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N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 64/2015

UFPB-CONSEPE-RES-64-2015
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos, na modalidade Educação Profissional e forma de articulação subsequente ao Ensino Médio.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (2)

2 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CONSEPE 08/2023 “61 ANEXO I – RESOLUÇÃO N° 64/2015 .......................................................”
  • cita
    Res. CONSEPE 08/2023 “O referido PPC foi aprovado em 2015, conforme Resolução CONSEPE/UFPB nº 64/2015 (Anexo I) em que autoriza a criação do Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação de Jovens e...”

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (21)

21 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CNE/CEB 3/2008 em: Anexo“Dispõe sobre alterações na Resolução CNE/CEB nº 03/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 4/2012 em: Anexo“_________.Resolução CNE/CEB Nº 04/12.”
  • cita
    Res. CNE/CEB 6/2012 em: Anexo“De acordo com a Lei nº 9.394/96 e a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, os cursos técnicos se fundamentam nos princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência do discente;”
  • cita
    Decreto 5.154/2004 em: Anexo“Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação.”
  • cita
    Decreto 7.824/2012 em: Anexo“Serão obedecidos os percentuais mínimos estabelecidos na Lei nº 12.711 de 29 de agosto de 2012, regulamentada pelo Decreto nº 7.824/2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por...”
  • cita
    Res. FNDE 4/2012 em: Anexo“Os professores das turmas ofertadas pelo PRONATEC serão definidos através de processo seletivo simplificado elaborado pela instituição ofertante, de acordo com as normas estabelecidas na Resolução...”
  • cita
    Lei 10.419/2002 em: Anexo“A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande.”
  • cita
    Lei 11.741/2008 em: Anexo“O referido curso encontra-se inserido no eixo tecnológico ambiente e saúde, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96, Seção IV-A...”
  • cita
    Lei 12.513/2011 em: Anexo“Os professores das turmas ofertadas pelo PRONATEC serão definidos através de processo seletivo simplificado elaborado pela instituição ofertante, de acordo com as normas estabelecidas na Resolução...”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: Anexo“Serão obedecidos os percentuais mínimos estabelecidos na Lei nº 12.711 de 29 de agosto de 2012, regulamentada pelo Decreto nº 7.824/2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por...”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo“Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“De acordo com a Lei nº 9.394/96 e a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, os cursos técnicos se fundamentam nos princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência do discente;”
  • cita
    Portaria MS 2.528/2006 em: Anexo“Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006.”
  • cita
    Lei PB 1.366/1955 em: Anexo“A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2007 em: Anexo“Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução...”
  • cita
    Res. CONSEPE 40/2003 em: Anexo“Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução...”
  • cita
    Res. CONSEPE 59/2006 em: Anexo“Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução...”
  • cita
    Res. CONSEPE 59/2013 em: Anexo“_________Resolução CONSEPE Nº 59/2013.”
  • cita
    Res. CONSUNI 05/2000 em: Anexo“No âmbito do ensino técnico profissionalizante da UFPB, destaca-se a Escola Técnica de Saúde, criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, como Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e...”
  • cita
    ON ETS 1/2014 em: Anexo“_________Orientação Normativa 01/2014 da ETS/CCS/UFPB.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo“imento da Escola Técnica de Saúde, em cada disciplina será aprovado o aluno que obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6 (seis) a média dos exercícios...”

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO NO 64/2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos, na modalidade Educação Profissional e forma de articulação subsequente ao Ensino Médio.

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, no uso de suas atribuições e tendo em vista deliberação na reunião realizada no dia 09 de dezembro de 2015, (Processo no 23074/022348/2015-84), RESOLVE:

Art. 1º Aprovar Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos, na modalidade Educação Profissional e forma de articulação subsequente ao Ensino Médio, Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde, com carga horária de 1.200 horas.

Parágrafo único. A oferta dar-se-á através de curso regular e/ou no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego-PRONATEC.

Art. 2º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, na Escola Técnica de Saúde da UFPB e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução;

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 10 de dezembro de 2015.

Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz

Presidente

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Universidade Federal da Paraíba - UFPB Centro de Ciências da Saúde - CCS Escola Técnica de Saúde da UFPB

ANEXO À RESOLUÇÃO 64/2015 – CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM CUIDADOS DE IDOSOS

Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde. Habilitação: Técnico em Cuidados de Idosos

João Pessoa - PB 2015

Reitora: Dra Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Pró-Reitora de Graduação: Dra Ariane Norma de Menezes Sá Diretor do Centro de Ciências da Saúde: Dr. Reinaldo de Almeida Nóbrega Diretora Geral da Escola Técnica de Saúde: Dra Ismênia Mangueira Soares Diretora de Ensino da Escola Técnica de Saúde: Dra Fábia Danielle Sales C. M. e Silva Coordenador pedagógico da Escola Técnica de Saúde: Me. Theóffillo S. Lopes Comissão Elaboradora do Projeto Pedagógico: Profª. Dra. Andrea Mendes Araújo Profª.Dra. Maria Betânea dos Santos Sousa Pedagoga. Esp. Luciane Alves Coutinho Sarmento Pedagogo, Me. Theóffillo S. Lopes Professores colaboradores: Profª.Dra.Ângela Amorim de Araújo Profª.Me. Eliete Alves da Silva Profª.Dra.Gildeci Alves de Lira Profª.Dra. Cacilda Chaves Morais de Lima Profª.Dra.Ivanilda Lacerda Pedrosa Profª.Dra.Késia de Macedo Reinaldo de Farias Leite Profª.Dra.Maria de Oliveira Aves Cavalcanti Profª.Dra.Nilsamira da Silva Oliveira Prof.Dr.Ronaldo Rodrigues Sarmento Profª.Dra.Simone Helena dos S. Oliveira Profª.Dra.Socorro Moura Lins Silva Profª.Dra.Maria Socorro de Soares Arcoverde Prof. Me. Ranyeri Dávila Alves Coelho

Endereço da Escola Técnica de Saúde Universidade Federal da Paraíba – Campus I João Pessoa Jardim Cidade Universitária S/N – Bairro Castelo Branco CEP: – João Pessoa /PB Fone: 83 3216-7400 E-mail: direção@ets.ufpb Site: http://www.ets.ufpb.br/

SUMÁRIO 1.0

APRESENTAÇÃO ..................................................................................................5

1.0

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ...............................................................................8

3.0

JUSTIFICATIVA ....................................................................................................9

2.0

OBJETIVOS DO CURSO ...................................................................................... 10

4.1

OBJETIVO GERAL ........................................................................................ 10

4.2

OBJETIVOS ESPECÍFICOS .......................................................................... 10

5.0

REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO ............................................................... 12

6.0

PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO ........................................................ 13

7.0 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ......................................................................... 14

7.1

COMPETÊNCIAS ........................................................................................... 14

7.2

HABILIDADES............................................................................................... 17

8.0

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ......................................................................... 18

8.1 METODOLOGIA ................................................................................................. 21 8.2

MATRIZ CURRICULAR ............................................................................... 22

9.0 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ...................................................................................... 23 10

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO ......................................... 24

10.1 ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO ................................................................... 25 11

BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ......................................... 25

11.1 BIBLIOTECA ..................................................................................................... 25 11.2 INSTALAÇÕES .............................................................................................. 28 11.3 RECURSOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS .......................................... 28 12

PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ................. 29

12.1 PERFIL DOCENTE ........................................................................................ 29 12.2 PERFIL DO APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO. ................................. 31 13

CERTIFICAÇÃO .................................................................................................. 32

REFERENCIAS ................................................................................................................ 33 APÊNDICE ...................................................................................................................... 36

1.0

APRESENTAÇÃO

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. A UFPB desenvolveu uma crescente estrutura multicampi, após sua federalização, distinguindo-se, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema de ensino superior do país que, em geral, têm suas atividades concentradas num só espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras. No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete campi. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A partir de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa) a serem incorporados pela UFCG. Em 2014, a UFPB está estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ); Centro de Biotecnologia (CBiotec); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA); Centro de Informática (CI) e Centro de Energias Alternativas Renováveis (CEAR); o Campus II,na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) e o Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE).

Com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de tamanho e, hoje, já é a instituição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a oferecer o maior número de vagas no seu processo seletivo. Em 2005, a UFPB oferecia cerca de 3.700 vagas por ano. Para 2012 foram 8.020 vagas distribuídas pelo Processo Seletivo Seriado (PSS) e pelo ENEM/SISU. Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino superior e técnico profissionalizante, além da pesquisa e extensão. A Educação Profissional Técnica de Nível Médio constitui uma das três etapas da Educação Profissional, que objetiva: proporcionar aos discentes o desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva e social; atender às demandas de formação e conhecimento técnico, científico e tecnológico, em consonância com os setores produtivos e a realidade regional e local; contribuir para a inserção e reinserção dos trabalhadores no mundo do trabalho; promover a cidadania e a inclusão social através da formação para o trabalho; elevar a escolaridade dos trabalhadores e permitir a continuidade de estudos. De acordo com a Lei nº 9.394/96 e a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, os cursos técnicos se fundamentam nos princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência do discente; pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; respeito à liberdade e apreço à tolerância; garantia de padrão de qualidade; valorização da experiência extraescolar; vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais; independência e articulação com o Ensino Médio; respeito aos valores estéticos, políticos e éticos; desenvolvimento de competências para a laborabilidade; flexibilidade, interdisciplinaridade e contextualização; identidade dos perfis profissionais de conclusão de curso; atualização permanente dos cursos e currículos e autonomia da escola em seu projeto pedagógico. No âmbito do ensino técnico profissionalizante da UFPB, destaca-se a Escola Técnica de Saúde, criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, como Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e posteriormente passando a ser denomina Escola Técnica de Saúde da UFPB através da Resolução CONSUNI n° 05/2000, em 31/05/2000. Está vinculada à Universidade Federal da Paraíba através do Centro de Ciências da Saúde, com sede na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba. Contempla os três pilares: ensino, pesquisa e extensão. Além dos cursos técnicos oferecidos, trabalha com capacitações e projetos de extensão.

Inicialmente, oferecia apenas o Curso Técnico de Enfermagem. Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução CONSEPE nº 59/2006, e o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, curso este aprovado pela Resolução CONSEPE n° 16/2007. A Escola Técnica de Saúde tem como missão, proporcionar a formação profissional e tecnológica em saúde através do ensino, pesquisa e extensão, contribuindo com o desenvolvimento sócio, econômico, cultural e o pleno exercício da cidadania. Os Cursos Técnicos ofertados pela ETS formam e qualificam profissionais para atuar em diferentes campos de trabalho na área da saúde, oferecendo mecanismos para a educação permanente, através do ensino técnico profissionalizante. O compromisso com a formação de futuros profissionais, numa perspectiva de ser social, reflexivo, solidário e criativo, que venham atender com qualidade as demandas da sociedade, impulsiona o projeto de expansão da Escola Técnica de Saúde. O Curso Técnico em Cuidados de Idosos, a que se propõe este projeto, visa habilitar profissionais para cuidar da pessoa idosa.

1.0 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

O Curso Técnico em Cuidados de Idosos consiste em uma das propostas de formação associada à melhoria da qualidade de vida, à preservação e utilização da natureza e ao desenvolvimento e inovação do aparato tecnológico de suporte e atenção à Saúde. Está inserido no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio – MEC/SETEC (BRASIL, 2012). O referido curso encontra-se inserido no eixo tecnológico ambiente e saúde, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96, Seção IV-A atualizada pela lei 11.741/08, bem como demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil. Será realizado de forma subsequente com carga horária total de 1.200h/aula. O regime de funcionamento será de 2ª a 6ª feira no (s) períodos manhã, tarde ou noite. O regime de matricula será semestral, com turmas de no mínimo 30 alunos e no máximo 40 alunos. A modalidade de oferta será através de aulas presenciais. O curso está previsto para ser desenvolvido em 1ano e 6 meses.

3.0

JUSTIFICATIVA

De acordo com o censo demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, a população brasileira atingiu um total de 190.732.694 habitantes, dos quais aproximadamente 12,4% representam as pessoas com 60 anos ou mais, consideradas pessoas idosas. Projeções do IBGE (2013) apontam para uma população idosa que irá passar dos 22.1 milhões em 2013 para 73.551.010 em

2060. A Paraíba passará dos seus atuais 433.747 mil para 718.126 mil pessoas idosas. O processo de transição demográfica vem proporcionando alterações consideráveis no perfil de saúde da pessoa idosa, convivência maior com doenças crônicas e incapacidade funcional, favorecendo a uma maior vulnerabilidade e dependência, aumentando os demandantes de cuidados em meio à diminuição de descendentes para cuidar. A família, que culturalmente é a provedora de cuidados, sofre transformações estruturais decorrentes da queda da natalidade, mudanças nos padrões de nupcialidade e o ingresso da mulher no mercado de trabalho. Neste cenário, as mudanças apresentadas na conjuntura familiar apontam para uma nova divisão de trabalho para a provisão de cuidados à pessoa idosa (CAMARANO & KANSO, 2010). Segundo Litovic & Brito (2004), os índices crescentes de pessoas idosas impõem situações desafiadoras ao poder público, sociedade, família e indivíduos, no que se refere à elaboração de estratégias que favoreçam uma longevidade com preservação da autonomia e independência, alicerçada na promoção de uma vida ativa e saudável. Diante das necessidades provenientes desse acelerado processo de envelhecimento, justifica-se a necessidade de formação de profissionais com conhecimento técnico e científico que promovam cuidados as pessoas idosas com limitações físicas, social e psicológica, que não conquistaram ou reduziram sua autossuficiência,

assim

como

aquelas

independentes

com

necessidades

de

acompanhamento e estímulo à sua independência. Aliada a esse contexto, a Escola Técnica de Saúde da UFPB conta com uma equipe de professores capacitados, sendo que quatorze (14) destes possui Doutorado em Gerontologia Biomédica, resultados da política de expansão que vivencia a Escola. A proposta de implantação do Curso Técnico em Cuidados de Idosos faz parte também da análise de vários contextos de inserção da pessoa idosa observada pelos docentes no processo de doutoramento em Gerontologia Biomédica, sendo a formação qualificada de profissionais para a atenção a pessoa idosa, uma das ações pretendidas.

A pessoa idosa requer uma atenção especializada; os serviços de saúde necessitam de instrumentos que os auxiliem na adequação da assistência a essa clientela; a família precisa de um suporte técnico científico capaz de atender as necessidades oriundas do processo de envelhecimento e, a sociedade, incluindo os gestores públicos, precisa compreender e acolher de maneira eficaz o processo de envelhecimento e suas implicações. O cuidado a pessoa idosa demanda profissionais com formação adequada que inclui os aspectos da vida de forma a garantir atendimento humanizado. Dessa forma, os componentes curriculares integram-se e articulam-se promovendo saberes científicos e tecnológicos, como base para a formação técnica dos cuidadores.

2.0 OBJETIVOS DO CURSO 4.1

OBJETIVO GERAL Formar cuidadores de idosos capazes de atuar de modo ético, comprometidos com a qualidade de vida da pessoa idosa.

4.2

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

● Oferecer um processo de formação que amparado na educação geral obtida no nível médio assegure a integração entre a formação geral e a de caráter profissional; ● Oferecer experiências teóricas e práticas na área de cuidados com a pessoa idosa que consolidem o “saber fazer”; ● Enfatizar os aspectos preventivos do cuidado e proporcionar ao estudante o conhecimento in loco do sistema de saúde e atenção à pessoa idosa; ●

Vincular,

através

da

integração

ensino-serviço,

uma

formação

contextualizada. ● Valorizar em todo o processo educativo a importância da preservação dos recursos e do equilíbrio ambiental;

● Capacitar Técnicos em Cuidados ao Idoso capazes de identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde doença; ● Proporcionar conhecimentos na área biopsicossocial e espiritual que permitam uma prática adequada e a construção de habilidades no cuidado com a pessoa idosa; ● Habilitar Técnicos em Cuidados ao Idoso capazes de atuar e interagir com diferentes profissionais e com os familiares diferenciando a responsabilidade de cada um nos diferentes níveis de atendimento a pessoa idosa; ● Preparar Técnicos em Cuidados de Idosos, com base teórica e prática, capazes de compreender e fazer uso das normas de biossegurança no exercício da função e princípios éticos que regem sua conduta. ● Adquirir conhecimento técnico, científico e humanístico que permitam cuidar da pessoa idosa, interagindo com familiares, grupos sociais e comunidade desenvolvendo atividades de promoção, prevenção, apoio à recuperação e reabilitação da pessoa idosa; ● Desenvolver capacidade de reflexão, de trabalho em equipe, de flexibilidade e de resolução de problemas no ambiente de trabalho; ● Capacitar Técnicos em Cuidados ao Idoso capazes de responder às demandas de diferentes grupos sociais, respeitando as diferenças culturais, sociais, étnicas e econômicas envolvendo-se na definição das estratégias de atenção e cuidados formuladas de forma participativa e solidária com o usuário da saúde. ● Desenvolver competências profissionais capazes de mobilizar, articular e colocar em prática conhecimentos, habilidades e valores indispensáveis ao bom desempenho das atividades de cuidados com a pessoa idosa; ● Oferecer experiências de aprendizagem que permitam o desenvolvimento de atividades que contribuam na promoção da autonomia e hábitos saudáveis de vida no processo de envelhecimento; ● Contribuir com a melhoria da qualidade dos serviços prestados a comunidade através da promoção profissional e educacional do Técnico em Cuidados ao Idoso; ● Preparar o educando para a autonomia intelectual e para a educação continuada de forma a garantir sua adaptação às novas formas de ocupação.

5.0

REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO

O acesso no Curso Técnico em Cuidados de Idosos dar-se-á através de um dos seguintes processos seletivos, conforme definido pela instituição: 1 – Processo seletivo para alunos que tenham concluído o Ensino Médio, considerando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) ou a nota obtida em seleção organizada pela instituição para classificação dos candidatos, observando-se o limite de vagas ofertadas. 2 – Processo Seletivo por meio do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (SISUTEC), gerenciado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação(MEC), para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); 3 – Processo Seletivo de transferência facultativa (voluntária), reingresso e ingresso de alunos portadores de diploma de cursos técnicos de nível médio do mesmo eixo tecnológico, para as vagas remanescentes do curso, quando houver desistência, abandono ou evasão de alunos de outras turmas. O processo seletivo será divulgado através de edital publicado na Imprensa Oficial, com indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo, além do número de vagas oferecidas. Serão obedecidos os percentuais mínimos estabelecidos na Lei nº 12.711 de 29 de agosto de 2012, regulamentada pelo Decreto nº 7.824/2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas. Em casos de o curso ser ofertado pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONATEC, os candidatos serão selecionados em conformidade com a legislação vigente, por meio de Seleção Unificada, regido por edital publicado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica - SETEC/MEC.

6.0

PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

O profissional deve adquirir os conhecimentos necessários para executar com segurança, atividades que visem o bem estar da pessoa idosa nos aspectos biológico, psicológico, social e espiritual. Diante do exposto, baseado no perfil descrito no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e no processo de ensino e aprendizagem, este curso propõe-se a formar profissionais com o seguinte perfil: ● Desempenhar suas atividades profissionais com responsabilidade, justiça e competência considerando os princípios básicos de universalidade, equidade e integralidade de atenção às pessoas idosas; ● Cuidar da pessoa idosa com limitação de movimento, acamada ou não, como também da pessoa idosa independente. ● Cuidar da pessoa idosa nos aspectos físico, mental, cultural e social. ● Acompanhar a pessoa idosa em atividades de rotina e auxiliar nos cuidados de higiene, alimentação e hidratação. ● Estimular atividades físicas, de lazer, e ocupacionais. ● Estimular o autocuidado contribuindo para a manutenção da autonomia e independência e consequente melhoria da qualidade de vida. ● Conhecer a realidade em que a pessoa idosa está inserida sendo capaz de transformarse e ao mesmo tempo atuar como agente ativo de transformação social da sua realidade ● Atuar como agente ativo em constante aprimoramento profissional acompanhando a evolução técnica cientifica do mundo do trabalho; ● Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade; ● Realizar trabalho em equipe, correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou ciências tendo em vista o caráter interdisciplinar da área; ● Aplicar princípios e normas de segurança no trabalho;

● Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos das pessoas idosas; ● Prestar informações ao usuário, ao sistema de saúde e de outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados; ● Executar Ações de cuidador de pessoas idosas em instituição de saúde, domicílios, Instituições de Longa Permanência e outros.

7.0 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES 7.1

COMPETÊNCIAS

• Exercer as atividades do cuidado à pessoa idosa, com fundamentos nos princípios científicos. • Conhecer a importância da manutenção da autonomia e independência da pessoa idosa; • Desempenhar as atribuições do Técnico em Cuidados de Idosos, com responsabilidade, compromisso e respeito à pessoa idosa. • Identificar estrutura e organização dos serviços de apoio a pessoa idosa. • Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença. • Definir as características das técnicas de cuidado relacionadas à higiene, conforto, segurança, alimentação, hidratação e eliminações do assistido. • Identificar as atividades desenvolvidas pela pessoa idosa, dentro de sua capacidade física e cognitiva. • Exercer as atividades do cuidado à pessoa idosa com limitação de movimento, acamada ou não, como também da pessoa idosa independente. • Reconhecer a técnica da lavagem das mãos como um dos procedimentos básicos no controle de infecção, executando-a antes e depois do atendimento a pessoa idosa. • Conhecer sinais, sintomas e formas de tratamento das principais doenças que acometem a pessoa idosa, promovendo ações que visem sua prevenção e controle.

• Conhecer os agravos à saúde que ameaçam a vida nas situações de urgência e emergência. • Conhecer os aspectos bio-psico-social-espiritual da pessoa idosa necessários ao cuidado. • Identificar lesões e sequelas decorrentes de processos patológicos, tratamentos e procedimentos realizados. • Identificar sinais e sintomas que indiquem agravamento no quadro clínico da pessoa idosa. • Conhecer atividades lúdicas; • Conhecer a importância da realização de atividade física e laborativa para um envelhecimento ativo • Conhecer os princípios da bioética. • Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho. • Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade. • Realizar trabalho em equipe, correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou ciências, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área. • Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental. • Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos do usuário. • Identificar e aplicar princípios e normas de conservação de recursos não renováveis e de preservação do meio ambiente. • Aplicar princípios ergonômicos na realização do cuidado a pessoa idosa. • Avaliar riscos de negligencia e imprudência ao executar procedimentos técnicos. • Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção. • Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com exigências do campo de atuação.

• Prestar informações a pessoa idosa, familiares, sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados. • Utilizar recursos e ferramentas de informática específicos da área. • Reconhecer a humanização como elemento fundamental no cuidar do assistido. • Identificar as diversas formas de trabalho e locais de atuação dos profissionais Técnicos em Cuidados de Idosos. • Conhecer os princípios éticos e legais, de forma a adotar postura adequada ao trato com o assistido/família/comunidade e com os outros profissionais da equipe de trabalho. • Identificar as organizações sociais existentes na comunidade, a fim de divulgá-las aos seus assistidos. • Identificar e avaliar consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho nesta área, com vistas à sua própria saúde e segurança. • Interpretar as legislações e normas de segurança e os elementos básicos de prevenção de acidentes no trabalho. • Identificar doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho na saúde, assim como as respectivas ações preventivas. • Conhecer as estratégias empregadas pela população local para viabilizar o atendimento das necessidades do assistido, com o objetivo de oferecer alternativas contextualizadas. • Conhecer a legislação trabalhista. • Avaliar junto com a equipe e/ou familiar a qualidade da assistência prestada. • Conhecer os serviços de atuação do cuidador, a exemplo: instituição de saúde, domicílios, Instituições de Longa Permanência e outros. • Reconhecer necessidade de atualização profissional na área de geriatria e gerontologia e nas técnicas do cuidado a pessoa idosa.

7.2

HABILIDADES • Prestar cuidados a pessoa idosa independente, com limitação de movimento, acamada ou não, atendendo as necessidades de higiene, conforto, segurança, alimentação, hidratação e eliminações. • Colaborar no planejamento e organização da assistência a pessoa idosa. • Executar o plano de cuidados, em conjunto com a família e ou equipe multiprofissional. • Interagir com a equipe de trabalho em prol da organização e eficácia da assistência. • Acompanhar a pessoa idosa nas atividades de vida diária, nos cuidados de higiene, alimentação e hidratação. • Utilizar técnicas de comunicação interpessoal nas ações de orientação do assistido/família/comunidade com vistas à promoção da saúde. •

Atuar

como

agente

de

saúde,

informando

e

orientando

o

assistido/família/comunidade sobre hábitos e medidas geradoras de melhor qualidade de vida. • Utilizar equipamentos de trabalho seguindo os princípios de segurança e manutenção preventiva. • Aplicar normas de higiene e biossegura, de acordo com a legislação vigente, na realização do trabalho, para proteger a sua saúde e a do assistido. • Realizar limpeza adequada dos materiais e ambientes de trabalho. • Aplicar técnicas adequadas de manuseio e descarte de resíduos, fluídos, agentes biológicos, físicos químicos e radioativos segundo as normas de biossegurança. • Adotar as medidas de prevenção/proteção recomendadas para evitar doenças transmissíveis. • Empregar princípios de qualidade na prestação de serviços. • Executar técnica de banho no leito, em situações que requeiram o procedimento.

• Incentivar o autocuidado, a realização de atividades físicas, de lazer e ocupacionais. • Orientar procedimentos que promovam o autocuidado da pessoa idosa. • Preservar a capacidade funcional da pessoa idosa ao máximo, auxiliando sua adaptação às limitações consequentes das doenças. • Estabelecer comunicação eficiente com o assistido e seus familiares, visando à efetividade das ações realizadas. • Executar atividades de lazer e ocupacionais. • Proceder a lavagem das mãos antes e após a realização de procedimentos técnicos. • Realizar posicionamentos corretos, mudanças de decúbito e proteção dos membros e tronco do assistido de modo a evitar complicações e/ou sequelas. • Prestar cuidados que atendam às necessidades básicas do assistido. • Prestar cuidados a pessoa idosa em situação de urgência e emergência, ao nível de sua competência. • Desempenhar ações de competência do cuidador da pessoa idosa em instituição de saúde, domicílios, Instituições de Longa Permanência e outros. • Tomar as medidas cabíveis, ao nível de sua competência, no caso de agravamento do estado de saúde do assistido. • Ajudar a estabelecer parâmetros para avaliação da qualidade da assistência à pessoa idosa. • Manter-se atualizado em geriatria e gerontologia e nas técnicas do cuidado. • Participar de negociações coletivas trabalhistas.

8.0

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do Curso Técnico em Cuidados de Idosos observa

as determinações legais presentes no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do

Ministério da Educação, Resolução n° 06 do CNE/CEB de 20 de Setembro de 2012, da Seção IV-A da Lei n° 9394/96, bem como as diretrizes do Projeto Pedagógico Institucional e do Regulamento Didático n° 01/2014 da ETS/CCS/UFPB. Foi elaborada apartir da análise das necessidades e perspectiva da sociedade, buscando atender as demandas provenientes do acelerado crescimento da população idosa. O Curso está estruturado em módulo sem terminalidade, objetivando estudos subsequentes. Ao término dos três módulos e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, o aluno receberá o Diploma de Técnico em Cuidados de Idosos. Os módulos foram organizados segundo os níveis de complexidade de seus componentes, existindo os seguintes pré-requisitos: A disciplina Agravos e doenças crônicas que acometem a pessoa idosa é pré-requisito para a disciplina cuidados com a saúde da pessoa idosa I. E essa como Pré-requisito para a disciplina cuidados com a saúde da pessoa idosa II. Os módulos tem uma formulação progressiva em que o estudante percorre vários cenários de atenção à pessoa idosa e vai passando, paulatinamente, por cenários do cuidado, da atenção à pessoa idosa independente a dependente de cuidados, ou seja, de temas gerais a temas específicos, da atenção em domicilio no contexto familiar a serviços de atenção à pessoa idosa. O principal objetivo desta estruturação é proporcionar ao aluno a compreensão da pessoa idosa no contexto da comunidade, suas relações familiares, os determinantes das doenças para só então, poder desempenhar as técnicas do cuidado. Diante do exposto, os módulos propõem: Módulo I - Estudo dos conteúdos referentes à formação básica de saúde proporcionando embasamento teórico prático para o cuidado da pessoa idosa; Módulo II – Propicia o desenvolvimento de habilidades e práticas relativas à assistência a pessoa idosa, com enfoque na promoção da saúde, estímulo à autonomia e independência, bem como na prevenção de agravos e doenças e na oferta de cuidados que ofereçam conforto e segurança ao assistido; e Módulo III – Aprimora as habilidades adquiridas e desenvolvimento de novas habilidades para intervir em diversos contextos do cuidado, desde a atenção a pessoa idosa independente a dependente, proporcionando-lhe uma maior qualificação profissional.

Essa organização curricular propõe formar profissionais proativos, uma das grandes qualidades que as instituições buscam na personalidade de um indivíduo. Busca-se integrar teoria e prática no processo de formação, considerando a necessidade de um currículo que abranja um contínuo e permanente processo de prática de ensino, onde atividades do fazer orientadas pelo conhecimento teórico possam integrar e consolidar a formação dos alunos e futuros profissionais. Segundo a Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 de Setembro de 2012, no Art. 21 parágrafo 1º, a prática na Educação Profissional compreende diferentes situações de vivência, aprendizagem e trabalho, como experimentos e atividades específicas em ambientes especiais. Integra-se a carga horária mínima prevista para o curso. Os trabalhos de conclusão de curso deverão ser orientados pelos docentes do curso e/ou docentes do quadro de professores da ETS, que desenvolvam atividades de inserção na área de geriatria e/ou gerontologia. O TCC Poderá assumir um dos seguintes formatos: estudo de caso, relato de experiência, revisão bibliográfica, artigo científico, elaboração de cartilha, relatório, entre outros. A opção de relatório de atividades de pesquisa e extensão será válida, caso o projeto de pesquisa e/ou extensão tenha inserção na área de geriatria e gerontologia e o relatório seja construído com a orientação do professor responsável pelo projeto. Será constituída banca de avaliadores para os trabalhos, podendo ser escolhida pelo orientador e/ou coordenação de curso. A versão final do TCC com as correções da banca deverá ser apresentada a coordenação do curso antes da entrega dos diplomas. Segundo Ramos & Belezia (2011), autoras do manual: Planejamento e desenvolvimento do TCC, a sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à profissão, desenvolvido mediante controle, orientação e avaliação docente, é mais uma ferramenta que permitirá aos alunos o conhecimento do campo de atuação profissional, com suas peculiaridades, demandas e desafios. È necessário que cada escola propicie oportunidades para construção do TCC, considerando que o efetivo desenvolvimento de competências implica na adoção de sistemas de ensino que permitam a verificação da aplicabilidade dos conceitos tratados em sala de aula.

Fundamenta-se nesse manual a importância dos trabalhos para a formação técnica, tendo como eixo a aplicabilidade do saber teórico/prático. O curso terá carga horária total de 1.200 horas/aula, sendo distribuídas em atividades teóricas e práticas. As atividades teóricas serão desenvolvidas em salas de aula da ETS e as atividades práticas ocorrerão em laboratórios devidamente instrumentados para as técnicas do cuidado e nos serviços de atenção a pessoa idosa.

8.1 METODOLOGIA As atividades didático-pedagógicas estão pautadas na contextualização dos conhecimentos, valorizando as experiências dos alunos e seus saberes prévios, considerando os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno. Na mediação das atividades que integram teoria e prática o docente deve exercer suas atividades de maneira que favoreça a identificação de problemas em diversos contextos e que estes tenham características desafiadoras, orientando na busca de informações, estimulando o uso do raciocínio lógico e da criatividade, considerando que a competência é formada pela prática e que esta se dá em situações concretas.

8.2

MATRIZ CURRICULAR Para a construção da matriz curricular foram observados as determinantes legais

presentes n Lei nº 11.741, de 16 de Julho de 2008, e na Resolução CNE/CEB nº 06 de 20 de Setembro de 2012, integrada por disciplinas, atividades acadêmicas, científicas, prática profissional e elaboração de trabalho de conclusão de curso. A matriz Curricular do Curso em Cuidados de Idosos está representada no Quadro 1. Quadro1 – Matriz curricular do Curso Técnico em Cuidados de Idosos – ETS/CCS/UFPB Disciplinas

40h 40h 40h 32h

Módulo II

O cuidado e o cuidador Prática integrada ao cuidado Envelhecimento humano Processo saúde e doença Psicologia do envelhecimento Linguagem e prática discursiva Anatomia e fisiologia humana no processo envelhecimento Prevenção de acidentes domésticos e primeiros socorros Bioética e espiritualidade Relações interpessoais e empreendedorismo Higiene ocupacional

Carga horária Carga horária teórico/prática do módulo 32h 36h 44h 40h 32h 32h 424h de 56h

Informática na atenção a pessoa idosa Política pública e envelhecimento Agravos e doenças que acometem a pessoa idosa Farmacologia básica Nutrição e envelhecimento Cuidados com a saúde da pessoa idosa I Saúde bucal e envelhecimento Construção do TCC I Envelhecimento, Sexualidade e gênero

28h 56h 108h 32h 28h 120h 32h 36h 32h

Módulo III

Módulo I

Módulos

Construção do TCC II Contação e Audição de histórias: estimulando a memória ancestral Cuidados com a saúde da pessoa idosa II Emergência Geriátrica Lazer, atividade física e laborativas Total da carga horária do curso

40h 60h

472h

84h 40h 80h

304h

1.200h

9.0

CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E

EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

As competências desenvolvidas pelos alunos em formações prévias, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Cuidados de Idosos poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. Segundo as orientações contidas no Regulamento Didático da ETS(2013), poderão ser aproveitados no curso: Conhecimentos adquiridos e experiências anteriores oriundas do mundo do trabalho em diferentes instituições, inclusive fora do ambiente escolar, com o fim de alcançar a dispensa de disciplina(s) integrante(s) da matriz curricular do curso, mediante requerimento junto à Secretaria de Curso, observando os prazos determinados no Calendário Escolar. (Redação adaptada do Regimento Interno da ETS, art. 53). Nos casos de equivalência de estudos, o interessado apresentará à Coordenação do Curso, seu Histórico Escolar acompanhado dos programas das disciplinas cursadas com a respectiva carga horária, bem como da comprovação do reconhecimento ou autorização do curso de origem. O requerimento deverá ser protocolado na Secretaria de Curso que o encaminhará à respectiva Coordenação do Curso para apreciação e emissão do parecer no prazo de até 15 (quinze) dias úteis e seu encaminhamento para Secretaria de Curso. A Coordenação de Curso encaminhará o requerimento de equivalência de estudos a um docente especialista da disciplina em questão, que realizará a análise de equivalência entre a disciplina cursada e a objeto de dispensa a partir dos programas das disciplinas em discussão e do histórico escolar do discente. O aproveitamento de estudos só poderá ser concedido quando for configurada a equivalência ou a compatibilidade, por semelhanças, entre os conteúdos programáticos e a carga horária do componente curricular na instituição de origem e na ETS. Poderá ser considerada equivalente a carga horária igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) da carga horária do componente curricular oferecido pela ETS. Diante de parecer favorável, a Secretaria de Curso realizará a atualização no Sistema Acadêmico (SIGAA), implantando, sob forma de dispensa, no registro escolar do interessado, a carga horária e a nota de aprovação efetivamente obtidos no estabelecimento de origem. As solicitações de certificação de conhecimentos adquiridos e experiências

anteriores oriundas do mundo do trabalho em diferentes instituições, fora do ambiente escolar deverão ser protocoladas na Secretaria de Cursos e preenchidas em formulário próprio e encaminhadas à Coordenação de Curso, respeitando-se as datas previstas em calendário acadêmico. O aproveitamento dar-se-á mediante a aplicação de prova teórica ou teóricoprática, realizada por uma banca examinadora, a qual caberá emitir parecer conclusivo sobre o pleito.

10

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

A avaliação se faz presente em todo processo de desenvolvimento do currículo. Retrata a aprendizagem alcançada pelo aluno ao final ensino teórico-prático. Constituise em importante suporte ao processo ensino e aprendizagem, bem como de orientação para o professor planejar suas ações, visando ajudar o aluno a prosseguir, com êxito, seu processo de formação. A avaliação da aprendizagem do Curso Técnico em Cuidados de Idosos tem caráter formativo, concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva e processual. Prioriza os aspectos qualitativos sobre os quantitativos (art. 24 da Lei 9.394, de 20.12.1996). A prevalência dos aspectos qualitativos da aprendizagem será relevante o desempenho nas atividades críticas, à capacidade de síntese e à elaboração sobre a memorização, buscando formar um profissional crítico, reflexivo e criativo, que possa atender as diversidades inerentes aos seus assistidos. A avaliação do desempenho escolar será realizada por componentes curriculares, considerando aspectos de assiduidade e rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do discente e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas previstas no plano de ensino de cada disciplina. Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, ressalvado o disposto no Art. 54, alínea a e b, o discente deverá apresentar frequência às atividades didáticas programadas para cada disciplina de, pelo menos, 75% da carga horária prevista, considerando os conteúdos teóricos e práticos. Será aprovado o discente que, numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), observando os indicadores de conhecimento teórico e prático de cada disciplina, obtiver média igual ou superior a 7 (sete) na disciplina, no período letivo correspondente.

10.1 ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO A recuperação de estudos consiste, prioritariamente, de revisão de conteúdos ministrados, segundo dados concretos da situação do discente, com orientação e acompanhamento por parte do docente, sendo realizada de forma contínua e especial. A recuperação processar-se-á continuamente em sala de aula, na qual o docente criará novas situações de aprendizagem e dará atendimento aos discentes que dele necessitarem, mediante atividades diversificadas, ou em período extraclasse, mediante elaboração, pelo docente, de um cronograma de trabalho. Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, em cada disciplina será aprovado o aluno que obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6 (seis) a média dos exercícios escolares e peso 4 (quatro) a nota dos exercícios programados para a recuperação, ressalvado o disposto no Art. 54, alínea c, do Regimento Geral, ou seja, aqueles que passarem regularmente com média 7,0.

11

BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

A Escola Técnica de Saúde da UFPB possui estrutura física que atende as necessidades do curso. 11.1 BIBLIOTECA Observa-se no quadro 2 a relação dos livros contidos na sala de leitura da ETS/CCS/UFPB que poderão ser utilizados pelo Curso Técnico em Cuidados de Idosos QUADRO 2 – Relação dos livros contidos na sala de leitura da ETS/CCS/UFPB REFERÊNCIAS ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde,

2012. (Série E. Legislação de Saúde). CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL GESTÃO 2007/2010. Relatório de inspeção a instituições de longa permanência para idosos (ILPIs). Brasília: CFP, 2008. FREITAS, E. V, et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

LUECKENOTTE, A. G. Avaliação em Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002. CHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. 2 CARVALHO, V. A. de. et al. (Org.). Temas em psico-oncologia. São Paulo: Summus, 2008. CASCIATO, D. A. Manual de Oncologia Clínica. São Paulo: Tecmedd, 2008. FONSECA, S. M. da et al. Manual de quimioterapia antineoplásica. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2000. ISSA, J. S. Tabagismo e doença cardiovascular. São Paulo: Planmark, 2007. LEVY, J. A. et al. Doenças musculares: estudo clínico e diagnóstico. São Paulo: Atheneu, 2001. LEWBWOHL, M. G.; D’ACRI, A. M. Atlas de dermatologia & doenças sistêmicas. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. LOMBA, M.; LOMBA, A. Clínica Médica. Olinda, Pernambuco: Grupo Universo,

2006. (Saúde Total, v.1). OTHERO, M. B. et al. (Org.). Terapia ocupacional: práticas em Oncologia. São Paulo: Roca, 2010. OTTO, S. E. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002. SANTELLO, J. L. Comorbidades: micro e macrovasculares. São Paulo: BBS Editora, 2008. VAN BELLE, B. et al. Doença aterosclerótica periférica. 2 ed. São Paulo: BBS Editora, 2007. BEZERRA, V. P. (Org.). HIV e AIDS: desvelando realidades para o cuidar. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2005. BRANCHINI, M. L. M. Paciente em foco: principais infecções fúngicas no paciente com infecção pelo HIV. São Paulo: PlanMark, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Atlas de leishmaniose Tegumentar Americana: Diagnósticos clínico e diferencial. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. (Série A. Normas e Manuais técnicos). BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância epidemiológica: AIDS/HEPATITES virais. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de prevenção de Assistência e aconselhamento em HIV/AIDS para profissionais de saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de vigilância da leishmaniose Tegumentar Americana. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. BRASIL. Ministério da Saúde. Prevenção e controle das DST/AIDS na comunidade: Manual do agente comunitário de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo para a prevenção de transmissão vertical de HIV e sífilis. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Série Manuais; n.80). PIMENTA, C.; SOUTO, K. Políticas e diretrizes de prevenção das DST/AIDS entre mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2003. (Série Manuais, n. 57). CAMON, V. A. A. et al. A ética na saúde. São Paulo: Pioneira, 2002. ANVISA. Higienização das mãos em serviços de saúde. São Paulo: COREN, 2007. DESTRUTI, A. B. C. B. Noções básicas de farmacotécnica. São Paulo: Senac SP,

2001. (Série Apontamentos Saúde, n. 47). DESTRUTI, A. B. C. B.; ARONE, E. M.; PHILIPPI, M. L. S. Introdução à

farmacologia. 3 ed. São Paulo: Senac SP, 2001. (Série Apontamentos Saúde, n. 20). DESTRUTI, A. B. C. B.; ARONE, E. M.; PHILIPPI, M. L. S. Cálculos e conceitos em farmacologia. 2.ed. São Paulo: Senac, 2001. LIMA JÚNIOR, E. M. et al. Tratado de queimaduras no paciente agudo. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. PEREIRA, M. A. LOLA, M. J. de F.; AZEVEDO, W. F. Primeiros Socorros. João Pessoa: Almeida, 1995. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual técnico para o controle da tuberculose. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. (Cadernos de Atenção Básica; n. 6). BRASIL. Ministério da Saúde. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: manual de hipertensão arterial e diabetes mellitus. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fisioterapia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde do trabalhador. Brasília: Ministério da Saúde,

2001. (Cadernos de Atenção Básica; n. 5). BRASIL. Ministério da Saúde. Violência intrafamiliar: orientação para a prática em serviço. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. (Cadernos de Atenção Básica; n. 8). DIAS, H. P. Direitos e obrigações em saúde. Brasília: ANVISA, 2002. IBGE. Perfil dos municípios brasileiros: pesquisa de informações básicas municipais. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. KUBLER – ROSS, E. Sobre a morte e o morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes. 8 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

11.2

INSTALAÇÕES

– 03 salas destinadas, respectivamente a recepção, Secretaria da Escola e Direção da escola; – 03 salas destinadas, respectivamente, a Coordenação, Secretaria e arquivo do Curso; – Elevador para pessoas com limitação física terem acesso às salas de aula do primeiro andar – 01 sala para atendimento ao aluno; – 01 sala de leitura; – 01 sala de informática; – 01 sala de almoxarifado; – 01 Laboratório de técnicas contendo: 01 sala com a unidade do paciente; 01 sala com lavabo para treinamento de técnicas de lavagem das mãos; – 01 sala destinada a ambiente de professor; – 01 laboratório de anatomia (comum ao terceiro grau), contando com 02 salas destinadas ao acondicionamento das peças anatômicas e 03 salas destinadas às aulas práticas; – 01 Hall amplo para livre circulação; – 04 banheiros; – 06 salas de aulas – 01 auditório.

11.3

RECURSOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

Mesas, cadeiras, estante fechada, arquivos de aço, microcomputador, impressoras, scaner, Copiadora, estante fechada e aberta, arquivos de aço, acervo bibliográfico (livros, periódicos, entre outros), quadro de avisos, pia de inox, carteiras, tela de projeção, retroprojetor, unidade do paciente (camas, armários, cadeira de rodas, andador, escadinha, hamper, aparadores etc.). Manequins modernos (adulto) para prática de transporte, movimentação e banho no leito, colchonetes, geladeira, fogão.

12

PERFIL

DO

PESSOAL

DOCENTE

E

TÉCNICO-

ADMINISTRATIVO

12.1

PERFIL DOCENTE Os professores do Curso Técnico em Cuidados de Idosos pertencem ao

magistério de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, e alguns docentes pertencem ao magistério de Ensino Superior da UFPB, conforme apresentado no Quadro 3. Os professores das turmas ofertadas pelo PRONATEC serão definidos através de processo seletivo simplificado elaborado pela instituição ofertante, de acordo com as normas estabelecidas na Resolução CD/FNDE n° 04 de 16 de março de 2012, na lei n° 12.513/2011 que institui o PRONATEC. Quadro 3 – Relação dos Professores da ETS/CCS/UFPB Professores Formação Titulação 1Andrea Mendes Doutora em Gerontologia Araújo Enfermeira Biomédica, 2 Ângela Amorim de Araújo 3 Cacilda Chaves Morais de Lima 4 Djacyr Magna Cabral Freire

5 Eliete Alves da Silva 6 Fábia Danielle Sales Cunha Medeiros e Silva 6 Fernanda Maria Chianca da Silva 7 Gildeci Alves de Lira 8 Icléia Honorato da Silva Carvalho 9 Ismênia Mangueira S. Medeiros

Enfermeira Odontóloga

Enfermeira

Enfermeira

Doutora em Gerontologia Biomédica Doutora em Gerontologia Biomédica Doutora em Tocoginecologia, Mestre em Enfermagem em Saúde Pública Mestre em Enfermagem em Saúde Pública

Odontóloga

Doutora em Ciências e engenharia de materiais

Enfermeira

Doutora em Gerontologia Biomédica

Bióloga

Enfermeira Técnico de Nível Superior em Processamento

Disciplina do curso O cuidado e o cuidador; Agravos e doenças que acometem a pessoa idosa. Emergência Geriátrica e prevenção de acidentes domésticos e primeiros socorros Saúde bucal e envelhecimento Relações interpessoais e empreendedorismo

Políticas públicas e envelhecimento Higiene ocupacional;

Agravos e doenças que acometem a pessoa idosa. Pratica Integrada Doutora em Gerontologia ao cuidado. O cuidado e o Biomédica cuidador. Agravos e doenças que Especialista em Enfermagem acometem a pessoa idosa. Pediátrica

Doutora em Educação

Informática na atenção a pessoa idosa; Construção do TCC I e II.

de Dados 10 Ivanilda Lacerda Pedrosa 11 Jeane Gomes e Claudino 12 Kalina Coeli Costa 13 Késia de Macedo Reinaldo de Farias Leite 14 Luiza Amélia F. de Andrade 15 Maria Betânea dos S. Souza 16 Maria do Socorro M. L.Silva 17 Maria Socorro de Soares 18 Márcia Virgínia Lorenzo Florêncio 19 Maria de Oliveira Alves Cavalcanti 20 Nilzamira da Silva Oliveira

21 Nailze Figueiredo de Souza Oliveira 22Renata Coelho Freitas Batista 23 Ronaldo Rodrigues Sarmento 24 Ranyeri Dávila Alves Coelho 25 Simone Helena do S. Oliveira 26 Zilda Maria C. Montenegro

Enfermeira

Doutora em Gerontologia Biomédica

Enfermeira

Mestre em Saúde Pública

Enfermeira

Mestre em Enfermagem. Especialista em Saúde da Família

Cuidados com a saúde da pessoa idosa II Envelhecimento, sexualidade e gênero Relações interpessoais e empreendedorismo Farmacologia básica;

Odontóloga

Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira

Doutora em Estomotologia Doutora em Administração Hospitalar e Sistema de Saúde Doutora em Gerontologia Biomédica. Doutora em Gerontologia Biomédica. Doutora em Gerontologia Biomédica

Agravos e doenças que acometem a pessoa idosa. Nutrição e envelhecimento Cuidados com a saúde da pessoa idosa I Bioética e espiritualidade

Enfermeira

Doutora em Gerontologia Biomédica

Envelhecimento humano

Odontóloga

Doutora em Gerontologia Biomédica

Envelhecimento humano

Licenciatura plena em LetrasPortuguês

Doutorado em Literatura e Ensino

Enfermeira

Doutora em Saúde da Criança e do Adolescente

Bióloga e Odontóloga

Doutora em Gerontologia Biomédica

Anatomia e fisiologia humana no processo de envelhecimento

Biomédico

Doutor em Gerontologia Biomédica

Processo saúde e doença

Educador Físico Enfermeira Psicóloga

Contação e audição de histórias: estimulando a memória ancestral; Linguagem e prática discursiva Cuidados com a saúde da pessoa idosa I

Mestre em Ciências da Lazer, atividade física e Saúde. laborativas Doutora em Enfermagem em Cuidados com a saúde da pessoa Promoção da Saúde idosa II Psicologia do envelhecimento; Doutora em Gerontologia Lazer, atividade física e Biomédica laborativas

12.2

PERFIL DO APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO.

O apoio técnico-administrativo do Curso Técnico em Cuidados de Idosos a ser ofertado regularmente pela escola é lotado na Escola Técnica de Saúde da UFPB. Relação descrita no Quadro 4. O apoio técnico das turmas ofertadas pelo PRONATEC será definido através de processo seletivo simplificado elaborado pela instituição ofertante, de acordo com as normas estabelecidas na resolução CD/FNDE n° 04 de 16 de março de 2012, na lei n° 12.513/2011 que institui o PRONATEC. Quadro 4 – Relação do apoio técnico-administrativo - ETS/CCS/UFPB Apoio Técnico Função Titulação 1 Aline Grams Land Administradora Mestre 2 Aline Paiva Feitosa Técnica em Enfermagem Nível Médio 3 Aremita M. Gonçalves Assistente em Administração Nível Médio 4.Christine Dantas Benício Bibliotecária/documentarista Especialista 5.Luciane Alves Coutinho Pedagoga Especialista Sarmento 6.Maria do Rosário Carvalho Assistente em Administração Especialista 7 Marcelino Pereira da Silva Auxiliar de Enfermagem Graduação 8.Maria Oselandia Rodrigues Auxiliar de Administração Especialista Leite 9.Marizilda Barbosa da Silva Assistente em Administração Especialista 10.Mércia Ferreira de Assis Técnico em Assuntos Especialista Educacionais 11.Robson Lima Palmeira Técnico em Eletroeletrônica Especialista 12.Rosa Virgínia de Oliveira Assistente em Administração Graduação 13.Theoffillo da Silva Lopes Pedagogo Mestre

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CERTIFICAÇÃO

Será conferido diploma de Técnico em Cuidados de Idosos ao aluno matriculado regularmente na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I, após a conclusão de todos os componentes curriculares constantes na Estrutura Curricular do Curso, bem como apresentado o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), mediante avaliação adotada no plano de ensino. No diploma constarão ainda as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Não haverá certificação intermediária no Curso Técnico em Cuidados de idosos, considerando que não existe itinerário alternativo para qualificação.

REFERENCIAS

ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20/12/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. _______. Lei Estadual 1.366 de 02 de dezembro de 1955. Cria a Universidade da Paraíba e dá outras providências. Disponível em: http://www.ufpb.br/sods/secretaria/Lei%201366.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. _________. Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960. Federaliza a Universidade da Paraíba, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L3835.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. _________. Lei nº. 11.741 de 16 de Julho de 2008. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. _________. Lei no 12.711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2012/Decreto/D7824.htm. Acesso em: 03 de setembro de 2014. _________. Lei Nº 12.513, de 26 de outubro de 2011. Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12513.htm. Acesso em: 28 de agosto de 2014. _________.Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília: MEC/SET, 2008. _________.Resolução CNE/CEB Nº 06/12. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. 2012. _________.Resolução CNE/CEB Nº 04/12. Dispõe sobre alterações na Resolução CNE/CEB nº 03/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. 2012.

_________ Parecer CNE/CEB Nº 39/2004. Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação. Disponível em:

http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/rede/legisla_rede_parecer392004. pdf. Acesso em: 02 de setembro de 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. Brasília: Ministério da Saúde; 2003. BRASIL. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, 2006. [acesso em 20 de maio 2014]. Disponível em: http://portal.saude.gov.br CAMARANO, A.A, KANSO, S. Como as famílias brasileiras estão lidando com idosos que demandam cuidados e quais as perspectivas futuras? a visão mostrada pelas PNADS. In: Camarano AA. Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido? Rio de Janeiro: IPEA; 2010. p. 93-122. CAMARANO, A.A;, PASINATO, M.T. O envelhecimento populacional na agenda das políticas públicas. In: Camarano AA. Os novos idosos brasileiros: muito além dos 60? Rio de Janeiro: IPEA; 2004. p. 253-292. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. GRAEFF, L. Instituições totais e a questão asilar: uma abordagem compreensiva. Estudos Interdisciplinares do Envelhecimento. 2007;11:9-27. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. http://censo2010.ibge.gov.br/: Acesso em 03 de outubro de 2014.

Disponível

em:

LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. MINAYO, M.C. S; HARTZ, Z.M. A; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciências e Saúde Coletiva, 5(1): 7-18, 2000. RAMOS, L.M.L.; BELEZIA, E.C. Planejamento e Desenvolvimento do TCC. 1 ed. São Paulo: Fundação Pe. Anchieta, 2011. 143p SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Escola Técnica de Saúde da UFPB/Quem Somos. Disponível em: http://www.ets.ufpb.br//. Acesso em: 04 de agosto de 2014. _________Resolução CONSEPE Nº 59/2013. Aprova a reestruturação do atual Regimento Interno da Escola Técnica de Saúde-ETS/CCS/UFPB, 2013. _________Regulamento didático da Escola Técnica de Saúde da UFPB. Direção de Ensino da ETS, 2013.

_________Orientação Normativa 01/2014 da ETS/CCS/UFPB. Direção de Ensino da ETS, 2014.

APÊNDICE Planos dos componentes curriculares DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: O cuidado e o cuidador Código: Carga horária: 32h Ementa O aluno estuda fundamentos do cuidado, o significado e importância de cuidar e ser cuidado, público alvo do cuidado. Fundamentos da profissão Técnico em Cuidado da pessoa idosa, com uma abordagem sócio-histórica; regulamentação da profissão, perfil do profissional e áreas de atuação. Objetivos ● Oportunizar ao aluno conhecimento sobre o cuidado e a profissão cuidador ● Contextualizar a terminologia - Cuidado ● Apresentar a estrutura física da ETS laboratórios que serão utilizados pelo curso, salas de aula, auditório entre outros. Conteúdo programático ●Significados do cuidado ●Importância do cuidado ● Fundamentos da orientação profissional. ● Abordagem sócio-histórica, processo de regulamentação da profissão. ● Perfil do cuidador de idosos ● Áreas de atuação ● Mercado de trabalho ●Cuidador informal Metodologia ● Acolhimento, oficina de integração. ● Visita aos setores da ETS que serão utilizados pelo aluno. ● Aulas expositivas e dialogadas ● Dinâmicas de grupo ● Leituras e discussões de texto ● As atividades serão desenvolvidas em sala de aula, sendo uma aula utilizada para conhecer a estrutura física da ETS e os serviços que o aluno irá disponibilizar no decorrer do curso. ● Serão utilizados data show, pincel, quadro, cartolinas, lápis, bola de assopro, caixa de som e computador. Avaliação Através do acompanhamento contínuo e processual da participação e do desempenho

das(os) discentes nas atividades da disciplina. Bibliografia Bibliografia Básica ABREU, C.B.; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(ORGS). Cuidando de quem já cuidou: o

livro do cuidador. SÃO PAULO: ATHENEU, 2009. CASTILHO, Á. A dinâmica do trabalho de grupo. 3ª ed., Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. COELHO, M.I.M; COSTA, A.E.B. A educação e a formação humana: tensões e desafios na contemporaneidade. Artmed: Porto Alegre, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. Bibliografia Complementar: LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. MINAYO, M.C. S; HARTZ, Z.M. A; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciências e Saúde Coletiva, 5(1): 7-18, 2000.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Pratica integrada ao cuidado Código: Carga horária total: 36h Ementa Ao aluno será oportunizado vivencias no contexto comunitário, priorizando os cenários de atenção a pessoa idosa e uma formação numa perspectiva contextualizada. Objetivos ● Conhecer as famílias, seus modos de vida e suas necessidades de saúde em um determinado território. ● Aprender a se relacionar com as famílias e as organizações comunitárias; ● Estabelecer vínculos com as famílias, identificando suas estratégias de vida e problemas vivenciados; ● Caracterizar o espaço/ambiente em que vivem as famílias através da técnica de territorialização. ● Identificar como as UBS estão organizadas para responder às necessidades de saúde da pessoa idosa. ● Conhecer as atividades e ações, em nível de atenção básica, implementadas pelas UBS; ● Identificar a capacidade de resposta das UBS às necessidades de saúde da população idosa de forma a garantir a integralidade da atenção; Conteúdo programático Os conteúdos serão construídos apartir das demandas advindas da vivência prática na comunidade e serviços de atenção a pessoa idosa que a integram. Metodologia Dialogada e contextualizada, visitas técnicas, discussões e apresentações. Será utilizado kit multimídia, cartolinas e pinceis anatômicos. Avaliação Avaliação será continua, considerando-se o compromisso, a participação, assiduidade e o desempenho nas discussões e atividades propostas. Bibliografia: Bibliografia Básica ABREU, C.B.Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24.

LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. Bibliografia Complementar COELHO, M.I.M; COSTA, A.E.B. A educação e a formação humana: tensões e desafios na contemporaneidade. Artmed: Porto Alegre, 2009. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Envelhecimento humano Código: Carga horária: 44h Ementa O aluno conhecerá os fundamentos da geriatria e gerontologia, as teorias que embasam o envelhecimento, epidemiologia do envelhecimento, conceito de senescência, senilidade e envelhecimento ativo. Mitos e preconceitos que acompanham o processo de envelhecimento. Reflexão sobre conceitos de qualidade de vida; discussão das diferentes dimensões da qualidade de vida, busca da compreensão dos aspectos associados à qualidade de vida da pessoa idosa, interface entre a longevidade, a saúde e a qualidade de vida. Objetivos Compreender o processo de envelhecimento humano Conhecer os mitos e preconceitos em relação a velhice Conceituar qualidade de vida; Estabelecer relações entre qualidade de vida e envelhecimento; Contextualizar as diferentes dimensões da qualidade de vida; Estabelecer a inter-relação entre longevidade, saúde e qualidade de vida; bem como estratégias para obtenção desta; Compreender a importância do cuidador na promoção e/ou manutenção de uma boa qualidade de vida para a pessoa idosa.

Conteúdo programático ● Fundamentos da geriatria e gerontologia ● Teorias do envelhecimento ● Epidemiologia do envelhecimento ● Os novos velhos do Brasil (além dos 60anos)

● Conceito de senescência, senilidade e envelhecimento ativo ●Definição de qualidade de vida ● Qualidade de vida e envelhecimento ●Dimensões da qualidade de vida: saúde física, saúde psicológica, nível de independência, relações sociais e ambientais. ●Aspectos associados à qualidade de vida da pessoa idosa ●Longevidade, saúde e qualidade de vida. ●Estratégias para uma boa qualidade de vida ●Importância do cuidador na promoção e/ou manutenção de uma boa qualidade de vida para a pessoa idosa. ● Mitos e preconceitos em relação à velhice Metodologia A disciplina será operacionalizada por meio de leituras críticas, exposições dialogadas, projeção de vídeos, trabalhos individuais e em grupo e leituras de textos. Os recursos materiais necessários para execução da disciplina: Kit multimídia (Projetor multimídia, computador ou notebook, caixas acústicas); periódicos, cavalete de flip-chart; cartolinas e pincéis atômicos. Avaliação A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Quando detectado dificuldade de aprendizagem, o estudante será conduzido a estudos de recuperação paralela. Bibliografia Bibliografia básica ABREU, C.B.; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o

livro do cuidador. São Paulo: ATHENEU, 2009. ALBUQUERQUE., S.M.R.L. Qualidade de Vida do Vida do Idoso 2º Edição – Casa do Psicólogo Livraria e Editora Ltda., 2006 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FREITAS, E.V; PY.; L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. NERI, A.L. Qualidade de Vida Na Velhice - Enfoque Multidisciplinar - 2ª Ed. - 2011 Bibliografia Complementar: CAMARANO, A.A, KANSO, S. Como as famílias brasileiras estão lidando com idosos que demandam cuidados e quais as perspectivas futuras? a visão mostrada pelas PNADS. In: Camarano AA. Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido? Rio de Janeiro: IPEA; 2010. p. 93-122.

CÍCERO, M.T. Saber Envelhecer/A Amizade. Porto Alegre: LP&M 2006. ISBN 85.254. 0717-8 GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. YOKOYAMA. C.E; CARVALHO, R.S; VIZZOTTO,M.M. Qualidade de vida na velhice segundo a percepção de idoss frequentadores de um centro de referência..Psicólogo Informação ano 10,nº 10, na/dez.2006

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Processo saúde e doença Código: Carga horária: 40h Ementa Os alunos conhecerão o processo saúde-doença, os fatores ambientais determinantes do processo saúde-doença, as necessidades humanas básicas, tipos de doenças, cadeia epidemiológica das doenças; sistema imunológico. Objetivos ● Capacitar o estudante a compreender as interações sociais e sua influência no processo saúde e doença. ●Conhecer a Influência do meio ambiente no processo saúde-doença. ●Conhecer as vacinas utilizadas pela pessoa idosa e sua importância Conteúdo programático ●Conceito de saúde e doença; ●Fatores do processo saúde e doença (biológicos, ambientais, culturais, sociais, psicológicos e culturais); ●Necessidades humanas básicas (habitação, alimentação, trabalho, segurança, educação, afetividade, espiritualidade); ●Influência do meio ambiente no processo saúde-doença; ●Saneamento básico: tratamento de água, canalização e tratamento de esgotos, limpeza pública de ruas e avenidas, coleta e tratamento de resíduos orgânicos (em aterros sanitários regularizados) e materiais (através da reciclagem), controle de insetos e roedores, fontes de contaminação, poluição, higiene e medidas profiláticas; ● Medidas de preservação dos recursos ambientais; ● Conceitos de descontaminação, tipos de limpeza, desinfecção, antissepsia e assepsia. ●Microbiologia: Características gerais dos vírus, bactérias, fungos e protozoários; ciclo evolutivo, formas de infestação, contágio e as doenças causadas por esses agentes; ● Parasitoses intestinais em idosos; ● Higiene e profilaxia;

● Sistema imunológico: relação antígeno-anticorpo, resistência e imunidade natural adquirida, Vacinas: tipos de vacina para o idoso e sua importância; Metodologia Aulas expositivas e dialogadas, visitas técnicas, discussões e apresentações; aulas práticas expositivas; utilização do data show; utilização do atlas e microscopia. Avaliação Será realizada avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos os pré requisitos de um profissional Técnico Cuidador de Idosos, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico, assim como provas teóricas. Referências Referências Básicas ALMEIDA FILHO, N; ROUQUAYROL MZ. Modelos de Saúde e Doença. In: _____. Introdução à Epidemiologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BARROS, JAC. Pensando o processo saúde doença: A que responde o modelo biomédico? Saúde e Sociedade,11(1):67-84, 2002. BUSS,PM; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1):77-93, 2007,Cohn, A. Estado e sociedade e as reconfigurações do direito à saúde. Ciência e Saúde Coletiva, 8(1): 9-18, 2003. ELIAS, PE. Estado e saúde. Os desafios do Brasil contemporâneo. São Paulo em perspectiva, 18(3):41-46, 2004. FERNANDEZ, J.C.A; MENDES, R. Promoção da saúde e gestão local. São Paulo: Hucitec, 2008. 147p. FLEURY, S. Política de saúde: uma política social. Texto de curso de gestão para resultados em saúde com enfoque em direito sanitário. INDES, 2008. MARTINS, P.H. Uma nova compreensão da família no processo de descentralização da política de saúde. In: Augusto, LG; Beltrão, AB. Atenção primária a saúde. 2 ed. Recife: Editora Universitária UFPE, 2011. Referências Complementares ELY, LS; ERGROFF, P; SGNAOLIN, V; CARLI, GAD. Parasitoses intestinais em idosos. In: SCHWANKE, CHA; GOMES, I; PEDRO,REL; SCHNEIDER,RH; LINDÔSO, ZCL (Orgs). Atualização em geriatria e

gerontologia II: abordagem multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. MEIRA, AR. Saúde e sociedade – uma introdução às noções de ciências sociais aplicadas à saúde. Campo Grande: Centro de ciências biológicas e da saúde da UFMT, 1997. 104p. PUMAR-CONTINI, L. Prática curativa: Um saber sonegado? 2005. 119p. Dissertação (História das Ciências da Saúde) FIOCRUZ. Rio de Janeiro. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Psicologia do envelhecimento Código: Carga horária: 32h Ementa Conhecimentos sobre as fases do crescimento e desenvolvimento humano; aspectos psicológicos do envelhecimento; aspectos e impactos psicológicos sobre aposentadoria, perda de papeis sociais, implicações da necessidade de cuidados, o cuidador no contexto familiar e institucional, implicações da morte e o morrer para a pessoa idosa, o cuidador e a família. Objetivos: Conhecer as implicações psicológicas advindas do processo de envelhecimento humano. Compreender as fases do crescimento e desenvolvimento psicológico. Conteúdo programático: ● Fases do crescimento e desenvolvimento humano: psicológico; ● Formação da identidade: auto estima, auto imagem; auto conhecimento, papeis sociais e seus impactos no envelhecimento; ● Necessidade de cuidados e suas implicações para a pessoa idosa; ● Morte e o morrer aspectos e impactos psicológicos para cuidador, família e pessoa idosa; ● Aposentadoria e seus impactos: diminuição dos contatos sociais, progressiva perda dos papeis sociais, perda do poder de decisão, crise do “ninho vazio”; Metodologia Aulas dialogadas, utilizando recursos audiovisuais, leitura e discussão de textos, documentário. Avaliação Avaliação será continua, considerando-se o compromisso, a participação, assiduidade e o desempenho nas atividades propostas. Bibliografia Bibliografia Básica PARENTE, M.A.M.P. Cognição e envelhecimento. Artmed, 2006.

OLIVEIRA, J. H.B.Psicologia do envelhecimento e do idoso. Legis editora, 2005. PY, L; PACHECO, JL; GOLDMAN, S.N. Tempo de envelhecer: percursos e dimensões psicossociais. Rio de Janeiro: Nau, 2004. STUART-HAMILTON, I. A psicologia do envelhecimento: uma introdução. Artmed, 2002. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série E. Legislação de Saúde). CHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Linguagem e prática discursiva Código: Carga horária: 32h Ementa Leitura, análise e produção textual. O texto e a sua dimensão: relações internas e externas. Habilidades básicas de produção textual: objetividade, clareza, concisão, precisão. Tipo de texto: o relatório (linguagem e estrutura, componentes discursivos, apresentação). Estudo e prática da norma culta escrita: ortografia e acentuação; concordância e regência, colocação pronominal. Objetivos Discutir a língua em sua diversidade; proceder à leitura analítica e crítico interpretativa de textos; Ampliar o contato do aluno com os processos de leitura e produção textual, visando capacitá-lo a analisar variadas estruturas textuais e elaborar textos diversos. Conteúdo programático

1. Noções de linguagem 1.1. Língua e Fala. 1.2. Funções da linguagem. 1.3. Variedades lingüísticas.

2. Leitura 2.1. O conhecimento prévio da leitura. 2.2. Objetivo da leitura.

3. Textualidade 3.1. Coerência. 3.2. Coesão 3.3. Argumentação.

4. Redação 4.1. O parágrafo. 4.2 Correspondência e redação técnica Metodologia Aulas expositivas e dialogadas; Leitura e comentário de textos literários e/ou didáticos; Produção de textos e redação técnica; Exercícios de fixação do conteúdo programático. Avaliação Avaliação Formativa e Contínua, por meio de: Produção de textos dissertativos/ narrativos e técnicos; Testes escritos subjetivos e objetivos; Trabalhos

individuais ou coletivos. Bibliografia Bibliografia Básica: MARCONDES, B. Como usar outras línguas na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003. ABREU, A.S. Curso de Redação. São Paulo: Ática, 2004. MARTINS, L.. Escrever com Criatividade. São Paulo: Contexto, 2004. MARTINS, D.S. Português Instrumental. São Paulo: 2004. THOMPSON, Jr. A. A. Português básico: gramática, redação e textos. São Paulo. Bibliografia Complementar KOCH, I.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1993. _____. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1993. _____ & TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1993. PLATÃO, F.S.& FIORIN, J.L. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: ática, 1990. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Anatomia e fisiologia humana no processo de envelhecimento Código: Carga horária: 56h Ementa Os alunos terão acesso ao conhecimento sobre estruturas e funcionamento do corpo humano; alterações fisiológicas de cada sistema no processo de envelhecimento. Objetivos ●Oferecer uma visão geral, didática e objetiva dos aspectos morfológicos relevantes do sistema orgânico do homem, proporcionando informações sobre anatomia e fisiologia, fazendo relação entre a estrutura e a função. ●Conhecer as alterações anatômicas e fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento Conteúdo programático ●Introdução ao estudo de anatomia: conceitos básicos, terminologia, planos e eixos do corpo humano; ● Estrutura e funcionamento dos sistemas: Esquelético; Tegumentar; Muscular; Circulatório; Respiratório; Digestório; Excretor; Endócrino; Nervoso; Linfático e Reprodutor; ● Processo fisiológico do envelhecimento

Metodologia Conteúdo será ministrado através de aulas teóricas complementadas com projeções em multimídia de imagens anatômicas correlacionando com o que será visto na prática, e aulas práticas em laboratório com peças anatômicas previamente preparadas e estudos em cadáveres. Avaliação Será considerada a evolução do aluno no processo de aprendizagem, interesse, compromissos com as atividades propostas, assiduidade, avaliação teórica através de provas descritivas e/ou testes de múltipla escolha; avaliação prática, devendo o aluno identificar estruturas indicadas em peças anatômicas no Laboratório de Anatomia. Bibliografia Bibliografia Básica: ABREU, C.B.Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. DANGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3ªed., São Paulo, Atheneu, 2007. FREITAS, E. V. de. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ªed., Rio de Janeiro, GuanabaraKoogan, 2006, Volumes 1 e 2. Bibliografia Complementar: ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24. LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Prevenção de acidentes domésticos e primeiros socorros Código: Carga horária: 40h Ementa Situações domésticas passíveis de causar acidentes, e as primeiras medidas iniciais e imediatas aplicadas à vítima fora do ambiente hospitalar, executada por qualquer pessoa, para garantir a vida e evitar o agravamento das lesões existentes. Bem como, identificar as situações domésticas passiveis de causar acidentes. Objetivos Identificar situações de risco para acidentes domésticos; Conhecer as técnicas de primeiros socorros pré-hospitalar. Conteúdo programático ● Riscos para acidentes domésticos - queda; ● Princípios gerais de primeiros socorros; ● Materiais de primeiros socorros; ● Avaliação inicial da vítima; ● Gravidade da lesão e conduta; ● Acidentes: características e tipologia; ● Cuidados gerais e preliminares; ● Males súbitos; ● Corpos estranhos no nariz, ouvido e garganta; ● Reanimação cárdio-respiratória; ● Afogamento; ● Estado de choque; ● Hemorragias; ● Ferimentos; ● Fraturas, Luxações, distensões e entorses, ● Mobilização e transporte de acidentados; ● Queimaduras, Insolação; ● Picadas de animais peçonhentos; ● Humanização em primeiros socorros. Metodologia A metodologia será fundamentada no ensino baseado em problemas, de modo receptivo, diagnóstico e análise através de discussões envolvendo raciocínio clínico e crítico frente ao preparo dos alunos no cuidado a pessoa idosa com necessidades de atenção imediata. Os recursos materiais necessários: Kit multimídia, laboratório para técnicas de primeiros socorros equipados com manequins para massagem cardíaca; talas, ataduras e macas.

Avaliação Uso de questionários, discussões clínicas através de estudo de caso, dinâmica em grupo e provas avaliativas escritas. Avaliações escritas e práticas. Bibliografia Bibliografia Básica Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Divisão Técnica de Fiscalização, Comunicação e Informação. SAMU 192. Protocolos de Atendimento Pré-hospitalar em Suporte Básico de Vida. 7a. Revisão. 2011. BERG, A.R. Adult Basic Life Support 2010 American Heart Association Guidelines for cardiopulmonary resuscitation and emergency cardiovascular Care; Circulation, 2010. LIMA JÚNIOR, E. M. et al. Tratado de queimaduras no paciente agudo. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECNICIANS. Comitê do PHTLS. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado (PHTLS). 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. OLIVEIRA, B. F. M. et al. Trauma: atendimento pré-hospitalar. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2007. ZIPES, D; LIBBY,P; BONOW,R; Tratado de Doenças Cardiovasculares; 8º edição; Ed. Elsevier; Rio de janeiro.2009. Bibliografia Complementar BUENO, M.A.S.; AFONSO JUNIOR, J.E.; ROMALDINI, H. Exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica. In: Bueno MAS, Pieri A, Sampaio RO, Santos OFP, Vaidotas M. Condutas em Emergências. UPA Hospital Israelita Albert Einstein. São Paulo: Atheneu, 2009. GONÇALVES, M.P.; ROSENBAUM, P. Diabetes mellitus descompensado. In: BUENO, M.A.S.; PIERI, A.; SAMPAIO, R.O.; SANTOS, O.F.P.; VAIDOTAS, M. Condutas em Emergências. Unidade de Primeiro Atendimento (UPA): Hospital Albert Einstein. São Paulo, Atheneu, 2009 p. 183-93.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Bioética e espiritualidade Código: Carga horária: 40h Ementa Estudo das inter-relações existentes entre a Ética, Bioética e a espiritualidade no processo de envelhecimento inserida nas questões relativas a prática profissional do cuidador de idosos. Objetivos Proporcionar ao aluno do Curso Técnico em Cuidador de Idosos o conhecimento sobre a gênese da bioética, seu desenvolvimento, paradigmas, dilemas e reflexões, assim como os aspectos da espiritualidade no contexto do envelhecimento. Estudar as relações mútuas existentes entre a Ética, a Moral e o Direito. Caracterizar a Bioética como uma Ética Inserida na Prática do cuidado. Conhecer os diferentes modelos explicativos utilizados na Bioética. Refletir sobre os aspectos éticos e espirituais envolvidos nas questões relativas a privacidade e confidencialidade, ao tratamento das doenças, problemas de final de vida, alocação de recursos escassos, respeito à pessoa idosa e tomada de decisão, abuso de pessoa idosa e pesquisa, família e pessoa idosa. Conteúdo programático ● Conceito, contexto histórico e fundamentos da ética e da bioética; ● Ética e Bioética no processo de envelhecimento; ● Relações familiares e envelhecimento; ● Relação Profissional-Paciente Idoso; ● A autonomia, tomada de decisão e a pessoa idosa; ● Envelhecimento vida e morte; ● Virtudes humanas: coragem, justiça, humildade, generosidade, tolerância, simplicidade, fidelidade, prudência, compaixão, amor; ● Pesquisa em idosos; ● Espiritualidade e envelhecimento; ● Reflexões sobre o cuidar e o cuidador na perspectiva ética e da bioética; ● Autonomia e independência da pessoa idosa; Metodologia No transcorrer da disciplina serão utilizadas aulas expositivas dialogadas, seminários e estudos de caso. Com utilização de recursos multimídia, cartolinas, cavalete flip chart e pincéis anatômicos,

Avaliação Os alunos serão avaliados de forma progressiva e contínua de acordo com o compromisso e participação nas diferentes atividades propostas ao longo da disciplina. Bibliografia Bibliografia Básica CHALITA, G. Os dez mandamentos da Ética. Rio de Janeiro: Nova fronteira,

2003. 222p; CÍCERO, M.T. Saber envelhecer e A amizade. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre:L&PM, 2010; VASCONCELOS, E.M.A. A espiritualidade no cuidado e na educação em saúde. In: VASCONCELOS, EM (Org.). Espiritualidade no trabalho em saúde. São Paulo: Hucitec, 2006; FLORES, G.C. et al. Cuidado intergeracional com o idoso: autonomia do idoso e presença do cuidador. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre,

v. 31, n.3, p. 467-74, 2010; OLIVEIRA, I.R, ALVES, V.P. A pessoa idosa no contexto da bioética: sua autonomia e capacidade de decidir sobre si mesma. Revista Kairós Gerontologia, v.13, n.2, p. 91-8, 2010; GOLDIM, J.R. Bioética: origens e complexidade. Revista HCPA. 2006; 26:8692. GOLDIM, J.R, e colaboradores. Bioética e Espiritualidade. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007. Bibliografia Complementar ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009 BRASIL. Ministério da Saúde. Violência intrafamiliar: orientação para a prática em serviço. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. (Cadernos de Atenção Básica; n. 8). CHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. Clotet J, Goldim JR, Francisconi CF. Consentimento informado e a sua prática na assistência e pesquisa no Brasil. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.

KUBLER – ROSS, E. Sobre a morte e o morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes. 8 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. MACIEIRA, R. de C. O sentido da vida na experiência de morte: uma visão transpessoal em psico-oncologia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Relações interpessoais e empreendedorismo Código: Carga horária: 40h Ementa A disciplina aborda as relações interpessoais, dinâmica das relações humanas no contexto familiar e no trabalho. Técnicas de intervenção, percepção e fatores que a influenciam as relações humanas, trabalho em equipe, processos grupais básicos, motivação e autoestima. Também serão abordados conceitos de empreendedorismo, perfil de um empreendedor, atitudes empreendedoras, inovações; mercado de trabalho: visão atualizada analise e identificação das oportunidades de trabalho. Objetivos Despertar sobre o entendimento da importância das relações interpessoais. Promover uma discussão sobre os aspectos psicossociais que contribuem para a formação da personalidade do indivíduo e seu reflexo individual no grupo; Favorecer conhecimento sobre papel da comunicação e da linguagem no trabalho em equipe; Propiciar conhecimentos acerca da importância do papel estratégico do indivíduo no grupo, tendo em vista as transformações e exigências do mercado de trabalho; Desenvolver a capacidade empreendedora, dando ênfase ao perfil do empreendedor, apresentando técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades, estimulando a criatividade e a aprendizagem proativa. Desenvolver o senso crítico, a percepção e identificação de estratégias inovadoras para aplicação dos conhecimentos no campo político, econômico e/ou social. Conteúdo programático ● Homem: um ser que vive em grupo; ● Conceitos fundamentais da formação da personalidade e atitudes; ● Trabalho em equipe;

● Esteriótipos; Rotulação; ● Percepção das pessoas (percebendo o outro); Primeira impressão; ● Relações humanas e sua dinâmica: na família e no trabalho ; ● Processo obstrutivos das relações humanas: o conflito; como lidar com o conflito, resolução criativa do conflito e técnicas para lidar com pessoas difíceis; ● Teoria das necessidades Interpessoais: de Inclusão, de controle e de afeição; ● Inteligência Emocional; ● Processos grupais básicos: Percepção e Comunicação; ● Relações de trabalho; ● Motivação e auto-estima; ● Definição do empreendedorismo, empreendedorismo no Brasil; ● Perfil do empreendedor, visão e conduta empreendedora; ● Empreendedorismo e globalização: Mudanças na relação de trabalho; ● O empreendedor como unidade de negócio; ● A dinâmica dos negócios na atualidade; alternativas e opções empreendedoras; Inovações e empreendedorismo; ● Análise de mercado e competitividade. Metodologia Aulas dialogadas e expositivas contextualizadas, com utilização de recursos de multimídia (data-show); Aparelhos de DVD;-apresentação de vídeos diretamente relacionados ao tema;Atividades em grupos de estudo de caso. Avaliação A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Bibliografia Bibliografia básica BUSINESSWEEK. Empreendedorismo: as regras do jogo. São Paulo: Nobel, 2008. CHER, R. Empreendedorismo na veia. Rio de Janeiro: Campus, 2008. CHIAVENATO, I. Gerenciando com as Pessoas: transformando o executivo em um excelente gestor de pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. LOZINSKY, S. Implementando empreendedorismo na sua empresa. São Paulo: M. Books, 2009 MINlCUCCI, Agostinho. Relações Humanas: Psicologia das relações humanas interpessoais.6ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. OLIVEIRA, M.L. Educação e Psicanálise: história, atualidade e perspectivas São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

SABBAG, P.Y. Gerenciamento de projetos e empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2009. Bibliografia Complementar ARAÚJO, P.H. Motivação Hoje e Sempre. Rio de janeiro: Qualitymark, 2003. DIMITRIUS, J.E. Decifrar pessoas: como entender comportamento humano. 27ª ed. São Paulo: Elsevier, 2000.

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DORNELAS, J. C.A. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 2007. KOTLER, P; KELLER, K. L. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: BERNARDES, C. Você pode criar empresas. São Paulo: Saraiva, 2009. MAXIMIANO, A.C.A. Introdução à administração: edição compacta. São Paulo: Atlas, 2006. OSORIO, L.C. Psicologia Grupal - uma nova disciplina para o advento de uma era. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004. PERVIN, L.A.; JOHN, O. P. Personalidade: teoria e pesquisa. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Higiene ocupacional Código: Carga horária: 32h Ementa Medidas preventivas relacionadas ao ambiente do trabalho, segurança no trabalho, visando à redução de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. Objetivos Identificar e avaliar consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho na área de cuidados de idosos. Compreender a importância da segurança no trabalho. Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho, adotando postura correta, utilizando adequadamente os EPI e mantendo os EPC em condições de uso. Aplicar técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos, químicos e radioativos. Conteúdo programático ● Conceito e objetivos da higiene ocupacional; ● Legislação pertinente e aplicabilidade (normas regulamentadoras, portarias CLT);

● Segurança no trabalho; ● Avaliação ambiental como medida preventiva; identificação dos riscos; ● Manuseio de resíduos biológicos, físicos, químicos e radioativos; ● Métodos e técnicas em ergonomia (análise das atividades do trabalho, postura, intervenção ergonômicas nos diferentes setores de trabalho); ● Organização do ambiente de trabalho; ● Higiene física e mental; ● Doenças ocupacionais; Metodologia Os conteúdos serão trabalhados utilizando uma metodologia contextualizada, através de aulas expositivas dialogadas; documentários, estudo de caso, leituras e discussões de textos, laboratórios de vivências e dinâmicas em grupo. As aulas ocorrerão em salas de aula e laboratório. Serão utilizados: Kit multimídia, pincéis atômicos em várias cores, cartolinas, manequins, cadeira de roda, andador, muletas e cama. Avaliação Observação sistemática do estudante nos aspectos cognitivo; Observação do processo de formação (pontualidade, responsabilidade, interesse e organização, Relacionamento aluno/aluno, participação, pontualidade dos trabalhos, trabalho em equipe e frequência); Análise das produções individuais e coletivas dos alunos. Quando detectado dificuldade de aprendizagem, o estudante será conduzido a estudos de recuperação paralela. Bibliografia Bibliografia Básica BARSANO, Paulo R. Segurança do Trabalho. Editora: Livre Expressão, 1ª edição. São Paulo 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FERNANDES, L.G. Higiene Ocupacional para Segurança do Trabalho: Aula I e II 2012. VASCONCELOS, N. Manual de Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA – NR-9. 2011. 35 p. Bibliografia Complementar: ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Informática aplicada à pessoa idosa Código: Carga horária: 28h Ementa A importância da informática para a comunicação contemporânea. Introdução a informática, utilização das principais ferramentas da informática em benefício da pesquisa em geriatria e gerontologia. Pesquisa na Internet voltada a atenção ao idoso e jogos lúdicos que favorecem o bem estar da pessoa idosa. Objetivos Compreender a importância da Informática na comunicação contemporânea Aprender a utilizar a Informática para pesquisa. Aprender a utilizar a Informática voltada ao lazer. Conteúdo programático ● A importância da informática na comunicação contemporânea; ●Uso do editor de texto; ● Pesquisa nas bases de dados; ● Uso da Informática voltada ao lazer (jogos, redes sociais entre outros) Metodologia Aulas práticas no laboratório de Informática, articulação da introdução a pesquisa com os elementos da informática. Serão utilizados recursos audiovisuais. Avaliação Avaliação continua, considerando assiduidade, comprometimento, interesse, e desempenho nas atividades individuais diárias e uma avaliação final. Bibliografia Bibliografia Básica BUCK INSTITUTE FOR EDUCATION - BIE. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de ensino fundamental e médio. Porto Alegre: Artmed, 2008. DYNIEWICZ, A.M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes – São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2007. FIGUEIREDO, NMA. Método e Metodologia da Pesquisa Científica, 2. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2007. MALERBO, MB. Apresentação Escrita de Trabalhos Científicos, Ribeirão Preto: Holos, 2003.

Bibliografia Complementar: MATIAS, P.J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica, São Paulo: Atlas,2007. MOURA, D.G.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos, 2. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Políticas Públicas e envelhecimento Código: Carga horária: 56h

Ementa Aborda noções básicas sobre: direitos humanos e cidadania na sociedade moderna, política nacional do Idoso, política nacional de saúde da pessoa Idosa, estatuto do idoso: direitos e deveres, política nacional e conselhos municipais de assistência social, promoção da acessibilidade; o idoso e a atenção básica. Objetivos Promover no (a) aluno(a) o despertar para a importância das políticas públicas no contexto da atenção a pessoa idosa. Apresentar alguns aspectos normativos que envolvem as políticas públicas para a pessoa idosa. Conteúdo programático ● Noções básicas sobre direitos humanos e cidadania na sociedade moderna; ● Política nacional do Idoso; ● Política nacional de saúde da pessoa Idosa; ● Estatuto do idoso: direitos e deveres; ● Política nacional e conselhos municipais de assistência social; ● Promoção da acessibilidade; ● A Pessoa idosa e a atenção básica. Metodologia Aulas dialogadas, contextualizadas, utilizando recursos audiovisuais, leituras de textos, discussão em grupo, apresentação de trabalhos, visitas técnicas, dinâmicas de grupo, entre outros. Avaliação A avaliação será realizada diariamente, durante todo o transcorrer da construção do conhecimento. Usaremos como referência a frequência, a pontualidade, a participação e o interesse dos alunos em sala de aula, como também o cumprimento das atividades solicitadas: a produção escrita e a apresentação de trabalhos em grupos, entre outras.

Bibliografia Bibliografia básica BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, DF: 2006. _______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Caderneta de saúde da pessoa idosa. Brasília, DF: 2006. ________. Estatuto do Idoso. Brasília, 2003. Dispon[ivel em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm>. Acesso em: 15 mar. 2015. _________. Secretaria Municipal de Saúde. Plano Municipal de Saúde – 2010 – 2013. João Pessoa, 2010. Bibliografia complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FREITAS, E.V.; PY, L. Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011. ABREU, C.B. Bueno.; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o

livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Agravos e doenças que acometem a pessoa idosa. Código: Carga horária: 108h Ementa A disciplina busca proporcionar ao aluno o conhecimento das doenças crônicas não transmissíveis que acometem a pessoa idosa, assim como as medidas de prevenção e tratamento e as síndromes geriátricas. Também será abordada violência contra a pessoa idosa. Objetivos Conhecer as principais doenças crônicas não transmissíveis e transmissíveis e os agravos que acometem a saúde física e psíquica da pessoa idosa. Aprender técnicas de promoção da saúde e prevenção das doenças. Conhecer as síndromes geriátricas. Identificar as necessidades da pessoa idosa provenientes dos agravos que as acometem. Enfatizar aspectos de promoção de saúde e prevenção de doenças, com enfoque principal na autonomia e independência. Conhecer as formas de violência contra a pessoa idosa. Realizar visita técnica. Interagir com pessoa idosa, enfatizando aqueles que apresentam comprometimento com a saúde. Conteúdo programático Unidade I ●Síndromes geriátricas; ●Etiologia, fisiopatologia, tratamento e prevenção das principais doenças não transmissíveis que acometem a pessoa idosa. Unidade II ● Etiologia, fisiopatologia, tratamento e prevenção das principais transmissíveis que acometem a pessoa idosa.

doenças

Unidade III ● Comprometimento da memória e demências (ênfase na doença de Alzheimer); ● Depressão, suicídio; uso de substâncias psicoativas, comprometimento do sono, entre outras. ● Ações de promoção e prevenção de doenças e agravos psíquicos;

Unidade IV ● Violência contra a pessoa idosa ● Formas de violência contra a pessoa idosa; agressores; Metodologia A disciplina será operacionalizada por meios de exposições dialogadas, trabalhos individuais e em grupo, leituras de textos, visitas técnicas, oficinas, vivências. Os recursos materiais necessários para execução da disciplina: Kit multimídia (Projetor multimídia, computador ou notebook, caixas acústicas); periódicos, cavalete de flip-chart; cartolinas e pincéis atômicos. Avaliação A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Bibliografia Bibliografia Básica: ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: manual de hipertensão arterial e diabetes mellitus. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância epidemiológica: AIDS/HEPATITES virais. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. CASCIATO, D. A. Manual de Oncologia Clínica. São Paulo: Tecmedd, 2008. FREITAS, E. V. de. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. CHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009.

ISSA, J. S. Tabagismo e doença cardiovascular. São Paulo: Planmark, 2007. LUECKENOTTE, A. G. Avaliação em Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Dermatologia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. (Cadernos de Atenção Básica; n. 9).

LEWBWOHL, M. G.; D’ACRI, A. M. Atlas de dermatologia & doenças sistêmicas. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. LOMBA, M.; LOMBA, A. Clínica Médica. Olinda, Pernambuco: Grupo Universo, 2006. (Saúde Total, v.1). OTTO, S. E. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Farmacologia Básica Código: Carga horária: 32h Ementa A disciplina de Farmacologia Básica visa proporcionar ao aluno conhecimentos básicos sobre farmacologia, vias de administração dos fármacos, tratamentos farmacológico e não farmacológico, significado das terminologias utilizadas nas bulas, como também compreender a importância do uso racional dos medicamentos em pessoas idosas. Objetivos Conhecer as terminologias adotadas pela farmacologia e as vias de administração dos fármacos; Distinguir os tipos de tratamentos não farmacológico e farmacológico e seus custos financeiros; Compreender a importância do uso racional de medicamentos, relacionando os objetivos, a eficácia e a segurança do tratamento, proporcionando assim conforto a pessoa idosa; Distinguir os riscos e os benefícios das associações medicamentosas; Entender o significado das terminologias utilizadas nas bulas; Compreender os efeitos adversos bem como as interações medicamentosas dos fármacos mais utilizados pela pessoa idosa; Diferenciar as Terapias Homeopática e Fitoterápica. Conteúdo programático ●Introdução à Farmacologia Básica: ●Vias de Administração dos Fármacos; ●Formas farmacêuticas. ●Cuidados no acondicionamento de fármacos; ●Registro do esquema terapêutico para o uso correto do medicamento pelo idoso.

●Significados das terminologias utilizadas nas bulas. ●Interações medicamentosas. ●Riscos da automedicação. ●Polifarmácia: considerações e cuidados necessários com idosos, no uso desta terapêutica. ●Efeitos colaterais mais comuns no uso de fármacos pelo idoso, nas doenças crônicas não transmissíveis. ●Terapias Homeopática e Fitoterápica: conceitos e importância. Metodologia Estão previstas para o desenvolvimento da disciplina, em sala de aula, aulas expositivas, dialogadas, ilustradas com recursos audiovisuais, como também atividades de leituras e discussões de textos, pesquisas e trabalhos individuais e grupais, seminários, problematizações, dinâmicas de grupos, dentre outras. Avaliação A avaliação da aprendizagem será contínua, priorizando aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem e o desenvolvimento do aluno observado durante a realização das atividades propostas nas aulas, individualmente e/ou em grupo, tais como: questionamentos, debates, discussões sobre os conteúdos propostos, apresentação de seminários e estudos dirigidos, como também, a assiduidade e pontualidade durante as aulas. Quanto à avaliação quantitativa, serão realizadas duas avaliações escritas abordando os principais assuntos da disciplina. Bibliografia Bibliografia básiaca: CLARK, M. A. et al. Farmacologia Ilustrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. KATZUNG, B. G. Farmacologia básica e clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. RANG, H. P. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. GOLAN, D. E. Princípios de Farmacologia: a base fisiopatológica da farmacoterapia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Bibliografia Complementar: DESTRUTI, A. B. C. B.; ARONE, E. M.; PHILIPPI, M. L. dos S. Introdução à farmacologia. 3 ed. São Paulo: Senac SP, 2001. (Série Apontamentos Saúde, n. 20). DESTRUTI, A. B. C. B.; ARONE, E. M.; PHILIPPI, M. L. S. Cálculos e conceitos em farmacologia. 2.ed. São Paulo: Senac, 2001. DESTRUTI, A. B. C. B. Noções básicas de farmacotécnica. São Paulo: Senac SP,

2001. (Série Apontamentos Saúde, n. 47). KESTER, M. et al. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

SILVA, R.; SCHIMIDT, O. F.; SILVA, S. Polifarmácia em Geriatria. Revista da AMRIGS, Porto Alegre, 56 (2): 164-174, abr.-jun. 2012 DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Nutrição e envelhecimento Código: Carga horária: 28h Ementa O aluno conhecerá os grupos de alimentos e suas funções no organismo. Higiene, conservação e acondicionamento dos alimentos. Hábitos alimentares. Manipulação e oferta de alimentos. Diferentes tipos de dietas.

Objetivos Identificar os grupos de alimentos e suas funções Conhecer princípios e estratégias para uma alimentação saudável; Aprender a realizar higiene correta dos alimentos Entender a importância da validade dos alimentos e a consequência de não respeitá-la. Conhecer os principais problemas alimentares e nutricionais prevalentes no processo de envelhecimento saudável ou fragilizado. Compreender a relevância de uma adequada alimentação para à promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da pessoa idosa. Conteúdo programático ● Conceitos, princípios e estratégias para uma alimentação saudável; ingestão hídrica; ● Carboidrato, proteína, lipídeos, glicose, etc. e sua função na manutenção da saúde; ● Dietoterapia (hipossodica/hipercalorica); ●Cuidados de higiene com alimentos; ●Data de Validade, aspectos bioquímicos,conservação dos alimentos, etc; ● Problemas alimentares e nutricionais prevalentes no processo de envelhecimento saudável ou fragilizado; ● Cuidados alimentares e nutricionais aplicados à promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da pessoa idosa; ● Desnutrição e Obesidade; ● Importância da hidratação e dificuldades da pessoa idosa com a ingesta hídrica; Metodologia  Aulas expositivas e dialógicas  Exibição, análise e discussão de documentários.  Atividades individuais e em grupo. Avaliação

Acompanhamento contínuo e processual da participação e do desempenho das(os) discentes nas atividades da disciplina, com vistas a verificação dos resultados alcançados pelas(os) mesmas(os) nas atividades desenvolvidas na disciplina. Bibliografia Bibliografia Básica DUTHIE, E. H.; KATZ, P.R. Geriatria Prática. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FREITAS, E.V.; PY, L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Bibliografia complementar ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. GUIMARÃES, R.M.; CUNHA, U.G.V. Sinais e Sintomas em Geriatria. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Saúde bucal e envelhecimento Código: Carga horária: 32h Ementa O aluno conhecerá a política de atenção à saúde bucal e as alterações que ocorrem na cavidade bucal relacionadas ao envelhecimento, bem como medidas de promoção de saúde e prevenção de doenças. Objetivos Identificar as políticas de atenção à saúde bucal do idoso; Conhecer as principais alterações fisiológicas da cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Conhecer as principais alterações patológicas da cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Estudar as estimativas e os sinais clínicos relacionados ao câncer de cavidade bucal e câncer de pele; Estudas as principais desordens temporomandibulares na terceira etapa da vida Conhecer os métodos de promoção de saúde bucal e prevenção de doenças. Aprender as técnicas de higienização da cavidade bucal; Conteúdo programático Políticas de atenção à saúde idoso na Odontologia; Alterações fisiológicas da cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Alterações patológicas dos tecidos moles da cavidade bucal; Doenças sistêmicas e suas manifestações na cavidade bucal; Câncer de cavidade bucal – Câncer de pele -Estimativa – Prevenção. Doença periodontal; Cárie dentária; Estudo das principais desordens temporomandibulares na terceira etapa da vida A importância da saúde da cavidade bucal na nutrição, nos aspectos psicológicos e na Qualidade de vida do idoso; Medidas básicas de higiene da cavidade bucal para prevenção de doenças e recuperação da saúde, cuidados com as próteses dentárias; Metodologia Aulas Expositivas Dialogadas com Projetor Multimídia e Estudo Dirigido de Textos Específicos. Avaliação Frequência, assiduidade, participação em sala de aula e Provas escritas. Bibliografia Bibliografia Básica BORAKS, S. Disturbios bucais na terceira idade: in: BRUNETTI,R; MONTENEGRO, FLB. Odonto geriatria: Noções de interesse Clínico. São Paulo Artes Médicas, 2002.

NEVILLE, BP; DAM, JE. Patologia oral & maxfacial. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004 SCHWANKE, C.H.A;, SCHNEIDER, R.H. Atualizações em geriatria e gerontologia: da pesquisa básica a prática clínica. Ediprucrs. Porto Alegre, 2008, 175p. Bibliografia Complementar ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Cuidados com a saúde da pessoa idosa I Código: Carga horária: 120h Ementa Estuda os cuidados com a pessoa idosa relativos à higiene, alimentação, eliminação, ambiente, medidas de conforto e segurança, mediante o uso da adequada comunicação. Objetivos Favorecer a construção de conhecimentos e habilidades para o cuidado ao idoso. Orientar sobre o uso de medidas de conforto e segurança compatíveis com o estado clínico do idoso. Apresentar as características dos ambientes frequentados pelo idoso, refletindo sobre aspectos de segurança e riscos, acessibilidade e higiene. Habilitar para a realização de medidas de higiene corporal do idoso. Refletir sobre a aplicação de medidas de segurança durante a realização dos cuidados ao idoso. Aplicar diferentes técnicas de alimentação e hidratação da pessoa idosa. Caracterizar aspectos fisiopatológicos e tipos de eliminação relacionados ao processo de envelhecimento. Aplicar os cuidados para o atendimento às necessidades de eliminação do idoso. Favorecer o desenvolvimento de habilidades para o uso de técnicas assépticas no cuidado ao idoso. Desenvolver cuidados orientados pelo saber científico.

Realizar oficinas de educação em saúde. Conteúdo programático ● Medidas profiláticas: higienização das mãos; cuidados com o manuseio no preparo dos alimentos; cuidados gerais para evitar a contaminação e propagação de doenças; ● Cuidados com o ambiente: tipos de ambiente; cuidados gerais nos ambientes domésticos; organização do ambiente doméstico; riscos e segurança do ambiente; acessibilidade e adaptações ambientais; higiene do ambiente e descarte de resíduos; higienização do ambiente de vivência do idoso: acamado, com restrição de movimento e saudável; Cuidados no manuseio dos produtos químicos utilizados na limpeza; ● Cuidados com higiene corporal: conceito; tipos de higiene; técnicas para a higienização dos idosos; troca de fraldas e roupas da pessoa idosa com limitações de forma segura; cuidados com mãos e pés; riscos para pessoa idosa durante a higienização a importância da família no cuidado da higiene da pessoa idosa; ● Cuidados com o conforto e segurança do idoso: medidas que promovem conforto ao idoso acamado e ao cadeirante; prevenção de úlceras por pressão e prevenção de quedas; ● Cuidados na alimentação e hidratação da pessoa idosa; ● Cuidados com eliminação – Conceito, tipos de eliminações; aspectos fisiopatológicos sobre uma eliminação deficiente; constipação na pessoa idosa; monitoramento das eliminações dos idosos; cuidados com uso de “acessórios para eliminação” Alimentação X Eliminação intestinal. Metodologia A disciplina será operacionalizada por meios de procedimentos socializadores, leituras críticas, exposições dialogadas, trabalhos em grupo e demonstrações, e atividades práticas. Avaliação A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Bibliografia Bibliografia Básica ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. CARVALHO FILHO. E.T.; PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. FREITAS EV, P.Y. L. Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011;

GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Bibliografia Complementar DUARTE, Y.A.O.; DIOGO, N.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológicos. São Paulo: Atheneu. 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Construção do TCC I Código: Carga horária: 36h Ementa Orientações sobre a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso e os elementos necessários para sua construção, conhecimento sobre o percurso metodológico da pesquisa; resultados, discussão e conclusão. Tipos de trabalhos de conclusão considerados pelo curso. Utilização das principais ferramentas da informática em benefício da pesquisa em geriatria e gerontologia Objetivos Conhecer os tipos de trabalhos de conclusão considerados pelo curso; Aprender a elaborar Trabalho de Conclusão de Curso. Conteúdo programático ●Conceito e objetivos da Pesquisa; ● TCC: importância, apresentação e estruturação; ● Elaboração de projeto de pesquisa (definição do problema, objetivos, justificativa, metodologia, resultados, discussão, conclusão entre outros) Metodologia Aulas dialogadas, análise crítica de artigos, projetos de pesquisas, relatórios etc, Serão utilizados recursos audiovisuais e laboratório de informática. Avaliação Avaliação continua, considerando assiduidade, comprometimento, interesse, e desempenho nas atividades individuais diárias e apresentação do projeto de pesquisa. Bibliografia Bibliografia Básica

BUCK INSTITUTE FOR EDUCATION - BIE. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de ensino fundamental e médio. Porto Alegre: Artmed, 2008. DYNIEWICZ, A.M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes – São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2007. FIGUEIREDO, NMA. Método e Metodologia da Pesquisa Científica, 2. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2007. MALERBO, MB. Apresentação Escrita de Trabalhos Científicos, Ribeirão Preto: Holos, 2003. Bibliografia Complementar: MATIAS, P.J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica, São Paulo: Atlas,2007. MOURA, D.G.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos, 2. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. OLIVEIRA, N. M.; ESPÍNDOLA, C. R. Trabalhos Acadêmicos: Recomendações Práticas. 1. ed. São Paulo: Centro Paula Souza / Copidart, 2003.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Envelhecimento, sexualidade e gênero. Código: Carga horária: 32h Ementa Introduzir os conceitos básicos acerca das questões relacionadas ao envelhecimento, sexualidade e gênero. Objetivos Proporcionar conhecimentos sobre gênero e sexualidade relacionados ao envelhecimento; Identificar as principais alterações na sexualidade do indivíduo com o processo de envelhecimento. Conteúdo programático ●A construção social do gênero e do sexo, origens da desigualdade de gênero; ●Conceito acerca da sexualidade humana; ●Dimensões da sexualidade: biológico, ético-religiosa; ●Sexualidade no envelhecimento; ● Sexualidade da pessoa idosa na ótica da família e da sociedade; ●Atração, sedução e sensualidade; Mitos e tabus sexuais; ●Menopausa; Climatério masculino/Deficiência androgênica do envelhecimento masculino; ●Gênero e Sexualidade; Formação da identidade sexual e de gênero ●Objetos de desejo: heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade. ●Métodos contraceptivos, interferência dos métodos contraceptivos na sexualidade. ●Percepção de risco e sexualidade; DSTs e suas interferências na sexualidade. ●Impactos dos agravos e da medicação na sexualidade Metodologia A disciplina será desenvolvida através de aulas expositivas e dialogadas. A leitura prévia dos textos recomendados para discussão em aula constitui tarefa essencial e imprescindível para um bom desenvolvimento do curso. Como recursos didáticos, serão utilizados: multimídias, pincel, vídeos didáticos, cartolinas, flip charp entre outras. Avaliação

Serão consideradas: assiduidade, compromisso com as atividades e leitura prévia dos textos sugeridos para discussão em aula. A avaliação também será realizada através de provas escritas e trabalhos individuais ou em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica: CAVALCANTI, R.; CAVALCANTI, M. Tratamento clínico das inadequações sexuais. São Paulo: Roca, 2006. JIMENA, F. Mitos e Tabus da Sexualidade Humana. 2. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003 BENTO, B. A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência transexual. Rio de Janeiro: Garamond. 2006. Bibliografia complementar: ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de IBGE. Perfil dos idosos responsáveis pelos domicílios no Brasil. Rio de Janeiro, 2000.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Construção do TCC II Código: Carga horária: 40h Ementa Apresentação do planejamento do TCC, acompanhar as etapas de construção, Normas de formatação para o TCC Objetivos Orientar o desenvolvimento do TCC Acompanhar o desenvolvimento do TCC; Apresentar as normas para formatação do TCC Conteúdo programático ● Apresentação das metas para o desenvolvimento do TCC ●Apresentação das normas para formatação ● Apresentação de cartilha, estudo de caso, relatórios, entre outros Metodologia Orientação do trabalho de pesquisa, seminários com apresentação do andamento da pesquisa análise crítica dos projetos, etc, Serão utilizados recursos audiovisuais.

Avaliação Avaliação continua segundo as metas estabelecidas para o desenvolvimento das pesquisas. Bibliografia Bibliografia Básica: BUCK INSTITUTE FOR EDUCATION - BIE. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de ensino fundamental e médio. Porto Alegre: Artmed, 2008. DYNIEWICZ, A.M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes – São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2007. FIGUEIREDO, NMA. Método e Metodologia da Pesquisa Científica, 2. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2007. MALERBO, MB. Apresentação Escrita de Trabalhos Científicos, Ribeirão Preto: Holos, 2003. MOURA, DG.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. Bibliografia Complementar: MATIAS, P.J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica, São Paulo: Atlas,2007. MOURA, D.G.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos, 2. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. OLIVEIRA, N. M.; ESPÍNDOLA, C. R. Trabalhos Acadêmicos: Recomendações Práticas. 1. ed. São Paulo: Centro Paula Souza / Copidart, 2003.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Contação e audição de histórias: estimulando a memória ancestral Código: Carga horária: 60h Ementa Estudos e estratégias para desenvolvimento de práticas de contação e audição de histórias, explorando, valorizando e revigorando a memória de tempos ancestrais, de quem é cuidado, buscando unir o começo e o fim e ligando o por vir ao que se foi. Objetivos Conhecer e desenvolver técnicas de contação e audição de histórias, através de pressupostos teóricos e de gêneros textuais em verso e prosa, buscando explorar, valorizar e revigorar a memória de tempos ancestrais de quem é cuidado, estimulando a sua socialização com o mundo em que está inserido. Compreender a leitura e a contação de histórias como instrumentos de cuidado, saúde e bem estar; Refletir sobre a função social da pessoa idosa como guardiã da memória e da tradição; Reconhecer a importância da pessoa idosa, enquanto elo de ligação entre o passado e o presente, expresso por meio da contação de histórias; Ler e interpretar textos em verso e prosa; Propiciar vivências de processos de criação e expressão de quem conta e de quem ouve; Saber selecionar histórias de interesse da pessoa cuidada; Identificar e selecionar materiais de apoio, como figurinos, maquiagem, objetos e bonecos (fantoches etc); Praticar contação e audição de histórias; Realizar oficinas de contação de histórias; Organizar oficinas que estimulem o exercício da memória;

Conteúdo programático  Introdução à contação de histórias: Contadores de histórias, essa gente

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das maravilhas, no processo do desenvolvimento humano; A memória dos velhos: importância pra tradição literária; A contação de histórias e sua relação com a saúde; O compromisso social, ético e moral do contador de histórias: por que contar histórias, que história contar, como contar histórias?; Estudando uma história; Leitura e interpretação de textos poéticos em verso e prosa: contos, lendas, cordeis, crônicas, poemas etc; Técnicas de contação de histórias; Confecção de materiais de apoio; Atividades práticas. Metodologia

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Aulas expositivas e dialógicas Exibição, análise e discussão de filmes Atividades individuais e em grupo, seminários Oficinas performáticas e dramáticas Atividades práticas

Avaliação FORMATIVA, por intermédio do acompanhamento contínuo e processual da participação e do desempenho das(os) discentes nas atividades da disciplina, com vistas a verificação dos resultados alcançados pelas(os) mesmas(os) nas atividades desenvolvidas na disciplina. Bibliografia Bibliografia Básica ANDRADE, C.D. et al. O melhor da poesia brasileira. 16ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. BOSI, E. Memória e sociedade – lembrança de velho. 2ª ed, São Paulo: Queiroz, 1983. BRENMAN, I.; STRECKER, H.. Silêncio: doze histórias universais sobre a morte.1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. DOHME, V. Técnicas de contar histórias: um guia para desenvolver as suas habilidades e obter sucesso na apresentação de uma história. 2ª ed. Rio de Janeiro. Vozes: 2010. ESOPO, 550 a.C. Fábulas de Esopo/Esopo; tradução de Antônio Carlos Viana. Porto Alegre: L&PM, 2013. LISBOA, M. Para contar histórias: teoria e prática: narrativa, dramatização, música e projetos. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2010. Bibliografia Complementar:

MATOS, G. A.; SORSY, I. O Ofício do Contador de Histórias. 1.ed. São Paulo. WMF Martins Fontes: 2005. MELLON, N.. A arte de contar histórias. 1.ed. Rio de Janeiro. Rocco: 2006. MORICONI, Í.(Org.). Os cem melhores contos brasileiros. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. SILVA, M.B.C. Contar Histórias uma arte sem idade. 10.ed. São Paulo. Ática: 2008. TIERNO, G. A Arte de Contar Histórias Abordagens Poética, Literária e Performática. 1.ed. São Paulo. Ícone: 2010. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Cuidados com a saúde da pessoa idosa II Código: Carga horária: 84h Ementa Estuda os cuidados com a pessoa idosa relativos às técnicas de mobilização e transporte do idoso em situações de fragilidade, à terminalidade e aos cuidados paliativos, assim como cuidados com o corpo após a morte. Objetivos Conhecer as técnicas de mobilização e transporte da pessoa idosa em situação de fragilidade. Refletir sobre os aspectos que favoreçam a adequada comunicação com o idoso. Conhecer a importância e indicação da nutrição enteral e parenteral. Conhecer os tipos de sondas utilizados na alimentação e eliminação. Refletir o papel da família no cuidado com o idoso. Conhecer e compreender a finalidade dos cuidados paliativos. Aprender os cuidados com o corpo no pós morte.

Conteúdo programático Indicação e importância da nutrição enteral e parenteral; Tipos de sondas utilizados na alimentação e eliminação e os cuidados necessários; Cuidados com a comunicação: técnicas de abordagem a pessoa idosa com alterações na fala e problemas auditivos;

Técnicas de mobilização e transporte da pessoa idosa em situação de fragilidade: avaliação das condições físicas do idoso, preparo do ambiente e equipamentos, preparo do cuidador, movimentação do idoso no leito, transporte do idoso e uso de equipamentos acessórios; A terminalidade e os cuidados paliativos no envelhecimento: cuidados para propiciar melhor qualidade de vida aos idosos com doenças avançadas; sobre a morte e o morrer, fases que antecedem a morte; Cuidados com o corpo no pós morte: alterações corporais que antecedem a morte e técnicas de cuidados com o corpo; O papel da família no cuidados com a pessoa idosa. Metodologia A disciplina será operacionalizada por meios de procedimentos socializadores, leituras críticas, exposições dialogadas, trabalhos em grupo, demonstrações e atividades práticas. Avaliação A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Bibliografia Bibliografia Básica CAMPBELL, M .L. Nurse to Nurse: cuidados paliativos em enfermagem. Porto Alegre. Artmed. 2011. SANTOS, F.S. Cuidados paliativos: discutindo a vida, a morte e o morrer. São Paulo: Atheneu. 2009. FREITAS, E.V.Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Koogan. 2011. Bibliografia complementar ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. DUARTE, Y.A.O.; DIOGO, N.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológicos. São Paulo: Atheneu. 2005. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Emergência geriátrica Código: Carga horária: 40h

Ementa A abordagem inicial em situações de emergência geriátrica torna-se primordial para reduzir morbidade e prevenir mortalidade por complicações nos diversos sistemas. Objetivos Conhecer as principais emergências geriátricas no comprometimento dos diversos sistemas. Reconhecer os parâmetros hemodinâmicos úteis para o atendimento de emergência e os sinais de agravo á saúde do idoso. Conteúdo Programático ● Tópicos em Cardiologia (Emergências hipertensivas, Insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana, fibrilação atrial e dor torácica). ● Tópicos em Pneumologia (Insuficiência respiratória aguda, Doença pulmonar obstrutiva crônica) ● Tópicos em Nefrologia e Endocrinologia (Distúrbios hidroeletrolíticos, Hiperglicemia e insuficiência renal). ● Tópicos em Neuropsiquiatria (Emergências relacionadas ao uso do álcool pelas pessoas idosas, Acidente vascular cerebral, delirium e crise epiléptica). ● Tópicos de trauma no idoso (Trauma e queda em pessoas idosas) Metodologia A metodologia será fundamentada no ensino baseado em problemas, de modo receptivo, diagnóstico e de análise através de discussões envolvendo raciocínio clínico e crítico frente ao preparo dos alunos no cuidado ao idoso em situação de emergência. Serão utilizadas atividades práticas. Avaliação Uso de questionários, discussões clínicas através de estudo de caso, dinâmica em grupo e provas avaliativas escritas. Avaliações escritas e práticas. Bibliografia Bibliografia Básica BARROS ,G. Abordagem das Emergências Psiquiátricas. In: Falcão LFR, Costa LHD, Amaral JLG. Emergências. Fundamentos & Práticas. São Paulo: Martinari, 2010. Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Divisão Técnica de Fiscalização, Comunicação e Informação. SAMU 192. Protocolos de Atendimento Pré-hospitalar em Suporte Básico de Vida. 7a. Revisão. 2011. BERG, A.R. Adult Basic Life Support 2010 American Heart Association Guidelines for cardiopulmonary resuscitation and emergency cardiovascular Care; Circulation, 2010.

MARTINS, H. S; VELASCO, I.T. Emergências Clínicas: Abordagem Prática; 7ª edição; Ed. Manole; São Paulo, 2012. ZIPES, D; LIBBY,P; BONOW,R; Tratado de Doenças Cardiovasculares; 8º edição; Ed. Elsevier; Rio de janeiro.2009. Bibliografia Complementar BUENO, M.A.S.; AFONSO JUNIOR, J.E.; ROMALDINI, H. Exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica. In: Bueno MAS, Pieri A, Sampaio RO, Santos OFP, Vaidotas M. Condutas em Emergências. UPA Hospital Israelita Albert Einstein. São Paulo: Atheneu, 2009. SANTANA, A.N.C.; MARTINS, H.S.; CARVALHO, C.R.R. Pneumonia adquirida na comunidade. In: Martins HS, Damasceno MCT, Awada SB (eds). Pronto Socorro. Medicina de Emergência. 3ª. ed . Barueri: Manole, 2012. GONÇALVES, M.P.; ROSENBAUM, P. Diabetes mellitus descompensado. In: Bueno MAS, Pieri A, Sampaio RO, Santos OFP, Vaidotas M. Condutas em Emergências. Unidade de Primeiro Atendimento (UPA): Hospital Albert Einstein. São Paulo, Atheneu, 2009 p. 183-93.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Lazer, atividade física e laborativas. Código: Carga horária: 80h Ementa Histórico, conceitos, função, aplicabilidade e importância do lazer na sociedade contemporânea. Contextualização das diversas práticas de atividades físicas que podem ser utilizadas para o lazer, recreação e a qualidade de vida da pessoa idosa. Planejamento, organização, gerenciamento e aplicação de atividades recreativas e ocupacionais. Conhecimento da importância do desenvolvimento e incentivo da realização das atividades laborais para a qualidade de vida da pessoa idosa. Objetivos Capacitar o técnico em cuidados de idosos a desenvolver atividades de lazer para pessoas idosas, respeitando suas virtudes e limitações. Conhecer a fundamentação teórica e prática das atividades físicas, de lazer e recreação para pessoas idosas. Compreender a importância do desenvolvimento de atividades de lazer, recreativas e laborativas para a qualidade de vida da pessoa idosa. Proporcionar conhecimento teórico e prático, para desenvolver nos futuros cuidadores de pessoas idosas a compreensão da necessidade de incentivar a pessoa idosa a desenvolver atividades de lazer, ocupacionais e laborais para uma melhor qualidade de vida. Incentivar a prática de atividades físicas, através de ações educativas. Utilizar a informática como atividade ocupacional e de lazer. Acompanhar a pessoa idosa na prática de atividades físicas e recreativas. Estimular a execução de atividades de vida diária e instrumental, contribuindo para a manutenção da independência e autonomia da pessoa idosa. Conteúdo programático ● Histórico do Lazer; ● O Lazer e as perspectivas contemporâneas para a gerontologia; ● Legislação do Lazer; ● Lazer, cultura e sociedade; ● Lazer e Qualidade de Vida; ● Lazer e Recreação; ● Lazer e Turismo;

● Lazer e prática de atividades físicas; ● O significado da dança para pessoa idosa e as consequências em sua qualidade de vida; ● Bases teóricas e práticas das atividades como, caminhada, alongamento; entre outras; ● Mídias digitais nas atividades ocupacionais e de lazer; ●Sentidos e significados dos jogos na perspectiva do lazer (Jogos de memória/dama/xadrez/caça palavras entre outros); ● Atividades básicas e instrumentais da vida diária (AVD e AIVD) e a importância de sua prática para o envelhecimento ativo. Metodologia Aulas expositivas e dialogadas, teóricas, atividades práticas, seminários, vídeos, apresentações e eventos. Avaliação Contínua, por meio de avaliações escritas, práticas, participação e seminários. Bibliografia FREITAS, E.V.; PY, L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. LORDA, C.R.l. Recreação na terceira idade. Rio de Janeiro: Sprint, 2001. PIRES, M.J. Lazer e turismo cultural. São Paulo: Manole, 2002. TERRA, N.L.; OPPERMANN,R.; TERRA, P. Doenças Geriátricas & exercícios físicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2014. NAHAS, M.V. Atividade Física Saúde e Qualidade de vida: Conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. Londriba:MIDIGRAF, 2001. TERRA, N.L. Temas sobre Envelhecimento Ativo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2013. Bibliografia Complementar GARDNER, W. D. & OSBURN, W. A. Anatomia do Corpo Humano. São Paulo: Atheneu, 1980. JACOB FILHO, W. Prática a caminho da senecultura. São Paulo: Atheneu, 2003. MOORE, K.L.; et al. Anatomia orientada para a clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro : Elsevier, 2011.