N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 51/2018
Aprova o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, denominado Curso de Especialização Lato Sensu Educação Ambiental para o Semiárido, na modalidade semipresencial, sob a responsabilidade do Centro de Educação (CE), Campus I.
vigência a partir da aprovação: "entrará em vigor na data de sua aprovação"
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (22)
- FUNDAMENTA-SE EM
Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) nesta norma: preâmbulo → na outra: artigo 28, incisos XV e XVI“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 07 de...” fonte: texto · confiança alta
21 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CFE 12/1983 em: Anexo III“GRANDE ÁREA: EDUCAÇÃO ÁREA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL SUBÁREA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SEMIÁRIDO 1.3 - CATEGORIA: Especialização (Resolução 12/1983 CFE) 1.4 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: 1.4.1- NORMAS FEDERAIS: ”
- citaRes. CNE/CES 1/2007 em: art. 3º“Art. 3º O Curso está estruturado de acordo com o que determinam as Resoluções nº 01/07 da CES/CNE e nº 56/96 do CONSEPE, é de natureza departamental, modalidade regular e utilizou a metodologia de...”
- citaRes. CNE/CES 1/2018 em: Anexo III“Resolução Nº 1, de 6 de abril de 2018 do CES/CNE/MEC - Estabelece diretrizes e normas para a oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu denominados cursos de especialização, no âmbito do...”
- citaLei 3.835/1960 em: Anexo III“ano de 1955, existiam no Estado onze escolas de nível superior, o que possibilita a criação da Universidade da Paraíba, através da Lei Estadual nº 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e sua...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo III“Resolução Nº 1, de 6 de abril de 2018 do CES/CNE/MEC - Estabelece diretrizes e normas para a oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu denominados cursos de especialização, no âmbito do...”
- citaLei PB 1.366/1955 em: Anexo III“ano de 1955, existiam no Estado onze escolas de nível superior, o que possibilita a criação da Universidade da Paraíba, através da Lei Estadual nº 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e sua...”
- citaRes. CONSEPE 01/2007 em: Anexo I, art. 3º“Art. 3º O Curso de Especialização denominado de “Educação Ambiental para o Semiárido” será realizado como curso de pós-graduação Lato Sensu, com duração de 780 horas-aula, com doze disciplinas e...”
- citaRes. CONSEPE 01/2018 em: Anexo I, art. 3º“Art. 3º O Curso de Especialização denominado de “Educação Ambiental para o Semiárido” será realizado como curso de pós-graduação Lato Sensu, com duração de 780 horas-aula, com doze disciplinas e...”
- citaRes. CONSEPE 09/2000 em: Anexo I, art. 43“I - Não atingir a frequência mínima exigida de setenta e cinco por cento da carga horária prevista na Resolução nº 09/2000-CONSEPE/UFPB;”
- citaRes. CONSEPE 56/1996 em: Anexo I, art. 3º“ducação Ambiental para o Semiárido” será realizado como curso de pós-graduação Lato Sensu, com duração de 780 horas-aula, com doze disciplinas e com duração de 24 meses e obedecerá às normas...”
- citaRes. CONSEPE 56/1996 em: Anexo I, art. 25“Ambiental para o Semiárido, computar-se-ão apenas as horas-aula destinadas às disciplinas, não se levando em conta o tempo de estudo individual ou em grupo, nem o tempo reservado para o...”
- citaRes. CONSEPE 56/1996 em: Anexo I, art. 27“Art. 27. Para a realização do Trabalho Final, o aluno deverá escolher um Professor Orientador entre aqueles que ministraram disciplinas no curso ou que sejam determinados pela Coordenação do...”
- citaRes. CONSEPE 56/1996 em: Anexo I, art. 35“Art. 35. É permitido o aproveitamento de estudos realizados pelo aluno nesta ou em outra Instituição de Ensino Superior, desde que seja atendido na íntegra o Artigo 36 da Resolução nº 56/1996, que...”
- citaRes. CONSEPE 56/1996 em: Anexo III“ticas, não foi feito o cadastro/aprovação do referido curso nas instâncias competentes, como no Departamento de Metodologia da Educação, no qual o proponente e coordenador é lotado, no Conselho do...”
- citaRes. CONSEPE 56/1996 em: Anexo III“Dos docentes que concluíram o curso de especialização, vários estão necessitando do certificado de conclusão (os certificados deverão ser emitidos pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa,...”
- citaRes. CONSEPE 56/1996 em: Anexo III“Portanto, sendo uma ETAPA RETROATIVA, de apreciação e aprovação do projeto do referido curso nas instâncias da UFPB, etapa essa obrigatória, segundo a Resolução Nº 56/96 do CONSEPE, todo o projeto...”
- citaRes. CONSUNI 09/1998 em: Anexo I, art. 3º“m duração de 780 horas-aula, com doze disciplinas e com duração de 24 meses e obedecerá às normas contidas nas Resoluções nº 01/2007 e nº 01/2018 da Câmara de Educação Superior – CES do Conselho...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 9º“IV – Um representante do corpo discente, de acordo com o Regimento Geral da UFPB.”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 10“Art. 10. Além das atribuições constantes no Regimento Geral da UFPB, o Colegiado do Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido terá a atribuição de aprovar, com base na...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 42“Art. 42. O pessoal discente de que trata este Regulamento será regido pelas normas de que dispõe o Regimento Geral da Universidade Federal da Paraíba.”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 43“Art. 43. Além dos casos previstos no Regimento Geral da UFPB, será desligado do Curso o aluno que: I - Não atingir a frequência mínima exigida de setenta e cinco por cento da carga horária...”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 112 em comumRes. CONSUNI 14/2024
- paralela · 107 em comumRes. CONSUNI 02/2015
- paralela · 104 em comumRes. CONSUNI 25/2025
- paralela · 103 em comumRes. CONSUNI 01/2025
- paralela · 99 em comumRes. CONSUNI 10/1998
- paralela · 87 em comumRes. CONSEPE 72/2010
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 20 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 43 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 51/2018 Aprova o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, denominado Curso de Especialização Lato Sensu Educação Ambiental para o Semiárido, na modalidade semipresencial, sob a responsabilidade do Centro de Educação (CE), Campus I. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 07 de dezembro de 2018 (Processo nº 23074.063220/2018-13),
R E S O L V E:
¶Art. 1º Aprovar com efeito retroativo o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, denominado Curso de Especialização Lato Sensu Educação Ambiental para o Semiárido, na modalidade semipresencial, ministrado pelo Departamento de Metodologia da Educação (DME), do Centro de Educação (CE), Campus I.
¶Art. 2º O Regulamento e a Estrutura Curricular do Curso passam a fazer parte da presente Resolução através dos Anexos I a V.
¶Art. 3º O Curso está estruturado de acordo com o que determinam as Resoluções nº 01/07 da CES/CNE e nº 56/96 do CONSEPE, é de natureza departamental, modalidade regular e utilizou a metodologia de ensino semipresencial.
¶Art. 4º A carga horária total do Curso é de 780 horas-aula, distribuídas em doze disciplinas e o Trabalho Final de Curso.
¶Art. 5º O Curso teve duração de 24 meses, incluindo cumprimento de créditos e elaboração do trabalho final.
¶Art. 6º O Curso ofereceu 50 vagas e foi destinado para formção continuada, tendo como temática central “Educação Ambiental para o Semiárido”, para professores de escolas públicas de vários municípios do Cariri da Paraíba.
¶Art. 7º O curso foi financiado pelo Projeto aprovado pelo Edital MCTINSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro”.
¶Art. 8º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.
¶Art.9º Revogam-se as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 21 de dezembro de 2018.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidenta
ANEXO I REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU: “EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SEMIÁRIDO”
TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO CURSO
¶Art. 1º O Curso de Pós-Graduação Lato Sensu doravante denominado Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido tem como objetivos gerais promover estratégias de formação continuada de Professores em Educação Ambiental contextualizada para o ambiente semiárido, envolvendo alunos-docentes da educação básica de municípios do Cariri paraibano, através de processos educativos, tendo como eixo norteador a região semiárida, o Bioma Caatinga e a Bacia Hidrográfica do rio Taperoá; contribuir para a melhoria do processo educativo formal e não-formal no semiárido paraibano a partir da produção de conhecimentos e do aperfeiçoamento de docentes-pesquisadores que reflitam e atuem re-significando a relação sociedade-natureza no contexto regional.
¶Art. 2º O Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido será oferecido na modalidade semipresencial e tem como objetivo promover estratégias de formação continuada de Professores em Educação Ambiental contextualizada para o ambiente semiárido, envolvendo alunosdocentes da educação básica de municípios do Cariri paraibano, através de processos educativos, tendo como eixo norteador a região semiárida, o Bioma Caatinga e a Bacia Hidrográfica do rio Taperoá, assim como promover um melhor desempenho de suas atividades, baseado em padrões de competência, comprometimento e ética profissional.
CAPÍTULO II REALIZAÇÃO DO CURSO
¶Art. 3º O Curso de Especialização denominado de “Educação Ambiental para o Semiárido” será realizado como curso de pós-graduação Lato Sensu, com duração de 780 horas-aula, com doze disciplinas e com duração de 24 meses e obedecerá às normas contidas nas Resoluções nº 01/2007 e nº 01/2018 da Câmara de Educação Superior – CES do Conselho Nacional de Educação – CNE, na Resolução nº 56/1996 do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE/UFPB e na Resolução nº 09/1998 do Conselho Universitário – CONSUNI/UFPB.
Parágrafo único. No período de que trata o caput deste artigo está incluído o prazo para a realização e a Defesa do Trabalho Final.
¶Art. 4º O Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido será ministrado pelo Centro de Educação – CE, sob a responsabilidade do Departamento de Metodologia da Educação – DME, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
§1º Ao DME/CE competirá disponibilizar a infra-estrutura física necessária;
§2º Ao DME competirá ceder professores integrantes do corpo docente, permitir o acesso à biblioteca setorial do CE, do Laboratório de Ensino de Ciências (LABEC)/DME, e dispor de espaço físico para a realização do Curso.
¶Art. 5º O Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido oferecerá 50 vagas e será gratuito sem cobrança de taxa de inscrição ou quaisquer outras taxas, uma vez que o curso será financiado pelo Projeto aprovado pelo Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro;
Parágrafo único. O Curso contará com os recursos do MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 para cobrir os gastos com os professores do DME e professores externos convidados do DME/CE/UFPB, pagamentos de diárias, produção de livros, material de consumo (rubrica custeio) e compra de material permanente (rubrica capital).
¶Art. 6º O gerenciamento dos recursos financeiros do Curso será realizado de acordo com a legislação pertinente em vigor.
TÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO DO CURSO
CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO GERAL
¶Art. 7º. A administração do Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido compreenderá os seguintes órgãos:
I – Colegiado;
II – Coordenação;
III – Secretaria do Curso.
CAPÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
¶Art. 8º. A administração do Curso far-se-á através do Colegiado do Curso como órgão deliberativo e da Coordenação do Curso como órgão executivo.
CAPÍTULO III DO COLEGIADO DO CURSO
¶Art. 9º. O Colegiado do Curso será composto por cinco membros:
I – O Coordenador do Curso como presidente;
II - O Vice-Coordenador como Vice-Presidente;
III – Dois professores indicados dentre os que ministrem aulas no Curso;
IV – Um representante do corpo discente, de acordo com o Regimento Geral da UFPB.
¶Art. 10. Além das atribuições constantes no Regimento Geral da UFPB, o Colegiado do Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido terá a atribuição de aprovar, com base na legislação pertinente, as indicações de professores feitas pelo Coordenador do Curso para, isoladamente ou em comissão, cumprirem atividades concernentes à (ao):
I - seleção de candidatos;
II - aproveitamento de estudos;
III - orientação e/ou avaliação do Trabalho Final;
IV - acompanhamento do regime didático;
V - aprovação da proposta didática a ser desenvolvida em cada etapa do Curso;
VI - pronunciamento sobre os atos praticados pela Coordenação, quando for necessário;
VII - definição das normas gerais a serem seguidas na gestão do Curso;
VIII - aprovação do relatório parcial e do relatório final apresentados pela Coordenação;
IX – conhecimento, em primeira instância, dos recursos apresentados contra quaisquer atos emanados dos professores e da Coordenação;
¶Art. 11. O Colegiado reunir-se-á pelo menos, uma vez em cada mês, com a presença de, no mínimo, quatro de seus membros.
CAPÍTULO IV DA COORDENAÇÃO
¶Art. 12. A Coordenação ficará a cargo do professor pertencente ao corpo docente do Curso, vinculado ao DME e proponente do Projeto aprovado pelo Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro.
¶Art. 13. Ao Coordenador compete:
I - integrar a comissão de seleção dos candidatos;
II - coordenar o planejamento, acompanhar e avaliar o desenvolvimento das atividades;
III - convocar reuniões do Colegiado;
IV - promover reuniões com os professores do Curso, visando à integração e a integralização dos conteúdos;
V - apresentar relatórios ao Colegiado.
CAPÍTULO V DA SECRETARIA
¶Art. 14. A Secretaria será exercida por um Bolsista ATP-A, conforme Edital MCT-INSA/CNPq/CTHidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, a quem compete:
I - apoiar a Coordenação no que diz respeito à redação de correspondência e documentos necessários ao bom andamento do Curso;
II - providenciar junto ao Coordenador e, por delegação deste, junto aos demais setores da UFPB, tudo aquilo que for objeto de solicitação de professores ou aluno para o bom andamento do Curso;
III - realizar o trabalho de escrituração acadêmica;
IV - manter organizado e atualizado o arquivo do Curso;
V - secretariar as reuniões do Colegiado e as apresentações do Trabalho Final.
TÍTULO III DO FUNCIONAMENTO DOS CURSOS
CAPÍTULO I DA ADMISSÃO AO CURSO
SEÇÃO I DA INSCRIÇÃO
¶Art. 15. O Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido oferecerá 50 vagas para Professores da Região do Cariri Paraibano e serão exigências para inscrição:
I . O candidato deverá informar um endereço de e-mail válido;
II- Formulário de inscrição, devidamente preenchido e a comprovação documental;
III - Curriculum Vitae devidamente comprovado, com cópia impressa;
IV – Cópia do diploma de graduação em qualquer área do conhecimento, da Carteira de Identidade, do CPF, do Título de Eleitor e comprovante de vínculo ou mandato, se funcionário público no âmbito municipal, estadual ou federal.
¶Art. 16. Somente será aceita inscrição de candidato que tenha concluído ou que comprove estar apto a concluir o Curso de Graduação antes do início das aulas do Curso.
SEÇÃO II DA SELEÇÃO
¶Art. 17. A comissão de seleção será formada por professores membros do curso, sob a presidência do Coordenador do Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido.
¶Art. 18. A seleção dos candidatos obedecerá aos seguintes critérios:
I - análise do Curriculum Vitae, devidamente comprovado, para confirmar o atendimento dos requisitos formais da inscrição;
II. O critério de seleção dos candidatos aos seguintes níveis: ser Professor da educação básica devidamente comprovado e Análise de currículo comprobatório;
¶Art. 19. Caberá à Coordenação, ouvido o Colegiado, definir:
I - os pontos a serem atribuídos aos itens dos critérios de seleção estabelecidos no artigo 18 e respectiva pontuação e requisitos legais, para elaboração do edital com a definição de pontuação de todos os itens serem considerados, além dos critérios de desempate, tendo-se em vista a classificação final para o ingresso no Curso;
II - a data de realização da seleção.
Parágrafo único. O Coordenador encaminhará ao Colegiado para aprovação e divulgação o relatório com o resultado da seleção.
SEÇÃO III DA MATRÍCULA
¶Art. 20. Os candidatos classificados deverão efetuar sua matrícula no endereço especificado no Edital de Matrícula, após a publicação da classificação e de acordo com a data estabelecida pela Coordenação. No ato da matrícula o candidato aprovado e classificado deverá apresentar os documentos seguintes:
I - Diploma de Curso de Graduação; Carteira de Identidade, CPF e Título de Eleitor; e comprovante de vínculo ou mandato no setor público para os candidatos que indicaram na inscrição ser servidores públicos;
II – 01 foto 3x4;
III- Informar um endereço de e-mail válido.
§1º Após a data estabelecida pela Coordenação para a matrícula, caso o candidato não a realize, será considerado desistente e a vaga será preenchida pelo primeiro de uma lista de espera de candidatos aprovados.
§2º A matrícula será efetuada mediante requerimento ao Coordenador, em formulário estabelecido no Edital de Matrícula.
¶Art. 21. É vedado o trancamento de matrícula, seja isoladamente ou no conjunto de disciplinas.
CAPÍTULO II DO REGIME DIDÁTICO-CIENTÍFICO
SEÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
¶Art. 22. O Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido será desenvolvido com a oferta de doze disciplinas no total de 780 horas, conforme o cronograma estabelecido pela Coordenação do Curso e o período especificado no art. 3º deste Regulamento.
¶Art. 23. No início do Curso, os professores deverão entregar à Coordenação quaisquer alterações no programa da disciplina sob suas responsabilidades, bem como exigências e critérios de avaliação.
¶Art. 24. Ao término das atividades acadêmicas de cada disciplina, o Professor responsável deverá apresentar à Coordenação um relatório sobre os trabalhos desenvolvidos, os métodos empregados na avaliação dos alunos e os respectivos conceitos alcançados pelos alunos.
Parágrafo único. O relatório de que trata o caput deste artigo deverá ser apreciado pelo Colegiado.
¶Art. 25. Para a integralização da carga horária do Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido, computar-se-ão apenas as horas-aula destinadas às disciplinas, não se levando em conta o tempo de estudo individual ou em grupo, nem o tempo reservado para o desenvolvimento do Trabalho Final nos termos do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu, aprovado pela Resolução nº 56/1996 do CONSEPE/UFPB.
SEÇÃO II DO TRABALHO FINAL
¶Art. 26. O Trabalho Final representa requisito obrigatório para obtenção do Certificado do Curso de Especialização em Gestão Pública Municipal.
¶Art. 27. Para a realização do Trabalho Final, o aluno deverá escolher um Professor Orientador entre aqueles que ministraram disciplinas no curso ou que sejam determinados pela Coordenação do Curso, devidamente aprovados pelo Colegiado do Curso, observando-se as normas regulamentares aprovadas pela Resolução nº 56/1996 do CONSEPE/UFPB.
§1º Cada professor-orientador poderá ter um número máximo de orientandos definidos pelo Colegiado do Curso;
§2º Qualquer acréscimo no número máximo de orientandos deverá ter a aprovação do Colegiado do Curso;
§3º O Orientador do Trabalho Final deverá ter no mínimo o grau de Mestre.
¶Art. 28. O Trabalho Final deverá ser julgado por uma Comissão Examinadora escolhida na forma estabelecida pelo Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB.
¶Art. 29. Para a Apresentação e Defesa do Trabalho deverá o aluno satisfazer aos seguintes requisitos:
I - ter integralizado e ter sido aprovado em todas as disciplinas do Curso;
II - ter o Trabalho Final aprovado pelo orientador através de uma declaração escrita dirigida à Coordenação.
¶Art. 30. O Trabalho Final compreenderá um documento escrito sobre temas ligados à Educação Ambiental para o Semiárido e bioma Caatinga contextualizado para a realidade do Cariri paraibano.
¶Art. 31. O critério de aprovação do Trabalho Final:
I – demonstração de domínio escrito do tema estudado;
II – demonstração da capacidade de descrição e reflexão sobre temas ligados à Educação Ambiental para o Semiárido e bioma Caatinga contextualizado para a realidade do Cariri paraibano.
¶Art. 32. No julgamento do Trabalho Final, será atribuído um dos seguintes conceitos:
I - Aprovado com Distinção;
II - Aprovado;
III - Indeterminado;
IV - Reprovado.
Parágrafo Único: Caso seja atribuído o conceito Indeterminado, o aluno disporá de mais um mês para apresentar e defender o documento final.
SEÇÃO III DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR
¶Art. 33. O rendimento escolar de cada disciplina será avaliado por meio das atividades desenvolvidas presencialmente e no tempo escola (ações desenvolvidas pelos alunos/professores em sua pratica docente na escola na qual trabalha), a critério do professor, conforme a natureza da disciplina, sendo o grau de média final da disciplina expresso por meio de conceito, conforme as normas constantes no Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu, da UFPB.
¶Art. 34. Será considerado reprovado em uma disciplina o aluno que:
I - obtiver conceito "D";
II - não acumular pelo menos 70% da pontuação da disciplina, nas atividades de avaliação continuada propostas pelos professores ministrantes das disciplinas.
SEÇÃO IV DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS
¶Art. 35. É permitido o aproveitamento de estudos realizados pelo aluno nesta ou em outra Instituição de Ensino Superior, desde que seja atendido na íntegra o Artigo 36 da Resolução nº 56/1996, que aprova o Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu, da UFPB.
SEÇÃO V DA EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO
¶Art. 36. Ao aluno que houver cumprido as exigências do Curso será concedido um Certificado que terá o modelo da UFPB no qual constarão:
I – o número da Resolução de aprovação do Curso pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE;
II - a relação das disciplinas cursadas com as respectivas cargas horárias, conceitos, professores e titulação dos mesmos;
III – o título do Trabalho Final, conceito obtido, professor orientador e respectiva titulação;
IV - as assinaturas do Pró-Reitor de Graduação e Pesquisa – PRPG, do Coordenador Geral de PósGraduação da PRPG, do Coordenador do Curso e do aluno concluinte.
¶Art. 37. São exigências para obtenção do Certificado:
I – ter sido aprovado em todas as disciplinas do Curso;
III - ter defendido e ter tido aprovado o Trabalho Final.
CAPÍTULO III DO CORPO DOCENTE E DISCENTE
SEÇÃO I DO CORPO DOCENTE
¶Art. 38 - A escolha de profissionais para o corpo docente obedecerá, preferencialmente, aos seguintes critérios:
a) maior titulação;
b) pertencer ao quadro docente da UFPB;
c) estar submetido ao regime de trabalho de dedicação exclusiva ou de 40 horas;
d) participação de atividades de ensino na graduação e/ou na pós-graduação e em pesquisa;
e) relevância da produção técnica, científica e artística nos últimos cinco anos.
¶Art. 39 - A titulação mínima dos membros do corpo docente dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu é o título de Mestre, na área de conhecimento do Curso ou em áreas afins.
§ 1º Poderá ser escolhido, excepcionalmente, professor e/ou profissional que, embora não possua o título de Mestre, tenha a sua qualificação julgada suficiente pelo Colegiado do Curso e por uma das Câmaras do CONSEPE concernentes.
§ 2º O número de docentes sem título de Mestre não poderá ultrapassar 1/3 (um terço) do corpo docente, salvo em casos excepcionais, previamente apreciados e aprovados pelo órgão federal normativo, em razão de insuficiência de Cursos de Pós Graduação Stricto Sensu no país.
§ 3º A aprovação de professor não portador do título de Mestre somente terá validade para o curso de pósgraduação lato sensu para o qual tiver sido aceito.
¶Art. 40. A substituição de membro do corpo docente será permitida desde que o docente substituto preencha os requisitos especificados nos artigos 38 e 39.
§ 1º A substituição será feita com base em justificativa do Coordenador, aprovada sucessivamente pelo Colegiado de Curso e Colegiado Departamental.
§ 2º A certidão de aprovação pelo Colegiado Departamental da justificativa de substituição de docente deverá ser encaminhada à PRPG e às agências de fomento.
¶Art. 41. O corpo docente deverá possuir, no mínimo, 2/3 (dois terços) dos seus professores vinculados ao quadro permanente da UFPB, ressalvados os casos excepcionais, desde que devidamente justificado pelo colegiado e aprovado pela PRPG.
SEÇÃO II DO CORPO DISCENTE
¶Art. 42. O pessoal discente de que trata este Regulamento será regido pelas normas de que dispõe o Regimento Geral da Universidade Federal da Paraíba.
¶Art. 43. Além dos casos previstos no Regimento Geral da UFPB, será desligado do Curso o aluno que:
I - Não atingir a frequência mínima exigida de setenta e cinco por cento da carga horária prevista na Resolução nº 09/2000-CONSEPE/UFPB;
II - obtiver uma reprovação em disciplina durante a integralização do Curso;
III - for reprovado na apresentação do Trabalho Final;
IV- os alunos que forem reprovados em até 3 disciplinas do curso, poderão, apenas em caso de reoferta do curso, reingressarem no mesmo através de nova seleção para aproveitamento ou revalidação de estudos Este procedimento só será permitido uma única vez.
TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E/OU TRANSITÓRIAS
¶Art. 38. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso à luz da legislação vigente e/ou pelo CONSEPE, quando for o caso, ouvida a PRPG/SCLS.
¶Art. 39. Este Regulamento estará sujeito às demais normas que regulamentam os Cursos Lato Sensu na UFPB.
¶Art. 40. Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação por Resolução específica do CONSEPE.
ANEXO II EMENTAS DAS DISCIPLINAS E REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS Durante a execução do projeto será levado em consideração à integração entre os conteúdos ministrados nas disciplinas, assim como será orientado que os professores da educação básica trabalhe temas da área ambiental e o semiárido como proposta para discutir, tanto no seu projeto e a construção de seu TCC, assim como da aplicabilidade de forma interdisciplinar em suas disciplinas na educação básica. A seguir, apresentamos um quadro com as respectivas disciplinas que serão ministradas, ementas, carga horária e uma lista de bibliografias básicas. DISCIPLINAS/EMENTAS/CARGA HORÁRIAS E CRÉDITOS
1. ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO AMBIENTAL NO SEMI-ÁRIDO. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos): Caracterização de regiões Semiáridas; O Ambiente Físico da Região Semiárida do Nordeste Brasileiro; Fatores Limitantes e Adaptações Ecológicas; Biodiversidade no Bioma Caatinga; Princípios Ecológicos e Relação Sociedade-Natureza; Desequilíbrios Ambientais Rurais e Urbanos (Causas e Conseqüências). Unidades de Conservação (Categorias e Definições); Caracterização de Atores e Instituições na Gestão dos Espaços Naturais; Manejo e Recuperação de Áreas Degradadas; A Biodiversidade como Recurso: Importância Ecológica e para a Humanidade; REFERÊNCIAS: ABÍLIO, F.J.P.; FLORENTINO, H.S.; RUFFO, T.L.M. Conservação e uso sustentável da Caatinga. ABÍLIO, F.J.P. Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária – UFPB, 2010. 196p. BEGON, M.; HARPER, J.L.; TOWSEND, C.R. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4.ª Ed. Porto Alegre: Artmed Editora. 752p., 2007. CARNEIRO, Joaquim Osterne. Recursos de Solo e Água no Semi-Árido Nordestino. João Pessoa – PB. Gráfica A UNIÃO. DORST, Jean. Antes que a Natureza Morra: Por uma Ecologia Política, Tradução: Rita Buongermino. São Paulo. Edgard Blücher, 1973. EHRLICH, Paul R. O Mecanismo da Natureza: O mundo vivo à nossa volta, e como funciona. Rio de Janeiro: Campus, 1993. MENDES, Benedito Vasconcelos. Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Semi-Árido. Fortaleza: SEMACE, 1997. 108 p. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. Ed. Thomson, São Paulo, 2007. PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina: Midiograf, 2001. RICKLEFS, R.E. A Economia da Natureza. 5.ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 503p., 2003. TOWNSEND, C.R.; BEGON, M.; HARPER, J.L. Fundamentos em Ecologia. 2nd Ed. Porto Alegre: Artmed Editora. 592p., 2006.
2. EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CONCEITOS, PRINCÍPIOS E TENDÊNCIAS. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). Histórico da EA; princípios e tendências da EA; EA nos espaços Formais, Informais e Não formais; Escola, currículo e construção de conhecimentos: perspectivas multiculturais em educação ambiental. A mediação social ambiental. A prática pedagógica: dimensões e desafios. Projetos pedagógicos em educação ambiental. A interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade em EA. Atividades pedagógicas aplicadas à Educação Ambiental. REFERÊNCIAS: ABÍLIO, F.J. P.; GUERRA, R.A.T. (Org.). A questão ambiental no ensino de Ciências e a formação continuada de professores de ensino fundamental. João Pessoa: UFPb/FUNAPE, 132p. 2005. BRANCO, S. Educação Ambiental: metodologia e prática de Ensino. Rio de Janeiro: Dunya, 80p., 2003. BRANCO, S. Meio Ambiente e Educação Ambiental na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. São Paulo: Cortez, 60p, 2007. CARVALHO, I.C.M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 256p., 2004. COSTA, A.M.F.C. Educação Ambiental no Ensino Formal: necessidade de construção de caminhos metodológicos. p. 137-171. In: Pedrini, A.G. (Org.). O Contrato Social da Ciência: unindo saberes na Educação Ambiental. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. GUERRA, A.F.S.; TAGLIEBER, J.E. Educação Ambiental: fundamentos, práticas e desafios. Iatajaí:
Universidade do Vale do Itajaí, 231p., 2007. GUERRA, R.A.T.; ABÍLIO, F. J. P. Educação Ambiental na Escola Pública. João Pessoa: Foxgraf, 233p. 2006. SATO, S. Apaixonadamente pesquisadora em Educação Ambiental In: Educação, Teoria e Prática, 9 (16/17): 24-35, 2001. SATO, M. Educação Ambiental. São Carlos: Rima, 2002. SATO, M. Pontes e Bichos. In: Sato, M. Educação Ambiental. São Carlos: Rima, 2002. SATO, M.; CARVALHO, I. (org.). Educação Ambiental: pesquisa e desafio. Porto Alegre: Artmed, 2005.
3. EDUCAÇÃO PARA CONVIVÊNCIA NO CONTEXTO DO SEMIÁRIDO. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). Educação e os Desafios dos Novos Paradigmas Ambientais. Educar na Perspectiva Multidimensional da Condição Humana. Processos Educativos no Ambiente Semiárido Nordestino. A Produção de Conhecimentos Pertinentes Focado em Valores Culturais, Tendências Locais e Sustentabilidade. Ações Integradas para a Gestão Socioambiental e a Convivência no Semiárido Nordestino. REFERÊNCIAS: AB’SABER, A.N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. AB’SABER, A.N. Sertões e sertanejos: uma geografia humana sofrida. Estudos Avançados, São Paulo,
v. 13, n. 36, p. 07-59, 1999. BRAUN, Ricardo. Novos Paradigmas Ambientais: desenvolvimento ao ponto sustentável.- 3. Ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. KÜSTER, A; MATTOS, B (orgs). Educação no contexto do semi-árido brasileiro. Juazeiiro: Fundação Konrad Adenauer: Selo Editorial RESAB, 2007. MENDES, Benedito Vasconcelos. Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Semi-Árido. Fortaleza: SEMACE, 1997. 108 p. RESAB. Educação e Convivência no Campo... Analisando saídas e propondo direções. Caderno Multidisciplinar – Educação e Contexto do Semi-árido Brasileiro, Juazeiro: v. 2, n. 2, 2006. RESAB. Refletindo a Educação no Semi-árido Brasileiro... Ousando e fazendo a diferença. Caderno Multidisciplinar – Educação e Contexto do Semi-árido Brasileiro, Juazeiro: v. 1, n. 1, 2006. SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Gestão Ambiental: instrumentos, esferas de ação e educação ambiental.- São Paulo: Atlas, 2007. SOUZA, I.P.F. A gestão do currículo escolar para o desenvolvimento humano sustentável do semiárido brasileiro. São Paulo: Peirópolis, 2005.
4. PROJETOS DE PESQUISA E METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). A pesquisa como forma de saber. O pensamento e os objetivos da pesquisa. Metodologia da investigação. Modelos de projetos de pesquisa. Financiamentos e suas fontes. Pesquisa Aplicada e Modelos de Desenvolvimento Social. Normas Técnicas e Científicas. Modalidades de Trabalhos Científicos. Como construir um projeto de pesquisa. Como escrever um artigo científico. Publicações Científicas: difusão e divulgação da ciência. REFERÊNCIAS: GIL, A.C. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Educação Ambiental. In: Philippi Jr & Pelicioni, M.C.F. (Editores). Educação Ambiental e Sustentabilidade. Barueri - SP: Manole, 2005. GIL, A.C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 5ª ed., 206p., 1999. MACEDO, R.S. A Etnopesquisa crítica e multirreferencial nas Ciências Humanas e na Educação. Salvador: EDUFBA, 297p., 2000. MACEDO, R.S. Etnopesquisa Crítica, Etnopesquisa-Formação. Brasília: Líber Livro Editora, 179p., 2006. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 305p., 2004. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 315p., 2005. MARTINS, J.S. O trabalho com projetos de pesquisa: do ensino fundamental ao ensino médio. São Paulo: Papirus, 2001. MOREIRA, D.A. O Método Fenomenológico na Pesquisa. São Paulo: Pioneira Thomson Learnig, 152p., 2004. PEDRINI, A.G. (Org.). Metodologias em Educação Ambiental. Petrópolis, RJ: Vozes, 239p., 2007.
5. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). Incorporação da EA como prática na formação continuada e permanente da educação; Educação ambiental – reflexões e práticas contemporâneas na formação inicial e continuada de professores; Saberes docentes; O professor e a construção da sua identidade profissional; Formação de educadores em serviço; EA para a Cidadania; EA Complexa; REFERÊNCIAS: CHAPANI, D.T.; DAIBEM, A.M.L. Formação de professores em serviço: orientações técnicas e ações interdisciplinares em Educação Ambiental em uma escola pública de Bauru. In: Escola de verão para professores de prática de ensino de Física, Química, Biologia e áreas afins. 5: 246-249, 2000. DILL, M.A. Educação Ambiental Crítica: a formação da consciência ecológica. Porto Alegre: Nuria Fabris Ed., 2008. MININNI-MEDINA, N. A Formação dos Professores em Educação Ambiental. http://www.cehcom.univali.br/educado/Form%20Prof%20EA.doc acesso em 07/02/2004 PENTEADO, H.D. Meio Ambiente e Formação de Professores. São Paulo: Cortez, 120p. 2000. SAUVÉ, L.; ORELLANA, L.S. A formação continuada de professores em Educação Ambiental: a proposta do EDAMAZ. p. 273-287. In: Santos, J.E. & Sato, M. A contribuição da Educação Ambiental à Esperança de Pandora. São Carlos: Rima, 2001. TRISTÃO, M. A Educação Ambiental na formação de professores: rede de saberes. São Paulo: Annablume, 236p., 2004. ZAKRZEVSKI, S.B.B.; SATO, M. Refletindo sobre a formação de professor@s em Educação Ambiental. p. 63-84. In: Santos, J.E. & Sato, M. A contribuição da Educação Ambiental à Esperança de Pandora. São Carlos: Rima, 2001.
6. ARTE, CULTURA E MEIO AMBIENTE. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). A arte como aliada na sensibilização ecológica e intervenções estéticas. A criatividade e a pedagogia da sensibilidade na construção da cidadania. Habilidades artístico-culturais com o objetivo de resgate da identidade local e da auto-estima e produção de materiais didáticos para a difusão dos conhecimentos produzidos. Cultura e Meio Ambiente. A arte como objeto de conhecimento: a arte na sociedade; a diversidade das formas de arte e concepções estéticas; a arte como expressão e comunicação na vida dos indivíduos. Relação entre a arte e a questão ambiental. REFERÊNCIAS: BORBA, M.A.B. Saberes e fazeres do povo: resgate da Cultura Popular na Paraíba. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2006. CABRAL, E.M. O potencial arqueológico do Cariri. In: CABRAL, E.M. (Org.). Os Cariris Velhos da Paraíba. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB- UNIÃO, 1997, p. 29-55. GALVÃO, M.N.C. Possibilidades Educativas do Teatro de Bonecos nas escolas públicas de João Pessoa. 1996. Dissertação (Mestrado em Educação) – Centro de Educação, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 1996. MAMEDE, S.B. Interpretando a natureza: subsídios para a educação ambiental. Campo Grande: UNIDERP, 2003. PEREIRA, D.D. Plantas, Prosa e Poesia do Semi-árido. Campina Grande: EDUFCG/UFCG, 2005. WHITAKER, D.C.A.; BEZZON, L.A.C. A cultura e o ecossistema: reflexões a partir de um diálogo. São Paulo: Alínea, 88p., 2006.
7. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE TERRESTRE DO SEMIÁRIDO (BIOMA CAATINGA). (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). Conservação e preservação da Biodiversidade (flora e fauna) terrestre da Caatinga. Ética da conservação. Impactos antrópicos sobre a biodiversidade da vegetação da caatinga. Fauna terrestre do semiárido brasileiro ameaçada de extinção: situação atual e perspectivas. Manutenção da biodiversidade: proteção e recuperação de áreas degradadas da Caatinga. Conservação de espécies: estratégias "in situ" e "ex situ". REFERÊNCIAS: ABÍLIO, F.J.P.; RUFFO, T.L.M. Fauna da Caatinga. In: ABÍLIO, F.J.P. (Org.) Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária – UFPB,
2010. p.57-72. ABÍLIO, F.J.P.; FLORENTINO, H.S. Impactos ambientais na Caatinga. In: ABÍLIO, F.J.P. (Org.) Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora
Universitária – UFPB, 2010. p.73-102. ABÍLIO, F.J.P.; FLORENTINO, H.S.; RUFFO, T.L.M. Conservação e uso sustentável da Caatinga. In: ABÍLIO, F.J.P. (Org.) Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária – UFPB, 2010. p.103-116. AGRA, M.F. et al. Sinopse da flora medicinal do Cariri paraibano. Oecologia brasiliensis, Rio de Janeiro, v.11, n.3, p.323-330, 2007. ANDRADE, C.T.S. Cactos úteis na Bahia: ênfase no semi-árido. Pelotas: USEB, 2008. AQUINO, H. As Potencialidades da Fauna do Cariri. In: CABRAL, E.M. (Org.). Os Cariris Velhos da Paraíba. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB- UNIÃO, 1997, p. 57-61. ARAUJO, M.C.P. Animais no Meio Ambiente: integração e interação. Ijuí: UNIJUÍ, 1991. BARBOSA, M.R.V. et al. Vegetação e flora no cariri paraibano. Oecologia brasiliensis, Rio de Janeiro,
v.11, n.3, p.313-322, 2007. BARBOSA, M.R.V.; ABÍLIO, F.J.P.; QUIRINO, Z.G.M. Vegetação da Caatinga. In: ABÍLIO, F.J.P. (Org.) Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária – UFPB, 2010. p.31-56. BERNARDES, N. As Caatingas. Estudos Avançados, São Paulo, v.13, n.36, p.69-78, 1999. CNRBC. CONSELHO NACIONAL DA REVERSA DA BIOSFERA DA CAATINGA. Cenários para o Bioma Caatinga. Recife: SECTMA, 2004. CORTEZ, J.S.A. et al. Caatinga. São Paulo: Harbra, 2007. CUNHA, E. Os sertões – campanha de canudos. 35ª ed. Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves, 1991 FILHO, J.A.S.; SANTOS, A.P.B.; NASCIMENTO, M.F.S.; SANTO, F.S.E. Guia de campo- arvores da caatinga. 1ª Ed. Volume I. Petrolina: Editora e gráfica Franciscana, 2009. KINOSHITA, L.S.; TORRES, R.B.; TAMASHIRO, J.Y.; FORNI-MARTINS, E.R. A Botânica no Ensino Básico – Relatos de uma experiência transformadora. 1ª ed. São Carlos: Editora Rima, 2006. LEAL, I.R.; TABARELLI, M.; SILVA, J.M.C (Ed.). Ecologia e Conservação da Caatinga. 2. ed., Recife: Editora Universitária/UFPE, 2005. MAIA, G.N. Caatinga: árvores e arbustos e suas utilidades. São Paulo: D&Z editora, 2004.
8. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE AQUÁTICA DO SEMIÁRIDO. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). Conservação da biodiversidade (flora e fauna) de ecossistemas aquáticos da Caatinga. Impactos antrópicos sobre a biodiversidade de corpos aquáticos da Caatinga. Fauna aquática do semiárido brasilleiro ameaçada de extinção: situação atual e perspectivas. Importância das áreas úmidas do semiárido brasileiro. Lagoas temporárias, rios e riachos intermitentes/epizóicos e sua biodiversidade; REFERÊNCIAS: ABÍLIO, F.J.P.; CRISPIM, M.C.; SOUZA, J.E.R.T.; BARBOSA, J.E.L. Corpos aquáticos da Caatinga Paraibana. ABÍLIO, F.J.P. Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária – UFPB, 2010. 196p. ABÍLIO, F.J.P.; RUFFO, T.L.M. Fauna da Caatinga. ABÍLIO, F.J.P. Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária – UFPB,
2010. 196p. AGOSTINHO, A.A; JÚLIO, H.H. Ameaça ecológica: peixes de outras águas. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 21, n. 124, p 36-44, 1996. BARBOSA, J.E. et al. Diagnóstico do estado trófico e aspectos limnológicos de sistemas aquáticos da Bacia Hidrográfica do rio Taperoá, Trópico semi-árido Brasileiro. Revista de Biologia e Ciências da Terra, v. 1, Campina Grande, n. 1, p. 81-89, 2006. (Suplemento Especial). BARBOSA, J.E.L. Dinâmica do fitoplâncton e condicionantes limnológicos nas escalas de tempo (nictemeral/sazonal) e de espaço (horizintal/vertical) no açude Taperoá II: trópico semi-árido nordestino. 2002. 210f. Tese (Doutorado em Ecologia e Recursos Naturais) – Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2002. BARRETO, A.L.P. Lagoas intermitentes do semi-árido paraibano: inventário e classificação. 2001. 82f. Dissertação. (Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2001. FREIRE, E. M. X (org). Recursos Naturais das Caatingas: uma visão multidisciplinar. Natal-RN: EDUFRN, 2009. LACERDA, A.V. A semi-aridez e a gestão em bacias hidrográficas: visões e trilhas de um divisor de idéias. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2003. LACERDA, A.V.; BARBOSA, F.M. Matas Ciliares no domínio das Caatingas. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2006. LEAL, I.R.; TABARELLI, M.; SILVA, J.M.C (Ed.). Ecologia e Conservação da Caatinga. 2. ed.,
Recife: Editora Universitária/UFPE, 2005, p. 275-302.
9. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO SEMI-ÁRIDO. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). Teoria e conceito de desenvolvimento sustentável. Homem, natureza e cultura. O problema das gerações futuras. Crescimento econômico e desenvolvimento humano. Os dilemas do desenvolvimento sustentável no Brasil. Semiárido e desenvolvimento sustentável: limitações, potencialidades, perspectivas. A Educação Ambiental como eixo do Desenvolvimento Sustentável. Características, funções e objetivos da Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável. REFERÊNCIAS: BATISTA-FILHO, M. Sustentabilidade Alimentar do Semi-árido Brasileiro. Recife: IMIP, 72p, 2006. BECKER, D.F. (org.). Desenvolvimento Sustentável: necessidade e/ou possibilidade? Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 241p, 2002. BRAUN, R. Desenvolvimento ao ponto Sustentável: novos paradigmas ambientais. Petrópolis: Vozes, 183p., 2001. BURSZTYN, M. (Org.) Ciência, Ética e Sustentabilidade. São Paulo: Cortez/Brasília,DF: UNESCO, 2001. CAMARGO, A.L.B. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios. São Paulo: Papirus, 160p., 2003. LOPES, W. G.R.; MONTEIRO, M. S. L. MOITA-NETO, J. M. (orgs). Sustentabilidade do Semiárido. Teresina: EDUFPI, 436p, 2009. MENDES, B.V. Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Semi-árido. Fortaleza: SEMACE, 1997. SAUVÉ, L. Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: uma análise complexa. Revista de Educação Pública, 6 (10), 72-102, 1997. SAUVÉ, L. Uma cartografia das correntes em educação ambiental. In: Sato, M.; Carvalho, I. (organizadoras). Educação Ambiental: pesquisa e desafio. Porto Alegre: Artmed, 2005. WANDERLEY, M. N. B. (org). Globalização e Desenvolvimento Sustentável: dinâmicas sociais rurais no nordeste brasileiro. São Paulo: Polis; Campinas-SP: Ceres-Unicamp, 2004.
10. EDUCAÇÃO AMBIENTAL LÚDICA. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). O significado do lúdico como prática cultural; O lúdico como fonte de compreensão do mundo; Método lúdico criativo experimental; Técnicas e modalidades lúdicas utilizadas na Educação Ambiental: jogos didáticos, música, dramatização; a Pedagogia do Lúdico e Oficinas Ecológicas; Educar na, para e com a Natureza. REFERÊNCIAS: ANDRADE, L.; SOARES, G.; PINTO, V. Oficinas Ecológicas: uma proposta de mudanças. Petrópolis: Vozes, 1995. DOHME, V.; DOHME, W. Ensinando a criança a amar a Natureza. São Paulo: Informal Editora, 175p., 2002. MÜTSCHELE, M.S.; GONSALES-FILHO, J. 1998. Oficinas Pedagógicas: a arte e a magia do fazer na escola. São Paulo: Edições Loyola, 155p. PEREIRA, M.L. O Ensino de Ciências através do Lúdico: uma metodologia experimental. João Pessoa: Ed. Universitária - UFPB, 145p. 2002. PEREIRA, M.L. Inovações para o Ensino de Ciências Naturais: Método lúdico criativo experimental. João Pessoa: Ed. Universitária – UFPB, 147p. 2003. RIBEIRO, M.M.G.; FERREIRA, M.S. (org.). Oficina Pedagógica: uma estratégia de ensinoaprendizagem. Natal-RN: EDUFRN/UFRN, 2001. SANTOS, A ludicidade como ciência. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. SANTOS, O lúdico na formação do educador. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997. SANTOS, Santa Marli Pires (Org.). Brinquedoteca: o lúdico em diferentes contextos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
11. EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. (Carga horária: 60 horas, 4 créditos). Aspectos históricos da educação de jovens e adultos no Brasil; A educação de adultos, os movimentos populares e a questão ambiental no semiárido; Pressupostos teórico-metodológicos da educação de jovens e adultos; Análise da educação de jovens e adultos como instrumento de inclusão social, considerando as formas de atuação dos docentes em projetos e atividades de Educação
Ambiental. REFERÊNCIAS: FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 44. ed. RJ: Paz e Terra, 1996. FREIRE, P. Professora sim, tia não: Cartas a quem ousa ensinar. SP: Cortez, 1995. KLEIN, L.R. Alfabetização de jovens e adultos: questões e proposta para a prática pedagógica na perspectiva histórica. 4. ed. Brasília: Universa, 2003. MASAGÃO, V.M.R. Educação de Jovens e Adultos: novos leitores, novas leituras. Campinas: Ação Educativa, 2001. PAIVA, V. História da Educação Popular no Brasil: educação popular e educação de adultos. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2003.
12. ELABORAÇÃO DE TRABALHOS MONOGRÁFICOS (TCC). (Carga horária: 120 horas, 05 créditos). Orientações metodológicas. Fases e etapas de uma monografia. Elaboração de monografia final de curso com base em projeto anteriormente elaborado, considerando as exigências teóricometodológicas, sob a orientação do professor. REFERÊNCIAS: ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciencias naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998. BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. 3ª reimpressão. São Paulo: Atlas, 2007. DUARTE, E. N.; NEVES, D. A.; SANTOS, B. de L. O. dos. Manual técnico para realizações de trabalhos monográficos: dissertações e teses. 4ª ed., atualizada. João Pessoa: Editora Universitária / UFPB, 2001. FAZENDA, I. (org.). Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 2006. GHEDIN, E.; FRANCO, M.A.S. Questões de Método na construção da pesquisa em Educação. São Paulo: Cortez, 2008. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5ª ed. 8. reimpressão. São Paulo: Atlas, 2007. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, 2002. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARCONI, M.A., LAKATOS, E.M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 305p., 2004. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do Trabalho Científico: procedimentos básicos para pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M. de A. Técnicas de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. LIMA, M.C.; OLIVO, S. (org.) Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso: na cosntrução da competência gerencial do administrador. São Paulo: Thomson Learning, 2007. LUNA, S. V. de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 1996. MOROZ, M.; GIANFALDONI, M. H. T. A. O processo de pesquisa: iniciação. 2ª ed. Brasília: Líber
Livro Editora, 2006. PACHECO JÚNIOR, W. Pesquisa científica sem tropeços: abordagem sistemática. São Paulo: Atlas, 2007. PESCUMA, D.; CASTILHO, A. P. F. de. Trabalho acadêmico – o que é? Como fazer?: um guia para suas apresentações. São Paulo: Olho d´água, 2005. RODRIGUES, R. M. Pesquisa acadêmica: como facilitar o processo de preparação de suas etapas. São Paulo: Atlas, 2007. CARGA HORÁRIA TOTAL: 780 horas
ANEXO III DA RESOLUÇÃO Nº 51/2018 PROJETO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SEMIÁRIDO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PÓS-GRADUAÇÃO SUBCOORDENAÇÃO DE CURSOS LATO SENSU
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU: “EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SEMIÁRIDO” (projeto aprovado e financiado através do Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro)
Conselho Nacional de Desenvolvimento e Pesquisa
Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental e Ensino de Biologia – DME/CE/UFPB
APRESENTAÇAO A Especialização Lato Sensu Educação Ambiental para o Semiárido, curso completamente gratuito e financiado através da aprovação do projeto pelo CNPq conforme Edital MCT-INSA/CNPq/CTHidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, foi realizado no período de 24 meses, de novembro de 2010 a dezembro de 2012, como uma carga horária máxima de 78 horas/aula. Na época, por inexperiência do Coordenador do Projeto e por falta de informações e orientações de ordem burocráticas, não foi feito o cadastro/aprovação do referido curso nas instâncias competentes, como no Departamento de Metodologia da Educação, no qual o proponente e coordenador é lotado, no Conselho do Centro de Educação, como também no Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), de acordo com o Art. 6º da Resolução Nº 56/1996 do CONSEPE. Dos docentes que concluíram o curso de especialização, vários estão necessitando do certificado de conclusão (os certificados deverão ser emitidos pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, segundo o Art. 37 da Resolução Nº 56/96 do CONSEPE) que os mesmos têm direitos legais de receberem, inclusive no Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, está bem explicitado como contrapartida da Universidade a concessão do Certificado. Portanto, sendo uma ETAPA RETROATIVA, de apreciação e aprovação do projeto do referido curso nas instâncias da UFPB, etapa essa obrigatória, segundo a Resolução Nº 56/96 do CONSEPE, todo o projeto será escrito no passado, para não deixar margem que o projeto descrito ainda será realizado. Atenciosamente e mui respeitosamente, Prof. Dr. Francisco José Pegado Abílio (Coordenador do Curso)
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1.1 – NOME DO CURSO: CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO Lato Sensu EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SEMIÁRIDO 1.2 – ÁREA DE CONHECIMENTO: GRANDE ÁREA: EDUCAÇÃO ÁREA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL SUBÁREA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SEMIÁRIDO 1.3 - CATEGORIA: Especialização (Resolução 12/1983 CFE) 1.4 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: 1.4.1- NORMAS FEDERAIS:
Resolução n. 1/2007 do CES/CNE/MEC; Resolução Nº 1, de 6 de abril de 2018 do CES/CNE/MEC - Estabelece diretrizes e normas para a oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu denominados cursos de especialização, no âmbito do Sistema Federal de Educação Superior, conforme prevê o Art. 39, § 3º, da Lei nº 9.394/1996, e dá outras providências.
1.4.2- NORMAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB):
2ª. Resolução n. 9/2000 do CONSEPE/UFPB 1ª. Resolução n. 56/1996 do CONSEPE/UFPB Resolução n. 9/1998 do CONSUNI/UFPB Resolução n. 1/2004 do CONSUNI/UFPB Resolução n. 17/2008 do CONSUNI/UFPB
1.5 - UNIDADE RESPONSÁVEL: 1.5.1- Centro: Centro de Educação (CE) 1.5.2- Departamento: Departamento de Metodologia da Educação (DME) 1.6 - NATUREZA: Departamental 1.7 - LOCAL DE REALIZAÇÃO DAS AULAS PRESENCIAIS: O Curso de Especialização Lato Sensu Educação Ambiental para o Semiárido foi de caráter semipresencial, sendo as aulas das disciplinas realizados nas dependências da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Jornalista José Leal Ramos no município de São João do Cariri (escolhida como município cede do curso pelo colegiado), localizado a 203 km da capital (João Pessoa), uma vez que o curso envolveu professores de vários municípios do Cariri Paraibano e a cidade de São João do Cariri é muito central e de fácil acesso para os outros municípios dos quais os alunos pertenciam. Após a realização das atividades presenciais (as disciplinas teóricas), que foi realizada aos sábados com 8 horas aulas, intercaladas mensalmente, foram propostas atividades complementares pelos professores ministrantes das disciplinas executadas pelos alunos do curso de especialização (todos professores da educação básica) os quais desenvolveram na sua prática educativa e enviaram as tarefas correspondentes ao tempo/escola (relatorias, resumos e/ou resenhas de artigos científicos, etc), que correspondeu ao restante da carga horária, e estas foram enviadas para um e-mail particulares dos docentes ou as atividades foram impressas e entregues pessoalmente no momento da disciplina seguinte ao coordenador do Curso, que esteve presente em todas as atividades do curso. 1.8 - ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO Logradouro: Campus I – CE Complemento: Departamento de Metodologia da Educação Bairro: Castelo Branco CEP: 58059-900 Município: João Pessoa UF: PB Telefones: (083) 3216-7446
E-mail: chicopegado@yahoo.com.br 1.9 - ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 1.9.1 – COORDENADOR DO CURSO: Nome: FRANCISCO JOSÉ PEGADO ABÍLIO Titulação: Doutor Unidade de Lotação: Departamento de Metodologia da Educação Telefone da Unidade (ramal): 83.3216-7446 - Telefone celular: 83 99306-4074 ou 99952-8765 E-mail: chicopegado@yahoo.com.br - CPF: 910.510.104-20 1.9.2 – VICE-COORDENADOR DO CURSO: Nome: Profa. MARIA DE FÁTIMA CAMAROTTI Titulação: Doutora Unidade de Lotação: Departamento de Metodologia da Educação Telefone da Unidade (ramal): 83. 3216-7446 Telefone celular: 83 99138-8849 E-mail: fcamarotti@yahoo.com.br CPF: 772.744.314-04 1.9.3 – SECRETÁRIA DO CURSO: Nome: CAMILA SIMÕES GOMES (bolsista ATP-A, concedida pelo CNPq) Titulação: Licenciada em Biologia e Mestrado pelo PRODEMA E-mail: milagomesjp@gmail.com Telefones: 83. 98772-8855 – 99907-3435 – 3225-1437 CPF: 013.636.944-80 1.10 – FINANCIAMENTO DO CURSO: o curso será financiado pelo Projeto aprovado pelo Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro (1) . 2.
CARACTERIZAÇÃO DO CURSO
2.1 – PÚBLICO-ALVO(1): Contribuir para a Formação Continuada de 50 professores pertencentes à educação básica (ensino fundamental e médio) e à educação de jovens e adultos – EJA, vinculados ao ensino público de municípios do Cariri Paraibano. 2.2 - NÚMERO DE VAGAS: Vagas totais: 50 (2) 2.3 - METODOLOGIA DE ENSINO: com atividades presenciais e atividades a serem executadas à distância pelos alunos (docentes) nas escolas onde eles atuam; 2.4 – CARGA HORÁRIA: 780 horas (2) 2.5 – DURAÇÃO DO CURSO EM MESES: 24 meses 2.6 - PERÍODO DE REALIZAÇÃO PREVISTO:
(1)
Projeto aprovado pelo Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro. Linha Temática 4: Capacitação de educadores e agentes de extensão, por meio de cursos de especialização lato sensu em educação contextualizada, na perspectiva da convivência com o Semiárido Brasileiro, para atuarem nessa região. Contempla, também, produção, publicação, tiragem e distribuição de materiais didáticos, contextualizados com a realidade da região, para serem utilizados nos referidos cursos de especialização e por educadores em escolas de Educação Básica, ou por agentes de extensão, em seu trabalho com comunidades do Semiárido Brasileiro. A CERTIFICAÇÃO DOS PARTICIPANTES SERÁ CONCEDIDA PELA INSTITUIÇÃO QUE OFERTAR O CURSO. (2) Projeto aprovado pelo Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro- para cursos de especialização lato sensu (360 horas-aula, no mínimo) com turma(s) de, no mínimo, 40 (quarenta) e máximo de 60 (sessenta) alunos.
Início do Projeto/Curso: Novembro de 2010 Término: Novembro de 2012. 2.7 – PERIODICIDADE: O Curso teve uma duração de 24 (vinte e quatro) meses efetivos, incluindo cumprimento de créditos e elaboração do trabalho final. O início das disciplinas ocorreu em março de 2011 e terminou em junho de 2012 e deu-se em intervalos mensais. Entre Junho a outubro de 2012 foram realizados 4 encontros presencias de orientações sobre o TACC, com todos os professores orientadores e alunos no município sede São João do Cariri. Já as defesas ocorreramm em três momentos no mês de novembro de 2012 (dias 09, 10 e 24), também realizadas na cidade de São João do Cariri, na EEEFM Jornalista José Leal Ramos. 2.8 - MODALIDADE DO CURSO: Semipresencial Regular: Tempo Integral ( ) Tempo Parcial ( X )
2. – JUSTIFICATIVA: Com uma população de cerca de 44 milhões de habitantes, o Nordeste brasileiro é considerado como uma região problema. No Nordeste seco, estão assentados cerca de 23 milhões de pessoas, sendo este considerado uma das regiões semiáridas mais populosas do mundo. A vegetação é típica de Caatinga, onde os índices pluviométricos são inferiores a 500 mm por ano e vem sendo observado um processo crescente de desertificação, resultante da utilização de práticas agropecuárias não adequadas e do desmatamento desenfreado da vegetação. A Caatinga é um Bioma exclusivamente brasileiro que cobre quase 10% do território nacional (CASTRO et al., 20063) e sofre forte pressão antrópica na forma de queimadas, desmatamentos e caça, o que gera a fragmentação e redução de habitats. Por muito tempo foi tratada, erroneamente, como um ambiente de pouca riqueza biológica. Entretanto, quando comparada a outras regiões semi-áridas do mundo, a Caatinga apresenta alto grau de diversidade biológica (LEAL et al., 20054), onde é possível encontrar altas taxas de endemismo, estimando-se que pelo menos 40% das espécies da flora identificadas sejam endêmicas desse bioma. Na Caatinga, a produção agropecuária vem caindo gradativamente, com perdas de competitividade em relação a outros centros produtores (MENDES, 19975) e consequente migração da população humana para outras regiões. O Cariri paraibano, onde o projeto será desenvolvido, apresenta um quadro de atraso econômico e social muito grave, assim como uma destruição desenfreada do Bioma Caatinga, determinado pela estagnação ou declínio das atividades produtivas tradicionais. O efeito combinado entre as condições climáticas próprias da região semiárida paraibana e as práticas inadequadas de uso e aproveitamento do solo e demais recursos naturais tem acentuado o desgaste da paisagem natural, levando a perda da biodiversidade e esgotamento de recursos naturais, além de acentuar o processo de desertificação nas áreas susceptíveis. Buscar a conservação pela gestão não é algo facilmente executável, principalmente quando as propostas de intervenção apresentadas se contrapõem aos padrões comportamentais da comunidade (GADOTTI, 20006). A mudança de comportamento está diretamente relacionada com a elevação do nível de consciência dos grupos humanos envolvidos. Compreender as questões ambientais para além de suas dimensões biológicas, químicas e físicas, enquanto questões sócio-políticas exigem a formação de uma consciência ambiental e a preparação para o pleno exercício da cidadania, fundamentadas nos conhecimentos prévio dos atores sociais que se utilizam dos ecossistemas do seu entorno (ABÍLIO; GUERRA, 2005a7, 2005b8). 3
CASTRO, R., et al. Reserva Natural Serra das Almas: construindo um modelo para a conservação da Caatinga. In: BENSUSAN, N. Et al. Biodiversidade: para comer, vestir ou passar no cabelo?. São Paulo: Peirópolis, 2006. 4 LEAL, I.R., TABARELLI, M.; SILVA, J.M.C. Ecologia e Conservação da Caatinga. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2005. 5 MENDES, B.V. Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Semi-árido. Fortaleza: SEMACE, 1997. 6 GADOTTI, M. Pedagogia da Terra. São Paulo: Peirópolis, 217p. 2000. 7 ABÍLIO, F. J. P.; GUERRA, R. A. T. A temática ambiental no ensino de Ciências: um projeto de formação continuada de professores de ensino fundamental do Município de Cabedelo-PB. Anais do Congresso Internacional de Formação Continuada e Profissionalização Docente. João Pessoa-PB: Editora Universitária UFPB, p. 520-521. 2005a. 8 ABÍLIO, F.J. P.; GUERRA, R. A. T. (Org.). A questão ambiental no ensino de Ciências e a formação continuada de professores de ensino fundamental. João Pessoa: UFPb/FUNAPE, 132p. 2005b.
A leitura sobre o ambiente por analogia nos leva a conhecê-lo, mas nem sempre a participar das ações de manutenção do equilíbrio ecológico do bioma em que residimos. Observar como os diferentes grupos sociais se comportam coletar informações sobre as relações que os mesmos mantêm com o ambiente em que vivem, enfim construir com a sociedade maneiras de lidar com as problemáticas, deve ser a base para o desenvolvimento de políticas educacionais que abordem o tripé – Sociedade/ Participação/ Meio Ambiente (PENTEADO, 20009). A crise do ensino público no Brasil impulsiona a busca de novas reflexões, ideias e práticas docentes. Neste contexto, a formação continuada é uma forma de trazer para o centro da discussão, não só novas maneiras de ensinar e transmitir o conhecimento, mas também de refletir a forma como professores atuam em sala de aula. Com tudo isso, percebe-se que o nível mais alto de exigência para o sistema escolar corresponde a um ensino em direção à formação integral das pessoas, ampliando os pilares do saber e do saber fazer com o saber ser e o saber conviver. A constatação da carência de pesquisas e estudos sistemáticos acerca das questões ligadas aos processos de formação do educador e das práticas educativas vem inquietando os profissionais de educação das Universidades Federal da Região Nordeste. As preocupações com essas questões, dada a sua relevância, vêm se constituindo pauta dos principais fóruns de debate sobre educação que se empreendem, com freqüência, no contexto brasileiro, latino-americano e mundial. Tal fato demonstra a pertinência da criação de um Curso de Pós-Graduação que venha tratar academicamente destas questões no âmbito do Semiárido Nordestino, na área de abrangência onde se situa a Universidade Federal da Paraíba. Assim sendo, a realização de um Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido, que tem como função a formação continuada de professores, vem responder às necessidades da região na perspectiva de contribuir para a melhoria das condições de ensino, no âmbito da educação básica e das práticas educativas formais e não-formais, através da pesquisa e das atividades orientadas à sustentabilidade socioambiental da região. A produção de conhecimentos, em nível de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido estará, prioritariamente, voltada para uma educação que se processa numa região marcada por problemas sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais que acarretam decadência e desvalorização do ensino público, exclusão de significativos segmentos sociais do processo educacional, degradação ambiental e da vida humana. As atividades desenvolvidas no Curso de Especialização em Educação Ambiental para o Semiárido abrirão perspectivas de ampliar a discussão e reflexão acerca de aspectos históricos, culturais, sociais e ambientais da realidade regional, sobretudo na área da educação, da formação do educador, da natureza e destinação do trabalho docente e dos saberes sociais produzidos. A informação e a vivência participativa são dois recursos importantes no processo de ensino e aprendizagem que estarão voltados para o desenvolvimento da cidadania e da construção ambiental, estas, pois, serão nossas principais armas para mudar a percepção dos professores da educação básica do município de São João do Cariri, tendo como eixo norteador as questões do semi-árido. No desenvolvimento deste processo educativo será necessário mostrar ao nosso público alvo da pesquisa como o meio ambiente reage as nossas ações. Para essa compreensão iremos traçar experiências de participação social que propiciem a vivência de comportamentos individuais e coletivos, assim como provocar o desenvolvimento de novas habilidades e competências no desenvolvimento da temática ambiental no ensino fundamental. É preciso então considerar, usar as constatações dos professores, para organizarmos uma nova ação educativa que venha mitigar os problemas que o homem tem em relação ao ambiente em que vive, de tal forma a satisfazer melhor os interesses do professor, para que ele possa junto aos seus alunos perceber o mundo em que vive melhorando assim suas próprias vidas. Encontramo-nos, neste caso, diante de uma proposta de mudanças. Portanto, indicamos como eixos motivadores para o PLANEJAMENTO DO CURSO EM FOCO, as seguintes Reflexões e Questionamentos: 1. Como os processos educativos, voltados às questões ambientais do semiárido nordestino podem ser eficientes para formar educadores-cidadãos, comprometidos com práticas e ações orientadas à melhoria na convivência com o semiárido?; 2. O desenvolvimento da cidadania e a formação continuada dos professores da educação básica podem contribuir para a realização de um ensino ativo e participativo, numa perspectiva biorregionalista para o semiárido paraibano?; 3. Um projeto de Educação Ambiental na formação continuada de professores, voltado para uma perspectiva loco-regional, contribuirá para uma sensibilização ambiental destes atores sociais e a conservação do Bioma Caatinga, na região do Cariri paraibano?; 4. O conhecimento sistematizado sobre a Caatinga e das problemáticas ambientais da região semiárida paraibana podem melhorar a qualidade de vida da população assim como contribuir para a 9
PENTEADO, H.D. Meio Ambiente e Formação de Professores. São Paulo: Cortez, 120p. 2000.
formação de cidadãos disseminadores da real necessidade de conservação do Bioma na região do cariri paraibano? O curso de Especialização Educação Ambiental para o Semiárido, financiado através do projeto aprovado pelo Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, se enquadrou na Linha Temática 4: Capacitação de educadores e agentes de extensão, por meio de cursos de especialização lato sensu em educação contextualizada, na perspectiva da convivência com o Semiárido Brasileiro, para atuarem nessa região. Contemplou, também, produção, publicação, tiragem e distribuição de materiais didáticos, contextualizados com a realidade da região, para serem utilizados nos referidos cursos de especialização e por educadores em escolas de Educação Básica, ou por agentes de extensão, em seu trabalho com comunidades do Semiárido Brasileiro.
3. - NECESSIDADE/RELEVÂNCIA DO CURSO PARA A UFPB, ESTADO DA PARAÍBA, REGIÃO NORDESTE E ÁREA DE CONHECIMENTO: 3.1. Identificação da proposta A Caatinga é o ecossistema mais representativo do Semiárido Nordestino, ocupando uma área de 566.533 Km2, o que corresponde a 63% da área do semi-árido e a 37% da região nordestina (ABÍLIO et al, 201010). Apesar de possuir atributos ambientais valiosos, tanto científicos como econômicos, vem sendo vítima de manejos inadequados que indicam significativa diminuição da biodiversidade e dos elementos da natureza, imprescindíveis à qualidade ambiental e a manutenção da vida. A necessidade de conhecimento científico mais aprofundado dos aspectos sócio-ambientais, econômicos e culturais da Caatinga, é justificada considerando os seguintes aspectos: o conhecimento sobre a dinâmica funcional dos ecossistemas da Caatinga nordestina promoverá subsídios aos planos de gestão para a região; contribuirá para a conservação dos recursos naturais; proporcionará a valorização cultural e turística dos potenciais locais; poderá criar alternativas econômicas e possibilitar o desenvolvimento local e regional. A formação de uma consciência ecológica nas diversas comunidades nordestinas do semiárido é fundamental, tanto pela atualidade do tema, como pelo fato que a Educação Ambiental (EA) corresponder a um instrumento básico na solução de problemas regionais, e sua vinculação com as questões ambientais a nível mundial. Na medida em que a EA possibilita o conhecimento das potencialidades regionais, as propostas de linhas de pesquisa apontam no sentido de contribuir para formação de economias rurais e urbanas estáveis que reduziriam a migração do Nordeste e seu impacto sobre o meio ambiente de outras partes do País. A EA deve ser projetada sobre realidades locais e globais, abrangendo os principais espaços da sociedade civil, das diversas instituições e do Estado, com relevância na compreensão de que a relação “ser humano – natureza” é mediatizada pelas relações na sociedade e representa um ponto central na capacidade de ação ética, educativa e comunicativa, que permita a construção de um mundo mais justo e igualitário (SATO, 200211). O projeto que ora apresentamos se propõe a capacitar Professores (Formação Continuada), por meio de um curso de especialização lato sensu em Educação Ambiental para o Semiárido, na perspectiva da convivência com esta região. Contempla também, produção, publicação, tiragem e distribuição de materiais didáticos e/ou paradidáticos, contextualizados com a realidade loco-regional, para serem utilizados no referido curso de especialização e por educadores em escolas de Educação Básica em seu trabalho com comunidades do Semiárido paraibano. 3.2. Instituição Promotora - Universidade Federal da Paraíba – UFPB A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é uma Instituição autárquica de regime especial de ensino, vinculada ao Ministério da Educação, com estrutura multi-campi e atuação nas cidades de João Pessoa, Areia, Bananeiras, Rio Tinto e Mamanguape, nas quais são desenvolvidos diversos projetos de pesquisa e extensão nacionalmente reconhecidos. A UFPB teve sua origem com a criação, em 1934, da primeira escola de nível superior, a Escola de Agronomia do Nordeste, na cidade de Areia. A Escola de Agronomia do Nordeste abre a perspectiva de criação de outras escolas isoladas, que, no entanto, só acontece a partir de 1947, com a fundação da Faculdade de Ciências Econômicas, em João Pessoa. No 10
ABÍLIO, F.J.P.; FLORENTINO, H.S.; RUFFO, T.L.M. Conservação e uso sustentável da Caatinga. In: ABÍLIO, F.J.P. Bioma Caatinga: Ecologia, Biodiversidade, Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária – UFPB, 2010. 196p. 11 SATO, M. Educação Ambiental. São Carlos: Rima, 2002.
ano de 1955, existiam no Estado onze escolas de nível superior, o que possibilita a criação da Universidade da Paraíba, através da Lei Estadual nº 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e sua federalização, através da Lei nº 3.835, de 13 de dezembro de 1960, passando a denominação de Universidade Federal da Paraíba. Em 1973, o Conselho Universitário aprova a reformulação da estrutura acadêmica da Instituição. A partir de então, a Universidade Federal da Paraíba ficou estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa; Campus II, na cidade de Campina Grande; Campus III, na cidade de Areia; Campus IV, na cidade de Bananeiras; Campus V, na cidade de Cajazeiras; Campus VI, na cidade de Sousa e Campus VII, na cidade de Patos. Após uma luta de vários anos, envolvendo a comunidade acadêmica, a sociedade como um todo e a classe política local, foi criada a Universidade Federal de Campina Grande, com o desmembramento da Universidade Federal da Paraíba integrada pelo Campus I, na cidade de Campina Grande; Campus II, na cidade de Cajazeiras; Campus III, na cidade de Sousa e o Campus IV, na cidade de Patos. Atualmente, a Universidade Federal da Paraíba possui matriculados 25 mil estudantes distribuídos entre os 80 cursos de graduação, sendo estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, que compreende os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza - CCEN; Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - CCHLA; Centro de Ciências da Saúde - CCS; Centro de Ciências Sociais Aplicadas - CCSA; Centro de Ciências Médicas - CCM; Centro de Educação - CE; Centro de Tecnologia - CT e Centro de Ciências Jurídicas - CCJ; Campus II, na cidade de Areia, compreende o Centro de Ciências Agrárias – CCA; Campus III, na cidade de Bananeiras, abrange o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias; Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação – CCAE. Em relação à atuação da UFPB na área de Meio Ambiente e Educação Ambiental, destacamos as seguintes ações (em ordem cronológica): 1990 - Criação do Grupo de Educação Ambiental – GEA; 1991 - Curso de Especialização em Educação Ambiental; 1992 - Núcleo de Educação Ambiental (NEA); 1995 - Criação do Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente – PRODEMA UFPB/UEPB. O programa UFPB/UEPB integra a rede de universidades participantes do Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e meio ambiente; 1997 - Realização do Encontro Paraibano para I Conferência Nacional de Educação Ambiental e do Fórum Estadual de Educação Ambiental; 1999 - Realização do Encontro temático “Educação Ambiental: performances e perspectivas”. O objetivo do encontro foi criar oportunidades de discussão da temática Educação Ambiental na UFPB, contemplando a necessidade de comunicação entre educadores ambientais, e a socialização da produção acadêmica na área, como também de ideias e propostas; 2001 - III Curso de Especialização em Educação Ambiental; 2002 - I Encontro Paraibano de Educação Ambiental (I EPEA); 2006 - II Encontro Paraibano de Educação Ambiental (II EPEA); 2007 - I Seminário Regional de Educação Ambiental para o Semiárido brasileiro (I SEREAS) e III Encontro Paraibano de Educação Ambiental (III EPEA); 2011 – I Colóquio de Educação Ambiental para o Semiárido Nordestino (I CEASAN); 2015 – II – Colóquio de Educação Ambiental para o Semiárido Nordestino (II CEASAN).
4. OBJETIVOS E METAS: 4.1. Objetivos gerais
Contribuir para a melhoria do processo educativo formal e não-formal no semiárido paraibano a partir da produção de conhecimentos e do aperfeiçoamento de docentes-pesquisadores que reflitam e atuem re-significando a relação sociedade-natureza no contexto regional; Promover estratégias de formação continuada em Educação Ambiental para os professores da educação básica do município de São João do Cariri/PB, através de processos educativos, tendo como eixo norteador a região semiárida, o Bioma Caatinga e a Bacia Hidrográfica do rio Taperoá;
4.2. Objetivos específicos
Capacitar educadores em nível de pós graduação “lato sensu”, reduzindo a carência de pessoal especializado e oferecer-lhes condições intelectuais de intervirem em políticas educacionais locais e regionais; Desenvolver linhas de pesquisa em educação voltadas para temas relacionados às questões ambientais que estejam no contexto da região semiárida nordestina, especificamente no cariri paraibano; Construir um banco de Informações que possibilite a socialização dos conhecimentos produzidos e disponibilize subsídios para a implementação de políticas e práticas educacionais na região;
Diagnosticar as concepções prévias dos docentes do ensino fundamental e médio das escolas públicas do município de São João do Cariri, sobre a problemática ambiental do Bioma Caatinga e da Bacia Hidrográfica do rio Taperoá; Trabalhar as temáticas Meio Ambiente e Educação Ambiental, assim como os conceitos chaves da Ecologia da Caatinga na busca da formação continuada de docentes e na formação de cidadãos disseminadores da real necessidade de conservação do Bioma na região do cariri paraibano; Realizar leitura de paisagem, estudos do meio e trilhas interpretativas no bioma Caatinga, para reconhecer a região onde eles vivem, buscando relacionar o cuidado com a natureza e a melhor qualidade de vida das populações humanas na região do cariri; Produzir materiais didáticos instrucionais, junto com professores, para que estes possam ser utilizadas nas salas de aulas em busca de um melhor aprendizado dos conteúdos; Sugerir mudanças na prática educativa dos docentes, aplicando novas metodologias na condução dos temas durante o curso de especialização; Desenvolver atividades lúdico-pedagógicas com os professores com relação à temática ambiental motivando e dinamizando suas atividades na busca de um aprendizado significativo.
4.3. Metas Este projeto terá como Metas principais: Contribuir para a Formação Continuada de 50 professores pertencentes à educação básica (ensino fundamental e médio) e à educação de jovens e adultos – EJA, vinculados ao ensino público do município de São João do Cariri – PB; Fornecer subsídios, aos professores envolvidos no projeto (50 professores), para a elaboração de projetos na área ambiental, tendo como eixo norteador o Semiárido paraibano, Bioma Caatinga e a Bacia Hidrográfica do rio Taperoá, assim como desenvolver procedimentos metodológicos e atividades lúdico-pedagógicas buscando motivar e dinamizar suas atividades e a sua inclusão na sua prática pedagógica; Orientar trabalhos de conclusão de curso (TCC) dos 50 professores participantes do projeto; Contribuir para o exercício da cidadania, através de ações voltadas para a formação de uma consciência dos direitos e deveres do cidadão para com o meio ambiente, e do efeito multiplicador que os professores do ensino fundamental e médio possuem na comunidade; Produzir um módulo didático e dois livros abordando temas relacionados às questões ambientais no contexto do semiárido nordestino, contribuindo para a re-significação da prática educativa dos docentes e sua formação continuada, buscando a construção do conhecimento, através da desconstrução de mitos e tabus sobre o Bioma Caatinga na região do cariri paraibano;
5. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO: 5.1 - CORPO DOCENTE No
NOME DO PROFESSOR (INFORMAR O NOME COMPLETO)
CPF
TITULAÇÃO (todos doutores - D)
IES / DEPARTAMENTO
01 02
FRANCISCO JOSÉ PEGADO ABÍLIO MARIA DE FÁTIMA CAMAROTTI
910.510.104-20 772.744.314-04
D D
DME/CE/UFPB DME/CE/UFPB
03 04 05 06 07
JORGE CHAVES CORDEIRO APARECIDA DE LOURDES PAES BARRETO MARIA DE LOURDES PEREIRA ANA PAULA ROMÃO DE SOUZA FERREIRA NORMA MARIA DE LIMA
098.022.233-87 141.934.504-49 086.485.904-00 790.769.634-87 140.890.094-72
D D D D D
DME/CE/UFPB DME/CE/UFPB DME/CE/UFPB DFE/CE/UFPB DPSICO/CE/UFPB
X X X X X 08
RIVETE DA SILVA LIMA
389.425.693-15
D
DSE/CCEN/UFPB
X 09
ANTONIA ARISDÉLIA FONSECA MATIAS AGUIAR FEITOSA JOSÉ ETHAM DE LUCENA BARBOSA
395.805.804-30
D
UFCG/CFP/UACEN
X 601.666.494-49
D
UEPB/CCBS/DB
X 10
PERTENCE AO QUADRO PERMANENTE DA IES PROMOTORA DO CURSO? SIM NÃO
X X 6. LIBERAÇÃO DE DOCENTES
No Projeto há a PARTICIPAÇÃO DE DOCENTES que não pertencem ao DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL PELO CURSO? ( X ) Sim ( ) Não Em caso afirmativo, informar o número de certidões do colegiado departamental com a liberação do professor para participação no Curso. NÚMERO DE CERTIDÕES: 5
7. - ESTRUTURA CURRICULAR E CRONOGRAMA NOME DA DISCIPLINA (Nome completo)
Nº do Prof.
CARGA HORÁRIA
CRONOGRAMA
1.
Ecologia e conservação ambiental no semiárido
01
TEÓRICA (Momento presencial das disciplinas) 08
2.
Educação ambiental: conceitos, princípios e tendências
01
08
52
16/04/2011
20/05/2011
3.
Projetos de pesquisa e metodologia do trabalho científico
06
08
52
21/05/2011
17/06/2011
4.
Elaboração de Trabalhos Monográficos (TCC)
02
08
112
18/06/2011
19/08/2011
5.
Educação para convivência no contexto do semiárido
09
08
52
16/07/2011
19/08/2011
6.
Educação ambiental e a formação continuada de professores
03
08
52
20/08/2011
16/09/2011
7.
Arte, cultura e meio ambiente
07
08
52
17/09/2011
14/10/2011
8.
Educação ambiental e conservação da biodiversidade aquática do semiárido (bioma caatinga) Educação ambiental e desenvolvimento sustentável no semiárido
10
08
52
15/10/2011
18/11/2011
10
08
52
11/02/2012
16/03/2012
10. Educação ambiental e a conservação da biodiversidade terrestre do semiárido (bioma caatinga)
11. Educação ambiental na educação de jovens e adultos
08
08
52
17/03/2012
13/04/2012
04
08
52
14/04/2012
18/05/2012
12. Educação ambiental lúdica
05
08
52
19/05/2012
15/06/2012
Elaboração do TCC
-
-
-
16/06/2012
31/10/2012
Defesas do TCC
-
-
-
09 e 10/11/2012
24/11/2012
9.
PRÁTICA (Tempo Escola – Ações educativas em prática docente) 52
INÍCIO
TÉRMINO
12/03/2011
15/04/2011
VER ANEXO II – EMENTAS DAS DISCIPLINAS E BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
8 - METODOLOGIA (DESCRIÇÃO E JUSTIFICATIVAS) O projeto se caracteriza como uma Pesquisa de cunho Qualitativo, onde se utilizará como pressupostos teórico-metodológicos elementos da Etnografia Escolar e da Teoria do Biorregionalismo. O Método Etnográfico é uma modalidade de investigação naturalista, tendo como base a observação e a descrição, a partir do qual pretende descrever, explicar e interpretar a cultura. Outro ponto importante é o de seguir certas normas básicas, como deixar de lado preconceitos e estereótipos e agir como participante, assim como questionar sobre o que parece comum o observar o tipo de relações encontradas no meio ambiente (MARCONI; LAKATOS, 200412). O Biorregionalismo é uma tentativa de resgatar uma conexão intrínseca entre comunidades humanas e a comunidade biótica de uma dada realidade geográfica. O critério para definir as fronteiras de tais regiões pode incluir similaridades do tipo de terra, flora, fauna ou bacias hidrográficas. A recuperação histórica, simbólica e cultural apregoa valores de cooperação, solidariedade e participação, permitindo desenvolvimento entre a comunidade e o meio biofísico (SATO, 200113; SATO; PASSOS, 200214). 8.1. Local de realização do curso, meios de divulgação e critérios de seleção O Curso será realizado nas dependências da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Jornalista José Leal Ramos no município de São João do Cariri, localizado a 203 km da capital (João Pessoa). Após aprovação do projeto, será divulgado um Edital de Seleção para Professores da Educação Básica do Município de São João do Cariri (cidade e zona rural). Para esta seleção dos 50 professores, serão levados em consideração: Ser professor da Educação Básica; Ter concluído curso superior; Ter experiência com atividades e/ou projetos de Educação Ambiental e/ou cursos relacionados à temática ambiental; 8.2. Período do curso, periodicidade e carga horária O curso terá uma duração de 24 meses (novembro de 2010 a novembro de 2012), e as disciplinas serão realizadas em intervalos mensais. As aulas presenciais serão realizadas aos sábados e terão a duração de 8 horas e o restante das atividades serão realizadas à distância, onde cada aluno (professor da educação básica) irá aplicar os conhecimentos adquiridos nas diferentes disciplinas do curso em suas disciplinas escolares. Os componentes curriculares perfazem um total de 780 horas, sendo compostos de 12 disciplinas, tendo cada uma 60 horas/aula (04 créditos), excetuando a disciplina “Elaboração de Trabalhos Monográficos (TCC)”, a qual dispõe de 120 horas (05 créditos). Para atingir os objetivos e metas propostas no projeto serão desenvolvidas, ao longo de 24 meses os seguintes procedimentos teóricos-práticos-metodológicos: Exposição Dialógica: durante a execução das disciplinas (12 no total) foram utilizados como metodologia a construção do conhecimento socializado, através de exposições dialogadas utilizando diferentes recursos didáticos. Cada momento presencial, das diferentes disciplinas, foi realizado aos sábados com duração de 08 horas-aula; cada disciplina foi de caráter semi-presencial, com intervalos mensais e o restante das atividades foram realizadas à distância. Estudos do Meio: foram desenvolvidos aulas de campo, excursão didática, trilhas interpretativas em áreas do Bioma Caatinga (ambientes terrestres e aquáticos) com os alunos (professores de escolas públicas do Cariri) para um re-conhecimento das características, potencialidades e problemas ambientais do Semiárido Paraibano. Elaboração do Projeto e Defesa do TCC: os professores elaborarão seus projetos de TCC, inter-relacionando sua disciplina com a temática Semiárido e Educação Ambiental. Os resultados produzidos a partir da pesquisa de campo terão como produção o TCC e um artigo para ser publicado em um dos livros a serem organizados pela equipe do projeto.
12
MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 305p., 2004 SATO, M. Apaixonadamente pesquisadora em Educação Ambiental. Educação, Teoria e Prática, 9(16/17): 24-35, 2001 14 SATO, M.; PASSOS, L.A. Biorregionalismo: identidade histórica e caminhos para a Cidadania. In: Loureiro, C.FB, Layrargues, P.P. & Castro, R.S. (orgs). Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania. São Paulo: Cortez, 2002 13
8.3. Sistema de Avaliação e Controle de Frequência: Foram utilizadas as três modalidades: Diagnóstica (serão verificadas as expectativas do grupo discente em relação à disciplina); Somativa (será aplicada uma avaliação com critério pré-estabelecido do rendimento e participação discente); Formativa (trabalhar-se-á de forma contínua, avaliando todas as atividades desenvolvidas ao longo do processo, garantindo a retroalimentação do sistema). Portanto foram considerados: Freqüência nas aulas: o aluno teve que ter no mínimo 75% de participação nas disciplinas/curso; Síntese de textos e participação nas discussões; Micro-Seminários e oficinas de produção de conhecimento nos momentos presenciais; Mesas redondas: foram escolhidos temas de acordo com as disciplinas e que suscitem discussão entre os componentes das mesas; Relatórios das aulas de campo e dos estudos do meio no Bioma Caatinga; Relatórios de aplicabilidade/interdisciplinaridade dos conteúdos das disciplinas do curso, na disciplina em que os professores ministravam (todas as disciplinas utilizaram essa modalidade de avaliação); Auto e Heteroavaliação geral ao final do curso; As monografias foram defendidas e a banca foi composta pelo professor ministrante da disciplina como orientador e mais dois membros avaliadores, sendo um membro interno e um professor convidado (banca aprovada pelo colegiado do curso). As temáticas do TCC foi realizado a partir da prática pedagógica do professor, de suas vivências e experiências em sala de aula e com a comunidade escolar. O Certificado de Especialista será emito pela UFPB através da PRPG (como contrapartida do Projeto aprovado pelo Edital MCT-INSA/CNPq/CT-Hidro/Ação Transversal Nº 35/2010 – Desenvolvimento Sustentável do Semiárido. 9 - NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO: As normas de funcionamento do curso estão todas descritas no ANEXO ..... em que está disposto o REGULAMENTO DO CURSO. 10 – CONDIÇÕES PARA SUPORTE INSTITUCIONAL AO CURSO 10.1 CORPO DOCENTE Participaram do Curso 10 professores os quais ministram 12 disciplinas e orientaram os alunos. Destes professores 8 eram do quadro efetivo da UFPB e 02 externos (01 da UEPB e 01 da UFCG). 10.1.1 PROFESSORES CONVIDADOS PARA PARTICIPAÇÃO EM BANCAS DE DEFESA DE TCC O Trabalho Final (defesa das Monografias) foi julgado por uma Comissão Examinadora escolhida na forma estabelecida pelo Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB. Foram convidados professores da UFPB, Doutorandos do PPGE/CE/UFPB, IFPB e da UFCG (Campus Sumé, localizados no Cariri Paraibano), para fazerem parte das bancas examinadoras e aprovadas pelo colegiado do curso. 10.2 MATERIAL DIDÁTICO E BIBLIOGRÁFICO
Todo o material didático, inclusive os livros do acervo do GPEBio (Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental e Ensino de Biologia – CE – UFPB) foram utilizados pelos orientadores e alunos, na foram de empréstimos. Os equipamentos permanentes do GPEBio e os adquiridos pelo projeto, tais como Datashow, Computadores, impressoras ficaram a disposição para todo o funcionamento do curso. Através da infra-estrutura do Laboratório de Ensino de Ciências do Centro de Educação, foram utilizados para a realizados de planejamentos, reuniões, e outras atividades previstas no curso pelos professores e coordenação do curso. A infra-estrutura da Escola Estadual Jornalista José Leal Ramos, localizada na Cidade de São João do Cariri, disponibilizou espaços, tais como, auditórios, teatro, bibliotecas, sala de computação, recursos áudios-visuais, etc, os quais foram de grande importância para a execução das atividades propostas no projeto.
9. ORÇAMENTO O curso foi totalmente financiado através da aprovação do projeto Edital MCT/INSA/CNPq (Quadro I). A UFPB dará como contrapartida o uso compartilhado das instalações físicas existentes e de pessoal de apoio administrativo. Quadro I - Cronograma financeiro justificado do projeto – material adquirido a partir do orçamento previsto na aprovação do projeto CNPq RUBRICA UNIDADE JUSTIFICATIVA Valor total de CAPITAL - (compra de Equipamento e material Permanente): R$ 13.616,05 IMPRESSORA 01 Impressão de folders, textos e escaneamento MULTIFUNCIONAL HP de fotos e gravuras; PHOTOSMART OJ440 NOTEBOOK HP – DVD5 – 2115 03 Utilizaram-se na secretaria do curso, durante BR – P520 HP as disciplinas e nas defesas dos TCCs no município de São João do Cariri, localizado a NOTEBOOK VAIO 14 – VAIO 203 quilômetros da capital João Pessoa; EA35FB CI3 SONY-VAIO NOTEBOOK VAIO SVE 14 A15FBB PT/VEM – SONY BR PROJETOR VPL – EX7 XGA 2000 ANSI SONY ESTABILIZADOR - NOBREAK NET 4+ 1400VA BIVOLT BLACK SMS 1. CÂMERA DIGITAL SONY DSCH55/B 14.1MP.
01
01
Foi utilizado durante as disciplinas, nos momentos de exposições dialogadas com os alunos/professores e nas defesas dos TCCs; Utilizou-se para garantir a qualidade dos equipamentos utilizados;
Foi utilizado durante as disciplinas, para registrar atividades com professores/alunos do curso; nas aulas de campo, excursão didática e estudos do meio em áreas de Caatinga no Semiárido Paraibano Valor total de CUSTEIO - (Material de consumo, Publicação de material Didático – Módulo Didático e Livros, diárias, transporte, alimentação, etc.): R$ 58.027,95 Material geral de expediente Material de consumo básico para a preparação das atividades (resmas de papel A4, tintas para previstas nas disciplinas. impressoras, colas, lápis, etc....) Aquisição e compras de material Fundamentação teórica e fonte de pesquisa para toda a equipe do bibliográfico projeto PRODUÇÃO DOS LIVROS
Bolsa ATP (Apoio Técnico em Extensão no País)
TOTAL DO PROJETO FINANCIADO PELO MCT/INSA/CNPq
01
Foram produzidos 3 livros com 500 cópias cada obra (ver site o GPEBio onde estão disponíveis todos os livros em PDF (link do site... Valor da bolsa 550,00 - Bolsista de Apoio Técnico com formação em Licenciatura em Ciências Biológicas e Mestrado pelo PRODEMA, a qual atuou como SECRETARIA e Tutora nas diferentes disciplinas, participando das atividades presenciais no município de São João do Cariri, auxiliando na formatação de textos e dos materiais didáticos que serão publicados. R$ 71.644,00
ANEXO IV - CURRÍCULO DOS PROFESSORES (corpo docente, com identificação do coordenador do projeto) Prof. Dr. FRANCISCO JOSÉ PEGADO ABÍLIO – DME/CE/UFPB (COORDENADOR DO CURSO) Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba (1994), Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba (2001), Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal da Paraíba (1997), Doutor em Ciências (Ecologia e Recursos Naturais) pela Universidade Federal de São Carlos (2002) e Pós-Doutor em Educação (Educação Ambiental) pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT - 2011) sob a supervisão da profa. Dra. Michèle Sato. Atualmente é professor associado IV do Departamento de Metodologia da Educação da Universidade Federal da Paraíba. Tem atuado nos seguintes temas: Educação e Meio Ambiente; Educação Ambiental (Formal, Não Formal e Informal); Ensino de Biologia e Ciências; Formação Continuada de Professores; Estágio Supervisionado em Docência no ensino de Ciências e Biologia; Formação Docente: educação permanente, reprofissionalização docente; Educação Contextualizada para o semiárido e Bioma Caatinga. Também tem experiências na área de Ecologia da Caatinga (Ecologia de Ecossistemas Límnicos) e Malacologia (biologia, ecologia, taxonomia e EtnoMalacologia). Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/3509554568530853 PROFA. DRA. ANTONIA ARISDÉLIA FONSECA MATIAS AGUIAR FEITOSA – UFCG/CFP/UACEN: Doutora em Educação pela Universidade Federal da Paraíba (2010), Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal da Paraíba (2000), Especialização em Educação Ambiental pela Universidade Federal da Paraíba (1996); Graduação em Licenciatura de Biologia pela UFPB. Professora Adjunto do Departamento de Sistemática e Ecologia do CCEN da Universidade Federal da Paraíba (Atual) Professora do Curso de Especialização em Educação Ambiental - CNPq/ UFPB (2011/2012). Professora no Projeto Universal (MCTI/CNPQ Nº 14/2014) - Formação Continuada de Professores Contextualizada para o Ambiente Semiárido (2014-2017); Líder do Grupo de Pesquisas e Estudos Interdisciplinares em Ensino de Ciências Biológicas - DSE/UFPB (2016 - ATUAL); Vice Coordenadora do Laboratório Interdisciplinar de Ensino Pesquisa e Extensão - LIEPE, da UFPB; Vice Coordenadora Pró tempore do Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede, PROFBIO/UFPB; Experiência de ensino, pesquisa e extensão nas seguintes áreas: Ecologia, com ênfase em Ciências Ambientais, Educação Ambiental; Ensino de Ciências Biológicas e Estágio Supervisionado; Ecologia e participação social; Educação e cidadania, Sustentabilidade humana e planetária. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/2631933490596587 PROFA. DRA. ANA PAULA ROMÃO DE SOUZA FERREIRA – DFE/CE/UFPB: Possui Graduação em História (2002), Mestrado (2005) e Doutorado (2009) em Educação, pela Universidade Federal da Paraíba. Ex-bolsista da Fundação Ford (mestrado), com curso de aperfeiçoamento no Estado do Arkansas (EUA). É professora Adjunta II, no Departamento de Habilitações Pedagógicas, no Centro de Educação da UFPB (2008), onde, também exerceu o cargo de Vice-Coordenadora do Curso de Pedagogia do Campo (2009-2011).Tem experiência profissional anterior na Educação Básica e no Ensino Superior, atua nos seguintes temas: Metodologia Científica, Política Educacional e Educação e Diversidade Cultural, nos Cursos de: História, Pedagogia, Pedagogia do Campo e Ciências Naturais. Foi consultora da Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (UNESCO), como avaliadora de políticas públicas implementadas pelo MEC/Brasil, com ênfase na Gestão do Ensino Médio e na educação anti-racista. Ex-Bolsista de Produtividade em Extensão do CNPq, categoria EXP - 3 - na condição de supervisora do projeto Formação de Educadores do Campo na Paraíba (Edital MCT/CNPq/MDA/INCRA nº 04/2009-2011/PRONERA). Integrante da Comissão Nacional Camponesa da Verdade. Atua também no Corpo Docente do Mestrado Profissional em Políticas Públicas, Gestão e Avaliação do Ensino Superior (MPPGAV/CE/UFPB). Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/2018294420248088
PROF. DR. JORGE CHAVES CORDEIRO – DME/CE/UFPB: Possui graduação em Licenciatura Plena Em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual da Paraíba UEPB (1982), Mestre em Agronomia pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB (1997), Doutor em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (2003) e Pós-doutorado em Educação Ambiental também pela UFV (2012). Atualmente é Professor Associado I da UFPB. Tem experiência na área de Biologia Geral e Educação, com ênfase em Educação Ambiental, Ensino de Ciências e Metodologia e Instrumentação para o Ensino de Ciências e Biologia, Estágio Supervisionado e Pedagogia do Campo. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/5329369484381430 PROFA. MSC. NORMA MARIA DE LIMA – DEPTO. DE PSICOPEDAGOGIA/CE/UFPB: Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1979), mestrado em Educação pela Universidade Federal da Paraíba (2005), doutorado pelo Programa de pós-graduação em Educação do Centro de Educação da UFPB (2015). Professora da Universidade Federal Paraíba/Centro de Educação/Departamento de Psicopedagogia. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Arte Educação, Políticas Públicas, processos de ensino e aprendizagem; atuando principalmente com os seguintes temas: arte: desenvolvimento infantil, aprendizagem e criatividade, inclusão, exclusão e diversidade. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/3447357473174294 PROF. DR. RIVETE DE LIMA SILVA – DSE/CCEN/UFPB: Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Ceará (1988), mestrado em Botânica pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1994) e doutorado em Botânica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005). Atualmente é professor associado III da Universidade Federal da Paraíba, onde coordena o Laboratório Interdisciplinar de Ensino Pesquisa e Extensão e o Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Biologia - PROFBIO. Tem experiência na área de Botânica, com ênfase em Anatomia Vegetal, atuando principalmente nos seguintes temas: anatomia e morfologia vegetal, anatomia ecológica de espécies da caatinga e anatomia ecológica da madeira. Atua também na área de ensino de ciências e biologia, ensino de botânica e formação inicial e continuada de professores da educação básica. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/0506129276731445 PROF. DR. JOSÉ ETHAM DE LUCENA BARBOSA – DEPTO DE BIOLOGIA DA UEPB; Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual da Paraíba (1989), mestrado em Criptógamos (área de concentração ficologia) pela Universidade Federal de Pernambuco (1996) e doutorado em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos (2002). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual da Paraíba. Tem experiência na área de Ecologia com ênfase em ecologia de ecossistemas aquáticos do trópico semiárido, atuando principalmente nos seguintes temas: taxonomia e ecologia do fitoplâncton, eutrofização, algas perifíticas e funcionamento e processos ecológicos em açudes. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/0287280830465959 PROFA. DRA. APARECIDA DE LOURDES PAES BARRETO – DME/CE/UFPB; Bióloga, Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente, Professora da Área de Ciências Naturais do Departamento de Metodologia da Educação/Centro de Educação da UFPB. Pesquisadora na área de Educação, Ecologia e Educação Ambiental. Doutoranda em Educação (PPGE/UFPB) e participa dos Projetos “Escola e Modernidade da Paraíba – 1910-1930” e “Bioma Caatinga: estrutura e funcionamento” PELD/CNPq/UFPB na linha de pesquisa Ecologia Humana e EA. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/1746757758581542 PROFA. DRA. MARIA DE LOURDES PEREIRA – DME/CE/UFPB Professora Associado III do Departamento de Metodologia da Educação, CE/UFPB. Doutora em Filosofia e Ciências da Educação. Mestre em Educação de Adultos. Especialista em Educação a Distância e Metodologia do Ensino Superior. Graduada em Pedagogia, Matemática e Ciências. Pesquisadora Educacional. Professora do Programa de Pós-graduação em Nutrição e Produtos Biosintéticos da UFPB.
Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/5749767684312900 PROF. DRA. MARIA DE FÁTIMA CAMAROTTI – DME/CE/UFPB; Professora Adjunta II do Departamento de Metodologia da Educação, CE/UFPB. Dra. em Zoologia pela UFPB. Mestre em Fitossanidade, área de concentração Entomologia Agrícola pela UFRPE. Iniciou a sua formação acadêmica em Ciências Biológicas em Aracaju/SE na UFS e finalizou em Recife/PE na UFRPE. Especialista em borboletas (Lepidoptera) e Abelhas (Hymenoptera), além de ser licenciada em ciências biológicas pela UFPB. Tem atuado como professora das disciplinas Ensino de Ciências na Educação Infantil e Ensino Fundamental I e II no curso de Pedagogia do CE; nas disciplinas Metodologia Científica e Pesquisa Aplicada e Metodologia e Instrumentação para o Ensino de Ciências e Biologia no Curso de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas. Participa do Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental e Ensino de Ciências cadastrado no CNPq. Atua na formação continuada de professores da educação básica. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/1578146214856644
ANEXO V CERTIDÕES DE LIBERAÇÃO DOS PROFESSORES PELO(S) COLEGIADO(S) DE OUTROS DEPARTAMENTO(S) QUE NÃO O(S) RESPONSÁVEL(I)S PELO CURSO.
[página 34 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] dei Centro de Formação de Professores Universidade Federal Unidad Emas d Ciê E Exat d detamplna Grande nidade Acadêmica de Ciências Exatas e da Res Natureza
ATESTADO
Atestamos ciência da participação da Profa. Dra. ANTÔNIA ARISDELIA FONSECA MATIAS AGUIAR FEITOSA, Mat. Siape 03380935, lotada nesta Unidade Acadêmica de Ciências Exatas e da Natureza - UACEN/CFP/UFCG, no I Curso de Especialização Latu Sensu: “Educação Ambiental para o Semiárido” (2011-2012), fomentado através do Edital MCT - INSA/CNPq/CT- Hidro/Ação Transversal Nº 35-2010 - Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, sob a coordenação do Prof. PhD. Francisco José Pegado Abílio, do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba - UFPB.
Cajazeiras, 27 de novembro de 2013.
Jefferson Mar ues SECRETÁRIO EXECUTIVO SIAPE “065926 UACENICFP;UECG [fim da página 34]
