N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 07/2023
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação de Jovens e Adultos – EJA.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (1)
- REVOGA (total) · sugestão
Res. CONSEPE 08/2023 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo PPC do mesmo curso — 'tecnico em cuidados de idosos na' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (61)
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSUNI 20/2015 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“selho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista a aprovação Ad Referendum do Reitor, que foi homologado na reunião ordiária nº 01/2023, realizada no dia 28 de...” fonte: texto · confiança alta
- REVOGA (total) · sugestão
Res. CONSEPE 62/2015 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo PPC do mesmo curso — 'tecnico em cuidados de idosos na' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
59 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo II“✓ Resolução Nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.”
- citaRes. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo II“O perfil de formação técnica tem como base o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) 4ª edição, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2/2020...”
- citaRes. CNE/CEB 3/2008 em: Anexo II, art. 40“Dispõe sobre alterações na Resolução CNE/CEB nº 03/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.”
- cita
- cita
- cita
- citaRes. CNE/CP 1/2021 em: Anexo II“✓ Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de Janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.”
- citaRes. CNE/CP 1/2021 em: Anexo II“Em consonância com o Art. 26 da Resolução CNE/CP N°1, de 5 de janeiro de 2021: § 5º Respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária, o plano de curso técnico, ofertado na modalidade...”
- citaRes. CNE/CP 1/2021 em: Anexo II“Conforme estabelecido no artigo Art. 49. § 2°, da Resolução CNE/CP n° 1, de 5 de janeiro de 2021, o curso apresenta um itinerário formativo que contempla a certificação intermediária de cada etapa...”
- citaDecreto 5.154/2004 em: Anexo II“✓ Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004 que regulamenta o § 2º do artigo 36, e os artigos 39 a 41 a Lei nº 9.394/96;”
- cita
- cita
- cita
- cita
- citaDecreto 7.824/2012 em: Anexo II“federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível...”
- citaDecreto 9.034/2017 em: Anexo II“federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível...”
- citaDecreto-Lei 1.044/1969 em: Anexo II, art. 1º“Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044,...”
- citaDecreto-Lei 875/1953 em: Anexo II“Sua criação se deu por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, A partir da Resolução Nº 05/2000 do Conselho Superior Universitário, passando a ser chamada de Escola Técnica de...”
- citaLei 10.098/2000 em: Anexo II, art. 40“Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.”
- cita
- citaLei 10.639/2003 em: Anexo II“Para além da política, o CPT-ETS/UFPB atua com temas relativos à observância da Lei 10.639/03 que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação...”
- cita
- citaLei 10.741/2003 em: Anexo I“Altera a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, para substituir, em toda a Lei, as expressões “idoso” e “idosos” pelas expressões “pessoa idosa” e “pessoas idosas”, respectivamente.”
- citaLei 11.645/2008 em: Anexo II“s relativos à observância da Lei 10.639/03 que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da...”
- citaLei 11.741/2008 em: Anexo II“A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar,...”
- cita
- cita
- citaLei 12.711/2012 em: Anexo II“No Edital, consta a implementação das reservas de vagas de que tratam a Lei N° 12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições 18”
- cita
- citaLei 13.005/2014 em: Anexo II“✓ Lei N° 13.005/2014 - Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências.”
- citaLei 13.409/2016 em: Anexo II“federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível...”
- citaLei 13.709/2018 em: Anexo I“✓ Aprender sobre os principais sistemas de informação em saúde nacionais e aprender sobre a Lei Geral de Proteção de Dados.”
- cita
- cita
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo II“A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar,...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo II“Prioriza os aspectos qualitativos sobre os quantitativos previstos no art. 24 da Lei de diretrizes e bases da educação nacional 35”
- cita
- cita
- citaPort. Normativa MEC 18/2012 em: Anexo II“r sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012,...”
- citaPort. Normativa MEC 21/2012 em: Anexo II“cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012, alterado pelo Decreto N° 9.034, de 20 de abril de 2017, e a...”
- citaPort. Normativa MEC 9/2017 em: Anexo II“terada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de...”
- cita
- citaPortaria MTB 3.214/1978 em: Anexo I“Normas Regulamentadoras-NR, aprovadas pela Portaria nº3.214 de 8 de junho de 1978.”
- cita
- citaRes. CONSEPE 02/2022 em: Anexo II“Nesse sentido, no âmbito da Universidade Federal da Paraíba-UFPB, buscou-se regulamentar a política de creditação da extensão nos currículos, cujo enfoque visa propiciar o alinhamento e a...”
- cita
- citaRes. CONSEPE 05/2000 em: Anexo II“Sua criação se deu por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, A partir da Resolução Nº 05/2000 do Conselho Superior Universitário, passando a ser chamada de Escola Técnica de...”
- citaRes. CONSEPE 07/2018 em: Anexo II“O Centro Profissional e Tecnológico – ETS/UFPB orienta suas ações de Ensino, Pesquisa e Extensão baseado nos princípios de (Resolução Nº 7/2018): I - a interação dialógica da comunidade acadêmica...”
- cita
- citaRes. CONSEPE 29/2020 em: Anexo II“DA DILATAÇÃO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Em conformidade com a Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020, no Título IX, Capítulo I, em seus artigos 174 a 177, fica compreendido que: “A dilatação de...”
- citaRes. CONSEPE 29/2020 em: Anexo II, art. 2º“O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça: Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico.”
- citaRes. CONSEPE 29/2020 em: Anexo II, art. 99“20.2 CERTIFICAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020: Art. 40. Os componentes curriculares realizados em instituições de...”
- citaRes. CONSEPE 38/2018 em: Anexo II“POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL O Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, por meio da Política de Assistência Estudantil do CPT-ETS/UFPB desenvolve ações no sentido de...”
- cita
- cita
- citaRes. CONSEPE 61/2015 em: Anexo I“62 ANEXO I – RESOLUÇÃO CONSEPE N° 61/2015 ...............................”
- citaRes. CONSEPE 61/2015 em: Anexo II“O referido PPC foi aprovado em 2015, conforme Resolução CONSEPE/UFPB nº 61/2015 (Anexo I) em que autoriza a criação do Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação de Jovens e...”
- cita
- cita
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSUNI 20/2015
- norma inteira→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 62/2015 (sugestão)← REVOGA (total) Res. CONSEPE 08/2023 (sugestão)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- irmã · 2 em comumRes. CONSEPE 64/2015
- irmã · 1 em comumRes. CONSUNI 21/2015
- paralela · 77 em comumRes. CONSEPE 14/2026
- paralela · 61 em comumRes. CONSEPE 06/2023
- paralela · 58 em comumRes. CONSEPE 09/2023
- paralela · 54 em comumRes. CONSEPE 04/2023
- paralela · 50 em comumRes. CONSEPE 05/2023
- paralela · 50 em comumRes. CONSEPE 46/2024
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 66 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 8 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N° 07/2023 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação de Jovens e Adultos – EJA. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista a aprovação Ad Referendum do Reitor, que foi homologado na reunião ordiária nº 01/2023, realizada no dia 28 de fevereiro de 2023 (Processo n° 23074.107437/2022-50), e Considerando a Resolução CONSUNI/UFPB 020/2015, que autorizou a criação do curso Técnico em Cuidados de Idosos, modalidade de Educação de Jovens e Adultos – EJA. Forma de articulação: Concomitante ao Ensino Médio, sob a responsabilidade da Escola Técnica de Saúde – Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba. RESOLVE
¶Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Cuidados de Idosos, em nível técnico, denominado Curso Técnico em Cuidados de Idosos, na modalidade Educação de Jovens e Adultos - EJA, a ser ministrado pelo Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB, Campus I.
¶Art. 2º O Projeto Pedagógico do Curso passa a fazer parte da presente Resolução através dos Anexos I.
¶Art. 3º Fica aprovada a realização e programação pelo Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB, o Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde, com carga horária de 810 horas.
¶Art. 4º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, no Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução.
¶Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 04 de maio de 2023. Valdiney Veloso Gouveia Presidente
[página 2 — sem camada de texto; texto obtido por OCR]
ANEXO IDA RESOLUÇÃO Nº 07/2023
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
TCI- CPT - ETS/UFPB [fim da página 2]
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE
Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos (CTI) Modalidade de Educação de Jovens e Adultos – EJA
JOÃO PESSOA – PB 2022
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Victor Godoy Veiga Ministro da Educação Valdiney Veloso Gouveia Reitor da UFPB Liana Filgueira Albuquerque Vice-reitora da UFPB Maria Soraya Pereira Franco Adriano Diretora Geral do CPT-ETS/UFPB Ronaldo Rodrigues Sarmento Vice-diretor do CPT- ETS/UFPB Profa. Dra. Anne Karoline Candido Araújo Coordenadora do Curso Profa. Me. Rebeka Maria de Oliveira Belo Vice-Coordenadora do Curso
PRÓ-REITORIAS PRG - Pró-reitoria de Graduação: Silvana Carneiro Maciel PRPG - Pró-reitoria de Pós-Graduação: Fernando Guilherme Perazzo Costa PROPESQ - Pró-reitoria de Pesquisa: Valdir de Andrade Braga PROEX - Pró-reitoria de Extensão: Berla Moreira de Moraes PROPLAN - Pró-reitoria de Planejamento: Paulo de Tarso Costa Henriques PROGEP - Pró-reitoria de Gestão de Pessoas: Rita de Cássia de Faria Pereira PRAPE - Pró-reitoria de Assistência Estudantil: Alfredo Rangel Ribeiro Superintendente de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico: Jairo de Pontes Gomes COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Anne Karoline Candido Araújo Andrea Mendes Araújo
Fernanda Maria Chianca da Silva Rebeka Maria de Oliveira Belo Renata Coelho Freire Batista Queiroz ASSESSORIA PEDAGÓGICA Luciane Alves Coutinho Rosanie Rocha Schwab Figueiredo DADOS DA INSTITUIÇÃO Mantenedora: (15590) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Sigla: UFPB Natureza Jurídica:
Autarquia Federal
CNPJ: 24.098.477/0001-10 Mantida: (579) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB Organização Acadêmica:
Universidade
Categoria Administrativa:
Pública Federal
Endereço: Cidade Universitária, s/n, Campus I, CEP: 58051-900, Bairro: Castelo Branco, Município: João Pessoa, UF:
PB.
Site: www.ufpb.br Nome da Unidade - Sigla: (354) CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO – ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UFPB – CPT-ETS/UFPB Endereço: Cidade Universitária -- Bairro: Castelo Branco -- João Pessoa: Paraíba CEP: 58051-900 Telefone: (83) 3216-7400 E-mail de contato: direcao@ets.ufpb.br Site da unidade: https://www.ets.ufpb.br/ Curso: Técnico em Cuidados de Idosos Carga horária: 810 horas
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO ................................................................................................................................... 8 1.1 PANORAMA DA ORGANIZAÇÃO DA OFERTA DOS CURSOS DO CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO – ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE/CPT-ETS/UFPB..... 12
2. JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................... 14
3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO ..............................................................................14
4. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................................................. 16
5. OBJETIVOS DO CURSO ...................................................................................................................... 16 5.1 OBJETIVO GERAL ......................................................................................................................... 17 5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ........................................................................................................... 17
6. REQUISITOS ......................................................................................................................................... 18 6.1.DOS REQUISITOS DE ACESSO ................................................................................................... 18 6.3. DA QUANTIDADE DE VAGAS ................................................................................................... 19 6.4. DO TURNO/HORÁRIO ................................................................................................................. 19 6.5. DA INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO .......................................................................................... 19 6.6. DO TIPO DE MATRÍCULA........................................................................................................... 19 6.7. DA DILATAÇÃO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR ................................................. 19 6.8. DA ABREVIAÇÃO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR .............................................. 20
6. 9 DA ANTECIPAÇÃO DA COLAÇÃO DE GRAU ......................................................................... 20
7. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................................. 21 7.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ............................................................................................ 21 Competências de profissionais egressos de cursos de qualificação profissional ......................................... 21 7.2 CAMPO DE ATUAÇÃO ................................................................................................................. 23
8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ......................................................................................................... 23 8.1. CONTEÚDOS CURRICULARES E CARGA HORÁRIA ............................................................ 24 8.2 CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO NO CURSO TÉCNICO EM CUIDADOS DE IDOSOS ....................................................................................................................................................... 26 8.3. MATRIZ CURRICULAR ............................................................................................................. 30 Certificação intermediária: Cuidador de Idosos ..................................................................................... 32 8.4 SÍNTESE DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ...................................................... 32
9. METODOLOGIA DO CURSO .............................................................................................................. 33
10. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ........................................................................................................................................... 34 11.CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ..................................... 35
12. INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ....................................................................... 36
13. ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL ........................................................................................................... 37
14. POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL ................................................................................................. 38
15. INSTALAÇÕES E RECURSOS TECNOLÓGICOS ........................................................................... 39 15.1 INSTALAÇÕES FÍSICAS DO CPT-ETS/UFPB ........................................................................... 39
6
15.2 RECURSOS TECNOLÓGICOS DISPONÍVEIS........................................................................... 40 15.3 RECURSOS TECNOLÓGICOS DISPONÍVEIS NO LABORATÓRIO DE PRÁTICAS REALÍSTICAS PARA ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO DE SAÚDE DO IDOSO..................... 42 15.4 RECURSOS TECNOLÓGICOS DISPONÍVEIS NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA.... 44 15.5. RECURSOS TECNOLÓGICOS DISPONÍVEIS LABORATÓRIO DE ANATOMIA ............... 44 15.6. SALAS DE AULA ........................................................................................................................ 45 15.7. DAS INSTALAÇÕES TECNOLÓGICAS ................................................................................... 46 15.8. DA BIBLIOTECA ......................................................................................................................... 46 15.9 PORTAIS DE PESQUISA E BASES DE DADOS ....................................................................... 48
16. RECURSOS HUMANOS DO CPT-ETS/UFPB .................................................................................. 48 16.1 DOCENTES ................................................................................................................................... 48 16.2 DEMONSTRATIVO DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS ................................................... 51
17. DIPLOMAS .......................................................................................................................................... 53
18. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ......................... 53
19. DO REGIME DE EXERCÍCIO DOMICILIAR ................................................................................... 55
20. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ...................... 56 20.1 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E CERTIFICAÇÃO ANTERIORES .............................................................................................................................. 56 20.2 CERTIFICAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E APROVEITAMENTO DE ESTUDOS ....................................................................................................................................................... 57
21. SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSO .........................................................58 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................................ 59 ANEXOS .................................................................................................................................................... 62
ANEXO I – RESOLUÇÃO CONSEPE N° 61/2015 ............................... Erro! Indicador não definido.
ANEXO II – EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM CUIDADOS DE IDOSOS DO CPT-ETS/UFPB........................................................................... 63
7
1. APRESENTAÇÃO O presente documento constitui-se da reformulação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) Técnico em Cuidados de Idosos do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (CPT-ETS/UFPB). O referido PPC foi aprovado em 2015, conforme Resolução CONSEPE/UFPB nº 61/2015 (Anexo I) em que autoriza a criação do Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), concomitante ao Ensino Médio. O curso estará vinculado ao CPT-ETS por meio do Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde - DRPAS/CPT-ETS/UFPB. A Universidade Federal da Paraíba, outrora denominada Universidade da Paraíba, é uma Instituição autárquica responsável pelo tripé ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação, com atuação nas cidades de João Pessoa, Areia, Rio Tinto, Mamanguape e Bananeiras (UFPB, 2022). A Universidade Federal da Paraíba, com estrutura multicampi, está organizada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreende os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza - CCEN; Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - CCHLA; Centro de Comunicação, Turismo e Artes - CCTA, Centro de Ciências da Saúde - CCS; Centro de Ciências Sociais Aplicadas - CCSA; Centro de Educação - CE; Centro de Tecnologia - CT e Centro de Ciências Jurídicas - CCJ; Centro de Biotecnologia - CBiotec; Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional - CTDR; Centro de Ciências Médicas - CCM; Centro de Informática - CI; Centro de Informática - CI, Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde - CPT-ETS e Centro de Energias Alternativas Renováveis - CEAR e o Campus II, na cidade de Areia, compreende o Centro de Ciências Agrárias - CCA e o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrange o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias - CCHSA e o Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação – CCAE (UFPB, 2022; Resolução nº 14/2022 CONSUNI/UFPB). Ao longo da história a UFPB exerce papel essencial na promoção do ensino, da pesquisa e da extensão. No âmbito da educação superior e técnica, a UFPB tem o reconhecimento social como resultado de significativas contribuições, no tocante ao avanço científico e tecnológico regional, assim como, para a formação de profissionais de excelência para o Estado da Paraíba e para o restante do país 8
(UFPB, 2022).
A educação profissional na UFPB é ofertada no campus I, por meio do Centro
Profissional e Tecnológico - CPT - ETS e no campus III pelo Colégio Agrícola Vidal de Negreiros CAVN. No Campus I, a formação técnica no período de janeiro de 1953 a setembro de 2022 foi
realizada pela Escola Técnica de Saúde vinculada ao Centro de Ciências da Saúde da UFPB. A referida escola emergiu a partir da Escola de Auxiliares de Enfermagem da Paraíba. Sua criação se deu por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, A partir da Resolução Nº 05/2000 do Conselho Superior Universitário, passando a ser chamada de Escola Técnica de Saúde da UFPB, essa denominação perdurou até setembro do ano de 2022, sendo modificada após aprovação do desmembramento da Escola Técnica de Saúde do Centro de Ciências da Saúde e, por conseguinte a criação do Centro Tecnológico, na sessão plenária do CONSUNI, com aprovação por unanimidade do desmembramento e a criação do Centro, a Escola Técnica de Saúde, passou a ser denominada de Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da Universidade Federal da Paraíba, com sede na cidade de João Pessoa, no Estado da Paraíba (ETS, 2022). Cumpre assinalar que o CPT-ETS promove aos seus estudantes uma formação tendo como base a indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão, contribuindo para o exercício da cidadania, bem como, o desenvolvimento socioeconômico e cultural. No tocante a proposta pedagógica, essa tem como arcabouço basilar os valores éticos, políticos e estéticos, com uma visão macro, constituída por aspectos de inovação com análise e compreensão crítico-reflexivo, valorizando as dimensões biopsicossociais e espiritual com escopo na construção de competências e habilidades necessárias para o estudante em formação. Deste modo, estão presentes, também, como marco orientador desta proposta, as diretrizes institucionais explicitadas no Projeto Político Pedagógico Institucional, traduzidas nos objetivos da UFPB e na compreensão da educação profissional como uma prática social transformadora, que se materializa na função social, onde compromete-se promover formação humana integral por meio de uma proposta de educação profissional e tecnológica (EPT) que articule ciência, trabalho, tecnologia e cultura, visando formar profissionais cidadão-crítico-reflexivo, competente técnica e eticamente e comprometido com as transformações da realidade na perspectiva da igualdade e da justiça social. Nesse contexto, a Universidade Federal da Paraíba - UFPB estabelece em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019 – 2023, a criação e revisão de cursos técnicos, como forma de atender as expectativas das demandas da sociedade paraibana, diante da necessidade da formação do profissional, bem como do mundo do trabalho em saúde e portanto essa proposta atende ao que se propões o PDI Institucional. 9
Assim, considerando que a educação profissional tem por finalidade formar técnicos de nível médio para atuar nos diferentes processos de trabalho relacionados aos eixos tecnológicos, com especificidade em uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos oficiais e profissionais, em sua forma de desenvolvimento curricular, os cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB estão estruturados de modo a garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos, quanto à duração, à articulação entre as bases científicas e tecnológicas, à organização curricular com núcleos comuns, às práticas interdisciplinares, às atividades de prática profissional, às condições de laboratórios e equipamentos, às formas de acompanhamento e avaliação, bem como nas demais condições de ensino.
Figura 1- Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 2022.
Além dos cursos técnicos oferecidos, o CPT-ETS, promove Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), Curso de Especialização em nível lato sensu, Projetos de extensão e pesquisa fomentados por bolsas, que são disponibilizadas por meio do Programa de Bolsas de Extensão para estudantes do ensino Técnico (PROBEX-TEC) e Bolsas de Iniciação Científica para estudantes do ensino Técnico (PIBIC-TEC), respectivamente. O CPT-ETS também oferta cursos Técnicos e FICs por meio de programas, a citar: Programa de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego/PRONATEC, Ensino Técnico à Distância/e-TEC, Programa Novos Caminhos e o Programa de apoio à oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) integrada à Educação Profissional (EPT) - Programa EJA integrada à EPT. 10
O CPT-ETS dispõe de uma estrutura constituída por recepção, salas de aula, sala de multimídias, auditório, secretarias, diretoria, Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde - DRPAS, Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas - DDPLO, Assessoria Pedagógica, Assessoria de Ensino Profissional, Assessoria de Graduação/Tecnólogo, Assessoria de Pós-Graduação, Assessoria de Assistência e Promoção Estudantil, Coordenação de Cursos, Assessoria de Planejamento e Orçamento, Assessoria de Administração, Assessoria de Gestão de Pessoas, Assessoria de Tecnologia da Informação, Assessoria de Biblioteca Setorial, ambiente de professores, sala de leitura, copa, Laboratório de Computação, Laboratório de Anatomia, Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Saúde da Mulher e da Criança (LASIMUCRI), Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Habilidade em Enfermagem (LASIPHE), Laboratório de Simulação Realística e Práticas Avançadas em Enfermagem (LASIPAE), Laboratórios de Habilidades em Prótese Dentária, Laboratórios de Habilidades em Análises Clínicas, Laboratório de Práticas em Gerontologia (LAPRAGE). O CPT-ETS, tem por finalidade formar técnicos de nível médio para atuarem nos diferentes processos de trabalho relacionados aos eixos tecnológicos com especificidade em uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos oficiais e profissionais. De modo geral, os cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB estão estruturados de modo a garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos, quanto ao tempo de duração, a articulação entre as bases científicas e tecnológicas, a organização curricular, às práticas interdisciplinares, às atividades de prática profissional, às condições de laboratórios e equipamentos, às formas de acompanhamento e avaliação, assim como nas demais condições de ensino. Deste modo, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontaram novas orientações que devem ser necessariamente adotadas por todas as instituições do ensino do país, atendendo o artigo nº 25 da Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica (DCNGE PT), Resolução Nº 01 do CNE 05/01/2022 (BRASIL,2021). No Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) e no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNCST), orienta-se a organização dos cursos dando visibilidade às ofertas da Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2016; BRASIL, 2020; BRASIL, 2021). Neste contexto, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontam a possibilidade de emissão de certificado de qualificação profissional ao estudante que cursar parte do curso técnico ou de superior de tecnologia, com terminalidade que 11
caracterize efetiva qualificação profissional técnica ou tecnológica, para o exercício no mundo do trabalho. Conforme Art.15:
§ 2º A qualificação profissional como parte integrante do itinerário da formação técnica e profissional do Ensino Médio será ofertada por meio de um ou mais cursos de qualificação profissional, nos termos das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM), desde que articulados entre si, que compreendam saídas intermediárias reconhecidas pelo mercado de trabalho.
Diante disso, o Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT-ETS possibilita certificação intermediária ao estudante que concluir os conjuntos de componentes curriculares da primeira unidade curricular, obtendo a certificação de Cuidador de Idosos. Face ao exposto, este documento apresenta os pressupostos teóricos, metodológicos e didático-pedagógicos estruturantes da reformulação da proposta do Curso Técnico em Cuidados de Idosos em consonância com o Projeto Político Pedagógico Institucional, instituído. Em todos os elementos estarão explicitados princípios, categorias e conceitos que materializarão o processo de ensino e de aprendizagem.
1.1 PANORAMA DA ORGANIZAÇÃO DA OFERTA DOS CURSOS DO CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO – ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE/CPT-ETS/UFPB O CPT-ETS/UFPB oferta cursos predominantemente na área da saúde, onde prepara a formação de recursos humanos para atuar no Sistema Único de Saúde (SUS). As ofertas são realizadas de acordo com a disponibilidade de cursos na instituição, tendo atualmente como pressuposto a demanda local, conforme Figura 2.
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Figura 2 - Apresentação do campo de atuação e polarização do CPT – ETS/UFPB.
O CPT-ETS/ UFPB concilia as demandas identificadas com a vocação e a capacidade da instituição e a rede de ensino, em termos de reais de condições de viabilização da proposta pedagógica. Frente ao exposto, observa-se que o CPT-ETS polariza uma região que comporta mais de 1.700.000 (um milhão e setecentos mil) habitantes, possuindo um número maior que 65 municípios em seu entorno, o que justifica a ampliação de outras ofertas de cursos técnicos já em processo de estudo preliminar, através do planejamento, mediante a necessidade de formação técnica profissional na área de saúde ser fundamental para o SUS, bem como a reformulação contínua dos cursos já ofertados, como no caso do Curso Técnico em Cuidados de Idosos, a fim de atender as necessidades de formação na área da Saúde, bem como as demandas do mundo do trabalho. 13
2. JUSTIFICATIVA Em uma época na qual a taxa de desemprego se mostra elevada, profissionais qualificados encontram meios mais práticos e rápidos para ingressarem no mercado de trabalho. O CPTETS/UFPB, formador de recursos humanos, oferta o Curso Técnico em Cuidados de Idosos para responder uma necessidade emergente da sociedade: qualificar profissionais para atender com esmero ao elevado número de pessoas idosas, que vem crescendo no Brasil e no mundo. A proposta surgiu a partir da análise das necessidades e perspectivas da sociedade, buscando atender as demandas provenientes das transformações no cenário demográfico e epidemiológico. A população brasileira está envelhecendo, e a perspectiva é que se mantenha este padrão de crescimento populacional. Atualmente encontramos uma grande demanda nesta área, mas poucos profissionais qualificados. A qualificação profissional não só colocará novos indivíduos neste mercado promissor, mas também contribuirá para que os que já se encontram no ramo do cuidado de idosos tenham valorização profissional e financeira, além de um cuidado mais abrangente, humanizado e tecnicamente adequado para o público idoso. Considerando a necessidade de uma formação técnica qualificada e que atenda às recomendações do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, de acordo com a quarta edição, se justifica a presente reformulação curricular. Além disso, é importante ressaltar que a meta 10 do Plano nacional de educação (PNE) faz a seguinte previsão: “Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional.”
3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO Este Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de idosos atende todas as legislações que subsidiam a formação profisisonal dos profissional e técnica no Território Nacional e atende também o que prevê o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT). E, mediante às novas exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional -LDB e à Resolução do Conselho Nacional de Educação – CNE/CEB nº 06 de 20 de setembro de 2012, no tocante à Educação Profissional e Tecnológica, e as necessidades do mundo do trabalho em relação ao profissional de nível médio da área de cuidados de idosos, exigiu-se das instituições de ensino, modificações curriculares, que promovam uma Educação Profissional com maior socialização, organização e sustentabilidade para 14
jovens e adultos, o que contribui para a consolidação do desenvolvimento loco-regional (BRASIL, 2012; BRASIL, 2008). A Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Assim, considera-se o papel da Educação Profissional e Tecnológica no desenvolvimento do mundo do trabalho, na perspectiva da formação integral do cidadão trabalhador. A seguir seguem algumas legislações utilizadas como arcabouço legal deste proposta: ✓ Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional; ✓ Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004 que regulamenta o § 2º do artigo 36, e os artigos 39 a 41 a Lei nº 9.394/96; ✓ Plano Nacional de Educação-PNE; ✓ Lei N° 13.005/2014 - Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. ✓ Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. ✓ Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de Janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. ✓ Resolução Nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. O perfil de formação técnica tem como base o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) 4ª edição, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2/2020 (BRASIL, 2020). O Catálogo é um instrumento que disciplina a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio, para orientar as instituições, estudantes e a sociedade em geral. O CNCT é atualizado periodicamente para contemplar novas demandas sócio educacionais. A quarta edição contém as denominações dos cursos, em treze eixos tecnológicos; respectivas cargas horárias mínimas; perfil profissional de conclusão; infraestrutura mínima requerida; campo de atuação; ocupações associadas à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO); normas associadas ao exercício profissional; e possibilidades de certificação intermediária em cursos de qualificação profissional, de formação continuada em cursos de especialização e de verticalização para cursos de graduação no itinerário formativo. 15
É um referencial para subsidiar o planejamento dos cursos e correspondentes qualificações profissionais e especializações técnicas de nível médio. O técnico em Cuidados de Idosos vincula-se ao eixo “Ambiente e Saúde”, que contempla tecnologias consagradas à melhoria da qualidade de vida e ao bem-estar físico, mental e social, à proteção e preservação dos seres vivos e recursos naturais, e ao desenvolvimento e inovação de aparatos tecnológicos de atenção e mitigação de riscos à saúde e ao ambiente, com base em: políticas públicas em saúde, biossegurança, leitura e produção de textos técnicos; ciência, tecnologia e inovação; investigação tecnológica; tecnologias de comunicação e informação; desenvolvimento interpessoal e trabalho em equipe; legislação e normas técnicas; saúde e segurança do trabalho; gestão da qualidade; responsabilidade e sustentabilidade social e ambiental; qualidade de vida; e ética profissional.
4. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO CURSO: Técnico em Cuidados de Idosos EIXOS TECNOLÓGICOS: Ambiente e Saúde NÍVEL: Técnico HABILITAÇÃO: Técnico em Cuidados de Idosos CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 810 horas CARGA HORÁRIA TEÓRICA DO CURSO: 600 horas CARGA HORÁRIA DE ATIVIDADES PRÁTICAS: 210 horas TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO: 12 meses TEMPO MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO: 18 meses PERIODICIDADE DE OFERTA: sob demanda NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 40 alunos FORMA DE OFERTA: concomitante MODALIDADE: presencial com carga horária de até 20% em atividades não presenciais. FORMA DE INGRESSO: por meio de processo seletivo PRÉ-REQUISITO: estar com matrícula ativa no Ensino Médio na Educação de Jovens e Adultos. TURNO/HORÁRIO: matutino e/ou, vespertino e/ou noite
5. OBJETIVOS DO CURSO 16
5.1 OBJETIVO GERAL ✓ Formar Técnicos em cuidados de idosos capazes de atuar de modo ético e responsável, comprometidos com a qualidade de vida da pessoa idosa. 5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ✓ Oferecer um processo de formação amparado na educação geral obtida no nível médio que assegure a integração entre a formação geral e a de caráter profissional; ✓ Oferecer experiências teóricas e práticas na área de cuidados com a pessoa idosa que consolidem o “saber fazer”; ✓ Proporcionar conhecimentos das políticas públicas de saúde e compreensão de sua atuação profissional frente às diretrizes, princípios e estrutura organizacional do Sistema Único de Saúde (SUS); ✓ Enfatizar os aspectos preventivos do cuidado e proporcionar ao estudante o conhecimento in loco do sistema de saúde e atenção à pessoa idosa; ✓ Vincular, através da integração ensino-serviço, uma formação contextualizada; ✓ Valorizar em todo o processo educativo a importância da preservação dos recursos e do equilíbrio ambiental; ✓ Capacitar Técnicos em Cuidados de Idosos capazes de identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde doença; ✓ Proporcionar conhecimentos na área biopsicossocial e espiritual que permitam uma prática adequada e a construção de habilidades no cuidado com a pessoa idosa; ✓ Habilitar Técnicos em Cuidados de Idosos capazes de atuar e interagir com diferentes profissionais e com os familiares diferenciando a responsabilidade de cada um nos diferentes níveis de atendimento à pessoa idosa; ✓ Preparar Técnicos em Cuidados de Idosos, com base teórica e prática, capazes de compreender e fazer uso das normas de biossegurança no exercício da função e princípios éticos que regem sua conduta; ✓ Adquirir conhecimento técnico, científico e humanístico que permitam cuidar da pessoa idosa, interagindo com familiares, grupos sociais e comunidade desenvolvendo atividades de promoção, prevenção, apoio à recuperação e reabilitação da pessoa idosa; ✓ Desenvolver capacidade de reflexão, de trabalho em equipe, de flexibilidade e de resolução 17
de problemas no ambiente de trabalho; ✓ Capacitar Técnicos em Cuidados de Idosos capazes de responder às demandas de diferentes grupos sociais, respeitando as diferenças culturais, sociais, étnicas e econômicas envolvendo-se na definição das estratégias de atenção e cuidados formuladas de forma participativa e solidária com o usuário da saúde; ✓ Desenvolver competências profissionais capazes de mobilizar, articular e colocar em prática conhecimentos, habilidades e valores indispensáveis ao bom desempenho das atividades de cuidados com a pessoa idosa; ✓ Oferecer experiências de aprendizagem que permitam o desenvolvimento de atividades que contribuam na promoção da autonomia e hábitos saudáveis de vida no processo de envelhecimento; ✓ Contribuir com a melhoria da qualidade dos serviços prestados a comunidade; ✓ Preparar o educando para a autonomia intelectual e para a educação continuada de forma a garantir sua adaptação às novas formas de ocupação.
6. REQUISITOS 6.1.DOS REQUISITOS DE ACESSO Para o ingresso ao Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT-ETS/UFPB, o requisito de acesso é: estar cursando o Ensino Médio em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação, na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), em atenção ao que é preconizado no artigo Nº 16 das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica, na forma do inciso IV (BRASIL, 2021). Para tanto, o acesso ocorrerá de forma concomitante ao ensino médio, de acordo com o que regerá o edital de entrada, a fim de apropriar as oportunidades educacionais disponíveis.
6.2 DAS FORMAS DE ACESSO A forma de acesso ao Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT-ETS/UFPB será por meio de Processo Seletivo, com orientações normativas para o acesso constantes em Edital publicado pelo CPT-ETS/UFPB. No Edital, consta a implementação das reservas de vagas de que tratam a Lei N° 12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições 18
federais de ensino técnico de nível médio, alterada pela Lei N° 13.409, de 28 de dezembro de 2016, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino, assim como o Decreto N° 7.824, de 11 de outubro de 2012, alterado pelo Decreto N° 9.034, de 20 de abril de 2017, e a Portaria Normativa MEC Nº 9, de 5 de maio de 2017, que altera a Portaria Normativa MEC Nº 18, de 11 de outubro de 2012, e a Portaria Normativa MEC Nº 21, de 5 de novembro de 2012. 6.3. DA QUANTIDADE DE VAGAS Serão ofertadas 40 (quarenta) vagas por ano. 6.4. DO TURNO/HORÁRIO O acesso ao curso poderá se dar nos turnos matutino, vespertino e/ou noturno. Para este contexto adota-se o critério de hora/aula com duração de 60 (sessenta) minutos. 6.5. DA INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO O Curso Técnico em Cuidados de Idosos terá duração mínima de 12 (doze) meses e máxima de 18 (dezoito) meses. O currículo do Curso Técnico em Cuidados de Idosos será integralizado em 810 (oitocentos e dez) horas/aula, equivalentes a (oitenta) 54 créditos e 26 componentes curriculares.
6.6. DO TIPO DE MATRÍCULA A matrícula será realizada por componente curricular ou conjunto de componentes curriculares, no início de cada semestre letivo. 6.7. DA DILATAÇÃO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Em conformidade com a Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020, no Título IX, Capítulo I, em seus artigos 174 a 177, fica compreendido que: “A dilatação de prazo para conclusão de curso é caracterizada pelo período cedido após o término do último período letivo correspondente à duração máxima para integralização curricular. A dilatação para conclusão do curso poderá ser concedida por apenas 02 (dois) períodos letivos”. Ao Colegiado do Curso caberá analisar a solicitação do discente 19
para dilatar o prazo de conclusão de curso técnico, após o período máximo de integralização do curso. 6.8. DA ABREVIAÇÃO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Ao discente regularmente matriculado que requerer abreviação de curso, sua solicitação será analisada, com base nos critérios:
a)
b)
abreviar somente um componente curricular; abreviar mais de um componente curricular, que corresponda aos componentes
curriculares que faltam para a integralização curricular. Desde que o discente regularmente matriculado tenha:
I. Integralizado pelo menos 75% da carga horária do curso;
II. Esteja cursando o último período letivo para conclusão do seu curso;
III. Não possuir média inferior a 7,0 (sete vírgula zero) em nenhum dos componentes curriculares cursados;
IV. Não ter sido reprovado em qualquer um dos componentes curriculares constantes do histórico acadêmico. A abreviação de curso, requisitada pelo discente, será encaminhada à Coordenação do Curso, que verificará o atendimento dos critérios estabelecidos e por sua vez encaminhará para análise e parecer do Colegiado de Curso. Aos discentes que tiverem sido aprovados em concurso público de provas, ou de provas e títulos, poderão requerer a abreviação para Integralização Curricular, desde que preenchidos os requisitos acima e que comprovem sua aprovação.
6. 9 DA ANTECIPAÇÃO DA COLAÇÃO DE GRAU O discente formando que esteja regularmente matriculado no último período letivo para concluir o curso, poderá solicitar antecipação da colação de Grau quando houver aprovação comprovada em concurso público ou processo de seleção de pós-técnico ou outra situação específica que exija o diploma de Técnico.
I – Formando é o discente que tem condições para a conclusão de seu curso no período letivo atual.
II – A solicitação de antecipação da Colação de Grau será apreciada pelo Colegiado do Curso.
III – Caberá ao docente do componente curricular matriculado a antecipação das avaliações do discente. 20
IV – Os resultados das avaliações serão registrados no histórico do discente pelo setor responsável, a pedido da Coordenação de Curso, em processo via Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (SIPAC). O discente, em formulário próprio, solicitará a antecipação da colação de grau, e enviará o requerimento conforme protocolo institucional.
7. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DE CURSO O Técnico em Cuidados de Idosos tem formação técnica baseada em conhecimentos científicos do processo de envelhecimento e atuará orientado por valores éticos e morais, respeitando as diversidades das expressões culturais, sendo capaz de adaptar-se a diferentes estruturas institucionais e familiares, promovendo a qualidade de vida e preservando autonomia do indivíduo. O profissional deve adquirir os conhecimentos necessários para executar com segurança, atividades que visem o bem estar da pessoa idosa nos aspectos biológico, psicológico, social e espiritual. Diante do exposto, baseado no perfil descrito no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e no processo de ensino e aprendizagem, este curso propõe-se a formar profissionais com o seguinte perfil de Cuidador de Idosos por meio da Certificação Intermediária e o Técnico em Cuidados de Idosos. Em virtude da possibilidade de certificação de qualificação profissional em Cuidador de Idosos, ao término da primeira unidade curricular do curso Técnico em Cuidados de idosos, o estudante estará apto a: contribuir para a melhoria de qualidade de vida do idoso; zelar pela integridade física do idoso; Cuidar da higiene, conforto e da alimentação do idoso e observar possíveis sinais no estado geral do idoso.
7.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Competências de profissionais egressos de cursos de qualificação profissional O Curso permite a certificação intermediária ao final da primeira unidade curricular. Considerando o conjunto de componentes curriculares realizados, o estudante poderá receber o certificado de qualificação profissional: Cuidador de Idosos.
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Competências de qualificação do Cuidador de Idosos: O cuidador de idosos é o profissional capaz de: ✓ Planejar o trabalho, a partir de informações – levantadas junto ao idoso, aos seus familiares e/ou aos representantes da instituição onde ele vive -, sobre o estado de saúde e sobre a história e o estilo de vida do idoso. ✓ Cuidar da pessoa idosa em suas atividades da vida diária, estimulando o seu grau de autonomia e independência. Ajuda-o, quando necessário, na organização da sua rotina, na sua higiene corporal e na sua imagem pessoal. Cuida da aparência da pessoa idosa – unhas, cabelos e vestuário - para aumentar a sua autoestima. ✓ Cuidar da alimentação e da hidratação do idoso, observando a qualidade e a validade dos alimentos, verificando e dosando as propriedades nutricionais dos alimentos - energéticos, construtores e reguladores - e estimulando a ingestão de líquidos. Pode participar na elaboração do cardápio, preparar e servir a refeição. Pode ajudar o idoso a preparar sua refeição. ✓ Cuidar da saúde do idoso, acompanhando-o aos exames, consultas e tratamentos de saúde e transmitindo aos profissionais de saúde as mudanças no comportamento, humor ou aparecimento de alterações físicas. Monitora o estado de saúde do idoso de acordo com orientações da equipe multiprofissional e premissas do cuidado humanizado. Pode cuidar da medicação oral da pessoa idosa, em dose e horário prescritos pelo médico. Cuida do idoso em recuperação de saúde, com limitação de mobilidade e com deficiência, auxiliando-o nas suas atividades diárias. ✓ Promover atividades de lazer e de ocupação do tempo livre, de acordo com o interesse do idoso. Estimula a realização de trabalhos manuais, passeios e caminhadas. Incentiva a prática de exercícios físicos, sempre que autorizados pelos profissionais de saúde. ✓ Facilitar a participação do idoso em atividades culturais – teatro, espetáculos de dança, cinema, entre outras -, que sejam de seu interesse, acompanhando-o. Providencia livros, para leitura. Pode orientar o idoso na digitação de mensagens e no envio de imagens e vídeos, em aplicativo ou em rede social. ✓ Promover o bem-estar da pessoa idosa, facilitando e estimulando sua comunicação com familiares e amigos, quando possível. ✓ Manter o ambiente, onde o idoso vive, limpo e organizando, mantendo os objetos de uso arrumados nos locais habituais. 22
✓ Comunicar-se com os familiares ou responsáveis, para prestar informações ou transmitir relatórios sobre o estado de saúde da pessoa idosa. ✓ Zelar pela segurança do idoso, prevenindo acidentes como escorregões, quedas e lesões com objetos cortantes. ✓ Recomendar, à família ou à instituição, adaptações no ambiente, para atender às condições de saúde, mobilidade e segurança do idoso. ✓ Prestar, ao idoso, cuidados de primeiros socorros em caso de acidentes ou em outras situações de emergência, solicitando auxílio aos serviços ou profissionais especializados.
Competências do Técnico em Cuidados de Idosos: O Técnico em Cuidados de Idosos deverá possuir as seguintes competências e habilidades específicas: ✓ Aplicar conhecimentos da área de Gerontologia; ✓ Conhecer elementos de Geriatria; ✓ Desenvolver atividades lúdicas para pessoa idosa; ✓ Conhecer e estimular aspectos sobre a alimentação saudável para pessoa idosa; ✓ Aplicar conhecimentos de primeiros socorros; ✓ Interagir com diferentes profissionais e familiares das pessoas idosas; ✓ Ter capacidade de desempenhar atividades de cuidados da pessoa idosa em: Centros de convivência ; centros-dia e hospitais-dia; Instituições de Longa Permanência para Idosos; Instituições de saúde; Serviços de cuidado domiciliar e como profissional autônomo; ✓ Ser capaz de trabalhar com iniciativa, criatividade e sociabilidade; ✓ Ter autonomia para buscar novos conhecimentos pertinentes à área de Cuidador de Idosos; ✓ Utilizar a flexibilidade para solucionar os problemas encontrados no exercício profissional. 7.2 CAMPO DE ATUAÇÃO Locais e ambientes de trabalho: Centros de convivência Centros-dia e hospitais-dia Instituições de longa permanência para idosos Instituições de saúde Serviços de cuidado domiciliar Profissional autônomo.
8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 23
8.1. CONTEÚDOS CURRICULARES E CARGA HORÁRIA O Curso está estruturado em duas unidades curriculares, ao término destas o estudante receberá o Diploma de Técnico em Cuidados de Idosos. O curso Técnico em Cuidados de Idosos adotará a definição de período em conformidade com a Resolução 29/2020 CONSEPE:“§2º. Os períodos letivos regulares têm duração de, no mínimo, 100 (cem) dias letivos”. O curso adotará o regime de créditos, seguindo a observância da carga horária cujo componente curricular, será múltiplo de 15 horas. As unidades curriculares foram organizadas segundo os níveis de complexidade de seus componentes, neste sentido, a unidade curricular I, está constituída por fundamentos das competências gerais para o desenvolvimento do curso e a unidade curricular II compreende uma ampla atuação na prática profissional, desenvolvendo competências específicas do curso, conforme apresentado na matriz curricular do curso conforme figura abaixo:
Figura 3 – Organização das Unidades Curriculares do Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT - ETS/UFPB. João Pessoa, 2022.
O curso apresenta carga horária de 810 horas, equivalente a 54 créditos distribuídos em 26 componentes curriculares, estabelecendo o componente curricular Cuidados com a Pessoa Idosa, como pré-requisito para o componente curricular Prática Profissional Supervisionada. A formação prevê atividades teórico-práticas, neste sentido, as atividades teóricas serão 24
desenvolvidas em salas de aula do CPT-ETS/UFPB, e as atividades práticas ocorrerão em laboratórios devidamente instrumentados para as técnicas do cuidado e nos serviços de atenção à pessoa idosa, estas proporcionam ao estudante a compreensão do ambiente onde está inserido a pessoa idosa, conhecer as relações familiares, os fatores determinantes e condicionantes de saúde, as técnicas do cuidado para identificar situações de risco, zelando pela autonomia e promovendo saúde e qualidade de vida. Para os componentes curriculares com previsão de atividade prática, considerando as especificidades dos locais onde serão realizadas as atividades, poderá ser considerada a utilização de mais de um docente para atender as demandas específicas do referido componente, em conformidade com as orientações institucionais. A prática profissional supervisionada (PPS), prevista no curso, trata-se de uma importante estratégia que promove ao estudante o desenvolvimento de diversas habilidades técnicas a partir de situações práticas que podem ser realizadas no próprio ambiente de ensino, por meio dos laboratórios de simulação realística, assim como, por meio de dispersão em ambiente laboral externo à instituição. Segundo a Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021 que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica, capítulo X, art. 33 § 1º, a PPS abrange variadas situações de vivência profissional, aprendizagem e trabalho, a citar: experimentos e atividades específicas em ambientes especiais, assim como, projetos de pesquisa ou intervenção, visitas técnicas, simulações e observações (BRASIL, 2021). Conforme o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos, o Curso Técnico em Cuidados de Idosos, na modalidade presencial, poderá prever até 20% da sua carga horária total em atividades não presenciais. Em consonância com o Art. 26 da Resolução CNE/CP N°1, de 5 de janeiro de 2021:
§ 5º Respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária, o plano de curso técnico, ofertado na modalidade presencial, pode prever carga horária na modalidade a distância, até o limite indicado no CNCT, ou em outro instrumento que venha a substituílo, desde que haja suporte tecnológico e seja garantido o atendimento por docentes e tutores. Os docentes do colegiado que ministram os componentes curriculares serão responsáveis pela mediação das atividades presenciais e não presenciais, dispensando a necessidade de tutores. O 25
atendimento ao aluno será realizado por meio da plataforma como também durante as atividades presenciais. As atividades não presenciais serão mediadas pelas Tecnologias da Informações e Comunicação - TICs, de forma síncrona ou assíncrona, utilizando-se um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Na realização da PPS, todos os componentes que envolvem o currículo são primordiais, numa perspectiva transdisciplinar. Surge como possibilidade de associar saberes práticos aos teóricos elaborados em sala de aula, se configurando em uma relevante ação pedagógica que favorece o aprender por meio do exercício das funções intrínsecas à profissão técnica. O discente regularmente matriculado no Curso Técnico em Cuidados de Idosos poderá cursar de forma optativa o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. O referido componente não será contabilizado na carga horária mínima do curso. Caso o discente venha a cursar o componente curricular optativo, este deverá ser registrado no histórico escolar, indicando a frequência e o aproveitamento do mesmo. O CPT-ETS da UFPB poderá ofertar em forma de curso e/ou oficina o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, bem como o discente poderá cursar esse componente em cursos ofertados pela Instituição. A carga horária do componente curricular não deverá ser inferior a 45h para fins de aproveitamento e/ou registro no histórico escolar. 8.2 CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO NO CURSO TÉCNICO EM CUIDADOS DE IDOSOS Na contemporaneidade a curricularização da extensão emerge como uma valorosa estratégia metodológica, em que prevê a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos. Nesse sentido, no âmbito da Universidade Federal da Paraíba-UFPB, buscou-se regulamentar a política de creditação da extensão nos currículos, cujo enfoque visa propiciar o alinhamento e a atualização da mesma, por meio da Resolução sob nº 02/2022. Destaca-se em seu Art. 1º, sobre a normatização da creditação curricular da extensão universitária nos cursos de graduação, em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico), ofertados nas modalidades (presencial e a distância EAD). Considerando que o CPT-ETS, está vinculado a UFPB e que o mesmo está em consonância com as políticas advindas da Pró Reitoria de Extensão no que concerne às execuções dos Programas de Bolsas de Extensão, (PROBEX) e ao Fluxo Contínuo de Extensão (FLUEX), onde o primeiro encontra-se com execução na configuração de Programas de Bolsas de Extensão, (PROBEX-TEC), 26
ressalta-se ainda, a execução de um quântico considerável de Projetos de Extensão de grande relevância social, originados do referido Centro, com execução no âmbito da graduação (PROBEX) e dos cursos técnicos (PROBEX-TEC). Nesse contexto, o referido Centro propõe a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos seus respectivos cursos. A operacionalização da creditação dar-se-á por meio da Unidade Curricular de Extensão Técnica (UCE TEC), cujo escopo desse componente organizacional, consiste na promoção da articulação entre os educandos, educadores e as comunidades envolvidas. O referido componente terá caráter obrigatório, no que concerne a sua execução, o mesmo poderá ser desenvolvido de modo disciplinar ou interdisciplinar, ressalta-se que este último possibilita a integração entre os conteúdos, as disciplinas, assim como a articulação entre diferentes áreas do conhecimento. Essa modalidade visa oportunizar a ampliação do conhecimento dos discentes, por meio do intercâmbio ensino e extensão, para tanto, faz-se necessário que haja nos projetos interdisciplinares, a adoção de atividades inovadoras, eficientes e eficazes durante o processo de ensino e aprendizagem da Educação Profissional e Tecnológica da UFPB. Dessa forma, a disposição da UCE nas Unidades Curriculares favorece a aprendizagem dos educandos, no que diz respeito aos conteúdos: conceituais, procedimentais e atitudinais. Destarte, que será estabelecida as etapas que envolvem o planejamento, preparação, implementação e avaliação das ações de extensão. Essa modalidade de aprendizagem exige a participação ativa de educandos e a mediação dos educadores, promoção de estabelecimento de vínculos com a equipe e as comunidades, promoção de habilidades para o trabalho em equipe, bem como a definição de tarefas e metas a serem cumpridas visando o alcance dos objetivos propostos. Nesta perspectiva, as atividades extensionistas oportuniza a práxis, teoria articulada a prática, favorecendo desse modo ao educando no seu processo formativo, possibilidades para a aquisição das competências necessárias à sua atuação profissional. Cumpre assinalar, que o mesmo deve ser protagonista de sua formação cidadã, reconhecendo-se como agente de garantia de direitos, deveres e transformação social. Portanto, o educando é sujeito ativo do processo, sendo o mesmo orientado pelo docente, a planejar, preparar, desenvolver e avaliar a ação. Face ao exposto, verifica-se que a Curricularização da Extensão perpassa por todo processo formativo, cabendo ao educando desenvolver suas competências e habilidades no decorrer de sua trajetória de formação na Educação Profissional e Tecnológica, destacando-se as competências gerais e específicas. É importante ressaltar que o componente curricular extensionista não se restringe a prática no campo de intervenção, visto que o referido componente se configura desde o planejamento quanto aos estudos teóricos realizados para subsidiar a ação. Desta forma, toda carga horária 27
destinada ao Componente Curricular de Extensão (UCE) deverá possuir natureza extensionista, preferencialmente interdisciplinar, envolvendo atividades teóricas e práticas. A curricularização no âmbito do CPT poderá ser desenvolvida por meio de projeto integrador, eventos, cursos e oficinas, bem como prestação de serviço, para estas ações deverá buscar estratégias didático pedagógicas a contemplar conteúdos transversais, conforme proposto na normatização da extensão CPT/ETS/UFPB. Para a UCE-TEC, faz-se necessário codificar os componentes curriculares específicos, devendo seguir o formato já existente para esse fim. É oportuno destacar que para as atividades de extensão no formato de oficina, cursos e eventos, recomenda-se registrar no SigEventos ou outro sistema correlato, em conformidade com as orientações institucionais. Vale ressaltar, que a dispensa da UCE TEC, será concedida aos estudantes bolsistas e voluntários de projetos ou programas de extensão, cuja atividade seja devidamente comprovada, cabendo aos mesmos, solicitar a referida dispensa por meio da elaboração de um relatório com argumentações plausíveis ao pleito, devendo conter o título do projeto ao qual realizou a atividade extensionista, o nome do coordenador do projeto, uma breve descrição da ação, registros da participação do discente na ação, para além disso, deverá ser anexado documento em que o coordenador do projeto/programa de extensão ateste o referido relatório. Para a efetivação do pleito de solicitação de dispensa, o discente deverá abrir um processo junto ao órgão competente requerendo a dispensa do componente curricular, mediante a apresentação dos documentos comprobatórios conforme regulamento do CPT-ETS, para abertura do processo e seguimento do trâmite. A solicitação será encaminhada para a coordenação de curso que remeterá ao docente responsável pela UCE para emitir parecer, em conformidade com as orientações institucionais para dispensa de componente curricular.
28
Em atendimento a normatização da extensão pelo CPT-ETS/UFPB, o PPC do curso Técnico em Cuidados de Idosos contemplou em sua matriz curricular a Unidade Curricular de Extensão Técnica, com carga horária total 45 horas sendo distribuídas nas seguintes unidades curriculares a saber: Unidade curricular I, com carga horária de 15 horas e Unidade curricular II carga horária 30 de horas conforme ilustrado abaixo:
Figura 4 – Organização das Unidades Curriculares de Extensão do Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT- ETS/UFPB. João Pessoa, 2022.
29
8.3. MATRIZ CURRICULAR Quadro 01 – Distribuição dos componentes curriculares referentes à Matriz Curricular do Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT-ETS/UFPB. CRÉDITOS UNIDADE CURRICULAR
UNIDADE CURRICULAR
I COMPONENTE CURRICULAR
Informática saúde
CH TEÓRICA
em
CH PRÁTICA
CH QUANTO A OFERTA Presencial/ Não Presencial
CH TOTAL
02
10
20
24
06
30h
Envelhecimento humano
02
25
5
24
06
30h
Psicologia no Envelhecimento
02
30
-
24
06
30h
Ética profissional e relações interpessoais
02
30
-
24
06
30h
Anatomia e fisiologia humana
02
20
10
24
06
30h
Processo saúde e doença
02
15
15
24
06
30h
Políticas públicas e envelhecimento
02
30
-
24
06
30h
O cuidado na gerontologia
02
25
5
24
06
30h
Primeiros socorros
02
22
8
24
06
30h
Patologias e agravos na geriatria I
03
45
-
36
09
45h
Cuidados com pessoa idosa
a
04
45
15
48
12
60h
Empreendedorismo
02
30
-
24
06
30h
Unidade Curricular de Extensão Técnica –I
01
10
05
15
0
15h
30
CARGA HORÁRIA TOTAL DA UNIDADE CURRICULAR I - 420 horas UNIDADE CURRICULAR II
CRÉDITOS COMPONENTE CURRICULAR
CH TEÓRICO
CH PRÁTICA
CH QUANTO A OFERTA Presencial/ Não Presencial
CH TOTAL
Higiene ocupacional
01
15
-
15
0
15h
Nutrição envelhecimento
02
30
-
24
06
30h
Farmacologia geriátrica
02
30
-
24
06
30h
Saúde bucal no envelhecimento
02
20
10
24
06
30h
Bioética e cuidados paliativos
02
30
-
24
06
30h
Sexualidade no envelhecimento
01
10
05
15
0
15h
Patologias e agravos na geriatria II
03
33
12
36
09
45h
Emergência Geriátrica
02
20
10
24
06
30h
e
02
10
20
24
06
30h
Contação, audição de história
02
30
-
24
06
30h
Gerontecnologia
01
05
10
15
0
15h
Prática Profissional Supervisionada
04
5
55
38
12
60h
Unidade Curricular de Extensão Técnica II
02
15
15
15
0
30h
Lazer envelhecimento
e
CARGA HORÁRIA TOTAL DA UNIDADE CURRICULAR II- 390 horas CARGA HORÁRIA TOTAL
810hs
Legenda: CH - Carga Horária.
31
Certificação intermediária: Cuidador de Idosos Certificação Intermediária: Cuidador de Idosos (CBO 5151-40). Carga horária: 160hs Para a obtenção do certificado de Cuidador de Idosos o estudante deverá ter concluído a primeira unidade curricular com êxito e solicitá-lo junto à secretaria.
Figura 5- Certificações intermediárias no Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT-ETS/ UFPB. 8.4 SÍNTESE DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO Os componentes curriculares foram distribuídos ao longo do Curso Técnico em Cuidados de Idosos do CPT – ETS/UFPB e a sua respetiva da carga horária total de cada período letivo.
Figura 6– Representação e Organização das Unidades Curriculares do Curso Técnico em 32
Cuidados de Idosos. João Pessoa, 2022.
9. METODOLOGIA DO CURSO As atividades teórico-práticas, metodológicas e didático-pedagógicas estruturantes do curso Técnico em Cuidados de Idosos estão pautadas em orientações flexíveis, incluindo estratégias de execução presencial ou não presencial, na indissociabilidade entre educação e prática social, bem como, entre saberes e fazeres no processo de ensino e aprendizagem. É importante enfatizar, a historicidade do conhecimento, valorizando os sujeitos do processo aplicando metodologias ativas e inovadoras de aprendizagem centradas nos estudantes e na contextualização desses conhecimentos, considerando as experiências dos discentes e seus saberes prévios, assim como, os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno. Ressalta-se, sobretudo, a experiência e a especificidade do trabalho do setor de saúde, os quais envolvem necessidades de qualificação e/ou formações permanentes para o setor. A fim de aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem, a prática educativa ocorre através de um trabalho árduo e desafiador, o qual leva o docente estudar e refletir sobre as tendências que cercam o seu fazer, pois, influenciará diretamente na construção de seu trabalho, com o intuito de levar os discentes a se tornarem sujeitos atuantes no processo, assegurando a construção de sua autonomia. Por conseguinte, é importante que o docente aperfeiçoe o processo de ensino-aprendizagem, visto que, o ato de ensinar precisa de reajustes constantes, não pode ser mecânico, o professor em seu papel de mediador deve-se utilizar de métodos e técnicas adequadas voltadas às necessidades do discente, principalmente técnicas contextualizadas entendendo seu cotidiano para integrar objetivos-conteúdos-métodos em um planejamento mais significativo ao educando. Na intermediação das atividades que abarcam teoria e prática o discente deve realizar suas atividades de maneira que favoreça a identificação de problemas em diversos contextos e que estes tenham características desafiadoras. Por isso, surge a necessidade dos docentes oportunizarem uma prática de ensino-aprendizagem mais envolvente, “vai criando e recriando sua própria didática vai enriquecendo sua prática profissional e ganhando mais segurança”(Libâneo, 2013, p.250), fazendo as alterações necessárias no seu trabalho, buscando a permanente ação-reflexão de suas ações para alcançarem o sucesso de sua prática. Orientando, dessa forma, na busca de informações, que estimulem o protagonismo do estudante na área de atuação profissional, considerando a pertinência, a coerência, a coesão e a consistência de conteúdos, articulados do ponto de vista do trabalho assumido como princípio educativo, 33
contemplando as necessárias bases conceituais e metodológicas que a competência é formada pela prática e que esta se dá em situações concretas. Estão previstas nas unidades curriculares, atividades teórico-práticas que se darão em espaços favoráveis a problematização da realidade, com adequado suporte teórico relacionado à ação, como exemplos destes ambientes cita-se: sala de aula, laboratórios de técnicas realísticas em saúde, Unidades Básicas de Saúde, entre outros. O curso Técnico em Cuidados de Idosos, poderá ofertar em até 20% de seus Componentes Curriculares, atividades mediadas pelas Tecnologias da Informações e Comunicação - TICs, de forma síncrona ou assíncrona, utilizando o Moodle, Google Meet ou Sistema Integrado de Gestão de Atividades (SIGAA), em consonância com a Resolução CNE/CP nº 1 de 05 de janeiro de 2021, Art. 26, § 5º “respeitados os mínimos previstos de duração e carga horária, o plano de curso técnico, ofertado na modalidade presencial, pode prever carga horária na modalidade a distância, até o limite indicado no CNCT, ou em outro instrumento que venha a substituí-lo, desde que haja suporte tecnológico e seja garantido o atendimento por docentes e tutores” (BRASIL, 2021, p.10). O curso Técnico em Cuidados de Idosos visa desenvolver os talentos e competências de seus estudantes para que se tornem profissionais éticos, críticos, empreendedores e comprometidos com o desenvolvimento social, atendendo as necessidades de saúde de determinada população. Outrossim, compreende-se que a aprendizagem é entendida como um processo ativo, por meio do qual conhecimentos, habilidades e atitudes são construídos pelo estudante a partir da relação que estabelece com o mundo e com as pessoas com quem se relaciona adotando, dessa forma, um princípio educativo de formação diversificada articulando o ensino, pesquisa e a extensão.
10. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES As competências desenvolvidas pelos alunos em formações prévias, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Cuidados de Idosos poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. Segundo as orientações contidas no Regulamento Didático do CPT-ETS/UFPB (2013), poderão ser aproveitados no curso: Conhecimentos adquiridos e experiências anteriores oriundas do mundo do trabalho em diferentes instituições, inclusive fora do ambiente escolar, com o fim de alcançar a dispensa de disciplina(s) integrante(s) da matriz curricular do curso, mediante requerimento junto à Secretaria de Curso, observando os prazos determinados no Calendário Escolar. (Redação adaptada do Regimento Interno da ETS, art. 13). 34
Nos casos de equivalência de estudos, o interessado apresentará à Coordenação do Curso, seu Histórico Escolar acompanhado dos programas das disciplinas cursadas com a respectiva carga horária, bem como da comprovação do reconhecimento ou autorização do curso de origem. O requerimento deverá ser protocolado na Secretaria de Curso que o encaminhará à respectiva Coordenação do Curso para apreciação e emissão do parecer no prazo de até 15 (quinze) dias úteis e seu encaminhamento para Secretaria de Curso. A Coordenação de Curso encaminhará o requerimento de equivalência de estudos a um docente especialista da disciplina em questão, que realizará a análise de equivalência entre a disciplina cursada e a objeto de dispensa a partir dos programas das disciplinas em discussão e do histórico escolar do discente. O aproveitamento de estudos só poderá ser concedido quando for configurada a equivalência ou a compatibilidade, por semelhanças, entre os conteúdos programáticos e a carga horária do componente curricular na instituição de origem e no CPT-ETS/UFPB. Poderá ser considerada equivalente à carga horária igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) da carga horária do componente curricular oferecido pelo CPT-ETS/UFPB. Diante de parecer favorável, a Secretaria de Curso realizará a atualização no Sistema Acadêmico (SIGAA), implantando, sob forma de dispensa, no registro escolar do interessado, a carga horária e a nota de aprovação efetivamente obtidos no estabelecimento de origem. As solicitações de certificação de conhecimentos adquiridos e experiências anteriores oriundas do mundo do trabalho em diferentes instituições, fora do ambiente escolar deverão ser protocoladas na Secretaria de Cursos e preenchidas em formulário próprio e encaminhadas à Coordenação de Curso, respeitando-se as datas previstas no calendário escolar. O aproveitamento dar-se-á mediante a aplicação de prova teórica ou teórico-prática, realizada por uma banca examinadora, a qual caberá emitir parecer conclusivo sobre o pleito.
11.CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação se faz presente em todo processo de desenvolvimento do currículo. Retrata a aprendizagem alcançada pelo aluno ao final do ensino teórico-prático. Constitui-se em importante suporte ao processo ensino e aprendizagem, bem como de orientação para o professor planejar suas ações, visando ajudar o discente a prosseguir, com êxito, seu processo de formação. A avaliação da aprendizagem do Curso Técnico em Cuidados de Idosos tem caráter formativo, concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva e processual. Prioriza os aspectos qualitativos sobre os quantitativos previstos no art. 24 da Lei de diretrizes e bases da educação nacional 35
(BRASIL, 1996). A prevalência dos aspectos qualitativos da aprendizagem será relevante o desempenho nas atividades críticas, à capacidade de síntese e à elaboração sobre a memorização, buscando formar um profissional crítico, reflexivo e criativo, que possa atender as diversidades inerentes aos seus assistidos. A avaliação do desempenho escolar será realizada por componentes curriculares, considerando aspectos de assiduidade e rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do discente e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas previstas no plano de ensino de cada componente curricular. Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, ressalvado o disposto no Art. 54, alínea a e b, o discente deverá apresentar frequência às atividades didáticas programadas para cada disciplina de, pelo menos, 75% da carga horária prevista, considerando os conteúdos teóricos e práticos. Será aprovado o discente que, numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), observando os indicadores de conhecimento teórico e prático de cada disciplina, obtiver média igual ou superior a 7 (sete) na disciplina, no período letivo correspondente. 11.3. Acompanhamento e Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso Ao final de cada período, terminado efetivamente, haverá uma avaliação dos resultados alcançados, por meio de aplicação de questionários, visando o aprimoramento do PPC. Poderá ser realizada pesquisa qualitativa, de preenchimento facultativo, disponibilizada em formulário eletrônico próprio, cuja temática será indicada pela equipe do curso.
12. INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão é um dos pilares na formação dos discentes nos cursos Técnicos do Centro Profissional e Tecnológico – ETS/UFPB, com a participação efetiva dos docentes e técnicos nos processos pedagógicos que envolvem a formação acadêmica dos discentes. Possibilitando ao discente desenvolver de forma consciente e ativa suas potencialidades, sendo protagonista de suas ações e ampliando sua formação acadêmica e técnica. Considerando “a extensão universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre Universidade e outros setores da sociedade” FORPROEX (2012, p. 15) o curso Técnico em Cuidados de Idosos e busca essa integração com a comunidade acadêmica da UFPB e a sociedade, promovendo projetos e ações que possibilitem a 36
melhoria das relações nos diversos campos. O Centro Profissional e Tecnológico – ETS/UFPB orienta suas ações de Ensino, Pesquisa e Extensão baseado nos princípios de (Resolução Nº 7/2018):
I - a interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca de conhecimentos, da participação e do contato com as questões complexas contemporâneas presentes no contexto social;
II - a formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência dos seus conhecimentos, que, de modo interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e integrada à matriz curricular;
III - a produção de mudanças na própria instituição superior e nos demais setores da sociedade, a partir da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras atividades acadêmicas e sociais;
IV - a articulação entre ensino/extensão/pesquisa, ancorada em processo pedagógico único, interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico. Numa perspectiva de formação profissional e cidadã integrada ao projeto pedagógico do curso, mas sempre voltadas para as questões atuais presentes no meio social, o curso Técnico em Cuidados de Idosos optou por creditar em sua matriz curricular as ações de extensão, criando condições para que a formação discente, docente e técnica por meio da Extensão, do Ensino e da Pesquisa estejam próximas das reais necessidades da comunidade acadêmica e da sociedade.
13. ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL A assistência estudantil está assegurado por meio da Política de Assistência Estudantil do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB que apresenta princípios e objetivos, materializados através de programas, projetos e ações destinados a assegurar ao educando condições de acesso, permanência e conclusão do curso, de forma a minimizar a evasão e retenção, favorecendo a equidade de condições para acesso e permanência. A assistência apresentada no referido documento é exclusiva ao atendimento dos discentes do CPT-ETS, sendo direcionadas prioritariamente ao auxílio daqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No sentido de viabilizar os objetivos constantes na Política de Assistência Estudantil, o CPT-ETS conta com uma equipe multiprofissional composta por Assistente Social, Pedagogo, Psicólogo e Técnico em Assuntos Educacionais que atua em articulação com as Coordenações de Cursos e a Coordenação de Assistência e Promoção Estudantil. Os profissionais, dentro das suas atribuições específicas, atuam no incentivo à participação democrática do discente nas decisões do CPT-ETS; na discussão de temas relevantes junto aos alunos que abordam a saúde, violência, cultura, cidadania, direitos sociais e humanos; na 37
promoção do bem-estar psicossocial dos estudantes; na acolhida ao estudante para identificar problemas ou dificuldades na vivência acadêmica e favorecer a inclusão; na orientação psicopedagógica e educacional aos estudantes que necessitam de apoio nas disciplinas; no levantamento socioeconômico e familiar que aponte indicadores dos alunos que influenciem no processo de ensino-aprendizagem; bem como, no planejamento e monitoramento da oferta de auxílios estudantis, de modo a reduzir os desafios decorrentes da desigualdade socioeconômica. O apoio ao discente também é proporcionada com a realização de parcerias do CPT-ETS com outros setores da UFPB, tais como o Comitê de Inclusão e Acessibilidade, o Núcleo Universitário de Bem-estar, o Centro de Referência em Atenção à Saúde, a Agência UFPB de Cooperação Internacional e a Coordenação Geral de Estágios, para viabilizar a oferta de oficinas, palestras, cursos que incentivem o bem-estar do discente; prestar assistência à saúde; promoção de ações inclusivas; participação dos discentes em atividades de internacionalização; acompanhamento dos alunos nos locais de estágios obrigatórios ou não obrigatórios, bem como, o estímulo a demais atividades de suporte ao discente que são disponibilizados por projetos ou de acordo com a demanda espontânea identificada no diálogo junto a comunidade acadêmica. Dentro das atividades de internacionalização realizadas pela UFPB, destacam-se bolsas de estudo, alunos em cotutela, intercâmbios, convênios, missões acadêmicas, redes de pesquisas, cursos, eventos científicos e outros projetos com caráter de cooperação internacional. Vale destacar ainda que a representatividade dos estudantes nas decisões no CPTETS está assegurada pela garantia de participação e voto dos alunos nas instâncias colegiadas. Em adição, a instituição dispõe de Ouvidoria que busca promover a defesa dos direitos dos discentes nas relações com a UFPB, em suas diversas instâncias administrativas e acadêmicas.
14. POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL O Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, por meio da Política de Assistência Estudantil do CPT-ETS/UFPB desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, Resolução CONSEPE nº 38/2018, no Art. 3, inciso “I viabilizar o acesso, a permanência e a conclusão de curso dos estudantes, na perspectiva da inclusão social e da melhoria do desempenho acadêmico, buscando a prevenção das situações de retenção e evasão” (UFPB, 2018, p.). A Política de Inclusão do CPT-ETS/UFPB é entendida numa perspectiva da educação como direito e um compromisso com a formação integral do sujeito. Configura-se como uma política pública que estabelece um conjunto de ações que buscam reduzir as desigualdades 38
socioeconômicas e promover a justiça social no percurso formativo dos estudantes. Esta destina-se aos estudantes matriculados na Rede de Ensino Profissional e Técnico, independente de nível e modalidade de ensino, prioritariamente os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Entendendo vulnerabilidade social como processos de exclusão, discriminação ou enfraquecimento dos grupos sociais e sua capacidade de reação, como situação decorrente da pobreza, privação e/ou fragilização de vínculos afetivo-relacionais e de pertencimento social e territorial. Para além da política, o CPT-ETS/UFPB atua com temas relativos à observância da Lei 10.639/03 que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade de algumas temáticas: Culturas afro-Brasileira e indígena (Lei nº 9394/1996 Lei 10.639/2003, Lei 11.645/2008, Res. CNE/CP Nº 1, de 17/06/2004); Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003); Inclusão - necessidades específicas
e diversidade (Lei nº 9394/1996); Educação Ambiental (Lei nº
9.795/1999); Educação para o Trânsito(Lei nº9.503/1997); Educação Alimentar (Lei nº 11.947/2009); Direitos Humanos (Decreto nº 7.037/2009); Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90). Neste sentido, as temáticas anteriormente citadas estarão sendo ministradas de forma transversal nos componentes curriculares do Curso, entre os componentes, citam-se: Unidades Curriculares de Extensão Técnica I e II; primeiros socorros, ética profissional e relações interpessoais, políticas públicas e envelhecimento, nutrição e envelhecimento entre outros, considerando a transversalidade para abordagem das temáticas que tratam da inclusão social, proteção e respeito ao meio ambiente. Atendendo ao que preconizam as leis, decretos, pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação – CNE em suas Câmaras de Educação Básica – CEB e Plena - CP, bem como princípios pedagógicos/andragógicos que norteiam a Educação brasileira.
15. INSTALAÇÕES E RECURSOS TECNOLÓGICOS 15.1 INSTALAÇÕES FÍSICAS DO CPT-ETS/UFPB De acordo com as orientações contidas no Catálogo Nacional de Cursos da Educação Profissional e Tecnológica, a instituição ofertante, deverá cumprir um conjunto de exigências que são necessárias ao desenvolvimento curricular para a formação profissional com vistas a atingir um padrão mínimo de qualidade. Os quadros a seguir apresentam as instalações físicas, recursos humanos e tecnológicos que a CPT/ETS/UFPB dispõe para ofertar os componentes curriculares da Especialização. 39
Quadro 02: Demonstrativo das instalações físicas e recursos humanos do CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022.
15.2 RECURSOS TECNOLÓGICOS DISPONÍVEIS A seguir são apresentados de forma detalhada no quadro a seguir os recursos tecnológicos: Quadro 03: Demonstrativo dos Laboratórios do CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022. REFERÊNCIA/CUR SO
Laboratório vinculados ao Curso Técnico em Análises Clínicas
Laboratório vinculados ao Curso Técnico em Cuidados de Idosos
QUANTIDADE
ESPAÇO FÍSICO
01
LACEC
01
LABIMIC
01
LAPHUB 1
01
LAPHUB 2
01
LAVIMAP
01
LAPABH
01
LAPRAGE
DESCRIÇ ÃO Laboratório de Cultivo e Análise Celular Laboratório de Microbiologia, Biologia molecular e citologia Laboratório de Urinálise, Parasitologia e Automação em Hematologia Laboratório de Urinálise, Parasitologia e Automação em Hematologia Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada Laboratório de Processamento de Material Biológico
Laboratório de Práticas em Gerontologia
40
01 Laboratório vinculados ao Curso Técnico em Enfermagem
Laboratório vinculados ao Curso Técnico Prótese Dentária
Laboratório vinculados ao Curso Técnico em Saúde Bucal
Laboratório vinculados ao Curso de Graduação em Gerontologia
01
LASIMUC
LASIPHE
01
LASIPAE
01
LABTENF
01
LENE
01
LACO
01
LARA
01
LIFU
01
LAR
01
LABOOMI
01
LAPON
01
LASF
01
LTI
Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Saúde da Mulher Laboratório de Simulação Realística e Práticas de Habilidade em Enfermagem Laboratório de Simulação Realística e Práticas Avançadas em Enfermagem Laboratório de Técnicas em Enfermagem Laboratório de Encerramento e Escultura Laboratório de Cerâmicas Odontológicas Laboratório de Resinas e Acrilização Laboratório de Inclusão e Fundição Laboratório Práticas em Radiologia Laboratório de Ortodontia, Oclusão, Material e Instrumental Laboratório de Práticas Realísticas em Odontologia Laboratório de Anatomia, Suporte avançado à vida e Fisiologia Laboratório de Informação
Tecnologia
da
Quadro 04: Demonstrativo dos recursos tecnológicos do CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022. QUANTIDADE
ESPAÇO FÍSICO
07
Salas de Aula
01
Sala de Audiovisual ou Projeções
01
Sala de videoconferência
01
Auditório
01
Biblioteca
01
Laboratório de Informática Laboratório de Práticas Realísticas em Saúde Bucal Laboratório de Oclusão Ortodontia e Materiais Dentários em Odontologia Laboratório de Práticas Realistas em Radiologia
01 01
01
DESCRIÇÃO Com 50 carteiras, condicionador de ar, disponibilidade para utilização de computador e projetor multimídia. Com 60 cadeiras, projetor multimídia, computador, televisor e DVD player. Com 50 cadeiras, equipamento de videoconferência, computador e televisor. Com 100 lugares, projetor multimídia, computador, sistema de caixas acústicas e microfones. Com espaço de estudos individual e em grupo, e acervo bibliográfico e de multimídia específicos. Com 30 máquinas, softwares e projetor multimídia. Material necessário para a prática profissional Material necessário para a prática profissional
Material necessário para a simulação realística de tomadas radiográficas em Radiologia e imaginologia e
41
Odontológica Laboratório de Tecnologia da Informação Secretaria Acadêmica
01
01
Sala para atividade da Coordenação do Curso
01
Direção Geral
01
Secretaria Geral
01
Direção de Ensino
01
Sala de Apoio à Assistência Estudantil – CAD Sala de Apoio a Assistência Pedagógica – CAP Copa Servidor
01
01
02
Espaço para Estudante área de Sanitários com adaptação
01 04
Sanitários
07
Elevador
01
Odontológica. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com computadores, recursos didáticos, tablet, impressora, mesa de reunião para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para coordenar e gerir o curso. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Geral da ETS. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Geral da ETS. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Acadêmicos da ETS. Ambiente de acolhimento para assistência estudantil, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para alunos. Ambiente de acolhimento para assistência Pedagógica, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para os alunos. Espaço para alimentação dos servidores e colaboradores. Espaço para alimentação e descanso dos educandos. Sanitários com adaptação para portadores de necessidades específicas. Sanitários com 19 assentos (vasos) e 3 mictórios e chuveiros. Plataforma elevatória, prédio anexo para acesso dos estudantes e servidores, visitantes e colaboradores.
Quadro 05- Descrição do espaço físico do Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde. João Pessoa, 2022.
15.3 RECURSOS TECNOLÓGICOS DISPONÍVEIS NO LABORATÓRIO DE PRÁTICAS REALÍSTICAS PARA ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO DE SAÚDE DO IDOSO O Centro Profissional e Tecnológica Escola Técnica de Saúde da UFPB dispõe de um ambiente amplo exclusivo, destinado às atividades práticas de assistência e promoção de saúde para o idoso. O mesmo encontra-se dividido em três ambientes a saber: 01 (um) ambiente para simulação realística voltado ao desenvolvimento de práticas de atenção básica, prática de cuidados fundamentais e práticas voltadas à saúde do idoso; 01 (um) ambiente para simulação realística voltado ao cuidado direcionado a sua assistência domiciliar e hospitalar e 01 (um) ambiente de simulação realística voltado ao desenvolvimento de práticas de Promoção de Saúde para o Idoso. Destaca-se que o laboratório dispõe de equipamentos e manequins diversos de forma a 42
garantir a simulação realística de todas as atividades necessárias e importantes na formação do profissional do Discente com a possibilidade de simular e as diversas áreas de atuação, bem como para consolidar a formação científica, associando o tripé ensino, pesquisa e extensão O laboratório ainda dispõe de materiais de consumo diversos, proporcionando ao discente o desenvolvimento de técnicas direcionadas a todas as áreas de cuidado ao paciente, família e comunidade. A seguir, temos um quadro que lista os materiais existentes no ambiente de simulação realística para as atividades práticas de assistência e promoção de saúde para o idoso.
AMBIENTE
Laboratório de Práticas Realística para Assistência e Promoção de Saúde para os Idosos
DESCRIÇÃO DO MATERIAL PERMANENTE Andador ortopédico de alumínio fixo dobrável, 3,5 kg Aparelho de pressão digital de pulso automático Aparelho de som portátil marca: multilaser. Ar condicionado AGRATTO Ar condicionado Electrolux Armário aéreo 3 portas Armário alto de madeira com duas portas Armário em aço 16 portas Balança Antropométrica Mecânica com Régua - adulto (Welmy) Balança de bioimpedância Bengala em aço e inox 4 pés Birô Biombo de aço Cadeira de balanço de madeira Cadeira com rodinhas e encosto para os braços - acolchoado azul Cadeira com rodinhas - acolchoado azul Cadeira de rodas motorizada Cadeira de rodas motorizada Stand-UP Cadeira de rodas para banheiro Cadeiras de rodas em liga de alumínio Cama automática de madeira com controle remoto Colchão hospitalar, revestimento em napa (1,98 x 0,88x0,15 cm azul) Comadre material de aço inoxidável Dispensador de papel toalha Lixeira Manequim anatômico para fins didático, bissexual, com órgãos internos Manequim anatômico para fins didáticos, idosa Muleta G Muleta M Painel de madeira para fantoches Ring light Papagaio Saboneteira dosadora líquida 800ml branca Simulador avançado dos efeitos da velhice Suqueira de plástico vermelha Suporte de teto para projetor multimídia Tela de projeção retrátil motorizada Passante Guincho para transporte de pessoas
QUANTIDADE 02 07 01 02 01 04 05 01 01 01 04 01 02 04 02 13 02 01 01 01 01 01
Colchonetes
20
02 02 03 01 01 01 01 02 01 01 02 11 02 01 01 01 01
43
Colchão pneumático Suporte para soro
01 01
Quadro 06- Materiais Permanentes do laboratório de práticas realistas para assistência e promoção de saúde do idoso, da Escola Técnica de Saúde da UFPB, 2022. 15.4 RECURSOS INFORMÁTICA
TECNOLÓGICOS
DISPONÍVEIS
NO
LABORATÓRIO
DE
A seguir, encontra-se o quadro 23, que descreve os recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Informática, CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022.
ESPECIFICAÇÃO Computador - configuração: Core 2 Duo 3.0 2gb 160Gb HD LABORATÓRIO Área de 80m2 Capacidade Técnica para 30 alunos
QUANTIDADES 30
Data show
01
Quadro interativo
01
Quadro de vidro
01
Estabilizadores
30
Rack para servidores com KVA aula prática
01
Equipamento de videoconferência
01
Quadro 07- Materiais Permanentes dos recursos tecnológicos disponíveis no Laboratório de Informática, da Escola Técnica de Saúde da UFPB, 2022 15.5. RECURSOS TECNOLÓGICOS DISPONÍVEIS LABORATÓRIO DE ANATOMIA O CPT-ETS/UFPB dispõe de um ambiente amplo exclusivo destinado às atividades práticas do Laboratório de Anatomia, um dos componentes curriculares do referido curso, a seguir segue as especificações a respeito do laboratório: LABORATÓRIO DE ANATOMIA: CAPACIDADE DE ATENDIMENTO PARA 40 ALUNOS Equipamentos Instalados Nº ESPECIFICAÇÃO Manequim de Coração Humano 1 Cadeira Fixa Baixa 2 Estabilizador De Tensão 3 Estante Aberta Em Aço, Com 06 Prateleiras Reguláveis 4 Manequim De Esqueleto (Adulto) 6 Mesa oblonga para reunião 7
Quantidade 04 01 01 01 02 01
44
8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
Modelo Anatômico – Crânio Modelo Anatômico Aparelho Reprodutor Feminino Modelo Anatômico De Arcada Dentária, Em Pvc Modelo Anatômico De Esqueleto Humano (85cm De Tamanho) Modelo Anatômico De Secção Mediana Da Cabeça, Confeccionado Em Pvc; Modelo Anatômico Do Aparelho Reprodutor Masculino Modelo Anatômico Do Sistema Muscular Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Coração 07 Partes. Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Pulmão Segmentado. Modelo De Pulmões Com A Representação Da Árvore Brônquica Junto Do Coração, Traquéia, Esôfago E Aorta. Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Sistema Digestivo Em 3 Partes. Modelo Em Tamanho Natural Que Demonstra Todo O Sistema Digestivo Em Relevo Gráfico. Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Sistema Nervoso ½ Do Tamanho Natural. Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Sistema Urinário Masculino E Feminino Em 6 Partes. Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Torso Unissex 28 Partes. Modelo Com Inserções Genitais Femininas E Masculinas Desmontáveis. Modelo Anatômico Sistema Digestório Modelo Do Sistema Circulatório Em Relevo, Com Metade Do Tamanho Natural Monitor De Vídeo Repipetador Réplica de Modelo Anatômico Tiróide. Modelo De 4 Tiróides
01 03 02 19 03 05 01 03 03
03 02 03 03 02 03 01 01 02
Quadro 08- Materiais Permanentes do laboratório de anatomia, CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022. 15.6. SALAS DE AULA A seguir, encontra-se o quadro 25, que descreve o quantitativo de salas de aulas da Escola Técnica de Saúde.
SALAS DE AULAS: 07 (SETE SALAS)
ÁREA (M2) 40
Nº 1 2 3 4 5 6 7
EQUIPAMENTOS INSTALADOS Especificação de cada sala de aula Cadeira escolar Data show Caixa de som Quadro de vidro Boreau Cadeira para pessoas obesas Cadeira com rodizio
CAPACIDADE DE ATENDIMENTO (ALUNOS) 40
40 01 01 01 01 01 01
Quadro 09- Salas de aulas do CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022.
45
15.7. DAS INSTALAÇÕES TECNOLÓGICAS O curso conta com instalações que permitem ao discentes realizar as atividades presenciais e as atividades a distância, onde serão disponibilizado plataforma educacional que, além do ELearning (ambiente virtual de estudos, específico para os alunos), sistemas de atividades academicas da instituição, onde dispõe de sistema para o gerenciamento da aprendizagem, com amplos recursos para garantir a qualidade dos serviços prestados aos discentes, inclusive, com disponibilização de novas tecnologias, a exemplo de gamificação. 15.8. DA BIBLIOTECA A Biblioteca Setorial da Unidade Profissional e Tecnológica da Escola Técnica de Saúde da UFPB é uma das unidades que compõem o Sistema de Bibliotecas da UFPB e se apresenta de fundamental importância no apoio informacional às atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas por essa unidade de ensino da UFPB. Assim, através dos seus suportes informacionais e em concordância com as atividades e objetivos da Universidade, contribui para o desenvolvimento científico da Instituição e da comunidade acadêmica em geral, disponibilizando o acervo bibliográfico virtual e físico. O acervo bibliográfico da Biblioteca Setorial desta unidade é composto por cerca de 3.080 exemplares, assim especificados: monografias, DVD’s de filmes brasileiros, periódicos, além do acervo literário. É importante ressaltar que o acervo se encontra em processo de crescimento, com aquisição atualmente de 722 novos livros. Além do acervo físico, fica à disposição, o acervo das Bibliotecas Digitais disponibilizados através do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da UFPB. Dentre os serviços ofertados há disponibilidade de acesso a computadores para consulta e pesquisa; empréstimo, devolução e renovação de livros; auxílio ao uso das normas da ABNT; confecção de fichas catalográficas (mediante solicitação) e divulgação dos livros digitais, disponibilizados através do SIGAA. Desta forma, o acervo da Biblioteca Setorial do CPT-ETS/UFPB tem o objetivo de dar suporte informacional aos cursos ofertados pela Escola, sendo constituído por livros nas áreas de Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Bioquímica, Medicina, Análises Clínicas, Prótese Dentária, Gerontologia, Educação, entre outros, além de livros de Literatura (poesia, romance, ficção, contos, biografia, infanto juvenil).
46
Serviços ofertados pela biblioteca: • Orientação na realização do cadastro para utilização dos serviços da Biblioteca – Atendimento realizado presencialmente e através do Google Meet (https://www.ets.ufpb.br/index.php/atendimento); • Orientação para consulta ao acervo, aos Portais de Pesquisa e Bibliotecas Digitais Atendimento
realizado
presencialmente
e
através
do
–
Meet
(https://www.ets.ufpb.br/index.php/atendimento); • Empréstimo, devolução e renovação de material bibliográfico, para usuários do SIGAA/UFPB, com vínculo ativo; • Computadores com acesso à internet para a realização de consultas e pesquisas – No momento liberado apenas para consultas rápidas; • Ambiente para estudo – Serviço temporariamente suspenso em virtude das ações de combate e prevenção contra o Coronavírus (COVID-19); • Dicas de Leitura – Postagens nas Redes Sociais da Escola (Instagram e Facebook), divulgando os livros digitais disponíveis nas Bases Digitais no SIGAA, periódicos do Portal de Periódicos da CAPES ou outras fontes de informação. Acervo digital disponível no sistema integrado de gestão de atividades acadêmicas – SIGAA:
MINHA BIBLIOTECA é uma base de livros eletrônicos, em português, que reúne milhares de títulos acadêmicos das diversas áreas do conhecimento. Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca> Pesquisar Livros e Bases Digitais > Minha Biblioteca. A BIBLIOTECA VIRTUAL – PEARSON é um acervo digital composto por milhares de títulos, que abordam diversas áreas de conhecimento (administração, marketing, engenharia, direito, letras, economia, computação, educação, medicina, enfermagem, psiquiatria, gastronomia, turismo e outras). Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Biblioteca Virtual Pearson. A DOT.LIB disponibiliza acesso a base de livros digitais Atheneu com diversos livros na área de Medicina e Ciências da Saúde, além de acesso a bancos de dados que trabalham com evidências e clínica médica: a Cochrane Library, a Cochrane Clinical Answer e a Essential Evidence Plus da Editora Wiley. Para acessar essa base fora do ambiente de rede da UFPB, o usuário deve baixar e instalar o navegador Firefox UFPB (http://www.nti.ufpb.br/proxyufpb/firefox_ufpb.html) e em seguida, entrar com seus dados de login do SIGAA. Após o login no SIGAA, acessar esta sequência no menu: Biblioteca 47
> Pesquisar Livros e Bases Digitais > DotLib - Atheneu e Cochcrane. TARGET GEDWEB - Sistema de gestão de normas e documentos regulatórios. Disponibiliza acervo de Normas Brasileiras (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entre outros. Para o acesso, o usuário deve fazer o login no SIGAA da UFPB e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Target – Normas Técnicas. 15.9 PORTAIS DE PESQUISA E BASES DE DADOS O
Portal
de
Periódicos
da
Capes
(https://www-periodicos-capes-gov-
br.ez15.periodicos.capes.gov.br/index.php?) é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. O Portal EduCapes (https://educapes.capes.gov.br/) compila conteúdos educacionais abertos e disponibiliza através do repositório de objetos de aprendizagem, material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O conteúdo pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil. O repositório engloba, em seu acervo, textos em formato PDF, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, videoaulas, planos de aula e quaisquer outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta ou sob domínio público. É possível baixar os conteúdos ou usá-los online. O
Portal
Domínio
Público
(http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp) constitui-se em um ambiente virtual que permite coleta, integração, preservação e compartilhamento de conhecimentos. Seu principal objetivo é promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham sua divulgação autorizada. No REI - Repositório Eletrônico Institucional (https://repositorio.ufpb.br/) da Universidade Federal da Paraíba, você encontra produções acadêmicas de discentes (monografias, TCCs, relatórios de Conclusão de Curso), além da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações das instituições de ensino e pesquisa brasileiras. O REI é uma iniciativa de profissionais da informação do CCEN, do Grupo de Pesquisas vinculado ao CNPq WRCO e do STI. Contato: ri@ufpb.br.
16. RECURSOS HUMANOS DO CPT-ETS/UFPB 16.1 DOCENTES Os profissionais que atuam no Centro Profissional e Tecnológico como aporte técnico, 48
pedagógico e administrativo e/ou como docentes possuem a habilitação e a qualificação necessárias para as funções que exercem, tendo todos um perfil que inclui capacidade de trabalho em equipe e de promoção de ações voltadas para o fortalecimento do SUS, mediante processos de educação permanente em saúde. A seguir quadro demonstrativo dos docentes e dos técnicos administrativos:
N.
NOME DO DOCENTE
TITULAÇÃO
CARGA HORÁRIA
FUNÇÃO
1.
Ana Carolina Bernardes Dulgheroff
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
2.
Andrea Fernanda Ramos De Paula
Mestrado
DE-40H
Professor EBTT
3
Andrea Mendes Araújo
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
4.
Angela Amorim De Araújo
Doutorado
DE-40H
Professor MS
5.
Anna Cláudia Freire de A. Patrício
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
6.
Anne Karoline Candido Araújo
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
7.
Betânia Maria Pereira Dos Santos
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
8.
Cacilda Chaves Morais De Lima
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
9.
Carmem Gabriela G. de Figueiredo
Mestrado
DE-40H
Professor EBTT
10.
Claudenice Rodrigues do Nascimento
Doutoramento
DE-40H
Professor EBTT
11
Eugênio de Carvalho Saraiva
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
12.
Fábia Danielle Sales Cunha M. e Silva
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
13.
Fabíola Fialho Furtado Gouvêa
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
14.
Fernanda Maria Chianca da Silva
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
15.
Geraldo Sávio Almeida Holanda
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
16.
Gracimary Alves Teixeira
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
17.
Iolanda Maria Cariry Lacet B. Martins
Doutorado
DE-40H
Professor MS
49
18.
Ismênia Mangueira Soares
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
19.
Ivanilda Lacerda Pedrosa
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
20.
Jairo De Pontes Gomes
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
21.
João Felipe Bezerra
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
22.
José Moreira Da Silva Neto
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
23.
Judite Fernandes Moreira
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
24.
Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
25.
Késia De Macêdo Reinaldo F. Leite
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
26.
Lúcio Roberto Cançado Castellano
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
27.
Marcella Costa Souto Duarte
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
28.
Márcia Rique Carício
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
29.
Márcia Virgínia Di Lorenzo Florêncio
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
30.
Maria de Oliveira Alves Cavalcante
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
31.
Maria Soraya Pereira Franco Adriano
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
32
Mariza de Oliveira Pinheiro
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
33.
Nathalia Costa Gonzaga Saraiva
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
34.
Rebeka Maria de Oliveira Belo
Doutoramento
DE-40H
Professor EBTT
35.
Renata Coelho Freire Batista Queiroz
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
36.
Renata Coelho Navarro
Mestrado
DE-20H
Professor MS
37.
Ronaldo Rodrigues Sarmento
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
38.
Sheyla Katia Lucio Dornelas
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
39.
Shirley Maria Torreias Dallagnol
Graduação
DE-40H
Professor EBTT
40.
Simone Helena Dos Santos Oliveira
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
50
41.
Vilson Lacerda Brasileiro Junior
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
42.
Verbena Santos Araújo
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
43.
Sandra Cristina Moraes de Souza
Doutorado
DE-40H
Professor EBTT
Quadro 10 - Demonstrativo dos servidores docentes que atuam no CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022. O CPT-ETS/UFPB destaca-se pela formação do seu corpo docente, de acordo com os dados extraídos da plataforma Nilo Peçanha, é possível evidenciar que possui um elevado Índice de Titulação Acadêmica- ITCD. Este indicador mede a titulação média dos professores efetivos da Rede Federal e possui como meta: 3,6- meta 13 prevista na Lei 13.005/2.014. De acordo com os dados publicados na plataforma anteriormente citada, no ano de 2021, ano base 2020, a média da rede federal foi 4,2, e o CPT-ETS/UFPB conquistou ITCD de 4,9, sendo destaque, quando comparado com a Rede Federal de Ensino, e, portanto, o maior ITCD das escolas vinculadas
16.2 DEMONSTRATIVO DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS
Nº
NOME DO SERVIDOR
TITULAÇÃO
CARGA HORÁRIA
CARGO
1.
Ana Luísa de Araújo Lima
Doutorado
40H
Técnico laboratório/área
2.
Aline Paiva Feitosa
Graduação
40H
Técnico de Enfermagem
3.
André Luiz de Oliveira Araújo
Especialização
40H
Administrador
4.
Christine Dantas Benício
Especialização
40H
BibliotecárioDocumentalista
5.
Ciro Trocoli Neto
Graduação
40H
Assistente Administrativo
6.
Djanice Silva de Santana
Graduação
40H
Assistente Administrativo
7.
Elinalda José Gonçalves
Mestrado
40H
Assistente Social
8.
Elizete Araújo dos Santos
Especialização
40H
Assistente Administrativo
51
8.
Germana Oliveira Almeida de Mendonça
Mestrado
40H
Técnica em Contabilidade
9.
Glaucia Michelyne Paes de Lima
Mestrado
40H
BibliotecárioDocumentalista
10.
José Marcos de Oliveira Targino
Graduação
40H
Técnico em Prótese Dentária
11.
Jussara de Lourdes Ferreira Chaves
Especialização
40H
Psicólogo
12.
Leojoan Moura Cavalcante
Especialização
40H
Técnico de Laboratório Área
13.
Liana Oliveira Biam
Especialização
40H
Auxiliar em Enfermagem
14.
Luciana Andreia Silva Bacelar
Especialização
40H
Secretária Executiva
15
Luciane Alves Coutinho
Mestrado
40H
Pedagogo
16.
Luiz Felipe de Carvalho França
Especialista 40H
Técnico De Laboratório Área
17.
Manuel Rufino da Silva Neto
Graduação
40H
Técnico em Prótese Dentária
18.
Marcelino Pereira da Silva
Graduação
40H
Auxiliar de Enfermagem
19.
Maria do Rosário Carvalho
Mestrado
40H
Assistente Administrativo
20.
Maria Oselândia Rodrigues Leite
Especialização
40H
Assistente Administrativo
21.
Marizilda Barbosa da Silva
Especialização
40H
Assistente Administrativo
22.
Patrícia Meira de Andrade Feitosa
Especialização
40H
Técnico de Laboratório Área
23.
Robson Lima Palmeira
Mestrado
40H
Técnico em Eletroeletrônica
24.
Rosanie Rocha Schwab Figueiredo
Especialização
40H
Pedagogo-Área
25.
Rosa Virgínia de Oliveira
Especialização
40H
Assistente Administrativo
26.
Rosa Sylvana da S. Mousinho
Mestrado
40H
Bibliotecário
27.
Vicente Paulo Ramalho
Mestrado
40H
BibliotecárioDocumentalista
Quadro 11 - Demonstrativo dos servidores Técnico Administrativos que atuam no CPTETS/UFPB, João Pessoa, 2022. 52
17. DIPLOMAS O Diploma será emitido de acordo com as orientações legais vigentes. Concedido ao discente que cursar com aproveitamento e frequência mínima, conforme a Lei das Diretrizes e Bases e as Normas Acadêmicas do Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba, e tiver concluído em sua totalidade todos os componentes curriculares do Curso Técnico em Cuidados de Idosos, assim como, ter concluído o segmento EJA correspondente ao Nível Médio. O Diploma de conclusão do Curso Técnico em Cuidados de Idosos, deverá ser acompanhado do respectivo histórico escolar. O mesmo, deverá explicitar o correspondente título de técnico na respectiva habilitação profissional, indicando o eixo tecnológico ao qual se vincula. Conforme estabelecido no artigo Art. 49. § 2°, da Resolução CNE/CP n° 1, de 5 de janeiro de 2021, o curso apresenta um itinerário formativo que contempla a certificação intermediária de cada etapa formativa (BRASIL, 2021). Desse modo, o estudante que concluir com aproveitamento a Unidade Curricular I – receberá o certificado de qualificação profissional em Cuidador de Idosos. Caso o discente, por qualquer motivo, não cumprir em sua totalidade com as exigências do curso, não poderá ser certificado. Os casos não previstos neste PPC ou em regulamento do CPTETS/UFPB, ou em regulamento da Universidade Federal da Paraíba deverão ser analisados pelo Colegiado do Curso, podendo ser encaminhado para outras instâncias.
18. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem dos estudantes visa à sua progressão contínua para o alcance do perfil profissional de habilitação do técnico em cuudados de idosos, sendo os tipos de avaliações diagnóstica, formativa, contínua, somativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, na perspectiva do desenvolvimento das competências e habilidades profissionais necessárias para continuar aprendendo ao longo da vida (BRASIL, 2021). O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme a Lei nº 9.394/96. A avaliação deve ser compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, 53
contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e apresentando soluções/caminhos para o efetivo processo de ensino e aprendizagem. Caberá ao professor, portanto, observar as competências e habilidades a serem desenvolvidas, participar do planejamento das atividades, como aulas e projetos desafiadores, e utilizar instrumentais avaliativos variados, de caráter individual ou coletivo. Nos cursos regulares do CPT- ETS/UFPB, a avaliação da aprendizagem é realizada de acordo com os parâmetros de carga horária e especificidades individuais do componente curricular, sendo prevista, prova final, quando necessário. A aprovação em um componente curricular está condicionada à obtenção do desempenho acadêmico mínimo exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente. Para a realização da avaliação da aprendizagem, o docente deve considerar parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas, como: domínio cognitivo, cumprimento e qualidade dos trabalhos acadêmicos, capacidade de trabalhar em grupo com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal, além de autonomia. A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, considerando as atividades de: elaboração e execução de projeto; experimento; pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo; prova escrita e/ou oral; prova prática; produção técnico-científica, artística ou cultural; seminário; atividades com metodologias ativas individuais e/ou em grupo, de acordo com o Regulamento Didático Pedagógico do CPT-ETS/UFPB. Estes instrumentos de avaliação incluem trabalhos de natureza teórico-práticas, provas/atividades objetivas, provas/atividades operatórias, roteiro básico e autoavaliação, sendo enfatizados o uso dos projetos e a resolução de situações-problema específicas do processo de formação do técnico em cuidados de idosos. Os instrumentos de avaliação qualitativos ou objetivos serão confeccionados nos parâmetros das habilidades que serão avaliadas, adequação ao conteúdo proposto, linguagem clara e precisa, bem como permitirá o reforço, aprofundamento, reorganização e sistematização da aprendizagem adquirida, contribuindo para facilitar o aprendizado (LUCKESI, 2005). Ressalta-se que no decorrer no processo de ensino e aprendizagem o aluno será acolhido, estabelecendo um vínculo com o docente e o componente curricular que está cursando, permanecendo aberto para recebê-lo, diagnosticar possíveis fragilidades e dialogar estratégias de enfrentamento dos problemas identificados, pois jamais a finalidade da avaliação será de exclusão, mas de aprendizagem do educando, tornando o processo de educação transformador e emancipatório (LUCKESI, 2005). O discente será aprovado por média no componente curricular se obtiver nota maior ou igual 54
a sete (≥ 7,0). Caso contrário, o discente que tiver obtido o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá direito à avaliação final. O discente que não atingir o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá a média obtida como nota final do período. E ressalta-se que não há reposição de exame final, sendo atribuída a nota 0,0 (zero) ao discente que não realizar o exame final. O discente será aprovado quando obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), em cada componente curricular, atribuindo-se peso 6 (seis) à média das atividades didáticas e peso 4 (quatro) à nota do exame final. Contudo, no decorrer do processo educativo, cabe a todos os docentes promover estratégias para a recuperação da aprendizagem do aluno de modo contínuo e paralelo, previstas em seu plano de ensino e de aula, podendo ser feita, através de atividades individuais e/ou grupo, como pesquisa bibliográfica, experimento, demonstração prática, seminários, relatório, portfólio, provas escritas e/ou orais, pesquisa de campo, produção de textos, produção científica, artística ou cultural, oficinas, entre outros.
19. DO REGIME DE EXERCÍCIO DOMICILIAR O aluno que, por motivo de saúde, necessitar de afastamento por período igual ou superior a 15 dias, poderá solicitar o regime domiciliar para cursar os componentes curriculares teóricos. O regime domiciliar está garantido na Lei 1044 de 21 de outubro de 1969 e na Lei 6202 de 17 de abril de 1975 que determina:
¶Art. 1º São considerados merecedores de tratamento excepcional os alunos de qualquer nível de ensino, portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizados por:
a) incapacidade física relativa, incompatível com a frequência aos trabalhos escolares; desde que se verifique a conservação das condições intelectuais e emocionais necessárias para o prosseguimento da atividade escolar em novos moldes;
b) ocorrência isolada ou esporádica;
c) duração que não ultrapasse o máximo ainda admissível, em cada caso, para a continuidade do processo pedagógico de aprendizado, atendendo a que tais características se verificam, entre outros, em casos de síndromes hemorrágicos (tais como a hemofilia), asma, cartide, pericardites, afecções osteoarticulares submetidas a correções ortopédicas, nefropatias agudas ou subagudas, afecções reumáticas, etc. A Lei 6202/1975 garante: 55
¶Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044, 21 de outubro de 1969.
Parágrafo único. O início e o fim do período em que é permitido o afastamento serão determinados por atestado médico a ser apresentado à direção da escola.
¶Art. 2º Em casos excepcionais devidamente comprovados mediante atestado médico, poderá ser aumentado o período de repouso, antes e depois do parto. O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça:
¶Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico. §5º. O cumprimento do regime de exercícios domiciliares deverá ser contabilizado em dias corridos, inclusive nos casos que possam ultrapassar mais de um período letivo.
¶Art. 99. O regime de exercícios domiciliares não poderá ser aplicado para os componentes curriculares de estágio supervisionado ou de disciplinas predominantemente práticas. Reitera-se que este regime se aplica a casos relacionados aos componentes curriculares teóricos, não podendo ser implementando em situações de práticas e/ou estágio. O aluno deverá apresentar atestado médico, formulário preenchido e lista de componentes curriculares que deseja cursar no regime domiciliar.
20. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
20.1 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E CERTIFICAÇÃO ANTERIORES Para prosseguimento de estudos, o CPT-ETS/UFPB promoverá o aproveitamento de estudos, de conhecimentos e de experiências anteriores, inclusive no trabalho, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação profissional ou habilitação profissional técnica e que tenha sido desenvolvido, seguindo a orientação da Diretriz Curricular Nacional, o que segue:
I - Em qualificação profissional técnica e unidade curricular, etapas ou módulos de cursos técnicos ou de Educação Profissional e Tecnológica de Graduação regularmente concluídos em outros cursos;
II - Em cursos destinados à qualificação profissional, incluída a formação inicial, mediante avaliação, reconhecimento e certificação do estudante, para fins de prosseguimento ou conclusão de estudos;
III - Em outros cursos e programas de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, 56
por outros meios formais, não formais ou informais, ou até mesmo em outros cursos superiores de graduação, sempre mediante avaliação do estudante; e
IV - Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado pelo próprio colegiado do Curso e devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino.
20.2 CERTIFICAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020:
¶Art. 40. Os componentes curriculares realizados em instituições de ensino superior, nacionais ou estrangeiras, em cursos de graduação, podem ser aproveitados mediante solicitação do discente à coordenação do curso. No âmbito deste projeto pedagógico de Curso Técnico em Cuidados de Idosos, compreendese o aproveitamento de estudos como a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro curso de educação profissional técnica de nível médio, graduação e pós-graduação; e a certificação de conhecimentos como a possibilidade de comprovar saberes adquiridos através de experiências previamente vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar, com a finalidade de alcançar a dispensa de disciplinas e/ou aproveitamento de componentes curriculares integrantes da matriz curricular do respectivo curso, por meio de uma avaliação teórica ou teórico-prática, apresentação
de
certificado/comprovante/declaração,
conforme
as
características de
cada
componente curricular. Os aspectos operacionais do aproveitamento de estudos e da certificação de conhecimentos, adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso, são tratados pela Organização Didática do CPT- ETS/UFPB. Destaca-se que a dispensa de disciplina se refere àquela cursada em períodos anteriores no próprio Curso e aproveitamento de disciplina refere-se àquela cursada em outro curso e/ou instituição de ensino. Destaca-se que o discente deverá solicitar aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores com o objetivo de dispensa/aproveitamento do componente curricular e que este será submetido a avaliação do certificado/comprovante para posterior aprovação e validação. Além disso, o aluno deverá apresentar histórico escolar e plano de curso/ementa para aproveitamento de saberes relacionados às disciplinas cursadas anteriormente. A Figura 8 demonstra as formas aceitas de 57
aproveitamento de saberes e certificados anteriores. Ressalta-se que os componentes curriculares só poderão ser aproveitados até 08 (oito) anos depois de cursados, observando os seguintes critérios para admissibilidade do pleito:
I – Cumprimento dos pré-requisitos para o componente curricular a ser aproveitado.
II – Compatibilidade de pelo menos 80% de carga horária e de conteúdo do componente curricular a ser aproveitado. Por fim, a carga horária máxima a ser aproveitada não poderá ultrapassar 50% da carga horária total do curso.
21. SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSO O Sistema Digital de Acompanhamento de Egressos (SDAE), propõe-se a desenvolver uma política de acompanhamento dos egressos dos cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB, como mecanismo pedagógico para atualização e incorporação de componentes em atendimento às demandas da sociedade. Com a implantação de uma ferramenta digital, a mesma funciona como um dispositivo observatório, que poderá avaliar a situação dos cursos Técnicos do CPTETS/UFPB, de modo a aferir o seu desempenho em função do processo ao longo da formação. Este Sistema de Informação é uma forma de buscar a avaliação da comunidade externa e o fortalecimento da integração entre a instituição e a sociedade, através da permanente comunicação com seus egressos, sendo estas informações de interesse para o CPT-ETS/UFPB (PALMEIRA, 2019).
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20/12/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. . Lei Estadual 1.366 de 02 de dezembro de 1955. Cria a Universidade da Paraíba e dá outras providências. Disponível em: http://www.ufpb.br/sods/secretaria/Lei%201366.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960. Federaliza a Universidade da Paraíba, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L3835.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/cCivil_03/LEIS/2002/L10436.htm . Acesso em: 17 out.2022. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm Acesso em: 17 out. 2022 . Lei no 12.711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2012/Decreto/D7824.htm. Acesso em: 03 de setembro de 2014. . Lei nº. 11.741 de 16 de Julho de 2008. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm.Acesso em: 09 de setembro de 2014. Decreto nº 5.840, de 13 de Julho de 2006. Institui, no âmbito federal, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos - PROEJA, e dá outras providências. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília: MEC/SET, 2008. .Resolução CNE/CEB Nº 04/12. Dispõe sobre alterações na Resolução CNE/CEB nº 03/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. 2012. Resolução CNE/CEB Nº 06/12. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. 201 59
Parecer CNE/CEB Nº 39/2004. Aplicação do Decreto 5.154/2004 na Educação. Disponível http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/rede/legisla_rede_parecer 392004.pdf. Acesso em: 02 de setembro de 2014.
nº em:
BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. Brasília: Ministério da Saúde; 2003. BRASIL. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, 2006. [acesso em 20 de maio 2014]. Disponível em: http://portal.saude.gov.br MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.CNE. Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Publicado no Diário Oficial da União em 19 de dezembro de 2018, Seção 1, pp. 49 e 50. CAMARANO, A.A, KANSO, S. Como as famílias brasileiras estão lidando com idosos que demandam cuidados e quais as perspectivas futuras? a visão mostrada pelas PNADS. In: Camarano AA. Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido? Rio de Janeiro: IPEA; 2010. p. 93-122. CAMARANO, A.A;, PASINATO, M.T. O envelhecimento populacional na agenda das políticas públicas. In: Camarano AA. Os novos idosos brasileiros: muito além dos 60? Rio de Janeiro: IPEA; 2004. p. 253-292. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. GRAEFF,
L. Instituições totais e a questão asilar: uma abordagem compreensiva. Estudos Interdisciplinares do Envelhecimento. 2007;11:9-27. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: http://censo2010.ibge.gov.br/: Acesso em 03 de outubro de 2014. LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. MINAYO, M.C. S; HARTZ, Z.M. A; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciências e Saúde Coletiva, 5(1): 7-18, 2000. Ramos, L.M.L.; Belezia, E.C. Planejamento e Desenvolvimento do TCC. 1 ed. São Paulo: Fundação Pe. Anchieta, 2011. 143p SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Escola Técnica de Saúde da UFPB/Quem Somos. Disponível em: http://www.ets.ufpb.br//. Acesso em: 04 de agosto de 2014. Resolução CONSEPE Nº 59/2013. Aprova a reestruturação do atual Regimento Interno da Escola Técnica de Saúde-ETS/CCS/UFPB, 2013. Regulamento didático da Escola Técnica de Saúde da UFPB. 60
Direção de Ensino da ETS, 2013. Orientação Normativa 01/2014 da ETS/CCS/UFPB. Direção de Ensino da ETS, 2014.
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ANEXOS
ANEXO I – EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO TÉCNICO EM CUIDADOS DE IDOSOS DO CPT-ETS/UFPB UNIDADE CURRICULAR I COMPONENTE CURRICULAR: INFORMÁTICA EM SAÚDE RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 10h PRÁTICA: TOTAL: 30h 20h Pré-Requisito(s): caso se aplique COMPETÊNCIAS: ✓ Conhecer conceitos básicos e tecnologias emergentes da Informática, compreender como a informática pode contribuir com a melhoria das atividades dos profissionais de saúde; ✓ Aprender sobre os principais sistemas de informação em saúde nacionais e aprender sobre a Lei Geral de Proteção de Dados.
1. EMENTA Conceitos básicos de Informática, Ferramentas de Trabalho, Tecnologias Emergentes na área de Informática, Informática aplicada em Saúde, Sistemas Nacionais de Informação em Saúde. Lei Geral de Proteção de Dados.
2. OBJETIVOS Proporcionar ao discente o conhecimento sobre informática aplicada à saúde, com ênfase na atenção à pessoa idosa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PEREIRA, Lucas da Silva. Sistemas de informações gerenciais: um estudo sobre a implantação do sigaa na universidade federal da Paraíba. 2017. SILVA, Josiane Lima; CAVALHEIRI, Jolana Cristina. Uso da informática na atenção primária à saúde: Percepção dos enfermeiros. Research, Society and Development, v. 10, n. 6. 202. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAVALCANTE, Ricardo Bezerra; PINHEIRO, Marta Macedo Kerr. Política Nacional de Informação e Informática em Saúde: avanços e limites atuais. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, v. 1, n. 2, p. 91-104, 2011.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Seminário de Comunicação, Informação e Informática em Saúde. Brasília: 88 p. (Série D - Reuniões e Conferências) ISBN: 8533410336. 2ª edição atualizada.. Editora do Ministério da Saúde. 2005. COMPONENTE CURRICULAR: ENVELHECIMENTO HUMANO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 25h PRÁTICA: 5h Pré-Requisito(s): caso se aplique COMPETÊNCIAS: ✓ Compreender o processo de envelhecimento humano;
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
✓ Conceituar qualidade de vida. Estabelecer relações entre qualidade de vida e envelhecimento, bem como identificar estratégias para obtenção de melhor qualidade de vida através de propostas de intervenções não medicamentosas.
1. EMENTA O aluno conhecerá os fundamentos básicos da geriatria e gerontologia e as teorias que embasam o envelhecimento humano. Compreenderá o conceito de qualidade de vida e as diferentes dimensões da qualidade de vida, apontando variantes que podem interferir positivamente ou negativamente na qualidade de vida dos idosos. Identificação de estratégias não medicamentosas para melhoria da qualidade de vida dos idosos, a saber terapia assistida por animais, atividades físicas, orientação nutricional para assimilação de micronutrientes importantes para o bem-estar geral e terapias alternativas como relaxamento e yoga.
2. OBJETIVOS Tornar o aluno apto a compreender as implicações fisiológicas, psicológicas e ambientais do processo de envelhecimento humano, apontando mecanismos que protejam a qualidade de vida da pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS NERI, Anita Liberalesso. Qualidade de vida na velhice: enfoque multidisciplinar. Campinas: Alínea, 2007. 300p. (Coleção Velhice e Sociedade) ISBN: 9788575161944. MORAGAS MORAGAS, Ricardo; RODRIGUES, Nara C. Gerontologia Social: envelhecimento e qualidade de vida. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2004. 283 p. (Coleção Sociologia Atual) ISBN: 857311715. FREITAS, Elizabete Viana de; PY, Ligia (Editora). Tratado de geriatria e gerontologia.
3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1741 p. ISBN: 9788527719056. PEDROSA, Ivanilda Lacerda; LIRA, Gildeci Alves de (Organização). Geriatria e gerontologia:abordagens em diferentes contextos. João Pessoa, PB: Editora da UFPB,
2017. 219 p. ISBN: 9788523712938, 9788523711849. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MANCILHA, Jairo; PY, Luiz Alberto. O Caminho da longevidade: orientações para uma vida longa e saudável. Rio de Janeiro: Rocco, 2001. 152 p. ISBN: 8532512488 DOMINGUES, Marisa Accioly; LEMOS, Naira Dutra. Gerontologia: os desafios nos diversos cenários da atenção. Barueri: Manole, 2010. 584 p. ISBN: 9788520428467. SOUSA, Nathânia Kaliery Lucena. Terapia facilitada por cães: estudo de caso. Areia, PB: s.n., 2016. 50 p. COMPONENTE CURRICULAR: PSICOLOGIA DO ENVELHECIMENTO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 30h PRÁTICA: 0h TOTAL: 30h Pré-Requisito(s): caso se aplique COMPETÊNCIAS: ✓ Conhecer as fases de crescimento e desenvolvimento humano seus aspectos psicológico
do envelhecimento;
✓ Entender os aspectos e impactos psicológicos sobre aposentadoria; ✓ Compreender os papeis sociais e as implicações da necessidade de cuidados, o cuidador no contexto familiar e institucional; ✓ Entender a morte e o morrer para a pessoa idosa, o cuidador e a família. 1.EMENTA Conhecimentos sobre as fases do crescimento e desenvolvimento humano; aspectos psicológicos do envelhecimento; aspectos e impactos psicológicos sobre aposentadoria, perda de papeis sociais, implicações da necessidade de cuidados, o cuidador no contexto familiar e institucional, implicações da morte e o morrer para a pessoa idosa, o cuidador e a família.
2. OBJETIVOS Estudo das fases do crescimento e desenvolvimento humano e os aspectos psicológicos do envelhecimento. Conhecer as principais contribuições da psicologia no estudo da vida adulta e do envelhecimento. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALMEIDA, T. e LOURENÇO, M. L. Amor e sexualidade na velhice nem sempre respeitados. RBCEH. 2006; PARENTE, M. A. de M..P et al.. Cognição e Envelhecimento. Artmed. 2006 ARAÚJO, L.; SÁ, E. C. do N.; AMARAL, E. de B. Corpo e Velhice: um estudo das representações sociais entre homens idosos. . Psicologia: Ciência e Profissão. 2011 NERI, Anita Liberalesso; PINTO, Meyre Eiras de Barros. Cuidar de idosos no contexto da família: questões psicológicas e sociais. . Alínea. 2002
PAPALIA, D. E.. Desenvolvimento Humano. . Mcgraw-Hill. 2009 NERI, Anita (org). Qualidade de vida na Velhice. . Alínea. 2009 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CÔRTE, B.; MERCADANTE, E. F.; ARCURU, I. G. Velhice envelhecimento complex(idade).Vetor. 2005.
COMPONENTE
CURRICULAR:
ÉTICA
PROFISSIONAL
E
RELAÇÕES
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
INTERPESSOAIS
RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CURRICULAR: I 2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h
Pré-Requisito(s): caso se aplique COMPETÊNCIAS: ✓ Tomar decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos.
1. EMENTA Relações interpessoais e os fundamentos do comportamento humano. Comunicação, Inteligência Interpessoal e Intrapessoal. Conceitos fundamentais para a compreensão da ética.
2. OBJETIVOS Despertar para o entendimento da importância das relações interpessoais, conhecendo e relacionando as habilidades comportamentais ao contexto em que estamos inseridos. Propiciar conhecimentos acerca da comunicação e da linguagem no trabalho destacando a importância do papel estratégico do indivíduo no grupo. Sensibilizar os participantes para um posicionamento crítico e reflexivo do papel do indivíduo em uma sociedade voltada para o mundo do trabalho, compreendendo os fundamentos e processos básicos do comportamento humano no contexto organizacional em seus aspectos técnicos e éticos. Assimilar os conceitos de Ética Social e Ética Cidadão. Refletir sobre a importância do desenvolvimento de competências éticas para as relações interpessoais nas sociedades; organizando um sistema de valores. REFERÊNCIAS BÁSICAS BARCELLOS, R.; PEDROSO, M. C. J. M. Desenvolvimento Pessoal e Interpessoal. Curitiba: IFPR, 2012. GOMES, Jairo P. Apostila de Relações Interpessoais - Curso Técnico em Cuidados de Idosos. João Pessoa: ETS/UFPB. 2021. MINICUCCI, Agostinho. Relações humanas: psicologia das relações interpessoais, 6ª
edição. São Paulo: Grupo GEN, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SÁ, Antônio Lopes D. Ética Profissional. São Paulo: Grupo GEN, 2019.
COMPONENTE CURRICULAR: ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 20h PRÁTICA: TOTAL: 30h 10h Pré-Requisito(s): caso se aplique COMPETÊNCIAS: ✓ Conhecer as estruturas anatômicas e suas funções no corpo humano; ✓ Associar o conhecimento da Anatomia e Fisiologia; ✓ Aplicar o conhecimento destas ciências ao processo de envelhecimento.
1. EMENTA Os alunos terão acesso ao conhecimento sobre estruturas e funcionamento do corpo humano; alterações fisiológicas de cada sistema no processo de envelhecimento.
2. OBJETIVOS Oferecer uma visão geral, didática e objetiva dos aspectos morfológicos relevantes do sistema orgânico do homem, proporcionando informações sobre anatomia e fisiologia, fazendo relação entre a estrutura e a função. Conhecer as alterações anatômicas e fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento. REFERÊNCIAS BÁSICAS ABREU, C.B.Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. DANGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3ªed., São Paulo, Atheneu, 2007. FREITAS, E. V. de. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ªed., Rio de Janeiro, Guanabara- Koogan, 2006, Volumes 1 e 2. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24. LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004.
COMPONENTE CURRICULAR: PROCESSO SAÚDE E DOENÇA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 15h PRÁTICA: TOTAL: 30h 15h Pré-Requisito(s): caso se aplique COMPETÊNCIAS: ✓ Compreender os conceitos de saúde e doença; ✓ Determinar os fatores do processo saúde e doença (biológicos, ambientais, culturais, sociais, psicológicos e culturais); ✓ Identificar as necessidades humanas básicas (habitação, alimentação, trabalho, segurança, educação, afetividade, espiritualidade).
1. EMENTA Os alunos conhecerão o processo saúde-doença, os fatores ambientais determinantes do processo saúde-doença, as necessidades humanas básicas, tipos de doenças, cadeia epidemiológica das doenças, sistema imunológico.
2. OBJETIVOS Capacitar o estudante a compreender as interações sociais e sua influência no processo saúde e doença. Conhecer a Influência do meio ambiente no processo saúde-doença. Conhecer as vacinas utilizadas pela pessoa idosa e sua importância. REFERÊNCIAS BÁSICAS ABBAS A.K., Lichtman A.H. Imunologia Básica – 4ª edição – Ed Elsevier. Rio de Janeiro. 2014. ALMEIDA FILHO, N; ROUQUAYROL MZ. Modelos de Saúde e Doença. In: _____. Introdução à Epidemiologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BARROS, JAC. Pensando o processo saúde doença: A que responde o modelo biomédico? Saúde e Sociedade,11(1):67-84, 2002. BUSS,PM; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1):77-93, 2007,Cohn, A. Estado e sociedade e as reconfigurações do direito à saúde. Ciência e Saúde Coletiva, 8(1): 9-18, 2003. DE CARLI, G.A. Parasitologia Clínica. Ed. Atheneu, São Paulo, 2017. ELIAS, PE. Estado e saúde. Os desafios do Brasil contemporâneo. São Paulo em perspectiva, 18(3):41-46, 2004. FERNANDEZ, J.C.A; MENDES, R. Promoção da saúde e gestão local. São Paulo: Hucitec,
2008. 147p. FLEURY, S. Política de saúde: uma política social. Texto de curso de gestão para resultados em saúde com enfoque em direito sanitário. INDES, 2008. MARTINS, P.H. Uma nova compreensão da família no processo de descentralização da política de saúde. In: Augusto, LG; Beltrão, AB. Atenção primária a saúde. 2 ed. Recife: Editora Universitária UFPE, 2011. MORAES, R.G. Parasitologia & Micologia Humana. 5a Edição, Ed Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2008. NEVES, D.P., Melo, A.L., Linardi, P.M., Vitor, R.W.A. Parasitologia Humana. 13ᵃ Edição, Ed. Atheneu, Rio de Janeiro, 2016 TRABULSI, LR et al. Microbiologia. Atheneu, São Paulo, 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ELY, LS; ERGROFF, P; SGNAOLIN, V; CARLI, GAD. Parasitoses intestinais em idosos. In: SCHWANKE, CHA; GOMES, I; PEDRO,REL; SCHNEIDER,RH; LINDÔSO, ZCL (Orgs). Atualização em geriatria e gerontologia II: abordagem multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. MEIRA, AR. Saúde e sociedade – uma introdução às noções de ciências sociais aplicadas à saúde. Campo Grande: Centro de ciências biológicas e da saúde da UFMT,
1997. 104p. SARMENTO, R.R. Comparação da prevalência de exames coprológicos, testes sorológicos e exames hematológicos e a associação da resposta imunológica por Th1, Th2 e Treg em idosos na região metropolitana de João Pessoa – Paraíba. 2014.110 f. Tese (Doutorado em Gerontologia Biomédica)- PUCRS- Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2014. COMPONENTE CURRICULAR: POLÍTICAS PÚBLICAS E ENVELHECIMENTO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 30h PRÁTICA: 0h TOTAL: 30h Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos e deveres da Pessoa Idosa; ✓ Conhecer os diferentes modelos de atenção à saúde e sua organização na forma de redes de atenção à saúde da pessoa idosa; ✓ Compreensão dos principais Níveis de Atenção à Saúde do SUS; ✓ Compreensão da relação entre Intersetorialidade, Integralidade e Integração na saúde da pessoa idosa.
1. EMENTA Noções básicas sobre direitos humanos e cidadania na sociedade moderna; Política Nacional do Idoso; Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, Estatuto do Idoso; direitos e deveres, Conselhos Municipais de Assistência Social, Promoção da acessibilidade; O paciente idoso e os Níveis de Atenção à Saúde.
2. OBJETIVOS Promover no (a) aluno(a) o despertar para a importância das políticas públicas no contexto da atenção à pessoa idosa. Apresentar alguns aspectos normativos que envolvem as políticas públicas para a pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL. LEI Nº 14.423, DE 22 DE JULHO DE 2022. Altera a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, para substituir, em toda a Lei, as expressões “idoso” e “idosos” pelas expressões “pessoa idosa” e “pessoas idosas”, respectivamente. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14423.htm#art1 Acesso em: 04.set. 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, DF: 2006. _______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Caderneta de saúde da Pessoa Idosa. Brasília, DF: 2006. ________. LEI Nº 10.741 DE 01 DE OUTUBRO DE 2003. Dispõe sobre o estatuto do idoso e dá outras providências. Brasília, 2003. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm>. Acesso em: 04.set. 2022. _________. Secretaria Municipal de Saúde. Plano Municipal de Saúde – 2010 – 2013. João Pessoa, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. ABREU, C.B. Bueno.; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. FREITAS, E.V.; PY, L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011. GUARIENTO, M.E.; NERI, A.L. Assistência Ambulatorial ao Idoso. Editora Alínea Campinas – SP. 454p. 2010. COMPONENTE CURRICULAR: O CUIDADO NA GERONTOLOGIA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA
CARGA
CURRICULAR: I
2
HORÁRIA TEÓRICA: 25h
HORÁRIA PRÁTICA: 05h
HORÁRIA TOTAL: 30h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Compreender o cuidado e sua importância para a qualidade de vida da pessoa idosa. ✓ Identificar o cuidar nos diferentes níveis de assistência ao idoso. Reconhecer-se no processo de cuidar.
1. EMENTA Estuda fundamentos do cuidado em gerontologia, significados e valores do cuidar e ser cuidado, o cuidado nos diferentes níveis de assistência ao idoso, modalidades de assistência no cuidado ao idoso, assim como, atribuições do Técnico em Cuidados de Idosos no exercício do cuidar.
2. OBJETIVOS Conhecer as bases conceituais do cuidado em gerontologia; Identificar significados e valores do cuidar em gerontologia e Compreender as atribuições do técnico em cuidados de idosos no exercício do cuidar. REFERÊNCIAS BÁSICAS VERAS, Renato P.; LOURENÇO, Roberto A.; SANCHEZ, Maria A. Formação Humana em Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2019. FREITAS, Elizabete Viana de (Editoria). Tratado de geriatria e gerontologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017;2018. 1651p. ISBN: 9788527729406. TOMMASO, Ana Beatriz Galhardi D. Geriatria - Guia Prático. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. ISBN: 9788527737586. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DINIZ, Lucas R.; GOMES, Daniel Christiano de A.; KITNER, Daniel. Geriatria. Rio de Janeiro: MedBook Editora, 2019. 576 p. ISBN: 9786557830048. ELIOPOULOS, Charlotte. Enfermagem Gerontológica. Porto Alegre: Grupo A, 2019. Ebook. 9788582714829. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714829/. Acesso em: 25 ago. 2022. COMPONENTE CURRICULAR: PRIMEIROS SOCORROS RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 22h PRÁTICA: 08h Pré-Requisito(s): Não se aplica
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
COMPETÊNCIAS: ✓ Identificar situações de urgência e necessidades de primeiros socorros. ✓ Atuar na prestação de primeiros socorros a vítimas de lesões ou que adoecem repentinamente, visando manter a vida e prevenir complicações até a chegada de atendimento médico. ✓ Identificar os recursos disponíveis na comunidade de forma a viabilizar o atendimento de emergência humanizado e eficaz, o mais rapidamente possível. 1.EMENTA Princípios gerais de primeiros socorros. Diferença entre urgência e emergência. Avaliação da vítima e sinais vitais. Avaliação do cenário. Recursos utilizados no atendimento de primeiros socorros. Ética e Humanização em primeiros socorros. Mal súbito. Parada cardiorrespiratória (PCR) e reanimação cardiopulmonar (RCP). Crise convulsiva, tontura e desmaio. Lesões por trauma. Queimaduras. Hemorragias. Intoxicação exógena. Acidentes com animais peçonhentos. Obstrução das vias aéreas por corpos estranhos. Afogamento. 2.OBJETIVOS Compreender os princípios gerais nos primeiros socorros. Conhecer os materiais e ações nos primeiros socorros. Entender a importância da humanização durante a assistência às vítimas. Capacitar o aluno a identificar e realizar procedimentos básicos de primeiros socorros. Identificar os sinais vitais e a sua importância na assistência ao paciente. Identificar situações de risco para a pessoa idosa, incluindo ambientes domiciliares e extra domiciliares, entre eles os riscos no trânsito. REFERÊNCIAS BÁSICAS HAUBERT. M. Primeiros socorros. 1. ed. Porto Alegre: SAGAH, 2018. KARREN, K. J. et al. Primeiros socorros para estudantes. 10. ed. Barueri: Manole, 2013. SANTOS, N. C. M. Urgência e emergência para enfermagem: do atendimento préhospitalar (APH) à sala de emergência. 7. ed. São Paulo: Érica, 2018. TOBASE, L.; TOMAZINI, E. A. S. Urgências e emergências em enfermagem. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das diretrizes da American Heart Association 2020 para RCP e ACE. USA, 2020. AVASUS. Curso de Suporte Básico de Vida. Carga horária: 30 horas. Disponível em: https://avasus.ufrn.br/local/avasplugin/cursos/curso.php?id=174. MARTINS, H. S.; DAMASCENO, M. C. T.; AWADA, S. B. Pronto-socorro: medicina de emergência. 3. ed. Barueri, SP : Manole, 2013. QUILICI, A. P.; TIMERMAN, S. Suporte básico de vida: primeiro atendimento na emergência para profissionais da saúde. 1. ed. Barueri, SP: Manole, 2011.
TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
COMPONENTE CURRICULAR: PATOLOGIAS E AGRAVOS NA GERIATRIA I RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 3 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 45h PRÁTICA: 0h TOTAL: 45h Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Desenvolver habilidades necessárias para conhecer e identificar agravos e patologias na pessoa idosa; ✓ Atuar na promoção da saúde e prevenção de doenças no processo de envelhecimento.
1. EMENTA A disciplina busca proporcionar ao estudante o conhecimento das síndromes geriátricas, assim como, dos principais agravos e patologias que acometem a pessoa idosa nos sistemas: cardiovascular, respiratório, urinário, digestório.
2. OBJETIVOS Identificar as necessidades da pessoa idosa acometida por agravos e patologias. Conhecer as síndromes geriátricas. Conhecer as principais doenças crônicas não transmissíveis e transmissíveis e os agravos que acometem a pessoa idosa. Desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de doenças na pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS DINIZ, Lucas R.; GOMES, Daniel Christiano de A.; KITNER, Daniel. Geriatria. Rio de Janeiro: MedBook Editora, 2019. 576 p. ISBN: 9786557830048. FREITAS, Elizabete Viana de (Editoria). Tratado de geriatria e gerontologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017;2018. 1651p. ISBN: 9788527729406. TOMMASO, Ana Beatriz Galhardi D. Geriatria - Guia Prático. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. ISBN: 9788527737586. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES LIMA, Espedito Mangueira de; PINHEIRO, Ana Cláudia; BATISTA, Helen Fernanda. Prevenção de doenças e promoção da saúde do idoso. Brasília: NT Editora, 2016. 212 p. PEDROSA, Ivanilda Lacerda; LIRA, Gildeci Alvez de (Organização). Geriatria e gerontologia:abordagens em diferentes contextos. João Pessoa, PB: Editora da UFPB, 2017. 219 p. ISBN: 9788523712938, 9788523711849. COMPONENTE CURRICULAR: CUIDADOS NA PESSOA IDOSA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CURRICULAR: I HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 45h PRÁTICA:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h
15h Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Atuar na prestação dos cuidados às atividades de vida diária da pessoa idosa, dependente ou independente, estimulando a autonomia da mesma. ✓ Acompanhar ou administrar medicações por via oral de acordo com a necessidade clínica apresentada, conforme prescrição médica. ✓ Identificar situações de perigo no ambiente e recomendar adequações ambientais visando a prevenção de acidentes. ✓ Identificar os recursos disponíveis no ambiente e comunidade onde o idoso reside, de forma a viabilizar o conforto e a prevenção de lesões por pressão. ✓ Estimular a autonomia do idoso e promover o envelhecimento ativo e saudável da pessoa idosa.
1. EMENTA Embasamento teórico-prático para o desenvolvimento de habilidades voltadas para a realização dos cuidados essenciais ao idoso, favorecendo o desenvolvimento de um cuidar ético e humanizado ao idoso em seus diversos ambientes de convivência.
2. OBJETIVOS Favorecer o desenvolvimento de habilidades para o uso de técnicas assépticas no cuidado ao idoso; Apresentar as características dos ambientes frequentados pelo idoso, refletindo sobre aspectos de segurança e riscos, acessibilidade e higiene; Habilitar para a realização de medidas de higiene corporal do idoso compatível com o estado clínico apresentado; Orientar e refletir sobre a aplicação de medidas de segurança durante a realização dos cuidados ao idoso assim como a utilização de medidas de conforto compatíveis com a condição clínica ou restrição das AVDS apresentadas; Facilitar o conhecimento sobre as diferentes técnicas de alimentação e hidratação da pessoa idosa; Facilitar o conhecimento sobre os cuidados para o atendimento às necessidades de eliminação do idoso, caracterizando os aspectos fisiopatológicos; Refletir sobre o papel da família no cuidado com o idoso e Conhecer e compreender a finalidade dos cuidados paliativos e desenvolver habilidades para cuidar do corpo após a morte.
REFERÊNCIAS BÁSICAS ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. CARVALHO FILHO. E.T.; PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. COSTA, R. M., et al. Prefeitura Municipal do Natal. Secretaria Municipal de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia básico de atenção à saúde do idoso / (comissão elabora- dora). – Natal, 2016. 120 p. ELIOPOULOS, C. Enfermagem gerontológica. 9. ed. – Porto Alegre: Artmed, 2019. EUGENIO J., RAMALHO K., NASCIMENTO, E. Guia de investigação da saúde do idoso. Universidade Estadual do Maranhão – Grajaú: Saúde do adulto e do idoso, 2020. ed. 01 – (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Disponível em: https://www.uema.br/wpcontent/uploads/2021/03/Cartilha-da-Saúde-do-Idoso.pdf
FREITAS EV, P.Y. L. Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011; GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. PIUVEZAM, Grasiela; NUNES, Vilani Medeiros de Araújo. Guia prático de cuidado à saúde da pessoa idosa. 2016 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DUARTE, Y.A.O.; DIOGO, N.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São Paulo: Atheneu. 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. BERLEZI, E.M., PILLATT, A. P. FRANZ L. B. B.(org.) Fragilidade em idosos: causa e determinantes (Coleção envelhecimento, saberes e vivências). Ijuí: Ed. Unijuí, 2019. DUARTE, Maria Sônia Lopes; REZENDE, Fabiana Aparecida Canaan; SOUZA, Eliana Carla Gomes de. Abordagem Nutricional no Envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2016. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica – Brasília : Ministério da Saúde, 2006. COMPONENTE CURRICULAR: EMPREENDEDORISMO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 30h PRÁTICA: 0h TOTAL: 30h Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Desenvolver a capacidade empreendedora, identificando e aproveitando oportunidades por meio de iniciativa e visão estratégica. ✓ Desenvolver e implementar um Plano de Negócios voltado para instalação de uma pequena empresa de prestação de serviços voltadas para a pessoa idosa.
1. EMENTA Empreendedorismo: conceitos e perspectivas do empreendedorismo contemplando a criação de negócios por meio de empreendimentos individuais, de economia solidária e de cooperativas. Formas de Financiamento e elaboração de Planos de Negócio.
2. OBJETIVOS Desenvolver habilidades e atitudes empreendedoras e fomentar a cultura da cooperação; Entender o empreendedorismo como um fator de desenvolvimento econômico familiar; Identificar oportunidades de negócios; Proporcionar conhecimentos relativos à gestão e ao planejamento empresarial; Contribuir para o desenvolvimento local, integrado e sustentável, bem como para a geração de emprego e renda da comunidade através da elaboração de um plano de negócios e Desenvolver habilidades e atitudes empreendedoras.
REFERÊNCIAS BÁSICAS COOPER, Brant; VLASKOVITS, Patrick. Empreendedorismo Enxuto. São Paulo: Grupo GEN, 2016. DORNELAS, José. Plano de negócios com o modelo Canvas, 2ª. Edição. São Paulo: Empreende, 2020. SILVA, Ricardo da S E.; LESSA, Bruno de S.; FERREIRA, Adriana G.; VELHO, Adriana G.; ANASTÁCIO, Mari R. Empreendedorismo social. Porto Alegre: Sagah, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DOLABELLA, Fernando. O segredo de Luísa. 1ª. Edição. São Paulo: Sextante. 2008 DORNELAS, José. Empreendedorismo na prática. São Paulo: Editora Empreende, 2020. COMPONENTE CURRICULAR: EXTENSÃO TÉCNICA I RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CURRICULAR: I 1
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 15h
DE
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 15h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Refletir sobre a extensão universitária; ✓ Compreender a interface do ensino, pesquisa e extensão; ✓ Identificar ações de extensão relacionadas a sua prática profissional.
1. EMENTA Breve histórico da extensão universitária. Conceito, diretrizes, áreas e linhas da extensão universitária. Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Importância da extensão para formação em nível técnico. Práxis como fundamento para extensão. Formas de desenvolvimento das ações de extensão.
2. OBJETIVOS Identificar a importância da extensão para formação profissional em nível técnico. Compreender a Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Proporcionar conhecimentos sobre as formas de desenvolvimento da extensão. REFERÊNCIAS BÁSICAS GONÇALVES, Nádia Gaiofatto; QUIMELLI, Gisele Alves de Sá (orgs). Princípios da extensão universitária: contribuições para uma discussão necessária. Curitiba, editora CRV, 2020 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 61/2014. Dispõem sobre a Resolução nº 09/1993 do CONSEPE, que
regulamenta as atividades de Extensão da Universidade Federal da Paraíba e dá outras providências. Disponível em: http://www.prac.ufpb.br/prac/contents/paginas/portaarquivos/ResolucaoCONSEPE61_201 4.pdf/view. Acesso em: 19 out. 2022. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 02/2022. Dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico) e modalidades (presencial e a distância - EAD) no âmbito da UFPB. Disponível em: https://proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/curricularizacao-da-extensaodocumentos/RESOLUON02.2022CONSEPE.pdf/view. Acesso em: 19 out. 2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MOL, Jaqueline. Educação profissional e tecnológica no Brasil Contemporâneo: desafios, possibilidades e possibilidades . Porto Alegre: Grupo A, 2009. E-book. ISBN
9788536322001. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536322001/. Acesso em: 25 out. 2022. SERVA, Fernanda Mesquita. Extensão Universitária e sua Curricularização. Rio de Janeiro, Editora Lumen Juris; 2020. UNIDADE CURRICULAR II COMPONENTE CURRICULAR: HIGIENE OCUPACIONAL RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 1 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 15h PRÁTICA: 0h TOTAL: 15h Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Reconhecer os conhecimentos teóricos e técnicos da Legislação Trabalhista vigente; ✓ Empregar os preceitos legais e regulamentares sobre segurança do trabalho; ✓ Conhecer os riscos oferecidos aos Cuidadores de Idosos; ✓ Identificar e avaliar agentes biológicos, físicos, químicos e radioativos capazes de provocar doenças nos trabalhadores, propondo medidas preventivas; ✓ Analisar o ambiente de trabalho, adaptando-o ergonomicamente ao bem-estar físico e mental do trabalhador; ✓ Estruturar e desenvolver avaliação ergonômica nos ambientes de trabalho, aplicando os princípios ergonômicos na realização do trabalho.
1. EMENTA Conceitos e objetivos da higiene ocupacional; Legislação pertinente e aplicabilidade (Normas Regulamentadoras, Portarias CLT); Segurança no Trabalho; Avaliação ambiental como medida preventiva; identificação dos riscos; Manuseio de resíduos biológicos, físicos, químicos e radioativos; Métodos e Técnicas em ergonomia (análises das atividades do trabalho, postura, intervenção ergonômica nos diferentes setores do trabalho); Organização do ambiente de trabalho; Higiene Física e mental; Doenças ocupacionais.
2. OBJETIVOS Identificar os Conceitos e objetivos da higiene ocupacional; Compreender a Legislação pertinente e sua aplicabilidade (Normas Regulamentadoras, Portarias CLT); Reconhecer a importância da Segurança no Trabalho; Identificar e avaliar as consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho na área de cuidados dos idosos; Aplicar técnicas adequadas ao descarte de resíduos biológicos, físicos, químicos e radioativos; Aplicar princípios ergonômicos na realização das atividades no trabalho a fim de reduzir doenças profissionais e acidentes de trabalho, adotando postura correta; Utilizar adequadamente os Equipamentos de Proteção Individual e manter os Equipamentos de Proteção Coletiva em condições de Uso e Organizar o ambiente de trabalho; Manter a Higiene Física e mental; Reconhecer as Doenças ocupacionais. REFERÊNCIAS BÁSICAS BREVIGLIERO, Ezio; POSSEBON, José; SPINELLI, Robson. Higiene ocupacional: agentes biológicos, químicos e físicos. 9.ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2017. 453p. ISBN: 9788539612222. HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p. ISBN: 9788527722100. MASTROENI, Marco Fabio. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 338 p. ISBN: 9788573797534. PAOLESCHI, Bruno. CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: guia prático de segurança do trabalho. 1. ed. São Paulo: Érica, 2009. 128 p. ISBN: 9788536502588. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Segurança e Medicina do Trabalho: NR-1 a 33. Consolidação de Leis Trabalhistas. Lei nº6.514, de 22 de dezembro de 1977. Normas Regulamentadoras-NR, aprovadas pela Portaria nº3.214 de 8 de junho de 1978. Legislação complementar. Índices Remissivos. 65.ed. São Paulo: Atlas, 2010. (Manuais de Legislação Atlas) ISBN: 9788522457991.
COMPONENTE CURRICULAR: NUTRIÇÃO E ENVELHECIMENTO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB UNIDADE CRÉDITOS: CARGA CARGA CARGA CURRICULAR: I 2 HORÁRIA HORÁRIA HORÁRIA TEÓRICA: 30h PRÁTICA: 0h TOTAL: 30h Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Identificar a importância da educação alimentar; ✓ Compreender a relação da alimentação saudável na vida dos idosos; ✓ Identificar os nutrientes e seus componentes, bem como suas características; ✓ Relacionar a importância da alimentação na prevenção de doenças e agravos na
terceira idade.
1. EMENTA O aluno conhecerá os grupos de nutrientes e suas funções, a importância para uma alimentação saudável e a necessidade da ingesta hídrica. Aprenderá a realizar higiene e conservação correta dos alimentos. Conhecerá os principais problemas alimentares e nutricionais prevalentes no processo de envelhecimento, além de compreender a relevância de uma adequada alimentação para a promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da pessoa idosa. Dietas especiais para a prevenção de patologias (vegetariana, vegana, mediterrânea, entre outras).
2. OBJETIVOS Identificar os conceitos, princípios e estratégias para uma alimentação saudável e ingestão hídrica; Conhecer os nutrientes: carboidratos, proteínas, lipídeos, vitaminas e sais minerais bem como sua função na manutenção da saúde; Compreender a respeito da Dietoterapia e os principais cuidados de higiene com alimentos; Problemas alimentares e nutricionais (obesidade e desnutrição) prevalentes no processo de envelhecimento e Estabelecer os cuidados alimentares e nutricionais aplicados à promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS DUTHIE, E. H.; KATZ, P.R. Geriatria Prática. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FREITAS, E.V.; PY, L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. GUIMARÃES, R.M.; CUNHA, U.G.V. Sinais e Sintomas em Geriatria. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004. COMPONENTE CURRICULAR: FARMACOLOGIA GERIÁTRICA RESPOSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Compreender os aspectos básicos de farmacologia envolvidos na terapêutica medicamentosa; ✓ Conhecer as modalidades de administração dos fármacos e as diferentes formas farmacêuticas. 1.EMENTA Introdução à Farmacologia básica. Vias de Administração de Fármacos. Farmacocinética. Farmacodinâmica. Formas Farmacêuticas; Cuidados no acondicionamento dos Fármacos;
Fatores que interferem na ação dos fármacos e interação medicamentosa; Significado das terminologias utilizadas nas bulas de medicamentos; Uso Racional de Medicamentos; Polifarmácia e cuidados necessários com idosos, no uso desta terapêutica; Terapias Homeopática e Fitoterápica: conceitos e importância. Efeitos colaterais mais comuns no uso de fármacos pelo idoso, nas doenças crônicas não transmissíveis; Medicamentos Potencialmente Inapropriados para os Idosos.
2. OBJETIVOS Desenvolver conhecimentos básicos em Farmacologia; Contribuir para a utilização do Uso Racional de Medicamentos; Aprender noções básicas de como as substâncias químicas interagem com os sistemas biológicos e o uso correto dos medicamentos. REFERÊNCIAS BÁSICAS HILAL-DANDAN, Randa; BRUNTON, Laurence. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Grupo A, 2015. 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ Acesso em: 09 jun. 2022. SILVA, Penildon. Farmacologia, 8ª edição: Grupo GEN, 2010.978-85-277-20342.Disponívelem:https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-20342/Acesso em: 09 jun. 2022. KATZUNG, Bertram G.; TREVOR, Anthony J. Farmacologia básica e clínica. Grupo A, 2017. 9788580555974. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555974/. Acesso em: 09 jun. 2022 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES KATZUNG, Bertram G.; TREVOR, Anthony J. Farmacologia básica e clínica.: Grupo A,
2017. 9788580555974. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555974/. Acesso em: 27 jun 2022. GUARESCHI, Ana Paula Dias F.; CARVALHO, Luciane Vasconcelos Barreto D.; SALATI, Maria I. Medicamentos em Enfermagem, Farmacologia e Administração. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527731164. Disponível: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527731164/. Acesso: 13 out.2022.
COMPONENTE CURRICULAR: SAÚDE BUCAL NO ENVELHECIMENTO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
Pré-Requisito(s): Não se aplica
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 20h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 10h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
COMPETÊNCIAS: ✓ Conhecer os diferentes sistemas, digital e análogico, empregados na confecção de placas oclusais; ✓ Conhecer os princípios biomecânicos que regem os materiais laboratoriais empregados na confecção de placas oclusais para tratamento das disfunções temporomandibulares; ✓ Dominar as técnicas empregadas na confecção de placas oclusais; ✓ Saber manusear equipamentos empregados na confecção de placas oclusais; ✓ Saber manusear equipamentos empregados na confecção de moldeiras para clareamento dental; ✓ Executar os princípios de biossegurança em laboratório, na confecção de placas oclusais.
1. EMENTA O discente deverá, adquirir uma visão completa sobre os conceitos de saúde bucal no envelhecimento humano, conhecer as alterações fisiológicas e patológicas que ocorrem no Sistema Estomatognático, as principais manifestações bucais de doenças sistêmicas inflamatórias, infecciosa, alterações benignas e neoplásicas. Receberá um embasamento teórico e prático sobre higiene bucal, bem como medidas de promoção de saúde e prevenção de doenças. Identificará as políticas de atenção à saúde bucal do idoso. Para obtenção de êxito no processo de ensino-aprendizagem, serão realizadas aulas teóricas expositivas e interativas; aulas práticas com demonstração da atividade prática a ser executada pelo discente; leitura e discussão de artigos científicos. A metodologia avaliativa será de forma contínua, com aplicação de exercícios de sondagem de conteúdos, complementadas por avaliações teóricas e práticas.
2. OBJETIVOS Proporcionar ao discente o conhecimento sobre o sistema estomatognático, saúde bucal no envelhecimento humano, as alterações fisiológicas e patológicas que ocorrem no Sistema Estomatognático, as principais manifestações bucais de doenças sistêmicas inflamatórias, infecciosa, alterações benignas e neoplásicas, assim como aprender sobre as técnicas de higienização da cavidade bucal e das próteses bucais e principais ações de educação em saúde. Conhecer as estruturas anatômicas da cabeça e cavidade bucal; Conhecer as principais alterações fisiológicas do sistema estomatognático e cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Estudar as principais desordens temporomandibulares na terceira etapa da vida; Conhecer as principais alterações patológicas da cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Estudar as estimativas e os sinais clínicos relacionados ao câncer de cavidade bucal e câncer de pele; Conhecer os métodos de promoção de saúde bucal e prevenção de doenças; Aprender as técnicas de higienização da cavidade bucal e das próteses bucais do idoso e Identificar as políticas de atenção à saúde bucal do idoso. REFERÊNCIAS BÁSICAS BORAKS, S. Disturbios bucais na terceira idade: in: BRUNETTI,R; MONTENEGRO, FLB. Odonto geriatria: Noções de interesse Clínico. São Paulo Artes Médicas, 2002. NEVILLE, BP; DAM, JE. Patologia oral & maxfacial. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o
livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHWANKE CHA, SCHNEIDER RH. Atualizações em geriatria e gerontologia: da pesquisa básica a prática clínica. Ediprucrs. Porto Alegre, 2008, 175p. COMPONENTE CURRICULAR: BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Capacidade de conhecer a gênese da Bioética, seu desenvolvimento, paradigmas, dilemas e reflexões no contexto do envelhecimento; ✓ Capacidade de estudar as relações mútuas existentes entre a Ética, a Moral e o Direito; ✓ Capacidade de caracterizar a Bioética como uma Ética Inserida na Prática do cuidado; ✓ Capacidade de conhecer os diferentes modelos explicativos utilizados na Bioética; ✓ Capacidade de compreender a importância da bioética ambiental na saúde global e do idoso; ✓ Capacidade de refletir acerca dos aspectos éticos e envolvidos nas questões relativas à privacidade e confidencialidade, ao tratamento das doenças, problemas de final de vida, alocação de recursos escassos, respeito à pessoa idosa e tomada de decisão; ✓ Capacidade de conhecer os princípios dos Cuidados Paliativos, bem como os fatores determinantes do atendimento humanizado. 1.EMENTA Evolução histórica da Bioética: Conceitos fundamentais. Principialismo bioético: autonomia, beneficência, não maleficência, e justiça. A bioética e a questão da exclusão social do idoso. A bioética ambiental e a saúde global - a participação da sociedade na luta por um ambiente equilibrado para todos. Estudo das inter-relações existentes entre a bioética no processo de envelhecimento inserida nas questões relativas à prática profissional do cuidador de idosos. Dilemas éticos que envolvem o processo de envelhecimento e finitude. Princípios dos Cuidados Paliativos, bem como fatores determinantes do atendimento humanizado.
2. OBJETIVOS Proporcionar ao aluno do Curso Técnico em Cuidados de Idosos o conhecimento acerca da gênese da Bioética, seu desenvolvimento, paradigmas, dilemas e reflexões no contexto do envelhecimento; Estudar as relações mútuas existentes entre a Ética, a Moral e o Direito; Caracterizar a Bioética como uma Ética Inserida na Prática do cuidado; Conhecer os diferentes modelos explicativos utilizados na Bioética; Refletir acerca dos aspectos éticos e envolvidos nas questões relativas à privacidade e confidencialidade, ao tratamento das doenças, problemas
de final de vida, alocação de recursos escassos, respeito à pessoa idosa e tomada de decisão e Conhecer os princípios dos Cuidados Paliativos, bem como os fatores determinantes do atendimento humanizado. REFERÊNCIAS BÁSICAS BATISTA, P. S.; SALLES, A. A. Bioética e processos de religiosidade entre os pacientes com doenças terminais no Brasil. Rev. Bioét, v. 22, n. 3, 2014. BIFULCO,V.A.; CAPONEIRO, R. Cuidados paliativos. conversas sobre a vida e a morte na saúde. São Paulo: Manole, 2015. CARVALHO, R. T.; PARSONS, H. A. (Org.) Manual de Cuidados Paliativos ANCP. 2.ed. São Paulo: s. n., 2012. CHALITA, G. Os dez mandamentos da Ética. Rio de Janeiro: Nova fronteira, 2003. 222p. KUBLER-ROSS, E. Sobre a morte e o morrer. São Paulo: Martins Fontes, 2012. RIGO,R. et al. Cuidados paliativos em geriatria e gerontologia. São Paulo: Atheneu, 2012. SINGER, Peter; CAMARGO, Jefferson Luiz. Ética prática. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2018. 480 p. ISBN: 9788580633184. VASCONCELOS, E.M.A. A espiritualidade no cuidado e na educação em saúde. In: VASCONCELOS, EM (Org.). Espiritualidade no trabalho em saúde. São Paulo: Hucitec, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. CHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. COMPONENTE CURRICULAR: SEXUALIDADE NO ENVELHECIMENTO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 15h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 15h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ O aluno deve estar apto a compreender a sexualidade no processo de envelhecimento humano e ser capaz de atuar junto à equipe multiprofissional de saúde, bem como junto aos idosos, familiares e cuidadores, com atividades educativas acerca da sexualidade no processo de envelhecimento humano. 1.EMENTA
Introduzir os conceitos básicos acerca das questões relacionadas ao envelhecimento, sexualidade e gênero, através da compreensão da sexualidade do idoso, nos aspectos: biológico, ético e religioso, objetivando orientar a pessoa idosa, na prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis, bem como proporcionar à pessoa idosa a compreensão no tocante ao climatério e menopausa, nas mulheres e deficiência androgênica nos homens. Compreender e respeitar idosos: heterossexual, homossexual e bissexual e orientar a pessoa idosa nos impactos dos agravos e da medicação na sexualidade. 2.OBJETIVOS Proporcionar conhecimentos sobre gênero e sexualidade relacionados ao envelhecimento. Identificar as principais alterações na sexualidade na pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS FELICIANO, A.; GALINHA, S. Percepções dos idosos sobre a sexualidade em idades avançadas – estudo exploratório. Rev. UIIPS. 2017; 5(3): 160-169. FREITAS, E. V., et al. Tratado de geriatria e gerontologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. KAUFMAN, Fani, G,. et al. Novo velho: envelhecimento, olhares e perspectivas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012. NERY, V.A.S.; VALENÇA, T.S.C.; Sexo e sexualidade no processo de envelhecimento. Revista Eletrônica da Fainor. 2014. Vitória da Conquista, v.7, n.2, p.20-32, jul./dez. ROZENDO, A.S.; ALVES, J.M. Sexualidade na terceira idade: tabus e realidade. Revista Kairós Gerontologia, São Paulo, 2015.18(3): 95-107. TERRA, L. Newton, et al. Sexualidade, menopausa, andropausa e disfunção erétil no envelhecimento: compreensão e manejo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2014. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES UCHÔA, Y.S.; COSTA, D.C.A.; SILVA JUNIOR, I.A.P., et al. A sexualidade sob o olhar da pessoa idosa. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro, 2016; 19(6): 939-949. VIEIRA, K.F.L.; COUTINHO, M.P.L.; SARAIVA, E.R.A. A sexualidade na velhice: representações sociais de idosos frequentadores de um grupo de convivência. Psicologia: ciência e profissão. jan./mar. 2016. 36 (1), 196-209. COMPONENTE CURRICULAR: PATOLOGIAS E AGRAVOS NA GERIATRIA II RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 3
Pré-Requisito(s): Não se aplica
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 33h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 12h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 45h
COMPETÊNCIAS: ✓ Desenvolver habilidades necessárias para conhecer e identificar agravos e patologias na pessoa idosa. Atuar na promoção da saúde e prevenção de doenças no processo de envelhecimento. Observar a pessoa idosa no processo de adoecimento físico e/ou psíquico. 1.EMENTA A disciplina busca proporcionar ao estudante o conhecimento dos principais agravos e patologias que acometem a pessoa idosa nos sistemas: endócrino, imunológico muscoesquelético e nervoso. 2.OBJETIVOS Identificar as necessidades da pessoa idosa acometida por agravos e patologias. Conhecer as principais doenças crônicas não transmissíveis e transmissíveis e os agravos que acometem a pessoa idosa. Desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de doenças na pessoa idosa. Conhecer e identificar as formas de violência contra a pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS DINIZ, Lucas R.; GOMES, Daniel Christiano de A.; KITNER, Daniel. Geriatria. Rio de Janeiro: MedBook Editora, 2019. 576 p. ISBN: 9786557830048. FREITAS, Elizabete Viana de (Editoria). Tratado de geriatria e gerontologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017;2018. 1651p. ISBN: 9788527729406. TOMMASO, Ana Beatriz Galhardi D. Geriatria - Guia Prático. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. ISBN: 9788527737586. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES LIMA, Espedito Mangueira de; PINHEIRO, Ana Cláudia; BATISTA, Helen Fernanda. Prevenção de doenças e promoção da saúde do idoso. Brasília: NT Editora, 2016. 212 p. PEDROSA, Ivanilda Lacerda; LIRA, Gildeci Alvez de (Organização). Geriatria e gerontologia:abordagens em diferentes contextos. João Pessoa, PB: Editora da UFPB,
2017. 219 p. ISBN: 9788523712938, 9788523711849. COMPONENTE CURRICULAR: EMERGÊNCIA GERIÁTRICA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 20h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 10h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Compreender a atuação do técnico em cuidados de idosos na comunidade. ✓ Aplicar o conhecimento do exercício profissional do técnico em cuidados de idosos na atenção à pessoa idosa, sua família e a comunidade nas diversas situações de emergências dentro e fora do ambiente domiciliar.
1. EMENTA A abordagem inicial em situações de emergência geriátrica torna-se primordial para reduzir a
morbidade e prevenir mortalidade por complicações nos diversos sistemas.
2. OBJETIVOS Conhecer as principais emergências geriátricas no comprometimento dos diversos sistemas afim de manutenção dos sinais vitais e a garantia da vida durante a execução dos cuidados. REFERÊNCIAS BÁSICAS CABRAL, K. N. CURIATI, J A É. CURIATI, P K. JUNIOR, L A G. Manual de urgências e emergências geriátricas- Série Rotina nas Emergências do Hospital Sírio Libanês. Editora Atheneu LTDA. 2019. STOBÄUS C, TERRA N.L, VIANA P. Manual de primeiros socorros para cuidadores de idosos. EdiPUCRS. Porto Alegre. 2017. STOBÄUS C, TERRA N.L, VIANA P, EIFLRE P. Primeiros socorros para portadores da doença de Alzheimer. EdiPUCRS. Porto Alegre.2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AHA. Adult Basic Life Support. 2020 International Consensus on Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care Science With Treatment. COMPONENTE CURRICULAR: LAZER E ENVELHECIMENTO RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 10h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 20h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Conhecer diferentes atividades de lazer direcionadas a pessoa idosa; ✓ Reconhecer a importância do lazer, atividade física e laborativa para o envelhecimento ativo.
1. EMENTA Compreenderá a importância do lazer na sociedade contemporânea. Contextualização das diversas práticas de atividades físicas que podem ser utilizadas para o lazer, recreação e a qualidade de vida da pessoa idosa. Planejamento, organização, gerenciamento e aplicação de atividades recreativas e ocupacionais. Conhecimento da importância do desenvolvimento e incentivo da realização das atividades laborais para a qualidade de vida da pessoa idosa.
2. OBJETIVOS Capacitar o técnico em cuidados de idosos a desenvolver atividades de lazer para pessoas idosas, respeitando suas virtudes e limitações; Compreender a importância do desenvolvimento de atividades de lazer, recreativas e laborativas para a qualidade de vida da pessoa idosa; Proporcionar conhecimento teórico e prático, para desenvolver nos futuros cuidadores de pessoas idosas a compreensão da necessidade de incentivar a pessoa idosa a desenvolver atividades de lazer, ocupacionais e laborais para uma melhor qualidade de vida; Incentivar a prática de atividades físicas, através de ações educativas; Acompanhar a pessoa idosa na prática de atividades físicas e recreativas e Estimular a execução de atividades de
vida diária e instrumental, contribuindo para a manutenção da independência e autonomia da pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS NERI, Anita Liberalesso. Qualidade de vida na velhice: enfoque multidisciplinar. Campinas: Alínea, 2007. 300p. (Coleção Velhice e Sociedade) ISBN: 9788575161944. MORAGAS MORAGAS, Ricardo; RODRIGUES, Nara C. Gerontologia Social: envelhecimento e qualidade de vida. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2004. 283 p. (Coleção Sociologia Atual) ISBN: 857311715. SILVA, Débora Alice Machado da et al. Importância da recreação e do lazer (Cadernos interativos – elementos para o desenvolvimento de políticas, programas e projetos intersetoriais, enfatizando a relação lazer, escola e processo educativo). Brasília : Gráfica e Editora Ideal, 2011. 52 p. ; 25 cm. – ISBN: 978-85-89196-36-9. FREITAS, Elizabete Viana de; PY, Ligia (Editora). Tratado de geriatria e gerontologia.
4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017;2018. 1696 p. ISBN: 9788527729406. PEDROSA, Ivanilda Lacerda; LIRA, Gildeci Alves de (Organização). Geriatria e gerontologia:abordagens em diferentes contextos. João Pessoa, PB: Editora da UFPB,
2017. 219 p. ISBN: 9788523712938, 9788523711849. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SILVA, Roberta Nogueira da.Os benefícios da recreação e do turismo no tempo de lazer na terceira idade: um estudo no Grupo Fênix, João Pessoa, PB Roberta Nogueira da Silva; orientação de Maria Carolina Cavalcante Dias - João Pessoa:Autor, 2019.42 f. : il. DOMINGUES, Marisa Accioly; LEMOS, Naira Dutra. Gerontologia: os desafios nos diversos cenários da atenção. Barueri: Manole, 2010. 584 p. ISBN: 9788520428467. OLIVEIRA, Fabíola dos Santos Dornellas; PIMENTEL, Maria da Graça Von Kruger. EXERCÍCIOS TERAPÊUTICOS E COGNITIVOS PARA UM GRUPO DE IDOSOS ATIVOS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. CADERNOS DE EDUCAÇÃO, SAÚDE E FISIOTERAPIA, v. 5, n. 10, 2018. Sousa, Nathânia Kaliery Lucena. Terapia facilitada por cães: estudo de caso. Areia, PB: s.n., 2016. 50 p. COMPONENTE CURRICULAR: CONTAÇÃO, AUDIÇÃO DE HISTÓRIA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
Pré-Requisito(s): Não se aplica
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 30h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 0h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
COMPETÊNCIAS: ✓ Conhecer e desenvolver técnicas de recordação e contação de histórias para idosos buscando explorar, valorizar e revigorar a memória de tempos ancestrais de quem é cuidado, estimulando a sua socialização com o mundo em que está inserido. ✓ Reconhecer a importância da pessoa idosa, enquanto elo entre o passado e o presente, expresso por meio da recordação de história de vida como dispositivo de prevenção e ativação da memória.
1. EMENTA Introdução à contação de histórias; Contadores de histórias no processo do desenvolvimento humano; A memória dos velhos; A importância pra tradição literária; A contação de histórias e sua relação com a saúde; O compromisso social, ético e moral do contador de histórias; Por que contar histórias, que história contar, como contar histórias? Estudando uma história; Técnicas de contação de histórias; Confecção de materiais de apoio e Seminário de práticas de contação de histórias. 2.OBJETIVOS Compreender a leitura e a contação de histórias como instrumentos de cuidado, saúde e bem estar; Refletir sobre a função social da pessoa idosa como guardiã da memória e da tradição; Propiciar vivências de processos de criação e expressão de quem conta e de quem ouve; Praticar contação e audição de histórias; Realizar oficinas de contação de histórias e Organizar oficinas que estimulem o exercício da memória. REFERÊNCIAS BÁSICAS MELLON, N.. A arte de contar histórias.. 1.ed.. Rio de Janeiro. Rocco:. 2006. SILVA, M.B.C.. Contar Histórias uma arte sem idade.. 10.ed.. São Paulo: Ática:. 2008. LISBOA, M.. Para contar histórias: teoria e prática: narrativa, dramatização, música e projetos. . Rio de Janeiro: Wak Editora. 2010 DOHME, V.. Técnicas de contar histórias: um guia para desenvolver as suas habilidades e obter sucesso na apresentação de uma história.. 2ª ed. Rio de Janeiro.. Vozes. 2010 SILVA, A. L. G. Histórias de leitura na terceira idade: memórias individuais e coletivas. PACO EDITORIAL, 2015. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BEAUVOIR, Simone.. A velhice: as relações com o mundo. . São Paulo: Difusão Européia do Livro. 1970. BIBLIOTERAPIA PARA O IDOSO PROJETO RENASCER: um relato de experiência Informação & Sociedade: Estudos, 8(1). v.8 n.1 1998. BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 17.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. 484p. ISBN: 9788571643932.
COMPONENTE CURRICULAR: GERONTECNOLOGIA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 1
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 05h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 10h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 15h
Pré-Requisito(s): Não se aplica COMPETÊNCIAS: ✓ Conhecimento sobre as gerontecnologias e suas aplicações em diversos contextos da pessoa idosa. 1.EMENTA Aspectos conceituais e teóricos da gerontecnologia e contextos de aplicação. Inclusão digital e o uso da gerontecnologia como ferramenta para a promoção do desenvolvimento de habilidades, saúde, autonomia, assistência, acompanhamento e o cuidado do idoso.
2. OBJETIVOS Capacitar o discente quanto ao uso da gerontecnologia no atendimento à pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS CASTRO, C. S. S. Gerontecnologia – Contribuições da Tecnologia para a vida das pessoas. Estudos sobre Envelhecimento. V. 30, n 74. Agosto de 2019.p 08-21. CHIARELLI, T. M. Tecnologias e envelhecimento ativo. São Paulo: Editora Senac, 2020 FELIX, J. S. Gerontecnologia: contribuições para a qualidade de vida dos idosos. Revista Kairós: Gerontologia, v. 23, p. 51-59, 2020. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ILHA, S. et al. Gerontotecnologias utilizadas pelos familiares/cuidadores de idosos com Alzheimer: contribuição ao cuidado complexo. Texto & Contexto-Enfermagem, v. 27, n. 4, 2018. MACHADO, L.; BEHAR, P. A.; DOLL, J. Gerontotecnologia: presença das tecnologias no processo de envelhecimento. In: A. J. Ferreira, L. R; Machado, C. T; Wehmeyer, L. GIRAFFA; E. T. FARIA; E. RIBAS. (Org.). (Re)invenção pedagógica? Reflexões acerca do uso de tecnologias digitais na educação. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012, v. 1, p. 146157. COMPONENTE CURRICULAR: PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADA RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 4
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 05h
Pré-Requisito(s): Prática Profissional Supervisionada
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 55h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h
COMPETÊNCIAS: Compreender a atuação do Técnico em Cuidados de Idosos na resolução de problemas típicos de sua profissão, em diferentes cenários de cuidados, considerando para tanto o uso transdisciplinar dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
1. EMENTA Realização de ações/resolução de problemas inerentes à profissão de Técnico em Cuidados de Idosos, em ambiente fictício, realístico ou real de prática, levando em consideração o contexto proposto. 2.OBJETIVOS Desenvolver as ações práticas inerentes ao Técnico em Cuidados de Idosos; Contribuir para o diálogo entre as disciplinas que integram o respectivo período letivo, numa perspectiva transdisciplinar; Promover a articulação teoria-prática dos conhecimentos científicos e tecnológicos do curso e Promover a integração do estudante com o mundo do trabalho. REFERÊNCIAS BÁSICAS VERAS, Renato Peixoto. Formação Humana em Geriatria e Geron-tologia: Uma Perspectiva Interdisciplinar/ Maria Angélica Sanchez, Renato Peixoto Veras & Roberto Alves Lourenço – 3. Ed. – Rio de Janeiro – RJ: Thieme Revinter Publicações, 2019. FREITAS, Elizabete Viana De. Tratado de geriatria e gerontologia/Elizabete Viana de Freitas, Ligia Py. – 4. ed. – [Reimpr.]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Marisa Accioly Rodrigues da Costa Domingues, Yeda A. O. Duarte. Rede de suporte social e envelhecimento: instrumento de avaliação. --São Paulo: Blucher, 2020. 244p. Moraes Berlezi, Ana Paula Pillatt, Ligia Beatriz Bento Franz. Fragilidade em idosos : causa e determinantes. – Ijuí: Ed. Unijuí, 2019. 120 p. - (Coleção envelhecimento, saberes e vivências). COMPONENTE CURRICULAR: Unidade Curricular de Extensão Técnica II RESPONSÁVEL: CPT-ETS/UFPB
UNIDADE CURRICULAR: I
CRÉDITOS: 2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 15h
CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 15h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h
Pré-Requisito(s): Não se aplica. COMPETÊNCIAS: ✓ Desenvolver ações de extensão. Refletir sobre a extensão universitária. ✓ Compreender a interface do ensino, pesquisa e extensão. ✓ Identificar ações de extensão relacionadas a sua prática profissional. ✓ Desenvolver ações de extensão. 1.EMENTA
Construção e aplicação de ações de extensão para a comunidade externa por meio da integralização dos saberes adquiridos nas unidades curriculares do curso, incluindo temáticas que abordem culturas afro-Brasileiras e indígenas, inclusão (necessidades específicas e diversidade), assim como a inclusão de outras temáticas recomendadas pela legislação vigente. Também serão abordados processos educativos no contexto das práticas no SUS, como a educação permanente em saúde na prática das equipes da Estratégia Saúde da Família. 2.OBJETIVOS Participar da elaboração do planejamento, preparo, implementação e avaliação das ações de extensão; Desenvolver por meio do trabalho em equipe, ações assistenciais, educativas, de vigilância em saúde e de pesquisa nos serviços de atenção à saúde e na comunidade visando à promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos e recuperação da saúde com qualidade e resolutividade. REFERÊNCIAS BÁSICAS GONÇALVES, Nádia Gaiofatto; QUIMELLI, Gisele Alves de Sá (orgs). Princípios da extensão universitária: contribuições para uma discussão necessária. Curitiba, editora CRV, 2020 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 61/2014. Dispõem sobre a Resolução nº 09/1993 do CONSEPE, que regulamenta as atividades de Extensão da Universidade Federal da Paraíba e dá outras providências. Disponível em: http://www.prac.ufpb.br/prac/contents/paginas/portaarquivos/ResolucaoCONSEPE61_2014.pd f/view. Acesso em: 19 out. 2022. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Conselho Universitário. Resolução CONSEPE nº 02/2022. Dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico) e modalidades (presencial e a distância - EAD) no âmbito da UFPB. Disponível em: https://proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/curricularizacao-da-extensaodocumentos/RESOLUON02.2022CONSEPE.pdf/view. Acesso em: 19 out. 2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MOL, Jaqueline. Educação profissional e tecnológica no Brasil Contemporâneo: desafios, possibilidades e possibilidades . Porto Alegre: Grupo A, 2009. E-book. ISBN
9788536322001. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536322001/. Acesso em: 25 out. 2022. SERVA, Fernanda Mesquita. Extensão Universitária e sua Curricularização. Rio de Janeiro, Editora Lumen Juris; 2020.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
Emitido em 18/01/2023 RESOLUÇÃO Nº 07/2023 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 7) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 04/05/2023 15:46 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234
Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 7, ano: 2023, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 04/05/2023 e o código de verificação: 622dfb5561
