UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 46/2024

UFPB-CONSEPE-RES-46-2024
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia na modalidade presencial e na forma de oferta subsequente.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (48)

48 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo, art. 2º“Constituição Federal, artigos de 194 a 200.”
  • cita
    Res. CFF 485/2008 em: Anexo, art. 2º“Resolução nº 485, de 21 de agosto de 2008.”
  • cita
    Res. CFM 1.639/2002 em: Anexo, art. 2º“Resolução CFM No 1.639/02 sobre arquivamento de lâminas.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 1/2004 em: Anexo, art. 2º“O Art. 3º, §2º da Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004 estabelece que os estagiários com deficiência terão o direito a serviços de apoio de profissionais da educação especial e de...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo“● Resolução Nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo, art. 2º“Resolução nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo“Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2, de 15 de dezembro de 2020, instituído pelo Ministério da...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo“Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo“● Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica;”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo, art. 2º“Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021.”
  • cita
    Res. CNS 453/2012 em: Anexo, art. 2º“Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde.”
  • cita
    Res. CNS 466/2012 em: Anexo, art. 2º“Resolução Nº 466, de 12 de dezembro de 2012.”
  • cita
    Decreto 5.154/2004 em: Anexo“● Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004 que regulamenta o § 2º do artigo 36, e os artigos 39 a 41 a Lei nº 9.394/96;”
  • cita
    Decreto 5.626/2005 em: Anexo, art. 2º“Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.”
  • cita
    Decreto 7.037/2009 em: Anexo“Decreto nº 7.037/2009”
  • cita
    Decreto 7.508/2011 em: Anexo, art. 2º“Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011.”
  • cita
    Decreto-Lei 1.044/1969 em: Anexo““Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044,...”
  • cita
    Decreto-Lei 875/1953 em: Anexo“de Vasconcelos Costa, à época, Diretor Geral do Departamento Estadual de Saúde Pública, teve a iniciativa de conceder ao Estado da Paraíba uma Escola de Auxiliar de Enfermagem por meio do...”
  • cita
    Lei 10.098/2000 em: Anexo, art. 2º“62 abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.”
  • cita
    Lei 10.436/2002 em: Anexo, art. 2º“Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002.”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo“Lei nº 9394/1996 Lei 10.639/2003 Lei 11.645/2008 Res. CNE/CP Nº 1, de 17/06/2004.”
  • cita
    Lei 10.741/2003 em: Anexo“Lei nº 10.741/2003”
  • cita
    Lei 11.645/2008 em: Anexo“Lei nº 9394/1996 Lei 10.639/2003 Lei 11.645/2008 Res. CNE/CP Nº 1, de 17/06/2004.”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo“Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo, art. 2º“Conforme a Lei 11.788/2008 no Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.”
  • cita
    Lei 11.947/2009 em: Anexo“Lei nº 11.947/2009”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: Anexo, art. 2º“Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012.”
  • cita
    Lei 12.990/2014 em: Anexo“Com o objetivo de democratizar o acesso ao curso, haverá vagas ofertadas para diversos grupos sociais, conforme preconiza a Lei nº 12.990 de 09 de junho de 2014 que trata da reserva de 20% das...”
  • cita
    Lei 13.005/2014 em: Anexo“● Lei N° 13.005/2014 - Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências;”
  • cita
    Lei 13.409/2016 em: Anexo“Lei 12711 de 29 de agosto de 2012 e Lei nº 13.409, de 2016 que trata das cotas para ingresso nas Universidades Federais e nas Instituições Federais de Ensino Técnico de Nível Médio, à saber: “Art....”
  • cita
    Lei 13.409/2016 em: Anexo, art. 2º“Lei nº 13.409, de 28 de dezembro de 2016.”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo“Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas...”
  • cita
    Lei 8.080/1990 em: Anexo, art. 2º“Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011.”
  • cita
    Lei 8.142/1990 em: Anexo, art. 2º“Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“De acordo com suas características, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo, art. 2º“Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo, art. 2º“LDB.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“Nesse contexto, no campo da educação, se estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional com a Resolução 9.394/96, em que se exige das instituições de ensino modificações no que concerne a...”
  • cita
    Lei 9.503/1997 em: Anexo“o Lei nº 9.503/1997”
  • cita
    Lei 9.795/1999 em: Anexo“Lei nº 9.795/1999”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2007 em: Anexo“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da CONSEPE 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo, art. 2º“Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015.”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo“7.7 Da Dilatação Para Integralização Curricular Em conformidade com a Resolução CONSEPE 29/2020 fica compreendido que: “A dilatação de prazo para conclusão de curso é caracterizada pelo período...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo, art. 2º“O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça: “Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico.”
  • cita
    Res. CONSEPE 38/2018 em: Anexo, art. 2º“O Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, por meio da Política de Assistência Estudantil do CPT-ETS/UFPB desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos...”
  • cita
    Res. CONSEPE 40/2003 em: Anexo“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da CONSEPE 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
  • cita
    Res. CONSUNI 05/2000 em: Anexo“Por meio do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, a Escola Técnica de Enfermagem passou a ser denominada Escola Técnica de Saúde (ETS) da UFPB com aprovação da Resolução do CONSUNI 05/2000 em 28/06/2000.”
  • cita
    Portaria ETS 48/2023 em: Anexo“SUPERINTENDENTE DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Jairo de Pontes Gomes DIRETORA GERAL Maria Soraya Pereira Franco Adriano VICE-DIRETORA Fábia Danielle Sales Cunha Medeiros e Silva COMISSÃO...”

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 51 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 9 artigo(s) com âncora.

1

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO No 46/2024

Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia na modalidade presencial e na forma de oferta subsequente.

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, através da Câmara de Graduação, de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e de Assistência Estudantil, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada no dia 07 de julho de 2024 (Processo nº 23074.044961/2023-69).

RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Citopatologia, em nível médio, na modalidade presencial, a ser ministrado pelo Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO) do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPT-ETS), Campus I. Parárafo único. As definições relativas aos objetivos do curso, perfil profissional, competências, atitudes e habilidades e campo de atuação dos formandos encontram-se relacionadas no anexo I.

Art. 2° O Curso Técnico em Citopatologia tem como finalidade conferir a certificação de Técnico em Citopatologia aos alunos que cumprirem as determinações constantes no Projeto Político Pedagógico do curso.

Art. 3º O Projeto Pedagógico do Curso faz parte da presente Resolução por meio do seu Anexo I.

Art. 4º Fica aprovada a programação e realização do Curso Técnico em Citopatologia na modalidade de Educação Profissional Presencial pelo Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO) do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPTETS), no Eixo Tecnológico de Ambiente e Saúde, com carga horária de 1.320 horas.

Art. 5º O referido Curso realizar-se-á no Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPT-ETS) Campus I da UFPB, na cidade de João Pessoa-PB, obedecerá ao projeto pedagógico em

anexo a esta Resolução.

Art. 6° O curso oferecerá um total de 30 vagas, com ingressos anuais obedecendo às diretrizes constantes no Projeto Pedagógico Institucional.

Art. 7° O curso será oferecido no turno diurno.

2

Art. 8º A seleção será pública através de edital ou mediante estabelecimento de convênios.

Art. 9º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 02 de dezembro de 2024.

Terezinha Domiciano Dantas Martins Presidente

[página 3 — sem camada de texto; texto obtido por OCR]

ANEXO IDA RESOLUÇÃO Nº 46/2024 DO CONSEPE

—-— hs o UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

TEC - CPT - ETS/UFPB [fim da página 3]

4

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

REITOR Valdiney Veloso Gouveia VICE-REITORA Liana Filgueira Albuquerque

SUPERINTENDENTE DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Jairo de Pontes Gomes DIRETORA GERAL Maria Soraya Pereira Franco Adriano VICE-DIRETORA Fábia Danielle Sales Cunha Medeiros e Silva COMISSÃO DE FORMULAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM CITOPATOLOGIA (Portaria nº 48/2023 - CCS-ETS)

Ana Carolina Bernardes Dulgheroff Carmem Gabriela Gomes de Figueiredo Claudenice Rodrigues do Nascimento Fabíola Fialho Furtado Gouvêa João Felipe Bezerra Renata Coelho Freire Batista Queiroz Ronaldo Rodrigues Sarmento Vilson Lacerda Brasileiro Junior Assessoria Pedagógica Luciane Alves Coutinho Representante discente Fernando Soares da Silva Neto

5 DADOS DA INSTITUIÇÃO

Mantenedora: (15590) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Sigla: UFPB Natureza Jurídica: Autarquia Federal CNPJ: 24.098.477/0001-10 Mantida: (579) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB Organização Acadêmica: Universidade Categoria Administrativa: Pública Federal Endereço: Cidade Universitária, s/n, Campus I, CEP: 58051-900, Bairro: Castelo Branco, Município: João Pessoa, UF: PB. Sítio: www.ufpb.br

Nome da Unidade - Sigla: (354) CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO - ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UFPB – ETS/UFPB Endereço: Cidade Universitária -- Bairro: Castelo Branco - João Pessoa: Paraíba CEP: 58051-900 Telefone: (83) 3216-7400 E-mail de contato: direcao@ets.ufpb.br Site da unidade: https://www.ets.ufpb.br/

1.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente documento constitui-se do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) Técnico em

6 Citopatologia do Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde (CPTETS/UFPB) da Universidade Federal da Paraíba, referente ao eixo tecnológico Ambiente e Saúde do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Este PPC propõe contextualizar e definir as diretrizes pedagógicas para o respectivo curso técnico de nível médio do CPT-ETS/UFPB, destinado a estudantes que já concluíram o ensino médio. Este PPC configura‐se como uma proposta curricular baseada nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2012) que exigem mudanças na formação do profissional, propondo novos cenários de estudo que vão além da sala de aula. Para tanto, o projeto pedagógico contempla a busca pela formação integral e adequada do discente, por meio da articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão/assistência conforme o Conselho Nacional de Educação (BRASIL, 2021). No referido Projeto Pedagógico, encontram-se presentes as diretrizes institucionais por meio dos objetivos desta instituição refletindo a educação profissional como uma prática social que norteia a transformação de vidas, através da promoção da formação humana integral através da oferta de uma educação profissional e tecnológica que busca articular ciência, tecnologia, cultura e trabalho, oportunizando à formação de um profissional crítico, reflexivo, técnico, ético, cidadão. A presente proposta tem por finalidade a formação de técnicos de nível médio para atuarem em diferentes campos de trabalho que apresentem correlação com os eixos tecnológicos por meio de uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos oficiais e profissionais. Os cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB estão estruturados buscando garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos ofertados, no que se refere ao tempo de duração, a articulação entre as bases científicas e tecnológicas, às práticas interdisciplinares, a organização curricular com núcleos comuns, às condições de laboratórios e equipamentos, às atividades de prática profissional, às formas de acompanhamento e avaliação, assim como nas demais condições de ensino. Em adição, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontaram novas orientações que devem ser necessariamente adotadas por todas as instituições do ensino do país, atendendo o artigo nº 25 da Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica (DCNGE PT), Resolução Nº 01 do CNE, de 05 de janeiro de 2022. Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/1996) pelas Leis de nº 11.741/2008 e de nº 13.415/2017, no tocante à Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), com foco na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e Formação Técnica e Profissional. Assim, a Universidade Federal da Paraíba com a identidade e papel estratégico possuindo, Educação Profissional Tecnológica, por meio CPT-ETS/UFPB tem o protagonismo e

7 compromisso com o desenvolvimento científico, tecnológico e social inclusivo no estado da Paraíba, pertencente a Região Nordeste, que possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,658 (IBGE, 2010), detendo um dos menores índice do país.

A vista disso, este Projeto Pedagógico demonstra os pressupostos teóricos, didáticopedagógicos e metodológicos que embasam a criação do Curso Técnico em Citopatologia em consonância com o PPP institucional. No âmbito geral do referido documento, estarão demonstrados os princípios e conceitos que embasarão o processo de ensino e de aprendizagem destinados a todas as ações pedagógicas. A comissão de elaboração do PPC do Curso Técnico em Citopatologia, instituída pela portaria Nº 48 / 2023 - CCS-ETS de 11.01.16.16, justifica a criação do Curso Técnico em Citopatologia, com base no contexto do trabalho nas áreas de laboratórios de Citopatologia em âmbito nacional, regional e local, com foco nas demandas para os campos da Citologia e Histologia, que por sua vez apresentam uma necessidade crescente desse profissional no mercado de trabalho, principalmente a nível estadual, uma vez que essa formação não é contemplada em nenhuma instituição de ensino na Paraíba. Além disso, a criação do curso contribuiria no cumprimento com o disposto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) desta Universidade que prevê a oferta de mais cursos técnicos.

2.

APRESENTAÇÃO DA UNIDADE Na década de 1950, com os problemas de saúde da população do Nordeste, o Dr. Lúcio

de Vasconcelos Costa, à época, Diretor Geral do Departamento Estadual de Saúde Pública, teve a iniciativa de conceder ao Estado da Paraíba uma Escola de Auxiliar de Enfermagem por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, do então Governador do Estado, Ministro José Américo de Almeida, o que propiciou a criação da Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba, cuja inauguração se deu em primeiro de maio de 1953. Em de 02 de dezembro de 1955, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, na ocasião a Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba, foi incorporada à referida Universidade, sendo transformada em curso, ficando sob a responsabilidade da Faculdade de Medicina. No ano de 1995, surge a criação do Departamento de Enfermagem de Nível Médio (DENM). Em 1996, ocorreu a extinção do DENM. No mesmo ano, foi aprovada a Resolução CONSUNI/UFPB, sob nº 22/1996, que alterou o nome para Escola Técnica de Enfermagem de

8 Nível Médio. Nesse contexto, no campo da educação, se estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional com a Resolução 9.394/96, em que se exige das instituições de ensino modificações no que concerne a organização da educação profissional de jovens e adultos trabalhadores. Diante dessas Diretrizes, a Escola Técnica buscou adequar-se às novas exigências da sociedade, bem como a aplicabilidade dos parâmetros da educação profissional. No ano de 1997, passou a fazer parte do Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais (CONDETUF) desta forma, adquiriu orçamento anual próprio. Por meio do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, a Escola Técnica de Enfermagem passou a ser denominada Escola Técnica de Saúde (ETS) da UFPB com aprovação da Resolução do CONSUNI 05/2000 em 28/06/2000. Inicialmente oferecia apenas o curso técnico em Enfermagem. Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da CONSEPE 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, através da resolução 16/2007 de 09 de abril de 2007. Por indicação do Ministério da Educação e Cultura, o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, implantado inicialmente como curso experimental, precisou convergir para o Curso Técnico em Análises Clínicas, uma vez que este curso já constava no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação e Cultura e se assemelhava ao Curso Técnico em Biodiagnóstico em muitos aspectos. Ainda no ano de 2015, foi aprovada na UFPB a criação do Curso Técnico em Cuidados de Idosos e, em 2021, o Curso Técnico em Registro de Informações em Saúde. Cumpre assinalar que no dia 06 de setembro do ano em curso, o desmembramento da Escola Técnica de Saúde do Centro de Ciências da Saúde, obteve aprovação por unanimidade em sessão plenária do CONSUNI, autorizando-se a criação do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS). Logo, tornou-se o 17º centro de ensino da Universidade Federal da Paraíba (Figura 1). Destaca-se, que no dia 03 de novembro do ano em curso foi publicado no Diário Oficial da União, (DOU), em sua sessão: 01 da página 101 de sua 208 edição, por meio da RESOLUÇÃO Nº 14, DE 24 DE OUTUBRO DE 2022, do Conselho Universitário- CONSUNI, cria no Campus I da UFPB o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (CPT-ETS). Desse modo, a Escola Técnica de Saúde, passouse a partir do dia 03/11/2022, a ser denominada de Centro Profissional e Tecnológico-Escola Técnica de Saúde, (CPT-ETS). Além dos cursos técnicos oferecidos, o CPT-ETS, promove Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), Curso de Especialização em nível lato sensu, projetos de extensão e pesquisa fomentados por bolsas, que são disponibilizadas por meio do Programa de Bolsas de Extensão

9 para discentes do ensino Técnico (PROBEX-TEC) e Bolsas de Iniciação Científica para discentes do ensino Técnico (PIBIC-TEC), respectivamente. O CPT-ETS também oferta cursos Técnicos e FICs por meio de programas, a citar: Programa de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego/PRONATEC, Ensino Técnico à Distância/eTEC, Programa Novos Caminhos e o Programa de apoio à oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) integrada à Educação Profissional (EPT) - Programa EJA integrada à EPT. Figura 1 - Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 2022

Fonte: Imagem do site CPT-ETS/UFPB, 2022. A partir da resolução 14 de 24/10/2022 cria-se o CPT-ETS e seus respectivos Departamentos, a saber: Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde (RPPAS) e o Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO). O Curso Técnico em Citopatologia fará parte do Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO). Conforme a referida Resolução em seu Art. 3º, menciona: Integram a estrutura administrativa e acadêmica do referido Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba - CPT-ETS, o Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde (RPPAS) e o Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO), os cursos técnicos de Agente Comunitário de Saúde, Análises Clínicas (Modalidade Regular e EJA) Citopatologia (Modalidade Regular e EJA), Cuidados de Idosos (Modalidade Regular e EJA), Enfermagem, Prótese Dentária, Registro em Informação em Saúde, Saúde Bucal e Segurança do Trabalho e o Curso de Especialização em Gerontologia.

10 O CPT-ETS tem em seu arcabouço o tripé basilar: Ensino, Pesquisa e Extensão, desse modo, contribuindo para o exercício da cidadania, bem como, com o desenvolvimento socioeconômico e cultural. No tocante à proposta pedagógica, essa está fundamentada pelos valores éticos, políticos e estéticos, com uma visão macro, constituída por aspectos de inovação com análise e compreensão crítico-reflexivo, valorizando as dimensões biológico; psicológico; social; cultural e espiritual com escopo na construção de competências e habilidades necessárias para o aluno em formação.

3. JUSTIFICATIVA DO CURSO O diagnóstico, o tratamento de patologias e o monitoramento da saúde incluem, dentre outros, os dados e informações obtidas por análises realizadas através de processamento de amostras biológicas. A importância desses procedimentos no processo dos cuidados de saúde justifica a emergente preocupação com o aprimoramento da formação técnica profissional na área de serviço de apoio e diagnóstico. Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2, de 15 de dezembro de 2020, instituído pelo Ministério da Educação em 2022, cabe ao técnico em citopatologia:

• Executar atividades padronizadas de laboratório referentes aos exames microscópicos; • Operar e zelar pelo bom funcionamento do aparato tecnológico de laboratório de saúde;

• Receber e preparar lâminas para análise microscópica de exame citopatológico; • Analisar a qualidade das amostras de tecidos e células quanto à viabilidade de diagnóstico;

• Estabelecer relação das alterações citológicas com os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença;

• Aplicar técnicas adequadas de descarte de fluidos e resíduos biológicos e químicos. De acordo com suas características, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como das demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil. O câncer é o principal problema de saúde pública no mundo, sendo configurado como uma das principais causas de morte. O crescente e continuo aumento no número de casos de câncer em razão de questões como o envelhecimento populacional, exposição ambiental e de

11 razões ocupacionais, além dos estilos de vida adotados pela população em geral, tem tomado uma grande proporção a cada ano. O Instituto Nacional de Câncer (INCA), em caráter atualmente trienal, demonstra a estimativa do surgimento de novos casos de câncer e seus índices populacionais. Para os anos de 2023, 2024 e 2025 esses dados trazem como novidade, mais duas localizações, além das 19 listadas na sua última edição: pâncreas e fígado. Segundo estimativa para o triênio de 2023 a 2025 ocorrerão 704 mil casos novos de câncer, 483 mil se excluídos os casos de câncer de pele não melanoma que é estimado como o mais incidente, com 220 mil casos novos (31,3%), seguido pelos cânceres de mama, com 74 mil (10,5%); próstata, com 72 mil (10,2%); cólon e reto, com 46 mil (6,5%); pulmão, com 32 mil (4,6%); e estômago, com 21 mil (3,1%) casos novos. (INCA, 2024). Os resultados desse levantamento prospectivo realizado pelo INCA (2024), estimam que os tipos de câncer mais frequentes em homens serão pele não melanoma, com 102 mil (29,9%) casos novos; próstata, com 72 mil (21,0%); cólon e reto, com 22 mil (6,4%); pulmão, com 18 mil (5,3%); estômago, com 13 mil (3,9%); e cavidade oral, com 11 mil (3,2%). Nas mulheres, os cânceres de pele não melanoma, com 118 mil (32,7%); mama, com 74 mil (20,3%); cólon e reto, com 24 mil (6,5%); colo do útero, com 17 mil (4,7%); pulmão, com 15 mil (4,0%); e tireoide, com 14 mil (3,9%) casos novos figurarão entre os principais (INCA, 2024). Existe, entretanto, grande variação nos tipos e na magnitude de câncer entre as diferentes Regiões do Brasil. Em homens, sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de próstata ocupa a primeira posição no país em todas as regiões brasileiras, com um risco estimado de 77,89 casos a cada 100 mil homens na Região Sudeste; 73,28 casos a cada 100 mil na Região Nordeste; 61,60 casos a cada 100 mil na Região Centro-oeste; 57,23 casos a cada 100 mil na Região Sul; e 28,40 casos a cada 100 mil na Região Norte. Nas mulheres, o câncer de mama é o mais incidente, sendo o segundo tipo mais frequente no mundo. Segundo o INCA (2024), 2,3 milhões de novos casos surgem ao ano implicando um crescimento de 24,5%. O número estimado de casos novos de câncer de mama no Brasil, para o triênio de 2023 a 2025, é de 73.610 casos, o que corresponde a um risco estimado de 66,54 casos novos a cada 100 mil mulheres. O risco desse tipo e câncer é de 71,44 casos por 100 mil na Região Sul; de 57,28 casos por 100 mil na Região Centro-oeste; de 52,20 casos por 100 mil na Região Nordeste. Na Paraíba, foram registrados 330 óbitos por câncer de mama em 2022, no mesmo ano o estudo também apresentou 1,7 mil novos casos de câncer de próstata. O número estimado de casos novos de câncer de cólon e reto (ou câncer de intestino) para o Brasil, para cada ano do triênio de 2023 a 2025, é de 45.630 casos, correspondendo a um risco estimado de 21,10 casos por 100 mil habitantes, sendo 21.970 casos entre os homens e 23.660 casos entre as mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 20,78 casos novos a cada 100 mil homens e de 21,41 a cada 100 mil mulheres. Sem considerar os tumores de

12 pele não melanoma, o câncer de cólon e reto ocupam a terceira posição entre os tipos de câncer mais frequentes no Brasil. Na Região Nordeste atinge 10,99 por 100 mil habitantes, ocupando a quarta posição. Na região Nordeste, chega a ocupar o quarto lugar em incidência (13,08 por 100 mil) (INCA, 2024). O Instituto Nacional de Câncer (INCA) reafirma com seus estudos a necessidade de fortalecer a vigilância de câncer, a fim de seus resultados sejam amplamente utilizados por gestores, profissionais da saúde e de áreas afins, assim como pela sociedade em geral, como instrumento para melhor gerenciar os recursos tecnológicos e científicos, além de maximizar os esforços no efetivo controle, prevenção e tratamento precoce do câncer no Brasil. As presentes taxas de incidência estimadas pelo INCA para o triênio 2023 a 2025 refletem a necessidade do diagnóstico precoce e eficaz dos casos de câncer, que, por sua vez, está relacionada à adequação, ao acesso e ao fornecimento de serviços laboratoriais adequados e profissionais capacitados nos referidos setores, o que nos concerne destacar a importância da implementação de mecanismos que venham a colaborar com a referida demanda, procurando ofertar cursos de capacitação profissional na referida área em destaque, como propõe o Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia. Acrescente-se ao fato da referida necessidade, a escassez de cursos técnicos na referida área de atuação, a saber: citologia e histologia na nossa região, sendo este o primeiro a ser ofertado no estado da Paraíba, corroborando com a necessidade da capacitação profissional na referida área de atuação na nossa região.

4. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO Legislação Profissional

● Normativa n.º 01/2012 dispõe sobre rol de atividades para fins de inscrição e fiscalização dos profissionais Biomédicos, Técnicos, Tecnólogos nas áreas de acupuntura, estética, citologia e anatomia patológica e imaginologia, junto aos Conselhos Regionais de Biomedicina;

● Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; ● Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional;

● Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004 que regulamenta o § 2º do artigo 36, e os artigos 39 a 41 a Lei nº 9.394/96;

● Plano Nacional de Educação-PNE; ● Lei N° 13.005/2014 - Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências;

● Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica;

13

● Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica;

● Catálogo Nacional de Cursos Técnicos; ● Resolução Nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.

5.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

CURSO: Técnico em Citopatologia EIXO TECNOLÓGICO: Ambiente e Saúde NÍVEL: Médio HABILITAÇÃO: Técnico em Citopatologia CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO): 3242-15 CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1320 horas PERIODICIDADE DE OFERTA: Anual NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: até 30 vagas TIPO DE MATRÍCULA: Semestral TURNO: manhã e/ou tarde FORMA DE OFERTA: Subsequente MODALIDADE DE OFERTA: presencial FORMA DE INGRESSO: seleção pública por edital ou mediante convênio PRAZO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR: mínimo de 20 meses ou integralização de 1.320 horas

6. OBJETIVOS DO CURSO

6.1.

Objetivo Geral

●

Qualificar Técnicos em Citopatologia com uma visão crítica e abrangente da Saúde Pública, das relações sociais do trabalho e da ciência e tecnologia em saúde, para possibilitar a compreensão da complexidade da sua prática profissional e para atuar em equipe, em diferentes ambientes e realidades institucionais técnico-científicas.

14

6.2.

Objetivos Específicos

● Proporcionar aos discentes o domínio das bases conceituais científicas e tecnológicas que fundamentam a atuação nos laboratórios de anatomia patológica, histopatologia, histologia e Citopatologia, na perspectiva da promoção da saúde, prevenção de agravos e tratamento de doenças.

● Formar profissionais Técnicos em Citopatologia com a perspectiva de inserção no mercado de trabalho, em atendimento a uma demanda própria da região;

● Possibilitar a aquisição e o desenvolvimento de conhecimentos técnico-operacionais relacionados ao processo produtivo em saúde de uma forma ampla, e das relações sociopolíticas que medeiam as relações saúde/doença e trabalho/educação.

● Transmitir conhecimentos sobre a importância da ética profissional e da composição de equipes multidisciplinares no dia-a-dia da rotina de trabalho.

7. REQUISITOS 7.1. Dos Requisitos de Acesso O ingresso ao Curso Técnico em Citopatologia da CPT-ETS/UFPB se dará de forma subsequente, ou seja, as vagas serão destinadas a quem já tenha concluído o Ensino Médio, ou equivalente. O candidato deverá ser aprovado em processo seletivo público, edital de transferência, reingresso ou mediante ação de convênio ou acordo/pactuação entre instituições de ensino, conforme preconiza a Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2021).

7.2 Das Formas de Acesso Para tanto, o acesso ocorrerá de forma subsequente ao ensino médio, de acordo com o que regerá o edital de entrada, a fim de apropriar as oportunidades educacionais disponíveis. O ingresso será destinado a portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio, ou equivalente, mediante:

✓ Processo seletivo, aberto ao público ou conveniado, para o primeiro período do curso; ✓ Transferência ou reingresso, para período compatível ou; ✓ Celebração de convênio e/ou pactuação. Com o objetivo de democratizar o acesso ao curso, haverá vagas ofertadas para diversos grupos sociais, conforme preconiza a Lei nº 12.990 de 09 de junho de 2014 que trata da reserva de 20% das vagas para negros; Decreto 3298 de 20 de dezembro 1999 que aborda a Política Nacional das Pessoas com Deficiência, Lei 13146 de 06 de julho de 2015 que institui o Estatuto da

15 Pessoa com Deficiência, Lei 8112 de 11 de dezembro de 1990; Lei 12711 de 29 de agosto de 2012 e Lei nº 13.409, de 2016 que trata das cotas para ingresso nas Universidades Federais e nas Instituições Federais de Ensino Técnico de Nível Médio, à saber: “Art. 4º As instituições federais de ensino técnico de nível médio reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso em cada curso, por turno, no mínimo 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para estudantes que cursaram integralmente o ensino fundamental em escolas públicas.” (BRASIL, 2012). “Parágrafo único. No preenchimento das vagas de que trata o caput deste artigo, 50% (cinquenta por cento) deverão ser reservados aos estudantes oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo (um salário-mínimo e meio) per capita.” (BRASIL, 2012). “Art. 5º Em cada instituição federal de ensino técnico de nível médio, as vagas de que trata o art. 4º desta Lei serão preenchidas, por curso e turno, por autodeclarados pretos, pardos e indígenas e por pessoas com deficiência, nos termos da legislação, em proporção ao total de vagas no mínimo igual à proporção respectiva de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência na população da unidade da Federação onde está instalada a instituição, segundo o último censo do IBGE.” (BRASIL, 2016).

7.3 Da Quantidade de Vagas Serão ofertadas até 30 (trinta) vagas semestrais, a depender da capacidade semestral dos laboratórios, devido ao fluxo de alunos retidos nos semestres anteriores, por motivo de trancamento por doenças, entre outros motivos e que venham a se matricular no semestre previsto para novas entradas, propiciando a adequada realização das aulas práticas obrigatórias das disciplinas vigentes.

7.4 Do Turno/horário As aulas presenciais para o curso técnico em Citopatologia ocorrerão no turno diurno e/ou vespertino. O critério de hora/aula com duração de 60 (sessenta) minutos.

7.5 Da Integralização do Curso O Curso de Técnico em Citopatologia terá duração mínima de 10 (dez) meses (em casos de aproveitamento de disciplinas), regular de 20 (vinte) meses e máxima de 36 (trinta e seis) meses. O currículo do Curso Técnico em Citopatologia será integralizado em 1320 horas/aula, equivalentes a 88 (oitenta e oito) créditos.

16

7.6 Do Tipo de matrícula A matrícula será realizada por disciplina ou conjunto de disciplinas, no início de cada semestre letivo.

7.7 Da Dilatação Para Integralização Curricular Em conformidade com a Resolução CONSEPE 29/2020 fica compreendido que: “A dilatação de prazo para conclusão de curso é caracterizada pelo período cedido após o término do último período letivo correspondente à duração máxima para integralização curricular. A dilatação para conclusão do curso poderá ser concedida por apenas 02 (dois) períodos letivos.” Ao Colegiado do Curso caberá analisar a solicitação do discente para dilatar o prazo de conclusão de curso técnico, após o período máximo de integralização do curso.

7.8 Da Abreviação para Integralização Curricular Ao discente regularmente matriculado que requerer abreviação de curso, sua solicitação será analisada com base nos seguintes critérios:

a) abreviar somente um componente curricular;

b) abreviar mais de um componente curricular, que corresponda aos componentes curriculares que faltam para a integralização curricular. Será concedida a abreviação desde que o discente regularmente matriculado:

1. Tenha integralizado pelo menos 75% da carga horária do curso;

2. Estejam cursando o último período letivo para conclusão do seu curso;

3. Não possua média inferior a 7,0 (sete vírgula zero) em nenhum dos componentes curriculares cursados;

4. Não tenha sido reprovado em qualquer um dos componentes curriculares constantes do histórico acadêmico. A abreviação de curso, requisitada pelo discente, será encaminhada à Coordenação do Curso, que verificará o atendimento dos critérios estabelecidos e por sua vez encaminhará para análise e parecer do Colegiado de Curso. Aos discentes que tiverem sido aprovados em concurso público de provas, ou de provas e títulos, poderão requerer a abreviação para Integralização Curricular, desde que preenchidos os requisitos acima, além da comprovação de sua aprovação no concurso ou processo seletivo que exija o diploma de técnico.

17

7.9 Da Antecipação da Colação de Grau O discente formando que esteja regularmente matriculado no último período letivo para concluir o curso, poderá solicitar antecipação da colação de Grau quando houver aprovação comprovada em concurso público ou processo de seleção de pós-técnico ou outra situação específica que exija o diploma de Técnico.

I – Formando é o discente que tem condições para a conclusão de seu curso no período letivo atual.

II – A solicitação de antecipação da Colação de Grau será apreciada pelo Colegiado do Curso.

III – Caberá ao docente do componente curricular matriculado a antecipação das avaliações do discente.

IV – Os resultados das avaliações serão registrados no histórico do discente pelo setor responsável, a pedido da Coordenação de Curso, em processo via Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (SIPAC). O discente, em formulário próprio, solicitará a antecipação da colação de grau, e enviará o requerimento conforme protocolo institucional.

8. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E PERFIL PROFISSIONAL DE SAÍDAS INTERMEDIÁRIAS

8.1 Perfil profissional de conclusão do curso técnico O profissional de nível técnico, ao concluir o curso terá competência para:

● Executar, sob a supervisão do profissional responsável de nível superior, processos operacionais necessários ao diagnóstico laboratorial que compreendem a fase préanalítica e analítica nos setores da Citologia, Histologia, Histopatologia, Anatomia Patológica, Biologia Molecular, Hormônios e Citotecnologias;

● Dominar a realização e os princípios das técnicas citológicas e histopatológicas tradicionais, estando habilitado a empregá-las de forma adequada nas diversas circunstâncias que se lhe apresentarão frente ao mundo do trabalho, atuando sempre de forma crítica, com responsabilidade e comprometimento;

● Conhecer as técnicas modernas do trabalho em Histotecnologia estando apto a se autodesenvolver e se apropriar delas, sendo capaz de implantá-las em sua rotina de trabalho;

18

●

Compreender os fundamentos científicos e tecnológicos dos instrumentos utilizados nos processos de trabalho em Histotecnologia;

●

Compreender os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e do processo saúde/doença, bem como seus determinantes e condicionantes;

● Utilizar adequadamente equipamentos e técnicas específicos das atividades laboratoriais em saúde e organizar o próprio trabalho, considerando a natureza, as finalidades, os resultados e os riscos inerentes às ações da sua profissão;

●

Desenvolver, em equipe, atividades de planejamento, organização e avaliação do processo de trabalho em Citopatologia e Histopatologia, articulando suas ações com as necessidades dos indivíduos e da coletividade;

●

Realizar análises citomorfológicas de líquidos, fluidos orgânicos, secreções, esfregaços e raspados, por meio da preparação de amostras para a emissão de laudo técnico visando ao apoio diagnóstico precoce e à prevenção de doenças benignas e malignas, com atenção, segurança, acuidade visual e coordenação motora fina;

●

Elaborar, desenvolver e apresentar os resultados de atividades de pesquisa, estando capacitado a se apropriar do conhecimento socialmente produzido e a fazê-lo dialogar com a sua realidade profissional;

● Utilizar princípios filosóficos da Ética e da Bioética como ferramentas de análise dos problemas identificados no cotidiano do processo de trabalho;

●

Agir com iniciativa, determinação e criatividade - elementos constitutivos para a sua inserção e atuação na prestação de atenção à saúde;

●

Participar de campanhas educativas e incentivar as atividades comunitárias de atenção primária, promovendo a integração entre a equipe de saúde e a comunidade;

●

Trabalhar de acordo com as normas de biossegurança e qualidade, e aplicar as técnicas adequadas no descarte de resíduos de serviços de saúde, protegendo os indivíduos e o meio ambiente.

8.2 Perfil profissional de saídas intermediárias Ao concluir a unidade curricular I prevista na matriz curricular do curso técnico em Citopatologia o discente terá competência para: recepcionar, atender e cadastrar clientes, pacientes, usuários e visitantes; atuar profissionalmente de forma ética e humanizada nos serviços de saúde, desta forma, adquirindo o conhecimento necessário para a aquisição da certificação intermediária de Recepcionista em Serviços de Saúde (BRASIL, 2016). Ao concluir as unidades curriculares I e II previstas na matriz curricular do curso técnico o discente terá competência para: colaborar no recebimento e acondicionamento do material biológico; orientar e verificar o preparo do paciente para o exame; auxiliar os técnicos no preparo

19 de soluções; lavar, secar, separar e embalar materiais para esterilização, desta forma, adquirindo o conhecimento necessário para a aquisição da certificação intermediária de Auxiliar de Laboratório de Saúde (BRASIL, 2016).

9. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O profissional de Citopatologia deverá ser tecnicamente competente, sendo capaz de decidir e agir em situações imprevistas. Além disso, o técnico em Citopatologia deve apresentar uma postura ético-política, compromissada com os interesses dos excluídos e uma postura ética profissional direcionada ao desempenho de suas funções, exigindo cada vez mais, uma maior capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria e espírito empreendedor, bem como capacidade de visualização e resolução de problemas. A polivalência de funções é uma exigência desse profissional. O trabalho coletivo e compartilhado deve ser também uma prática do perfil desse profissional, bem como respeito ao bem comum, a solidariedade e a responsabilidade. O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá consubstanciar a identidade do curso por meio das competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde e as competências da habilitação do Técnico em Citopatologia, atendendo à legislação em vigor. Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho (art. 6º da Resolução CNE/CEB Nº 04/99).

9.1 Competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde ●

Usar diferentes possibilidades de aprendizagem mediada por tecnologias no contexto do processo produtivo e da sociedade do conhecimento, desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual, pensamento crítico, espírito investigativo e criativo;

●

Atuar social e profissionalmente de forma ética, consciente de sua responsabilidade socioambiental;

●

Possuir visão humanística crítica e consciente sobre o impacto de sua atuação profissional na natureza e sociedade;

●

Ser criativo, proativo, inovador e eficiente na solução dos problemas;

●

Atuar de forma cooperativa, democrática e solidária em equipes multidisciplinares;

●

Entender a necessidade da educação continuada como instrumento de atualização importante na melhoria da qualidade do serviço;

20

● ●

Conhecer a estrutura e funcionamento do SUS;

●

Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho;

●

Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade;

●

Aplicar normas de biossegurança;

●

Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental;

●

Interpretar e aplicar a legislação referente aos direitos do usuário;

●

Avaliar riscos de iatrogenias, ao executar procedimentos técnicos;

●

Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a

Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde/doença;

conduta do profissional de saúde;

●

Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;

●

Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados;

●

Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde;

●

Atuar como profissional de saúde em situações de emergência, realizando atendimento de primeiros socorros;

●

Orientar a comunidade quanto aos determinantes e condicionantes do processo saúde-doença (aspectos: sociais, econômicos, políticos, culturais, biológicos, ecológicos e psicológicos), aplicando princípios e normas de biossegurança, higiene, saúde pessoal e ambiental, contribuindo para a melhoria de sua qualidade de vida;

●

Orientar quanto à importância da conservação e preservação do meio ambiente no exercício do trabalho em saúde;

●

Compreender a dinâmica das relações interpessoais produzidas no ambiente de trabalho;

●

Conhecer as relações entre os aspectos técnicos, sociais, econômicos, legais, éticos e profissionais.

9.2 Competências do técnico em Citopatologia ● Possuir visão contextualizada da área de Citopatologia; ● Conhecer a Legislação e Normas Técnicas da sua área de atuação; ● Avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e controle de qualidade dos testes e equipamentos;

● Conhecer as técnicas de coleta dos diversos tipos de materiais biológicos; ● Conhecer as exigências legais para o funcionamento de um laboratório de Citopatologia, bem como todas as normas de biossegurança;

● Dominar técnicas e ações referentes à Citopatologia;

21

● Compreender a importância das ações e Citopatologia como complemento ao diagnóstico médico;

● Conhecer as necessidades de suprimento de um laboratório de análise; ● Conhecer as técnicas para auxiliar na realização dos exames citológicos e histológicos; ● Conhecer as técnicas para triagem e conservação das amostras biológicas, bem como a importância da correta identificação e do correto preparo das amostras para análise;

● Possuir conhecimento básico sobre o funcionamento dos equipamentos existentes e cuidados para sua conservação;

● Possuir conhecimentos teóricos e práticos que possibilitem o cruzamento de dados entre os setores existentes no laboratório;

● Ter responsabilidade, interesse e pontualidade; ● Possuir conhecimentos sobre as principais técnicas de esterilização; ● Saber como limpar uma bancada e como desprezar materiais contaminados; ● Manter e promover os padrões de excelência no exercício da profissão; ● Salvaguardar a dignidade e a privacidade dos pacientes, de modo que o resultado de qualquer exame executado por ele ou por outras pessoas não caia em domínio público;

● Saber manusear, conhecer, calibrar e principalmente conservar toda a aparelhagem necessária à rotina de seu laboratório;

● Estar sempre atento à data de validade e temperatura de armazenamento de reagentes imprescindíveis para a realização de exames;

● Documentar as análises realizadas, registrar e arquivar as cópias dos documentos e resultados de exames;

● Conhecer políticas públicas de saúde e compreender sua atuação profissional frente às diretrizes, princípios e estrutura organizacional do Sistema Único de Saúde (SUS).

9.3 Habilidades ● Expressar ideias de forma clara, empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação;

● Aplicar a variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita;

● Agir segundo a perspectiva do atendimento integral e de qualidade à saúde; ● Executar ações em acordo com as normas de higiene e saúde pessoal e ambiental; ● Realizar o descarte de material biológico em acordo com as normas de biossegurança e preservação ambiental;

● Executar ações próprias ao exercício profissional segundo os princípios éticos que regem a conduta do profissional da saúde;

22

● Realizar os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos com total controle de qualidade;

● Saber o procedimento correto armazenamento de amostras; ● Informar ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre serviços que tenham sido prestados, respeitando o direito individual do sigilo;

● Executar ações na administração de rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;

● Preparar soluções, reagentes e vidrarias para a realização dos exames; ● Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção; ● Executar atividades padronizadas de laboratório referentes aos exames microscópicos; ● Receber e preparar lâminas para análise microscópica de exame citopatológico e histopatológico.

● Analisar a qualidade das amostras de tecidos e células quanto à viabilidade de diagnóstico.

● Estabelecer relação das alterações citológicas com os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença.

● Administrar as ocorrências e serviços prestados, de acordo com as exigências do campo de atuação;

● Executar lavagem, secagem, esterilização e acondicionamento de materiais e amostras biológicas;

● Executar ações de controle e armazenamento dos materiais do laboratório.

10. CAMPO DE ATUAÇÃO O Técnico em Citopatologia, após conclusão do curso, de nível médio, poderá atuar em Laboratório de Citopatologia e de Diagnósticos Médicos em Hospitais, Clínicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Laboratórios Veterinários, Laboratórios de Pesquisas, Laboratórios de Ensino, Laboratórios de Controle de Qualidade em Saúde.

11. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do curso Técnico em Citopatologia observa as determinações legais presentes na Lei nº 9.394/96, alterada pela Lei nº 11.741/2008, nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, bem como nos princípios e diretrizes definidos no Projeto Político-Pedagógico do CPT- ETS/UFPB.

23

11.1 Estrutura Curricular A proposta pedagógica do curso Técnico em Citopatologia está organizada por três unidades curriculares as quais favorecem a prática da interdisciplinaridade, transversalidade e atividades de extensão, destacando a necessidade de uma educação profissional e tecnológica que busque integrar os conhecimentos científicos a serem aplicados no mercado de trabalho, permitindo a construção do pensamento crítico e a capacidade de tomadas de decisões. O curso adotará a definição de Unidades Curriculares Tecnológicas e o regime acadêmico de créditos, observando a carga horária em cada unidade curricular, que será múltiplo de 15 horas. As unidades curriculares são constituídas de componentes que permitem ao aluno a certificação intermediária, que terá por finalidade possibilitar ao discente a colocação no mercado de trabalho, ao longo da sua formação técnica, após a aprovação e conclusão em todos os componentes curriculares da(s) unidade(s). A unidade curricular I tem o objetivo de proporcionar componentes curriculares introdutórios sobre o ambiente laboratorial e os cursos técnicos na área de saúde totalizando uma carga horária de 435 horas, ao término desta unidade o discente terá a formação necessária para receber a certificação intermediária de Recepcionista em Serviços de Saúde, atendendo ao disposto nos Art. 12 e 26 incisos 2° e 3°, respectivamente, da Resolução CNE/CP Nº1, de 5 de janeiro de 2021: “§ 2º Os cursos de qualificação profissional podem também abarcar saídas intermediárias dos Cursos Técnicos de Nível Médio (qualificação profissional técnica) e dos cursos de Educação Profissional Tecnológica de Graduação (qualificação profissional tecnológica), devidamente reconhecidas pelo mercado de trabalho e identificadas na ocupacionais associadas (CBO) (BRASIL, 2021).” “§ 3º A carga horária mínima para cada etapa com terminalidade de qualificação profissional técnica prevista em um itinerário formativo de curso técnico é de 20% (vinte por cento) da carga horária mínima prevista para a respectiva habilitação profissional, indicada no CNCT ou em outro instrumento que venha a substituí-lo (BRASIL, 2021).”

A unidade curricular II contém componentes curriculares que fornecem as bases teóricas e práticas para atuação nas Citopatologia, totalizando uma carga horária de 450 horas. Após a aprovação em todos os componentes das unidades curriculares I e II o discente terá a formação necessária para receber a certificação intermediária de Auxiliar de Laboratório da Saúde. A unidade curricular III é composta por componentes curriculares laboratoriais e tem por objetivo consolidar os conteúdos teóricos e práticos adquiridos ao longo do curso, através da atuação na prática profissional. A carga horária total desta unidade é de 435 horas, sendo 120 horas destinada ao estágio supervisionado obrigatório.

24 Dessa forma, com base nos referenciais que estabelecem a organização por unidades tecnológicas, o curso Técnico em Citopatologia do CPT-ETS /UFPB está estruturado de acordo com a organização curricular esquematizada na Figura 2. Figura 2 - Organização curricular do Curso Técnico em Citopatologia

Fonte: Comissão de Formulação do Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia/CPT-ETS- UFPB (2023).

11.2 Componentes Curriculares e Carga Horária A matriz curricular do Curso Técnico em Citopatologia é formada por 29 componentes curriculares obrigatórios, divididos em 3 unidades curriculares de 435 horas, 450 e 435 horas respectivamente, totalizando 1320 horas, equivalentes a 88 (oitenta e oito) créditos, sendo 140 horas ofertadas de forma não presencial. Segundo orientação do Catálogo Nacional de Curso Técnicos (BRASIL, 2022), cursos na modalidade presencial, poderão prever até 20% da sua carga horária total em atividades não presenciais. A unidade curricular I é composta por 13 componentes obrigatórios, com 435 horas, totalizando 29 créditos. As disciplinas ofertadas serão distribuídas em 375 horas presenciais e 60 horas no formato não presencial, conforme descrito no quadro 1.

Quadro 1 - Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular I do Curso Técnico em Citopatologia do CPT-ETS/UFPB UNIDADE

COMPONENTES CH CH NÃO CH CRÉDIT CURRICULARES PRESENCIA PRESENCIA TOTAL OS

L L CH TOTAL DA UNIDA DE

25

UNIDADE CURRICULA RI

INFORMÁTICA E EMPREENDEDORIS MO EM SAÚDE

25

5

30

2

BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL

25

5

30

2

INTRODUÇÃO AO LABORATÓRI O CLÍNICO

50

10

60

4

ANATOMIA APLICADA A CITOPATOLO GIA

50

10

60

4

PRIMEIROS SOCORROS

25

5

30

2

BIOLOGIA CELULAR

40

5

45

3

BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL

40

5

45

3

INTRODUÇÃO AO SUS

25

5

30

2

PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE

25

5

30

2

INTRODUÇÃ OA IMUNOLOGI A

40

5

45

3

SAÚDE ÚNICA E MEIO AMBIENTE

15

0

15

1

UNIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA I

15

0

15

1

435

* Cada crédito equivale a 15h/aula. Esta unidade é composta por disciplinas que capacitarão os alunos ao atendimento de clientes, pacientes e usuários e para atuar na operacionalização de sistemas de gerenciamento de cadastro de pacientes, desta forma, após a conclusão e aprovação neste eixo curricular poderá ser concedido ao discente a certificação intermediária em Recepcionista em Serviço de Saúde (Código do curso: 221536), que tem como CBO associado 4221-10, relativo à Recepcionista de consultório médico ou dentário. A unidade curricular II apresenta carga horária total de 450 horas, totalizando 30 créditos, distribuídos em 10 disciplinas obrigatórias. As disciplinas ofertadas serão distribuídas em 400 horas presenciais e 50 horas no formato não presencial, conforme descrito no quadro 2.

26 Quadro 2 - Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular II do Curso Técnico em Citopatologia do CPT-ETS/UFPB UNIDADE

COMPONENTES CURRICULARES

CH CH NÃO PRESENCIAL PRESENCIAL

CH TOTAL

CRÉDITOS CH TOTAL DA UNIDADE

UNIDADE CURRICULAR

II HISTOLOGIA

50

10

60

4

PATOLOGIA GERAL

40

5

45

3

PROCESSAMENTO TÉCNICO EM CITOLOGIA

40

5

45

3

CITOLOGIA ESFOLIATIVA

50

10

60

4

CITOLOGIA HORMONAL

25

5

30

2

CITOLOGIA NÃO GINECOLÓGICA

40

5

45

3

MICROBIOLOGIA APLICADA A CITOTECNOLOGIA

40

5

45

3

DIAGNÓSTICO MOLECULAR APLICADO A HISTOPATOLOGIA

40

5

45

3

UNIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA II

15

0

15

1

PRÁTICA INTEGRADA EM CITOLOGIA

60

0

60

4

450

CH: Carga horária. Fonte: Comissão de Formulação do Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia/CPT-ETS- UFPB (2023). A referida unidade curricular é constituída por disciplinas que terão como finalidade habilitar o discente sobre a orientação do paciente para realização de exames laboratoriais, para a manipulação de amostras biológicas, para o preparo de soluções e a respeito da organização e rotina laboratorial, sendo assim, após a conclusão e aprovação dos componentes curriculares das unidades I e II o discente poderá dispor da certificação intermediária de Auxiliar em Laboratório de Saúde (Código do curso: 263988), que tem como CBO associado 5152-15, relativo à Auxiliar de Laboratório de Citopatologia. Por fim, a unidade curricular III é formada por componentes curriculares que totalizam 29 créditos, distribuídos em 8 componentes curriculares totalizando 435 horas, sendo 30 horas

27 não presenciais e 405 horas relativas à carga horária presencial, das quais 120 serão destinadas a estágio supervisionado, conforme descrito no quadro 3. Quadro 3 - Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular III do Curso Técnico em Citopatologia do CPT-ETS/UFPB UNIDADE

UNIDADE CURRICULA R III

COMPONENTES CURRICULARES

CH CH NÃO CH CRÉDITO PRESENCIAL PRESENCIAL TOTAL S

MACROSCOPIA

40

5

45

3

INTRODUÇÃO AO ESTUDO HISTOPATOLÓGI CO

40

5

45

3

TÉCNICAS HISTOPATOLÓGICAS

50

10

60

4

HISTOQUÍMICA

40

5

45

3

IMUNOHISTOQUÍMIC A

40

5

45

3

UNIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA

III 15 0

15

1

PRÁTICA INTEGRADA EM HISTOTECNOLOGIA

60 0

60

4

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

120 0

120

8

CH TOTAL DA UNIDADE

Fonte: Comissão de Formulação do Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia/CPT-ETS- UFPB (2023). A matriz curricular completa do curso encontra-se discriminada de maneira sintética na figura 3. O APÊNDICE I apresenta as ementas de cada componente curricular. O discente regularmente matriculado no Curso Técnico em Citopatologia poderá cursar de forma opcional o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. O referido componente não será contabilizado na carga horária mínima do curso. Caso o discente venha a cursar o componente curricular opcional, este deverá ser registrado no histórico escolar, indicando a frequência e o aproveitamento do mesmo. O Centro Profissional e Tecnológico poderá ofertar em forma de curso e/ou oficina o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, bem como o discente poderá cursar esse componente em cursos ofertados pela Instituição.

435

28 A carga horária do componente curricular não deverá ser inferior a 45 h para fins de aproveitamento. Figura 3 - Síntese da matriz curricular do Curso Técnico em Citopatologia do CPT-ETS/UFPB

Fonte: Comissão de Formulação do Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia/CPT-ETS- UFPB (2023).

11.3 Curricularização da Extensão na Educação Profissional Na contemporaneidade, a Curricularização da extensão emerge como uma valorosa estratégia metodológica, em que prevê a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos. Nesse sentido, no âmbito da Universidade Federal da Paraíba-UFPB, buscou-se regulamentar a política de creditação da extensão nos currículos, cujo enfoque visa propiciar o alinhamento e a atualização da mesma, por meio da Resolução CONSEPE sob nº 02/2022. Destaca-se em seu Art. 1º, sobre a normatização da creditação curricular da extensão universitária nos cursos de graduação, em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico), ofertados nas modalidades (presencial e a distância - EAD). Considerando que o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS), está vinculado a UFPB e que o mesmo está em consonância com as políticas advindas da Pró-Reitoria de Extensão no que concerne às execuções dos Programas de Bolsas de Extensão (PROBEX e PROBEX-TEC) e ao Fluxo Contínuo de Extensão (FLUEX), ressalta-se ainda, a execução de um quântico considerável de Projetos de Extensão de grande relevância social, originados do referido Centro, no âmbito da graduação (PROBEX) e dos cursos técnicos (PROBEX-TEC). Nesse contexto, o

29 referido Centro propõe a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos seus respectivos cursos. A operacionalização da creditação dar-se-á por meio da Unidade Curricular de Extensão Técnica (UCE-TEC), cujo escopo desse componente organizacional, consiste na promoção da articulação entre os educandos, os educadores e as comunidades envolvidas. O referido componente terá caráter obrigatório, no que concerne a sua execução o mesmo poderá ser desenvolvido de modo disciplinar ou interdisciplinar, ressalta-se que este último possibilita a integração entre os conteúdos, as disciplinas, assim como a articulação entre diferentes áreas do conhecimento. Essa modalidade visa oportunizar a ampliação do conhecimento dos discentes, por meio do intercâmbio ensino e extensão, para tanto, faz-se necessário que haja nos projetos interdisciplinares, a adoção de atividades inovadoras, eficientes e eficazes durante o processo de ensino e aprendizagem da Educação Profissional e Tecnológica da UFPB. Dessa forma, a disposição da UCE-TEC nas Unidades Curriculares favorece a aprendizagem dos educandos, no que diz respeito aos conteúdos: conceituais, procedimentais e atitudinais. Serão estabelecidas as etapas que envolvem o planejamento, preparação, implementação e avaliação das ações de extensão. Essa modalidade de aprendizagem exige a participação ativa de educandos e a mediação dos educadores, promoção de estabelecimento de vínculos com a equipe e as comunidades, promoção de habilidades para o trabalho em equipe, bem como a definição de tarefas e metas a serem cumpridas visando o alcance dos objetivos propostos. Nesta perspectiva, as atividades extensionistas oportuniza a práxis, teoria articulada a prática, favorecendo desse modo ao educando no seu processo formativo, possibilidades para a aquisição das competências necessárias à sua atuação profissional. Cumpre assinalar, que o mesmo deve ser protagonista de sua formação cidadã, reconhecendo-se como agente de garantia de direitos, deveres e transformação social. Portanto, o educando é sujeito ativo do processo, sendo o mesmo orientado pelo docente, a planejar, preparar, desenvolver e avaliar a ação. Face ao exposto, verifica-se que a Curricularização da Extensão perpassa por todo processo formativo, cabendo ao educando desenvolver suas competências e habilidades no decorrer de sua trajetória de formação na Educação Profissional e Tecnológica, destacando-se as competências gerais e específicas. É importante ressaltar que o componente curricular extensionista não se restringe a prática no campo de intervenção, visto que o referido componente se configura desde o planejamento quanto aos estudos teóricos realizados para subsidiar a ação. Desta forma, toda carga horária destinada ao Componente Curricular de Extensão (UCETEC) deverá possuir natureza extensionista, preferencialmente interdisciplinar, envolvendo atividades teóricas e práticas. A Curricularização no âmbito do CPT poderá ser desenvolvida por meio de projeto integrador, eventos, cursos e oficinas, bem como prestação de serviço, para estas ações deverá buscar estratégias didático pedagógicas a contemplar conteúdos transversais,

30 conforme proposto na normatização da extensão CPT/ETS/UFPB. Para a UCE-TEC, faz-se necessário codificar os componentes curriculares específicos, devendo seguir o formato já existente para esse fim. É oportuno destacar que para as atividades de extensão no formato de oficina, cursos e eventos, recomenda-se registrar no SigEventos ou outro sistema correlato, em conformidade com as orientações institucionais. Vale ressaltar, que o aproveitamento da UCE TEC, será concedida aos discentes bolsistas e voluntários de projetos ou programas de extensão, cuja atividade seja devidamente comprovada, cabendo aos mesmos, solicitar o referido aproveitamento por meio da elaboração de um relatório com argumentações plausíveis ao pleito, devendo conter o título do projeto ao qual realizou a atividade extensionista, o nome do coordenador do projeto, uma breve descrição da ação, registros da participação do discente na ação, para além disso, deverá ser anexado documento em que o coordenador do projeto/programa de extensão ateste o referido relatório. Para a efetivação do pleito de solicitação de aproveitamento, o discente deverá abrir um processo junto ao órgão competente, mediante a apresentação dos documentos comprobatórios conforme regulamento do CPT-ETS, para abertura do processo e seguimento do trâmite. A solicitação será encaminhada para a coordenação de curso que remeterá ao docente responsável pela UCE para emitir parecer e nota, em conformidade com as orientações institucionais para aproveitamento de componente curricular. Em atendimento a normatização da extensão pelo Centro Profissional e TecnológicoETS/UFPB, o PPC do curso Técnico em Citopatologia contemplou as Unidades Curriculares de Extensão nas três unidades curriculares, sendo um total de 45h obrigatórias para a integralização do curso. Este componente curricular nos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio tem como finalidade complementar a formação do estudante e ampliar o conhecimento teórico-prático As atividades que poderão ser desenvolvidas dentre das Unidades Curriculares de Extensão Técnica incluem:

I) Atividades assistenciais e comunitárias (voluntariado);

II) Cursos, minicursos, oficinas ou atividades culturais;

III) Organização de eventos acadêmicos e/ou científicos;

IV) Projetos e programas de extensão. 11.4 Temas transversais As instituições escolares são obrigadas a atender por força de lei alguns temas transversais, devido ao que preconizam as leis, decretos, pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação – CNE em suas Câmaras de Educação Básica – CEB e Plena - CP, bem como princípios pedagógicos/andragógicos que norteiam a Educação brasileira. Assim, para atendimento às temáticas que tratam da inclusão social, proteção e respeito ao meio ambiente, o

31 itinerário formativo dos discentes perpassa pelas temáticas listadas no quadro 4. Quadro 4: Unidades curriculares que contemplam os temas transversais no PPC do Curso Técnico em Citopatologia

12.

Item

Temática

Dispositivo Legal

Unidades Curriculares

01

Culturas afroBrasileira e indígena

Lei nº 9394/1996 Lei 10.639/2003 Lei 11.645/2008 Res. CNE/CP Nº 1, de 17/06/2004.

-Psicologia aplicada à saúde

02

Estatuto do idoso

Lei nº 10.741/2003

- Introdução ao SUS - Psicologia aplicada à saúde

03

Inclusão (necessidades específicas diversidade)

Lei nº 9394/1996

-

Lei nº 9.795/1999

-

Bioética e Legislação Profissional - Introdução ao SUS - Psicologia aplicada à saúde

e

04

Educação ambiental

05

Educação trânsito

para

o Lei nº 9.503/1997

06

Educação alimentar

Lei nº 11.947/2009

Bioética Profissional

07

Direitos humanos

Decreto nº 7.037/2009

-

08

Estatuto da Criança e do Lei 8069/90 Adolescente

CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

Bioética e Legislação Profissional - Meio Ambiente e Saúde - Primeiros Socorros

e

Legislação

Bioética e Legislação Profissional - Introdução ao SUS - Meio Ambiente e Saúde

- Introdução ao SUS - Psicologia aplicada à saúde

DE

CONHECIMENTOS

Para prosseguimento de estudos, o CPT-ETS/UFPB promoverá o aproveitamento de estudos, de conhecimentos e de experiências anteriores, inclusive no trabalho, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação profissional ou habilitação profissional técnica e que tenha sido desenvolvido, seguindo a orientação da Diretriz Curricular Nacional, o que segue:

I - Em qualificação profissional técnica e unidade curricular, etapas ou módulos de cursos técnicos ou de Educação Profissional e Tecnológica de Graduação regularmente

32 concluídos em outros cursos;

II - Em cursos destinados à qualificação profissional, incluída a formação inicial, mediante avaliação, reconhecimento e certificação do estudante, para fins de prosseguimento ou conclusão de estudos;

III - Em outros cursos e programas de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros meios formais, não formais ou informais, ou até mesmo em outros cursos superiores de graduação, sempre mediante avaliação do estudante; e

IV - Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado pelo próprio colegiado do Curso e devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino. A Certificação de experiências anteriores e aproveitamento de estudos se dará segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020: “Art. 40. Os componentes curriculares realizados em instituições de ensino superior, nacionais ou estrangeiras, em cursos de graduação, podem ser aproveitados mediante solicitação do discente à coordenação do curso.” No âmbito deste projeto pedagógico de curso técnico em Citopatologia, compreende-se o aproveitamento de estudos como a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro curso de educação profissional técnica de nível médio, graduação e pós-graduação; e a certificação de conhecimentos como a possibilidade de comprovar saberes adquiridos através de experiências previamente vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar, com a finalidade de alcançar a dispensa de disciplinas e/ou aproveitamento de componentes curriculares integrantes da matriz curricular do respectivo curso, por meio de uma avaliação teórica ou teórico-prática, apresentação de certificado/comprovante/declaração, conforme as características de cada componente curricular. Os aspectos operacionais do aproveitamento de estudos e da certificação de conhecimentos, adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso, são tratados pela Organização Didática do CPT-ETS/UFPB. Destaca-se que a dispensa se refere aos componentes curriculares cursados na UFPB e o aproveitamento de estudos é aplicado para componentes curriculares cursados em IES, nacionais (distintas da UFPB) ou estrangeiras. Ressalta-se que o discente deverá solicitar aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores com o objetivo de dispensa/aproveitamento do componente curricular e que este será submetido a avaliação do certificado/comprovante para posterior aprovação e validação. Além disso, o aluno deverá apresentar histórico escolar e plano de curso/ementa para aproveitamento de saberes relacionados às disciplinas cursadas anteriormente.

33 Ressalta-se que os componentes curriculares só poderão ser aproveitados até 08 (oito) anos depois de cursados, observando os seguintes critérios para admissibilidade do pleito:

I – Cumprimento dos pré-requisitos para o componente curricular a ser aproveitado.

II – Compatibilidade de pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) de carga horária e de conteúdo do componente curricular a ser aproveitado. Por fim, a carga horária máxima a ser aproveitada não poderá ultrapassar 50% da carga horária total do curso. No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componente curricular, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos componentes curriculares, incluindo, quando aplicável, uma avaliação prática relacionada ao componente curricular em questão. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. A Figura 4 demonstra de maneira sintética os critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores. Figura 4 - Critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores

Fonte: Comissão de Formulação do Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia/CPT-ETS- UFPB (2023).

13.

METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO

34

13.1 Metodologia As atividades teórico-práticas, metodológicas e didático-pedagógicas estruturantes do curso Técnico em Citopatologia estão pautadas em orientações flexíveis, incluindo estratégias de execução presencial ou não presencial, na indissociabilidade entre educação e prática social, bem como, entre saberes e fazeres no processo de ensino e aprendizagem. As atividades didáticas, tanto em encontros presenciais quanto não presenciais, buscarão atender as especificidades do público-alvo, utilizando instrumentos e técnicas necessárias para o êxito do estudante, pautada na contextualização e problematização dos conhecimentos, valorizando as experiências dos discentes e seus conhecimentos prévios, sem perder de vista a (re)construção dos saberes, considerando os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do estudante, assim como, a cultura específica dos discentes, seu pertencimento social, étnico racial, de gênero, etário, religioso e de origem (urbano ou rural). O curso adotará diferentes estratégias didático-metodológicas tais como: aula expositiva dialogada, aulas práticas em laboratório, discussões em grupo, exercícios de simulação, aprendizagem baseada em problemas e discussões de casos, entre outras, de forma que permitem o compartilhamento dos conhecimentos, além de reforçar a autoestima do grupo. Além disso, pretende utilizar estratégias interdisciplinares e transdisciplinares nas práticas educativas, isto é, assumir que qualquer aprendizado, assim como qualquer atividade, envolve a mobilização de competências e habilidades referidas a mais de uma disciplina, exigindo, assim, trabalho integrado dos professores, uma vez que cada um é responsável pela formação integral do estudante. Serão adotados recursos tecnológicos adequados ao público envolvido para subsidiar as atividades, técnicas flexíveis de planejamento, prevendo mudanças e rearranjos futuros, em função da melhoria no processo de aprendizagem. As atividades não presenciais do curso serão desenvolvidas de forma síncrona ou assíncrona, utilizando as Tecnologias da Informação e Comunicação - TICs e/ou Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), tais como, Google Meet, Modular Objected Distance Learning (Moodle), Sistema Integrado de Gestão de Atividades (SIGAA), dentre outros. O processo de ensino-aprendizagem não presencial requer algumas estratégias diferenciadas das habitualmente utilizadas no ensino presencial, por isso, propõe-se utilizar ferramentas do próprio AVA, tais como: chat, fóruns, vídeo aulas e/ou videoconferência, além de apostilas e/ou manuais específicos preparados para este fim. Serão realizadas atividades de forma contínua, destacando os aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem durante a realização das atividades individuais e/ou em grupo, tais como participação ativa nas aulas (questionamentos, realização de exercícios, assiduidade e pontualidade durante as aulas). Com base nas atividades propostas, serão atribuídas

35 notas para cada componente curricular. Para que de fato ocorra a integração do currículo, concebendo o educando como o sujeito capaz de relacionar-se com o conhecimento de forma ativa, crítica e construtiva, é importante: ● Propor atividades em que o alunado seja protagonista na construção do conhecimento, possibilitando ao mesmo intervir na realidade social; ● Tratar os conteúdos de ensino de modo contextualizado, promovendo assim, uma aprendizagem significativa, instigando a autonomia intelectual dos alunos e incentivando a capacidade de continuar aprendendo; ● Promover permanentemente a interação entre as disciplinas, tanto das áreas de formação básica, quanto das áreas de formação profissional, bem como a base diversificada; ● Desenvolver Projetos Interdisciplinares e Integradores, oportunizando o contato com as situações reais de vida e de trabalho; ● Inserir atividades demandadas pelo alunado: eventos científicos, problemas, projetos de intervenção, atividades laboratoriais, entre outros; ● Viabilizar atividades de pesquisa de campo e visitas técnicas sob a ótica de várias disciplinas; ● Promover a problematização do conhecimento, buscando confirmação em diferentes fontes; ● No início de cada período letivo, realizar de forma coletiva o contrato didático pedagógico, definindo a proposta educativa a ser efetivada, considerando sempre que o planejamento é flexível. ● Considerar os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno; ● Adotar a pesquisa como um princípio educativo; ● Diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos (as) discentes a partir do levantamento dos seus conhecimentos prévios; O apoio pedagógico acompanhará e motivará os docentes, avaliando e dinamizando a prática pedagógica.

13.2 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem A avaliação da aprendizagem dos discentes visa à sua progressão contínua para o alcance do perfil profissional de habilitação em técnico em enfermagem, sendo os tipos de avaliações diagnóstica, formativa e somativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, na perspectiva do desenvolvimento das competências e habilidades profissionais necessárias para continuar aprendendo ao longo da vida (BRASIL, 2021).

36 O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme a Lei nº 9.394/96. A avaliação deve ser compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e apresentando soluções/caminhos para o efetivo processo de ensino e aprendizagem. Caberá ao professor, portanto, observar as competências e habilidades a serem desenvolvidas, participar do planejamento das atividades, como aulas e projetos desafiadores, e utilizar instrumentos avaliativos variados, de caráter individual ou coletivo. Nos cursos regulares do CPT- ETS/UFPB, a avaliação da aprendizagem é realizada de acordo com os parâmetros de carga horária e especificidades individuais do componente curricular, sendo prevista, prova final, quando necessário. A aprovação em um componente curricular está condicionada à obtenção do desempenho acadêmico mínimo exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente. Para a realização da avaliação da aprendizagem, o docente deve considerar parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas, como: domínio cognitivo, cumprimento e qualidade dos trabalhos acadêmicos, capacidade de trabalhar em grupo com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal, além de autonomia. A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, considerando as atividades de: elaboração e execução de projeto; experimentos; pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo; relatório de aulas práticas; prova escrita e/ou oral; prova prática; produção técnico- científica, artística ou cultural; seminário; atividades com metodologias ativas individuais e/ou em grupo, de acordo com o Regulamento Didático Pedagógico do CPT-ETS/UFPB. Estes instrumentos de avaliação incluem trabalhos de natureza teórico-práticas, provas/atividades objetivas, provas/atividades operatórias, roteiro básico e autoavaliação, sendo enfatizados o uso dos projetos e a resolução de situações-problema específicas do processo de formação do técnico em Citopatologia. Os instrumentos de avaliação qualitativos ou objetivos serão confeccionados nos parâmetros das habilidades que serão avaliadas, adequação ao conteúdo proposto, linguagem clara e precisa, bem como permitirá o reforço, aprofundamento, reorganização e sistematização da aprendizagem adquirida, contribuindo para facilitar o aprendizado (LUCKESI, 2005). Ressalta-se que no decorrer no processo de ensino e aprendizagem o aluno será acolhido, estabelecendo um vínculo com o docente e o componente curricular que está cursando, permanecendo aberto para recebê-lo, diagnosticar possíveis fragilidades e dialogar acerca das estratégias de enfrentamento dos problemas identificados, pois jamais a finalidade da avaliação será de exclusão, mas de aprendizagem do educando, tornando o processo de educação

37 transformador e emancipatório (LUCKESI, 2005). O discente será aprovado por média no componente curricular se obtiver nota maior ou igual a sete (≥ 7,0). Caso contrário, o discente que tiver obtido o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá direito à avaliação final. O discente que não atingir o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá a média obtida como nota final do período. E ressalta-se que não há reposição de exame final, sendo atribuída a nota 0,0 (zero) ao discente que não realizou o exame final. O discente será aprovado quando obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), em cada componente curricular, atribuindo-se peso 6 (seis) à média das atividades didáticas e peso 4 (quatro) à nota do exame final (Figura 5). Contudo, no decorrer do processo educativo, cabe a todos os docentes promover estratégias para a recuperação da aprendizagem do aluno de modo contínuo e paralelo, previstas em seu plano de ensino e de aula, podendo ser feita, através de atividades individuais e/ou grupo, como pesquisa bibliográfica, experimento, demonstração prática, seminários, relatório, portfólio, provas escritas e/ou orais, pesquisa de campo, produção de textos, produção científica, artística ou cultural, oficinas, entre outros.

Figura 5 - Avaliação do processo de ensino e aprendizagem.

Fonte: Comissão de Formulação do Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Citopatologia/CPT-ETS- UFPB (2023).

13.3 Do regime de exercício domiciliar O aluno que, por motivo de saúde, necessitar de afastamento por período igual ou

38 superior a 15 dias, poderá solicitar o regime domiciliar para cursar os componentes curriculares teóricos. O regime domiciliar está garantido na Lei 1044 de 21 de outubro de 1969 e na Lei 6202 de 17 de abril de 1975 que determina: “Art. 1º São considerados merecedores de tratamento excepcional os alunos de qualquer nível de ensino, portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizados por:

a) incapacidade física relativa, incompatível com a frequência aos trabalhos escolares; desde que se verifique a conservação das condições intelectuais e emocionais necessárias para o prosseguimento da atividade escolar em novos moldes;

b) ocorrência isolada ou esporádica;

c) duração que não ultrapasse o máximo ainda admissível, em cada caso, para a continuidade do processo pedagógico de aprendizado, atendendo a que tais características se verificam, entre outros, em casos de síndromes hemorrágicos (tais como a hemofilia), asma, cartide, pericardites, afecções osteoarticulares submetidas a correções ortopédicas, nefropatias agudas ou subagudas, afecções reumáticas, etc.” A Lei 6202/1975 garante: “Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044, 21 de outubro de 1969.

Parágrafo único. O início e o fim do período em que é permitido o afastamento serão determinados por atestado médico a ser apresentado à direção da escola.

Art. 2º Em casos excepcionais devidamente comprovados mediante atestado médico, poderá ser aumentado o período de repouso, antes e depois do parto.” O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça: “Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico. §5º. O cumprimento do regime de exercícios domiciliares deverá ser contabilizado em dias corridos, inclusive nos casos que possam ultrapassar mais de um período letivo.” “Art. 99. O regime de exercícios domiciliares não poderá ser aplicado para os componentes curriculares de estágio supervisionado ou de disciplinas predominantemente práticas.” Reitera-se que este regime se aplica a casos relacionados aos componentes curriculares

39 teóricos, não podendo ser implementado em situações de práticas e/ou estágio. O aluno deverá apresentar atestado médico, formulário preenchido, lista de componentes curriculares que deseja cursar no regime domiciliar.

13.4 Acompanhamento e Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso Haverá mecanismos de gestão pedagógica que permitam a avaliação contínua do curso, a identificação de melhorias e o acompanhamento do desempenho dos estudantes. Ao final de cada unidade curricular terminada efetivamente, haverá uma avaliação dos resultados alcançados, por meio de aplicação de questionários, visando ao aprimoramento do PPC. Poderá ser realizada pesquisa qualitativa, de preenchimento facultativo, disponibilizada em formulário eletrônico próprio, cuja temática será indicada pela equipe do curso. Deverá haver também avaliação do PPC pela Coordenação, e sua revisão se necessária para garantir a atualização e a relevância em face das mudanças sociais, econômicas e educacionais. Essa prática permite ajustes necessários para manter a qualidade do ensino, alinhar os objetivos às demandas contemporâneas e assegurar que o curso esteja em sintonia com as necessidades dos estudantes e do mercado de trabalho.

14. ESTRUTURA FÍSICA 14.1 Da Biblioteca A Biblioteca Setorial da Escola Técnica de Saúde é uma das unidades que compõem o Sistema de Bibliotecas da UFPB e se apresenta com fundamental importância no apoio informacional às atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão propostas pela Escola. Assim, através dos seus suportes informacionais e em concordância com as atividades e objetivos da Universidade, contribui para o desenvolvimento científico da Instituição e da comunidade acadêmica em geral. O acervo bibliográfico da Biblioteca Setorial da CPT-ETS/UFPB é composto por cerca de 3.080 exemplares, assim especificados: monografias, DVD’s de filmes brasileiros, periódicos, além do acervo literário. É importante ressaltar que o acervo se encontra em processo de crescimento, com aquisição atualmente de mais 722 novos livros. Além do acervo físico, fica à disposição, o acervo das Bibliotecas Digitais disponibilizado através do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da UFPB. Dentre os serviços ofertados há disponibilidade de acesso aos computadores para consulta e pesquisa; empréstimo, devolução e renovação de livros; auxílio ao uso das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); confecção de fichas catalográficas (mediante solicitação) e divulgação dos livros digitais, disponibilizados através do SIGAA.

40 Atualmente o horário de funcionamento da Biblioteca é das 7h às 17h (sem fechar para o almoço), de segunda a sexta-feira. Dentre os serviços ofertados dispõe de ambiente para estudo; computadores para consulta ao acervo e realização de pesquisas; serviço de circulação (empréstimo, devolução e renovação de livros); orientação para consulta ao acervo, portais de pesquisa e bibliotecas digitais, pesquisas bibliográficas, normalização dos trabalhos acadêmicos, cadastro na biblioteca; confecção de fichas catalográficas (mediante solicitação) e divulgação dos livros

digitais

nas

redes

sociais

da

ETS

(Instagram:

@etsufpb

e

Facebook:

https://www.facebook.com/Escola-Técnica-de-Saúde-da-UFPB-709398559183384/). A Biblioteca Setorial da ETS conta com uma equipe bem qualificada, composta por 04 (quatro) profissionais bacharéis em Biblioteconomia, dentre eles 03 (três) mestres e 01 (um) especialista. O trabalho é desenvolvido em consonância para o crescimento da unidade de informação da Escola, visando contribuir no processo educacional, científico, tecnológico e cultural, levando em consideração a melhoria contínua da qualidade dos serviços ofertados.

ACERVO DIGITAL DISPONÍVEL NO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE ATIVIDADES ACADÊMICAS – SIGAA MINHA BIBLIOTECA é uma base de livros eletrônicos, em português, que reúne milhares de títulos acadêmicos das diversas áreas do conhecimento. Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Minha Biblioteca. A BIBLIOTECA VIRTUAL – PEARSON é um acervo digital composto por milhares de títulos, que abordam diversas áreas de conhecimento (administração, marketing, engenharia, direito, letras, economia, computação, educação, medicina, enfermagem, psiquiatria, gastronomia, turismo e outras). Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Biblioteca Virtual Pearson. A DOT.LIB disponibiliza acesso a base de livros digitais Atheneu com diversos livros na área de Medicina e Ciências da Saúde, além de acesso a bancos de dados que trabalham com

41 evidências e clínica médica: a Cochrane Library, a Cochrane Clinical Answer e a Essential Evidence Plus da Editora Wiley. Para acessar essa base fora do ambiente de rede da UFPB, o usuário deve baixar e instalar o navegador Firefox UFPB (http://www.nti.ufpb.br/proxyufpb/firefox_ufpb.html) e em seguida, entrar com seus dados de login do SIGAA. Após o login no SIGAA, acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > DotLib - Atheneu e Cochcrane. TARGET GEDWEB - Sistema de gestão de normas e documentos regulatórios. Disponibiliza acervo de Normas Brasileiras (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entre outros. Para o acesso, o usuário deve fazer o login no SIGAA da UFPB e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Target – Normas Técnicas. PORTAIS DE PESQUISA E BASES DE DADOS O

Portal

de

Periódicos

da

Capes

(https://www-periodicos-capes-gov-

br.ez15.periodicos.capes.gov.br/index.php?) é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. O Portal EduCapes (https://educapes.capes.gov.br/) compila conteúdos educacionais abertos e disponibiliza através do repositório de objetos de aprendizagem, material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O conteúdo pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil. O repositório engloba em seu acervo textos em formato PDF, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, videoaulas, planos de aula e quaisquer outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta ou sob domínio público. É possível baixar os conteúdos ou usá-los online. O Portal Domínio Público (http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp) constitui-se é um ambiente virtual que permite coleta, integração, preservação e compartilhamento de conhecimentos. Seu principal objetivo é promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham sua divulgação autorizada. No REI - Repositório Eletrônico Institucional (https://repositorio.ufpb.br/) da Universidade Federal da Paraíba, você encontra produções acadêmicas de discentes (monografias, TCCs, relatórios de Conclusão de Curso), além da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações das instituições de ensino e pesquisa brasileiras. O REI é uma iniciativa de profissionais da informação do CCEN, do Grupo de Pesquisas vinculado ao CNPq WRCO e do STI. Contato:

42 ri@ufpb.br

14.2 Das instalações e recursos tecnológicos do CPT-ETS/UFPB De acordo com as orientações contidas no Catálogo Nacional de Cursos da Educação Profissional e Tecnológica a instituição ofertante, deverá cumprir um conjunto de exigências que são necessárias ao desenvolvimento curricular para a formação profissional com vistas a atingir um padrão mínimo de qualidade. O quadro 5 a seguir apresenta recursos tecnológicos e instalações físicas que o CPT- ETS/UFPB dispõe para oferta dos componentes curriculares. Quadro 5 – Distribuição do Espaço Físico do CPT-ETS/UFPB, 2022. Qtde.

Espaço Físico

Descrição

07

Sala de Aula

Com 50 carteiras, condicionador de ar, quadro de vidro, disponibilidade para utilização de computador e projetor multimídia.

01

Sala de Audiovisual ou Projeções

Com 60 cadeiras, projetor multimídia, computador, televisor e DVD player.

01

Sala de videoconferência Com 50 cadeiras, equipamento de videoconferência, computador e televisor.

01

Auditório

Com 100 lugares, projetor multimídia, computador, sistema de caixas acústicas e microfones.

01

Biblioteca

Com espaço de estudos individual e em grupo, e acervo bibliográfico e de multimídia específicos.

01

Laboratório de Informática

Com 30 máquinas, softwares e projetor multimídia.

01

Laboratório de Práticas realísticas em Saúde Bucal

Material necessário para a prática profissional.

01

Laboratório de Material necessário para a prática profissional. Oclusão Ortodontia e Materiais dentários em Odontologia

01

Laboratório de Práticas realísticas em Radiologia Odontológica

Material necessário para a simulação realística de tomadas radiográficas em Radiologia e imaginologia odontológica.

43 01

Laboratório de Tecnologia da Informação

Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos.

01

Secretaria Acadêmica

Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos.

01

Sala para atividade da Coordenação do Curso

Com computadores, recursos didáticos, tablet, impressora, mesa de reunião para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para coordenar e gerir o curso.

01

Direção Geral

Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos gerais do CPT-ETS/UFPB.

01

Secretaria Geral

Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos gerais do CPT-ETS/UFPB.

01

Direção de Ensino

Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Acadêmicos do CPT-ETS/UFPB.

01

Sala de Apoio à Ambiente de acolhimento para assistência estudantil, com Assistência Estudantil – computadores, para apoio ao desenvolvimento de CAD trabalhos para alunos.

01

Sala de Apoio a Ambiente de acolhimento para assistência pedagógica, assistência Pedagógica – com computadores, para apoio ao desenvolvimento de CAP trabalhos para os alunos.

02

Copa Servidor

Espaço para colaboradores.

01

Espaço para Estudante -área de convivência

Espaço para alimentação e descanso dos educandos

04

Sanitários adaptação

Sanitários com adaptação necessidades específicas.

07

Sanitários

Sanitários com 19 assentos (vasos) e 3 mictórios e chuveiros.

01

Elevador

Plataforma elevatória, prédio anexo para acesso dos discentes e servidores, visitantes e colaboradores.

02

Sala de professores

Ambiente/sala de professores composta por mesa, cadeiras, ar-condicionado, armários.

02

Laboratório de Para realização das práticas conforme demanda do Enfermagem – práticas Curso Técnico em Enfermagem. realísticas

com

alimentação

dos

para

servidores

portadores

e

de

44 01

Laboratório Anatomia

de

Para realizar as práticas de anatomia e fisiologia humana e primeiros socorros.

01

Laboratório de Parasitologia, Urinálise, Bioquímica e Hematologia

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso.

01

Laboratório de Idosos

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso.

02

Laboratório de Para realizar práticas específicas do componente Processamento de curricular do curso. Amostras Biológicas I e

II 01

Laboratório de Para realizar práticas específicas do componente Biologia Molecular, curricular do curso. Microbiologia e Citologia

01

Laboratório de Cultivo e Análise Celular

01

Laboratório Vigilância Aplicada

01

Laboratório Cerâmica

de

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso da área de odontologia.

01

Laboratório de Metais e Fundição

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso da área de odontologia.

01

Laboratório de Resina

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso da área de odontologia.

01

Laboratório de Para realizar práticas específicas do componente Escultura e Anatomia curricular do curso da área de odontologia. Dentária

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso.

de Para realizar práticas específicas do componente Molecular curricular do curso.

Fonte: CPT-ETS/UFPB, 2022.

14.3 Dos equipamentos e laboratórios Os laboratórios em nosso Centro seguem as normas e protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Comprometemo-nos a garantir que todas as práticas e procedimentos realizados estejam em total conformidade com as diretrizes governamentais, garantindo assim a segurança, eficácia e precisão das atividades desenvolvidas. A adesão estrita a tais regulamentos é fundamental para assegurar a qualidade dos resultados obtidos e, acima de tudo, para proteger a saúde e o bem-estar dos discentes e do meio ambiente.

45 O CPT-ETS/UFPB dispõe de laboratório de informática, de anatomia e laboratórios específicos da área de Citopatologia com todos os equipamentos e insumos necessários para a execução das práticas laboratoriais que seguem os critérios mínimos exigidos pelo Catálogo de Curso Técnicos do Ministério da Educação, a saber: Laboratórios de Processamento de Amostras Biológicas I e II (LAPAB I e II), Laboratório de Parasitologia, Urinálise, Hematologia e Bioquímica (LAPUBH), Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada (LAVIMAP), Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Citologia (LABIMIC), Laboratório de Cultivo e Análises Celular (LACEC). Abaixo, tem-se os quadros 6, 7 e 8 que listam todos os materiais permanentes existentes nos diversos laboratórios de prática do curso. Quadro 6 – Descrição dos materiais existentes no laboratório de informática, CPT-ETS/UFPB, 2022. Área (m²)

Capacidade para atendimento dos alunos

80

30

Equipamentos – Especificação

Quantidade

Configuração dos Computadores: Core 2 duo 3.0 2gb 160gb HD

30

Datashow

01

Quadro Interativo

01

Quadro de Vidro

01

Estabilizadores – 1 Kva

30

Rack Para servidores com KVA Aula prática

01

Equipamento de videoconferência

01

Fonte: Patrimônio CPT-ETS/UFPB, 2022. Quadro 7 – Discriminação dos materiais existentes no laboratório de anatomia e fisiologia, CPT-ETS/UFPB, 2022 Área (m²)

Capacidade para atendimento dos alunos

40

15

Equipamentos – Especificação

Quantidade

Manequim de Coração Humano

04

Cadeira Fixa Baixa

01

Estabilizador de Tensão

01

46 Manequim de Coração Humano

04

Cadeira Fixa Baixa

01

Estabilizador de Tensão

01

Manequim de Coração Humano

04

Estante Aberta em Aço, com 06 Prateleiras Reguláveis

01

Manequim de Esqueleto (Adulto)

02

Mesa oblonga para reunião

01

Modelo Anatômico – Crânio

01

Modelo Anatômico Aparelho Reprodutor Feminino

03

Modelo Anatômico de Arcada Dentária em PVC

02

Modelo Anatômico de Esqueleto Humano

19

Modelo Anatômico de Secção Mediana da Cabeça, Confeccionado em PVC

03

Modelo Anatômico do Aparelho Reprodutor Masculino

05

Modelo Anatômico do Sistema Muscular

01

Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Coração 07 Partes

03

Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Pulmão Segmentado. Modelo de Pulmões Com a Representação da Árvore Brônquica Junto do Coração, Traquéia, Esôfago e Aorta

03

Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Sistema Digestivo Em 3 Partes. Modelo Em Tamanho Natural que Demonstra Todo O Sistema Digestivo em Relevo Gráfico

03

Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Sistema Nervoso ½ do Tamanho Natural

02

Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Sistema Urinário Masculino e Feminino em 6 Partes

03

Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Torso Unissex 28 Partes. Modelo com Inserções Genitais Femininas e Masculinas Desmontáveis

03

Modelo Anatômico Sistema Digestório

02

Modelo do Sistema Circulatório em Relevo, Com Metade do Tamanho Natural

03

47 Monitor de Vídeo

01

Repipetador

01

Réplica de Modelo Anatômico Tireoide. Modelo De 4 Tireoide

02

Fonte: Patrimônio CPT-ETS/UFPB, 2022.

Quadro 8 – Discriminação dos materiais permanentes existentes nos laboratórios específicos do Curso Técnico em Citopatologia da CPT-ETS/UFPB, 2022 Coordenação do Curso Técnico em Análises

01 Arquivo Gaveteiro 01 Ar. Condicionado 01 Mesa 01 Mesa Redonda 02 Quadro P/ Avisos 02 Armário Baixo C/ Portas 02 Gaveteiro 02 Poltrona Presidente 05 Cadeira C/ Rodas 01 Estabilizador 02 Computadore 01 Scaner

Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada 01 Extrator Automatizado de Ácidos (LAVIMAP) Nucleicos 02 Armários de madeira baixo 2 portas 01 Armário de madeira vertical 8 portas 02 Armários metal 2 portas 02 Armários suspensos 01 Banho maria 04 Banqueta alto de ferro 01 DNA Workstation 01 Cabine de segurança biológica 01 Cadeira giratória sem apoio 05 Cadeira giratória c/ braço 01 Câmara de resfriamento /ultra freezer 01 Centrífuga refrigerada de bancada 03 Computadores tipo desktop 01 Estabilizador 01 Estante de metal 01 Bebedouro 02 Geladeira 01 Impressora 01 Mesa retangular 01 Poltrona reclinável para coleta de sangue 01 Equipamento de PCR em Tempo Real - Quant Studio 3 05 Ar-condicionados 01 Nobreak

48 Laboratório de Cultivo e Análise Celular (LACEC)

02 Agitador de Tubos 05 Agitador Magnético Com Aquecimento 05 Ar-Condicionado 05 Armário 2 Portas 06 Armário Aéreo em MDF, 3 Portas 01 Armário Bege 3 Portas 04 Armário Cinza Alto 01 Armário Cinza Alto 2 Portas 01 Autoclave 05 Balança Analítica - Capacidade 2000g 15 Banco Alto De Madeira 03 Banho Maria 02 Banqueta Alta em Ferro 01 Barrilete 01 Bebedouro 01 Bomba de Vácuo e Pressão 01 Bomba Injetora 01 Cabine de Segurança Biológica 10 Cadeiras 02 Centrífugas Refrigeradas 02 Cilindro de Aço 01 Citômetro de Fluxo Accuri C6 System 02 Computadores Hp 01 Contador de Células Automático 02 CPU HP 05 Estabilizadores 01 Filtro Purificador De Água Millipore 01 Frigobar 03 Gaveteiros 02 Impressoras

02 Incubadoras De CO2 01 Lavador De Placas De Elisa/Microplaca 02 Medidor De PH - PHmetro De Bancada Quimis 03 Mesas 03 Microscópio Binoculares 01Microscópio Invertido De Fluorescência 03 Refrigeradores 01 Trans-Blot Sl Semi-Dry Transfer Cell 01 Aparelho de TV

Laboratório de Parasitologia, Uroanálise, Bioquímica e Hematologia (LAPUBH)

01 Banho Maria com Agitação Simples - 30l

04 Banquetas Alta em Ferro 02 Cadeiras Acolchoada S. Braço 04 Cadeiras Giratória com Braços 03 Centrífugas Clínica Digital 12 Tubos

49 01 Centrífuga Refrigerada SL 703 01 Coagulometro Digital 01 Computador Tipo Desktop 10 Contador de Células Sanguíneas 01 Cuba de Eletroforese 01 Deionizador de Água 01 Destilador de Água 01 Espectrofotômetro 03 Estabilizadores 01 Estante MDF Com 2 Portas 01 Estufa 200°C/150l

P/

Esterilização/Secagem

01 Fonte P/ Cuba De Eletroforese 01 Fotômetro De Chama 01 Freezer 02 Gaveteiro Volante Com 4 Gavetas

01 Geladeira Marca 01 Lousa de Vidro 01 Mesa para Computador 03 Microscópio Binocular 07 Microscópio Trinocular 01 Minicentrífuga Velocidade Fixa em 6400 rpm 01 Quadro de Aviso Em Feltro, 90 X 1,20 01 Suporte para Tv 01 TV Led 03 Vórtex

50 Laboratório de Processamento de Amostras Biológicas (LAPAB I)

02 Agitador de Tubo 01 Agitador Magnético 02 Ar-condicionado 04 Armário Aço com Duas Portas 03 Armário Aéreo 24 Banco Alto de Madeira 01 Banho Maria 01 Balança Analítica 02 Barrilete 02 Capela de Exaustão de Gases 01 Central de Inclusão 04 Chapa Aquecedora Retangular 07 Cronômetros 01 Deionizador de Água 03 Dispensador de Parafina 02 Destilador 01 Criostato 02 Estabilizador Sms 02 Estereoscópio (Lupa-Medilux) 01 Estufas Bacteriológica 42 Litros 01 Estufa de Secagem e Esterilização 03 Gaveteiro em Madeira Cinza com 3 Gavetas 02 Histotécnico 02 Microscópio Óptico Binocular 10 Microscópio Trinocular Sistema Ótica Infinita CFI 02 Phmetro de Bancada c/ Suporte Articulado 01 Refrigerador 01 Suporte Aquecedor p/ Parafina

02 Gaveteiro 4 Gavetas

51 01 Agitador Magnético Laboratório de Processamento de Amostras Biológicas (LAPAB II)

02 Ar-condicionado Split 02 Armários Aéreo em MDF 04 Balanças Analítica - Capacidade 2000g 21 Bancos Alto de Madeira 10 Banhos Histológico 11 Banquetas Alta em Ferro 02 Barriletes para Armazenamento de Água 06 Cadeiras Acolchoada Azul Rolante 02 Capelas para Exaustão de Gases 03 Deionizadores de Água 01 Destilador 02 Estereoscópio 01 Estufa de Parafina para uso Histotécnico 02 Estufa para Secagem de Cortes -Microtomia 03 Gaveteiros Volante com 4 Gavetas 02 Mesas de Escritório c/ Gaveta 11 Microscópios Ópticos Binoculares 07 Microscópio Óptico Trinocular 08 Micrótomos 01 Quadro Branco de Vidro 01 Quadro Branco 03 Refrigerador 05 Suporte De Teto Para Projetor Multimídia 01 Televisor

Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Citologia (LABIMIC)

01 Assento Giratório 02 Agitador Magnético 01 Agitador Tipo Vórtex 07 Ar-Condicionado 02 Armário Metal 04 Armário Aéreo em MDF 02 Armário Alto Com 2 Portas 06 Armário Baixo Com 2 Portas

52 03 Armário Cinza 2 Portas Ferro 01 Armário Gaveteiro 4 Gavetas 01 Armário Madeira 1 Gaveta 01 Armário Madeira 1 Porta 01 Armário Madeira 2 Portas 01 Armário Marrom 03 Armário Suspenso 01 Autoclave Vertical Cap. 75 L 05 Balanças Analíticas 20 Banco Alto de Madeira 04 Banco Madeira Cinza 02 Banho Maria com Agitação 05 Banqueta Alta em Ferro 01 Bloco Aquecedor 96 Poços 01 Bomba de Vácuo e Pressão 01 Cabine Segurança Biológica CLASSE II 01 Cabine de Segurança Biológica Tipo B2 05 Caixas Inox 01 Capela de Exaustão de Gases 01 Centrífuga de Tubos 01 Centrífuga Refrigerada 01 Chuveiro de Emergência com Lava- Olhos 01 Contador de Colônia 01 CPU Computador 02 CPU 02 Cuba de Eletroforese Horizontal 01 Cubo de Eletroforese Vertical

53 01 Televisão 01 Termociclador 02 Cronômetros 01 Espectrofotômetro Visível 200-1000 NM UV-B 05 Estabilizador 03 Estufa Bacteriológica 42 Litros 02 Estufa de Secagem e Esterilização 01 Foto Documentador 01 Freezer Horizontal 01 Frigobar 01 Fonte de Eletroforese 01 Gaveteiro 4 Gavetas 01 Geladeira Marca Consul 01 Mesa para Computador 01 Micro-ondas 16 Microscópios Binoculares 01 Microscópio Trinocular 01 Monitor HP 17 polegadas 01 Monitor Lenovo 01 Nanodrop Lite 01 PHmetro Microprocessado 01 Bancada/Even 01 Purificador de Água Osmose 04 Refrigeradores Domésticos 01 Suporte Multimidia

de

Teto

para

Projetor

01 Tela de Projeção Retrátil Motorizada

Fonte: Patrimônio CPT-ETS/UFPB, 2022.

54

15. PERFIL

DE QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES, INSTRUTORES E TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS

Os profissionais que atuam no Centro Profissional e Tecnológico como aporte técnico, pedagógico e administrativo e/ou como docentes possuem a habilitação e a qualificação necessárias e alinhadas com as particularidades do trabalho do técnico em Citopatologia, que abrange os campos da citologia e histologia, conforme as exigências estipuladas na regulamentação do Conselho Nacional de Educação, para as funções que exercem, tendo todos um perfil que inclui capacidade de trabalho em equipe e de promoção de ações voltadas para o fortalecimento do SUS, mediante processos de educação permanente em saúde. O professor responsável pelas atividades presenciais da disciplina também atuará na postagem do conteúdo no AVA, construção de processos avaliativos, orientação dos alunos e correção das atividades desenvolvidas na modalidade não presencial. O Corpo docente do Curso Técnico em Citopatologia está constituído por um total de 15 docentes, todos lotados no CPT-ETS/UFPB. A seguir, no quadro 9 é apresentado o corpo docente com respectiva titulação, regime de trabalho e formação.

Quadro 9 - Demonstrativo dos docentes que atuam no Curso Técnico em Citopatologia CPTETS/UFPB, 2022 N.

Nome do docente

Titulação

Carga horária

Formação

1.

Ana Carolina Bernardes Dulgheroff

Doutorado

DE-40h

Biomedicina

2.

Andrea Fernanda Ramos de Paula

Mestrado

DE-40h

Ciências Biológicas

3.

Carmem Gabriela G. de Figueiredo

Mestrado

DE-40h

Biomedicina

4.

Claudenice Rodrigues do Nascimento

Doutoramento

DE-40h

Ciências Biológicas

5.

Eugenio Saraiva

Carvalho

Doutorado

DE-40h

Ciências da Computação

6.

Fabíola Fialho Furtado Gouvêa

Doutorado

DE-40h

Farmácia

de

55 7.

Ismênia Soares

8.

Mangueira

Doutorado

DE-40h

Processamento de dados

Jairo de Pontes Gomes

Doutorado

DE-40h

Administração

9.

João Felipe Bezerra

Doutorado

DE-40h

Farmácia

10.

Judite Moreira

Doutorado

DE-40h

Odontologia

11.

Lígia Maria Ferreira

Doutorado

DE-40h

Biomedicina

12.

Lúcio Roberto Cançado Castellano

Doutorado

DE-40h

Biomedicina

13.

Renata Coelho Batista Queiroz

Freire

Doutorado

DE-40h

Odontologia e Biologia

14.

Ronaldo Sarmento

Rodrigues

Doutorado

DE-40h

Biomedicina

15.

Shirley Maria Torreias Dallagnol

Especialista

DE-40h

História

16.

Vilson Lacerda Brasileiro Junior

Doutorado

DE-40h

Odontologia

17.

Sandra Cristina Moraes de Doutorado Souza

DE-40h

Psicologia

Fernandes

Fonte: CPT-ETS/UFPB, 2022. O Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde destaca-se pela formação do seu corpo docente, de acordo com os dados extraídos da plataforma Nilo Peçanha, é possível evidenciar que o CPT-ETS/UFPB possui um elevado Índice de Titulação Acadêmica- ITCD. Este indicador mede a titulação média dos professores efetivos da Rede Federal e possui como meta: 3,6- meta 13 prevista na Lei 13.005/2.014. De acordo com os dados publicados na plataforma anteriormente citada, no ano de 2021, ano base 2020, a média da rede federal foi 4,2, e o CPT-ETS/UFPB conquistou ITCD de 4,9, sendo destaque, quando comparado com a Rede Federal de Ensino, e, portanto, o maior ITCD das escolas vinculadas. Os servidores técnicos administrativos do CPT-ETS/UFPB, suas titulações e cargos encontram-se disponíveis no quadro 8.

56 Quadro 10 - Demonstrativo dos servidores Técnico Administrativos que atuam no CPTETS/UFPB, João Pessoa, 2022 N.

Nome do servidor

de

Carga horária

Cargo

Doutorado

40h

Técnico laboratório/área

1.

Ana Luísa Lima

2.

Aline Paiva Feitosa

Graduação

40h

Técnico de Enfermagem

3.

André Luiz de Oliveira Araújo

Especializaç ão

40h

Administrador

4.

Christine Dantas Benício

Especializaç ão

40h

Bibliotecário- Documentalista

5.

Ciro Trocoli Neto

Graduação

40h

Assistente Administrativo

6.

Djanice Silva de Santana

Graduação

40h

Assistente Administrativo

7.

Elinalda José Gonçalves

Mestrado

40h

Assistente Social

8.

Elizete Araújo dos Santos

Especializaç ão

40h

Assistente Administrativo

8.

Germana Oliveira Almeida de Mendonça

Mestrado

40h

Técnica em Contabilidade

9.

Glaucia Michelyne Paes de Mestrado Lima

40h

Bibliotecário- Documentalista

10.

José Marcos de Oliveira Targino

Graduação

40h

Técnico Dentária

11.

Jussara de Ferreira Chaves

Lourdes

Especializaç ão

40h

Psicólogo

12

Leojoan Cavalcante

Moura

Especializaç ão

40h

Técnico Área

13.

Liana Oliveira Biam

Especializaç ão

40h

Auxiliar em Enfermagem

14.

Luciana Bacelar

Especializaç ão

40h

Secretária Executiva

15.

Luciane Alves Coutinho

Mestrado

40h

Pedagogo

16.

Luiz Felipe de Carvalho França

Especialista

40h

Técnico Área

17.

Manuel Rufino da Silva Neto

Graduação

40h

Técnico Dentária

Andreia

Araújo

Titulação

Silva

em

de

de

em

Prótese

Laboratório

Laboratório

Prótese

57 18.

Marcelino Silva

19.

Maria Carvalho

20.

Pereira

da

Graduação

40h

Auxiliar de Enfermagem

Rosário

Mestrado

40h

Assistente Administrativo

Maria Oselândia Rodrigues Leite

Especializaç ão

40h

Assistente Administrativo

21.

Marizilda Silva

da

Especializaç ão

40h

Assistente Administrativo

22.

Patrícia Meira Andrade Feitosa

de

Especializaç ão

40h

Técnico Área

de

Laboratório

23.

Robson Lima Palmeira

Mestrado

40h

Técnico Eletroeletrônica

em

24.

Rosanie Rocha Schwab Figueiredo

Especializaç ão

40h

Pedagogo-Área

25.

Rosa Virgínia de Oliveira

Especializaç ão

40h

Assistente Administrativo

26.

Rosa Sylvana Mousinho

Mestrado

40h

Bibliotecário

27.

Vicente Paulo Ramalho

Mestrado

40h

Bibliotecário- Documentalista

do

Barbosa

da

S.

Fonte: CPT-ETS/UFPB, 2023.

16.

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL A assistência estudantil está assegurada por meio da Política de Assistência Estudantil

do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB que apresenta princípios e objetivos, materializados através de programas, projetos e ações destinados a assegurar ao educando condições de acesso, permanência e conclusão do curso, de forma a minimizar a evasão e retenção, favorecendo a equidade de condições para acesso e permanência. A assistência apresentada no referido documento é exclusiva ao atendimento dos discentes do CPT-ETS, sendo direcionadas prioritariamente ao auxílio daqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No sentido de viabilizar os objetivos constantes na Política de Assistência Estudantil, o CPT-ETS conta com uma equipe multiprofissional composta por Assistente Social, Pedagogo, Psicólogo e Técnico em Assuntos Educacionais que atua em articulação com as Coordenações de Cursos e a Coordenação de Assistência e Promoção Estudantil. Os profissionais, dentro das suas atribuições específicas, atuam no incentivo à

58 participação democrática do discente nas decisões do CPT-ETS; na discussão de temas relevantes junto aos alunos que abordam a saúde, violência, cultura, cidadania, direitos sociais e humanos; na promoção do bem-estar psicossocial dos discentes; na acolhida ao estudante para identificar problemas ou dificuldades na vivência acadêmica e favorecer a inclusão; na orientação psicopedagógica e educacional aos discentes que necessitam de apoio nas disciplinas; no levantamento socioeconômico e familiar que aponte indicadores dos alunos que influenciem no processo de ensino-aprendizagem; bem como, no planejamento e monitoramento da oferta de auxílios estudantis, de modo a reduzir os desafios decorrentes da desigualdade socioeconômica. O apoio ao discente também é proporcionada com a realização de parcerias do CPTETS com outros setores da UFPB, tais como o Comitê de Inclusão e Acessibilidade, o Núcleo Universitário de Bem-estar, o Centro de Referência em Atenção à Saúde, a Agência UFPB de Cooperação Internacional e a Coordenação Geral de Estágios, para viabilizar a oferta de oficinas, palestras, cursos que incentivem o bem-estar do discente; prestar assistência à saúde; promoção de ações inclusivas; participação dos discentes em atividades de internacionalização; acompanhamento dos alunos nos locais de estágios obrigatórios ou não obrigatórios, bem como, o estímulo a demais atividades de suporte ao discente que são disponibilizados por projetos ou de acordo com a demanda espontânea identificada no diálogo junto à comunidade acadêmica. Dentro das atividades de internacionalização realizadas pela UFPB, destacam-se bolsas de estudo, alunos em cotutela, intercâmbios, convênios, missões acadêmicas, redes de pesquisas, cursos, eventos científicos e outros projetos com caráter de cooperação internacional. Vale destacar ainda que a representatividade dos discentes nas decisões no CPT-ETS está assegurada pela garantia de participação e voto dos alunos nas instâncias colegiadas. Em adição, a instituição dispõe de Ouvidoria que busca promover a defesa dos direitos dos discentes nas relações com a UFPB, em suas diversas instâncias administrativas e acadêmicas.

16.1 Política de inclusão social

O Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, por meio da Política de Assistência Estudantil do CPT-ETS/UFPB desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, Resolução CONSEPE nº 38/2018, no Art. 3, inciso “I - viabilizar o acesso, a permanência e a conclusão de curso pelos discentes, na perspectiva da inclusão social e da melhoria do desempenho acadêmico, buscando a prevenção das situações de retenção e evasão” (UFPB, 2018). A Política de Inclusão do CPT-ETS/UFPB é entendida numa perspectiva da educação como direito e um compromisso com a formação integral do sujeito. Configura-se como uma política pública que estabelece um conjunto de ações que buscam reduzir as desigualdades

59 socioeconômicas e promover a justiça social no percurso formativo dos discentes. Esta destina- se aos discentes matriculados na Rede de Ensino Profissional e Técnico, independente de nível e modalidade de ensino, prioritariamente os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Entendendo vulnerabilidade social como processos de exclusão, discriminação ou enfraquecimento dos grupos sociais e sua capacidade de reação, como situação decorrente da pobreza, privação e/ou fragilização de vínculos afetivo-relacionais e de pertencimento social e territorial.

17. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMAÇÃO O Diploma será emitido de acordo com as orientações legais vigentes. Este será concedido ao discente que cursar com aproveitamento e frequência mínima, conforme a Lei das Diretrizes e Bases e as Normas Acadêmicas do CPT-ETS/UFPB e/ou UFPB, e tiver concluído em sua totalidade os componentes curriculares previstos na matriz do Curso Técnico em Citopatologia de Nível Médio. O Diploma de conclusão do Curso de Técnico em Citopatologia deverá ser acompanhado do histórico escolar e explicitar o correspondente título de técnico na respectiva habilitação profissional, indicando o eixo tecnológico ao qual se vincula. O discente que, por qualquer motivo, não cumprir em sua totalidade as exigências do curso, não poderá ser certificado. Os casos não previstos neste PPC ou em regulamento da Escola Técnica de Saúde da UFPB, ou em regulamento da Universidade Federal da Paraíba deverão ser analisados pelo Colegiado da ETS/UFPB, podendo ser encaminhado para outras instâncias. O estudante que concluir a unidade curricular correspondente a qualificação profissional fará jus a respectiva certificação intermediária de qualificação profissional tecnológica, de auxiliar de laboratório de saúde conforme possibilidades previstas no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Para isso, devendo o discente solicitar junto à secretaria de cursos do CPT-ETS/UFPB. O histórico escolar que acompanha o certificado de qualificação profissional tecnológica deve incluir as competências profissionais definidas no perfil de conclusão da respectiva unidade curricular.

18. SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS O Sistema Digital de Acompanhamento de Egressos (SDAE), propõe-se a desenvolver uma política de acompanhamento dos alunos egressos para todos os cursos técnicos profissionalizantes, como mecanismo pedagógico para atualização e incorporação de componentes em atendimento às demandas da sociedade. Com a implantação de uma ferramenta digital, a mesma funcionará como um dispositivo observatório, que poderá avaliar a situação dos

60 cursos Técnicos da ETS/UFPB, de modo a aferir o seu desempenho em função do processo ao longo da formação. Tal iniciativa permitirá correções ou predições que favoreçam a avaliação positiva dos Programas. Este Sistema de Informação é uma forma de buscar a avaliação da comunidade externa e o fortalecimento da integração entre a instituição e a sociedade, por meio da permanente comunicação com seus egressos, sendo estas informações de interesse para a ETS/Universidade Federal da Paraíba. O SDAE é constituído sete (7) dimensões:

• Dimensão 1 - Perfil socioeconômico; • Dimensão 2 - Dados do curso; • Dimensão 3 - Inserção profissional; • Dimensão 4 - Mundo do Trabalho; • Dimensão 5 - Formação profissional; • Dimensão 6 - Satisfação profissional; • Dimensão 7 - Trajetória educacional.

19. IDENTIFICAÇÃO

DAS

ATIVIDADES

DE

ESTÁGIO

SUPERVISIONADO

OBRIGATÓRIO

De acordo com a Lei nº11788/2008 (BRASIL, 2008b), o estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para o trabalho e sociedade. Na habilitação profissional de Técnico em Citopatologia, o estágio supervisionado é obrigatório e totaliza 120 horas, estando incluídas nas 1.320 horas previstas para a totalização do curso, representando 9% da carga horária total do curso. O estágio supervisionado obrigatório será desenvolvido na Unidade Curricular III, com práticas voltadas para auxiliar e executar atividades padronizadas de laboratório - automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico. O estágio deverá ser global, envolvendo prática em atendimento, prática laboratorial e apoio ao diagnóstico. O estágio em laboratório clínico deverá ser realizado em Instituição Pública ou Privada, após preenchimento no Termo de Convênio e Termo de Compromisso de Estágio, firmado entre a Instituição de Saúde (concedente), o estagiário e o interveniente, CPT-ETS/UFPB – Campus

I. Desde o início do estágio, o aluno deverá contar com o Seguro de Acidentes Pessoais, a ser fornecido pela UFPB. O estagiário terá o acompanhamento do supervisor de estágio que será o elo entre a Escola e a Instituição de Saúde, orientando e acompanhando os trabalhos de estágio. O professor

61 deverá preencher diariamente a ficha de acompanhamento do aluno. O Art. 3º, §2º da Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004 estabelece que os estagiários com deficiência terão o direito a serviços de apoio de profissionais da educação especial e de profissionais da área objeto do estágio. O docente supervisor de estágio deverá ser indicado pelo colegiado do curso, que deverá possuir formação na área de Citopatologia, com a finalidade de orientar e supervisionar o estagiário. A avaliação do processo do estágio supervisionado terá como parâmetros as competências e as habilidades definidas para cada unidade de integração interdisciplinar dos módulos, além de considerar a assiduidade, pontualidade, desempenho e profissionalismo do aluno durante o estágio supervisionado, além da entrega do relatório de conclusão de estágio. Os estágios ocorrerão durante os horários disponíveis dos laboratórios em parceria com a Universidade Federal da Paraíba- CPT-ETS, em João Pessoa, Paraíba, podendo acontecer em qualquer horário e dias letivos, inclusive aos sábados. Conforme a Lei 11.788/2008 no Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. O aluno estagiário deverá desenvolver atividades, tais como: recepção do cliente/paciente e cadastro, coleta de material biológico utilizados na realização de exames laboratoriais, triagem do material biológico, transporte, conservação, armazenamento de amostras biológicas e reagentes utilizados nas técnicas laboratoriais, realização de exames nos diversos setores das Citopatologia, utilizando as técnicas empregadas e familiarizando-se com a automação em Laboratórios de Citopatologia. O relatório de Conclusão de Estágio de Curso é uma atividade obrigatória e consistirá no Relatório das atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado, descrevendo a realidade social e profissional em Laboratório Clínico, tendo a orientação de um docente da área específica. Caberá ao aluno organizar seu Relatório segundo as normas da ABNT, seguindo as orientações do professor da unidade curricular do estágio. O trabalho será entregue no final do curso ao docente da unidade curricular de estágio, que analisará o trabalho, julgando o aluno como APROVADO OU REPROVADO, conforme critérios de avaliação

REFERÊNCIAS BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 485, de 21 de agosto de 2008. Dispõe sobre o Âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Citopatologia. Diário Oficial da União, DF, nº 188, 29/09/2008, seção 1, p. 137. BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 set. 2008. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de

62 abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm>. Acesso em: 17 out 2022. BRASIL. Decreto nº 9.057, DE 25 DE MAIO DE 2017. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: <https://www.in.gov.br/materia//asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/20238603/do1-2017-05-26-decreto-n-9-057-de25-de-maio-de-2017-20238503>. Acesso em: 01 jun 2022. BRASIL. LDB. Lei nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso em: 01 jun 2022. BRASIL. MEC; CNE. Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Órgão: Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação. Publicado em: 06/01/2021 | Edição: 3 | Seção: 1 | Página: 19. Disponível em: <https://www.in.gov.br/em/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5de-janeiro-de-2021-297767578>. Acesso em: 07 mar 2024. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/cCivil_03/LEIS/2002/L10436.htm>. Acesso em: 17 out 2022. BRASIL. Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm>. Acesso em: 13 nov 2022. BRASIL. Lei nº 13.409, de 28 de dezembro de 2016. Altera a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13409.htm#art1>. Acesso em: 13 nov 2022. BRASIL. MEC; SETEC. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, 2022. Brasília: 2022, p. 21. Disponível em: < http://cnct.mec.gov.br/cnct-api/catalogopdf >. Acesso em: 01 jun. 2022. BRASIL. MEC; SETEC Guia PRONATEC de Cursos FIC. Brasília: 2016, p. 21. Disponível em: < http://cnct.mec.gov.br/cnct-api/catalogopdf >. Acesso em: 01 jun. 2022. BRASIL. MEC; CNE. Resolução nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Órgão: Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Publicado em: 16/12/2020 | Edição: 240 | Seção: 1 | Página: 81. Disponível em: <https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_RES_CNECEBN22020.pdf>. Acesso em: 01 jun. 2022. BRASIL. MEC; CNE. Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Órgão: Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação. Publicado em: 06/01/2021 | Edição: 3 | Seção: 1 | Página: 19. Disponível em: <https://www.in.gov.br/em/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5de-janeiro-de-2021-297767578>. Acesso em: 01 jun. 2022.

63 LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. 2ªed. Ed. Malabres, 2005. PALMEIRA, Robson Lima. Criação e validação de um instrumento digital de acompanhamento de egressos para educação profissional e tecnológica: um estudo piloto /Orientador: Damião de Lima e Coorientador (a): Maria Soraya Pereira Franco Adriano.2019. 113f.Dissertação - Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas, Gestão e Avaliação da Educação Superior – Mestrado Profissional do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba.

Disponível em: <http://www.ce.ufpb.br/mppgav/contents/documentos/dissertacoes/turma-3/m-sc-robsonlima-palmeira.pdf>. Acesso em: 01 jun 2022. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Câncer. Tipos de câncer. Incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022a. Disponível em: https://www.gov.br/inca/ptbr/assuntos/cancer/tipos/estomago. Acesso em: 13 mar. 2024. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Câncer. Estimativa 2023: Incidencia de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022a. Disponível em: https://www.gov.br/inca/ptbr/assuntos/cancer/tipos/estomago. Acesso em: 14 mar. 2024. SILVA, C. M. DA; TEIXEIRA, J. J. V; EDER, L. D. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E CLÍNICO DE MULHERES COM CÂNCER DE MAMA NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ. João Pessoa: Revista Brasileira de Ciências da Saúde, v. 23, n. 1, 20 nov. 2019. Anual UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA – UFPB. Pró-Reitoria de Graduação. Resolução Nº 29/2020, de 06 de novembro de 2020. Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015. Disponível em: <http://www.prg.ufpb.br/prg/codesc/documentos/legislacao/resolucao-consuni-202019.pdf/view>. Acesso em: 01 jun 2022.

64 APÊNDICE I - EMENTÁRIO

UNIDADE CURRICULAR I

Conteúdo Curricular: INFORMÁTICA E EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h

Competência(s): Habilitar para o uso de softwares aplicativos. Conhecer tecnologias emergentes, compreendendo como a tecnologia da informação pode contribuir com a melhoria das atividades dos profissionais técnicos em Citopatologia; aprender como construir um plano de vida e carreira e plano de negócios, tendo como base o mercado de trabalho na área de Citopatologia.

Ementa Conceitos básicos de informática – estudar sobre tecnologia da informação, computador, hardwares, softwares, malwares, aplicativo, programa, sistema, informação, dados, tipos de arquivos, firewalls, antivírus, desfragmentação, formatação, backup, internet, entre outros; ferramentas de Trabalho – aprender sobre processadores de texto, apresentação de slides e prontuário eletrônico; tecnologias emergentes na área da Informática – aprender sobre inteligência artificial, computação na nuvem, internet das coisas, realidade virtual, impressora 3D, metaverso, bigdata, entre outros; informática Aplicada à Saúde – conhecer sobre as áreas de atuação, o papel dos profissionais de saúde frente às tecnologias, a importância da informatização, padrões de informação, a importância da informação na tomada de decisão, sistemas de informação em saúde, ética em informática na saúde (redes sociais, boas práticas de trabalho e disponibilização da informação) e a Internet (fonte de pesquisa e telessaúde); tipos de Empreendedorismo e suas características, Plano de Vida e Carreira, Plano de Negócios, Mercado de Trabalho, Currículo Vitae. Objetivo Proporcionar ao discente o conhecimento sobre a construção de um Plano de Vida e Carreira e de um Plano de Negócios. Proporcionar, ainda, conhecimento sobre o uso de tecnologias aplicada à saúde, com ênfase na área de Citopatologia. Referências Básicas FARIAS, M. S. L. V. T.; ALVES, D. F. A educação empreendedora na escola: contextos, concepções e críticas. João Pessoa: s.n., 2018. 38f. Monografia (Graduação em Pedagogia modalidade a distância) - UFPB/CE.

65 DORNELAS, J. Plano de Negócios: exemplos práticos. 2. Ed. – São Paulo. 2018. 120f. Empreende Ltda.

JUNIOR, M. A. Ciência da Computação [livro eletrônico]: tecnologias emergentes em computação. Guarujá, SP. 2021. Editora Científica Digital.

Referências Complementares NORTON, P. Introdução à informática. Pearson Education do Brasil, 2010.

GENNARI, M. C. Minidicionário de informática. Saraiva, 1999.

Componente Curricular: BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Saber avaliar no ambiente de trabalho a exposição de riscos biológicos, químicos, físicos, ergonômicos e acidentais e aprender as normas de biossegurança para evitar acidentes de trabalho, além dos métodos de controle microbiano e gerenciamento de resíduos laboratoriais.

Ementa Biossegurança: Conceito, Importância, histórico e legislação; Barreiras de Contenção (EPI e EPC) e símbolos de biossegurança; Riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes em laboratórios da área de saúde e Mapa de risco; Classificação dos Microrganismos por Classe de Risco e níveis de biossegurança; Métodos e técnicas de limpeza, Desinfecção terminal e concorrente e Esterilização; Gerenciamento de descarte de resíduos, fluídos, agentes biológicos, físicos, químicos e radioativos. Objetivo Conferir aos alunos conhecimentos básicos sobre biossegurança em diferentes tipos de laboratório, assim como capacitá-los a tomar decisões assertivas em momentos críticos durante a conduta de procedimentos técnicos nestes ambientes. Conferir treinamento básico em segurança na rotina laboratorial visando a excelência na execução dos procedimentos dentro dos padrões exigidos. Referências Básicas COSTA, M. A. F. da; COSTA, M. de F. B. da. Biossegurança de A a Z. 2. ed. Rio de Janeiro:

66 Publit, 2009. 262 p. ISBN: 9788577732074 HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p. ISBN: 9788527722100 HIRATA, M. H.; MANCINI FILHO, J.; HIRATA, R. D. C. Manual de biossegurança. 3.ed. Barueri, SP: Manole, 2017. 474p. ISBN: 9788520447819

MASTROENI, M. F. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 338 p. ISBN: 9788573797534.

Referências Complementares BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Biossegurança em unidades hemoterápicas e laboratórios de saúde pública. Brasília: Ministério da Saúde, 1999. 74p. (Série TELELAB) LOPES, C. D.; LOPES, F. F. de P. Do risco à qualidade: a vigilância sanitária nos serviços de saúde. Brasília: Anvisa, 2008. 200p. (B. Textos Básicos de Saúde) ISBN: 9788588233331.

PERES, A.; FIEGENBAUM, M.; TASCA, T. Manual de consulta rápida em microbiologia. Porto Alegre: Editora Universitária Metodista; Sulina, 2007. 151p. ISBN: 9788520504758.

Conteúdo Curricular: INTRODUÇÃO AO LABORATÓRIO CLÍNICO Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h Competência(s): Entender o funcionamento de um laboratório clínico, aprender sobre vidrarias, pipetagem, diluição, preparar soluções seguindo as normas técnicas de qualidade e de segurança e utilização dos equipamentos no Laboratório.

Ementa Apresentação e definição dos ambientes e funcionamento de um laboratório de citopatologia. Introdução sobre procedimentos operacionais padrões (POP). Conhecer as vidrarias e os usos e cuidados com os principais equipamentos utilizados no laboratório, as normas de uso, controle e segurança. Pipetagem. Preparo de soluções: soluto, solvente, concentração, molaridade, porcentagem e diluição. Noções de pesos, medidas e pHmetria.

Objetivo Inserir o aluno no contexto de ambiente de Laboratório Clínico introduzindo conceitos básicos sobre materiais e equipamentos e preparo de soluções.

67 Referências Básicas MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21 ed. Barueri, SP: Manoli, 2012. MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 1995. 607 p. ALMEIDA, M. F. C. Boas práticas de laboratório. 2. ed. São Caetano do Sul, SP; Rio de Janeiro: Difusão: SENAC Rio de Janeiro, 2013. 422 p.

MOURA, R. A. et al. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 511 p.

Referências Complementares MOTTA, V. T. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e interpretações. 5. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2009. 382 p. IRIGOIN, M; VARGAS, F. Manual de competência laboral. Montevideo: Cinterfor/OIT, 2001. 43 p. Componente Curricular: ANATOMIA APLICADA A CITOPATOLOGIA Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h

Competência(s): Compreender a anatomia dos sistemas que compõem o corpo humano.

Ementa Níveis de organização do corpo humano, planos de delimitação, planos de secção, eixos do corpo humano, posição anatômica, normalidade, anomalia e variações anatômicas; Sistema reprodutor; Sistema urinário; Sistema esquelético; Sistema articular; Sistema cardiovascular; Sistema linfático; Sistema respiratório; Sistema digestório; Sistema tegumentar; Sistema nervoso. Sistema endócrino.

Objetivo Proporcionar ao aluno o aprendizado sobre os sistemas do corpo humano, incluindo suas estruturas e órgãos. Referências Básicas

68 TORTORA, G. J. Corpo Humano Fundamentos de Anatomia e Fisiologia. 10. ed. Artmed, Porto Alegre, 2017. TORTORA, G. J. Princípios de anatomia e fisiologia. 14. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. SANTOS, N. C. M. Anatomia e Fisiologia Humana. Editora Saraiva, 2014. Referências Complementares RIZZO, D. C. Fundamentos da Anatomia e Fisiologia: Tradução da 3ª edição norteamericana. Cengage Learning Brasil, 2016. [Minha Biblioteca].

N. M.; ELAINE, E.; HOEHN, K. Anatomia e Fisiologia. Grupo A, 2009. [Minha Biblioteca]. Conteúdo Curricular: PRIMEIROS SOCORROS Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h

Competência(s): Desenvolvimento de técnicas e procedimentos que possibilitem prestar um atendimento preciso, rápido e seguro em casos de acidentes ou males súbitos, até a presença de pessoas mais especializadas.

Ementa Introdução aos primeiros socorros; trânsito e prevenção de acidentes; avaliação inicial da vítima e conduta; parada cardiorrespiratória e ressuscitação; Atendimento de urgência e emergência em traumas; ferimentos, queimaduras, afogamento, choque elétrico, desmaios, crise convulsiva, estado de choque, intoxicação, envenenamento e corpos estranhos no organismo; Mobilização e transporte de acidentados.

Objetivo Conhecer as ações iniciais a serem realizadas em vítimas de acidentes, de diversas naturezas, a fim de evitar o agravamento de lesões existentes.

Referências Básicas COMENALE, M. E. G. AMLS: Atendimento pré-hospitalar às emergências clínicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 545 p. ISBN: 9788535264531. LOMBA, M.; LOMBA, A. Emergências pré-hospitalares e segurança do trabalho. Olinda, PE: Grupo Universo, 2006. 96 p. (Saúde total, v.5) ISBN: 9788590572978.

69 VELASCO, I. T. et al. Medicina de emergência: abordagem prática. 14. ed. Barueri, SP: Manole, 2020. p 1648. ISBN: 9788520462553.

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolos da unidade de emergência. 10. ed. Brasília: MS, 2002. 203 p. ISBN: 8533405723.

Referências Complementares AMERICAN HEART ASSOCIATION. SBV para profissionais de saúde. São Paulo: Prous Science, 2006. 80 p. ISBN: 9780874935134. SCALABRINI, N.; AUGUSTO; D. R. D. VELASCO, I. T. Procedimentos em emergências.

2. ed. rev. atual. Barueri, SP: Manole, 2016. 200 p. ISBN: 9788520445884. COMITÊ DO PHTLS DA NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS NAEMT. COMITÊ DE TRAUMA DO COLÉGIO AMERICANO DE CIRURGIÕES. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado: básico e avançado. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. ISBN: 9788535221459. MARTINS, H. S.; DAMASCENO, M. C. de T.; AWADA, S. B. (editores). Pronto-Socorro: diagnóstico e tratamento em emergências. 2. ed. Barueri: Manole, 2008. 2178 p. ISBN: 9788520427729. Conteúdo Curricular: BIOLOGIA CELULAR Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Compreender a composição e características dos diferentes tipos de células e manusear o microscópio.

Ementa Classificação dos seres vivos (seres procariontes e eucariontes), os componentes químicos das células, estrutura da célula (núcleo, membrana e citoplasmas), biomembranas (estrutura, permeabilidade e transporte celular); estrutura e funções das organelas celulares; métodos de estudo em Biologia Celular; Introdução a microscopia e manuseio do microscópio de luz.

Objetivo Conhecer as estruturas dos diferentes tipos celulares, suas respectivas funções e como manusear o microscópio.

70 Referências Básicas ALBERTS, B. Fundamentos da Biologia Celular. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017: ISBN 9788582714065.Disponível em:< https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714065/>. Acesso em: 21 jun. 2022. LODISH, H.; BERK, A.; KAISER, C. A. et al. Biologia celular e molecular. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. ISBN 9788582710500. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710500/.>Acesso em: 21 jun. 2022. ROBERTIS, E. M. de; HIB, J. Biologia Celular e Molecular. 16ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. ISBN 978-85-277-2386-2. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2386-2/.> Acesso em: 21 jun. 2022. JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular, 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. ISBN 978-85-277-2129-5. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/. Acesso em: 21 jun. 2022.

Referências complementares REECE, J. B.; WASSERMAN, S. A.; URRY, L. A. et al. Biologia de Campbell. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. ISBN 9788582712306. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712306/.> Acesso em: 21 jun. 2022. MELO, R. C. N. Células & microscopia: princípios e práticas. 2ª ed. Barueri: Editora Manole. ISBN 9788578683023. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788578683023/.> Acesso em: 21 jun. 2022. 1. PIRES, C. E. de B. M.; ALMEIDA, L. M. D. Biologia Celular - Estrutura e Organização Molecular. 1ª ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2014. ISBN 9788536520803. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536520803/.> Acesso em: 21 jun. 2022. MALACINSKI, G. M. Fundamentos de Biologia Molecular. 4a ed. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan, 2005.

Conteúdo Curricular: BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h Competência(s): Consciência da importância da ética nas relações pessoais e profissionais; Desenvolver as relações entre a ética e os valores humanos; Relacionar a bioética à preservação do meio-ambiente e ao respeito às outras formas de vida, considerando o conceito de saúde única; Compreender os impactos do uso de transgênicos e agrotóxicos na alimentação - segurança

71 alimentar; Incentivar o comportamento ético na pesquisa com animais e seres humanos; Conhecer a legislação ética do profissional técnico em Citopatologia.

Ementa Conceitos fundamentais da Ética. Ética nas relações interpessoais - a formação da sociedade brasileira; exclusão social - a questão das minorias sociais; inclusão social e acessibilidade; Bioética na pesquisa - aplicação dos princípios da bioética na pesquisa com seres humanos; documentos históricos (Código de Nuremberg, Declaração de Helsinki), normas e legislação pertinente da pesquisa envolvendo seres humanos; aplicação dos princípios da bioética na pesquisa com animais: normas e legislação pertinente; conceito dos 3 Rs na experimentação animal; métodos alternativos à experimentação animal. Bioética Ambiental ;Deontologia Profissional - História da profissão do Técnico em Citopatologia; resoluções de Conselhos Profissionais que regulamentam a profissão do Técnico em Citopatologia ; Parecer CFM Nº 27/94, Parecer Número 31 E Número 32 DA SBP que fazem recomendações adicionais sobre a guarda, a cessão e a utilização em controle de reações de blocos histológicos; Resolução CFM No 1.639/02 sobre arquivamento de lâminas. Registro profissional, direitos e deveres legais do Técnico em Citopatologia.

Objetivo Capacitar os alunos para que possam fazer uso da perspectiva crítica da Bioética em situações de conflito moral vivenciadas no âmbito do exercício profissional e na prática da pesquisa científica. Estimular a convivência e a construção de consensos diante da pluralidade moral existente na sociedade, compreendendo as origens da sociedade brasileira, a relação desta com o meio ambiente e a importância de cidadãos conscientes na construção de uma sociedade mais justa e equânime. Identificar as normatizações que regulamentam a profissão do técnico em Citopatologia, incluindo direitos e deveres pertinentes à profissão.

Referências Básicas GOLDIM, J. R. Pesquisa em Saúde: Leis, Normas e Diretrizes. 3 ed. Porto Alegre: HCPA, 1997. MEDEIROS, R. A. de (Organização). Biotecnologia, bioética e direitos humanos. João Pessoa: Editora da UFPB, 2015. 268 p. ISBN: 9788523711160. SINGER, P.; CAMARGO, J. L. Ética prática. 4. ed. São Paulo: 2018. 480 p. ISBN: 9788580633184. SINGER, P.; XAVIER, A. Vida ética: os melhores ensaios do mais polêmico filósofo da atualidade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. 420 p. ISBN: 850001055.

72 BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 485, de 21 de agosto de 2008. Dispõe sobre o âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Citopatologia. Diário Oficial da União, DF, nº 188, 29/09/2008, seção 1, p. 137.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução Nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Disponível em: <https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf>. Acesso em: 06 jun. 2022.

Referências Complementares SINGER, P. Libertação animal: o clássico definitivo sobre o movimento pelos direitos dos animais. São Paulo: Martins Fontes, 2010. 461 p. ISBN: 9788578273125. SCHUCK-PAIM, C. ALONSO, W. J. Pandemias, Saúde Global e Escolhas Pessoais. 1. ed. Alfenas: Cria Editora, 2020. 69 p. ISBN: 978-85-65377-00-9.

PASCHOAL, A. D. Pragas, Agrotóxicos e a Crise Ambiente: Problemas e Soluções. 2 ed. Editora Expressão Popular, 2019. 181 p. ISBN: 978-8577433711. Conteúdo Curricular: INTRODUÇÃO AO SUS Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h

Competência(s): Conhecer as legislações, funcionamento do SUS e o papel do técnico em Citopatologia no sistema. Ementa Evolução histórica da organização do sistema de saúde no Brasil e a construção do Sistema Único de Saúde (SUS) – princípios, diretrizes e arcabouço legal. Controle social no SUS. Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde. Constituição Federal, artigos de 194 a

200. Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011. Pacto pela saúde. Determinantes sociais da saúde. Sistemas de informação em saúde. O papel do profissional Técnico em Citopatologia no Sistema Único de Saúde.

Objetivo Conhecer a estrutura, os princípios e as legislações que regem o sistema de saúde de saúde brasileiro e a inserção do profissional técnico em Citopatologia.

73 Referências Básicas BRASIL. Ministério da Saúde. Sistemas de informação da atenção à saúde: contextos históricos, avanços e perspectivas no SUS. Brasília, DF: Cidade Gráfica e Editora, 2015. 167 p. BRASIL, Ministério da Saúde. Reforma do Sistema de Atenção Hospitalar Brasileiro. (cadernos de Atenção Especializada). Brasília: 2004. BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). SUS: avanços e desafios. Brasília: Conass, 2006.

CAMPOS, G. W. S. Reforma Política e sanitária: a sustentabilidade do SUS em questão? In: Rev. Ciência & Saúde Coletiva, v. 12, n. 2, 2007.

Referências Complementares SERRANO, R. M. S. M. et al. Gestão em sistemas e serviços de saúde: abordagens de estratégias. João Pessoa, PB: Editora Universitária da UFPB, 2011. 213 p.

MARQUES, R. M.; UGÁ, M. A. D. Financiamento do SUS: trajetória, contexto e constrangimentos. In: Lima, NT et al. Saúde e Democracia: história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. Conteúdo Curricular: PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h

Competência(s): Compreender e caracterizar as fases do desenvolvimento humano em face do processo saúde/doença. Desenvolver postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde. Construir atitudes favoráveis a um bom relacionamento interpessoal e boa comunicação com a equipe de trabalho e usuários do serviço. Promover a educação integral do aluno em sua natureza humana e essência, tornando-o sujeito de seu próprio processo educativo.

Ementa Fases do desenvolvimento humano em face do processo saúde/doença. Identidade. Estigma. Preconceito. Diversidade. Inclusão. Assédio Moral; Assédio Sexual; Bullying. Postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde. Relações humanas - considerações gerais; conceitos; grupos e relações humanas; postura e condições pessoais e o êxito; preparo das pessoas para viverem em grupos; relação homem-trabalho; valorização humana e capacidade profissional; trabalho, lazer, recreação; autorrealização humana,

74 relacionamento interpessoal e boa comunicação com a equipe de trabalho e usuários do serviço.

Objetivo Construir conhecimentos sobre o ser humano, que possibilitem o autoconhecimento e a compreensão das relações profissional-cliente e do cuidar no contexto da saúde. Referências básicas ALVES, D. F. Psicologia Aplicada à Saúde. 1ª ed. Brasília: NT, 2014. BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. T. Psicologias: Uma introdução ao estudo da psicologia. 13. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 1999. STRAUB, R. O. Psicologia da Saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2014. Referências complementares DANIEL, L. F. Atitudes interpessoais em enfermagem. São Paulo: EPU, 1983. DEL PRETTE, A.; DEL PRETTE, Z. A. P. Psicologia das relações interpessoais: Vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes, 2014. FARAH, O. G. D; SÁ, A. C. Psicologia Aplicada à enfermagem. São Paulo: Manole, 2008. SANTOS, C. C. V.; SHIRATORI, K. A influência da comunicação não verbal no cuidado de enfermagem. Rev Bras Enferm, v.58, n. 4, p.434-7, 2005.

Conteúdo Curricular: INTRODUÇÃO A IMUNOLOGIA Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s):

Conhecer as células, proteínas, órgãos e funcionamento do

sistema imunológico.

Ementa Componentes do sistema imunológico (células, proteínas e órgãos) e suas principais atividades. Antígeno e anticorpos e como interagem entre si. Sistema complemento (via clássica, alternativa e MBL) e sua participação no combate a patógenos, bem como a resultante de sua deficiência. Antígenos Leucocitários Humanos (HLA) e sua importância no contexto de ativação do sistema imunológico. Doenças autoimunes. Linfócitos T e B ativados. Resposta imune às doenças infecciosas. Imunodeficiências e reações de Hipersensibilidade e a imunologia de

75 tumores. Processo das imunizações passivas e ativas.

Objetivo Proporcionar aos alunos conhecer as atividades e integração das células, órgãos e proteínas do sistema imune. Descrição dos processos imunológicos enfatizando o reconhecimento, processamento e apresentação dos diferentes antígenos. Produção de imunoglobulinas e atividade do sistema complemento. Conhecer o processo das imunizações passivas e ativas, as doenças autoimunes, imunologia de tumores e reações de hipersensibilidade.

Referências Bibliográficas BENJAMINI, E. et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. ROIT, I.; RABSON, A. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. STITES, D. P.; TERR, A. I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

Referências complementares PLAYFAIR, J. H. L; CHAIN, B. M. Imunologia Básica: Guia ilustrado de conceitos fundamentais. 9. ed. Barueri: Manole, 2009. COICO, R.; SUNSHINE, G. Imunologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Conteúdo Curricular: SAÚDE ÚNICA E MEIO AMBIENTE Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 15h

Competência(s): compreender e aplicar nos processos de trabalho e nas demais esferas da vida humana o conceito de saúde única com suas implicações resultantes da relação de interdependência entre humanos, animais e meio ambiente.

Ementa Disciplina com abordagem multiprofissional dos conceitos de saúde única, especificamente aqueles que demonstram a inter-relação e indissociabilidade entre meio ambiente, a saúde humana e animal, com foco na promoção da saúde. Tópicos em história da saúde pública: momentos em que as saúde humana, ambiental e animal se entrelaçaram. Abordagem histórica e conceitual da Saúde única - conceitos e aplicações. Os doze Princípios de Manhattan. A interferência humana em áreas naturais e as mudanças na biodiversidade e densidade dos hospedeiros de patógenos. Biomas brasileiros e os interferentes humanos - riscos

76 ao direito universal de um meio ambiente saudável para todos (solo, água e ar). Pegada hídrica. Contaminantes ambientais (antimicrobianos e carcinógenos). A responsabilidade dos profissionais de saúde na aplicação da saúde única na promoção da saúde. Objetivos Reconhecer a crescente interdependência entre seres humanos e animais domésticos e silvestres, principalmente devido aos produtos alimentícios e às interações entre humanos e animais. Reconhecer a importância da conservação dos ecossistemas para prevenção de zoonoses, de pandemias e para a para a preservação de todas as espécies de seres vivos. Identificar o conceito de pegada hídrica e a importância desse indicador para a preservação ambiental. Reconhecer os principais contaminantes ambientais oriundos de atividades humanas, e que causam diversos prejuízos à saúde humana, animal e ambiental. Sensibilizar os profissionais de saúde a fim de que compreendam a importância da saúde única nos seus processos de trabalho. Referências Básicas CORTEZ, Juan Carlos Viñas. Meio ambiente: trabalho, saúde e segurança. João Pessoa, PB: Editora da UFPB, 2013. 281p. ISBN: 9788523707194. GUIMARÃES, Patrícia Borba Vilar; XAVIER, Yanko Marcius de Alencar. Direito de águas e desenvolvimento sustentável. Natal, RN: EDUFRN, 2010. 174p. (Direito dos Recursos Naturais e da Energia nº 4) ISBN: 9788572736695. Fundamentos de saúde única / Organizadores: Daniel Delgado Queissada, Fábio Kovacevic Pacheco – Paripiranga, BA: AGES, 2021. 55 p. : il. ISBN 978-65-996353-1-1 Referências Complementares BERRY, Siân; LEITE, Marcelo. 50 formas inteligentes de preservar o planeta: como consumir sem descuidar do meio ambiente. São Paulo: PubliFolha, 2009. 128p. (50 formas inteligentes de preservar o planeta) ISBN: 9788574029726. KARESH, W. B. et al. Ecology of zoonoses: natural and unnatural histories. Lancet, v. 380, n. 9857, p. 1936-45, 1 dez 2012. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23200502 VILLALOBOS, Jorge Ulises Guerra; FAZOLLI, Silvio Alexandre. Agrotóxicos: um enfoque multidisciplinar. Maringá: Eduem, 2017. 214 p. ISBN: 9788576286998.

Conteúdo Curricular: UNIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA I Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 15h Competência(s): Refletir sobre a extensão universitária. Compreender a interface do ensino, pesquisa e extensão. Identificar ações de extensão relacionadas a sua prática profissional.

77 Ementa Breve histórico da extensão universitária. Conceito, diretrizes, áreas e linhas da extensão universitária. Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Importância da extensão para formação em nível técnico. Práxis como fundamento para extensão. Formas de desenvolvimento das ações de extensão. Noções de metodologia científica.

Objetivo Identificar a importância da extensão para formação profissional em nível técnico. Compreender a Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Proporcionar conhecimentos sobre as formas de desenvolvimento da extensão.

Referências Básicas FLORES, L. S.; MARQUES, A. F. B. CORREIA, J. S. C. Comunicação e educação em saúde. Porto Alegre: SAGAH, 2021. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786556901190/pageid/1>. Acesso em: 19 set. 2022. FORPROEX - FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus, v. 3,

2012. Disponível em: <https://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-deExtens%C3%A3o-Universit%C3%A1ria-e-book.pdf.>. Acesso em: 15 ago. 2022. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.). Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; Fórum, 2000. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/Organizacao-e-Sistematizacao.pdf.>. Acesso em: 5 ago. 2022.

Referências Complementares ARAÚJO FILHO, T.; THIOLLENT, M. J. Metodologia para Projetos de Extensão. São Carlos, Cubo Multimídia, 2008. Disponível em: <https://www.comunidadedeaprendizagem.com/uploads/materials/208/58ccdbd131c42ed651 5fa1df582e24d7.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.) Avaliação da Extensão Universitária: práticas e discussões da comissão permanente de avaliação da extensão. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; 2013. Disponível em: <http://www.proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/avaliao_da_extenso_livro_81.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022.

78 UNIDADE CURRICULAR II

Conteúdo Curricular: HISTOLOGIA GERAL Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h

Competência(s): Reconhecer os diferentes tipos de tecidos histológicos ao nível da microscopia óptica e compreender o seu funcionamento, correlação entre eles e importância na manutenção da saúde. Ementa Fundamentos da histologia humana. Estudo dos tecidos histológicos: tecido epitelial, tecido conjuntivo propriamente dito, tecido adiposo, tecido cartilaginoso, tecido ósseo, tecidos sanguíneo e hematopoiético, tecido muscular e tecido nervoso. Observação microscópica. Objetivo Proporcionar ao aluno conhecimento teórico e práticos sobre os diversos tipos de tecidos histológicos, tornando-os capazes de relacioná-los à sua importância para a saúde e identificálos corretamente através da microscopia óptica. Referências Básicas JUNQUEIRA E CARNEIRO Tratado de Histologia - - Editora Guanabara Koogan - décima segunda edição, 2013 DI FIORE-PIEZZI. Novo Atlas de Histologia Normal de Di Fiore. Editora Guanabara Koogan, 2013. AARESTRUP, B.J. Histologia Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 457p. GARTNER, L.P. et al. Tratado de Histologia em Cores. Rio de Janeiro: 3ªed Guanabara Koogan, 2007. GARTNER, L.P. Atlas Colorido de Histologia. 5ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2010. 452p.

Referências Complementares KIERSZENBAUM, B. L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 3º Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 720p. OVALLE, WK & NAHIRNEY P.C. NETTER. Bases da Histologia. 1ª edição, Elsevier.

2008. - ROSS, M.H. WOJCIECH, P. Histologia. Texto e Atlas – 6ª edição. Editora: Guanabara Koogan (Grupo GEN). 2012.

79 PIEZZI R. S. & FORNÉS M.W. Novo Atlas de Histologia Normal de Di Fiore. Guanabara Koogan, 2008. Conteúdo Curricular: PATOLOGIA GERAL Carga

Horária

Não

Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h Competência(s): Compreender as bases morfológicas (macro e microscópicas) para identificar as alterações fisiopatológicas nos diferentes órgãos e correlacionar as lesões com as manifestações clínicas e evolução das doenças.

Ementa A célula como unidade adaptativa. Inflamação aguda e crônica: conceitos gerais e principais componentes celulares. Degeneração tecidual: autólise. Lesão celular reversível e irreversível: generalidades. Mecanismos de alterações celulares. Transtorno do crescimento e diferenciação celular: conceito de atrofia, hipertrofia, hiperplasia, metaplasia e displasia. Morte celular e necrose tecidual: principais subtipos. Evidências básicas de reparo: cicatrização tecidual. Calcificação tecidual: causas e aspectos morfológicos.

Introdução ao estudo das

neoplasias: definição e nomenclatura, diferenças básicas entre lesões benignas e malignas, conceito de metástase. Objetivo Compreender os principais mecanismos de agressão e defesa, reconhecer as alterações patológicas básicas e discutir a fisiopatologia envolvida nesses processos.

Referências básicas FARIA, J. L. de; ALTEMANI, A. M. A. M. Patologia geral: fundamentos das doenças, com aplicações clínicas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 298 p. BRASILEIRO FILHO, G. B. Patologia Geral. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2004. MONTENEGRO, M. F.; FRANCO, M. Patologia processos gerais. São Paulo: Atheneu, 2004. Referências complementares ROBBINS, S. L.; CONTRAN, R. S. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

80 Conteúdo Curricular: PROCESSAMENTO TÉCNICO EM CITOLOGIA Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Compreender as bases da citopatologia, realizar as técnicas de coleta, fixação e coloração citológicas, a análise e técnica de leitura de citologia esfoliativa e citologia em meio líquido e os aspectos de lesões nos exames colposcópicos vaginal e do colo uterino. Ementa Os procedimentos técnicos em citologia visam entender os métodos de obtenção de material para análise citológica, os princípios de fixação em citotecnologia, os tipos de fixadores e suas especificidades, os cuidados pré-analíticos para a recepção de amostras, as técnicas de preparo de material ginecológico e não ginecológico, os princípios de coloração em citotecnologia: coloração de Papanicolaou e demais colorações especiais. As técnicas de preparo de soluções e corantes os métodos de obtenção de material para análise citológica e a citologia em meio líquido. Objetivo Coletar amostras de citologias. Receber e distribuir o material biológico de pacientes. Preparar as amostras do material biológico e realizar exames conforme protocolo. Realizar colorações específicas. Operar equipamentos analíticos e de suporte. Executar, checar, calibrar e fazer a manutenção corretiva dos equipamentos. Administrar e organizar o local de trabalho. Trabalhar conforme normas e procedimentos técnicos de boas práticas, qualidade e biossegurança. Mobilizar as capacidades de comunicação oral e escrita para efetuar registros dos exames, dialogar com equipe de trabalho e orientar os pacientes quanto à coleta do material biológico adequado. Preencher o pedido de exame de acordo com o que preconiza a legislação. Referências Básicas GAMBONI, M.; MIZIARA, E. F. (Ed.). Manual de citopatologia diagnóstica. São Paulo: Ed. Manole, 2011. BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. Rio de Janeiro: Inca, 2011. 104p. JUNQUEIRA, L. C. U.; JUNQUEIRA, L. M. M. S. Técnicas Básicas de Citologia e Histologia. 1 ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p. KOSS, G. L.; MELAMED, R. M. Diagnostic Cytology and its Histopathologic Bases. 5. ed, Lippincott Willians & Wilkins, 2005.

81 KOSS, L. G. et al. Citopatologia ginecológica com correlações histológicas e clínicas. Rio de Janeiro: Roca, 2006. Referências Complementares LIMA, D.; QUEIROZ, C. O laboratório de citopatologia: aspectos técnicos e operacionais. Salvador: Editora Universitária/UFPE, 2000. MCKEE, G. T. Citopatologia. São Paulo: Artes Médicas, 1997. PAPANICOLAOU SOCIETY OF CYTOPATHOLOGY. Online Image Atlas. Disponível em: <http://www.papsociety.org/atlas.html>. Acesso em: 18 mai. 2022.

Conteúdo Curricular: CITOLOGIA ESFOLIATIVA Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h

Competência(s): Compreender sobre citologia esfoliativa, estudos das células normais dos esfregaços cervicovaginais. Estudo das células epiteliais normais. Elementos não epiteliais normais. Os Processos inflamatórios: os conceitos de inflamação. Os Agentes químicos, físicos e biológicos da inflamação. A classificação das inflamações, os processos inflamatórios do colo uterino (irritativos, degenerativos, reacionais e reparativos). Os achados citológicos. Aspectos patológicos em citopatologia vaginal, funcional e na gestação. Leituras de cartelas de lâminas especiais. Nomenclaturas das lesões pré-cancerosas do colo uterino, classificação de Papanicolaou. Classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Sistema de Bethesda. Nomenclatura Brasileira para Laudos Cervicais e Condutas Preconizadas. Lesões intraepiteliais escamosas do colo uterino: Lesão de baixo grau, lesão de alto grau e neoplasias invasoras do colo uterino: carcinoma escamoso. Adenocarcinoma. Atipias de significado indeterminado: Em células escamosas e células glandulares. Ementa Compreender as bases da citologia do trato genital feminino normal. Lesões inflamatórias. Lesões escamosas pré-cancerosas do colo uterino. Citopatologia dos carcinomas e adenocarcinomas. Controle de qualidade em citologia. Carcinogênese:

Definição e

conhecimento básico da oncogênese. Agentes cancerígenos (químicos, físicos, biológicos); Neoplasia; Nomenclatura dos tumores benignos e malignos. Conceito e morfologia da célula anaplásica. Oncogênese. Radioterapia. Quimioterapia antineoplásica; Papilomavírus Humano: Tipos de contágio, Técnicas de identificação do HPV e manifestações clínicas do HPV;Nomenclaturas das lesões pré-cancerosas do colo uterino; Lesões intraepiteliais escamosas do

82 colo uterino; Neoplasias invasoras do colo uterino; Atipias de significado indeterminado; Objetivo Adquirir o conhecimento das técnicas de coloração para citologia oncótica. Identificar os elementos celulares epiteliais e não epiteliais observados na citologia oncótica. Compreender o ciclo hormonal feminino e suas repercussões na citologia cérvico-vaginal. Conhecer e identificar as alterações celulares inflamatórias observadas no estudo da Citologia oncótica. Identificar a Microbiota vaginal normal e patogênica. Conhecer os critérios citológicos de diagnósticos de lesões pré-malignas e malignas. Referências Básicas GAMBONI, M.; MIZIARA, E. F. (Ed.). Manual de citopatologia diagnóstica. São Paulo: Ed. Manole, 2011. BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. Rio de Janeiro: Inca, 2011. 104p. JUNQUEIRA, L. C. U.; JUNQUEIRA, L. M. M. S. Técnicas Básicas de Citologia e Histologia. 1 ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p. KOSS, G. L.; MELAMED, R. M. Diagnostic Cytology and its Histopathologic. Bases. 5. ed, Lippincott Willians & Wilkins, 2005. KOSS, L. G. et al. Citopatologia ginecológica com correlações histológicas e clínicas. Rio de Janeiro: Roca, 2006.

Referências Complementares LIMA, D.; QUEIROZ, C. O laboratório de citopatologia: aspectos técnicos e operacionais. Salvador: Editora Universitária/UFPE, 2000. MCKEE, G. T. Citopatologia. São Paulo: Artes Médicas, 1997. PAPANICOLAOU SOCIETY OF CYTOPATHOLOGY. Online Image Atlas. Disponível em: <http://www.papsociety.org/atlas.html>. Acesso em: 18 mai. 2022.

Conteúdo Curricular: CITOLOGIA HORMONAL Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h

Competência(s): Estimular a realização das análises citológicas dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios éticos. ▪ Realizar interpretação dos dados clínicos e laboratoriais citológicos e relacioná-los com as fases do ciclo menstrual e, quando disfuncionais, com

83 patologias associadas, a fim de contribuir para determinação do diagnóstico e atuação multidisciplinar. ▪ Realizar discussão e interpretação de casos clínicos. Ementa Disciplina que visa compreender a fisiologia do sistema reprodutor e do ciclo menstrual os hormônios da glândula hipófise e ovarianos que regulam o ciclo menstrual. Estudará também as disfunções hormonais e a menopausa. Por fim, abordará a avaliação hormonal dos esfregaços vaginais. Objetivo Identificar hormônios que interagem para a formação do ciclo ovariano e do ciclo menstrual e possíveis disfunções hormonais correlatas, além de compreender o processo da menopausa. Identificar as alterações hormonais do ciclo menstrual, através da identificação das células escamosas do epitélio da vagina, que é hormônio-dependente (7º, 14º, 21º e 26º dias). Referências Básicas MOLINA, Patrícia E; VOEUX, Patricia Lydie; CRUZ FILHO, Rubens Antunes da. Fisiologia endócrina. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. 309 p. ISBN: 9788580553918. KOSS, Leopold; GOMPEL, Claude; LIMA, Temístocles Pie de. Introdução à citopatologia ginecológica com correlações histológicas e clínicas. São Paulo: Roca, 2016. 203p. ISBN: 9788572416054. Referências Complementares LIMA, Geraldo Rodrigues de; MARTINS, Nelson Valente. Onco ginecologia. São Paulo: Atheneu, 1992. 321p. LIRA NETO, José Benedito de. Atlas de Citopatologia e histopatologia do colo uterino. Rio de Janeiro: MEDSI, 2000. 164p.

Conteúdo Curricular: CITOLOGIA NÃO GINECOLÓGICA Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Conhecer princípios da coleta de material em amostras não ginecológicas; receber e preparar amostras não ginecológicas para a análise; Executar, sob supervisão, atividades laboratoriais para exames microscópicos. Ementa Técnicas de coleta e preparação de diferentes tipos de amostras. Compreender a citologia

84 normal, citologia das infecções inflamatórias. Efusões Sistema urinário. Mama (Técnicas citopreparatórias). Lesões mamárias benignas e malignas. Patologias frequentes em Tireóide; Linfonodos; Cavidade oral (lesões benignas e neoplásicas da boca); e, Sistema digestório. Patologias dos tumores de partes moles e osso. Líquor (líquido cefalorraquidiano). Objetivo Conhecer as técnicas de coletas de amostras não ginecológicas. Apresentar procedimentos de preparação das amostras não ginecológicas no laboratório. Discutir a contribuição das técnicas de coletas de citologia no diagnóstico de patologias não ginecológicas.

Referências Básicas KRIGER, L.; MOYSÉS, S. J.; MOYSÉS ,S. T. Patologia Oral. São Paulo: Artes Médicas, 2016. MEDRADO, L. Citologia e Histologia Humana: Fundamentos de Morfofisiologia Celular e Tecidual. São Paulo: Érica, 2014. SILVA NETO, J. C. Citologia Clínica da mama: bases citomorfológicas. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2019.

Referências Complementares ANSEL, D. E..; DINTZIS, R. Z. Fundamentos de Rubin - Patologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

NEVILLE, B. W. et al. Patologia Oral e Maxilofacial. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. REISNER, H. M. Patologia: uma abordagem por estudos de casos. Porto Alegre: AMGH, 2016.

Conteúdo Curricular: BASES DA MICROBIOLOGIA APLICADAS À CITOTECNOLOGIA Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Conhecer as características gerais e reconhecer morfologicamente os microorganismos do diagnóstico citopatológico, associando-os ao diagnóstico clínico.

85 Ementa Características gerais dos micro-organismos: bactérias, fungos, vírus e protozoários. Microbiota normal do trato genital feminino. Infecções do trato genital feminino e diagnóstico citopatológico: Gardnerella vaginalis, Mobiluncus spp. Actinomyces, Chlamydia trachomatis, Leptothrix vaginalis, Candida spp., Trichomonas vaginalis, herpes-vírus e papiloma vírus humano (HPV). Associar o diagnóstico citopatológico às características clínicas e aos métodos de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Objetivo Estudar as características gerais dos micro-organismos. Conhecer a microbiota normal do trato genital feminino. Reconhecer morfologicamente os micro-organismos do diagnóstico citopatológico, associando-os ao diagnóstico clínico e formas de prevenção.

Referências Básicas GAMBONI, M.; MIZIARA, E. F. (Ed.). Manual de citopatologia diagnóstica. São Paulo: Ed. Manole, 2011. BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. Rio de Janeiro: Inca, 2011. 104p. JUNQUEIRA, L. C. U.; JUNQUEIRA, L. M. M. S. Técnicas Básicas de Citologia e Histologia. 1 ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p. KOSS, G. L.; MELAMED, R. M.. Diagnostic Cytology and its Histopathologic Bases. 5. ed, Lippincott Willians & Wilkins, 2005. KOSS, L. G. et al. Citopatologia ginecológica com correlações histológicas e clínicas. Rio de Janeiro: Roca, 2006. Referências Complementares LIMA, D. N. de O. et al. Caderno de referência 1: Citopatologia Ginecológica. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: CEPESC, 2012. 194p. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/tecnico_citopatologia_caderno_referencia_1.pdf. Acesso em: 27 mar 2023. LIMA, D. N. de O. et al. Atlas de citopatologia ginecológica. Brasília: Ministério da Saúde; CEPESC: Rio de Janeiro, 2012. 204p. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atlas_citopatologia_ginecologica.pdf. Acesso em: 27 mar 2023.

86 Conteúdo Curricular: DIAGNÓSTICO MOLECULAR APLICADO A HISTOPATOLOGIA Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Entender a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos e os princípios e aplicações das principais técnicas de biologia molecular aplicadas ao diagnóstico de infecções sexualmente transmissíveis. Ementa Introdução à Biologia Molecular. Aplicações da Biologia Molecular; Estrutura, organização, propriedades e função de ácidos nucleicos. Replicação, transcrição e tradução da informação genética. Organização do Laboratório de Diagnóstico Molecular. Extração de ácido nucléico. Quantificação e avaliação da pureza do ácido nucléico. Reação em cadeia da Polimerase (PCR) e suas variações. Eletroforese em gel. Sequenciamento genético. Controle de qualidade em Biologia molecular. Diagnóstico molecular de Infecções Sexualmente Transmissíveis (HPV, HIV, HTLV e Herpes). Objetivo Conhecer a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos, compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais de infecções sexualmente transmissíveis. Referências Básicas ZAHA, A.; FERREIRA, H. B..; PASSAGLIA, L. M. P. Biologia Molecular Básica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. ALBERTS, B. et al. Biologia Molecular da Célula. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.

Referências Complementares BURTIS, N. W.; BRUNS, D. E. Tietz Fundamentos de Química clínica e Diagnóstico molecular. 7. ed. Barueri, SP: Guanabara Koogan, 2016.

MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21. ed. Barueri, SP: Manoli, 2012.

87 Conteúdo Curricular: UNIDADE DE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA II Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 15h

Competência(s): Compreender as interações entre os seres humanos e o meio ambiente e suas implicações no processo de saúde doença. Ementa Educação Ambiental e a importância da preservação do meio ambiente para a manutenção da vida. Correlação entre a saúde e o meio ambiente. Principais impactos da ausência de saneamento básico e lançamento de resíduos gasosos, líquidos e sólidos no ambiente. Medidas de higiene. Noções de epidemiologia. Doenças zoonóticas e a interferência do homem. Objetivo Compreender o processo saúde-doença relacionando com o meio ambiente dentro da perspectiva da saúde pública e epidemiologia, bem como a interferência dos seres humanos no meio ambiente e suas consequências. Referências Básicas BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conceitos de Educação Ambiental. Disponível em: <https://antigo.mma.gov.br/educacaoambiental/pol%C3%ADtica-nacional-deeduca%C3%A7%C3%A3o-ambiental.html.> Acesso em: 10 jun. 2022.

NEVES, D. P. Parasitologia humana. 13. ed. Belo Horizonte: Atheneu, 2016. 559 p. NAÇÕES UNIDAS. Invasão de habitats naturais intensifica surgimento de zoonoses. 2020. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/invasao-de-habitats-naturaisintensificasurgimentode-zoonoses-diz-especialista/>. Acesso em: 11 jun. 2022. ROUQUAYROL, M. Z. Epidemiologia e saúde. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1999. 570p. ISBN: 857199191.

Referências Complementares PIGNATTI, M. G. Saúde e Ambiente: as Doenças Emergentes no Brasil. Ambiente e Sociedade. v.7, 2003. ROOS, A., BECKER, E. L. S. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental REGET/UFSM, v.5, n°5, p. 857 - 866, 2012. MENEZES, A. M. B. Noções básicas de epidemiologia, v. 1, 2001.

88 Conteúdo Curricular: PRÁTICA INTEGRADA EM CITOLOGIA Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 60h

Competência(s): Compreender a importância da organização do trabalho no laboratório de citopatologia e integrar na prática todos os conhecimentos adquiridos nas disciplinas do módulo profissional II. Compreender sobre citologia esfoliativa, estudos das células normais dos esfregaços cervicovaginais. Os principais microrganismos encontrados nos esfregaços cervicais. Estudo das células epiteliais normais. Elementos não epiteliais normais. Elementos de contaminação. Marcação de campo. Desenho de campo. Os Processos inflamatórios: os conceitos de inflamação. Os Agentes químicos, físicos e biológicos da inflamação. A classificação das inflamações, os processos inflamatórios do colo uterino (irritativos, degenerativos, reacionais e reparativos). As curas cervicais. Metaplasia escamosa. Os achados citológicos. A Citologia hormonal. Aspectos patológicos em citopatologia vaginal, funcional e na gestação. Leituras de cartelas de lâminas especiais. Nomenclaturas das lesões pré-cancerosas do colo uterino, classificação de Papanicolaou. Lesões intraepiteliais escamosas do colo uterino: Lesão de baixo grau, lesão de alto grau e neoplasias invasoras do colo uterino: carcinoma escamoso. Adenocarcinoma. Atipias de significado indeterminado: Em células escamosas. Em células glandulares.

Ementa Compreender as bases da citologia do trato genital feminino normal. Lesões inflamatórias. Lesões escamosas pré-cancerosas do colo uterino. Citopatologia dos carcinomas e adenocarcinomas. Controle de qualidade em citologia. Carcinogênese:

Definição e

conhecimento básico da oncogênese. Agentes cancerígenos (químicos, físicos, biológicos); Neoplasia; Nomenclatura dos tumores benignos e malignos. Conceito e morfologia da célula anaplásica. Oncogênese. Radioterapia. Quimioterapia antineoplásica; Papilomavírus Humano: Tipos de contágio, técnicas de identificação do HPV e manifestações clínicas do HPV;Nomenclaturas das lesões pré-cancerosas do colo uterino; Lesões intraepiteliais escamosas do colo uterino; Neoplasias invasoras do colo uterino; Atipias de significado indeterminado; Objetivo Adquirir o conhecimento das técnicas de coloração para citologia oncótica. Identificar os elementos celulares epiteliais e não epiteliais observados na citologia oncótica. Compreender o ciclo hormonal feminino e suas repercussões na citologia cérvico-vaginal. Conhecer e identificar as alterações celulares inflamatórias observadas no estudo da Citologia oncótica. Identificar a Microbiota vaginal normal e patogênica. Conhecer os critérios citológicos de diagnósticos de

89 lesões pré-malignas e malignas. Referências Básicas GAMBONI, M.; MIZIARA, E. F. (Ed.). Manual de citopatologia diagnóstica. São Paulo: Ed. Manole, 2011. BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. Rio de Janeiro: Inca, 2011. 104p. JUNQUEIRA, L. C. U.; JUNQUEIRA, L. M. M. S. Técnicas Básicas de Citologia e Histologia. 1 ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p. KOSS, G. L.; MELAMED, R. M. Diagnostic Cytology and its Histopathologic. Bases. 5. ed, Lippincott Willians & Wilkins, 2005. KOSS, L. G. et al. Citopatologia ginecológica com correlações histológicas e clínicas. Rio de Janeiro: Roca, 2006. Referências Complementares LIMA, D.; QUEIROZ, C. O laboratório de citopatologia: aspectos técnicos e operacionais. Salvador: Editora Universitária/UFPE, 2000. MCKEE, G. T. Citopatologia. São Paulo: Artes Médicas, 1997. PAPANICOLAOU SOCIETY OF CYTOPATHOLOGY. Online Image Atlas. Disponível em: <http://www.papsociety.org/atlas.html>. Acesso em: 18 mai. 2022.

UNIDADE CURRICULAR III

Conteúdo Curricular: MACROSCOPIA DOS ÓRGÃOS Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Identificar situações adequadas de acondicionamento e transporte de amostras biológicas. Organizar o ambiente de trabalho para viabilizar a análise macroscópica. Contribuir com o procedimento de descrição dos espécimes junto a equipe de Patologia. Ementa Cuidados no transporte do material coletado. Conferência do material recebido no laboratório. Organização da bancada para a realização da macroscopia. Descrição dos espécimes: localização, cor, consistência, aspectos gerais. Descalcificação. Clivagem das amostras.

90 Objetivos Preparar o discente para receber e registrar adequadamente amostras biológicas na prática profissional. Proporcionar que os alunos realizem o acompanhamento prático de análises macroscópicas, de modo a favorecer a compreensão dos procedimentos envolvidos na organização do ambiente de trabalho e a contribuir com a descrição dos espécimes, atuando em equipe com os patologistas. Referências Básicas BEHMER, O. A; TOLOSA, E. M. C. Manual de técnicas para histologia normal e patológica.

2003. p. 331-331. BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo - Patologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. REISNER, H. M. Patologia: uma abordagem por estudos de casos. Porto Alegre: AMGH, 2016. Referências Complementares NUNES, C. S.; CINSA, L. A. Princípios do processamento histológico de rotina. Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais, v. 8, p. 31-40, 2016. UFRJ. Patologia Oral: Orientações básicas em histotecnologia e macroscopia. Rio de Janeiro, UFRJ, 2013. VASSALLO, J. Controle de qualidade e acreditação no laboratório de anatomia patológica. São Paulo: Sociedade Brasileira de Patologia, 2003. Conteúdo Curricular: INTRODUÇÃO AO ESTUDO HISTOPATOLÓGICO Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Compreender as principais técnicas de diagnóstico histopatológico e suas especificidades e aplicações na histopatologia. Ementa Procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos envolvidos nas análises histopatológicas.· Aspectos Cronológicos de uma Doença . As diferentes técnicas de estudo dos tecidos e o processo do estadiamento. Objetivo Conhecer as técnicas de coleta do material histopatológico a ser estudado, os principais

91 fixadores e misturas fixadoras e suas aplicabilidades, os mecanismos de ação das principais técnicas de diagnóstico histopatológico e técnicas de colorações aplicadas no diagnóstico. Referências Básicas JUNQUEIRA E CARNEIRO Tratado de Histologia - Editora Guanabara Koogan - décima segunda edição, 2013. DI FIORE-PIEZZI. Novo Atlas de Histologia Normal de Di Fiore. Editora Guanabara Koogan, 2013. AARESTRUP, B.J. Histologia Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 457p. GARTNER, L.P. et al. Tratado de Histologia em Cores. Rio de Janeiro: 3ªed Guanabara Koogan, 2007. GARTNER, L.P. Atlas Colorido de Histologia. 5ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2010. 452p. Referências Complementares KIERSZENBAUM, B. L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 3º Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 720p. OVALLE, WK & NAHIRNEY P.C. NETTER. Bases da Histologia. 1ª edição, Elsevier.

2008. - ROSS, M.H. WOJCIECH, P. Histologia. Texto e Atlas – 6ª edição. Editora: Guanabara Koogan (Grupo GEN). 2012. PIEZZI R. S. & FORNÉS M.W. Novo Atlas de Histologia Normal de Di Fiore. Guanabara Koogan, 2008.

Conteúdo Curricular: TÉCNICAS HISTOPATOLÓGICAS Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h

Competência(s): Conhecer e aplicar as técnicas de processamento de tecidos. Ementa Procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos envolvidos nas análises histopatológicas. Aspectos gerais da coleta e fixação de material biológico. Clivagem,

92 infiltração e inclusão. Produção de blocos e lâminas histológicas que atendam aos requisitos mínimos de qualidade para o diagnóstico e à pesquisa. Microtomia. Crio processamento e sua importância no diagnóstico rápido. Coloração de rotina (Hematoxilina-Eosina). Objetivo Possuir embasamento prático das técnicas de processamento histológico de tecidos para Microscopia Óptica, úteis para a identificação morfológica dos diversos tipos de tecidos biológicos para o diagnóstico adequado das patologias. Referências Básicas BEÇAK, Willy; PAULETE, Jorge. Técnicas de citologia e histologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1976. 2v. JUNQUEIRA, Luiz C; CARNEIRO, José. Histologia básica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 524 p. JUNQUEIRA, L. C. U; JUNQUEIRA, L. M. M. S.; PEDRA, E. A. Técnicas básicas de citologia e histologia. 1. ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p.

KUHNEL, Wolfgang. Citologia, histologia e anatomia microscópica: texto e atlas. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 535 p.

Referências Complementares FERRO, Amadeu Borges. Imunohistoquímica. Lisboa. Https://Repositorio.Ipl.Pt/Bitstream/10400.21/4569/1/Imunohistoqu%C3%Admica.Pdf, 2014. 159 p. Acesso em 15 de junho de 2022. GRIMALDI FILHO, Gabriel. Técnica histológica: manual. Rio de Janeiro: FIOCRUZ,

1981. 70p. CAPUTO, Luzia Fátima Gonçalves; GITIRANA, L. B.; MANSO, P. P. A. Técnicas histológicas. Molinaro EM, Caputo LFG, Amendoeira MRR. Conceitos e métodos para formação de profissionais em laboratórios de saúde. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, p. 89-188, 2010. MATOS RODRÍGUEZ, Arioska et al. Fundamentos pedagógicos y didácticos de la enseñanza de las técnicas histológicas básicas en la formación de posgrado. Educación Médica Superior, v. 32, n. 1, p. 185-195, 2018. TIMM, Lílian de L. Técnicas rotineiras de preparação e análise de lâminas histológicas. Caderno La Salle XI, v. 2, n. 1, p. 231-9, 2005. Conteúdo Curricular: HISTOQUÍMICA Carga Horária Não Presencial: 5h

93 Carga Horária Total: 45h

Competência(s): Compreender o princípio de reação de componentes do tecido com os principais corantes utilizados na histoquímica e sua aplicabilidade no diagnóstico. Ementa Crio processamento e sua importância no diagnóstico rápido; Colorações especiais no diagnóstico diferencial. Técnica do PAS (ácido periódico Schiff); Técnica de Tricrômico de Masson; Técnica do Ponceau xilidina, Técnica nitrato de prata e Sudan III ou similares; Técnica do Azul de Alcian; Avaliação microscópica das lâminas preparadas. Objetivo Permitir que o aluno tenha a oportunidade de conhecer as principais técnicas de histoquímica e suas aplicações no diagnóstico, compreendendo a importância de tais técnicas para o estabelecimento do diagnóstico, compreensão da evolução da doença e até mesmo uma melhor indicação terapêutica. Referências Básicas Acuña U, Elguero J. Histoquímica. An. Quim. 2012; 108 (2): 114-118. Disponível em: are.iqm.csic.es SAMAR, María Elena et al. Atlas de histopatología: tumores epiteliales de las glándulas salivales. 2017. Referências Complementares WERNER, Betina et al. Uso prático da imuno-histoquímica em patologia cirúrgica. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, v. 41, p. 353-364, 2005. CINTRA, Jane Rocha Duarte et al. Perfil imuno-histoquímico e variáveis clinicopatológicas no câncer de mama. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 58, p. 178-187, 2012. ACUÑA, A. Ulises; ELGUERO, José. Histoquímica. Anales de Química de la RSEQ, v. 108, n. 2, p. 114-114, 2012. CAPELOZZI, Vera Luiza. Papel da imuno-histoquímica no diagnóstico do câncer de pulmão. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 35, p. 375-382, 2009.

Conteúdo Curricular: IMUNOHISTOQUÍMICA Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h

94 Competência(s): Compreender os pré-requisitos, o preparo do material, as necessidades de técnicas especiais de fixação e inclusão dos tecidos, o mecanismo da recuperação antigênica e os problemas das preparações na realização da imunohistoquímica. Ementa Definição geral (Imunohistoquímica e Imunocitoquímica); Principais aplicações; Prérequisitos para imunohistoquímica; soros policlonais e monoclonais; Métodos de Imunofluorescência; Microscópio de fluorescência; Microscopia de Imunofluorescência no diagnóstico; Noções de imunoenzimologia; Métodos imunohistoquímicos; Aspetos práticos dos métodos; Preparação de lâminas para a imunohistoquímica; Avaliação da qualidade da imunohistoquímica, através da avaliação microscópica das lâminas preparadas. Objetivo Oportunizar o aluno de conhecer na imunohistoquímica a possibilidade de reconhecer antígenos e assim identificar e classificar células, estruturas celulares e substância específicas dentro de uma população celular, compreendendo que essa técnica contribui para o estabelecimento do diagnóstico, da etiologia da doença, da sua evolução ou de uma indicação terapêutica específica.

Referências Básicas FERRO, Amadeu Borges. Imunohistoquímica. 2014. ELDER, David et al. Histopatologia da pele de Lever: manual e atlas. In: Histopatologia da pele de Lever: manual e atlas. 2001. p. 435-435. RIBEIRO, Ana S. et al. Azul de toluidina, giemsa e violeta de cresil na evidenciação de mastócitos. 2014. Referências Complementares GARCIA, Denise Marques et al. Uso e aplicação da histoquímica e imuno-histoquímica na patologia veterinária da UFRGS. Salão de Iniciação Científica (11.: 1999: Porto Alegre).

Livro de resumos. Porto Alegre: UFRGS, 1999., 1999. PANCHANA, F.; SOTOMAYOR, M.; MELENA, J. Atlas de Histopatología de Penaeus vannamei: Volumen II (Bacterias, hongos y parásitos). Revista Tecnológica-ESPOL, v. 24, n. 1, 2011. REIS, Ana C. et al. Imunohistoquímica no diagnóstico da glomerulonefrite membranosa: estudo comparativo de binómios cromogênio + coloração de contraste. Newslab, p. 92-98, 2013.

95

Conteúdo Curricular: UNIDADE DE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA III Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 15h

Competência(s): Ampliar e consolidar o exercício da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, assegurando a dimensão acadêmica da extensão na formação dos discentes; aproximar e relacionar conhecimentos populares e científicos por meio de ações acadêmicas que articulem a Universidade com os modos de vida presentes na sociedade, numa perspectiva de transformação social; Desenvolver a autonomia do estudante no processo de formação para sua prática profissional. Ementa Desenvolver atividades de extensão universitária de modo interdisciplinar, multidisciplinar e/ou transdisciplinar, que envolvem diretamente as comunidades externas à instituição, sem prejuízo das comunidades internas, e que, estando vinculadas à formação do discente.

Objetivo Promover a interação transformadora, entre a universidade e demais setores da sociedade. Acompanhar as atividades de extensão nos espaços comunitários promovendo a articulação permanente com o ensino e a pesquisa. Dar autonomia ao estudante para construir seu caminho, seu currículo, sua identidade necessária ao entendimento de que tudo que se faz ou se vivencia é importante para sua prática profissional. Praticar a produção, a difusão e aplicação do conhecimento, da extensão em articulação permanente com o ensino e com a pesquisa. Referências Básicas FLORES, L. S.; MARQUES, A. F. B. CORREIA, J. S. C. Comunicação e educação em saúde. Porto Alegre : SAGAH, 2021. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786556901190/pageid/1>. Acesso em: 19 set. 2022. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.). Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; Fórum, 2000. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/Organizacao-e-Sistematizacao.pdf.>. Acesso em: 5 ago. 2022.

96 Referências Complementares ARAÚJO FILHO, T.; THIOLLENT, M. J. Metodologia para Projetos de Extensão. São Carlos, Cubo Multimídia, 2008. Disponível em: <https://www.comunidadedeaprendizagem.com/uploads/materials/208/58ccdbd131c42ed651 5fa1df582e24d7.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.) Avaliação da Extensão Universitária: práticas e discussões da comissão permanente de avaliação da extensão. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; 2013. Disponível em: <http://www.proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/avaliao_da_extenso_livro_81.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022. FORPROEX - FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus, v. 3,

2012. Disponível em: <https://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-deExtens%C3%A3o-Universit%C3%A1ria-e-book.pdf.>. Acesso em: 15 ago. 2022.

Conteúdo Curricular: PRÁTICA INTEGRADA EM HISTOPATOLOGIA Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 60h

Competência(s): Compreender a importância da organização do trabalho no laboratório de histopatologia e integrar na prática todos os conhecimentos adquiridos nas disciplinas do módulo profissional III. Ementa Manipular adequadamente as amostras biológicas obedecendo às orientações das normas técnicas em vigor; coletar, identificar e processar corretamente as amostras biológicas para a análise histopatológica. Identificar a nível da microscopia de luz, os artefatos do processamento histológico, indicando as suas possíveis causas e correções dos mesmos. Objetivo Adquirir o conhecimento das técnicas de coloração para Histopatologia. Identificar os elementos observados na histolopatologia. Conhecer e identificar as alterações teciduais inflamatórias observadas no estudo da histopatologia. Conhecer os critérios de diagnósticos de lesões pré-malignas e malignas. Praticar as técnicas diagnósticas aplicadas a histopatologia. Referências Básicas BEHMER, O. A; TOLOSA, E. M. C. Manual de técnicas para histologia normal e patológica.

2003. p. 331-331.

97 TOLOSA, E. M. C et al. Manual de técnicas para histologia: normal e patológica. 2003. MICHALANY, J. Técnica Histológica em Anatomia Patológica. Gráfica – editora Michalany S/A. 2a. ed. São Paulo-SP. 1990.

Referências Complementares STOWARD, P. J; PEARSE, A. G. E. Histochemistry. Theorical and applied. London, Churchil Livingstone, 1991.

BANCROFT, J. D.; STEVENS, A. Theory and practice of histological techniques. London. Churchil Livinstone, 1982.

Conteúdo Curricular: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 120h

Competência(s): Desenvolver as atividades relacionadas a sua competência dentro da Citopatologia, além de ampliar a visão das relações humanas envolvidas e da ética profissional. Ementa Coleta dos diferentes materiais utilizados para o diagnóstico laboratorial. Identificação das amostras e armazenamento dos dados. Execução dos diferentes métodos laboratoriais de diagnóstico. Avaliação dos métodos e dos resultados obtidos. Controle de qualidade dos testes utilizados. Objetivos Proporcionar ao aluno a vivência profissional dentro das áreas abrangidas pela Citopatologia, favorecendo o desenvolvimento de uma visão crítica, ampla e global de sua atuação como profissional, além de atenuar o impacto da passagem da vida estudantil para a vida profissional, antecipar o desenvolvimento de habilidades, atitudes e posturas profissionais, oportunizar uma visão das relações humanas envolvidas e da ética profissional e aplicar a interdisciplinaridade desenvolvida ao longo do processo ensino-aprendizagem. Referências Básicas HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p. ISBN: 9788527722100. ALMEIDA, M. F. C. Boas práticas de laboratório. 2. ed. São Caetano do Sul, SP; Rio de Janeiro: Difusão: SENAC Rio de Janeiro, 2013. 422 p.

98

MOURA, R. A. et al. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 511 p. MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21 ed. Barueri, SP: Manoli, 2012. Referências Complementares CULTIVO, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p. ISBN: 9788527722100.

ALMEIDA, M. F. C. Boas práticas de laboratório. 2. ed. São Caetano do Sul, SP; Rio de Janeiro: Difusão: SENAC Rio de Janeiro, 2013. 422 p. MOURA, R. A. et al. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 511 p. MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21 ed. Barueri, SP: Manoli, 2012.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 07/07/2024 RESOLUÇÃO Nº 46/2024 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 46) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 02/12/2024 17:50 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087

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