UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 24/2022

UFPB-CONSEPE-RES-24-2022
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Altera a RESOLUÇÃO CONSEPE n. 09/2017 que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina, do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (79)

  • ALTERA
    Res. CONSEPE 09/2017 nesta norma: art. 1º → na outra: anexos I, II e IIIefeito desde 04/08/2022“Art. 1º. Altera os anexos I, II e III da Resolução Consepe nº 09/2017 que passam a ter nova redação conforme anexos desta resolução.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CNE/CES 2/2003 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO o Parecer CNE/CES nº. 104/2003 que aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina, e a Resolução CNE/CES nº. 02/2003 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina,...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, que orientam a elaboração curricular;” fonte: texto · confiança alta
76 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo I“• Constituição Federal de 1988;”
  • cita
    Res. CFBM 154/2008 em: Anexo I“Resolução n° 154/2008 – Dispõe sobre o exercício e capacidade do profissional Biomédico realizar Exames Laboratoriais e Diagnósticos em animais de pequeno e grande porte e, de emitir laudos.”
  • cita
    Res. CFBM 175/2009 em: Anexo I“Resolução n° 175/2009 – Dispõe sobre o exercício e capacidade do profissional Biomédico no controle, tratamento, e realizar análises-fisico-químicas e microbiológicas de água.”
  • cita
    Res. CFBM 184/2010 em: Anexo I“- Resolução n° 184/2010 – Dispõe sobre as atribuições do profissional Biomédico no exercício de auditorias e dá outras providências;”
  • cita
    Res. CFBM 188/2010 em: Anexo I“Resolução n° 188/2010 – Dispõe sobre a atribuição do Biomédico nas atividades de meio ambiente, segurança no trabalho, saúde ocupacional e responsabilidade social.”
  • cita
    Res. CFBM 189/2010 em: Anexo I“Resolução n° 189/2010 - Dispõe sobre a Responsabilidade Técnica do profissional Biomédico no funcionamento de empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas.”
  • cita
    Res. CFBM 190/2010 em: Anexo I“Resolução n° 190/2010 – Dispõe sobre a atribuição do Biomédico nos Serviços de Diálise.”
  • cita
    Res. CFBM 195/2010 em: Anexo I“Resolução Nº 195/2010 – Criação do Conselho Regional de Biomedicina 5ª Região – CRBM5.”
  • cita
    Res. CFBM 197/2011 em: Anexo I“Resolução n° 197/2011 – Dispõe sobre as atribuições do profissional Biomédico no Exercício da Saúde Estética e Atuar como Responsável Técnico de Empresa que Executam Atividades para fins Estéticos.”
  • cita
    Res. CFBM 234/2013 em: Anexo I“Resolução n° 234/2013 – Dispõe sobre as atribuições do biomédico habilitado na área de imagenologia, radiologia, biofísica, instrumentação médica que compõe o diagnóstico por imagem e terapia.”
  • cita
    Res. CFBM 239/2014 em: Anexo I“Resolução n° 239/2014 – Dispõe sobre a atribuição do profissional Biomédico habilitado em Histotecnologia Clínica.”
  • cita
    Res. CFBM 270/2016 em: Anexo I“Resolução Nº 270/2016 - Cria o Conselho Regional de Biomedicina 6ª Região.”
  • cita
    Res. CFBM 277/2017 em: Anexo I, art. 6º“0) e segue as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Biomedicina (Resolução CNE/CES n° 2, de 18 de fevereiro de 2003) e resolução do CFBM que regulamenta as atribuições e...”
  • cita
    Res. CFBM 278/2017 em: Anexo I“Resolução n° 278/2017 - Dispõe sobre as atribuições do profissional biomédico no magistério acadêmico Resolução n° 245/201 – Dispõe sobre a atribuição do Profissional Biomédico na área de...”
  • cita
    Res. CFBM 292/2018 em: Anexo I“Resolução n° 292/2018- Reconhece acupuntura como especialidade da Biomedicina.”
  • cita
    Res. CFBM 308/2019 em: Anexo I“Resolução n° 308/2019- Dispõe sobre atos do profissional biomédico com habilitação em gestão das tecnologias em saúde.”
  • cita
    Res. CFBM 309/2019 em: Anexo I“Resolução n° 309/2019 - Cria a habilitação e regulamenta a atividade do profissional biomédico em fisiologia do esporte e da prática do exercício físico.”
  • cita
    Res. CFBM 321/2020 em: Anexo I“Resolução n° 321/2020 - Dispõe sobre o reconhecimento do profissional biomédico na prática da Ozonioterapia.”
  • cita
    Res. CFBM 327/2020 em: Anexo I“Resolução n° 327/2020 - Dispõe sobre a atividade do Profissional Biomédico nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS);”
  • cita
    Res. CFBM 330/2020 em: Anexo I“Resolução Nº 330/2020 – Regulamenta o novo Código de Ética do Profissional Biomédico;”
  • cita
    Res. CFBM 339/2021 em: Anexo I“Resolução n° 339/2021 - Dispõe sobre a atividade do profissional biomédico como responsável técnico de empresas que produzem e comercializam produtos para saúde.”
  • cita
    Res. CFBM 341/2021 em: Anexo I“Resolução n° 341/2021 - Dispõe sobre a atribuição do Profissional Biomédico como Responsável Técnico na atividade de biotecnologia;”
  • cita
    Res. CFBM 78/2002 em: Anexo I“Resolução CFBM Nº. 78/2002 e seus acréscimos, que definem o ATO BIOMÉDICO e as suas habilitações;”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2003 em: Anexo I“Resolução CNE/CES Nº 02/2003, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina;”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2003 em: Anexo I, art. 6º“Objetivos do curso A luz do Parecer CNE/CES Nº. 104/2002 e da Resolução CNE/CES Nº 02/2003, o Projeto Pedagógico do curso de Biomedicina/UFPB engloba os seguintes objetivos: Objetivos Gerais:...”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2007 em: Anexo I“Resolução CNE/CES Nº. 02/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;”
  • cita
    Res. CNE/CES 3/2007 em: Anexo I“Resolução CNE/CES Nº. 03/2007, que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula;”
  • cita
    Res. CNE/CES 4/2009 em: Anexo I“Resolução CNE/CES Nº. 04/2009, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação...”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2012 em: Anexo I, art. 6º“Do mesmo modo, em acordo com a Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020 e a Resolução nº 02, de 15 de junho de 2012 do CNE, a qual dispõe que “a composição curricular de todos os Cursos de...”
  • cita
    Res. CNS 287/1998 em: Anexo I“Resolução CNS Nº 287/1998, que relaciona as seguintes categorias profissionais de saúde de nível superior: Assistentes Sociais;”
  • cita
    Res. CNS 370/2007 em: Anexo I“Resolução CNS Nº 370/2007, que trata do registro e credenciamento ou renovação de registro e credenciamento do CEP;”
  • cita
    Res. CNS 466/2012 em: Anexo I“Resolução CNS Nº 466/2012, que dispõe sobre Normas e Diretrizes Reguladoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos;”
  • cita
    Res. CONAES 1/2010 em: Anexo I, art. 6º“área de interesse e regime de contratação de Dedicação Exclusiva ou T-40, além de possuir 5 (cinco) docentes com a graduação em Biomedicina, atendendo assim as prerrogativas da Resolução CONAES nº...”
  • cita
    Decreto 5.296/2004 em: Anexo I“• Decreto Nº. 5.296/2004, que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais, a vigorar a partir de 2009;”
  • cita
    Decreto 5.626/2005 em: Anexo I“Decreto Nº. 5.626/2005, que dispõe sobre LIBRAS como disciplina obrigatória ou optativa;”
  • cita
    Decreto 5.773/2006 em: Anexo I“Decreto Nº 5.773/2006, que dispõe sobre as Funções de Regulação, Supervisão e Avaliação da Educação Superior;”
  • cita
    Decreto 88.439/1983 em: Anexo I, art. 6º“Decreto Nº 88.439, de 28 de junho de 1983.”
  • cita
    Lei 10.172/2001 em: Anexo I“• Lei Nº 10.172/2001, Plano Nacional de Educação (PNE);”
  • cita
    Lei 10.419/2002 em: Anexo I, art. 6º“Em 2002 houve um desmembramento na estrutura multicampi da UFPB, através da Lei nº. 10.419/2002, que criou a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede e foro na cidade de Campina Grande.”
  • cita
    Lei 10.436/2002 em: Anexo I, art. 6º“A Disciplina de Libras insere-se na estrutura curricular do Curso de Graduação em Biomedicina como disciplina optativa, considerando a Lei n°10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a...”
  • cita
    Lei 10.861/2004 em: Anexo I“• Lei Nº 10.861/2004, do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES);”
  • cita
    Lei 10.861/2004 em: Anexo I, art. 6º“se propõe a revisar os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs), através de uma reformulação curricular e da atualização dos conteúdos programáticos, tendo como parâmetros os indicadores das...”
  • cita
    Lei 10.861/2004 em: Anexo I, art. 6º“que englobam as dez dimensões referenciadas no marco legal do SINAES (Artigo 3º da Lei n° 10.861), estes eixos são: Políticas Acadêmicas, Políticas de Gestão, Infraestrutura, Planejamento e...”
  • cita
    Lei 11.645/2008 em: Anexo I“• Lei Nº. 11.645/2008, que dispõe sobre as diretrizes curriculares nacionais para educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena;”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo I“• Lei Nº. 11.788/2008, Lei do Estágio de Estudantes;”
  • cita
    Lei 12.772/2012 em: Anexo I, art. 32“Regime de Trabalho do Corpo Docente O regime de trabalho do corpo docente de Biomedicina é regido pela Lei Federal nº 12.772/2012 (consultar documento in loco), a qual institui: Art. 20. O...”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo I, art. 6º“Histórico da Instituição Criada em 1955 (Lei Estadual Nº. 1.366, de 02 de dezembro de 1955), como resultado da junção de algumas escolas superiores, tornou-se Universidade Federal da Paraíba em...”
  • cita
    BR-LEI-6306-? em: Anexo I, art. 6º“O Centro de Hematologia e Hemoterapia da Paraíba – Hemocentro Coordenador de João Pessoa é um órgão público, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, criado em fevereiro de 1991, pela Lei no....”
  • cita
    Lei 6.684/1979 em: Anexo I“Lei Nº. 6.684/1979, que regulamenta as profissões de Biólogo e de Biomédico, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biologia e Biomedicina, e dá outras providências;”
  • cita
    Lei 6.684/1979 em: Anexo I, art. 6º“Perfil profissional do egresso Segundo o Art. 4º da Lei n.º 6.684, de 03 de setembro de 1979, que regulamenta as profissões de Biólogo e de Biomédico, cria o Conselho Federal e os Conselhos...”
  • cita
    Lei 7.017/1982 em: Anexo I, art. 6º“Lei Nº 7.017, de 30 de agosto de 1982.”
  • cita
    Lei 7.135/1983 em: Anexo I“Lei Nº. 7.135/1983, que altera a redação da Lei nº 6686, de 11 de setembro de 1979, que dispõe sobre o exercício da análise clínico-laboratorial;”
  • cita
    Lei 8.080/1990 em: Anexo I“• Lei Nº. 8.080/1990, Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde;”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“• Lei Nº. 9.394/1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB);”
  • cita
    Portaria MS 2.436/2017 em: Anexo I“Conforme o Art 2 da Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017 que “aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no...”
  • cita
    Lei PB 1.366/1955 em: Anexo I, art. 6º“Histórico da Instituição Criada em 1955 (Lei Estadual Nº. 1.366, de 02 de dezembro de 1955), como resultado da junção de algumas escolas superiores, tornou-se Universidade Federal da Paraíba em...”
  • cita
    Portaria CBIOMED 5/2021 em: Anexo I, art. 6º“De acordo com a Portaria nº 05/2021 – CCS – CBIOMED (consultar documento in loco), de 15 de junho de 2021, o NDE é constituído por 10 membros, tendo como presidente e vice-presidente, o...”
  • cita
    Res. CCGB/CCS 1/2017 em: Anexo I, art. 6º“Essas atividades poderão corresponder a, no máximo, 20% (vinte por cento) da carga horária do curso, os quais são regulamentadas pelo respectivo Colegiado de Curso, Resolução CCGB/CCS nº 01/2017.”
  • cita
    Res. CCGB/CCS 1/2018 em: Anexo I, art. 6º“No que toca ao curso de Biomedicina da UFPB, o TCC é regulado pela Resolução CCGB/CCS nº. 001/2018 (consultar documento in loco), a qual versa sobre os objetivos, as atividades e natureza, as...”
  • cita
    Res. CCGB/CCS 1/2020 em: Anexo I, art. 6º“Estágio curricular supervisionado O estágio curricular supervisionado (ECS), obrigatório no Curso de Biomedicina, possui regulamento aprovado pelo colegiado (Resolução CCGB/CCS n° 001/2020) e...”
  • cita
    Res. CCGB/CCS 1/2020 em: Anexo I, art. 6º“horas - 20,1% do total do curso) segue as orientações Resolução CNE/CES n° 2, de 18 de fevereiro de 2003, que define o mínimo de 20% da carga horária plena do curso para o desenvolvimento de...”
  • cita
    Res. CCGB/CCS 2/2018 em: Anexo I, art. 6º“CORPO DOCENTE E TUTORIAL Núcleo Docente Estruturante – NDE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Bacharelado em Biomedicina da UFPB é normatizado pela Resolução CCGB/CCS nº 002/2018...”
  • cita
    Res. CONSEPE 03/2017 em: Anexo I, art. 6º“O Conselho Universitário (CONSUNI) cria o Curso de Biomedicina – Graduação – Bacharelado do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, da Universidade Federal da Paraíba em reunião realizada no dia 30...”
  • cita
    Res. CONSEPE 09/2017 em: Anexo I, art. 6º“as da Saúde, Campus I, da Universidade Federal da Paraíba em reunião realizada no dia 30 de novembro de 2016 (Resolução N° 03/2017) e posteriormente o Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo I, art. 6º“(UFPB, 2019 p 69) Em sintonia com o atual PDI 2019-2023, o CONSEPE aprovou em 2020 a Resolução nº 29/2020, revogando a Resolução CONSEPE nº 16/2015, a fim de atualizar os processos já...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I“Resolução CONSEPE/UFPB Nº. 29/2020, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba.”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I, art. 6º“(UFPB, 2019 p 69) Em sintonia com o atual PDI 2019-2023, o CONSEPE aprovou em 2020 a Resolução nº 29/2020, revogando a Resolução CONSEPE nº 16/2015, a fim de atualizar os processos já...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I, art. 6º“Conforme alínea c, inciso II, §2º do Art 16 da Resolução nº 29/2020 do CONSEPE/UFPB que aprova o Regulamento Geral de Graduação da”
  • cita
    Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) em: Anexo I, art. 6º“Atuação do Coordenador e Regime de Trabalho do Coordenador A coordenação de curso na UFPB segue os princípios do Estatuto (UFPB, 2002) da IES, que no”
  • cita
    Res. CONSUNI 34/2013 em: Anexo I, art. 6º“Diante da importância da promoção da acessibilidade e atendimento diferenciado a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, para toda a IES, a UFPB instituiu a Política de Inclusão e...”
  • cita
    Res. CONSUNI 37/2013 em: Anexo I, art. 20“Atuação do Colegiado de Curso ou equivalente Segundo a Resolução nº 37/2013 do CONSUNI/UFPB (Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba) (consultar documento in loco), os Colegiados...”
  • cita
    Portaria PROGEP 841/2021 em: Anexo I, art. 32“A atual gestão acadêmica do curso de Biomedicina é composta pelo Prof. Dr. Bruno Henrique Andrade Galvão (Portaria PROGEP nº 841/2021), como coordenador de curso, e pela Profa. Dra. Luciene Simões...”
  • cita
    Portaria PROGEP 842/2021 em: Anexo I, art. 32“A atual gestão acadêmica do curso de Biomedicina é composta pelo Prof. Dr. Bruno Henrique Andrade Galvão (Portaria PROGEP nº 841/2021), como coordenador de curso, e pela Profa. Dra. Luciene Simões...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 65“O coordenador do curso de Biomedicina/CCS desenvolve suas ações de acordo com Regimento Geral da UFPB, obedecendo às normas previstas no atual PPC, cuja origem ocorreu concomitantemente ao início...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 65“As atribuições e competências do coordenador em relação à gestão acadêmica são observadas no art. 32 do Regimento Geral ressaltando a intermediação entre os docentes e discentes do curso.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 20“Segundo o Art. 22 do Regimento Geral da UFPB (2022), compete ao Colegiado de Curso: a) Decidir, em primeira instância, sobre organização e revisão curricular;”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO Nº 24/2022 Altera a RESOLUÇÃO CONSEPE no 09/2017 que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina, do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada no dia 07 de abril de 2022 (Processo nº 23074.018050/2022-42), e CONSIDERANDO a necessidade de corrigir o texto da Resolução nº 09/2017, de 08 de maio de 2017; CONSIDERANDO a necessidade de um Projeto Político-Pedagógico dinâmico que se coloque em constante processo de avaliação; CONSIDERANDO a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, que orientam a elaboração curricular; CONSIDERANDO o Parecer CNE/CES nº. 104/2003 que aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina, e a Resolução CNE/CES nº. 02/2003 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina, CONSIDERANDO a Resolução no 29/2020 do CONSEPE, que orienta a elaboração e reformulação dos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFPB.

RESOLVE:

Art. 1º. Altera os anexos I, II e III da Resolução Consepe nº 09/2017 que passam a ter nova redação conforme anexos desta resolução.

Art. 2º Parmenecem inalterados os demais artigos e anexos.

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 04 de agosto de 2022.

Valdiney Veloso Gouveia Presidente Presidente

ANEXO I da Resolução no 24/2022 do CONSEPE, que altera a RESOLUÇÃO CONSEPE no 09/2017 que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina, do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade.

1. O CURSO DE BIOMEDICINA NO BRASIL 1.1. Histórico As ideias básicas para a orientação dos cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Biomédicas foram apresentadas pelo professor Leal Prado em novembro de 1950 na II Reunião Anual da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (SBPC). Em seguida, foram realizados alguns encontros com os representantes das Escola Paulista de Medicina da USP, do Instituto Butantã e do Instituto Biológico acerca da formação de profissionais biomédicos para atuarem como docentes especializados nas disciplinas básicas das escolas de Medicina e de Odontologia, como também pesquisadores científicos nas áreas de ciências básicas, com conhecimentos suficientes para auxiliarem pesquisas nas áreas de ciências aplicadas. A partir da alteração do Regimento da Escola Paulista de Medicina, em virtude da aprovação da Lei nº 4024/1961 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional), houve a implantação da Graduação Biomédica e do Doutorado em Ciências Biomédicas, cujo foco era a preparação de especialistas, pesquisadores e docentes no campo da ciência. Com o Parecer nº 571/1966 e o Parecer nº 107/70, ambos do Conselho Federal de Educação, foram estabelecidos os conteúdos mínimos e a duração dos currículos do bacharelado em Ciências Biológicas – Modalidade Médica. De acordo com esses pareceres, ficam determinadas as atividades nos trabalhos laboratoriais vinculadas às atividades médicas, visto que o aperfeiçoamento da tecnologia resultou em equipamentos mais complexos, os quais exigiam profissionais especializados nessa área. Após a publicação do Parecer nº 571/66, houve a implantação do primeiro curso na Escola Paulista de Medicina em março de 1966 e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Os novos cursos (até então com os nomes de Ciências Biológicas – Modalidade Médica ou Biologia Médica) tiveram início em 1967, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e na Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu (UNESP). Os alunos egressos foram rapidamente absorvidos nas disciplinas básicas de suas próprias faculdades ou em outras escolas de medicina públicas ou particulares. Porém, com exceção dessas áreas, o egresso encontrava sérias dificuldades para inserção no mercado de trabalho, visto que a profissão de Biomédico ainda não era regulamentada em lei. Somente com a PL nº 101/1977 houve a regulamentação da profissão de Biomédico, bem como a profissão de Biólogo. Como, de acordo com a legislação que as regulamenta, as carreiras em Biomedicina e em Biologia divergiam em diversas atribuições, a Lei Federal nº 7017/1982 criou os sistemas Conselho Federal e Regionais de Biomedicina e os Conselho Federal e Regionais de Biologia e com isso o desmembramento das profissões de Biomédico e Biólogo. 1.2. Marco Teórico A Base Legal para a oferta do Curso Superior de Graduação em Biomedicina tem sua sustentação na Legislação e nos atos legais dela derivados e na legislação específica do curso, dentre os quais: • Constituição Federal de 1988; • Lei Nº. 8.080/1990, Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde; • Lei Nº. 9.394/1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); • Lei Nº 10.172/2001, Plano Nacional de Educação (PNE); • Lei Nº 10.861/2004, do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES); • Lei Nº. 11.645/2008, que dispõe sobre as diretrizes curriculares nacionais para educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena; • Lei Nº. 11.788/2008, Lei do Estágio de Estudantes; • Decreto Nº. 5.296/2004, que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais, a vigorar a partir de 2009;

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Decreto Nº. 5.626/2005, que dispõe sobre LIBRAS como disciplina obrigatória ou optativa; Decreto Nº 5.773/2006, que dispõe sobre as Funções de Regulação, Supervisão e Avaliação da Educação Superior; Resolução CNS Nº 287/1998, que relaciona as seguintes categorias profissionais de saúde de nível superior: Assistentes Sociais; Biólogos; Biomédicos; Profissionais de Educação Física; Enfermeiros; Farmacêuticos; Fisioterapeutas; Fonoaudiólogos; Médicos; Médicos Veterinários; Nutricionistas; Odontólogos; Psicólogos e Terapeutas Ocupacionais; Resolução CNS Nº 370/2007, que trata do registro e credenciamento ou renovação de registro e credenciamento do CEP; Resolução CNS Nº 466/2012, que dispõe sobre Normas e Diretrizes Reguladoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos; Resolução CNE/CES Nº. 02/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; Resolução CNE/CES Nº. 03/2007, que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula; Resolução CNE/CES Nº. 04/2009, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial; Parecer CNE/CES Nº. 104/2002, que aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina; Resolução CNE/CES Nº 02/2003, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina; Relatórios Finais das Conferências Nacionais de Saúde; Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) UFPB 2019-2023 e seu Projeto Pedagógico Institucional; Resolução CONSEPE/UFPB Nº. 29/2020, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba. Já a regulamentação da profissão de biomédico ocorre pela seguinte legislação: Lei Nº. 6.684/1979, que regulamenta as profissões de Biólogo e de Biomédico, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biologia e Biomedicina, e dá outras providências; Lei Nº. 6 686/1979, que dispõe sobre o exercício da análise clínico-laboratorial; Lei Nº. 7.135/1983, que altera a redação da Lei nº 6686, de 11 de setembro de 1979, que dispõe sobre o exercício da análise clínico-laboratorial; Decreto Nº 8.8439/1983, cria o Conselho Federal de Biomedicina, órgão de fiscalização do exercício profissional; Resoluções CFBM Nº 19, 20, 21 e 22/1989, que criam os Conselhos Regionais de Biomedicina; Resolução CFBM Nº. 78/2002 e seus acréscimos, que definem o ATO BIOMÉDICO e as suas habilitações; Resolução Nº 195/2010 – Criação do Conselho Regional de Biomedicina 5ª Região – CRBM5. Resolução Nº 270/2016 - Cria o Conselho Regional de Biomedicina 6ª Região. Resolução Nº 330/2020 – Regulamenta o novo Código de Ética do Profissional Biomédico; Resolução n° 341/2021 - Dispõe sobre a atribuição do Profissional Biomédico como Responsável Técnico na atividade de biotecnologia; Resolução n° 339/2021 - Dispõe sobre a atividade do profissional biomédico como responsável técnico de empresas que produzem e comercializam produtos para saúde. Resolução n° 327/2020 - Dispõe sobre a atividade do Profissional Biomédico nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS); Resolução n° 321/2020 - Dispõe sobre o reconhecimento do profissional biomédico na prática da Ozonioterapia.

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Resolução n° 309/2019 - Cria a habilitação e regulamenta a atividade do profissional biomédico em fisiologia do esporte e da prática do exercício físico. Resolução n° 308/2019- Dispõe sobre atos do profissional biomédico com habilitação em gestão das tecnologias em saúde. Resolução n° 292/2018- Reconhece acupuntura como especialidade da Biomedicina. Resolução n° 278/2017 - Dispõe sobre as atribuições do profissional biomédico no magistério acadêmico Resolução n° 245/201 – Dispõe sobre a atribuição do Profissional Biomédico na área de Monitoramento Neurofisiológico Transoperatório. Resolução n° 239/2014 – Dispõe sobre a atribuição do profissional Biomédico habilitado em Histotecnologia Clínica. Resolução n° 234/2013 – Dispõe sobre as atribuições do biomédico habilitado na área de imagenologia, radiologia, biofísica, instrumentação médica que compõe o diagnóstico por imagem e terapia. Resolução n° 197/2011 – Dispõe sobre as atribuições do profissional Biomédico no Exercício da Saúde Estética e Atuar como Responsável Técnico de Empresa que Executam Atividades para fins Estéticos. Resolução n° 190/2010 – Dispõe sobre a atribuição do Biomédico nos Serviços de Diálise. Resolução n° 189/2010 - Dispõe sobre a Responsabilidade Técnica do profissional Biomédico no funcionamento de empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas. Resolução n° 188/2010 – Dispõe sobre a atribuição do Biomédico nas atividades de meio ambiente, segurança no trabalho, saúde ocupacional e responsabilidade social. - Resolução n° 184/2010 – Dispõe sobre as atribuições do profissional Biomédico no exercício de auditorias e dá outras providências; Resolução n° 175/2009 – Dispõe sobre o exercício e capacidade do profissional Biomédico no controle, tratamento, e realizar análises-fisico-químicas e microbiológicas de água. Resolução n° 154/2008 – Dispõe sobre o exercício e capacidade do profissional Biomédico realizar Exames Laboratoriais e Diagnósticos em animais de pequeno e grande porte e, de emitir laudos.

1.3. Competências, Atitudes e Habilidades Em acordo com as DCN do Curso de Graduação em Biomedicina (CNE, 2003), são consideradas competências gerais: ●

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Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto em coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde. Sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo; sempre valorizando positivamente o trabalho em grupo e agindo com respeito nas relações interpessoais; Tomada de decisão: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, eles devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas, tendo atitudes favoráveis e flexíveis nas tomadas de decisões; Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais

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de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação, e de técnicas e estratégias gerais de uma prática discursiva, clara, objetiva e afetiva; Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde devem estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz, demonstrando sempre sensibilidade frente a comportamentos responsáveis e capacidade de prevenir conflitos interpessoais ou solucionar situações difíceis de maneira socialmente adequada; Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativa, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a ser empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde, sendo capaz de influenciar positivamente o clima organizacional da unidade de trabalho com flexibilidade e tolerância diante de situação que apresentem conflitos Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmica/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais, valorizando o autoconhecimento e a autoavaliação como conduta de melhora das relações interpessoais e coletivas.

● Outrossim, as DCN do Curso de Graduação em Biomedicina (CNE, 2003), consideram como competências específicas: ● ● ● ●

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respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional; atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, sensibilizados e comprometidos com o ser humano, respeitando-o e valorizando-o; atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com extrema produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de cidadania e de ética; reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; contribuir para a manutenção da saúde, bem estar e qualidade de vida das pessoas, famílias e comunidade, considerando suas circunstâncias éticas, políticas, sociais, econômicas, ambientais e biológicas; exercer sua profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição social; emitir laudos, pareceres, atestados e relatórios; conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos; realizar, interpretar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises clínico-laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos e histoquímicos, biologia molecular, bem como análises toxicológicas, dentro dos padrões de qualidade e normas de segurança; realizar procedimentos relacionados à coleta de material para fins de análises laboratoriais e toxicológicas; atuar na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de produtos obtidos por biotecnologia;

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realizar análises físico-químicas e microbiológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto; ● atuar na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de hemocomponentes e hemoderivados, incluindo realização, interpretação de exames e responsabilidade técnica de serviços de hemoterapia; ● exercer atenção individual e coletiva na área das análises clínicas e toxicológicas; ● gerenciar laboratórios de análises clínicas e toxicológicas; ● atuar na seleção, desenvolvimento e controle de qualidade de metodologias, de reativos, reagentes e equipamentos; ● assimilar as constantes mudanças conceituais e evolução tecnológica apresentadas no contexto mundial; ● avaliar e responder com senso crítico as informações que estão sendo oferecidas durante a graduação e no exercício profissional; ● formar um raciocínio dinâmico, rápido e preciso na solução de problemas dentro de cada uma de suas habilitações específicas; ● ser dotado de espírito crítico e responsabilidade que lhe permita uma atuação profissional consciente, dirigida para a melhoria da qualidade de vida da população humana; ● exercer, além das atividades técnicas pertinentes à profissão, o papel de educador, gerando e transmitindo novos conhecimentos para a formação de novos profissionais e para a sociedade como um todo. Neste contexto, a formação do Biomédico deverá atender o sistema de saúde vigente no país, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contrarreferência e o trabalho em equipe. 1.4. Campo de atuação profissional De acordo com o Conselho Federal de Biomedicina (CFBM), órgão que regulamenta a profissão do Biomédico, ao final do Curso de Biomedicina, o discente egresso pode atuar em todos os níveis de atenção à saúde, nas seguintes áreas:

1. Análises clínicas: cuja competência é de executar a coleta e análise de materiais, o processamento de sangue, urina ou outros fluidos biológicos, suas sorologias, exames prétransfussionais, incluindo a análise de biologia molecular, sua interpretação, emissão e assinatura de laudos assumindo a responsabilidade técnica, assessorias e direção destas atividades, atuando em clínicas, hospitais e centros diagnósticos;

2. Citologia oncótica, exercendo coleta de material cérvico-vaginal, exceto a coleta de material por meio da técnica de Punção Biópsia Aspirativa por Agulha Fina (PAAF), e sua interpretação, exame citológico de raspados, aspirados e biópsias de lesões e cavidades corpóreas por meio das técnicas de imunohistoquímica e imunocitoquímica, referente ao diagnóstico citológico, atuando também em clínicas, hospitais e centros diagnósticos;

3. Genética e Biologia Molecular: realizando a extração de ácidos nucleicos para fins de identificação e caracterização de paternidade e patógenos na pesquisa básica, aplicada e no diagnóstico clínico, com competência para realizar exames de citogenética humana e genética humana molecular, realizando cultura celular, preparações citológicas e análises, elaborando e firmando os respectivos laudos e transmitindo os resultados dos exames laboratoriais a outros profissionais, como consultor, ou diretamente aos pacientes, como aconselhador genético, atuando também em clínicas especializadas de reprodução, hospitais e centros diagnósticos;

4. Reprodução humana: encarregando-se da identificação e classificação oocitária e embrionária, da manipulação de gametas e pré-embriões, do processamento seminal e do espermograma, da criopreservação seminal, e do Hatching atuando em clínicas especializadas de reprodução, hospitais e centros diagnósticos;

5. Análises ambientais: responsável pelas análises físico-químicas e microbiológicas para o saneamento do meio ambiente, atuando em empresas públicas ou privadas com foco na manutenção da qualidade do meio ambiente de forma que possa auxiliar na detecção de poluição do ar, água e solo, e consequentemente no tratamento da água e do esgoto;

6. Análises bromatológicas: encarregando-se das análises físico-químicas e microbiológicas para aferição da qualidade e contaminação de alimentos, desde a produção, coleta, transporte até o armazenamento, atuando em empresas do ramo alimentício ou emitindo laudos através de laboratórios especializados na análise de alimentos;

7. Banco de Sangue: com a competência para executar o processamento de sangue e suas sorologias; realizar exames pré e pós-transfusionais; processamento semi-industrial e industrial do sangue e correlatos e realizar todos os procedimentos técnicos de banco de sangue como transfusão, infusão de sangue, hemocomponentes e hemoderivados, estocagem, distribuição e aplicação do sangue, à exceção do ato transfusional - cuja responsabilidade técnica deve ficar a cargo de um médico especialista em hemoterapia e/ou hematologia - podendo ainda o Biomédico assumir chefias técnicas, assessorias e direção de unidades, atuando em hospitais, hemocentros e agências transfusionais;

8. Imagenologia: atuando em tomografia computadorizada, ressonância magnética, medicina nuclear, radioterapia e radiologia médica, excluída a interpretação de laudos, e novas tecnologias e aplicações, sejam aplicadas à área do diagnóstico por imagem e terapia, encarregando-se da operação de equipamentos, do desenvolvimento de novas técnicas e de protocolos de estudo, do gerenciamento de sistemas de armazenamento de imagens médicas de diagnóstico, atuando em clínicas, hospitais e centros diagnósticos;

9. Indústrias: atuando em áreas químicas e biológicas na elaboração de soros, vacinas, reagentes, atuando também na indústria de equipamentos e serviços ligados à engenharia biomédica, bem como no campo da informática médica, exercendo atividades no produto final dos estudos realizados, seja o conteúdo de dados ou armazenamento das imagens adquiridas;

10. Biomedicina estética: por meio do uso de biotecnologias e de procedimentos invasivos nãocirúrgicos como carboxiterapia, intradermoterapia capilar, corporal e facial, preenchimentos injetáveis e toxina botulínica, atuando em clínicas estéticas;

11. Acupuntura: por meio das técnicas de aplicação de agulhas seguindo a medicina tradicional chinesa, atuando em clínicas e hospitais;

12. Docência: nas áreas contempladas pela formação atuando tanto no ensino superior quanto no ensino básico e tecnológico.

13. Pesquisa: com a formação na área da saúde, o profissional Biomédico pode realizar pesquisas na área básica ou aplicada. É importante destacar que estão contempladas 32 habilitações para o profissional Biomédico, sendo elas: Acupuntura; Análise Ambiental; Análises Bromatológicas; Auditoria; Banco de Sangue; Biologia Molecular; Biomedicina Estética; Bioquímica; Citologia Oncótica; Docência e Pesquisa: Biofísica, Virologia, Fisiologia, Histologia Humana, Patologia; Embriologia e Psicobiologia; Farmacologia; Fisiologia do Esporte e da Prática do Exercício Físico; Genética; Gestão das Tecnologias de Saúde; Hematologia; Histotecnologia Clínica; Imagenologia; Imunologia; Informática de Saúde; Microbiologia; Microbiologia dos Alimentos; Monitoramento Neurofisiológico Transoperatório; Parasitologia; Patologia Clínica (Análises Clínicas); Perfusão Extracorpórea; Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS); Radiologia; Reprodução Humana; Sanitarista; Saúde Pública; Toxicologia

2. CARACTERÍSTICAS REGIONAIS 2.1. Aspectos demográficos, econômicos e socioculturais da Paraíba O estado da Paraíba, capital João Pessoa, possui uma área de 56.467,242 km2, correspondendo a aproximadamente 0,7% do território nacional, sendo o 21º maior estado brasileiro entre os 27 estados e o Distrito Federal, situa-se no leste da região nordeste do Brasil e faz limite com três estados: Rio Grande do Norte (norte), Pernambuco (sul) e Ceará (oeste), além do Oceano Atlântico (leste). Dentro da Região Nordeste, o estado da Paraíba ocupa a 6ª posição em extensão territorial entre os nove estados da região. “Cerca de 90% de seu território está localizado na região Semiárida nordestina ou área denominada Polígono das Secas” (IDEME, 2008 apud IPEA, 2012, p. 8). Geograficamente, o estado da Paraíba é composto por 223 municípios, que de acordo com o

novo quadro regional Brasileiro elaborado e adotado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2017, abarca 15 regiões geográficas imediatas divididas em 04 regiões geográficas intermediárias (João Pessoa, Campina Grande, Patos e Sousa-Cajazeiras): Quadro 1 – Divisão do estado da Paraíba por Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Geográficas Intermediárias - 2017 Região Geográfica Número de Municípios por Região Geográfica Imediata Intermediária Região Geográfica João Pessoa 63 João Pessoa 22 Guarabira 26 Mamanguape – Rio tinto 10 Itabaiana 5 Campina Grande 72 Campina Grande 47 Cuité – Nova Floresta 10 Monteiro 7 Sumé 8 Patos 63 Patos 26 Itaporanga 15 Catolé do Rocha – São Bento 10 Pombal 7 Princesa Isabel 5 Sousa-Cajazeiras 25 Sousa 13 Cajazeiras 12 TOTAL: 223 Fonte: Divisão regional do Brasil em regiões imediatas e regiões geográficas intermediárias: 2017 Conforme o último censo brasileiro de 2010, a população do estado da Paraíba era de 3.766.528 habitantes, com estimativa de 4.059.905 pessoas para 2021, ocupando assim a 13ª posição brasileira quanto ao tamanho da população. A população da Paraíba reside predominantemente em área urbana, 2.838.678 (75%) habitantes, enquanto 927.850 (25%) pessoas residem em áreas rurais, colocando a Paraíba quanto à situação domiciliar respectivamente na 14ª e 12ª posições na classificação nacional. No que se refere à densidade demográfica a Paraíba ocupa a 8ª posição nacional com uma densidade de 66,70 hab/km² (IBGE, 2021). A economia da Paraíba, conforme publicação do Sistema de Contas Regionais: Brasil 2018 (IBGE, 2020), apresentou em 2018 um PIB de R$ 64,374 bilhões de reais, colocando o estado na 19ª posição entre as unidades da federação em relação à participação no PIB do País. No período 2010-2018 o crescimento acumulado do PIB paraibano foi de 14,2%, ficando acima dos acumulados do Brasil (5,6%) e do Nordeste (8,4%), posicionado o estado em 3º lugar regionalmente e 10º no país acerca do crescimento acumulado do PIB. O PIB per capita paraibano cresceu nominalmente 3,9%, saindo de R$ 15.498 reais em 2017 (PARAÍBA, 2019) para R$ 16.108 em 2018 (PARAÍBA, 2020). Conforme dados on-line do Sistema de Contas Regionais (SCR) do IBGE (IBGE, 2021), podese perceber que a economia paraibana é baseada no setor de Comércio e Serviços na atualidade, que foi responsável por aproximadamente 71,2% do PIB paraibano em 2018, seguido pela indústria com 13,7%, a agropecuária correspondeu a 3,5% e os impostos/subsídios corresponderam a 11,1% do PIB. A seguir se apresenta mais detalhadamente a composição das mencionadas porcentagens com os respectivos valores base constantes no SCR/IBGE: Quadro 2 – Composição do PIB da Paraíba em 2018 conforme dados do Sistema de Contas

Regionais/IBGE COMPOSIÇÃO DO PIB DA PARAÍBA EM 2018 - SCR/IBGE PIB A PREÇOS CORRENTES PIB PER CAPITA VALOR ADICIONADO BRUTO A PREÇOS CORRENTES

Valor (x 1000000) R $ 64.374 16.107,51 57.209

2.264

(%) do PIB 3,52%

982

1,53%

ATIVIDADE ECONÔMICA Agropecuária AGRICULTURA, INCLUSIVE O APOIO À AGRICULTURA E A PÓS-COLHEITA PECUÁRIA, INCLUSIVE APOIO À PECUÁRIA PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQUICULTURA Indústria CONSTRUÇÃO ELETRICIDADE E GÁS, ÁGUA, ESGOTO, ATIVIDADES DE GESTÃO DE RESÍDUOS E DESCONTAMINAÇÃO INDÚSTRIAS EXTRATIVAS INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO Serviços ADMINISTRAÇÃO, DEFESA, EDUCAÇÃO E SAÚDE PÚBLICAS E SEGURIDADE SOCIAL ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS, CIENTÍFICAS E TÉCNICAS, ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES ARTES, CULTURA, ESPORTE E RECREAÇÃO E OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS EDUCAÇÃO E SAÚDE PRIVADAS INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SERVIÇOS DOMÉSTICOS TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E CORREIO Tributação IMPOSTOS SOBRE PRODUTOS, LÍQUIDOS DE SUBSÍDIOS, A PREÇOS CORRENTES Fonte: IBGE – Cidades@/Pesquisas/Sistema de Contas Regionais (ano referência 2018)

859 1,33% 423 0,66% 8.850 13,75% 2.840 4,41% 2.113

3,28%

162 0,25% 3735 5,80% 46.095 71,60% 19.227

29,87%

1.849

2,87%

2.220

3,45%

5.795

9,00%

2.924

4,54%

1.005

1,56%

7.608

11,82%

2.042 3,17% 1.035 1,61% 895 1,39% 1.495 2,32% 7.164 11,13% 7.164

11,13%

O PIB é um indicador macroeconômico que busca quantificar a atividade econômica de uma região com foco no desenvolvimento econômico. Durante muito tempo foi hegemônico como medida de desenvolvimento. Porém em 1990, a publicação do Primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, apresentou o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) como indicador de desenvolvimento alternativo ao PIB. [...] idealizado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq e com a colaboração e inspiração no pensamento do economista Amartya Sem [...]O

IDH obteve grande repercussão mundial devido principalmente à sua simplicidade, fácil compreensão e pela forma mais holística e abrangente de mensurar o desenvolvimento. Transformando em um único número a complexidade de três importantes dimensões, o IDH tornou-se uma forma de compreensão e fomento da discussão e reflexão ampla sobre o significado de desenvolvimento humano para a sociedade. (PNUD, 2013 p. 14) Nesta perspectiva, o IDH1 da população paraibana, de acordo com o Censo de 2010, foi de 0,658, o que coloca o estado numa classificação de médio desenvolvimento humano (0,555-0,699). No cenário nacional, a Paraíba ocuparia a 23ª posição em relação ao IDH e a 6ª posição dentro da região Nordeste. (IBGE, 2021). Porém, o IDH é um índice global, em 2013 foi lançada a primeira versão da plataforma do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (AtlasBR) e com o intuito de obter um valor mais ajustado à realidade brasileira, o PNUD Brasil, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e a Fundação João Pinheiro (JFP) adaptaram a metodologia do IDH global para calcular o IDH Municipal (IDHM) 2 dos municípios brasileiros a partir de dados extraídos do Censos Demográficos, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE e de registros administrativos com fontes variadas (ATLASBR, 2021). De acordo com o AtlasBR (2021), o estado da Paraíba apresentou em 2017 um IDHM de 0,722, que coloca o estado na faixa de alto desenvolvimento humano municipal (0,700-0,799) e na 19ª posição na classificação nacional. Ao analisar o IDH calculado no Censo 2010 e o IDHM de 2017 ambos apresentados pelo AltasBr, e considerando o lapso temporal entre 2010 e 2017, pode-se inferir que o estado da Paraíba vem lentamente melhorando seu nível de desenvolvimento humano. Na dimensão longevidade, a população paraibana apresentou segundo o AtlasBR (2021) em 2017, um IDHM Longevidade de 0,81 e uma esperança de vida ao nascer de 73,53 anos, já em 2010 os valores foram respectivamente 0,78 e 72,00 anos, o que indica uma sutil evolução de 2010 a 2017. Segundo projeções do IBGE (2021) a expectativa de vida ao nascer para 2020 e 2021 seria respectivamente 74,36 anos e 74,62 anos. A taxa de mortalidade infantil, conforme apresentado pelo IBGE (2021) foi de 14,48 óbitos por mil nascidos vivos em 2010, caindo para 13,29 em 2017 e atingindo 13,03 óbitos por mil nascidos vivos em 2019, com base na pequena diferença entre as taxas apontadas, pode-se supor que a mortalidade infantil na Paraíba permaneceu sem variação significativa desde 2010. Considerando a taxa de envelhecimento, a Paraíba passou de 8,53 em 2010 para 10,85% em 2017, o que significa predominância de uma população idosa crescente com o passar dos anos (ATLASBR, 2021). Na dimensão renda, conforme o AtlasBR (2021) em 2017, o estado da Paraíba apresentou um IDHM Renda de 0,69 e uma renda per capita de R$ 601,57 reais, em relação a 2010 a população paraibana apresentou um IDHM Renda de 0,656 e renda per capita de R$ 474,94. Em relação ao nível de concentração de renda, medido pelo indicador de Gini3, a Paraíba apresentou um índice de 0,61 em 2010 e 0,56 em 2017 (ATLASBR, 2021), o que significa uma menor concentração da renda em 2017 com relação a 2010. Na dimensão educação, o AtlasBr (2021) aponta que a Paraíba apresentou um IDHM Educação de 0,67 em 2017, com relação a 2010 o índice calculado foi de 0,555. Esse indicador tem por base a escolaridade da população adulta e o fluxo escolar da população jovem (PNUD, 2013 p. 32) Quanto à escolaridade da população adulta, conforme computado pelo AtlasBr (2021), no ano de 2017, a taxa de analfabetismo da população com 25 anos ou mais foi de 20,96%, os que tinham o ensino fundamental completo correspondiam a 48,19%, os que possuíam ensino médio completo 38,13%, e apenas 11,92% da população possuíam escolaridade de nível superior completo. No que se refere ao fluxo escolar da população jovem, há três aspectos levados em consideração no cálculo do IDHM Educação: 1) expectativa de anos de estudo; 2) defasagem, distorção e evasão; 3) 1 O índice de desenvolvimento humano (IDH) é um indicado global, criado em 1990 pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) que resume em um número variável entre 0 e 1, três dimensões: longevidade da população (saúde), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). 2 O Índice de Desenvolvimento dos Municípios brasileiros segue as mesmas três dimensões do IDH global (saúde, educação e renda), mas possui uma metodologia adaptada às bases de dados dos Censos Demográficos brasileiros e outros indicadores nacionais disponíveis. 3 Criado pelo matemático italiano Conrado Gini, o indicador de Gini é usado para medir o grau de concentração de renda. Numericamente, varia de 0 a 1, sendo que 0 (zero) representa a situação de total igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda, e o valor 1 significa completa desigualdade de renda, ou seja, se uma só pessoa detém toda a renda do lugar.

adequação idade-série. No que concerne à expectativa de anos de estudo, ao atingir 18 anos de idade a média de anos de estudos completados por uma criança que inicia sua vida escolar4 em 2017 será de 6,85 anos, em relação a 2012 a quantidade de anos estimada foi de 5,81 anos (ATLASBR, 2021). Assim, de 2012 à 2017 ocorreu o acréscimo de 1 ano a média deste indicado, representando uma sutil melhora na expectativa de anos de estudo da população paraibana. No aspecto defasagem, distorção e evasão, 78,30% a população de 6 a 17 anos que estava cursando o ensino básico regular em 2012, apresentava uma defasagem com menos de 2 anos quanto a idade-série. Em 2017 esse percentual foi de 83,56%. Para o ensino médio a taxa de distorção idade-série foi de 35,00% em 2013, passando para 35,10% em 2017. Em 2014 a evasão escolar no ensino fundamental paraibano foi de 5,50% e de 12,40% para o ensino médio. (ATLASBR, 2021). Conforme dados computados pela AtlasBr (2021) a partir dos dados do Censo Demográfico, a adequação idade-série em 2010 para a população paraibana apresentou os seguintes percentuais: crianças de 5 a 6 anos 94,13%; crianças de 11 a 13 anos nos anos finais do ensino fundamental era 81,67%; jovens de 15 a 17 anos com fundamental completo 44,85%; jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo 32,88%. Utilizando dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contína (PNADC) realizada pelo IBGE, para 2017 a adequação idade-série obteve os seguintes percentuais: crianças de 5 a 6 anos na escola 98,12%; crianças de 11 a 13 anos nos anos finais do ensino fundamental era 92,91%; jovens de 15 a 17 anos com fundamental completo 58,80%; jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo 54,36%. Considerando os percentuais de 2010 e 2017, percebe-se uma melhora na adequação idadeserie em relação ao ensino fundamental na Paraíba. No que concerne ainda à dimensão educação, hierarquizando em ordem decrescente o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) calculado pelo INEP para cada estado brasileiro e o Distrito Federal, a Paraíba apresenta os índices e posicionamentos dispostos abaixo: Quadro 3 - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - Paraíba 2019/Projeção 2021/Ranqueamento IDEB 2019 RESULTADO PROJEÇÃO RANQUE RANQUE NÍVEL ESCOLAR 2019 2021 NACIONAL REGIONAL Ensino Fundamental Regular 5,4 5,3 21º 5º - Anos Iniciais Ensino Fundamental Regular 4,3 4,8 20º 5º - Anos Finais Ensino Médio Regular 4,0 4,8 14º 3º Fonte: INEP - Áreas de Atuação/Pesquisas Estatísticas e Indicadores Educacionais/Ideb Pelos índices apontados, a Paraíba encontra-se medianamente posicionada regional e nacionalmente quanto ao ensino médio regular, contudo quanto ao ensino fundamental regular a Paraíba precisa melhorar seu índice de desenvolvimento educacional. No que concerne à educação de nível superior, conforme o AtlasBR (2021), baseado em informações da PNAD Contínua, considerando-se a população de 25 anos ou mais de idade, o estado da Paraíba em 2017 possuía 11,92% com formação superior completa e 26,21% com superior incompleto, o que resulta em um percentual estimado total de que 38,13% da população obteve alguma forma de acesso à educação superior. Conforme dados da Sinopse Estatística da Educação Superior, organizada pelo INEP a partir da consolidação dos dados coletados pelo CENSUP5 2019 (INEP 2020), a Paraíba, conta com o seguinte número de instituições de ensino superior (IES): Quadro 4 - Número de IES no estado da Paraíba - 2019. UNIDADE DA FEDERAÇÃO / INSTITUIÇÕES 4 A idade de 6 anos é recomendada para ingresso no 1º ano do ensino fundamental. 5 Censo da Educação Superior, realizado pelo INEP anualmente.

CATEGORIA ADMINISTRATIVA

Total Geral Total

Paraíb 47 a Pública 4 Federal 3 Estadual 1 Municipal Privada 43 Fonte: CENSUP 2019 (INEP 2020)

Capital

Interio r

26

21

2 2 24

2 1 1 19

De acordo com os dados a acima, a rede privada de ensino corresponde a 91% das instituições de ensino superior que atuam no estado enquanto 9% correspondem a instituições públicas. A partir dessa discrepância pode-se que a rede pública de ensino superior tem uma importância ínfima no cenário educacional, entretanto, ao consultar os totais de matrículas em cursos de graduação em IES da Paraíba, tem-se os seguintes resultados apresentados pelo CENSUP 2019:

Quadro 5 - Matrículas em Cursos de Graduação Presenciais e a Distância de IES no estado da Paraíba – 2019. MATRÍCULAS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO UNIDADE DA FEDERAÇÃO / PRESENCIAIS E A DISTÂNCIA CATEGORIA Total Geral ADMINISTRATIVA Bacharelad Licenciatur Total Tecnólogo o a Paraíba 163.324 114.488 32.752 16.084 Pública 71.827 42.416 24.280 5.131 Federal 52.099 32.336 14.632 5.131 Estadual 19.728 10.080 9.648 Municipal Privada 91.497 72.072 8.472 10.953 Fonte: CENSUP 2019 (INEP 2020) Percebe-se, então, que as quatro instituições públicas de ensino superior presentes no estado abarcaram em 2019, 44% das matrículas em cursos de graduação, o que por si já revela o peso e importância destas instituições na rede de ensino superior do estado. Estas instituições são: Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Consultando a divulgação dos resultados do CENSUP 2019 realizada pelo INEP (2020a, p. 28), apenas em três estados da federação ainda há mais alunos matriculados em cursos de nível superior na rede pública do que na rede privada, entre eles, consta o estado da Paraíba com uma razão de 0,9. Focando no número de matrículas em cursos de graduação presencial, conforme dados compilados a partir do CENSUP 2019, para as instituições mencionadas, tem-se o seguinte: Quadro 6 - Matrículas em cursos de graduação presenciais em IES públicas na Paraíba - 2019. MATRÍCULAS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO UNIDADE DA FEDERAÇÃO / INSTITUIÇÃO PÚBLICA PRESENCIAIS TOTAL (%)

Paraíba 68.231 UEPB - Universidade Estadual da Paraíba 19.025 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da IFPB 8.044 Paraíba UFCG - Universidade Federal de Campina Grande 16.132 UFPB - Universidade Federal da Paraíba 25.030 Fonte: CENSUP 2019 (INEP 2020)

100% 28% 12% 24% 37%

Nesse recorte, a UFPB em 2019 aportou 37% das matrículas em cursos de graduação presencial entre as IES públicas do estado, desempenhando assim, um papel preponderante em ofertar a população um ensino público, gratuito e de qualidade, contribuindo para formação profissional e elevação da escolaridade da população em geral em longo prazo. Vale lembrar que a existência de mão de obra qualificada permeia um processo de desenvolvimento econômico de longo prazo e a literatura econômica mostra que as diferenças nos níveis de renda per capita entre os estados no Brasil são explicadas, em boa medida, pelas diferenças interestaduais nos níveis de escolaridade (AZZONI et al, 2000, apud IPEA, 2012, p. 16) Na Paraíba, no que se refere à formação em Biomedicina, consultando os dados da Sinopse Estatística da Educação Superior, organizada pelo INEP a partir da consolidação dos dados coletados pelo CENSUP 2019 (INEP 2020b), o estado da Paraíba possuía em 2019, 10 cursos de Biomedicina, dos quais apenas 01 pertence à rede publica de ensino. Em 2021, segundo consta no portal e-MEC, a Paraíba conta com 09 cursos presenciais de Biomedicina em atividade, dos quais 08 são ofertados por instituições privadas, sendo o curso de Biomedicina da UFPB o único no estado da Paraíba ofertado por uma instituição pública de ensino superior (MEC, 2021). 2.2. Munícipio de João Pessoa Capital do estado da Paraíba e município sede do Campus I da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, com PIB per capita de R$ 25.768,09 em 2019; com população estimada para 2021 de 825.796 pessoas, apresentou no último censo [2010] uma população de 723.515 pessoas, com área territorial de 210.044 km², sua densidade demográfica foi de 3.421,28 hab/km². Em comparação com os demais municípios do Brasil quanto ao tamanho da população, ocupa a 1ª posição no estado da Paraíba e a 24ª posição nacional. (IBGE 2021). Figura 1 - Localização do Município de João Pessoa no mapa do Estado da Paraíba

Fonte: IBGE https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/pb/joaopessoa.html Conforme AtlasBR (2021), a cidade de João Pessoa apresenta um IDHM de 0,763 o que a coloca na faixa de alto desenvolvimento humano municipal, no quadro a seguir estão apresentados o IDHM global e os respectivos subíndices nas dimensões Longevidade, Educação e Renda, computados partir dos dados do Censo 2010:

Quadro 7 - IDHM e seus indicadores no município - João Pessoa/PB - 2000 e 2010 Total 2000 2010 IDHM 0,644 0,763 IDHM Educação 0,523 0,693 52,59 66,25 % de 18 anos ou mais de idade com ensino fundamental completo 73,35 84,53 % de 4 a 5 anos na escola % de 11 a 13 anos de idade nos anos finais do ensino fundamental ou com ensino 58,12 85,46 fundamental completo 37,57 57,48 % de 15 a 17 anos de idade com ensino fundamental completo 27,26 47,88 % de 18 a 20 anos de idade com ensino médio completo IDHM Longevidade 0,720 0,832 Esperança de vida ao nascer 68,22 74,89 IDHM Renda 0,710 0,770 Renda per capita 662,85 964,82 Elaboração: PNUD, Ipea e FJP. Fonte: Censos Demográficos (2000 e 2010). Fonte: Atlas 2010 Disponível em http://www.atlasbrasil.org.br/perfil/municipio/250750#idhm-all INDICADORES IDHM

De acordo com os dados apresentados acima, o munícipio de João Pessoa progrediu quanto IDHM municipal. Resumindo as informações disponibilizadas pelo AtlasBR (2021) podemos traçar o seguinte perfil para a população de João Pessoa: Entre 2013 e 2017, a população do município cresceu 5,46%, passando de 769.607 para 811.598 pessoas, apresentou uma razão de dependência de 49,77% e taxa de envelhecimento de 6,96%; Na dimensão renda, entre 2000 e 2010, houve um crescimento na renda per capta mensal do município de João Pessoa, de R$ 662,82 em 2000 chegou a R$ 964,82 em 2010. Contudo, 3,48% da população estava na faixa de extrema pobreza em 2010 (renda domiciliar per capta mensal inferior a R$ 70,00), 11,59% na linha da pobreza (renda domiciliar per capta mensal inferior a R$ 140,00) e 30,30% vulneráveis a pobreza (renda domiciliar per capta mensal inferior a R$ 255,00). Na área da educação, a adequação idade-série em 2010 para crianças de 5 a 6 anos na escola foi de 92,59% e de 47,88% para jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo, a defasagem para a população de 6 a 17 no ensino básico regular passou de 71,72% em 2000 para 83,72% em 2010, a distorção idade-série no ensino médio do município saiu de 27,10% em 2016 para em 2017 e a taxa de evasão passou de 9,90% em 2013 para 11,50% em 2014. No ensino fundamental a taxa de evasão foi de 4% em 2013 e 11,50% em 2014. A expectativa de anos de estudo da população em idade escolar, passou de 9,06 anos em 2000 para 9,87 anos em 2010. Quanto a escolaridade da população adulta de João Pessoa com 25 anos ou mais de idade em 2010, 9,98% eram analfabetas, 63,49% tinham o ensino fundamental completo, 49,91% possuíam o ensino médio completo e 18,61%, o superior completo. Considerando a dimensão saúde do IDHM, a esperança de vida passou de 68,22 anos em 2000 para 74,89 anos em 2010; A taxa de mortalidade infantil (crianças com menos de um ano de idade) passou de 40,40 por mil nascidos vivos em 2000 para 16,44 por mil nascidos vivos em 2010; A taxa bruta de mortalidade foi de 6,19 em 2017. Focando nas políticas e estabelecimentos públicos de saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem na Atenção Básica, também denominada de forma equivalente como Atenção Primária à Saúde, sua porta de entrada. Conforme o Art 2 da Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017 que “aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)” (BRASIL, 2017), a Atenção Básica é definida como:

Art.2º A Atenção Básica é o conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e vigilância em saúde, desenvolvida por meio de práticas de cuidado integrado e gestão qualificada, realizada com equipe multiprofissional e dirigida à população em

território definido, sobre as quais as equipes assumem responsabilidade sanitária. (BRASIL, 2017) Nesta perspectiva, as Unidade de Saúde da Família (USF) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) são as estruturas principais de oferta das ações e serviços da Atenção Básica:

Art. 6º Os estabelecimentos de saúde que ofertem ações e serviços de Atenção Primária à Saúde, no âmbito do SUS, de acordo com o Anexo XXII, serão denominados:

I - Unidade Básica de Saúde (UBS): estabelecimento que não possui equipe de Saúde da Família;

II - Unidade de Saúde da Família (USF): estabelecimento com pelo menos 1 (uma) equipe de Saúde da Família, que possui funcionamento com carga horária mínima de 40 horas semanais, no mínimo 5 (cinco) dias da semana e nos 12 meses do ano, possibilitando acesso facilitado à população.

Parágrafo único. As USF e UBS são consideradas potenciais espaços de educação, formação de recursos humanos, pesquisa, ensino em serviço, inovação e avaliação tecnológica para a RAS.6 (NR) (BRASIL, 2020) Ligada a prefeitura Municipal de João Pessoa, a Secretária Municipal de Saúde (SMS) é responsável pela gestão plena do Sistema Único de Saúde (SUS) no âmbito municipal, sendo igualmente responsável por formular e implantar políticas, programas e projetos que promovam uma saúde de qualidade ao usuário do SUS. (SMS, 2022). A principal política adotada pela SMS, na atual gestão, é a Educação Permanente em Saúde (EPS), que consiste num movimento de transformação das práticas do setor, através do comprometimento de gestores, trabalhadores, instituições formadoras, usuários do SUS e movimentos sociais, que atuam na identificação de problemas e na cooperação para a resolução dos mesmos, visando a integralidade da Atenção e a reestruturação do SUS municipal. (SMS, 2022) Como forma de organização para realização das políticas públicas de saúde e garantir à população acesso aos erviços básicos, especializados e a assistência hospitalar, o município de João Pessoa está dividido em cinco Distritos Sanitários distribuídos pelos bairros de João Pessoa através das Unidades de Saúde Familiar (USF): Quadro 8 - USFs dos Distritos Sanitários de João Pessoa DISTRITO SANITÁRIO I USF Saúde e Vida Integrada; USF Costa e Silva Integrada; USF Bairro das Indústrias III – Cidade Verde I; USF Bairro das Indústrias III – Cidade Verde II; USF Bairro das Indústrias III – Cidade Verde III; USF Bairro das Indústrias IV – Padre Ibiapina; USF Bairro das Indústrias – Anayde Beiriz; USF Mumbaba; USF Bairro das Indústrias I e II Integrada; USF Jardim Saúde Integrada; USF Vieira Diniz Integrada; USF Cruz das Armas III; USF Cruz das Armas IV; USF Cruz das Armas V; USF Cruz das Armas VI; USF Cruz das Armas VII; USF Cruz das Armas IX; USF Cruz das Armas Integrada; USF Jardim Planalto I e II Integrada; USF Funcionários I – 1ª Etapa; USF Funcionários I – 2ª Etapa; USF Jardim Guaíba; USF Bairro dos Novaes I; USF Bairro dos Novaes VI; USF Para Todos Integrada; USF Nova Conquista Integrada; USF Alto do Mateus I; USF Alto do Mateus VI DISTRITO SANITÁRIO II USF Unindo Vidas; USF Cuiá; USF Espaço Saúde; USF Funcionários II (2ª Etapa); USF Estação Saúde; USF Geisel III – Saúde em Ação; USF Grotão I, II e III; USF Funcionários III; USF Integrando Vidas; USF Colinas do Sul II; USF Maria de Nazaré; USF Mudança de Vida I, II, III e IV; USF Qualidade de Vida; USF Rangel I; USF Rangel VII; USF Riacho Doce; USF Vila Saúde 6

Rede de Atenção à Saúde.

DISTRITO SANITÁRIO III USF Caminho do Sol Integrada; USF Cidade Verde Integrada; USF Ipiranga Integrada; USF José Américo Integrada; USF Mangabeira Integrada; USF Aliança Integrada; USF Nova Esperança Integrada; USF Nova União Integrada; USF Quatro Estações Integrada; USF Rosa de Fátima Integrada; USF Valentina Integrada; USF Verdes Mares Integrada; USF Paratibe II; USF Parque do Sol; USF Doce Mãe de Deus; USF José Américo I; USF Colibris I; USF Colibris II DISTRITO SANITÁRIO IV USF Alto do Céu I; USF Alto do Céu II; USF Alto do Céu III, IV, V e VI Integrada; USF Mandacaru VII; USF Mandacaru VIII; USF Mandacaru IX; USF Bairro dos Ipês; USF Cordão Encarnado I; USF Cordão Encarnado II; USF Distrito Mecânico I e II Integrada; USF Ilha do Bispo I e II Integrada; USF Matinha I; USF Matinha II; USF Paulo Afonso; USF Roger I e II; USF Roger III; USF Tambiá; USF Varadouro I e II; USF Viver Bem I, II, III e IV DISTRITO SANITÁRIO V USF Eucalipto; USF Água Fria; USF Altiplano I e II Integrada; USF Bancários / Aldeia SOS; USF Bessa I e II e Noite; USF Castelo Branco III / Santa Clara Integrada; USF Castelo Branco I; USF Cidade Recreio; USF Jardim Miramar I; USF Tito Silva; USF Penha; USF Padre Hilton Bandeira; USF Timbó I; USF Timbó II; USF Torre I; USF Torre II e III; USF São José I, II, III e IV e USF Maria Luiza Targino Integrada; USF São Rafael; UBS Maria Luiza Targino Fonte: Compilado a partir da Carta de Serviço ao Usuário da Secretária Municipal de João Pessoa (SMS, 2019)

O Distrito Sanitário “compreende uma área geográfica que comporta uma população com características epidemiológicas e sociais e suas necessidades, e os recursos de saúde para atendê-la.” (ALMEIDA; CASTRO; VIEIRA, 1998). Deste modo, o profissional biomédico de formação generalista pode contribuir de forma fundamental na revisão e melhoria das políticas públicas aplicadas nos distritos sanitários municipais. Considerando possíveis campos de atuação do profissional biomédico na rede de média e alta complexidades do SUS no município de João Pessoa, podemos destacar a rede hospitalar municipal: Quadro 9 - Rede hospitalar pública municipal de João Pessoa HOSPITAL MUNICIPAL SANTA ISABEL (HMSI) O HMSI conta com uma capacidade instalada de 101 leitos cadastrados SUS, sendo 49 leitos em clínica cirúrgica, 30 leitos em clínica médica, 22 leitos em Cardiologia, 06 leitos de UTI Coronariana, 10 leitos de UTI adulto e 09 leitos de isolamento. Conta ainda com 08 leitos de observação na Urgência Cardiológica. Ambulatório em diversas especialidades; Realização de Cirurgias eletivas; Serviço de Cardiologia Especializado; Laboratório de Análises Clínicas para pacientes internos. Exames de imagens; USG, RaiosX, ECG; É o Hospital, é referência em cirurgia plástica reparadora de mulheres vítimas de violência. O Hospital Municipal Santa Isabel é referência em diversas especialidades e realiza cirurgias eletivas de média e alta complexidade. Tem como público-alvo os adultos.¹ HOSPITAL MUNICIPAL VALENTINA (HMVF) O Hospital Municipal do Valentina atende crianças e adolescentes abaixo de 16 anos, sendo referência de assistência infantil na rede de urgência e emergência. Realiza atendimento pediátrico desde casos de menor complexidade até patologias mais graves, além de atendimentos de urgência e emergência pediátrica, com disponibilidade de internações para tratamento clínico e assistência em terapia intensiva na Linha de Cuidado de Assistência à Criança. A população conta com uma equipe multiprofissional, formada por médicos intensivistas, pediatras, anestesiologistas, psiquiatra, otorrinolaringologista, médico regulador, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, farmacêuticos, bioquímicos, odontólogo, nutricionista, entre outros. O hospital possui 70 leitos, incluindo leitos de internação, pronto-atendimento, isolamento, pós-operatório e Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica.¹ INSTITUTO CÂNDIDA VARGAS (ICV) Referência na Iniciativa Hospital Amigo da Criança, o Instituto Cândida Vargas (ICV) é um serviço especializado para gestantes, puérperas e recém-nascidos. A maternidade vem construindo um novo modelo de atenção ao parto e nascimento, baseados na humanização do cuidado à saúde da mulher e do recémnascido. Oferta serviço especializado de média e alta complexidade em atenção obstetrícia e neonatal; atendimento de urgência e emergência obstétrica e ginecológica; pré-natal de gestantes de alto risco,

planejamento familiar; serviço de referência para adolescentes e mulheres em situação de violência sexual; serviço social; atendimento psicológico; serviço de cardiologia; exames laboratoriais e ultrassonografia.¹ ORTOTRAUMA - COMPLEXO HOSPITALAR GOVERNADOR TARCÍSIO BURITY O Complexo Hospitalar de Mangabeira Governador Tarcísio de Miranda Burity (Ortotrauma) é uma unidade de urgência e emergência com referência em ortotraumatologia. Realiza serviços de imagem em pacientes internos e regulados: Tomografia computadorizada, Raios-X, Ultrassonografia, e Colonoscopia, Endoscopia; Realiza serviço ambulatorial em fisioterapia e acupuntura; para egressos de cirurgia em ortopedia e traumatologia, cirurgia geral e urológica, através da Regulação; É um hospital com capacidade instalada; 186 leitos, sendo 104 de ortopedia, 10 cirurgia geral, 30 leitos de clínica médica, 04 saúde mental, 10 psiquiatria, 04 diagnostico terapêutico e 04 isolamentos; Dispõe de UTI geral, com 08 leitos; 08 salas de cirurgias; 04 leitos para custodiado; ambulatório de ortopedia para o retorno dos usuários de cirurgias e consultas especializadas.¹ HOSPITAL PRONTOVIDA Hospital de tipo geral com instalações para atendimentos de urgência, emergência e ambulatorial. Desempenha atividades de média e alta complexidade clínica. Conta com serviços especializados próprios de SERVICO DE DIAGNOSTICO DE LABORATORIO CLINICO; SERVICO DE DIAGNOSTICO POR IMAGEM, SERVICO DE DIAGNOSTICO POR METODOS GRAFICOS DINAMICOS, SERVICO DE FARMACIA, SERVICO DE FISIOTERAPIA, SERVICO DE VIGILANCIA EM SAUDE.² Fonte: ¹Informações extraídas Carta de Serviço ao Usuário da Secretária Municipal de João Pessoa (SMS, 2019); ² Informações extraídas do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde no endereço eletrônico: http://cnes2.datasus.gov.br/Mod_Conj_Informacoes.asp?VCo_Unidade=2507500147907 Acesso 23 de fevereiro de 2022

Ainda no âmbito dos serviços prestados pela gestão pública municipal de João Pessoa, o profissional biomédico pode ser estrategicamente inserido nos seguintes setores: Quadro 10 - Outros Serviços de saúde do município de João Pessoa nos quais biomédicos podem ser estrategicamente inseridos CENTRO REGIONAL DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR (CEREST) Consulta de profissionais de nível superior na atenção especializada (exceto médico); Consulta médica especializada em saúde do trabalhador, incluindo história ocupacional, análise clínica e, se possível, a confirmação da relação com o trabalho (nexo causal); Acompanhamento de paciente portador de agravos relacionados ao trabalho; Acompanhamento de paciente portador de sequelas relacionadas ao trabalho; Emissão de parecer sobre nexo causal; Notificação de causas externas e agravos relacionados ao trabalho; Inspeção sanitária em Saúde do Trabalhador; Atividades educativas com relação à temática saúde, doença, ambiente e trabalho; Identificar o perfil de saúde da população trabalhadora caracterizando o território, o perfil social, econômico e ambiental dessa população; Realizar levantamentos, monitoramentos de risco à saúde dos trabalhadores e de populações expostas, acompanhamento e registro de casos, inquéritos epidemiológicos e estudos da situação de saúde a partir dos territórios; Caracterizar os perfis de morbidade e mortalidade e sua relação com os ambientes e processos de trabalho, condicionantes ambientais e outro; Analisar a situação de saúde dos trabalhadores, identificando as situações de maior gravidade, lacunas e prioridades para o planejamento das intervenções.¹ CENTRO DE TESTAGEM E ACONSELHAMENTO/SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA ESPECIALIZADA (CTA/ SAE) O Serviço de Assistência Especializada em HIV/AIDS e Centro de Testagem e Aconselhamento em ISTs (SAE – CTA) é referência no atendimento e acompanhamento às pessoas com infecções sexualmente transmissíveis e vivendo com HIV/AIDS no município de João Pessoa. Oferece uma assistência holística e sigilosa, por meio de uma equipe multiprofissional formada por: médicos infectologistas, urologistas, clínicos gerais, enfermeiros, técnicos em enfermagem, assistentes sociais, psicólogos, biólogos e farmacêuticos.¹ CENTRO DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE EQUILÍBRIO DO SER As práticas integrativas e complementares à saúde são atividades e terapias que buscam estimular a prevenção e recuperação da saúde de forma natural, sem a necessidade da medicação, através da integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. A Rede Municipal de Saúde conta com três Centros de Práticas Integrativas e Complementares:¹ LABORATÓRIO CENTRAL (LACEN) Laboratório de patologias clínicas da Paraíba, realiza exames de baixa, média e alta complexidade,

auxiliando os profissionais na prevenção e tratamento das doenças na população de João Pessoa e Municípios pactuados.² GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA-PB A Vigilância Sanitária é “um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde” (Lei Orgânica da Saúde – Lei 8.080 de 19/09/1990, Art. 6º Inciso I). [...] A garantia do controle da qualidade de produtos e serviços estabelece os parâmetros para a tomada de decisão no âmbito da vigilância sanitária, aliando o conhecimento epidemiológico na avaliação dos riscos e danos que possam interferir na saúde do indivíduo.³ Fonte: ¹Informações extraídas da Carta de Serviço ao Usuário da Secretária Municipal de João Pessoa (SMS, 2019); ²Site do LACEN do município de João pessoa http://www.lacen.joaopessoa.pb.gov.br/; ³ Antigo Portal da Prefeitura Municipal de João Pessoa: http://antigo.joaopessoa.pb.gov.br/secretarias/saude/gerencia-de-vigilancia-sanitaria-do-municipio-de-joao-pessoa-pb/

A este rol de entidades públicas de saúde presentes no município de João Pessoa, no quais o biomédico pode contribuir significativamente com sua atuação profissional, podemos acrescer os seguintes estabelecimentos de saúde de gestão estadual, mas sediados no município de João Pessoa: ● COMPLEXO HOSPITALAR DE DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSASDR. CLEMENTINO FRAGA (CHCF): Responsável atualmente em consonância com a Reforma Sanitária Brasileira pela política de assistência e atendimento aos portadores de doenças infectocontagiosas como referência ao tratamento especializado no Estado da Paraíba. (PARAíBA, 2022) ● HEMOCENTRO DA PARAÍBA: O Centro de Hematologia e Hemoterapia da Paraíba – Hemocentro Coordenador de João Pessoa é um órgão público, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, criado em fevereiro de 1991, pela Lei no. 6.306, para ser referência na Assistência hemoterapia do Estado. A instituição desempenha importante função dentro do Sistema Único de Saúde – SUS – responsável pela Captação, Coleta, Processamento, Armazenamento e Distribuição do sangue dos doadores, assim como a cobertura hemoterapia dos hospitais com leitos públicos e privados conveniados com o SUS da cidade de João Pessoa e cidades circunvizinhas; atende a população disponibilizando ambulatório médico, odontológico e fisioterápico para pacientes portadores de doenças hematológicas, desenvolvendo inclusive um acompanhamento aos portadores de hemofilias e outras coagulopatias cadastrados na Instituição. (BRASIL, 2010, p. 32) ● HOSPITAL ESTADUAL DE EMERGÊNCIA E TRAUMA SENADOR HUMBERTO LUCENA O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena atende casos de urgência e emergência, contudo, muitos procuram a instituição para atendimentos clínicos, não levando em consideração o tipo de assistência prestada pela unidade de saúde, voltado para situações de média e alta complexidade, a exemplo de vítimas de trauma (acidentes e desastres), violência, queimadura, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e hemorragias digestivas. (PARAÍBA, 2022) Além disso, se considerarmos a rede privada de saúde que atua no município de João Pessoa, o profissional biomédico adquire importância singular, por tratasse de um agente capaz de contribuir na execução das atividades fins de inúmeros estabelecimentos de serviços ligados a saúde tais como hospitais, laboratórios de análises clínicas, toxicológicas e ambientais, serviços de imagenologia, radiologia, indústrias farmacêuticas, institutos de pesquisas entre outros. Levantando dados no site do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), tendo por base estabelecimentos de natureza jurídica caracterizadas como Sociedade Simples Limitada; Sociedade Empresaria Limitada; Sociedade Simples Pura; Empresário (Individual); Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (de Natureza Empresaria); Fundação Privada; Associação Privada; Cooperativa, e focando em alguns dos serviços especializados em que o biomédico devidamente habilitado pode atuar, há no município de João Pessoa:

Quadro 11 - Quantidade de estabelecimentos no município de João Pessoa de alguns serviços especializados/classificação conforme Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde nos quais biomédicos podem atuar QUANTIDADE DE SERVIÇO ESPECIALIZADO/CLASSIFICAÇÃO ESTABELECIMENTO 237 SERVICO DE DIAGNOSTICO DE LABORATORIO CLÍNICO Exames bioquímicos 30 Exames coprológicos 25 Exames de genética 6 Exames de uroanálise 29 Exames de vigilância epidemiológica e ambiental 2 Exames em outros líquidos biológicos 16 Exames hematológicos e hemostasia 29 Exames hormonais 16 Exames imunohematológicos 15 Exames microbiológicos 25 Exames para triagem neonatal 2 Exames sorológicos e imunológicos 28 Exames toxicológicos ou de monitorização terapêutica 14 SERVICO DE DIAGNOSTICO POR ANATOMIA PATOLOGICA EOU 20 CITOPATO Exames citopatológicos 20 SERVICO DE DIAGNOSTICO POR IMAGEM Ressonância magnética Tomografia computadorizada

32 11 21

SERVICO DE HEMOTERAPIA Diagnóstico em hemoterapia Procedimentos especiais em hemoterapia

11 10 1

SERVICO DE PRATICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES Acupuntura

3 3

SERVICO POSTO DE COLETA DE MATERIAIS BIOLOGICOS Coleta realizada fora da estrutura laboratorial

1 1

Fonte: Compilado a parti de dados obtidos no site do CNES: http://cnes2.datasus.gov.br/Mod_Ind_Especialidades.asp. Acesso em fevereiro de 2022.

Os dados apresentados acima não são exaustivos nem abrangem todos os tipos de serviços especializados em que o biomédico pode atuar diretamente ou como parte de uma equipe multidisciplinar, mas exemplificam um mercado de trabalho que pode ser expandido e/ou aperfeiçoado qualitativamente pela experiência e atuação de profissionais capacitados e bem formados. De acordo com o IBGE, o município de João Pessoa é classificado como uma Capital Regional A, possui assim papel de comando em atividades empresariais e de gestão pública, suprindo bens e serviços para outras cidades, o alcance desse comando e atratividade delimita sua área de influência (IBGE, 2020), o mapa a seguir mostra a região de influência do município de João Pessoa indicando conexões diretas com o centro principal ou mediadas por um centro secundário, em cinza são indicadas ligações relativas à busca de bens e serviços:

Figura 2 - Região de Influência do arranjo populacional de João Pessoa/PB

Fonte: Extraído de Região de Influências das Cidades 2018. IBGE 2020 p. 38

Deste modo, os serviços sejam de iniciativa pública ou privada, prestados no município de João Pessoa são significativos para o estado da Paraíba. O curso de Biomedicina da UFPB inserido nesse contexto, pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população a curto e longo prazo, pois seu egresso tem uma ampla área de atuação profissional, ressalvada a devida habilitação, o profissional biomédico pode ser estrategicamente inserido e atuar de forma proativa, profilática e sanativamente em diversas áreas da saúde.

3. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA 3.1. Histórico da Instituição Criada em 1955 (Lei Estadual Nº. 1.366, de 02 de dezembro de 1955), como resultado da junção de algumas escolas superiores, tornou-se Universidade Federal da Paraíba em 1960 (Lei nº. 3.835, de 13 de dezembro de 1960), incorporando as estruturas universitárias tanto na cidade de João Pessoa quanto em Campina Grande. Essa universidade assumiu assim uma estrutura multicampi, com atividades distribuídas por dois espaços urbanos diferentes. Ainda na década de 1960, incorporou a Escola de Agronomia do Nordeste (localizada na cidade de Areia) e o Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (localizado na cidade de Bananeiras). Já nos anos 1970, as atividades de ensino, pesquisa e extensão avançaram significativamente. No início dos anos 1980, foram incorporados os campi da cidade de Sousa, com a Faculdade de Direito; de Patos, com a Escola de Veterinária e de Engenharia Florestal; e de Cajazeiras, com a Faculdade de Filosofia, aumentando a singularidade multicampi da UFPB. Em 2002 houve um desmembramento na estrutura multicampi da UFPB, através da Lei nº. 10.419/2002, que criou a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede e foro na cidade de Campina Grande. Essa incorporou os campi de Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa. A partir de então, a UFPB ficou composta pelos campi de João Pessoa, Areia e Bananeiras. Em 2006 foi criado o Campus IV, com sede no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape e Rio Tinto. Desta forma, atualmente, a UFPB possui os seguintes campi com os seus respectivos Centros de ensino:

14. Campus I: (João Pessoa): Centro de Biotecnologia (CBIOTEC), Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas e Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ, incluindo uma unidade na cidade de Santa Rita); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA); Centro de Educação (CE); Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR); Centro de Informática (CI); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR, instalado no bairro de Mangabeira);

15. Campus II: (Areia): Centro de Ciências Agrárias (CCA).

16. Campus III: (Bananeiras): Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA);

17. Campus IV: (Mamanguape e Rio Tinto): Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). A UFPB, com seus quatro campi, mantém-se dentre as Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) do país, como uma das mais importantes das regiões Norte e Nordeste, em termos de dimensão e de desempenho acadêmico. 3.2. Missão, Visão e Valores A Universidade Federal da Paraíba, objetivando atender aos atuais anseios da sociedade, particularmente no que se refere à criação, à aplicação e à democratização do conhecimento, estabelece como missão: Gerar e difundir conhecimento e inovação por meio de ensino, pesquisa e extensão para contribuir com o desenvolvimento da sociedade de forma sustentável, assegurando uma educação pública, gratuita, inclusiva, equitativa e de qualidade. (UFPB, 2019 p. 10) E tem como visão: Ser reconhecida como uma universidade inovadora, de excelência acadêmica, científica, tecnológica, artística, cultural e referência na gestão pública. (UFPB, 2019 p. 10) A missão e a visão da instituição são pautadas nos seguintes valores: • Respeito à diversidade, integridade e dignidade da pessoa humana; • Caráter público e autônomo da Universidade; • Indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão; • Estímulo à inovação; • Ética, transparência e compromisso com a sociedade e com o bem público; • Compromisso com a democracia, cidadania e inclusão social; • Incentivo à produção, preservação e disseminação da arte e da cultura; • Promoção da sustentabilidade. (UFPB, 2019 p. 10) • 3.3. Mapa Estratégico e Objetivos da UFPB Com vistas a atingir os pontos postulados em sua missão e visão, a UFPB delineou seu mapa estratégico, a partir de dados obtidos na fase do diagnóstico e das informações contidas em relatórios de gestão e em recomendações dos órgãos de controle, a fim de se obter um rol de ações a serem concretizadas em setores distintos da instituição, sendo o Balanced Scored Card (BSC) a ferramenta estratégica escolhida para a construção desse instrumento. O BSC considerou as seguintes perspectivas: Orçamento; Pessoas e Infraestrutura (Pessoas, Infraestrutura, Segurança, Tecnologia da Informação); Processos Internos (Gestão Administrativa e Gestão Acadêmica) e UFPB e a Sociedade. Para cada um dos 24 objetivos estratégicos foram selecionados indicadores de desempenho para a monitoração do seu cumprimento. A partir de então, foram definidos 79 indicadores com suas 109 metas associadas: Quadro 12 - Os 24 Objetivos Estratégicos – PDI 2019-2023 da UFPB INDICADOR OBJETIVOS Assegurar uma gestão orçamentária e financeira participativa e eficiente, priorizando as ações estratégicas. Orçamento Ampliar a captação de recursos externos Pessoas e Infraestrutura Capacitar e qualificar os servidores em áreas estratégicas Pessoas Dimensionar, estruturar e otimizar o quadro de servidores Promover a qualidade de vida, saúde e segurança do trabalho Modernizar e adequar a infraestrutura física Infraestrutura Assegurar as aquisições e os serviços gerais e de manutenção necessários ao funcionamento da instituição

INDICADOR

Segurança Tecnologia informação

OBJETIVOS Promover eficiência energética, uso sustentável dos recursos naturais e tratamento adequado dos resíduos Prover a segurança das pessoas, do patrimônio e da informação Ampliar e adequar a infraestrutura de TI da Otimizar os sistemas integrados de gestão Assegurar a prestação de serviços de TI de qualidade

Processos Internos

Gestão Acadêmica

Gestão Administrativa

UFPB e a Sociedade

Fortalecer o desempenho acadêmico Integrar os projetos pedagógicos às necessidades e perspectivas da sociedade e do mundo do trabalho Incentivar a produção acadêmica e a inovação científica e tecnológica Consolidar e ampliar as ações de internacionalização Consolidar e ampliar as políticas de assistência estudantil e inclusão social Desenvolver e executar rotinas participativas de planejamento, avaliação e controle Mapear e padronizar o fluxo dos processos internos Adotar boas práticas de governança pública Aprimorar a comunicação institucional interna e externa Garantir boas práticas da gestão ambiental Melhorar os indicadores de desempenho institucional Contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural da sociedade

Fonte: Extraído do PDI 2019-2023 da UFPB

3.4. Projeto Pedagógico Institucional Para o quinquênio 2019-2023, a UFPB norteia suas ações com vistas a cumprir o seu papel social de formar profissionais de excelência e com responsabilidade social, além de contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural do país. “Neste sentido, no Projeto Pedagógico Institucional são definidas as bases políticas e pedagógicas para uma gestão acadêmica comprometida com a educação superior e com a educação básica, técnica e tecnológica, pública, gratuita e de qualidade.” (UFPB, 2019 p 54) Para a UFPB cumprir os preceitos estabelecidos na Missão e Visão institucionais é necessário promover a excelência no ensino. Com isso, a universidade se propõe a revisar os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs), através de uma reformulação curricular e da atualização dos conteúdos programáticos, tendo como parâmetros os indicadores das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e os resultados da Avaliação Institucional, considerando os dados obtidos na avaliação do SINAES – CPC e IGC; como também, as referências advindas da sociedade, que podem ser obtidas por meio das diretrizes dos conselhos, as quais representam as profissões e das associações nacionais de representação. A partir desse fato, a universidade traçou em seu PDI 2019-2023, as seguintes diretrizes para a Política Pedagógica a fim de cumprir os objetivos estratégicos supracitados:

I. Promoção do desenvolvimento da vocação técnico-científica, humanística, artística e cultural dos discentes.

II. Inclusão de métodos e metodologias inovadores de aprendizagem que incorporem os avanços tecnológicos e as atividades de extensão.

III. Aprimoramento dos processos de autoavaliação institucional com vistas a assegurar a excelência de seus procedimentos e dos resultados.

IV. Expansão e Interiorização do ensino de forma sustentável e fundamentados nos critérios, que permitam a equalização de assimetrias regionais, a integração com os

V.

VI.

desafios e metas para o desenvolvimento nacional em sintonia com inovações tecnológicas e vocações regionais. Ampliação da oferta de estágio como parte da formação dos discentes. Fortalecimento dos programas acadêmicos. (UFPB, 2019 p 68)

3.4.1. Diretrizes para a política de ensino de graduação Com base nos eixos norteadores do desenvolvimento institucional apontados nos objetivos estratégicos, foram estabelecidas as diretrizes que devem orientar a política de ensino de graduação na UFPB, citadas abaixo:

I. Aperfeiçoamento dos sistemas de avaliação da aprendizagem.

II.

II. Promoção de ações que propiciem condições para acolhimento, permanência e diplomação.

III. III. Incentivo à formação autônoma, empreendedora, investigativa, propositiva e criativa dos estudantes.

IV. Desenvolvimento e implementação de propostas curriculares comprometidas com a formação cidadã e com a inserção regional, nacional e internacional.

V. Atualização dos currículos acadêmicos com vistas a incorporar os avanços conceituais e metodológicos.

VI. Incentivo à construção de processos de aprendizagem flexíveis, transversais e interdisciplinares.

VII. Atuação na formação continuada.

VIII. Avaliação e aprimoramento contínuo da qualidade dos cursos de graduação.

IX. Acompanhamento dos egressos da graduação.

X. Desenvolvimento de mecanismos que assegurem a integração e a interação entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão.

XI. Internacionalização das atividades da Graduação.

XII. Promoção de ações que propiciem o preenchimento das vagas ociosas. (UFPB, 2019 p 69) Em sintonia com o atual PDI 2019-2023, o CONSEPE aprovou em 2020 a Resolução nº 29/2020, revogando a Resolução CONSEPE nº 16/2015, a fim de atualizar os processos já implementados no documento anterior. 3.4.2. Integração do Ensino, Pesquisa e Extensão A UFPB tem como suporte o tripé ensino-pesquisa-extensão para sua atividade-fim, a qual consiste na formação do profissional necessário à transformação da realidade onde está inserida. Nesse contexto, o Curso de Biomedicina estimula a participação dos estudantes nos diversos Programas Acadêmicos oferecidos pela Instituição, a exemplo do PIBIC/PIVIC, na iniciação científica, a Monitoria, na iniciação à docência, e do PROBEX, na iniciação à extensão. A maior interação entre a Graduação e a Pós-graduação é devido ao estímulo para a inserção dos discentes em projetos com equipes multiprofissionais e com os vários níveis da formação acadêmica. Esses projetos propiciam a vivência do processo saúde-doença junto às comunidades e a atuação junto à Educação Básica, aproximando o estudante de Biomedicina da prática acadêmica à realidade da profissão, sempre comprometida com a transformação social. A monitoria aproxima o futuro Biomédico das questões pedagógicas, cativando-o e preparandoo para o exercício da docência. Essas atividades de pesquisa, extensão e monitoria são valorizadas dentro do Projeto Pedagógico do Curso através dos componentes curriculares flexíveis, sendo contempladas como créditos, de acordo com resolução específica do Colegiado de Curso.

3.5. Centro de Ciências da Saúde O Centro de Ciências da Saúde (CCS), unidade acadêmica do Campus I da UFPB, oferece 10 cursos de Graduação (Licenciatura em Educação Física, Bacharelado em Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Biomedicina, Nutrição, Odontologia, Terapia Ocupacional), além de cinco cursos de mestrado e cinco de doutorado e de cursos em nível técnico pela Escola Técnica

de Saúde. O CCS é constituído por doze departamentos (Departamento de Morfologia; Departamento de Fisiologia e Patologia; Departamento de Enfermagem Clínica; Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva; Departamento de Clínica e Odontologia Social; Departamento de Odontologia Restauradora; Departamento de Educação Física; Departamento de Fisioterapia; Departamento de Ciências Farmacêuticas; Departamento de Nutrição; Departamento de Terapia Ocupacional e Departamento de Fonoaudiologia). A UFPB previu em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) para o período 20142018 o aumento do número de cursos de graduação e vagas presenciais ofertadas. Neste contexto, o CCS, através do Departamento de Fisiologia e Patologia, criou o curso de Biomedicina em 2018, a fim de suprir as necessidades locais e regionais emergentes. Figura 3 – Bloco administrativo do CCS/UFPB

3.6. Departamento de Fisiologia e Patologia O Departamento de Fisiologia e Patologia (DFP) é uma unidade acadêmica integrante do CCS e que presta serviço ofertando disciplinas eminentemente obrigatórias aos PPC dos Cursos de Graduação dos 10 cursos ofertados pelo CCS além de atender também às demandas dos PPC dos Cursos de Graduação em Medicina (CCM); Bacharelado em Ciências Biológicas e Licenciatura Diurno e Noturno em Ciências Biológicas (CCEN), Psicologia (CCHLA) e Licenciatura em Ciências Biológicas a Distância (EaD/UAB). Dentre as disciplinas ofertadas pelo DFP tem-se: Fisiologia Humana, Patologia Geral, Farmacologia, Microbiologia, Parasitologia, Imunologia, Fundamentos da Homeopatia, Fitoterapia e Acupuntura. O corpo docente do DFP conta com 36 profissionais, sendo todos doutores. Desses 31 professores têm regime de trabalho de Dedicação Exclusiva, dois são T-40 e um é T-20. O corpo técnico-administrativo do DFP conta com 16 servidores, dos quais 3 realizam atividades administrativas e 13 servidores atuam nos laboratórios da unidade. 3.7. Curso de Biomedicina e o desenvolvimento da Instituição No PDI 2014-2018, a UFPB previu ampliação de oferta de vagas de cursos de graduação de 2013 para 2018 da ordem de 10% e o Centro de Ciências da Saúde, dentre outros Centros, previu a criação de um novo curso dentro desta projeção. O Conselho Universitário (CONSUNI) cria o Curso de Biomedicina – Graduação – Bacharelado do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, da Universidade Federal da Paraíba em reunião realizada no dia 30 de novembro de 2016 (Resolução N° 03/2017) e posteriormente o Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) aprovou o projeto pedagógico do curso de graduação em Biomedicina (Resolução N° 09/2017) em reunião realizada no dia 19 de abril de 2017 (Processo n°. 23074.048948/2016-53). Naquela época, o Departamento de Fisiologia e Patologia discutia a partir do ano 2016 a construção do novo curso. O amadurecimento desse projeto e das parcerias estabelecidas, permitiu a proposição da implantação do Curso de Biomedicina em julho de 2018. A proposta encontra fundamento nas metas do PDI e PPI que dizem respeito à formação de recursos humanos, considerando a inexistência do curso na instituição, assim como a consolidação da infraestrutura física e da dimensão acadêmica do Departamento de Fisiologia e Patologia e dos demais

setores envolvidos com a criação do curso. É nesse contexto que se consolidou a proposta de criação do Curso em Biomedicina pelo Departamento de Fisiologia e Patologia do CCS, prevista no PDI 2014-2018 da UFPB, fundamentada no PPI da Instituição e em consonância com a DCN para o Curso de Biomedicina (CNE, 2003) e as deliberações da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE 2009). O bacharelado em Biomedicina/UFPB é o quinto curso mais procurado, dentre os 125 cursos de graduação ofertados pela IES no ingresso de graduação, conforme os dados de nota de corte observados no site oficial do SISU/MEC. Esse dado mostra a importância da criação do curso de biomedicina pela UFPB para o estado da Paraíba e região, visto ser um curso de instituição pública, gratuita e de qualidade.

4. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DE BIOMEDICINA DA UFPB O Curso de Biomedicina da Universidade Federal da Paraíba está vinculado ao Centro de Ciências da Saúde e é ofertado na modalidade PRESENCIAL, funcionando em turno INTEGRAL e conferindo o grau de BACHAREL com a estrutura curricular conforme descrito a seguir. 4.1. Resumo das características do curso Nome do curso BIOMEDICINA Unidades de vinculação Centro de Ciências Saúde Município sede João Pessoa/PB – Campus I Modalidade Presencial Grau concedido Bacharel Regime didático Semestral, com sistema de créditos Currículo Pleno 3.585 horas Conteúdos Básicos Profissionais 2.280 horas Conteúdos Complementares Obrigatórias 900 horas Conteúdos Complementares Optativos 285 horas Conteúdos Complementares Flexíveis 120 horas Tempo Mínimo de Integralização 4,5 anos Tempo Máximo de Integralização 7 anos Nº Total de Créditos 239 créditos Nº Mínimo de Períodos Letivos 9 períodos Nº Máximo de Períodos Letivos 14 períodos Nº Mínimo de Créditos Por Período Letivo 17 créditos Número médio de créditos por período letivo 26±1 créditos Nº Máximo de Créditos Por Período Letivo 27 créditos Turno Diurno

5. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 5.1. Políticas institucionais no âmbito do curso A UFPB tem suas políticas institucionais compiladas no PDI 2019-2023, o curso de Biomedicina direciona suas ações, por intermédio do seu PPC, para os macroprocessos finalísticos da instituição (ensino, pesquisa e extensão) inseridos neste documento norteador. Em uma de suas vertentes, encontra-se o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), onde são definidas as bases políticas e pedagógicas para uma gestão acadêmica comprometida com a educação superior pública, gratuita e de qualidade. Essa organização didático-pedagógica busca alinhar o processo formativo técnico-acadêmico com a necessária visão humanística, ética e de compromisso social, tendo como base os Projetos Pedagógicos dos Cursos de graduação, tanto presenciais quanto a distância. No âmbito do ensino de graduação, essas políticas institucionais preveem a atualização dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de graduação, com a avaliação das necessidades de inclusões e/ou alterações de componentes curriculares, o que acarreta à modernização dos processos de ensino e aprendizagem por meio das adequações desses às transformações sociais, bem como o fortalecimento das atividades de pesquisa e de inovação, de modo a ampliar a produção acadêmica e tecnológica, o que favorece a disseminação do conhecimento produzido na Universidade. A estrutura da UFPB preconiza

a Pró-Reitoria de Graduação (PRG) como órgão administrativo responsável pela elaboração e execução dessas políticas de ensino de graduação na instituição. De acordo com o PPI, a Extensão Universitária, na UFPB, contribui para a educação pública, inclusiva, equitativa e de qualidade, com o objetivo de difundir a produção científica e tecnológica e de estimular a inovação e a excelência nas artes e na cultura, fazendo com que seja um instrumento transformador de mudança social e de aperfeiçoamento dos profissionais formados pela universidade, auxiliando a promoção de oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso. A coordenação dessas ações é feita pela Pró-Reitoria de Extensão (ProEx), por meio dos editais para projetos de extensão contínuos e/ou eventuais, Fluex e Probex, financiados pela própria instituição. Em relação à Política para Pesquisa, Iniciação Científica e Tecnológica, nota-se o estímulo à produção científica, com a promoção da inovação tecnológica e internacionalização das atividades e dos grupos de pesquisa, como também o incentivo à formação e fortalecimento de grupos de pesquisa nas mais diversas áreas, sempre buscando a excelência na produção científica. Os alunos de graduação são inseridos nessa área por meio de projetos de Iniciação Científica liderados pelos docentes em seus grupos de pesquisa, os quais possuem apoio financeiro federal do CNPQ/PIBIC e/ou financiamento próprio da UFPB. Diante desse contexto, os alunos do curso de Biomedicina dispõem de um currículo horizontal, onde os temas transversais funcionam como elementos de integração, isso permite um perfil profissional baseado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade. A estrutura curricular prevê atividades complementares a serem realizadas desde o primeiro semestre do curso, as quais ampliam os conteúdos das disciplinas que integram a matriz curricular em sentido restrito, permitindo, ainda, de forma mais efetiva a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade necessárias ao profissional. Os discentes do curso de Biomedicina serão constantemente estimulados a participar de atividades acadêmicas à distância, seminários, iniciação à pesquisa, monitorias, programas de extensão, vivência profissional complementar, estágios não-obrigatórios, workshops, simpósios, congressos, conferências, trabalhos orientados de campo, dentre outros. Essas atividades contribuem para a formação de biomédicos com competências técnica-científica, política, social, educativa, administrativa, investigativa e ética para o exercício profissional, seja no contexto na iniciativa privada ou no Sistema Único de Saúde, assegurando a integralidade da atenção e a qualidade e humanização da assistência prestada à população. Como práticas exitosas, têm-se, entre outros exemplos, a inserção dos alunos de graduação em Biomedicina nas atividades práticas no Laboratório de Biologia Molecular (LaBiMol/CCM) e Laboratório de Endemias do Núcleo de Medicina Tropical/CCS, bem como em projetos de Extensão, dentre eles: “UFPB pela vida – Campanha de Doação de Sangue” realizado em parceria com o Hemocentro da Paraíba, com o intuito de sensibilizar a sociedade quanto a necessidade da doação de sangue para ampliação dos estoques do hemocentro, além de inserir os estudantes em mais um campo de atuação do biomédico, banco de sangue; e o Fórum Paraibano de Biomedicina – evento científico anual com palestras e minicursos sobre as mais diversas áreas da Biomedicina. Consonante com o relatório emitido pelo Sistema de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA/UFPB), no ano de 2021 o curso tinha 134 alunos matriculados, destes 25 discentes estavam engajados em algum programa de monitoria institucional, o que corresponde a 18,65% das matriculas ativas. Nos programas institucionais de projetos de extensão 46 discentes estiveram envolvidos em ações extensionistas internas e externas a UFPB, o que correspondeu a 34,32% do universo de alunos matriculados. Por fim, 42 discentes estiveram vinculados a algum projeto de pesquisa associado ao programa institucional de iniciação científica e desenvolvimento tecnológico, o que corresponde a 31,34% do total de alunos. Desta forma, o curso vem inserindo os alunos em ações que proporcionam o desenvolvimento do pensamento crítico, contribuindo para o desenvolvimento humano de forma alinhada com as políticas institucionais da UFPB.

Figura 4 – Ações do curso de Biomedicina em consonância coma as politícas institucionais.

5.2. Objetivos do curso A luz do Parecer CNE/CES Nº. 104/2002 e da Resolução CNE/CES Nº 02/2003, o Projeto Pedagógico do curso de Biomedicina/UFPB engloba os seguintes objetivos: Objetivos Gerais: formar biomédicos cidadãos com competências técnica-científica, política, social, educativa, administrativa, investigativa e ética para o exercício profissional de biomedicina no contexto do Sistema Único de Saúde, assegurando a integralidade da atenção e a qualidade e humanização da assistência prestada à população. Objetivos Específicos: • Ministrar os conteúdos essenciais contidos na estrutura curricular pelas atividades teóricas, práticas, complementares, elaboração de trabalho de conclusão de curso e estágio curricular supervisionado, de forma integrada e criativa, considerando as realidades social, cultural, sanitária e epidemiológica nacional, estadual e municipal; • Desenvolver as competências e habilidades gerais e específicas necessárias ao exercício profissional articuladas aos contextos sócio-político-cultural nacional, estadual e municipal; • Desenvolver as atividades curriculares, na busca da interdisciplinaridade, tendo como base de construção do perfil almejado a integração entre o ensino, a investigação científica e a extensão; • Exercitar a investigação científica como atividade fundamental na integralidade da assistência em saúde; • Promover a inserção dos docentes e discentes nas ações de saúde promovidas pelo sistema de saúde dom município de João Pessoa. Esses objetivos elencados corroboram para a formação profissional do egresso baseada em um perfil curricular generalista, humanista, crítico e reflexivo, com sólida fundamentação científica para aplicação dos seus saberes de acordo com as realidades sociais para promoção da saúde individual e coletiva. Sendo fomentada nas seguintes competências e habilidades gerais: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente. Sabendo-se que o curso de Biomedicina da UFPB é o primeiro curso público do estado da Paraíba, dos nove cursos de Biomedicina ativos no estado. Essa universidade disponibiliza um contexto educacional para a graduação baseada nos pilares do ensino, pesquisa, extensão, inovação tecnológica e internacionalização. No Ranking Universitário Folha (RUF) de 2019, onde foram avaliadas 197 instituições, a UFPB ocupou 5ª colocação no Nordeste e 31º no Brasil. Vale ressaltar que a instituição

ainda conta com um quadro de profissionais de elevado nível, possuindo 94,1% dos docentes com doutorado e 38% dos técnicos-administrativos com pós-graduação, o que corrobora para garantir a excelência nas atividades prestadas pelos servidores. Por essa graduação ser situada na capital, João Pessoa, onde demanda por profissionais de saúde das mais diversas especialidades, em decorrência de suas características regionais e de sua referência na assistência e promoção da saúde, os graduandos imiscuem-se com as diversas áreas do mercado de trabalho oportunizadas pela rede de saúde da cidade e do seu entorno, o que auxilia o desenvolvimento de um profissional generalista preparado para as futuras ampliações dos cenários, destacando a inserção do biomédico em práticas emergentes do mercado de trabalho, como exposto na Normativa n° 01/2020 do Conselho Federal de Biomedicina, a qual permite a atuação do Biomédico como responsável técnico em serviços de vacinação humana. A partir do contexto educacional e das características locais supracitados, a estrutura curricular alinhou-se para preencher essas lacunas com o advento da educação continuada, como uma realidade dinâmica, flexível, propiciando a integração da teoria e da prática, o diálogo entre as diferentes ciências e saberes, e as atividades facilitadoras da construção de competências. A organização curricular segue os princípios de: flexibilização, interdisciplinaridade e contextualização. Desse modo, os conteúdos estão distribuídos em componentes curriculares que compõem um núcleo de formação geral e um núcleo de formação profissionalizante e específica. Essas práticas emergentes oriundas das atividades de ensinos perpassadas à pesquisa e extensão são orientadas para atender aos objetivos do curso durante a graduação do aluno, focando em um perfil profissional que supra os desafios propostos pelos sistemas de saúde. 5.3. Perfil profissional do egresso Segundo o Art. 4º da Lei n.º 6.684, de 03 de setembro de 1979, que regulamenta as profissões de Biólogo e de Biomédico, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biologia e Biomedicina, e dá outras providências: “compete ao biomédico atuar em equipes de saúde, em nível tecnológico e nas atividades complementares de diagnósticos”. Neste sentido, o Curso de Graduação em Biomedicina da UFPB apresenta como perfil profissional a formação de um profissional das ciências da saúde de caráter generalista, humanista, crítico e reflexivo, com sólida fundamentação científica para aplicação dos seus saberes de acordo com as realidades sociais para promoção da saúde individual e coletiva. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Biomedicina, constantes na Resolução CNE/CES 2, de 18 de fevereiro de 2003, a formação do biomédico tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente. Essas aptidões são elencadas no Projeto Pedagógico do Curso e na formação diária perpassada aos discentes, com vistas a atuarem em todos os níveis de atenção à saúde com base no rigor científico e intelectual, dotados de habilidades para gerenciar e participar de equipes de saúde de forma interdisciplinar. O profissional será dotado de competências para o exercício de atividades referentes às análises clínicas, citologia oncótica, análises hematológicas, moleculares, bromatológicas, ambientais, produção e análise de bioderivados, bioengenharia, diagnóstico por imagem, auditoria e gestão em saúde. Além disso, poderá atuar nas áreas de estética, acupuntura, circulação extracorpórea, saúde coletiva e epidemiológica, sanitarista e na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. O Biomédico atuará com base em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade. Com o intuito de apresentar as necessidades locais e regionais, nas quais os futuros biomédicos serão inseridos, o componente curricular Introdução a Biomedicina (GDFPT0103) promove a cada semestre as novas demandas de mercado e convida profissionais com expertise profissional na região. A Coordenação do Curso de Biomedicina organiza anualmente o Fórum Paraibano de Biomedicina com a realização de mini-cursos, palestras e workshops sobre as habilitações e competências exercidas por esses profissionais e como elas se enquadram nas novas necessidades emergentes da área da saúde, a fim de que se forme um profissional com as aptidões requisitadas pelo mercado de trabalho moderno. 5.4. Estrutura Curricular

A organização curricular do curso de Biomedicina reafirma o propósito formativo de desenvolver a autonomia plena dos estudantes e de criar uma rede de relações em que eles ocuparão o centro das ações curriculares. Fundamentada em uma visão transversal e interdisciplinar da educação, dispõe de conteúdos em consonância com as habilidades e as competências exigidas para o perfil de egresso que o curso almeja. É uma organização que dinamiza o ensino e traz significado à aprendizagem, pois reconhece a importância de todos os componentes curriculares e atribui uma visão prática à formação profissional dos alunos, conferindo-lhes elevada capacidade de análise, interpretação e solução de diversas situações-problemas. A estrutura curricular para o curso estabelece expressamente as condições para sua efetiva conclusão e integralização curricular. Seguindo o regime seriado semestral, o curso foi organizado para alcançar seus objetivos, tendo em vista - além das legislações vigentes aplicadas ao ensino superior - o Regimento da UFPB, o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), como determinado no Projeto Pedagógico do Curso (PPC). O currículo do curso foi idealizado na perspectiva da educação continuada, como uma realidade dinâmica, flexível, propiciando a integração da teoria e da prática, o diálogo entre as diferentes ciências e saberes, e as atividades facilitadoras da construção de competências. A organização curricular segue os princípios de: flexibilização, interdisciplinaridade e contextualização. Desse modo, os conteúdos estão distribuídos em componentes curriculares que compõem um núcleo de formação geral e um núcleo de formação profissionalizante e específica. A flexibilização traz a possibilidade de uma formação ampla e direcionada com base na estrutura curricular primária do curso, favorecendo ao aluno a realização de percursos formativos diferenciados, possibilitando a escolha dentre as múltiplas atividades acadêmicas oferecidas pela IES. No curso, o universo de atividades complementares estrutura-se dentro e fora da universidade, o qual é organizado e articulado não só em atividades específicas desenvolvidas pelas disciplinas, como também em atividades do próprio curso, com vistas a promover o feedback entre mercado e academia. A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento e a integração do saber, superando uma organização curricular tradicional, que coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno. O ensino baseado na interdisciplinaridade tem poder estruturador, pois, as definições, os contextos e os procedimentos estudados pelos alunos são organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os alunos para enfrentar problemas que transcendem os limites de uma disciplina concreta. Além disso, a interdisciplinaridade favorece a realização de transferências das aprendizagens já adquiridas em outros contextos e amplia a motivação para aprender com as diversas formações dos docentes da UFPB. Adicionalmente, as disciplinas do curso estão inter-relacionadas e se integram em função dos objetivos do curso e do perfil do egresso. A contextualização busca a adequação do currículo às características dos alunos e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a esse princípio, busca-se adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade local e regional, articulando as diferentes ações curriculares às características, demandas e necessidades de cada contexto. Desenvolvem-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. O curso apresenta uma carga horária total de 3.585 horas, com integralização mínima de 4,5 anos e máxima de 7 anos. O currículo do curso está organizado em 9 (nove) semestres, distribuídos da seguinte maneira: 1.530h • Conteúdos Básicos Profissionais: • Conteúdos Complementares Obrigatórios: 930h 285h • Conteúdos Complementares Optativos: 720h • Estágio Supervisionado: 120h • Atividades Complementares: Carga Horária total: 3.585h Quadro 13 - Composição Curricular do Curso de Graduação BIOMEDICINA. Modalidade:

Bacharelado Conteúdos Curriculares

Créditos Carga horária %

1. Conteúdos Básicos Profissionais 1.1. Conteúdos Básicos Profissionais

102

1530

42,67

1.2. Estágio Supervisionado

48

720

20,1

150

2250

62,75

2.1. Conteúdos Complementares Obrigatórios 62

930

25,96

2.2. Conteúdos Complementares Optativos

19

285

7,94

2.3. Conteúdos Complementares Flexíveis

08

120

3,34

Subtotal:

2. Conteúdos Complementares

Subtotal: 89 1335 37,25 TOTAL: 239 3585 100% Os componentes curriculares estão distribuídos em 9 períodos (tempo mínimo de conclusão do curso) com carga horária ideal de 26±1 créditos por período, exceto nos últimos períodos do curso, conforme fluxograma (Quadro 13) e integralização curricular (Quadro 14). É facultado ao estudante se matricular em até 27 créditos por período letivo ou em pelo menos 17 créditos, desde que seja respeitado o tempo mínimo, descrito acima, e o tempo máximo de conclusão do curso, previsto pela Resolução CONSEPE Nº 29/2020, que é de 14 períodos letivos. Quadro 14 - Fluxograma do Curso de Biomedicina

Quadro 15 - Integralização Curricular

Quadro 16 – Composição Curricular CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS COMPONENTES Créditos C/Horária Pré-requisitos Introdução à Biomedicina 02 30 Anatomia Humana 05 75 Biologia Celular 04 60 Histologia 04 60 Biossegurança 03 45 Biofísica 04 60 Bioquímica Estrutural 04 60 Química Fundamental 04 60 Biologia do Desenvolvimento Humano 04 60 Biologia Celular Genética Molecular e Humana 03 45 Parasitologia II 03 45 Microbiologia 04 60 Biologia Celular Bioquímica Metabólica 05 75 Bioquímica Estrutural Fisiologia Humana II 06 90 Anatomia Humana Tópicos em Genética Aplicada 04 60 Genética Molecular e Humana Sociologia da Saúde e da Doença 03 45 Epidemiologia 03 45 Imunologia IV 03 45 Biologia Celular Bromatologia 04 60 Saúde Coletiva 03 45 Noções de Bioestatística 03 45 Patologia Geral 03 45 Fisiologia Humana II Princípios de Diagnóstico por Imagem 04 60 Anatomia Humana e Biofísica Instrumentação Laboratorial 03 45 Gestão e Auditoria em Serviços de Saúde 03 45 Farmacologia Básica e Clínica 04 60 Fisiologia Humana II Fisiologia Humana II / Hematologia Laboratorial 04 60 Bioquímica Metabólica Urinálises e Fluidos Biológicos 03 45 Fisiologia Humana II Estágio Curricular Créditos C/horária Pré-requisitos Bioquímica Médica / Princípios de Diagnóstico por Imagem / Urinálises e Fluidos Estágio Supervisionado I 24 360 Biológicos / Hematologia Clínica / Bacteriologia Diagnóstica / Biotecnologia /

Estágio Supervisionado II TOTAL TOTAL

Diagnóstico em Imunologia/ Virologia Humana / Citopatologia Clínica/ Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico/ Micologia Diagnóstica/ Embriologia Clínica/ Acupuntura / Biomedicina Estética / Toxicologia para Biomedicina / Microbiologia de Alimentos / Epidemiologia / Saúde Coletiva / Fundamentos e Metodologias em Educação Ambiental Estágio Supervisionado I

24 360 48 720 150 2.250 COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS COMPONENTES Créditos C/Horária Pré-requisitos Metodologia do Trabalho Científico 02 30 Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental 02 30 Bioinformática para Biomedicina 03 45 Bioquímica Médica 03 45 Bioquímica Metabólica Bioética e Legislação Profissional 03 45 Metodologia do Trabalho Pesquisa Aplicada a Biomedicina 02 30 Científico Bacteriologia Diagnóstica 03 45 Microbiologia Fitoterapia 03 45 Diagnóstico em Imunologia 03 45 Imunologia IV Virologia Humana 02 30 Microbiologia Citopatologia Clínica 03 45 Patologia Geral Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico 03 45 Parasitologia II Micologia Diagnóstica 03 45 Microbiologia Hematologia Clínica 03 45 Hematologia Laboratorial Acupuntura 03 45 Anatomia Humana Microbiologia de Alimentos 03 45 Microbiologia/Bromatologia Biologia do Desenvolvimento Embriologia Clínica 02 30 Humano Biomedicina Estética 04 60 Anatomia Humana/Histologia Toxicologia para Biomedicina 03 45 Farmacologia Básica e Clínica Biotecnologia 03 45 Farmacologia Básica e Clínica Pesquisa Aplicada à Trabalho de Conclusão de Curso I 03 45 Biomedicina Trabalho de Conclusão de Trabalho de Conclusão de Curso II 03 45 Curso I TOTAL 62 930 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS COMPONENTES Créditos C/Horária Pré-requisitos Animais Peçonhentos 02 30 Banco de Leite Humano 02 30 Bases do Empreendedorismo 02 30 Bases Moleculares, Terapêuticas e Epidemiológicas 02 30 Parasitologia II das Doenças Parasitárias Bases para a Produção de Antibióticos 02 30 Microbiologia

Biologia dos Tripanossomatídeos Biologia dos Tumores

04 02

60 30

Biologia Molecular da Célula Tumoral

04

60

Bioquímica dos Sistemas

03

45

Citogenética de Plantas, Animais e Humana

04

60

Cognição e Memória Controle de Infecção Hospitalar Diversidades Celulares Ecologia e Biotecnologia do Controle de Pragas e Vetores Educação em Sexualidade e Saúde Reprodutiva Educação Física Elementos de Química Forense Estudo de Impacto Ambiental Farmacoterapia Cardiovascular Farmacoterapia dos Antimicrobianos Farmacoterapia Respiratória Fundamentos da Homeopatia Fundamentos de Química de Proteínas Fungos Anemófilos Genética Humana Gestão de Recursos Naturais Hemoterapia e Banco de Sangue Humanização em Saúde

04 02 04

60 30 60

Patologia Geral Biologia Celular/ Genética Molecular e Humana / Bioquímica Metabólica Biologia Celular /Genética Molecular e Humana Fisiologia Humana II Biossegurança/ Microbiologia Biologia Celular

02

30

-

02 02 04 04 02 02 02 03 04 02 04 04 02 02

30 30 60 60 30 30 30 45 60 30 60 60 30 30

Interpretação de Exames Laboratoriais

02

30

Língua Brasileira de Sinais O Estudo da Célula por Meio da Construção de Modelos Parasitologia do Solo Perfusão Extracorpórea Prebióticos e Probióticos Princípios da Neurociências Princípios de Neurobiologia e Comportamento Programação Metabólica Psicobiologia

04

60

Anatomia Humana Farmacologia Básica e Clínica Farmacologia Básica e Clínica Farmacologia Básica e Clínica Bioquímica Estrutural Microbiologia Genética Molecular e Humana Hematologia Laboratorial Hematologia Laboratorial / Urinálises e Fluidos Biológicos / Bioquímica Médica -

02

30

Biologia Celular

02 02 02 02 02 02 04

30 30 30 30 30 30 60

Qualidade da água, saúde e saneamento

03

45

Química Bioinorgânica Química Orgânica Biológica Radiobiologia e Radiogenética Segurança do Paciente Tópicos Avançados em Síndrome Metabólica Tópicos Avançados I Tópicos Avançados II Tópicos de Biofísica

04 04 04 02 02 02 02 04

60 60 60 30 30 30 30 60

Parasitologia II Fisiologia Humana II Microbiologia Fisiologia Humana II Fisiologia Humana II Fisiologia Humana II Parasitologia II/ Microbiologia/ Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental Biossegurança Fisiologia Humana II -

Tópicos em Genética

02

30

Tópicos Especiais em Bioquímica

02

30

Tratamento de Dados em Técnicas Instrumentais

02

30

Bioquímica Estrutural/ Bioquímica Metabólica

Quadro 17 – Componentes Curriculares por período COMPONENTES CURRICULARES Disciplinas 1º Período CR CH Tipo Pré-requisito Introdução à Biomedicina 2 30 BP Anatomia Humana 5 75 BP Biologia Celular 4 60 BP Histologia 4 60 BP Biossegurança 3 45 BP Biofísica 4 60 BP Bioquímica Estrutural 4 60 BP TOTAL: 26 390 Disciplinas 2º Período CR CH Tipo Pré-requisito Química Fundamental 4 60 P Biologia do Desenvolvimento 4 60 BP Biologia Celular Humano Genética Molecular e Humana 3 45 BP Parasitologia II 3 45 BP Microbiologia 4 60 BP Biologia Celular Bioquímica Bioquímica Metabólica 5 75 BP Estrutural Metodologia do Trabalho Científico 2 30 COb TOTAL: 25 375 Disciplinas 3º Período CR CH Tipo Pré-requisito Anatomia Fisiologia Humana II 6 90 BP Humana Genética Tópicos em Genética Aplicada 4 60 BP Molecular e Humana Sociologia da Saúde e da Doença 3 45 BP Epidemiologia 3 45 BP Fundamentos e Metodologia em 2 30 COb Educação Ambiental Bioinformática para Biomedicina 3 45 COb Bioética e Legislação Profissional 3 45 COb Optativas 2 30 COp TOTAL: 26 390 Disciplinas 4º Período CR CH Tipo Pré-requisito Imunologia IV 3 45 BP Biologia Celular Bromatologia 4 60 BP Saúde Coletiva 3 45 COb Noções de Bioestatística 3 45 COb Fisiologia Patologia Geral 3 45 BP Humana II Bioquímica Bioquímica Médica 3 45 COb Metabólica Metodologia do Pesquisa Aplicada a Biomedicina 2 30 COb Trabalho Científico

Optativas

4 60 COp TOTAL: 25 375 Disciplinas 5º Período CR CH Tipo

Princípios de Diagnóstico por Imagem

4

60

BP

Instrumentação Laboratorial Gestão e Auditoria em Serviços de Saúde

3

45

BP

3

45

BP

Farmacologia Básica e Clínica

4

60

BP

Pré-requisito Anatomia Humana / Biofísica

Hematologia Laboratorial

4

60

BP

Urinálises e Fluidos Biológicos

3

45

BP

Diagnóstico em Imunologia Virologia Humana Citopatologia Clínica Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico Micologia Diagnóstica Optativas

3 2 3

45 30 45

COb COb COb

Fisiologia Humana II Microbiologia Pré-requisito Fisiologia Humana II / Bioquímica Metabólica Fisiologia Humana II Imunologia IV Microbiologia Patologia Geral

3

45

COb

Parasitologia II

Bacteriologia Diagnóstica Fitoterapia Optativas

3 45 COb 3 45 COb 5 75 COp TOTAL: 25 375 Disciplinas 6º Período CR CH Tipo

3 45 COb 4 60 COp TOTAL: 25 375 Disciplinas 7º Período CR CH Tipo

Microbiologia Pré-requisito Hematologia Hematologia Clínica 3 45 COb Laboratorial Anatomia Acupuntura 3 45 COb Humana Microbiologia / Microbiologia dos Alimentos 3 45 COb Bromatologia Biologia do Embriologia Clínica 2 30 COb Desenvolvimento Humano Anatomia Biomedicina Estética 4 60 COb Humana / Histologia Farmacologia Toxicologia para Biomedicina 3 45 COb Básica e Clínica Farmacologia Biotecnologia 3 45 COb Básica e Clínica Optativas 4 60 COp TOTAL: 25 375 Disciplinas 8º Período CR CH Tipo Pré-requisito Pesquisa TCC I 3 45 COb Aplicada à Biomedicina Estágio Supervisionado I 24 360 BP Bioquímica

TOTAL: 27 405 Disciplinas 9º Período CR CH Tipo TCC II 3 45 COb Estágio Supervisionado II

24

360

BP

TOTAL: Legenda: Cr – créditos; CH – carga horária; BP – componente básico profissional; COb – componente complementar obrigatório. COp – componente complementar optativo

27

405

-

Médica / Princípios de Diagnóstico por Imagem / Urinálises e Fluidos Biológicos / Hematologia Clínica / Bacteriologia Diagnóstica / Biotecnologia / Diagnóstico em Imunologia/ Virologia Humana / Citopatologia Clínica/ Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico/ Micologia Diagnóstica/ Embriologia Clínica/ Acupuntura / Biomedicina Estética / Toxicologia para Biomedicina / Microbiologia de Alimentos / Epidemiologia / Saúde Coletiva / Fundamentos e Metodologias em Educação Ambiental Pré-requisito TCC I Estágio Supervisionado I -

O currículo do curso ainda oferece a Disciplina Optativa de LIBRAS (GDLS0024) com carga

horária de 60 horas. O currículo do curso segue o princípio da flexibilização curricular embasado na utilização de recursos da interdisciplinaridade e transversalidade. A matriz curricular apresenta componentes curriculares de várias áreas, além das previstas para a formação profissional, as quais são indicadas nas DCN, contemplando um perfil de corpo docente multidisciplinar. Como forma de operacionalização da flexibilidade e da interdisciplinaridade curricular, o curso apresenta: ● Aproveitamento de estudos do aluno para fins de integralização curricular; ● Atividades Complementares, respeitando-se a carga horária mínima e máxima, de acordo com a Resolução CCGB-CCS nº 001/2017; ● Trabalho de Conclusão de Curso; ● Projetos de iniciação científica; ● Projetos de Extensão; ● Eventos anuais, como o Fórum Paraibano de Biomedicina e Simpósio Paraibano de Biossegurança e Controle de Infecção Hospitalar; Objetivamente, as atividades são desenvolvidas no curso, valorizando metodologias inovadoras que não se restrinjam a aulas expositivas, e que, efetivamente, permitam o desenvolvimento das competências e habilidades delineadas para a formação, bem como atendam à acessibilidade pedagógica e atitudinal e promovam a interdisciplinaridade, a articulação teórico-prática e a flexibilidade curricular. Essas são as principais prioridades da Coordenação do Curso, focando na formação do profissional capaz de colocar em ação os conhecimentos e valores adquiridos para desempenhar com eficácia e eficiência as competências profissionais adequando às necessidades do mercado de trabalho. 5.5. Conteúdos curriculares Os conteúdos curriculares do curso de Biomedicina se apoiam na DCN dos cursos de graduação em Biomedicina (Resolução CNE/CES 2, de 18 de fevereiro de 2003) e nas resoluções internas da UFPB para promover o efetivo desenvolvimento do perfil profissional especializado do egresso. Por possuir um currículo fundamentado em uma visão transversal e interdisciplinar da educação, os temas relacionados à saúde, ao meio ambiente e às relações socioculturais perpassam diretamente e/ou indiretamente pelos componentes curriculares ofertados aos graduandos, induzindo assim o contato com o conhecimento recente e inovador. Ademais, os docentes priorizam o uso de metodologias inovadoras, as quais excedem as fronteiras das aulas expositivas, baseando-se na utilização de bibliografias atualizadas e de referência nas áreas de ensino. A estrutura curricular do curso divide-se em dois eixos: conteúdos básicos profissionais (2250 horas) e conteúdos complementares (1335 horas). Aqueles são formados por Conteúdos Básicos Profissionais (1530 horas) e Estágio Supervisionado (720 horas); já estes englobam Conteúdos Complementares Obrigatórios (930 horas), Conteúdos Complementares Optativos (285 horas) e Conteúdos Complementares Flexíveis (120 horas). A matriz curricular encontra-se estruturada de forma a contemplar conteúdos referentes às Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Humanas e Sociais, Ciências da Biomedicina, além de os conteúdos de formação complementar voltados para a concepção de profissionais que atendam à demanda do mercado de trabalho, enfatizando a competência genérica com o objetivo de promover uma formação acadêmico-profissional do egresso, como se observa abaixo: Conteúdos básicos profissionais: Biofísica, Biologia Celular, Bioquímica Estrutural, Introdução à Biomedicina, Biossegurança, Anatomia Humana, Histologia, Bioquímica Metabólica, Biologia do Desenvolvimento Humano, Microbiologia, Genética Molecular e Humana, Parasitologia II, Química Fundamental, Tópicos em Genética Aplicada, Fisiologia Humana II, Sociologia da Saúde e da Doença, Epidemiologia, Patologia Geral, Imunologia IV, Bromatologia, Saúde Coletiva, Noções de Bioestatística, Princípios de Diagnóstico por Imagem, Farmacologia Básica e Clínica, Gestão e Auditoria em Serviços de Saúde, Instrumentação Laboratorial, Hematologia Laboratorial, Urinálises e Fluídos Biológicos, Estágio Supervisionado I e Estágio Supervisionado II. Conteúdos Complementares Obrigatórios: Metodologia do Trabalho Científico, Bioética e Legislação Profissional, Bioinformática para Biomedicina, Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental, Bioquímica Médica, Pesquisa Aplicada à Biomedicina, Bacteriologia Diagnóstica, Fitoterapia, Diagnósticos em Imunologia, Virologia Humana, Citopatologia Clínica, Parasitologia

aplicada ao Diagnóstico, Micologia Diagnóstica, Biotecnologia, Acupuntura, Embriologia Clínica, Biomedicina Estética, Toxicologia para Biomedicina, Hematologia Clínica, Microbiologia de Alimentos, TCC I e TCC II. Conteúdos Complementares Optativos: Animais Peçonhentos; Banco de Leite Humano; Bases do Empreendedorismo; Bases Moleculares, Terapêuticas e Epidemiológicas das Doenças Parasitárias; Bases para a Produção de Antibióticos; Bases Morfológicas Aplicadas às Ciências Forenses; Biologia dos Tripanossomos; Biologia dos Tumores; Biologia Molecular da Célula Tumoral; Bioquímica dos Sistemas; Citogenética de Plantas Animais e Humana; Cognição e Memória; Controle de Infecção Hospitalar; Diversidades Celulares; Ecologia e Biotecnologia do Controle de Pragas e Vetores; Educação em Sexualidade e Saúde Reprodutiva; Educação Física; Elementos da Química Forense; Estudo de Impacto Ambiental; Farmacoterapia Cardiovascular; Farmacoterapia dos Antimicrobianos; Farmacoterapia Respiratória; Fundamentos da Homeopatia; Fundamentos da Química de Proteínas; Fungos Anemófilos; Genética Humana; Gestão de Recursos Naturais; Hemoterapia e Banco de Sangue; Humanização em Saúde; Interpretação de Exames Laboratoriais; LIBRAS; O Estudo da Célula por meio da Construção de Modelos; Parasitologia do Solo; Perfusão Extracorpórea; Prebióticos e Probióticos; Princípios da Neurociência; Princípios da Neurobiologia e Comportamento; Programação Metabólica; Psicobiologia; Qualidade da Água, Saúde e Saneamento; Química Bioinorgânica; Química Orgânica Biológica; Radiobiologia e Radiogenética; Segurança do Paciente; Tópicos Avançados em Síndrome Metabólica; Tópicos Avançados I; Tópicos Avançados II, Tópicos de Biofísica; Tópicos de Genética; Tópicos Especiais em Bioquímica; Tratamento de Dados em Técnicas Instrumentais; Sistema Endocanabinóide e Perspectivas Terapêuticas da Cannabis Sativa L. e seus derivados. Conteúdos Complementares Flexíveis: Estágios Extracurriculares, Projetos de Extensão, Cursos de Extensão, Monitoria, Projeto de Pesquisa, Trabalhos apresentados em Eventos Científicos, Artigos publicados em Periódicos Científicos, outras atividades regulamentadas pelo Colegiado do Curso, por meio da Resolução CCGB-CCS nº 001/2017 (consultar documento in loco). Na concepção de currículo por competência, o modelo integrado prevê a articulação, de forma dinâmica, do ciclo básico e profissionalizante; do ensino, investigação científica e extensão; do serviço de saúde, academia/curso e comunidade; da teoria e prática, por meio da integração dos conteúdos e abordagem de temas transversais como ética, cidadania, solidariedade, justiça social, inclusão social, ecologia, cultura e outros. Visando atender à Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020 e a Resolução nº 1 do CNE de 17 de junho de 2004, os componentes curriculares Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena e Educação em Direitos Humanos estão inseridos nos conteúdos dos componentes curriculares complementares obrigatórios “Bioética e Orientação Profissional” e “Sociologia da Saúde e da Doença”. Do mesmo modo, em acordo com a Resolução CONSEPE/UFPB nº 29/2020 e a Resolução nº 02, de 15 de junho de 2012 do CNE, a qual dispõe que “a composição curricular de todos os Cursos de Graduação, presenciais e a distância deve contemplar a inserção dos conhecimentos concernentes à Educação Ambiental nos currículos da Educação Superior”, este tema é trabalhado no currículo do curso de Biomedicina sobretudo nas disciplinas “Fundamentos e Metodologia e Educação Ambiental” (Componente curricular obrigatório do curso) e “Estudo de Impacto Ambiental” e “Gestão de Recursos Naturais” (Componente curricular optativo do curso), oferecidas pelo Departamento de Sistemática e Ecologia/CCEN. A fim de subsidiar os conteúdos curriculares ofertados pelo curso de Biomedicina e melhorar a acessibilidade metodológica, os estudantes e professores têm à disposição a Biblioteca Central/UFPB e a Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Saúde, à qual o curso encontra-se vinculado. Esta consta com um acervo físico de 5603 exemplares de livros, que configuram 1782 obras bibliográficas da área de Saúde; além de 413 títulos de periódicos e 7875 fascículos de periódicos na área de Saúde. Novos materiais físicos são requisitados anualmente aos discentes e aos docentes para que seja atendida a demanda atualizada e modernizada dessas bibliografias. Ainda há o Sistemoteca UFPB que disponibiliza, por via remota institucional, acesso às várias bases de livros digitais (por exemplo: Minha Biblioteca e a E-Volution), com vasto material bibliográfico na área de Saúde. Devido a UFPB integrar a Comunidade Acadêmica Federada (CAFe), o Sistemoteca UFPB também oferece acesso remoto, pelo Firefox UFPB, ao Portal de Periódicos da Capes. Diante do expresso fica evidente que o curso extrapola a formação básica prevista nas Diretrizes Curriculares, diferenciando o curso dentro da área profissional e induzindo ao conhecimento recente e

inovador baseado em uma matriz curricular contemporânea fundamentada em componentes curriculares que abarcam as diversas áreas de atuação do profissional biomédico com um arcabouço teórico constantemente atualizado seja pelas bibliografias, seja pela aproximação das atividades de Ensino, Iniciação Científica e à Extensão. Quadro 18 – Ementas dos Componentes Curriculares Básico-Profissionais Anatomia Humana - GDMRF0107 (5 cr): Estudo da organização sistêmica macroscópica da anatomia humana. Introdução ao estudo da anatomia humana. Aparelho locomotor e seus aspectos osteológicos, articulares e miológicos. Estudo dos elementos descritivos e funcionais dos sistemas: nervoso, endócrino, respiratório, circulatório, digestório, tegumentar, sensorial e geniturinário. Biofísica - 1104101 (4 cr): Bioeletrogênese. Excitação e respostas celulares. Comunicação celular e entre sistemas. Fenômenos ondulatórios. Metodologia de radioisótopos. Radiobiologia. Radioproteção. Biologia Celular - 1104108 (4 cr): Estuda história e evolução. Métodos de estudo da Célula. Morfologia e fisiologia das estruturas celulares. Biologia do desenvolvimento humano – 1610173 (4 cr): Estudo dos mecanismos biológicos do desenvolvimento e das modificações morfológicas do embrião humano desde o zigoto até o nascimento, incluindo a placenta e os anexos extra embrionários que unem o embrião à mãe. Bioquímica Estrutural – 1104214 (4 cr): Bioelementos e Biomoléculas. Laboratório de Bioquímica. Água, pH e Sistema Tampão. Estrutura e Importância Biológica de Aminoácidos, Peptídeos, Proteínas, Porfirinas, Carboidratos, Vitaminas, Enzimas, Nucleotídeos, Ácidos Nucléicos, Lipídeos e Hormônios. Energética Bioquímica. Bioquímica Metabólica - 1104218 (5 cr): Bioquímica da digestão e absorção dos nutrientes da dieta. Metabolismo. Vias catabólicas, anabólicas e sua regulação. Metabolismo dos carboidratos. Ciclo do Ácido Cítrico. Cadeia respiratória, transporte de elétrons e fosforilação oxidativa. Fotossíntese. Metabolismo dos lipídeos. Metabolismo do colesterol e das lipoproteínas. Metabolismo das proteínas. Metabolismo do grupo heme. Metabolismo dos nucleotídeos. Noções de integração metabólica. Biossegurança - GDFPT0104 (3 cr): Biossegurança: conceitos, história e legislação; Boas Práticas de Laboratório (BPL) e Procedimentos Operacionais Padrão (POP); Riscos em laboratórios de ensino e pesquisa; Manuseio, controle e descarte de resíduos biológicos e químicos; Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Coletiva (EPC); Classificação de risco dos agentes biológicos e níveis de biossegurança laboratorial; Mapas de risco; Biossegurança em biotérios e na experimentação animal; Biossegurança alimentar e ambiental de organismos geneticamente engenheirados; Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB); Biossegurança no uso de radioisótopos. Bromatologia - 1612139 (4 cr): Importância e funções da Bromatologia. Conceito, estrutura, tipos e classificações dos alimentos. Estudo químico bromatológico de carnes e seus derivados, pescados e seus derivados, aves e seus derivados, ovos, leite, leguminosas, cereais, frutas e hortaliças e seus derivados. Raízes e tubérculos. Água. Óleos e gorduras. Conhecimento e manuseio de materiais de laboratório. Preparo de soluções. Análises de composição centesimal. Fraudes em alimentos. Epidemiologia - GDESC0063 (3 cr): Conceitos e usos da Epidemiologia. Modelos explicativos do processo saúde-doença. Estudo das doenças em relação às variáveis pessoais, temporais e espaciais. Estudo das epidemias: resgate histórico, método para abordagem. Medidas de prevenção e controle. Estratégias de vigilância ao óbito. Estudo das endemias. Bases da pesquisa epidemiológica. Desenhos de estudos epidemiológicos. Estágio Supervisionado I - GDFPT0127 (24 cr): Fundamentos teórico-profissionais relativos à prática do Biomédico. Vivência em situações reais dos campos de trabalho do Biomédico. Desenvolvimento teórico-prático das competências do profissional Biomédico. Desenvolvimento do trabalho interdisciplinar e multiprofissional. Estágio Supervisionado II - GDFPT0129 (24 cr): Aprofundamento teórico-profissional relativa à prática do Biomédico. Vivência em situações reais dos campos de trabalho do Biomédico. Aprofundamento teórico-prático das competências do profissional Biomédico. Aprofundamento do trabalho interdisciplinar e multiprofissional.

Farmacologia Básica e clínica - GDFPT0112 (4 cr): Princípios gerais de farmacologia, farmacocinética, farmacodinâmica e grupos de fármacos relacionados, vias de administração e mecanismos de ação de grupos de fármacos que agem sobre o Sistema Nervoso Autônomo (simpaticomiméticos, parassimpaticomiméticos, antagonistas adrenérgicos, antagonistas colinérgicos), Sistema Nervoso Central (anticonvulsivantes, ansiolíticos e hipnóticos) e antiinflamatórios, enfatizando a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamentos. Fisiologia Humana II – 1611194 (6 cr): Estudo analítico do funcionamento dos diferentes sistemas do corpo humano, com ênfase ao estudo da fisiologia geral dos sistemas nervoso, renal, digestório, muscular, cardiovascular, respiratório, endócrino e reprodutor e dos mecanismos de integração destes diferentes sistemas objetivando a manutenção da homeostasia do organismo como unidade. Genética Molecular e Humana - 1104225 (3 cr): Introdução ao Estudo da Genética. Identificação do Material Genético. Estrutura e Replicação do Material Genético. O Código Genético. Expressão da Informação Gênica. Controle da Expressão Gênica. Bases Moleculares das Mutações. Citogenética. Alterações Cromossômicas Numéricas e Estruturais. Cariotipagem. Tipos de Herança. Erros inatos do metabolismo. Gestão e Auditoria em Serviços de Saúde - GDFPT0111 (3 cr): Estrutura e processos administrativos gerais e aplicados aos serviços de saúde. Organização, caracterização e planejamento de unidades administrativas. Análise financeira, avaliação dos recursos humanos. Gestão de pessoas. Órgão, instituições e recursos envolvidos nos processos de fiscalização e controle de saúde. Controle de políticas e ações em saúde. O administrador e o gerenciamento nos serviços de saúde. Controle de qualidade e acreditação. Auditoria em serviços de saúde. Hematologia laboratorial - GDFPT0115 (4 cr): Hematopoiese. Coleta sanguínea, confecção e coloração do esfregaço sanguíneo. Eritropoiese. Granulocitopoese. Linfopoese. Monicitopoese. Plaquetopoese. Hemoglobina: síntese, tipos e metabolismo. Metabolismo do Ferro, Vitamina B12 e Folato. Eritrograma: constituintes e alterações. Velocidade de Sedimentação das Hemácias (VSH). Leucograma: constituintes e alterações. Plaquetograma: constituintes e alterações. Imunohematologia: aglutinógenos e aglutininas; Sistemas H, ABO, RH; testes pré-transfusionais e reações hemolíticas, Eritroblastose fetal. Hemostasia. Automação em Hematologia. Histologia - GDMRF0108 (4 cr): Esta disciplina permite ao aluno conhecer a estrutura histológica, classificação e histofisiologia dos tecidos epiteliais, conjuntivos e variados, musculares e nervosos. Imunologia IV - 1611170 (3 cr): Introdução à imunologia (definições e conceitos); imunidade inata e adquirida; migração celular e inflamação; sistema complemento; origem e amadurecimento de linfócitos; ativação de linfócitos B e T; mecanismos efetores da imunidade celular e humoral; reações de hipersensibilidades; tolerância imunológica e doenças autoimunes. Instrumentação Laboratorial - GDFPT0110 (3 cr): Introdução ao Laboratório Clínico; Controle de Qualidade do Laboratório: controle de qualidade em análises clínicas (critérios avaliados pela SBAC); padronização e validação de equipamentos e métodos laboratoriais. Vidrarias e utensílios laboratoriais. Manipulação de micropipetas. pHmetria. Espectrofotometria. Centrifugação. Eletroforese. Cromatografia. Diálise. Citometria de fluxo. Tipos e processos de purificação de água: Destilação; Osmose reversa; Filtração; UV. Esterilização (autoclave) de material. Microscopia de fluorescência e confocal. Microscopia eletrônica. Introdução à Biomedicina - GDFPT0103 (2 cr): Apresentar ao acadêmico uma ampla visão das diversas áreas de atuação do profissional Biomédico e suas habilitações. Análise da estrutura curricular oferecida pela Instituição frente às Diretrizes Curriculares Nacionais e o mercado de trabalho. Noções de ética e legislação da profissão. Microbiologia - 1611199 (4 cr): Estudos morfológicos, citológicos e genéticos de bactérias e fungos, em geral, e o papel que desempenham quando detectados no homem determinando colonização, infecção ou doença. Fatores e mecanismos de virulência dos principais grupos patogênicos. Ação dos agentes físicos, químicos e dos antimicrobianos sobre os microrganismos. Técnicas de isolamento, de cultivo, de coloração utilizadas na rotina microbiológica, com fins de caracterização das bactérias e dos fungos. Noções gerais sobre os vírus. Noções de Bioestatística - GDFPT0107 (3 cr): Noções básicas da análise estatística; Estatística descritiva; Apresentação gráfica de dados estatísticos; Introdução à probabilidade; Noções elementares de amostragem; Teste de hipóteses; Regressão e correlação.

Parasitologia II - 1611139 (3 cr): Teoria: biologia dos protozoários e helmintos parasitos e comensais de importância médica (morfologia, ciclo biológico, patogenia, diagnóstico, controle e profilaxia, transmissão e tratamento); principais vetores e ectoparasitos de importância médica (curiosidades e importância); técnicas de coleta, preparo e montagem de material parasitológico. Prática: protozoários, helmintos, vetores e ectoparasitos de importância médica (morfologia). Patologia Geral - 1611141 (3 cr): Generalidades sobre patologia. Abordagem sobre o processo saúde/doença a nível conceitual. Introdução ao estudo dos processos mórbidos: lesões celulares por agressores de natureza diversa, processo inflamatório e reparativo, processos degenerativos, distúrbios dos pigmentos e do cálcio, distúrbios circulatórios e vasculares, distúrbios do crescimento e da diferenciação celular. Desenvolvimento de atividades práticas macroscópicas e microscópicas para melhor compreensão dos processos patológicos. Princípios de Diagnóstico por Imagem - GDCOS0136 (4 cr): Conceitos de radiodiagnóstico; descoberta da radioatividade e dos raios X; Modalidades de diagnóstico por imagem e suas evoluções tecnológicas; Conceitos de qualidade da imagem e proteção radiológica. Química Fundamental - 1105161 (4 cr): ESTRUTURA ATÔMICA: Modelo Quântico do Átomo, Números Quânticos, Distribuição Eletrônica; TABELA PERIÓDICA: a periodicidade nas configurações eletrônicas, classificação e propriedades dos elementos metálicos e não-metálicos, estudos dos grupos e períodos; a periodicidade nas propriedades atômicas; LIGAÇÃO QUÍMICA: introdução, regra do octeto, tipos de ligação; Ligação Iônica, montagem de fórmulas eletrônicas, propriedades dos compostos iônicos, Ligações Covalentes - Hibridizações de Orbitais, montagem de fórmulas eletrônicas e estruturais, a polaridade nas ligações e nas moléculas, forças intermoleculares, propriedades dos compostos covalentes, ligação metálica; REAÇÕES INORGÂNICAS: Classificação das reações, reações em solução aquosa; CÁLCULOS QUÍMICOS: Unidade Unificada de Massa, Mol, Massa Molar, Cálculo de Fórmulas, Cálculo Estequiométrico: Reagente Limitante, Grau de Pureza e Rendimento; SOLUÇÕES: Conceito e classificação, natureza e terminologia das soluções, unidades de concentração, solubilidade e fatores que afetam a solubilidade. ESTADO DA MATÉRIA: Gases: lei dos gases, postulado básicos da teoria cinética, gases reais, líquidos: propriedades; pressão de vapor; viscosidade; tensão superficial; ponto de ebulição; sólidos: propriedades; classificação; estrutura dos sólidos; tipos de cristais. Mudança de estado; diagrama de fases; TÓPICOS EM MATERIAIS: Eletroquímica/ conceitos de número de oxidação, processos de oxidação e redução. Pilhas. Eletrólise. Corrosão metálica. Materiais (Polímeros, vidros, cristais líquidos, condutores, semicondutores, cimento etc.) NOÇÕES BÁSICAS DE LABORATÓRIO: normas de segurança e equipamentos básicos de laboratório, medidas em laboratório, estudo das reações químicas, rendimento de uma reação de precipitação, preparação de soluções e titulação ácido-base. Saúde Coletiva - GDESC0062 (3 cr): Estuda as bases históricas de formação da sociedade e do Estado e sua relação com as políticas públicas de saúde, enfatizando os modelos de atenção em saúde e historicidade. O movimento sanitário brasileiro e o processo da reforma sanitária. A criação do Sistema Único de Saúde, suas diretrizes, princípios e leis orgânicas. Financiamento e perspectivas do SUS. O processo saúde doença: mudando o paradigma na saúde. Rede de Atenção à Saúde: conceitos e organização. Processo de trabalho em saúde. Planejamento em saúde. Avaliação em saúde. Sociologia da Saúde e da Doença - GDESC0061 (3 cr): 1. O homem como ser social. 2. A produção social da saúde e da doença. 3. Evolução histórica do perfil da saúde e da doença da população brasileira e seus contextos sociais. 4. O significado da doença na vida humana. 5. A luta social para transformação das condições de vida. 6. Movimentos sociais. 7. O movimento sanitário brasileiro. 8. Redes locais de apoio social. Tópicos em Genética Aplicada – 1104197 (4 cr): Estudo das técnicas biotecnológicas aplicadas na genética animal, vegetal e/ou de microrganismos.

Urinálises e Fluidos Biológicos - GDFPT0116 (3cr): URINA: Formação, composição e volume. Coleta, processamento e tipos de amostras. Testes de função renal. Exame físico: coloração, aparência, densidade e odor. Exame químico: tiras reativas; automação em urinálise; pH, proteínas, glicose, cetonas, sangue, bilirrubina, urobilinogênio, nitrito e densidade. Exame microscópico: Controle de qualidade em Urinálise: história e significado, metodologia, componentes do sedimento, leucócitos. Análises especiais: sobrecarga versus nefropatia; distúrbios do metabolismo de aminoácidos, porfirina, mucopolissacarídeos, purinas; outras provas. Líquido Cefalorraquidiano: formação e fisiologia; coleta da amostra. Análise física, química, microbiológica e hematológica. Outros Fluidos Biológicos: coleta, processamento e análise física, química e microbiológica dos fluidos: líquido seminal, sinovial, seroso e amniótico; suor, lavagem broncoalveolar e suco gástrico. Quadro 19 - Componentes Curriculares Complementares Obrigatórios Acupuntura - GDFPT0122 (3 cr): Aspectos históricos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC); teoria do yin e yang e dos cinco elementos; concepção do processo saúde-doença e semiologia na MTC; Qi, sangue e fluídos orgânicos; grande e pequena circulação da energia, estudo dos meridianos e dos pontos; diagnósticos e tratamentos na MTC; Legislação referente a MTC/acupuntura; Acupuntura no SUS. Bacteriologia Diagnóstica - GDFPT0113 (3 cr): Controle de qualidade e Biossegurança em bacteriologia. Coleta e isolamento de materiais bacteriológicos. Bacteriologia das infecções dos sistemas respiratório, urinário e reprodutor, digestório, nervoso, cardiovascular e linfático, líquor, pele e olhos. Diagnóstico de Infecções relacionadas à assistência à saúde. Bacteriologia automatizada e molecular. Bioética e Legislação Profissional - GDBTC0034 (3 cr): Conceitos e história; princípios éticos da pesquisa com seres humanos e com animais; bioética relacionados com novo fármacos; vacinas e teste de diagnóstico; contracepção humana, genética, biologia molecular, microbiologia, experimentação humana, transplante de tecidos e órgãos artificiais e naturais. Bioética e uso de animais em experimentação; uso de animais como modelos experimentais e suas alternativas; conceitos e técnicas de bioterrismo; desenvolvimento de modelos experimentais; modelos experimentais alternativos e seu uso em ciência animal; conflitos e avanços na legislação do uso de animais em pesquisa. Educação das relações étnico-raciais. O código de ética profissional do biomédico. Decreto Nº 88.439, de 28 de junho de 1983. Lei Nº 7.017, de 30 de agosto de 1982. Bioinformática para Biomedicina - GDFPT0106 (3 cr): Introdução às ferramentas de bioinformática com aplicação na área de biomedicina. Apresentação de técnicas para investigação de sequências de DNA e de proteínas presentes em bases de dados de domínio público visando o desenvolvimento de métodos de diagnose molecular. Biomedicina Estética - GDFPT0124 (4 cr): Aspectos essenciais no exercício da Biomedicina estética; exercício profissional e relação com outras profissões da área da saúde; anatomia, fisiologia e patologia do sistema tegumentar e do sistema linfático; processo de cicatrização e reparo; estética facial, corporal, capilar; noções de cosmetologia básica e aplicada. Bioquímica Médica - GDFPT0108 (3 cr): Análise de metabólitos bioquímicos que possibilitem auxiliar no diagnóstico e monitoramento de patologias relacionadas ao metabolismo glicídico, proteico, lipídico, hidroeletrolítico, mineral, equilíbrio ácido-base, função renal, hepática, pancreática, cardíaca, hormonal, bem como estabelecimento de correlações clínico-laboratoriais. Biotecnologia - GDBTC0035 (3 cr): Conceito amplo e restrito da Biotecnologia. Biotecnologia clássica e moderna. As fases do processo biotecnológico. As novas tecnologias: tecnologia do DNA recombinante. Aplicações nas diversas áreas. Importância da genética e citogenética na biotecnologia. A biotecnologia no Brasil e no Mundo. Situação atual e perspectivas, Citopatologia Clínica - GDFPT0119 (3 cr): Noções Gerais de Citologia. Citologia dos Líquidos Cavitários (características físico-químicas, citológicas e interpretação): Líquido Pleural; Líquido Ascítico; Líquido Sinovial. Citologia do Líquido Cefalorraquiano: Local e processo de formação; Funções; Noções sobre coleta do espécime clínico; Características físico-químicas, citológicas e interpretação. Líquido Seminal: Local e processo de maturação dos espermatozoides; Constituição morfológica e molecular. Espermograma: noções sobre coleta do espécime clínico - características físico-químicas - exames microscópicos - avaliação da vitalidade - índices de vitalidade e interpretação. Citologia Hormonal pela Colpocitologia (Citologia Esfoliativa): Conceitos e definições; Estudo anatômico e histológico do aparelho reprodutor feminino; Estudo da função dos

diferentes hormônios sobre o tecido local; Ação hormonal como determinantes da diferenciação morfotintorial das células esfoliativas. Curva hormonal pela colpocitologia e interpretação. Neoplasias: conceito de malignidade - características celulares; Noções sobre a coleta do espécime clínico; Diagnóstico laboratorial; Comparação entre as classificações de Papanicolaou e sistema de Bethesda: Células escamosas de significado indeterminado; Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG) e de alto grau (LIEAG); Atipias glandulares; Citopatologia dos carcinomas e adenocarcinomas. Técnicas especiais para o auxílio diagnóstico citológico: Hibridização in situ; Imunohistoquímica. Citologia das secreções e excreções (nasal, conjuntival e escarro). Diagnósticos em Imunologia - GDFPT0117 (3 cr): Introdução ao Laboratório de Imunologia Clínica; Interação Antígeno-Anticorpo; Anticorpos Monoclonais; Parâmetros e Controle de Qualidade dos Imunoensaios; Fundamento, Descrição Metodológica e Interpretação de Resultados dos Imunoensaios: Ensaios de aglutinação, ensaios conjugados (enzimáticos, fluorescentes, radiométricos e cromatográficos); Automação em Imunologia (Nefelometria, Turbidimetria, Citometria, Quimioluminescência, Immunoblotting e ELISPOT); Imunodiagnóstico das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. Imunoprofilaxia e Imunoterapia. Embriologia Clínica - GDFPT0123 (2 cr): Gameta feminino e masculino. Fertilização. Formação de zigotos e desenvolvimento embrionário. Aspectos clínicos da função reprodutiva e infertilidade. Organização do laboratório de reprodução assistida e cultura de embriões e tecidos. Micromanipulação e reprodução assistida, manipulação e seu uso em Tecnologias de Reprodução Assistida (ART). Fundamentos da criobiologia, criopreservação de gametas, embriões e tecido gonadal. Fitoterapia - GDFPT0114 (3 cr): Aspectos históricos da Fitoterapia; conhecimento popular e conhecimento científico; cuidados básicos no uso de plantas medicinais; manuseio de plantas medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento; formas de preparação e uso das plantas medicinais; constituintes químicos das plantas medicinais; utilização de plantas medicinais em atenção básica em saúde, uso das plantas medicinais nas patologias de órgãos e sistemas; a fitoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental - GDSIE0101 (2 cr): Crise da civilização e a emergência das questões ambientais. A complexidade ambiental. Educação Ambiental: fundamentos teóricos e estratégias metodológicas. O caráter transversal da Educação Ambiental e suas concepções instrumentais, institucionais e pedagógicas. Mediações educativas voltadas à sustentabilidade ambiental e à melhoria da qualidade da vida no planeta. Hematologia Clínica - GDFPT0157 (3 cr): Introdução à Hematologia. Hematopoiese. Interpretação prática do hemograma. Introdução ao estudo das anemias. Anemias carenciais. Síndrome de Falência Medular. Propedêutica laboratorial complementar no estudo das anemias. Fisiologia da Coagulação. Interpretação prática do coagulograma. Introdução ao estudo das doenças hemorrágicas. Púrpuras. Coagulopatias Hereditárias e Adquiridas. Mecanismos hematológicos de tromboses. Princípios de anticoagulação. Propedêutica laboratorial complementar em hemostasia. Noções de oncohematologia. Mielograma e avaliação complementar de medula óssea. Princípios básicos de medicina transfusional. Metodologia do Trabalho Científico - GDFPT0105 (2 cr): A metodologia científica e a formação do estudante. Métodos e estratégias de estudo e aprendizagem (resumo, resenha e seminário). Natureza humana, conhecimento e saber. O método científico. Etapas de um projeto de pesquisa (tema, problema, hipóteses, objetivos, metodologia, materiais e métodos, cronograma, orçamento). O levantamento bibliográfico. Tipos de pesquisa. Fontes e métodos para coleta de dados. Busca em bancos de dados. Normas para apresentação de trabalhos científicos de acordo com a ABNT. Normas para elaboração de referências. Normas para citações. Como fazer apresentações em público. Micologia Diagnóstica - GDFPT0121 (3 cr): Controle de qualidade e biossegurança em micologia. Investigação e identificação dos diferentes fungos e micoses auxiliando no diagnóstico e tratamento clínico. Técnicas de coleta, cultivo e preservação de fungos microscópicos. Taxonomia e ecologia de fungos filamentosos microscópicos e leveduras. Diagnóstico laboratorial das micoses. Microbiologia de Alimentos - GDNUT0089 (3 cr): Grupos de microrganismos importantes em alimentos. Fatores que influenciam no crescimento microbiano. Fontes de contaminação microbiológica de alimentos animal e vegetais e medidas preventivas. Micro-organismos indicadores da qualidade sanitária de alimentos. Microbiologia da água. Micro-organismos patogênicos e as

Doenças Transmitidas por Alimentos e água. Aspectos gerais da microbiologia industrial aplicada aos alimentos. Legislação microbiológica de alimentos Métodos microbiológicos para avaliação de qualidade de alimentos e água. Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico - GDFPT0120 (3 cr): Técnicas parasitológicas de rotina para análise de fezes, sangue, fluidos e tecidos para as principais protozooses e helmintíases de importância médica no Brasil. Pesquisa Aplicada à Biomedicina - GDFPT0109 (2 cr): Introdução ao conhecimento científico. Conceitos básicos da pesquisa científica. Hipótese e métodos científicos. Técnicas de investigação. Análise e formulação de protocolos de pesquisa. Redação de textos científicos e de projetos de pesquisa. Pesquisa básica e clínica. Análise dos dados. Financiamento da pesquisa científica. Exposição de temas e formas de apresentação de resultados e pesquisas envolvendo Biomedicina. Publicação de dados científicos. Visitas a laboratórios de pesquisa. Fornecimento de subsídios para o desenvolvimento de trabalho de pesquisa científica em áreas de atuação do profissional biomédico. Toxicologia para Biomedicina - GDFPT0125 (3 cr): Histórico da toxicologia, propriedades gerais e conceitos básicos; Toxicocinética e toxicodinâmica de xenobióticos, fármacos ou drogas; Toxicologia Industrial, agrícola, alimentar, social e ambiental; Aplicação e monitoração da Análise toxicológica de metais, agrotóxicos e drogas de abuso. Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) - GDFPT0126 (3 cr): Produção do conhecimento científico. Escolha da hipótese, assunto e linha de pesquisa do trabalho de conclusão de curso. Delineamento da pesquisa bibliográfica. Revisão da literatura. Planejamento do trabalho científico. Estrutura geral do trabalho de conclusão de curso. Desenvolvimento do projeto de Pesquisa. Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) - GDFPT0128 (3 cr): Aplicação do conhecimento científico. Coleta e análise dos dados. Desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho de conclusão de curso. Normas metodológicas e de redação científica aplicadas ao trabalho de conclusão de curso. Sistematização e elaboração do trabalho científico. Virologia Humana - GDFPT0118 (2 cr): Características gerais dos vírus, nomenclatura e classificação viral, replicação viral, patogênese das infecções virais, epidemiologia das infecções virais, resposta imune às infeções virais, antivirais, diagnóstico laboratorial das viroses de importância médica. Noções gerais sobre virusóides, viróides, virófagos, vírus gigantes e príons. 5.6. Componentes Complementares Optativos As Atividades Complementares Optativas são componentes curriculares enriquecedores e implementadores do perfil do formando, que possibilitam a interação entre teoria e prática, além do incentivo a construção de conhecimentos, consubstanciando a flexibilização curricular e a interdisciplinaridade, com o intuito de proporcionar ampliação de conhecimentos gerais ou específicos. A Disciplina de Libras insere-se na estrutura curricular do Curso de Graduação em Biomedicina como disciplina optativa, considerando a Lei n°10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras. Esse componente curricular possui carga horária de 60 (sessenta) horas-aula, equivalente a 4 (quatro) créditos, conforme preconiza a Resolução CONSEPE Nº. 29/2020. Quadro 20 – Ementas dos Componentes Curriculares Complementares Optativos Disciplina (código)/Ementa Cr Depto/Centro Animais Peçonhentos – Principais animais peçonhentos de importância no Brasil, morfologia e biologia, natureza dos acidentes e consequências. 2 DFP/CCS Primeiros socorros e tratamento. Banco de Leite Humano – Fundamento, objetivo e estratégia do Banco de Leite Humano (BLH), Expansão da Rede Brasileira e Ibero Americana de Banco de Leite Humano (BLH), Organização e funcionamento do Banco de Leite Humano (BLH), Banco de Leite Humano como polo de incentivo, promoção e proteção ao Aleitamento Materno, Processamento e Controle de 2 DFP/CCS Qualidade do Leite Humano, Uso do Leite de Banco como estratégia para redução da mortalidade infantil, Legislação do Banco de Leite Humano (BLH), Introdução a Manejo Clínico da Lactação, Doenças Maternas que contra indicam a amamentação.

Bases do Empreendedorismo – Iniciação de uma atividade empresarial. Importância da criação da pequena e média empresa. Práticas administrativas aplicadas às pequenas e médias empresas. Políticas e programas de apoio às pequenas e médias empresas. Os problemas característicos às pequenas e médias empresas Bases Moleculares, Terapêuticas e Epidemiológicas das Doenças Parasitárias – Infecção e doença infecciosa. Parasitismo, doença parasitária e paleoparasitologia. Interface Parasito-hospedeiro. Delineamento de estudos observacionais e experimentais em doenças parasitárias. Aspectos fisiológicos e moleculares dos helmintos e protozoários. Bases moleculares dos fármacos usados nas doenças parasitárias. Bases para a Produção de Antibióticos – Estudo teórico e prático das técnicas de isolamento, reconhecimento e preservação de microrganismos produtores de antibióticos. Teste de antibiose microbiano. Extração e purificação de antibióticos. Biologia dos Tripanossomatídeos – Características gerais dos Tripanossomatídeos. Morfologia dos protozoários dos gêneros Trypanosoma e Leishmania e estudo de suas características reprodutivas, genéticas e ecológicas. Interação de Leishmania com seus hospedeiros invertebrados e vertebrados. Métodos e técnicas de isolamento e cultivo de Leishmania. Biologia dos Tumores – História natural dos tumores. Lesões pré-malignas. Hiperplasia. Metaplasia. Displasia. Tumores benignos. Controle do ciclo celular. Proto-oncogenes, genes supressores de tumor, genes reguladores da apoptose, genes de reparo do DNA. Mutações gênicas. Carcinogênese química, viral e biológica. Mecanismos de invasão e metastatização. Apoptose. Angiogênese. Histologia dos tumores benignos e malignos. Aspectos bioquímicos dos tumores. Marcadores tumorais. Biologia Molecular da Célula Tumoral – Célula tumoral. Mecanismo de invasão tumoral e angiogênese. Carcinogênese. Oncogenes. Genes supressores de tumor. Sinalização celular na célula tumoral. Alterações do ciclo celular e apoptose. Bioquímica dos Sistemas – Biomoléculas, metabolismo, integração e regulação das vias bioquímicas nos vários sistemas biológicos, a saber: sistema endócrino, sanguíneo, digestório, musculoesquelético, urinário, respiratório, hepatobiliar e nervoso. Citogenética de Plantas, Animais e Humana – Morfologia cromossômica. Variação no número e na morfologia cromossômica. Os cromossomos durante a reprodução. Herança extracromossômica. Cognição e Memória – Bases biológicas das funções cognitivas: 1) organização cortical e sua relação com a cognição, percepção, linguagem, emoção, razão, memória; 2) estudo dos circuitos e regiões neurais subjacentes a essas funções; 3) estudo das teorias e dos modelos de investigação. Controle de Infecção Hospitalar – Introdução ao estudo das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). Conceituação e terminologia. Abordagem epidemiológica. Vigilância das IRAS. Laboratório e infecções hospitalares. Uso racional de antimicrobianos. Estruturação e organização em infecções hospitalares. Prevenção e controle das infecções hospitalares. Diversidades Celulares – Tipos celulares: constância e diversidades. Matriz extracelular. Biologia e interação de diferentes células.

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Ecologia e Biotecnologia do Controle de Pragas e Vetores – Histórico, identificação e caracterização de pragas e vetores, e sua importância. Ecologia dos vetores transmissores de doenças. Papel dos vetores na transmissão de doenças. Fatores ambientais na ecologia de pragas e vetores. Métodos de controle físico, químico e biológico. Ações educativas no controle de vetores e de pragas. Biotecnologia no controle de pragas e vetores, o papel dos transgênicos no controle de pragas. Conhecimentos básicos sobre integração de estratégias e táticas utilizadas no manejo integrado de pragas. Educação em Sexualidade e Saúde Reprodutiva – Discussões sobre sexualidade e adolescência dentro do âmbito das ciências biológicas, considerando os temas não apenas sob o ponto de vista do biológico/natural, mas incorporando-se a importância da idade e da cultura. Educação Física – Ensino dos fundamentos básicos e noções da técnica das diferentes modalidades desportivas. Desenvolvimento das qualidades físicas de base (força, resistência, flexibilidade, etc.) através do trabalho de ginástica aeróbica, ginástica localizada e dança. Técnicas de equilíbrio corporal. Elementos de Química Forense – Química forense (conceitos, introdução e histórico); Toxicologia das drogas de abuso (introdução, legislação e epidemiologia); Aspectos legais da atuação da química forense (criminalística, perícia criminal, tipos de provas técnicas e laudos periciais); Técnicas e testes analíticos aplicados à química forense (visão geral de metodologias de identificação de drogas de abuso pelo emprego de técnicas analíticas clássicas e modernas, bem como, o uso destas técnicas em análises residuográficas); Documentoscopia; Balística e armas de fogo; Laboratório de química forense (análises qualitativas e quantitativas a serviço da investigação de vestígios em cenas criminais e resíduos de contaminantes/adulteração/envenenamento em alimentos, medicamentos e material biológico). Estudo de Impacto Ambiental – Aspectos históricos e conceituais de Estudos de Impactos Ambientais (EIA). Aspectos processuais e metodológicos de EIA. Técnicas de previsão e identificação de impactos ambientais. Impactos sociais e econômicos. Avaliação do impacto ambiental sobre a saúde pública. Monitoramento. Mitigação ecológica. Farmacoterapia Cardiovascular – Noções de mecanismos de ação de fármacos que atuam no Sistema cardiovascular (anti-hipertensivos, antianginosos e trombolíticos), enfatizando a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamento. Farmacoterapia dos Antimicrobianos – Noções de mecanismos de ação de fármacos antimicrobianos (antibióticos), enfatizando a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamento das doenças infecciosas. Farmacoterapia Respiratória - Noções dos mecanismos de ação de fármacos que atuam no sistema respiratório, com ênfase para o tratamento da asma, rinite alérgica, inflamações e infecções do trato respiratório superior e inferior, enfatizando a fisiopatologia e manifestações clínicas das mesmas.

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Fundamentos da Homeopatia – História da Medicina e da Homeopatia. Princípios fundamentais da Homeopatia. A experimentação do medicamento homeopático. Noções básicas sobre matéria médica e repertório. As diferentes racionalidades e terapêuticas médicas. As correntes homeopáticas. Concepção homeopática do processo saúde-doença. A consulta homeopática e a evolução do doente. Matéria médica simplificada de alguns importantes medicamentos homeopáticos. Inserção da homeopatia no Sistema Único de Saúde (SUS) e sua prática pelos diversos profissionais da área de saúde. Fundamentos de Química de Proteínas – Estratégias de extração, isolamento, purificação, caracterização física e química de proteínas. Obtenção e manipulação de amostras protéicas. Quantificação proteica. Fracionamento salino. Diálise. Liofilização. Cromatografia. Eletroforese. Cristalografia de proteínas. Fungos Anemófilos – Características gerais dos fungos anemófilos. Fatores abióticos relacionados à incidência. Variações entre ambientes abertos e climatizados. Métodos de coleta. Técnicas de cultivo. Caracterização morfológica e identificação de fungos anemófilos. Anemófilos como indicadores da qualidade ambiental. Doenças relacionadas à exposição aos fungos anemófilos. Medidas de controle de fungos anemófilos. Genética Humana – Transmitir conceitos modernos da genética. Informar sobre as principais aplicações práticas da genética em seres humanos. Oferecer uma visão abrangente dos diversos campos de ação e de pesquisa em genética humana. Gestão de Recursos Naturais – Recursos naturais: conceitos e classificação. Estratégias de conservação e gestão de recursos naturais. Competências gerenciais voltadas à ordenação territorial. Aplicação de estratégias de mapeamento, como ferramentas adequadas ao planejamento e gestão. Licenciamentos no Brasil: medidas gerenciais para recuperação, mediação e controle de ambientes degradados ou poluídos. ISO 14.000. A questão da Educação no processo de gestão. Hemoterapia e Banco de Sangue – Composição e Ciclo do Sangue. Histórico e princípios da Hemoterapia. Doadores de Sangue. Captação de doadores. Triagem de doadores. Coleta e Fracionamento. Hemocomponentes: Descrição e Indicação: Sangue total, Concentrado de Hemácias, Concentrado de Plaquetas, Concentrado de leucócitos. Hemocomponentes leucorreduzidos e irradiados. Plasma fresco e congelado. Crioprecipitado. Solução de Albumina. Imunoglobulinas (Polivalentes e Específicas). Princípios de hemaglutinação. Transfusão em clínica médica. Antígenos eritrocitários e anticorpos de grupos sanguíneos: Sistema ABO e Rh, Lewis, MNS, Duffy, Kidd, Lutheran, outros antígenos, Testes de triagens direta e indireta em tubo e em gel. Eritroblastose Fetal. Reações transfusionais. Anemias hemolíticas autoimunes. Princípios básicos de Hemodinâmica. Coagulação e tratamento de coagulopatias hereditárias e adquiridas. Humanização em Saúde – Política Nacional de Humanização. Tecnologias leves em saúde. Interpretação de Exames Laboratoriais – Interpretação de resultados de exames laboratoriais relacionados com o metabolismo da glicose, das lipoproteínas, hematológicos, imunológicos e urinários. Balanço hidroeletrolítico e dosagens de eletrólitos. Provas das funções renal, hepática e cardíaca, assim como distúrbios ácido-básico. Língua Brasileira de Sinais

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O Estudo da Célula por Meio da Construção de Modelos – Discutir e comparar as imagens de células e tecidos obtidas por diferentes técnicas de microscopia. Construir modelos de células de forma a mostrar sua tridimensionalidade e proporcionalidade. Parasitologia do Solo – Biologia dos protozoários e helmintos parasitos cuja veiculação e transmissão se dá através do solo (morfologia, ciclo biológico, patogenia, diagnóstico, controle e profilaxia, transmissão e tratamento); Técnicas para coleta, preparo e análise parasitológica do solo (sedimentação espontânea, centrifugo-flutuação e hidrotermotropismo). Perfusão Extracorpórea – Definição das áreas de aplicação (cirurgias cardiovasculares, afecções da aorta, transplantes de coração e/ou pulmão, transplante hepático e em alguns tipos de retirada de tumores), instruções na manutenção do paciente com suporte artificial de vida (coração, pulmão e rim artificial ou cardiopulmonar total), instruções sobre máquinas com dispositivos descartáveis, que substitua as funções do coração e dos pulmões, medidas de segurança no monitoramento da pressão, temperatura, fluxo, coagulação, débito renal, equilíbrio hidroeletrolítico e hemodinâmico. Prebióticos e Probióticos – Estudo teórico e prático sobre probióticos e prébióticos relacionados às: características gerais, mecanismos de ação, principais micro-organismos e produtos relacionados, bases para a produção de probióticos e os efeitos promovidos no organismo. Microbiota intestinal humana. Metabolismo microbiano. Princípios da Neurociências – Organização fundamental do Sistema Nervoso. Sistema Nervoso central e periférico. Sistema somático e Visceral. Anatomia Fisiologia e Neurônio. Tipos de fibras nervosas. Ativação e inibição neuronal. Características e propagação do impulso nervoso. Sinapses e tipos de sinapses. Circuitos neuronais. Leis Básicas da Neurofisiologia. Características gerais dos receptores. Somestesia, Fisiologia da dor. Sentidos Especiais: Olfação. Gustação. Visão. Audição. Bases Fisiológicas do Comportamento. Aprendizado. Memória. Atividade Psíquica Superior. Reflexos Condicionados. Recompensa, Punição e Raiva. Reações Fóbicas. Estudo da atividade do encéfalo: sono, vigília, epilepsias, psicoses. Princípios de Neurobiologia e Comportamento – Estudo dos neurotransmissores e do processamento funcional dos diferentes estímulos, buscando o entendimento do comportamento biológico e das emoções. Programação Metabólica – Integração do metabolismo energético; Alterações do estado nutricional; Hipótese de Barker; Adaptações metabólicas na subnutrição; Baixa estatura e consequências em longo prazo; Subnutrição fetal e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares na vida adulta; Alterações moleculares decorrentes da subnutrição no início da vida e síndrome metabólica; Estresse e programação metabólica; Nutrição e epigenética; Formas de programação metabólica; Revisão da literatura atual. Psicobiologia – Bases biológicas do comportamento humano; Teoria da evolução; Influência dos genes e do ambiente sobre o comportamento; Comportamento social e história evolutiva. Qualidade da água, saúde e saneamento – A água e o meio ambiente. Água e parasitos. Água de abastecimento público: tipos de estações de tratamento de água, controles físico-químico, microbiológico e parasitológico das águas de consumo humano incluindo bactérias, algas, fungos, vírus e protozoários patogênicos. Água residuais: disposição nos ambientes rural e urbano, processos de tratamento. Resíduos sólidos: domésticos, hospitalares e infecciosos. Destinação final. Qualidade de água e a vigilância em saúde (Portaria MS Nº 2914/2011).

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Química Bioinorgânica – Elementos essenciais, ligantes e biomoléculas; metais como comunicadores celulares; evolução e homeostase; métodos físicos em bioinorgânica; captação, transporte e armazenamento de metais em sistemas biológicos; sistemas redox e não-redox; sistemas biomiméticos; sistemas metálicos exógenos; biomineralização; tópicos em química inorgânica medicinal. Química Orgânica Biológica – Compostos bio-orgânicos e seus diversos grupos funcionais, nomenclatura sistemática, análise conformacional, esteroquímica, conceitos de ácidos e bases, forças intermoleculares, propriedades físicas. Aplicação das reações orgânicas e seus mecanismos na síntese química e biológica das biomoléculas. Mecanismos de construção dos monômeros aos polímeros naturais: carboidratos, proteínas e ácidos nucleicos. Mecanismos das reações de construção da ligação glicosídica, ligação peptídica, ligação fosfodiésteres, adição e substituição a C=O. Radiobiologia e Radiogenética – Revelar os aspectos moleculares da interação das radiações coma célula e com a estrutura do DNA. Segurança do Paciente – Histórico da Segurança do Paciente em nível mundial, Taxonomia da Segurança do Paciente segundo a Organização Mundial de Saúde, Base legal do Programa de Nacional de Segurança do Paciente: Núcleo de Segurança do Paciente e Plano de Segurança do Paciente; Protocolos Obrigatórios do Programa Nacional de Segurança do Paciente: Higienização das Mãos, Cirurgia Segura, Identificar Corretamente o Paciente, Prevenção de Quedas e Lesão por Pressão, Segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos e Comunicação Efetiva, monitoramento e indicadores, Cultura de Segurança do Paciente, Gerenciamento de Riscos: sistemas de notificação e investigação de incidentes. Tópicos Avançados em Síndrome Metabólica – Aspectos fisiopatológicos e alterações laboratoriais da síndrome metabólica e doenças associadas (resistência insulínica, diabetes, obesidade, hipertensão, dislipidemia, aterosclerose). Leitura e interpretação de artigos científicos e casos clínicos. Tópicos Avançados I – Inovações em métodos e técnicas de pesquisa e diagnósticos para os mais diversos agravos à saúde, discutindo a integração de técnicas avançadas para atuação do Biomédico nos diferentes contextos profissionais. Novas temáticas envolvendo a atuação do Biomédico. Tópicos Avançados II - Inovações em métodos e técnicas de pesquisa e diagnósticos para os mais diversos agravos à saúde, discutindo a integração de técnicas avançadas para atuação do Biomédico nos diferentes contextos profissionais. Novas temáticas envolvendo a atuação do Biomédico. Tópicos de Biofísica – Potencial elétrico do coração. Hemodinâmica. Teoria cinética dos gases. Princípios físicos das trocas gasosas. Óptica do olho. Conversão da energia luminosa em estímulo. Física da audição. Conversão da onda sonora em impulso elétrico. Tópicos em Genética – Princípios moleculares de genética; organização e transmissão do material genético. Estrutura e replicação do material genético. Fluxo da informação genética: transcrição e tradução. Bases moleculares das mutações. Código genético. Interação gênica. Genética do sexo. Citogenética: anormalidades cromossômicas. Tópicos Especiais em Bioquímica – Tópicos avançados do metabolismo dos carboidratos, lipídeos e compostos nitrogenados. Estrutura, função e metabolismo dos compostos secundários de plantas. Estrutura e função dos hormônios vegetais. Tópicos complementares em área específica.

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DQ/CCEN

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Tratamento de Dados em Técnicas Instrumentais – Introdução: A origem do sinal analítico e tratamento estatístico dos dados em técnicas 2 DQ/CCEN instrumentais; Calibração: construção e validação de modelos, validação de métodos instrumentais. 5.7. Componentes Complementares Flexíveis A estrutura curricular deste curso prevê, também, atividades complementares a serem realizadas desde o primeiro semestre do curso. Essas tarefas ampliam os conteúdos das disciplinas que integram a matriz curricular em sentido restrito, permitindo, ainda, de forma mais efetiva a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade necessárias ao profissional do século XXI. Por exemplo, as atividades de pesquisa e extensão promovem a integração e interação com a comunidade, ampliam horizontes para além da sala de aula, favorecem o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais, além de propiciar importantes trocas, tanto no âmbito acadêmico quanto no profissional. Os discentes do curso de Biomedicina são constantemente estimulados a participar, tanto nos eventos promovidos pela coordenação do curso e pela instituição, como também fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes e transversais de interesse da formação do profissional, tais como: atividades acadêmicas à distância, seminários, iniciação à pesquisa, monitorias, programas de extensão, vivência profissional complementar, estágios não-obrigatórios, workshops, simpósios, congressos, conferências, trabalhos orientados de campo, dentre outros (Quadro 19). Essas atividades poderão corresponder a, no máximo, 20% (vinte por cento) da carga horária do curso, os quais são regulamentadas pelo respectivo Colegiado de Curso, Resolução CCGB/CCS nº 01/2017. Quadro 21 - Componentes Complementares Flexíveis COMPONENTE CURRICULAR Estágios Extracurriculares

TIPO Atividade

Projeto de Extensão

Atividade

Programa de Extensão

Atividade

Cursos de Extensão

Atividade

Monitoria

Atividade

Projeto de Pesquisa

Atividade

Trabalhos Apresentados em eventos científicos

Atividade

Artigos publicados em periódicos científicos Atividade Outras atividades regulamentadas pelo Colegiado do Atividade curso 5.8. Metodologia Os Conteúdos Curriculares para a UFPB são entendidos a partir de uma visão tridimensional (ensino, pesquisa e extensão) na perspectiva da formação de competências. A IES mantém uma relação permanente entre o que se deseja formar, como se pretende formar e qual o conteúdo desta formação. Neste PPC, os conteúdos curriculares estão relacionados com os valores apontados nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação do Biomédico. Também estão previstos enquanto componentes curriculares a abordagem transversal e interdisciplinar, além contribuir para o desenvolvimento no acadêmico de uma postura autônoma, criativa, crítica, reflexiva e empreendedor. O aluno como centro do processo de aprendizagem deve conduzir todas as ações e metodologias de ensino durante sua formação na UFPB, sempre tendo o docente como norteador do aprendizado. Desta forma, no que diz respeito à Metodologia, cabe a cada professor, na primeira semana de aula, apresentar aos estudantes o seu Plano de Ensino (através da turma virtual do SIGAA), o qual deve contemplar, dentre outras informações, como se dará a metodologia de suas aulas, deixando clara a forma como procederá ao longo do semestre letivo. Os professores desenvolverão atividades as quais buscarão estabelecer relação entre a teoria e a prática, no sentido de fazer com que os acadêmicos desenvolvam habilidades e competências necessárias à sua formação profissional. A teoria e a prática juntas são compromissos da IES, privilegiando metodologias de ensino que

acolham as ações de iniciação científica, atividades de extensão, incentivo à inovação tecnológica e internacionalização. As aulas expositivas - relevantes para os cursos - apoiam-se em tecnologias da informação e da comunicação, a fim de facilitar o processo de aprendizagem. Paralelamente, são ofertadas práticas em sala de aula, estudos de casos, seminários, painéis, estudos em grupo, entre outras modalidades. As atividades práticas ocorrem ao longo das ofertas dos diversos componentes curriculares, de forma a assegurar a aprendizagem significativa de seus conteúdos, possibilitando aos discentes, além da aquisição de conteúdo, o desenvolvimento de aptidões essenciais para o exercício profissional de qualidade. O professor tem sempre um papel de facilitador do processo de aprendizagem, colocando à disposição dos estudantes a sua expertise, bem como promovendo a constante interação entre os conteúdos teóricos e as atividades práticas pertinentes. Contudo, a IES entende que ao se escolher uma técnica pedagógica deve-se, antes de tudo, refletir se essa corresponde aos objetivos de ensino-aprendizagem e aos conteúdos a que se pretende desenvolver junto aos alunos, devendo tal processo ser avaliado contínua e dinamicamente. É importante também definir os recursos didáticos, o espaço e tempo disponível, considerando os objetivos do curso e a formação plena do egresso com a perspectiva das demandas de mercado regional. No caso da aprendizagem, o curso de biomedicina se pauta em quatro objetivos importantes a serem absorvidos pelos alunos, de forma gradual: ● Assimilar conhecimentos; ● Apropriar-se desses conhecimentos através da prática de exercícios; ● Transferir conhecimentos para situações-problemas; ● Criar novas visões e interpretações para problemas reais; ● Desenvolver habilidades e competências articulando conhecimentos teóricos com atividades eminentemente práticas. Os métodos para alcançar e aferir os objetivos acima descritos são aplicados por meio de diversas técnicas, tais como exposição individual, grupal, simpósios, conferências, dinâmicas de Brainstorming (para produção de novas ideias), demonstrações, estudos de casos, jogos e simulações laboratoriais (homem-máquina / homem-computador / homem-modelo), desde que, dentro de uma prática docente crítica, onde os conteúdos são contextualizados e demonstram o comprometimento do processo ensino-aprendizagem com a competência científica/tecnológica, com o exercício profissional e com objetivos éticos-políticos. Neste contexto, as práticas pedagógicas a serem empregadas pelo curso de Biomedicina/UFPB são apoiadas em quatro concepções de ensino-aprendizagem: aprendizagem autodirigida; aprendizagem baseada em problemas ou casos (a exemplo da disciplina de Imunologia IV que promove ExpoImuno); aprendizagem em pequenos grupos com o programa de monitoria institucional e aprendizagem orientada para a comunidade (a exemplo da disciplina de Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental no terceiro semestre do curso). O currículo do curso segue o princípio da flexibilização curricular embasado na utilização de recursos da interdisciplinaridade e transversalidade. A matriz curricular apresenta componentes curriculares de várias áreas, contemplando um perfil de corpo docente multidisciplinar dos diversos departamentos do CCS, CCEN e CBIOTEC. A flexibilização curricular dos cursos abrange possibilidades para o tratamento diversificado dos conteúdos o que oportuniza o acesso do aluno a saberes e práticas que ampliem e diversifiquem a formação do futuro profissional. São recursos das aulas teóricas:

1. Exposição ou seminário com utilização ou não de recursos multimídia;

2. Apresentação de filmes e/ou documentários;

3. Debates e discussões em grupo;

4. Dinâmicas de grupo;

5. Discussão de casos;

6. Estudos dirigidos;

7. Leituras, entre outros. Como recursos das aulas práticas, podemos citar:

1. Prática em laboratório;

2. Observação de fenômenos ou processos em campo ou laboratório;

3. Visitas a locais e contextos específicos;

4. Manipulação de instrumentos e técnicas;

5. Dinâmicas de grupo;

6. Pesquisas ou estudos programados, entre outros. Figura 5 - Apresentação de Seminário Figura 6 - Aula prática em laboratório

Figura 7 – Aula prática de campo

Figura 8 – Visita a comunidade local em João Pessoa

Além das estratégias supracitadas, a concepção metodológica do curso de Biomedicina/UFPB encontra-se em consonância com a política de acessibilidade da IES, evidenciado nas ações de identificação dos alunos com necessidades especiais (locomotora, visual, auditiva) para a garantia de metodologias que garantam a esse educando condições de acesso e permanência e de ensino e aprendizagem. Desta forma são realizadas adaptações do método de ensino e da organização didática mediante a implementação de estratégias que melhor respondam às características individuais de cada aluno. 5.9. Estágio curricular supervisionado O estágio curricular supervisionado (ECS), obrigatório no Curso de Biomedicina, possui regulamento aprovado pelo colegiado (Resolução CCGB/CCS n° 001/2020) e segue as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Biomedicina (Resolução CNE/CES n° 2, de 18 de fevereiro de 2003) e resolução do CFBM que regulamenta as atribuições e responsabilidades do profissional biomédico no exercício da supervisão/orientação de estágio curricular e/ou extracurricular (Resolução CFBM nº 277, de 29 de agosto de 2017). A carga horária prevista de estágio obrigatório (720 horas - 20,1% do total do curso) segue as orientações Resolução CNE/CES n° 2, de 18 de fevereiro de 2003, que define o mínimo de 20% da carga horária plena do curso para o desenvolvimento de estágio em instituição de ensino superior e/ou fora dela, com orientação de docente e de supervisão local, conforme o Art. 8 da Resolução CCGB/CCS nº. 001/2020, a relação orientador/aluno não pode exceder 8 discentes, previamente programado e autorizado pela coordenação do curso. O discente deverá realizar o estágio supervisionado obrigatório nos dois últimos semestres do curso, no qual cursará os seguintes componentes: ● Estágio Supervisionado I (360 horas - GDFPT0127), no oitavo período; ● Estágio Supervisionado II (360 horas - GDFPT0129), no nono período.

Durante a realização dos estágios, o discente só poderá cursar concomitantemente com os estágios os componentes curriculares denominados Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) I, Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) II ou algum componente curricular optativo. As atividades do ECS serão devidamente acompanhadas e supervisionadas pela coordenação de estágio, supervisores(as) acadêmicos(as) e locais. Os discentes deverão comparecer ao encontro presencial com o(a) coordenador(a) de estágio e supervisores(as) acadêmicos(as) no início do semestre letivo para apresentação dos fluxos, prazos, vagas e campos de estágio. O ECS, como atividade curricular obrigatória, tem como objetivos: ● Desenvolver conhecimentos gerais, instrumentais e particulares em uma das habilitações do profissional Biomédico, conforme definido nas Resoluções do Conselho Federal de Biomedicina; ● Promover a integração da aprendizagem teórica com o contexto profissional; ● Desenvolver habilidades e competências necessárias ao desempenho profissional; ● Promover a integração com a prática profissional e o mercado de trabalho; ● Desenvolver atitudes pessoais e profissionais frente às exigências da sociedade e do mercado de trabalho. ● As atividades dos componentes curriculares de Estágio Supervisionado I e II contemplam: ◦ Participação obrigatória dos(as) estagiários(as) em encontros presenciais com o(a) Supervisor(a) Acadêmico(a) de estágio (com frequência mínima de 75%); ◦ Cumprimento das atividades práticas: acompanhamento das atividades do(a) Supervisor(a) local. Sendo esse(a) último(a) o(a) responsável pela avaliação do(a) estagiário(a) no que concerne às atividades previstas e à sua assiduidade, nesse caso é obrigatório o cumprimento de 100% da carga horária; ◦ Elaboração de Trabalho de Conclusão de Estágio (TCE): que deverá ser entregue em versão impressa/digital para o(a) Supervisor(a) acadêmico e apresentado oralmente em data a ser definida pelo componente curricular vigente. O ECS promove uma aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionada ao estudante pela participação em situação real de vida e trabalho de seu meio, sob a responsabilidade e coordenação da instituição de ensino. O estágio em referência, como procedimento didático-pedagógico, é atividade de competência da instituição de ensino, a qual cabe a decisão sobre a matéria com a participação de pessoas jurídicas de Direito Público e Privado, oferecendo oportunidades em campos de estágio, além de colaborar no processo educativo. O estudante desenvolverá o estágio em locais devidamente conveniados, tais como instituições de ensino e pesquisa, pessoas jurídicas de direito público ou privado, escolas, órgãos públicos federais, estaduais e municipais, empresas, e a própria IES para as habilitações previstas do curso de Biomedicina de acordo com as Resoluções do Conselho Federal de Biomedicina. A avaliação de aprendizagem para os componentes curriculares Estágios Supervisionados I e II é entendida como um processo contínuo e integral, devendo se estender a todos os aspectos do desempenho acadêmico e contemplar o conhecimento, as atitudes e as habilidades dentro do campo de estágio de atuação biomédica. Esta avaliação será composta pela Ficha de Avaliação Final Local do Estágio Curricular Supervisionado e análise do Trabalho de Conclusão de Estágio, sendo sua aprovação condicionada à entrega do TCE e das fichas de frequência para a coordenação de estágio com a comprovação da realização da carga horária total. 5.10. Atividades Complementares As Atividades Complementares são práticas acadêmicas obrigatórias de múltiplos formatos, com o objetivo de complementar a formação do aluno, ampliar o seu conhecimento teórico-prático com atividades extraclasse, fomentar a prática de trabalho entre grupos e a interdisciplinaridade, estimular as atividades de caráter solidário e incentivar a tomada de iniciativa e o espírito empreendedor dos alunos. Essas atividades poderão ser realizadas dentro ou fora da IES, desde que reconhecidas e aprovadas pela IES como úteis à formação do aluno, pois devem contribuir para ampliar os conteúdos das disciplinas que integram a matriz curricular, trabalhando de forma efetiva a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade necessárias ao profissional biomédico. Essas práticas se distinguem das disciplinas que compõem o currículo pleno de cada curso. Conforme alínea c, inciso II, §2º do Art 16 da Resolução nº 29/2020 do CONSEPE/UFPB que aprova o Regulamento Geral de Graduação da

Universidade Federal da Paraíba e revoga a resolução nº 16/2015, essas atividades poderão corresponder a no máximo 20% da carga horária do curso, as quais deverão ser regulamentados pelo respectivo colegiado do curso. Dentro da composição curricular do curso de Biomedicina, as atividades complementares estão contempladas como Conteúdos Complementares Flexíveis e abarcam 8 créditos (120h), o que corresponde a 3,3% da carga horária necessária à integralização do curso. O rol de atividades práticas, acadêmicas ou científicas contempladas pelo curso de Biomedicina como componentes curriculares flexíveis e os critérios para aproveitamento curricular da carga horária cursada pelo discente estão regulamentados pela Resolução CCGB-CCS nº 001/2017 do curso de Biomedicina. A estrutura curricular do curso de biomedicina da UFPB prevê que o estudante possa participar dos componentes curriculares flexíveis desde o primeiro semestre do curso. Os discentes são constantemente estimulados a participarem dos eventos promovidos pela coordenação do curso, como o Fórum Paraibano de Biomedicina que é realizado anualmente, e também de atividades promovidas por outros cursos, centros ou instituições, que incluem as práticas de estudos e atividades independentes e transversais de interesse na formação profissional, tais como: atividades acadêmicas à distância, seminários, iniciação à pesquisa, monitorias, programas de extensão universitária, vivência profissional complementar, estágios não-obrigatórios, workshops, simpósios, congressos, conferências, trabalhos orientados de campo, dentre outros. Figura 9 - Estande sobre o diagnóstico da Figura 10 - Aluna de Biomedicina com o seu COVID-19 na Semana de Ciências e orientador de Iniciação Científica Tecnologia

Figura 11 - Apresentação de trabalho no I Figura 12 - Minicurso no Fórum Paraibano de Workshop de Integração de Biomedicina Biomedicina

Figura 13 - Participação em campanha de Figura 14 - Apresentação de trabalho no vacinação em João Pessoa Congresso Brasileiro de Biomedicina da região Nordeste

5.11. Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) O TCC corresponde a um componente curricular obrigatório e indispensável para a integralização curricular. A realização deste proporciona ao futuro profissional biomédico um momento de reflexão, crítica e aprofundamento da pesquisa e da descoberta de novos saberes na área de interesse do estudante, contemplando uma diversidade de aspectos fundamentais para a formação acadêmica e profissional. Por meio de sua elaboração, mediante orientação de um professor que compõe o quadro docente da instituição, o TCC possibilita ao discente a aplicação dos conceitos e teorias adquiridas ao longo do curso. No que toca ao curso de Biomedicina da UFPB, o TCC é regulado pela Resolução CCGB/CCS nº. 001/2018 (consultar documento in loco), a qual versa sobre os objetivos, as atividades e natureza, as responsabilidades do orientador e do orientando, a elaboração e apresentação do TCC, e a avaliação. Dentro da estrutura curricular do curso, há dois componentes curriculares dedicados ao TCC, são eles: TCC I, alocado no oitavo período, e TCC II, posicionado no nono período, com carga horária de 45h (3cr) cada, totalizando 90h. Em relação ao TCC I, o matriculado é orientado sobre o tema e linha de pesquisa onde ele fará o seu TCC, tendo cursado as disciplinas Pesquisa Aplicada à Biomedicina (GDFPT0109 – 30 horas – 2 créditos) e Metodologia do Trabalho Científico (GDFPT0105 – 30 horas – 2 créditos). O estudante já será capaz de desenvolver o delineamento da pesquisa bibliográfica, realizar a revisão da literatura pertinente, estabelecer o planejamento do trabalho científico, planejar a estrutura geral do trabalho de conclusão de curso, assim como desenvolver o projeto de pesquisa. Já a disciplina TCC II, o estudante coleta e analisa os dados coletados, realiza a redação científica conforme as normas vigentes e estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), conclui e apresenta o seu TCC, na forma de monografia ou artigo científico publicado. O estudante em fase de realização de TCC é todo aquele que estiver regularmente matriculado na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I (GDFPT0126 – 45 horas), podendo ser considerados, para efeito do TCC, projetos de pesquisa, projetos de extensão e revisão bibliográficas sobre tema previamente estabelecido, os quais serão submetidos à apreciação do docente responsável pela disciplina TCC I. O aluno deverá encaminhar à Coordenação do Curso de Biomedicina, a carta de anuência assinada pelo orientador até 15 dias após o início do semestre letivo que a disciplina TCC I será cursada, o que não exime o docente orientador de desempenhar adequadamente as atribuições decorrentes de sua atividade de orientação. Essa orientação é exercida por um docente com título de Mestre ou Doutor ou equivalente vinculado à UFPB, sendo ainda possível o orientador convidar um colaborador interno ou externo à UFPB para contribuir com o trabalho na qualidade de co-orientador, devendo aquele submeter uma carta de justificativa da co-orientação à Coordenação do Curso de Biomedicina. Vale ressaltar que cada docente poderá orientar simultaneamente, no máximo, cinco alunos, sendo os casos excepcionais avaliados pelo Colegiado do Curso de Biomedicina. Caso seja necessária a substituição do orientador, o proponente deverá solicitar a permuta à Coordenação do Curso de Biomedicina, com as devidas justificativas, no prazo mínimo de 6 meses antes da defesa do TCC. O TCC constitui monografia ou artigo científico publicado, fundamentado na literatura das ciências biomédicas e áreas afins, elaborado pelo estudante, como pesquisa individual. O trabalho de TCC já publicado ou aceito para publicação em periódico científico indexado, com QUALIS CAPES

igual ou superior a B3 nas áreas do Colegiado de Ciências da Vida ou Multidisciplinar, poderá ser apresentado em seu formato original de publicação, adicionado dos elementos pré-textuais e informações com data da publicação, título da publicação (em português), nome da revista, número DOI ou comprovante de aceite. Para reconhecimento de artigo publicado ou aceito para publicação, como TCC, o aluno deverá ser o primeiro autor do artigo. A UFPB disponibiliza tanto o acervo das bibliotecas quanto o acesso a periódicos científicos nacionais e internacionais. O discente deverá entregar o TCC para avaliação e posterior defesa pública para o orientador e demais membros da banca com no mínimo 15 dias antes da data marcada para a apresentação. A banca examinadora será composta pelo orientador, que a presidirá, e por dois membros com titulação compatível com pós-graduação lato senso e/ou strictu senso indicados pelo orientador, que emitirá parecer sobre o trabalho. A apresentação e defesa do TCC pelo discente serão públicas. O discente terá de 15 a 25 minutos para apresentar seu trabalho, em seguida caberão as arguições da banca examinadora, cada membro da banca terá 10 minutos e o aluno terá igual tempo para responder às indagações. Após as possíveis sugestões e correções propostas pela banca, o discente terá até 15 dias corridos para entregar a versão final do seu trabalho à Coordenação do Curso de Biomedicina. A não entrega, ou não apresentação do TCC na data prevista, sem motivo ou justificativa na forma da legislação vigente, acarretará reprovação no componente curricular TCC II. Não há recuperação da nota atribuída ao TCC, sendo a reprovação definitiva. Os TCCs do curso de Biomedicina farão parte do Repositório Institucional da biblioteca setorial do CCS e Biblioteca Central da IES, sempre disponíveis por meio digital e acessíveis pela internet. 5.12. Apoio ao Discente Após ingressar em um curso de nível superior os discentes podem se deparar com inúmeras dificuldades psicossociais que se impõem como uma barreira ao efetivo aprendizado acadêmico. Neste sentido as ações de acolhimento e apoio ao discente configuram uma intervenção essencial para que esses concluam o curso de forma efetiva e exitosa. A UFPB conta com um sistema de acolhimento e um apoio ao discente amplamente disseminado, os quais contemplam tanto o curso de Biomedicina quanto os demais cursos integrantes dessa instituição. Eles são constituídos por ações orientadas por unidades específicas como PRAPE, CRAS, NUBE, CIA; bem como ações independentes intermediadas pelas coordenações e/ou departamentos, a cuja graduação pertence (PROTUT, Semana de Acolhimento). A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) é gerenciada pelos recursos do Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e tem a principal função de planejar, coordenar e controlar as atividades de assistência e promoção ao estudante, visando à sua permanência nos cursos de graduação presencial da universidade. Seu público-alvo é majoritariamente o estudante em condição de vulnerabilidade socioeconômica, sendo o levantamento de tal condição feito semestralmente por meio de processos seletivos para concessão de acesso aos benefícios de permanência, como refeições nos restaurantes universitários, moradia nas residências universitárias, auxílio inclusão digital, auxíliomoradia, auxílio-alimentação, auxílio-transporte e auxílio-creche, dentre outros. Alternativamente, o Centro de Referência e Atenção em Saúde (CRAS) proporciona acesso aos serviços básicos de saúde e atenção médico-ambulatorial (atendimento de enfermagem, consulta médica, odontologia, cirurgia bucomaxilofacial, nutricionista, psicólogo, exames por imagem e raio-x) à comunidade universitária, além de possuir uma parceria com o Hospital Universitário Lauro Wanderley para o encaminhamento de demandas que estejam indisponíveis nesse centro. Sabendo que a saúde mental e o bem-estar de estudantes é uma questão urgente, prioritária e complexa exigindo a elaboração de estratégias e criação de dispositivos, as quais envolvem além das questões subjetivas, os aspectos sociais, econômicos e pedagógicos, o Núcleo Universitário de BemEstar (NUBE) tem como missão fortalecer e ampliar a promoção de bem-estar e atenção em saúde mental da comunidade acadêmica deste Centro e da UFPB por meio da articulação, integração e realização de ações, projetos e programas de pesquisa, ensino e extensão relacionados à temática. Com vistas a promover a inclusão de estudantes com deficiência garantindo condições de acessibilidade, a UFPB instituiu o Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) da UFPB, uma assessoria especial vinculada diretamente ao Gabinete da Reitoria, que desenvolve ações que garantem acessibilidade arquitetônica, atitudinal, pedagógica e de comunicacional a toda sua comunidade acadêmica.

Os estudantes regularmente matriculados nos cursos de Graduação desta universidade são estimulados a conhecer as atividades relacionadas à área acadêmica através do programa de monitoria oferecido pela Coordenação de Programas e Projetos Acadêmicos (PRG/UFPB). As atividades de monitoria fortalecem as ações de cooperação e intermediação entre discentes e docentes, além de proporcionarem nivelamento acadêmico. Caso haja algum aluno que apresente dificuldades de cursar exitosamente as disciplinas ofertadas pelo seu curso, a Pró-Reitoria de Graduação oferta o Programa de Tutoria de Apoio às Disciplinas Básicas (PROTUT), o qual disponibiliza apoio didático-pedagógico a esses discentes. Essas atividades didático-pedagógicas do PROTUT são exercidas por tutores, estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação e pós-graduação da UFPB, em colaboração com professores, outros estudantes e técnicos-administrativos. O curso de Biomedicina organiza semestralmente a Semana de Acolhimento, que consiste em um período destinado aos alunos ingressantes a aprender um pouco mais sobre a universidade em seus pilares basilares: pesquisa, ensino, extensão, internacionalização e inovação tecnológica. A Coordenação do curso cria espaços de diálogos entre professores e/ou servidores da UFPB, responsáveis por setores essenciais ao suporte acadêmico, institucionais e financeiros, com os novos estudantes do curso a fim de que estes conheçam as oportunidades de vivências ofertadas, e não se limitem apenas as participações em sala de aula. A fim de que os alunos vivenciem outras experiências sociais e profissionais, a UFPB firma convênios com outras IFES por intermédio do Programa ANDIFES de Mobilidade Acadêmica que proporciona a mobilidade de alunos de graduação para a realização de estudos em outras IFES do país por até dois semestres. Ademais, de acordo com a Resolução CONSEPE nº 29/2020, institui que a internacionalização ocorra mediante convênios, acordos ou programas com instituições de ensino estrangeira, onde discente poderá ter a oportunidade de cursar componentes curriculares de forma presencial ou virtual, dentre essas parcerias já firmadas pela UFPB, têm-se os intercâmbios internacionais com o Instituto Politécnico de Bragança, Santander Bolsas, Universität Vechta, etc. Como uma das formas de tornar os discentes sujeitos ativos dentro do curso e da universidade, o curso de Biomedicina possui um Centro Acadêmico com regimento interno próprio e participação com direito a voto nas reuniões do Colegiado do Curso. Além da representação estudantil, o C.A também realiza discussões com os estudantes do curso para encontrar soluções nos problemas enfrentados, seja na relação com os professores, seja nos temas vinculados aos conteúdos e currículos dos cursos ou até mesmo nas questões administrativas. Abaixo segue os números mais recentes sobre apoio aos discentes constantes no PDI 20192023, pág 114, da instituição:

Diante do exposto, nota-se que a política de atendimento aos discentes implementada na universidade e, consequentemente, no curso de Biomedicina busca assegurar uma educação pública, inclusiva, equitativa e de qualidade. Propiciando a igualdade de oportunidades para o exercício das atividades acadêmicas mediante iniciativas e programas que promovam o acesso, a permanência e a conclusão dos cursos. 5.13. Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UFPB realiza auto-avaliações internas por eixos

que englobam as dez dimensões referenciadas no marco legal do SINAES (Artigo 3º da Lei n° 10.861), estes eixos são: Políticas Acadêmicas, Políticas de Gestão, Infraestrutura, Planejamento e Avaliação Institucional e Desenvolvimento Institucional. A CPA optou por autoavaliar um eixo por ano dentro do período de vigência do PDI (2019-2023), utilizando questionários online junto aos discentes, docentes e técnicos administrativos. Os resultados das auto- avaliações da CPA são divulgados através de relatórios que são divulgados no site da CPA (https://www.ufpb.br/cpa), e proporcionam o desenvolvimento de ações tanto no âmbito institucional quanto do curso. Exemplos destas ações incluem as adequações de infraestrutura e as ações didático pedagógicas. A CPA instituiu o programa “CPA em Movimento”, visando esclarecer aos docentes, aos discentes e aos servidores técnico-administrativos sobre a avaliação externa dos cursos realizada pelo MEC. O Curso de Biomedicina através do Projeto Pedagógico de Curso é avaliado a cada ano por meio de reuniões sistemáticas da Coordenação com o NDE (Núcleo Docente Estruturante), Colegiado, Corpo Docente e Discente, Direção e técnicos dos diversos setores envolvidos. Essa ação objetiva avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC), identificando os pontos de fragilidade e planejando novas estratégias e ações, com vistas ao aprimoramento das atividades acadêmicas necessárias ao atendimento das expectativas da comunidade universitária. Aspectos como concepção, objetivos, perfil profissional, currículo, ementas, conteúdos, metodologias de ensino e avaliação, bibliografia, recursos didáticos, laboratórios, infraestrutura física e recursos humanos são discutidos por todos que fazem parte da unidade acadêmica, almejando alcançar os objetivos propostos, e adequando-os ao perfil do egresso. Essas ações visam à coerência dos objetivos e princípios preconizados e sua consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais e as reflexões empreendidas com base nos relatórios de avaliação externa, além de formar profissionais empreendedores aptos com qualificação técnica, tendo como base o conhecimento, pesquisa e extensão, com ética e comprometimento, promovendo o desenvolvimento sustentável. O comprometimento de todos com o Projeto Pedagógico é obtido por meio de uma ampla divulgação do seu conteúdo nas discussões, encontros, reuniões e na própria dinâmica do Projeto do Curso, buscando cada vez mais a participação, o envolvimento dos professores e dos alunos quanto à conduta pedagógica e acadêmica mais adequada para alcançar os objetivos propostos. A coordenação do curso de Biomedicina vem realizando avaliações internas junto ao corpo social do curso, estas avaliações em relação à infraestrutura, ao corpo docente, ao corpo discente e ao corpo técnico administrativo estão disponíveis na página do curso através do endereço eletrônico: http://www.ccs.ufpb.br/biomed e vêm sendo utilizadas pela gestão do curso para subsidiar a tomada de decisões com base nos indicadores obtidos e elaboração de Planos de Ação. Ademais, o PDI (20192023) prevê implantar o projeto de autoavaliação em todos os cursos de graduação da UFPB até 2023 em parceria com as coordenações. Os instrumentos de autoavaliação de curso seguem o padrão de avaliação exercido pelo MEC que abrange três dimensões: projeto pedagógico, corpo docente e infraestrutura. 5.14. Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo ensino-aprendizagem O curso de Biomedicina da UFPB contempla tecnologias de acessibilidade tanto comunicacional como digital que objetivam subsidiar uma formação adequada do profissional biomédico. Além do conhecimento científico, os estudantes são capacitados para o desenvolvimento de habilidades no uso de tecnologias. A IES estimula os discentes a utilizarem tecnologias capazes de incrementar o aprendizado, a comunicação interpessoal e, ainda, a inserção e atualização profissional, destacando como essencial o uso de tecnologias que possam subsidiar uma formação plena, atendendo ao desenvolvimento de habilidades específicas em tecnologias de informação e comunicação, bem como de suas instrumentações. A Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da IES tem o objetivo de oferecer serviços de excelência à comunidade acadêmica na área de tecnologia da informação. Ao longo dos últimos dois anos, a STI iniciou um processo de reestruturação e ampliação da capacidade da rede da universidade, desenvolvendo ações em diversas áreas, entre elas: infraestrutura de rede, sistema de gestão, inteligência de negócios, desenvolvimento e capacitação de servidores, adequação à legislação e governança de TI. Os discentes e docentes têm acesso à rede de internet, que é disponibilizada para toda a IES, e com Wi-Fi nas áreas comuns do campus, permitindo acesso por smartphones, tablets e

notebooks. O Centro de Ciências da Saúde – CCS da IES possui três laboratórios de informática multiusuários modernos e bem equipados, conectados em rede local com acesso à internet, com recursos de multimídia e ficam à disposição de docentes e discentes para consultas, pesquisas e aulas. O planejamento da sua utilização é de responsabilidade da Direção de Centro e da Assessoria de Tecnologia da Informação, que cuida da reserva, organização e manutenção dos equipamentos e dos softwares utilizados. A coordenação do curso de Biomedicina disponibiliza em seu site institucional acesso para informações relevantes para as atividades acadêmicas, que são desenvolvidas na instituição, como acesso ao PPC, matriz curricular, resoluções, editais, composição do corpo docente e outras informações relevantes. A UFPB disponibiliza o acesso ao programa G Suite for Education, serviço do Google com ferramentas educacionais, e o Microsoft Teams, plataforma unificada de comunicação e colaboração, para discentes e docentes da IES. Entre os recursos do G Suite, há o Google Classroom, que funciona como uma sala de aula on-line, por meio da qual é possível encontrar e postar PDFs, exercícios, perguntas e atividades, e o Google Meet, usado para realizar videoconferências. Já o Microsoft Teams combina bate-papo, videoconferências, armazenamento de arquivos e integração de aplicativos no local de trabalho. O G Suite possibilita a comunidade acadêmica criar um e-mail institucional que permite estabelecer um vínculo com a IES. O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) utilizado pela IES compreende o Moodle Classes e a turma virtual do SIGAA. O Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas - SIGAA é a plataforma online adotada pela IES para a realização de atividades acadêmicas rotineiras. Ele é utilizado tanto por discentes, quanto por servidores técnicos, docentes e coordenadores, sendo adaptado para as necessidades de cada um destes usuários. O SIGAA informatiza os procedimentos da área acadêmica através dos módulos de: graduação, pós-graduação (stricto e lato sensu), ensino técnico, ensino médio e infantil, submissão e controle de projetos e bolsistas de pesquisa, submissão e controle de ações de extensão, submissão e controle dos projetos de ensino (monitoria e tutoria), registro e relatórios da produção acadêmica dos docentes e atividades de ensino a distância. A Turma Virtual do SIGAA e o Moodle Classes permite a utilização de diversas ferramentas que contribuem para o processo de ensino-aprendizagem, através de textos, vídeos, apresentações em slides, chats online, comunidades virtuais, objetos de aprendizagem específicos e criação de fóruns para debates. Diante da importância da promoção da acessibilidade e atendimento diferenciado a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, para toda a IES, a UFPB instituiu a Política de Inclusão e Acessibilidade e criou o Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) (Resolução CONSUNI nº 34/2013), que orienta e desenvolve ações de inclusão e acessibilidade às pessoas com deficiência visual, auditiva, físico-motora e necessidades educacionais especiais, nos eixos de ensino (graduação e pós-graduação), pesquisa e extensão. O CIA é composto por uma coordenação no Campus I e representantes nos demais campi. Existem ainda, subsedes do CIA em todos os campi, que possibilitam que as necessidades da comunidade acadêmica de cada um desses locais sejam atendidas de forma descentralizada. As ações desenvolvidas pelo comitê são dirigidas à comunidade universitária, considerando as particularidades e demandas individuais de cada pessoa, buscando, de forma geral, a eliminação de barreiras pedagógicas, atitudinais, de comunicação e arquitetônicas, difundindo institucionalmente a cultura de respeito à diversidade. O CIA presta diversos tipos de assistência, tais como: ● Avaliação terapêutica ocupacional dos estudantes e encaminhamento, quando necessário, para os serviços de Terapia Ocupacional, Psicologia, Psicopedagogia, Fonoaudiologia e Fisioterapia (ofertados nas clínicas-escola dentro da própria universidade); ● Prescrição e confecção de adaptações, desenvolvidas em parceria com o Laboratório de Vida Independente e Tecnologia Assistiva (LAVITA) do Departamento de Terapia Ocupacional/CCS;

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Empréstimos de materiais e equipamentos para os estudantes (gravador de voz, notebook, cadeiras de rodas, muletas, lupas, dentre outros); ● Manutenção do Programa de Apoio ao Estudante com Deficiência, no qual um aluno (também estudante, mas sem deficiência) auxilia o aluno com deficiência, mobilidade reduzida ou necessidades educacionais especiais através de apoio pedagógico ou de locomoção dentro do campus. A Superintendência de Educação a Distância (SEAD) da UFPB realiza periodicamente capacitações que venham enriquecer e qualificar os docentes e discentes nas tecnologias digitais voltadas para o ensino. As capacitações são gratuitas e disponibilizadas através de inscrição pelo Sistema Integrado de Gestão de Eventos - SigEventos. Com essas tecnologias de informação e comunicação, a UFPB incentiva a construção do conhecimento através de experiências inovadoras de forma ativa e integrativa durante a realização das atividades acadêmicas pelos discentes. Figura 15 - Aula online via GoogleMeet

5.15. Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de ensinoaprendizagem A Universidade Federal da Paraíba entende que a avaliação dos processos de ensinoaprendizagem deve ser realizada de forma contínua, além de compreender diagnóstico, acompanhamento e verificação da aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes expressas pelo discente, constatados a partir do rendimento acadêmico e da assiduidade. Neste contexto, o Curso de Graduação em Biomedicina parte da premissa epistemológica de que o conhecimento se produz pelo processo de aprendizado contínuo e aberto a inúmeras contingências e só pode ser compreendido pela indissociável vinculação entre teoria e prática e entre os diversos saberes que compõem a estrutura curricular do curso. Para este fim, são utilizadas metodologias ativas e estrutura curricular integrada que possibilita aos discentes do curso uma formação acadêmica integradora e interdisciplinar que atende as dimensões culturais, econômicas, políticas, entre outras que dão origem à realidade atual de nossa sociedade. Desde os primeiros períodos, os alunos têm oportunidades de vivenciar os conteúdos armazenados durante as aulas expositivas, através de aulas práticas em laboratórios de ensino e didáticos especializados já existentes na UFPB, de ampliarem seu conhecimento em áreas profissionais de interesse através de palestras com especialistas convidados, além de desenvolverem sua capacidade crítica e habilidades de intervenção ao participarem de projetos de pesquisa e extensão. Nesse sentido, resgata-se a ideia da indissociabilidade do ensino, extensão e da pesquisa como eixo da prática pedagógica. A avaliação da aprendizagem do discente é expressa por nota compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0 (dez), variando até a primeira casa decimal, após o arredondamento da segunda casa decimal, atribuída a cada verificação parcial e ao exame final, em conformidade com a Resolução CONSEPE Nº. 29/2020 (consultar documento in loco). O número de avaliações corresponde ao mínimo de duas avaliações para componentes curriculares de até 45 horas e mínimo de três avaliações para componentes curriculares com carga horária igual ou superior a 60 horas, ressalvados os estágios supervisionados, cuja regulamentação está prevista em normas próprias de cada curso (Resolução CONSEPE Nº. 29/2020). Neste sentido, os processos avaliativos poderão incluir:

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Avaliação continuada em atividades práticas: durante a realização das atividades práticas, sejam laboratoriais ou de campo, os discentes são avaliados quanto ao seu comportamento ético, conduta, interação conteúdo teórico-prático, responsabilidade, pensamento autônomo crítico, além dos critérios específicos de cada disciplina. ● Relatórios: essa ferramenta pode ser utilizada para reportar resultados parciais ou totais após a realização de uma determinada atividade, experimentos em aulas práticas, projeto, ação, pesquisa ou outro evento realizado dentro de uma disciplina. A utilização deste recurso traz aos discentes a oportunidade de compreender, construir e reconstruir o conhecimento. ● Provas práticas: são realizadas com base no conteúdo abordado em aulas práticas e considerando situações vivenciadas no cotidiano do profissional biomédico, com intuito de verificar as habilidades práticas e de tomada de decisão dos alunos. Esta ferramenta auxilia o processo de capacitação individual, proporcionando aos discentes uma maior segurança ao enfrentar as futuras rotinas profissionais. ● Seminários: permite a avaliação individual do conhecimento teórico adquirido e da capacidade de expressão oral pública, além de possibilitar a realização de atividades em grupo e o exercício de cooperação e compreensão. ● Elaboração de artigos científicos: estimula a atividade individual e coletiva de construção do conhecimento pelos discentes, incentivando a realização de trabalhos de pesquisa extraclasse para as diversas disciplinas do curso. ● Participação em eventos científicos: os discentes do curso de biomedicina têm a oportunidade de participarem como membros organizadores e/ou participantes de eventos científicos promovidos ou apoiados pelas disciplinas do curso, sendo estimulados a trabalhar em equipe, em detrimento da pura qualificação profissional. ● Atividades interativas e virtuais: utilizar-se plataformas virtuais para fixação dos conteúdos através da realização de fóruns, questionários, elaboração de folders e vídeos de temas pertinentes a cada componente curricular. ● Provas teóricas: elabora-se de forma a incentivar a capacidade interpretativa e crítica dos discentes, através de questões dissertativas que reflitam situações do cotidiano profissional e possibilitem a avaliação da capacidade individual de expressão escrita. Após a aplicação de cada avaliação os resultados obtidos são divulgados e discutidos pelo docente de forma a esclarecer as dúvidas relativas às notas, aos conhecimentos, às habilidades, aos objetivos e aos conteúdos avaliados (Resolução CONSEPE Nº 29/2020). Os docentes são estimulados a partir de um contínuo processo de capacitação através de oficinas que buscam abordar questões relativas à avaliação e em relação às técnicas pedagógicas participativas e voltadas para um melhor aproveitamento do estudante, de acordo com a Resolução CONSEPE Nº. 29/2020. Espera-se que os processos avaliativos promovam uma efetiva avaliação contínua, visando ao desenvolvimento dos estudantes e do ensino durante o próprio processo, tornando o estudante o principal ator no processo de avaliação de seu próprio desempenho e do planejamento dos ajustes para melhorar sua atuação (LAMPERT, 2009). A verificação do desempenho acadêmico na Universidade Federal da Paraíba é disciplinada pela Resolução Nº 29/2020 CONSEPE/UFPB e deverá ser realizada ao longo do período letivo, compreendendo:

I. Avaliação da aprendizagem.

II. Verificação de frequência nas atividades didáticas de cada componente curricular. A aprovação em um componente curricular está condicionada à obtenção do desempenho acadêmico mínimo exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do discente para os componentes curriculares presenciais. A depender média aritmética das notas obtidas nas avaliações de aprendizagem, e tendo cumprido o mínimo da frequência exigida nas atividades didáticas, o discente pode: a) ser considerado aprovado, com dispensa do exame final (média final igual ou superior a 7,0 (sete)); b) ter direito à avaliação final (mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem); c) ter a média obtida como nota final do período (não atingir o mínimo de 4,0 (quatro) na média das avaliações de aprendizagem).

O exame final consta de uma atividade a ser definida pelo docente, após o encerramento do período letivo, obedecendo ao calendário acadêmico, abrangendo o conjunto do conteúdo programático da disciplina. A fim de facilitar o processo de ensino e de aprendizagem dos discentes que apresentarem dificuldade na evolução sua integralização curricular a Coordenação do Curso disponibiliza aos discentes que foram reprovados em algum componente curricular exclusivamente por nota, mediante solicitação, abertura de uma turma de reposição que deve adotar metodologias diferenciadas observando os conteúdos anteriormente cursados pelos discentes. A coordenação do curso utiliza o regime de acompanhamento de desempenho para acompanhar os discentes com dificuldades em cursar de forma exitosa os componentes curriculares com o objetivo de oferecer orientação acadêmica efetiva, em consonância com a Resolução CONSEPE nº. 29/2020. Com base na resolução supracitada, são colocados em regime de acompanhamento de desempenho acadêmico o discente que, no período letivo regular anterior, incorrer em uma ou mais das seguintes situações: ● Trancamento, consecutivo ou não, em um mesmo componente curricular obrigatório ou equivalente. ● Reprovação, consecutiva ou não, em um mesmo componente curricular obrigatório ou equivalente. ● Tiver um Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA) inferior a 5,0 (cinco). Na orientação acadêmica dos discentes em regime de acompanhamento de desempenho acadêmico devem ser adotadas as seguintes condutas:

III. Realização de reuniões periódicas entre o discente e o coordenador de curso.

IV. Análise sobre as possibilidades de cancelamento de vínculo com o curso por abandono, desempenho acadêmico insuficiente e decurso de prazo máximo, apontando soluções para cada discente.

V. Indicação de acompanhamento do discente pelos programas de tutoria e de monitoria.

VI. Encaminhamento, com adesão voluntária pelo discente, caso necessário, para os setores da UFPB que oferecem programas e mecanismos de apoio e assistência estudantil.

VII. Indicação de outras condutas que possam contribuir para melhorias do processo de integralização curricular. Figura 16 - Aplicação de prova teórica e prática

5.16. Número de vagas Desde a sua criação, o curso de Biomedicina da UFPB oferece 60 vagas anualmente pelo SiSU/MEC, sendo dois ingressos de 30 alunos por semestre, os quais são preenchidos em sua totalidade, haja vista ser o quinto curso mais procurado em toda a universidade. O número de vagas oferecido por essa graduação é decorrente de estudos quantitativos e qualitativos (consultar relatório do estudo de vagas), além da limitação financeira imposta pelo orçamento da instituição, uma vez que cada aluno gera custos fixos para as IFES. A partir de estudos realizados pela Coordenação de Biomedicina (disponível para consulta durante a avaliação in loco) com a comunidade acadêmica a fim de mensurar a percepção desses grupos sobre a oferta de número de vagas ser suficiente para atender as demandas do curso, pode-se notar que a infraestrutura física, tecnológica e pedagógica é compatível com o quantitativo de vagas oferecidos pelo SiSU. Essa pesquisa envolveu um questionário acerca das estruturas das salas de aulas teóricas e práticas e dos laboratórios de pesquisa e extensão, além da quantidade de alunos por turmas e de

professores ministrantes de disciplinas para o curso, o qual fora respondido pelos discentes e docentes integrantes da Biomedicina na UFPB. Por conta dos envolvidos considerarem o tamanho das turmas condizentes com a estrutura oferecida pela UFPB, não há necessidade de a Coordenação de Curso enviar uma solicitação para a alteração do ingresso de corpo discente ao Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão – órgão superior deliberativo da instituição – atualmente. Vale ressaltar que a expansão do número de vagas de um curso é vinculada à disponibilidade orçamentária de cada IFES, a partir de verbas destinadas pelo MEC, sendo isso um fator prioritário na abertura de novas vagas. 5.17. Integração do curso com o sistema local e regional de saúde (SUS) O Projeto Pedagógico do curso de Biomedicina assume o compromisso social com a atenção à saúde, considerando as necessidades demográficas, geográficas, culturais, epidemiológicas e determinantes socioculturais da região, através de práticas comunitárias e de apoio ao fortalecimento da rede pública de saúde. Para atender a essa e outras necessidades, esse curso de graduação em conjunto com a gestão de saúde pública local busca o fortalecimento do ensino-serviço de saúde, com ênfase na educação baseada na comunidade, visando contribuir para a consolidação do SUS, e consequentemente, para a melhoria dos serviços de saúde da região. A articulação entre ensino e serviços de saúde ocorre através de uma forte e estável parceria da UFPB com o Governo Municipal e Estadual por meio dos Convênios atuais, além da imersão dos alunos no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW/UFPB), seja por meio de estágios, seja por participação em projetos de pesquisa/extensão. Essa parceria - que envolve o curso de Bacharelado em Biomedicina e outros da área de saúde, além de órgãos públicos de Saúde - prioriza o trabalho articulado e participativo, no qual as instituições mantenham uma relação horizontal, respeitando e preservando a identidade e especificidades de cada uma. Os atores envolvidos analisam e compartilham seus interesses e sua participação na resolução de situações, por meio de acordos baseados na cooperação mútua. Considerando a necessidade de ampliar a participação da universidade nas políticas de formação de recursos humanos para o SUS, o curso de Biomedicina busca firmar as parcerias a partir das seguintes linhas: ● Institucionalizar a adesão ao Convênio da Rede Escola SUS com foco no ensino, pesquisa e assistência à saúde, o qual é composto por serviços de saúde como: o serviço hospitalar, ofertado pelo Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW/UFPB) e Secretaria Estadual da Paraíba e Municipal de Saúde João Pessoa e Região Metropolitana. ● Estabelecer ações de Educação Continuada e Permanente desenvolvidos entre a IES e os serviços de saúde, propondo aos docentes e discentes aprender sobre o SUS na universidade; ● Formar equipes de professores e trabalhadores de saúde compartilhando e construindo coletivamente o processo de ensino-aprendizagem, entre outras. Tais estratégias buscam integrar o mundo da aprendizagem com a realidade do trabalho, construindo uma aprendizagem significativa, a qual contribui para a qualificação da atenção prestada à população. A parceria entre UFPB/Serviços estabelece assim, uma articulação sistematizada e reflexiva baseando-se no tripé do trabalho, da aprendizagem e da sociedade. Essa cooperação tem contribuído para a implementação dos princípios e das diretrizes constitucionais do SUS, favorecendo experiências de caráter multiprofissional e interdisciplinar. Em consonância com o Projeto Pedagógico do curso, o futuro egresso assume o compromisso social com a atenção à saúde. O aluno da UFPB, em sua atuação nas unidades do Sistema Único de Saúde durante a trajetória acadêmica, é guiado a uma prática social empreendedora, por meio da inserção ativa e proativa nos diferentes espaços de atuação profissional e, principalmente, pelas possibilidades interativas e associativas com os diferentes setores e contextos sociais. Na vertente do ensino, a temática SUS é abordada em diferentes disciplinas do curso de Biomedicina, dentre estas, Saúde Coletiva, Epidemiologia, Acupuntura, Fitoterapia e Fundamentos de Homeopatia, contemplando na formação do discente sua integração atualizada no campo da saúde pública. Ademais, ainda há diversas atividades de extensão e de pesquisa contempladas no curso de Biomedicina, que estão integradas ao SUS, como ações que visam ao incentivo de doações de sangue nos Hemocentros da cidade de João Pessoa e região, divulgação para adesão às campanhas vacinais, e

estudos de vigilância epidemiológica junto à Secretaria de Saúde Municipal, além dos laboratórios que trabalham auxiliando o sistema de saúde local por meio de diagnóstico de possíveis cenários epidemiológicos. Com isso, nota-se que os discentes da Biomedicina são inseridos em vários cenários do SUS no decorrer do curso, exercendo suas atribuições em equipes multiprofissionais e multidisciplinares desde a atenção primária até a alta complexidade, contribuindo assim, para o modelo de referência e contrarreferência preconizado na saúde pública brasileira. Isso promove a integração ensino-serviço, multiprofissional e interdisciplinar, compatibilizando as necessidades pedagógicas, de pesquisa, inovação tecnológica e extensão da UFPB com o modelo assistencial vigente. Figura 17 - Participação dos alunos de Biomedicina na campanha “UFPB pela Vida” no Hemocentro

Figura 18 - Participação dos alunos de Biomedicina na Campanha de Vacinação em João Pessoa.

5.18. Atividades práticas de ensino para áreas da saúde As atividades práticas de ensino que vigoram no curso de Biomedicina da UFPB se encontram em conformidade com o Projeto Pedagógico do curso implementado atualmente e com as Diretrizes Nacionais do curso, os quais preconizam o desenvolvimento das competências exigidas pelo profissional biomédico com ênfase na sua ação perante o Sistema Único de Saúde (SUS) e os serviços de saúde privados integrantes da região do estado da Paraíba. Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Biomedicina, implementadas pela Resolução CNE/CES 2, de 18 de fevereiro de 2003, nota-se que o curso de Biomedicina da UFPB, em seu Projeto Pedagógico de Curso, foca-se no aluno como sujeito da aprendizagem, tendo o professor como um agente facilitador do processo de ensino-aprendizagem. Dessa maneira, as atividades práticas de ensino também utilizam dessa mesma retórica para nortear suas tarefas, sempre focando no desenvolvimento de habilidades sociais – como comunicação, liderança e trabalho em grupo - além das habilidades técnicas, realização e emissão de laudos e pareceres; conhecimento de métodos e técnicas de investigação; análise de materiais biológicos; entre outros. Com base no perfil profissional exigido ao graduado em Biomedicina para exercer suas tarefas nas áreas de conhecimento requeridas, as atividades práticas de ensino buscam desenvolver as competências específicas da profissão por meio do reforço dos pilares preconizados pela UFPB: ensino, pesquisa e extensão. A fim de consolidar e expandir o que fora aprendido nas aulas teóricas e práticas, os discentes podem se inscrever em diversos projetos de extensão e/ou pesquisa oferecidos

frequentemente pela universidade, sendo esses realizados tanto em laboratórios (pesquisa e/ou didáticos) como em vivências externas. Ademais, se por algum motivo particular o aluno não se cadastrar nos projetos oferecidos, as disciplinas ofertadas na estrutura curricular integram as atividades práticas aos conteúdos teóricos, aplicando-as ao contexto regional. Isso pode ser visto, por exemplo, na disciplina “Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental”, onde o docente leva os alunos à Comunidade São Rafael em João Pessoa/PB para que eles possam formular soluções específicas para as questões levantadas a partir das visitas realizadas e dos conteúdos abordados em sala de aula. Nas aulas práticas, os professores auxiliam os alunos a aprimorarem pensamentos críticos e reflexivos acerca dos processos de saúde-doença relacionados à atuação do biomédico, a partir do aprendizado científico e intelectual adquiridos em aulas anteriores. Aqueles são encarregados de orientar os discentes sobre as características dos cenários de saúde pública e particular, trazendo para as aulas algumas situações reais captadas nesses ambientes e coordenando-os a descobrirem ações condizentes com cada sistema de saúde impetrado na região paraibana. Dessarte, a preparação deles para a entrada no mercado de trabalho é balizada nos possíveis desafios que possam surgir. Figura 19 - Alunos de Biomedicina visitando comunidades locais em João Pessoa

Figura 20 - Aulas práticas em laboratório

6. CORPO DOCENTE E TUTORIAL Núcleo Docente Estruturante – NDE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Bacharelado em Biomedicina da UFPB é normatizado pela Resolução CCGB/CCS nº 002/2018 (consultar documento in loco), elaborada pelo Colegiado do curso de Biomedicina com base na Resolução CONSEPE nº 16/2015, a qual foi atualizada recentemente pela Resolução CONSEPE nº 29/2020. O NDE é constituído por um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e atualização do PPC do curso. De acordo com a Portaria nº 05/2021 – CCS – CBIOMED (consultar documento in loco), de 15 de junho de 2021, o NDE é constituído por 10 membros, tendo como presidente e vice-presidente, o coordenador e vice-coordenador do curso de Biomedicina, respectivamente. Cada integrante possui mandato de 2 (dois) anos, admitida uma recondução para cada membro, com exceção do presidente e vice-presidente, por serem membros permanentes. Como forma de manter a continuidade das atividades e a renovação gradativa do NDE, ao final de cada mandato é realizada a renovação mínima de 03 (três) integrantes. Atualmente, essa instância consultiva conta com todos os seus membros com doutorado em sua 6.1.

área de interesse e regime de contratação de Dedicação Exclusiva ou T-40, além de possuir 5 (cinco) docentes com a graduação em Biomedicina, atendendo assim as prerrogativas da Resolução CONAES nº 01/2010 (consultar documento in loco) e das resoluções internas da UFPB. Devido ao seu caráter propositivo e analítico, o NDE reúne-se no mínimo 01 (uma) vez a cada semestre sob a convocação da coordenação do curso para conduzir suas atribuições, as quais são: a. Acompanhar, consolidar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso; b. Propor formas de avaliação periódica do Curso;

c. Avaliar o perfil do egresso; d. Propor reestruturações curriculares, sempre que necessárias, para aprovação pelo Colegiado do curso de Biomedicina; e. Acompanhar as atividades do corpo docente recomendando, quando necessário, adequações; f. Acompanhar as práticas de Extensão Universitárias bem como atividades complementares do curso; g. Acompanhar as práticas de pesquisa, iniciação científica e trabalhos de conclusão do curso; h. Realizar estudos e atualização periódica, avaliar o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem;

i. Elaborar e implementar o plano de trabalho periódico do curso; De forma a operacionalizar o NDE como um grupo atuante, comissões internas são estabelecidas, as quais possuem autonomia para condução de grupos de trabalho. Devendo haver ao menos um representante responsável pelas seguintes esferas, sem prejuízos a outras que possam ser implementadas: ● Pesquisa: com atribuição de acompanhar e propor os processos e as avaliações das atividades de iniciação científica e dos Trabalhos de Conclusão de Curso; ● Extensão e atividades complementares: com atribuição de acompanhar e avaliar os projetos e atividades de extensão, bem como os processos relacionados às atividades complementares; ● Avaliação Institucional: propor formas de avaliação periódica do curso, realizar estudos e atualização periódica e avaliar o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem; ● Pedagógica e de Ensino: avaliar o perfil do egresso, propor reestruturações curriculares, sempre que necessárias e acompanhar as atividades do corpo docente recomendando, quando necessário, adequações. No atual ciclo avaliativo, o NDE do curso de Biomedicina atua de forma ampla e continuada em suas funções, destacando a revisão e reestruturação dos documentos que compõem o PPC do curso, como a proposição das resoluções de TCC (Resolução CCGB-CCS nº 001/2018) (consultar documento in loco), de Estágios (Resolução CCGB-CCS nº 001/2020) (consultar documento in loco) e de NDE (Resolução CCGB/CCS nº 002/2018) (consultar documento in loco). Além disso, anualmente conduz a Avaliação Institucional por meio de questionários aplicados aos discentes, docentes e corpo técnico, os quais geram relatórios apresentados ao colegiado do Curso e à Direção do CCS. Periodicamente, o NDE promove eventos científicos como: o Fórum Paraibano de Biomedicina, realizado anualmente e organizado pelos membros do NDE com auxílio dos discentes do curso, bem como a Semana de Recepção dos Alunos Ingressantes - ocorrida no início de cada período acadêmico. No que tange às melhorias, o NDE do curso realizou estudo e proposição da criação da Clínica e Laboratório Escola de Análises (CLEA), a qual se encontra em estudo pela instituição. Outra atividade executada pelo NDE é a periódica revisão de bibliografias e solicitação de aquisições para a biblioteca do CCS/UFPB, que estão disponíveis para os acadêmicos de Biomedicina. Ainda, o grupo do NDE ativamente vem propondo a abertura de pregões de insumos e equipamentos específicos para que sejam, mediante disponibilidade de verba institucional, adquiridos para os laboratórios do ciclo básico e profissionalizante. 6.2.

Atuação do Coordenador e Regime de Trabalho do Coordenador A coordenação de curso na UFPB segue os princípios do Estatuto (UFPB, 2002) da IES, que no

Art. 65:

Art. 65. A Coordenação do Curso é o órgão executivo do Colegiado de Curso e será exercida por um Coordenador e um Vice Coordenador, designados pelo Reitor e indicados pela Direção do

Centro, com base em consulta aos segmentos universitários, para um mandato de dois anos, permitida uma única recondução ao mesmo cargo. O coordenador do curso de Biomedicina/CCS desenvolve suas ações de acordo com Regimento Geral da UFPB, obedecendo às normas previstas no atual PPC, cuja origem ocorreu concomitantemente ao início das atividades do curso em 2018. As atribuições e competências do coordenador em relação à gestão acadêmica são observadas no art. 32 do Regimento Geral ressaltando a intermediação entre os docentes e discentes do curso.

Art. 32. Compete ainda ao Coordenador:

a) convocar as reuniões do Colegiado do Curso e exercer sua presidência, cabendo-lhe o direito de voto, inclusive o de qualidade;

b) representar o Colegiado junto aos órgãos da Universidade;

c) executar e fazer cumprir as deliberações do Colegiado;

d) representar o Colegiado no Conselho de Centro;

e) cumprir as determinações dos órgãos superiores do Centro e da Universidade;

f) superintender os trabalhos da Secretaria da Coordenação;

g) comunicar à Diretoria do Centro quaisquer irregularidades e solicitar medidas para corrigi-las;

h) aplicar pena disciplinar ao pessoal discente ou propor sua aplicação, na forma deste Regimento;

i) manter articulação permanente com os departamentos corresponsáveis pelo Curso;

j) propor ao Colegiado alterações do currículo do Curso a serem submetidas ao Conselho do Centro e ao CONSEPE, sucessivamente;

k) acompanhar e avaliar a execução curricular;

l) elaborar, mediante entendimentos com as chefias departamentais, a oferta de disciplinas para cada período letivo;

m) exercer a coordenação da matrícula no âmbito do curso, em articulação com o órgão central de controle acadêmico;

n) julgar os pedidos de trancamento de matrícula;

o) encaminhar à Diretoria do Centro, as resoluções do Colegiado que dependam de aprovação superior;

p) enviar, ao fim de cada período letivo, à Diretoria do Centro, relatório das atividades da Coordenação e do Colegiado;

q) exercer outras atribuições que lhe sejam cometidas por este regimento e em normas complementares do CONSEPE. (UFPB, 2022) Além das competências supracitadas, a coordenação do Curso de Biomedicina convida os docentes com participação mais ativa na vida acadêmica do corpo discente a participarem do NDE, com o intuito de fomentar a integração com o corpo social do curso de Biomedicina, por meio da promoção de eventos/extensão e de propostas de melhoria continuada em comissões especiais e de assessoramento pedagógico. Ainda há a manutenção do contato acadêmico permanente com alunos e professores do curso, proporcionando um relacionamento de confiança e respeito mútuo, com vistas a desenvolver de forma eficaz e eficiente a competência gerencial, preconizando a presteza e o dinamismo. A coordenação do curso de Biomedicina representa o Colegiado junto aos órgãos da Universidade e o Colegiado no Conselho de Centro (COC/CCS). Para a organização das atividades da Coordenação de Biomedicina/CCS, foi elaborado e divulgado o Plano de Ação no site do curso (www.ccs.ufpb.br/biomed), o qual informa as metas e indicadores para as atividades elementares da função. A atual gestão acadêmica do curso de Biomedicina é composta pelo Prof. Dr. Bruno Henrique Andrade Galvão (Portaria PROGEP nº 841/2021), como coordenador de curso, e pela Profa. Dra. Luciene Simões de Assis Tafuri (Portaria PROGEP nº 842/2021), como vice-coordenadora. (consultar documento in loco) Ambos são contratados em regime de trabalho T-40 com dedicação exclusiva. O Prof. Dr. Bruno Henrique Andrade Galvão possui graduação em Biomedicina pela Universidade Federal de Pernambuco (2008). Mestrado (2010) e Doutorado (2014) em Medicina Tropical pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor de Microbiologia e Biossegurança do

Departamento de Fisiologia e Patologia (DFP/CCS). O professor coordena o Colegiado de Curso, assim como o planejamento semestral, acompanhando e avaliando as atividades pedagógicas e acadêmicas em cada semestre letivo, supervisionando o corpo docente e discente quanto aos objetivos finais do curso, buscando o cumprimento do Projeto Político Pedagógico. Também realiza o atendimento aos alunos, acompanhando-os pedagogicamente, além de analisar e emitir pareceres aos pleitos estudantis de natureza acadêmica. A Profa. Dra. Luciene Simões de Assis Tafuri possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1990), mestrado em Genética pela Universidade Federal da Paraíba (2000) e doutorado em Patologia Geral pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006). Atua como professora de Patologia Geral e Citopatologia Clínica no Departamento de Fisiologia e Patologia do Centro de Ciências da Saúde (DFP/CCS). Por exercer o cargo de vice-coordenadora do curso de Biomedicina, essa substitui o Coordenador em suas faltas e impedimentos, bem como executa as tarefas que lhe tenham sido delegadas pertinentes à coordenação do curso. 6.3.

Corpo Docente: Titulação O corpo docente encontra-se apto a ministrar os componentes curriculares destinados ao curso de Biomedicina a partir de suas experiências vivenciadas, na teoria e na prática, bem como na sua titulação. Isso faz com que os graduandos de Biomedicina da UFPB tenham sua formação influenciada positivamente pelos conhecimentos adquiridos por meio dos professores em sua vida acadêmica. O grupo de professores do curso de Biomedicina da UFPB tem experiência acadêmica sólida no ensino superior, bem como profissional em seus respectivos campos de atuação. Está formado atualmente por 51 profissionais, todos pós-graduados em programas stricto sensu, sendo 48 doutores (94,1%), dos quais 08 possuem pós-doutoramento, 02 (3,9%) são mestres e 01 (1,9%) especialista. (vide Relatório de Estudo do Corpo Docente de Biomedicina e Apêndice 01) No decorrer da formação de pós-graduação stricto sensu dos professores há a ampliação do conhecimento de metodologias teórico-práticas decorrentes de estágios em laboratórios de pesquisa nas áreas afins da Biomedicina; o aporte teórico atualizado por meio de leitura e debates constantes de produções científicas; o aprendizado aprofundado na área de estudo em virtude de participações/apresentações em eventos científicos. Essa vasta expertise adquirida pelo corpo docente contribui em diversas vertentes para o desenvolvimento e aprimoramento dos discentes de Biomedicina, visto que o ensino ocorre de maneira multidisciplinar e transversal, exacerbando as fronteiras das aulas teórico-expositivas. Essa maturidade científica também cria subsídios para os docentes ministrarem os componentes curriculares designados, acrescentando-lhes seus saberes e práticas ao ensino, bem como atuarem nas suas revisões periódicas, focando na relevância desses para a atuação profissional e acadêmica dos discentes. Além disso, o incentivo ao raciocínio crítico é baseado na literatura atualizada e nos exemplos práticos de realidades já experienciadas na vida acadêmica e profissional dos docentes. Os projetos de pesquisa, de extensão e de produção técnico-científica estão diretamente relacionados com as 32 habilitações, cujo profissional biomédico pode exercer na sua vida laboral. Sendo organizados por grupo de pesquisa dentro da própria UFPB ou por convênios com outras IES nacionais e/ou internacionais. Esses projetos contam com o apoio e patrocínio do CNPQ e PIBIC, o que corrobora com o acesso a conteúdos de pesquisa de ponta para os graduandos de Biomedicina, assim como o incentivo à produção de conhecimento por eles e seus orientadores. Com isso, conclui-se que a UFPB oferece por meio do seu corpo docente um apoio multifacetário aos alunos para que eles desenvolvam as competências necessárias no exercício da profissão, visto que a maioria dos professores atingiram patamares elevados na sua vida acadêmica, capacitando-os para colaborar ativamente no processo de ensino-aprendizagem dos discentes. 6.4. Regime de Trabalho do Corpo Docente O regime de trabalho do corpo docente de Biomedicina é regido pela Lei Federal nº 12.772/2012 (consultar documento in loco), a qual institui:

Art. 20. O Professor das IFE, ocupante de cargo efetivo do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal, será submetido a um dos seguintes regimes de trabalho:

I - 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, em tempo integral, com dedicação exclusiva às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional; ou

II - Tempo parcial de 20 (vinte) horas semanais de trabalho.

§ 1º Excepcionalmente, a IFE poderá, mediante aprovação de órgão colegiado superior competente, admitir a adoção do regime de 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, em tempo integral, observando 2 (dois) turnos diários completos, sem dedicação exclusiva, para áreas com características específicas.

§ 2º O regime de 40 (quarenta) horas com dedicação exclusiva implica o impedimento do exercício de outra atividade remunerada, pública ou privada, com as exceções previstas nesta Lei. (BRASIL, 2012) Majoritariamente, o corpo docente possui regime de trabalho em tempo integral de 40 horas semanais, contando com um efetivo nessa modalidade de 05 (9,8%) docentes, além de 45 (88,2%) professores nesta categoria com dedicação exclusiva, tendo apenas 01 (1,9%) docente em regime de tempo parcial. Isso possibilita a ampla atuação nas atividades administrativas como também na pesquisa, no ensino e na extensão, fazendo com que os docentes se dediquem à docência e ao planejamento didático, ao atendimento aos discentes, à participação em comissões (por exemplo: Colegiado e NDE de cursos), à formulação e correção das avaliações de aprendizagem. No início de cada semestre, o departamento com seus respectivos professores promove reuniões internas para a aprovação dos Planos Individuais dos Docentes, os quais consistem em detalhar as atividades e suas cargas horárias a serem desenvolvidas naquele período, totalizando às 40 ou 20 horas semanais obrigatoriamente. Nessas plenárias também são debatidos o planejamento e a gestão para melhoria contínua de cada unidade. (vide Relatório de Estudo do Corpo Docente de Biomedicina) 6.5.

Experiência Profissional do Corpo Docente As atividades desenvolvidas previamente nos setores públicos e privados pelo corpo docente do curso de Biomedicina contribuem diretamente para o aprimoramento de metodologias de ensino teóricoprático aos futuros biomédicos. Uma vez que a experiência já adquirida auxilia os professores na realização de atividades acadêmicas, o que favorece o aperfeiçoamento das habilidades e competências previstas no projeto pedagógico e nas diretrizes do curso pelos discentes. Por ter grande parte do corpo docente com relevante experiência profissional nas áreas da ciência da saúde e biológica (vide Currículo Lattes), os professores possuem a vivência para contextualizar a teoria ministrada em diferentes unidades curriculares com os problemas práticos surgidos regularmente na vida laboral do biomédico. Tendo em vista que o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina da UFPB preconiza a interdisciplinaridade e transversalidade de conteúdo, as intercorrências ocorridas no ambiente de trabalho são abordadas em todas as vertentes de competência desse profissional, de forma a abranger a integralidade da assistência. Em relação aos docentes que optaram pela vida acadêmica, a experiência angariada nos laboratórios de pesquisa nacionais e internacionais também fomenta o ensino dinâmico com ênfase na prática profissional, já que os professores são atualizados constantemente por técnicas de laboratóriais modernas. Com isso, os alunos deparam-se, tanto nas aulas teóricas quanto nas visitas aos laboratórios de pesquisa da universidade, com as tecnologias de ponta existentes no mundo atualmente. De acordo com o que fora citado, pode-se afirmar que o corpo docente possui a experiência profissional nos diversos ramos de atuação do profissional biomédico, o que coaduna com os preceitos exigidos no PPC e na DCN do curso para o fortalecimento do processo de ensino-aprendizagem, atingindo assim o perfil de egresso desejado. 6.6. Experiência no Exercício da Docência Superior O Curso de Biomedicina da UFPB conta com 51 docentes, doutores em sua maioria. A experiência em educação superior é bastante expressiva em torno de 60% da equipe apresentando atuação superior a 10 anos de magistério, sendo metade com mais de 15 anos em atividade de docência. Os professores com menos de 10 anos de experiência são em grande parte jovens com formação sólida e permeada por doutorados recém-concluídos, estágios no exterior ou experiência profissional prévia em IES privadas, ou ainda, professores substitutos nas IES públicas (vide Currículo Lattes). Isso faz com que eles sejam reconhecidos na sua área de trabalho pela sua produção e expertise, além de fomentar

o exercício da liderança necessária a um docente em sala de aula para conduzir da melhor maneira o processo de aprendizado dos discentes. O ingresso de magistérios na UFPB acontece por meio de concurso, tendo em uma das suas etapas a avaliação do currículo, onde há pontuação específica para exercícios anteriores de docência feitos pelo candidato e uma prova de caráter eliminatório e classificatório de didática, na qual o candidato é avaliado por uma comissão a partir de uma aula ministrada sobre um tema específico sorteado anteriormente. Essas etapas de seleção demonstram o compromisso da universidade em selecionar professores que tenham tanto conhecimento como didática adequada, a fim de que se promova uma qualidade de ensino dos conteúdos aos alunos. As experiências dos professores em atividades de docência contribuem para a promoção de ações que permitem identificar as dificuldades dos discentes no processo de aprendizagem e, com isso, desenvolver métodos de ensino facilitadores (como a exposição do conteúdo em linguagem aderente às características da turma e a apresentação de exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares), resultando na elaboração de atividades didático-pedagógicas voltadas para as necessidades do corpo discente. Esses métodos de ensino incluem tanto avaliações somativas quanto avaliações formativas para a verificação de aprendizagem dos conteúdos abordados, pois, os professores gozam de autonomia metodológica. Com isso, a metodologia exitosa que fora aplicada serve como parâmetro para redefinição das práticas pedagógicas do professor. A heterogeneidade de vivências dos docentes é benéfica à instrução dos alunos por proporcionar o contato em sala de aula com uma diversidade de perfis profissionais, os quais corroboram diretamente na formação do perfil do egresso. Esse atributo do magistério possibilita ao aluno uma visão ampla das potencialidades profissionais e dos possíveis desdobramentos da carreira em uma pós-graduação. 6.7.

Atuação do Colegiado de Curso ou equivalente Segundo a Resolução nº 37/2013 do CONSUNI/UFPB (Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba) (consultar documento in loco), os Colegiados dos Cursos de graduação devem ser presididos pelo coordenador do curso com a vice-presidência ocupada pelo vice-coordenador, além da representação dos três departamentos ministrantes do maior número de disciplinas obrigatórias, no caso do curso de Bacharelado em Biomedicina da UFPB são os departamentos de: Biologia Molecular (DBM), Fisiologia e Patologia (DFP) e Morfologia (DMORF), e ainda, por uma representação discente, na proporção de 1/5 do total dos membros do Colegiado. Os Colegiados dos Cursos de graduação são responsáveis por fixar as diretrizes e orientações didáticas para o curso, visando a garantir sua qualidade didático-pedagógica. Além disso, coordenam e fiscalizam as atividades do curso, incluindo acompanhamento e avaliação dos componentes curriculares do curso ou programa. Segundo o Art. 22 do Regimento Geral da UFPB (2022), compete ao Colegiado de Curso:

a) Decidir, em primeira instância, sobre organização e revisão curricular;

b) Fixar diretrizes de execução do currículo, bem como normas de seu acompanhamento e avaliação;

c) Recomendar aos departamentos o ajustamento de plano de ensino de disciplinas ao interesse do curso;

d) Decidir sobre procedimentos a serem adotados na matrícula em disciplinas do curso, respeitadas as instruções do órgão central de controle acadêmico;

e) Opinar sobre pedidos de revalidação de diplomas;

f) Apreciar representação de aluno em matéria de interesse do curso, ressalvada a competência departamental no que interfere com a atuação docente;

g) Adotar e sugerir providências para melhoria do nível de ensino do curso;

h) Decidir sobre equivalência de seminários, cursos intensivos, palestras e outras atividades paradidáticas para efeito de dispensa de aulas, por solicitação justificada de aluno, comunicando a decisão aos departamentos;

i) Decidir sobre transferências de alunos e mudanças de curso, observando o disposto neste Regimento e em normas do CONSEPE;

j)

Exercer outras atribuições que lhe sejam cometidas por este Regimento e em normas complementares do CONSEPE. O Colegiado do Curso de Bacharelado em Biomedicina da UFPB foi instituído em 2017 e, desde a sua criação, o colegiado reúne-se regularmente, com um intervalo de 90 dias, sendo esse prazo modificado mediante demanda específica. As atas das reuniões são lavradas por um servidor e registradas no SIPAC/UFPB (Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos da Universidade Federal da Paraíba) (consultar documento in loco). O SIPAC permite envio e recebimento de processos, de modo eletrônico, gerando um fluxo para o encaminhamento das deliberações do colegiado, as quais podem se destinar a outros setores da instituição ou serem arquivadas na Coordenação do Curso de Biomedicina. Anualmente há uma reunião de planejamento e avaliação pelos próprios membros do colegiado, o que proporciona ajustes na gestão, a fim de melhorar o desempenho do grupo e dos processos envolvidos rotineiramente. 6.8.

Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica A produção de atividades científicas, culturais e tecnológicas é um dos eixos estruturantes da universidade por compor uma das atribuições inerentes às IES e possuir o intuito de auxiliar na formação do aluno egresso, a fim de que esse esteja preparado para as diversas atribuições e responsabilidades profissionais exigidas pelo mercado de trabalho. Em um contexto de interdisciplinaridade, a universidade, por meio da graduação e pósgraduação, exerce um papel essencial na formação cultural, sócio-política e intelectual. A produção científica, cultural, artística ou tecnológica apresenta-se como uma das formas de divulgação de material produzido no âmbito institucional e integra o processo de expansão do conhecimento. Nesse contexto, o curso de Biomedicina da UFPB possui no seu quadro docente, professores que contribuem para o incremento sócio-cultural-tecnológico por meio do desenvolvimento de pesquisas dedicadas à geração de saberes em áreas básicas e aplicadas. Esses trabalhos buscam promover, em diferentes esferas, uma integração entre universidade, docentes, discentes e a sociedade através de projetos de pesquisa, de extensão, monitorias, dentre outros. Com isso, observa-se uma gama de produtos, resultantes desses projetos, os quais são entregues periodicamente à comunidade. No tocante aos docentes vinculados ao curso de graduação do curso de Biomedicina da UFPB, o qual é constituído por 51 professores, pelo menos 50% destes, possuem um mínimo de nove produções científicas produzidas nos últimos 3 anos. Essa produção, especificamente, é formada por artigos publicados em periódicos, capítulos em livros, trabalhos apresentados em congressos, encontros acadêmicos e em redes sociais eletrônicas. Desse modo, considera-se que essa produção é significativa no item objeto de avaliação, a qual está demonstrada em meio digital na Plataforma Lattes, nos respectivos currículos dos professores pesquisadores e por meio de documentos comprobatórios in loco.

7. INFRAESTRUTURA 7.1.

Espaço de trabalho para docentes em tempo integral Devido ao curso de Biomedicina ter uma formação generalista e abarcar várias áreas distintas da saúde e das ciências biológicas, os seus componentes curriculares são ofertados a essa graduação por 10 departamentos distribuídos entre três centros. Desse modo, os espaços de trabalho para os docentes estão localizados nos departamentos em que eles estão lotados, com sinalização adequada em cada sala. Vale ressaltar que cada ambiente é compartilhado com até quatro professores da mesma área de ensino, facilitando o planejamento didático-pedagógico desses componentes curriculares durante o semestre. Esses ambientes possuem aparatos tecnológicos (computadores, telefones com ramais, acesso à internet por cabo e por wi-fi/UFPBsemfios, impressora e climatização), mobiliário individual (mesas, cadeiras, gaveteiro/armário com chave) e material de escritório. Outrossim, as áreas dos departamentos possuem banheiros (feminino e masculino) para os docentes, secretaria e área de copa. Essa estrutura física atende às necessidades institucionais e garante a privacidade para o trabalho do docente, atendimento aos discentes e aos orientandos, de forma individual ou em grupo; além da guarda de material e equipamentos pessoais de maneira segura, pois a entrada é restrita aos professores integrantes de cada sala.

Figura 21 - Ambientes dos professores

7.2.

Espaço de trabalho para o coordenador A Coordenação do Curso de Biomedicina/CCS/UFPB está localizada no Bloco B do Departamento de Fisiologia e Patologia/CCS, a unidade acadêmica é composta pela secretaria e sala da coordenação com espaços para reuniões, as quais são adequadas às atividades acadêmicas e administrativas, viabilizando ações que atendem as demandas institucionais no âmbito do referido curso de graduação. A sala da coordenação é composta por duas estações de trabalho (Coordenador e ViceCoordenador), permitindo atendimento individual ou em grupos aos discentes do curso de maneira privativa. Cada estação de trabalho possui equipamentos eletrônicos (computador, impressora, telefone) para contribuir com os processos de gestão acadêmica. O ambiente da sala de coordenação conta com a disponibilidade de recursos de informática com acesso à internet por cabo e wi-fi, inclusive suporte tecnológico e excelentes condições de limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação, comodidade, bem como área de trabalho suficiente para suprir as necessidades da unidade. O referido ambiente possui mesas e cadeiras para reunião de NDE e Colegiado do curso, armários para guarda de material de trabalho, além de possuir sistema de câmeras de segurança, filtro elétrico de água, frigobar, microondas, caixa de som, microfone, cafeteira, apontador com laser, entre outros recursos tecnológicos. O ambiente da coordenação dispõe de tecnologia diferenciada, com disponibilidade de notebook e datashow com wireless permitindo distintas formas de trabalho, como reuniões remotas por plataformas digitais (Google Meet e Microssoft Teams).

Figura 22 - Espaço de trabalho do Coordenador e Vice-Coordenador do curso de Biomedicina

7.3.

Salas de aula As salas de aulas são um espaço de favorecimento do processo de ensino-aprendizagem desenvolvido pelos docentes, onde há as realizações de atividades acadêmicas. Nelas existem aparatos tecnológicos, configuração espacial flexível, acessibilidade e manutenção periódica, atendendo as necessidades institucionais e do curso. A maioria das salas de aula situa-se no prédio do Departamento de Fisiologia e Patologia (DFP/CCS) com oito salas destinadas às aulas teóricas, comportando em média 45 ou 20 graduandos, dependendo da quantidade de inscritos por componentes curriculares. Ainda existem as salas nos blocos Doralice Kluppel e Arnaldo Tavares e no prédio Péricles Gouveia para o ensino de disciplinas de outros departamentos. Em relação à estrutura física, todas as salas possuem climatização por ar-condicionado, projetores multimídias e lousas de vidro ou quadros brancos, além de permitir a alteração da disposição do mobiliário e das ferramentas de ensino de acordo com a necessidade do professor. Também há a oferta de uma mesa digitalizadora para os componentes curriculares oportunizados pelo Departamento de Fisiologia, mediante agendamento prévio no docente responsável com esse setor. O acesso facilitado nesses ambientes é consequência da concentração de salas em regiões próximas e sinalizadas do CCS, predominando as salas no térreo de cada prédio. A higienização é realizada duas vezes ao dia, após cada turno de aula. A manutenção corretiva dos itens permanentes é feita a partir das necessidades de cada espaço, por meio da solicitação do chefe de cada Departamento à Superintendência de Infraestrutura. A sala de Metodologias Ativas, localizada no bloco Arnaldo Tavares, é um dos exemplos de recursos de ensino comprovadamente exitosos, pois coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem, além de ofertar uma diversidade de recursos, especialmente tecnológicos, propiciando um incremento no processo ensino-aprendizagem, uma vez que tem como proposta romper com os paradigmas da estrutura do ensino tradicional. Outrossim, o ambiente possui climatização por ar condicionado, mobiliário, tapete com almofadas e equipamentos adequados a prática de ensino (5 mesas redondas, 3 lousas de vidro, sofá, aparelho de TV, aparelhos projetor de multimídia e 5 mesas digitalizadoras para uso nas aulas).

Figura 23 - Blocos de aulas teóricas

Figura 24 - Sala de Metodologias Ativas

Figura 25 - Salas de aula do Departamento de Fisiologia e Patologia e do Departamento de Morfologia

7.4.

Acesso dos alunos a equipamentos de informática O Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFPB dispõe de quatro laboratórios de informática, além da rede Wi-Fi UfpbSemFios para atender a demanda regular dos alunos do curso de Biomedicina. Em relação aos laboratórios de informática, há um laboratório de pesquisas/buscas rápidas com livre acesso para consultas e estudos dos discentes durante o período diurno com 13 computadores. Os outros três laboratórios – os quais possuem cerca de dezesseis máquinas por ambiente – são utilizados para o ensino dos componentes curriculares, que necessitam de agendamento prévio do docente por meio do site oficial do CCS. Todos os espaços supracitados possuem computadores desktops com o sistema operacional Windows 10 (Laboratório 2 e 3) ou Windows 7 (Laboratório de Pesquisa e Laboratório 1) e conexão à internet banda larga (20 Gbps, sendo dois links de 10 Gbps) de alta velocidade, alocados em salas com refrigeração, mobiliário ergonômico, equipamentos multimídias e instrumentos de acessibilidade. Cada laboratório conta com alguns softwares livres para atenderem as necessidades de aprendizagem dos discentes, como LibreOffice, R! e simuladores farmacológicos, como também possui programas de acessibilidade digital e hardwares de acessibilidade instrumental. Além disso, as máquinas passam por avaliação e manutenção preventivas corriqueiramente – realizadas pelo TECOM/CCS – para atualização dos componentes eletrônicos e dos softwares, como consta no Plano de Trabalho da unidade. Ademais, a todos os alunos da instituição é também disponibilizada a rede Wi-Fi UfpbSemFios (serviço implantado pela STI/UFPB e TECOM/CCS) com a finalidade de atender às necessidades informacionais dos discentes, no que diz respeito ao acesso e uso da internet em seus dispositivos pessoais. Outrossim, ainda existe a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) com o intuito de disponibilizar uma rede interna de comunicação entre órgãos públicos e entre os campi da UFPB.

Figura 26 - Laboratórios de Informática do CCS

7.5.

Bibliografia básica e complementar por Unidade Curricular (UC) Tanto a Biblioteca Central quanto a Biblioteca Setorial/CCS possuem seu acervo físico completamente tombado e informatizado totalizando 3459 títulos e 15455 materiais em suas coleções, a partir de buscas a Materiais Bibliográficos na Classe 61 (Ciências da Saúde - conforme a Classificação Decimal Universal (CDU) - adotada pelo Sistema de Bibliotecas da UFPB). Já o acervo virtual é firmado por contrato com as empresas: PROQUEST Latin America Serviços e Produtos para acesso à Informação LTDA, Minha Biblioteca, TARGET, Pearson Education, EBSCO Discovery Service, sendo acessado pelo SIGAA e/ou instalação do Firefox UFPB, onde se encontra disponível para consulta integral de livros, e-books, monografias, dissertações e teses. Baseando-se nos conteúdos descritos no PPC para cada componente curricular, o acervo bibliográfico adquirido pela UFPB é adequado às necessidades temáticas exigidas pelas 52 disciplinas obrigatórias do curso de Biomedicina, uma vez que há uma quantidade equivalentes de cada título dessa categoria no acervo físico e digital, como ratifica o Relatório de Adequação Bibliográfica assinado pelo NDE do curso de Biomedicina (consultar documento in loco). Isso faz com que os discentes com matrículas ativas tenham ao seu dispor esse suporte de ensino durante as atividades acadêmicas dessa graduação. Em relação aos títulos virtuais, as bibliotecas possuem estações computacionais em suas instalações físicas para receberem os discentes. Cada setor tem acesso ininterrupto à internet, ferramentas de acessibilidade digital e salas de estudos individuais e coletivas – as quais funcionam durante todos os turnos de aula – promovendo assim um ambiente de estudo e aprendizagem à comunidade acadêmica e ao público externo. Por meio do Serviço de Inclusão de Usuários com Deficiência (SIUD), as pessoas com deficiência têm acesso aos seguintes serviços: informações aos usuários; empréstimo, renovação e devolução de livros em braille e em áudio; empréstimo, renovação e devolução de periódicos em braille; digitalização de textos e livros; impressão de apostilas e/ou outros materiais em braille; e consulta ao acervo, através do catálogo em braille. A Seção de Inclusão de Usuários com Necessidades Especiais, localizada na Biblioteca Central, dispõe de um computador com dois leitores de tela (Dosvox e NVDA), uma impressora braille e um scanner ledor Sara CE. A partir do acesso pessoal do aluno ao SIGAA e/ou instalação do Firefox UFPB, há a disponibilização de exemplares bibliográficos e periódicos especializados por meio de bases digitais conveniadas com a instituição (Biblioteca Virtual – Pearson, E-volution, Dot.lib, Minha Biblioteca, Target GEDWeb, Ebook Central (EBC), Research Library, vLex, Portal de Periódicos da Capes,

BibVirtual, EduCapes, Portal de Periódicos Científicos Eletrônicos da UFPB, Portal Domínio Público, REI (Repositório Eletrônico Institucional) (consultar documento in loco), a fim de suplementar o conteúdo administrado nas unidades curriculares. Também por esses mesmos sistemas online é possível realizar uma busca detalhada de todo o acervo bibliográfico da universidade, sabendo a localização e ociosidade de cada material. Em virtude da informatização do sistema, há uma facilidade de se obter informações estatísticas sobre o gerenciamento dos materiais e empréstimos realizados, que auxiliarão na coleta de dados para a atualização do plano de contingência das bibliotecas e solicitação de aquisição anual de novas obras pela coordenação do curso. Figura 27 - Acervo físico da biblioteca setorial do CCS

Figura 28 - Ambiente de estudos individual e grupo da biblioteca setorial do CCS

7.6.

Laboratórios didáticos de formação básica O curso de Bacharelado em Biomedicina tem o intuito de promover aos seus discentes uma formação generalista, permeando importantes e novas áreas de atuação do Biomédico, como preconizado pela Resolução CNE/CES 2, de 18 de fevereiro de 2003. Situado no Campus I, o referido curso disponibiliza disciplinas vinculadas aos dez departamentos aos seus discentes, lotados em três Centros da UFPB. Dentre as disciplinas ofertadas, 88,8% correspondem à formação profissional (conteúdos básico-profissionais e complementares obrigatórios), com vistas ao desenvolvimento dos conteúdos essenciais, das competências e das habilidades gerais e específicas, os quais asseguram a formação de profissionais com qualidade e excelência na área. Para tanto, é fundamental que o aluno tenha contato com os contextos estudados em sala de aula, sendo a realização de aulas práticas em laboratórios

didáticos uma das ferramentas utilizadas. Os laboratórios didáticos de formação básica vinculados ao curso estão distribuídos entre os departamentos de Fisiologia e Patologia (DFP-CCS); de Biologia Molecular (DBM-CCEN) e de Morfologia (DMORF-CCS), além do Museu de Ciências Morfológicas. •

Laboratórios didáticos de formação básica localizados no Departamento de Fisiologia e Patologia (DFP) O DFP possui 14 laboratórios didáticos básicos distribuídos em seis diferentes áreas: Fisiologia Humana, Patologia Geral, Farmacologia, Microbiologia, Parasitologia e Imunologia, que atendem as demandas das seguintes disciplinas do básico profissional: Biossegurança, Farmacologia Básica e Clínica, Fisiologia Humana II, Hematologia Laboratorial, Imunologia IV, Instrumentação Laboratorial, Introdução à Biomedicina, Microbiologia, Parasitologia II, Patologia Geral. Esses espaços de ensino e pesquisa contemplam os requisitos de acessibilidade para pessoas com deficiência, contam com técnicos de laboratórios e são dotados dos equipamentos de biossegurança - necessários a cada tipo de laboratório - corroborando com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente, nos seguintes aspectos: o Almoxarifado com área reservada a líquidos inflamáveis, controle de material e estocagem adequados; o Espaço físico adequado; o Bancadas com alturas adequadas e construídas de material resistente, impermeável, lisas, sem emendas ou ranhuras e resistentes a químicos; o Salas com iluminação, ventilação e mobiliário adequados; o Instalações hidráulicas, elétricas e outras adequadas ao atendimento de alunos, professores e funcionários; o Política de uso dos laboratórios compatível com a carga horária de cada atividade prática; o Plano de atualização tecnológica, através da oferta periódica de cursos de capacitação pela PROGEP e Comissões de Biossegurança; o Manutenção e calibração periódica dos equipamentos utilizados, incluindo arcondicionado; o Presença de equipamentos de biossegurança: a) EPI (Equipamentos de Proteção Individual): luvas, gorros, máscaras, protetor facial, jaleco, pera, pipetador automático, além dos b) EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva): descarte de material pérfurocortante, material para primeiros socorros, manual de biossegurança, extintores de incêndio e emblemas educativos de segurança. o Presença de recipientes apropriados, possibilitando a correta segregação e armazenamento dos resíduos gerados; o Disponibilidade de datashow, caixa de som e outras ferramentas de comunicação, pelo Departamento de Fisiologia, que podem ser levados aos laboratórios; o Contam com técnicos de laboratórios;

Figura 29 - Laboratórios de formação básica do Departamento de Fisiologia e Patologia/CCS

•

Laboratórios didáticos de formação básica localizados no Departamento de Biologia Molecular (DBM)/CCEN O DBM disponibiliza ao curso de Biomedicina os Laboratórios Didáticos de Bioquímica, que atendem às disciplinas de Bioquímica Estrutural e de Bioquímica Metabólica, além do Laboratório de Biologia Celular, que subsidia a disciplina de Biologia Celular. Observando as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), os laboratórios utilizados pelo curso de Biomedicina no DBM atendem as legislações pertinentes, possuindo: o Técnicos de laboratórios; o Disponibilidade de área para estocagem e armazenamento de produtos; o Espaço físico adequado; o Salas com iluminação, ventilação e mobiliário adequados; o Instalações hidráulicas, elétricas e outras adequadas ao atendimento de alunos, professores e funcionários; o Política de uso dos laboratórios compatível com a carga horária de cada atividade prática; o Plano de atualização tecnológica através da oferta de cursos de capacitação pela PROGEP e Comissões de Biossegurança; o Manutenção e calibração periódica dos equipamentos utilizados incluindo arcondicionado; o Presença de equipamentos de biossegurança; o Disponibilidade de datashow, caixa de som e outras ferramentas de comunicação, pela Coordenação do Curso de Biomedicina, que podem ser levados aos laboratórios.

Figura 30 - Laboratórios de formação básica do Departamento de Biologia Molecular

•

Laboratórios didáticos de formação básica localizados no Departamento de Morfologia (DMORF) O DMORF disponibiliza ao curso de Biomedicina os quatros Laboratórios Didáticos de Histologia que atendem às disciplinas de Histologia e Biologia do Desenvolvimento Humano, além de cinco Laboratórios de Anatomia que dão suporte à disciplina de Anatomia Humana. Observando as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), os laboratórios utilizados pelo curso de Biomedicina no DMORF estão em conformidade com as legislações pertinentes nos seguintes aspectos: o Contam com técnicos de laboratórios; o Espaço físico adequado; o Salas com iluminação, ventilação e mobiliário parcialmente adequado; o Instalações hidráulicas, elétricas e outras adequadas ao atendimento de alunos, professores e funcionários; o Política de uso dos laboratórios compatível com a carga horária de cada atividade prática; o Plano de atualização tecnológica através da oferta de cursos de capacitação pela PROGEP e Comissões de Biossegurança; o Manutenção e calibração periódica dos equipamentos utilizados incluindo arcondicionado; o Presença de equipamentos de biossegurança os EPI (equipamentos de proteção individual): luvas, gorros, máscaras, protetor facial, jaleco, pera, pipetador automático, além dos EPC (equipamentos de proteção coletiva): descarte de material pérfuro cortante, material para primeiros socorros, manual de biossegurança, extintores de incêndio e emblemas educativos de segurança; o Disponibilidade de datashow, caixa de som e outras ferramentas de comunicação, pela coordenação do curso de Biomedicina, que podem ser levados aos laboratórios. Figura 31 - Laboratórios de formação básica do Departamento de Morfologia

•

Museu de Ciências Morfológicas O estudo das Ciências Morfológicas é essencial ao desenvolvimento das habilidades dos discentes matriculados nos cursos de saúde do CCS/UFPB, o Departamento de Morfologia disponibiliza o Museu de Ciências Morfológicas ao público interno e externo da instituição. O

referido museu possibilita a aquisição do conhecimento sobre a origem do corpo humano, observação de macro e microestruturas, como também a comparação com outros organismos do reino animal. O acervo conta com a exposição de peças anatômicas reais e sintéticas, visualização de células, tecidos e órgãos em microscópios ópticos (de luz), além de embriões e fetos em diferentes estágios de desenvolvimento, os quais são apresentados aos visitantes por intermédio de um bolsista de extensão e/ou um docente. Sendo consolidado como um importante espaço de integração entre a comunidade e a UFPB. Ademais, o museu de Ciências Morfológicas/CCS constitui um ambiente não formal de aprendizagem, visto que os alunos inseridos nos programas de ensino, pesquisa e extensão realizam integração das ciências morfológicas com áreas afins do curso, perfazendo as necessidades do egresso. Figura 32 - Museu de Morfologia

Ressalta-se ainda que Comissão de Avaliação do Curso de Biomedicina anualmente avalia todos os laboratórios didáticos de formação básica quanto às suas demandas, prestação e qualidade de serviços ofertados, por meio da elaboração, estruturação, análise e acompanhamento das ferramentas avaliativas compiladas na Avaliação Institucional Interna (consultar documento in loco). Desse modo, os resultados obtidos são utilizados pela gestão acadêmica para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das aulas ministradas, com o intuito de alcançar a qualidade desejada dos sujeitos da educação (docentes e discentes) no curso de graduação em Biomedicina da UFPB. 7.7. Laboratórios didáticos de formação específica Os laboratórios didáticos de formação específica para o curso de Biomedicina estão localizados no Centro de Ciências da Saúde, especificamente no Departamento de Fisiologia e Patologia, no Departamento de Nutrição e no Departamento de Clínica e Odontologia Social. Compreendidas nas disciplinas do ciclo complementar obrigatório, as atividades práticas realizadas nos referidos laboratórios fomentam as competências específicas para formação do perfil generalista do biomédico e o desenvolvimento de habilidades profissionais. Os espaços seguem as recomendações de biossegurança institucionais e as boas práticas de laboratório, com controle de acesso, espaço para guarda de materiais pessoais, orientações e regras afixadas e visíveis no ambiente interno, além de orientações de uso de equipamentos e pias de lavagem de mãos. Cabe salientar que as normas gerais de biossegurança estão descritas no manual do CCS e manuais do DFP, DNUT e DCOS. Em relação à disponibilização de insumos para as atividades didáticas, os espaços seguem o fluxo institucional por meio de solicitação anual, via intenção de registro de preços, aos pregões da

UFPB. As solicitações são enviadas às chefias departamentais para aquisição em planilhas com justificativas baseadas em estimativas de consumo e demanda futura. A seguir segue descrição dos espaços com atividades práticas do ciclo profissional obrigatório: •

Laboratórios didáticos de formação específica localizados do Departamento de Fisiologia e Patologia (DFP)/CCS o Contam com 11 salas de laboratório para ministrar as disciplinas: Bioquímica Médica, Bacteriologia Diagnóstica, Micologia Diagnóstica, Diagnósticos em Imunologia, Hematologia Clínica, Citopatologia Clínica, Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico, Urinálise e Fluídos Biológicos, Acupuntura, Fitoterapia, Biomedicina Estética, Toxicologia para Biomedicina. o Com o funcionamento organizado a partir do plano de aula das disciplinas e atividades planejadas em acordo com a chefia do laboratório o Capacidade de 10 a 30 alunos. o Possuem técnicos de laboratório o Insumos e equipamentos para a realização das aulas práticas e seus procedimentos preparatórios o Recursos didáticos como lousa, projetor multimídia. o Salas com iluminação, ventilação e mobiliário adequados, com instalações hidráulicas e elétricas. o Presença de equipamentos de biossegurança: a) EPI (Equipamentos de Proteção Individual): luvas, gorros, máscaras, protetor facial, jaleco, pera, pipetador automático, além dos b) EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva): descarte de material pérfurocortante, material para primeiros socorros, manual de biossegurança, extintores de incêndio e emblemas educativos de segurança. Figura 33 - Laboratórios de formação específica do Departamento de Fisiologia e Patologia/CCS das disciplinas de Biomedicina Estética, Citopatologia Clínica, Micologia Diagnóstica

•

Laboratórios didáticos de formação específica localizados do Departamento de Nutrição (DNUT)/CCS o Laboratório para ministrar as disciplinas: Microbiologia de Alimentos e Bromatologia.

o

Dividido em três espaços diferentes, além de possuir uma sala separada para desinfecção. o Com o funcionamento organizado a partir do plano de aula das disciplinas e atividades planejadas em acordo com a Chefia do Laboratório o Capacidade de 12 alunos o Possui 2 Técnicos em Laboratório o Insumos e equipamentos para a realização das aulas práticas e seus procedimentos preparatórios o Recursos didáticos como lousa, projetor multimídia. o Salas com iluminação, climatização e mobiliário adequados, com instalações hidráulicas e elétricas. o Presença de equipamentos de biossegurança: a) EPI (Equipamentos de Proteção Individual): luvas, gorros, máscaras, protetor facial, jaleco, pera, pipetador automático, além dos b) EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva): descarte de material pérfurocortante, material para primeiros socorros, manual de biossegurança, extintores de incêndio, chuveiro de emergência/lava olhos e emblemas educativos de segurança. Figura 34 – • Laboratórios didáticos de formação específica localizados do Departamento de Nutrição (DNUT)/CCS da disciplina de Microbiologia de Alimentos

•

Laboratório didático de formação específica localizados do Departamento de Clínica e Odontologia Social (DCOS)/CCS o Laboratório para ministrar a disciplina: Princípios de Diagnóstico por Imagem o Com o funcionamento organizado a partir do plano de aula das disciplinas e atividades planejadas em acordo com a Chefia do Laboratório o Capacidade de 30 alunos o Possui 4 Técnicos em Radiologia o A clínica dispõe de estrutura para realização de exame de radiográficos e suas interpretações o Insumos e equipamentos para a realização das aulas práticas e seus procedimentos preparatórios o Recursos didáticos: Interpretação de técnicas radiológicas e apoio pedagógico, projetor e quadro.

o

Sala com iluminação, climatização e mobiliário adequados, com instalações hidráulicas e elétricas. o Presença de equipamentos de biossegurança com as normas disponíveis nas instalações físicas da disciplina; Dosimetria Termoluminescente e equipamentos de radioproteção secundária (aventais de chumbo). • Laboratório de Fitoterapia e Práticas integrativas/NEPHF/CCS o Laboratório para ministrar as disciplinas: Acupuntura e Fitoterapia. o Capacidade de 10 alunos o Possui 1 Técnico em Laboratório o Insumos e equipamentos para a realização das aulas práticas e seus procedimentos preparatórios o Recursos didáticos: espaço para realização de práticas de medicina chinesa com maca, mesa e cadeira, além de lousa, projetor multimídia. o Insumos e equipamentos para a realização das aulas práticas e seus procedimentos preparatórios o Presença de equipamentos de biossegurança: a) EPI (Equipamentos de Proteção Individual): luvas, gorros, máscaras, protetor facial, jaleco, pera, pipetador automático, além dos b) EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva): extintor de incêndio, o As normas de funcionamento/segurança e manutenção encontram-se no Manual de Biossegurança e no Plano de Aquisição de Materiais e Serviços dos laboratórios do DFP presentes no laboratório. o Salas com iluminação, ventilação e mobiliário adequados, com instalações hidráulicas e elétricas. Ressalta-se ainda que Comissão de Avaliação do Curso de Biomedicina anualmente avalia todos os laboratórios didáticos de formação específica quanto às suas demandas, prestação e qualidade de serviços ofertados, por meio da elaboração, estruturação, análise e acompanhamento das ferramentas avaliativas compiladas na Avaliação Institucional Interna (consultar documento in loco). Desse modo, os resultados obtidos são utilizados pela gestão acadêmica para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das aulas ministradas, com o intuito de alcançar a qualidade desejada dos sujeitos da educação (docentes e discentes) no curso de graduação em Biomedicina da UFPB. Figura 35 - Laboratório do NEPHF

7.8.

Laboratório de Ensino para Área de Saúde O Laboratório Multiusuário de Bioanálises auxilia nas atividades acadêmicas relacionadas às disciplinas teórico-práticas contidas na matriz curricular do curso de Biomedicina, bem como para outros cursos de graduação e pós-graduação. O laboratório encontra-se devidamente estabelecido, estruturado e de acordo com as DCN, tendo a sua localização no Departamento de Fisiologia e Patologia/CCS. Esse ambiente laboratorial atende aos requisitos gerais de Biossegurança (presença de EPI e EPC), proporcionando a realização das atividades práticas de forma segura aos discentes, aos profissionais e ao meio ambiente. Para isso, os usuários têm a seu dispor o Manual de Biossegurança do DFP e os Procedimentos Operacionais Padrão (POP) de cada equipamento e atividades práticas para consultas, se necessário. Vale ressaltar que os resíduos produzidos durante as atividades práticas possuem um adequado

fluxo de descarte, pois o laboratório apresenta descarte de material perfuro-cortante e lixeiras específicas para resíduos biológicos. A coleta desses materiais é feita por um funcionário terceirizado da limpeza paramentado com EPI apropriado para esse tipo de atividade. Em seguida, os resíduos são abrigados nas dependências do DFP, obedecendo à legislação vigente, para serem recolhidos pela empresa responsável (SIM Engenharia Ambiental) posteriormente. O Laboratório Multidisciplinar de Bioanálise possui um docente como chefe de laboratório – designado pelo DFP – o qual é responsável pelo gerenciamento do ambiente laboratorial e organização logística para viabilização das atividades acadêmicas, com suporte das Coordenações de Curso, a fim de abarcar a previsão de insumos e equipamentos na realização das aulas práticas oferecidas. O espaço físico do laboratório atende adequadamente ao quantitativo de discentes do Curso de Biomedicina, conforme as exigências pedagógicas e avaliativas. Além disso, possui acessibilidade para pessoas com deficiência e mobiliário adequado. Também há equipamentos condizentes com o seu funcionamento como: leitor de microplacas, agitador magnético com aquecimento, banho-maria com agitação, microscópio trinocular invertido, deionizador de água, centrífuga, capela de exaustão, PCR convencional, freezer e geladeira. Periodicamente a coordenação de laboratório, a coordenação de curso, a chefia de departamento e a CPA avaliam as atividades desenvolvidas e os serviços prestados para melhoria do planejamento da unidade, a fim de que ocorra o aprimoramento das atividades acadêmicas desenvolvidas nesse ambiente. O Laboratório Multiusuário de Bioanálises atende a vários componentes curriculares do curso de Biomedicina, subsidiando as características disciplinares previstas na DCN. O desenvolvimento das habilidades nesse espaço formal de aprendizagem possibilita práticas multidisciplinares relacionadas ao curso de graduação, proporcionando ao discentes uma experiência formativa mais ampla. Consequentemente, em consonância com o PPC do curso, o referido laboratório dispõe de recursos e insumos para a realização de aulas práticas e projetos de pesquisa dos alunos vinculados ao Programa Institucional de Iniciação Científica da UFPB. Já os recursos tecnológicos observados nesse ambiente fomentam ações para o desenvolvimento de práticas relacionadas à ciência e tecnologia. Figura 36 – Laboratório Multiusuário Bioanálises

7.9.

Unidades hospitalares e complexo assistencial conveniado O Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) da Universidade Federal da Paraíba atua como um dos campos de estágio no processo de formação profissional dos estudantes de ensino superior e técnico, com foco na Atenção à Saúde do Sistema Único de Saúde/SUS. O HULW oferece serviços de saúde de média e alta complexidade (ambulatorial e hospitalar) à Rede de Atenção à Saúde local, possuindo 15 linhas de cuidado. A instituição atende a demandas provenientes de todo o estado da

Paraíba (223 municípios), com uma população estimada de 4 milhões de pessoas. O Complexo Regulador Municipal (com gestão da Secretaria Municipal de Saúde) gerencia a porta de entrada para os atendimentos ambulatoriais e hospitalares eletivos. Obrigatoriamente, 70% da oferta ambulatorial do HULW – conforme Termo de Contrato – é destinado ao processo regulatório, por meio da Central de Regulação de Consultas e Exames da Diretoria de Regulação (SMS/PMJP). Já os leitos de internação hospitalares firmados são disponibilizados à Central de Internação Hospitalar do município de João Pessoa (CIH), salvo aqueles referentes ao Serviço de Maternidade e Doenças Infectocontagiosas, os quais atendem à demanda espontânea. A referência e contrarreferência dos pacientes ambulatoriais do HULW é mediada pela Central de Regulação de Consultas e Exames da SMS/PMJP e pelo próprio hospital, respectivamente. Essas ferramentas favorecem a troca de informações na rede de atenção, o trânsito do usuário no sistema e a continuidade do cuidado, sendo um mecanismo que promove a prática integral na saúde. Devido ao curso de Biomedicina ter um currículo fundamentado na competência profissional, integrado e centrado no estudante, o qual é baseado em metodologias ativas de aprendizagem, o HULW apresenta-se como um instrumento colaborador na formação profissional, pois é utilizado como uma ferramenta de integração entre a prática e a teoria e entre os mundos do trabalho e da academia, sendo um espaço utilizado em atividades curriculares assim como um setor de estágio nas seguintes áreas:

a) Laboratório de Análises: coleta amostras e realiza todos os tipos de exames de Análises Clínicas, como os processamentos de sangue, análises pré e pós-transfusionais, bem como a análise dos demais fluidos corporais nas áreas de Parasitologia, Microbiologia, Bioquímica, Imunologia, Hematologia.

b) Laboratório de Anatomia Patológica: avalia as alterações macroscópicas e microscópicas de tecidos e células, visando à prevenção de doenças, confirmação de diagnóstico clínico e/ou auxílio nos tratamentos.

c) Serviço de Agência Transfusional: executam procedimentos técnicos de banco de sangue, transfusão, infusão de sangue, hemocomponentes e hemoderivados, além de realizar análises hematológicas pré e pós-transfusionais.

d) Serviço de Imagem: realiza exames de imagem com as mais diferentes técnicas, como tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM), ultrassonografia (USG) e radiologia médica.

e) Setor de Gestão da Qualidade e Vigilância em Saúde: aplicam conhecimentos com o objetivo de melhorar a qualidade e a segurança dos pacientes atendidos no âmbito hospitalar. Além de identificar os fatores condicionantes e determinantes do processo saúdedoença, controlando a incidência de doenças no público interno através de ações de vigilância. O desenvolvimento dessas atividades no HULW promove o trabalho em equipe multidisciplinar, articulando diferentes campos de práticas e fortalecendo a centralidade no usuário e suas necessidades na dinâmica da produção dos serviços de saúde. Os graduandos também se confrontam com ações integrais e mais resolutivas. Esses meios favorecem a vivência de práticas interdisciplinares e interprofissionais na atenção à saúde. 7.10. Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA) A Universidade Federal da Paraíba apresenta-se com ampla capacidade de análise ética das pesquisas em animais e seres humanos, sendo regidas por entidades nacionais (CONCEA e CONEP, respectivamente) que elaboram e atualizam as diretrizes e normas para a pesquisa, salvaguardando os direitos, o bem-estar, a segurança e a dignidade desses seres vivos. Devido ao fato de a pesquisa em seres humanos ser a principal demanda numérica dos projetos de pesquisa existe três Comitês de Ética em Pesquisa com seres humanos na UFPB, são eles: Comitê de Ética em Pesquisa - Hospital Universitário Lauro Wanderley, com a renovação do registro do CEP/HULW expedida em 26 de abril de 2018, conforme Carta Circular nº 113/2018CONEP/SECN/MS (consultar documento in loco). Comitê de Ética em Pesquisa - Centro de Ciências da Saúde, com a renovação do registro do CEP/CCS expedida 31 de agosto de 2020, de acordo com a Carta Circular nº 616/2020CONEP/SECN/MS (consultar documento in loco).

Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos - Centro de Ciências Médicas credenciado em 01 de junho de 2016 através da Carta Circular 127/2016/CONEP/CNS/GB/MS (consultar documento in loco); Como visto, os comitês estão devidamente regularizados junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e atendem aos requisitos de funcionamento estabelecidos por essa comissão (BRASIL, 2007). Essas instâncias desempenham regularmente a função de educação da comunidade com a participação em eventos, atividades de Programas de Pós-Graduação e Graduação, entre outros. Além de realizarem reuniões mensais e disponibilizarem os calendários em suas respectivas páginas na web, com o trâmite de documentos, incluindo submissão e recebimento de pareceres, ocorrendo por meio da Plataforma Brasil, o que fomenta a transparência e a uniformização de protocolos. Em relação à autorização de uso e manuseio de animais em projetos de pesquisa, a UFPB - por meio da Resolução CONSUNI nº 05/2018 - criou a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) (consultar documento in loco), a qual é vinculada à Reitoria da universidade e responsável pela normatização, do ponto de vista ético, do uso de animais em experimentação, com atuação educativa, consultiva, assessoramento e fiscalização, sendo credenciada pelo CIAEP/CONCEA sob o protocolo nº 02.0311.2019. Dentre as suas atribuições encontra-se a de cumprir o disposto na Lei nº 11.794, de 8 de outubro de 2008, em seu Decreto regulamentador nº 6.899, de 15 de julho de 2009, e as demais normas aplicáveis à utilização de animais para ensino, pesquisa e extensão, especialmente nas resoluções do CONCEA. Portanto, é notório que a atuação da CEP e da CEUA na universidade é regida por resoluções internas, que estão em consonância com as exigências das instâncias superiores, atuando para promover os aspectos éticos das pesquisas brasileiras, bem como atender as instituições parceiras, avaliando os protocolos de pesquisa de outras entidades, as quais não possuem seu próprio Comitê de Ética, seja de forma presencial ou virtual.

8. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Eurivaldo Sampaio; CASTRO, Cláudio Gastão Junqueira de; VIEIRA, Carlos Alberto Lisboa. Distritos Sanitários: Concepção e Organização. Vol 1. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo,1998. – (Série Saúde & Cidadania) ATLASBR – Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil [Plataforma on-line desenvolvida em 2013 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Fundação João Pinheiro (JFP)]. AtlasBR, 2021. Disponível em: http://www.atlasbrasil.org.br/. Acesso em :18/05/2021. BRASIL. Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012. Dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal; sobre a Carreira do Magistério Superior, de que trata a Lei nº 7.596, de 10 de abril de 1987; sobre o Plano de Carreira e Cargos de Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e sobre o Plano de Carreiras de Magistério do Ensino Básico Federal, de que trata a Lei nº 11.784, de 22 de setembro de 2008; sobre a contratação de professores substitutos, visitantes e estrangeiros, de que trata a Lei nº 8.745 de 9 de dezembro de 1993; sobre a remuneração das Carreiras e Planos Especiais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, de que trata a Lei nº 11.357, de 19 de outubro de 2006; altera remuneração do Plano de Cargos Técnico-Administrativos em Educação; altera as Leis nºs 8.745, de 9 de dezembro de 1993, 11.784, de 22 de setembro de 2008, 11.091, de 12 de janeiro de 2005, 11.892, de 29 de dezembro de 2008, 11.357, de 19 de outubro de 2006, 11.344, de 8 de setembro de 2006, 12.702, de 7 de agosto de 2012, e 8.168, de 16 de janeiro de 1991; revoga o art. 4º da Lei nº 12.677, de 25 de junho de 2012; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, Publicado em: 31/12/2012. Edição 251. Seção: 1. Página 1. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/L12772compilado.htm. Acessado em 03 de março de 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do ministro. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União, Brasília, DF, Publicado em: 22/09/2017. Edição: 183. Seção: 1. Página: 68. Disponível em: https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/19308123/do1-2017-0922-portaria-n-2-436-de-21-de-setembro-de-2017-19308031 Acessado em 14 de fevereiro de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do ministro. Portaria nº 397, de 16 de março de 2020. Altera as Portarias de Consolidação nº 2/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, nº 5/GM/MS de 28 de setembro de 2017, e nº 6/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, para dispor sobre o Programa Saúde na Hora, no âmbito da Política Nacional de Atenção Básica. Diário Oficial da União, Brasília, DF, Publicado em: 19/03/2020. Edição 54. Seção: 1. Página 52. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou//portaria-n-397-de-16-de-marco-de-2020-*-248809238 Acessado em 14 de fevereiro de 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Gestão de hemocentros: relatos de práticas desenvolvidas no Brasil: I curso de especialização em gestão de hemocentros: resumos das monografias finais / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especializada. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010. CONSUNI. Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba. Resolução nº 37/2013. Altera os art. 20, 98 e 104 do Regimento Geral da Universidade Federal da Paraíba. UFPB Campi I, João Pessoa, 2013. Disponível em: https://sigrh.ufpb.br/sigrh/public/colegiados/filtro_busca.jsf;jsessionid=234468BD4DF306E555C2FB 9C9F8E8670. Acessado em 03 de março de 2022. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cidades@: Sistema agregador de informações sobre os munícios e estados do brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2021. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/. Acesso em: 18/05/2021. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Divisão regional do Brasil em regiões imediatas e regiões geográficas intermediárias: 2017/IBGE. Coordenação de geografia. Rio de Janeiro: IBGE, 2017. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-doterritorio/divisao-regional/15778-divisoes-regionais-do-brasil.html?=&t=acesso-ao-produto. Acesso em: 18/05/2021. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Regiões de influência das cidades : 2018. IBGE, Coordenação de Geografia. - Rio de Janeiro : IBGE, 2020. Disponível em:< https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2101728> Acessado em 13 de maio de 2021. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Sistema de Contas Regionais: Brasil 2018 (SCR). Rio de Janeiro: IBGE, 2020. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/contas-nacionais/9054-contas-regionais-dobrasil.html?=&t=publicacoes. Acesso em: 18/05/2021. INEP - INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Sinopse Estatística da Educação Superior 2019. Brasília: Inep, 2020b. Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/basica-censo-escolar-sinopse-sinopse>. Acesso em: 08 06. 2021. INEP - INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Censo da Educação Superior 2019: Divulgação dos resultados. Brasília: Inep, 2020a. Disponível em:https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-eindicadores/censo-da-educacao-superior/resultados . Acesso em: 31 08. 2021. IPEA – INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. A Paraíba no contexto nacional, regional e interno. 1726 – Texto para discussão. Rio de Janeiro: IPEA, 2012. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1726.pdf. Acesso 06/05/2021 MEC – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Cadastro Nacional de Cursos e Instituições de Educação Superior: Cadastro e-MEC. Brasília: e-MEC, 2021. Disponível em: https://emec.mec.gov.br/. Acesso em 23/07/2021. PARAÍBA, Governo do Estado. PIB da Paraíba alcança valor de R$ 62,4 bilhões em 2017 e alcança terceira posição no acumulado no Nordeste entre 2010 e 2017. Paraíba, 18 nov. 2019. Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/secretaria-de-planejamento-orcamento-e-gestao/noticias/pib-daparaiba-alcanca-valor-de-r-62-4-bilhoes-em-2017-e-alcanca-terceira-posicao-no-acumulado-nonordeste-entre-2010-e-2017. Acesso em 18/05/2021. PARAÍBA, Governo do Estado. PIB paraibano fica em 3º lugar no Nordeste e 10º no país em crescimento acumulado. Paraíba, 13 nov. 2020. Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/secretaria-de-planejamento-orcamento-e-gestao/noticias/pib-daparaiba-alcanca-valor-de-r-62-4-bilhoes-em-2017-e-alcanca-terceira-posicao-no-acumulado-nonordeste-entre-2010-e-2017. Acesso em: 18/05/2021 PARAÍBA. Governo do Estado. Notícia: Hospital de Trauma de João Pessoa realiza 258 atendimentos

no final de semana. Disponível em: https://hospitaldetrauma.pb.gov.br/noticias/hospital-de-trauma-dejoao-pessoa-realiza-258-atendimentos-no-final-de-semana Acessado em Acessado em 14 de fevereiro de 2022. PARAÍBA. Secretaria da Saúde. COMPLEXO HOSPITALAR DE DOENÇAS INFECTOCONTAGIOSASDR. CLEMENTINO FRAGA. Disponível em: http://www.saude.pb.gov.br/web_data/apresentacao.shtml Acessado em 14 de fevereiro de 2022. PNUD; Ipea; FJP. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Brasileiro. Série Atlas do Desenvolvimento no Brasil 2013. Brasília: PNUD, Ipea, Fjp, 2013. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/130729_AtlasPNUD_2013.pdf. Acesso em : Acesso 20/05/2021 SMS – SECRETÁRIA MÚNICIPAL DE SAÚDE. Carta de Serviço ao Usuário 2019. Disponível em: < https://transparencia.joaopessoa.pb.gov.br:8080/carta-servicos-download?id=20> Acessado em: 14 de fevereiro de 2022. SMS – SECRETÁRIA MÚNICIPAL DE SAÚDE. Distrítos. Disponível em: <https://www.joaopessoa.pb.gov.br/secretaria/sms/ > Acessado em: 14 de fevereiro de 2022. UFPB – UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 2019-2023. UFPB Campi I, João Pessoa, 2019. Disponível em: http://www.proplan.ufpb.br/proplan/contents/menu/ploplan/pdi. Acessado em 29 de novembro de 2021. UFPB – UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Regimento Geral. UFPB Campi I, João Pessoa,

2022. Disponível em: https://www.ufpb.br/sods/contents/menu/copy_of_regimentos/regimento-geral. Acessado em 03 de março de 2022. APÊNDICE 01 TITULAÇÃO MÁXIMA

REGIME DE TRABALHO

Doutorado

T-40/DE

ADRIANO FRANCISCO ALVES

Doutorado

T-40/DE

ALLYSON ANDRADE MENDONCA

Doutorado

T-20

AMANDA MARIA MEDEIROS DE ARAUJO LUCK

Doutorado

AMIRA ROSE COSTA MEDEIROS ANA LUCIA BASILIO CARNEIRO

NOME COMPLETO (DOCENTE) ADRIANA MARIA FERNANDES DE OLIVEIRA GOLZIO

NDE DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA

DEP/CENTRO

DBTC/CBIOTEC

T-40/DE

DEPARTAMENTO DE BIOTECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CLÍNICA E ODONTOLOGIA SOCIAL

Doutorado

T-40

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA

DMORF/CCS

Doutorado

T-40/DE

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA

DMORF/CCS

ANA MARIA BARROS CHAVES PEREIRA

Doutorado

T-40/DE

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA

DMORF/CCS

ANA PAULA MORAES VENTURA

Doutorado

T-40/DE

DNUT/CCS

Doutorado

T-40/DE

DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA DEPARTAMENTO DE SISTEMÁTICA E ECOLOGIA DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA MOLECULAR DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA

DMORF/CCS

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA MOLECULAR DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA MOLECULAR DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA

DQ/CCEN

ANNE JAQUELYNE ROQUE BARRETO ANTONIA ARISDELIA FONSECA AGUIAR FEITOSA

MATIAS Doutorado

T-40/DE

ARTHUR WILLIAN DE LIMA BRASIL AUGUSTO CEZAR VASCONCELOS DE FREITAS JUNIOR

Doutorado

T-40/DE

Doutorado

T-40/DE

BRUNO HENRIQUE ANDRADE GALVAO

Doutorado

T-40/DE

CAMILLE DE MOURA BALARINI

Doutorado

T-40/DE

CLIMERIO AVELINO DE FIGUEREDO

Doutorado

T-40/DE

COSME RAFAEL MARTINEZ SALINAS

Doutorado

T-40/DE

CRISTINA WIDE PISSETTI

Doutorado

T-40/DE

DANIELA PRISCILA MARCHI SALVADOR

Doutorado

T-40/DE

DANIELLY ALBUQUERQUE DA COSTA

Doutorado

T-40/DE

DARLENE CAMATI PERSUHN

Doutorado

T-40/DE

EDILENE ARAUJO MONTEIRO

Doutorado

T-40/DE

FABIO MARCEL DA SILVA SANTOS

Doutorado

T-40/DE

GISELY MARIA FREIRE ABILIO DE CASTRO

Doutorado

T-40/DE

DTA/CTDR DFP/CCS

DCOS/CCS

DESC/CCS DSE/CCEN

DBM/CCEN DFP/CCS

X DFP/CCS DFP/CCS

DOG/CCM DBM/CCEN DFP/CCS DBM/CCEN

X DESC/CCS DFP/CCS DFP/CCS

X X NOME COMPLETO (DOCENTE)

TITULAÇÃO MÁXIMA

REGIME DE TRABALHO

HILZETH DE LUNA FREIRE PESSOA

Doutorado

T-40/DE

HUGO ENRIQUE MENDEZ GARCIA

Doutorado

T-40/DE

IDELTONIO JOSE FEITOSA BARBOSA

Doutorado

IVSON BEZERRA DA SILVA

NDE DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO MOLECULAR

DEP/CENTRO DE

BIOLOGIA DBM/CCEN DMORF/CCS

T-40

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA MOLECULAR

Doutorado

T-40/DE

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA

DMORF/CCS

JOÃO FELIPE BEZERRA

Doutorado

T-40/DE

ETS/CCS

JOELMA RODRIGUES DE SOUZA

Doutorado

T-40/DE

JOSE SOARES DO NASCIMENTO KARLA VERUSKA MARQUES CAVALCANTE DA COSTA

Doutorado

T-40/DE

Doutorado

T-40/DE

LUCIENE SIMOES DE ASSIS TAFURI

Doutorado

T-40/DE

LUIS FABIO BARBOSA BOTELHO

Especialista

T-20

MARCELO AUGUSTO OLIVEIRA DE SALES

Doutorado

T-40

MARCIA ROSA DE OLIVEIRA

Doutorado

T-40/DE

MARIA DO SOCORRO SOUSA

Doutorado

T-40/DE

MARIA JOSE DAS NEVES SILVA

Mestrado

T-40/DE

MARIA LUCIA DA CONCEICAO

Doutorado

T-40/DE

ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE MEDICINA INTERNA DEPARTAMENTO DE CLÍNICA E ODONTOLOGIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA MOLECULAR DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA

MARIA SORAYA PEREIRA FRANCO ADRIANO MARILIA GABRIELA DOS SANTOS CAVALCANTI

Doutorado

T-40/DE

ETS/CCS

Doutorado

T-40/DE

ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA PATOLOGIA

NADJA DE AZEVEDO CORREIA

Doutorado

T-40/DE

NAIARA NAIANA DEJANI

Doutorado

T-40/DE

NAILA FRANCIS PAULO DE OLIVEIRA

Doutorado

T-40/DE

PRISCILLA ANNE CASTRO DE ASSIS

Doutorado

T-40/DE

RENATO ANTONIO DOS SANTOS OLIVEIRA

Doutorado

RONALDO RODRIGUES SARMENTO TAYS AMANDA FELISBERTO DA SILVA

DFP/CCS DFP/CCS

DCOS/CCS DBM/CCEN DFP/CCS DESC/CCS DFP/CCS

E DFP/CCS

Doutorado

T-40/DE

ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE

ETS/CCS

Mestrado

T-40

ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA PATOLOGIA

THAIS GAUDENCIO DO REGO

Doutorado

T-40/DE

Doutorado Doutorado

T-40/DE T-40/DE

DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA PATOLOGIA

X DMI/CCM

T-40/DE

T-40/DE

WALLACE FELIPE BLOHEM PESSOA

DFP/CCS

DMORF/CCS

Doutorado

X DFP/CCS

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA MOLECULAR DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E PATOLOGIA

TEMILCE SIMOES DE ASSIS CANTALICE

VINICIUS PIETTA PEREZ

DBM/CCEN

DFP/CCS

X X DBM/CCEN DFP/CCS DFP/CCS

ETS/CCS E DFP/CCS DINF/CI E DFP/CCS E DFP/CCS

X X ANEXO II da Resolução nº 24/2022 do CONSEPE, que altera a RESOLUÇÃO CONSEPE no 09/2017 que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina, do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade. Composição Curricular do Curso de Biomedicina Conteúdos Curriculares

Créditos Carga horária

%

3. Conteúdos Básicos Profissionais 3.1. Conteúdos Básicos Profissionais

102

1530

42,67

3.2. Estágio Supervisionado

48

720

20,1

Subtotal:

150

2250

62,75

4.1. Conteúdos Complementares Obrigatórios

62

930

25,96

4.2. Conteúdos Complementares Optativos

19

285

7,94

4.3. Conteúdos Complementares Flexíveis

08

120

3,34

Subtotal:

89

1335

37,25

TOTAL:

239

3585

100%

4. Conteúdos Complementares

CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS COMPONENTES Créditos C/Horária Introdução à Biomedicina 02 30 Anatomia Humana 05 75 Biologia Celular 04 60 Histologia 04 60 Biossegurança 03 45 Biofísica 04 60 Bioquímica Estrutural 04 60 Química Fundamental 04 60 Biologia do Desenvolvimento Humano 04 60 Genética Molecular e Humana 03 45 Parasitologia II 03 45 Microbiologia 04 60 Bioquímica Metabólica

05

75

Fisiologia Humana II

06

90

Tópicos em Genética Aplicada

04

60

Sociologia da Saúde e da Doença Epidemiologia Imunologia IV Bromatologia Saúde Coletiva Noções de Bioestatística Patologia Geral

03 03 03 04 03 03 03

45 45 45 60 45 45 45

Princípios de Diagnóstico por Imagem

04

60

Instrumentação Laboratorial Gestão e Auditoria em Serviços de Saúde

03 03

45 45

Pré-requisitos Biologia Celular Biologia Celular Bioquímica Estrutural Anatomia Humana Genética Molecular e Humana Biologia Celular Fisiologia Humana II Anatomia Humana e Biofísica -

Farmacologia Básica e Clínica

04

60

Fisiologia Humana II Fisiologia Humana II Hematologia Laboratorial 04 60 / Bioquímica Metabólica Urinálises e Fluidos Biológicos 03 45 Fisiologia Humana II Estágio Curricular Créditos C/horária Pré-requisitos Bioquímica Médica / Princípios de Diagnóstico por Imagem / Urinálises e Fluidos Biológicos / Hematologia Clínica / Bacteriologia Diagnóstica / Biotecnologia / Diagnóstico em Imunologia/ Virologia Humana / Citopatologia Clínica/ Parasitologia Estágio Supervisionado I 24 360 Aplicada ao Diagnóstico/ Micologia Diagnóstica/ Embriologia Clínica/ Acupuntura / Biomedicina Estética / Toxicologia para Biomedicina / Microbiologia de Alimentos / Epidemiologia / Saúde Coletiva / Fundamentos e Metodologias em Educação Ambiental Estágio Estágio Supervisionado II 24 360 Supervisionado I TOTAL 48 720 TOTAL 150 2.250 COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS COMPONENTES Créditos C/Horária Pré-requisitos Metodologia do Trabalho Científico 02 30 Fundamentos e Metodologia em Educação 02 30 Ambiental Bioinformática para Biomedicina 03 45 Bioquímica Bioquímica Médica 03 45 Metabólica Bioética e Legislação Profissional 03 45 Metodologia do Pesquisa Aplicada a Biomedicina 02 30 Trabalho Científico Bacteriologia Diagnóstica 03 45 Microbiologia Fitoterapia 03 45 -

Diagnóstico em Imunologia Virologia Humana Citopatologia Clínica Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico Micologia Diagnóstica

03 02 03 03 03

45 30 45 45 45

Hematologia Clínica

03

45

Acupuntura

03

45

Microbiologia de Alimentos

03

45

Embriologia Clínica

02

30

Biomedicina Estética

04

60

Toxicologia para Biomedicina

03

45

Biotecnologia

03

45

Trabalho de Conclusão de Curso I

03

45

Trabalho de Conclusão de Curso II

03

45

TOTAL

Imunologia IV Microbiologia Patologia Geral Parasitologia II Microbiologia Hematologia Laboratorial Anatomia Humana Microbiologia/Broma tologia Biologia do Desenvolvimento Humano Anatomia Humana/Histologia Farmacologia Básica e Clínica Farmacologia Básica e Clínica Pesquisa Aplicada à Biomedicina Trabalho de Conclusão de Curso I

62 930 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS COMPONENTES Créditos C/Horária Pré-requisitos Animais Peçonhentos 02 30 Banco de Leite Humano 02 30 Bases do Empreendedorismo 02 30 Bases Moleculares, Terapêuticas e 02 30 Parasitologia II Epidemiológicas das Doenças Parasitárias Bases para a Produção de Antibióticos 02 30 Microbiologia Biologia dos Tripanossomatídeos 04 60 Biologia dos Tumores 02 30 Patologia Geral Biologia Celular/ Genética Molecular e Biologia Molecular da Célula Tumoral 04 60 Humana / Bioquímica Metabólica Bioquímica dos Sistemas 03 45 Biologia Celular Citogenética de Plantas, Animais e Humana 04 60 /Genética Molecular e Humana Cognição e Memória 04 60 Fisiologia Humana II Biossegurança/ Controle de Infecção Hospitalar 02 30 Microbiologia Diversidades Celulares 04 60 Biologia Celular Ecologia e Biotecnologia do Controle de 02 30 Pragas e Vetores Educação em Sexualidade e Saúde 02 30 Anatomia Humana Reprodutiva Educação Física 02 30 Elementos de Química Forense 04 60 Estudo de Impacto Ambiental 04 60 -

Farmacoterapia Cardiovascular

02

30

Farmacoterapia dos Antimicrobianos

02

30

Farmacoterapia Respiratória

02

30

Fundamentos da Homeopatia

03

45

Fundamentos de Química de Proteínas

04

60

Fungos Anemófilos

02

30

Genética Humana

04

60

Gestão de Recursos Naturais

04

60

Hemoterapia e Banco de Sangue

02

30

Humanização em Saúde

02

30

Interpretação de Exames Laboratoriais

02

30

Língua Brasileira de Sinais O Estudo da Célula por Meio da Construção de Modelos Parasitologia do Solo Perfusão Extracorpórea Prebióticos e Probióticos Princípios da Neurociências Princípios de Neurobiologia e Comportamento Programação Metabólica Psicobiologia

04

60

Farmacologia Básica e Clínica Farmacologia Básica e Clínica Farmacologia Básica e Clínica Bioquímica Estrutural Microbiologia Genética Molecular e Humana Hematologia Laboratorial Hematologia Laboratorial / Urinálises e Fluidos Biológicos / Bioquímica Médica -

02

30

Biologia Celular

02 02 02 02

30 30 30 30

Parasitologia II Fisiologia Humana II Microbiologia Fisiologia Humana II

02

30

Fisiologia Humana II

02 04

30 60

Qualidade da água, saúde e saneamento

03

45

Química Bioinorgânica Química Orgânica Biológica Radiobiologia e Radiogenética Segurança do Paciente Tópicos Avançados em Síndrome Metabólica Tópicos Avançados I Tópicos Avançados II Tópicos de Biofísica Tópicos em Genética

04 04 04 02

60 60 60 30

Fisiologia Humana II Parasitologia II/ Microbiologia/ Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental Biossegurança

02

30

Fisiologia Humana II

02 02 04 02

30 30 60 30

Tópicos Especiais em Bioquímica

02

30

Bioquímica Estrutural/ Bioquímica Metabólica

Tratamento de Dados em Técnicas Instrumentais

02

30

ANEXO III da Resolução no 24/2022 do CONSEPE, que altera a RESOLUÇÃO CONSEPE no 09/2017 que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina, do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade.

ANEXO IV da Resolução no 24/2022 do CONSEPE, que altera a RESOLUÇÃO CONSEPE no 09/2017 que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina, do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade. EMENTÁRIO Ementas dos Componentes Curriculares Básico-Profissionais Anatomia Humana - GDMRF0107 (5 cr): Estudo da organização sistêmica macroscópica da anatomia humana. Introdução ao estudo da anatomia humana. Aparelho locomotor e seus aspectos osteológicos, articulares e miológicos. Estudo dos elementos descritivos e funcionais dos sistemas: nervoso, endócrino, respiratório, circulatório, digestório, tegumentar, sensorial e geniturinário. Biofísica - 1104101 (4 cr): Bioeletrogênese. Excitação e respostas celulares. Comunicação celular e entre sistemas. Fenômenos ondulatórios. Metodologia de radioisótopos. Radiobiologia. Radioproteção. Biologia Celular - 1104108 (4 cr): Estuda história e evolução. Métodos de estudo da Célula. Morfologia e fisiologia das estruturas celulares. Biologia do desenvolvimento humano – 1610173 (4 cr): Estudo dos mecanismos biológicos do desenvolvimento e das modificações morfológicas do embrião humano desde o zigoto até o nascimento, incluindo a placenta e os anexos extra embrionários que unem o embrião à mãe. Bioquímica Estrutural – 1104214 (4 cr): Bioelementos e Biomoléculas. Laboratório de Bioquímica. Água, pH e Sistema Tampão. Estrutura e Importância Biológica de Aminoácidos, Peptídeos, Proteínas, Porfirinas, Carboidratos, Vitaminas, Enzimas, Nucleotídeos, Ácidos Nucléicos, Lipídeos e Hormônios. Energética Bioquímica. Bioquímica Metabólica - 1104218 (5 cr): Bioquímica da digestão e absorção dos nutrientes da dieta. Metabolismo. Vias catabólicas, anabólicas e sua regulação. Metabolismo dos carboidratos. Ciclo do Ácido Cítrico. Cadeia respiratória, transporte de elétrons e fosforilação oxidativa. Fotossíntese. Metabolismo dos lipídeos. Metabolismo do colesterol e das lipoproteínas. Metabolismo das proteínas. Metabolismo do grupo heme. Metabolismo dos nucleotídeos. Noções de integração metabólica. Biossegurança - GDFPT0104 (3 cr): Biossegurança: conceitos, história e legislação; Boas Práticas de Laboratório (BPL) e Procedimentos Operacionais Padrão (POP); Riscos em laboratórios de ensino e pesquisa; Manuseio, controle e descarte de resíduos biológicos e químicos; Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Coletiva (EPC); Classificação de risco dos agentes biológicos e níveis de biossegurança laboratorial; Mapas de risco; Biossegurança em biotérios e na experimentação animal; Biossegurança alimentar e ambiental de organismos geneticamente engenheirados; Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB); Biossegurança no uso de radioisótopos. Bromatologia - 1612139 (4 cr): Importância e funções da Bromatologia. Conceito, estrutura, tipos e classificações dos alimentos. Estudo químico bromatológico de carnes e seus derivados, pescados e seus derivados, aves e seus derivados, ovos, leite, leguminosas, cereais, frutas e hortaliças e seus derivados. Raízes e tubérculos. Água. Óleos e gorduras. Conhecimento e manuseio de materiais de laboratório. Preparo de soluções. Análises de composição centesimal. Fraudes em alimentos. Epidemiologia - GDESC0063 (3 cr): Conceitos e usos da Epidemiologia. Modelos explicativos do processo saúde-doença. Estudo das doenças em relação às variáveis pessoais, temporais e espaciais. Estudo das epidemias: resgate histórico, método para abordagem. Medidas de prevenção e controle. Estratégias de vigilância ao óbito. Estudo das endemias. Bases da pesquisa epidemiológica. Desenhos de estudos epidemiológicos.

Estágio Supervisionado I - GDFPT0127 (24 cr): Fundamentos teórico-profissionais relativos à prática do Biomédico. Vivência em situações reais dos campos de trabalho do Biomédico. Desenvolvimento teórico-prático das competências do profissional Biomédico. Desenvolvimento do trabalho interdisciplinar e multiprofissional. Estágio Supervisionado II - GDFPT0129 (24 cr): Aprofundamento teórico-profissional relativa à prática do Biomédico. Vivência em situações reais dos campos de trabalho do Biomédico. Aprofundamento teórico-prático das competências do profissional Biomédico. Aprofundamento do trabalho interdisciplinar e multiprofissional. Farmacologia Básica e clínica - GDFPT0112 (4 cr): Princípios gerais de farmacologia, farmacocinética, farmacodinâmica e grupos de fármacos relacionados, vias de administração e mecanismos de ação de grupos de fármacos que agem sobre o Sistema Nervoso Autônomo (simpaticomiméticos, parassimpaticomiméticos, antagonistas adrenérgicos, antagonistas colinérgicos), Sistema Nervoso Central (anticonvulsivantes, ansiolíticos e hipnóticos) e antiinflamatórios, enfatizando a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamentos. Fisiologia Humana II – 1611194 (6 cr): Estudo analítico do funcionamento dos diferentes sistemas do corpo humano, com ênfase ao estudo da fisiologia geral dos sistemas nervoso, renal, digestório, muscular, cardiovascular, respiratório, endócrino e reprodutor e dos mecanismos de integração destes diferentes sistemas objetivando a manutenção da homeostasia do organismo como unidade. Genética Molecular e Humana - 1104225 (3 cr): Introdução ao Estudo da Genética. Identificação do Material Genético. Estrutura e Replicação do Material Genético. O Código Genético. Expressão da Informação Gênica. Controle da Expressão Gênica. Bases Moleculares das Mutações. Citogenética. Alterações Cromossômicas Numéricas e Estruturais. Cariotipagem. Tipos de Herança. Erros inatos do metabolismo. Gestão e Auditoria em Serviços de Saúde - GDFPT0111 (3 cr): Estrutura e processos administrativos gerais e aplicados aos serviços de saúde. Organização, caracterização e planejamento de unidades administrativas. Análise financeira, avaliação dos recursos humanos. Gestão de pessoas. Órgão, instituições e recursos envolvidos nos processos de fiscalização e controle de saúde. Controle de políticas e ações em saúde. O administrador e o gerenciamento nos serviços de saúde. Controle de qualidade e acreditação. Auditoria em serviços de saúde. Hematologia laboratorial - GDFPT0115 (4 cr): Hematopoiese. Coleta sanguínea, confecção e coloração do esfregaço sanguíneo. Eritropoiese. Granulocitopoese. Linfopoese. Monicitopoese. Plaquetopoese. Hemoglobina: síntese, tipos e metabolismo. Metabolismo do Ferro, Vitamina B12 e Folato. Eritrograma: constituintes e alterações. Velocidade de Sedimentação das Hemácias (VSH). Leucograma: constituintes e alterações. Plaquetograma: constituintes e alterações. Imunohematologia: aglutinógenos e aglutininas; Sistemas H, ABO, RH; testes pré-transfusionais e reações hemolíticas, Eritroblastose fetal. Hemostasia. Automação em Hematologia. Histologia - GDMRF0108 (4 cr): Esta disciplina permite ao aluno conhecer a estrutura histológica, classificação e histofisiologia dos tecidos epiteliais, conjuntivos e variados, musculares e nervosos. Imunologia IV - 1611170 (3 cr): Introdução à imunologia (definições e conceitos); imunidade inata e adquirida; migração celular e inflamação; sistema complemento; origem e amadurecimento de linfócitos; ativação de linfócitos B e T; mecanismos efetores da imunidade celular e humoral; reações de hipersensibilidades; tolerância imunológica e doenças autoimunes.

Instrumentação Laboratorial - GDFPT0110 (3 cr): Introdução ao Laboratório Clínico; Controle de Qualidade do Laboratório: controle de qualidade em análises clínicas (critérios avaliados pela SBAC); padronização e validação de equipamentos e métodos laboratoriais. Vidrarias e utensílios laboratoriais. Manipulação de micropipetas. pHmetria. Espectrofotometria. Centrifugação. Eletroforese. Cromatografia. Diálise. Citometria de fluxo. Tipos e processos de purificação de água: Destilação; Osmose reversa; Filtração; UV. Esterilização (autoclave) de material. Microscopia de fluorescência e confocal. Microscopia eletrônica. Introdução à Biomedicina - GDFPT0103 (2 cr): Apresentar ao acadêmico uma ampla visão das diversas áreas de atuação do profissional Biomédico e suas habilitações. Análise da estrutura curricular oferecida pela Instituição frente às Diretrizes Curriculares Nacionais e o mercado de trabalho. Noções de ética e legislação da profissão. Microbiologia - 1611199 (4 cr): Estudos morfológicos, citológicos e genéticos de bactérias e fungos, em geral, e o papel que desempenham quando detectados no homem determinando colonização, infecção ou doença. Fatores e mecanismos de virulência dos principais grupos patogênicos. Ação dos agentes físicos, químicos e dos antimicrobianos sobre os microrganismos. Técnicas de isolamento, de cultivo, de coloração utilizadas na rotina microbiológica, com fins de caracterização das bactérias e dos fungos. Noções gerais sobre os vírus. Noções de Bioestatística - GDFPT0107 (3 cr): Noções básicas da análise estatística; Estatística descritiva; Apresentação gráfica de dados estatísticos; Introdução à probabilidade; Noções elementares de amostragem; Teste de hipóteses; Regressão e correlação. Parasitologia II - 1611139 (3 cr): Teoria: biologia dos protozoários e helmintos parasitos e comensais de importância médica (morfologia, ciclo biológico, patogenia, diagnóstico, controle e profilaxia, transmissão e tratamento); principais vetores e ectoparasitos de importância médica (curiosidades e importância); técnicas de coleta, preparo e montagem de material parasitológico. Prática: protozoários, helmintos, vetores e ectoparasitos de importância médica (morfologia). Patologia Geral - 1611141 (3 cr): Generalidades sobre patologia. Abordagem sobre o processo saúde/doença a nível conceitual. Introdução ao estudo dos processos mórbidos: lesões celulares por agressores de natureza diversa, processo inflamatório e reparativo, processos degenerativos, distúrbios dos pigmentos e do cálcio, distúrbios circulatórios e vasculares, distúrbios do crescimento e da diferenciação celular. Desenvolvimento de atividades práticas macroscópicas e microscópicas para melhor compreensão dos processos patológicos. Princípios de Diagnóstico por Imagem - GDCOS0136 (4 cr): Conceitos de radiodiagnóstico; descoberta da radioatividade e dos raios X; Modalidades de diagnóstico por imagem e suas evoluções tecnológicas; Conceitos de qualidade da imagem e proteção radiológica.

Química Fundamental - 1105161 (4 cr): ESTRUTURA ATÔMICA: Modelo Quântico do Átomo, Números Quânticos, Distribuição Eletrônica; TABELA PERIÓDICA: a periodicidade nas configurações eletrônicas, classificação e propriedades dos elementos metálicos e não-metálicos, estudos dos grupos e períodos; a periodicidade nas propriedades atômicas; LIGAÇÃO QUÍMICA: introdução, regra do octeto, tipos de ligação; Ligação Iônica, montagem de fórmulas eletrônicas, propriedades dos compostos iônicos, Ligações Covalentes - Hibridizações de Orbitais, montagem de fórmulas eletrônicas e estruturais, a polaridade nas ligações e nas moléculas, forças intermoleculares, propriedades dos compostos covalentes, ligação metálica; REAÇÕES INORGÂNICAS: Classificação das reações, reações em solução aquosa; CÁLCULOS QUÍMICOS: Unidade Unificada de Massa, Mol, Massa Molar, Cálculo de Fórmulas, Cálculo Estequiométrico: Reagente Limitante, Grau de Pureza e Rendimento; SOLUÇÕES: Conceito e classificação, natureza e terminologia das soluções, unidades de concentração, solubilidade e fatores que afetam a solubilidade. ESTADO DA MATÉRIA: Gases: lei dos gases, postulado básicos da teoria cinética, gases reais, líquidos: propriedades; pressão de vapor; viscosidade; tensão superficial; ponto de ebulição; sólidos: propriedades; classificação; estrutura dos sólidos; tipos de cristais. Mudança de estado; diagrama de fases; TÓPICOS EM MATERIAIS: Eletroquímica/ conceitos de número de oxidação, processos de oxidação e redução. Pilhas. Eletrólise. Corrosão metálica. Materiais (Polímeros, vidros, cristais líquidos, condutores, semicondutores, cimento etc.) NOÇÕES BÁSICAS DE LABORATÓRIO: normas de segurança e equipamentos básicos de laboratório, medidas em laboratório, estudo das reações químicas, rendimento de uma reação de precipitação, preparação de soluções e titulação ácido-base. Saúde Coletiva - GDESC0062 (3 cr): Estuda as bases históricas de formação da sociedade e do Estado e sua relação com as políticas públicas de saúde, enfatizando os modelos de atenção em saúde e historicidade. O movimento sanitário brasileiro e o processo da reforma sanitária. A criação do Sistema Único de Saúde, suas diretrizes, princípios e leis orgânicas. Financiamento e perspectivas do SUS. O processo saúde doença: mudando o paradigma na saúde. Rede de Atenção à Saúde: conceitos e organização. Processo de trabalho em saúde. Planejamento em saúde. Avaliação em saúde. Sociologia da Saúde e da Doença - GDESC0061 (3 cr): 1. O homem como ser social. 2. A produção social da saúde e da doença. 3. Evolução histórica do perfil da saúde e da doença da população brasileira e seus contextos sociais. 4. O significado da doença na vida humana. 5. A luta social para transformação das condições de vida. 6. Movimentos sociais. 7. O movimento sanitário brasileiro. 8. Redes locais de apoio social. Tópicos em Genética Aplicada – 1104197 (4 cr): Estudo das técnicas biotecnológicas aplicadas na genética animal, vegetal e/ou de microrganismos. Urinálises e Fluidos Biológicos - GDFPT0116 (3cr): URINA: Formação, composição e volume. Coleta, processamento e tipos de amostras. Testes de função renal. Exame físico: coloração, aparência, densidade e odor. Exame químico: tiras reativas; automação em urinálise; pH, proteínas, glicose, cetonas, sangue, bilirrubina, urobilinogênio, nitrito e densidade. Exame microscópico: Controle de qualidade em Urinálise: história e significado, metodologia, componentes do sedimento, leucócitos. Análises especiais: sobrecarga versus nefropatia; distúrbios do metabolismo de aminoácidos, porfirina, mucopolissacarídeos, purinas; outras provas. Líquido Cefalorraquidiano: formação e fisiologia; coleta da amostra. Análise física, química, microbiológica e hematológica. Outros Fluidos Biológicos: coleta, processamento e análise física, química e microbiológica dos fluidos: líquido seminal, sinovial, seroso e amniótico; suor, lavagem broncoalveolar e suco gástrico. Quadro 22 - Componentes Curriculares Complementares Obrigatórios Acupuntura - GDFPT0122 (3 cr): Aspectos históricos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC); teoria do yin e yang e dos cinco elementos; concepção do processo saúde-doença e semiologia na MTC; Qi, sangue e fluídos orgânicos; grande e pequena circulação da energia, estudo dos meridianos e dos pontos; diagnósticos e tratamentos na MTC; Legislação referente a MTC/acupuntura; Acupuntura no SUS. Bacteriologia Diagnóstica - GDFPT0113 (3 cr): Controle de qualidade e Biossegurança em

bacteriologia. Coleta e isolamento de materiais bacteriológicos. Bacteriologia das infecções dos sistemas respiratório, urinário e reprodutor, digestório, nervoso, cardiovascular e linfático, líquor, pele e olhos. Diagnóstico de Infecções relacionadas à assistência à saúde. Bacteriologia automatizada e molecular. Bioética e Legislação Profissional - GDBTC0034 (3 cr): Conceitos e história; princípios éticos da pesquisa com seres humanos e com animais; bioética relacionados com novo fármacos; vacinas e teste de diagnóstico; contracepção humana, genética, biologia molecular, microbiologia, experimentação humana, transplante de tecidos e órgãos artificiais e naturais. Bioética e uso de animais em experimentação; uso de animais como modelos experimentais e suas alternativas; conceitos e técnicas de bioterrismo; desenvolvimento de modelos experimentais; modelos experimentais alternativos e seu uso em ciência animal; conflitos e avanços na legislação do uso de animais em pesquisa. Educação das relações étnico-raciais. O código de ética profissional do biomédico. Decreto Nº 88.439, de 28 de junho de 1983. Lei Nº 7.017, de 30 de agosto de 1982. Bioinformática para Biomedicina - GDFPT0106 (3 cr): Introdução às ferramentas de bioinformática com aplicação na área de biomedicina. Apresentação de técnicas para investigação de sequências de DNA e de proteínas presentes em bases de dados de domínio público visando o desenvolvimento de métodos de diagnose molecular. Biomedicina Estética - GDFPT0124 (4 cr): Aspectos essenciais no exercício da Biomedicina estética; exercício profissional e relação com outras profissões da área da saúde; anatomia, fisiologia e patologia do sistema tegumentar e do sistema linfático; processo de cicatrização e reparo; estética facial, corporal, capilar; noções de cosmetologia básica e aplicada. Bioquímica Médica - GDFPT0108 (3 cr): Análise de metabólitos bioquímicos que possibilitem auxiliar no diagnóstico e monitoramento de patologias relacionadas ao metabolismo glicídico, proteico, lipídico, hidroeletrolítico, mineral, equilíbrio ácido-base, função renal, hepática, pancreática, cardíaca, hormonal, bem como estabelecimento de correlações clínico-laboratoriais. Biotecnologia - GDBTC0035 (3 cr): Conceito amplo e restrito da Biotecnologia. Biotecnologia clássica e moderna. As fases do processo biotecnológico. As novas tecnologias: tecnologia do DNA recombinante. Aplicações nas diversas áreas. Importância da genética e citogenética na biotecnologia. A biotecnologia no Brasil e no Mundo. Situação atual e perspectivas, Citopatologia Clínica - GDFPT0119 (3 cr): Noções Gerais de Citologia. Citologia dos Líquidos Cavitários (características físico-químicas, citológicas e interpretação): Líquido Pleural; Líquido Ascítico; Líquido Sinovial. Citologia do Líquido Cefalorraquiano: Local e processo de formação; Funções; Noções sobre coleta do espécime clínico; Características físico-químicas, citológicas e interpretação. Líquido Seminal: Local e processo de maturação dos espermatozoides; Constituição morfológica e molecular. Espermograma: noções sobre coleta do espécime clínico - características físico-químicas - exames microscópicos avaliação da vitalidade - índices de vitalidade e interpretação. Citologia Hormonal pela Colpocitologia (Citologia Esfoliativa): Conceitos e definições; Estudo anatômico e histológico do aparelho reprodutor feminino; Estudo da função dos diferentes hormônios sobre o tecido local; Ação hormonal como determinantes da diferenciação morfotintorial das células esfoliativas. Curva hormonal pela colpocitologia e interpretação. Neoplasias: conceito de malignidade - características celulares; Noções sobre a coleta do espécime clínico; Diagnóstico laboratorial; Comparação entre as classificações de Papanicolaou e sistema de Bethesda: Células escamosas de significado indeterminado; Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG) e de alto grau (LIEAG); Atipias glandulares; Citopatologia dos carcinomas e adenocarcinomas. Técnicas especiais para o auxílio diagnóstico citológico: Hibridização in situ; Imunohistoquímica. Citologia das secreções e excreções (nasal, conjuntival e escarro). Diagnósticos em Imunologia - GDFPT0117 (3 cr): Introdução ao Laboratório de Imunologia Clínica; Interação Antígeno-Anticorpo; Anticorpos Monoclonais; Parâmetros e Controle de Qualidade dos Imunoensaios; Fundamento, Descrição Metodológica e

Interpretação de Resultados dos Imunoensaios: Ensaios de aglutinação, ensaios conjugados (enzimáticos, fluorescentes, radiométricos e cromatográficos); Automação em Imunologia (Nefelometria, Turbidimetria, Citometria, Quimioluminescência, Immunoblotting e ELISPOT); Imunodiagnóstico das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. Imunoprofilaxia e Imunoterapia. Embriologia Clínica - GDFPT0123 (2 cr): Gameta feminino e masculino. Fertilização. Formação de zigotos e desenvolvimento embrionário. Aspectos clínicos da função reprodutiva e infertilidade. Organização do laboratório de reprodução assistida e cultura de embriões e tecidos. Micromanipulação e reprodução assistida, manipulação e seu uso em Tecnologias de Reprodução Assistida (ART). Fundamentos da criobiologia, criopreservação de gametas, embriões e tecido gonadal. Fitoterapia - GDFPT0114 (3 cr): Aspectos históricos da Fitoterapia; conhecimento popular e conhecimento científico; cuidados básicos no uso de plantas medicinais; manuseio de plantas medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento; formas de preparação e uso das plantas medicinais; constituintes químicos das plantas medicinais; utilização de plantas medicinais em atenção básica em saúde, uso das plantas medicinais nas patologias de órgãos e sistemas; a fitoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Fundamentos e Metodologia em Educação Ambiental - GDSIE0101 (2 cr): Crise da civilização e a emergência das questões ambientais. A complexidade ambiental. Educação Ambiental: fundamentos teóricos e estratégias metodológicas. O caráter transversal da Educação Ambiental e suas concepções instrumentais, institucionais e pedagógicas. Mediações educativas voltadas à sustentabilidade ambiental e à melhoria da qualidade da vida no planeta. Hematologia Clínica - GDFPT0157 (3 cr): Introdução à Hematologia. Hematopoiese. Interpretação prática do hemograma. Introdução ao estudo das anemias. Anemias carenciais. Síndrome de Falência Medular. Propedêutica laboratorial complementar no estudo das anemias. Fisiologia da Coagulação. Interpretação prática do coagulograma. Introdução ao estudo das doenças hemorrágicas. Púrpuras. Coagulopatias Hereditárias e Adquiridas. Mecanismos hematológicos de tromboses. Princípios de anticoagulação. Propedêutica laboratorial complementar em hemostasia. Noções de oncohematologia. Mielograma e avaliação complementar de medula óssea. Princípios básicos de medicina transfusional. Metodologia do Trabalho Científico - GDFPT0105 (2 cr): A metodologia científica e a formação do estudante. Métodos e estratégias de estudo e aprendizagem (resumo, resenha e seminário). Natureza humana, conhecimento e saber. O método científico. Etapas de um projeto de pesquisa (tema, problema, hipóteses, objetivos, metodologia, materiais e métodos, cronograma, orçamento). O levantamento bibliográfico. Tipos de pesquisa. Fontes e métodos para coleta de dados. Busca em bancos de dados. Normas para apresentação de trabalhos científicos de acordo com a ABNT. Normas para elaboração de referências. Normas para citações. Como fazer apresentações em público. Micologia Diagnóstica - GDFPT0121 (3 cr): Controle de qualidade e biossegurança em micologia. Investigação e identificação dos diferentes fungos e micoses auxiliando no diagnóstico e tratamento clínico. Técnicas de coleta, cultivo e preservação de fungos microscópicos. Taxonomia e ecologia de fungos filamentosos microscópicos e leveduras. Diagnóstico laboratorial das micoses. Microbiologia de Alimentos - GDNUT0089 (3 cr): Grupos de microrganismos importantes em alimentos. Fatores que influenciam no crescimento microbiano. Fontes de contaminação microbiológica de alimentos animal e vegetais e medidas preventivas. Micro-organismos indicadores da qualidade sanitária de alimentos. Microbiologia da água. Micro-organismos patogênicos e as Doenças Transmitidas por Alimentos e água. Aspectos gerais da microbiologia industrial aplicada aos alimentos. Legislação microbiológica de alimentos Métodos microbiológicos para avaliação de qualidade de alimentos e água. Parasitologia Aplicada ao Diagnóstico - GDFPT0120 (3 cr): Técnicas parasitológicas de rotina para análise de fezes, sangue, fluidos e tecidos para as principais protozooses e helmintíases de importância médica no Brasil.

Pesquisa Aplicada à Biomedicina - GDFPT0109 (2 cr): Introdução ao conhecimento científico. Conceitos básicos da pesquisa científica. Hipótese e métodos científicos. Técnicas de investigação. Análise e formulação de protocolos de pesquisa. Redação de textos científicos e de projetos de pesquisa. Pesquisa básica e clínica. Análise dos dados. Financiamento da pesquisa científica. Exposição de temas e formas de apresentação de resultados e pesquisas envolvendo Biomedicina. Publicação de dados científicos. Visitas a laboratórios de pesquisa. Fornecimento de subsídios para o desenvolvimento de trabalho de pesquisa científica em áreas de atuação do profissional biomédico. Toxicologia para Biomedicina - GDFPT0125 (3 cr): Histórico da toxicologia, propriedades gerais e conceitos básicos; Toxicocinética e toxicodinâmica de xenobióticos, fármacos ou drogas; Toxicologia Industrial, agrícola, alimentar, social e ambiental; Aplicação e monitoração da Análise toxicológica de metais, agrotóxicos e drogas de abuso. Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) - GDFPT0126 (3 cr): Produção do conhecimento científico. Escolha da hipótese, assunto e linha de pesquisa do trabalho de conclusão de curso. Delineamento da pesquisa bibliográfica. Revisão da literatura. Planejamento do trabalho científico. Estrutura geral do trabalho de conclusão de curso. Desenvolvimento do projeto de Pesquisa. Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) - GDFPT0128 (3 cr): Aplicação do conhecimento científico. Coleta e análise dos dados. Desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho de conclusão de curso. Normas metodológicas e de redação científica aplicadas ao trabalho de conclusão de curso. Sistematização e elaboração do trabalho científico. Virologia Humana - GDFPT0118 (2 cr): Características gerais dos vírus, nomenclatura e classificação viral, replicação viral, patogênese das infecções virais, epidemiologia das infecções virais, resposta imune às infeções virais, antivirais, diagnóstico laboratorial das viroses de importância médica. Noções gerais sobre virusóides, viróides, virófagos, vírus gigantes e príons. Ementas dos Componentes Curriculares Complementares Optativos Disciplina (código)/Ementa Cr Depto/Centro Animais Peçonhentos – Principais animais peçonhentos de importância no Brasil, morfologia e biologia, natureza dos acidentes 2 DFP/CCS e consequências. Primeiros socorros e tratamento. Banco de Leite Humano – Fundamento, objetivo e estratégia do Banco de Leite Humano (BLH), Expansão da Rede Brasileira e Ibero Americana de Banco de Leite Humano (BLH), Organização e funcionamento do Banco de Leite Humano (BLH), Banco de Leite Humano como polo de incentivo, promoção e proteção ao 2 DFP/CCS Aleitamento Materno, Processamento e Controle de Qualidade do Leite Humano, Uso do Leite de Banco como estratégia para redução da mortalidade infantil, Legislação do Banco de Leite Humano (BLH), Introdução a Manejo Clínico da Lactação, Doenças Maternas que contra indicam a amamentação. Bases do Empreendedorismo – Iniciação de uma atividade empresarial. Importância da criação da pequena e média empresa. DFP/CCS Práticas administrativas aplicadas às pequenas e médias empresas. 2 DBiotec/CBiotec Políticas e programas de apoio às pequenas e médias empresas. Os problemas característicos às pequenas e médias empresas

Bases Moleculares, Terapêuticas e Epidemiológicas das Doenças Parasitárias – Infecção e doença infecciosa. Parasitismo, doença parasitária e paleoparasitologia. Interface Parasito-hospedeiro. Delineamento de estudos observacionais e experimentais em doenças parasitárias. Aspectos fisiológicos e moleculares dos helmintos e protozoários. Bases moleculares dos fármacos usados nas doenças parasitárias. Bases para a Produção de Antibióticos – Estudo teórico e prático das técnicas de isolamento, reconhecimento e preservação de microrganismos produtores de antibióticos. Teste de antibiose microbiano. Extração e purificação de antibióticos. Biologia dos Tripanossomatídeos – Características gerais dos Tripanossomatídeos. Morfologia dos protozoários dos gêneros Trypanosoma e Leishmania e estudo de suas características reprodutivas, genéticas e ecológicas. Interação de Leishmania com seus hospedeiros invertebrados e vertebrados. Métodos e técnicas de isolamento e cultivo de Leishmania. Biologia dos Tumores – História natural dos tumores. Lesões prémalignas. Hiperplasia. Metaplasia. Displasia. Tumores benignos. Controle do ciclo celular. Proto-oncogenes, genes supressores de tumor, genes reguladores da apoptose, genes de reparo do DNA. Mutações gênicas. Carcinogênese química, viral e biológica. Mecanismos de invasão e metastatização. Apoptose. Angiogênese. Histologia dos tumores benignos e malignos. Aspectos bioquímicos dos tumores. Marcadores tumorais. Biologia Molecular da Célula Tumoral – Célula tumoral. Mecanismo de invasão tumoral e angiogênese. Carcinogênese. Oncogenes. Genes supressores de tumor. Sinalização celular na célula tumoral. Alterações do ciclo celular e apoptose. Bioquímica dos Sistemas – Biomoléculas, metabolismo, integração e regulação das vias bioquímicas nos vários sistemas biológicos, a saber: sistema endócrino, sanguíneo, digestório, musculoesquelético, urinário, respiratório, hepatobiliar e nervoso. Citogenética de Plantas, Animais e Humana – Morfologia cromossômica. Variação no número e na morfologia cromossômica. Os cromossomos durante a reprodução. Herança extracromossômica. Cognição e Memória – Bases biológicas das funções cognitivas: 1) organização cortical e sua relação com a cognição, percepção, linguagem, emoção, razão, memória; 2) estudo dos circuitos e regiões neurais subjacentes a essas funções; 3) estudo das teorias e dos modelos de investigação. Controle de Infecção Hospitalar – Introdução ao estudo das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). Conceituação e terminologia. Abordagem epidemiológica. Vigilância das IRAS. Laboratório e infecções hospitalares. Uso racional de antimicrobianos. Estruturação e organização em infecções hospitalares. Prevenção e controle das infecções hospitalares. Diversidades Celulares – Tipos celulares: constância e diversidades. Matriz extracelular. Biologia e interação de diferentes células.

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Ecologia e Biotecnologia do Controle de Pragas e Vetores – Histórico, identificação e caracterização de pragas e vetores, e sua importância. Ecologia dos vetores transmissores de doenças. Papel dos vetores na transmissão de doenças. Fatores ambientais na ecologia de pragas e vetores. Métodos de controle físico, químico e biológico. Ações educativas no controle de vetores e de pragas. Biotecnologia no controle de pragas e vetores, o papel dos transgênicos no controle de pragas. Conhecimentos básicos sobre integração de estratégias e táticas utilizadas no manejo integrado de pragas. Educação em Sexualidade e Saúde Reprodutiva – Discussões sobre sexualidade e adolescência dentro do âmbito das ciências biológicas, considerando os temas não apenas sob o ponto de vista do biológico/natural, mas incorporando-se a importância da idade e da cultura. Educação Física – Ensino dos fundamentos básicos e noções da técnica das diferentes modalidades desportivas. Desenvolvimento das qualidades físicas de base (força, resistência, flexibilidade, etc.) através do trabalho de ginástica aeróbica, ginástica localizada e dança. Técnicas de equilíbrio corporal. Elementos de Química Forense – Química forense (conceitos, introdução e histórico); Toxicologia das drogas de abuso (introdução, legislação e epidemiologia); Aspectos legais da atuação da química forense (criminalística, perícia criminal, tipos de provas técnicas e laudos periciais); Técnicas e testes analíticos aplicados à química forense (visão geral de metodologias de identificação de drogas de abuso pelo emprego de técnicas analíticas clássicas e modernas, bem como, o uso destas técnicas em análises residuográficas); Documentoscopia; Balística e armas de fogo; Laboratório de química forense (análises qualitativas e quantitativas a serviço da investigação de vestígios em cenas criminais e resíduos de contaminantes/adulteração/envenenamento em alimentos, medicamentos e material biológico). Estudo de Impacto Ambiental – Aspectos históricos e conceituais de Estudos de Impactos Ambientais (EIA). Aspectos processuais e metodológicos de EIA. Técnicas de previsão e identificação de impactos ambientais. Impactos sociais e econômicos. Avaliação do impacto ambiental sobre a saúde pública. Monitoramento. Mitigação ecológica. Farmacoterapia Cardiovascular – Noções de mecanismos de ação de fármacos que atuam no Sistema cardiovascular (antihipertensivos, antianginosos e trombolíticos), enfatizando a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamento. Farmacoterapia dos Antimicrobianos – Noções de mecanismos de ação de fármacos antimicrobianos (antibióticos), enfatizando a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamento das doenças infecciosas. Farmacoterapia Respiratória - Noções dos mecanismos de ação de fármacos que atuam no sistema respiratório, com ênfase para o tratamento da asma, rinite alérgica, inflamações e infecções do trato respiratório superior e inferior, enfatizando a fisiopatologia e manifestações clínicas das mesmas.

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Fundamentos da Homeopatia – História da Medicina e da Homeopatia. Princípios fundamentais da Homeopatia. A experimentação do medicamento homeopático. Noções básicas sobre matéria médica e repertório. As diferentes racionalidades e terapêuticas médicas. As correntes homeopáticas. Concepção homeopática do processo saúde-doença. A consulta homeopática e a evolução do doente. Matéria médica simplificada de alguns importantes medicamentos homeopáticos. Inserção da homeopatia no Sistema Único de Saúde (SUS) e sua prática pelos diversos profissionais da área de saúde. Fundamentos de Química de Proteínas – Estratégias de extração, isolamento, purificação, caracterização física e química de proteínas. Obtenção e manipulação de amostras protéicas. Quantificação proteica. Fracionamento salino. Diálise. Liofilização. Cromatografia. Eletroforese. Cristalografia de proteínas. Fungos Anemófilos – Características gerais dos fungos anemófilos. Fatores abióticos relacionados à incidência. Variações entre ambientes abertos e climatizados. Métodos de coleta. Técnicas de cultivo. Caracterização morfológica e identificação de fungos anemófilos. Anemófilos como indicadores da qualidade ambiental. Doenças relacionadas à exposição aos fungos anemófilos. Medidas de controle de fungos anemófilos. Genética Humana – Transmitir conceitos modernos da genética. Informar sobre as principais aplicações práticas da genética em seres humanos. Oferecer uma visão abrangente dos diversos campos de ação e de pesquisa em genética humana. Gestão de Recursos Naturais – Recursos naturais: conceitos e classificação. Estratégias de conservação e gestão de recursos naturais. Competências gerenciais voltadas à ordenação territorial. Aplicação de estratégias de mapeamento, como ferramentas adequadas ao planejamento e gestão. Licenciamentos no Brasil: medidas gerenciais para recuperação, mediação e controle de ambientes degradados ou poluídos. ISO 14.000. A questão da Educação no processo de gestão. Hemoterapia e Banco de Sangue – Composição e Ciclo do Sangue. Histórico e princípios da Hemoterapia. Doadores de Sangue. Captação de doadores. Triagem de doadores. Coleta e Fracionamento. Hemocomponentes: Descrição e Indicação: Sangue total, Concentrado de Hemácias, Concentrado de Plaquetas, Concentrado de leucócitos. Hemocomponentes leucorreduzidos e irradiados. Plasma fresco e congelado. Crioprecipitado. Solução de Albumina. Imunoglobulinas (Polivalentes e Específicas). Princípios de hemaglutinação. Transfusão em clínica médica. Antígenos eritrocitários e anticorpos de grupos sanguíneos: Sistema ABO e Rh, Lewis, MNS, Duffy, Kidd, Lutheran, outros antígenos, Testes de triagens direta e indireta em tubo e em gel. Eritroblastose Fetal. Reações transfusionais. Anemias hemolíticas autoimunes. Princípios básicos de Hemodinâmica. Coagulação e tratamento de coagulopatias hereditárias e adquiridas. Humanização em Saúde – Política Nacional de Humanização. Tecnologias leves em saúde.

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Interpretação de Exames Laboratoriais – Interpretação de resultados de exames laboratoriais relacionados com o metabolismo da glicose, das lipoproteínas, hematológicos, imunológicos e urinários. Balanço hidroeletrolítico e dosagens de eletrólitos. Provas das funções renal, hepática e cardíaca, assim como distúrbios ácidobásico. Língua Brasileira de Sinais O Estudo da Célula por Meio da Construção de Modelos – Discutir e comparar as imagens de células e tecidos obtidas por diferentes técnicas de microscopia. Construir modelos de células de forma a mostrar sua tridimensionalidade e proporcionalidade. Parasitologia do Solo – Biologia dos protozoários e helmintos parasitos cuja veiculação e transmissão se dá através do solo (morfologia, ciclo biológico, patogenia, diagnóstico, controle e profilaxia, transmissão e tratamento); Técnicas para coleta, preparo e análise parasitológica do solo (sedimentação espontânea, centrifugo-flutuação e hidrotermotropismo). Perfusão Extracorpórea – Definição das áreas de aplicação (cirurgias cardiovasculares, afecções da aorta, transplantes de coração e/ou pulmão, transplante hepático e em alguns tipos de retirada de tumores), instruções na manutenção do paciente com suporte artificial de vida (coração, pulmão e rim artificial ou cardiopulmonar total), instruções sobre máquinas com dispositivos descartáveis, que substitua as funções do coração e dos pulmões, medidas de segurança no monitoramento da pressão, temperatura, fluxo, coagulação, débito renal, equilíbrio hidroeletrolítico e hemodinâmico. Prebióticos e Probióticos – Estudo teórico e prático sobre probióticos e prébióticos relacionados às: características gerais, mecanismos de ação, principais micro-organismos e produtos relacionados, bases para a produção de probióticos e os efeitos promovidos no organismo. Microbiota intestinal humana. Metabolismo microbiano. Princípios da Neurociências – Organização fundamental do Sistema Nervoso. Sistema Nervoso central e periférico. Sistema somático e Visceral. Anatomia Fisiologia e Neurônio. Tipos de fibras nervosas. Ativação e inibição neuronal. Características e propagação do impulso nervoso. Sinapses e tipos de sinapses. Circuitos neuronais. Leis Básicas da Neurofisiologia. Características gerais dos receptores. Somestesia, Fisiologia da dor. Sentidos Especiais: Olfação. Gustação. Visão. Audição. Bases Fisiológicas do Comportamento. Aprendizado. Memória. Atividade Psíquica Superior. Reflexos Condicionados. Recompensa, Punição e Raiva. Reações Fóbicas. Estudo da atividade do encéfalo: sono, vigília, epilepsias, psicoses. Princípios de Neurobiologia e Comportamento – Estudo dos neurotransmissores e do processamento funcional dos diferentes estímulos, buscando o entendimento do comportamento biológico e das emoções.

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Programação Metabólica – Integração do metabolismo energético; Alterações do estado nutricional; Hipótese de Barker; Adaptações metabólicas na subnutrição; Baixa estatura e consequências em longo prazo; Subnutrição fetal e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares na vida adulta; Alterações moleculares decorrentes da subnutrição no início da vida e síndrome metabólica; Estresse e programação metabólica; Nutrição e epigenética; Formas de programação metabólica; Revisão da literatura atual. Psicobiologia – Bases biológicas do comportamento humano; Teoria da evolução; Influência dos genes e do ambiente sobre o comportamento; Comportamento social e história evolutiva. Qualidade da água, saúde e saneamento – A água e o meio ambiente. Água e parasitos. Água de abastecimento público: tipos de estações de tratamento de água, controles físico-químico, microbiológico e parasitológico das águas de consumo humano incluindo bactérias, algas, fungos, vírus e protozoários patogênicos. Água residuais: disposição nos ambientes rural e urbano, processos de tratamento. Resíduos sólidos: - domésticos, hospitalares e infecciosos. Destinação final. Qualidade de água e a vigilância em saúde (Portaria MS Nº 2914/2011). Química Bioinorgânica – Elementos essenciais, ligantes e biomoléculas; metais como comunicadores celulares; evolução e homeostase; métodos físicos em bioinorgânica; captação, transporte e armazenamento de metais em sistemas biológicos; sistemas redox e não-redox; sistemas biomiméticos; sistemas metálicos exógenos; biomineralização; tópicos em química inorgânica medicinal. Química Orgânica Biológica – Compostos bio-orgânicos e seus diversos grupos funcionais, nomenclatura sistemática, análise conformacional, esteroquímica, conceitos de ácidos e bases, forças intermoleculares, propriedades físicas. Aplicação das reações orgânicas e seus mecanismos na síntese química e biológica das biomoléculas. Mecanismos de construção dos monômeros aos polímeros naturais: carboidratos, proteínas e ácidos nucleicos. Mecanismos das reações de construção da ligação glicosídica, ligação peptídica, ligação fosfodiésteres, adição e substituição a C=O. Radiobiologia e Radiogenética – Revelar os aspectos moleculares da interação das radiações coma célula e com a estrutura do DNA. Segurança do Paciente – Histórico da Segurança do Paciente em nível mundial, Taxonomia da Segurança do Paciente segundo a Organização Mundial de Saúde, Base legal do Programa de Nacional de Segurança do Paciente: Núcleo de Segurança do Paciente e Plano de Segurança do Paciente; Protocolos Obrigatórios do Programa Nacional de Segurança do Paciente: Higienização das Mãos, Cirurgia Segura, Identificar Corretamente o Paciente, Prevenção de Quedas e Lesão por Pressão, Segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos e Comunicação Efetiva, monitoramento e indicadores, Cultura de Segurança do Paciente, Gerenciamento de Riscos: sistemas de notificação e investigação de incidentes.

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Tópicos Avançados em Síndrome Metabólica – Aspectos fisiopatológicos e alterações laboratoriais da síndrome metabólica e doenças associadas (resistência insulínica, diabetes, obesidade, hipertensão, dislipidemia, aterosclerose). Leitura e interpretação de artigos científicos e casos clínicos. Tópicos Avançados I – Inovações em métodos e técnicas de pesquisa e diagnósticos para os mais diversos agravos à saúde, discutindo a integração de técnicas avançadas para atuação do Biomédico nos diferentes contextos profissionais. Novas temáticas envolvendo a atuação do Biomédico. Tópicos Avançados II - Inovações em métodos e técnicas de pesquisa e diagnósticos para os mais diversos agravos à saúde, discutindo a integração de técnicas avançadas para atuação do Biomédico nos diferentes contextos profissionais. Novas temáticas envolvendo a atuação do Biomédico. Tópicos de Biofísica – Potencial elétrico do coração. Hemodinâmica. Teoria cinética dos gases. Princípios físicos das trocas gasosas. Óptica do olho. Conversão da energia luminosa em estímulo. Física da audição. Conversão da onda sonora em impulso elétrico. Tópicos em Genética – Princípios moleculares de genética; organização e transmissão do material genético. Estrutura e replicação do material genético. Fluxo da informação genética: transcrição e tradução. Bases moleculares das mutações. Código genético. Interação gênica. Genética do sexo. Citogenética: anormalidades cromossômicas. Tópicos Especiais em Bioquímica – Tópicos avançados do metabolismo dos carboidratos, lipídeos e compostos nitrogenados. Estrutura, função e metabolismo dos compostos secundários de plantas. Estrutura e função dos hormônios vegetais. Tópicos complementares em área específica. Tratamento de Dados em Técnicas Instrumentais – Introdução: A origem do sinal analítico e tratamento estatístico dos dados em técnicas instrumentais; Calibração: construção e validação de modelos, validação de métodos instrumentais.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 07/04/2022 RESOLUÇÃO Nº 24/2022 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 24) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 08/09/2022 14:07 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234

Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 24, ano: 2022, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 08/09/2022 e o código de verificação: 7d46853bba