N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 01/2018
Cria e aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Administração do Centro de Ciências Aplicadas e Educação do Campus IV, e dá outras providências.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (12)
- ALTERA
Res. CONSEPE 51/2024 nesta norma: Parágrafo único do Artigo 3º → na outra: art. 1ºefeito desde 02/12/2024“Art. 1º Alterar o Parágrafo único do Artigo 3º da Resolução Consepe nº 01/2018, que passa a ter a seguinte redação: Art. 3º O Curso de Graduação em Administração, Bacharelado, com a duração mínima de 08 (oito) e máxima de 12 (doze) períodos letivos será...” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
11 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CONSEPE 04/2022 “Os discentes bolsistas do doutorado e de mestrado serão regidos pela Resolução 01/2018 do PPGE/CE/UFPB.”
- citaRes. CONSEPE 05/2021 “Ele obedece às normas contidas na Resolução nº 1/2018 da Câmara de Educação Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE), no Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato...”
- citaRes. CONSEPE 05/2025 “Resolução nº 1, de 6 de abril de 2018, que estabelece diretrizes e normas para a oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu também denominados cursos de especialização, no âmbito do Sistema...”
- citaRes. CONSEPE 09/2026 “e Engenharia (ATAU+E), será realizada como curso de pós-graduação lato sensu, turma única, com duração de 540 horas-aula, com nove componentes curriculares e com prazo de vigência até o dia 25 de...”
- citaRes. CONSEPE 16/2019 “Art. 3º O Curso de Especialização em Assistência Técnica nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Engenharia (ATAU+E), será realizado como curso de pós-graduação lato sensu, com duração de 1.200...”
- citaRes. CONSEPE 17/2019 “§ 1º O curso oferecerá doze disciplinas de trinta horas cada e obedecerá às normas presentes na Resolução nº 01/2018 da Câmara de Educação Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE) e...”
- citaRes. CONSEPE 19/2024 “Art. 3º A Especialização em Assistência Técnica em Arquitetura, Urbanismo e Engenharia (ATAU+E), será realizada como curso de pós-graduação lato sensu, turma única, com duração de 540 horas-aula,...”
- citaRes. CONSEPE 21/2025 “- Resolução nº 1, de 6 de abril de 2018, que estabelece diretrizes e normas para a oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu também denominados cursos de especialização, no âmbito do Sistema...”
- citaRes. CONSEPE 22/2021 “especialista (sendo ofertado 315 horas/21créditos de disciplinas obrigatórias e 295 Horas/20 créditos de optativas, das quais o aluno deverá escolher 45hs/3créditos, de modo a obter um total 24...”
- citaRes. CONSEPE 23/2025 “VI - Resolução nº 1, de 6 de abril de 2018, que estabelece diretrizes e normas para a oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu também denominados cursos de especialização, no âmbito do...”
- citaRes. CONSEPE 51/2018 “Art. 3º O Curso de Especialização denominado de “Educação Ambiental para o Semiárido” será realizado como curso de pós-graduação Lato Sensu, com duração de 780 horas-aula, com doze disciplinas e...”
Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (16)
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSUNI 02/2018 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“A determinação do CONSUNI que autorizou o CONSEPE, em reunião realizada em 30 de maio de 2017, a criar o Curso de Administração – Bacharelado no Campus IV da UFPB e aprovar o Projeto Pedagógico do referido curso, Resolução Consuni nº 02/2018;” fonte: texto · confiança alta
15 citação(ões) simples (REMETE A)
- cita
- citaRes. CNE/CES 4/2005 em: preâmbulo“As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Graduação em Administração, instituídas através da Resolução CNE/CES nº 4, de 13 de julho de 2005;”
- cita
- citaRes. CNE/CES 4/2005 em: Anexo II“Em respeito ao exposto no Art. 5° da Resolução CNE/CES n° 04/2005, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bem como o que traz o Art. 20 da...”
- citaRes. CNE/CES 4/2005 em: Anexo II“Deste modo, o desenho curricular do Curso de Administração está organizado em 8 períodos e apresenta as disciplinas subdivididas de acordo com o que estabelecem as Resoluções CNE/CES nº 04/2005 e...”
- citaLei 3.835/1960 em: Anexo I“A Universidade Federal da Paraíba, ex-Universidade da Paraíba, criada pela Lei Estadual Nº 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e federalizada pela Lei Nº 3.835 de 13 de dezembro de 1960, é uma...”
- citaLei 4.769/1965 em: Anexo I“Somente em 1965 a profissão é regulamentada, conforme o site do Conselho Federal de Administração, por meio da Lei nº 4.769, de 09 de setembro de 1965.”
- citaLei 9.394/1996 em: preâmbulo“As diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, que orientam a elaboração curricular;”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“Vale ressaltar que o Projeto Pedagógico do Curso de Administração da UFPB/CCAE, em suas dimensões técnica e política, está fundamentado de acordo com a Lei n° 9.394/96 – Lei de Diretrizes e Bases...”
- citaLei PB 1.366/1955 em: Anexo I“A Universidade Federal da Paraíba, ex-Universidade da Paraíba, criada pela Lei Estadual Nº 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e federalizada pela Lei Nº 3.835 de 13 de dezembro de 1960, é uma...”
- citaRes. CONSEPE 16/2015 em: preâmbulo“A Resolução Nº 16/2015 - CONSEPE, que Regulamenta os Cursos de Graduação da UFPB,”
- cita
- citaRes. CONSEPE 16/2015 em: Anexo I, art. 4º“Portanto, a formação do aluno do Curso de Administração da UFPB/Campus IV está orientada pelos dispositivos normativos do CNE e balizada pela Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015 referente ao...”
- citaRes. CONSEPE 16/2015 em: Anexo II“Em respeito ao exposto no Art. 5° da Resolução CNE/CES n° 04/2005, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bem como o que traz o Art. 20 da...”
- citaRes. CONSEPE 16/2015 em: Anexo II“Estes conteúdos compõem o quadro de conteúdos básicos profissionais de caráter obrigatório, em atendimento ao que consta na Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015;”
Por dispositivo desta norma
- Parágrafo único do Artigo 3º← ALTERA Res. CONSEPE 51/2024
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSUNI 02/2018
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- irmã · 44 em comumRegimento Geral da UFPB
- irmã · 28 em comumRes. CONSEPE 27/2020
- irmã · 16 em comumRes. CNE/CES 1/2018
- irmã · 16 em comumRes. CONSEPE 56/1996
- irmã · 10 em comumEstatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002)
- irmã · 7 em comumRes. CONSEPE 79/2013
- paralela · 42 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 36 em comumRes. CONSEPE 53/2018
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 30 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CP 4/2018
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 18 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 9 artigo(s) com âncora; 1 com anotação de vigência.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO N° 01/2018 Cria
e
aprova
o
Projeto
Político-
Pedagógico do Curso de Graduação em Administração do Centro de Ciências Aplicadas e Educação do Campus IV, e dá outras providências.
O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada em 24 de novembro de 2017 (Processo nº 23074.0282226/2016-82),
CONSIDERANDO:
A determinação do CONSUNI que autorizou o CONSEPE, em reunião realizada em 30 de maio de 2017, a criar o Curso de Administração – Bacharelado no Campus IV da UFPB e aprovar o Projeto Pedagógico do referido curso, Resolução Consuni nº 02/2018; A necessidade de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; A importância de um Projeto Pedagógico dinâmico que estará em constante processo de avaliação; Os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para a formação de profissionais; As diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, que orientam a elaboração curricular; As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Graduação em Administração, instituídas através da Resolução CNE/CES nº 4, de 13 de julho de 2005; A Resolução Nº 16/2015 - CONSEPE, que Regulamenta os Cursos de Graduação da UFPB,
RESOLVE:
¶Art. 1º Criar o Curso de Administração e Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Administração – Bacharelado, do Centro de Ciências Aplicadas e Educação do Campus IV, desta Universidade.
§ 1º Compreende-se o Projeto Político Pedagógico do Curso de Administração, como sendo o conjunto de ações sócio-políticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destinam a orientar a concretização curricular do referido Curso.
§ 2º As definições relativas à Caracterização do Curso, Justificativa, Histórico do CCAE, Objetivos do Curso, Perfil do Egresso, Competências, Atitudes e Habilidades e Campo de Atuação Profissional encontram-se relacionadas no Anexo I desta Resolução.
¶Art. 2º O Curso de Graduação em Administração, Bacharelado, tem como finalidade conferir o Grau de Bacharel aos alunos que cumprirem as determinações constantes da presente Resolução.
¶Art. 3º O Curso de Graduação em Administração, Bacharelado, com a duração mínima de 08 (oito) e máxima de 12 (doze) períodos letivos será integralizado com 3.000 (três mil) horas-aula, equivalentes a 200 créditos (duzentos) créditos.
Parágrafo único. Será permitido a matrícula em no máximo 25 (vinte e cinco) e no mínimo 17 (dezessete) créditos por período letivo.
¶Art. 4º A composição curricular, integrante do Projeto Político-Pedagógico, resulta de conteúdos fixados de acordo com as especificações abaixo apresentadas, sendo desdobrados conforme especificado no Anexo II desta Resolução. Composição Curricular
CONTEÚDOS
Carga Horária
Créditos
1. Conteúdos Básicos Profissionais 1.1 Conteúdos de Formação Básica
600
40
20%
1.2 Conteúdos de Formação Profissional
900
60
30%
1.3 Estágio Supervisionado
300
20
10%
2. Conteúdos Complementares 2.1 Conteúdos Obrigatórios
600
40
20%
2.2 Componentes Flexíveis
360
24
12%
2.3 Conteúdos Optativos
240
16
08%
TOTAL
3.000
200
100%
¶Art. 5º As modalidades de componentes curriculares serão as seguintes:
I – disciplinas;
II – atividades:
a) de iniciação à pesquisa e/ou extensão;
b) seminários - discussões temáticas;
c) atividades de monitoria;
d) elaboração de trabalho de conclusão de curso;
e) participação em eventos;
f) oficinas e congêneres;
III – estágios.
§ 1º Os Estágios Supervisionados estão incluídos nos conteúdos básicos profissionais, e terão duração de 300 (trezentas) horas/aula, equivalentes a 20 (vinte) créditos.
§ 2º Nos conteúdos complementares obrigatórios serão incluídas as disciplinas Pesquisa Aplicada (Metodologia do Trabalho Científico) e Métodos Quantitativos e Qualitativos que constituirão a base para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão do Curso – TCC.
§ 3º As modalidades de componentes previstas nos Incisos II e III deste artigo serão regulamentadas pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.
¶Art. 6º O Curso adotará o regime de créditos.
Parágrafo único. A estruturação curricular resultante da lógica de organização do conhecimento em períodos letivos, será feita conforme especificado no Anexo III.
¶Art. 7º O Projeto Político-Pedagógico de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso.
¶Art. 8º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 08 (oito) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sócio-político-educativas.
¶Art. 09. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 15 de fevereiro de 2018.
MARGARETH DE FÁTIMA MELO FORMIGA DINIZ Presidente
ANEXO I
Identificação do Curso, Justificativa, Objetivos do Curso, Perfil profissional, Competências e Habilidades, e Campo de Atuação
1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Identificação do Curso: Bacharelado em Administração
Modalidade: Bacharelado
Regime Acadêmico: créditos
Tempo para integralização curricular
Mínimo
08 (oito) períodos letivos
Máximo
12 (doze) períodos letivos
Limite de créditos por período letivo
Mínimo
17 (dezessete) créditos
Máximo
25 (vinte e cinco) créditos
Carga Horária Total
Bacharelado: 3.000 horas/ aula ou 200 créditos. Base Legal:
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96;
Resolução CONSEPE/UFPB nº 16 de 11 de maio de 2015;
Resolução CNE/CES nº 02 de 18 de junho de 2007;
Resolução CNE/CES nº 04 de 13 de julho de 2005.
2 HISTÓRICO DO CCAE
A Universidade Federal da Paraíba, ex-Universidade da Paraíba, criada pela Lei Estadual Nº 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e federalizada pela Lei Nº 3.835 de 13 de dezembro de 1960, é uma instituição autárquica, de regime especial, de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério de Educação, com sede e foro na cidade de João Pessoa e atuação no Estado da Paraíba. Em seu processo evolutivo, a UFPB passou por várias etapas diferenciadas. Até 2002, estava distribuída em sete campi: Campus I (João Pessoa), Campus II (Campina Grande), Campus III (Areia), Campus IV (Bananeiras), Campus V (Cajazeiras), Campus VI (Sousa) e Campus VII (Patos). Após criação da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), que abrangeu os Campi II, V e VI, a UFPB passou a ser composta de três campi: Campus de João Pessoa, Campus de Areia e Campus de Bananeiras. No ano de 2006, com o projeto de Expansão das Instituições Federais de Ensino Superior, e devido às agudas dificuldades socioeconômicas e educacionais que configuram a microrregião Litoral Norte do Estado, foi criado o Campus IV (Litoral Norte), com sede nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto. As condições de vida da população da referida microrregião, envolvendo 11 municípios, são expressas nos baixos indicadores sociais situados entre os piores da Paraíba: expectativa de vida na ordem de 58,7 anos, taxa de mortalidade infantil de 67,4 por 1.000 crianças nascidas até um ano de idade e a taxa de analfabetismo da população de mais de 15 anos de 46,0%. Em 2003, apresentava um PIB na ordem de R$ 492.656 mil, representando apenas 3,6% do PIB paraibano. A alta taxa de analfabetismo dos municípios do Vale do Mamanguape expressa a gravidade da situação educacional local, mesmo considerando a posição que ocupa o Estado, como detentor da terceira maior taxa de analfabetos entre os estados nordestinos. A este quadro se somam os crônicos problemas da educação básica brasileira, reconhecidos amplamente nos altos índices de repetência, evasão, distorção idade/séries que habitam as estatísticas educacionais nordestinas. Mesmo assim, os sistemas municipais de ensino vêm apresentando o crescimento ano a ano das matrículas no ensino fundamental, percebido pelo incremento das taxas do Ensino Médio, na ordem de 120,2%, na última década no Estado. De acordo com os dados veiculados em 2004, as populações de 18 a 24 anos na microrregião do Litoral Norte, totalizam 17.309 habitantes, constituindo-se numa significativa demanda para o ensino superior. Tal situação justificou a necessidade premente de desenvolvimento de ações educativas, culturais e tecnológicas com a criação de um campus da UFPB em
Mamanguape e Rio Tinto, apontando para a reconfiguração econômica da microrregião, bem como para o resgate da cidadania de sua população. A proposta ora apresentada, de criação do Curso de Bacharelado em Administração, insere-se na perspectiva de melhoria da qualidade da gestão dos empreendimentos privados, públicos e do Terceiro Setor existentes na região, de modo a contribuir não somente para um desenvolvimento econômico, mas também social e cultural da região.
3 JUSTIFICATIVA
A Universidade Federal da Paraíba tem como um de seus principais desafios a realização de ações voltadas para o desenvolvimento do Estado da Paraíba e, como consequência, um impacto mais direto na qualidade de vida de sua população. Num contexto nacional de melhorias nos indicadores sociais, a Paraíba ainda se configura como um Estado que precisa avançar muito em questões sociais e econômicas, sendo este quadro atual incompatível com o quantitativo de doutores e mestres formados no Estado. Neste sentido, há de se questionar o impacto do ensino no desenvolvimento local. Portanto, se faz necessária uma reorientação do processo formativo dos cursos ofertados pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), de modo a adequá-los às novas exigências sociais necessárias para um efetivo desenvolvimento. Isso impõe um debate que passa pelo perfil esperado do egresso e pela definição das práticas pedagógicas utilizadas para garantir uma formação que se oriente pelos contextos local, regional, nacional e internacional. É partindo desta compreensão, da necessidade de contribuir para um desenvolvimento local e sustentado, que se apresenta esta proposta de criação do Curso de Administração do Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE) da UFPB. Em termos de viabilidade desta proposta, vale antecipar a sinergia entre o curso de Bacharelado em Administração e o conjunto das outras licenciaturas já existentes no CCAE (Ciências Contábeis, Secretariado Executivo, Sistemas de Informação e Design), o que possibilita uma efetivação de novas práticas de formação de profissionais aptos a atuarem na região, fortalecendo assim, o eixo de negócios e desenvolvimento local para a região. Ainda em termos de viabilidade, é importante destacar a existência no quadro do CCAE de um contingente considerável de docentes, necessários para a implementação desta proposta,
fazendo-se necessário um investimento complementar em novas contratações que se justificam pela relação positiva do custo benefício. É importante destacar o diferencial do Curso de Bacharelado em Administração, pela UFPB, Campus IV, que virá para preencher uma lacuna existente nos atuais cursos de Administração existentes no Estado, que se refere especificamente à sua preocupação em formar profissionais que possam contribuir para o desenvolvimento local e sustentado, a partir de um planejamento em conjunto com os outros cursos já existentes no Centro. O Curso de Bacharelado em Administração – CCAE/UFPB, com foco no desenvolvimento local e sustentado, justifica-se, inicialmente, pela necessidade de formação de um gestor com perfil para compreender o atual momento do capitalismo, com suas crises e possibilidades, de modo a contribuir para um desenvolvimento que integre questões econômicas, sociais, culturais e ambientais. Neste sentido, é necessário considerar o crescimento do número de empresas de pequeno, médio e grande porte no Estado da Paraíba, sobretudo na região metropolitana de João Pessoa, da qual faz parte a microrregião do Vale do Mamanguape. Além deste fato, e pensando num desenvolvimento local, se faz necessário considerar a necessidade que as Prefeituras Municipais (principalmente de pequenos municípios) têm em relação a encontrar pessoas tecnicamente qualificadas para atuarem na gestão. A mesma demanda se apresenta em relação às organizações do Terceiro Setor, que hoje ocupam um lugar considerável na economia brasileira, mas que não encontram um profissional de gestão que seja preparado para atender às especificidades desse setor. Por último, mas não menos importante, uma série de outras modificações estão ocorrendo no modelo de sociedade capitalista, como o surgimento de alternativas como aquela proposta pela Economia Solidária, mas que também não encontra no ensino convencional da Administração o suporte necessário para a sua consolidação enquanto proposta alternativa de gestão. Outro aspecto deste contexto que precisa ser observado é o lado da demanda por cursos de Administração, que num cenário nacional situa-se como um dos cursos mais procurados. Segundo dados de pesquisa divulgada pelo MEC em 2011, existem 1.447 instituições que oferecem cursos de Administração presenciais e à distância, das quais 132 públicas e 1.315 privadas. No que se refere mais especificamente ao número de cursos presenciais, observa-se que em 2011 existiam 2.198 cursos, sendo 125 em instituições federais, 91 em instituições estaduais, 62 municipais e 1.920 em instituições privadas. Estes dados evidenciam a grande procura pelo curso e ao mesmo tempo mostra como a maior parte desta demanda vem sendo atendida pela iniciativa privada. É importante ressaltar, no que se
refere à concorrência para ingressar no curso, que esta é maior (na ordem de 4,4) nas universidades, e muito menor naquelas instituições privadas (na ordem de 1,3) responsáveis pelo maior número de vagas ofertadas. Isso demonstra também o grande espaço que pode ser ocupado pela universidade pública no país na área de administração. Quando se trata especificamente da Paraíba, é possível perceber que 101.647 foram matriculados em cursos de Administração, dos quais 62.328 foram em instituições públicas e 39.319 em instituições privadas. Entre as públicas, 45.121 estiveram matriculados em instituições federais e 17.207 em estaduais. Ainda desse montante, 57.968 foram matriculados em universidades, 7.964 em Centros Universitários, 31.355 em Faculdades e 4.360 em IF e CEFFT. Quando se trata de pensar em sinergias com outros cursos, como já antecipado, a sinergia entre o curso de Bacharelado em Administração com outros cursos da UFPB/CCAE, como Ciências Contábeis, Secretariado Executivo, Sistema de Informação e Design, apresenta-se como uma possibilidade de interação inter e multidisciplinar. Pensando de maneira ainda mais ampla no processo de ensino, aqueles discentes que desejarem continuar sua vida acadêmica através de um mestrado e doutorado, encontram estas oportunidades na área de Administração dentro da própria UFPB/Campus I, além de outras duas universidades federais situadas próximas à região do Vale do Mamanguape (UFRN – Natal e UFPE – Recife). Em termos estratégicos, a proposta de criação do Curso de Bacharelado em Administração alinha-se aos objetivos estratégicos do último Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFPB, sobretudo no que se refere ao seu segundo objetivo estratégico:
O segundo objetivo estratégico reflete a vocação histórica da UFPB, no âmbito dos Sistemas Nacional, Regional e Local de Ciência, Tecnologia e Inovação, pelos quais a instituição sempre desempenhou um papel de liderança acadêmica em suas diversas áreas de conhecimento. Essa consciência de sua grandeza, e da responsabilidade ética que esta implica junto à sociedade brasileira e paraibana, torna obrigatória a permanente perspectiva de manter a UFPB como referência regional e nacional, com o conjunto de suas áreas acadêmicas na fronteira do conhecimento e buscando liderar os avanços científico-tecnológico-inovativos em vários segmentos. Vale ressaltar que o Projeto Pedagógico do Curso de Administração da UFPB/CCAE, em suas dimensões técnica e política, está fundamentado de acordo com a Lei n° 9.394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LBDEN e nas normas de implementação segundo os seguintes ordenamentos legais: Resolução CNE/CES 04/2005, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração; Resolução
CNE/CES 02/2007, que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
4 MARCO TEÓRICO
Entende-se que a educação do indivíduo para a vida cidadã não perpassa apenas o seio familiar, mas também o ensino, no intuito de preparar a pessoa para exercer funções sociais e se aperfeiçoar para as oportunidades ligadas à empregabilidade. Nesse sentido, conforme Kenski (2007), o ambiente do ensino se pauta pela intensificação das oportunidades de aprendizagem e autonomia em relação à busca de conhecimentos, à definição de seus caminhos e à liberdade. Logo, o ensino superior é visto como uma via para o desenvolvimento de habilidades e para introduzir transformações nas pessoas, construindo uma sociedade do conhecimento (SOSTER, 2011). Para Colossi (1990), o ensino superior é uma instituição social, exercendo o papel de formar a elite intelectual e científica a que serve. Não se pode reduzi-lo a uma perspectiva instrumentalista, preparando o homem apenas para o mercado de trabalho, visto que o ensino pode redefinir os rumos da sociedade em termos de melhoria da qualidade de vida e da ação cidadã. Desse modo, Luz, Melo e Angelo (2005) defendem a posição da universidade como uma das mais importantes instituições sociais devido à sua pluralidade de ideias, criatividade, dinamicidade e potencial gerador de pesquisas científicas e tecnológicas transformadoras da sociedade. Assim, as universidades, de maneira geral, se preocupam com o avanço e a aplicação do conhecimento na realidade de seu meio, em que o ensino é o momento da transmissão do saber, que deveria ser realizada por meio da integração entre aluno e professor a partir de um ensino teórico-prático (DOMINGUES; KUHNEN; KESTRING, 2003). Sabe-se que a introdução do ensino superior no Brasil ocorreu em 1808, ainda na época imperial, de forma precária e dissociada da prática. Somente em 1827 surgiu a primeira normatização de acesso ao ensino superior no país (SAVIANI, 2010; SOUZA, 2011) e, paulatinamente, foram introduzidos outros cursos superiores. Como o Brasil pertence a um grupo de países que consideravam, durante boa parte do século XX, a industrialização como o caminho seguro e natural para o desenvolvimento econômico (VALE; BERTERO; SILVEIRA, 2013), passou-se a investir no curso de Administração para adotar modelos de gestão que contribuíssem para esse processo. Em outras palavras, o surgimento do curso é consequência da ideia de um modelo desenvolvimentista, na qual se pretendia estimular o desenvolvimento econômico do país por meio da viabilização de práticas de gestão.
Dessa forma, o curso de Administração surge em 1941 na Escola Superior de Administração de Negócios (ESAN/SP), inspirado no modelo do curso da Graduate School of Business Administration da Universidade de Harvard. Em seguida, de acordo com os dados apresentados no site do Conselho Regional de Administração da Paraíba, é criada a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. Na década de 1950, aparece a primeira faculdade com foco na Administração Pública pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (EBAPE/FGV) no Rio de Janeiro. Somente em 1965 a profissão é regulamentada, conforme o site do Conselho Federal de Administração, por meio da Lei nº 4.769, de 09 de setembro de
1965. A partir da promulgação dessa lei, o acesso ao mercado profissional passa a ser privativo dos portadores de títulos expedidos pelo sistema universitário. No período compreendido entre os anos 1940 a 1960, houve uma proliferação de cursos específicos para Administração Pública que acompanhavam a diversificação de seu modus operandi, destacando-se no Nordeste as seguintes instituições públicas: Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1959, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) também em 1959, e a Universidade Estadual do Ceará (UECE) em 1961 (COELHO, 2006). Nessa época, surgiram várias escolas de Administração pelo Nordeste, tendência que foi potencializada pela abertura de novos cursos na década de 1970. O ensino de graduação em Administração no Nordeste brasileiro surgiu em 1959 na UFBA (FISCHER, 1984; RIBEIRO, 2011), com uma formação orientada para a Administração Pública. Na verdade, o curso de Administração com ênfase em finanças, segundo Ribeiro (2011), foi criado em 1931 no Estado da Bahia, mas foi substituído pelos cursos de Ciências Econômicas e Contábeis no ano de 1945. Entretanto, em 1959 foi criada a escola de Administração, antes mesmo da mudança de denominação de Universidade da Bahia para Universidade Federal da Bahia, que ocorreu em 1965. Para Araújo (2004), a força na vertente da Administração Pública pode ter sido caracterizada pelo cenário oportuno proporcionado pelo Governo Federal, já que uma das características especiais da economia do Nordeste é o relevante papel desempenhado nos anos recentes pelo setor público. Nas demais regiões brasileiras, o Estado também patrocinou fortemente o crescimento econômico. Entretanto, no Nordeste, sabe-se que sua presença foi o fator determinante da intensidade e dos rumos do dinamismo ocorrido nas décadas de 1970, 1980 e início de 1990. Todavia, nos dias atuais, tanto a vertente de Administração Pública como a de Empresas se tornaram importantes para o desenvolvimento da região. Portanto, o ensino de Administração no Brasil adotou o modelo de negócios gerencialista norte-americano a partir da metade do século XX e que perdura até os dias de
hoje. Entretanto, para configurar um ensino mais voltado à realidade nacional, bem como contemplando as singularidades regionais, é preciso investir, valorizar e reconhecer a produção acadêmica nacional. Rosa e Alcadipani (2013) comentam que é imprescindível resgatar as fissuras do discurso colonial, adotando uma postura de redução sociológica para compreender as nuances da realidade social e organizacional brasileira, que se desvenda pela diversidade regional. Por fim, percebe-se o quanto é relevante um resgate do processo de desenvolvimento do ensino de Administração para perceber que caminhos são possíveis para uma formação qualificada dentro da realidade dos estudantes de graduação em Administração do contexto local.
5 OBJETIVOS DO CURSO
O curso de Bacharelado em Administração do Campus IV da Universidade Federal da Paraíba apresenta os seguintes objetivos, formulados de maneira a viabilizar a inserção do egresso no contexto organizacional ou científico:
5.1 Objetivo Geral
Formar administradores, desenvolvendo o poder de análise e decisão, pautados na ética e sustentabilidade, contribuindo assim para o desenvolvimento organizacional, econômico, político e social das instituições e do seu entorno.
5.2 Objetivos Específicos
Oportunizar as ações que contribuam para desenvolver o pensamento reflexivo e crítico do egresso;
Proporcionar formação adequada na área da administração, tomando como valores a sustentabilidade, responsabilidade social, ética profissional e interesse social;
Incentivar o desenvolvimento de pesquisas em administração e entre as áreas afins e extensão universitária, promovendo a disseminação e troca de conhecimentos;
Formar profissionais capazes de contribuir com o desenvolvimento sustentável da região.
6 PERFIL DO EGRESSO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
O Curso de Administração do Campus IV da UFPB estabeleceu seus objetivos em consonância com as Diretrizes Curriculares (Cf. Resolução CNE/CES nº 4/2005, art. 3º). Deste modo, refletindo sobre o “para que o curso existe”, almejando realizar uma formação efetiva, pretende desenvolver e fortalecer competências e habilidades em seus egressos que permitam:
a) Pensamento estratégico para reconhecer problemas e desenvolver soluções para os diversos tipos organizacionais;
b) Capacidade de comunicação para liderar processos de negociação internos e externos às organizações;
c) Pensamento crítico sobre a esfera da produção, compatibilizando questões relacionadas com a sustentabilidade socioambiental;
d) Capacidade empreendedora para atuar como empreendedor individual ou intraempreendedor, em organizações públicas, privadas e do terceiro setor;
e) Geração de conhecimentos que permitam fortalecer os processos de aprendizagem nas organizações, contribuindo para a evolução destas de modo a acompanharem as mudanças pelas quais as sociedades passam;
f) Capacidade para uma atuação multicultural, compreendendo as especificidades locais, de modo a desenvolver negócios compatíveis com os diversos contextos sociais, econômicos, culturais, políticos e tecnológicos; e
g) Habilidade para criar e sustentar uma cultura de inovação nos diferentes tipos de organizações.
O perfil do egresso almejado pelo curso de Administração do Campus IV da UFPB efetiva-se através de uma prática pedagógica norteada pela compreensão ampla sobre o que significa educar. Isso significa que este curso ocupa-se não apenas com a dimensão técnica da formação, mas incorpora uma dimensão social, política, histórica e cultural. Deste modo, a formação profissional que aqui se pretende, forma o administrador para atuar no mundo do trabalho, ou seja, na gestão das organizações, no empreendedorismo, no ensino, na pesquisa, e de um modo mais amplo, na busca de solução para os problemas que atingem a sociedade. Portanto, os processos de aprendizagem necessários para desenvolver as competências e habilidades desejadas para o egresso do Curso de Administração do Campus IV da UFPB, devem se pautar em: ação e experiências. Estas devem se organizar a partir de um conjunto de atividades que se materializam nos planos de ensino das disciplinas e nas ações extracurriculares.
7 COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES
Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais, o egresso do curso de graduação em Administração da UFPB/Campus IV estará devidamente qualificado para atuar em questões técnicas, científicas, sociais e econômicas de cunho gerencial, participando efetivamente do processo de tomada de decisão organizacional a partir da assimilação de informações, de postura flexível e intelectual e da compreensão da adaptação frente aos diferentes contextos deliberados e emergenciais. Assim, o processo formativo do discente busca o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes correspondentes às situações por ele vividas no campo organizacional, bem como no meio social para contribuir com afinco no avanço da sociedade por meio do seu papel de administrador. Desse modo, tendo como base a Resolução CNE/CES nº 04/2005,
Art. 4º, o curso de Administração da UFPB/Campus IV deve propiciar oportunidades para que o formando tenha as seguintes competências e habilidades:
I - Reconhecer, definir e buscar soluções para os problemas organizacionais, de forma ética, crítica e reflexiva;
II - Pensar estratégica e sistemicamente, em nível local, regional, nacional e internacional; considerando as dimensões políticas, econômicas, ambientais e culturais;
III - Comunicar-se e expressar-se de maneira compatível com o exercício profissional;
IV - Raciocinar de forma lógica, criativa e analítica para atuar criticamente na esfera organizacional;
V - Operar com valores e formulações matemáticas auxiliando no processo de tomada de decisões;
VI – Exercer iniciativa política, administrativa e de aprendizagem, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
VII - Capacidade de articular conhecimentos da vida e da experiência cotidiana para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptável e flexível;
VIII - Capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações, consultoria em gestão, pareceres e perícias administrativas. Portanto, a formação do aluno do Curso de Administração da UFPB/Campus IV está orientada pelos dispositivos normativos do CNE e balizada pela Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015 referente ao Regulamento dos Cursos de Graduação Regulares no âmbito da
UFPB, demonstrando conformidade com o Art. 19, Inciso VI. O quadro a seguir sintetiza a ênfase dada no processo de ensino-aprendizagem. Quadro 1: Competências, habilidades e atitudes COMPETÊNCIAS HABILIDADES E ATITUDES Capacidade de aprender a aprender
Capacidade interpessoal
de
relacionamento
Capacidade empreendedora
Capacidade de criar modelos de gestão e desenvolver planejamentos estratégicos e operacionais
Capacidade holística
de
desenvolver
visão
Capacidade de refletir e agir de forma ética e transparente
Autonomia intelectual, análise crítica, abertura a mudanças, motivação, inovação e percepção do ambiente. Comunicação com seus pares, valorização dos saberes, respeito pela diversidade, trabalho em equipe, liderança e cooperação. Iniciativa, criatividade, visão sistêmica, gerenciamento de riscos, intuição, abertura aos desafios, tomada de decisões em contextos distintos. Compreensão da necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional, agente transformador, opinião analítica, reflexiva e crítica, inovação, conhecimentos científicos e tecnológicos. Avaliação de impactos sociais, ambientais e econômicos, desenvolvimento sustentável, noção macro e micro ambiental, pensamento global e local. Ação pautada em princípios morais de valorização da vida, responsabilidade socioambiental, sentimento de interesses coletivos, trabalho em equipe e transformação social.
Percebe-se, com base no quadro 1, um conjunto de competências, habilidades e atitudes congruentes com a formação do administrador, em conformidade com a proposta do curso e com o contexto da região onde está inserido o Campus IV da UFPB.
8 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
A competitividade do campo organizacional, bem como as novas formas de negócio dela consequentes, impõem uma nova necessidade por parte da gestão dos negócios: a eficiência dos processos de gerência e mudanças comportamentais das organizações. Nesse sentido, observa-se que a amplitude do mercado de trabalho para o Administrador está cada vez maior. Assim, requer deste profissional uma capacitação para lidar com mudanças constantes de um ambiente volátil, novas formas de aprendizado e criatividade, além de
estimular uma consciência de seu papel como atuante na sociedade no que concerne ao seu desenvolvimento social. O campo de atuação do Administrador é amplo e se estende, como afirma Cunha (2010) além das empresas, cuja atuação está voltada para o mercado com o fim de atingir ganhos econômicos e utilitários. No entanto, como ressalta Cunha (2010), é premente a necessidade de romper com a ideia do resultado financeiro como fim único (ou principal), e reconhecer que a empresa é um ator relevante da sociedade, e como tal, responsável direto pelo seu equilíbrio nas diversas dimensões (econômica, ambiental, social, etc.). Dessa forma, o Administrador pode atuar no planejamento estratégico das organizações, na área financeira, na auditoria e controladoria; no setor de recursos humanos, vendas, produção, gestão de projetos e de processos. Além disso, pode se dedicar à área de logística, de tecnologia da informação, marketing, sistemas de informações e inovação tecnológica, direcionando os resultados em todas aquelas dimensões postas. Ademais, a sua vocação, segundo França Filho (2003), abarca também as esferas do Estado e da sociedade
civil. No espaço “público-estatal ela é caracterizada pela orientação (em tese) para fins públicos (comuns) gerindo as políticas sociais nas esferas públicas constituintes. Um dos maiores desafios, no entanto, é romper com a cultura política tradicional de clientelismo e com práticas comprometidas com interesses próprios ou de pequenos grupos” (CUNHA, 2010). O campo da sociedade civil, devido ao predomínio da informalidade, o que gera enormes dificuldades na gestão de recursos e a pouca disponibilidade de ferramentas adequadas à sua gestão, caracteriza-se por ser um campo em crescimento, também pelo fato de ser pouco ocupado por administradores, talvez pela própria orientação ou ênfase na sua formação, conforme afirma Cunha (2010). Por isso, o Administrador precisa compreender as nuances das organizações que estão ao seu entorno, para que sua atuação profissional se torne efetiva e promova o desenvolvimento da região a partir de uma articulação da visão sistêmica para a problematização localizada. É salutar a inserção deste profissional no seu ambiente para que ele tenha a possibilidade de aplicar os conhecimentos adquiridos durante sua formação em seu campo de atuação, aperfeiçoando a gestão das organizações locais. A região Nordeste tem se destacado pela crescente procura da população por uma formação superior, de acordo com relatórios referentes à última década, disponibilizados na Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego. Sabe-se que o ensino em Administração se destaca dentre os cursos mais requisitados pela sociedade, em
função da sua relevância para um campo organizacional capaz de oferecer o bem-estar no meio social. Desse modo, considerando-se o período 2003-2013, o número de ingressantes em cursos de graduação aumentou 76,4% no país. No que se refere ao curso de Administração, é um dos que tem se propagado pelo país, representando recentemente 800 mil matriculados, conforme dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), relativos ao Censo da Educação Superior 2013. No município de Mamanguape, cuja população estimada para 2015, segundo dados do IBGE (2010) é de 44.369 habitantes e o IDH é 0,585, percebe-se um crescimento no número de empresas atuantes de 34,5% entre 2006 e 2013, passando de 496 empresas, em 2006, para 667 em 2013. Ainda segundo o IBGE (2010), estas empresas ocupam cerca de 6.000 funcionários assalariados. Além disso, existem 80 Fundações privadas e Associações sem fins lucrativos na região. Números semelhantes podem ser percebidos nos municípios que compõem a região do Vale do Mamanguape, apontando o crescimento da população e do número de organizações existentes nestas cidades. Percebe-se também que o campo de atuação do Administrador no Nordeste tem sido conduzido para a esfera pública, comércio e serviços, como revelam os dados a seguir, adaptados dos dados da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego.
SETOR/ESTAD OS - VALOR EM % 2000/2013 Extrativa Mineral Indústria de Transformação
Serviços Industriais Utilidade Pública Construção
Civil Comércio
de
MA
PI
CE
RN
PB
PE
AL
SE
0,22 / 0,34
0,68 / 0,2
7,2/ 5,99
8,32 / 6,6
0,39 / 0,24 20,7 8/ 17,6 4
1,51 / 1,82 12,9 2/ 10,8 4
0,44 / 0,22 13,2 8/ 12,2 9
0,16 / 0,16 14,6 2/ 13,6 4
0,18 / 0,2 22,4 5/ 18,2 4
0,62 / 1,13 10,8 3/ 11,6 2
1,63 / 0,77
1,75 / 1,14
0,94 / 0,52
0,91 / 1,03
1,94 / 1,16
1,51 / 1,11
1,03 / 1
1,47 / 1,47
5,89 / 8,08 15,1 6/ 19,8
5,42 / 8,39 15,0 3/ 19,1
4,01 / 5,66 13,4 9/ 17,3
4,38 / 6,77 13,2 1/ 19,1
3,85 / 7,13 10,8 / 15,2
4,94 / 8,26 14,3 3/ 17,8
3,73 / 6,53 11,8 2/ 17,6
5,35 / 7,36 14,1 5/ 16,1
BA
0,5/ 0,7 8,97 / 9,9 1,31 / 0,96 5,2/ 7,41 16,5 8/ 19,2
TO TA
L 0,46 / 0,5 13,3 8/ 12,2 5 1,34 / 0,96 4,77 / 7,27 14,3 7/ 18,1
Serviços
Administração Pública
Agropecuária, Extração Vegetal, Caça e Pesca
25,3 8/ 25,8 5 42,9 4/ 36,5 8
6 20,7 8/ 26,5 5 46,4 7/ 35,9 5
8 27,7 5/ 30,4 1 31,1 2/ 26,4 2
7 23,2 7/ 28,2 6 38,8 7/ 29,6 4
8 20,9 3/ 22,9 7 45,3 / 38,8 7
3 28,2 4/ 33,2 8 31,3 1/ 23,1 8
1,57 / 2,59
1,55 / 2,02
1,51 / 1,73
4,92 / 2,47
3,47 / 2,07
4,88 / 2,55
3
33,0 2/ 30,4 7
4 25,5 9/ 30,6 2 38,4 / 28,5 8
6 31,3 / 32,6 2 31,5 4/ 25,2 8
7 26,9 1/ 29,9 4 34,8 8/ 28,2 5
7,34 / 1,88
3,58 / 3,06
4,6/ 3,86
3,89 / 2,67
20,4 4/24 ,05
Tais estatísticas reforçam a reflexão acerca da importância de um curso de graduação em Administração que enseja o desenvolvimento das formas organizacionais locais, valorizando a região em termos sociais, políticos e econômicos.
ANEXO II
COMPOSIÇÃO CURRICULAR DO CURSO
Em respeito ao exposto no Art. 5° da Resolução CNE/CES n° 04/2005, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bem como o que traz o Art. 20 da Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015, os componentes curriculares adotados para o Curso de Administração – UFPB/CCAE - contemplam as seguintes áreas do conhecimento, a saber: Conteúdos de Formação Básica; Conteúdos de Formação Profissional; Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias e Conteúdos de Formação Complementar. Os conteúdos de cada área estão relacionados ao processo de formação do Administrador como um profissional dinâmico, inserido no seu contexto histórico, social, econômico e político. Deste modo, o desenho curricular do Curso de Administração está organizado em 8 períodos e apresenta as disciplinas subdivididas de acordo com o que estabelecem as Resoluções CNE/CES nº 04/2005 e CONSEPE/UFPB nº 16/2015: Conteúdos de Formação Básica: conteúdos teóricos e práticos fundamentais relacionados com estudos antropológicos, sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da informação e comunicação e das ciências jurídicas, indispensáveis para a formação básica dos alunos do Curso. Estes conteúdos compõem o quadro de conteúdos básicos profissionais de caráter obrigatório, em atendimento ao que consta na Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015; Conteúdos de Formação Profissional: estão incluídos os conteúdos fundamentais da formação profissional do aluno, visando à ampliação da formação do discente, bem como, a capacitação técnica nas diversas áreas de atuação do administrador, contribuindo para uma formação mais dinâmica e generalista do profissional. Estes conteúdos também compõem o quadro de conteúdos básicos profissionais de caráter obrigatório, em atendimento ao que consta na Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015; Conteúdos da Formação Complementar: Estes conteúdos compõem o quadro de conteúdos complementares, constituídos por componentes de aprofundamento, divididos em complementares obrigatórios, optativos e flexíveis, em atendimento ao que consta na Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015. São direcionados os estudos opcionais de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando. Dentre os
Conteúdos da Formação Complementar estão contemplados os componentes curriculares optativos, que são responsáveis pelo desenvolvimento de competências e habilidades que reflitam a heterogeneidade das demandas sociais, bem como fortaleçam o foco principal do curso, ou seja, ajudem a construir o perfil desejado do formando, contemplando a formação plena do administrador. Já as Atividades Complementares Flexíveis são constituídas por conteúdos livres, tais como: congressos, seminários, colóquios, oficinas, projetos de ensino, pesquisa e extensão, programas de tutoria, disciplinas de áreas afins e outras atividades definidas por meio de Resolução específica do Colegiado do Curso. Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias: incluem-se as formações nas áreas de estudos quantitativos e tecnológicos, dotando o discente de conhecimentos teóricopráticos da utilização de modernas tecnologias de informação e comunicação no exercício de sua profissão, bem como, de que maneira tais tecnologias podem dinamizar e melhorar os processos de gestão de organizações sociais. Estes conteúdos também compõem o quadro de conteúdos complementares, em atendimento ao que consta na Resolução CONSEPE/UFPB nº 16/2015. Dentre a lista de componentes curriculares optativos, o aluno deverá escolher seis, que correspondem a 360 (trezentas e sessenta) horas.
ÁREAS DE FORMAÇÃO
Os componentes curriculares propostos foram distribuídos segundo as áreas de formação conforme os quadros a seguir:
1.
Conteúdos de Formação Básica Profissional
CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO Conteúdos básicos Formação Básica profissionais, de Formação Profissional caráter obrigatório Conteúdos Formação Complementar complementares, distribuídos entre Estudos Quantitativos e obrigatórios, suas Tecnologias optativos e flexíveis Total da Carga Horária
Carga Horária (%)
Número de Créditos
Carga Horária
52
780
26%
88
1.320
44%
32
480
16%
28
420
14%
200
3.000h
70%
30%
100%
1.1
Conteúdos de Formação Básica ÁREAS
ESTUDOS ECONÔMICOS
COMPONENTES CURRICULARES Economia e Desenvolvimento Teoria macroeconômica
PRÉREQUISITO -
04
60
Economia e Desenvolvimento
04
60
04
60
04
60
04
60
04
60
04
60
Instituições do Direito Público e Privado CIÊNCIAS JURÍDICAS
TECNOLOGIAS E GESTÃO DA INFORMAÇÃO
CRÉDITOS CH
Instituições do Direito Administrativo Direito Público e Privado Instituições do Relações do trabalho e Direito Público e Direito Empresarial Privado Tecnologias da informação e comunicação Tecnologias da Gestão da informação e do informação e conhecimento comunicação
CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Contabilidade Geral
-
04
60
ESTUDOS FILOSÓFICOS E ÉTICA
Introdução a Filosofia
-
04
60
ESTUDOS ÉTNICORACIAIS
Antropologia Filosófica: raça, etnia e identidade
04
60
04
60
ESTUDOS PSICOLÓGICOS ESTUDOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS
Psicologia aplicada
Introdução a Filosofia -
Comportamento organizacional
Psicologia aplicada
04
60
-
04
60
52
780
CRÉDITOS
CH
04
60
04
60
04
60
04
60
Sociologia do trabalho TOTAL
1.2
Conteúdos de Formação Profissional/ Estágio Supervisionado ÁREAS
COMPONENTES CURRICULARES
PRÉREQUISITO
Teorias da Administração I TEORIAS DA Teorias da ADMINISTRAÇÃO E Teorias da Administração II Administração I DAS ORGANIZAÇÕES Processos organizacionais Teorias da ADMINISTRAÇÃO DE Gestão estratégica de Administração II/ RECURSOS pessoas Gestão Estratégica HUMANOS
Gestão de pessoas nas organizações ADMINISTRAÇÃO DE Marketing MERCADO E MARKETING Marketing e sociedade Gestão da produção Planejamento e controle da ADMINISTRAÇÃO DE produção MATERIAIS, Logística e cadeia de PRODUÇÃO E suprimentos LOGÍSTICA Gestão de estoques ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
Gestão financeira e orçamentária
ADMINISTRAÇÃO DE Gestão de Sistemas de SISTEMAS DE Informação INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Gestão Estratégica Empreendedorismo Responsabilidade socioambiental corporativa
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE SERVIÇOS
Gestão pública e social Administração para o Terceiro Setor Gestão de Projetos
Estágio supervisionado I ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Estágio supervisionado II TOTAL
Gestão estratégica de pessoas Teorias da Administração II
04
60
04
60
Marketing Teorias da Administração II
04
60
04
60
Gestão da produção Planejamento e controle da produção Logística e cadeia de suprimentos Matemática Financeira/ Teorias da Administração
II Tecnologias da Informação e Comunicação Teorias da Administração II Gestão Estratégica Teorias da Administração II/ Sociologia do trabalho Responsabilidade
04
60
04
60
04
60
04
60
04
60
04
60
04
60
04
60
socioambiental corporativa Gestão pública e social
04
60
04
60
04
60
06
90
06
90
88
1320
Gestão pública e social Processos organizacionais/ Gestão Financeira e Orçamentária/ Marketing e sociedade/ Planejamento e controle da produção/ Gestão Estágio pública e social/ supervisionado I Gestão de pessoas nas organizações/ Empreendedorismo
2. Conteúdos Complementares 2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios ÁREAS
COMPONENTES CURRICULARES
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CH
Matemática Básica
04
60
Pesquisa Aplicada
-
04
60
Matemática Básica
-
04
60
Estatística Aplicada
Matemática Básica
04
60
Métodos Quantitativos e Qualitativos
Pesquisa Aplicada
04
60
Trabalho de Conclusão de Curso
Pesquisa Aplicada/ Métodos Quantitativos e Qualitativos
08
120
28
420
CRÉDITOS
CH
Optativos
24
360
Atividades Complementares Flexíveis
08
120
TOTAL
32
480
Matemática Financeira PESQUISA OPERACIONAL
MODELOS MATEMÁTICOS E ESTATÍSTICOS
TCC
TOTAL
2.2 Conteúdos Complementares Flexíveis ÁREAS ESTUDOS OPCIONAIS E DE CARÁTER TRANSVERSAL
COMPONENTES CURRICULARES
2.3 Conteúdos Complementares Optativos ÁREAS/ DEPARTAMENTO
LETRAS/ DL
COMPONENTES CURRICULARES
-
04
60
Espanhol instrumental
-
04
60
Inglês instrumental
-
04
60
04
60
-
04
60
Economia regional
Economia e desenvolvimento
04
60
Economia brasileira
Economia e desenvolvimento
04
60
Mercado financeiro e de capitais
Matemática financeira
04
60
04
60
Libras – Língua Brasileira de Sinais
DIREITO/ DCSA
CRÉDITOS CH
Português instrumental
Língua Inglesa II
ECONOMIA/ DCSA
PRÉREQUISITO
Direito no Terceiro Setor
Inglês instrumental
-
ADMINISTRAÇÃO/ DCSA CIÊNCIAS CONTÁBEIS/ DCSA CIÊNCIAS SOCIAIS/ DCS
Tópicos em aprendizagem e competências nas organizações
Gestão estratégica
04
60
Contabilidade de custos e gerencial
-
04
60
Introdução a Psicologia
-
04
60
Sociologia nas organizações
-
04
60
6º Antropologia Filosófica: raça, etnia e identidade DCS (4)
7º Estágio Supervisionado
I 8º Estágio Supervisio nado II
DCSA (6) Gestão de Sistemas de Informação
DCSA (6) Trabalho de Conclusão de Curso
FLUXOGRAMA
1º Matemática Básica
2º Matemática Financeira
3º Pesquisa Aplicada
DCSA
DCSA (4)
DCSA
(4) Economia e Desenvolvi mento
(4) Estatística Aplicada
Contabilidade Geral
DCX
DCSA
(4)
(4)
Tecnologias da Informação e Comunicaçã o DCX (4) Teorias da Administra ção I
Teoria macroeconô mica
Direito Administrativo
DCSA (4) Introdução a Filosofia
DCSA (4) Instituições de Direito Público e Privado
DCSA (4)
DCS (4) Processos Organizacio nais DCSA (4) 24 créditos
4º Métodos Quantitati vos e Qualitativos DCSA (4)
5º Comportamento Organizacional
Marketing
Marketing e Sociedade
DCSA
DCSA (4)
DCS (4)
Optativa 1
(4)
DCSA (4)
Teorias da Administra ção II
DCSA (4) Sociologia do trabalho
DCSA (4)
Gestão Financeira e Orçamentá ria
(4)
DCSA (4)
Gestão Pública e Social
Empreendedo rismo
Gestão de Projetos
DCSA (4)
DCSA
DCSA
(4)
(4)
Logística e Cadeia de Suprimentos
Gestão de Estoques
DCSA (4) Gestão Estratégica
Gestão da Produção
Planejamento e controle da Produção
DCSA (4)
DCSA (4)
DCSA (4)
Gestão da informação e do conhecimento
Psicologia Aplicada
Relações de Trabalho e Direito Empresarial
Optativa 2
DCS
DCSA (4)
(4)
DCSA (4)
Gestão de pessoas nas organizações
Optativa 3
Optativa 4
DCSA (4)
(4)
(4)
24 créditos
24 créditos
26 créditos
DCSA (4)
DCS (4)
Responsabilidad e socioambiental corporativa DCSA (4)
24 créditos
24 créditos
DCSA (4) 24 créditos
Optativa 5
(4)
Optativa 6
DCSA DCSA (4)
(4) Gestão estratégica de pessoas
DCSA (8)
(4) Administração para o Terceiro Setor
(4)
22 créditos
* As Atividades Complementares Flexíveis serão realizadas do 1º ao 7º período letivo e devem totalizar 08 Créditos (120 horas)
ANEXO III EMENTAS DAS DISCIPLINAS
GRUPO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS PRIMEIRO PERÍODO BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Conjuntos e subconjuntos. Funções de 1º e 2º graus. Aplicações de funções: receita, custo e lucro. Exponenciais e logaritmos. Matrizes e sistemas lineares. Limites e continuidades. Derivadas. Integrais.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Matemática para Administração. 1ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2010. - SILVA, Ermes Medeiros; SILVA, Elio Medeiros; SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática para os Cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. São Paulo: Atlas, 2008. - MUROLO, Afrânio Carlos; BONETO, Giácomo Augusto. Matemática aplicada à administração, economia e contabilidade. São Paulo: Pioneira. 2004.
Economia e desenvolvime nto
A problemática do desenvolvimento econômico: conceitos e indicadores. A economia política do desenvolvimento, pioneiros e a tradição cepalina. Novas visões do desenvolvimento. Os principais problemas de desenvolvimento econômico recente. A política econômica e a intervenção em nível conjuntural.
- ALENCAR JUNIOR, José Sydrião et. al. Celso Furtado e o desenvolvimento regional. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2005. - BRUM, Argemiro. Desenvolvimento econômico brasileiro. 25. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. - FURTADO, Celso. Teoria e política do desenvolvimento econômico. 10. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000. SOUZA, Nali de Jesus de. Desenvolvimento econômico. Editora Atlas, 2012.
3
Tecnologias da Informação e Comunicação
Conceito e ferramentas da TI. Fluxos de comunicação mediados pelas TIC. Sistemas operacionais e linguagens de aplicação (Windows/Linux; Microsoft Office). Gestão de dados. TIC aplicadas à gestão organizacional.
- DATE, Christopher J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 8 ed. São Paulo: Campus, 2004. - OLIVEIRA, Fátima Bayma. Tecnologia da informação e da comunicação: articulando processos, métodos e aplicações. Rio de Janeiro: E-papers: FGV, 2009. - TURBAN, E.; VOLONINO, L. Tecnologia da Informação para Gestão: em busca de um melhor desempenho estratégico e operacional. 8. ed. Porto Alegre: Bookman Editora, 2013.
4
Teorias da Administraçã oI
Análise crítica da história da organização do trabalho. Antecedentes históricos da Administração. A Administração como ciência. Fundamentos da Administração e suas perspectivas. Funções, papéis e habilidades do Administrador.
- CARAVANTES, Geraldo R.; PANNO, Cláudia C.; KLOECKNER, Mônica C. Administração: teorias e processos. São Paulo: Editora Pearson/Prentice Hall. 2006. - FERREIRA, Ademir Antônio, e outros. Gestão Empresarial. São Paulo: Pioneira, 2000. - SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
- SILVA, Ermes Medeiros, SILVA, Élio Medeiros, SILVA, Sebastião Medeiros, Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2009. - WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. São Paulo: Harbra. 2001. - MORETTIN, Pedro Alberto; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Cálculo: funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2005. - BUVINIC, Mayra; MAZZA, Jaqueline; DEUTSCH, Ruthanne. Inclusão social e desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Campus, 2004. - FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. - LANGONI, Carlos Geraldo. Distribuição de renda e desenvolvimento econômico no Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2005. - SOUZA, Nali de Jesus de. Desenvolvimento regional. São Paulo: Atlas, 2009. - AFONSO, Adriano (Org.). Manual de Tecnologias da Informação e Comunicação e OpenOffice.org. 2. ed. Lisboa: ANJAF, 2010. - TANENBAUM, Andrew S. Redes de computadores. Traduzido por Vandenberg D. de Souza. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. - TENÓRIO, F. G. Tecnologia da informação transformando as organizações e o trabalho. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. - MAXIMIANO, A. C. Teoria Geral da Administração: da escola científica à competitividade em economia globalizada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. - MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução industrial. São Paulo: Atlas, 2002.
Nº
DISCIPLINA
EMENTA
1
Matemática básica
2
Evolução do Pensamento Administrativo. Perspectiva Clássica da Administração. Perspectiva Humanística da Administração. Perspectiva Quantitativa da Administração.
5
Introdução a Filosofia
Apresentar a origem do pensamento filosófico, explicitando a transição do mito ao lógos. Apresentar as definições e o desenvolvimento dos conceitos de Política e da Ética das sociedades antigas até as contemporâneas. Esclarecer a evolução do pensamento científico e as implicações nas sociedades. Refletir sobre a instrumentalização das sociedades administradas, evidenciando conceitos sobre Trabalho e Cultura.
6
Processos organizaciona is
Origens, definições e evolução da estrutura organizacional. Formatações básicas da estrutura e processo organizacional. Modelos organizacionais. Tipologias estruturais. Processos Empresariais. Estrutura e Estratégia. Metodologias para o desenvolvimento, implementação e avaliação de processos. Novas tendências de Arquitetura Organizacional.
- ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1985. - ARISTÓTELES. Ética à Nicômacos. Trad. Mario da Gama Kury. Brasília: Editora UnB, 1985. - ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro, Forense, 1983 [1958]. - BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. - CHALMERS, A. F. A Fabricação da Ciência, EDUNESP, 1996. - DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O Que é a Filosofia? Rio de Janeiro, ed. 34, 1992. - HEIDEGGER, Martin. A questão da técnica. Cadernos de tradução, n. 2, Departamento de Filosofia USP, 1997 [1954]. - HOBBES, Thomas. Leviatã. Tradução de João Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva; rev. de Eunice Ostrensky. São Paulo: Martins Fontes, 2003. - JAEGER, Werner. Paidéia: a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 1995. - MARX, Karl. ENGELS, Friedrich. O manifesto do partido comunista. São Paulo, Ed. Escala, 2006. - PLATÃO. A República. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2013. _______. As Leis. São Paulo; Edipro, 2ª Ed. 2010. - ROUSSEAU, J-J. Do Contrato Social; Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Trad. de Lourdes S. Machado. - São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Pensadores) VERNANT, Jean Pierre. Mito e pensamento entre os gregos. Tradução portuguesa de Haiganuch Sarian. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. - OLIVEIRA, D.P.R. Administração De Processos: conceitos, metodologia e práticas. São Paulo: Atlas, 2006. - MINTZBERG, H. Criando Organizações Eficazes: estruturas em cinco configurações. Tradução Ailton Brandão. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2003. - CURY, A. Organização e Métodos: uma visão holística. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
- MOTTA, Fernando C. Preste e VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia de. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Thomson, 2002. - NETO, João Pinheiro de Barros. Teorias da Administração. São Paulo: Qualitymark, 2002. - RIBEIRO, A. Teorias da administração. São Paulo: Saraiva, 2002. - BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega. Vol. I. 3 vols. Petrópolis, RJ: Vozes, 1986. - CHALMERS, A. F. O Que é Ciência Afinal? São Paulo: Brasiliense. 1995. - BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Obras escolhidas, 1: Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1994. - HUME, D. Investigações Acerca do Entendimento Humano. Coleção: Os Pensadores, Abril Cultural.
ARAÚJO,
L.C.G. Organização, Sistemas e Métodos. São Paulo: Atlas, 2001. - DIAS, S.V.S. Auditoria de Processos Organizacionais: teoria, finalidade, metodologia de trabalho e resultados esperados. São Paulo: Atlas,
2006. 8. - OLIVEIRA, Djalma de P. R. Sistemas, Organização & Métodos. Uma abordagem gerencial. São Paulo: Atlas, 1998.
SEGUNDO PERÍODO BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Capitalização simples. Capitalização composta. Taxas de juros. Séries uniformes. Sistemas de amortização.
- ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas, 1998. - FRANCISCO, Walter de. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas, 1994. - PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira. São Paulo: Saraiva, 2000.
Estatística aplicada
Introdução à estatística básica. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuições de Probabilidade. Introdução à Amostragem. Estimação de Parâmetros. Teste de Hipóteses.
- ANDERSON, David Rey; SWEENEY, Dennis J.; WILLIAMS, Thomas Arthur. Estatística aplicada à administração e economia. São Paulo: Pioneira, 2003. - URBANO, João. Estatística: uma nova abordagem. São Paulo: Ciência Moderna, 2010. - CASTANHEIRA, N. Estatística: aplicada a todos os níveis. 4. ed. Pearson. Curitiba, PR: IBPEX, 2008.
3
Teoria macroeconô mica
Introdução à análise macroeconômica. Agregados macroeconômicos: Contabilidade nacional e Balanço de pagamento. Modelos macroeconômicos de determinação da renda. Políticas econômicas.
- LOPES, L. M. e VASCONCELLOS, M. A. S de. Manual de Macroeconomia: Básico e intermediário. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2008. - FROEN, R. T. Macroeconomia. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2013. - MANKIW, N. G. Macroeconomia. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
- FERREIRA, Roberto G. Matemática Financeira Aplicada. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2000. - MATHIAS, W.F., GOMES, J.M. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas, 1993. - VERAS, Lília Ladeira. Matemática Financeira. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2001. - MARTINS, Gilberto de Andrade; DONAIRE, Denis. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1990. - MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. Rio de Janeiro: Saraiva, 2004. - SILVA, Ermes Medeiros, et al. Estatística para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. - LOPES, L. M. e VASCONCELLOS, M. A. S de. Manual de Macroeconomia: Básico e intermediário. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2008. - FROEN, R. T. Macroeconomia. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2013. - MANKIW, N. G. Macroeconomia. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
4
Teorias da Administraçã o II
Perspectiva Moderna da Administração. Perspectiva Contemporânea da Administração. Modelo Japonês de Administração. Gestão da qualidade. Abordagem estratégica da Administração. Administração empreendedora. Administração virtual. Gestão do conhecimento e aprendizagem organizacional.
- CARAVANTES, Geraldo R.; PANNO, Cláudia C.; KLOECKNER, Mônica C. Administração: teorias e processos. São Paulo: Editora Pearson/Prentice Hall. 2006. - FERREIRA, Ademir Antônio, e outros. Gestão Empresarial. São Paulo: Pioneira, 2000. - SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
5
Instituições de Direito Público e Privado
Introdução ao Estudo do Direito. Direito Civil. Direito Constitucional. Organizações sociais. Terceiro setor e desenvolvimento sustentável.
BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de Direito Público e Privado.
14. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. - MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de Direito Público e Privado. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. - DOWER, Nélson Godoy Bassil.
Nº
DISCIPLINA
EMENTA
1
Matemática Financeira
2
- MAXIMIANO, A. C. Teoria Geral da Administração: da escola científica à competitividade em economia globalizada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. - MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução industrial. São Paulo: Atlas, 2002. - MOTTA, Fernando C. Preste e VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia de. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Thomson, 2002. - NETO, João Pinheiro de Barros. Teorias da Administração. São Paulo: Qualitymark, 2002. - RIBEIRO, A. Teorias da administração. São Paulo: Saraiva, 2002. CÓDIGO
CIVIL BRASILEIRO – LEI. 10.406/02. - PINHO, Rui Rabelo; NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Instituições de Direito Público e Privado. 23.
Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo: Nelpa Edições Jurídicas, 2002. - CARVALHO, Cristiano. Aspectos Jurídicos do Terceiro Setor - 2ª Ed. MP editora, 2014. 6
Sociologia do trabalho
Trabalho e trabalhadores (questões clássicas e contemporâneas). A formação da classe trabalhadora moderna. Trabalho, conflito e organizações dos trabalhadores. Reestruturação produtiva e mercado de trabalho. Tecnologia e organização do trabalho: do taylorismo à produção flexível.
- BAUMAN, K. Da Sociedade Pósindustrial à Pós-moderna: Novas teorias sobre o mundo contemporâneo. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1997. - DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo, Martin Claret, 2001. - FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1977. - FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. Rio de Janeiro: Maia & Schmidt, 1933.
ed. São Paulo: Atlas, 2002. CARRAZZA, Roque Antônio. Curso de Direito Constitucional Tributário, 28ª ed., São Paulo: Malheiros, 2012. - COSTA. Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 2004. - VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. São Paulo: Atlas, 2004. - FREYRE, Gilberto. Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a paisagem do nordeste do Brasil. São Paulo: Global, 2004.
TERCEIRO PERÍODO Nº
DISCIPLINA
1
Pesquisa aplicada
2
Contabilidade geral
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Conceito de pesquisa científica, papel e importância. Tipos de pesquisa. Elaboração de projeto de pesquisa em Administração.
- COOPER, D. R.; SCHINDLER, P. S. Métodos de pesquisa em Administração. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. - GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4a. ed. São Paulo: Atlas, 2009. - WAZLAWICK, Raul Sidnei. Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
Contabilidade: conceito, objetivo e objeto. Aplicação da contabilidade. Usuários. Características da Informação Contábil. Plano de contas: conceito e classificação ativo, passivo, patrimônio líquido, receitas e despesas. Regime de Caixa e Competência. Escrituração contábil. Ciclo contábil. Princípios de Contabilidade. Apuração e Encerramento do Resultado do Exercício. Balancete de Verificação. Relatório contábil para tomada de decisão: Balanço Patrimonial (BP), Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA),
- MARION, José Carlos, IUDÍCIBUS, Sérgio de. Curso de contabilidade para não contadores: para as áreas de administração, economia, direito e engenharia. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2011. - MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009. - RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 27 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. - SILVA, César Augusto Tibúrcio; TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
- CERVO, Amado L., BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto. Metodologia Científica. 6a. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. - GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. 4a. ed. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. - MARCONI, M. Técnicas de pesquisa, 6.ed., São Paulo: Atlas, 2006. COMITÊ DE PRONUNCIAMENTO CONTÁBIL. CPC 01 (R1). Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro. Disponível em: <http://www.cpc.org.br/pdf/CP C00_R1.pdf>. EQUIPE DE PROFESSORES DA FEA/USP. Contabilidade introdutória. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2010. HOSS, Osni.; CASAGRANDE, Luiz Fernande.; VESCO, Delci Grapegia Dal.; METZNER, Cláudio Marcos. Introdução à contabilidade: ensino e decisão. São Paulo: Atlas, 2012. IUDÍCIBUS, Sérgio; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo. FIPECAFI - Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Coord). Manual de
EMENTA
3
Direito Administrativo
4
Gestão estratégica
5
Gestão da informação e do conhecimento
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado (DVA), Notas Explicativas (NE) e Relatório da Administração. Estudo da função administrativa do Estado. Estrutura da administração pública. O Direito Administrativo como instrumento da administração pública. Princípios da Administração. Serviço público e sua delegação. Servidores públicos (Lei 8112/90). Os atos administrativos em relação à eficácia e exequibilidade. Processo licitatório e contratos administrativos. Poder de Polícia.
contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010. - RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral. 8 ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
- DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, 2015. - FIGUEIREDO, Lúcia Valle. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros, 2008. MEDAUAR, Odete. Direito Administrativo Moderno. São Paulo: RT, 2015. - MELLO, Celso Antonio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 32. ed. São Paulo: Malheiros, 2015.
- ANJOS, Luíz Henrique Martins dos. Manual de Direito Administrativo. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. - FREITAS, Juarez. Estudos de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros, 1995. - GASPARINI, Diógenes. Direito Administrativo. 17. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
Conceitos sobre planejamento e estratégia. A mudança no novo contexto da competitividade. Evolução histórica da estratégia empresarial. Análise ambiental. Tipologias e Modos de concepção e implementação de estratégias competitivas. Variáveis Intervenientes para a Escolha Estratégica. Estratégias nos níveis de negócio e corporativo. Formulação, Implementação e Acompanhamento Adaptativo da Estratégia. Liderança Estratégica. A avaliação dos resultados. O Papel das Competências Essenciais; Formulação e Implementação de Estratégias. A Construção de Cenários estratégicos para organizações públicas, privadas e o terceiro setor.
- HITT, M. A.; IRELAND, R. D. HOSKISSON, R. E. Administração Estratégica. 2 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. - OLIVEIRA, D. P. R. Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva – como estabelecer, implementar e avaliar. 8ª Ed. São Paulo: FGV, 2012. - PORTER, M. E. Competição – estratégias competitivas essenciais. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
Informação conhecimento: particularidades aspectos comuns.
- DAVENPORT, T. H. et al. Dominando a gestão da informação. Porto Alegre: Bookman, 2004. - CARDOSO FILHO, J. C. et al. Gestão da
- GHOSHAL, S.; TANURE, B. Estratégia e gestão empresarial: construindo empresas brasileiras de sucesso: estudos de casos. Rio de Janeiro: Elsevier 2004. 271 p. MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safari de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000. - MINTZBERG, H.; QUINN, J. B. O processo da estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2001. - OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. São Paulo: Atlas, 2001. - THOMPSON Jr., A., STRICKLAND III, A.J. Planejamento estratégico: elaboração, implementação e execução. São Paulo: Pioneira, 2000. - WRIGHT, P., KROLL, M., PARNELL, J. A Administração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2000. - ZACCARELLI, S. B. Estratégia e sucesso nas empresas. São Paulo: Saraiva, 2000 - ANGELONI, M. T. Gestão do conhecimento no Brasil: casos, experiências e práticas de empresas públicas. Rio de
e e A
6
Responsabili dade socioambient al corporativa
sociedade da Informação e do Conhecimento. Organizações para o Conhecimento. Gestão da Informação. Gestão do Conhecimento. Cultura organizacional e informacional.
informação e do conhecimento: conceitos, subsídios interdisciplinares e aplicações. ALVARES, L. (org.) São Paulo: B4 Ed, 2012. - FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JÚNIOR, M. M. Gestão estratégica do conhecimento: integrando aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2001. - NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
Cenários social, econômico, ambiental e empresarial; Ética empresarial; Desenvolvimento sustentável; Consumo Consciente; Responsabilidade Ambiental; Educação Ambiental e a Ação transformadora; Responsabilidade Social Corporativa; Ferramentas de gestão de responsabilidade social; Desafios no campo da Responsabilidade Social Corporativa: parcerias, voluntariado empresarial e marketing social.
- ASHLEY, Patrícia Almeida (coord.). Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. São Paulo: Saraiva, 2005 - HART, Stuart L. O capitalismo na encruzilhada: as inúmeras oportunidades de negócios na solução dos problemas mais difíceis do mundo. Porto Alegre: Bookman, 2006. - PORTO, Marta (org.). Investimento Privado e desenvolvimento: balanço e desafios. Rio de Janeiro: Editora Senac Rio, 2005.
Janeiro: Qualitynark, 2008. - LARA, C. R. D. A atual gestão do conhecimento: a importância de avaliar e identificar o capital intelectual nas organizações. São Paulo: Nobel, 2004. - MCGEE, J. V.; PRUSAK, L. Gerenciamento estratégico da informação: aumente a competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação como uma ferramenta estratégica. Rio de Janeiro: Campus, 1994. - ALMEIDA F. O Bom Negócio da Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. - DEMAJOROVIC, Jacques. Sociedade de Risco e Responsabilidade Socioambiental. São Paulo: Editora SENAC, 2003. - GRAYSON, D.; HODGES, A. Compromisso social e gestão empresarial. São Paulo: Publifolha, 2002. INSTITUTO AKATU. Diálogos Akatu – As Novas Relações de Consumo no Século XXI. São Paulo: Instituto Akatu, n. 3, 2003. - KIEL, Fred; LENNICK. Inteligência Moral: descubra a poderosa relação entre os valores morais e o sucesso nos negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. - SACHS, Ignacy. Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. - ZARPELON, Márcio Ivanor. Gestão e Responsabilidade Social: NBR 16.001/AS 8.000 – Implantação e Prática. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.
QUARTO PERÍODO Nº
DISCIPLINA
EMENTA
1
Métodos quantitativos e qualitativos
Visão paradigmática. Abordagens quantitativas e qualitativas nos estudos organizacionais. Processo de coleta e análise dos dados quantitativos: Questionário; Introdução à amostragem; Distribuições amostrais; Testes de hipótese. Processo de coleta e análise dos dados qualitativos: Entrevista;
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- GODOI, Christiane Kleinubing; MELLO, Rodrigo Bandeira; SILVA, Anielson Barbosa da. (Org.) Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006. - GRAY, David E. Pesquisa no mundo real. 2 ed. Porto Alegre: Penso, 2012. - HAIR JR, Joseph F.; BABIN, Barry.; MONEY, Arthur H.; SAMOUEL, Phillip. Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. Porto Alegre: Bookman, 2005.
- ANDERSON, David R. SWEENEY, Dennis J. e WILLIAMS, Thomas A. Estatística Aplicada à Administração e Economia. 2ª. Ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2007. BURRELL, Gibson; MORGAN, Gareth. Sociological Paradigms and Organizational Analysis: elements of the Sociology of Corporate Life. Heinemann Educational Books, 1979. - FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. 3 ed.
Estudo de caso; Análise do discurso; Pesquisa ação; Grupo focal; Etnografia. Ferramentas da pesquisa quantitativa e qualitativa. Conceito de marketing e conceito de valor; sistemas de informação de marketing; segmentação de mercados; posicionamento de produtos; composto mercadológico; produto (marcas, ciclo de vida, novos produtos) e serviços; praça (canais, varejo, atacado e ecommerce); comunicação integrada de marketing (propaganda, promoção de vendas, relações públicas, marketing direto, força de vendas); preço (estratégias e ferramentas); plano de marketing.
Porto Alegre: Artmed, 2009.
2
Marketing
- BAKER, M. L. Administração de Marketing. Rio de Janeiro: Campus, 5ª edição. 2005. - KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. - CHURCHILL, Jr. Gilbert A.; PETER, J. Paul – Marketing – Criando Valor Para os Clientes – Saraiva 2000.
3
Gestão financeira e orçamentária
A função financeira nas organizações. Análise das Demonstrações Financeiras. Orçamento de Capital e Princípios de Fluxo de Caixa. Análise de investimentos. Administração do Capital de Giro. Alavancagem. Planejamento Financeiro. Captação de recursos e investimentos.
- GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira - Traduzido por Allan Hastings, 12 ed. – São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada. Estratégias financeiras. Orçamento empresarial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. - SANTOS, Edno Oliveira. Administração financeira da pequena e média empresa. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. - BENÍCIO, João Carlos. Gestão financeira para organizações da sociedade civil. São Paulo: Global, 2000.
4
Gestão da produção
- SLACK, Nigel, et. Al. Administração da Produção. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2009. - MARTINS, Petrônio G., LAUGENI, Fernando P. Administração da Produção. São 3. Ed. Paulo: Saraiva, 2015. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. Ed. São Paulo: Pioneira, 2008
5
Psicologia aplicada
Fundamentos da gestão da produção/operações. Sistemas de produção. O papel estratégico da Produção. Projetos em Gestão da produção. Planejamento da capacidade e Localização das instalações. O produto. Layout e fluxo. Gestão de operações em serviço. Qualidade. Logística e Distribuição. Ciência básica e aplicada. Psicologia como ciência e profissão. Psicologia clínica. Neuropsicologia . Psicologia escolar. Psicologia jurídica. Psicologia ambiental e ergonomia. Psicologia
- BERGAMINI, C. W. Psicologia Aplicada à Administração de Empresa. São Paulo: Atlas, 2005. - DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books, 2001. - MOSCOVICI, F. Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004.
- GODOY, Paulo; NARDI, Sérgio. Marketing para o varejo de baixa renda: como otimizar o uso dos 4Ps. Osasco/SP: Novo Século Editora, 2006. - GORDON, Ian. Marketing de relacionamento: estratégias, técnicas e tecnologias para conquistar clientes e mantê-los para sempre. São Paulo: Futura, 1998. - NARESH K, Malhotra. Pesquisa de Marketing. 4ª edição, 2006. - PRAHALAD, C.K. A nova era da inovação: impulsionando a co-criação de valor ao longo das redes globais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. - SCHMITT, Bernd H. Marketing experimental. São Paulo: Nobel, 2002. - HELFERT, Erich A. Técnicas de Análise Financeira: um guia prático para medir o desempenho dos negócios. 9 ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. - MATIAS, Alberto Borges; CAMPELLO, Carlos Alberto Gabrielli Barreto. Administração financeira municipal. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2000. - ALMEIDA, Verônica Eberle. Contabilidade no Terceiro Setor. Curitiba, PR: IESDE Brasil, 2012. - CORRÊA, Henrique L. GIANESI, Irineu G. N. Just-Intime, MRP II e OPT: um enfoque estratégico. 2. ed. São Paulo: Atlas,1993. - TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. São Paulo: Atlas, 1997.
- CASTRO, Luciana. Psicologia organizacional. São Paulo: Campus, 2010. - LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. Psicologia do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2008. OVEJERO BERNAL, Anastásio. Psicologia do
6
Gestão estratégica de pessoas
organizacional. Testes psicológicos. Seleção e orientação profissional. Contextualização da administração de recursos humanos. As transformações das organizações e a gestão estratégica de pessoas. O sentido do trabalho. As políticas de gestão de pessoas. Comunicação e Relacionamento. Programas de desempenho motivacional. Gerações no mercado de trabalho. Processo formativo do profissional. Diversidade no ambiente de trabalho. Desenvolvimento de equipes. A gestão de competências e carreira. A aprendizagem para desenvolvimento pessoal e organizacional.
- BOHLANDER, George; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Thomson Learning, 2005. LACOMBE, Francisco. Recursos Humanos: Princípios e Tendências. São Paulo: Saraiva, 2005. - MASCARENHAS, André Ofenhejm. Gestão estratégica de pessoas. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
trabalho em um mundo globalizado. São Paulo: Bookman, 2010. - CARBONE, Pedro Paulo. Et al. Gestão por competências e Gestão do Conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009. - MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: Do operacional ao estratégico. 11 ed. São Paulo, Futura, 2002. - ROBBINS, Stephen P. A verdade sobre gerenciar pessoas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
QUINTO PERÍODO BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
O indivíduo e a organização. Comportamento e cultura organizacional. Motivação e satisfação no trabalho. Comunicação Interpessoal. Grupos e liderança nas organizações. Inteligência, personalidade e gestão de recursos humanos.
- BENDASSOLLI, P. F. Psicologia e trabalho: apropriações e significados. São Paulo: Cengage Learning, 2009. ROBBINS, S. Comportamento Organizacional. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. - ZANELLI, J.C, BORGES-ANDRADE, J.E.N & BASTOS, A. V. Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.
As relações entre marketing, mercados, organizações e consumidores; políticas públicas e marketing; ética de marketing; política de consumo internacional; sociedade de consumo; comportamento do consumidor; marketing social; marketing e sustentabilidade socioambiental; marketing e a base da
- BAKER, M. L. Administração de Marketing. Rio de Janeiro: Campus, 5ª edição. 2005. - CHURCHILL, Jr. Gilbert A.; PETER, J. Paul – Marketing – Criando Valor Para os Clientes – Saraiva, 2000. - MICK et al. Transformative Consumer Research for Personal and Collective WellBeing. New York: Routledge, 2012. - PRAHALAD, C.K. A riqueza na base da pirâmide: como erradicar a pobreza com o lucro. Porto Alegre: Bookman, 2005.
BLOCK, Peter. Comportamento Organizacional: desenvolvendo organizações eficazes. 1 ed. São Paulo: M. Books, 2004. - ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe. Comportamento Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. 14 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2014. - SCHERMERHORN JR, John R.; HUNT, James G.; OSBORN, Richard N. Fundamentos de Comportamento Organizacional. 2ª edição. São Paulo: Bookman, 2007. - SOLOMON, Michael R. O comportamento do consumidor - Comprando, possuindo e sendo, 9ª edição, 2011. - LIMEIRA, Tania M Vidigal. Comportamento do Consumidor Brasileiro. São Paulo: SARAIVA, 2007. - LIPOVETSKY, Gilles. A felicidade paradoxal: ensaio sobre a sociedade de hiper consumo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. - McCRAKEN, Grant. Cultura e Consumo: novas abordagens
Nº
DISCIPLINA
EMENTA
1
Comportame nto organizaciona
l 2
Marketing e sociedade
pirâmide.
3
Gestão pública e social
4
Planejamento e controle da produção
5
Relações do trabalho e Direito empresarial
Conceituação, princípios e determinantes da gestão Pública e Social. Evolução da Administração Pública. O A utilização dos recursos públicos para promover uma gestão social. O funcionamento do Estado e sua relação com o ambiente organizacional. As políticas públicas na contemporaneidade. Aplicações da gestão social. Conceituação, importância, funções e tarefas de planejamento, programação e controle da produção. Planejamento agregado. Planejamento e controle da Capacidade produtiva. Planejamento das necessidades de materiais e dos recursos de manufatura (MRP I e MRP II). Administração dos gargalos da produção (OPT). Planejamento e controle de projetos. Sistemas integrados de Gestão. Planejamento e controle Just in Time. CAD/CAM, CIM, robótica, tecnologia de grupo e sistemas flexíveis de manufatura. Tópicos emergentes em Gestão da Produção. Direitos e deveres do empregado e do empregador urbano e rural. Contrato de trabalho. Rescisão Contratual. Organização sindical. Remuneração e salário. Consolidação das Leis Trabalhistas. Direito empresarial. Empresa e obrigações
- COSTIN, Claudia. Administração Pública. Ed. 1. Rio de Janeiro: Campus-Elsevier, 2010. - DENHARDT, R. B. Teorias da Administração Pública. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012. - SILVA JR, Jeová; MÂSIH, Rogerio et al (Orgs.). Gestão social: práticas em debate, teorias em construção. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2008.
ao caráter simbólico dos bens e das atividades de consumo. Rio de Janeiro: Mauad X, 2003. - ROCHA, Angela; SILVA, Jorge Ferreira (org.). Consumo na Base da Pirâmide: estudos brasileiros. Rio de Janeiro: Mauad X, 2009. SHETH, Jagdish N; MITTAL, Banwari; NEWMAN, Bruce
I. Comportamento do Cliente: indo além do comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2008. - CAMARGO, M. F. et. al. Gestão pública no Brasil. São Paulo: Futura, 2001. - PAULA, A. P. P. Por uma nova gestão pública: limites e potencialidades da experiência contemporânea. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão Social Metodologia - Casos e Práticas. FGV/São Paulo, 2007.
- SLACK, Nigel, et. Al. Administração da Produção. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2009. - MARTINS, Petrônio G., LAUGENI, Fernando P. Administração da Produção. São 3. Ed. Paulo: Saraiva, 2015. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. Ed. São Paulo: Pioneira, 2008.
- CORRÊA, Henrique L. GIANESI, Irineu G. N. Just-Intime, MRP II e OPT: um enfoque estratégico. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1993. - TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. São Paulo: Atlas, 1997.
- CLT. Saraiva, 2002. - MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2002 - SÜSSEKIND, Arnaldo (et.all). Instituições de Direito do Trabalho, São Paulo, Ed. LTR, 2002. - ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de Legislação Social. Rio de Janeiro: SENAC, 2000. - COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito empresarial. São Paulo: Saraiva.
MANUS, Paulo Teixeira. Comentários à CLT. Malheiros, 2002. - OLIVEIRA, Aristeu. Manual de Prática Trabalhista. São Paulo: Atlas, 2002 - FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Nova lei de falências e recuperação de empresas. São Paulo: Atlas, 2005.
6
Gestão de pessoas nas organizações
do empresário. Sociedades empresariais pessoa jurídica. Títulos de Crédito. Contratos. Direito societário. Direito falimentar. Gerenciamento da imagem pessoal. Autodirecionamento e Educação. Gestão de pessoas para diferentes ramos organizacionais. Coletividade e Civilização. Gestão de pessoas e Sustentabilidade. Inovação com as pessoas. Gestão de pessoas aplicada à localidade. Casos práticos de gestão de pessoas destinados ao campo organizacional local.
Ed. Recente.
- DUTRA, Joel Souza. Gestão de Pessoas: Modelo, Processos, Tendências e Perspectivas. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2006. - GIL, Antônio Carlos. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2001. - HANASHIRO, Darcy Mitiro Mori; TEIXEIRA, Maria Luisa Mendes; ZACCARELLI, Laura Menegon. (Organizadores). Gestão do Fator Humano: uma visão baseada em stakeholders. São Paulo: Saraiva, 2007.
- MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: Do operacional ao estratégico. 11 ed. São Paulo, Futura, 2002. - ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2002. - SILVA, Anielson Barbosa. Como os gerentes aprendem? São Paulo: Saraiva, 2009.
SEXTO PERÍODO Nº
DISCIPLINA
EMENTA
1
Antropologia Filosófica: Raça, Etnia e Identidade
Discussão sobre a ideia de ser humano. Conceito de Raça. Conceito de Etnia. Conceito de Identidade. Articulação entre cultura e as filosofias da essência. Filosofias da Diferença. Filosofia da ancestralidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2003. (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor) - GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro, Zahar. 1973 - BARTH, F. (1998). Grupos étnicos e suas fronteiras. In P. Poutignat & J. StreiffFenart, Teorias da Etnicidade (E. Fernandes, Trad., pp. 187-227) São Paulo: UNESP. (Original publicado em 1969) - BOUDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2009. - CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estrategias para entrar y salir de la modernidad.México: Grijalbo, 2003. - FOUCAULT, Michel. Hermenêutica do Sujeito. Trad. Marcio Alves da Fonseca e Salma Tannus Muchail. São Paulo, Martins Fontes, 2006. - HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 4 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000 a. - BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. - FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978. - OLIVEIRA, Eduardo. Cosmovisão Africana no Brasil: elementos para uma filosofia afrodescendente. Curitiba: Gráfica e Editora Popular, 2006. _____. A ancestralidade na Encruzilhada. Curitiba: Gráfica e Editora Popular, 2007a. _____. Filosofia da Ancestralidade: corpo e mito na filosofia da educação brasileira. Curitiba: Gráfica e Editora Popular, 2007. _____. Epistemologia do Racismo. In: Anais do IV Colóquio Saberes e Práticas. Salvador: EdUFBA, 2011.
BENTO, M. A. S. (2009). Branqueamento e branquitude no Brasil. In I. Carone & M. A. S. Bento (Orgs.), Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil (4ª ed., pp. 25-58). Petrópolis, RJ: Vozes. COMAS, Juan et. al. Raça e Ciência
I. São Paulo: Perspectiva, 1970 FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala. Formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. 9. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1958. SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil. 1870-1930. São Paulo: Cia das Letras, 1993. DELEUZE, Gilles. Diferença e Repetição. RJ: Graal, 2006
2
Empreendedo rismo
Empreendedorismo e espírito empreendedor. Habilidades, atitudes e características dos empreendedores. Processo empreendedor: identificação, seleção e definição do negócio. Criatividade e inovação. Estratégias genéricas e análise de tendências do mercado. Plano de negócios. Formas jurídicas empresariais. Características dos sistemas de franquias. Tendências e mercados para o empreendedor.
- DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2012. - DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. - BIRLEY, S.; MUZYKA, D. F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Makron Books, 2013.
3
Logística e cadeia de suprimentos
Logística e Cadeia de suprimentos (supply chain) – conceitos principais, funções e objetivos. O produto logístico. Nível de serviço Logístico. Distribuição física. Estoques e impactos na cadeia de suprimentos. Transportes (Fundamentos, estratégias e decisões). Armazenagem. Gestão de Estoques. Logística reversa e adequação ambiental Tópicos emergentes e complementares em Logística empresarial.
- BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993. - BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 616p. - BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística Empresarial: Processo de Integração da Cadeia de Suprimento. Juiz de Fora, 2001. - BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J; COOPER, M.B; BOWERSOX, J. c. Gestão Logística da Cadeia de Suprimentos.
4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. 472p.
- BARON, R. A.; SHANE, S. A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Cengage Learning, 2012. - DOLABELA, F. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999. - BRITTO, F.; WEVER, L. Empreendedores brasileiros: vivendo e aprendendo com grandes nomes. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. - OLIVEIRA, Edson Marques de. Empreendedorismo Social – da Teoria à Prática, do Sonho à Realidade. Qualitymark, 2014. OSTERWALDER, A.; PIGNEUR, Y. Business Model Generation-inovação em modelos de negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários. Rio de Janeiro, RJ: Alta Books, 2011 - CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias para a redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira, 2001 - DORNEIR, Philippe-Pierre et al. Logística e operações globais: texto e casos. São Paulo: Atlas, 2000. - FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter; FIGUEIREDO, Kleber F. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2003. - LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa. 2. Ed. PRENTICE HALL BRASIL, 2009.
SÉTIMO PERÍODO Nº
DISCIPLINA
EMENTA
1
Estágio Supervisiona do I
Metodologia do estágio supervisionado. Elaboração do plano de estágio supervisionado. Identificação da área de interesse. Levantamento do histórico e perfil da organização. Diagnóstico interno da organização: identificação e análise de processos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6ª. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. - CERVO, Amado Luiz. Metodologia Científica. 6ª. Ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007. - VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2000.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034/2004. Rio de Janeiro, 2004. - CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2002. - LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. - LIMA, S.F.; QUEIROZ, S.R.S. Manual de normalização de trabalhos acadêmicos do UNICERP. Patrocínio: UNICERP, 2010. - ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e
2
Gestão de sistemas de informação
3
Gestão de projetos
4
Gestão de estoques
5
Administração para o Terceiro
Setor
Os conceitos de dado, informação e conhecimento. Uso estratégico da Tecnologia da Informação nas organizações. Planejamento, implementação e avaliação de estratégias em Sistemas de informação. Alinhamento estratégico entre Tecnologia da Informação e negócios. Gestão de sistemas de informação. Fundamentos da Gestão de Projetos: Conceitos Básicos; Benefícios do Gerenciamento de Projetos. Ciclo da Vida de Projetos; Metodologia para Gerenciamento de Projetos. Gerenciamento da Integração, Gerenciamento do Escopo, Gerenciamento do Tempo, Gerenciamento dos Custos, Gerenciamento da Qualidade, Gerenciamento dos Recursos Humanos, Gerenciamento da Comunicação, Gerenciamento dos Riscos, Gerenciamento dos Suprimentos. Simulação de Projetos. Desenvolvimento de um Projeto. Introdução à Administração de materiais. Classificação de materiais. Controle e Gestão de estoques. Compras. Fornecedores. Armazenagem, movimentação e distribuição. Informatização de estoque. Supply chain (logística).
- BATISTA, E. Sistemas de Informação: o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2006. - STAIR, R. Princípios de Sistemas de Informação: uma abordagem gerencial. São Paulo: Cengage Learning, 2008. - TURBAN, E.; VOLONINO, L. Tecnologia da Informação para Gestão: em busca de um melhor desempenho estratégico e operacional. 8. ed. Porto Alegre: Bookman Editora, 2013.
Origens do Terceiro Setor. Tipos de organizações do Terceiro Setor. Sustentabilidade de
- CAMARGO, Mariângela Franco et al. Gestão do Terceiro Setor no Brasil: estratégias de captação de recursos para organizações sem fins lucrativos. São Paulo: Futura, 2001.
de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. - LAUDON, K. Sistemas de informação Gerenciais. 7. ed. Pearson Prentice Hall, 2007. - O'BRIEN, J. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na Era da Internet. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. - TENÓRIO, F. G. Tecnologia da informação transformando as organizações e o trabalho. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007.
- CARVALHO, M.M.; RABECHINI JR. Construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos. São Paulo: Atlas, 2008. - KERZNER, H. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2006. - MAXIMIANO, A. C. A. Administração por projetos. 4ª ed. Atlas, 2010.
- HELDMAN, K. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI. 5. Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. - MENDES, J. R. B. Gerenciamento de Projetos. São Paulo: FGV, 2009. - PRADO, D. Gerenciamento de projetos nas organizações. EDG, 2003.
ARNOLD, J.R. Tony. Administração de Materiais. uma introdução. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2009. CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, Floriano do Amaral. Administração de materiais e do patrimônio. 3. Ed. São Paulo: Pioneira Thomsom, 2013. MARTINS, Petrônio G.; ALT, Paulo Renato C. Administração de materiais e recursos patrimoniais. 3. Ed. São Paulo: Saraiva, 2011. POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais. Uma abordagem logística. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. - ALBUQUERQUE, Antônio Carlos Carneiro de. Terceiro Setor: história e gestão de organizações. São Paulo: SUMMUS, 2006.
Organizações do Terceiro Setor. O marco regulatório do Terceiro Setor. Planejamento Estratégico em Organizações do Terceiro Setor. Mobilização de Recursos em Organizações do Terceiro Setor. Marketing em Organizações do Terceiro Setor. Avaliação de impacto.
HUDSON, Mike. Administrando organizações do Terceiro setor: o desafio de administrar sem receitas. São Paulo: Makron books, 1999. - SOUTO-MAIOR, Joel. Planeação Estratégica e Participativa. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2012.
- COELHO, Simone de Castro Tavares. Terceiro Setor: Um estudo comparativo entre Brasil e Estados Unidos. 2ª ed. São Paulo: Editora SENAC São Paulo-2002. - FERNANDES, Rubem Cesar. Privado, porém público: O terceiro setor na América Latina. Rio de Janeiro: Relume-Damará, 2ª Edição, 1994. - IOSCHPE, Evelin Berg (org.). 3o Setor: Desenvolvimento social sustentado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. - PERÔNICO, Maria Angeluce Soares. Estratégias de Marketing Social para Mobilização de Recursos e Sustentabilidade Financeira de Organizações da Sociedade
Civil. Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Administração da Universidade Federal da Paraíba, na área de marketing, em cumprimento às exigências para obtenção do grau de mestre. João Pessoa2003. - ROCHE, Chris. Avaliação de Impacto dos trabalhos de ONGs: aprendendo a valorizar as mudanças. São Paulo: Cortez: ABONG: Oxford, Inglaterra, 2002. - SZAZI, Eduardo. Terceiro Setor: Regulação no Brasil. 4ª Ed.- São Paulo: Peirópolis, 2006.
OITAVO PERÍODO Nº 1
DISCIPLIN A Estágio Supervisiona do II
EMENTA Diagnóstico organizacional. Diagnóstico da área de interesse específica. Descrição do processo onde se situa o problema. Levantamento bibliográfico. Apresentação e análise dos resultados. Estruturação e apresentação do relatório de estágio em forma de trabalho de conclusão de curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6ª. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. - CERVO, Amado Luiz. Metodologia Científica. 6ª. Ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007. - VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2000.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034/2004. Rio de Janeiro, 2004. - CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2002. - LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. - LIMA, S.F.; QUEIROZ, S.R.S. Manual de normalização de trabalhos acadêmicos do UNICERP. Patrocínio: UNICERP, 2010. - ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e
2
TCC
Execução da proposta do projeto de pesquisa: organização do trabalho de campo e realização das análises e conclusões. Análise e interpretação dos dados. Relatório da pesquisa.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034/2004. Rio de Janeiro, 2004. - LIMA, S. F.; QUEIROZ, S. R. S. Manual de normalização de trabalhos acadêmicos do UNICERP. Patrocínio: UNICERP, 2010. - LIMA, M.C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2004.
estudos de caso. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. - FARIA, A.C. Manual prático para elaboração de monografias. São Paulo: Vozes, 2007. - INÁCIO FILHO, G. A monografia na universidade. 7 ed. Campinas: Papirus, 2004. - MARCONI, M.A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. 5 Ed. São Paulo: Atlas. 2003. - MARTINS, G. A.; TEOPHILO, C. R. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2009. - ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. - VERGARA, S.C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2005.
GRUPO DE DISCIPLINAS COMPLEMENTARES OPTATIVAS Nº
DISCIPLINA no
EMENTA
1
Direito Setor
Terceiro
Organizações sociais. Terceiro setor e desenvolvimento sustentável. Tipos. Entidades filantrópicas. Organizações não governamentais – ONGs. Compromisso Social das Empresas. Organização da sociedade civil: Legislação Brasileira, estrutura e funcionamento.
2
Contabilidade de custos e gerencial
Conceito de contabilidade de custos e o ambiente empresarial. Terminologia contábil básica. Princípios básicos da Contabilidade de Custos. Classificação dos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA - OLIVEIRA, Aristeu de; ROMÃO, Valdo. Manual do Terceiro Setor e Instituições Religiosas - Trabalhista, Previdenciária, Contábil e Fiscal - 4ª Ed. 2014. - MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de Direito Público e Privado. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. CARVALHO, Cristiano. Aspectos Jurídicos do Terceiro Setor - 2ª Ed. MP editora, 2014. - MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010. - PEREZ JUNIOR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luís Martins de.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR - CAMARGO, Ana Amália Mascarenhas. Direito do Trabalho no Terceiro Setor. Saraiva. - DIAS, Maria Tereza Fonseca. Terceiro Setor e Estado: Legitimidade e Regulação - Por um Novo Marco Jurídico. Editora Fórum. 2008.
- ATKINSON, Anthony A.; BANKER, Rajiv D. ; KAPLAN, Robert S. Contabilidade gerencial. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2008. - BRUNI, Adriano Leal.
3
Português instrumental
4
Espanhol instrumental
Custos. Fases do custo dos estoques. Critérios de rateio dos custos indiretos. Departamentalização. Etapas da implantação de sistemas de custos. Sistemas de acumulação de custos: produção por ordem, produção contínua e produção conjunta. Métodos de custeio: custeio por absorção, custeio variável e ABC. Principais métodos e formação do preço de venda. Orçamento e Relatórios de Desempenho. Leitura, Análise e produção textual. O texto e sua dimensão: relações internas e externas. Habilidade básica de produção textual: Objetividade, clareza, condição, precisão. Tipos de textos: o relatório (linguagem e estrutura, componentes discursivos, apresentação). Estudo e prática da norma culta e escrita: ortografia e acentuação; concordância e regência: colocação pronominal.
Estudo dos elementos básicos da língua espanhola com ênfase na prática de leitura instrumental, com vocabulário específico para situações originais do entorno empresarial.
Contabilidade de custos para não contadores. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007. RIBEIRO, Osni Moura.; MARION, José Carlos. Introdução à contabilidade gerencial. São Paulo: Saraiva, 2011. - VICECONTI, Paulo Eduardo
V. Contabilidade de custos: um enfoque direto e objetivo. 7 ed. São Paulo: Frase, 2003.
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5
Inglês instrumental
Leitura e compreensão de textos técnicos da área de administração, mediante estratégias de leitura, como forma de interpretação cultural e empresarial; aspectos gramaticais; uso de dicionários e outras ferramentas de pesquisa; vocabulário técnico no âmbito da administração.
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Língua Inglesa II
O uso da língua inglesa como instrumento de comunicação em contextos administrativos; o aprofundamento da habilidade de leitura e início da produção escrita, visando o aperfeiçoamento da comunicação através da utilização de gêneros discursivos; o uso de termos técnicos relacionados à área de estudo específica.
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Libras – Língua Brasileira de Sinais
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Economia regional
Aspectos sócio históricos, linguísticos e culturais da Surdez. Concepções de linguagem, língua e fala e suas implicações no campo da Surdez. Elementos definidores do status linguísticos da Língua de Sinais. Aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semântico-pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. A Libras na relação fala/escrita. Definição de Economia Regional, Desenvolvimento Econômico Regional,
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- CLEMENTE, Ademir. Economia e Desenvolvimento Regional. São Paulo:
Caracterização Sócio Econômico de uma Região, Localização Industrial e Crescimento Regional, O Planejamento como Instrumento para a Diminuição das Desigualdades Regionais, Localização Industrial e Crescimento Regional, Aspectos Sociais e Econômicos da Paraíba.
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Economia brasileira
A crise dos anos 60: primeira fase: desaceleração e crise (1926/1964); segunda fase: o novo ciclo expansivo (1968/1973): recuperações e auge; desaceleração e crise. A evolução da economia brasileira (1974/1981); conjuntura; a política econômica de hoje: causas do desequilíbrio interno e externo – impasse e alternativas.
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Mercado financeiro e de capitais
Sistema financeiro brasileiro. Mercado de ações e seus indicadores. Avaliação de ações. Risco e Retorno de Ativos Financeiros. Modelos de Precificação de Ativos. Mercado de opções e futuros. Risco das Instituições Financeiras. Políticas de dividendos.
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Sociologia das organizações
Conceitos, objetivos e tipos de Organizações. O estudo da burocracia por Max Weber e a Organização capitalista analisada por Karl Max. As teorias Organizacionais Clássicas e o papel do trabalhador. Os aspectos informais do trabalho por Elton Mayo. O conflito nas organizações. Tendências das organizações
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Introdução a Psicologia
História da psicologia. Teoria e pesquisa em psicologia. Psicologia e outras áreas do conhecimento. A psicologia na sociedade contemporânea.
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Tópicos em aprendizagem e competências nas organizações
Conceituação de Aprendizagem. Relação entre Aprendizagem e o Campo organizacional. Evolução e Tipos de Aprendizagem: andragogia, autodirecionada, transformadora, em ação, experiencial. O processo de aprendizagem na formação e atuação profissional. Aprendizagem e Competências. Gestão por competências. Definições e níveis de competências. Desenvolvimento e desafios das competências nas organizações.
- BITENCOURT, Claudia Cristina. Gestão de Competências e Aprendizagem nas Organizações. Rio Grande do Sul: Unisinos, 2005. - FLEURY, Maria Tereza Leme (organizadora). As Pessoas na Organização. São Paulo: Editora Gente, 2002. MINTZBERG, H. Managing: desvendando o dia a dia da gestão. São Paulo: Bookman, 2010.
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