede Cegonha. Revista Portal: Saúde e Sociedade, v. 3, n.1, p. 694-709.

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STUTZ, B. L. et al. Avaliação da aprendizagem de práticas de enfermagem na perspectiva de estudantes de um curso técnico. Hygeia: Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde,

v. 13, n. 25, p. 121, 2017. COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM SAÚDE DO ADULTO E IDOSO I UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Identificar os aspectos clínicos e epidemiológicos das principais patologias clínicas não transmissíveis prevalentes em adultos e idosos no Brasil, relacionando as medidas de promoção, proteção, prevenção e controle a partir das ações de vigilância a saúde. 1.EMENTA

Assistência de enfermagem de forma sistematizada ao indivíduo em situações clínicas com distúrbios pulmonares, cardíacos e nos sistemas urinário, endócrino, musculoesquelético, gástrico, tegumentar, hematopoiético, neurológico. Cuidados de enfermagem aos Clientes com câncer (Noções Introdutórias, Tratamento Quimioterápico e Radioterápico e tratamento da dor oncológica).

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Distúrbios pulmonares; - Distúrbios cardíacos; - Distúrbios do sistema urinário; - Distúrbios do sistema endócrino; - Distúrbios musculoesqueléticos; - Distúrbios gástricos; - Distúrbios tegumentares; - Distúrbios hematopoiético - Distúrbios neurológicos; - Câncer

3. OBJETIVOS Objetivo Geral

- Capacitar o discente do curso Técnico de Enfermagem para identificar e prestar cuidados humanizados e de qualidade a adultos e idosos e realizar ações de prevenção, promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde, tanto em nível individual como coletivo. Objetivos Específicos - Compreender a assistência de enfermagem diante de patologias não transmissíveis.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Brunner & Suddarth: manual de enfermagem

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médico-cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. CARPENITO, L. J. Diagnóstico de Enfermagem Aplicado à Prática Clínica. 8ª ed. Porto alegre. Artmed.2002. NANDA. Diagnóstico de Enfermagem da Nanda: definições e classificações. São Paulo: Artmed, 2017. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

TANNURE, M. C.; GONÇALVES, A. M. P. SAE: sistematização da assistência de enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. LEWIS, S. L., et al. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica: avaliação e assistência dos problemas clínicos. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM SAÚDE DO ADULTO E IDOSO II UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Identificar os aspectos clínicos e epidemiológicos das principais patologias infecciosas e parasitárias prevalentes no Brasil, relacionando as medidas de promoção, proteção, prevenção e controle a partir das ações de vigilância à saúde. 1.EMENTA Principais terminologias das doenças transmissíveis. Noções de vigilância epidemiológica: conceito, funções, atribuições, notificação. Isolamento: Conceito, tipo, finalidade. Conceito de doenças transmissíveis. Estudo das principais doenças infecciosas e parasitárias prevalentes no Brasil como tuberculose pulmonar, Meningite Meningocócica, Tétano, Leptospirose, Hepatites virais, Herpes Zoster, Leishmaniose Tegumentar e Visceral, hanseníase, arboviroses(dengue, zika, Chikungunya). HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis. Doenças emergentes como Covid 19 e Monkeypox. Assistência de enfermagem ao paciente acometido por doenças infecciosas e parasitárias.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Vigilância à Saúde: procedimentos técnicos e situação das doenças infecciosas no Brasil; - Tuberculose, hanseníase, arboviroses, leishmaniose, HIV/AIDS, hepatites vrais, tétano, meningite meningocócica, herpes zoster, leptospirose, covid-19, monkeypox; - Assistência de enfermagem ao paciente acometido por doenças infectocontagiosas. 3.OBJETIVOS

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Objetivo Geral - Capacitar o discente do curso Técnico de Enfermagem para identificar e notificar as doenças infectocontagiosas e parasitárias. Objetivos Específicos - Compreender as patologias infecciosas mais prevalentes, a fim de realizar ações de enfermagem a nível de prevenção, promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde.

REFERÊNCIAS BÁSICAS BERTOLLI FILHO, Cláudio. História da Saúde pública no Brasil. São Paulo: Ática, 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância em Saúde. 5. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2021. CAMPOS, G. W. S.; MINAYO, M. C. S. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012. REY, L. Bases da parasitologia médica. Guanabara Koogan, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Guia prático sobre a hanseníase [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância da leishmaniose tegumentar [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – 1. ed., 5. reimpr. – Brasília: Ministério da Saúde, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adultos e criança [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – 5. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de Vigilância Sentinela de Doenças Neuroinvasivas por Arbovírus/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – 5. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017.

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BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical do HIV, Sífilis e Hepatites Virais / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2019. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite B e Coinfecções / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2020. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. – Brasília: Ministério da Saúde, 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº 1.061, DE 18 DE MAIO DE 2020. Revoga a Portaria nº 264, de 17 de fevereiro de 2020, e altera a Portaria de Consolidação nº 4/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, para incluir a doença de Chagas crônica, na Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C e Coinfecções / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. – Brasília: Ministério da Saúde, 2019. CALUX, Samira Julien et al . Hepatitis B: Prevalence and occult infection in HIV-infected patients. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba , v. 53, e20180533, 2020 . Available from. access on 14 Aug. 2020. Epub Jul 27, 2020. https://doi.org/10.1590/0037-8682-0533-2018. COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL UNIDADE CURRICULAR: II CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 40h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 5h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

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COMPETÊNCIAS: - Conhecer o percurso histórico da reforma psiquiátrica, as políticas públicas e os princípios que norteiam a assistência à saúde mental. - Compreender a assistência prestada pelos dispositivos de saúde mental que compõem a Rede de Atenção Psicossocial. - Conhecer os principais transtornos mentais e de comportamento (contextualização, sinais, sintomas e formas de tratamento). -Conhecer as atribuições do técnico de enfermagem na assistência à saúde mental. Conhecer ações de promoção e prevenção em saúde mental. 1.EMENTA Estuda a reforma psiquiátrica, a política nacional de saúde mental, os dispositivos da rede de atenção à saúde mental, ações de promoção e prevenção em saúde mental, bem como os principais transtornos mentais, as atribuições do técnico de enfermagem na assistência à saúde mental, e as emergências psiquiátricas.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Reforma psiquiátrica; - Rede de atenção à saúde mental; - Política Nacional de Saúde Mental; - Ações de promoção e prevençao em saúde mental; - Transtornos mentais; - Emergências psiquiátricas. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Capacitar Técnicos de Enfermagem para atuar como membro de uma equipe multidisciplinar,

e prestar assistência de enfermagem em saúde mental com qualidade, observando as necessidades apresentadas pelas pessoas que demandam cuidados na referida área. Objetivos Específicos

- Contextualizar o percurso histórico da psiquiatria; - Estudar a Política Nacional de Saúde Mental; - Identificar e compreender a dinâmica de funcionamento dos dispositivos de Atenção à Saúde Mental; - Conhecer os principais transtornos mentais e os quadros que caracterizam uma emergência psiquiátrica; - Prestar assistência de enfermagem ao indivíduo e a família de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica, da Reabilitação Psicossocial e dos fundamentos teóricos da Enfermagem em Saúde Mental. - Desenvolver competência para estabelecer uma relação de confiança, compromisso e respeito com o assistido, familiar e equipe multidisciplinar.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CARVALHO, Ana Paula L.; LAFER, Beny; SCHUCH, Felipe B. Psiquiatria do estilo de vida. São Paulo: Editora Manole, 2021. DA NARDI, Antonio E.; SILVA, Antônio G; QUEVEDO, João. Tratado de Psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2022.

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FERNANDES, Amanda Dourado Souza A.; TAÑO, Bruna L.; CID, Maria Fernanda B.; et al. Saúde mental de crianças e adolescentes e atenção psicossocial. São Paulo: Editora Manole, 2021. TAVARES, Marcus Luciano de O.; CASABURI, Luiza E.; SCHER, Cristiane R. Saúde Mental e Cuidado de Enfermagem em Psiquiatria. Porto Alegre: Grupo A, 2019. TOWNSEND, M.C. Enfermagem psiquiátrica: conceitos e cuidados na prática baseada em evidências. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BOCK, Ana Mercês B.; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes T. Bem-estar e Saúde Mental. São Paulo: Editora Saraiva, 2021. MALBERGIER, André. Abordagem clínica da dependência de drogas, álcool e nicotina: manual para profissionais de saúde mental. Barueri (SP): Editora Manole, 2018. FERNANDES, Carmen Luiza C.; MOURA, Isabel Cristina D.; DIAS, Lêda C.; et al. Saúde mental na atenção primária: abordagem multiprofissional. Santana de Parnaíba (SP) Editora Manole, 2021. SPANEMBERG, Lucas; et al. Manual de internação psiquiátrica. São Paulo: Editora Manole, 2021.

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EMENTÁRIO DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM UNIDADE CURRICULAR III

COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM CIRÚRGICA I UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Ser capaz de desenvolver pensamento crítico e reflexivo na realização dos cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico nos períodos pré e pós operatório; - Desenvolver, em equipe, ações de promoção da saúde e prevenção de agravos, visando a melhoria e recuperação do paciente cirúrgico; - Identificar os principais tipos de tubos, sondas e drenos; - Realizar procedimentos, como: curativos, retirada de pontos e administração de medicamentos. 1.EMENTA A disciplina enfermagem cirúrgica I proporciona no seu contexto específico, definições, objetivos, tipos, classificação e terminologia cirúrgica para o atendimento nas necessidades biopsicoespiritual do paciente cirúrgico, nos períodos pré e pós-operatório, bem como potencializa o discente a adquirir o conhecimento necessário para ao técnico de enfermagem para atuar no ambiente da clínica cirúrgica. 2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS UNIDADE I: Considerações gerais sobre Enfermagem cirúrgica e terminologia cirúrgica; UNIDADE II: Assistência de enfermagem ao paciente cirúrgico nos períodos pré e pósoperatório UNIDADE III: Assistência de enfermagem nos desconfortos e complicações do período pósoperatório; UNIDADE IV – Assistência de enfermagem em cirurgias do aparelho digestório; UNIDADE V – Assistência de enfermagem em cirurgias do sistema endócrino; UNIDADE V: Assistência de enfermagem em cirurgias ginecológicas e urológicas; UNIDADE VI: Assistência de enfermagem em cirurgias do aparelho respiratório; UNIDADE VII: Assistência de enfermagem em cirurgias neurológicas; UNIDADE VII: Assistência de enfermagem em cirurgias otorrinolaringológica; UNIDADE VII: Assistência de enfermagem em cirurgias cardiovascular; UNIDADE VII: Assistência de enfermagem em cirurgias ortopédica; UNIDADE VIII: Assistência de enfermagem nos exames cirúrgicos; UNIDADE IX: Assistência de enfermagem ao paciente em uso de tubos, sondas e drenos;

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UNIDADE X: Assistência de enfermagem ao paciente com curativo cirúrgico, retirada de pontos e administração de medicamentos.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Adquirir conhecimentos acerca da assistência que o técnico de enfermagem deverá proporcionar ao paciente nos períodos pré e pós-operatório. Objetivos Específicos - Demonstrar conhecimentos básicos de enfermagem em clínica cirúrgica; - Conhecer as características individuais dos pacientes cirúrgicos atendendo suas necessidades específicas a partir do tipo de cirurgia a ser realizado; - Empregar corretamente as terminologias cirúrgicas; - Reconhecer os principais desconfortos e complicações pós-operatórias; - Demonstrar habilidades na execução de procedimentos e técnicas específicas na assistência de enfermagem ao paciente nos períodos de pré e pós- operatório.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ARRUDA, A. J, C.G. de; SANTOS, B. M. P. dos; MIRANDA, E. P. de. (org). Compêndio de enfermagem cirúrgica intra e pós-operatório imediato. João Pessoa: Editora do CCTA, 2020. BARTMANN, M. Enfermagem cirúrgica. Rio de Janeiro: SENAC, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria No 529, de 1o de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0529_01_04_2013.html>. Acesso em 25 mar.2022. ______. ______. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa. RDC no 36, de 25 de julho de 2013. Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União, 26 jul. 2013. _____. ______. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Implantação do Núcleo de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2016. p. 68. CARVALHO, R.de; BIANCHI, E. R. F. (org). Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. São Paulo: Manole, 2016. RODRIGUES, Andrea Bezerra, et al. Guia da enfermagem: rotinas, práticas e cuidados fundamentados. 3. ed. São Paulo: Érica, 2020. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENFERMEIROS DO CENTRO CIRÚRGICO, RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA E CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO. Práticas recomendadas da SOBECC. 8.ed. São Paulo: 2015.

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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Investigação de Eventos Adversos em Serviços de Saúde. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária– Brasília: Anvisa, 2016. Disponível:https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicac oes/item/caderno 6. Acesso em: 25 mar. 2022. SOUZA, R. et.al. Construção de manual sobre cirurgia segura para profissionais de saúde. Cogitare Enferm. v. 22, n. 1,p.01-05, 2017. SILVA, F.M.S., et al. Cirurgia segura: percepção de alunos. In: ONE, G.M.C. Enfermagem: os desafios do novo cenário. João Pessoa: IMEA, 2022. Cap.20. p.396-412

COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM CIRÚRGICA II UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Ser capaz de desenvolver pensamento crítico e reflexivo na realização dos cuidados do Técnico de Enfermagem ao paciente cirúrgico no período de trans-operatório; Desenvolver, em equipe, ações de promoção da saúde e prevenção de agravos, visando a melhoria e segurança do paciente cirúrgico; Identificar as principais atribuições do instrumentador e circulante de sala de operação; Praticar os procedimentos básicos da rotina do centro cirúrgico e da Unidade de Recuperação Pós-Anestésica ao assistir o paciente cirúrgico, bem como da Central de Material e Esterilização. 1.EMENTA Estuda as técnicas específicas para o atendimento às necessidades bio psico sócio espirituais do paciente cirúrgico, no transoperatório e pós-operatório imediato, bem como a forma de atuar no ambiente de centro cirúrgico, de unidade de recuperação pós-anestésica e central de material e esterilização.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS UNIDADE I: Considerações gerais sobre o centro cirúrgico; UNIDADE II: Ética e o exercício da enfermagem em centro cirúrgico; UNIDADE III: Princípios gerais de técnicas assépticas; UNIDADE IV: Cirurgia segura; UNIDADE V: Central de Material e Esterilização; UNIDADE VI: Processamento de artigos hospitalares; UNIDADE VII: Noções de anestesia; Cuidados do técnico de enfermagem no transoperatório e na Unidade de Recuperação Pós-Anestésica; UNIDADE VIII: Tempos cirúrgicos e posições cirúrgicas;

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UNIDADE IX: Instrumentais cirúrgicos básicos; UNIDADE X: Atribuições do circulante de sala de operação e do instrumentador cirúrgico; UNIDADE XI: Noções de cirurgias videolaparoscópica; UNIDADE XII: Técnica de paramentação cirúrgica; UNIDADE XIII: Técnicas de instrumentação cirúrgica; UNIDADE XIV: Técnicas de enfermagem utilizadas no ambiente cirúrgico e na Central de Material e Esterilização (paramentação cirúrgica, instrumentação cirúrgica, preparo de sala de operação, preparo de bandejas cirúrgicas, pacotes de campos cirúrgicos, capotes e compressas cirúrgicas e, preparo do ambiente do paciente na Unidade de Recuperação Pós-Anestésica); UNIDADE V: Prática laboratorial.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Adquirir conhecimentos acerca da assistência que o técnico de enfermagem deverá proporcionar ao paciente durante e após o ato cirúrgico. Objetivos Específicos - Conhecer o ambiente do Centro Cirúrgico, da Unidade de Recuperação Pós-Anestésica e da Central de Material e Esterilização; - Reconhecer a importância do Centro Cirúrgico; - Compreender a ética e o exercício da enfermagem em centro cirúrgico; - Identificar coletivamente os princípios que norteiam as técnicas assépticas no ambiente do Centro Cirúrgico; - Reconhecer a importância da prevenção e controle da infecção cirúrgica; - Identificar a importância da Central de Material e Esterilização; - Construir no coletivo o processamento de artigo hospitalar na Central de Material e Esterilização; - Identificar a importância da Unidade de Recuperação Pós-Anestésica; - Descrever os cuidados da equipe de enfermagem durante e após o ato anestésico; - Construir no coletivo os cuidados da equipe de enfermagem antes, durante e após o ato cirúrgico; - Identificar as posições cirúrgicas; - Conhecer os tempos cirúrgicos; - Conhecer os instrumentais cirúrgicos básicos do ato operatório; - Construir no coletivo as principais atribuições do instrumentador cirúrgico e do circulante de sala de operação; - Desenvolver no coletivo as técnicas de enfermagem utilizadas no ambiente cirúrgico e na Central de Material e Esterilização (paramentação cirúrgica, instrumentação cirúrgica, preparo de sala de operação, preparo de bandejas cirúrgicas, pacotes de campos, capotes e compressas cirúrgicas e, preparo do ambiente do paciente na URPA); - Construir no coletivo a compreensão de cirurgia Videolaparoscópica.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ARRUDA, A. J, C.G. de; SANTOS, B. M. P. dos; MIRANDA, E. P. de. (org). Compêndio de enfermagem cirúrgica intra e pós-operatório imediato. João Pessoa: Editora do CCTA, 2020. BARTMANN, M. Enfermagem cirúrgica. Rio de Janeiro: SENAC, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria No 529, de 1o de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Disponível em:

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<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0529_01_04_2013.html>. Acesso em 25 mar.2022. ______. ______. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa. Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa. RDC no 36, de 25 de julho de 2013. Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União, 26 jul. 2013. _____. ______. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Implantação do Núcleo de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2016. p. 68. CARVALHO, R.de; BIANCHI, E. R. F. (org). Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. São Paulo: Manole, 2016. RODRIGUES, Andrea Bezerra, et al. Guia da enfermagem: rotinas, práticas e cuidados fundamentados. 3. ed. São Paulo: Érica, 2020. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENFERMEIROS DO CENTRO CIRÚRGICO, RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA E CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO. Práticas recomendadas da SOBECC. 8.ed. São Paulo: 2015. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Investigação de Eventos Adversos em Serviços de Saúde. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária– Brasília: Anvisa, 2016. Disponível:https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/item/ca derno 6. Acesso em: 25 mar. 2022. SOUZA, R. et.al. Construção de manual sobre cirurgia segura para profissionais de saúde. Cogitare Enferm. v. 22, n. 1, p.01-05, 2017. SILVA, F.M.S., et al. Cirurgia segura: percepção de alunos. In: ONE, G.M.C. Enfermagem: os desafios do novo cenário. João Pessoa: IMEA, 2022. Cap.20. p.396-412 COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Devem estar aptos na atuação da Unidade de Terapia Intensiva, através do trabalho em equipe multidisciplinar na atenção a pacientes em situações críticas de saúde, executando ações de assistência, montagem, organização e desenvolvimento contínuo das melhores práticas assistenciais e técnico científicas.

1. EMENTA Enfoca a assistência ao paciente na Unidade de terapia intensiva de modo integral e sistematizado ao paciente nas mais diversas situações críticas, correlacionando a prática com o conhecimento teórico. Aplicando o cuidado e orientando-o para execução de técnicas e utilização de equipamentos e recursos do setor, visando a assistência de melhor qualidade de acordo com as competências do Técnico de Enfermagem.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Unidade de Terapia Intensiva: Planta física, organização e administração de recursos humanos

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e materiais; - Humanização em UTI ; - Segurança e Qualidade do paciente; - Controle de Infecção na Unidades de Terapia Intensiva; - Otimização da Assistência de Enfermagem ao paciente crítico: banho no leito, saúde bucal, medidas de prevenção de lesão; - Manejo de vias aéreas: dispositivos invasivos, traqueostomia; - Aspiração traqueal; - Pronação na UTI/ Covid; - Ventilação manual por pressão; Ventilação Mecânica; - Monitorização hemodinâmica não invasiva: Oximetria de pulso, PNI; - Monitorização hemodinâmica invasiva: PIA, PAM; - Monitorização hemodinâmica: balanço hídrico; - Atendimento a parada cardíaca na UTI; IAM; desfibrilação/cardioversão; marcapasso; Cuidados pós reanimação; - Eletrocardiograma; - Monitorização cardíaca contínua; - Distúrbios hidroeletrolíticos e ácido básicos; Gasometria; - Acessos venosos de alta complexidade: Cateter Venoso Central, PICC, de Shiley, Portocath; - Suporte e Manutenção nutricional: Nutrição enteral por gastrostomia; NPT; gastroparesia, constipação e diarreia; - Assistência de enfermagem ao paciente neurológico: conceito e cuidados; pós operatório cirurgia neurológica + Cateter PIC; - Assistência de enfermagem ao paciente com distúrbios renais; infusão de hemocomponentes; - Assistência de enfermagem ao paciente com Sepse; - Sistematização da Assistência de Enfermagem na UTI.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Prestar assistência aos indivíduos nas situações críticas, instruindo o aluno a desenvolver raciocínio crítico nos processos clínico e administrativo na assistência ao paciente grave. Objetivos Específicos - - Participar da assistência de enfermagem ao doente em UTI dentro das suas responsabilidades técnicas; - Desenvolver o cuidado ao paciente nas situações clínicas, traumáticas, obstétricas, cirúrgicas nas situações críticas; - Demostrar habilidades técnicas-científicas no manuseio do paciente crítico dentro das suas responsabilidades técnicas; - Empregar recursos tecnológicos na prestação do cuidado ao paciente crítico.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA INTENSIVA. Recomendações para o modelo assistencial de enfermagem no cuidado ao paciente crítico com COVID-19. Disponível em: https://www.amib.org.br/fileadmin/user_upload/amib/2020/maio/29/AMIB_Recomenda coes_Depto_Enf_Revisado_26_maio.pdf

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BRASIL. Ministério da Saúde. ANVISA. RESOLUÇÃO Nº 7, DE 24 DE FEVEREIRO DE

2010. Dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva e dá outras providências. MS, 2010. Disponível em: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/legislacao/item/rdc-7-de24-defevereiro-de-2010 EPUAP-NPIAP-PPPIA. Prevenção e Tratamento de Úlceras por Pressão: guia de consulta rápida. Disponível em: http://www.epuap.org/download/11119/ versão atual 2019). REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES KNOBEL, E. Condutas no paciente grave. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2016. MACHADO, F. R. et al. Sepsis 3 from the perspective of clinicians and quality improvement initiatives, Journal of Critical Care. 2017. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1016/j.jcrc.2017.04.037. VIANA, R.A.P.P (Org.). Enfermagem em terapia intensiva. Práticas baseadas em evidências.2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2020.

COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h

COMPETÊNCIAS: - Conhecer os serviços de emergências em relação à classificação de risco/triagem, instalação e estrutura física, transporte inter e intra-hospitalar, documentação e registro; ter conhecimento técnico e científico para executar procedimentos envolvidos na assistência do técnico de enfermagem em situações de emergência clínica e traumática, através da utilização de equipamentos e materiais específicos, evitando complicações e sequelas, seguindo os princípios éticos e legais da profissão.

1. EMENTA Assistência ao indivíduo nos aspectos ambiental, biológico e psicossocial nas situações de emergência e urgência, preparando-o para situações que necessitam a intervenção na Enfermagem em situações críticas no ambiente intra e pré-hospitalar.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Rede de Atenção às Urgências e Emergências; - Acolhimento com Classificação de Risco nos serviços de Emergência; - Transporte extra e intra hospitalar, terrestre e aéreo;

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- Cinemática do trauma; - Avaliação primária e secundária; - Emergências traumáticas: cinemática do trauma, avaliação primária e secundária, trauma músculo esquelético, trauma de tórax, trauma de abdômen, trauma raquimedular e trauma de crânio; - Trauma pediátrico, na gestante e no idoso; - Reanimação cardiopulmonar; - Principais drogas utilizadas em cuidados críticos: antiarrítmicos, drogas vasoativas, anticonvulsivantes, de emergência e trombolíticos; - Emergências clínicas: asma, afogamento, choque, Acidente Vascular Encefálico, dor torácica e queimaduras.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Prestar Assistência aos indivíduos nas situações de urgência e emergência. Objetivos Específicos - Formar um profissional com habilidade para atuação adequada, eficaz e rápida em situações de urgência e emergência; - Prestar cuidados de Enfermagem compatíveis com as necessidades do indivíduo em urgência e emergência; - Identificar sinais e sintomas na abordagem de indivíduos nos diversos ciclos de vida (adulto, criança e neonato) estabelecendo as prioridades de atendimento nas situações de urgência/emergência; - Desenvolver habilidades na realização do suporte básico e avançado de vida em adultos e crianças; - Conhecer os equipamentos de proteção individual (EPI) para uso no atendimento préhospitalar; - Identificar e aplicar a abordagem do paciente vítima de afogamento.

REFERÊNCIAS BÁSICAS SANTOS, N. C. M. Urgência e emergência para enfermagem: do atendimento pré-hospitalar (APH) à sala de emergência. 6 eds. rev. e atual. São Paulo: Iátria, 2010. GONZALEZ, MM et al. I Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, v. 101, n. 2 supl. 3 [Acessado 29 julho 2022], pp. 1221. Disponível em: <https://doi.org/10.5935/abc.2013S006>. Epub 09 Set 2013. ISSN 16784170. https://doi.org/10.5935/abc.2013S006. PHTLS - Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado. 9. ed. Burlington: Jones & Bartlett Learning, 2020. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AMERICAN HEART ASSOCIATION. CPR & First Aid Emergency Cardiovascular Care. ECCGuideliens.heart.gov. Disponível em:<https://eccguidelines.heart.org/circulation/cpr-ecc-

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guidelines/>. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Componente Hospitalar da Rede de Atenção às Urgências. Saúde.gov.br. Disponível em: <https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/componentehospitalar-da-rede-deatencao-as-urgencias>. VELASCO, I.; BRANDÃO NETO, R; SOUZA, H.; MARINO, L.; MARCHINI, J; ALENCAR, J. Medicina de Emergência: Abordagem prática. MANOLE. 2020.

COMPONENTE CURRICULAR: ESTÁGIO SUPERVSIONADO II UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 6

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 0h

CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO: 90h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 90h

COMPETÊNCIAS: - Prestar assistência de enfermagem de qualidade, no que concerne às atribuições do técnico de enfermagem, aos indivíduos nos diferentes ciclos de vida, desenvolvendo ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação na perspectiva da integralidade do cuidado; - Desenvolver atividades do técnico de enfermagem na saúde mental, em conformidade com os princípios da assistência psicossocial; - Realizar as práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos, atendendo aos protocolos de segurança em saúde.

1. EMENTA Assistência de enfermagem no ciclo de vida (Recém-nascido ao idoso), por meio das ações inerentes ao atendimento das necessidades humanas básicas, segurança e conforto do assistido, valorizando as atribuições do Técnico de enfermagem no âmbito do Centro de Atenção Psicossocial-CAPS e no contexto hospitalar. Articulação entre as atividades de ensino por meio das habilidades e competências adquiridas pelos estudantes nos componentes curriculares teórico-práticos: Enfermagem em Saúde da Criança e do Adolescente, Enfermagem em Saúde da Mulher, Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso I e Enfermagem em Saúde do Adulto e Idoso II, com as experiências práticas dos profissionais do serviço, considerando a interdisciplinaridade para a assistência de qualidade nos diferentes ciclos de vida.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Utilização da Assistência de Enfermagem no Ciclo de vida inerente a cada componente nos contextos do CAPS e do âmbito hospitalar; - Promoção das ações de prevenção e promoção à saúde no ciclo de vida ou situação específica de cada componente; - Articulação e aplicabilidade no tocante à Multiprofissionalidade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade no cuidado ao cliente/ usuário nos cenários do CAPS e serviço hospitalar; - Análise crítica-reflexiva diante das situações-problema na etapa do ciclo de vida inerente ao componente especifico; - Realização de técnicas de enfermagem, como, verificação de medidas antropométricas,

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verificação de sinais vitais, glicemia capilar, administração de medicamentos, higiene corporal, realização de curativos, retirada de pontos, preparo dos consultórios e materiais para consultas e exames médico e de enfermagem, realização de pré consultas de Pré Natal e exame de coleta de citológico, preparo da cliente/ usuário para exames de colposcopia e exames ultrasonográficos, realização de orientações e de ordenha à puérpera, assistência à mulher no período gravídico e puerperal, bem como ao binômio mãe e filho no alojamento conjunto, imunização, realização de visitas domiciliares, realização de coleta de material para exames e ações de educação em saúde; - Colaboração com ações realizadas por profissionais do serviço de saúde.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Operacionalizar os conhecimentos adquiridos utilizando-os na realização de procedimentos técnicos de enfermagem, bem como no desenvolvimento das competências e habilidades no âmbito do Centro de Atenção Psicossocial e ambiente hospitalar, envolvendo a assistência integral a clientes/usuários. Objetivos Específicos - Realizar procedimentos e ações de enfermagem a partir da humanização norteado pelos princípios éticos, técnicos e científicos, com vistas a atender os protocolos de segurança em saúde; - Favorecer vivências no contexto dos serviços do Centro de Atenção Psicossocial-CAPS e no contexto hospitalar; - Experienciar práticas de enfermagem realizando registros com clareza, nos impressos disponíveis no serviço; - Oportunizar ambiente acolhedor, organizado e materiais dispostos de modo adequados ao desenvolvimento das práticas de enfermagem; - Aplicar os procedimentos operacionais padrão às diversas técnicas relativas ao atendimento das necessidades humanas básicas de clientes/usuários; - Promover a interação entre discentes, docentes e profissionais do serviço com escopo na promoção do trabalho em equipe; - Favorecer a realização de práticas seguras, controle de infecções em ambiente de saúde, bem como a prevenção de acidentes; - Possibilitar a utilização de conhecimentos no tocante às prescrições médicas e a interpretação da mesma no preparo e administração de medicamentos; - Fomentar o espírito crítico-reflexivo frente às situações e desafios que careçam de resolutividade; - Oportunizar prestação dos cuidados de enfermagem a clientes/usuários acamados ou que se encontrem no puerpério. - Prestar assistência à pessoa em sofrimento psíquico, conforme habilidades e competências adquiridas no componente curricular Enfermagem em Saúde Mental, assim como em outras disciplinas, considerando a interdisciplinaridade.

REFERÊNCIAS BÁSICAS DA NARDI, Antonio E.; SILVA, Antônio G; QUEVEDO, João. Tratado de Psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2022.

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FERNANDES, Amanda Dourado Souza A.; TAÑO, Bruna L.; CID, Maria Fernanda B.; et al. Saúde mental de crianças e adolescentes e atenção psicossocial. São Paulo: Editora Manole, 2021. HOCKENBERRY, M. J.; WILSON, D; RODGERS, C. C. WONG Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 10. ed. Barueri: GEN Guanabara Koogan, 2018. REZENDE, J.; MONTENEGRO, C. A. B. Obstetrícia fundamental. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Brunner & Suddarth: manual de enfermagem médico-cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância em Saúde. 5. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES FERNANDES, Carmen Luiza C.; MOURA, Isabel Cristina D.; DIAS, Lêda C.; et al. Saúde mental na atenção primária: abordagem multiprofissional. Santana de Parnaíba (SP) Editora Manole, 2021. SPANEMBERG, Lucas; et al. Manual de internação psiquiátrica. São Paulo: Editora Manole, 2021. COLLET, Neusa; OLIVEIRA, B. R. G. de. Manual de Enfermagem em Pediatria. Goiânia: AB, 2002. BOWDEN, V. R.; GREENBERG, C. S. Procedimentos de Enfermagem Pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. BRASIL. Casa Civil. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm BRASIL. Programa de Humanização do Parto: humanização pré-natal e nascimento. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília (DF): Ministério da Saúde, 2002. 20 p. ZUGAIB, M., et al. Zugaib Obstetrícia. 4. ed. São Paulo: Manole, 2020. POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. CARPENITO, L. J. Diagnóstico de Enfermagem Aplicado à Prática Clínica. 8ª ed. Porto alegre. Artmed.2002.

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NANDA. Diagnóstico de Enfermagem da Nanda: definições e classificações. São Paulo: Artmed, 2017. BERTOLLI FILHO, Cláudio. História da Saúde pública no Brasil. São Paulo: Ática, 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância em Saúde. 5. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2021. CAMPOS, G. W. S.; MINAYO, M. C. S. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012. COMPONENTE CURRICULAR: ENFERMAGEM EM SAÚDE DO TRABALHADOR UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Compreender a saúde do trabalhador como uma área de atuação da enfermagem; - Entender a saúde ocupacional e a importância da qualidade de vida na saúde do trabalhador; - Realizar assistência de enfermagem com foco na prevenção de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho. 1.EMENTA

Contexto e epidemiologia das doenças ocupacionais no geral e na enfermagem. Doenças ocupacionais e acidentes de trabalho. Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador. Burnout. Riscos físicos, químicos, ergonômicos, biológicos. Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva. Normas Regulamentadoras, bases legais. Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Conceitos, contexto e epidemiologia relacionados a saúde do trabalhador; - Doenças Ocupacionais; - Acidentes de Trabalho; - Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador; - Burnout; - Riscos físicos, químicos, ergonômicos, biológicos; - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva; - Normas Regulamentadoras, bases legais; - Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional; - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Compreender a saúde do trabalhador como direito essencial.

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Objetivos Específicos - Identificar doenças ocupacionais e formas de prevenção; - Entender os riscos oriundos do ambiente de trabalho em enfermagem e enxergar formas de minimizar danos; - Estimular o discente a uma visão crítico-reflexiva sobre a saúde do trabalhador; - Conhecer a legislação, normas regulamentadoras, programas relacionados a saúde do trabalhador.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora 32. Disponível em: NR 32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE (www.gov.br) BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. PORTARIA No - 1.748, DE 30 DE AGOSTO DE 2011. Disponível em: legislacao_-_leis_2011_181220131646115795186.pdf (anamt.org.br) BRASIL. DECRETO Nº 7.602, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2011. Dispõe sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho - PNSST. Disponível em: Decreto nº 7602 (planalto.gov.br) REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL – PCMSO. Disponível em: NR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO (www.gov.br) BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES. PORTARIA/MTP Nº 422, DE 07 DE OUTUBRO DE

2021. Disponível em: Portaria MTP n.º 422 (Altera a NR-5).pdf — Português (Brasil) (www.gov.br) Ribeiro EKA, Santos RC, Araújo-Monteiro GKN, Brandão BMLS, Silva JC, Souto RQ. Influence of burnout syndrome on the quality of life of nursing professionals: quantitative study. Rev Bras Enferm. 2021;74(Suppl 3):e20200298. doi: http://dx.doi.org/10.1590/00347167-2020-0298. Nogueira LS, Sousa RMC, Guedes ES, Santos MA, Turrini RNT, Cruz DALM. Burnout and nursing work environment in public health institutions. Rev Bras Enferm [Internet]. 2018;71(2):336-42. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0524

COMPONENTE CURRICULAR: CUIDADOS PALIATIVOS UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

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COMPETÊNCIAS: - Compreender os princípios e filosofia dos Cuidados Paliativos; - Compreender o processo de adaptação à doença crônica e às patologias ameaçadoras à vida; - Reconhecer atitudes pessoais, bem como sentimentos, valores e expectativas em relação à morte e à diversidade individual, cultural e espiritual que existe na sociedade; - Compreender os princípios do trabalho em equipe multidisciplinar.

1. EMENTA Aborda os princípios dos Cuidados Paliativos, bem como fatores determinantes do atendimento humanizado e, por conseguinte, a melhoria na qualidade da assistência multiprofissional direcionada aos pacientes fora de possibilidades terapêuticas de cura, sua família e seus cuidadores.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Perspectiva histórica da morte; - A morte no processo de desenvolvimento humano; - Princípios e Filosofia dos Cuidados Paliativos; - Fases da doença crônica e do processo de morrer; - Necessidades do paciente/cliente, da família e de seus cuidadores (conforto, analgesia, higiene, hidratação, eliminações, privacidade, cuidado com o ambiente, monitorização, apoio emocional); - Modelos organizacionais de Cuidados Paliativos; - Princípios do trabalho em equipe multidisciplinar; - Comunicação terapêutica; - O processo de luto; - O profissional de saúde diante da morte; - Dilemas éticos/bioéticos no final de vida.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Proporcionar embasamento teórico acerca dos princípios dos Cuidados Paliativos, bem como fatores determinantes do atendimento humanizado e, por conseguinte, a melhoria na qualidade da assistência multiprofissional direcionada aos pacientes fora de possibilidades terapêuticas de cura, sua família e seus cuidadores.

Objetivos Específicos - Abordar o histórico dos Cuidados Paliativos no cenário internacional e nacional; - Abordar os conceitos e princípios dos Cuidados Paliativos; - Enfatizar sobre a relevância da comunicação e espiritualidade na prática dos cuidados paliativos; - Destacar a importância do trabalho da equipe multiprofissional para promoção dos Cuidados Paliativos; - Ressaltar a atuação profissional na assistência ao paciente sob cuidados paliativos e aos seus familiares durante o enfrentamento de doenças ameaçadoras à vida, processo de morte e luto.

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REFERÊNCIAS BÁSICAS BIFULCO,V.A.; CAPONEIRO, R. Cuidados paliativos. conversas sobre a vida e a morte na saúde. São Paulo: Manole, 2015. CAMPBELL, M. L. Nurse to nurse: cuidados paliativos: em enfermagem. Porto Alegre: AMGH, 2011. CARVALHO, R. T.; PARSONS, H. A. (Org.) Manual de Cuidados Paliativos ANCP. 2.ed. São Paulo: s. n., 2012. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES KUBLER-ROSS, E. Sobre a morte e o morrer. São Paulo: Martins Fontes, 2012. MACIEIRA, R. de C. O sentido da vida na experiência de morte: uma visão transpessoal em psico-oncologia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. RIGO, R. et al. Cuidados paliativos em geriatria e gerontologia. São Paulo: Atheneu, 2012. SANTOS, F. S. (Ed.). Cuidados paliativos: discutindo a vida, a morte e o morrer. São Paulo: Atheneu, 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: TÓPICOS INTEGRADORES II UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 1

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 15h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 15h

COMPETÊNCIAS: - Desenvolvimento de raciocínio crítico e reflexivo sobre as diversas áreas do conhecimento da enfermagem que constituem a base das competências e habilidades a serem desenvolvidas na sequência do curso.

1. EMENTA Articulação teórico-prática de conteúdos já ministrados na formação profissional do curso a partir de temas/eixos transversais, a fim de desenvolver o raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, através da resolução de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados, bem como a produção de resumos científicos, na busca pelo aperfeiçoamento de habilidades e competências do técnico de enfermagem.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Estímulo ao raciocínio crítico e reflexivo; - Aprendizagem baseada em problemas com questções e problemas relativos a conteúdos ministrados no Curso Técnico em Enefermagem;

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- Produção de resumos científicos. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Compreender os conteúdos formadores do curso numa perspectiva interdisciplinar e transversal com vistas a desenvolver técnicos de enfermagem críticos e reflexivos. Objetivos Específicos - Aplicar os conteúdos já vistos no curso técnico de enfermagem através da resolução de problemas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS Das demais disciplinas vivenciadas até a unidade curricular da disciplina.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Das demais disciplinas vivenciadas até a unidade curricular da disciplina.

COMPONENTE CURRICULAR: UNIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA I UNIDADE CURRICULAR: III CRÉDITOS: 1

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 0h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 30h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Desmistificar conceitos errôneos, excludentes e estigmatizadores; - Proporcionar momentos de reflexão sobre diversos contextos, refletindo positivamente na prática profissional e individual de cada aluno; - Propiciar um ambiente acolhedor; - Formar cidadãos preocupados com a inclusão social, respeitando a diversidade cultural. 1.EMENTA

Problematização de situações e projetos de intervenção no que concerne às temáticas transversais: violência, diversidade de gênero, População Privada de Liberdade, Pessoas em Situação de Rua, População LGBTQIAPN+.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS -Violência e seus contextos - Diversidade de Gênero - População Privada de Liberdade - Pessoas em Situação de rua - População LGBTQIAPN+

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3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Capacitar alunos do curso técnico em enfermagem para exercerem sua prática profissional considerando a diversidade cultural, social, étnica, de gênero, de situações, características inerentes a população. Objetivos Específicos - Despertar para a prevenção à violência em seus diversos contextos; - Contribuir para a inclusão social de diferentes grupos sociais e de gênero; - Entender o processo de atendimento e respeito aos diversos grupos sociais e de gênero; - Construir intervenções capazes de aplicabilidade para transformar uma realidade social.

REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL. Política nacional de atenção integral a saúde do homem [recurso eletrônico] / Elza Berger Salema Coelho... [et al] — Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2018. BRASIL. Manual para Atendimento às Vítimas de Violência na Rede de Saúde Pública do Distrito Federal/ Laurez Ferreira Vilela (coordenadora) – Brasília: Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa, Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Brasília :

1. ed., 1. reimp. Ministério da Saúde, 2013. POPADIUK, G.S.; OLIVEIRA, D.C.; SIGNORELLI, M.C.A. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) e o acesso ao Processo Transexualizador no Sistema Único de Saúde (SUS): avanços e desafios. Ciência & Saúde Coletiva, 22(5):1509-1520, 2017. BATISTA, G.F. Saúde e gênero: conceito de gênero na produção científica brasileira de saúde e representação de gênero pelos gestores locais da atenção primária / Gláucia de Fátima Batista. – Belo Horizonte, 2014. BRASIL. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, Coordenação de Saúde no Sistema Prisional – 1. Ed – Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 60 p BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2010. 24 p. : il. – (Série B. Textos

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Básicos de Saúde). BRASIL. Decreto n.º 7.053, de 23 de Dezembro de 2009. Institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento, e dá outras providências. Diário Oficial da União 24 Dez. 2009. BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. - 2ª edição - Brasília: Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde, 2002. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

GOMES, R.; MURTA, D.; FACCHINI, R.; MENEGHEL, SN. Gênero, direitos sexuais e suas implicações na saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 23(6):1997-2005, 2018. SILVA, ACA., et al . Implementação da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNSI LGBT) no Paraná, Brasil. Interface (Botucatu), Botucatu , v. 24, e190568, 2020 . Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN 537/2017. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN 549/2017. FGV. Clínica de Políticas de diversidade da FGV Direito SP.A violência LGBTQIa+ no Brasil. 2020. SERAFINO, I.; LUZ L.C.X. Políticas para a população adulta em situação de rua: questões para debate. R. Katál., Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 74-85, jan./jun. 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual sobre o cuidado à saúde junto a população em situação de rua / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2012. PINHEIRO, M.G.C.; SIMPSON, C.A. Preconceito, estigma e exclusão social: trajetória de familiares influenciada pelo tratamento asilar da hanseníase. Rev enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2017; 25: e13332. PINHEIRO, M.G.C.; MIRANDA, F.A.N.; SIMPSON, C.A.; CARVALHO, F.P.B.; ATAIDE,

C.A.V.; LIRA, A.L.B.C. Compreendendo a “alta em hanseníase”: uma análise de conceito. Rev Gaúcha Enferm. 2017;38(4):e63290. RAMOS, J.M.H.; SOUTO, F.J.D. Incapacidade pós-tratamento em pacientes hansenianos em Várzea Grande, Estado de Mato Grosso. Rev Soc Bras Med Trop. 2010;43(3):293-7. MENDES, A.M.; LEITE, M.S.; LANGDON, E.J.; GRISOTTI, M.O desafio da atenção primária na saúde indígena no Brasil. Rev Panam Salud Publica 42, 2018. ARAGÃO, N.L.S.M.; MELO, T.T.; SOUZA, A.L.; GONÇALVES, I.S.; PATRÍCIO, A.C.F.A.; LEITE, M.A.P. Aspectos dos cuidados de enfermagem frente as minorias sexuais e de gênero: revisão da literatura. R Pesq Cuid Fundam [Internet]. 2022 [acesso ano mês dia];14:e11579. Disponível em: https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v14.11579

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EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM UNIDADE CURRICULAR IV COMPONENTE CURRICULAR: EMPREENDEDORISMO UNIDADE CURRICULAR: IV CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h

CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Ao final da disciplina, o discente deverá ser capaz de: compreender e analisar as atividades do mundo dos negócios, por meio de uma visão empreendedora; reconhecer o empreendedorismo como uma alternativa profissional que pode ser aprendida, praticada e desenvolvida e perceber as práticas empreendedoras como ferramenta para o desenvolvimento socioeconômico.

1. EMENTA O componente curricular propiciará uma visão global das mudanças no mundo do trabalho, elencando seus impactos e a possibilidade de empreender tendo como base os conhecimentos adquiridos na formação técnica. Serão abordados tópicos que apresentam as características, habilidades e comportamentos envolvidos na gestão empreendedora, estimulando os discentes a despertarem o seu potencial empreendedor. Permitirá aos participantes a compreensão da importância e desenvolvimento de atitudes empreendedoras, do processo de inovação, do conhecimento do mercado, análise e identificação das oportunidades, desenvolvimento de um plano de negócios e aspectos legais envolvidos na formalização de um empreendimento. As aulas serão ministradas utilizando como metodologia a exposição dialogada contextualizada com apoio de recursos de multimídia e desenvolvimento de atividades em grupos e estudo de caso. A avaliação da disciplina ocorrerá por meio de atividades individuais e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com o desenvolvimento e entrega das atividades.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Características, habilidades e comportamentos envolvidos na gestão empreendedora; - Desenvolvimento de atitudes empreendedoras, do processo de inovação, do conhecimento do mercado, análise e identificação das oportunidades, desenvolvimento de um plano de negócios e aspectos legais envolvidos na formalização de um empreendimento. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Desenvolver a capacidade empreendedora, dando ênfase ao perfil do empreendedor, apresentando técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades, estimulando a criatividade e a aprendizagem proativa.

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Objetivos Específicos - Desenvolver o senso crítico, a percepção e identificação de estratégias inovadoras para aplicação dos conhecimentos nos diversos seguimentos que o técnico poderá atuar.

REFERÊNCIAS BÁSICAS DORNELAS, José. Empreendedorismo na prática. São Paulo: Editora Empreende, 2020. BESSANT, John; TIDD, Joe. Inovação e Empreendedorismo. São Paulo: Grupo A, 2019. COOPER, Brant; VLASKOVITS, Patrick. Empreendedorismo Enxuto. São Paulo: Grupo GEN, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SILVA, Ricardo da S E.; LESSA, Bruno de S.; FERREIRA, Adriana G.; VELHO, Adriana G.; ANASTÁCIO, Mari R. Empreendedorismo social. Porto Alegre: Grupo A, 2019.

COMPONENTE CURRICULAR: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III UNIDADE CURRICULAR: IV CRÉDITOS: 6

CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 0h

CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO: 90h

CARGA HORÁRIA TOTAL: 90h

COMPETÊNCIAS: - Prestar assistência de enfermagem a pacientes potencialmente graves ou com descompensação de um ou mais sistemas orgânicos, sejam neonatos, pediátricos, adultos e/ou idosos, internados em unidade de terapia intensiva, sob supervisão direta do docente. - Proporciona ao discente a oportunidade de aplicação prática dos conhecimentos de enfermagem relativos ao atendimento de emergência às vítimas clínicas e traumáticas, por meio da realização de estágio em cenários reais de prática, com auxílio e supervisão direta dos docentes, em unidades de urgência e emergência hospitalar e de pronto atendimento. - Assistir ao paciente no pré-operatório imediato, transoperatório e pós-operatório imediato, bem como realizar procedimentos do técnico de enfermagem no Centro Cirúrgico, na Unidade de Recuperação Pós-Anestésica e na Central de Material e Esterilização. - Promover conhecimento técnico-científico e prático em enfermagem para o atendimento nas necessidades bio-psico-sócio-espiritual do paciente cirúrgico, no pré e pós-operatório. - Realizar as práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos, atendendo aos protocolos de segurança em saúde em unidades de alta complexidade. 1.EMENTA A disciplina Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica III proporciona no seu contexto específico, conhecimento técnico-científico e práticos em enfermagem voltados ao atendimento

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nas necessidades bio-psico-sócio-espiritual do paciente em unidades de alta complexidade. 2.PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Os serviços de alta complexidade (UTI, Urgência e Emergência, Clínica e Bloco Cirúrgico): classificação de risco/triagem; instalações e estrutura física; documentação e registro; transporte intra e inter-hospitalar; - Suporte Básico de Vida e obstrução das vias aéreas; - Emergências clínicas: choque; afogamento; queimaduras; exacerbação de asma; Acidente Vascular Encefálico; diabetes mellitus descompensado; e dor torácica - Emergências traumáticas: biomecânica do trauma; avaliação primária e secundária; trauma de cranioencefálico; trauma raquimedular; trauma de tórax; trauma de abdome; trauma de extremidades; imobilização e transporte da vítima; - Emergências pediátricas, obstétricas e nos idosos; - Eventos adversos em terapia intensiva e a humanização do cuidado ao paciente crítico; - Procedimentos e assistência de enfermagem voltado ao paciente adulto criticamente doente acometido por distúrbios nos sistemas neurológico, respiratório, cardíaco; gastrointestinal, renal e endócrino; - Cuidados de enfermagem ao paciente queimado em terapia intensiva; ao paciente cirúrgico em terapia intensiva; relacionadas aos cuidados críticos à gravidez e puerpério; a pessoa idosa em terapia intensiva; no transplante de órgão; - Cuidados de enfermagem com a higiene do paciente em terapia intensiva e Terapia farmacológica utilizada em terapia intensiva; - Aspectos gerais relacionados à assistência de enfermagem em neonatologia e pediatria; - Assistência de enfermagem aos pacientes no pré e pós-operatório de: cirurgias do aparelho digestório, cirurgias do sistema endócrino, cirurgias da parede abdominal, cirurgias das vias baixas, cirurgias do sistema respiratório, cirurgias neurológicas, cirurgias otorrinolaringológicas, cirurgias cardiovasculares e cirurgias ortopédicas; - Assistência de enfermagem nos desconfortos e complicações pós-operatórias, bem como no pré e pós-exames cirúrgicos. - Cuidados de enfermagem no pré-operatório imediato; transoperatório e no pós-operatório imediato; - Preparo de sala cirúrgica; Desinfecção de sala de operação; Paramentação cirúrgica; Instrumentação cirúrgica; - Recepção de material contaminado no Centro Cirúrgico e Central de Material e Esterilização; Preparo de bandejas cirúrgicas na Central de Material e Esterilização; Preparo de pacotes de campos, compressas, capotes cirúrgicos e outros artigos hospitalares na Central de Material e Esterilização; Acondicionamento e distribuição de materiais estéreis na Central de Material e Esterilização.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Operacionalizar os conhecimentos adquiridos utilizando-os na realização de procedimentos técnicos de enfermagem, bem como no desenvolvimento das competências e habilidades nas unidades de alta complexidade, envolvendo a assistência integral a cliente/usuários. Objetivos Específicos - Capacitar os discentes a prestarem assistência direta às vítimas de emergências clínicas e traumáticas, que se encontrem em atendimento real, por meio de realização de estágio em unidades de urgência e emergência hospitalar e de pronto atendimento, de forma humanizada e

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segura. - Capacitar os estudantes a prestarem assistência aos pacientes potencialmente graves ou com descompensação de um ou mais sistemas orgânicos que se encontram em unidades de terapia intensiva, realizando procedimentos complexos, associados ao uso de tecnologia avançada e protocolos atuais; e atuar na prevenção e controle de infecção hospitalar em ambientes críticos. - Demonstrar conhecimentos básicos de enfermagem em clínica cirúrgica na execução de procedimentos e técnicas específicas na assistência de enfermagem ao paciente na clínica cirúrgica e conhecer as características individuais dos pacientes cirúrgicos atendendo suas necessidades específicas, empregando corretamente a terminologias cirúrgicas. - Assistir o paciente cirúrgico de modo holístico no pré-operatório imediato, transoperatório e pós-operatório imediato.

REFERÊNCIAS BÁSICAS AEHLERT, Barbara. PALS: suporte avançado de vida em pediatria – emergências pediátricas – guia de estudo. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. BARTMANN, M. Enfermagem Cirúrgica. Rio de Janeiro: SENAC, 2014. COMITÊ DO PHTLS DA NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TCHNICIANS EM COOPERAÇÃO COM O COMITÊ DE TRAUMA DO COLÉGIO AMERICANO DE CIRURGIÕES. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado-PHTLS.

6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2007. CINTRA, E. A. NISHIDE, V. M., NUNES, W. Assistência de Enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2. ed. São Paulo: Atheneu. 2005. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DAVID, C. M. Ventilação mecânica: da fisiologia à prática clínica. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2011. FIGUEIREDO, N. M. A. de. et al. Centro Cirúrgico: atuação, intervenção e cuidados de enfermagem. São Caetano do Sul, São Paulo: Yendis, 2008 FIORETTO, José Roberto (Ed.). UTI Pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. KNOBEL, E.; SOUSA, J.M.A. Condutas em Terapia Intensiva. São Paulo: Atheneu, 2008. MARTINS, H. S., et al. Pronto-Socorro: conduta do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Faculdade de São Paulo. 3. ed. São Paulo: Manole. 2013. MENDES, Norma Takei; TALLO, Fernando Sabia; GUIMARÃES, Hélio Penna (Eds). Guia de ventilação mecânica para enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2011. (Séries Guias de Ventilação Mecânica para Profissionais de Saúde). NAEMT. AMLS: atendimento pré-hospitalar às emergências clínicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

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OLIVEIRA, B. F, PAROLIN, M. K. F.; TEIXEIXA JÚNIOR, E. V.. Trauma: atendimento pré-hospitalar. 3. ed. rev. e atual. São Paulo: Atheneu, 2014. OLIVEIRA, J. J. S. C. et al. Assistência de enfermagem à família do paciente cirúrgico. Revista Enfoque, vol. VIII, n.2. QUILICI, A. P.; TIMERMAN, S. BLS Suporte Básico de Vida: primeiro atendimento na emergência para profissionais de saúde. Barueri, SP: Manole, 2011. SMELTZER, S. C.et al. BRUNNER e SUDDARTH: Tratado de Enfermagem MédicoCirúrgica. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. v.1 e 2. COMPONENTE CURRICULAR: ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV UNIDADE CURRICULAR: IV CRÉDITOS: 11 CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA DE CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 0h ESTÁGIO: 165h TOTAL: 165h COMPETÊNCIAS: - Participar da aplicação do processo de enfermagem em atendimentos às prescrições de enfermagem; - Realizar as práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos, atendendo aos protocolos de segurança em saúde; - Intervir em situações-problema para o cuidado de enfermagem e para o registro em impressos pertinentes, proporcionando ambiente com recursos necessários ao desenvolvimento das práticas de enfermagem; - Aplicar os procedimentos operacionais padronizados às diversas técnicas de enfermagem voltadas ao atendimento das necessidades humanas básicas de clientes/usuários; - Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais nas relações interpessoais entre discentes, docentes e profissionais dos serviços de modo a possibilitar a tomada de decisões, com respeito a cidadania e as boas práticas no exercício da profissão; - Adotar práticas seguras que concorram para a prevenção de acidentes e de complicações e para o controle de infecções em ambiente de saúde. - Aplicar os conhecimentos na interpretação de prescrições médicas e de enfermagem e nos cuidados gerais relativos ao preparo e administração de medicamentos, através das diferentes vias utilizadas pela enfermagem; - Atuar com criticidade e criatividade diante de situações desafiadoras para a solução de problemas. 1.EMENTA Cuidados de enfermagem e ações em unidade ambulatorial hospitalar como Centro de Cirurgia Ambulatorial e Endoscopia, Cardiologia, Endocrinologia, Pulsoterapia, Dermatologia, Geriatria, Pediatria, Agência Transfusional e Oftalmologia. Realização de procedimentos técnicos e ações como: verificação de sinais vitais; preparo e administração de medicação; punção venosa; realização de curativos; assistência ao paciente no pré e pós exames de endoscopia e colonoscopia; preparo do paciente para realização de exames cardiológicos (eletrocardiograma, ecocardiograma, Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial, exame Holter); realização de eletrocardiograma; assistência ao paciente com doenças crônicas transmissíveis e não transmissíveis; realizar transfusões sanguíneas; realização de relatório do Técnico em Enfermagem, com fundamentação científica; auxiliar o Enfermeiro nos procedimentos específicos do Enfermeiro; relação interpessoal com paciente, família,

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profissionais que atuam no ambiente hospitalar; experiências práticas articuladas entre profissionais do serviço e atividades de ensino, aproximando a aprendizagem teórica ao contexto da realidade profissional do Técnico de Enfermagem no ambiente hospitalar.

2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Aplicabilidade de princípios e fundamentos das práticas de enfermagem na Unidade Ambulatorial. - Ações de prevenção e promoção à saúde em todas as etapas do ciclo vital. - Multiprofissionalidade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade na assistência de enfermagem no ambulatório hospitalar. - Análise crítica de situações-problema na atenção à saúde dos usuários do ambulatório em todas as etapas do ciclo de vida. - Aplicações de técnicas de enfermagem: administração de medicamentos, verificação de sinais vitais, realização de curativos, retirada de pontos, verificação de medidas antropométricas, realização de coleta de material para exames e ações de educação em saúde. - Atuações de colaboração com ações desenvolvidas por profissionais da equipe de saúde. 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Articular saberes para a realização dos cuidados e aplicação das técnicas de enfermagem, mediante recursos cognitivos necessários para o desenvolvimento das competências e habilidades no ambulatório hospitalar, abrangendo a assistência integral a clientes/usuários em todas as etapas do ciclo de vida. Objetivos Específicos - Fomentar a sistematização da assistência da enfermagem compatível aos protocolos assistenciais dos cenários de prática. - Promover o desenvolvimento de práticas de enfermagem a partir da humanização e dos princípios éticos, técnicos e científicos, atendendo aos protocolos de segurança em saúde; - Vivenciar situações para o cuidado de enfermagem e para o registro claro e completo em impressos pertinentes, proporcionado ambiente com recursos humanos e materiais adequados ao desenvolvimento das práticas de enfermagem; - Vivenciar situações relacionadas aos diversos cuidados de enfermagem aplicando os procedimentos operacionais padronizados às diversas técnicas de enfermagem voltadas ao atendimento das necessidades humanas básicas de clientes/usuários; - Fomentar o trabalho em equipe e o estabelecimento de relações interpessoais entre discentes, docentes e profissionais dos serviços. - Viabilizar a adoção de práticas seguras, que concorram para a prevenção de acidentes e complicações e para o controle de infecções em ambiente de saúde. - Favorecer a aplicação de conhecimentos na interpretação de prescrições médicas e de enfermagem e aos cuidados gerais no preparo e administração de medicamentos, através das diferentes vias utilizadas pela enfermagem. - Instigar a criticidade e a criatividade, a partir de situações desafiadoras para a solução de problemas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS ALMEIDA, J. R. C. de; CRUCIOL, J.M. Farmacologia e terapêutica clínica para a equipe de

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enfermagem. São Paulo: Atheneu Editora, 2014. BARROS, A.L.B.L.; LOPES, J.L.; MORAIS, S.C.R.V. Procedimentos de enfermagem para a prática clínica. Porto Alegre: Artmed, 2019. BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P; GONÇALVES, E. Saúde da criança e do adolescente.São Paulo: Érica, 2014. CARMAGNANI, M.I.S. et al. Procedimentos de enfermagem: guia prático. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. CHAVES, L. D.; SOUZA, A. B. G. Enfermagem em clínica médica e cirúrgica: teoria prática. 1 ª ed. 2 vol. São Paulo: Martinari, 2014. CHEREGATTI, A. L. Enfermagem em Clínica Cirúrgica: no Pré e no Pós-Operatório. São Paulo: Martinari, 2012. FONSECA, A.S.; JANICAS, R.C.S.V.(Coord.). Saúde materna e neonatal. São Paulo: Martinari, 2014. GOMES, C. O. et al. Semiotécnica em enfermagem [recurso eletrônico] Natal, RN: EDUFRN, 2018. POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES RODRIGUES, A. B. et al. Guia da enfermagem: rotinas, práticas e cuidados fundamentados.

3. ed. São Paulo: Érica, 2020. SILVA, M. T. da; SILVA, S. R. L. P. T. Cálculo e administração de medicamentos na enfermagem. 5.ed. São Paulo: Martinari, 2019.

COMPONENTE CURRICULAR: TÓPICOS INTEGRADORES III UNIDADE CURRICULAR: IV CRÉDITOS: 2

CARGA

CARGA HORÁRIA

CARGA

142

HORÁRIA TEÓRICA: 30h

PRÁTICA: 0h

HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Desenvolvimento de raciocínio crítico e reflexivo a partir de simulações realísticas sobre as diversas áreas do conhecimento da enfermagem que constituem a base das competências e habilidades a serem desenvolvidas na sequência do curso.

1. EMENTA Articulação teórico-prática de conteúdos já ministrados na formação profissional do curso a partir de temas/eixos transversais, a fim de desenvolver o raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, através da resolução de casos clínicos e estudos de caso a partir de simulações realísticas realizadas em laboratório de habilidades de enfermagem, na busca pelo aperfeiçoamento de habilidades e competências do técnico de enfermagem. 2. PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Estímulo ao raciocínio crítico e reflexivo; - Estudos de caso; - Simulações realísticas.

3. OBJETIVOS Objetivo Geral - Aprofundar a compreensão os conteúdos formadores do curso técnico em enfermagem numa perspectiva interdisciplinar e transversal com vistas a desenvolver técnicos de enfermagem críticos e reflexivos. Objetivos Específicos - Promover aproximação com a prática, propiciando a participação do aluno como centro do processo de ensino e aprendizagem; - Despertar para o raciocínio clínico, crítico e reflexivo.

REFERÊNCIAS BÁSICAS Das demais disciplinas vivenciadas até o período da disciplina. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Das demais disciplinas vivenciadas até o período da disciplina.

COMPONENTE CURRICULAR: UNIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA II UNIDADE CURRICULAR: IV CRÉDITOS: 1

CARGA

CARGA HORÁRIA

CARGA

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HORÁRIA TEÓRICA: 0h

PRÁTICA: 30h

HORÁRIA TOTAL: 30h

COMPETÊNCIAS: - Desmistificar conceitos errôneos, excludentes e estigmatizadores; - Proporcionar momentos de reflexão sobre diversos contextos, refletindo positivamente na prática profissional e individual de cada aluno; - Propiciar um ambiente acolhedor; - Formar cidadãos preocupados com a inclusão social, respeitando a diversidade cultural. 1.EMENTA Problematização de situações e projetos de intervenção no que concerne as temáticas transversais: Pessoa com Deficiência, População Negra, Saúde do Homem, População Indígena. 2 PROGRAMAS/CONTEÚDOS - Entraves para implementação da assistência à saúde do homem - Pessoa com deficiência - População indígena - População negra 3.OBJETIVOS Objetivo Geral - Capacitar alunos do curso técnico em enfermagem para exercerem sua prática profissional considerando a diversidade cultural, social, étnica, de gênero, de situações, características inerentes a população. Objetivos Específicos - Contribuir para a inclusão social de diferentes grupos sociais; - Compreender a saúde do homem e da população negra; - Despertar para questões de acessibilidade, atendimento e inclusão a pessoa com deficiência; - Entender o processo de atendimento à população indígena e respeito aos diversos grupos sociais e de gênero; - Construir intervenções capazes de aplicabilidade para transformar uma realidade social.

REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL. Política nacional de atenção integral a saúde do homem [recurso eletrônico] / Elza Berger Salema Coelho... [et al] — Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2018.

BRASIL. Manual para Atendimento às Vítimas de Violência na Rede de Saúde Pública do Distrito Federal/ Laurez Ferreira Vilela (coordenadora) – Brasília: Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência /

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Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010. 24 p. : il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde). BRASIL. Estatuto da pessoa com deficiência – Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa Portadora de Deficiência / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008. BRASIL. Decreto n.º 7.053, de 23 de Dezembro de 2009. Institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento, e dá outras providências. Diário Oficial da União 24 Dez. 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra: uma política para o SUS / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa, Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social. – 3. ed. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. - 2ª edição - Brasília: Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde, 2002. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN 537/2017. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN 549/2017. FGV. Clínica de Políticas de diversidade da FGV Direito SP.A violência LGBTQIa+ no Brasil. 2020. SERAFINO, I.; LUZ L.C.X. Políticas para a população adulta em situação de rua: questões para debate. R. Katál., Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 74-85, jan./jun. 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual sobre o cuidado à saúde junto a população em situação de rua / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2012. MENDES, A.M.; LEITE, M.S.; LANGDON, E.J.; GRISOTTI, M.O desafio da atenção primária na saúde indígena no Brasil. Rev Panam Salud Publica 42, 2018.

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ANEXO II - MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM – CPT-ETS/UFPB (Versão Antiga) CARGA HORÁRIA TOTAL

285h/a

695h/a

400h/a

220h/a

80h

120h

COMPONENTE CURRICULAR

CARGA HORÁRIA TP

PRÉ-REQUISITOS

MODULO BÁSICO Noções de Anatomia e Fisiologia Humana 40 h/a Não existe Noções de Microbiologia, Parasitologia e 40 h/a Pré-requisito Imunologia Educação em Saúde 65 h/a Psicologia aplicada à Saúde 50 h/a Ética em Saúde 30 h/a Noções de Primeiros Socorros 30 h/a Introdução à Microinformática 30 h/a MODULO PROFISSIONAL I Legislação em Enfermagem 30 h/a Não existe Pré-requisito Fundamentos em Enfermagem I 65 h/a Noções de Pesquisa em Enfermagem 40 h/a Fundamentos de Enfermagem II 160 h/a Enfermagem Clinica 100 h/a Estágio Enf. Fundamentos II Enfermagem Cirúrgica 100 h/a Enfermagem na Saúde da Mulher 50 h/a Estágio Sup. I Enfermagem Clínica e Cirúrgica. Enfermagem na Saúde da Criança e do 50 h/a Adolescente Enfermagem em Saúde Mental 50 h/a Enfermagem em Saúde Coletiva 50 h/a ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Estágio Supervisionado I Fundamentos de 80h Fundamentos II Enfermagem II Estágio Supervisionado I Enfermagem 80h Enfermagem Clínica Clínica Estágio Supervisionado I Enfermagem 80h Enfermagem Cirúrgica Cirúrgica Estágio Supervisionado I Enfermagem na 40h Enfermagem na Saúde da Mulher Saúde da Mulher Enf. na Saúde da Criança e do Estágio Supervisionado I Enfermagem na 40h Adolescente Saúde da Criança e do Adolescente Estágio Supervisionado I Enfermagem em 40h Enf. em Saúde Mental Saúde Mental Estágio Supervisionado I Enfermagem em 40h Enfermagem em Saúde Coletiva Saúde Coletiva MODULO PROFISSIONAL II Enfermagem em Emergências 50 h/a Estágios Saúde da Mulher, Criança e Adolescente, Saúde Mental e S. Enfermagem em UTI 100 h/a Coletiva. Bioética Aplicada à Enfermagem 40 h/a Não existe Pré-requisito Informática Aplicada à Enfermagem 30 h/a ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Estágio Supervisionado II Enfermagem em 40h Enf. em Emergências Emergências Estágio Supervisionado II Enfermagem em 40h Enfermagem em UTI UTI ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Estágio Supervisionado III 120H Enf. Emerg. e UTI Carga horária total teórico-prática 1.200h/a Carga horária total estágio supervisionado 600h Carga horária total do curso (TP+ES) 1.800h

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 28/02/2023 RESOLUÇÃO Nº 09/2023 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 9) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 04/05/2023 15:46 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234

Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 9, ano: 2023, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 04/05/2023 e o código de verificação: 356a0b1fa5