UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 22/2021

UFPB-CONSEPE-RES-22-2021
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Aprova o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, denominado Curso de Especialização em Saúde Pública Oral, na modalidade presencial, sob a responsabilidade do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I.

vigência a partir da aprovação: "entrará em vigor na data de sua aprovação"

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (9)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) nesta norma: preâmbulo → na outra: artigo 28, incisos XV e XVI“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 27 de...” fonte: texto · confiança alta
8 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CNE/CES 1/2018 em: art. 3º“Art. 3º O Curso está estruturado de acordo com o que determinam as Resoluções nº 01/18 da CES/CNE e nº 56/96 do CONSEPE, é de natureza departamental, modalidade regular e utilizará metodologia de...”
  • cita
    Res. CONSEPE 01/2018 em: Anexo I, art. 2º“especialista (sendo ofertado 315 horas/21créditos de disciplinas obrigatórias e 295 Horas/20 créditos de optativas, das quais o aluno deverá escolher 45hs/3créditos, de modo a obter um total 24...”
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    Res. CONSEPE 56/1996 em: Anexo I, art. 2º“os de optativas, das quais o aluno deverá escolher 45hs/3créditos, de modo a obter um total 24 créditos o mesmo é dizer 360Hs) do plano de curricular ofertado, terá vigência transitória e...”
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    Res. CONSEPE 56/1996 em: Anexo I, art. 20“Art. 20. A avaliação do rendimento escolar do aluno/profissional do Curso de Especialização em Atenção à Saúde e Envelhecimento obedecerá às normas constantes no Regulamento Geral dos Cursos e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 56/1996 em: Anexo I, art. 29“Art. 29. Poderá ocorrer aproveitamento de estudos de disciplinas de acordo com os critérios estabelecidos no art. 36 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 8º“Art. 8º. Compete ao Colegiado do Curso, além de outras atribuições constantes no Regimento Geral da UFPB e no Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu:”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 10“Art. 10. Compete à Coordenação, além das atribuições constantes no Regimento Geral da UFPB e as atribuições definidas pelo Art. 13 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 23“Art. 23. Para o término do curso, deverá o aluno, dentro dos prazos estabelecidos pelo Regimento Geral da UFPB e pelo Regulamento Geral dos Cursos de Pós Graduação Lato Sensu , satisfazer os...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 9 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 35 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO Nº 22/2021 Aprova o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, denominado Curso de Especialização em Saúde Pública Oral, na modalidade presencial, sob a responsabilidade do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 27 de abril de 2021 (Processo nº 23074. 23074.059804/2019-75), RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, denominado Curso de Especialização em Saúde Pública Oral, na modalidade presencial, a ser ministrado pelo Departamento de Odontologia Reparadora (DOR) do Centro de Ciências da Saúde (CCS), UFPB, Campus I.

Art. 2º O Regulamento e a Estrutura Curricular do Curso passam a fazer parte da presente Resolução através dos Anexos I, II, III.

Art. 3º O Curso está estruturado de acordo com o que determinam as Resoluções nº 01/18 da CES/CNE e nº 56/96 do CONSEPE, é de natureza departamental, modalidade regular e utilizará metodologia de ensino presencial.

Art. 4º A carga horária total do Curso é de 630 horas-aula, distribuídas em treze disciplinas, divididas em módulos obrigatórios e optativos e o Trabalho Final de Curso.

Art. 5º O Curso está previsto para realizar-se, em 18 meses.

Art. 6º O Curso oferecerá um total de 30(trinta) vagas.

Art. 7º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

Art. 8º Revogam-se as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 12 de maio de 2021.

Valdiney Veloso Gouveia Presidente

ANEXO I À RESOLUÇÃO N° 22/2021 DO CONSEPE REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU, EM NÍVEL DE ESPECIALIZAÇÃO, DENOMINADO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA ORAL PARA PROFISSIONAIS DE UNIDADES DE SAÚDE DA FAMILIA DO MUNICIPIO DE JOÃO PESSOA SOB A RESPONSABILIDADE DO CCS/DOR/IPE/PMPG.

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DA REALIZAÇÃO, DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO CURSO

Art. 1º. O Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível qualificação/capacitação sob a forma de Especialização, denominado Curso de Especialização em Saúde Pública Oral, para Odontólogos que atendem nas Unidades de Saúde da Família do Município de João Pessoa tem como objetivo geral desenvolver a formação de especialistas na atenção a saúde pública oral, qualificando----os para trabalhar em equipes multiprofissionais e interdisciplinares, construindo e potencializando capacidades para o atendimento dos usuários das USF.

Art. 2º. O Curso será realizado de forma regular, com carga horária de 360 Horas/24 créditos, para obtenção do grau de especialista (sendo ofertado 315 horas/21créditos de disciplinas obrigatórias e 295 Horas/20 créditos de optativas, das quais o aluno deverá escolher 45hs/3créditos, de modo a obter um total 24 créditos o mesmo é dizer 360Hs) do plano de curricular ofertado, terá vigência transitória e obedecerá às normas contidas na Resolução n° 01/2018 da Câmara de Educação Superior e do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE) e Resolução n° 56/96 do CONSEPE/UFPB.

Art. 3º. O Curso será destinado a portadores de diploma de conclusão de curso de nível superior em Odontologia e oferecerá 30 (trinta) vagas, para profissionais que atuam nas Unidades de Saúde da Família da Secretaria Municipal de Saúde/PB.

Art. 4º. O Curso será ministrado sob a responsabilidade do Departamento de Odontologia Restauradora (DOR), do Centro de Ciências da Saúde da UFPB.

Art. 5º. O Curso de Especialização em Saúde Pública Oral é destinado a profissionais de odontologia que trabalham em Unidades de Saúde da Família do Município de João Pessoa.

Parágrafo único. Os recursos para a operacionalização do Curso serão responsabilidade do Departamento de Odontologia Restauradora em colaboração com o Instituto Paraíbano do Envelhecimento IPE e Prefeitura Municipal de João Pessoa, Secretaria Municipal de Saúde – Gerência de Educação em Saúde.

TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

CAPÍTULO I DA ESTRUTURAORGANIZACIONAL

Art. 6º. A administração do curso far-se-á através do Colegiado do Curso, como órgão deliberativo e da Coordenação do Curso como órgão executivo.

Parágrafo único. O curso contará também, com uma secretaria acadêmica e com um tutor da Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa.

SEÇÃO I DO COLEGIADO DO CURSO

Art. 7º. O Colegiado do Curso será composto por seis membros:

I - o Coordenador, como seu presidente;

II -- -o Vice Coordenador, na condição de vice--presidente;; III - Dois representantes do corpo docente;

IV- Um representante do corpo discente;

V - Um representante da Secretaria Municipal de Saúde.

Parágrafo único. O Colegiado do Curso reunir-se-á com a presença de, no mínimo, metade mais um de seus membros, observando-se o exposto nos § l° e 2° do art. 10. de Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB.

Art. 8º. Compete ao Colegiado do Curso, além de outras atribuições constantes no Regimento Geral da UFPB e no Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu:

I - aprovar, com base na legislação pertinente, a indicação de professores feita pela Coordenação do Curso para, isoladamente ou em comissão, cumprir(em) com atividades concernentes a:

a) Seleção de candidatos;

b) aproveitamento de estudos;

c) orientação e/ou avaliação do trabalho final (monografia);

d) acompanhamento do regime didático;

e) estabelecimento de mecanismo para acompanhamento e avaliação do Curso.

II - decidir sobre o aproveitamento de disciplinas já realizadas pelos alunos em outro(s) curso(s) de Pós-Graduação desta ou de outra lES;

III - homologar as decisões para o cumprimento do inciso I deste artigo;

IV - decidir sobre o desligamento de alunos/profissionais do Curso; V - acompanhar a aplicação dos recursos atribuídos ao Curso.

SEÇÃO II DA COORDENAÇÃO

Art. 9º. A Coordenação é o órgão executivo do Curso de Especialização em Saúde Pública Oral será exercida pelo Coordenador e pelo Vice Coordenador, referendados pelo colegiado do DOR/UFPB.

§1° O coordenador e vice coordenador deverão possuir a titulação de doutor, pertencer ao quadro permanente da UFPB e ter disponibilidade para as exigências do Curso.

§2° O Coordenador será substituído pelo Vice-Coordenador quando se fizer necessário.

Art. 10. Compete à Coordenação, além das atribuições constantes no Regimento Geral da UFPB e as atribuições definidas pelo Art. 13 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB:

I - indicar ao Colegiado do Curso o nome de professores para o cumprimento das atividades expostas no inciso I do artigo 8° deste Regulamento, ouvido previamente o respetivo Departamento a que está vinculado o docente;

II - Submeter ao Colegiado do Curso os processos de aproveitamento de estudo;

III - Supervisionar o trabalho do Auxiliar Administrativo;

IV - organizar o material didático-pedagógico do Curso de Especialização;

V - promover articulações com os serviços de saúde, gestores, controle social e instituições

de ensino, com vistas a garantir a integração entre o conteúdo teórico e as práticas inerentes à Saúde da Família, com Enfase na saúde pública oral;

VI - elaborar o plano de trabalho do curso com detalhamento mensal das atividades do Curso de Especialização e acompanhar continuamente o desenvolvimento do curso, dos professores/tutores e profissionais em qualificação;

VII - emitir relatórios técnicos de atividades à PRPG;

VIII - remeter à Coordenação Geral de Pós-Graduação (CAAPG/PRPG) todos os dados referentes ao Curso, no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o início do mesmo;

IX - elaborar, após a conclusão do Curso e no prazo máximo de 30 (trinta) dias, em formulário próprio da PRPG, o relatório das atividades realizadas, que será encaminhado para aprovação, ao Colegiado do DOR/UFPB e do Conselho de Centro;

X - promover avaliações do curso ao longo do mesmo com a participação de docentes, tutores e aluno/profissionais e ao final do curso realizar oficina de avaliação com a participação de docentes, tutores, aluno/profissionais, gestores e representantes dos usuários.

SEÇÃO III DA SECRETARIA ACADÊMICA

Art. 11. A Secretaria do Curso de Pós Graduação Lato Sensu é o órgão de apoio administrativo incumbido das funções burocráticas e do controle acadêmico do Curso.

Parágrafo único. A Secretaria acadêmica do Curso de Especialização em Saúde Pública Oral será vinculada ao CCS/DOR /UFPB.

Art. 12. Compete ao(à) Secretário(a), além das atribuições conferidas pela Coordenação referentes a atividades do curso, as atribuições constantes nos incisos de I a V do art. 15 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB.

TITULO III DO FUNCIONAMENTO DO CURSO

CAPÍTULO I DA ADMISSÃO AO CURSO

SEÇÃO I DA INSCRIÇÃO

Art. 13. Poderão se inscrever à seleção ao Curso de Especialização em Saúde Pública Oral odontólogos que trabalham nas Unidades de Saúde da Família dos cinco Distritos de João Pessoa, indicados pelos diretores dos distritos que atendem pacientes odontológicos nas USF, de conformidade com o mencionado no art. 3° deste regulamento.

Art. 14. As inscrições dos candidatos serão realizadas na Secretaria do DOR/UFPB, no turno da manhã (8:00h as 12:00h). As inscrições para o curso devem ser feitas via SIGAA em período a ser divulgado, mediante edital homologado pelo colegiado e cujo aviso de edital será publicado pela Diretoria do Centro de Ciências da Saúde, em órgão da imprensa de circulação estadual.

Art.15. Para as inscrições dos candidatos à seleção do Curso de Especialização, serão exigidos:

I - Curriculum Vitae, com documentação comprobatória; II - formulário de inscrição devidamente preenchido;

III -cópias dos documentos de Identificação e 02 (duas) fotos 3 X 4;

IV- comprovação de regularidade junto ao respetivo Conselho profissional;

V-

carta da liberação para as atividades teóricas e práticas do Curso de Especialização em Saúde Pública Oral, assinada pelo Gestor Municipal e/ou Gestor de Saúde.

Parágrafo único. A Coordenação do Curso deferirá o pedido de inscrição à vista da regularidade da documentação apresentada.

SEÇÃO II DA SELEÇÃO E DA MATRÍCULA

Art.16. A seleção será realizada em datas previamente estipuladas e divulgadas pela Coordenação do Curso, tendo como critérios de aprovação a pontuação obtida na entrevista e na análise de currículo.

§1°. De acordo com a Portaria PRPG n° 54, de 22/05/2020 e a Portaria n° 120/REITORIA/UFPB, a seleção e matrícula serão através das plataformas on line oficiais do SIGAA e da EAD (turma virtual do SIGAA e moodle da EAD) ou plataformas complementares oportunamente divulgadas.

§2°. A divulgação do resultado final dos aprovados será feita em lista a ser afixada no portal digital do DOR/CCS.

Art.17. Os profissionais selecionados para participar do Curso de Especialização em Saúde Pública Oral, cuja relação de selecionados será fornecida pelo Departamento de Odontologia Restauradora DOR/UFPB, após aprovação no processo seletivo, deverão efetuar sua matrícula de acordo com a data estabelecida pela Coordenação do Curso., através do portal digital do DOR/CCS.

§1° A falta de efetivação da matrícula, no prazo fixado, implica em desistência do candidato, bem como a perda de todos os direitos decorrentes da classificação.

§2° É vedado o trancamento de matrícula, seja isoladamente ou no conjunto de disciplina.

§3° O especializando que desistir do Curso deverá assinar um termo de responsabilidade.

CAPÍTULO II DO REGIME DIDÁTICO

SEÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

Art.18. O Curso de Especialização em Saúde Pública Oral será ministrado em dois encontros quinzenais para os conteúdos teóricos e semanalmente para as atividades práticas que serão desenvolvidas por ocasião do turno de trabalho dos alunos com a supervisão/orientação dos professores/tutores perfazendo dezoito meses de duração, através das plataformas on line oficiais do SIGAA e da EAD (turma virtual do SIGAA e moodle da EAD) ou plataformas complementares oportunamente divulgadas, de acordo com a Portaria PRPG n° 54, de 22/05/2020 e a Portaria n° 120/REITORIA/UFPB, enquanto essas Portarias estiverem vigentes. Cessada a vigência, as aulas fasear-se- ão de maneira presencial. A carga horária total é de 360 Horas/24 créditos, para obtenção do grau de especialista (sendo ofertado 315 horas/21créditos de disciplinas obrigatórias e 295h de optativas, das quais o aluno deverá escolher 45h/3créditos, de modo a obter um total 24 créditos o mesmo é dizer 360h) do plano de curricular ofertado a que corresponderá à realização de 18 encontros em momentos presenciais dos quais, 13 serão encontros com 15 horas cada e 5 com 10 horas; além de Oficinas, Grupos Focais, Pesquisa e Atividades didáticas, com acompanhamento tutorial.

Art.19. No Curso de Especialização em Saúde Pública Oral, os momentos de concentração e dispersão são combinados em sequências de atividades as quais organizadas em sessões, módulos, oficinas e

unidades, permitem ao aluno/profissional problematizar e (re)construir seu conhecimento individual e em equipe em função de suas necessidades e a partir de seu processo de trabalho.

§1° As disciplinas da estrutura curricular do Curso constam no Anexo II à Resolução que aprovou este Regulamento.

§2° Não haverá oferta de disciplinas complementares.

SEÇÃO II DA AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO

Art. 20. A avaliação do rendimento escolar do aluno/profissional do Curso de Especialização em Atenção à Saúde e Envelhecimento obedecerá às normas constantes no Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB, aprovado pela Resolução n° 56/96 do CONSEPE, em seu artigo 35.

Art. 21. A avaliação do rendimento do curso far-se-à levando-se em consideração o aproveitamento do aluno nas unidades, o artigo cientifico e a frequência às atividades, obedecendo ao seguinte:

I - a nota mínima de aprovação em cada unidade é 7,0 e o envio de um artigo cientifico para publicação correspondendo ao Trabalho Final;

II - a frequência mínima em todas as atividades programadas por unidade é de 75%, conforme Regulamento Geral dos Cursos e programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB;

III - será considerado reprovado no Curso o aluno que não cumprir qualquer uma das exigências contidas nos incisos I e II deste artigo.

SEÇÃO III DO TRABALHO FINAL

Art. 22. Para realização do Trabalho Final que compreenderá um artigo cientifico o aluno/profissional receberá orientação por docente credenciado conforme o projeto pedagógico do Curso observando-se o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 29 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós--Graduação Lato Sensu da UFPB.

§1° O Trabalho Final compreenderá a elaboração de um artigo cientifico sob a orientação de um professor, realizado individualmente pelo aluno e de modo a contribuir para a melhoria da realidade de saúde do município onde o aluno/profissional desenvolve suas atividades profissionais.

§2° Por solicitação do aluno e a critério do Colegiado do Curso, poderá haver mudança do orientador do Trabalho Final (artigo cientifico).

§3° O Trabalho Final (artigo cientifico) deverá ser escrito obedecendo às normas estabelecidas pela revista que será submetido o artigo para publicação.

Art. 23. Para o término do curso, deverá o aluno, dentro dos prazos estabelecidos pelo Regimento Geral da UFPB e pelo Regulamento Geral dos Cursos de Pós Graduação Lato Sensu , satisfazer os seguintes itens:

I II - ter integralizado toda a carga horária do Curso;

- ter o Trabalho Final em forma de Artigo Científico sido aprovado pelo orientador através de uma declaração escrita dirigida à Coordenação e comprovação de submissão do manuscrito à revista.

Art. 24. A Revista terá que estar Indexada no Sistema Qualis Capes e como classificação mínima B2.

§1° O não cumprimento da elaboração do artigo no final do curso pelo aluno implicará a sua reprovação.

Art. 25. A apresentação do Trabalho Final em forma de artigo será feita publicamente.

§1° A data da apresentação do Trabalho Final será fixada pela Coordenação do Curso, ouvido o orientador, e deve ocorrer entre 15 (quinze) e 60 (sessenta) dias, contados a partir da receção, pela Coordenação, da carta de aceite do artigo para publicação.

§2° O Trabalho Final será julgado por uma banca examinadora escolhida na forma estabelecida pelo Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB.

§3° A banca examinadora será composta pelo orientador como presidente, dois docentes como membros e um suplente, com titulação superior à de especialista.

Art. 26. É vedado à Coordenação do Curso de Pós Graduação emitir qualquer documento comprobatório de aprovação conclusão de curso antes da homologação, pelo Colegiado de Curso, da carta de aceite ou publicação do artigo.

Art. 27. Para efeito de registro acadêmico, adotar-se-à a seguinte equivalência em notas, representados por valores de O (zero) a 10,0 (dez):

A B

C D

CONCEITOS

SIGNIFICADOS

Excelente Bom Regular Reprovado

9,0 a 10,0 8,0 a 8,9 7,0 a 7,9 0,0 a 6,9

Art. 28. Para aprovação do especializando, serão observadas as normas estabelecidas nos parágrafos 5º, 6°, 7 º e 8° do Art. 35 do Regulamento dos Cursos e Programas de Pós- Graduação Lato Sensu da UFPB.

CAPÍTULO III DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

Art. 29. Poderá ocorrer aproveitamento de estudos de disciplinas de acordo com os critérios estabelecidos no art. 36 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB, aprovado pela Resolução nº 56/96/CONSEPE, desde que salvaguarde as especificidades do eixo metodológico do Curso.

CAPÍTULO IV DO CORPO DOCENTE E DISCENTE

SEÇÃO I DO CORPO DOCENTE

Art. 30. A escolha dos professores para a composição do corpo docente deverá seguir os critérios estabelecidos nos artigos 39 a 42 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB.

SEÇÃO II DO CORPO DISCENTE

Art. 31. O corpo discente será regido pelo Regulamento Geral da UFPB e pelo Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da UFPB.

TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 32. Ao aluno que houver cumprido as exigências do Curso ser-lhe-á concedido um certificado do curso, emitido pela COAPG, que terá o modelo da UFPB, no qual conste o número da Resolução de aprovação do Curso pelo CONSEPE, a relação dos professores com as respetivas disciplinas e outras atividades do Curso e a carga horária, devendo nele, também, constar as assinaturas do Pró-Reitora da Pós- Graduação, a Coordenadora da COAPG e o/a Coordenador(a) do Curso de Especialização em Saúde Pública Oral.

Art. 33. Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso, à luz da legislação vigente, e/ou pelo CONSEPE, quando for o caso, ouvida a PRPG/SCLS.

Art. 34. Este Regulamento está sujeito às demais normas da legislação que regulamenta os cursos Lato Sensu.

Art. 35. Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação por Resolução específica do Consepe/UFPB.

ANEXO II À RESOLUÇÃO N° 22/2021 DO CONSEPE ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU, EM NÍVEL DE ESPECIALIZAÇÃO, DENOMINADO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA ORAL, SOB A RESPONSABILIDADE DO DOR – DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE. ELENCO DAS DISCIPLINAS IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS MÓDULO I (45-horas-aula): Disciplina: Antropologia da Saúde

01

Compreender ao processo saúde/doença como fato cultural e social; Perceber a medicina como instituição social; Compreender o papel dos Determinantes Sociais de Saúde na Saúde Pública; Compreender as atitudes e os comportamentos do processo saúde/doença no contexto social e cultural. MÓDULO II (45 horas-aula): Disciplina: Saúde Pública Oral

02

Contexto e conjuntura atual da saúde oral no Brasil; Diretrizes da política nacional de saúde bucal; Organização dos serviços de saúde nas esferas Federal, Estadual e Municipal;; ; Modelos de vigilância em saúde oral. MÓDULO III (45horas-aula): Disciplina: Bioética em Saúde Pública – Temas e Problemas

03

Aprofundar o debate sobre as conceções que ancoram as bases conceituais da bioética social, em especial da bioética cotidiana; Temas, problemas e conflitos ético-sociais contemporâneos de especial relevância para a saúde pública; Discutir problemas e conflitos bioéticos contemporâneos relevantes para a saúde coletiva. MÓDULO IV (45 - horas-aula): Disciplina: Saúde Global e Direitos Humanos: Migração, Saúde e Género

04

Entender o conceito, usos e aplicações da epidemiologia à saúde pública global; Conhecer os princípios e aplicações da saúde pública global; Identificar os determinantes sociais de saúde e o seu impacto na saúde global; Compreender as bases teóricas e operativas do controle das principais doenças transmissíveis, com especial ênfase para as doenças emergentes. MÓDULO V (45-horas-aula): Disciplina: Direito e Ética em Saúde

05

Princípios da bioética aplicados a pesquisas e procedimentos médicos; Humanização da saúde e Empoderamento do paciente;; ; Eutanásia, ortotanásia e distanásia;Transplantes de orgãos. Pesquisas em cadáver. MÓDULO VI (45horas-aula): Disciplina Cuidados Paliativos

06

Situação atual dos Cuidados Paliativos no Brasil; Discutir os princípios fundamentais dos cuidados paliativos, como também os benefícios da integração dos cuidados paliativos em oncologia e doenças crónicas; Avaliação de fatores e medidas que possam determinar a melhoria na qualidade da assistência multiprofissional direcionada aos pacientes com doença crónica terminal.

MÓDULO VII (60horas-aula): Disciplina Estomatología

07

Aumentar a conscientização a respeito da importância do reconhecimento das lesões bucais; Fortalecer a capacidade diagnostica, aumentando a capacidade de distinguir lesões benignas, potencialmente malignas e malignas da boca;; ; Aumentar a segurança para manejar essas lesões;Embasar o raciocínio diagnóstico frente a identificação de lesões bucais. MÓDULO VIII (60horas-aula): Disciplina Endodontia

08

Anatomia endodôntica e abertura coronária e aspetos microbiológicos em Endodontia; Diagnóstico das alterações pulpares e periapicais; Farmacologia aplicada à Endodontia: Irrigantes endodônticos e Medicação intracanal;; ; Traumatismo dento-alveolar e Tratamento das alterações da polpa dentária; Tratamento da periodontite apical e Retratamento do canal radicular;; ; Radiologia aplicada à Endodontia; Clareamento e Restauração do dente tratado endodonticamente e provisório. MÓDULO IX (60horas-aula): Disciplina Periodontia

09

Anatomia dos tecidos periodontais; Epidemiologia na Periodontia; Interação Hospedeiro-Parasita. Patologia Periodontal Trauma oclusal, Lesões de furcas e Recessões gengivais; Controle de infeção periodontal (Terapêutica Periodontal não cirúrgica) e Terapia de suporte. MÓDULO XI (45horas-aula): Disciplina – Saúde da Mulher

10

Do Sexo ao Género; Género e Saúde; Interpretação feminista da Saúde da Mulher;; ; Demandas de Saúde específicas do público Feminino;; ; Estética, imagem corporal e saúde. MÓDULO XI (45horas-aula): Disciplina – Epidemiologia

11

12

13

Etapas da investigação epidemiológica; Medidas de ocorrência de doenças. Medidas de efeito e de impacto. Viés, confusão e modificação de efeito; Determinação da validade e confiabilidade de testes diagnósticos;; ; Associação e causalidade em estudos epidemiológicos; Estudos transversais. Estudo de casos e controles. Estudo longitudinais (ou de coorte). MÓDULO XII (45horas-aula): Disciplina – Metodologia Qualitativa em Saúde Introdução aos métodos qualitativos em saúde; Métodos e técnicas da pesquisa qualitativa (etapas do trabalho de campo, preparo, coleta de dados); A pesquisa qualitativa como abordagem multimetodológica: abordagem interpretativa e naturalística;; ; Orientações teóricas em estudos qualitativos. Desenhos de estudo. Etnografia, Representações sociais, Fenomenologia;; ; Contextos de aplicação. Instrumentos e técnicas de coleta de dados. MÓDULO XIII (45horas-aula): Disciplina – Seminário de Elaboração do Trabalho de Investigação Acompanhamento dos projetos de pesquisa:

a) Submissão dos projetos de pesquisa ao Comité de Ética;; ;

b) Reflexão analítica sobre os dados coletados, resultados alcançados, dificuldades e soluções;

c) Elaboração do trabalho cientifico. Trabalho Final

ANEXO III À RESOLUÇÃO N° 22/2021 DO CONSEPE EMENTA DAS DISCIPLINAS E BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

Disciplina: Antropologia da Saúde. Carga horária: 45 horas-aulas teóricas. Ementa: Este modulo curricular tem como objetivo a compreensão da saúde e da doença como factos imbuídos de cultura e impregnados pelo social. O percurso de aprendizagem passa pela(s) analises(s) dos papeis e das lógicas sociais das instituições ligadas ao adoecer, pela relação entre saúde e sociedade que é analisada nas perspetivas teóricas sobre as desigualdades sociais no adoecer e na morte e pelo enquadramento das vivências subjetivas s individuais de saúde e de doença no contexto cultural e social. A Antropologia em Saúde pretende empoderar o estudante a adquirir as seguintes competências interpretar e analisar sociologicamente a saúde e a doença, as organizações de saúde, os sistemas de cuidados e a pluralidade de racionalidades presentes, etc.;; ; - - compreender ao processo saúde/doença como fato cultural e social;; ; - - perceber a medicina como instituição social;; ; refletir criticamente sobre os dados sobre saúde e doença;; ; - - compreender as atitudes e os comportamentos de saúde e de doença no contexto social e cultural. Bibliografia: ALVES, Fátima (Org.);; ; Silva, Luísa;; ; Fontes, Breno;; ; Luz, Madel Terezinha (Coord.). (2013). Saúde Medicina e Sociedade: uma visão Sociológica. Lisboa: Pactor, Lidel. ALVES, Fátima.;; ; BACKSTROM, B. (2012). Saúde & Multiculturalidade. Revista Fórum Sociológico, CESNOVA, FCSH UNL, Serie II, no 22. BOLTANSKI, Luc. (1974) As classes sociais e o corpo. São Paulo: Paz e Terra. BONET, Octávio (2004) Saber e Sentir: uma etnografia da aprendizagem da biomedicina. Rio de Janeiro: Fiocruz.. BUENO, Maria Lucia e CASTRO, Ana Lúcia (orgs.) (2005) Corpo território da Cultura. São Paulo: Annablume. CARAPINHEIRO Graça (2005), Do Bio---Poderao Poder Médico? Revista Estudos do Século XX --- Ciência, Saúde e Poder, no. 5, pp. 383---398. CARAPINHEIRO, Graça. (1993). Saberes e Poderes no Hospital: Uma Sociologia dos serviços Hospitalares. Porto: Edições Afrontamento FERREIRA, Jaqueline (1994) Saúde e doença: Um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz. FOUCAULT, Michel (2005) O nascimento da clínica. São Paulo: Editora Forense Universitária. GEERTZ, Clifford (2008) A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC. GOFFMAN, Erving. Manicômios, Prisões e Conventos. São Paulo: Perspectiva, HELMAN, Cecil (2003) Cultura, Saúde e Doença. Porto Alegre: Artmed. LARAIA, Roque de Barros (1986) Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar. LAPLANTINE, François (2004) Antropologia da doença. São Paulo: Martin Fontes. (2007) Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense.LE?VI---STRAUSS., Claude (1996) “A eficácia simbólica”, in Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. MALYSSE, Stéphane (2002) “Um ensaio de antropologia Visual do corpo ou como pensar em imagens o corpo visto?”, in Corpo e Imagem. São Paulo: Arte e Ciência,. MAUSS, Marcel (1974) “As técnicas corporais”. Sociologia e Antropologia. São Paulo, Edusp. ROCHA, Everardo (2003) O que e? etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense. SILVA, Luísa Ferreira da, (2004) Sócio Antropologia da Saúde ---- Sociedade, Cultura e Saúde / Doença, Lisboa, Universidade Aberta. SONTAG, Susan (2002) A doença como metáfora. 3a ed. Rio de Janeiro: Edições Graal. VELHO, Gilberto (1981) “Observando o Familiar”. In: Individualismo e Cultura. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. Bibliografia Complementar FERNANDEZ Juarez, G. (ed.) (2008). La diversidad frente al espejo: salud, interculturalidad y contexto migratorio. Cuenca: Servicio de Publicaciones de la Universidad Castilla La Mancha.

GARDINER, Harry. y KOSMITZKI, Corinne. (2005). Lives across cultures. Cross cultural human development. Madrid: Pearson. Hamilton, H.A. MACLACHLAN, Malcolm (2001). Cultivating Health. Cultural perspectives on Promoting Health. Chichester: Wiley. MARTÍNEZ HERNÁEZ, Angel (2011). Antropologia Médica. Teorias sobre la cultura, el poder y la enfermedad. Barcelona: Anthropos. Papadopoulos, Irena (ed.). (2006). Transcultural Health and Social Care. Development of culturally Competent Practitioners. London: Elsevier

Disciplina: Saúde Pública Oral Carga horária: 45 horas-aulas teóricas. Ementa: Estudo de temáticas que analisam e articulam o conhecimento de odontologia inserida na saúde pública global. Contexto e conjuntura atual da saúde no Brasil. Diretrizes da política nacional de saúde bucal. Organização dos serviços de saúde nas esferas Federal, Estadual e Municipal. Determinantes sociais, econômicos, comportamentais e políticos, relacionados a fatores de risco de doenças e agravos bucais e doenças sistêmicas crônicas. Modelos de vigilância em saúde oral. Bibliografia: Bauman Z. Danos colaterais: desigualdades sociais numa era global. Rio de Janeiro: Zahar,

2013. Coordenação Nacional de Saúde Bucal, Secretaria de Atenção a? Saúde, Ministério da Saúde. Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília: Ministério da Saúde;;2004. Figueiró? AC, Frias PG, Navarro L. Avaliação em saúde: conceitos básicos. In: Samico I, Felisberto E, Figueiró? AC, frias PG, organizadores. Avaliação em saúde: conceitos básicos e operacionais. Recife: Medbook;; 2009. p. 1----14. Roncalli AG. Levantamentos epidemiológicos em saúde bucal no Brasil: In: Antunes JLF, Peres MA, organizadores. Epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan;;

2006. p. 32-48. Vieira-da-Silva LM. Avaliação de Políticas e Programas de Saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz: 2014. Temas em Saúde Coletiva. Bibliografia Complementar: Petersen PE. Priorities for reseach for oral health in the 21st century: the approach of the WHO Global oral health programme. Community dent health 2005; 22:71----4. Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal. 2004. [Acessado em 2018 set]. Disponível em: http://conselho. saude.gov.br/web_comissoes/cisb/doc/política_nacional.pdf. PAIM, J. et al. O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios. The Lancet Series. Saúde no Brasil. Londres, 2011. P 11-31.

Disciplina: Bioética em Saúde Pública – Temas e Problemas Carga horária: 45 horas-aulas teóricas. Ementa: Estudos e pesquisas avançados referentes a temas, problemas e conflitos ético- sociais contemporâneos de especial relevância para a saúde pública. Aspetos teóricos para a configuração de bases explicativas da bioética social e da bioética cotidiana referenciados nos problemas éticos da sociedade brasileira. Objetivos Aprofundar o debate sobre as conceções que ancoram as bases conceituais da bioética social, em especial da bioética cotidiana. Discutir problemas e conflitos bioéticos contemporâneos relevantes para a saúde coletiva, vinculados aos estudos e pesquisas relativos às políticas públicas, à biopolítica e à bioética cotidiana. Bibliografia: • CORTINA, Adela. O fazer ético: guia para educação moral. São Paulo: Moderna,

2003. 119p. • BAUMANN, Zygmunt. Medo líquido. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,

2006. • BAUMANN, Zygmunt. Vigilância líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.160p. • BECK, Ulrich. Sociedade de risco – rumo a uma outra modernidade. São Paulo: Editora 34, 2010. • BERLINGUER, G. Questões de vida – ética, ciência, saúde. Salvador/São Paulo/Londrina: APCE/HUCITEC/CEBES, 1993. • BERLINGUER, G. Ética da saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996. • BERLINGUER, G. Bioética cotidiana. Brasília: UnB, 2004. • BERLINGUER, G. Giovanni Berlinguer – inspiração que moveu muita gente em direção ao estudo da bioética. In: CREMESP. Entrevistas exclusivas com grandes nomes da bioética (estrangeiros). Gabriel Oselka (coord.) São Paulo: CREMESP, 2009. p.83----88. • CAPONI, S. et al. A medicalização da vida como estratégia biopolítica. São Paulo: Ed. LiberArs, 2013.132p. • CAPONI, S., VERDI, M., BRZOZOWSKI, F., HELLMANN, F. Medicalização da vida – ética, saúde pública e indústria farmacêutica. Palhoça/SC: Editora Unisul, 2010. • CASTEL, R. A gestão dos riscos – da antipsiquiatria à pós psicanálise. Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves, 1987. • CASTIEL, L. D. A saúde persecutória – os limites da responsabilidade. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2007. • CASTIEL, L.D.;; ; GUILAM, M.C.;; ; FERREIRA, M. Correndo o risco – uma introdução aos riscos em saúde. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2010. • DEJOURS, Christophe. A banalização da injustiça social. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2000. • DINIZ, Debora e GUILHEM, Dirce. O que é? bioética. São Paulo: Brasiliense, 2002. • FORTES, P.A.C. A bioética em um mundo em transformação. Revista Bioética, v.19, n.2, p. 319 -------------------------------------------------------- 327, 2011. • FORTES, P.A.C. Bioeticistas brasileiros e os princípios da universalidade e da integralidade no SUS. Rev. Saúde Pública [online]. 2009, vol.43, n.6, pp. 1054----1058. • FOUCAULT, M. Resumo dos Cursos do Collége de France (1970 1982). Rio de Janeiro: Zahar, 1997. • FOUCAULT, M. Microfísica do poder. 23a ed., Rio de Janeiro: Graal, 2007. • FOUCAULT, M. O nascimento da clínica. 4a ed., Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1994. • KOTTOW, M. Bioética pública: una propuesta. Revista Bioética,

v.19, n. 1, p. 61-76, 2011. Disponível em: http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/viewArticle/608 • SCRAMM, F.R. A bioética como forma de resistência à biopolítica e ao biopoder. Revista Bioética,

v.18, n.3, p.519 536, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARCHIFONTAINE, C.P.;; ; ZOBOLI, E.L.C.P. Bioética, vulnerabilidade e saúde. Aparecida/SP: Ideias e Letras, São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2007. BAUMAN, Z. Em busca da política. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000. BAUMAN, Z. Vida para consumo – a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008. GARRAFA, V.;; ; KOTTOW, M.;; ; SAADA, A. Bases conceituais da bioética – enfoque latino----americano. São Paulo: Gaia, 2006. JUNGES, J.R.;; ; GARRAFA,

V. Solidariedade crítica e cuidado: reflexões bioéticas. São Paulo: Edições Loyola, 2011.

Disciplina: Saúde Global e Direitos Humanos: Migração, Saúde e Género Carga horária: 45 horas-aula teóricas. Ementa: Falar de Saúde Coletiva é falar de Saúde Global, conceito que emerge como resultado da internacionalização de um grande número de problemas sanitários e da importância em os controlar através de intervenções transversais e de forma interdisciplinar. Fatores tão quotidianos e correntes como a mobilidade das pessoas em viagens internacionais, a globalização do comércio de alimentos, a internacionalização da economia e a ocorrência de epidemias globais tais como a pandemia de gripe H1N1

ou do HIV salientaram a importância dos problemas de saúde global. Os novos cenários sociais implicam a necessidade de termos uma visão global dos problemas sanitários de modo a contribuir para sua prevenção e controle. Assim nesta unidade curricular, serão apresentados e debatidos os temas relacionados com a saúde populacional e as intervenções a ela dirigidas, cujos determinantes e consequências extrapolam fronteiras nacionais, tais como os movimentos migratórios forçosos. A perspetiva de gênero estará sempre presente na nossa abordagem e suas implicações sobre as políticas de saúde. Por último, analisaremos a crise global dos recursos humanos em saúde publica. Levar o aluno de Pós---Graduação em Saúde Pública a Entender o conceito, usos e aplicações da epidemiologia à saúde pública global ---- Conhecer os princípios e aplicações da saúde pública global Identificar os determinantes sociais de saúde e o seu impacto na saúde global Compreender as bases teóricas e operativas do controle das principais doenças transmissíveis, com especial ênfase para as doenças emergentes Compreender as bases teóricas e operativas do controle das principais doenças não transmissíveis a nível mundial Reconhecer os principais fatores de risco comportamentais e sociais relacionados com a saúde mundial Conhecer algumas das estratégias de redução de danos em saúde global implementadas pela OMS Conhecer alguns dos organismos e instituições nacionais e internacionais com competências e atividades no âmbito da saúde global Conhecer alguns dos organismos e instituições nacionais e internacionais com competências e atividades no âmbito da saúde global. Bibliografia: ABBOT KW, SNIDAL D. 2010. Internacional Regulation without International Government: Improving IO performance through orchestration. Rev Int Organ. Vol 5, No 3, pp. 315 – 344. ADORNO R. 2009. A noção paradoxal de dignidade humana. Revista Bioética. Vol 17, Nº. 3, pp 435 – 449. ALMEIDA C. 2010. Saúde Global e Diplomacia da Saúde: um início de diálogo entre saúde e relações internacionais. RECIIS – R. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde. Vol 4, no 1, pp.1---2. BARILLAS E. 1999. Nuevas dimensiones de la salud internacional en la globalização [carta]. Revista Panamericana de Salud Pública. Vol 6, Nº. 3, pp. 221. BAUMAN Z. 1999. Modernidade e ambivalência. Jorge Zahar Ed., Rio de Janeiro, 336 p. BAUMAN Z. 2000. Em busca da política. Jorge Zahar Ed, Rio de Janeiro, 216 p. BAUMAN Z. 2003. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias. Jorge Zahar Ed, Rio de Janeiro, 200 p. BAUMAN Z. 2011. A ética e? possível num mundo de consumidores? Jorge Zahar Ed., Rio de Janeiro, 272 p. BECK B. 1998. ¿Que es la globalización? Editorial Paidós, Barcelona, 98 p. BERTOLOZZI, BÓGUS C, SACARDO DP. 2008. Saúde internacional e sistemas comparados de saúde pública. En: ROCHA AA, CESAR CLG. Saúde pública: bases conceituais. Atheneu, São Paulo, p. 253---68. BIRN AE. 2011. Revista Panamericana de Salud Publica. Vol 30, No 2, 101---105. BROWN R. 1976. Public health and imperialism: Early Rockefeller programs at home and abroad. Am J Public Health. Vol 66, No 9, pp 897----903. BROWN Th M, CUETO M, FEE E. 2006. A transição da saúde pública ‘internacional’ para ‘global’ e a Organização Mundial da Saúde. História, Ciências, Saúde – Manguinhos. Vol 13, No. 3, pp 623----647. BUSS P. 2007. Globalização, pobreza e saúde. Ciência e Saúde Coletiva. Vol. 12, No 6, 1575–89. CAPONI S. 2000. Da compaixão à solidariedade: uma genealogia da assistência médica. FIOCRUZ, Rio de Janeiro, 100 p. CASTELLS M. 1999. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura,

v. 1. Paz e Terra, São Paulo, , 698 p. CASTORIADIS, C. 1987. Encruzilhadas do labirinto II – Domínios do homem. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 466 p. CORTINA A.

2002. Por una ética del consumo. La cidadania del consumidor en un mundo global

Madrid, Taurus, 2002. 349 p. FERREIRA JR, GODUE C, NERV L, RODRÍGUES MI. y análisis de la Reunión de Quebec. En: Organización Panamericana de la Salud. Salud internacional: un debate Norte Sur. PAHO, Washington D.C., 1992, pp. 15–30. FORTES PAC, ZOBOLI ELCP. 2008. Ética da saúde pública. En: ROCHA AA, CESAR CLG. Saúde Pública Bases Conceituais, Atheneu, São Paulo, pp.197---210. FRANCO----GIRALDO A, ÁLVAREZ---- DARDET C. 2009. Salud pública global: un desafio a los limites de la salud internacional a propósito de la epidemia de influenza humana A. Rev. Panam Salud Publica. Vol 25, No 6, pp. 540–7. FRENK J, CHACO?N F. 1992. Conceptual bases for education and research in international health. In: Pan American Health Organization. International health: a North---- South debate. PAHO, Washington, D.C., pp. 205–23. GANTY, E. 1997. Penser la modernité. Essai sur Heidegger, Habermas et Éric Weil. Presses Universitaires de Namur, Namur/Belgique, 797 p. GARRAFA V, PORTO D. 2003. Intervention bioethics: a proposal for peripheral countries in a context of power and injustice. Bioethics, Vol 17, Nº. 5-6, pp. 399-416. GIDDENS A. 1991. As consequências da modernidade. UNESP, São Paulo, 177 p. GÓMEZ ----DANTES O, BABAK KHOSHNOOD MC 1991. La evolución de la salud internacional en el siglo XX. Salud Pública Méx, Vol 33, No 4, pp. 314-329 ILO. International Labour Organization. 2004. World Commission on the Social Dimension of Globalization. A fair globalization: Creating opportunities for all. International Labour Organization, Geneva, p. 168. Recuperada el 12 de abril de 2012. Disponible en: http://www.ilo.org/public/english/wcsdg/docs/report.pdf KICKBUSCH I. 2002. Global Health: A definition. Yale University. En: Global Health. Acceso en 09 de Enero de 2012. Disponible en: http://www. ilonakickbusch.com/global---health/global---- health. pdf Lee K. 2000. Globalization and health policy: a conceptual framework and research and policy agenda. En: BAMBAS A, CASAS JA, DRAYTON H, VALDÉS A. Health and human development in the new global economy: the contributions and perspectives of civil society in the Americas. PAHO, Washington, D.C., pp. 15---41. LYOTARD, F. 1991. La condición postmoderna. Informe sobre el saber. REI, Buenos Aires, 119 p. NERI D. 2003. Questões filosóficas na pesquisa e uso de células tronco. En: GARRAFA V, PESSINI L. Bioética: poder injustiça. CUSC, SBB, Loyola, São Paulo, Brasília, pp.163----170. OMS – Organización Mundial de la salud. 2000. Informe sobre la salud en el mundo Mejorar el desempeño de los sistemas de salud. OMS, Genebra. ROSEN G. 1994. Uma história da Saúde Pública. Hucitec, São Paulo, 400 p. RUGER JP. 2006. Ethics and governance of global health inequalities. J Epidemiol Community Health. Vol 60, pp. 928– 936. SANTOS, BS. 2005. Globalização e as ciências sociais. 3a edição. Cortez, São Paulo, 572 p. SCHRAMM FR, ANJOS MF, ZOBOLI ELCP. 2007. A questão das tendências epistemológicas ou de fundamentação. En: ANJOS MF, SIQUEIRA JE. Bioética no Brasil. Tendências e perspectivas. Ideias & Letras, Sociedade Brasileira de Bioética, Aparecida, São Paulo, p. 29-56. WALLERSTEIN I. 1991. Unthinking social science: the limits of nineteenth century paradigms. Cambridge: Polity, 1991. 286 p. WILKINSON RG. 2010. The spirit level: why greater equality makes societies stronger. Bloomsbury Press, New York, 330 p. YANG A, FARMER PE, McGAHAN A. 2010. ‘Sustainability’ in Global Health. Global Public Health. Vol 5, No 2, pp. 129 – 135.

Disciplina: Direito e Ética em Saúde Carga horária: 45 horas-aula teóricas Ementa: Princípios da bioética aplicados a pesquisas e procedimentos médicos. Humanização da saúde. Empoderamento do paciente. Eutanásia, ortotanásia e distanásia. Cuidados paliativos. Transplantes de orgãos. Pesquisas em cadáver.

Bibliografia: DINIZ, Maria Helena. O Estado Atual do Biodireito. 8.ed. São Paulo: Saraiva, 2012. MALUF, Adriana Caldas do Rego Dabus. Curso de Bioética e Biodireito. São Paulo: Atlas. 2010. PEREIRA, André Gonçalo Dias. Direito dos Pacientes e Responsabilidade Médica. Coimbra: Coimbra Editora, 2015. COSTA, Ana Paula Correia de Albuquerque da; MEDEIROS, Robson Antão. Reflexões acerca da reprodução humana assistida e da fase embrionária do desenvolvimento humano. Do embrião in vivo, e do nascituro In: Biodireito I.1 ed. Florianópolis: Conpedi, 2014, v.1, p. 3-25; SANTIAGO, Maria Cristina Paiva. Liberdades substantivas, planejamento familiar e reprodução humana assistida: análise a? luz da perspectiva de Amartya Sem. In: RELAÇOES PRIVADAS E DEMOCRACIA: XXIII CONGRESSO NACIONAL DO CONPEDI.1 ed. Florianópolis: Conpedi, 2014, v.1, p. 280----296 COSTA, Sérgio;; ; DINIZ, Debora. Declaração de Helsinki: o futuro incerto da pesquisa com seres humanos. COSTA, Sérgio;;;; DINIZ, Debora. Bioética: ensaios. Brasília: Letras Livres, 2001, p. 119-- -121. COSTA, Sérgio. Reprodução Humana Assistida. In: COSTA, Sérgio;; ; DINIZ, Debora. Bioética: ensaios. Brasília: Letras Livres, 2001, p. 181-- -186. CUTAS, Daniela;; ; DONDORP, Wybo;; ; SWIERSTRA, Tsjalling;; ; REPPING, Sjoerd;; ; WERT, Guido de Artificial Gametes: perspectives of geneticists, ethicistsand representatives of potential users. In: Medicine Health Care and Philos, 2014. n. 17. p. 339–345. DANTAS, Ivo; ARAÚJO, Ionnara Vieira de. Dignidade da Pessoa Humana e Bioética. Revista da Faculdade de Direito da UFG, v. 32, n. 2, p. 85-- -97, jul./dez. 2008. DINIZ, Débora;; ; AVELINO, Daniel. Cenário Internacional da Pesquisa em Células-- -tronco Embrionárias. Revista de Saúde Pública 2009;; ;4 3(3):541-- -7. DINIZ, Debora. Fronteiras da Pesquisa Antropológica: ética, autonomia e tráfico de órgãos. COSTA, Sérgio;; ; DINIZ, Debora. Bioética: ensaios. Brasília: Letras Livres, 2001, p. 197----206. . Nos Limites da Ética: o caso das gêmeas inglesas. In: COSTA, Sérgio;; ; DINIZ, Debora. Bioética: ensaios. Brasília: Letras Livres, 2001, p. 177----179. . Henry Bécher e a História da Bioética. COSTA, Sérgio;; ; DINIZ, Debora. Bioética: ensaios. Brasília: Letras Livres, 2001, p. 21 26. FUKUYAMA, Francis. Nosso Futuro Pós-Humano: consequências da revolução da biotecnologia. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Rocco, 2003. JONAS, Hans. O Princípio Responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2015. KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. São Paulo: Abril Cultural, 1974. KANT, Immanuel. Fundamentação da metafisica dos costumes. Trad. de Guido Antônio de Almeida. São Paulo: Discurso Editorial: Barcarolla, 2009. Koerich MS, Machado RR, Costa Eliane. Ética e bioética: para dar inicio à reflexão. In: Revista Texto Contexto Enfermagem, 2005 Jan Mar;; ; 14(1):106 110. Disciplina: Cuidados Paliativos Carga horária: 45 horas-aulas teóricas Ementa: Os cuidados paliativos têm como finalidade proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes, cuidadores e familiares, mediante as grandes influências exercidas pelo câncer e seu tratamento. Assim, esta disciplina visa discutir os princípios fundamentais dos cuidados paliativos, como também os benefícios da integração dos cuidados paliativos em oncologia. Enfoca ainda a avaliação de fatores e medidas que possam determinar atendimento humanizado e por conseguinte a melhoria na qualidade da assistência multiprofissional direcionada aos pacientes portadores de câncer, cuja doença não responde mais ao tratamento curativo. Além de aspetos importantes no controle da dor e promoção do alívio nos demais sintomas que os pacientes possam desenvolver. Bibliografia: Rosenberg VTDJTSLSA. Cancer: Principles & Practice of Oncology. 9 ed. Philadelphia, USA: WoltersKluwer Health, Lippincott Williams & Wilkins, 2012. Teunissen SC, Wesker W, Kruitwagen C, de Haes HC, Voest EE, de Graeff A. Symptom prevalence in patients with incurable cancer: a systematic review. J Pain Symptom Manage. 2007;; ;34(1):94-- -1 04.

Zimmermann C, Swami N, Krzyzanowska M, Hannon B, Leighl N, Oza A, et al. Early palliative care for patients with advanced cancer: a cluster----randomised controlled trial. Lancet. 2014;;;;383(9930):1721 30. Saltz E JJ. Cuidados Paliativos em Oncologia. Rio de Janeiro: Senac Rio; 2008. Hui D, De La Cruz M, Mori M, Parsons HA, Kwon JH, Torres-Vigil I, et al. Concepts and definitions for "supportive care," "best supportive care," "palliative care," and "hospice care" in the published literature, dictionaries, and textbooks. Support Care Cancer. 2013;; ;21(3):659-- -685. Figueiredo MGMCA. Cuidados Paliativos no currículo de formação médica: o ensino como lugar de comunidades de aprendizagem. Dissertação (Mestrado): Universidade Federal de Itajubá 2013. Hall S PH, Tsouros AD, Costantini M, Higginson IJ, editors. Bakitas M, Lyons KD, Hegel MT, Balan S, Brokaw FC, Seville J, et al. Effects of a palliative care intervention on clinical outcomes in patients with advanced cancer: the Project ENABLE II randomized controlled trial. JAMA. 2009;; ;3 02(7):741-- -9 . Rugno FC, Paiva BS, Nunes JS, Paiva CE. "There won't' be anything else...it's over": perceptions of women referred to palliative care only. Eur J Oncol Nurs. 2014;; ;1 8(3):261-- -6 . Davis MP, Temel JS, Balboni T, Glare P. A review of the trials which examine early integration of outpatient and home palliative care for patients with serious illnesses. Ann Palliat Med. 2015;; ;4 (3):99-- -121. Hui D, Cerana MA, Park M, Hess K, Bruera E. Impact of Oncologists' Attitudes Toward End ofLife Care on Patients' Access to Palliative Care. Oncologist. 2016;; ;21(9):1149-- -55. Zhi WI, Smith TJ. Early integration of palliative care into oncology: evidence, challenges and barriers. Ann Palliat Med. 2015;; ;4(3):122-- - 131. Hui D, Park M, Liu D, Paiva CE, Suh SY, Morita T, Bruera E. Clinician prediction of survival versus the Palliative Prognostic Score: Which approach is more accurate? Eur J Cancer. 2016 Sep;64:89-95. Paiva CE, Manfredini LL, Paiva BS, Hui D, Bruera E. The Brazilian Version of the Edmonton Symptom Assessment System (ESAS) Is a Feasible, Valid and Reliable Instrument for the Measurement of Symptoms in Advanced Cancer Patients. PLOS One. 2015 Jul 80 (7):e0132073. Disciplina: Estomatología Carga horária: 60 horas - 30hs aulas teóricas e 30hs aulas práticas Ementa: Complementar os conhecimentos de cirurgiões dentistas a respeito de lesões bucais. Objetivos específicos: • aumentar a conscientização a respeito da importância do reconhecimento das lesões bucais. • Fortalecer a capacidade diagnostica, aumentando a sua capacidade de distinguir lesões benignas, potencialmente malignas e malignas da boca. • Aumentar a segurança para manejar essas lesões. • Embasar o raciocínio diagnóstico frente a identificação de lesões bucais. Bibliografia: BARNES, L.;; ; EVESON, J.W.;; ; REICHART, P.;; ; SIDRANSKY. Genética e patologia dos tumores de cabeça e pescoço – Classificação de tumores da Organização Mundial de Saúde. 1a ed., Livraria Santos Editora, 2009 CARRARD V.C.;; ; PIRES, A.S.;; ; MENDEZ, M.;; ; PASQUAL M.A.;; ;BADAUY, C.M.;LAUXEN, I.S.; MOREIRA, J.C.;SANT’ANA FILHO, M. Exploding the mechanisms of alcohol related damage in oral mucosa – is oxidative stress associated with the increase in cell proliferation in rat tongue epithelium. Pharma Biol. 2013. 51:160---- 9. CAWSON, Atlas Colorido de Enfermidades da boca: correlações clínicas e patológicas, 2a ed., Artes Médicas, 1997. CURRA, M.;; ; MARTINS, M.A.;; ;LAUXEN,

I.S.;; ; PELLICIOLI, A. C.;; ; SANTANA FILHO, M.;; ; PAVESI, V.C.;; ; CARRARD, V.C.;; ; MARTINS M.D. Effect of topical chamomile on immunohistochemical levels of IL1? and TNF---- ? in 5 fluorouracilinduced oral mucositis in hamsters. Cancer Chemother Pharmacol. 2013 71:2939 GEDOZ, Luhana; BOHRER, Paula Luce ; ; PAIVA, Ricardo Losekan ; ; BURZLAFF, João Batista;; ; Rósing, Cassiano Kuchenbecker ; ; SANT'ANA FILHO, M. ; RADOS, Pantelis Varvaki . Validation of Cytopathology as a Technique for Analyisis of Epithelial Cell Maturation in Oral Mucosa of Smokers and Nonsmokers. Analytical and Quantitative Cytology and Histology, v. 30, p. 15, 2008. NEVILLE, B.W. et al. Patologia Oral e Maxilofacial, 3a ed Elsevier: Rio de Janeiro, 2009. OLIVEIRA, M.G.;; ; LAUXEN I.S.;; ; CHAVES, A.C.M.;; ; RADOS, P.V.;; ; SANT’ANA FILHO M. Odontogenic Epithelium:

Immunolabeling of Ki----67, EGER and Survivin in Pericoronal Follicles, Dentirous Cysts and Keratocytic Tumors. Head Neck Pathol. 2011; 5:1-7. REGEZI, J. et al. Patologia Oral: correlações clinico patológicas, 6a ed. Elsevier: Rio de Janeiro, 2012. SANT'ANA FILHO, M.;; ; OLIVEIRA, M. G.; LAUXEN, I.S.; CHAVES, A. C. M.;; RADOS, P.V. Immunohistochemical analysis of the patterns of p53 and PCNA Expression in Odontogenic Cistic Lesions. Medicina Oral, Patologia Oral y Cirurgia Bucal, v. 13, p. 275-- - 280, 2008. SANT'ANA FILHO, M.;; ; CHAVES, A. C. M.;; ; LAUXEN, I.S.;; ; RADOS, P.V.;; ; CARRARD, V. C. Quantification of silver staining nucleolar organizer region in epithelial cells of tongue mice after exposure to, or intake of alcohol. Alcohol, Estados Unidos v. 34, p. 1-- -6, 2004. ZHANG Z.;; ; SANT’ANA FILHO M.;; ; NO?R J. E. The biology of head and neck cancer stem cells. Oral Oncol. 2012; 48:1-9. Disciplina: Endodontia Carga horária: 60 horas: 15hs aulas teóricas e 45hs aulas práticas Ementa: O especialista em Endodontia deverá ser capaz de diagnosticar clinicamente as alterações pulpares e periapicais, assim como diferenciar os casos de dor de origem odontogénica e não-odontogénica, tratar os diferentes casos em que sejam necessários os tratamentos endodônticos, seja ele convencional ou cirúrgico, com a aplicação da melhor técnica para cada caso, tornando-se um profissional diferenciado dentro do mercado de trabalho, preparado para atuar em qualquer esfera do mercado de trabalho com eficiência e humanização no atendimento. Temas: Anatomia endodôntica e abertura coronária;; ; Aspetos microbiológicos em Endodontia: Instrumentos e materiais endodônticos; Diagnóstico das alterações pulpares e periapicais; Farmacologia aplicada à Endodontia;; Irrigantes endodônticos;; ; Medicação intracanal;; ; Odontometria;; ; Preparo do canal radicular;; ; Obturação do canal radicular;; ; Traumatismo dento-- -alveolar;; ; Tratamento das alterações da polpa dentária;; ; Anestesiologia aplicada à Endodontia;; ; Tratamento da periodontite apical;; ; Retratamento do canal radicular;; ; Laser voltado à prática endodôntica;; ; Radiologia aplicada à Endodontia; Clareamento do dente tratado endodonticamente;; ; Restauração do dente tratado endodonticamente e provisório;; ; Documentação fotográfica voltada à prática endodôntica. Bibliografia: Leonardo, M.R. Endodontia: Tratamento de Canais Radiculares. 4. ed. São Paulo: Artes Médicas, 2002. 2 v. SO, M. V. Endodontia As Interfaces no Contexto da Odontologia. São Paulo: Artes Médicas, 2005. 2v. Soares, IJ;; ; Goldberg, F. Endodontia: Técnicas e Fundamentos. Porto Alegre: ArtMed, 2010. Estrela, C. Ciência Endodôntica. Artes Médicas,

2004. 2v Lopes, S., Endodontia: Biologia e Técnica Guanabara Koogan, 2010. Cohen, H. Caminhos da Polpa. Elsevier, 2011. Torabinejad & Walton. Endodontia: Princípios e Prática. Elsevier. 2010.

Disciplina: Periodontía Carga horária: 60 horas ------------------------ 15hs aulas teóricas e 45hs aulas práticas Ementa: Capacitar o aluno para o conhecimento atual das evidências cientificas na Periodontia, planejamento e desenvolvimento de atividades didáticas, bem como metodologia de pesquisas cientificas, teoria da comunicação e busca de artigos e evidências cientificas. No final do curso, objetiva----se que os alunos estejam atualizados nos novos conceitos da Periodontia, além de estarem aptos a desenvolverem um plano de curso para aulas em cursos de Graduação e Pós-graduação. Temas: 1. Anatomia dos tecidos periodontais 2. Epidemiologia na Periodontia 3. Interação Hospedeiro Parasita 4. Patologia Periodontal 5. Trauma oclusal 6. Lesões defurcas

7. Recessões gengivais 8. Controle de infeção periodontal (Terapêutica Periodontal não cirúrgica) 9. Terapia de suporte.

Bibliografia:

1. LINDHE, J.;; ; “TRATADO DE PERIODONTIA CLÍNICA E IMPLANTODONTIA ORAL.” 5a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 2. NEWMAN. M. TAKEY, H. CARRANZA, F;; ; “PERIODONTIA CLÍNICA.” 12a Ed. Rio de Janeiro Elsevier Editora,2016

Disciplina: Saúde da Mulher Carga horária: 45horas - aulas teóricas Ementa: A despeito do tensionamento da discussão de sexo e gênero nas ciências sociais e humanidades, a discussão no tema está atrasada na literatura biomédica. Considera-se que as ciências biomédicas até à última década coletaram evidências principalmente utilizando modelos animais e seres humanos do sexo masculino. Por conta disso, nosso entendimento de fenômenos complexos como doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e suscetibilidade a infeções é baseada em homens de meia idade extrapoladas para jovens, mulheres, crianças e idosos, levando a uma compreensão deficiente de sexo biológico, hormônios sexuais, estados de saúde e doença. Mulheres têm mortalidade mais alta após infarto do miocárdio, têm prognóstico pior após cirurgia aórtica e pneumonia da comunidade. As diferenças são muitas e os fatores que contribuem para desfechos distintos entre os sexos são desconhecidos e precisam ser investigados. As mulheres têm menor probabilidade de receber medicação que pode salvar vida? Tem menor probabilidade de fazer exames diagnósticos na suposição de uma patologia? O quadro clínico é mais difícil de reconhecer se os profissionais da saúde estiverem procurando por sintomas típicos em pacientes masculinos? Existem diferenças na comunicação ou em crenças de gênero? Ou existe diferença na metabolização dos medicamentos? E? preciso considerar que idade, raça, classe socioeconômica e gênero podem influenciar desfechos em saúde. Além disso, demandas de saúde especificas do publico feminino, com sexualidade, sexualidade das minorias e direitos reprodutivos merecem uma abordagem do ponto de vista bioética. Bibliografia:

1. Skloot, Rebecca. A vida imortal de Henrietta Lacks – Editora Saraiva – Ed. Companhia das Letras, 2011 2. Butler, Judith. “Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do sexo”. In: Louro, G.L. (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. 3. Paglia, Camille. Free woman free man. Pantheon Books, 2017. 4. Mc Gregor, Allyson (org). Sex and Gender Differences in Cardiovascular Resuscitation, Recovery, and Survival. Clinical Therapeutics, 2019.

5. Buss, David. The Evolution of Desire. Basic Books, 2016. 6. Boston’s Women Health Collective. Women and their bodies. A course. 1970. Disponível: https://www.ourbodiesourselves.org/ 7. Bourdieu, Pierre. A dominação masculina. Bertrand Brasil, 2002. Disciplina: Epidemiologia Carga horária: 45horas - aulas teóricas Ementa: Conceitos gerais em Epidemiologia. Etapas da investigação epidemiológica. Medidas de ocorrência de doenças. Medidas de efeito e de impacto. Viés, confusão e modificação de efeito. Determinação da validade e confiabilidade de testes diagnósticos. Associação e causalidade em estudos epidemiológicos. Estudos transversais. Estudo de casos e controles. Estudo longitudinais (ou de coorte). Bibliografia: Gordis, L. Epidemiologia. 4. ed. Revinter: Rio de Janeiro, 2010.? Antunes, J. L. F.;; ; Peres, M. A.; coordenação Oswaldo Crivello Júnior: Epidemiologia da Saúde Bucal. 2. ed. Editora Santos: São Paulo, 2013.

Disciplina: Metodologia Qualitativa em Saúde Carga horária: 45horas ------------------------ aulas teóricas Ementa: A disciplina tem o propósito de introduzir os alunos na abordagem qualitativa de pesquisa cientifica, incluindo os enfoques teóricos em estudos de saúde pública, os tipos e características, os métodos e técnicas da pesquisa qualitativa (etapas do trabalho de campo, preparo, coleta de dados). A disciplina propõe uma reflexão sobre os fundamentos da pesquisa qualitativa e a sua articulação com as questões metodológicas, particularmente no caso das investigações interdisciplinares. A pesquisa qualitativa é multimetodológica quanto ao foco, envolvendo uma abordagem interpretativa e naturalística para seu assunto. Isto significa que os pesquisadores que adotam uma abordagem qualitativa avaliam o sujeito em seu ambiente natural, tentando dar sentido ou interpretar fenômenos em termos das significações que as pessoas apresentam. Ainda, o pesquisador qualitativo deve entender o contexto sociocultural e histórico a ser estudado. Introdução aos métodos qualitativos em saúde. Orientações teóricas em estudos qualitativos. Desenhos de estudo. Etnografia, Representações sociais, Fenomenologia. Contextos de aplicação. Instrumentos e técnicas de coleta de dados.

Bibliografia: ABDAL, A.;; ; OLIVEIRA, M.C.V.;; ; GHEZZI, D.R.;; ; SANTOS JÚNIOR, J. [Org.] Métodos de pesquisa em ciências sociais: bloco qualitativo. Sesc São Paulo/CEBRAP São Paulo, 2016, 72p. COLONNA E. O uso de metodologias participativas na investigação com crianças: algumas considerações a partir de uma pesquisa na periferia de Maputo. Revista Pedagógica ---UNOCHAPECO? ---- Ano----14 ---- n. 26 vol. 01 ---- jan./jun. 2011. BOSI,M.L.M. Pesquisaqualitativaem saúde coletiva: panorama e desafios. Ciência & Saúde PAULA, C.C.;; ; PADOIN, S.M.M.;; ; TERRA, M.G.;; ; SOUZA, I.E.O.;; ; CABRAL, I.E. Modos de condução da entrevista em pesquisa fenomenológica: relato de experiência. Rev. Bras. Enferm. 67(3), 468-72. Coletiva, 17(3):575---586, 2012. CONTE, M., SILVEIRA, M., TOROSSIAN, S. D., & MINAYO, M. C. S. (2014). Oficinas de história de vida: uma construção metodológica no enlace entre psicanálise e saúde coletiva. Psicologia & Sociedade, 26(3), 766----778, 2014 DAMASCENO, Nauristela Ferreira Paniago et al. A narrativa como alternativa na pesquisa em saúde. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 22, n. 64, p. 133-- -140, Mar. 2018. DESLANDES, S. F.;; ; IRIART, J. A. B. Usos teórico metodológicos das pesquisas na área de Ciências Sociais e Humanas em Saúde. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 28(12):2380-- -2386, dez, 2012. DARAHEM, G. C.;; ; COSENTINO, M.C.;; ; CÂNDIDO G. V.;; ; MASSIMI, M. O uso da história oral na Psicologia: perceção de experiências individuais. Estud. pesqui. psicol. vol.14 no.3 Rio de Janeiro dez. 2014. DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. Editora MARTINS EDITORA. Edição 3. 2014. FLICK, U. Desenho da pesquisa qualitativa. Tradução Roberto Cataldo Costa;; ; Porto Alegre, RS, Artmed, 2009, 164p. FONTANELLA, B. J. B.; RICAS, J. ; TURATO, E. R. Amostragem por saturação em pesquisas qualitativas em saúde: contribuições teóricas. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 1, jan. 2008. Disponível em: Acesso em: 11 out. 2010. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. Ed. São Paul: Atlas, 2012. 200p. GOMES, R. Pesquisa qualitativa em saúde/ Romeu Gomes. São Paulo: Instituto Sírio- -libanês de Ensino e pesquisa, 2014. 45p. (Pós-Graduação) KUHN, T.S. A estrutura das revoluções cientificas. 5 ed. São Paulo: Perspectiva, 1998. 257p. CHALMERS, A.F. O que é? ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993. LAKATOS, E.M. Metodologia do

trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. Minayo MCS. Amostragem e saturação em pesquisa qualitativa: consensos e controvérsias. Rev Pesqui Qualitativa. 2017;; ;5(7):1-- -12. NAVARRETE, M.L.V.;; ; SILVA, M.R.F.;; ; PEREZ, A.S.M.;; ; SANMAMED, M.J.F.;; ; GALLEGO, M.E.D.;; ; LORENZO, I.V.;;;;MINAYO, M. C. S.;; DELANDES, S.F., GOMES, R. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 32. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2012. v. 1. 110p Minayo, M.C.S. Análise qualitativa: teoria, passos e fidedignidade. Ciência & Saúde Coletiva. V.17 n.3. p. 621 626, 2012. MINAYO, M.C.S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec;; ; Rio de Janeiro: Abrasco, 2014. 407p. MOSCOVICI, S. Representações Sociais. Editora: VOZES, Edição: 7, 2010. NEWMAN, I.; BENZ, C.R. Qualitative-quantitative research methodology. Carbondale: Southern Illinois University, 1998. 218p. POPE, C.;; ; GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1995. 207p. REY, G. Pesquisa qualitativa em psicologia. São Paulo: Pioneira, 2002. 188p. SILVA, C. R.;; ; GOBBI, B. C.;; ; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Organ. rurais agroind., Lavras, v. 7, n. 1, p. 70----81, 2005. SILVA, K.

V. Saúde, Sociedade e Cultura: a Importância do Enfoque Social em Hebiatria. In: Malagutti, W.;; ; Bergo, A. M. (Org.). Adolescentes uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Martinari, 2009, TURATO, E. R. Tratado da metodologia da pesquisa clínico-qualitativa. Petrópolis: Vozes, 2010. 685p.

Disciplina: Seminário de Elaboração do Trabalho de Investigação Carga horária: 45horas – 15hs aulas teóricas e 30hs aulas práticas Ementa: Apresentação sob a forma de seminários do andamento dos projetos de pesquisa, abordando os seguintes aspetos: Submissão dos projetos de pesquisa ao Comitê? de Ética, reflexão analítica sobre os dados coletados, resultados alcançados, dificuldades e soluções encontradas no desenvolvimento da pesquisa, elaboração do trabalho científico. Bibliografia: Bibliografias a serem indicadas pelos respetivos docentes em função do interesse e das necessidades dos estudantes. Trabalho Final: Produção de um artigo científico.