UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 04/2023

UFPB-CONSEPE-RES-04-2023
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Análises Clínicas na modalidade presencial, forma de articulação subsequente

Base da situação: alterada por Res. CONSEPE 38/2026, Res. CONSEPE 65/2025

Quem a altera, revoga, supera ou cita (4)

  • ALTERA
    Res. CONSEPE 38/2026 nesta norma: art. 1º → na outra: art. 1ºefeito desde 14/08/2026“Art. 1º O art. 1º da Resolução nº 04/2023 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Fica aprovado o Curso Técnico em Análises Clínicas, na modalidade presencial, a ser ministrado pelo Departamento de Diagnós co, Prá cas Laboratoriais e Odontológicas...” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
  • ALTERA
    Res. CONSEPE 38/2026 nesta norma: art. 3º → na outra: art. 2ºefeito desde 14/08/2026“Art. 2º O art. 3º da Resolução nº 04/2023 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 3º Ficam aprovadas a realização e a programação do Curso Técnico em Análises Clínicas pelo Departamento de Diagnós co, Prá cas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO) do...” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
  • ALTERA
    Res. CONSEPE 65/2025 nesta norma: art. 1º → na outra: art. 1ºefeito desde 06/01/2026“Art. 1º. Alterar o art. 1º da Resolução Consepe nº 04/2023, que passa a ter a seguinte redação: Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Análises Clínicas, em nível técnico, na modalidade presencial, a ser ministrado pelo Departamento de Diagnóstico, Práticas...” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
  • ALTERA
    Res. CONSEPE 65/2025 nesta norma: art. 3º → na outra: art. 2ºefeito desde 06/01/2026“Art. 2º. Alterar o art. 3º da Resolução Consepe nº 04/2023, que passa a ter a seguinte redação: Art. 3º Fica aprovada a realização e programação pelo Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO) do Centro Profissional e...” fonte: texto + SIGRH · confiança alta

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (52)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSUNI 13/2015 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“o, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista aprovação Ad Referendum pelo Reitor, no dia 18 de janeiro de 2023 (Processo no 23074.107429/2022-72), homologado na reunião ordinária nº...” fonte: texto · confiança alta
51 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo I, art. 2º“Constituição Federal, artigos de 194 a 200.”
  • cita
    Res. CFF 485/2008 em: Anexo I, art. 3º“Resolução Nº485 de 21 de agosto de 2008 dispõe sobre o Âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Análises Clínicas”
  • cita
    Res. CFF 485/2008 em: Anexo I, art. 2º“Resolução nº 485, de 21 de agosto de 2008.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 1/2004 em: Anexo I, art. 2º“O Art. 3º, §2º da Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004 estabelece que os estagiários com deficiência terão o direito a serviços de apoio de profissionais da educação especial e de...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo I, art. 3º“Resolução Nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo I, art. 2º“Resolução nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 2/2020 em: Anexo I, art. 3º“Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2, de 15 de dezembro de 2020, instituído pelo Ministério da...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo I, art. 3º“Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo I, art. 3º“Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2021 em: Anexo I, art. 2º“Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021.”
  • cita
    Res. CNS 453/2012 em: Anexo I, art. 2º“Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde.”
  • cita
    Res. CNS 466/2012 em: Anexo I, art. 2º“Resolução Nº 466, de 12 de dezembro de 2012.”
  • cita
    Decreto 5.154/2004 em: Anexo I, art. 3º“Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004 que regulamenta o § 2º do artigo 36, e os artigos 39 a 41 a Lei nº 9.394/96;”
  • cita
    Decreto 5.626/2005 em: Anexo I, art. 2º“Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.”
  • cita
    Decreto 7.037/2009 em: Anexo I, art. 3º“Decreto nº 7.037/2009”
  • cita
    Decreto 7.508/2011 em: Anexo I, art. 2º“Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011.”
  • cita
    Decreto-Lei 1.044/1969 em: Anexo I, art. 3º““Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044,...”
  • cita
    Decreto-Lei 875/1953 em: Anexo I“Na década de 50, com os problemas de saúde da população do nordeste, o Dr. Lúcio de Vasconcelos Costa, à época, Diretor Geral do Departamento Estadual de Saúde Pública, teve a iniciativa de...”
  • cita
    Lei 10.098/2000 em: Anexo I, art. 2º“Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.”
  • cita
    Lei 10.436/2002 em: Anexo I, art. 2º“Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo I, art. 3º“Lei nº 9394/1996 Lei 10.639/2003 Lei 11.645/2008 Res. CNE/CP Nº 1, de 17/06/2004.”
  • cita
    Lei 10.741/2003 em: Anexo I, art. 3º“Lei nº 10.741/2003”
  • cita
    Lei 11.645/2008 em: Anexo I, art. 3º“Lei nº 9394/1996 Lei 10.639/2003 Lei 11.645/2008 Res. CNE/CP Nº 1, de 17/06/2004.”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo I“Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo I, art. 3º“ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do curso Técnico em Análises Clínicas observa as determinações legais presentes na Lei nº 9.394/96, alterada pela Lei nº 11.741/2008, nas Diretrizes...”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo I, art. 2º“Conforme a Lei 11.788/2008 no Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.”
  • cita
    Lei 11.947/2009 em: Anexo I, art. 3º“Lei nº 11.947/2009”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: Anexo I, art. 2º“Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012.”
  • cita
    Lei 12.990/2014 em: Anexo I, art. 3º“Com o objetivo de democratizar o acesso ao curso, haverá vagas ofertadas para diversos grupos sociais, conforme preconiza a Lei nº 12.990 de 09 de junho de 2014 que trata da reserva de 20% das...”
  • cita
    Lei 13.005/2014 em: Anexo I, art. 3º“Lei N° 13.005/2014 - Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências.”
  • cita
    Lei 13.409/2016 em: Anexo I, art. 3º“Lei 12711 de 29 de agosto de 2012 e Lei nº 13.409, de 2016 que trata das cotas para ingresso nas Universidades Federais e nas Instituições Federais de Ensino Técnico de Nível Médio, à saber: “Art....”
  • cita
    Lei 13.409/2016 em: Anexo I, art. 2º“Lei nº 13.409, de 28 de dezembro de 2016.”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo I“Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas...”
  • cita
    Lei 8.080/1990 em: Anexo I, art. 2º“Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011.”
  • cita
    Lei 8.142/1990 em: Anexo I, art. 2º“Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I, art. 3º“De acordo com suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I, art. 2º“Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I, art. 2º“LDB.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“Nesse contexto, no campo da educação, se estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional com a Resolução 9.394/96, em que se exige das instituições de ensino modificações no que concerne a...”
  • cita
    Lei 9.503/1997 em: Anexo I, art. 3º“Lei nº 9.503/1997”
  • cita
    Lei 9.795/1999 em: Anexo I, art. 3º“Lei nº 9.795/1999”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2007 em: Anexo I“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da CONSEPE 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo I, art. 2º“Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015.”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I, art. 3º“7.7 Da Dilatação Para Integralização Curricular Em conformidade com a Resolução CONSEPE 29/2020 fica compreendido que: “A dilatação de prazo para conclusão de curso é caracterizada pelo período...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I, art. 2º“O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça: “Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico.”
  • cita
    Res. CONSEPE 38/2018 em: Anexo I, art. 2º“meio da Política de Assistência Estudantil do CPT-ETS/UFPB desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, Resolução CONSEPE nº 38/2018, no Art. 3, inciso “I...”
  • cita
    Res. CONSEPE 40/2003 em: Anexo I“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da CONSEPE 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
  • cita
    Res. CONSUNI 05/2000 em: Anexo I“Através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, a Escola Técnica de Enfermagem passou a ser denominada Escola Técnica de Saúde (ETS) da UFPB com aprovação da Resolução do CONSUNI 05/2000 em 28/06/2000.”
  • cita
    Res. CONSUNI 13/2015 em: Anexo I“O referido PPC foi aprovado em 10/04/2015, conforme Resolução nº 13/2015 em que autoriza a criação do Curso.”
  • cita
    Portaria ETS 40/2022 em: Anexo I“COMISSÃO DE REFORMULAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS (Portaria nº40/2022 - CCS-ETS)”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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2 artigo(s) com anotação de vigência. Logo abaixo do caput, a anotação diz qual norma altera, revoga ou supera o artigo, com link para o texto dela. Este texto é a redação originalmente publicada: a redação nova está na norma alteradora, não aqui.

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 58 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 5 artigo(s) com âncora; 2 com anotação de vigência.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 04/2023 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Análises Clínicas na modalidade presencial, forma de articulação subsequente O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista aprovação Ad Referendum pelo Reitor, no dia 18 de janeiro de 2023 (Processo no 23074.107429/2022-72), homologado na reunião ordinária nº 01/2023, realizada no dia 28 de fevereiro de 2023, e Considerando a Resolução CONSUNI/UFPB 13/2015, que autorizou a criação do curso Técnico em Análises Clínicas, modalidade presencial, sob a responsabilidade da Escola Técnica de Saúde – Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba. RESOLVE

Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Análises Clínicas, em nível técnico, na modalidade presencial, a ser ministrado pelo Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde (RPPAS) do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPT-ETS), Campus I.

Vigência deste artigo · registrado na base
ALTERARes. CONSEPE 65/2025na outra: art. 1º · efeito desde 06/01/2026 · fonte: texto + SIGRH · confiança alta“Art. 1º. Alterar o art. 1º da Resolução Consepe nº 04/2023, que passa a ter a seguinte redação: Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Análises Clínicas, em nível técnico, na modalidade presencial, a ser ministrado pelo Departamento de Diagnóst…”
ALTERARes. CONSEPE 38/2026na outra: art. 1º · efeito desde 14/08/2026 · fonte: texto + SIGRH · confiança alta“Art. 1º O art. 1º da Resolução nº 04/2023 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Fica aprovado o Curso Técnico em Análises Clínicas, na modalidade presencial, a ser ministrado pelo Departamento de Diagnós co, Prá cas Laboratoriais…”

Art. 2º O Projeto Pedagógico do Curso passa a fazer parte da presente Resolução através do Anexo I.

Art. 3º Fica aprovada a realização e programação pelo Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde (RPPAS) do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPT-ETS) do Curso Técnico em Análises Clínicas na modalidade de Educação Profissional Presencial, Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde, com carga horária de 1.350 horas.

Vigência deste artigo · registrado na base
ALTERARes. CONSEPE 65/2025na outra: art. 2º · efeito desde 06/01/2026 · fonte: texto + SIGRH · confiança alta“Art. 2º. Alterar o art. 3º da Resolução Consepe nº 04/2023, que passa a ter a seguinte redação: Art. 3º Fica aprovada a realização e programação pelo Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO) do Centro Prof…”
ALTERARes. CONSEPE 38/2026na outra: art. 2º · efeito desde 14/08/2026 · fonte: texto + SIGRH · confiança alta“Art. 2º O art. 3º da Resolução nº 04/2023 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 3º Ficam aprovadas a realização e a programação do Curso Técnico em Análises Clínicas pelo Departamento de Diagnós co, Prá cas Laboratoriais e Odontológ…”

Art. 4º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, no Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB (CPT-ETS) e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução.

Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 04 de maio de 2023. Valdiney Veloso Gouveia Presidente 1

ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 04/2023

2

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

REITOR Valdiney Veloso Gouveia

VICE-REITORA Liana Filgueira Albuquerque

SUPERINTENDENTE DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Jairo de Pontes Gomes

DIRETORA GERAL Maria Soraya Pereira Franco Adriano

VICE-DIRETOR Ronaldo Rodrigues Sarmento

DIREÇÃO DE ENSINO Fabíola Fialho Furtado Gouvêa

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Luciane Alves Coutinho

COORDENAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Ana Carolina Bernardes Dulgheroff

VICE-COORDENAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS João Felipe Bezerra

3

COMISSÃO DE REFORMULAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS (Portaria nº40/2022 - CCS-ETS)

Ana Carolina Bernardes Dulgheroff Carmem Gabriela Gomes de Figueiredo Fabíola Fialho Furtado Gouvêa João Felipe Bezerra Maristela Adamovski Renata Coelho Freire Batista Queiroz Ronaldo Rodrigues Sarmento Tays Amanda Felisberto Gonçalves

Assessoria Pedagógica Luciane Alves Coutinho

Representante discente Fernando Soares da Silva Neto

4

DADOS DA INSTITUIÇÃO Mantenedora: (15590) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Sigla: UFPB Natureza Jurídica: Autarquia Federal CNPJ: 24.098.477/0001-10 Mantida: (579) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB Organização Acadêmica: Universidade Categoria Administrativa: Pública Federal Endereço: Cidade Universitária, s/n, Campus I, CEP: 58051-900, Bairro: Castelo Branco, Município: João Pessoa, UF: PB. Sítio: www.ufpb.br

Nome da Unidade - Sigla: (354) CENTRO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO - ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UFPB – ETS/UFPB Endereço: Cidade Universitária -- Bairro: Castelo Branco - João Pessoa: Paraíba CEP: 58051-900 Telefone: (83) 3216-7400 E-mail de contato: direcao@ets.ufpb.br Site da unidade: https://www.ets.ufpb.br/

5

Sumário

1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS ........................................................................................................ 8 2.

APRESENTAÇÃO DA UNIDADE ................................................................................................ 9

3.

JUSTIFICATIVA DO CURSO ...................................................................................................... 12

4.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO ................................................................................ 13

5.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .................................................................................................... 13

6.

OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................................................. 14 6.1

Objetivo Geral ........................................................................................................................ 14

6.2

Objetivos Específicos ............................................................................................................. 14

7.

REQUISITOS ................................................................................................................................ 15 7.1

Dos Requisitos de Acesso ...................................................................................................... 15

7.2

Das Formas de Acesso ........................................................................................................... 15

7.3

Da Quantidade de Vagas ........................................................................................................ 16

7.4

Do Turno/horário.................................................................................................................... 16

7.5

Da Integralização do Curso .................................................................................................... 16

7.6

Do Tipo de matrícula.............................................................................................................. 16

7.7

Da Dilatação Para Integralização Curricular .......................................................................... 17

7.8

Da Abreviação para Integralização Curricular ....................................................................... 17

7.9

Da Antecipação da Colação de Grau...................................................................................... 17

8. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E PERFIL PROFISSIONAL DE SAÍDAS INTERMEDIÁRIAS .............................................................................................................................. 18 8.1

Perfil profissional de conclusão do curso técnico .................................................................. 18

8.2

Perfil profissional de saídas intermediárias ............................................................................ 18

9.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES .......................................................................................... 19 9.1

Competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde ............................. 19

9.2

Competências do técnico em análises clínicas ....................................................................... 20

9.3

Habilidades ............................................................................................................................. 22

10.

CAMPO DE ATUAÇÃO ........................................................................................................... 23

11.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................................ 23

11.1

Estrutura Curricular ................................................................................................................ 23

11.2

Componentes Curriculares e Carga Horária ........................................................................... 25

11.3

Curricularização da Extensão na Educação Profissional........................................................ 29

11.4

Temas transversais ................................................................................................................. 31

12. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ....................................................................................................................................... 32 13.

METODOLOGIA E AVALIAÇÃO .......................................................................................... 35

13.1

Metodologia ........................................................................................................................... 35

13.2

Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem .................................................................. 36 6

13.3

Do regime de exercício domiciliar ......................................................................................... 39

13.4

Acompanhamento e Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso .......................................... 40

14.

ESTRUTURA FÍSICA ............................................................................................................... 40

14.1

Da Biblioteca .......................................................................................................................... 40

14.2

Das instalações e recursos tecnológicos do CPT-ETS/UFPB ................................................ 44

14.3

Dos equipamentos e laboratórios ........................................................................................... 46

15. PERFIL DE QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES, INSTRUTORES E TÉCNICOADMINISTRATIVOS ........................................................................................................................... 52 16.

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL ................................................................................................ 55

16.1

Política de inclusão social ...................................................................................................... 56

17.

CERTIFICAÇÃO E DIPLOMAÇÃO ........................................................................................ 57

18.

SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS ........................................................ 57

19. IDENTIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO .................................................................................................................................... 58 APÊNDICE I .................................................................................................................................. 62

7

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O presente documento constitui-se do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) Técnico em Análises Clínicas do Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS/UFPB) da Universidade Federal da Paraíba, referente ao eixo tecnológico Ambiente e Saúde do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Este PPC propõe contextualizar e definir as diretrizes pedagógicas para o respectivo curso técnico de nível médio do CPT-ETS/UFPB, destinado a estudantes que já concluíram o ensino médio. Configura‐se em uma proposta curricular baseada nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Profissional e Tecnológica que exigem mudanças na formação do profissional, propondo novos cenários de estudo que vão além da sala de aula. Para tanto, o projeto pedagógico contempla a busca pela formação integral e adequada do acadêmico, por meio da articulação entre o ensino, a pesquisa e extensão/assistência (CNE Nº 01, 05/01/2021) (BRASIL, 2021). Estão presentes, também, como marco orientador desta proposta, as diretrizes institucionais explicitadas no Projeto Político Pedagógico (PPP), traduzidas nos objetivos desta instituição e na compreensão da educação profissional como uma prática social transformadora que se compromete a promover formação humana integral por meio de uma proposta de educação profissional e tecnológica que articule ciência, trabalho, tecnologia e cultura, visando à formação do profissional cidadão, crítico, reflexivo, competente, técnico, ético e comprometido com as transformações da realidade na perspectiva da igualdade e da justiça social. A presente proposta considera que a educação profissional tem por finalidade formar técnicos de nível médio para atuarem nos diferentes processos de trabalho relacionados aos eixos tecnológicos com especificidade em uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos oficiais e profissionais. De modo geral, os cursos técnicos do CPT-ETS/UFPB estão estruturados para garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos, quanto ao tempo de duração, a articulação entre as bases científicas e tecnológicas, a organização curricular com núcleos comuns, às práticas interdisciplinares, às atividades de prática profissional, às condições de laboratórios e equipamentos, às formas de acompanhamento e avaliação, assim como nas demais condições de ensino. Essa forma de atuar na educação profissional técnica objetiva romper com a dicotomia entre educação básica e formação técnica, possibilitando resgatar o princípio da formação humana em sua totalidade, superar a visão dicotômica entre o pensar e o fazer a partir do princípio da politécnica, assim como visa propiciar uma formação humana e integral em que a formação profissionalizante não tenha uma finalidade em si, nem seja orientada pelos interesses do mercado de trabalho, mas se constitui em uma possibilidade para a construção dos projetos de vida dos discentes. Em adição, as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica apontaram novas orientações que devem ser necessariamente adotadas por todas as instituições do ensino 8

do país, atendendo o artigo nº 25 da Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica (DCNGE PT), Resolução Nº 01 do CNE, de 05 de janeiro de 2022. Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/1996) pelas Leis de nº 11.741/2008 e de nº 13.415/2017, no tocante à Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), com foco na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e, Formação Técnica e Profissional. Assim, a Universidade Federal da Paraíba com a identidade e papel estratégico possuindo, Educação Profissional Tecnológica, por meio CPT-ETS/UFPB tem o protagonismo e compromisso com o desenvolvimento científico, tecnológico e social inclusivo no estado da Paraíba, pertencente a Região Nordeste, que possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,658 (IBGE, 2010), detendo um dos menores índice do país. Face ao exposto, este documento apresenta os pressupostos teóricos, metodológicos e didáticopedagógicos estruturantes da proposta do curso em consonância com o PPP institucional. Em todos os elementos estarão explicitados princípios, categorias e conceitos que materializarão o processo de ensino e de aprendizagem destinados a todos os envolvidos nestas práxis pedagógicas.

APRESENTAÇÃO DA UNIDADE O presente documento constitui-se da reformulação do PPC do Curso Técnico em Análises Clínicas do CPT-ETS/UFPB. O referido PPC foi aprovado em 10/04/2015, conforme Resolução nº 13/2015 em que autoriza a criação do Curso. Na década de 50, com os problemas de saúde da população do nordeste, o Dr. Lúcio de Vasconcelos Costa, à época, Diretor Geral do Departamento Estadual de Saúde Pública, teve a iniciativa de conceder ao Estado uma Escola de Auxiliar de Enfermagem por meio do Decreto-Lei sob nº 875 de 24 de janeiro de 1953, do então Governador do Estado, Ministro José Américo de Almeida, foi criada a Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba, cuja inauguração se deu em primeiro de maio de 1953. Em de 02 de dezembro de 1955, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, na ocasião a Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba, foi incorporada à referida Universidade, sendo transformada em curso, ficando sob a responsabilidade da Faculdade de Medicina.

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No ano de 1995, surge a criação do Departamento de Enfermagem de Nível Médio (DENM). Em 1996, ocorreu a extinção do DENM. No mesmo ano, foi aprovada a Resolução CONSUNI/UFPB, sob nº 22/1996, que alterou o nome para Escola Técnica de Enfermagem de Nível Médio. Nesse contexto, no campo da educação, se estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional com a Resolução 9.394/96, em que se exige das instituições de ensino modificações no que concerne a organização da educação profissional de jovens e adultos trabalhadores. Diante dessas Diretrizes, a Escola Técnica buscou adequar-se às novas exigências da sociedade, bem como a aplicabilidade dos parâmetros da educação profissional. No ano de 1997, passou a fazer parte do Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais (CONDETUF) desta forma, adquiriu orçamento anual próprio. Através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, a Escola Técnica de Enfermagem passou a ser denominada Escola Técnica de Saúde (ETS) da UFPB com aprovação da Resolução do CONSUNI 05/2000 em 28/06/2000. Inicialmente oferecia apenas o curso técnico em Enfermagem. Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da CONSEPE 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, através da resolução 16/2007 de 09 de abril de 2007. Por indicação do Ministério da Educação e Cultura, o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, implantado inicialmente como curso experimental, precisou convergir para o Curso Técnico em Análises Clínicas, uma vez que este curso já constava no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação e Cultura e se assemelhava ao Curso Técnico em Biodiagnóstico em muitos aspectos. Sendo criado o Curso Técnico em Análises Clínicas do CPT-ETS/UFPB em 10/04/2015, conforme Resolução nº 13/2015 em que autoriza a criação do Curso. Ainda no ano de 2015, foi aprovado na UFPB a criação do Curso Técnico em Cuidados de Idosos e em 2021, o Curso Técnico em Registro de Informações em Saúde. Além dos cursos técnicos oferecidos, o CPT-ETS, promove Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), Curso de Especialização em nível lato sensu, projetos de extensão e pesquisa fomentados por bolsas, que são disponibilizadas por meio do Programa de Bolsas de Extensão para discentes do ensino Técnico (PROBEX-TEC) e Bolsas de Iniciação Científica para discentes do ensino Técnico (PIBIC-TEC), respectivamente. O CPT-ETS também oferta cursos Técnicos e FICs por meio de programas, a citar: Programa de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego/PRONATEC, Ensino Técnico à Distância/e-TEC, Programa Novos Caminhos e o Programa de apoio à oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) integrada à Educação Profissional (EPT) - Programa EJA integrada à EPT.

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Cumpre assinalar que no dia 06 de setembro do ano em curso, o desmembramento da Escola Técnica de Saúde do Centro de Ciências da Saúde, obteve aprovação por unanimidade em sessão plenária do CONSUNI, autorizando-se a criação do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS). Logo, tornou-se o 17º centro de ensino da Universidade Federal da Paraíba (Figura 1). Destaca-se, que no dia 03 de novembro do ano em curso foi publicado no Diário Oficial da União, (DOU), em sua sessão: 01 da página 101 de sua 208 edição, por meio da RESOLUÇÃO Nº 14, DE 24 DE OUTUBRO DE 2022, do Conselho Universitário-CONSUNI, cria no Campus I da UFPB o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (CPT-ETS). Desse modo, a Escola Técnica de Saúde, passou-se a partir do dia 03/11/2022, a ser denominada de Centro Profissional e Tecnológico-Escola Técnica de Saúde, (CPT-ETS).

Figura 1 - Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 2022.

Fonte: Imagem do site CPT-ETS/UFPB, 2022.

A partir da resolução 14 de 24/10/2022 cria-se o CPT-ETS, e seus respectivos Departamentos, a saber: Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde (RPPAS) e o Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO), Conforme a referida Resolução em seu 11

Art. 3º, menciona: Integram a estrutura administrativa e acadêmica do referido Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba - CPT-ETS, o Departamento de Registro, Promoção e Assistência à Saúde (RPPAS) e o Departamento de Diagnóstico, Práticas Laboratoriais e Odontológicas (DDPLO), os cursos técnicos de Agente Comunitário de Saúde, Análises Clínicas (Modalidade Regular e EJA), Cuidados de Idosos (Modalidade Regular e EJA), Enfermagem, Prótese Dentária, Registro em Informação em Saúde, Saúde Bucal e Segurança do Trabalho e o Curso de Especialização em Gerontologia. O CPT-ETS tem em seu arcabouço o tripé basilar: Ensino, Pesquisa e Extensão, desse modo, contribuindo para o exercício da cidadania, bem como, com o desenvolvimento socioeconômico e cultural. No tocante a proposta pedagógica, essa está fundamentada pelos valores éticos, políticos e estéticos, com uma visão macro, constituída por aspectos de inovação com análise e compreensão crítico-reflexivo, valorizando as dimensões biológico; psicológico; social; cultural e espiritual com escopo na construção de competências e habilidades necessárias para o aluno em formação.

JUSTIFICATIVA DO CURSO O diagnóstico, o tratamento de patologias e o monitoramento da saúde incluem, dentre outros, os dados e informações obtidas por análises realizadas em amostras biológicas. A importância desses procedimentos no processo dos cuidados de saúde justifica a emergente preocupação com o aprimoramento da formação técnica profissional na área de serviço de apoio e diagnóstico. Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 2, de 15 de dezembro de 2020, instituído pelo Ministério da Educação em 2022, cabe ao técnico em análises clínicas: “- Executar, sob a supervisão do profissional responsável de nível superior, processos operacionais necessários ao diagnóstico laboratorial que compreendem a fase préanalítica e analítica nos setores da parasitologia, microbiologia, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular, hormônios, toxicologia e líquidos corporais. - Operar aparato tecnológico de laboratório de saúde e equipamentos analíticos e de suporte às atividades laboratoriais. - Participar de campanhas educativas e incentivar as atividades comunitárias de atenção primária, promovendo a integração entre a equipe de saúde e a comunidade. - Recepcionar e cadastrar clientes e exames; realizar processos de coleta, recepção, preparação e análise das amostras, colaborando ainda na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas. - Trabalhar de acordo com as normas de biossegurança e qualidade, e aplicar as técnicas adequadas no descarte de resíduos de serviços de saúde, protegendo os indivíduos e o meio ambiente (BRASIL, 2022, p.21).” 12

De acordo com suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como das demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO Legislação Profissional ●

Resolução Nº485 de 21 de agosto de 2008 dispõe sobre o Âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Análises Clínicas

●

Normativa n.º 01/2012 dispõe sobre rol de atividades para fins de inscrição e fiscalização dos profissionais Biomédicos, Técnicos, Tecnólogos nas áreas de acupuntura, estética, citologia e anatomia patológica e imaginologia, junto aos Conselhos Regionais de Biomedicina

●

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

●

Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional;

●

Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004 que regulamenta o § 2º do artigo 36, e os artigos 39 a 41 a Lei nº 9.394/96;

●

Plano Nacional de Educação-PNE

●

Lei N° 13.005/2014 - Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências.

●

Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.

●

Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.

●

Catálogo Nacional de Cursos Técnicos

●

Resolução Nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO CURSO: Técnico em Análises Clínicas EIXOS TECNOLÓGICOS: Ambiente e Saúde NÍVEL: Médio 13

HABILITAÇÃO: Técnico em Análises Clínicas CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO): 3242-05 CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1350 horas PERIODICIDADE DE OFERTA: semestral NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 30 vagas TIPO DE MATRÍCULA: Semestral TURNO: manhã e eventualmente a tarde FORMA DE OFERTA: Subsequente MODALIDADE DE OFERTA: presencial FORMA DE INGRESSO: seleção pública por edital ou mediante convênio

OBJETIVOS DO CURSO

6.1 Objetivo Geral

O Curso Técnico em Análises Clínicas tem por objetivo formar um profissional habilitado para responder primordialmente pela organização do processo de trabalho em Análises Clínicas, com ações voltadas para o apoio ao diagnóstico, coleta e manipulação de amostras biológicas, execução supervisionada de exames laboratoriais, operação de equipamentos e utilizar com biossegurança. O curso apresenta uma perspectiva interdisciplinar com a preocupação de integração de conceitos, terminologia, metodologia, procedimentos, dados e organização, visando auxiliar e atuar no Laboratório de diagnóstico clínico. O profissional formado poderá atuar em equipes multidisciplinares, na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às análises clínicas; operar e zelar pelo bom funcionamento do aparato tecnológico laboratorial e contribuir diretamente com questões ligadas à educação para saúde e para o autocuidado, proteção, prevenção, promoção da saúde e segurança no trabalho.

6.2 Objetivos Específicos •

Formar profissionais Técnicos em Análises Clínicas com a perspectiva de inserção no mercado

de trabalho, em atendimento a uma demanda própria da região;

14

•

Fornecer o conhecimento necessário para o futuro profissional orientar o cliente/paciente,

receber, preparar, processar amostras biológicas e assistir ao bioquímico, biomédico ou médico patologista, na execução das análises clínicas; •

Levar o futuro profissional a colocar em suas ações a ciência, a tecnologia e a ética a serviço da

vida; •

Integrar o futuro Técnico em Análises Clínicas com o mercado de trabalho através da

convivência com o meio profissional; •

Contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços na área de saúde da população da Região

Nordeste do Estado do Paraíba; •

Transmitir conhecimentos sobre a importância da ética profissional e da composição de equipes

multidisciplinares no dia-a-dia da rotina de trabalho.

REQUISITOS

7.1 Dos Requisitos de Acesso O ingresso ao Curso Técnico em Análises Clínicas da CPT-ETS/UFPB se dará de forma subsequente, ou seja, as vagas serão destinadas a quem já tenha concluído o Ensino Médio, ou equivalente e o candidato deverá ser aprovado em processo seletivo público, edital de transferência ou reingresso ou mediante ação de convênio ou acordo/pactuação entre instituições de ensino, conforme preconiza a Diretriz Curricular Nacional Geral para Educação Profissional e Tecnológica (BRASIL, 2021).

7.2 Das Formas de Acesso Para tanto, o acesso ocorrerá de forma subsequente ao ensino médio, de acordo com o que regerá o edital de entrada, a fim de apropriar as oportunidades educacionais disponíveis. O ingresso será destinado a portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio, ou equivalente, mediante: ✓ Processo seletivo, aberto ao público ou conveniado, para o primeiro período do curso; ✓ Transferência ou reingresso, para período compatível ou; ✓ Celebração de convênio e/ou pactuação. Com o objetivo de democratizar o acesso ao curso, haverá vagas ofertadas para diversos grupos sociais, conforme preconiza a Lei nº 12.990 de 09 de junho de 2014 que trata da reserva de 20% das vagas para negros; Decreto 3298 de 20 de dezembro 1999 que aborda a Política Nacional das Pessoas 15

com Deficiência, Lei 13146 de 06 de julho de 2015 que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência, Lei 8112 de 11 de dezembro de 1990; Lei 12711 de 29 de agosto de 2012 e Lei nº 13.409, de 2016 que trata das cotas para ingresso nas Universidades Federais e nas Instituições Federais de Ensino Técnico de Nível Médio, à saber: “Art. 4º As instituições federais de ensino técnico de nível médio reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso em cada curso, por turno, no mínimo 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para estudantes que cursaram integralmente o ensino fundamental em escolas públicas.” (BRASIL, 2012). “Parágrafo único. No preenchimento das vagas de que trata o caput deste artigo, 50% (cinquenta por cento) deverão ser reservados aos estudantes oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo (um salário-mínimo e meio) per capita.” (BRASIL, 2012). “Art. 5º Em cada instituição federal de ensino técnico de nível médio, as vagas de que trata o art. 4º desta Lei serão preenchidas, por curso e turno, por autodeclarados pretos, pardos e indígenas e por pessoas com deficiência, nos termos da legislação, em proporção ao total de vagas no mínimo igual à proporção respectiva de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência na população da unidade da Federação onde está instalada a instituição, segundo o último censo do IBGE.” (BRASIL, 2016).

7.3 Da Quantidade de Vagas

Serão ofertadas 30 (trinta) vagas semestrais.

7.4 Do Turno/horário

As aulas para o curso técnico presencial ocorrerão no horário matutino (07h00 às 12h00) e eventualmente no período vespertino (13h00 às 18h00). Adota-se o critério de hora/aula com duração de 60 (sessenta) minutos.

7.5 Da Integralização do Curso

O Curso de Técnico em Análises Clínicas terá duração mínima de 10 (dez) meses, regular de 20 (vinte) meses e máxima de 36 (trinta e seis) meses. O currículo do Curso Técnico em Análises Clínicas será integralizado em 1350 horas/aula, equivalentes a 90 (noventa) créditos.

7.6 Do Tipo de matrícula

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A matrícula será realizada por disciplina ou conjunto de disciplinas, no início de cada semestre letivo.

7.7 Da Dilatação Para Integralização Curricular Em conformidade com a Resolução CONSEPE 29/2020 fica compreendido que: “A dilatação de prazo para conclusão de curso é caracterizada pelo período cedido após o término do último período letivo correspondente à duração máxima para integralização curricular. A dilatação para conclusão do curso poderá ser concedida por apenas 02 (dois) períodos letivos.” Ao Colegiado do Curso caberá analisar a solicitação do discente para dilatar o prazo de conclusão de curso técnico, após o período máximo de integralização do curso.

7.8 Da Abreviação para Integralização Curricular Ao discente regularmente matriculado que requerer abreviação de curso, sua solicitação será analisada, com base nos critérios:

a) abreviar somente um componente curricular;

b) abreviar mais de um componente curricular, que corresponda aos componentes curriculares que faltam para a integralização curricular. Desde que o discente regularmente matriculado:

I.

Tenha integralizado pelo menos 75% da carga horária do curso;

II.

Esteja cursando o último período letivo para conclusão do seu curso;

III.

Não possua média inferior a 7,0 (sete vírgula zero) em nenhum dos componentes curriculares cursados;

IV.

Não tenha sido reprovado em qualquer um dos componentes curriculares constantes do histórico acadêmico. A abreviação de curso, requisitada pelo discente, será encaminhada à Coordenação do Curso,

que verificará o atendimento dos critérios estabelecidos e por sua vez encaminhará para análise e parecer do Colegiado de Curso. Aos discentes que tiverem sido aprovados em concurso público de provas, ou de provas e títulos, poderão requerer a abreviação para Integralização Curricular, desde que preenchidos os requisitos acima e que comprovem sua aprovação.

7.9 Da Antecipação da Colação de Grau

O discente formando que esteja regularmente matriculado no último período letivo para concluir o curso, poderá solicitar antecipação da colação de Grau quando houver aprovação comprovada em concurso público ou processo de seleção de pós-técnico ou outra situação específica que exija o diploma de Técnico. 17

I – Formando é o discente que tem condições para a conclusão de seu curso no período letivo atual.

II – A solicitação de antecipação da Colação de Grau será apreciada pelo Colegiado do Curso.

III – Caberá ao docente do componente curricular matriculado a antecipação das avaliações do discente.

IV – Os resultados das avaliações serão registrados no histórico do discente pelo setor responsável, a pedido da Coordenação de Curso, em processo via Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (SIPAC). O discente, em formulário próprio, solicitará a antecipação da colação de grau, e enviará o requerimento conforme protocolo institucional.

PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E PERFIL PROFISSIONAL DE SAÍDAS INTERMEDIÁRIAS

8.1 Perfil profissional de conclusão do curso técnico

O profissional de nível técnico, ao concluir o curso terá competência para: ●

Executar, sob a supervisão do profissional responsável de nível superior, processos operacionais necessários ao diagnóstico laboratorial que compreendem a fase pré-analítica e analítica nos setores da parasitologia, microbiologia, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular, hormônios, toxicologia e líquidos corporais.

●

Operar aparato tecnológico de laboratório de saúde e equipamentos analíticos e de suporte às atividades laboratoriais.

●

Participar de campanhas educativas e incentivar as atividades comunitárias de atenção primária, promovendo a integração entre a equipe de saúde e a comunidade.

●

Recepcionar e cadastrar clientes e exames; realizar processos de coleta, recepção, preparação e análise das amostras, colaborando ainda na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas.

●

Trabalhar de acordo com as normas de biossegurança e qualidade, e aplicar as técnicas adequadas no descarte de resíduos de serviços de saúde, protegendo os indivíduos e o meio ambiente.

8.2 Perfil profissional de saídas intermediárias Ao concluir a unidade curricular I prevista na matriz curricular do curso técnico o discente terá competência para: recepcionar, atender e cadastrar clientes, pacientes, usuários e visitantes; atuar profissionalmente de forma ética e humanizada nos serviços de saúde, desta forma, adquirindo o 18

conhecimento necessário para a aquisição da certificação intermediária de Recepcionista em Serviços de Saúde (BRASIL, 2016). Ao concluir as unidades curriculares I e II previstas na matriz curricular do curso técnico o discente terá competência para: colaborar no recebimento e acondicionamento do material biológico; orientar e verificar o preparo do paciente para o exame; auxiliar os técnicos no preparo de soluções; lavar, secar, separar e embalar materiais para esterilização, desta forma, adquirindo o conhecimento necessário para a aquisição da certificação intermediária de Auxiliar de Laboratório de Saúde (BRASIL, 2016).

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O profissional de Análises Clínicas deverá ser tecnicamente competente, sendo capaz de decidir e agir em situações imprevistas. Ele deve apresentar uma postura ético-política, compromissada com os interesses dos excluídos e uma postura ética profissional direcionada ao desempenho de suas funções, exigindo cada vez mais maior capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria e espírito empreendedor, bem como capacidade de visualização e resolução de problemas. A polivalência de funções é uma exigência desse profissional. O trabalho coletivo e compartilhado deverá ser também uma prática do perfil desse profissional, bem como respeito ao bem comum, a solidariedade e a responsabilidade. O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá consubstanciar a identidade do curso através das competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde e as competências da habilitação do Técnico em Análises Clínicas, atendendo à legislação em vigor. Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho (art. 6º da Resolução CNE/CEB Nº 04/99).

9.1 Competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde

●

Usar diferentes possibilidades de aprendizagem mediada por tecnologias no contexto do processo produtivo e da sociedade do conhecimento, desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual, pensamento crítico, espírito investigativo e criativo;

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●

Atuar social e profissionalmente de forma ética, consciente de sua responsabilidade socioambiental;

●

Possuir visão humanística crítica e consciente sobre o impacto de sua atuação profissional na natureza e sociedade;

●

Ser criativo, proativo, inovador e eficiente na solução dos problemas;

●

Atuar de forma cooperativa, democrática e solidária em equipes multidisciplinares;

●

Entender a necessidade da educação continuada como instrumento de atualização importante na melhoria da qualidade do serviço;

●

Conhecer a estrutura e funcionamento do SUS;

●

Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde/doença;

●

Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho;

●

Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade;

●

Aplicar normas de biossegurança;

●

Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental;

●

Interpretar e aplicar a legislação referente aos direitos do usuário;

●

Avaliar riscos de iatrogenias, ao executar procedimentos técnicos;

●

Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta do profissional de saúde;

●

Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;

●

Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados;

●

Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde;

●

Atuar como profissional de saúde em situações de emergência, realizando atendimento de primeiros socorros;

●

Orientar a comunidade quanto aos determinantes e condicionantes do processo saúde-doença (aspectos: sociais, econômicos, políticos, culturais, biológicos, ecológicos e psicológicos), aplicando princípios e normas de biossegurança, higiene, saúde pessoal e ambiental, contribuindo para a melhoria de sua qualidade de vida;

●

Orientar quanto à importância da conservação e preservação do meio ambiente no exercício do trabalho em saúde;

●

Compreender a dinâmica das relações interpessoais produzidas no ambiente de trabalho;

●

Conhecer as relações entre os aspectos técnicos, sociais, econômicos, legais, éticos e profissionais.

9.2 Competências do técnico em análises clínicas

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●

Possuir visão contextualizada da área de Análises Clínicas;

●

Conhecer a Legislação e Normas Técnicas da sua área de atuação;

●

Avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e controle de qualidade dos testes e equipamentos;

●

Conhecer as técnicas de coleta dos diversos tipos de materiais biológicos, proporcionando aos pacientes melhor conforto;

●

Conhecer as exigências legais para o funcionamento de um laboratório de análise, bem como todas as normas de biossegurança;

●

Dominar técnicas e ações referentes a Análises Clínicas;

●

Compreender a importância das ações e análises clínicas como complemento ao diagnóstico médico;

●

Conhecer as necessidades de suprimento de um laboratório de análise;

●

Conhecer as técnicas para auxiliar na realização dos exames – as diversas técnicas de preparo e conservação do material a ser analisado, das soluções e reagentes, nos diversos setores do laboratório (parasitologia, bioquímica, hematologia, microbiologia, imunologia, urinálise, hormônio, biologia molecular e histotecnologia);

●

Conhecer as técnicas para triagem e conservação das amostras biológicas, bem como a importância da correta identificação e do correto preparo das amostras para análise;

●

Compreender a importância da coleta e organização de dados relativos ao campo de atuação;

●

Possuir maior flexibilidade, agilidade, atenção e capacidade em superar as dificuldades encontradas no desempenho da função;

●

Possuir conhecimento básico sobre o funcionamento das máquinas e equipamentos existentes e cuidados para sua conservação;

●

Possuir conhecimentos teóricos e práticos que possibilitem o cruzamento de dados entre os setores existentes no laboratório;

●

Ter responsabilidade, interesse e pontualidade;

●

Possuir conhecimentos sobre as principais técnicas de esterilização;

●

Saber como limpar uma bancada e como desprezar materiais contaminados;

●

Manter e promover os padrões de excelência no exercício da profissão;

●

Salvaguardar a dignidade e a privacidade dos pacientes, de modo que o resultado de qualquer exame executado por ele ou por outras pessoas não caia em domínio público;

●

Saber orientar os pacientes sobre os fatores externos (dieta, uso de medicamento, esforço físico) que podem alterar o resultado do exame;

●

Promover um ambiente acolhedor que possa proporcionar conforto ao paciente e alívio das tensões causadas pelo procedimento; 21

●

Saber manusear, conhecer, calibrar e principalmente conservar toda a aparelhagem necessária à rotina de seu laboratório;

●

Estar sempre atento à data de validade e temperatura de armazenamento de reagentes imprescindíveis para a realização de exames;

●

Documentar as análises realizadas, registrar e arquivar as cópias dos documentos e resultados de exames;

●

Operar equipamentos, zelando por sua manutenção, identificando e avaliando suas instalações, assim como, executar procedimentos técnicos avaliando riscos de iatrogenia.

●

Conhecer políticas públicas de saúde e compreender sua atuação profissional frente às diretrizes, princípios e estrutura organizacional do Sistema Único de Saúde (SUS).

9.3 Habilidades

●

Expressar ideias de forma clara, empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação;

●

Aplicar a variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita;

●

Realizar a coleta de amostras biológicas de acordo com as normas de biossegurança, higiene e saúde pessoal;

●

Agir segundo a perspectiva do atendimento integral e de qualidade à saúde;

●

Executar ações em acordo com as normas de higiene e saúde pessoal e ambiental;

●

Realizar o descarte de material biológico em acordo com as normas de biossegurança e preservação ambiental;

●

Executar ações próprias ao exercício profissional segundo os princípios éticos que regem a conduta do profissional da saúde;

●

Realizar os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos com total controle de qualidade;

●

Saber o procedimento correto armazenamento de amostras;

●

Informar ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre serviços que tenham sido prestados, respeitando o direito individual do sigilo;

●

Executar ações na administração de rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;

●

Preparar soluções, reagentes e vidrarias para a realização dos exames;

●

Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção; 22

●

Auxiliar na realização e análise dos exames em cada setor do laboratório clínico, como Parasitologia, Bioquímica, Hematologia, Microbiologia, Imunologia, Urinálise, Biologia Molecular e Histotecnologia;

●

Administrar as ocorrências e serviços prestados, de acordo com as exigências do campo de atuação;

●

Executa lavagem, secagem, esterilização e acondicionamento de materiais e amostras biológicas;

●

Executa ações de controle e armazenamento de materiais próprios à análise clínica.

CAMPO DE ATUAÇÃO O Técnico em Análises Clínicas, após conclusão do curso, de nível médio, poderá atuar Laboratório de Análises Clínicas e de Diagnósticos Médicos em Hospitais, Clínicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), Hemocentros, Laboratórios Veterinários, Laboratórios de Toxicologia, Laboratórios de Pesquisas Biomédicas, Laboratórios de Ensino, Laboratórios de Controle de Qualidade em Saúde e Laboratórios de Microbiologia de Alimentos.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do curso Técnico em Análises Clínicas observa as determinações legais presentes na Lei nº 9.394/96, alterada pela Lei nº 11.741/2008, nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, bem como nos princípios e diretrizes definidos no Projeto Político-Pedagógico do CPT- ETS/UFPB.

11.1

Estrutura Curricular

A proposta pedagógica do curso Técnico em Análises Clínicas está organizada por três unidades curriculares as quais favorecem a prática da interdisciplinaridade, transversalidade e atividades de extensão, apontando para o reconhecimento da necessidade de uma educação profissional e tecnológica integradora de conhecimentos científicos com experiências e saberes advindos do mundo do trabalho, possibilitando, assim, a construção do pensamento tecnológico crítico e a capacidade de intervir em situações concretas. O curso adotará a definição de Unidades Curriculares Tecnológicas e o regime acadêmico de créditos, observando a carga horária em cada unidade curricular, que será múltiplo de 15 horas. As unidades curriculares são constituídas de componentes que permitem ao aluno a certificação intermediária, que terá por finalidade possibilitar ao discente a colocação no mercado de trabalho, ao 23

longo da sua formação técnica, após a aprovação e conclusão em todos os componentes curriculares da(s) unidade(s). A unidade curricular I tem o objetivo de proporcionar componentes curriculares introdutórios sobre o ambiente laboratorial e os cursos técnicos na área de saúde totalizando uma carga horária de 450 horas, ao término desta unidade o discente terá a formação necessária para receber a certificação intermediária de Recepcionista em Serviços de Saúde, atendendo ao disposto nos Art. 12 e 26 incisos 2° e 3°, respectivamente, da Resolução CNE/CP Nº1, de 5 de janeiro de 2021: “§ 2º Os cursos de qualificação profissional podem também abarcar saídas intermediárias dos Cursos Técnicos de Nível Médio (qualificação profissional técnica) e dos cursos de Educação Profissional Tecnológica de Graduação (qualificação profissional tecnológica), devidamente reconhecidas pelo mercado de trabalho e identificadas na ocupacionais associadas (CBO) (BRASIL, 2021).” “§ 3º A carga horária mínima para cada etapa com terminalidade de qualificação profissional técnica prevista em um itinerário formativo de curso técnico é de 20% (vinte por cento) da carga horária mínima prevista para a respectiva habilitação profissional, indicada no CNCT ou em outro instrumento que venha a substituí-lo (BRASIL, 2021).”

A unidade curricular II contém componentes curriculares que fornecem as bases teóricas e práticas para atuação nas análises clínicas, totalizando uma carga horária de 450 horas. Após a aprovação em todos os componentes das unidades curriculares I e II o discente terá a formação necessária para receber a certificação intermediária de Auxiliar de Laboratório da Saúde. A unidade curricular III é composta por componentes curriculares laboratoriais e tem por objetivo consolidar os conteúdos teóricos e práticos adquiridos ao longo do curso, através da atuação na prática profissional. A carga horária total desta unidade é de 450 horas, sendo 150 horas destinada ao estágio supervisionado obrigatório. Dessa forma, com base nos referenciais que estabelecem a organização por unidades tecnológicas, o curso Técnico em Análises Clínicas do CPT-ETS /UFPB está estruturado de acordo com a organização curricular esquematizada na Figura 2. Figura 2 - Organização curricular do Curso Técnico em Análises Clínicas.

24

Fonte: Próprios autores, 2022.

11.2

Componentes Curriculares e Carga Horária

A matriz curricular do Curso Técnico em Análises Clínicas é formada por 28 componentes curriculares obrigatórios, divididos em 3 unidades curriculares de 450 horas cada, totalizando 1350 horas, equivalentes a 90 (noventa) créditos, sendo 170 horas ofertadas de forma não presencial. Segundo orientação do Catálogo Nacional de Curso Técnicos (BRASIL, 2022), cursos na modalidade presencial, poderão prever até 20% da sua carga horária total em atividades não presenciais. A unidade curricular I é composta por 13 componentes obrigatórios, com 450 horas, totalizando 30 créditos. As disciplinas ofertadas serão distribuídas em 385 horas presenciais e 65 horas no formato não presencial, conforme descrito no quadro 1.

Quadro 1 - Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular I do Curso Técnico em Análises Clínicas do CPT-ETS/UFPB. CH CH NÃO CH CH COMPONENTES CRÉDIT UNIDADE PRESENCI PRESENCI TOTA TOTAL CURRICULARES OS AL AL

L DA 25

UNIDA DE INFORMÁTICA E EMPREENDEDORI SMO EM SAÚDE BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL INTRODUÇÃO AO LABORATÓRIO CLÍNICO ANATOMIA E FISIOLOGIA APLICADA PRIMEIROS SOCORROS

UNIDADE CURRICUL AR I

BIOLOGIA CELULAR BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL INTRODUÇÃO AO SUS

PATOLOGIA GERAL PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE MEIO AMBIENTE E SAÚDE COLETA DE AMOSTRAS SANGUINEAS UNIDADE DE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA I CH: Carga horária.

25

5

30

2

25

5

30

2

50

10

60

40

5

45

3

25

5

30

2

25

5

30

2

40

5

45

3

25

5

30

2

25

5

30

2

25

5

30

2

25

5

30

2

40

5

45

3

15

0

15

1

4

450

Fonte: Próprios autores, 2022.

Esta unidade é composta por disciplinas que capacitarão os alunos ao atendimento de clientes, pacientes e usuários e para atuar na operacionalização de sistemas de gerenciamento de cadastro de pacientes, desta forma, após a conclusão e aprovação neste eixo curricular poderá ser concedido ao discente a certificação intermediária em Recepcionista em Serviço de Saúde (Código do curso: 221536), que tem como CBO associado 4221-10, relativo à Recepcionista de consultório médico ou dentário.

26

A unidade curricular II apresenta carga horária total de 450 horas, totalizando 30 créditos, distribuídos em 8 disciplinas obrigatórias. As disciplinas ofertadas serão distribuídas em 390 horas presenciais e 60 horas no formato não presencial, conforme descrito no quadro 2.

Quadro 2 - Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular II do Curso Técnico em Análises Clínicas do CPT-ETS/UFPB. CH COMPONENTES CH CH NÃO CH TOTAL CRÉDIT UNIDADE CURRICULARE PRESENCI PRESENCI TOTA DA OS S AL AL

L UNIDAD E INTRODUÇÃO 25 5 30 2 A IMUNOLOGIA

UNIDADE CURRICUL AR II

HORMONIOLO GIA

40

5

45

PARASITOLOGI A

65

10

75

BIOQUÍMICA CLÍNICA

65

10

75

5

HEMATOLOGIA

65

10

75

5

65

10

75

5

50

10

60

4

15

0

15

1

URINÁLISE E FLUIDOS CORPORAIS BIOLOGIA MOLECULAR UNIDADE DE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA II CH: Carga horária.

3 5

450

Fonte: Próprios autores, 2022.

A referida unidade curricular é constituída por disciplinas que terão como finalidade habilitar o discente sobre a orientação do paciente para realização de exames laboratoriais, para a manipulação de amostras biológicas, para o preparo de soluções e a respeito da organização e rotina laboratorial, sendo assim, após a conclusão e aprovação dos componentes curriculares das unidades I e II o discente poderá dispor da certificação intermediária de Auxiliar em Laboratório de Saúde (Código do curso: 263988), que tem como CBO associado 5152-15, relativo à Auxiliar de Laboratório de Análises Clínicas. Por fim, a unidade curricular III é formada por componentes curriculares que totalizam 30 créditos, distribuídos em 8 componentes curriculares totalizando 450 horas, sendo 45 horas não presenciais e 405 horas relativas à carga horária presencial, das quais 150 serão destinadas a estágio supervisionado em análises clínicas, conforme descrito no quadro 3. 27

Quadro 3 - Distribuição dos componentes curriculares referentes à Unidade Curricular III do Curso Técnico em Análises Clínicas do CPT-ETS/UFPB. CH CH CH NÃO CH TOTAL COMPONENTES CRÉDIT UNIDADE PRESENCI PRESENCI TOTA DA CURRICULARES OS AL AL

L UNIDA DE HEMOTERAPIA E HEMODERIVADO 25 5 30 2 S IMUNOLOGIA 50 10 60 4 CLÍNICA

UNIDADE CURRICUL AR III

CITOLOGIA ONCÓTICA

25

5

30

MICROBIOLOGIA

75

15

90

TÉCNICAS HISTOPATOLOGI CAS UNIDADE DE CURRICULAR DE EXTENSÃO TÉCNICA III ESTÁGIO SUPERVISIONAD O EM ANÁLISES CLÍNICAS CH: Carga horária.

2

6 450

65

10

75

5

15

0

15

1

150

0

150

10

Fonte: Próprios autores, 2022.

A matriz curricular completa do curso encontra-se discriminada de maneira sintética na figura

3. O APÊNDICE I apresenta as ementas de cada componente curricular. O discente regularmente matriculado no Curso Técnico em Análises Clínicas poderá cursar de forma opcional o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. O referido componente não será contabilizado na carga horária mínima do curso. Caso o discente venha a cursar o componente curricular opcional, este deverá ser registrado no histórico escolar, indicando a frequência e o aproveitamento do mesmo. O Centro Profissional e Tecnológico poderá ofertar em forma de curso e/ou oficina o componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, bem como o discente poderá cursar esse componente em cursos ofertados pela Instituição. A carga horária do componente curricular não deverá ser inferior a 45 h para fins de aproveitamento.

28

Figura 3 - Síntese da matriz curricular do Curso Técnico em Análises Clínicas do CPT-ETS/UFPB.

Fonte: Próprios autores, 2022.

11.3

Curricularização da Extensão na Educação Profissional Na contemporaneidade, a curricularização da extensão emerge como uma valorosa estratégia

metodológica, em que prevê a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos. Nesse sentido, no âmbito da Universidade Federal da Paraíba-UFPB, buscou-se regulamentar a política de creditação da extensão nos currículos, cujo enfoque visa propiciar o alinhamento e a atualização da mesma, por meio da Resolução CONSEPE sob nº 02/2022. Destaca-se em seu Art. 1º, sobre a normatização da creditação curricular da extensão universitária nos cursos de graduação, em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico), ofertados nas modalidades (presencial e a distância EAD). Considerando que o Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS), está vinculado a UFPB e que o mesmo está em consonância com as políticas advindas da Pró-Reitoria de Extensão no que concerne às execuções dos Programas de Bolsas de Extensão (PROBEX e PROBEXTEC) e ao Fluxo Contínuo de Extensão (FLUEX), ressalta-se ainda, a execução de um quântico considerável de Projetos de Extensão de grande relevância social, originados do referido Centro, no âmbito da graduação (PROBEX) e dos cursos técnicos (PROBEX-TEC). Nesse contexto, o referido 29

Centro propõe a inserção de atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos seus respectivos cursos. A operacionalização da creditação dar-se-á por meio da Unidade Curricular de Extensão Técnica (UCE-TEC), cujo escopo desse componente organizacional, consiste na promoção da articulação entre os educandos, os educadores e as comunidades envolvidas. O referido componente terá caráter obrigatório, no que concerne a sua execução o mesmo poderá ser desenvolvido de modo disciplinar ou interdisciplinar, ressalta-se que este último possibilita a integração entre os conteúdos, as disciplinas, assim como a articulação entre diferentes áreas do conhecimento. Essa modalidade visa oportunizar a ampliação do conhecimento dos discentes, por meio do intercâmbio ensino e extensão, para tanto, faz-se necessário que haja nos projetos interdisciplinares, a adoção de atividades inovadoras, eficientes e eficazes durante o processo de ensino e aprendizagem da Educação Profissional e Tecnológica da UFPB. Dessa forma, a disposição da UCE-TEC nas Unidades Curriculares favorece a aprendizagem dos educandos, no que diz respeito aos conteúdos: conceituais, procedimentais e atitudinais. Destarte, que será estabelecida as etapas que envolvem o planejamento, preparação, implementação e avaliação das ações de extensão. Essa modalidade de aprendizagem exige a participação ativa de educandos e a mediação dos educadores, promoção de estabelecimento de vínculos com a equipe e as comunidades, promoção de habilidades para o trabalho em equipe, bem como a definição de tarefas e metas a serem cumpridas visando o alcance dos objetivos propostos. Nesta perspectiva, as atividades extensionistas oportuniza a práxis, teoria articulada a prática, favorecendo desse modo ao educando no seu processo formativo, possibilidades para a aquisição das competências necessárias à sua atuação profissional. Cumpre assinalar, que o mesmo deve ser protagonista de sua formação cidadã, reconhecendo-se como agente de garantia de direitos, deveres e transformação social. Portanto, o educando é sujeito ativo do processo, sendo o mesmo orientado pelo docente, a planejar, preparar, desenvolver e avaliar a ação. Face ao exposto, verifica-se que a curricularização da Extensão perpassa por todo processo formativo, cabendo ao educando desenvolver suas competências e habilidades no decorrer de sua trajetória de formação na Educação Profissional e Tecnológica, destacando-se as competências gerais e específicas. É importante ressaltar que o componente curricular extensionista não se restringe a prática no campo de intervenção, visto que o referido componente se configura desde o planejamento quanto aos estudos teóricos realizados para subsidiar a ação. Desta forma, toda carga horária destinada ao Componente

Curricular

de

Extensão

(UCE-TEC)

deverá

possuir

natureza

extensionista,

preferencialmente interdisciplinar, envolvendo atividades teóricas e práticas. A curricularização no âmbito do CPT poderá ser desenvolvida por meio de projeto integrador, eventos, cursos e oficinas, bem como prestação de serviço, para estas ações deverá buscar estratégias didático pedagógicas a contemplar conteúdos transversais, conforme proposto na normatização da extensão CPT/ETS/UFPB. Para a UCE-TEC, faz-se necessário codificar os componentes curriculares específicos, devendo seguir o formato já existente para esse fim. É oportuno destacar que para as atividades de extensão no 30

formato de oficina, cursos e eventos, recomenda-se registrar no SigEventos ou outro sistema correlato, em conformidade com as orientações institucionais. Vale ressaltar, que o aproveitamento da UCE TEC, será concedida aos discentes bolsistas e voluntários de projetos ou programas de extensão, cuja atividade seja devidamente comprovada, cabendo aos mesmos, solicitar o referido aproveitamento por meio da elaboração de um relatório com argumentações plausíveis ao pleito, devendo conter o título do projeto ao qual realizou a atividade extensionista, o nome do coordenador do projeto, uma breve descrição da ação, registros da participação do discente na ação, para além disso, deverá ser anexado documento em que o coordenador do projeto/programa de extensão ateste o referido relatório. Para a efetivação do pleito de solicitação de aproveitamento, o discente deverá abrir um processo junto ao órgão competente, mediante a apresentação dos documentos comprobatórios conforme regulamento do CPT-ETS, para abertura do processo e seguimento do trâmite. A solicitação será encaminhada para a coordenação de curso que remeterá ao docente responsável pela UCE para emitir parecer e nota, em conformidade com as orientações institucionais para aproveitamento de componente curricular. Em atendimento a normatização da extensão pelo Centro Profissional e TecnológicoETS/UFPB, o PPC do curso Técnico em Análises Clínicas contemplou as Unidades Curriculares de Extensão nas três unidades curriculares, sendo um total de 45h obrigatórias para a integralização do curso. Este componente curricular nos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio tem como finalidade complementar a formação do estudante e ampliar o conhecimento teórico-prático As atividades que poderão ser desenvolvidas dentre das Unidades Curriculares de Extensão Técnica incluem:

I) Atividades assistenciais e comunitárias (voluntariado);

II) Cursos, minicursos, oficinas ou atividades culturais;

III) Organização de eventos acadêmicos e/ou científicos;

IV) Projetos e programas de extensão.

11.4

Temas transversais

As instituições escolares são obrigadas a atender por força de lei alguns temas transversais, devido ao que preconizam as leis, decretos, pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação – CNE em suas Câmaras de Educação Básica – CEB e Plena - CP, bem como princípios pedagógicos/andragógicos que norteiam a Educação brasileira. Assim, para atendimento às temáticas que tratam da inclusão social, proteção e respeito ao meio ambiente, o itinerário formativo dos discentes perpassa pelas temáticas listadas no quadro 4.

Quadro 4: Unidades curriculares que contemplam os temas transversais no PPC do Curso Técnico em Análises Clínicas. 31

Item

Temática

Dispositivo Legal

Unidades Curriculares

01

Culturas afroBrasileira e indígena

Lei nº 9394/1996 Lei 10.639/2003 Lei 11.645/2008 Res. CNE/CP Nº 1, de 17/06/2004.

-Psicologia aplicada à saúde

02

Estatuto do idoso

Lei nº 10.741/2003

- Introdução ao SUS - Psicologia aplicada à saúde

03

Inclusão (necessidades específicas diversidade)

Lei nº 9394/1996

- Bioética e Legislação Profissional - Introdução ao SUS - Psicologia aplicada à saúde

e

04

Educação ambiental

Lei nº 9.795/1999

- Bioética e Legislação Profissional - Meio Ambiente e Saúde

05

Educação para o trânsito

Lei nº 9.503/1997

- Primeiros Socorros

06

Educação alimentar

Lei nº 11.947/2009

- Bioética e Legislação Profissional

07

Direitos humanos

Decreto nº 7.037/2009

- Bioética e Legislação Profissional - Introdução ao SUS - Meio Ambiente e Saúde

08

Estatuto da Criança e do Adolescente

Lei 8069/90

- Introdução ao SUS - Psicologia aplicada à saúde

Fonte: Próprios autores, 2022.

CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

Para prosseguimento de estudos, o CPT-ETS/UFPB promoverá o aproveitamento de estudos, de conhecimentos e de experiências anteriores, inclusive no trabalho, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação profissional ou habilitação profissional técnica e que tenha sido desenvolvido, seguindo a orientação da Diretriz Curricular Nacional, o que segue:

I - Em qualificação profissional técnica e unidade curricular, etapas ou módulos de cursos técnicos ou de Educação Profissional e Tecnológica de Graduação regularmente concluídos em outros cursos; 32

II - Em cursos destinados à qualificação profissional, incluída a formação inicial, mediante avaliação, reconhecimento e certificação do estudante, para fins de prosseguimento ou conclusão de estudos;

III - Em outros cursos e programas de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros meios formais, não formais ou informais, ou até mesmo em outros cursos superiores de graduação, sempre mediante avaliação do estudante; e

IV - Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado pelo próprio colegiado do Curso e devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino. A Certificação de experiências anteriores e aproveitamento de estudos se dará segundo o Regimento da UFPB Resolução CONSEPE 29/2020: “Art. 40. Os componentes curriculares realizados em instituições de ensino superior, nacionais ou estrangeiras, em cursos de graduação, podem ser aproveitados mediante solicitação do discente à coordenação do curso.” No âmbito deste projeto pedagógico de curso técnico em análises clínicas, compreende-se o aproveitamento de estudos como a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro curso de educação profissional técnica de nível médio, graduação e pós-graduação; e a certificação de conhecimentos como a possibilidade de comprovar saberes

adquiridos através de experiências

previamente vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar, com a finalidade de alcançar a dispensa de disciplinas e/ou aproveitamento de componentes curriculares integrantes da matriz curricular do respectivo curso, por meio de uma avaliação teórica ou teórico-prática, apresentação de certificado/comprovante/declaração, conforme as características de cada componente curricular. Os aspectos operacionais do aproveitamento de estudos e da certificação de conhecimentos, adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso, são tratados pela Organização Didática do CPT-ETS/UFPB. Destaca-se que a dispensa se refere aos componentes curriculares foram cursados na UFPB e o aproveitamento de estudos é aplicado para componentes curriculares cursados em IES, nacionais (distintas da UFPB) ou estrangeiras. Ressalta-se que o discente deverá solicitar aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores com o objetivo de dispensa/aproveitamento do componente curricular e que este será submetido a avaliação do certificado/comprovante para posterior aprovação e validação. Além disso, o aluno deverá apresentar histórico escolar e plano de curso/ementa para aproveitamento de saberes relacionados às disciplinas cursadas anteriormente. Ressalta-se que os componentes curriculares só poderão ser aproveitados até 08 (oito) anos depois de cursados, observando os seguintes critérios para admissibilidade do pleito: 33

I – Cumprimento dos pré-requisitos para o componente curricular a ser aproveitado.

II – Compatibilidade de pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) de carga horária e de conteúdo do componente curricular a ser aproveitado. Por fim, a carga horária máxima a ser aproveitada não poderá ultrapassar 50% da carga horária total do curso. No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda

a documentação

comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componente curricular, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos componentes curriculares, incluindo, quando aplicável, uma avaliação prática relacionada ao componente curricular em questão. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. A Figura 4 demonstra de maneira sintética os critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores.

Figura

4

-

Critérios

de

aproveitamento

de

conhecimentos

e

experiências

anteriores.

34

Fonte: Próprios autores, 2022.

METODOLOGIA E AVALIAÇÃO

13.1

Metodologia As atividades teórico-práticas, metodológicas e didático-pedagógicas estruturantes do curso

Técnico em Análises Cínicas estão pautadas em orientações flexíveis, incluindo estratégias de execução presencial ou não presencial, na indissociabilidade entre educação e prática social, bem como, entre saberes e fazeres no processo de ensino e aprendizagem. As atividades didáticas, tanto em encontros presenciais quanto não presenciais, buscará atender as especificidades do público alvo, utilizando instrumentos e técnicas necessárias para o êxito do estudante, pautada na contextualização e problematização dos conhecimentos, valorizando as experiências dos discentes e seus conhecimentos prévios, sem perder de vista a (re)construção dos saberes, considerando os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do estudante, assim como, a cultura específica dos discentes, seu pertencimento social, étnico racial, de gênero, etário, religioso e de origem (urbano ou rural). O curso adotará diferentes estratégias didático-metodológicas como: aula expositiva dialogada, aulas práticas em laboratório, discussões em grupo, exercícios de simulação, aprendizagem baseada em problemas e discussões de casos, entre outras, de forma que permitem o compartilhamento dos conhecimentos, além de reforçar a autoestima do grupo. Além disso, pretende utilizar estratégias interdisciplinares e transdisciplinares nas práticas educativas, isto é, assumir que qualquer aprendizado, assim como qualquer atividade, envolve a mobilização de competências e habilidades referidas a mais de uma disciplina, exigindo, assim, trabalho integrado dos professores, uma vez que cada um é responsável pela formação integral do estudante. Serão adotados recursos tecnológicos adequados ao público envolvido para subsidiar as atividades, técnicas flexíveis de planejamento, prevendo mudanças e rearranjos futuros, em função da melhoria no processo de aprendizagem. As atividades não presenciais do curso serão desenvolvidas de forma síncrona ou assíncrona, utilizando as Tecnologias da Informação e Comunicação - TICs e/ou Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), tais como, Google Meet, Modular Objected Distance Learning (Moodle), Sistema Integrado de Gestão de Atividades (SIGAA), dentre outros. O processo de ensino-aprendizagem não presencial requer algumas estratégias diferenciadas das habitualmente utilizadas no ensino presencial, por isso, propõe-se utilizar ferramentas do próprio AVA, tais como: chat, fóruns, vídeo aulas e/ou videoconferência, além de apostilas e/ou manuais específicos preparados para este fim. Serão realizadas atividades de forma contínua, destacando os aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem durante a realização das atividades individuais e/ou em grupo, tais como 35

participação ativa nas aulas (questionamentos, realização de exercícios, assiduidade e pontualidade durante as aulas). Com base nas atividades propostas, serão atribuídas notas para cada componente curricular. Para que de fato ocorra a integração do currículo, concebendo o educando como o sujeito capaz de relacionar-se com o conhecimento de forma ativa, crítica e construtiva, é importante: ●

Propor atividades em que o alunado seja protagonista na construção do conhecimento, possibilitando ao mesmo intervir na realidade social;

●

Tratar os conteúdos de ensino de modo contextualizado, promovendo assim, uma aprendizagem significativa, instigando a autonomia intelectual dos alunos e incentivando a capacidade de continuar aprendendo;

●

Promover permanentemente a interação entre as disciplinas, tanto das áreas de formação básica, quanto das áreas de formação profissional, bem como a base diversificada;

●

Desenvolver Projetos Interdisciplinares e Integradores, oportunizando o contato com as situações reais de vida e de trabalho;

●

Inserir atividades demandadas pelo alunado: eventos científicos, problemas, projetos de intervenção, atividades laboratoriais, entre outros;

●

Viabilizar atividades de pesquisa de campo e visitas técnicas sob a ótica de várias disciplinas;

●

Promover a problematização do conhecimento, buscando confirmação em diferentes fontes;

●

No início de cada período letivo, realizar de forma coletiva o contrato didático pedagógico, definindo a proposta educativa a ser efetivada, considerando sempre que o planejamento é flexível.

●

Considerar os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno;

●

Adotar a pesquisa como um princípio educativo;

●

Diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos (as) discentes a partir do levantamento dos seus conhecimentos prévios; O apoio pedagógico acompanhará e motivará os docentes, avaliando e dinamizando a prática

pedagógica.

13.2

Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem A avaliação da aprendizagem dos discentes visa à sua progressão contínua para o alcance do

perfil profissional de habilitação em técnico em enfermagem, sendo os tipos de avaliações diagnóstica, formativa e somativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, na perspectiva do desenvolvimento das competências e habilidades profissionais necessárias para continuar aprendendo ao longo da vida (BRASIL, 2021).

36

O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme a Lei nº 9.394/96. A avaliação deve ser compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e apresentando soluções/caminhos para o efetivo processo de ensino e aprendizagem. Caberá ao professor, portanto, observar as competências e habilidades a serem desenvolvidas, participar do planejamento das atividades, como aulas e projetos desafiadores, e utilizar instrumentos avaliativos variados, de caráter individual ou coletivo. Nos cursos regulares do CPT- ETS/UFPB, a avaliação da aprendizagem é realizada de acordo com os parâmetros de carga horária e especificidades individuais do componente curricular, sendo prevista, prova final, quando necessário. A aprovação em um componente curricular está condicionada à obtenção do desempenho acadêmico mínimo exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente. Para a realização da avaliação da aprendizagem, o docente deve considerar parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas, como: domínio cognitivo, cumprimento e qualidade dos trabalhos acadêmicos, capacidade de trabalhar em grupo com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal, além de autonomia. A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, considerando as atividades de: elaboração e execução de projeto; experimento; pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo; relatório de aulas práticas; prova escrita e/ou oral; prova prática; produção técnico-científica, artística ou cultural; seminário; atividades com metodologias ativas individuais e/ou em grupo, de acordo com o Regulamento Didático Pedagógico do CPT-ETS/UFPB. Estes instrumentos de avaliação incluem trabalhos de natureza teórico-práticas, provas/atividades objetivas, provas/atividades operatórias, roteiro básico e autoavaliação, sendo enfatizados o uso dos projetos e a resolução de situações-problema específicas do processo de formação do técnico em análises clínicas. Os instrumentos de avaliação qualitativos ou objetivos serão confeccionados nos parâmetros das habilidades que serão avaliadas, adequação ao conteúdo proposto, linguagem clara e precisa, bem como permitirá o reforço, aprofundamento, reorganização e sistematização da aprendizagem adquirida, contribuindo para facilitar o aprendizado (LUCKESI, 2005). Ressalta-se que no decorrer no processo de ensino e aprendizagem o aluno será acolhido, estabelecendo um vínculo com o docente e o componente curricular que está cursando, permanecendo aberto para recebê-lo, diagnosticar possíveis fragilidades e dialogar acerca das estratégias de enfrentamento dos problemas identificados, pois jamais a finalidade da avaliação será de exclusão, mas de aprendizagem do educando, tornando o processo de educação transformador e emancipatório (LUCKESI, 2005). 37

O discente será aprovado por média no componente curricular se obtiver nota maior ou igual a sete (≥ 7,0). Caso contrário, o discente que tiver obtido o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá direito à avaliação final. O discente que não atingir o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem terá a média obtida como nota final do período. E ressalta-se que não há reposição de exame final, sendo atribuída a nota 0,0 (zero) ao discente que não realizar o exame final. O discente será aprovado quando obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), em cada componente curricular, atribuindo-se peso 6 (seis) à média das atividades didáticas e peso 4 (quatro) à nota do exame final (Figura 5). Contudo, no decorrer do processo educativo, cabe a todos os docentes promover estratégias para a recuperação da aprendizagem do aluno de modo contínuo e paralelo, previstas em seu plano de ensino e de aula, podendo ser feita, através de atividades individuais e/ou grupo, como pesquisa bibliográfica, experimento, demonstração prática, seminários, relatório, portfólio, provas escritas e/ou orais, pesquisa de campo, produção de textos, produção científica, artística ou cultural, oficinas, entre outros.

Figura 5 - Avaliação do processo de ensino e aprendizagem.

Fonte: Próprios autores, 2022.

38

13.3

Do regime de exercício domiciliar O aluno que, por motivo de saúde, necessitar de afastamento por período igual ou superior a 15

dias, poderá solicitar o regime domiciliar para cursar os componentes curriculares teóricos. O regime domiciliar está garantido na Lei 1044 de 21 de outubro de 1969 e na Lei 6202 de 17 de abril de 1975 que determina: “Art. 1º São considerados merecedores de tratamento excepcional os alunos de qualquer nível de ensino, portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizados por:

a) incapacidade física relativa, incompatível com a frequência aos trabalhos escolares; desde que se verifique a conservação das condições intelectuais e emocionais necessárias para o prosseguimento da atividade escolar em novos moldes;

b) ocorrência isolada ou esporádica;

c) duração que não ultrapasse o máximo ainda admissível, em cada caso, para a continuidade do processo pedagógico de aprendizado, atendendo a que tais características se verificam, entre outros, em casos de síndromes hemorrágicos (tais como a hemofilia), asma, cartide, pericardites, afecções osteoarticulares submetidas a correções ortopédicas, nefropatias agudas ou subagudas, afecções reumáticas, etc.” A Lei 6202/1975 garante: “Art. 1º A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044, 21 de outubro de 1969.

Parágrafo único. O início e o fim do período em que é permitido o afastamento serão determinados por atestado médico a ser apresentado à direção da escola.

Art. 2º Em casos excepcionais devidamente comprovados mediante atestado médico, poderá ser aumentado o período de repouso, antes e depois do parto.” O Regimento da UFPB, na Resolução 29/2020 reforça: “Art 92. §4º. O período do regime de exercícios domiciliares deverá ser realizado no período letivo solicitado, de acordo com o calendário acadêmico. §5º. O cumprimento do regime de exercícios domiciliares deverá ser contabilizado em dias corridos, inclusive nos casos que possam ultrapassar mais de um período letivo.”

39

“Art. 99. O regime de exercícios domiciliares não poderá ser aplicado para os componentes curriculares de estágio supervisionado ou de disciplinas predominantemente práticas.” Reitera-se que este regime se aplica a casos relacionados aos componentes curriculares teóricos, não podendo ser implementado em situações de práticas e/ou estágio. O aluno deverá apresentar atestado médico, formulário preenchido, lista de componentes curriculares que deseja cursar no regime domiciliar.

13.4

Acompanhamento e Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso

Ao final de cada unidade curricular terminada efetivamente, poderá haver uma avaliação dos resultados alcançados, por meio de aplicação de questionários, visando o aprimoramento do PPC. Poderá ser realizada pesquisa qualitativa, de preenchimento facultativo, disponibilizada em formulário eletrônico próprio, cuja temática será indicada pela equipe do curso.

ESTRUTURA FÍSICA

14.1

Da Biblioteca

A Biblioteca Setorial da Escola Técnica de Saúde é uma das unidades que compõem o Sistema de Bibliotecas da UFPB e se apresenta com fundamental importância no apoio informacional às atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão propostas pela Escola. Assim, através dos seus suportes informacionais e em concordância com as atividades e objetivos da Universidade, contribui para o desenvolvimento científico da Instituição e da comunidade acadêmica em geral. O acervo bibliográfico da Biblioteca Setorial da CPT-ETS/UFPB é composto por cerca de 3.080 exemplares, assim especificados: monografias, DVD’s de filmes brasileiros, periódicos, além do acervo literário. É importante ressaltar que o acervo se encontra em processo de crescimento, com aquisição atualmente de mais 722 novos livros. Além do acervo físico, fica à disposição, o acervo das Bibliotecas Digitais disponibilizado através do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da UFPB. Dentre os serviços ofertados há disponibilidade de acesso aos computadores para consulta e pesquisa; empréstimo, devolução e renovação de livros; auxílio ao uso das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); confecção de fichas catalográficas (mediante solicitação) e divulgação dos livros digitais, disponibilizados através do SIGAA.

40

Atualmente o horário de funcionamento da Biblioteca é das 7h às 17h (sem fechar para o almoço), de segunda a sexta-feira. Dentre os serviços ofertados dispõe de ambiente para estudo; computadores para consulta ao acervo e realização de pesquisas; serviço de circulação (empréstimo, devolução e renovação de livros); orientação para consulta ao acervo, portais de pesquisa e bibliotecas digitais, pesquisas bibliográficas, normalização dos trabalhos acadêmicos, cadastro na biblioteca; confecção de fichas catalográficas (mediante solicitação) e divulgação dos livros digitais nas redes sociais da ETS (Instagram: @etsufpb e Facebook: https://www.facebook.com/Escola-Técnica-deSaúde-da-UFPB-709398559183384/). A Biblioteca Setorial da ETS conta com uma equipe bem qualificada, composta por 04 (quatro) profissionais bacharéis em Biblioteconomia, dentre eles 03 (três) mestres e 01 (um) especialista. O trabalho é desenvolvido em consonância para o crescimento da unidade de informação da Escola, visando contribuir no processo educacional, científico, tecnológico e cultural, levando em consideração a melhoria contínua da qualidade dos serviços ofertados.

ACERVO DIGITAL DISPONÍVEL NO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE ATIVIDADES ACADÊMICAS – SIGAA

MINHA BIBLIOTECA é uma base de livros eletrônicos, em português, que reúne milhares de títulos acadêmicos das diversas áreas do conhecimento. Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Minha Biblioteca.

A BIBLIOTECA VIRTUAL – PEARSON é um acervo digital composto por milhares de títulos, que abordam diversas áreas de conhecimento (administração, marketing, engenharia, direito, letras, economia, computação, educação, medicina, enfermagem, psiquiatria, gastronomia, turismo e outras).

41

Para acessar a Biblioteca deve-se fazer o login no SIGAA da UFPB, e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Biblioteca Virtual Pearson.

A DOT.LIB disponibiliza acesso a base de livros digitais Atheneu com diversos livros na área de Medicina e Ciências da Saúde, além de acesso a bancos de dados que trabalham com evidências e clínica médica: a Cochrane Library, a Cochrane Clinical Answer e a Essential Evidence Plus da Editora Wiley. Para acessar essa base fora do ambiente de rede da UFPB, o usuário deve baixar e instalar o navegador Firefox UFPB (http://www.nti.ufpb.br/proxyufpb/firefox_ufpb.html) e em seguida, entrar com seus dados de login do SIGAA. Após o login no SIGAA, acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > DotLib - Atheneu e Cochcrane.

TARGET GEDWEB - Sistema de gestão de normas e documentos regulatórios. Disponibiliza acervo de Normas Brasileiras (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entre outros. Para o acesso, o usuário deve fazer o login no SIGAA da UFPB e acessar esta sequência no menu: Biblioteca > Pesquisar Livros e Bases Digitais > Target – Normas Técnicas. 42

PORTAIS DE PESQUISA E BASES DE DADOS

O Portal

de

Periódicos

da

Capes (https://www-periodicos-capes-gov-

br.ez15.periodicos.capes.gov.br/index.php?) é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional.

O Portal EduCapes (https://educapes.capes.gov.br/) compila conteúdos educacionais abertos e disponibiliza através do repositório de objetos de aprendizagem, material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O conteúdo pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil. O repositório engloba em seu acervo textos em formato PDF, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, videoaulas, planos de aula e quaisquer outros 43

materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta ou sob domínio público. É possível baixar os conteúdos ou usá-los online.

O Portal

Domínio

Público (http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp)

constitui-se é um ambiente virtual que permite coleta, integração, preservação e compartilhamento de conhecimentos. Seu principal objetivo é promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham sua divulgação autorizada.

No REI - Repositório Eletrônico Institucional (https://repositorio.ufpb.br/) da Universidade Federal da Paraíba, você encontra produções acadêmicas de discentes (monografias, TCCs, relatórios de Conclusão de Curso), além da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações das instituições de ensino e pesquisa brasileiras. O REI é uma iniciativa de profissionais da informação do CCEN, do Grupo de Pesquisas vinculado ao CNPq WRCO e do STI. Contato: ri@ufpb.br

14.2

Das instalações e recursos tecnológicos do CPT-ETS/UFPB

De acordo com as orientações contidas no Catálogo Nacional de Cursos da Educação Profissional e Tecnológica a instituição ofertante, deverá cumprir um conjunto de exigências que são necessárias ao desenvolvimento curricular para a formação profissional com vistas a atingir um padrão

44

mínimo de qualidade. O quadro 5 a seguir apresenta recursos tecnológicos e instalações físicas que o CPT- ETS/UFPB dispõe para oferta dos componentes curriculares.

Quadro 5 – Distribuição do Espaço Físico do CPT-ETS/UFPB, 2022. Qtde.

Espaço Físico

Descrição

Sala de Aula 07 01 01 01 01 01 01

01

01

01 01

01

01 01 01 01

01

Com 50 carteiras, condicionador de ar, quadro de vidro, disponibilidade para utilização de computador e projetor multimídia. Sala de Audiovisual ou Com 60 cadeiras, projetor multimídia, computador, Projeções televisor e DVD player. Sala de Com 50 cadeiras, equipamento de videoconferência, videoconferência computador e televisor. Auditório Com 100 lugares, projetor multimídia, computador, sistema de caixas acústicas e microfones. Biblioteca Com espaço de estudos individual e em grupo, e acervo bibliográfico e de multimídia específicos. Laboratório de Com 30 máquinas, softwares e projetor multimídia. Informática Laboratório de Material necessário para a prática profissional. Práticas realísticas em Saúde Bucal Laboratório de Material necessário para a prática profissional. Oclusão Ortodontia e Materiais dentários em Odontologia Laboratório de Práticas realísticas em Radiologia Odontológica Laboratório de Tecnologia da Informação Secretaria Acadêmica Sala para atividade da Coordenação do Curso

Direção Geral Secretaria Geral Direção de Ensino Sala de Apoio à Assistência Estudantil - CAD Sala de Apoio a assistência Pedagógica - CAP

Material necessário para a simulação realística de tomadas radiográficas em Radiologia e imaginologia odontológica. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos por alunos. Com computadores, recursos didáticos, tablet, impressora, mesa de reunião para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para coordenar e gerir o curso. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos gerais do CPT-ETS/UFPB. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos gerais do CPT-ETS/UFPB. Com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos Acadêmicos do CPT-ETS/UFPB. Ambiente de acolhimento para assistência estudantil, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para alunos. Ambiente de acolhimento para assistência pedagógica, com computadores, para apoio ao desenvolvimento de trabalhos para os alunos. 45

02 01 04 07 01 02 02 01

01

01

02

01

01 01 01 01 01 01

Copa Servidor Espaço para Estudante -área de convivência Sanitários com adaptação Sanitários Elevador Sala de professores Laboratório de Enfermagem – práticas realísticas Laboratório de Anatomia Laboratório de Parasitologia, Urinálise, Bioquímica e Hematologia Laboratório de Idosos Laboratório de Processamento de Amostras Biológicas I e II Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Citologia Laboratório de Cultivo e Análise Celular Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada Laboratório de Cerâmica Laboratório de Metais e Fundição Laboratório de Resina Laboratório de Escultura e Anatomia Dentária

Espaço para alimentação dos servidores e colaboradores. Espaço para alimentação e descanso dos educandos Sanitários com adaptação para portadores de necessidades específicas. Sanitários com 19 assentos (vasos) e 3 mictórios e chuveiros. Plataforma elevatória, prédio anexo para acesso dos discentes e servidores, visitantes e colaboradores. Ambiente/sala de professores composta por mesa, cadeiras, ar-condicionado, armários. Para realização das práticas conforme demanda do Curso Técnico em Enfermagem. Para realizar as práticas de anatomia e fisiologia humana e primeiros socorros. Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso.

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso. Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso.

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso.

Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso. Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso. Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso da área de odontologia. Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso da área de odontologia. Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso da área de odontologia. Para realizar práticas específicas do componente curricular do curso da área de odontologia.

Fonte: CPT-ETS/UFPB, 2022.

14.3

Dos equipamentos e laboratórios

46

O CPT-ETS/UFPB dispõe de laboratório de informática, de anatomia e de seis laboratórios específicos da área de análises clínicas com todos os equipamentos e insumos necessários para a execução das práticas laboratoriais, são eles: Laboratórios de Processamento de Amostras Biológicas I e II (LAPAB I e II), Laboratório de Parasitologia, Urinálise, Hematologia e Bioquímica (LAPUBH), Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada (LAVIMAP), Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Citologia (LABIMIC), Laboratório de Cultivo e Análises Celular (LACEC). Abaixo, tem-se os quadros 6, 7 e 8 que listam todos os materiais permanentes existentes nos diversos laboratórios de prática do curso.

Quadro 6 – Descrição dos materiais existentes no laboratório de informática, CPT-ETS/UFPB, 2022. Capacidade para Área (m²) atendimento dos alunos 80

30

Equipamentos – Especificação

Quantidade

Configuração dos Computadores: Core 2 duo 3.0 2gb 160gb HD

30

Datashow

01

Quadro Interativo

01

Quadro de Vidro

01

Estabilizadores – 1 Kva

30

Rack Para servidores com KVA Aula prática

01

Equipamento de videoconferência

01

Fonte: Patrimônio CPT-ETS/UFPB, 2022.

Quadro 7 – Discriminação dos materiais existentes no laboratório de anatomia e fisiologia, CPTETS/UFPB, 2022. Capacidade para Área (m²) atendimento dos alunos 40

15

Equipamentos – Especificação

Quantidade

Manequim de Coração Humano

04

Cadeira Fixa Baixa

01

Estabilizador de Tensão

01

Manequim de Coração Humano

04

Cadeira Fixa Baixa

01 47

Estabilizador de Tensão

01

Manequim de Coração Humano

04

Estante Aberta em Aço, com 06 Prateleiras Reguláveis

01

Manequim de Esqueleto (Adulto)

02

Mesa oblonga para reunião

01

Modelo Anatômico - Crânio

01

Modelo Anatômico Aparelho Reprodutor Feminino

03

Modelo Anatômico de Arcada Dentária em PVC

02

Modelo Anatômico de Esqueleto Humano

19

Modelo Anatômico de Secção Mediana da Cabeça, Confeccionado em PVC

03

Modelo Anatômico do Aparelho Reprodutor Masculino

05

Modelo Anatômico do Sistema Muscular

01

Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Coração 07 Partes

03

Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Pulmão Segmentado. Modelo de Pulmões Com a Representação da Árvore Brônquica Junto do Coração, Traqueia, Esôfago e Aorta Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Sistema Digestivo Em 3 Partes. Modelo Em Tamanho Natural que Demonstra Todo O Sistema Digestivo em Relevo Gráfico Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Sistema Nervoso ½ do Tamanho Natural Modelo Anatômico para Fins Didáticos: Sistema Urinário Masculino e Feminino em 6 Partes Modelo Anatômico Para Fins Didáticos: Torso Unissex 28 Partes. Modelo com Inserções Genitais Femininas e Masculinas Desmontáveis

03

03 02 03 03

Modelo Anatômico Sistema Digestório

02

Modelo do Sistema Circulatório em Relevo, Com Metade do Tamanho Natural

03

Monitor de Vídeo

01

Repipetador

01

Réplica de Modelo Anatômico Tireoide. Modelo De 4 Tireoide

02

Fonte: Patrimônio CPT-ETS/UFPB, 2022.

Quadro 8 – Discriminação dos materiais permanentes existentes nos laboratórios específicos do Curso Técnico em Análises Clínicas da CPT-ETS/UFPB, 2022. 48

Laboratório

Coordenação do Curso Técnico em Análises

Laboratório de Vigilância Molecular Aplicada (LAVIMAP)

Laboratório de Cultivo e Análise Celular (LACEC)

Material Permanente 01 Arquivo Gaveteiro 01 Ar. Condicionado 01 Mesa 01 Mesa Redonda 02 Quadro P/ Avisos 02 Armário Baixo C/ Portas 02 Gaveteiro 02 Poltrona Presidente 05 Cadeira C/ Rodas 01 Estabilizador 02 Computadores 01 Extrator Automatizado de Ácidos Nucleicos 02 Armários de madeira baixo 2 portas 01 Armário de madeira vertical 8 portas 02 Armários metal 2 portas 02 Armários suspensos 01 Banho maria 04 Banqueta alto de ferro 01 DNA Workstation 01 Cabine de segurança biológica 01 Cadeira giratória sem apoio 05 Cadeira giratória c/ braço 01 Câmara de resfriamento /ultra freezer 01 Centrífuga refrigerada de bancada 03 Computadores tipo desktop 01 Estabilizador 01 Estante de metal 01 Bebedouro 02 Geladeira 01 Impressora 01 Mesa retangular 01 Poltrona reclinável para coleta de sangue 01 Equipamento de PCR em Tempo Real - Quant Studio 3 05 Ar condicionados 01 Nobreak 02 Agitador de Tubos 05 Agitador Magnético Com Aquecimento 05 Ar Condicionado 05 Armário 2 Portas 06 Armário Aéreo em MDF, 3 Portas 01 Armário Bege 3 Portas 04 Armário Cinza Alto 01 Armário Cinza Alto 2 Portas 01 Autoclave 05 Balança Analítica - Capacidade 2000g 15 Banco Alto De Madeira 03 Banho Maria 02 Banqueta Alta em Ferro 01 Barrilete 01 Bebedouro 01 Bomba de Vácuo e Pressão 49

Laboratório de Parasitologia, Uroanálise, Bioquímica e Hematologia (LAPUBH)

01 Bomba Injetora 01 Cabine de Segurança Biológica 10 Cadeiras 02 Centrífugas Refrigeradas 02 Cilindro de Aço 01 Citômetro de Fluxo Accuri C6 System 02 Computadores Hp 01 Contador de Células Automático 02 CPU HP 05 Estabilizadores 01 Filtro Purificador De Água Millipore 01 Frigobar 03 Gaveteiros 02 Impressoras 02 Incubadoras De CO2 01 Lavador De Placas De Elisa/Microplaca 02 Medidor De PH - PHmetro De Bancada Quimis 03 Mesas 03 Microscópio Binoculares 01 Microscópio Invertido De Fluorescência 03 Refrigeradores 01 Trans-Blot Sl Semi-Dry Transfer Cell 01 Aparelho de TV 01 Banho Maria com Agitação Simples - 30l 04 Banquetas Alta em Ferro 02 Cadeiras Acolchoada S. Braço 04 Cadeiras Giratória com Braços 03 Centrífugas Clínica Digital 12 Tubos 01 Centrífuga Refrigerada SL 703 01 Coagulometro Digital 01 Computador Tipo Desktop 10 Contador de Células Sanguíneas 01 Cuba de Eletroforese 01 Deionizador de Água 01 Destilador de Água 01 Espectrofotômetro 03 Estabilizadores 01 Estante MDF Com 2 Portas 01 Estufa P/ Esterilização/Secagem 200°C/150l 01 Fonte P/ Cuba De Eletroforese 01 Fotômetro De Chama 01 Freezer 02 Gaveteiro Volante Com 4 Gavetas 01 Geladeira Marca 01 Lousa de Vidro 01 Mesa para Computador 03 Microscópio Binocular 07 Microscópio Trinocular 01 Minicentrífuga Velocidade Fixa em 6400 rpm 01 Quadro de Aviso Em Feltro, 90 X 1,20 01 Suporte para Tv 01 TV Led 03 Vórtex

50

Laboratório de Processamento de Amostras Biológicas (LAPAB I)

Laboratório de Processamento de Amostras Biológicas (LAPAB II)

03 Agitador de Tubos 01 Agitador Magnético 02 Ar condicionado 04 Armário Aço com Duas Portas 03 Armário Aéreo 05 Balança Analítica 24 Banco Alto de Madeira 01 Banho Maria 01 Balança Analítica 02 Barrilete 02 Capela de Exaustão de Gases 01 Central de Inclusão 04 Chapa Aquecedora Retangular 07 Cronômetros 01 Deionizador de Água 01 Dispensador de Parafina 02 Destilador 02 Estabilizador Sms 02 Estereoscópio (Lupa-Medilux) 01 Estufas Bacteriológica 42 Litros 01 Estufa de Secagem e Esterilização 03 Gaveteiro em Madeira Cinza com 3 Gavetas 01 Histotécnico 02 Microscópio Óptico Binocular 10 Microscópio Trinocular Sistema Ótica Infinita CFI 02 Phmetro de Bancada c/ Suporte Articulado 01 Refrigerador 01 Suporte Aquecedor p/ Parafina 03 Lupe Equipamento 02 Gaveteiro 4 Gavetas 01 Agitador Magnético 02 Ar Condicionados Split 02 Armários Aéreo em MDF 04 Balanças Analítica - Capacidade 2000g 21 Bancos Alto de Madeira 10 Banhos Histológico 11 Banquetas Alta em Ferro 02 Barriletes para Armazenamento de Água 04 Braço Artificial Anatômico 06 Cadeiras Acolchoada Azul Rolante 02 Capelas para Exaustão de Gases 03 Deionizadores de Água 01 Destilador 02 Estereoscópio 01 Estufa de Parafina para uso Histotécnico 01 Estufa de Secagem de Madeira 02 Estufa para Secagem de Cortes -Microtomia 03 Gaveteiros Volante com 4 Gavetas 02 Mesas de Escritório c/ Gaveta 02 Mesas Plásticas Monobloco Quadrada Branca 11 Microscópios Ópticos Binoculares 07 Microscópio Óptico Trinocular 08 Micrótomos 01 Poltrona Reclinável Hospitalar para Coleta 51

Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Citologia (LABIMIC)

01 Quadro Branco de Vidro 01 Quadro Branco 03 Refrigerador 05 Suporte De Teto Para Projetor Multimidia 01 Televisor 01 Assento Giratório 01 CPU Computador 02 Agitador Magnético 02 CPU 01 Agitador Tipo Vórtex 02 Cuba de Eletroforese Horizontal 07 Ar-Condicionado 01 Cubo de Eletroforese Vertical 02 Armário Metal 01 Televisão 04 Armário Aéreo em MDF 01 Termociclador 02 Armário Alto Com 2 Portas 02 Cronômetros 06 Armário Baixo Com 2 Portas 01 Espectrofotômetro Visível 20003 Armário Cinza 2 Portas Ferro 1000 NM UV-B 01 Armário Gaveteiro 4 Gavetas 05 Estabilizador 01 Armário Madeira 1 Gaveta 03 Estufa Bacteriológica 42 Litros 01 Armário Madeira 1 Porta 02 Estufa de Secagem e 01 Armário Madeira 2 Portas Esterilização 01 Armário Marrom 01 Foto Documentador 03 Armário Suspenso 01 Freezer Horizontal 01 Autoclave Vertical Cap. 75 L 01 Frigobar 05 Balanças Analíticas 01 Fonte de Eletroforese 20 Banco Alto de Madeira 01 Gaveteiro 4 Gavetas 04 Banco Madeira Cinza 01 Geladeira Marca Consul 02 Banho Maria com Agitação 01 Mesa para Computador 05 Banqueta Alta em Ferro 01 Micro-ondas 01 Bloco Aquecedor 96 Poços 16 Microscópios Binoculares 01 Bomba de Vácuo e Pressão 01 Microscópio Trinocular 01 Cabine Segurança Biológica 01 Monitor HP 17 polegadas CLASSE II 01 Monitor Lenovo 01 Cabine de Segurança Biológica 01 Nanodrop Lite Tipo B2 01 PHmetro Microprocessado 05 Caixas Inox 01 Bancada/Even 01 Capela de Exaustão de Gases 01 Purificador de Água Osmose 01 Centrífuga de Tubos 04 Refrigeradores Domésticos 01 Centrífuga Refrigerada 01 Suporte de Teto para Projetor 01 Chuveiro de Emergência com Multimidia Lava-Olhos 01 Tela de Projeção Retrátil 01 Contador de Colônia Motorizada Fonte: Patrimônio CPT-ETS/UFPB, 2022.

PERFIL DE QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES, INSTRUTORES E TÉCNICOADMINISTRATIVOS Os profissionais que atuam no Centro Profissional e Tecnológico como aporte técnico, pedagógico e administrativo e/ou como docentes possuem a habilitação e a qualificação necessárias para as funções que exercem, tendo todos um perfil que inclui capacidade de trabalho em equipe e de promoção de ações voltadas para o fortalecimento do SUS, mediante processos de educação permanente em saúde. 52

O professor responsável pelas atividades presenciais da disciplina, também atuará na postagem do conteúdo no AVA, construção de processos avaliativos, orientação dos alunos e correção das atividades desenvolvidas na modalidade não presencial. Até novembro de 2022, o Curso Técnico em Análises está constituído por um total de 15 docentes, todos lotados no CPT-ETS/UFPB. A seguir, no quadro 9 é apresentado o corpo docente com respectiva titulação, regime de trabalho e formação.

Quadro 9 - Demonstrativo dos docentes que atuam no Curso Técnico em Análises Clínicas CPTETS/UFPB, 2022. N.

Nome do docente

Titulação

Carga horária

Formação

1.

Ana Carolina Bernardes Dulgheroff Andrea Fernanda Ramos De Paula Carmem Gabriela G. de Figueiredo Claudenice Rodrigues do Nascimento Fabíola Fialho Furtado Gouvêa

Doutorado

DE-40H

Biomedicina

Mestrado

DE-40H

Biologia

Mestrado

DE-40H

Biomedicina

Doutoramento

DE-40H

Biologia

Doutorado

DE-40H

Farmácia

Ismênia Mangueira Soares

Doutorado

DE-40H

Processamento de dados

7.

Jairo De Pontes Gomes

Doutorado

DE-40H

Administração

8.

João Felipe Bezerra

Doutorado

DE-40H

Farmácia

9.

Judite Fernandes Moreira

Doutorado

DE-40H

Odontologia

10.

Lúcio Roberto Cançado Castellano Renata Coelho Freire Batista Queiroz Ronaldo Rodrigues Sarmento Shirley Maria Torreias Dallagnol Vilson Lacerda Brasileiro Junior Sandra Cristina Moraes de Souza

Doutorado

DE-40H

Biomedicina

Doutorado

DE-40H

2. 3. 4. 5. 6.

11. 12. 13. 14. 15.

Doutorado Especialista

DE-40H DE-40H

Odontologia e Biologia Biomedicina História

Doutorado

DE-40H

Odontologia

Doutorado

DE-40H

Psicóloga

Fonte: CPT-ETS/UFPB, 2022. O Centro Profissional e Tecnológico Escola Técnica de Saúde destaca-se pela formação do seu corpo docente, de acordo com os dados extraídos da plataforma Nilo Peçanha, é possível evidenciar que o CPT-ETS/UFPB possui um elevado Índice de Titulação Acadêmica- ITCD. Este indicador mede a titulação média dos professores efetivos da Rede Federal e possui como meta: 3,6- meta 13 prevista na Lei 13.005/2.014. De acordo com os dados publicados na plataforma anteriormente citada, no ano de 2021, ano base 2020, a média da rede federal foi 4,2, e o CPT-ETS/UFPB conquistou ITCD de 4,9, 53

sendo destaque, quando comparado com a Rede Federal de Ensino, e, portanto, o maior ITCD das escolas vinculadas. Os servidores técnicos administrativos do CPT-ETS/UFPB, suas titulações e cargos encontramse disponíveis no quadro 8.

Quadro 10 - Demonstrativo dos servidores Técnico Administrativos que atuam no CPT-ETS/UFPB, João Pessoa, 2022. N.

Nome do servidor

1.

Ana Luísa de Araújo Lima

Doutorado

40H

2.

Aline Paiva Feitosa

Graduação

40H

3.

Especialização

40H

4.

André Luiz de Oliveira Araújo Christine Dantas Benício

Especialização

40H

5.

Ciro Trocoli Neto

Graduação

40H

6.

Djanice Silva de Santana

Graduação

40H

7.

Elinalda José Gonçalves

Mestrado

40H

8.

Elizete Araújo dos Santos

Especialização

40H

8.

Mestrado

40H

Mestrado

40H

Graduação

40H

Especialização

40H

12

Germana Oliveira Almeida de Mendonça Glaucia Michelyne Paes de Lima José Marcos de Oliveira Targino Jussara de Lourdes Ferreira Chaves Leojoan Moura Cavalcante

Especialização

40H

13.

Liana Oliveira Biam

Especialização

40H

14.

Luciana Andreia Silva Bacelar Luciane Alves Coutinho

Especialização

40H

Mestrado

40H

Especialista

40H

Graduação

40H

18.

Luiz Felipe de Carvalho França Manuel Rufino da Silva Neto Marcelino Pereira da Silva

Graduação

40H

19.

Maria do Rosário Carvalho

Mestrado

40H

20.

Maria Oselândia Rodrigues Leite

Especialização

40H

9. 10. 11.

15. 16. 17.

Titulação

Carga horária

Cargo Técnico laboratório/área Técnico de Enfermagem Administrador BibliotecárioDocumentalista Assistente Administrativo Assistente Administrativo Assistente Social Assistente Administrativo Técnica em Contabilidade BibliotecárioDocumentalista Técnico em Prótese Dentária Psicólogo Técnico de Laboratório Área Auxiliar em Enfermagem Secretária Executiva Pedagogo Técnico de Laboratório Área Técnico em Prótese Dentária Auxiliar de Enfermagem Assistente Administrativo Assistente Administrativo 54

21.

Marizilda Barbosa da Silva

Especialização

40H

22.

Patrícia Meira de Andrade Feitosa Robson Lima Palmeira

Especialização

40H

Mestrado

40H

Rosanie Rocha Schwab Figueiredo Rosa Virgínia de Oliveira

Especialização

40H

Especialização

40H

Rosa Sylvana da S. Mousinho Vicente Paulo Ramalho

Mestrado

40H

Mestrado

40H

23. 24. 25. 26. 27.

Assistente Administrativo Técnico de Laboratório Área Técnico em Eletroeletrônica Pedagogo-Área Assistente Administrativo Bibliotecário BibliotecárioDocumentalista

Fonte: CPT-ETS/UFPB, 2022.

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL A assistência estudantil está assegurada por meio da Política de Assistência Estudantil do Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da UFPB que apresenta princípios e objetivos, materializados através de programas, projetos e ações destinados a assegurar ao educando condições de acesso, permanência e conclusão do curso, de forma a minimizar a evasão e retenção, favorecendo a equidade de condições para acesso e permanência. A assistência apresentada no referido documento é exclusiva ao atendimento dos discentes do CPT-ETS, sendo direcionadas prioritariamente ao auxílio daqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No sentido de viabilizar os objetivos constantes na Política de Assistência Estudantil, o CPT-ETS conta com uma equipe multiprofissional composta por Assistente Social, Pedagogo, Psicólogo e Técnico em Assuntos Educacionais que atua em articulação com as Coordenações de Cursos e a Coordenação de Assistência e Promoção Estudantil. Os profissionais, dentro das suas atribuições específicas, atuam no incentivo à participação democrática do discente nas decisões do CPT-ETS; na discussão de temas relevantes junto aos alunos que abordam a saúde, violência, cultura, cidadania, direitos sociais e humanos; na promoção do bem-estar psicossocial dos discentes; na acolhida ao estudante para identificar problemas ou dificuldades na vivência acadêmica e favorecer a inclusão; na orientação psicopedagógica e educacional aos discentes que necessitam de apoio nas disciplinas; no levantamento socioeconômico e familiar que aponte indicadores dos alunos que influenciem no processo de ensino-aprendizagem; bem como, no

55

planejamento e monitoramento da oferta de auxílios estudantis, de modo a reduzir os desafios decorrentes da desigualdade socioeconômica. O apoio ao discente também é proporcionada com a realização de parcerias do CPT-ETS com outros setores da UFPB, tais como o Comitê de Inclusão e Acessibilidade, o Núcleo Universitário de Bem-estar, o Centro de Referência em Atenção à Saúde, a Agência UFPB de Cooperação Internacional e a Coordenação Geral de Estágios, para viabilizar a oferta de oficinas, palestras, cursos que incentivem o bem-estar do discente; prestar assistência à saúde; promoção de ações inclusivas; participação dos discentes em atividades de internacionalização; acompanhamento dos alunos nos locais de estágios obrigatórios ou não obrigatórios, bem como, o estímulo a demais atividades de suporte ao discente que são disponibilizados por projetos ou de acordo com a demanda espontânea identificada no diálogo junto à comunidade acadêmica. Dentro das atividades de internacionalização realizadas pela UFPB, destacam-se bolsas de estudo, alunos em cotutela, intercâmbios, convênios, missões acadêmicas, redes de pesquisas, cursos, eventos científicos e outros projetos com caráter de cooperação internacional. Vale destacar ainda que a representatividade dos discentes nas decisões no CPTETS está assegurada pela garantia de participação e voto dos alunos nas instâncias colegiadas. Em adição, a instituição dispõe de Ouvidoria que busca promover a defesa dos direitos dos discentes nas relações com a UFPB, em suas diversas instâncias administrativas e acadêmicas.

16.1

Política de inclusão social O Centro Profissional e Tecnológico - Escola Técnica de Saúde da UFPB, por

meio da Política de Assistência Estudantil do CPT-ETS/UFPB desenvolve ações no sentido de concretizar os objetivos estabelecidos na sua Política, Resolução CONSEPE nº 38/2018, no Art. 3, inciso “I - viabilizar o acesso, a permanência e a conclusão de curso pelos discentes, na perspectiva da inclusão social e da melhoria do desempenho acadêmico, buscando a prevenção das situações de retenção e evasão” (UFPB, 2018). A Política de Inclusão do CPT-ETS/UFPB é entendida numa perspectiva da educação como direito e um compromisso com a formação integral do sujeito. Configurase como uma política pública que estabelece um conjunto de ações que buscam reduzir as desigualdades socioeconômicas e promover a justiça social no percurso formativo dos discentes. Esta destina-se aos discentes matriculados na Rede de Ensino Profissional e Técnico, independente de nível e modalidade de ensino, prioritariamente os que se 56

encontram em situação de vulnerabilidade social. Entendendo vulnerabilidade social como processos de exclusão, discriminação ou enfraquecimento dos grupos sociais e sua capacidade de reação, como situação decorrente da pobreza, privação e/ou fragilização de vínculos afetivo-relacionais e de pertencimento social e territorial.

CERTIFICAÇÃO E DIPLOMAÇÃO

O Diploma será emitido de acordo com as orientações legais vigentes. Concedido ao discente que cursar com aproveitamento e frequência mínima, conforme a Lei das Diretrizes e Bases e as Normas Acadêmicas do CPT-ETS/UFPB e/ou UFPB, e tiver concluído em sua totalidade os componentes curriculares previstas na matriz do Curso Técnico em Análise Clínicas de Nível Médio. O Diploma de conclusão do Curso de Técnico em Análises Clínicas, deverá ser acompanhado do respectivo histórico escolar e explicitar o correspondente título de técnico na respectiva habilitação profissional, indicando o eixo tecnológico ao qual se vincula. O discente, por qualquer motivo, não cumprir em sua totalidade com as exigências do curso, não poderá ser certificado. Os casos não previstos neste PPC ou em regulamento da Escola Técnica de Saúde da UFPB, ou em regulamento da Universidade Federal da Paraíba deverão ser analisados pelo Colegiado da ETS/UFPB, podendo ser encaminhado para outras instâncias. O estudante que concluir a(s) unidade(s) curriculares correspondentes a qualificação profissional fará jus ao respectivo certificado de qualificação profissional tecnológica, devendo o discente solicitar junto à secretaria de cursos do CPT-ETS/UFPB. O histórico escolar que acompanha o certificado de qualificação profissional tecnológica deve incluir as competências profissionais definidas no perfil de conclusão da respectiva unidade curricular.

SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS

O Sistema Digital de Acompanhamento de Egressos (SDAE), propõe-se a desenvolver uma política de acompanhamento dos alunos egressos para todos os cursos técnicos profissionalizantes, como mecanismo pedagógico para atualização e incorporação de componentes em atendimento às demandas da sociedade. Com a implantação de uma ferramenta digital, a mesma funcionará como um dispositivo observatório, que poderá avaliar a situação dos cursos Técnicos da ETS/UFPB, de modo a aferir o seu desempenho em função do processo ao longo da formação. Tal iniciativa permitirá correções ou predições que favoreçam a avaliação positiva dos Programas. 57

Este Sistema de Informação é uma forma de buscar a avaliação da comunidade externa e o fortalecimento da integração entre a instituição e a sociedade, através da permanente comunicação com seus egressos, sendo estas informações de interesse para a ETS/Universidade Federal da Paraíba. O SDAE é constituído 7 dimensões: • Dimensão 1 - Perfil socioeconômico • Dimensão 2 - Dados do curso • Dimensão 3 - Inserção profissional • Dimensão 4 - Mundo do Trabalho • Dimensão 5 - Formação profissional • Dimensão 6 - Satisfação profissional • Dimensão 7 - Trajetória educacional.

19. IDENTIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

De acordo com a Lei nº11788/2008, o estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para o trabalho e sociedade. Na habilitação profissional de Técnico em Análises Clínicas, o estágio supervisionado é obrigatório e totaliza 150 horas, estando incluídas nas 1.350 horas previstas para a totalização do curso. O estágio supervisionado obrigatório será desenvolvido na Unidade Curricular III, com práticas voltadas para auxiliar e executar atividades padronizadas de laboratório - automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico. O estágio deverá ser global, envolvendo prática em atendimento, prática laboratorial e apoio ao diagnóstico. O estágio em laboratório clínico deverá ser realizado em Instituição Pública ou Privada, após preenchimento no Termo de Convênio e Termo de Compromisso de Estágio, firmado entre a Instituição de Saúde (concedente), o estagiário e o interveniente, CPT-ETS/UFPB – Campus I. Desde o início do estágio, o aluno deverá contar com o Seguro de Acidentes Pessoais, a ser fornecido pela UFPB. O estagiário terá o acompanhamento do supervisor de estágio que será o elo entre a Escola e a Instituição de Saúde, orientando e acompanhando os trabalhos de estágio. O professor deverá preencher diariamente a ficha de acompanhamento do aluno. O Art. 3º, §2º da Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004 estabelece que os estagiários com deficiência terão o direito a serviços de apoio de profissionais da educação especial e de profissionais da área objeto do estágio. O docente supervisor de estágio deverá ser indicado pelo colegiado do curso, que deverá possuir formação na área de Análises Clínicas, com a finalidade de orientar e supervisionar o estagiário. 58

A avaliação do processo do estágio supervisionado terá como parâmetros as competências e as habilidades definidas para cada unidade de integração interdisciplinar dos módulos, além de considerar a assiduidade, pontualidade, desempenho e profissionalismo do aluno durante o estágio supervisionado, além da entrega do relatório de conclusão de estágio. Os estágios ocorrerão durante os horários disponíveis dos laboratórios em parceria com a Universidade Federal da Paraíba- CPT-ETS, em João Pessoa, Paraíba, podendo acontecer em qualquer horário e dias letivos, inclusive aos sábados. Conforme a Lei 11.788/2008 no Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. O aluno estagiário deverá desenvolver atividades, tais como: recepção do cliente/paciente e cadastro, coleta de material biológico utilizados na realização de exames laboratoriais, triagem do material biológico, transporte, conservação, armazenamento de amostras biológicas e reagentes utilizados nas técnicas laboratoriais, realização de exames nos diversos setores das Análises Clínicas, utilizando as técnicas empregadas e familiarizando-se com a automação em Laboratórios de Análises Clínicas. O relatório de Conclusão de Estágio de Curso é uma atividade obrigatória e consistirá no Relatório das atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado, descrevendo a realidade social e profissional em Laboratório Clínico, tendo a orientação de um docente da área específica. Caberá ao aluno organizar seu Relatório segundo as normas da ABNT, seguindo as orientações do professor da unidade curricular do estágio. O trabalho será entregue no final do curso ao docente da unidade curricular de estágio, que analisará o trabalho, julgando o aluno em APROVADO OU REPROVADO, conforme critérios de avaliação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 485, de 21 de agosto de 2008. Dispõe sobre o Âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Análises Clínicas. Diário Oficial da União, DF, nº 188, 29/09/2008, seção 1, p. 137. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm>. Acesso em: 17 out 2022. BRASIL. Decreto nº 9.057, DE 25 DE MAIO DE 2017. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: <https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/20238603/do1-2017-0526-decreto-n-9-057-de-25-de-maio-de-2017-20238503>. Acesso em: 01 jun 2022.

59

BRASIL. LDB. Lei nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso em: 01 jun 2022. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/cCivil_03/LEIS/2002/L10436.htm>. Acesso em: 17 out 2022. BRASIL. Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm>. Acesso em: 13 nov 2022. BRASIL. Lei nº 13.409, de 28 de dezembro de 2016. Altera a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13409.htm#art1>. Acesso em: 13 nov 2022. BRASIL. MEC; SETEC. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, 2022. Brasília: 2022, p. 21. Disponível em: < http://cnct.mec.gov.br/cnct-api/catalogopdf >. Acesso em: 01 jun. 2022. BRASIL. MEC; SETEC Guia PRONATEC de Cursos FIC. Brasília: 2016, p. 21. Disponível em: < http://cnct.mec.gov.br/cnct-api/catalogopdf >. Acesso em: 01 jun. 2022. BRASIL. MEC; CNE. Resolução nº 2, de 15 de dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Órgão: Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Publicado em: 16/12/2020 | Edição: 240 | Seção: 1 | Página:

81. Disponível em: <https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_RES_CNECEBN22020.pdf>. Acesso em: 01 jun. 2022. BRASIL. MEC; CNE. Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Órgão: Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação. Publicado em: 06/01/2021 | Edição: 3 | Seção: 1 | Página:

19. Disponível em: <https://www.in.gov.br/em/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5-de-janeiro-de2021-297767578>. Acesso em: 01 jun. 2022. LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. 2ªed. Ed. Malabres, 2005. PALMEIRA, Robson Lima. Criação e validação de um instrumento digital de acompanhamento de egressos para educação profissional e tecnológica: um estudo piloto /Orientador: Damião de Lima e Coorientador (a): Maria Soraya Pereira Franco Adriano.2019. 113f.Dissertação - Programa de Pósgraduação em Políticas Públicas, Gestão e Avaliação da Educação Superior – Mestrado Profissional do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba. Disponível em: <http://www.ce.ufpb.br/mppgav/contents/documentos/dissertacoes/turma-3/m-sc-robson-limapalmeira.pdf>. Acesso em: 01 jun 2022. 60

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA – UFPB. Pró-Reitoria de Graduação. Resolução Nº 29/2020, de 06 de novembro de 2020. Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015. Disponível em: <http://www.prg.ufpb.br/prg/codesc/documentos/legislacao/resolucao-consuni-20-2019.pdf/view>. Acesso em: 01 jun 2022.

61

APÊNDICE I UNIDADE CURRICULAR I Conteúdo Curricular: Informática e Empreendedorismo em Saúde Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Habilitar para o uso de softwares aplicativos. Conhecer tecnologias emergentes, compreendendo como a tecnologia da informação pode contribuir com a melhoria das atividades dos profissionais técnicos em análises clínicas; aprender como construir um plano de vida e carreira e plano de negócios, tendo como base o mercado de trabalho na área de análises clínicas. Ementa Conceitos básicos de informática – estudar sobre tecnologia da informação, computador, hardwares, softwares, malwares, aplicativo, programa, sistema, informação, dados, tipos de arquivos, firewalls, antivírus, desfragmentação, formatação, backup, internet, entre outros; ferramentas de Trabalho – aprender sobre processadores de texto, apresentação de slides e prontuário eletrônico; tecnologias Emergentes na área da Informática – aprender sobre inteligência artificial, computação na nuvem, internet das coisas, realidade virtual, impressora 3D, metaverso, bigdata, entre outros; informática Aplicada à Saúde – conhecer sobre as áreas de atuação, o papel dos profissionais de saúde frente às tecnologias, a importância da informatização, padrões de informação, a importância da informação na tomada de decisão, sistemas de informação em saúde, ética em informática na saúde (redes sociais, boas práticas de trabalho e disponibilização da informação) e a Internet (fonte de pesquisa e telessaúde); tipos de Empreendedorismo e suas características, Plano de Vida e Carreira, Plano de Negócios, Mercado de Trabalho, Currículo Vitae. Objetivo Proporcionar ao discente o conhecimento sobre a construção de um Plano de Vida e Carreira e de um Plano de Negócios. Proporcionar, ainda, conhecimento sobre o uso de tecnologias aplicada à saúde, com ênfase na área de análises clínicas. Referências Básicas

1. FARIAS, M. S. L. V. T.; ALVES, D. F. A educação empreendedora na escola: contextos, concepções e críticas. João Pessoa: s.n., 2018. 38f. Monografia (Graduação em Pedagogia modalidade a distância) - UFPB/CE.

2. DORNELAS, J. Plano de Negócios: exemplos práticos. 2. Ed. – São Paulo. 2018. 120f. Empreende Ltda.

3. JUNIOR, M. A. Ciência da Computação [livro eletrônico]: tecnologias emergentes em computação. Guarujá, SP. 2021. Editora Científica Digital. Referências Complementares

1. NORTON, P. Introdução à informática. Pearson Education do Brasil, 2010.

2. GENNARI, M. C. Minidicionário de informática. Saraiva, 1999. Componente Curricular: Biossegurança laboratorial Carga Horária Não Presencial: 5h 62

Carga Horária Total: 30h Competência(s): Saber avaliar no ambiente de trabalho a exposição de riscos biológicos, químicos, físicos, ergonômicos e acidentais e aprender as normas de biossegurança para evitar acidentes de trabalho, além dos métodos de controle microbiano e gerenciamento de resíduos laboratoriais. Ementa Biossegurança: Conceito, Importância, histórico e legislação; Barreiras de Contenção (EPI e EPC) e símbolos de biossegurança; Riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes em laboratórios da área de saúde e Mapa de risco; Classificação dos Microrganismos por Classe de Risco e níveis de biossegurança; Métodos e técnicas de limpeza, Desinfecção terminal e concorrente e Esterilização; Gerenciamento de descarte de resíduos, fluídos, agentes biológicos, físicos, químicos e radioativos. Objetivo Conferir aos alunos conhecimentos básicos sobre biossegurança em diferentes tipos de laboratório, assim como capacitá-los a tomar decisões assertivas em momentos críticos durante a conduta de procedimentos técnicos nestes ambientes. Conferir treinamento básico em segurança na rotina laboratorial visando a excelência na execução dos procedimentos dentro dos padrões exigidos.

1. 2. 3. 4.

Referências Básicas COSTA, M. A. F. da; COSTA, M. de F. B. da. Biossegurança de A a Z. 2. ed. Rio de Janeiro: Publit, 2009. 262 p. ISBN: 9788577732074 HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p. ISBN: 9788527722100 HIRATA, M. H.; MANCINI FILHO, J.; HIRATA, R. D. C. Manual de biossegurança. 3.ed. Barueri, SP: Manole, 2017. 474p. ISBN: 9788520447819 MASTROENI, M. F. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 338 p. ISBN: 9788573797534.

Referências Complementares

1. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Biossegurança em unidades hemoterápicas e laboratórios de saúde pública. Brasília: Ministério da Saúde, 1999. 74p. (Série TELELAB)

2. LOPES, C. D.; LOPES, F. F. de P. Do risco à qualidade: a vigilância sanitária nos serviços de saúde. Brasília: Anvisa, 2008. 200p. (B. Textos Básicos de Saúde) ISBN: 9788588233331.

3. PERES, A.; FIEGENBAUM, M.; TASCA, T. Manual de consulta rápida em microbiologia. Porto Alegre: Editora Universitária Metodista; Sulina, 2007. 151p. ISBN: 9788520504758. Conteúdo Curricular: Introdução ao Laboratório Clínico Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h Competência(s): Entender o funcionamento de um laboratório clínico, aprender sobre vidrarias, pipetagem, diluição, preparar soluções seguindo as normas técnicas de qualidade e de segurança e utilização dos equipamentos no Laboratório. Ementa Apresentação e definição dos ambientes e funcionamento de um laboratório clínico. Introdução sobre procedimentos operacionais padrões (POP). Conhecer as vidrarias e os usos e cuidados com os principais equipamentos utilizados no laboratório, as normas de uso, controle e segurança. Pipetagem. Preparo de 63

soluções: soluto, solvente, concentração, molaridade, porcentagem e diluição comum e seriada. Noções de pesos, medidas e pHmetria. Objetivo Inserir o aluno no contexto de ambiente de Laboratório Clínico introduzindo conceitos básicos sobre materiais e equipamentos e preparo de soluções. Referências Básicas

1. MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21 ed. Barueri, SP: Manoli, 2012.

2. MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 1995. 607 p.

3. ALMEIDA, M. F. C. Boas práticas de laboratório. 2. ed. São Caetano do Sul, SP; Rio de Janeiro: Difusão: SENAC Rio de Janeiro, 2013. 422 p.

4. MOURA, R. A. et al. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 511 p. Referências Complementares

1. MOTTA, V. T. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e interpretações. 5. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2009. 382 p.

2. IRIGOIN, M; VARGAS, F. Manual de competência laboral. Montevideo: Cinterfor/OIT,

2001. 43 p. Componente Curricular: Anatomia e Fisiologia Aplicada Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h Competência(s): Compreender a fisiologia e anatomia dos sistemas que compõem o corpo humano. Ementa Níveis de organização do corpo humano, planos de delimitação, planos de secção, eixos do corpo humano, posição anatômica, normalidade, anomalia e variações anatômicas; Sistema Locomotor; Sistema cardiovascular; Sistema linfático; Sistema respiratório; Sistema digestório; Sistema urinário; Sistema reprodutor masculino e feminino; Sistema nervoso. Objetivo Proporcionar ao aluno o aprendizado sobre os sistemas do corpo humano, incluindo suas estruturas e órgãos. Adicionalmente, a disciplina visa oferecer informações sobre a fisiologia dos sistemas, integrando-os para a homeostase do corpo humano. Referências Básicas

1. TORTORA, G. J. Corpo Humano Fundamentos de Anatomia e Fisiologia. 10. ed. Artmed, Porto Alegre, 2017.

2. TORTORA, G. J. Princípios de anatomia e fisiologia. 14. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.

3. SANTOS, N. C. M. Anatomia e Fisiologia Humana. Editora Saraiva, 2014. Referências Complementares

1. RIZZO, D. C. Fundamentos da Anatomia e Fisiologia: Tradução da 3ª edição norteamericana. Cengage Learning Brasil, 2016. [Minha Biblioteca]. 64

2. N. M.; ELAINE, E.; HOEHN, K. Anatomia e Fisiologia. Grupo A, 2009. [Minha Biblioteca]. Conteúdo Curricular: Primeiros Socorros Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Desenvolvimento de técnicas e procedimentos que possibilitem prestar um atendimento preciso, rápido e seguro em casos de acidentes ou males súbitos, até a presença de pessoas mais especializadas. Ementa Introdução aos primeiros socorros; trânsito e prevenção de acidentes; avaliação inicial da vítima e conduta; parada cardiorrespiratória e ressuscitação; Atendimento de urgência e emergência em traumas; ferimentos, queimaduras, afogamento, choque elétrico, desmaios, crise convulsiva, estado de choque, intoxicação, envenenamento e corpos estranhos no organismo; Mobilização e transporte de acidentados. Objetivo Conhecer as ações iniciais a serem realizadas em vítimas de acidentes, de diversas naturezas, a fim de evitar o agravamento de lesões existentes.

1. 2. 3. 4.

Referências Básicas COMENALE, M. E. G. AMLS: Atendimento pré-hospitalar às emergências clínicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 545 p. ISBN: 9788535264531. LOMBA, M.; LOMBA, A. Emergências pré-hospitalares e segurança do trabalho. Olinda, PE: Grupo Universo, 2006. 96 p. (Saúde total, v.5) ISBN: 9788590572978. VELASCO, I. T. et al. Medicina de emergência: abordagem prática. 14. ed. Barueri, SP: Manole, 2020. p 1648. ISBN: 9788520462553. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolos da unidade de emergência. 10. ed. Brasília: MS, 2002. 203 p. ISBN: 8533405723.

Referências Complementares

1. AMERICAN HEART ASSOCIATION. SBV para profissionais de saúde. São Paulo: Prous Science, 2006. 80 p. ISBN: 9780874935134.

2. SCALABRINI, N.; AUGUSTO; D. R. D. VELASCO, I. T. Procedimentos em emergências.

2. ed. rev. atual. Barueri, SP: Manole, 2016. 200 p. ISBN: 9788520445884.

3. COMITÊ DO PHTLS DA NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS NAEMT. COMITÊ DE TRAUMA DO COLÉGIO AMERICANO DE CIRURGIÕES. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado: básico e avançado. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. ISBN: 9788535221459.

4. MARTINS, H. S.; DAMASCENO, M. C. de T.; AWADA, S. B. (editores). Pronto-Socorro: diagnóstico e tratamento em emergências. 2. ed. Barueri: Manole, 2008. 2178 p. ISBN: 9788520427729. Conteúdo Curricular: Biologia celular Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Compreender a composição e características dos diferentes tipos de células e manusear o microscópio. 65

Ementa Classificação dos seres vivos (seres procariontes e eucariontes), os componentes químicos das células, estrutura da célula (núcleo, membrana e citoplasmas), biomembranas (estrutura, permeabilidade e transporte celular); estrutura e funções das organelas celulares; métodos de estudo em Biologia Celular; Introdução a microscopia e manuseio do microscópio de luz. Objetivo Conhecer as estruturas dos diferentes tipos celulares, suas respectivas funções e como manusear o microscópio. Referências Básicas

1. ALBERTS, B. Fundamentos da Biologia Celular. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017: ISBN 9788582714065. Disponível em:< https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714065/>. Acesso em: 21 jun. 2022.

2. LODISH, H.; BERK, A.; KAISER, C. A. et al. Biologia celular e molecular. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. ISBN 9788582710500. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710500/.>Acesso em: 21 jun. 2022.

3. ROBERTIS, E. M. de; HIB, J. Biologia Celular e Molecular. 16ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. ISBN 978-85-277-2386-2. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2386-2/.> Acesso em: 21 jun. 2022.

4. JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular, 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. ISBN 978-85-277-2129-5. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/. Acesso em: 21 jun. 2022.

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4.

Referências complementares REECE, J. B.; WASSERMAN, S. A.; URRY, L. A. et al. Biologia de Campbell. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. ISBN 9788582712306. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712306/.> Acesso em: 21 jun. 2022. MELO, R. C. N. Células & microscopia: princípios e práticas. 2ª ed. Barueri: Editora Manole. ISBN 9788578683023. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788578683023/.> Acesso em: 21 jun. 2022. PIRES, C. E. de B. M.; ALMEIDA, L. M. D. Biologia Celular - Estrutura e Organização Molecular. 1ª ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2014. ISBN 9788536520803. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536520803/.> Acesso em: 21 jun. 2022. MALACINSKI, G. M. Fundamentos de Biologia Molecular. 4a ed. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan, 2005.

Conteúdo Curricular: Bioética e Legislação Profissional Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h Competência(s): Consciência da importância da ética nas relações pessoais e profissionais; Desenvolver as relações entre a ética e os valores humanos; Relacionar a bioética à preservação do meioambiente e ao respeito às outras formas de vida, considerando o conceito de saúde única; Compreender 66

os impactos do uso de transgênicos e agrotóxicos na alimentação - segurança alimentar; Incentivar o comportamento ético na pesquisa com animais e seres humanos; Conhecer a legislação ética do profissional técnico em análises clínicas.

Ementa Conceitos fundamentais da Ética. Ética nas relações interpessoais - a formação da sociedade brasileira; exclusão social - a questão das minorias sociais; inclusão social e acessibilidade; Bioética na pesquisa aplicação dos princípios da bioética na pesquisa com seres humanos; documentos históricos (Código de Nuremberg, Declaração de Helsinki), normas e legislação pertinente da pesquisa envolvendo seres humanos; aplicação dos princípios da bioética na pesquisa com animais: normas e legislação pertinente; conceito dos 3 Rs na experimentação animal; métodos alternativos à experimentação animal. Bioética Ambiental - a relação dos seres humanos com outras espécies e com o meio-ambiente; bioética nos sistemas de produção; conceitos da Ciência do Bem Estar Animal e direitos dos animais não-humanos; produção de alimentos e segurança alimentar - transgênicos, agrotóxicos e excesso de consumo de alimentos processados - distorções alimentares em um país produtor de commodities; educação alimentar. Deontologia Profissional - História da profissão do Técnico em Análises Clínicas; resoluções de Conselhos Profissionais que regulamentam a profissão do Técnico em Análises Clínicas. Registro profissional, direitos e deveres legais do Técnico em Análises Clínicas. Objetivo Capacitar os alunos para que possam fazer uso da perspectiva crítica da Bioética em situações de conflito moral vivenciadas no âmbito do exercício profissional e na prática da pesquisa científica. Estimular a convivência e a construção de consensos diante da pluralidade moral existente na sociedade, compreendendo as origens da sociedade brasileira, a relação desta com o meio ambiente e a importância de cidadãos conscientes na construção de uma sociedade mais justa e equânime. Identificar as normatizações que regulamentam a profissão do técnico em análises clínicas, incluindo direitos e deveres pertinentes à profissão.

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Referências Básicas GOLDIM, J. R. Pesquisa em Saúde: Leis, Normas e Diretrizes. 3 ed. Porto Alegre: HCPA, 1997. MEDEIROS, R. A. de (Organização). Biotecnologia, bioética e direitos humanos. João Pessoa: Editora da UFPB, 2015. 268 p. ISBN: 9788523711160. SINGER, P.; CAMARGO, J. L. Ética prática. 4. ed. São Paulo: 2018. 480 p. ISBN: 9788580633184. SINGER, P.; XAVIER, A. Vida ética: os melhores ensaios do mais polêmico filósofo da atualidade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. 420 p. ISBN: 850001055. BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 485, de 21 de agosto de 2008. Dispõe sobre o âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Análises Clínicas. Diário Oficial da União, DF, nº 188, 29/09/2008, seção 1, p. 137. BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução Nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Disponível em: <https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf>. Acesso em: 06 jun. 2022.

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Referências Complementares

1. SINGER, P. Libertação animal: o clássico definitivo sobre o movimento pelos direitos dos animais. São Paulo: Martins Fontes, 2010. 461 p. ISBN: 9788578273125.

2. SCHUCK-PAIM, C. ALONSO, W. J. Pandemias, Saúde Global e Escolhas Pessoais. 1. ed. Alfenas: Cria Editora, 2020. 69 p. ISBN: 978-85-65377-00-9.

3. PASCHOAL, A. D. Pragas, Agrotóxicos e a Crise Ambiente: Problemas e Soluções. 2 ed. Editora Expressão Popular, 2019. 181 p. ISBN: 978-8577433711. Conteúdo Curricular: Introdução ao SUS Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Conhecer as legislações, funcionamento do SUS e o papel do técnico em Análises Clínicas no sistema. Ementa Evolução histórica da organização do sistema de saúde no Brasil e a construção do Sistema Único de Saúde (SUS) – princípios, diretrizes e arcabouço legal. Controle social no SUS. Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde. Constituição Federal, artigos de 194 a 200. Lei Orgânica da Saúde ‐ Lei no 8.080/1990, Lei no 8.142/1990 e Decreto Presidencial no 7.508, de 28 de junho de 2011. Pacto pela saúde. Determinantes sociais da saúde. Sistemas de informação em saúde. O papel do profissional Técnico em Análises Clínicas no Sistema Único de Saúde. Objetivo Conhecer a estrutura, os princípios e as legislações que regem o sistema de saúde de saúde brasileiro e a inserção do profissional técnico em Análises Clínicas. Referências Básicas

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Sistemas de informação da atenção à saúde: contextos históricos, avanços e perspectivas no SUS. Brasília, DF: Cidade Gráfica e Editora, 2015. 167 p.

2. BRASIL, Ministério da Saúde. Reforma do Sistema de Atenção Hospitalar Brasileiro. (cadernos de Atenção Especializada). Brasília: 2004.

3. BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). SUS: avanços e desafios. Brasília: Conass, 2006.

4. CAMPOS, G. W. S. Reforma Política e sanitária: a sustentabilidade do SUS em questão? In: Rev. Ciência & Saúde Coletiva, v. 12, n. 2, 2007. Referências Complementares

1. SERRANO, R. M. S. M. et al. Gestão em sistemas e serviços de saúde: abordagens de estratégias. João Pessoa, PB: Editora Universitária da UFPB, 2011. 213 p.

2. MARQUES, R. M.; UGÁ, M. A. D. Financiamento do SUS: trajetória, contexto e constrangimentos. In: Lima, NT et al. Saúde e Democracia: história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. Conteúdo Curricular: Patologia Geral Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h 68

Competência(s): Compreender as bases morfológicas (macro e microscópicas) para identificar as alterações fisiopatológicas nos diferentes órgãos e correlacionar as lesões com as manifestações clínicas e evolução das doenças. Ementa A célula como unidade adaptativa. Inflamação aguda e crônica: conceitos gerais e principais componentes celulares. Degeneração tecidual: autólise. Lesão celular reversível e irreversível: generalidades. Mecanismos de alterações celulares. Transtorno do crescimento e diferenciação celular: conceito de atrofia, hipertrofia, hiperplasia, metaplasia e displasia. Morte celular e necrose tecidual: principais subtipos. Evidências básicas de reparo: cicatrização tecidual. Calcificação tecidual: causas e aspectos morfológicos. Introdução ao estudo das neoplasias: definição e nomenclatura, diferenças básicas entre lesões benignas e malignas, conceito de metástase. Objetivo Compreender os principais mecanismos de agressão e defesa, reconhecer as alterações patológicas básicas e discutir a fisiopatologia envolvida nesses processos. Referências básicas

1. FARIA, J. L. de; ALTEMANI, A. M. A. M. Patologia geral: fundamentos das doenças, com aplicações clínicas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 298 p.

2. BRASILEIRO FILHO, G. B. Patologia Geral. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2004.

3. MONTENEGRO, M. F.; FRANCO, M. Patologia processos gerais. São Paulo: Atheneu, 2004. Referências complementares

1. ROBBINS, S. L.; CONTRAN, R. S. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Conteúdo Curricular: Psicologia Aplicada à Saúde Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Compreender e caracterizar as fases do desenvolvimento humano em face do processo saúde/doença. Desenvolver postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde. Construir atitudes favoráveis a um bom relacionamento interpessoal e boa comunicação com a equipe de trabalho e usuários do serviço. Promover a educação integral do aluno em sua natureza humana e essência, tornando-o sujeito de seu próprio processo educativo. Ementa Fases do desenvolvimento humano em face do processo saúde/doença. Identidade. Estigma. Preconceito. Diversidade. Inclusão. Assédio Moral; Assédio Sexual; Bullying. Postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde. Relações humanas - considerações gerais; conceitos; grupos e relações humanas; postura e condições pessoais e o êxito; preparo das pessoas para viverem em grupos; relação homem-trabalho; valorização humana e capacidade profissional; trabalho, lazer, recreação; autorrealização humana, relacionamento interpessoal e boa comunicação com a equipe de trabalho e usuários do serviço. Objetivo 69

Construir conhecimentos sobre o ser humano, que possibilitem o autoconhecimento e a compreensão das relações profissional-cliente e do cuidar no contexto da saúde. Referências básicas

1. ALVES, D. F. Psicologia Aplicada à Saúde. 1ª ed. Brasília: NT, 2014.

2. BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. T. Psicologias: Uma introdução ao estudo da psicologia. 13. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 1999.

3. STRAUB, R. O. Psicologia da Saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2014. Referências complementares

1. DANIEL, L. F. Atitudes interpessoais em enfermagem. São Paulo: EPU, 1983.

2. DEL PRETTE, A.; DEL PRETTE, Z. A. P. Psicologia das relações interpessoais: Vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes, 2014.

3. FARAH, O. G. D; SÁ, A. C. Psicologia Aplicada à enfermagem. São Paulo: Manole, 2008.

4. SANTOS, C. C. V.; SHIRATORI, K. A influência da comunicação não verbal no cuidado de enfermagem. Rev Bras Enferm, v.58, n. 4, p.434-7, 2005. Conteúdo Curricular: Meio Ambiente e Saúde Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Compreender as interações entre os seres humanos e o meio ambiente e suas implicações no processo de saúde doença. Ementa Educação Ambiental e a importância da preservação do meio ambiente para a manutenção da vida. Correlação entre a saúde e o meio ambiente. Principais impactos da ausência de saneamento básico e lançamento de resíduos gasosos, líquidos e sólidos no ambiente. Medidas de higiene. Noções de epidemiologia. Doenças zoonóticas e a interferência do homem.

Objetivo Compreender o processo saúde-doença relacionando com o meio ambiente dentro da perspectiva da saúde pública e epidemiologia, bem como a interferência dos seres humanos no meio ambiente e suas consequências.

1.

2. 3.

4.

Referências Básicas BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conceitos de Educação Ambiental. Disponível em: <https://antigo.mma.gov.br/educacaoambiental/pol%C3%ADtica-nacional-deeduca%C3%A7%C3%A3o-ambiental.html.> Acesso em: 10 jun. 2022. NEVES, D. P. Parasitologia humana. 13. ed. Belo Horizonte: Atheneu, 2016. 559 p. NAÇÕES UNIDAS. Invasão de habitats naturais intensifica surgimento de zoonoses.

2020. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/invasao-de-habitatsnaturaisintensificasurgimento-de-zoonoses-diz-especialista/>. Acesso em: 11 jun. 2022. ROUQUAYROL, M. Z. Epidemiologia e saúde. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1999. 570p. ISBN: 857199191.

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Referências Complementares

1. PIGNATTI, M. G. Saúde e Ambiente: as Doenças Emergentes no Brasil. Ambiente e Sociedade. v.7, 2003.

2. ROOS, A., BECKER, E. L. S. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental REGET/UFSM, v.5, n°5, p. 857 - 866, 2012.

3. MENEZES, A. M. B. Noções básicas de epidemiologia, v. 1, 2001. Conteúdo Curricular: Coleta de Amostras Sanguíneas Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h Competência(s): Desenvolverá as habilidades necessárias à execução prática de coleta sanguínea, preparo do paciente e preparo, manipulação e transporte de amostras biológicas. Ementa Atendimento em ambiente de saúde. Noções sobre operacionalização de sistemas de gerenciamento de cadastro de pacientes. Etapas para execução de um exame (pré-analítica, analítica e pós-analítica); Procedimento Operacional Padrão para coleta de sangue; Punção venosa com seringa; Punção venosa com tubo a vácuo; Anticoagulantes e conservadores para sangue; Punção digital; Teste do pezinho; Manipulação da amostra de sangue; a) Sangue Total; b) Soro; c) Plasma; d) Centrifugação; e) Separação, transporte e armazenamento. Objetivo Capacitar o aluno para realização de coleta de amostras sanguíneas e desenvolver a visão de que o técnico em análises clínicas é um profissional com responsabilidades no atendimento e coleta de amostras do paciente, necessitando participar de todas as ações dentro do laboratório, englobando desde a atenção e atendimento ao paciente com destaque no acompanhamento de todo o processo de coleta e conservação do material biológico. Referências Básicas

1. BAIN, B. J. Células Sanguíneas. 5. ed. São Paulo: Artmed, 2016. E-book. ISBN 9788582713310. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713310/pageid/0>. Acesso em: 08 set. 2022.

2. MELO, C. P. A. et al. Manual Roca Técnicas de Laboratório - Sangue. São Paulo: Roca, 2011. E-book. ISBN 9788527736794. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527736794/epubcfi/6/10[%3Bvn d.vst.idref%3Dcopyright]!/4>. Acesso em: 08 set. 2022.

3. ANDRIOLO, A. et al. Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial para coleta de sangue venoso. 2. ed. Barueri, SP: Minha Editora, 2010.

4. MARTY, E.; MARTY, R. M. Materiais, Equipamentos e Coleta - Procedimentos Básicos de Análises Laboratoriais. São Paulo: Érika, 2014. E-book. ISBN 9788536521091. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536521091/pageid/2>. Acesso em: 08 set. 2022. Referências Complementares 71

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada e Temática. Triagem neonatal biológica: manual técnico. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.

2. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Controle da Tuberculose. Guia para orientação da coleta do escarro. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: <http://www.riocomsaude.rj.gov.br/Publico/MostrarArquivo.aspx?C=oPMSGWbZzxM%3D>. Acesso em: 30 jun. 2022.

3. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância em Saúde. Guia de procedimentos técnicos Baciloscopia em Hanseníase. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_procedimentos_tecnicos_corticosteroides_ha nseniase.pdf>. Acesso em: 30 jun. 2022. Conteúdo Curricular: Unidade Curricular de Extensão Técnica I (UCE -TEC I) Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 15h Competência(s): Refletir sobre a extensão universitária. Compreender a interface do ensino, pesquisa e extensão. Identificar ações de extensão relacionadas a sua prática profissional. Ementa Breve histórico da extensão universitária. Conceito, diretrizes, áreas e linhas da extensão universitária. Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Importância da extensão para formação em nível técnico. Práxis como fundamento para extensão. Formas de desenvolvimento das ações de extensão. Noções de metodologia científica. Objetivo Identificar a importância da extensão para formação profissional em nível técnico. Compreender a Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Proporcionar conhecimentos sobre as formas de desenvolvimento da extensão. Referências Básicas

1. FLORES, L. S.; MARQUES, A. F. B. CORREIA, J. S. C. Comunicação e educação em saúde. Porto Alegre: SAGAH, 2021. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786556901190/pageid/1>. Acesso em: 19 set. 2022.

2. FORPROEX - FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus, v. 3,

2012. Disponível em: <https://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-deExtens%C3%A3o-Universit%C3%A1ria-e-book.pdf.>. Acesso em: 15 ago. 2022.

3. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.). Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; Fórum, 2000. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/Organizacao-e-Sistematizacao.pdf.>. Acesso em: 5 ago. 2022. Referências Complementares 72

1. ARAÚJO FILHO, T.; THIOLLENT, M. J. Metodologia para Projetos de Extensão. São Carlos, Cubo Multimídia, 2008. Disponível em: <https://www.comunidadedeaprendizagem.com/uploads/materials/208/58ccdbd131c42ed6515 fa1df582e24d7.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022.

2. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.) Avaliação da Extensão Universitária: práticas e discussões da comissão permanente de avaliação da extensão. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; 2013. Disponível em: <http://www.proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/avaliao_da_extenso_livro_81.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022.

UNIDADE CURRICULAR II Conteúdo Curricular: Introdução à Imunologia Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Conhecer as células, proteínas, órgãos e funcionamento do sistema imunológico. Ementa Componentes do sistema imunológico (células, proteínas e órgãos) e suas principais atividades. Antígeno e anticorpos e como interagem entre si. Sistema complemento (via clássica, alternativa e MBL) e sua participação no combate a patógenos, bem como a resultante de sua deficiência. Antígenos Leucocitários Humanos (HLA) e sua importância no contexto de ativação do sistema imunológico. Doenças autoimunes. Linfócitos T e B ativados. Imunodeficiências e reações de Hipersensibilidade e a imunologia de tumores. Processo das imunizações passivas e ativas. Objetivo Proporcionar aos alunos conhecer as atividades e integração das células, órgãos e proteínas do sistema imune. Descrição dos processos imunológicos enfatizando o reconhecimento, processamento e apresentação dos diferentes antígenos. Produção de imunoglobulinas e atividade do sistema complemento. Conhecer o processo das imunizações passivas e ativas, as doenças autoimunes, imunologia de tumores e reações de hipersensibilidade. Referências Bibliográficas

1. BENJAMINI, E. et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

2. ROIT, I.; RABSON, A. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

3. STITES, D. P.; TERR, A. I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Referências complementares

1. PLAYFAIR, J. H. L; CHAIN, B. M. Imunologia Básica: Guia ilustrado de conceitos fundamentais. 9. ed. Barueri: Manole, 2009.

2. COICO, R.; SUNSHINE, G. Imunologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Conteúdo Curricular: Hormoniologia Carga Horária de Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 45h 73

Competência(s): Identificar os órgãos do sistema endócrino, suas glândulas, hormônios e a interação com os demais sistemas do corpo humano. Compreender as patologias do sistema endócrino. Reconhecer os testes clínicos utilizados para realização das dosagens hormonais. Ementa Anatomia e fisiologia do sistema endócrino. Compreensão da fisiopatologia das endocrinopatias. Circuito hipotálamo-hipófise. As glândulas e seus hormônios: Hipófise, Pineal, Tireóide, Paratireoide, Adrenais, Timo, Pâncreas, Ovários, Testículos; Ritmos hormonais; Modulação hormonal; Técnicas para dosagens hormonais. Objetivo Compreender a fisiologia hormonal e as técnicas para as dosagens hormonais. Referências Básicas

1. DEVLIN, T. M.; MICHELACCI, Y. M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. São Paulo: Edgard Blücher, 2011. xxxviii, 1252p. ISBN: 9788521205920.

2. HALL, J. E.; GUYTON, A. C. Guyton & Halll Tratado de Fisiologia Médica. 13. ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2017. 1145 p.

3. MOLINA, P. E.; VOEUX, P. L. CRUZ FILHO, R. A. da. Fisiologia Endócrina. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. 309 p. ISBN: 9788580553918.

4. SILVA, A. G. T. da. Imunologia aplicada: fundamentos, técnicas laboratoriais e diagnósticos. São Paulo: Érica, 2014. 136 p. ISBN: 9788536508764. Referências Complementares

1. SNYDER, L. M. et al. Wallach Interpretação de exames laboratoriais. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. 1225 p. ISBN: 9788527728447.

2. LARISSA, C..; REIS, N. T. Interpretação de exames laboratoriais aplicados à nutrição clínica. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2012. 490 p. ISBN: 9788564956162. Conteúdo Curricular: Parasitologia Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 75h Competência(s): Aprender sobre as características gerais, ciclo biológico, doenças associadas, diagnóstico e formas de transmissão e prevenção das parasitoses causadas por protozoários e helmintos de importância clínica. Ementa Introdução à Parasitologia. Estudo dos protozoários e helmintos de interesse clínico humano: morfologia, ciclo biológico, transmissão, epidemiologia, patogenia, diagnóstico, tratamento e profilaxia. Coleta de amostras fecais Preparação de reativos e soluções para pesquisa parasitológica. Realização do Exame Parasitológico de Fezes (EPF) utilizando as técnicas de: Hoffmann, Pons e Janer (HPJ), KatoKatz, Faust, Baerman Moraes, Rugai e exame direto. Controle de qualidade no laboratório de parasitologia. Parasitos sanguíneos e teciduais: características gerais, ciclo biológico, doenças associadas, diagnóstico e formas de transmissão e prevenção. Objetivo Conhecer as características gerais, ciclo biológico, doenças associadas, diagnóstico e formas de transmissão e prevenção das principais parasitoses humanas. 74

Referências Básicas

1. DE CARLI, G. A. Parasitologia Clínica: Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o Diagnóstico das Parasitoses Humanas. São Paulo: Atheneu, 2001. 810 p.

2. NEVES, P.D.; MELO, A.L.; LINARDI. P.M. Parasitologia humana. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 1995.

3. REY, L. Bases da Parasitologia médica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Referências Complementares

1. CIMERMAN, B.; FRANCO, M. A. Atlas de parasitologia humana: com a descrição e imagens de artrópodes, protozoários, helmintos e moluscos. São Paulo: Atheneu, 2011. 166p. Conteúdo Curricular: Bioquímica clínica Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 75h Competência(s): Identificar alterações nas amostras que a tornem inadequada, preparar amostras para as análises bioquímicas, preparar reagentes para as análises, verificar funcionamento dos equipamentos, realizar controle de qualidade dos reagentes e equipamentos. Ementa Introdução às Biomoléculas; Espectrofotometria e Leis da Fotometria, Medida da luz dispersa; Controle de qualidade Interno e Externo; Avaliação da Função Pancreática e Diagnóstico de Diabetes Mellitus; Proteínas Plasmáticas; Marcadores Tumorais; Enzimologia Clínica, Provas de Função Hepática; Provas de Função Renal; Lipídeos, Lipoproteínas e Dislipidemias, Equilíbrio Ácido-Básico; Marcadores Ósseos; Marcadores Cardíacos. Objetivo Capacitar o aluno na realização de dosagens bioquímicas específicas utilizadas no curso da evolução de patologias, eficazes para o seu diagnóstico e monitoramento. Referências Básicas

1. SANTOS, A. L. B. dos. Bioquímica Clínica. 2. ed. Porto Alegre: Atheneu, 2014.

2. MOTTA, V. T. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e interpretações. 5. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2009. 382 p. ISBN: 9788599977354.

3. VOET, D. et al. Fundamentos de Bioquímica: a vida em nível molecular. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. Referências Complementares

1. CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018.

2. BURTIS, N. W.; BRUNS, D. E. Tietz Fundamentos de Química clínica e Diagnóstico molecular. 7. ed. Barueri, SP: Guanabara Koogan, 2016.

3. MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21. ed. Barueri, SP: Manoli, 2012. Conteúdo Curricular: Hematologia 75

Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 75h Competência(s): Aplicar, executar e interpretar as técnicas laboratoriais hematológicas seguindo os padrões de qualidade e segurança. Ementa Sistema sanguíneo: composição e formação. Hemograma. Fatores e Condições que podem interferir no Hemograma. Anemias e leucemias. Hemostasia e coagulação. Coagulopatias. Imunohematologia. Controle de qualidade em hematologia. Objetivo Conhecer a origem, a formação e as funções do sangue no corpo criando condições para analisar as possíveis variações indicativas de processos patológicos.

1. 2.

3.

4.

Referências Básicas MELO, M. A. W.; SILVEIRA, C. M. Laboratório de Hematologia - Teorias, Técnicas e Atlas. Editora Rubio, 2014. ISBN 8584110119, 9788584110117 DA SILVA, P. H. et al. Hematologia Laboratorial. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788582712603. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712603/.>Acesso em: 04 out. 2022. HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. E-book. ISBN 9788582714515. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/.>Acesso em: 08 set. 2022. LORENZI, T, F. Manual de Hematologia - Propedêutica e Clínica, 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. E-book. ISBN 978-85-277-1998-8. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1998-8/>. Acesso em: 08 set. 2022.

Referências Complementares

1. LORENZI, T. F. Atlas Hematologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. E-book. ISBN 978-85-277-1997-1. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/97885-277-1997-1/.> Acesso em: 08 set. 2022.

2. AZEVEDO, M. R. A. D. Hematologia Básica: Fisiopatologia e Diagnóstico Laboratorial. 6. Ed. Rio de Janeiro, RJ: Thieme Revinter Publicações, 2019. E-book. ISBN 9788554651381. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651381/.> Acesso em: 08 set. 2022.

3. MARTY, E.; MARTY, R. M. Hematologia Laboratorial. São Paulo: Érica, 2015. E-book. ISBN 9788536520995. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536520995/.> Acesso em: 08 set. 2022. Conteúdo Curricular: Urinálise e Fluidos Corporais Carga Horária de Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 75h Competência(s): Aprender os processos envolvidos na análise de urina, líquido cefalorraquidiano e outros fluidos biológicos e correlacionar com as patologias. Ementa 76

Revisão da fisiologia renal, o processo de formação da urina, coleta e conservação das amostras de urina, exame físico de urina (parâmetros normais, anormais e interferentes), exame químico de urina (parâmetros normais, anormais e interferentes), sedimentoscopia parâmetros normais e anormais (método qualitativo e quantitativo), automação em urinálises. Controle de qualidade em urinálises e fluidos corporais. Líquido cefalorraquidiano, líquido ascítico, líquido pleural, líquido pericárdico e líquido sinovial: análise física, bioquímica e celular. Espermograma. Objetivo Entender o processo de formação da urina, os tipos de coleta e formas de conservação de amostras de urina, além de compreender como são realizados os exames de rotina de urina, análise do líquido cefalorraquidiano, outros fluidos biológicos e correlacionar com as patologias.

1. 2. 3. 4.

Referências Básicas STRASINGER, S. K.; DI LORENZO, M. S.; ANDRIOLO, A. Urinálise e fluidos corporais.

5. ed. São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2009. 329 p. ISBN: 9788599305324. MUNDT, L. A. Exame de urina e de fluidos corporais de Graff. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. NEVES, P. A. Líquidos biológicos: urina, líquidos cavitários e líquido sinovial. Rio de Janeiro: Roca, 2011. LEITE, S. B. et al. Fluidos biológicos. Porto Alegre: SAGAH, 2019.

Referências Complementares

1. VALLADA, E. P. Manual de Exames de Urina. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 1995. Conteúdo Curricular: Biologia Molecular Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h Competência(s): Entender a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos e os princípios e aplicações das principais técnicas de biologia molecular. Ementa Introdução à Biologia Molecular. Aplicações da Biologia Molecular. Histórico do material genético; Estrutura, organização, propriedades e função de ácidos nucleicos. Replicação, transcrição e tradução da informação genética. Organização do Laboratório de Diagnóstico Molecular. Extração de ácido nucléico. Quantificação e avaliação da pureza do ácido nucléico. Reação em cadeia da Polimerase (PCR) e suas variações. Eletroforese em gel. Sequenciamento genético. Controle de qualidade em Biologia molecular. Introdução a bioinformática. Diagnóstico molecular de doenças infecciosas. Controle de qualidade em biologia molecular. Objetivo Conhecer a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos, compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais. Referências Básicas

1. ZAHA, A.; FERREIRA, H. B..; PASSAGLIA, L. M. P. Biologia Molecular Básica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 77

2. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.

3. ALBERTS, B. et al. Biologia Molecular da Célula. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.

4. LIPAY, M. V. N. et al. Biologia molecular - Métodos e Interpretação. 1. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2015. 254 p. Referências Complementares

1. BURTIS, N. W.; BRUNS, D. E. Tietz Fundamentos de Química clínica e Diagnóstico molecular. 7. ed. Barueri, SP: Guanabara Koogan, 2016.

2. MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21. ed. Barueri, SP: Manoli, 2012. Conteúdo Curricular: Unidade Curricular de Extensão Técnica II (UCE -TEC II) Carga Horária de Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 15h Competência(s): Desenvolver ações de extensão. Refletir sobre a extensão universitária. Compreender a interface do ensino, pesquisa e extensão. Identificar e desenvolver ações de extensão relacionadas a sua prática profissional.

Ementa Construção e aplicação de ações de extensão para a comunidade externa por meio da integralização dos saberes adquiridos nas unidades curriculares do curso. Objetivo Participar da elaboração do planejamento, preparo, implementação e avaliação das ações de extensão. Desenvolver por meio do trabalho em equipe, ações assistenciais, educativas e/ou de vigilância em saúde nos serviços de atenção à saúde e na comunidade visando à promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos e recuperação da saúde com qualidade e resolutividade; Referências Básicas

1. FLORES, L. S.; MARQUES, A. F. B. CORREIA, J. S. C. Comunicação e educação em saúde. Porto Alegre: SAGAH, 2021. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786556901190/pageid/1>. Acesso em: 19 set. 2022.

2. FORPROEX - FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus, v. 3,

2012. Disponível em: <https://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-deExtens%C3%A3o-Universit%C3%A1ria-e-book.pdf.>. Acesso em: 15 ago. 2022.

3. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.). Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; Fórum, 2000. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/Organizacao-e-Sistematizacao.pdf.>. Acesso em: 5 ago. 2022.

Referências Complementares

1. ARAÚJO FILHO, T.; THIOLLENT, M. J. Metodologia para Projetos de Extensão. São Carlos, Cubo Multimídia, 2008. Disponível em: 78

<https://www.comunidadedeaprendizagem.com/uploads/materials/208/58ccdbd131c42ed6515 fa1df582e24d7.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022.

2. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.) Avaliação da Extensão Universitária: práticas e discussões da comissão permanente de avaliação da extensão. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; 2013. Disponível em: <http://www.proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/avaliao_da_extenso_livro_81.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022.

UNIDADE CURRICULAR III Conteúdo Curricular: Hemoterapia e Hemoderivados Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Aprender sobre Hemoterapia, funcionamento de Hemocentros e Banco de Sangue e obtenção dos hemocomponentes e hemoderivados. Ementa Regulação Sanitária da Hemoterapia no Brasil; Ciclo do Sangue em Serviços de Hemoterapia; Testes Imuno-hematológicos, sorológicos e de ácidos nucleicos (NAT); Descrição e Indicação de hemocomponentes (Sangue total, Concentrado de Hemácias, Concentrado de Plaquetas, Concentrado de Granulócitos, Hemocomponentes leucorreduzidos e irradiados, Plasma fresco congelado, Crioprecipitado); Transferência de uma Unidade de Sangue e Hemocomponentes à Responsabilidade de Outro Serviço de Sangue ou à Indústria; Rotina de Laboratório do Banco de Sangue; Ato Transfusional e Hemovigilância Produção de Hemoderivados pela Indústria. Descrição e indicação de hemoderivados (Solução de Albumina, Imunoglobulinas Polivalentes e Específicas e Fatores da Coagulação). Estocagem, transporte e manipulação de plasma para uso industrial. Objetivo Capacitar o aluno para acompanhar os procedimentos realizados em Hemoterapia e na obtenção de hemoderivados, possibilitando ao técnico em análises clínicas noções básicas que fundamentam as funções executadas desde o atendimento do doador até o ato transfusional. Referências Básicas

1. COVAS, D. T.; LANGHI JÚNIOR, D. M.; BORDIN, J. O. Hemoterapia: fundamentos e prática. São Paulo: Atheneu, 2007. 632p. ISBN: 8573798742.

2. HAMERSCHLAK, N.; SARAIVA, J. C. P. Hemoterapia e Doenças Infecciosas. Barueri-SP: Editora Manole, 2014. E-book. ISBN 9788520452226. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520452226/.> Acesso em: 13 nov. 2022.

3. VIZZONI, A. G. Fundamentos e Técnicas em Banco de Sangue. São Paulo, SP: Saraiva, 2016. E-book. ISBN 9788536520971. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536520971/.> Acesso em: 13 nov. 2022.

4. BORDIN, J. O.; LAGHI JÚNIOR, D. M.; COVAS, D. T. Tratado de hemoterapia: fundamentos e prática. Rio de Janeiro: Atheneu, 2019. 946 p. ISBN: 9788538809180. Referências Complementares 79

ASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Biossegurança em Unidades Hemoterápicas e Laboratórios de Saúde Pública. ília: Ministério da Saúde, 1999. 74p. ASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE; PORTARIA DE CONSOLIDAÇÃO Nº 5, DE 28 DE SETEMBRO DE 2017, ANEXO

ASIL. MS/ANVISA. RDC 301/2019. Diretrizes Gerais de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos. 2020. ponível em: <http://antigo.anvisa.gov.br/documents/10181/5389382/%286%29RDC_301_2019_COMP.pdf/7d991c041-4957-aed5-3689c62913b2>. Acesso em: 01 nov. 2022. Conteúdo Curricular: Imunologia Clínica Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 60h Competência(s): Entender e auxiliar na execução das técnicas de imunodiagnóstico com reagentes não marcados e marcados. Ementa Compreender o princípio, execução e interpretação dos resultados dos ensaios clínicos de aglutinação do látex, turbidimetria, nefelometria, floculação para sífilis (VDRL), imunocromatografia de fluxo lateral, ELISA, Imunofluorescência direta e indireta, quimioluminescência ou eletroquimioluminescência, citometria de fluxo e Western Blot/ Imunoblot/ Dot Blot. Diagnóstico de dengue, rubéola, hepatites e HIV. Controle de qualidade em imunologia. Objetivo Capacitar o aluno ao entendimento do princípio, execução e interpretação dos resultados das principais técnicas de imunodiagnóstico com reagentes não marcados e marcados.

1. 2. 3. 4.

Referências Básicas ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; POBER, J. S. Imunologia celular e molecular. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. 565 p. BENJAMINI, E. et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. JANEWAY, C. A. et al. Imunobiologia: o sistema imunológico na saúde e na doença. 4. ed. São Paulo: Artmed, 2000. 634 p. ROIT, I.; RABSON, A. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Referências Complementares

1. LEVINSON, W.; JAWETZ, E.; SENNA, J. P. M. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 632p.

2. SALVES, S. P. C. Microbiologia e Parasitologia. Brasília: NT, 2016. 128 p.

Conteúdo Curricular: Citologia Oncótica Carga Horária Não Presencial: 5h Carga Horária Total: 30h Competência(s): Conhecer as técnicas de coleta, fixação e coloração citológicas e os critérios de diagnóstico citológico normais, inflamatórios, pré-malignos e malignos. Ementa 80

Introdução a citopatologia. Técnicas de coleta, fixação e coloração citológicas. Citologia do trato genital feminino normal. Citologia hormonal. Lesões inflamatórias. Lesões escamosas pré-cancerosas do colo uterino. Citopatologia dos carcinomas e adenocarcinomas. Controle de qualidade em citologia. Objetivo Adquirir o conhecimento das técnicas de coleta e coloração para citologia oncótica. Identificar os elementos celulares epiteliais e não epiteliais observados na citologia oncótica. Compreender o ciclo hormonal feminino e suas repercussões na citologia cérvico-vaginal. Conhecer e identificar as alterações celulares inflamatórias observadas no estudo da Citologia oncótica. Identificar a Microflora vaginal normal e patogênica. Conhecer os critérios citológicos de diagnósticos de lesões pré-malignas e malignas.

1. 2.

3. 4. 5.

Referências Básicas GAMBONI, M.; MIZIARA, E. F. (Ed.). Manual de citopatologia diagnóstica. São Paulo: Ed. Manole, 2011. BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. Rio de Janeiro: Inca, 2011. 104p. JUNQUEIRA, L. C. U.; JUNQUEIRA, L. M. M. S. Técnicas Básicas de Citologia e Histologia. 1 ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p. KOSS, G. L.; MELAMED, R. M.. Diagnostic Cytology and its Histopathologic Bases. 5. ed, Lippincott Willians & Wilkins, 2005. KOSS, L. G. et al. Citopatologia ginecológica com correlações histológicas e clínicas. Rio de Janeiro: Roca, 2006.

Referências Complementares

1. LIMA, D.; QUEIROZ, C. O laboratório de citopatologia: aspectos técnicos e operacionais. Salvador: Editora Universitária/UFPE, 2000.

2. MCKEE, G. T. Citopatologia. São Paulo: Artes Médicas, 1997.

3. PAPANICOLAOU SOCIETY OF CYTOPATHOLOGY. Online Image Atlas. Disponível em: <http://www.papsociety.org/atlas.html>. Acesso em: 18 mai. 2022. Conteúdo Curricular: Microbiologia Carga Horária Não Presencial: 15h Carga Horária Total: 90h Competência(s): Aprender sobre os meios de cultura e as principais técnicas microbiológicas utilizadas no diagnóstico de bactérias e fungos de importância clínica. Ementa Características gerais das bactérias e coloração de Gram. Microbiota normal. Preparo e tipos de meios de cultura. Controle de qualidade e segurança no laboratório de Microbiologia Clínica. Coleta, transporte e métodos de cultivo e isolamento de micro-organismos patogênicos. Identificação bacteriana - cocos Gram positivos (patogênicos), bacilos Gram negativos (patogênicos) e doenças causadas por estes. Urocultura. Coprocultura. Hemocultura. Cultura de líquor, trato respiratório, abscessos, feridas, ouvido, olhos e tecidos. Infecções genitais. Antibiograma. Bacilos Álcool Ácido Resistentes (BAAR) e microrganismos espiralados. Micologia geral e diagnóstico das micoses. Micoses superficiais, cutâneas, subcutâneas e sistêmicas. 81

Objetivo Adquirir conhecimentos teóricos e práticos sobre métodos de controle microbiano, preparo de meios de cultura, realização de coleta, transporte e conservação de espécimes clínicos para análise microbiológica, bem como aprender as técnicas de cultivo, isolamento e identificação de bactérias e fungos de interesse clínico, além dos testes de susceptibilidade aos antimicrobianos.

1. 2. 3. 4.

Referências Básicas KONEMAN, E. W. et al. Diagnóstico microbiológico – Texto e Atlas Colorido. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2008. OPLUSTIL, C. et al. Procedimentos básicos em microbiologia clínica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2010. MEZZARI, A; FUENTEFRIA, A. M. Micologia no laboratório clínico. Barueri, SP: Manole, 2012. TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.

Referências Complementares

1. ZAITZ, C. et al. Compêndio de micologia médica. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.

2. MURRAY, P. R. et al. Microbiologia médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 979 p.

3. TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005, 894 p. Conteúdo Curricular: Técnicas Histopatológicas Carga Horária Não Presencial: 10h Carga Horária Total: 75h Competência(s): Conhecer e aplicar as técnicas de processamento de tecidos. Ementa Procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos envolvidos nas análises histopatológicas. Noções sobre tecido epitelial de revestimento e glandular, tecido conjuntivo propriamente dito, tecido cartilaginoso, tecido adiposo. Aspectos gerais da coleta e fixação de material biológico. Clivagem, infiltração e inclusão. Produção de blocos e lâminas histológicas que atendam aos requisitos mínimos de qualidade para o diagnóstico e à pesquisa. Microtomia. Crio processamento e sua importância no diagnóstico rápido. Coloração de rotina (Hematoxilina-Eosina). Colorações especiais no diagnóstico diferencial. Técnica do PAS (ácido periódico Schiff). Técnica de Tricrômico de Masson. Noções de Imunofluorescência e Imunohistoquímica. Avaliação microscópica das lâminas preparadas. Objetivo Possuir embasamento teórico e prático das técnicas de processamento histológico de tecidos para Microscopia Óptica, Imunofluorescência e Imuno-histoquímica úteis para a identificação morfológica dos diversos tipos de tecidos biológicos para o diagnóstico adequado de patologias.

Referências Básicas

1. BEÇAK, Willy; PAULETE, Jorge. Técnicas de citologia e histologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1976. 2v.

2. JUNQUEIRA, Luiz C; CARNEIRO, José. Histologia básica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 524 p. 82

3. JUNQUEIRA, L. C. U; JUNQUEIRA, L. M. M. S.; PEDRA, E. A. Técnicas básicas de citologia e histologia. 1. ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p.

4. KUHNEL, Wolfgang. Citologia, histologia e anatomia microscópica: texto e atlas. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 535 p. Referências Complementares

1. FERRO, Amadeu Borges. Imunohistoquímica. Lisboa. 2014. 159p. Disponível em: < https://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/4569/1/Imunohistoqu%c3%admica.pdf.> Acesso em: 15 jun. 2022.

2. GRIMALDI FILHO, Gabriel. Técnica histológica: manual. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1981. 70p. Conteúdo Curricular: Unidade Curricular de Extensão Técnica III (UCE -TEC III) Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 15h Competência(s): Ampliar e consolidar o exercício da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, assegurando a dimensão acadêmica da extensão na formação dos discentes; aproximar e relacionar conhecimentos populares e científicos por meio de ações acadêmicas que articulem a Universidade com os modos de vida presentes na sociedade, numa perspectiva de transformação social; desenvolver a autonomia do estudante no processo de formação para sua prática profissional.

Ementa Desenvolver atividades de extensão universitária de modo interdisciplinar, multidisciplinar e/ou transdisciplinar, que envolvem diretamente as comunidades externas à instituição, sem prejuízo das comunidades internas, e que, estando vinculadas à formação do discente. Objetivo Promover a interação transformadora, entre a universidade e demais setores da sociedade. Acompanhar as atividades de extensão nos espaços comunitários promovendo a articulação permanente com o ensino e a pesquisa. Dar autonomia ao estudante para construir seu caminho, seu currículo, sua identidade necessária ao entendimento de que tudo que se faz ou se vivencia é importante para sua prática profissional. Praticar a produção, a difusão e aplicação do conhecimento, da extensão em articulação permanente com o ensino e com a pesquisa. Referências Básicas

1. FLORES, L. S.; MARQUES, A. F. B. CORREIA, J. S. C. Comunicação e educação em saúde. Porto Alegre: SAGAH, 2021. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786556901190/pageid/1>. Acesso em: 19 set. 2022.

2. FORPROEX - FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus, v. 3,

2012. Disponível em: <https://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-deExtens%C3%A3o-Universit%C3%A1ria-e-book.pdf.>. Acesso em: 15 ago. 2022.

3. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.). Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; Fórum, 2000. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/Organizacao-e-Sistematizacao.pdf.>. Acesso em: 5 ago. 2022.

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Referências Complementares

1. ARAÚJO FILHO, T.; THIOLLENT, M. J. Metodologia para Projetos de Extensão. São Carlos, Cubo Multimídia, 2008. Disponível em: <https://www.comunidadedeaprendizagem.com/uploads/materials/208/58ccdbd131c42ed6515 fa1df582e24d7.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022.

2. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.) Avaliação da Extensão Universitária: práticas e discussões da comissão permanente de avaliação da extensão. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; 2013. Disponível em: <http://www.proex.ufpb.br/proex/contents/documentos/avaliao_da_extenso_livro_81.pdf>. Acesso em: 20 set. 2022.

Conteúdo Curricular: Estágio Supervisionado em Análises Clínicas Carga Horária Não Presencial: 0h Carga Horária Total: 150h Competência(s): Desenvolver as atividades relacionadas a sua competência dentro das análises clínicas, além de ampliar a visão das relações humanas envolvidas e da ética profissional. Ementa Coleta dos diferentes materiais utilizados para o diagnóstico laboratorial. Identificação das amostras e armazenamento dos dados. Execução dos diferentes métodos laboratoriais de diagnóstico. Avaliação dos métodos e dos resultados obtidos. Controle de qualidade dos testes utilizados. Objetivo Proporcionar ao aluno a vivência profissional dentro das áreas abrangidas pelas Análises Clínicas, favorecendo o desenvolvimento de uma visão crítica, ampla e global de sua atuação como profissional, além de atenuar o impacto da passagem da vida estudantil para a vida profissional, antecipar o desenvolvimento de habilidades, atitudes e posturas profissionais, oportunizar uma visão das relações humanas envolvidas e da ética profissional e aplicar a interdisciplinaridade desenvolvida ao longo do processo ensino-aprendizagem.

1. 2. 3. 4.

Referências Básicas HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p. ISBN: 9788527722100. ALMEIDA, M. F. C. Boas práticas de laboratório. 2. ed. São Caetano do Sul, SP; Rio de Janeiro: Difusão: SENAC Rio de Janeiro, 2013. 422 p. MOURA, R. A. et al. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 511 p. MCPHERSON, R. A; PINCUS, M. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21 ed. Barueri, SP: Manoli, 2012.

Referências Complementares

1. BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 485, de 21 de agosto de 2008. Dispõe sobre o âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Análises Clínicas. Diário Oficial da União, DF, nº 188, 29/09/2008, seção 1, p. 137.

2. JUNQUEIRA, L. C. JUNQUEIRA, L. M. M. S.; PEDRA, E. A. Técnicas básicas de citologia e histologia. 1. ed. São Paulo: Santos, 1983. 123 p.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 18/01/2023 RESOLUÇÃO Nº 04/2023 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 4) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 04/05/2023 15:46 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234

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