UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 70/2025

UFPB-CONSEPE-RES-70-2025
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I da UFPB.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (49)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
46 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Portaria ? 126/2024 em: Anexo“o que resultou na extinção da licenciatura e 2024 (Portaria 126 de 05 de abril de 2024) O Projeto Pedagógico atual (PPC 2007 de 16 de 2023) é, portanto, é uma versão aditada do PPC 2007, com as...”
  • cita
    Res. CNE/CES 3/2001 em: Anexo“FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal Nº 9394/1996 Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001 - Institui Diretrizes Curriculares Nacionais...”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: Anexo“Resolução CNE/CES Nº 07/2018 Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFPB – Resolução CONSEPE Nº 29/2020.”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 4º“|2 Humanos, Educação Ambiental, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, Nº 02, de 15 de junho de 2012, Nº 01, de 30 de maio de 2012, bem como o que diz a Lei...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: art. 4º“|2 Humanos, Educação Ambiental, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, Nº 02, de 15 de junho de 2012, Nº 01, de 30 de maio de 2012, bem como o que diz a Lei...”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2012 em: art. 4º“|2 Humanos, Educação Ambiental, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, Nº 02, de 15 de junho de 2012, Nº 01, de 30 de maio de 2012, bem como o que diz a Lei...”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2015 em: Anexo“Pelo fato de ser um PPC com formação integrada (bacharelado e licenciatura), no ano de 2018 houve nova revisão subsidiada pela Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de julho de 2015, que instituiu as...”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2019 em: Anexo“e inviável ofertar um Curso de Formação Pedagógica de Graduados (modalidade prevista na Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica- BNC-Formação, nas condições...”
  • cita
    Res. CONAES 1/2010 em: Anexo“As atribuições do NDE são as definidas pela Resolução CONAES Nº 01, de 17 de junho de 2010, e de modo complementar pelo Regulamento dos Curso de Graduação da UFPB.”
  • cita
    Res. CONASS 41/2018 em: Anexo“Conselho Nacional dos Secretários de Saúde Resolução 41, de 31 de outubro de 2018.”
  • cita
    Lei 10.216/2001 em: Anexo“Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001.”
  • cita
    Lei 11.340/2006 em: Anexo“Lei 11340 de agosto de 2006.”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo“Os aspectos operacionais dos estágios serão regidos por Resolução específica do Colegiado, fundamentado nas Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação em Enfermagem vigentes, na Lei de...”
  • cita
    Lei 12.015/2009 em: Anexo“Lei 12015 de agosto de 2009.”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: art. 4º“|2 Humanos, Educação Ambiental, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, Nº 02, de 15 de junho de 2012, Nº 01, de 30 de maio de 2012, bem como o que diz a Lei...”
  • cita
    Lei 13.257/2016 em: Anexo“Marco Legal da Primeira Infância: Lei no 13.257, de 8 de março de 2016.”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo“Com a federalização da Universidade pela Lei nº 3.835, de 13 de dezembro de 1960, a Escola de Enfermagem da Paraíba passa a ser anexa à Faculdade de Medicina, conforme Art. 2º, letra e, desta Lei.”
  • cita
    Lei 5.540/1968 em: Anexo“Transcorrido mais de uma década, por efeito da Lei n.º 5.540 que instituiu a Reforma Universitária, realizou-se em 1973, no âmbito da Universidade, a Reforma Cêntrica, com base na Resolução Nº...”
  • cita
    Lei 8.666/1993 em: Anexo“Comentários à lei de licitações e contratos administrativos:Lei 8.666/1993.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.”
  • cita
    Portaria MEC 365/1958 em: Anexo“No ano seguinte, em 10 de julho, foi criada a Escola de Enfermagem da Paraíba pela Lei Estadual n°1.064, sob a tutela do Departamento Estadual de Saúde e somente através da Portaria Ministerial nº...”
  • cita
    Portaria MS 1.130/2015 em: Anexo“Portaria nº 1.130, de 5 de agosto de 2015.”
  • cita
    Portaria MS 3.088/2011 em: Anexo“Portaria nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011.”
  • cita
    Res. PB/CIB 43/2018 em: Anexo“A configuração da regionalização da saúde segue em consonância com a Resolução CIB Nº 43/18 de 25 de junho de 2018, que organizou o estado em 03 Macrorregiões de Saúde, contemplando 223 municípios.”
  • cita
    Lei PB 1.366/1955 em: Anexo“No histórico do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB, destaca-se a importância da criação da Universidade da Paraíba, pela Lei nº. 1.366, de 2 de dezembro de 1955, à qual foi integrada a...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: Anexo“RESOLUÇÃO Nº 02/2022 - Dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos”
  • cita
    Res. CONSEPE 03/1996 em: Anexo“RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 013/2014 - Altera a Resolução nº 03/96 que aprovou o projeto pedagógico curricular do curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado e Licenciatura), criando a disciplina...”
  • cita
    Res. CONSEPE 09/1979 em: Anexo“O ERIP estará fundamentado nos dispositivos legais da Resolução Nº 284/79 do CONSUNI, da Resolução Nº 09/79 do CONSEPE, da Resolução Nº 16/2015 e pela Lei Nº 11.788/2008.”
  • cita
    Res. CONSEPE 12/1973 em: Anexo“Transcorrido mais de uma década, por efeito da Lei n.º 5.540 que instituiu a Reforma Universitária, realizou-se em 1973, no âmbito da Universidade, a Reforma Cêntrica, com base na Resolução Nº...”
  • cita
    Res. CONSEPE 12/2020 em: Anexo“RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 012/2020 - Autorizou a criação de Componente Curricular Optativo ENFERMAGEM FORENSE com carga horária de 45 horas, 03 créditos.”
  • cita
    Res. CONSEPE 13/2014 em: Anexo“RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 013/2014 - Altera a Resolução nº 03/96 que aprovou o projeto pedagógico curricular do curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado e Licenciatura), criando a disciplina...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo“A necessidade de ajustamento do currículo, a partir desta revisão, basicamente consistiu no deslocamento das disciplinas de caráter pedagógico e educacional, do eixo prática curricular, para o...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo“O ERIP estará fundamentado nos dispositivos legais da Resolução Nº 284/79 do CONSUNI, da Resolução Nº 09/79 do CONSEPE, da Resolução Nº 16/2015 e pela Lei Nº 11.788/2008.”
  • cita
    Res. CONSEPE 20/2018 em: Anexo“RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 020/2018 - Autorizou a criação de Disciplina Optativa CUIDADOS PALIATIVOS, com carga horária de 45 horas, 03 créditos;”
  • cita
    Res. CONSEPE 21/2018 em: Anexo“RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 021/2018 - Autorizou a criação de Disciplina Optativa ENSINO DE TÉCNICAS ÁUDIO EXPOSITIVAS, com carga horária de 45 horas, 03 créditos;”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo“Resolução CNE/CES Nº 07/2018 Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFPB – Resolução CONSEPE Nº 29/2020.”
  • cita
    Res. CONSEPE 51/2007 em: Anexo“RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 054/2010 - Alterou os incisos II e III da Resolução nº. 51/2007 do”
  • cita
    Res. CONSEPE 54/2010 em: Anexo“RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 054/2010 - Alterou os incisos II e III da Resolução nº. 51/2007 do”
  • cita
    Res. CONSEPE 57/2007 em: Anexo“PORTARIA PRG/ Nº 40/2016 - Adicionou a disciplina de Libras no PPC fixado pela resolução nº 57/07 como componente curricular obrigatório e Seminários Integradores II, III, IV e V como componentes...”
  • cita
    Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) em: Anexo“tância responsável pela direção executiva do Curso, composta pelo Coordenador e Vice-Coordenador, eleitos pela comunidade acadêmica para um mandato de dois anos, cujo resultado é homologado pelo...”
  • cita
    Res. CONSUNI 204/1977 em: Anexo“O PPGENF foi instituído pela Resolução nº. 204/77 do Conselho Universitário da UFPB, iniciou suas atividades em 1979, com o Curso de Mestrado, e desde 2011, sob nova Estrutura Acadêmica passou...”
  • cita
    Res. CONSUNI 284/1979 em: Anexo“O ERIP estará fundamentado nos dispositivos legais da Resolução Nº 284/79 do CONSUNI, da Resolução Nº 09/79 do CONSEPE, da Resolução Nº 16/2015 e pela Lei Nº 11.788/2008.”
  • cita
    Portaria PRG 10/2016 em: Anexo“PORTARIA PRG/ Nº 10/2016 - Aprovou a oferta modular das disciplinas Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente I e II, e Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso I e II a...”
  • cita
    Portaria PRG 25/2011 em: Anexo“Para efeito de integralização curricular, estas atividades serão aproveitadas através de componentes complementares flexíveis, denominados Tópicos Especiais em Enfermagem (definidos pela Portaria...”
  • cita
    Portaria PRG 40/2016 em: Anexo“PORTARIA PRG/ Nº 40/2016 – Autorizou o cancelamento de pré-requisitos dos componentes curriculares Seminário Integrador I, II, III, IV, V e VI a partir do período letivo 2016.1 5.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo“exercidas por tutores, estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação e pósgraduação da UFPB, em colaboração com professores, outros estudantes e técnicos-administrativos, em...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 49 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 11 artigo(s) com âncora.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO Nº 70/2025 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I da UFPB.

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, e conforme deliberado em reunião realizada em 11 de dezembro de 2025 (Processo n° 23074.069239/2022-92). RESOLVE:

Art. 1º. Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), em atendimento à necessidade de um PPC dinâmico, humanizado e tecnológico, que se coloque em constante processo de avaliação; frente a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; sob o respaldo dos critérios e dos padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para a formação de profissionais.

§1º. Compreende o Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem, Bacharelado, o conjunto de ações sociopolíticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional, que se destina a orientar a concretização curricular do referido Curso.

§2º. As definições relativas à estrutura curricular que demandam sobre sua elaboração, quais sejam: identificação, história, justificativa, objetivos, perfil profissional do egresso, campo de atuação, formas de acesso, infraestrutura, corpo docente, serviços de apoio ao discente, composição curricular, bem como sistemas de avaliação encontram-se relacionadas no Anexo desta Resolução.

Art. 2º. O Curso de Graduação em Enfermagem, tem como finalidade conferir o grau de bacharel aos alunos que cumprirem as exigências constantes na presente Resolução.

Art. 3º. O Curso de Bacharelado em Enfermagem terá a duração mínima de integralização em 05 (cinco) anos (10 períodos letivos) e o tempo máximo de 07 (sete) anos e 06 (seis) meses (15 períodos letivos) e o currículo será integralizado em 4.890 (quatro mil e oitocentos e noventa) horasaula e horas-relógio, correspondendo a 326 (trezentos e vinte e seis) créditos.

Parágrafo único. Será permitida a matrícula em, no máximo, 540 (quinhentos e quarenta) horas ou 36 (trinta e seis) créditos e, no mínimo, 330 (trezentos e trinta) horas ou 22 (vinte e dois) créditos por período letivo.

Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temáticas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos

|2 Humanos, Educação Ambiental, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, Nº 02, de 15 de junho de 2012, Nº 01, de 30 de maio de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV, sobre os conteúdos relacionados à Pessoa com Deficiência, consta nas ementas de componentes curriculares obrigatórios e optativos abaixo elencados:

Educação das Relações ÉtnicoRaciais

Direitos Humanos

Educação Ambiental

Pessoa com Deficiência

Bases Políticas e Históricas da Saúde

Obrigatória

Doenças Prevalentes na População Negra

Optativa

Educação Popular em Saúde e em Enfermagem

Optativa

Empreendedorismo em Enfermagem

Optativa

Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso

Obrigatória

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II Temas contemporâneos das ciências sociais para saúde

Obrigatória

Ética, Bioética e Legislação de Enfermagem

Obrigatória

Gênero e Sexualidade na Enfermagem

Optativa

Ambiente, Território e Saúde

Obrigatória

Biossegurança

Optativa

Bases Políticas e Históricas da Saúde

Obrigatória

Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso

Obrigatória

Obrigatória

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Obrigatória Adolescente II Fonte: PPC do Curso de Bacharelado em Enfermagem – CCS, 2025.

Art. 5º. O Curso de Bacharelado em Enfermagem organiza sua estrutura curricular, parte integrante do Projeto Pedagógico, em conteúdos fixados de acordo com as especificações da tabela abaixo, sendo desdobrados conforme explicitado no Anexo.

|3 CARGA HORÁRIA

CRÉDITOS

PERCENTUAL

2.955

197

60,4%

1470

98

30,1%

4.425

295

90,4%

2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios

135

09

2,8%

2.2 Conteúdos Complementares Optativos

90

06

1,8%

2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis

240

16

4,9%

Sub-total complementares específicos

465

31

9,6%

4890

326

100,0%

CONTEÚDOS

1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS E ESTÁGIOS 1.1 Conteúdos Básicos Profissionais 1.2 Estágios Supervisionados Obrigatórios Sub-total Básicos Profissionais

2. CONTEÚDOS COMPLEMENTARES ESPECÍFICOS

TOTAL DO CURSO

Fonte: PPC do Curso de Bacharelado em Enfermagem – CCS, 2025.

Art. 6º. A Estrutura Curricular do Curso de Bacharelado em Enfermagem da UFPB apresenta uma formação Básica Profissional e, outra, de caráter Complementar, em cujo escopo constam os componentes e demais atividades da estrutura curricular do Curso. Sua estrutura composicional relaciona as dimensões Cuidado individual e coletivo, Gestão e Administração, Educação em Saúde, Educação Permanente em Saúde, Ética e Cidadania e Pesquisa, produção do conhecimento e Inovação Tecnológica com marcos teóricos.

§1º. A Formação Básica Profissional é composta pelos Conteúdos Obrigatórios e o Estágio Supervisionado; já a Formação Complementar tem na sua composição Conteúdos Complementares: Obrigatórios, Optativos e Flexíveis. Destaca-se que, todas as disciplinas que compõem a matriz curricular do Bacharelado em Enfermagem, tanto teóricas, teórico-práticas e práticas, sejam referentes aos conteúdos básicos, profissionais e estágios repercutem de maneira considerável para a formação e transformação dos discentes em profissionais da enfermagem. As disciplinas de formação básica trazem em seus conteúdos ensinamentos indispensáveis para que os discentes fortaleçam suas habilidades teóricas para que se sobressaiam nas atividades práticas e profissionais do enfermeiro (a), servindo estas, de alicerce fundamental nas disciplinas teórico-práticas e estágios, nas quais os discentes utilizam os conhecimentos adquiridos na matriz básica curricular para o restante do curso profissionalizante; e assim, atuarem no campo profissional de enfermeiro ou enfermeira.

§2º. Os Conteúdos Obrigatórios estabelecem não apenas nos componentes básicos e profissionais e complementares obrigatórios, mas, também guiam a composição da oferta de componentes optativos. Eles totalizam 4.425 horas (295 créditos) de conteúdos Básicos, Profissionais e Estágios, sendo esses últimos sustentados pelos fundamentos da integração teoria-

|4 prática, desenvolvidos pelos estudantes em Instituições concedentes de estágios e conveniadas com a UFPB, realizados em horários compatíveis com o horário acadêmico do aluno.

§3º. Os Conteúdos Complementares Obrigatórios, Optativos e Flexíveis são constituídos pelos componentes curriculares ou áreas de aprofundamento, considerados indispensáveis à formação profissional em Enfermagem. Esses conteúdos totalizam 465 horas (31 créditos) de componentes curriculares complementares específicos que incluem: 135 horas (09 créditos) de conteúdos complementares obrigatórios, 90 horas (06 créditos) de componentes optativos e 240 horas (16 créditos) de componentes flexíveis.

Art. 7º. A estrutura curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, será desenvolvida em períodos letivos, cujos componentes curriculares foram dispostos por período, distribuição de créditos, carga horária e pré-requisitos.

Art. 8º. As atividades que integram os componentes curriculares serão as seguintes:

I – disciplinas;

II – módulos;

III – atividades acadêmicas de iniciação à pesquisa e à docência e/ou extensão;

IV – atividades de orientação individual e/ou coletiva.

Parágrafo único. Os conteúdos complementares flexíveis, como já exposto, têm carga horária prevista de 240 (duzentos e quarenta) horas e têm seus procedimentos de solicitação de aproveitamento e creditação regulamentadas por Resolução Específica do Curso aprovada em Colegiado e disponíveis no site do curso.

Art. 9º. O Projeto Político Pedagógico de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Colegiado do Curso, quando da sua criação, enquanto suporte técnico-pedagógico do NDE do Curso.

Art. 10. Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 10 (dez) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sociopolítico-educativas.

Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 06 de janeiro de 2026.

Mônica Nóbrega Reitora em Exercício

|5

ANEXO da Resolução nº 70/2025 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I da UFPB.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO CIÊNCIAS DA SAÚDE COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM

Bloco Arnaldo Tavares, 2º piso - Cidade Universitária, Campus I - João Pessoa-PB

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM

JOÃO PESSOA - PB Julho de 2025

|6 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM

TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITORA MÔNICA NÓBREGA VICE-REITORA ANA CLÁUDIA DA SILVA RODRIGUES PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO FABIANO GONZAGA RODRIGUES DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE THAIS JOSY CASTRO DE ASSIS VICE-DIRETORA DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ANNE JAQUELYNE ROQUE BARRÊTO COORDENADOR(A) DO CURSO DE ENFERMAGEM

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE ENFERMAGEM Professora Drª Caliandra Maria Bezerra Luna Lima Professora Drª Karla Veruska Marques C. da Costa Professora Drª Maria de Lourdes de Farias Pontes Professora Drª Luana Rodrigues de Almeida Professor Dr. Ideltônio José Feitosa Barbosa Professora Drª Krystyna Gorlach Lira Professora Drª Oriana Deyze Correia Paiva Leadebal Professora Drª Jocelly de Araújo Ferreira Professora Drª Ana Aline Lacet Zaccara Professora Drª Ana Maria Barros Chaves Pereira

|7

LISTA DE SIGLAS

AB - Atenção Básica CAIS - Centros de Atenção Integral à Saúde CAISI - Centro de Atenção Integral à Saúde do Idoso CCEN - Centro de Ciências Exatas e da Natureza CCHLA - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes CDC - Diagnóstico e Tratamento de Câncer Bucal CE - Centro de Educação CEDC - Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer CEDMEX - Centro Especializado de Dispensação de Medicamentos Excepcionais CENDOR - Centro de Reabilitação e Tratamento da Dor CNES - Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde CEO - Centro de Especialidade Odontológico CEREST - Centro de Referência em Saúde do Trabalhador CIA - Comitê de Inclusão e Acessibilidade CIB - Comissão intergestora bipartite CIE - Conselho Internacional de Enfermagem CIPE - Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem CNE - Conselho Nacional de Educação CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico COFEN - Conselho Federal de Enfermagem CONAES - Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior COREN - Conselho Regional de Enfermagem CPICS - Centro de Práticas Integrativas e Complementares CRA - Coeficiente de Rendimento Acadêmico

|8 CTA - Centro de Testagem e Aconselhamento DCN - Diretrizes Curriculares Nacional EBSERH - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares ENADE - Exame Nacional de Desempenho Discente EPS - Educação Permanente em Saúde ERIP - Estágio Regional Interprofissional ESAH - Estágio Supervisionado em Assistência Hospitalar ESF - Estratégia Saúde da Família HIV - Vírus da Imunodeficiência Humana IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

ICV - Instituto Cândida Vargas IDEB - Desenvolvimento da Educação Básica IDH - Índice do Desenvolvimento Humano IES - Instituições de Ensino Superior INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais IPE - Instituto Paraibano de Envelhecimento LACEN - Laboratório Central MEC - Ministério da Educação MPSF - Mestrado Profissional em Saúde da Família NASF - Núcleo Ampliado de Saúde da Família NDE - Núcleo Docente Estruturante PRG - Pró-reitoria de Graduação PPC - Projeto Pedagógico do Curso SAD - Serviços de Atendimento Domiciliar SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência SUS - Sistema Único de Saúde

|9 UBS - Unidades Básicas de Saúde UFPB - Universidade Federal da Paraíba UPA - Unidades de Pronto Atendimento ODMs - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável OMS - Organização Mundial de Saúde ONG - Organizações não governamentais ONU - Organização das Nações Unidas OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde PASM - Pronto Atendimento de Saúde Mental PPGENF - Programa de Pós-Graduação em Enfermagem PRAPE - Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante PROADISUS - Projeto de Qualificação da Atenção à Saúde da Pessoa Idosa PROEX - Pró-reitoria de Extensão PROPESQ - Pró-Reitoria de Pesquisa PSE - Programa de Saúde na Escola PSIG - Processo Seletivo de Ingresso de Graduado PSRC - Processo Seletivo de Reopção de Curso PSTV - Processo Seletivo de Transferência Voluntária SAE - Centro de Testagem e Aconselhamento SIG - Sistema Integrado de Gestão SISU - Sistema de Seleção Unificado para Ingresso no Ensino Superior TCC - Trabalho de Conclusão de Curso UFPB - Universidade Federal da Paraíba USF - Unidades de Saúde da Família UTI - Unidade de Terapia Intensiva

| 10

LISTA DE QUADROS

Quadro 1 - Dimensões da formação e competências gerais e específicas do formando/egresso de acordo com os objetivos do

32

curso…………………………………............ Quadro

2

-

Laboratórios

interdisciplinares

das

ciências

da

vida

e

respectivos

44

departamentos………………………………………………………………………………............................... Quadro 3 - Laboratórios de habilidades e respectivas descrições ……………………...........

45

Quadro 4 - Lista de docentes com indicação de regime de trabalho e titulação……......

50

Quadro 5 - Temáticas obrigatórias - Bacharelado………………………………………..................

71

Quadro 6 - Equivalências entre as matrizes curriculares………………………………...............

72

Quadro

7

-

Distribuição

dos

estágios

e

carga

horária

de

acordo

com

o

campo

de

76

prática............................................................................................................................. Quadro 8 - Componentes curriculares flexíveis, carga horária e tipos de atividades.....

78

Quadro 9 - Componentes curriculares flexíveis “Tópicos especiais em Enfermagem IV a VIII - Extensão”, carga horária e tipos de

82

atividades………………………………....................

| 11

LISTA DE FIGURAS

Figura 01 – Fluxograma do Curso de Graduação em Enfermagem - turno integral…

84

| 12

LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Distribuição da carga horária no curso, conforme elementos obrigatórios profissionais, obrigatórios complementares, complementares optativos e complementares flexíveis…………………………………............................................................ 64 Tabela

2

-

Componentes

curriculares,

nº

de

créditos,

carga

horária

e

pré-

65

requisitos.......................................................................................................................... Tabela 3 - Componentes curriculares por período, nº de créditos, carga horária, pré-requisitos por período 69

.................................................................................................... Tabela

4

-

Distribuição

dos

créditos

de

extensão

optativos..................................................................................................

em

componentes

curriculares

obrigatórios

e 80

| 13 SUMÁRIO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO......................................................................................

09

2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO......................................................................

11

3. HISTÓRIA DO CURSO................................................................................................

11

4. JUSTIFICATIVA...........................................................................................................

18

5. OBJETIVOS DO CURSO.............................................................................................

23

6. ORGANIZAÇÃO DO CURSO.......................................................................................

24

7. PERFIL.......................................................................................................................

26

8. PERFIL DO EGRESSO.................................................................................................

30

9. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL......................................................................

38

10. FORMAS DE ACESSO AO CURSO............................................................................

40

11. NÚMERO DE VAGAS...............................................................................................

40

12. INFRAESTRUTURA..................................................................................................

42

13.CORPO DOCENTE.....................................................................................................

50

14. SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE........................................................................

57

15.CONCEPÇÃO CURRICULAR......................................................................................

60

16. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.................................................................................

63

17. FLUXOGRAMA.......................................................................................................

84

18. EMENTÁRIO....................................................................................................

85

19.

SISTEMA

DE

AVALIAÇÃO

DO

PROCESSO

DE

ENSINO

E

166

APRENDIZAGEM...........................................................................................................

20. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO................................................

166

REFERÊNCIAS................................................................................................................

167

| 14

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome do Curso: Curso de Graduação em Enfermagem - Bacharelado Endereço: Campus - I - Cidade Universitária - Centro de Ciências da Saúde - UFPB João Pessoa - PB – Brasil - http://www.ccs.ufpb.br/coordenf Código e-MEC: 44258 Endereço: Campus - I - Cidade Universitária - Centro de Ciências da Saúde - UFPB João Pessoa - PB – Brasil Telefone: (83) 3216.7344 Website: http://www.ccs.ufpb.br/coordenf E-mail: coordenfccs@ccs.ufpb.br Área Geral: Saúde e Bem-estar Área específica: Saúde Área detalhada: Enfermagem Rótulo Cine Brasil: 0913E01 Enfermagem Grau Acadêmico: Bacharelado Titulação Conferida (Mas.): Bacharel em Enfermagem Titulação Conferida (Fem.): Bacharela em Enfermagem Modalidade de oferta do curso: Presencial Regime Letivo do Curso: Semestral Número de vagas oferecidas por semestre: 50 vagas/semestre, 100 vagas/ano Turnos: Período Integral Duração do Curso: 5 anos Tempo mínimo de integralização: 10 períodos Tempo máximo de integralização: 15 períodos Carga Horária Total do Curso: 4.890 horas Carga horária de matrícula mínima por semestre (em horas): 330 horas/22 créditos Carga horária de matrícula máxima por semestre (em horas): 540 horas/36 créditos Período Letivo e Data de início de funcionamento do curso: 10 de julho de 1954 Atos Regulatórios existentes:

| 15 Autorização – Lei Estadual 1.064 de 10/07/1954 e-MEC Reconhecimento do Curso – Portaria 52 de 29/05/2006 Renovação do Reconhecimento do Curso – Portaria 775 de 07/11/2008 Renovação do Reconhecimento do Curso – Portaria 01 de 06/01/2012 Renovação do Reconhecimento do Curso – Portaria 375 de 29/05/2018 Renovação do Reconhecimento do Curso – Portaria 111 de 04/02/2021

2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal Nº 9394/1996 Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001 - Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Resolução CNE/CES Nº 07/2018 Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFPB – Resolução CONSEPE Nº 29/2020.

3. HISTÓRIA DO CURSO O Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba originou-se da Escola de Auxiliares de Enfermagem, criada em de 24 de janeiro de 1953 pelo governo do Estado da Paraíba através do Decreto-Lei N° 875. No ano seguinte, em 10 de julho, foi criada a Escola de Enfermagem da Paraíba pela Lei Estadual n°1.064, sob a tutela do Departamento Estadual de Saúde e somente através da Portaria Ministerial nº 365, de 9 de junho de 1958, o curso foi autorizado. No histórico do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB, destaca-se a importância da criação da Universidade da Paraíba, pela Lei nº. 1.366, de 2 de dezembro de 1955, à qual foi integrada a Escola de Enfermagem da Paraíba, como uma instituição autônoma. Com a federalização da Universidade pela Lei nº 3.835, de 13 de dezembro de 1960, a Escola de Enfermagem da Paraíba passa a ser anexa à Faculdade de Medicina, conforme Art. 2º, letra e, desta Lei. Transcorrido mais de uma década, por efeito da Lei n.º 5.540 que instituiu a Reforma Universitária, realizou-se em 1973, no âmbito da Universidade, a Reforma Cêntrica, com base na Resolução Nº 12/73 do Conselho Superior Universitário (CONSUNI), determinando a criação de seis

| 16 Centros, os quais agruparam Departamentos e Coordenações de Cursos afins. Neste momento foi instituído o Centro de Ciências da Saúde (CCS), ao qual foi incorporada a Escola de Enfermagem da Paraíba que, em seguida, teve sua reestruturação em Departamentos de Enfermagem, bem como foi constituída a Coordenação do Curso de Graduação em Enfermagem. Em 1989, o Departamento de Enfermagem foi desmembrado em duas unidades administrativas: o Departamento de Enfermagem de Saúde Pública e Psiquiatria (DESPP) e o Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica e Administração (DEMCA). Contemporaneamente, como resultado, entre outros aspectos, do desenvolvimento da profissão e reconhecimento social da Enfermagem, ambos foram denominados: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva (DESC) e Departamento de Enfermagem Clínica (DENC), respectivamente. Os Departamentos de Enfermagem contam atualmente com 66 docentes ativos permanentes, com formação profissional de Enfermagem, responsáveis pela oferta de atividades de ensino, pesquisa e extensão, sobretudo inerentes aos conteúdos básicos profissionais das Ciências da Enfermagem (Fundamentos, Assistência e Administração). O Curso conta ainda com a participação de docentes vinculados a outros Departamentos do Centro de Ciências da Saúde, e de outros Centros (Centro de Ciências Exatas e da Natureza - CCEN, Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes – CCHLA, e Centro de Educação – CE). Estes docentes detêm formações acadêmicas diversificadas (a exemplo: bioquímicos, biólogos, farmacêuticos, biomédicos, médicos, nutricionistas, psicólogos, pedagogos, antropólogos, filósofos, sociólogos, dentre outros), e ministram disciplinas do componente básico profissional, inerentes às ciências biológicas e da saúde, e ciências humanas e sociais, contribuindo também de modo singular, para a formação dos estudantes do Curso. Assim, ao longo dos 69 (sessenta e nove) anos de história do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba, destaca-se o compromisso do seu corpo social com as formações profissionais, com vistas ao atendimento qualificado às demandas de cuidados da população nos diferentes cenários. Cabe ressaltar, que este curso foi instrumentalizado historicamente por diferentes Projetos Pedagógicos (1954, 1958, 1962, 1968, 1974, 1977, 1980, 1996, e 2007) por meio dos quais se buscou adequar a formação do enfermeiro às transformações e exigências da sociedade, do Sistema de Saúde e da Educação. O PPC 2007 esteve em vigência até o final de 2023, com formação integrada dos graus Bacharelado (formação de profissionais generalistas) e Licenciatura (formação pedagógica para docência e gestão educacional em Escolas de Nível Médio de Enfermagem), e com carga horária

| 17 total de 4.890 horas, com integralização mínima de cinco anos (dez períodos) e máxima de sete anos e meio (quinze períodos); regime de dupla entrada (50 vagas por semestre), com componentes curriculares ofertados diurnamente. Ao longo deste tempo sua estrutura curricular foi revisada para fins de atualização e adequação a normativas contemporâneas que demandaram as seguintes adequações:

1.

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 054/2010 - Alterou os incisos II e III da Resolução nº. 51/2007 do

CONSEPE, que aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, adicionando as disciplinas optativas GÊNERO E SAÚDE DO HOMEM e AVALIAÇÃO E TRATAMENTO DE FERIDAS I, ambas com 03 (três) créditos, equivalentes 45 horas-aula cada; 2. RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 013/2014 - Altera a Resolução nº 03/96 que aprovou o projeto pedagógico curricular do curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado e Licenciatura), criando a disciplina ELEMENTOS DA FILOSOFIA E SUA RELAÇÃO COM A PESQUISA EM SAÚDE E EM ENFERMAGEM, com carga horária de 45 horas, 03 créditos, como componente curricular optativo; e criando a disciplina AÇÕES E ESTRATÉGIAS NA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS, com carga horária de 45 horas, 03 créditos, como componente curricular optativo; 3. PORTARIA PRG/ Nº 10/2016 - Aprovou a oferta modular das disciplinas Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente I e II, e Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso I e II a partir do período letivo 2016.1; 4. PORTARIA PRG/ Nº 40/2016 – Autorizou o cancelamento de pré-requisitos dos componentes curriculares Seminário Integrador I, II, III, IV, V e VI a partir do período letivo 2016.1 5. PORTARIA PRG/ Nº 40/2016 - Adicionou a disciplina de Libras no PPC fixado pela resolução nº 57/07 como componente curricular obrigatório e Seminários Integradores II, III, IV e V como componentes complementares optativos, e altera o fluxograma. 6. RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 020/2018 - Autorizou a criação de Disciplina Optativa CUIDADOS PALIATIVOS, com carga horária de 45 horas, 03 créditos; 7. RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 021/2018 - Autorizou a criação de Disciplina Optativa ENSINO DE TÉCNICAS ÁUDIO EXPOSITIVAS, com carga horária de 45 horas, 03 créditos; 8. RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 012/2020 - Autorizou a criação de Componente Curricular Optativo ENFERMAGEM FORENSE com carga horária de 45 horas, 03 créditos.

| 18 Além disto, visando qualificar a formação profissional em saúde e Enfermagem, na perspectiva da atenção no Sistema Único de Saúde (SUS), outras ações foram instituídas, a exemplo: da oferta através do elenco de componentes curriculares optativos de livre escolha (Regulamento dos Cursos de Graduação da UFPB) da Disciplina Educação Interprofissional e Trabalho Colaborativo em Saúde; revisões das bases teóricas do currículo vigente, revisão dos planos de ensino no sentido de contemplar nos componentes curriculares adequados, abordagens Interprofissionais. Pelo fato de ser um PPC com formação integrada (bacharelado e licenciatura), no ano de 2018 houve nova revisão subsidiada pela Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de julho de 2015, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação inicial em nível superior, e pela Resolução CONSEPE nº 22 de 2018, detreminando a revisão dos PPCs dos Cursos de Licenciatura na UFPB para adequação a estas Diretrizes. Na ocasião o PPC foi considerado adequado, visto que contemplava os requisitos exigidos: de 420 horas (28 créditos) de Prática Curricular, vivenciadas ao longo do curso; 400 horas de Estágio Supervisionado distinta da Prática Curricular; e 120 horas de conteúdos complementares optativos, à escolha do aluno. A necessidade de ajustamento do currículo, a partir desta revisão, basicamente consistiu no deslocamento das disciplinas de caráter pedagógico e educacional, do eixo prática curricular, para o eixo curricular dos conteúdos básicos profissionais, definidos no Inciso I, do parágrafo 2° do Artigo 20 da Resolução CONSEPE/UFPB Nº. 16/2015: Fundamentos Antropofilosóficos da Educação (60 horas), Fundamentos Sócio-histórico da Educação (60 horas), Fundamentos Psicológicos da Educação (60 horas), política e Gestão na Educação (60 horas) e didática (60 horas). Ainda em 2018 uma minuta de novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem foi aprovada pelo Ministério da Saúde (RESOLUÇÃO Nº 573, DE 31 DE JANEIRO DE 2018, publicado no DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO em 06/11/2018, Edição: 213, Seção: 1, Página: 38), com dois perfis de formandos: bacharel em enfermagem e bacharel em enfermagem com licenciatura. No Art. 18 do documento a licenciatura foi reconhecida como curso de graduação que integrava a formação da/o enfermeira/o licenciada/o, fundamentando-se nas legislações vigentes dos órgãos competentes dirigidas à formação de professores da educação básica no Brasil; e no Art. 19 descrevia a integração da formação generalista da/o enfermeira/o e a formação para a docência em uma das modalidades de ensino da educação básica: a educação profissional técnica de nível médio na enfermagem. Os movimentos Nacionais de discussão e reformulações à luz da minuta do que seriam as novas Diretrizes, estimulou no ano de 2018 o trabalho do NDE para a proposição de um PPC para o

| 19 Curso de Bacharelado em Enfermagem e outro PPC para o Curso de Bacharelado e Licenciatura em Enfermagem. A manutenção da formação integrada em um dos PPCs seria conveniente com a intenção de garantir na formação do enfermeiro licenciado o corpo de conhecimento comum à formação do Bacharel em Enfermagem. Entretanto, a minuta não avançou para apreciação e aprovação do CNE. Além disso não era sustentável a formação integrada em decorrência das especificidades dos códigos dos cursos de Bacharelado e Licenciatura no Sistema E-MEC; e inviável ofertar um Curso de Formação Pedagógica de Graduados (modalidade prevista na Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica- BNC-Formação, nas condições determinadas pela Resolução CNE/CP nº 2, de 20 de dezembro de 2019, o PPC; o que resultou na extinção da licenciatura e 2024 (Portaria 126 de 05 de abril de 2024) O Projeto Pedagógico atual (PPC 2007 de 16 de 2023) é, portanto, é uma versão aditada do PPC 2007, com as atualizações já descritas, com duração de dez períodos letivos, e que contempla conteúdos básicos profissionais do Bacharelado e da Licenciatura, porém com diplomação apenas do Bacharelado. É importante destacar, que a história deste curso é marcada por reformulações curriculares com responsabilidade social, participação criteriosa, crítica e ativa de toda a comunidade acadêmica. Assim, a comunidade acadêmica participou efetivamente do processo de formação da Enfermagem e suas contribuições singulares têm refletido no processo avaliativo do curso, efetivado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais/ Ministério da Educação - INEP/MEC. Neste sentido, o Ministério da Educação, após analisar os indicadores de qualidades exigidos pela legislação, atribuiu um conceito cinco para o Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB. Este perfil de excelência de qualidade reflete diretamente no resultado do Exame Nacional de Desempenho Discente 2019 (ENADE 2019), no qual nossos estudantes obtiveram o conceito quatro, numa escala que vai de 1 a 5, o que representa um excelente resultado. Desse modo, uma formação alicerçada em princípios técnico-científicos, políticos-éticos-legais e humanísticos inerentes à profissão, caracterizada pela inserção do discente na realidade dos serviços e comunidade, e pautada em fundamentações pedagógicas voltadas à construção de competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) profissionais para o exercício qualificado da profissão, e atuação do graduado no Sistema Único de Saúde, tem sido o foco do Curso.

| 20

4. JUSTIFICATIVA 4.1 Justificativas para a oferta do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB A formação em saúde, assim como em Enfermagem, tem exigido historicamente um contínuo processo de repensar-reformular, com vistas às adequações frente às exigências atuais da sociedade, bem como aos ajustamentos que reflitam as bases legais vigentes, para o enfermeiro influir, de modo qualitativo, no atendimento das demandas de atenção à saúde da população, seja no âmbito da equipe de Enfermagem ou da equipe interprofissional de saúde. Deste modo, a continuidade da oferta do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba, se justifica, pelos seguintes motivos:

1.

No Estado da Paraíba, de acordo com o Sistema e-MEC, em 2022, há vinte e oito Cursos de

Graduação em Enfermagem, e destes vinte e três presenciais, sendo que apenas cinco são ofertados por Instituições de Ensino Superior (IES) de natureza jurídica pública. Na capital da Paraíba, João Pessoa, o único curso de Graduação em Enfermagem ofertado por IES pública é o da Universidade Federal da Paraíba. Este Curso de Graduação em Enfermagem tem contribuído para formação profissional, Educação Permanente em Saúde (EPS) e Educação Profissional da Enfermagem (no contexto técnico da área).

2.

A necessidade de formação de enfermeiro para atuar na rede de atenção do Sistema Único

de Saúde, que na Paraíba contempla serviços de atenção básica, especializada e hospitalar, organizados para atender a uma população paraibana estimada de 4.059.905 habitantes em 2021, o que representa um crescimento de 0,5% na comparação com a população estimada em 2020 (4.039.277), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta população é distribuída em 223 municípios. O Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB tem contribuído de modo significativo com a formação de enfermeiros generalistas da área para atender às demandas de saúde desta população;

3.

A rede de atenção à saúde paraibana, na atualidade, está organizada em três macrorregiões

de atenção à saúde, agregando cada uma, um determinado número de municípios de acordo com as características demográficas, socioeconômicas, sanitárias, epidemiológicas, de acessibilidade, de

| 21 oferta de serviços de saúde e de relações intermunicipais. Neste contexto, a Estratégia Saúde da Família, definida como uma política prioritária, realiza uma cobertura populacional de 92%.

4.

O enfermeiro é integrante da equipe mínima da Estratégia Saúde da Família, além de exercer

importantes atribuições assistenciais e gerenciais nos ambulatórios, hospitais, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Unidades de Pronto Atendimento (UPA), consultórios de rua, Centros de Atenção Integral à Saúde (CAIS), Centros de Atenção Psicossocial, Serviços de Atendimento Domiciliar (SAD), rede de frio, Vigilância em saúde e laboratórios;

5.

O município de João Pessoa, onde se localiza o Campus I da Universidade Federal da Paraíba

e, portanto, o Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB, constitui a sede da primeira macrorregião estadual, sendo a Capital do estado da Paraíba. O Estado, em 2021, tinha uma população estimada de 825 796 habitantes, representando o município de maior contingente populacional e que concentra serviços especializados e de alta complexidade para a maioria das doenças e agravos epidemiologicamente importantes na região;

6.

A rede de serviços de atenção primária à saúde do município de João Pessoa está distribuída

territorialmente em cinco Distritos Sanitários que recortam toda a extensão territorial da cidade. Em cada distrito, existe uma rede de serviços destinada ao atendimento das demandas de saúde locais. O município de João Pessoa, conta na rede básica de saúde, com 182 equipes de saúde da família, fazendo uma cobertura de 84% da população;

7.

Para a atenção à saúde da população, o município de João Pessoa conta com: equipes de

atenção domiciliar, Unidades Básicas de Saúde (UBS), equipes do Núcleo Ampliado de Saúde da Família – Atenção Básica (NASF- AB), equipes de consultório de rua, Centros de Atenção Integral à Saúde, Centros de Atenção Psicossocial, Laboratório Municipal, Centro da Dor, Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), Serviços de Residência Terapêutica, equipes do SAMU, Pronto Atendimento de Saúde Mental, Unidades de Pronto Atendimento, Hemocentro, Centro de Especialidade de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, Hospitais, sendo um Hospital Universitário, além da rede conveniada e filantrópica. Em todos os cenários as equipes de saúde contemplam um importante contingente de enfermeiros, desempenhando funções assistenciais e gerenciais;

| 22 8.

São importantes as contribuições da formação de enfermeiros para o enfrentamento das

principais causas de morbimortalidade da população paraibana, considerando a atuação destes profissionais na prevenção e tratamento de doenças, promoção e reabilitação da saúde; nos contextos da atenção básica, especializada e hospitalar;

9.

Sabe-se que o nível educacional e as condições sociais e educativas de uma população

influenciam em suas atitudes e condições de saúde. Assim, cabe uma reflexão da importância do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB, frente ao Índice do Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e Índice do Desenvolvimento Humano (IDH). Segundo dados do IBGE (2019) o IDEB do Ensino Fundamental da Rede Pública em 2019 foi de 5,0, no anos iniciais, e 3,9 para os anos finais, deixando os paraibanos em 21º lugar ao considerar o ranking deste índice nacional; já em relação ao Índice do Desenvolvimento Humano (IDH), estamos no 23º lugar (0,658). Tais índices são expressões do baixo grau de desenvolvimento econômico e de qualidade de vida da nossa população, e, portanto, da importância da oferta de vagas em Instituições públicas de ensino superior (IBGE, 2019).

10.

O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN evidencia que a região nordeste apresentou,

em 2015, a menor concentração de profissionais, com 17,2% das equipes de Enfermagem do país. Segundo o COFEN, em agosto de 2021, a Paraíba apresenta um quantitativo de 15.222 enfermeiros. Para o IBGE, em dezembro de 2019 o estado da Paraíba contava com 149 enfermeiros para cada 100 mil habitantes.

11.

Cabe destacar que a importância deste curso reside também, na possibilidade de

atendimento à saúde de indivíduos de outras macrorregiões da Paraíba, uma vez que em João Pessoa, há outros benefícios como desenvolvimento tecnológico, melhores condições de permanência, melhor desenvolvimento socioeconômico e cultural em relação aos outros municípios das outras macrorregiões paraibanas.

12.

Outro fator que reafirma a importância do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB

vincula-se à política adotada pela Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa, associada contemporaneamente, à Educação Permanente em Saúde, que consiste em um movimento de transformação das práticas em saúde, por meio do comprometimento de diferentes atores, inclusive

| 23 das instituições formadoras, que atuam na identificação de problemas e na cooperação para a resolução dos mesmos, visando a integralidade da Atenção e a reestruturação do SUS no município.

É oportuno ressaltar que, desde a década de 1950, tem ocorrido na área da Enfermagem um expressivo desenvolvimento que, para além do aspecto profissional e social, envolve a reafirmação da Enfermagem enquanto ciência e arte. Neste contexto, é expressiva a contribuição do corpo docente do Curso para inserir a Enfermagem Paraibana no cenário nacional e internacional. Exemplo disto é a institucionalização, na Universidade Federal da Paraíba, de um Centro vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFPB (PPGENF-UFPB), denominado Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem-CIPE, acreditado pelo Conselho Internacional de Enfermagem (CIE). Para a oferta e manutenção do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB, reconhecemos também a importância da integração da Graduação aos Programas de Pós-Graduação, e dentre eles o PPGENF, oferecido pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS), tendo como maioria dos professores aqueles lotados nos Departamentos de Enfermagem. O PPGENF foi instituído pela Resolução nº. 204/77 do Conselho Universitário da UFPB, iniciou suas atividades em 1979, com o Curso de Mestrado, e desde 2011, sob nova Estrutura Acadêmica passou também a ofertar o Curso de Doutorado, sendo então denominada como área de concentração "Cuidado em Enfermagem e Saúde”. Por sua vez, o Programa de Pós-Graduação em Gerontologia – Modalidade Mestrado Profissional – foi aprovado pela CAPES em 2016, vinculado ao Centro de Ciências da Saúde e ao Instituto Paraibano de Envelhecimento da Universidade Federal da Paraíba (IPE-UFPB). A proposta procura suprir as necessidades de atendimento à pessoa idosa no contexto dos serviços de saúde, no município de João Pessoa/Paraíba, considerando ser a terceira maior cidade brasileira em número de idosos, capacitando profissionais que possam oferecer um atendimento a essa população conforme preconiza o Ministério da Saúde. Há ainda o Curso de Mestrado Profissional em Saúde da Família (MPSF), o qual foi aprovado em novembro de 2010 pela CAPES. A proposta do curso entende os serviços de saúde como locais de produção de conhecimento e propõe o fomento do conhecimento metodológico, o desenvolvimento do potencial analítico e da capacidade de reflexão crítica dos profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF), relacionados com a mudança no modelo assistencial para plena implementação do SUS. O referido curso tem financiamento público e é realizado em rede com nove Universidades do Nordeste, denominadas Nucleadoras, dentre as quais a UFPB.

| 24 O Curso de Graduação em Enfermagem é campo para a formação em nível de Mestrado e Doutorado destes Programas de Pós-Graduação, mantendo com estes uma relação colaborativa e de benefícios mútuos, em seus respectivos objetivos de formação profissional.

4.2 Justificativa para reformulação curricular do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB A reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem (PPC 2007) justifica-se, em síntese, pelas necessidades de adequação da formação em Enfermagem, aos avanços científicos, políticos, culturais e sociais que permeiam o saber e o fazer da profissão; das Políticas contemporâneas de Atenção à Saúde e da Educação, e às transformações no cenário epidemiológico local e nacional, ao longo dos 18 anos de sua vigência. Neste contexto citam-se como normativas que corroboraram a necessidade da reformulação:

1.

A perspectiva de formação da versão das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de

Graduação em Enfermagem aprovada pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC) em julho de 2024 (Parecer CNE/CES nº 443/2024), estando atualmente em processo de homologação e publicação. 2.

As Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira instituída pela Resolução

CNE/CES Nº 7, de 18 de dezembro de 2018, que demandou uma reorganização da carga horária destinada às atividades de extensão no Curso;

3.

Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPB (2024-2028);

4.

Regulamento dos Cursos de Graduação da UFPB (Resolução Consepe nº 29/2020.

5.

RESOLUÇÃO Nº 02/2022 - Dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos

currículos de graduação em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico) e modalidades (presencial e a distância - EAD) no âmbito da Universidade Federal da Paraíba;

Ressalta-se que o processo de extinção da Licenciatura no curso de Enfermagem, formalizado no ano de 2024, não implicou modificações na matriz curricular vigente, preservando-se integralmente a sua estrutura pedagógica. A alteração se deu exclusivamente no campo da nomenclatura do curso,

| 25 visando à concessão de diploma único com o grau de Bacharel em Enfermagem, em conformidade com as diretrizes institucionais da Universidade Federal da Paraíba e as normativas superiores em vigor. Importa destacar que os componentes curriculares historicamente associados à formação docente foram mantidos no Projeto Pedagógico do Curso (PPC), permanecendo integrados de maneira sistemática ao itinerário formativo. Tais componentes seguem sendo ofertados de forma articulada a partir do segundo período letivo, estendendo-se ao longo dos dez semestres que compõem a graduação. Esse contexto, aliado à nova perspectiva estabelecida pelo Parecer CNE/CES nº 443/2024 — que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Enfermagem —, instaura uma oportunidade estratégica para a reformulação curricular com ênfase nas competências específicas do Bacharel. Neste contexto os avanços propostos incluem a centralidade do cuidado como finalidade essencial do processo de trabalho em enfermagem, com ênfase na dimensão ética, humanística e relacional da prática profissional não apenas como instrumento técnico, mas como eixo estruturante da atuação do enfermeiro. Alia-se a isso o reforço da articulação formativa com o Sistema Único de Saúde (SUS), orientando o processo educacional pelas demandas concretas da população e pelas diretrizes das políticas públicas de saúde, o que fortalece a integração entre a formação acadêmica, os territórios e os serviços de saúde. Além disso a formulação oportunizará a ampliada da formação generalista, voltada para o desenvolvimento de múltiplas competências — cuidado direto, gestão do cuidado e de serviços, produção de conhecimento, educação em saúde e o aprimoramento contínuo da prática profissional. Nesse sentido, ampliar-se-a as possibilidades formativas com vistas à construção de habilidades, das menos às mais complexas, contextualizadas e responsivas às transformações do sistema de saúde brasileiro e coerentes com os contextos e níveis de cuidado no sistema de saúde. Por fim, a definição de uma carga horária mínima mais robusta, compatível com a duração de cinco anos exclusivamente para o curso de bacharelado, oportuniza o tempo necessário para o desenvolvimento efetivo de competências exigidas, especialmente no que tange às atividades práticas, estágios supervisionados e experiências presenciais em cenários reais de atenção à saúde. Por fim, a reformulação curricular ocorre no contexto estratégico novo Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2024–2028 da UFPB, que reafirma o compromisso da Universidade com a excelência acadêmica, a responsabilidade social, a inovação pedagógica e a valorização das práticas profissionais em contextos reais. Nesse sentido a reformulação curricular possibilitará, à luz do PDI institucional, a sinergia entre a formação do enfermeiro com as necessidades de cuidado da

| 26 população; construção de competências profissionais responsivas as demandas dos territórios; redução das desigualdades em saúde e desenvolvimento socioeconômico regional; valorização e respeito à diversidade; inovação pedagógica, sustentabilidade e internacionalização.

5. OBJETIVOS DO CURSO

a)

Objetivo Geral

Formar profissionais de Enfermagem com competências técnico-científicas, ético-cidadãs e interpessoais, que promovam o cuidado integral à saúde de indivíduos e coletividades, de forma crítica, reflexiva e comprometida com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa formação visa contribuir para o fortalecimento das políticas públicas de saúde, a justiça social e o desenvolvimento sustentável no contexto brasileiro, alinhando-se à missão institucional da UFPB e à qualidade da educação ofertada, nas dimensões profissional, social e econômica.

b)

Objetivos Específicos

O Curso de Graduação em Enfermagem, grau Bacharelado, tem por objetivo formar enfermeiros generalistas com: 1.

Desenvolver competências técnico-científica, intelectual, interpessoal, afetiva e psicomotora

para a oferta de cuidado integral a pessoas, no âmbito individual e coletivo, por meio do desenvolvimento de ações de assistência e gerenciamento; 2.

Adquirir visão crítico-reflexiva, criativa e inovadora sobre os problemas de atenção à saúde e

necessidades de cuidado que requerem uma intervenção de enfermagem considerando o contexto histórico, político, econômico, social e cultural de pessoas, grupos sociais e populações; 3.

Consolidar competências ético-legais e ético-cidadãs para o exercício profissional com

autonomia e trabalho colaborativo interprofissional em saúde, com respeito a garantias de direito e de dignidade humana; 4.

Atuar conforme princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde e com as políticas públicas

vigentes (proposição, elaboração, implementação e avaliação), em nível primário, secundário e

| 27 terciário de atenção à saúde, considerando o perfil epidemiológico da população e a interface com as necessidades de atenção biológica, psicológica, social e espiritual desta; 5.

Construir competências para desenvolver o processo de trabalho em enfermagem e em saúde

em todos os campos de atuação profissional, em consonância com às políticas de gestão de pessoas e de recursos materiais para a saúde, aplicando os princípios de administração para a gestão do cuidado em saúde e em enfermagem.

Para tanto, a formação do Enfermeiro deverá ter ênfase no SUS e dotar o graduando de conhecimentos e habilidades gerais e específicas dispostas nas Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001).

6. ORGANIZAÇÃO DO CURSO 6.1 Coordenação do Curso: Instância responsável pela direção executiva do Curso, composta pelo Coordenador e Vice-Coordenador, eleitos pela comunidade acadêmica para um mandato de dois anos, cujo resultado é homologado pelo Conselho do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e são nomeados pelo(a) Reitor(a) da Universidade Federal da Paraíba, conforme Estatuto da UFPB, o qual determina suas competências. Poderão exercer as funções de Coordenador e Vice-coordenador, docentes enfermeiros, lotados nos Departamentos de Enfermagem, com regime de trabalho de tempo integral ou dedicação exclusiva.

6.2 Departamentos: Unidades de ensino, pesquisa e extensão, responsáveis pela oferta de componentes curriculares, organizados por campo de saber, e que estão lotados os docentes do Curso de acordo com os componentes curriculares da matriz.

6.3 Colegiado do Curso: Órgão com funções deliberativas, inerentes à coordenação didática do curso, definidas pelo Regimento da UFPB, e constituído pelo Coordenador de Curso, membro nato, como seu presidente; pelo Vice-Coordenador, membro nato, como vice-presidente; pela representação dos 3 (três) departamentos que participem do curso com oferta do maior número de disciplinas obrigatórias, e pela representação discente, na proporção de 1/5 do total dos membros. O Colegiado se reunirá ordinariamente uma vez por semestre e, extraordinariamente, quando for

| 28 convocado. Os membros são indicados pelos respectivos Departamentos e pelo Centro Acadêmico de Enfermagem.

6.4 Comissões 6.4.1 Núcleo Docente Estruturante: Constituído por docentes dos departamentos vinculados ao curso, que atuem no mesmo, tenham produção de conhecimentos na área de ensino, da pesquisa e da extensão do curso de Graduação em Enfermagem. Desempenharão funções de acompanhamento, proposição, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico de Curso. As atribuições do NDE são as definidas pela Resolução CONAES Nº 01, de 17 de junho de 2010, e de modo complementar pelo Regulamento dos Curso de Graduação da UFPB.

6.4.2 Coordenação de Estágios Supervisionados Obrigatórios: Os Departamentos de Enfermagem indicarão dois docentes para exercerem as funções de coordenador e vice coordenador dos respectivos estágios supervisionados obrigatórios, os quais exercerão a coordenação das atividades de planejamento, execução e avaliação dos estágios supervisionados obrigatórios, tendo suas atribuições definidas em regulamento específico do Colegiado do Curso.

6.4.3 Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): Cada Departamento de Enfermagem indicará um docente, os quais exercerão as funções de coordenador e vice coordenador de TCC, e serão responsáveis colaborativamente pela coordenação: das atividades de orientação dos projetos de trabalho de conclusão de curso; das atividades de orientação dos relatórios finais de pesquisa; da realização de bancas examinadoras dos trabalhos e apresentação pública dos TCCs. As competências desta coordenação serão definidas em regulamento específico do Colegiado do Curso.

6.4.4 Outras comissões: A critério do Colegiado de Curso e de acordo com as demandas institucionais poderão ser instituídas comissões temporárias, a exemplo da Comissão de revalidação de diploma, Comissão de consulta eleitoral, dentre outras, as quais serão nomeadas por portaria da Coordenação de Curso, ouvidas as indicações dos Departamentos e aprovadas pelo Colegiado do Curso.

| 29 6.5 Representações: A Coordenação de Curso terá representação junto ao Conselho do Centro de Ciências da Saúde (CCS), ao Fórum de Coordenadores do Centro de Ciências da Saúde e ao Fórum de Coordenadores de Curso de Graduação da Universidade Federal da Paraíba.

7. PERFIL 7.1 Perfil Epidemiológico do Estado da Paraíba e de João Pessoa

A Paraíba compõe uma das vinte e sete (27) unidades federativas do Brasil, situa-se no leste da Região Nordeste e limita-se por três (03) estados: Rio Grande do Norte (a norte), Pernambuco (ao Sul), Ceará (a Oeste) e o Oceano Atlântico (a Leste). O estado Paraibano possui duzentos e vinte e três (223) municípios e apresenta uma área de 56.467,242 km2. Possui uma população estimada em 4.164.468 habitantes, o que a torna o décimo quarto (14) estado mais populoso do Brasil. A configuração da regionalização da saúde segue em consonância com a Resolução CIB Nº 43/18 de 25 de junho de 2018, que organizou o estado em 03 Macrorregiões de Saúde, contemplando 223 municípios. A primeira Macrorregião de Saúde, composta por quatro Regiões de Saúde, com sede em João Pessoa; a segunda por cinco Regiões de Saúde, com sede em Campina Grande; e a terceira por sete Regiões de Saúde, com duas sedes, uma em Patos (Sertão) e outra em Sousa (Alto Sertão), totalizando 16 regiões de saúde no estado (PARAÍBA, 2020). Entre as doenças transmissíveis prevalentes no estado da Paraíba, destaca-se: a Coronavírus Disease of 2019 (SARS-COV-2, sendo em, 2020, o maior problema de saúde pública, de caráter pandêmico; as Arboviroses

(Dengue, Chikungunya, Zika vírus, em que no ano de 2016 foi

considerado epidêmico); as Doenças Diarreicas Agudas (também considerada como um desafio devido ser uma das principais causa de mortalidade infantil e de hospitalização para idoso); as Hepatites Virais (a tipo C de maior impacto, principalmente no ano de 2018); e a Hanseníase (com alta endemicidade, principalmente nos anos de 2008 a 2017). As doenças imunopreviníveis (Poliomielite, Tétano acidental, Difteria, Meningites, Influenza, a Tuberculose) e a Sífilis, apresentaram um decréscimo na incidência paraibana. As doenças como: Leishmaniose Visceral, Doença de Chagas Aguda, Leishmaniose Tegumentar Americana, Leptospirose, Esquistossomose, HIV/Aids, mantiveram sua incidência linear.

| 30 As Doenças Crônicas Não Transmissíveis, na Paraíba, que mais apresentam aumento na taxa de internação hospitalar foram: as Neoplasias (com destaque para o câncer de mama nas mulheres e o câncer de próstata nos homens, isso excluindo o câncer de pele não melanoma) e o Diabetes Mellitus. Entretanto, as Doenças do Aparelho Respiratório e as do Aparelho Circulatório tiveram a sua incidência reduzida. Como em todo o Brasil as causas externas estão entre os maiores problemas de saúde pública, quando se trata de doenças não transmissíveis; sendo os acidentes de trânsito, no Estado, as causas externas mais prevalentes. Na Paraíba, são dezesseis regiões com a cobertura de quase cem por cento (100%) da Atenção Básica, sendo representada por: 1.417 equipes, 8.267 agentes comunitários de saúde, 2.125 agentes de endemias, 1.279 equipes de saúde bucal (modalidade I) e 19 equipes de saúde bucal (modalidade II). A Rede de Atenção Primária à Saúde, na Paraíba, também apresenta em sua conformidade: Programas e Estratégias (Planifica SUS, Requalifica SUS, Academia da Saúde, Programa de Saúde na Escola – PSE); Saúde Bucal (Atenção Primária: Estratégia Saúde da Família – ESF – distribuídos em 223 municípios. Atenção Secundária: Centro de Especialidade Odontológico – CEO – distribuídos em 91 centros. Atenção Terciária: Diagnóstico e Tratamento de Câncer Bucal – CDC – distribuídos na UFPB, no Hospital Laureano, Hospital da FAP e UEPB); Traumas e emergências odontológicas (Hospital de Emergência e Trauma em João Pessoa, Campina Grande, Patos e Monteiro). Na Rede Primária ainda se evidencia: Saúde da Criança e Adolescente (por meio dos Postos de Coletas, LACEN- Laboratório Central, Hospital Arlinda Marques, Rede Complementar para Anemia Falciforme, Hemocentro, CEDMEX- Centro Especializado de Dispensação de Medicamentos Excepcionais e a Coordenação Estadual do Programa de Triagem Neonatal); e Saúde da Pessoa Idosa (PROADISUS- Projeto de Qualificação da Atenção à Saúde da Pessoa Idosa, a caderneta do idoso – 161 municípios aderiram, Projeto Hospital Seguro para a Pessoa Idosa – Hospital Padre Zé). A Atenção Especializada, compondo a Rede de Atenção à Saúde, apresenta: Ambulatório Especializado (são os de média e alta complexidade, presentes em 94 hospitais, sendo eles gerais e hospitais dia, com 7.413 leitos dos quais 423 são de Terapia Intensiva); Pré-Hospitalar Fixo (as Unidades de Pronto Atendimento 24 horas – UPA); Hospitalar (32 hospitais que estão distribuídos em 14 das 16 regiões de saúde do estado da Paraíba, com as principais portas de urgência e emergência traumato-ortopedia, cardiologia e neurologia, para pacientes adultos e infantis). Na Rede de Atenção à Saúde, ininterruptamente, a Atenção Especializada detém: a Assistência Farmacêutica; a Central Estadual de Transplante; a Hemorrede, composto pelos Hemocentros (dispostos em 31 hospitais, para atender 223 municípios); Centro Especializado de

| 31 Diagnóstico do Câncer – CEDC/PB (localizado na cidade de João Pessoa, com serviços de ginecologia, mastologia, laboratório de citologia e anatomia patológica, serviço de imagem); Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba – LACEN (atendendo aos 223 municípios). Do Estado da Paraíba, ressalta-se a cidade de João Pessoa, município onde localiza-se o Campus I da UFPB, Instituição do Curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado), é a capital paraibana, situa-se no litoral, tem população estimada no ano de 2025 em 897.633 habitantes, considerada a oitava (8ª) cidade mais populosa da Região Nordeste e a vigésima terceira (23ª) do Brasil. A região metropolitana de João Pessoa é formada por João Pessoa e mais onze (11) municípios. Ao considerar a situação de saúde deste município, faz-se ressalva para a alta incidência das infecções por: Coronavírus Disease of 2019 (SARS-COV-2); Arboviroses (Dengue, Chikungunya, Zika vírus); e Hepatites Virais (Hepatite C). A fim de responder às demandas de atenção frente ao processo saúde-doença mais prevalentes em João Pessoa, a Secretária de Saúde do município apresenta a seguinte conformidade na sua Rede de Atenção à Saúde. Na atenção primária: Unidades Saúde da Família (USFs) subdivididas nos Distritos Sanitários (DS), sendo vinte e oito (28) unidades no DS-I, localizado em Cruz das Armas; dezesseis (16) unidades no DS-II, localizado no Cristo redentor; dezessete (17) unidades no DS-III, localizado em Mangabeira; dezessete (17) unidades no DS-IV, localizado na Torre; e dezessete (17) unidades no DS-V, localizado em Miramar. Ainda na atenção primária, destaca-se o Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), formado por cento e setenta e sete (177) profissionais, distribuídos em trinta e quatro (34) equipes atuantes nas USFs e em outros espaços para contribuir com a assistência à saúde do município de João Pessoa. Na atenção primária também se encontra: o Programa de Academia da Saúde, fixados nos bairros do Geisel, Colinas do Sul (Gramame) e Ernani Sátiro; a Telessaúde Brasil Redes, localizado no bairro da Torre; o Consultório de Rua e a Unidade Móvel Odontológica, situados no bairro da Torre; o Centro de Práticas Integrativas e Complementares (CPICS), no total de três (03) denominadas de Equilíbrio do Ser (bairro dos Bancários), Canto da Harmonia (bairro do Valentina) e Cinco Elementos (bairro do Roger); os Centros de Atenção Integrado à Saúde (CAIS), situados nos bairros de Jaguaribe, Mangabeira e Cristo Redentor. Continuamente a Atenção Primária, distribui em termos de serviços na rede: a Unidade de Saúde das Praias, localizada em Tambaú; o Centro de Saúde de Mandacaru, situado no bairro de Mandacaru; a Unidade de Acolhimento Infantil (UAI), no bairro do Cristo Redentor; o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), no bairro da Torre; e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), sendo o

| 32 infanto juvenil (CAPS i), no Roger e no Bairro dos Estados; o CAPS III no Jardim Cidade Universitária e o álcool e drogas (CAPS AD), no Rangel. A Atenção Secundária de Rede à Saúde apresenta os seguintes serviços: Centro de Reabilitação e Tratamento da Dor (CENDOR), localizado no Complexo Hospitalar Ortotrauma no bairro de Mangabeira; o Pronto Atendimento de Saúde Mental (PASM), também localizado no mesmo complexo hospitalar; o Centro de Atenção Integral à Saúde do Idoso (CAISI), situado em Tambiá, como anexo ao Hospital Santa Isabel; Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST), localizado em Jaguaribe. A Rede de Atenção Secundária ainda disponibiliza: o Centro de Especialidades Odontológica (CEO), nos bairros Jaguaribe e Cristo Redentor; o Laboratório Central de Análises Clínica, em Jaguaribe; o Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE), em Jaguaribe; o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), situado em Água Fria; as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), em número de quatro (04) (a Oceania em Manaíra, a Célio Pires de Sá em Valentina, a Augusto de Almeida Filho em Cruz das Armas, Dr. Luiz Lindbergh Farias nos Bancários). A Atenção Terciária da Rede de Saúde é representada pelos serviços hospitalares: Hospital Municipal Santa Isabel – situado no bairro de Tambiá, com capacidade para 126 leitos, incluindo clínica cirúrgica, médica, cardíaca e UTI coronárias e geral; Hospital Municipal do Valentina Figueiredo, no bairro do Valentina, com atendimento em clínica médica e cirúrgica para crianças e adolescentes, incluindo transtorno mental; Instituto Cândida Vargas (ICV), em Jaguaribe, especializado em atenção obstétrica e neonatal, integrado a Rede Cegonha; Complexo Hospitalar Mangabeira Tarcísio Burity (ORTOTRAUMA), no bairro de Mangabeira, atendendo urgência e emergência clínica e cirúrgica, traumatológica, pediátrica, além de cirúrgica eletiva para ortopedia e bucomaxilofacial. Todos esses serviços vêm contribuir para a formação do enfermeiro, visto que favorecem as atividades de Estágio intermunicipal, além de permitir outras atividades seja de ensino, extensão ou pesquisa, na perspectiva da construção das competências e habilidades necessárias a formação do perfil profissional responsivo às demandas de cuidado.

| 33

8. PERFIL DO EGRESSO 8.1 Dimensões da formação e competências do formando/egresso de acordo com os objetivos do curso

Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem (Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001), constituirão competências gerais do formando/egresso:

a)

Desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde tanto em nível

individual quanto coletivo, dentro dos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, considerando a responsabilidade da atenção à saúde;

b)

Desenvolver habilidades para avaliar, sistematizar e decidir a conduta mais apropriada,

visando o uso adequado da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimento e de práticas;

c)

Interagir como enfermeiro-cidadão com usuários, profissionais da equipe multidisciplinar,

entidades de classe e grupos organizados da sociedade, visando conquistar direitos e/ou contribuir para transformação das condições de vida em saúde da coletividade;

d)

Gerenciar e administrar a força de trabalho, os recursos físicos e materiais e de informações

nos serviços de saúde, atuando, também, como gestor, empregador ou líder na equipe de saúde;

e)

Apreender estratégias de comunicação e o uso adequado de novas tecnologias, tanto de

informação e comunicação, de forma acessível e mantendo a confidencialidade dos atos e informações a eles confiados na interação com a equipe de saúde e público em geral;

f)

Aprender continuamente e desenvolver conhecimentos tanto na sua formação quanto na

sua prática, de forma a aprender a aprender, com responsabilidade e compromisso com a educação e o treinamento/estágio de futuros profissionais proporcionando para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais do serviço.

Além destas, as competências e habilidades específicas da formação em enfermagem, alinhadas às dimensões da formação estão apresentadas no quadro a seguir:

| 34 Quadro 1 - Dimensões da formação e competências e habilidades do formando/egresso de acordo com os objetivos do curso DIMENSÃO

COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

Cuidado individual e coletivo (ambiente, pessoas, famílias e comunidades)

Conhecimento científico e filosófico; Competência Técnica e Instrumental, voltados à produção de cuidado.

Gestão Administração

e

Conhecimento científico e filosófico; Competência Técnica e Instrumental, voltados à gestão do trabalho em saúde e em enfermagem.

Educação em Saúde, Educação Permanente em Saúde

Capacidade de promover o cuidado e o autocuidado através da educação em saúde como instrumento de estímulo a adoção de hábitos de vida geradores de impacto na saúde ambiental, individual e coletiva e transformação social;

 Atuar profissionalmente compreendendo a natureza humana em suas dimensões, em suas expressões e fases evolutivas;  Incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional;  Desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício profissional;  Compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações;  Atuar nos programas de assistência integral à saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso;  Ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de enfrentar situações em constante mudança;  Responder às especificidades regionais de saúde através de intervenções planejadas estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção e reabilitação à saúde, dando atenção integral à saúde de indivíduos, famílias e comunidades;  Reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem;  Reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde;  Desenvolver ações de liderança da equipe de enfermagem na horizontalidade das relações interpessoais, mediada pela interação e diálogo, em respeito ao outro;  Promover a qualificação da equipe de enfermagem por meio de atualização e educação permanente;  Tomar decisões fundamentadas no Planejamento Estratégico Situacional;  Prever e prover as condições materiais, de força de trabalho e de infraestrutura para a realização do trabalho de enfermagem, com base nas normas regulamentadoras do trabalho em saúde, visando o desenvolvimento do cuidado de enfermagem com qualidade;  Atuar como sujeito no processo de formação de pessoal na Saúde e na Enfermagem;  Reconhecer-se como sujeito do processo de formação em Saúde e em Enfermagem;  Utilizar metodologias ativas de ensino-aprendizagem e abordagens inovadoras que estimulem nos sujeitos participantes do processo de educação a aprendizagem significativa, como o uso das diversas tecnologias em favor da educação em saúde;  Desenvolver a capacidade de aprender a aprender com os sujeitos participantes do processo de educação em saúde, numa perspectiva plural e de respeito às diversidades, considerando o contexto histórico, político, jurídico e ético, com base no respeito à autonomia, saberes e experiências dos sujeitos;  Desenvolver ações de educação na promoção da saúde, prevenção de riscos, agravos e doenças, redução de danos e reabilitação considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, saúde, cultura, trabalho, adoecimento e morte, conciliando as

Capacidade pedagógica voltada à produção de conhecimentos no cotidiano das instituições de saúde, a partir da realidade do trabalho e das experiências dos atores de cada realidade, pautada na articulação entre as

| 35 mudanças no conhecimento e no exercício profissional.

necessidades dos indivíduos, família e comunidade, e atuando como sujeito de transformação social;  Considerar as características, cultural e especificidades dos indivíduos, famílias e grupos sociais para escolha da opção pedagógica que norteará a ação educativa;  Reconhecer a dimensão educativa como inerente ao processo de trabalho da/o enfermeira/o na Rede de Atenção à Saúde, na perspectiva da integralidade do cuidado em saúde e da valorização do trabalho educativo na formação de novos profissionais de enfermagem;  Elaborar projetos educativos com os sujeitos participantes da ação e que contemplem o diagnóstico das necessidades destes, definição de objetivos, seleção de metodologias e recursos pedagógicos, implementação e avaliação das ações educativas, fortalecendo a integração ensino-serviço-comunidade; Ética e Cidadania Capacidade de se  Estabelecer relações com o contexto social, reconhecer como cidadão e reconhecendo a estrutura e as formas de organização social, como profissional que suas transformações e expressões; pertence a uma categoria  Reconhecer a saúde como direito e condições dignas da área da saúde, de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da integrante de uma equipe assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo de profissionais de saúde e das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e de enfermagem; e de atuar coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de como agente de mudança, complexidade do sistema de atenção à saúde; com princípios ético-  Atuar com compromisso ético, humanístico e social políticos, na dinâmica com o trabalho interprofissional e interdisciplinar em saúde; institucional e nas relações  Atuar considerando a relação custo-benefício nas sociais. decisões dos procedimentos na saúde; Pesquisa, Capacidade de desenvolver  Desenvolver visão crítica da prática baseada em produção do pesquisa científica e evidências e da realidade dos serviços de saúde, entendendoconhecimento e produzir conhecimento na os como dispositivos importantes na condução de Inovação área da saúde e da investigações e pesquisa em Saúde e Enfermagem, Tecnológica Enfermagem. orientadas pela ética em pesquisa, a bioética, o diálogo e parceria enfermeira/paciente;  propor, desenvolver e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de conhecimento em Saúde e em Enfermagem que objetivem a valorização da prática profissional e o cuidado de enfermagem integral, seguro e de qualidade na atenção à saúde;  Elaborar projetos e realizar pesquisas, em parceria com a equipe de enfermagem e saúde, com base em necessidades e prioridades individuais e coletivas e princípios éticos;  Realizar análise crítica de diferentes fontes, métodos e resultados, com vistas a avaliar evidências e boas práticas de cuidado de saúde e de enfermagem;  Responder à necessidade de produção de novos conhecimentos em saúde e enfermagem, a partir do diálogo interprofissional e pela apreensão crítica da prática, da produção científica e do desenvolvimento tecnológico disponível. Fonte: Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem, 2022.

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9. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL 9.1 Definindo a articulação entre o mundo do trabalho e o mundo acadêmico

O estudante do Curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado) poderá atuar em diversos cenários de atenção à saúde e de cuidado, empregando a aprendizagem apreendida, na articulação entre o mundo do trabalho e o mundo acadêmico; assim, destaca-se: Hospital Universitário Lauro Wanderley do CCS/UFPB; Rede de serviços de atenção primária à saúde mantida pelo Governo Municipal da Grande João Pessoa; Rede hospitalar pública, privada e filantrópica conveniados com a UFPB; Organizações não governamentais (ONG); Associações comunitárias, creches e asilos; Secretarias de Saúde do Estado e de Municípios da Paraíba; Instituições de formação e de capacitação de recursos humanos de enfermagem/saúde; Escolas da educação básica; Órgãos e instituições de pesquisa; Órgãos de classe e de Consultoria em assuntos de saúde/enfermagem. Diante no panorama de formação do estudante de enfermagem, o profissional egresso do Curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado) poderá atuar nas seguintes áreas: Assistência Clínica – em que as atividades serão dirigidas às pessoas, individual ou coletivamente, e que será prestada no âmbito ambulatorial e hospitalar, bem como em outros espaços, incluindo o domiciliar. A assistência clínica poderá ser desenvolvida nos seguintes espaços: Hospitais e Clínicas; Ambulatórios; Consultórios; Bancos de Leite Humano; Bancos de sangue; e Cuidado domiciliar. Saúde Coletiva – em que as atividades serão dirigidas às pessoas, individual ou coletivamente e que será prestada mediante políticas do setor saúde, que interferem nos determinantes sociais do processo saúde-doença das coletividades; e intervenções ambientais, no seu sentido mais amplo, incluindo as relações e as condições sanitárias nos ambientes de vida e de trabalho. Os ambientes em que se poderá encontrar a saúde coletiva desempenhada pela enfermagem serão: Serviços de Atenção Primária em Saúde e Unidades de Saúde da Família; Programas de atenção à saúde para grupos comunitários; Instituições ligadas à saúde do trabalhador; Creches e Escolas; Associações e Organizações Não Governamentais; Vigilância Sanitária. Gestão de serviços de saúde – o processo de gestão inclui recursos humanos e tecnológicos (leves, leve-duros e duros), que conduzam aos objetivos traçados nos serviços de saúde. Para tanto, a partir

| 37 do tipo de processo de trabalho em saúde instituído, existirá um processo de organização que direciona as práticas de saúde, na dependência das práticas sociais, e que requerem articulação e integração ética, política, institucional e relacional. Participação política em Enfermagem - compreende os diversos mecanismos de participação social da Enfermagem, no posicionamento e atuação crítica em espaços de disputa de poder, como conselhos e associações representativas da profissão como a gestão compartilhada do sistema público de saúde, em que a enfermagem atua como parcela do trabalho. Empreendedorismo em Enfermagem – em que as atividades desenvolvidas serão direcionadas à criação ou aperfeiçoamento de algo, com o objetivo de conceber benefícios às pessoas de maneira individual ou coletiva. No caso da enfermagem, profissão do cuidar, conceberá esses benefícios de maneira terapêutica para as pessoas. Assim, o Enfermeiro poderá empreender no âmbito: organizacional (inovando e aperfeiçoando em direção a qualidade do serviço); negócios (inovando e constituindo um novo negócio); e pessoal (promovendo mudanças em grupos ou pessoas). Diante do exposto, lista-se algumas áreas favoráveis ao empreendedorismo do Enfermeiro: Consultoria em assuntos de enfermagem / saúde (exemplo: materna, aleitamento materno, sono do bebê); Educação com cursos; Clínicas de curativos; Clínicas de vacina; Clínicas de estética; Condutora na construção de Procedimento Operacional Padrão (POP); Clínica de esterilização; Enfermeira obstetra (casas de parto); Consulta ginecológica; Serviços para capacitação de cuidadores domiciliares; entre outros.

10. FORMAS DE ACESSO AO CURSO O ingresso no Curso de Graduação em Enfermagem – Bacharelado, ocorrerá através das formas regulares de ingresso previstas no Regulamento dos Cursos de Graduação da Universidade Federal da Paraíba vigente, e incluirão: Sistema de Seleção Unificado para Ingresso no Ensino Superior – SISU, Transferência Compulsória – ex officio, Processo Seletivo de Reopção de Curso – PSRC, Processo Seletivo de Transferência Voluntária – PSTV, Processo Seletivo de Ingresso de Graduado – PSIG e Reingresso. As vagas destinadas às formas regulares de ingresso serão registradas no Sistema Integrado de Gestão (SIG), de acordo com as vagas previamente cadastradas no E-MEC (50 vagas em cada semestre letivo), sendo estas disponibilizadas para o ingresso pelo SISU em cada semestre letivo, e as vagas remanescentes do SISU ou geradas por cancelamentos, por abandonos, por transferências

| 38 e por reopção de curso deverão ser destinadas para o PSRC, PSTV e PSIG. Estas últimas também serão ofertadas a cada semestre letivo regular, cujo preenchimento ocorrerá por processo seletivo disciplinado por edital específico (PSRC, PSTV ou PSIG). O reingresso consistirá no retorno ao Curso de estudante que possua Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA) igual ou superior a 5,0 e que se encontra na condição de abandono de curso há, no máximo, 05 (cinco) períodos letivos, desde que haja vagas remanescentes para tal. Compete ao Colegiado do Curso a aprovação do reingresso do interessado e a Pró-Reitoria de Graduação (PRG) o registro.

11. NÚMERO DE VAGAS A profissão de enfermagem é reconhecida mundialmente pelas autoridades de saúde a exemplo da Organização Mundial de Saúde (OMS), e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), como essencial a saúde da humanidade, pelo papel fundamental que desempenha, nos três níveis de Atenção à Saúde, no cuidado do ser humano, sobretudo em períodos de crises: guerras, endemias e pandemias. Nesta perspectiva, a Organização das Nações Unidas (ONU) no ano de 2020 estimou que faltarão nove milhões de enfermeiros, enfermeiras e parteiras no mercado de trabalho em saúde para satisfazer as necessidades de saúde da população mundial até o ano 2030 (OMS, 2020). Esse cenário reforça a importância de formar profissionais com competências, habilidades e atitudes fundamentais para que sejam atendidas metas de saúde, no campo da promoção da saúde, prevenção e tratamento de doenças e de agravos, na população mundial. A(o) Enfermeira(o) é essencial para os serviços de saúde pública nas três esferas de governo, mas também no serviço privado, tanto pelo tipo de trabalho que desenvolve, quanto pela quantidade de pessoas envolvidas nas atividades. São eles que cuidam do ser humano em todo o ciclo da vida, acolhendo e orientando a população, e desenvolvendo atividades assistenciais e gerenciais de cuidado em uma quantidade expressiva de serviços da rede de atenção à saúde. De acordo com a OMS, a Enfermagem é decisiva para o esforço global de atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODMs), incluindo cobertura universal de Saúde, Saúde Mental e Doenças não transmissíveis, resposta a emergências, segurança do paciente e a oferta de cuidado integral e humanizado (OMS, 2020). A assistência de Enfermagem é permanente e individualizada o que confere aos usuários, família e comunidade um cuidado ininterrupto durante todos os dias do

| 39 ano, reafirmando a necessidade de oferta de graduação em nível de bacharelado em sintonia com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. De acordo com o Infográfico da Enfermagem no Brasil (OMS, 2020), falta enfermeiro no mundo em número suficiente para atender as necessidades de saúde da população. “Na Região das Américas a densidade de profissionais de Enfermagem é de 83,4 por 10 mil habitantes, porém a média Global de acordo com o relatório da OMS de 2020 é de 39,9 por 10 mil habitantes”. Quando consideramos a conjuntura geográfica do Brasil, no tocante as regiões, evidencia-se um déficit de profissionais de enfermagem nas Regiões Centro Oeste e Norte do país, com igual deficiência no número de cursos superiores, especialmente na Região Norte. Conforme registros do IBGE, no que se refere ao Estado da Paraíba, considerando a área geográfica, 56.467,242 km², a densidade demográfica, 66,70 hab/km² e o número de habitantes estimados para 2021, 4.059.905 pessoas e, fazendo a relação com o número de enfermeiros inscritos no COREN Paraíba que é de 15.329, temos apenas 3,77 enfermeiros para cada mil habitantes. Quando verificamos o registro de profissionais atuando no SUS segundo o CNES são 7.084 Enfermeiros na PB, sendo um total de 1,74 enfermeiros para cada 1000 habitantes. Destarte, reafirmamos a necessidade de disponibilizarmos 100 (cem) vagas anuais para ingresso regular no Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB, sendo 50 vagas por semestre. Justificadas, especialmente, pela necessidade de formação da(o) profissional enfermeira(o) como “força de trabalho” essencial e insubstituível, na agenda global para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODMs), assim como, pelo seu papel em equipes de Saúde multiprofissionais e interdisciplinares. As evidências da fundamental atuação da(o) profissional de Enfermagem foram potencializadas em todo o mundo com a pandemia da COVID-19, na qual a promoção da saúde, o combate e o controle da doença e a prevenção por meio da imunização conta com a corresponsabilidade desse profissional. Por fim, em meio a discussão e debates sobre a qualidade do ensino superior de Enfermagem na perspectiva de não pôr em risco a vida da(o) cidadão e cidadã, desenvolvendo um cuidado holístico, ético e responsável em todas as fases do ciclo de vida, respeitando as diretrizes do SUS, atendendo às recomendações da Associação Brasileira de Enfermagem no que concerne a caga horária adequada para a formação e os conteúdos necessários ao conhecimento do egresso, reconhecemos e ressaltamos a qualidade do curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba, com destaque para seu corpo docente de Doutores e Pós – Doutores, e defendemos que se mantenha a oferta de 100 vagas anual para ingressos regulares, havendo estruturalmente as condições ideais para esta oferta.

| 40

12. INFRAESTRUTURA Os cenários que compõem a infraestrutura representam espaços de saberes que atendem eficazmente ao modelo de projeto pedagógico proposto para o curso e, são nominados a partir de suas especificidades e de suas finalidades. Desse modo, existem cenários de práticas cuidativas, laboratórios, grupos de estudos e pesquisas, espaços transversais, sistema de bibliotecas e recursos tecnológicos e informacionais. A construção de competências gerais e específicas vinculadas ao processo de instrumentalização dos estudantes do Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB para a atenção à saúde ocorre em diferentes cenários de práticas cuidativas internos e externos à UFPB. Sendo o Hospital Universitário Lauro Wanderley - UFPB, vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) principal campo de prática interna para os estudantes da UFPB de diferentes cursos da área da saúde, inclusive da Enfermagem no contexto do ensino, pesquisa, extensão e inovação, visando uma formação profissional qualificada para o Sistema Único de Saúde. Os cenários de cuidados externos à UFPB, são importantes cenários externos para a formação dos estudantes, haja vista a articulação e possibilidades de infraestrutura fundamentais para o desenvolvimento de habilidades específicas dos discentes compostas pela rede que inclui as Unidades Básicas de Saúde (UBS), Consultório de Rua, Centros de Atenção Integral à Saúde, Centros de Atenção Psicossocial, Laboratório Municipal, Centro da Dor, Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), Serviços de Residência Terapêutica, SAMU, Pronto de Atendimento de Saúde Mental, Unidades de Pronto Atendimento, Hemocentro, Hospitais da rede conveniada e filantrópica . Estes cenários de práticas cuidativas sejam internos e externos à UFPB, por se tratar de ambientes assistenciais, habilitam os estudantes para compreender o conhecimento adquirido nos diferentes espaços de produção saber e, ao inter-relacioná-lo com a atenção à saúde do usuário, os qualificam como futuros profissionais. Os ambientes laboratoriais são importantes espaços da construção dos saberes e contribuem para a construção de competências gerais e específicas no processo formativo dos estudantes do

| 41 Curso de Graduação em Enfermagem da UFPB. Nesse quesito existem os laboratórios interdisciplinares das ciências da vida e os laboratórios específicos de Enfermagem. Quadro 2 - Laboratórios interdisciplinares das ciências da vida e respectivos departamentos.

Laboratórios interdisciplinares das ciências da vida Laboratório de Anatomia Humana

Departamentos responsáveis Departamento de Morfologia (DMORF) do CCS

Laboratório de Prática e Processamento Histopatológico - LPPH Laboratório de Histologia

Laboratório de Biologia Celular e do Departamento de Biologia Molecular – Desenvolvimento (LABID) DBM do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) Laboratório de Genética Molecular e Humana Laboratório Didático de Bioquímica (LDB) Laboratório de Farmacologia

Departamento de Fisiologia e Patologia (DFP)

Laboratório de Fisiologia Humana Laboratório de Fitoterapia Laboratório de Imunologia Laboratório de Microbiologia Laboratório de Patologia Geral

Laboratório de Parasitologia

Fonte: Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem, 2022.

| 42 Tais laboratórios desenvolvem junto à comunidade acadêmica atividades de ensino em componentes curriculares e monitoria, tutoria, extensão e pesquisa, com a participação de docentes, técnicos e discentes dos mais variados cursos da instituição. Para as práticas cuidativas vinculadas às competências específicas do Curso de Graduação em Enfermagem, existem os laboratórios para o desenvolvimento de habilidades exclusivas da Enfermagem. Quadro 3 - Laboratórios de habilidades e respectivas descrições. Laboratórios de habilidades

Descrição

Laboratório de Habilidades Clínicas de Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem

Espaço para instrumentalização de habilidades teóricoprática dos discentes de Enfermagem envolvendo as teorias e o processo de enfermagem, a documentação e o registro, a semiologia e a semiotécnica com vistas ao planejamento da assistência integral ao indivíduo e família considerando as necessidades humanas básicas do indivíduo.

Laboratório de Habilidades de Espaço para instrumentalização de habilidades teóricoEnfermagem Cirúrgica práticas dos discentes de Enfermagem para a atenção às necessidades de saúde pré, trans e pós-operatória do indivíduo.

Laboratório de Habilidades de Enfermagem em Urgência e Paciente Crítico

Espaço para instrumentalização de habilidades teóricoprática dos discentes de Enfermagem frente às necessidades de saúde do indivíduo em situação crítica, de emergências, traumas e que requerem assistência em Unidade de Terapia Intensiva.

Laboratório de Espaço para instrumentalização de habilidades teóricoatenção à Saúde do prática dos discentes de Enfermagem com o intuito do cuidar Adulto e do Idoso em saúde ao cliente adulto e idoso em condições clínicas, contemplando as doenças transmissíveis e nãotransmissíveis, fragilidades e incapacidade.

| 43 Laboratório de Saúde Espaço para instrumentalização de habilidades teóricoda Mulher e da Criança prática dos discentes de Enfermagem para o desenvolvimento de ações voltadas a grupos de mulheres e de crianças no âmbito da capacitação para o processo de assistência ao pré-parto, parto e puerpério; atendimento ao crescimento e desenvolvimento da criança. Fonte: Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem, 2022.

A coordenação de curso, fica localizada no Bloco Arnaldo Tavares, no Centro de Ciências da Saúde, 1º andar. Possui sala própria com dois ambientes – o primeiro fica a secretaria do curso, de atendimento aos estudantes e população em geral e a segunda sala, onde fica a coordenador(a) de curso. Caso, haja necessidade de atendimento, presencial, de estudante com deficiência física, o mesmo terá o atendimento garantido em espaço reservado, no andar térreo, no mesmo bloco, onde fica a coordenação de curso. O corpo docente do curso fica lotado nos departamentos, responsáveis pela deliberação em matéria didático-científica e administrativa no âmbito de sua atuação. São nos espaços físicos dos departamentos que ficam o ambiente do professor. As salas são compartilhadas com docentes da mesma área de conhecimento, entre 2 e quatro docentes. Os Grupo de Estudos e Pesquisas desenvolvem atividades de pesquisa de forma profissional e permanente, organizadas em torno de linhas comuns de pesquisa e que, em algum grau, compartilham instalações e equipamentos. A criação e manutenção do cadastro dos Grupos de Pesquisa seguem as normas do Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq e são certificados pela PróReitoria de Pesquisa da UFPB (PROPESQ), através da Coordenação Geral de Pesquisa (CGPq) e mantidos no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. Diretamente vinculados aos Departamentos de Enfermagem existem: 

Grupo de Estudo e Pesquisa no Tratamento de Feridas (GEPEFE),

Grupo de Estudo e Pesquisa em Administração e Informática em Saúde (GEPAIE),

Grupo de Estudo e Pesquisa em Saúde do Adulto e do Idoso (GEPSAI),

Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde da Pessoa em Condições Críticas (GEPSPCC),

Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Processo de Cuidar em Enfermagem e Saúde (GEPPCES),

| 44 

Grupo de Estudo e Pesquisa em Envelhecimento e Políticas (GEPEP),

Grupo do Laboratório de Pesquisa em Saúde Mental e Neurociências (LAPESN),

Grupo de Estudos e Pesquisa em saúde da criança e do adolescente,

Núcleo de Estudos em HIV/Aids, Saúde e Sexualidade (NEHAS)

Grupo de estudos em Saúde, Sexualidades, Gênero e Saúde Mental (GeSSEX)

Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos e Saúde Mental,

Grupo de Pesquisa em Doenças Crônicas, Núcleo de Pesquisas em Envelhecimento, saúde

mental e adições (NUPESMA), 

Grupo de Estudos e Pesquisas em Enfermagem Forense.

Grupo de Estudo e Qualificação em Tuberculose da Paraíba (GEOTB/PB) De modo transversal a todos os cursos, o Centro de Ciências da Saúde apresenta vinte e cinco

salas de aulas, disponíveis nos blocos Doralice (15), Arnaldo Tavares (3), Péricles Gouveia (7), que representam um leque de espaços de formação que podem ou não estar diretamente relacionados a alguns laboratórios e, em geral, são climatizadas e equipadas com data show, quadros de vidros, birôs e carteiras escolares para as mais variadas situações de ensino-aprendizagem e com capacidade entre 20 a 60 alunos. Em sua maioria, as salas de aulas ficam no andar térreo com acessibilidade por meio de rampas, com objetivo de garantir rotas mais acessíveis as salas de aula e laboratórios. Também, há mobiliário específicos para os estudantes com obesidade, conforme determina a legislação vigente “com cadeiras robustas, com assentos mais largos e profundos, e com braços de apoio”. Além disso, dispõe de: 

Núcleo Universitário de Bem-estar (NUBE) busca fortalecer a promoção de bem-estar e

atenção em saúde mental da comunidade acadêmica por meio da realização de ações, projetos e programas de pesquisa, ensino e extensão relacionados à temática. 

Laboratório de Informática do Centro de Ciências da Saúde, dentre as e tecnologias de

informação e comunicação, tem o intuito de oferecer suporte computacional para a comunidade universitária. O espaço dispõe de computadores com acesso a internet, bancadas de estudo, e ainda recursos computacionais que podem ser utilizados pelos docentes (data show, cabos, computadores) em outros ambientes da universidade. 

Sala de Metodologias Ativas, ambiente cujo intuito é ser utilizado para propiciar aos discentes

serem protagonistas do processo ensino aprendizagem. 

Copa com Saúde, suporte da universidade como espaço de promoção da saúde e da vida, é

um espaço equipado para acolher a comunidade universitária que traz a sua marmita de casa. O

| 45 ambiente dispõe de mesas, cadeiras, fogão, geladeira, forno de micro-ondas, sanduicheiras e demais utensílios e equipamentos. A instituição apresenta também o Sistema de Bibliotecas (Sistemoteca), conjunto de bibliotecas integradas que tem por escopo a unidade e harmonia das atividades educacionais, científicas, tecnológicas e culturais da UFPB. Seus objetivos são a aquisição, tratamento, armazenamento, recuperação e disseminação. Este sistema é composto de uma Biblioteca Central e Bibliotecas Setoriais que, no âmbito do Curso de Graduação em Enfermagem, incluem: Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Médicas (BS/CCM), Biblioteca Setorial do Centro Ciências da Saúde (BS/CCS), Biblioteca Setorial do Biblioteca Setorial do Hospital Universitário (BS/HU), entre outras que dão suporte à construção dos saberes dos estudantes do Curso de Graduação em Enfermagem. Possui também, um acervo de recursos didáticos (livros, dissertações, teses, periódicos e multimeios), portais de periódicos on-line e bases de e-books que podem ser acessados no site da Biblioteca da UFPB. O acesso aos recursos da Sistemoteca também pode ocorrer via tecnologias de informação e comunicação via Sigaa (online), que permite acesso da comunidade acadêmica ao acervo digital de Livros e Bases digitais que incluem Minha Biblioteca, DotLib (Atheneu e Cochrane), Target, Biblioteca Virtual Pearson em qualquer hora e lugar. Além disso, a instituição disponibiliza o acesso a importantes ferramentas de gestão da pesquisa como a InCites (desenvolvida pela Clarivate Analytics, ferramenta baseada no conjunto de registros da Web of Science) e SciVal (desenvolvida pela Elsevier, plataforma que tem como fonte de dados a base Scopus). O acesso a tais plataformas pode ocorrer em qualquer computador registrado na UFPB ou pelo navegador Firefox UFPB se externamente ao ambiente de rede da instituição. Importante destacar a existência de uma plataforma online utilizada pela UFPB, o Sigaa (Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas), que congrega a realização de variadas atividades rotineiras por toda comunidade acadêmica, desde ensino, pesquisa, extensão e gestão. Além disso, a UFPB disponibiliza um sistema wifi (UFPBSemFios) que possibilita a toda a comunidade universitária utilizar os recursos online disponibilizados para o ensino, pesquisa e extensão. A UFPB disponibiliza à comunidade acadêmica e-mail institucional que possibilita a comunicação via internet, e o acesso às ferramentas (mensagem via internet, plataforma pessoal e armazenamento na nuvem, salas para webconferências) nas plataformas digitais do Google - GMAIL, OutLook, Microsoft Teams, serviço da Conferência Web.

| 46 A infraestrutura da UFPB e os cenários pactuados de formação em saúde e enfermagem no âmbito da instrumentalização para o desenvolvimento das habilidades requeridas para o processo de atenção à saúde subsidiam uma formação em saúde qualificada.

13. CORPO DOCENTE Quadro 4 - Lista de Docentes com indicação de Regime de Trabalho e Titulação Nº

DOCENTES

TITULAÇÃO

REGIME DE TRABALHO

1

Adriana Marques Pereira de Melo Alves

Doutorado

Integral

2

Alexandra do Nascimento Cassiano

Doutorado

Integral

3

Altamira Pereira da Silva Reichert

Doutorado

Integral

4

Ana Celia Silva Menezes

Doutorado

Integral

5

Ana Cristina de Oliveira e Silva

Doutorado

Integral

6

Ana Maria Cavalcante Lopes

Doutorado

Integral

7

Ana Paula de Oliveira Coutinho

Mestrado

Integral

8

Ana Paula Marques Andrade de Souza

Doutorado

Parcial

9

Ana Suerda Leonor Gomes Leal

Doutorado

Integral

10

Anna Rosa e Souza Occhiuzzo

Doutorado

Integral

11

Anne Jaquelyne Roque Barrêto

Doutorado

Integral

12

Arthur Tenório Ribeiro Clark

Doutorado

Integral

| 47 13

Aurea Augusta Rodrigues da Mata

Doutorado

Integral

14

Aurilene Josefa Cartaxo de Arruda Cavalcanti

Doutorado

Integral

15

Bernadete de Lourdes de Araújo Silva

Doutorado

Integral

16

Betto Leite da Silva

Doutorado

Integral

17

Bruno Henrique Andrade Galvao

Doutorado

Integral

18

Caliandra Maria Bezerra Luna Lima

Doutorado

Integral

19

Camille de Moura Balarini

Doutorado

Integral

20

Carmem Luíza Sartório

Pós-Doutorado

Parcial

21

Cintia Bezerra Almeida Costa

Doutorado

Integral

22

Cizone Maria Carneiro Acioly

Doutorado

Integral

23

Clayton Zambeli Oliveira

Pós- Doutorado

Integral

24

Cleide Rejane Damaso de Araújo

Doutorado

Integral

25

Cleyton Cézar Souto Silva

Doutorado

Integral

26

Climério Avelino de Figueredo

Doutorado

Integral

27

Cynthia Germoglio Farias de Melo

Doutorado

Parcial

28

Danielly Albuquerque da Costa

Pós- Doutorado

Integral

29

Davi Antas e Silva

Doutorado

Integral

30

Diego Nunes Guedes

Doutorado

Integral

| 48 31

Edilene Araújo Monteiro

Doutorado

Integral

32

Eleonidas Moura Lima

Doutorado

Integral

33

Erika Acioli Gomes Pimenta

Doutorado

Parcial

34

Eulâmpio José da Silva Neto

Doutorado

Parcial

35

Fabia Barbosa de Andrade

Doutorado

Integral

36

Francileide de Araujo Rodrigues

Doutorado

Integral

37

Frederico Barbosa de Sousa

Pós-Doutorado

Integral

38

Gabriela Lisieux Lima Gomes

Doutorado

Integral

39

Gerson da Silva Ribeiro

Mestrado

Integral

40

Gilvânia Smith da Nóbrega Morais

Doutorado

Integral

41

Ideltônio José Feitosa Barbosa

Doutorado

Parcial

42

Izabel Cristina Alcantara de Souza

Doutorado

Integral

43

Jael Rúbia Figueiredo de Sá França

Doutorado

Integral

44

Jamilton Alves Farias

Doutorado

Integral

45

Jeferson Barbosa Silva

Doutorado

Integral

46

Jessica Andrade de Albuquerque

Doutorado

Parcial

47

João Euclides Fernandes Braga

Doutorado

Integral

48

João Victor Batista Cabral

Doutorado

Integral

| 49 49

Jocelly de Araújo Ferreira

Doutorado

Integral

50

José da Paz Oliveira Alvarenga

Pós- Doutorado

Integral

51

José Vaz Magalhães Neto

Doutorado

Integral

52

Josilene de Melo Buriti Vasconcelos

Doutorado

Integral

53

Juliana Raquel Silva Souza

Doutorado

Parcial

54

Kátia Neyla de Freitas Macedo Costa

Doutorado

Integral

55

Katy Lísias Gondim Dias de Albuquerque

Doutorado

Integral

56

Kênya de Lima Silva

Doutorado

Parcial

57

Krystyna Gorlach Lira

Doutorado

Integral

58

Leila de Cassia Tavares da Fonseca

Doutorado

Integral

59

Lenise Oliveira Lopes

Pós-Doutorado

Colaboradora

60

Lidiane Lima de Andrade

Doutorado

Integral

61

Luana Rodrigues de Almeida

Doutorado

Integral

62

Mailson Marques de Sousa

Doutorado

Integral

63

Marconi José Pimentel Pequeno

Pós- Doutorado

Integral

64

Maria Auxiliadôra Pereira

Doutorado

Integral

65

Maria Bernadete de Sousa Costa

Doutorado

Integral

66

Maria das Graças Melo Fernandes

Doutorado

Integral

| 50 67

Maria de Fátima Baracuhy Cavalcanti

Doutorado

Integral

68

Maria de Lourdes de Farias Pontes

Doutorado

Integral

69

Maria do Socorro Sousa

Doutorado

Integral

70

Maria Eliane Moreira Freire

Doutorado

Integral

71

Maria José das Neves Silva

Mestrado

Integral

72

Mariana Albernaz Pinheiro de Carvalho

Doutorado

Integral

73

Marilia Gabriela dos Santos Cavalcanti

Pós- Doutorado

Integral

74

Marques Pereira de Melo Alves

Doutorado

Integral

75

Marta Miriam Lopes Costa

Doutorado

Integral

76

Mirian Alves da Silva

Doutorado

Integral

77

Moacir Fernandes de Queiroz Neto

Doutorado

Integral

78

Mônica Lourdes Franch Gutierrez

Pós- Doutorado

Integral

79

Nilza Maria Cunha

Doutorado

Integral

80

Oriana Deyze Correia Paiva Leadebal

Doutorado

Integral

81

Patrícia Mirella da Silva Scardua

Pós- Doutorado

Integral

82

Patrícia Serpa de Souza Batista

Doutorado

Interal

83

Paulo César Geglio

Doutorado

Integral

84

Priscila Santos Leal

Doutorado

Parcial

| 51 85

Priscilla Anne Castro de Assis

Doutorado

Integral

86

Rafaella Queiroga Souto

Pós-Doutorado

Integral

87

Rayssa Oliveira do Nascimento

Mestrado

Substituta

88

Rebecca Maria Oliveira de Góis

Doutorado

Integral

89

Rômulo Marino Llamoca Zarate

Doutorado

Integral

90

Sandra Aparecida de Almeida

Doutorado

Integral

91

Selene Cordeiro Vasconcelos

Doutorado

Integral

92

Semirames Cartonilho de Souza Ramos

Doutorado

Integral

93

Simone Elizabeth Duarte Coutinho

Doutorado

Integral

94

Sônia Maria Josino dos Santos

Doutorado

Integral

95

Stella Costa Valdevino

Doutorado

Integral

96

Susanne Pinheiro Costa e Silva

Doutorado

Integral

97

Suzana de Oliveira Mangueira

Doutorado

Integral

98

Uthânia de Mello Franca

Doutorado

Integral

99

Viviane Rolim de Holanda

Doutorado

Integral

100 Waglânia de Mendonça Faustino

Doutorado

Integral

101 Wilma Dias de Fontes Pereira

Doutorado

Integral

| 52 Consta no quadro, o quantitativo de docentes que ministraram componentes curriculares para o curso de Enfermagem, incluindo os departamentos específicos e outros departamentos comuns da área da saúde – registrados no SIGAA, no semestre letivo 2025.1.

14. SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE Acolhimento de Ingressantes: Programação realizada na primeira semana do semestre letivo com o objetivo de promover a integração do estudante ingressante à estrutura física, organizacional e as comunidades acadêmicas do Centro de Ciências da Saúde e do Curso de Graduação em Enfermagem, e cujo planejamento e realização será de competência da Coordenação de curso, em parceria com o Centro Acadêmico e o Núcleo Docente Estruturante. Auxílios e serviços ofertados pela Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE): A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) tem a principal função de planejar, coordenar e controlar as atividades de assistência e promoção ao estudante da Universidade Federal da Paraíba, visando, sobretudo, a sua permanência nos cursos de graduação presenciais. A PRAPE que tem como principal público-alvo o estudante ingresso classificado em condição de vulnerabilidade socioeconômica, sendo o levantamento de tal condição realizado semestralmente através dos processos seletivos para concessão de acesso aos benefícios de permanência, como refeições nos restaurantes universitários, moradia nas residências universitárias, auxílio-moradia, auxílio-alimentação, auxílio-transporte e auxílio-creche. Os estudantes cadastrados no serviço social da PRAPE têm prioridade na concessão de apoio para participação em eventos acadêmicos (compra de passagens e pagamento de inscrição, dentre outros) com apresentação de trabalhos; e ao acesso a serviços de terapia individual, em grupo, escuta psicológica e rodas de conversas, oferecidos pelo setor de psicologia. A PRAPE também presta assistência estudantil por intermédio da sua equipe técnica formada por médicos, assistentes sociais, psicólogos e pedagogos. Centro de Referência em Atenção a Saúde (CRAS): Tem por finalidades, prestar assistência à saúde aos discentes, docentes e técnicos administrativos que não recebam qualquer forma de auxílio saúde, ou sejam usuários do plano de autogestão da GEAP pela UFPB; e contribuir para a pesquisa, extensão e a formação de profissionais que atuarão no atendimento da rede SUS. O centro oferta consulta médica de várias especialidades, atendimento de enfermagem, odontológico, nutricional, psicológico, Práticas Integrativas e Complementares, e exames.

| 53 Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA): O Comitê de Inclusão e Acessibilidade é uma assessoria especial vinculada ao Gabinete da Reitoria e tem por finalidade atender a necessidades de pessoas portadoras de qualquer tipo de deficiência, auxiliando a participação destas pessoas em atividades de pesquisa, extensão e ensino, bem como atendimento, orientação e intervenção junto aos servidores e estudantes da UFPB. Copa com Saúde/CCS: localizada no Centro de Ciências da Saúde, a Copa com Saúde/CCS consiste em espaço de acolhimento e integração de estudantes, servidores, docentes e convidados externos esporádicos que trazem suas refeições prontas de casa, permitindo aos sujeitos se alimentarem com conforto, reforçando o sentimento de pertença, possibilitando o acesso a informações inerentes a nutrição e a atividades culturais; colaborando assim para a promoção de autonomia no autocuidado, e influenciando a qualidade de vida da comunidade acadêmica do CCS. Nivelamento: O Programa de Tutoria de Apoio às Disciplinas Básicas (PROTUT) é vinculado à PróReitoria de Graduação da UFPB e oferece apoio didático-pedagógico a estudantes regularmente matriculados nos cursos de Graduação.

As atividades didático-pedagógicas do ProTut serão

exercidas por tutores, estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação e pósgraduação da UFPB, em colaboração com professores, outros estudantes e técnicos-administrativos, em conformidade com o Regimento Geral da UFPB. Núcleo Universitário de Bem-estar (NUBE): O NUBE é um órgão suplementar do Centro de Ciências da Saúde (CCS) que tem como missão fortalecer e ampliar a promoção de bem-estar e atenção em saúde mental da comunidade acadêmica do Centro e da UFPB por meio da articulação, integração e realização de ações, projetos e programas de pesquisa, ensino e extensão relacionados à temática. Aluno apoiador: é um Programa de Apoio ao Estudante com deficiência da UFPB, vinculado à PRAPE, desenvolver-se-á por estudantes apoiadores que assumirão atividades junto aos estudantes com deficiência, necessidades educacionais específicas, transtornos mentais e outras demandas pedagógicas. Apoio psicopedagógico: serviço oferecido pela PRAPE, por meio do setor de Psicologia, que oferece acolhimento e acompanhamento psicológico, incluindo psicoterapia breve e oficinas terapêuticas, focando em estudantes assistidos pela PRAPE.

| 54 Ações de permanência: incluem programas de assistência estudantil, vinculado à PRAPE, como a Bolsa Permanência, auxílio alimentação, moradia e transporte, com o objetivo de apoiar estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica a permanecerem nos seus cursos. Acessibilidade metodológica e instrumental: é um serviço oferecido pelo Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA), com objetivo de eliminar as barreiras nos métodos de ensino e na disponibilidade de ferramentas para estudantes com deficiência ou necessidades educacionais específicas, por meio de adaptações pedagógicas, tecnologias assistivas e apoio financeiro. Monitoria: o Programa de Monitoria é desenvolvido por meio da elaboração e execução de projetos de ensino de uma ou mais disciplinas dos cursos de graduação da UFPB, com objetivos de: despertar no aluno o interesse pela carreira docente; promover a cooperação acadêmica entre discentes e docentes; minorar problemas crônicos de repetência, evasão e falta de motivação e contribuir para melhoria da qualidade de ensino. Centros Acadêmicos: Centro Acadêmico de Enfermagem, atua nos diversos órgãos deliberativos do curso e da universidade, com objetivo principal de representar os interesses e defender os direitos dos estudantes do curso. Possui espaço físico próprio e equipamentos de uso comum dos estudantes do curso de Enfermagem. Intercâmbios nacionais e internacionais: o intercâmbio dos estudantes da UFPB pode ocorrer por meio do Programa Nacional de Mobilidade Acadêmica e do PROMOBI – Programa de Mobilidade Acadêmica Internacional. O Programa Nacional de Mobilidade Acadêmica tem como objetivo expandir o conhecimento e as experiências acadêmicas, pessoais e culturais dos estudantes, permitindo que cursem disciplinas em outras Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) no Brasil. O PROMOBI tem como objetivo promover a internacionalização da universidade, oferecendo a estudantes de graduação a oportunidade de cursar um ou dois semestres em universidades estrangeiras, conveniadas com a UFPB.

| 55

15. CONCEPÇÃO CURRICULAR A estrutura curricular do curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba relaciona as dimensões Cuidado individual e coletivo, Gestão e Administração, Educação em Saúde, Educação Permanente em Saúde, Ética e Cidadania e Pesquisa, produção do conhecimento e Inovação Tecnológica com marcos teóricos. Compreende-se ser humano como pessoa única, distinta de outros seres; que encerra, de modo singular e complexo, dimensões biológica, psíquico, social, política, cultural e espiritual, que vive e convive em uma relação de inter e intradependência com outros seres vivos e o meio ambiente, caracterizando-se como um ente de necessidades e desejos, valores e condutas morais e éticas. Ser humano este que faz parte de uma família e de uma estrutura social que lhe confere papéis e tarefas de acordo com os diferentes ciclos vitais. O Cuidado individual e coletivo é compreendido na relação da determinação social do processo saúde-doença, uma vez que a “qualidade e o padrão das relações sociais são elementos que possuem ampla e inquestionável determinação sobre a saúde” (FLEURY-TEIXEIRA, 2009, p.386), de modo que o processo saúde e doença é interpretado em suas relações com a estrutura social, econômico, política e ideológica. Ato em saúde que deverá ser desenvolvido na perspectiva do princípio da integralidade e do modelo humanístico, a partir do qual se sustenta a teoria das necessidades humanas básicas, a qual segue a hierarquia conforme os domínios fisiológicos, segurança, pertencimento, estima e autorrealização, a partir da qual, ocorreu a sistematização do cuidado em enfermagem, por Wanda Horta (CAMPOS, SOARES, 2013). O cuidar/cuidado é a essência da profissão da enfermagem e como processo de atuação do/a enfermeiro/a é realizado com base em conhecimentos científicos, valores, habilidades e atitudes. Requer competências e habilidades que vão desde a dimensão formal, envolvendo a técnica científica e metodológica, à dimensão política envolvendo a ética, os valores sociais e culturais, as inovações tecnológicas e os processos organizativos determinantes no processo ensino aprendizagem. Nesse ínterim, propõe a superação de práticas flexnerianas, verticalizadas, centradas na doença e no profissional para a assunção do modelo da vigilância à saúde no qual há

“ampliação do objeto, que abarca, além das determinações clínico- epidemiológicas no âmbito individual e coletivo, as determinações sociais que afetam os distintos grupos populacionais em função de suas condições de vida. Nessa perspectiva, a intervenção também extrapola o uso dos conhecimentos e tecnologias médico-sanitárias e inclui

| 56 tecnologias de comunicação social que estimulam a mobilização, organização e atuação dos diversos grupos na promoção e na defesa das condições de vida e saúde. (TEIXEIRA; PAIM; VILASBOAS, 1998, p.18)

Assim, adota-se a integralidade no cuidado individual e coletivo, a partir da qual se enxerga as necessidades de saúde individual e coletiva tendo a Humanização, a Ética e Cidadania, enquanto “movimento instituinte do cuidado e da valorização da intersubjetividade nas relações” (DESLANDES, 2006, p.26). A dimensão Gestão e administração compreende a Enfermagem enquanto uma prática social vista “como uma parcela do trabalho em saúde que estabelece relações sociais na produção de serviços” (ALMEIDA; ROCHA, 2000, p.98) em conformidade com o processo de trabalho em saúde. Essa atuação é desempenhada em Redes de Atenção em Saúde, de modo que o cuidado é colaborativo efetuado pela equipe de profissionais aliado aos usuários, familiares com o intuito de um autocuidado apoiado, uma vez que compreende o sujeito como agente corresponsável pela própria saúde. As Redes de Atenção em Saúde são “organizações poliárquicas de conjuntos de serviços de saúde, vinculados entre si por uma missão única, por objetivos comuns e por uma ação cooperativa e interdependente, que permitem ofertar uma atenção contínua e integral a determinada população, coordenada pela atenção primária à saúde – prestada no tempo certo, no lugar certo, com o custo certo, com a qualidade certa, de forma humanizada e com equidade – e com responsabilidades sanitária e econômica e gerando valor para a população” (MENDES, 2011, p.81).

Por entender a necessidade dos sistemas piramidais e hierárquicos constitutivos das complexidades serem atualizados para o modelo dinâmico das redes de atenção à saúde, que compreende a continuidade e a integralidade da atenção à saúde. Desse modo, o cuidado integral pauta-se no modelo humanístico articulado à concepção de redes de atenção à saúde. A Educação é considerada um dos fatores mais significativos para a promoção e proteção à saúde e estratégia para a conquista dos direitos de cidadania. Está estreitamente vinculada, portanto, à eficácia da sociedade em garantir a implantação de políticas públicas voltadas para a qualidade de vida e ao desenvolvimento da capacidade de analisar criticamente a realidade e promover a transformação positiva dos fatores determinantes da condição de saúde. Para tanto, a dimensão Educação em Saúde e Educação Permanente em Saúde segue abordagens pedagógicas construtivistas de ensino-aprendizagem pautadas na Pedagogia das competências, com o intuito de “mobilizar os recursos cognitivos para resolver de maneira eficaz e eficiente os problemas que se apresentam em situações complexas” (PEREIRA, 2013), sendo o

| 57 docente o elo mediador entre os recursos e o discente enquanto sujeito ativo do aprendizado. Isso por que parte do princípio da aprendizagem significativa, visto que a “teoria de ensino terá como tripé: a realidade local, a estrutura cognitiva de cada aluno e a identificação dos conceitos amplos e fundamentais das diversas áreas do conhecimento” (RONCA, 1994, p.95). Assim, propicia o pensamento reflexivo para desenvolver o potencial social e político do discente, por meio do estímulo ao raciocínio, a investigação e a mobilização de habilidades intelectuais superiores. A dimensão Pesquisa e Inovação compreende a capacidade investigativa, reflexiva, crítica e de produção de saber e tecnologia com fins de responder a necessidades de sociais e exercer liderança para ocasionar transformações sociais. O processo de trabalho e o cuidado na Enfermagem convivem com experiências complexas cuja investigação científica propicia a reflexão cotidiana, superação de concepções reducionistas e fragmentadas. Para tanto, o Pensamento Complexo (MORIN, 2005) estimula a conexão por meio da dialógica e da concepção de partes da sociedade e do conhecimento formam o todo, e o todo também está inserido em suas partes. Assumir o pensamento complexo como inspiração para pesquisa e inovação possibilita enfrentar as incertezas, com flexibilidade e questionamento da realidade com o intuito de propiciar a transformação social. Para tanto, o PPC propiciará o desenvolvimento das competências necessárias para a formação do enfermeiro por meio de atividades teóricas, teórico-práticas, práticas e estágios. Estas serão flexíveis, com proposituras de metodologias ativas, com diversificação dos cenários de aprendizagem, uso adequado de novas tecnologias, em ambientes reais e simulados, a fim de possibilitar uma formação atualizada e integrada. No mesmo caminho, as atividades de ensino-aprendizagem teóricas envolvem a interação presencial entre docente e estudante em processos que promovam reflexões, abstrações e criticidade sobre o conteúdo disponível na literatura acadêmico-científica. As atividades de ensinoaprendizagem teórico-práticas, acompanhada por docente, realizada em ambiente real e simulado, que reflitam experiências em Enfermagem e articulem conteúdos teóricos e habilidades práticas em todas as áreas de formação.

16. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 16.1 Síntese numérico dos componentes curriculares Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais a composição curricular do curso que totaliza quatro mil oitocentos e noventa horas (4.890hs) contempla: 4.425 horas (295 créditos) de

| 58 conteúdos Básicos, Profissionais e Estágios, através do curso de componentes curriculares obrigatórios; 465 horas (31 créditos) de componentes curriculares complementares específicos que incluem: 135 horas (09 créditos) de conteúdos complementares obrigatórios, 90 horas (06 créditos) de componentes optativos e 240 horas (16 créditos) de atividades complementares flexíveis, conforme descrição do Tabela 1. Ademais, destaca-se que, todas as disciplinas componentes da matriz curricular da graduação do curso de enfermagem, tanto teóricas, teórico-práticas e práticas da Enfermagem, sejam referentes aos conteúdos básicos, profissionais e estágios repercutem de maneira considerável para a formação e transformação dos discentes em profissionais da enfermagem. As disciplinas de formação básica trazem em seus conteúdos ensinamentos indispensáveis para que os discentes fortaleçam suas habilidades teóricas para que se sobressaiam nas atividades práticas e profissionais do enfermeiro (a), servindo estas, de alicerce fundamental nas disciplinas teórico-práticas e estágios, nas quais os discentes utilizam os conhecimentos adquiridos na matriz básica curricular para o restante do curso profissionalizante; e assim, atuarem no campo profissional de enfermeiro ou enfermeira. Tabela 1 - Distribuição da carga horária no curso conforme elementos obrigatórios profissionais, obrigatórios complementares, complementares optativos e complementares flexíveis. CONTEÚDOS

CARGA HORÁRIA

CRÉDITOS

PERCENTUAL

1.1 Conteúdos Básicos Profissionais

2.955

197

60,4%

1.2 Estágios Supervisionados Obrigatórios

1470

98

30,1%

Sub-total Básicos Profissionais

4.425

295

90,4%

2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios

135

09

2,8%

2.2 Conteúdos Complementares Optativos

90

06

1,8%

2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis

240

16

4,9%

Sub-total complementares específicos

465

31

9,6%

TOTAL DO CURSO

4890

326

100,0%

1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS E ESTÁGIOS

2. CONTEÚDOS COMPLEMENTARES ESPECÍFICOS

| 59

16.2 Composição curricular

Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais o Tabela 2 contempla a distribuição dos componentes curriculares do curso de Graduação em Enfermagem, por período, distribuição de créditos, carga horária e pré-requisitos. Tabela 2 - Componentes curriculares, número de créditos, carga horária e pré-requisitos.

1. Conteúdos Básicos-Profissionais 1.1 Conteúdos Obrigatórios

Créditos

Carga Horária

Anatomia Aplicada à Enfermagem I

4

60

Histologia I

3

45

2

30

Biologia Celular

4

60

Bioquímica Aplicada à Enfermagem

3

45

Temas contemporâneos das ciências sociais para a saúde

4

60

História da Enfermagem

3

45

Bases Políticas e Históricas da Saúde

4

60

Anatomia Aplicada à Enfermagem II

4

60

Fisiologia Humana II

6

90

Parasitologia II

3

45

Microbiologia I

3

45

Biologia Celular, Bioquímica Aplicada À Enfermagem

Estatística Vital

3

45

-

Ambiente, território e saúde

3

45

-

Embriologia Básica

2

30

Patologia Geral Enf.

4

60

Farmacologia Básica

4

60

Componentes

Biofísica dos Sistemas Fisiológicos

Pré-requisitos

Anatomia Aplicada à Enfermagem I Anatomia Aplicada à Enfermagem I, Histologia I, Biofísica dos Sistemas Fisiológicos I, Bioquímica Aplicada à Enfermagem. Biologia Celular

Histologia I, Biologia Celular Anatomia Aplicada à Enfermagem II , Fisiologia Humana II, Parasitologia

II Anatomia Aplicada à Enfermagem II , Fisiologia Humana II, Parasitologia

II | 60 Imunologia I

3

45

Fisiologia Humana II, Parasitologia II, Microbiologia I

Nutrição e Dietética

3

45

-

Psicologia Aplicada à Enfermagem

3

45

-

Epidemiologia

4

60

Saúde Coletiva I

4

60

Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem I

7

105

Farmacologia Aplicada a Enfermagem

3

45

Genética Molecular e Humana

3

45

Saúde Coletiva II

4

60

Saúde Mental I

4

60

-

Estatística Vital, Ambiente, território e saúde Bases Políticas e Históricas da Saúde Anatomia Aplicada à Enfermagem II , Fisiologia Humana II, Parasitologia II , Microbiologia I Patologia Geral , Farmacologia Básica, Imunologia I Histologia I, Biologia Celular, Bioquímica Aplicada à Enfermagem Epidemiologia, Saúde Coletiva I

Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem II

8

120

Patologia Geral , Farmacologia Básica, Imunologia I, Nutrição e Dietética, Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem I

Ética, Bioética e Legislação de Enfermagem

5

75

-

Educação em Saúde

4

60

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente I

7

105

Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso

10

150

Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher I

5

75

Administração e Gestão em Serviços de Atenção à Saúde I

5

75

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II

7

105

Enfermagem na Atenção à Saúde Frente a Doenças Infecciosas e Parasitárias

9

135

Saúde Coletiva I , Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem I Farmacologia Aplicada à Enfermagem, Saúde Coletiva II,Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem II , Ética, Bioética e Legislação de Enfermagem Farmacologia Aplicada à Enfermagem, Saúde Coletiva II,Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem II , Ética, Bioética e Legislação de Enfermagem Farmacologia Aplicada à Enfermagem, Saúde Coletiva II,Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem II , Ética, Bioética e Legislação de Enfermagem Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem II, Ética, Bioética e Legislação de Enfermagem Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente I Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente I, Enfermagem na Atenção

| 61

Saúde Mental II

6

90

Administração e Gestão em Serviços de Atenção à Saúde II

7

105

Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher II

9

135

Enfermagem Cirúrgica

10

150

Enfermagem na atenção ao Paciente Crítico

8

120

197*

2955*

Total de Conteúdos Obrigatórios

à Saúde do Adulto e do Idoso, Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher I Saúde Mental I, Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem II Administração e Gestão em Serviços de Atenção à Saúde I Embriologia Básica, Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher I Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso, Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II, Enfermagem na Atenção à Saúde Frente a Doenças Infecciosas e Parasitárias Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso, Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II, Enfermagem na Atenção à Saúde Frente a Doenças Infecciosas e Parasitárias

1.2 Estágio Supervisionado

Créditos

Carga Horária

Estágio supervisionado na atenção básica de saúde

32

480

Estágio Regional Interprofissional ERIP/SUS

11

165

Estágio supervisionado em assistência hospitalar

32

480

Estágio Supervisionado de Educação Permanente em Saúde

23

345

Total de Estágios Curriculares

98

1470

-

Total de Conteúdos Obrigatórios e Estágios

295

4.425

-

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Seminário Integrador

1

15

-

Metodologia do Trabalho Científico

2

30

-

Pesquisa Aplicada à Enfermagem

2

30

Metodologia do Trabalho Científico

Componentes

Pré-requisitos Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher II, Enfermagem Cirúrgica, Enfermagem na atenção ao Paciente Crítico Estágio supervisionado em assistência hospitalar Estágio supervisionado na atenção básica de saúde Estágio supervisionado em assistência hospitalar

2. Conteúdos Complementares 2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios

Componentes

| 62 2

30

2

30

9

135

Trabalho de Conclusão de Curso I

Trabalho de Conclusão de Curso II

Total de Complementares Obrigatórios

Enfermagem na atenção à saúde da mulher II, Enfermagem Cirúrgica, Enfermagem Paciente Crítico Estágio Supervisionado em Assistência Hospitalar, Trabalho de Conclusão de Curso II

-

2.2 Conteúdos Complementares Optativos (Integralizar no mínimo 06 créditos)

Créditos

Carga Horária

Noções de Primeiros Socorros

3

45

Libras

4

60

Fitoterapia I

2

30

Fitoterapia II

2

30

Fundamentos da Homeopatia

3

45

Fundamentos da Acupuntura

2

30

Ensino de Técnica Áudio Expositivas

3

45

Introdução à Psicologia

4

60

Práticas Integrativas e Complementares no SUS

2

30

Gênero e Saúde Do Homem

3

45

Avaliação e Tratamento de Feridas I

3

45

Cuidados Paliativos

3

45

Enfermagem Forense

3

45

Ações e Estratégias na Atenção Psicossocial Álcool e Outras Drogas

3

45

Sistematização da Assistência de Enfermagem

3

45

Comunicação no Processo de Cuidar em Enfermagem

3

45

Divulgação Científica no ensino de biologia e saúde

4

60

Doenças Prevalentes na População Negra

3

45

Vigilância em Saúde do Trabalhador

3

45

Determinantes Sociais da Saúde

3

45

Tópicos de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente

3

45

Educação Popular em Saúde e Enfermagem

3

45

Exames Laboratoriais e de Imagens Subsídios para Enfermagem

3

45

Atenção à Saúde da Mulher com Câncer de Mama

3

45

Gestão de Qualidade

3

45

Auditoria em Enfermagem

3

45

Empreendedorismo em Enfermagem

3

45

Biossegurança

3

45

Sistema Endocanabinóide e Perspectivas Terapêuticas da Cannabis Sativa L. e Seus Derivados

2

30

Componentes

Pré-requisitos

Biologia Celular

| 63 Biologia dos Tumores

2

30

Gênero e Sexualidade na Enfermagem

2

30

2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis Não Extensão (Integralizar no máximo 02 créditos = 30 horas) 2 2

Tópicos Especiais em Enfermagem I, II ou III Total de Complementares Flexíveis Não Extensão

30 30

3. Creditação da Extensão 3.1 Em componentes curriculares obrigatórios 3.2 Em componentes flexíveis - Tópicos especiais IV a VIII (integralizar no máximo 14 créditos)

19

285

14

210

-

33 TOTAL DE CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO 495 *O total básico profissional diz respeito ao somatório dos Conteúdos Básicos Profissionais + Creditação de componentes curriculares obrigatórios

16.3 Matriz curricular Tabela 3 - Componentes curriculares por período, número de créditos, carga horária e prérequisitos PERÍODO

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

Anatomia Aplicada à Enfermagem I

4

30

30

-

60

-

Histologia I Biofísica dos Sistemas Fisiológicos

3

30

15

-

45

-

2

30

-

-

30

-

4

Biologia Celular

4

45

15

-

60

-

5

3

30

15

-

45

-

4

60

-

-

60

-

7

Bioquímica Aplicada à Enfermagem Temas Contemporâneos das Ciências sociais para Saúde História da Enfermagem

3

45

-

-

45

-

8

Bases Políticas e Históricas da Saúde

4

45

-

15

60

-

1

15

-

15

-

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

1 2 3

1º

6

9 Seminário Integrador TOTAL PERÍODO PERÍODO

2º

28

330

75

15

420

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

10 Anatomia Aplicada à Enfermagem II

4

30

30

-

60

1

11 Fisiologia Humana II

6

45

45

-

90

1.2.3.5

12 Parasitologia II

3

30

15

-

45

4

13 Microbiologia I

3

45

-

-

45

4.5

14 Estatística Vital

3

45

-

-

45

-

15 Ambiente, território e saúde 16 Metodologia do Trabalho Científico

3

15

15

15

45

-

2

15

15

-

30

-

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

17 Embriologia Básica

2

15

15

-

30

2.4

26

240

135

15

390

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

18 Patologia Geral Enf.

4

45

15

-

60

10.11.12

19 Farmacologia Básica

4

45

15

-

60

10.11.12

20 Imunologia I

3

45

-

-

45

11.12.13

21 Nutrição Dietética

3

45

-

-

45

-

22 Psicologia Aplicada à Enfermagem

3

30

15

-

45

-

TOTAL PERÍODO PERÍODO

3º

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

| 64 CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

23 Epidemiologia

4

45

-

15

60

14.15

24 Saúde Coletiva I Semiologia e Semiotécnica da 25 Enfermagem I TOTAL PERÍODO

4

15

30

15

60

8

PERÍODO

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

60

15

105

10.11.12.1 3

300

135

45

480

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

26 Farmacologia Aplicada a Enfermagem

3

45

-

-

45

18.19.20

27 Genética Molecular e Humana

3

30

15

-

45

2.4.5

28 Pesquisa Aplicada à Enfermagem

2

30

-

-

30

16

29 Saúde Coletiva II

4

15

30

15

60

23.24

30 Saúde Mental I Semiologia e Semiotécnica da 31 Enfermagem II Ética, Bioética e Legislação de 32 Enfermagem 33 Educação em Saúde TOTAL PERÍODO

4

60

-

-

60

-

PERÍODO

4º

PERÍODO

Nº

Nº 34 35

5º

36 37

38 TOTAL PERÍODO PERÍODO

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

COMPONENTES CURRICULARES Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente I Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher I Administração e Gestão em Serviços de Atenção à Saúde I Componente optativo COMPONENTES CURRICULARES

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II Enfermagem na Atenção à Saúde 40 Frente a Doenças Infecciosas e 6º Parasitárias 41 Saúde Mental II Administração e Gestão em Serviços 42 de Atenção à Saúde II TOTAL PERÍODO 39

PERÍODO

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher II 44 Enfermagem Cirúrgica 7º Enfermagem na Atenção ao Paciente 45 Crítico 46 Componente optativo TOTAL PERÍODO 43

PERÍODO

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

Estágio Supervisionado na Atenção Básica de Saúde 48 Trabalho de Conclusão de Curso I TOTAL PERÍODO 8º

PERÍODO

47

Nº

COMPONENTES CURRICULARES

7

30

32

8

45

75

-

120

18.19.20.2 1.25

5

60

-

15

75

-

4

15

-

45

60

24.25

33

300

120

75

495

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

7

45

45

15

105

26.29.31.3 2

10

75

75

-

150

26.29.31.3 2

5

30

30

15

75

26.29.31.3 2

5

30

30

15

75

31.32

3

45

-

-

45

-

30

225

180

45

450

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

7

45

45

15

105

34

9

60

60

15

135

34.35.36

6

45

45

-

90

30.31

7

45

45

15

105

37

29

195

195

45

435

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

9

60

60

15

135

17.36

10

75

75

-

150

35.39.40

8

45

45

30

120

35.39.40

3 30

45 225

180

45

45 450

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

TOTAL

PR

32

-

480

-

480

43.44.45

2

30

-

-

30

43.44.45

34

30

480

-

510

-

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

| 65 PERÍODO

Nº

9º

49

COMPONENTES CURRICULARES

Estágio Supervisionado em Assistência Hospitalar

TOTAL PERÍODO

Estágio Regional Interprofissional 50 ERIP/SUS 10º 51 Trabalho de Conclusão de Curso II Estágio Supervisionado em Educação 52 Permanente em Saúde TOTAL PERÍODO TOTAL CURSO Credit. extensão - Flexíveis extensão Componentes Flexíveis TOTAL

CRÉDITOS

CH TEÓRICA

CH TEÓRICOPRÁTICA

CH EXTENSÃO

TOTAL

PR

32

-

480

-

480

47

32

-

480

-

480

-

11

-

165

-

165

49

2

30

-

-

30

48.49

23

-

345

-

345

49

36 310 14 2 326

30 1.875 -

510 2.490 -

285 -

540 4.650 210 30 4.890

-

16.4 Temáticas obrigatórias Quadro 05 - Temáticas Obrigatórias - Bacharelado

Temática

Componente(s) Ofertado através de (nomes dos componentes curriculares) Bases políticas e históricas da saúde

Educação das Relações Étnico-Raciais

Direitos Humanos

Educação Ambiental

Natureza do(s) componente(s) (Obrigatório/Complementar Obrigatório/Complementar Optativo) Obrigatória

Doenças prevalentes na população negra

Optativa

Educação Popular em Saúde e em Enfermagem

Optativa

Empreendedorismo em Enfermagem

Optativa

Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso

Obrigatória

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II

Obrigatória

Temas contemporâneos das ciências sociais para saúde

Obrigatória

Ética, bioética e legislação de enfermagem

Obrigatória

Gênero e sexualidade na enfermagem

Optativa

Ambiente, território e saúde

Obrigatória

Biossegurança

Optativa

| 66 Pessoa com Deficiência

Bases políticas e históricas da saúde

Obrigatória

Enfermagem na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso

Obrigatória

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II

Obrigatória

16.5 Equivalências Quadro 6 - Equivalências entre as matrizes curriculares Enfermagem Currículo 512007

Anatomia Humana I Anatomia Humana II

Carga horária 60h 60h

Enfermagem Currículo NOVO Componente (Código diferente ou a palavra NOVO) Anatomia Aplicada à Enfermagem Anatomia Aplicada à Enfermagem II

Carga horária 60h 60h

Seminário Integrador I

15h

Seminário Integrador

15h

Embriologia I ENF

30h

Embriologia Básica

30h

Componente (código)

16.6 Estágios curriculares O Curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado) terá em seu escopo curricular três estágios obrigatórios denominados: Estágio Supervisionado na Atenção Básica de Saúde (ESAB) com carga horária de quatrocentos e oitenta horas (480) horas; Estágio Regional Interprofissional (ERIP) desenvolvido com a carga horária de cento e sessenta e cinco (165) horas; Estágio Supervisionado em Assistência Hospitalar (ESAH) com carga horária de quatrocentos e oitenta (480) horas e Estágio Supervisionado em Educação Permanente em Saúde (ESEPS) com carga horária de trezentos e quarenta e cinco (345) horas. Estes estágios serão sustentados pelos fundamentos da integração teoria-prática, desenvolvidos pelos estudantes em Instituições concedentes de estágios e conveniadas com a UFPB, realizados em horários compatíveis com o horário acadêmico do aluno. Para matricular-se nos Estágios Curriculares Supervisionados, o estudante terá que ter sido aprovado nas disciplinas consideradas obrigatórias, consideradas pré-requisito.

| 67 Serão objetivos dos Estágios Curriculares Supervisionados Obrigatórios: Contribuir para a qualidade da formação acadêmico-profissional por meio da integração da teoria com a prática, e do desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao desempenho profissional qualificado; Inserir o estudante na sua realidade social, econômica, política e cultural, ampliando as oportunidades de observação, interlocução e intervenção para o exercício profissional; e Promover a integração entre a Universidade e sociedade. Os aspectos operacionais dos estágios serão regidos por Resolução específica do Colegiado, fundamentado nas Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação em Enfermagem vigentes, na Lei de Estágio (Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008) e no Regulamento dos Cursos de Graduação da Universidade Federal da Paraíba.

-

Estágio Supervisionado na Atenção Básica de Saúde – ESAB

O ESAB será desenvolvido em Unidades de Saúde da Família (USF) e outras Instituições de igual responsabilidade dentro do seu território. Ele estará vinculado aos Departamentos de Enfermagem e abrangerá atividades de planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem relacionada à promoção, proteção e recuperação da saúde da população assistida por serviços de atenção primária à saúde no quais haja atuação de enfermeiros. Este estágio terá por objetivo: assistir integralmente à saúde da população, atuando nos diversos programas de atenção primária à saúde. O ESAB está incluído no oitavo (8º) período da estrutura curricular do Curso, devendo ser cursado por estudantes que tenham integralizado todos os componentes curriculares obrigatórios até o oitavo (8º) período curricular, considerados pré-requisitos. Será desenvolvido como atividade coletiva, contabilizando uma carga horária total de quatrocentas e oitenta horas (480h) ou trinta e dois (32 créditos) para o estudante, sendo o máximo de trinta horas semanais (30h), em horário diurno.

-

Estágio Supervisionado em Assistência Hospitalar – ESAH

O ESAH, vinculado aos Departamentos de Enfermagem, desenvolver-se-á nas unidades do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), e estará inserido no nono (9º) período da estrutura curricular. Compreenderá o desenvolvimento de atividades de planejamento, execução e avaliação

| 68 da assistência de enfermagem a pessoas hospitalizadas, alicerçadas em conhecimentos técnicocientíficos, gerenciais e educativos obtidos no decorrer do curso, com ênfase na humanização e sistematização da assistência de enfermagem através da aplicação do processo de enfermagem. Cursará o ESAH o estudante que integralizar o ESAB e o ERIP, sendo desenvolvido em um único semestre, cumprindo uma carga horária total de quatrocentos e oitenta horas (480) ou trinta (32) créditos, em até trinta horas semanais, nos horários dos plantões diurnos, e será oferecido como atividade coletiva. O ESAH excepcionalmente, e a critério do Colegiado de Curso, poderá ser desenvolvido de forma concentrada, respeitando as legislações vigentes, a carga horária prevista e as especificidades dos locais de práticas.

-

Estágio Regional Interprofissional – ERIP

O ERIP será componente obrigatório para os estudantes do Curso de Graduação em Enfermagem (Bacharelado), vincular-se-á ao Centro de Ciências da Saúde (CCS), estará inserido no décimo (10º) período do curso, terá as suas atividades realizadas em Unidades de Saúde da Família (USF) e outras Instituições de igual responsabilidade dentro do seu território, em Municípios conveniados com a UFPB. O ERIP estará fundamentado nos dispositivos legais da Resolução Nº 284/79 do CONSUNI, da Resolução Nº 09/79 do CONSEPE, da Resolução Nº 16/2015 e pela Lei Nº 11.788/2008. Será desenvolvido como atividade coletiva contabilizando uma carga horária total de cento e sessenta e cinco horas (165) horas. Este estágio promoverá uma vivência prática dos conteúdos teóricos apresentados em disciplinas como a de Saúde Coletiva, além de proporcionar uma interação entre estudantes e profissionais, promovendo o desenvolvimento de atividades multiprofissionais, dentro da realidade da Atenção Primária à Saúde. O ERIP compreenderá um conjunto de ações e iniciativas realizadas na rede de serviços de saúde, desenvolvidas em período integral, com rodízio ininterrupto, nos quais os estudantes do Curso de Graduação em Enfermagem estarão inseridos em grupos formados por estudantes de outros Cursos de Graduação da área de Saúde (a exemplo da Medicina, Odontologia, Fisioterapia, Farmácia, Nutrição, Educação Física, Biomedicina, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional) com os quais desenvolverá trabalho colaborativo, sob a orientação de professores e supervisão de profissionais dos serviços.

-

Estágio Supervisionado em Educação Permanente em Saúde (ESEPS)

| 69

O ESEPS, vinculado aos Departamentos de Enfermagem, desenvolver-se-á em serviços de atenção primária e de atenção especializada à saúde. Será ofertado no décimo (10º) período da estrutura curricular e será desenvolvido como atividade coletiva. Cursa o ESEPS o estudante que integralizar o ESAH, sendo desenvolvido em um único semestre com uma carga horária total de trezentas e quarenta e cinco (345) horas o que equivale a 23 créditos. Tem como propósito a formação profissional pedagógica relacionados à área da saúde e de enfermagem, de modo a oferecer ao educador em formação, a articulação do saber teórico com a prática educativa em saúde com base na Política de Educação Permanente em Saúde.

Quadro 7: Distribuição dos estágios e carga horária de acordo com o campo de prática Componente Curricular de Estágio

Atenção Básica

Atenção Especializada e

TOTAL

Hospitalar CH

CH

CH

Estágio Supervisionado na Atenção Básica de Saúde – ESAB

480

-

480

Estágio Supervisionado em Assistência Hospitalar – ESAH

-

480

480

Estágio Regional Interprofissional – ERIP

165

-

165

Estágio Supervisionado em Educação Permanente em Saúde (ESEPS)

90

255

345

TOTAL - HORAS

735

735

1.470

Distribuição percentual

50%

50%

100%

16.7 Trabalho de conclusão de curso O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), de realização obrigatória, consistirá numa pesquisa individual, que deverá abordar objeto de estudo de relevante interesse para a Enfermagem e seguir a regulamentação específica do Colegiado do Curso. São objetivos do TCC: incentivar o estudante ao desenvolvimento de pensamento críticoreflexivo considerando a relevância social da pesquisa; aprimorar o processo formativo da investigação na busca de soluções frente ao confronto do conhecimento científico com o conhecimento prático; aprofundar o conhecimento teórico-prático em área relevante para a

| 70 Enfermagem e de interesse do estudante, em observância aos princípios ético-legais da pesquisa e do exercício profissional. A pesquisa deverá abordar tema atual, de interesse da Enfermagem e com relevância social; ser elaborado sob a orientação de enfermeiro docente da UFPB, vinculado ao Curso de Graduação, a Pós-Graduação em Enfermagem, ou ao Curso Técnico de Enfermagem da Escola Técnica de Saúde – ETS/UFPB, sendo permitida a coorientação (ou segunda orientação) de docente da UFPB de outras áreas de conhecimento, somente quando o objeto de estudo justificar. Para o desenvolvimento do Projeto de Pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso será disponibilizado ao discente: o componente curricular obrigatório TCC I (disciplina), com 30 horas semanais, o qual subsidiará para o estudante, os conhecimentos teóricos, metodológicos, processuais e éticos inerentes ao desenvolvimento dos projetos de TCC; além da simultânea orientação individual do estudante pelo orientador direcionada a construção do projeto de TCC propriamente dito, de modo que ao final do Curso da disciplina o estudante disponha do projeto de TCC em condições de ser encaminhado à apreciação de Comitê de Ética e Pesquisa (CEP), nos casos requeridos, via plataforma Brasil. No Centro de Ciências da Saúde, bem como no hospital universitário (HULW) há CEPs próprios. Para o desenvolvimento dos relatórios finais de pesquisa, será disponibilizada uma carga horária de 30 horas, de atividade de orientação individual desenvolvida por professor orientador, correspondente à atividade TCC II, que contemplará o desenvolvimento das pesquisas, apreciação do relatório final por banca examinadora, apresentação pública do TCC no último semestre do curso, em evento coletivo específico, e entrega de relatório final de pesquisa em formato de artigo científico à Coordenação do Curso. Os procedimentos e as atividades inerentes ao TCC estarão definidos em resolução específica do Colegiado do Curso.

16.8 Atividades complementares flexíveis Serão consideradas atividades complementares flexíveis a participação certificada dos estudantes em estudos complementares, pesquisa, iniciação à docência (monitoria), tutoria, participação em eventos científicos e culturais da área de saúde e Enfermagem, participação em atividades políticas da profissão e do Sistema Único de Saúde, e participação no movimento estudantil. Estas atividades deverão: ser desenvolvidas ao longo do curso; contribuir com a ampliação dos conhecimentos na área da saúde e da Enfermagem; ter relação com o conhecimento trabalhado através de componentes curriculares de ensino; contribuir com o desenvolvimento de funções

| 71 essenciais do Bacharel em Enfermagem, e ser desenvolvidas, preferencialmente, na perspectiva interdisciplinar e interprofissional. Neste sentido, as atividades complementares terão como objetivo contribuir com a construção das competências e habilidades necessárias ao perfil do formando, numa perspectiva relacional com o conhecimento inerente às atividades curriculares obrigatórias. Para efeito de integralização curricular, estas atividades serão aproveitadas através de componentes complementares flexíveis, denominados Tópicos Especiais em Enfermagem (definidos pela Portaria PRG/UFPB Nº 25/2011), os quais totalizarão, no máximo, 30 horas/2 créditos, sendo a carga horária, de cumprimento obrigatório e o aproveitamento disciplinado por regulamento específico, aprovado pelo Colegiado de Curso, considerando a seguinte sistemática:

Quadro 8 - Componentes curriculares flexíveis, carga horária e tipos de atividades. Componente flexível

Carga horária

Tipo de atividades

(nº de crédito) Tópicos Especiais Enfermagem I

em 30 horas (2 créditos)

Atividades pesquisa

vinculadas

Tópicos Especiais Enfermagem II

em 30 horas (2 créditos)

Atividades vinculadas à iniciação à docência (monitoria) e tutoria.

Tópicos Especiais Enfermagem III

em 30 horas (2 créditos)

Atividades relevantes para a construção de conhecimento, competências e habilidades do Bacharel (cursos vinculados à formação profissional, disciplinas de áreas afins, participação em órgãos colegiados, participação em atividades políticas da profissão e do Sistema Único de Saúde, e participação do movimento estudantil.

Fonte: Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem, 2022.

à

| 72 16.9. Curricular da extensão A Extensão Universitária é uma atividade acadêmica e social que tem o intuito de promover a integração da instituição com a comunidade local ou regional. Na UFPB, cabe à Pró-reitoria de Extensão (PROEX) a função de coordenar a política de extensão, cujos âmbitos abrangem da extensão cultural, programas de ação comunitária, educação popular à coordenação de editais para seleção de propostas de ações extensionistas como Programa de Bolsas de Extensão (PROBEX). No Curso de Graduação em Enfermagem, todos os estudantes deverão cumprir, ao longo do curso, no mínimo, 495 horas (33 créditos), correspondentes a 10,1% da carga horária total do Curso, através do desenvolvimento de atividades de extensão universitária, em conformidade com a Resolução CNE/CES nº 07/2018 que estabelece as diretrizes para a extensão na Educação Superior Brasileira e a Resolução Consepe 02/2022, que dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos Currículos de Graduação, no âmbito da UFPB. Em conformidade com as normativas pertinentes, serão consideradas atividades de extensão, intervenções que envolvam diretamente as comunidades externas ao Curso e/ou à UFPB, vinculadas à formação em saúde e em Enfermagem, desenvolvidas, preferencialmente, de modo interdisciplinar e/ou multidisciplinar, multiprofissional e/ou interprofissional, e capaz de promover a interação transformadora entre a universidade e os outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, em articulação permanente com o ensino e com a pesquisa. O cumprimento dos 33 créditos de atividades de extensão será obrigatório para a integralização do Curso, e ocorrerá através das possibilidades: 19 créditos distribuídos em componentes curriculares obrigatórios, 14 créditos através do aproveitamento de atividades do tipo extensão como componentes complementares flexíveis. Para além dessas possibilidades há 5,5 créditos de componentes curriculares optativos que também disponibilizam carga horária de extensão. A orientação é que o NDE acompanhe as informações e orientações da Pró-Reitoria de Extensão, através do Manual de Creditação da Extensão disponível em Manual de Creditação da Extensão | Editora UFPB.

16.9.1 Créditos cursados através de componentes curriculares Estarão disponíveis para os estudantes 285 horas (19 créditos de extensão) distribuídos nos componentes curriculares obrigatórios, além de 83 horas (5,5 créditos de extensão) em componentes optativos, conforme exposto na Tabela 4 a seguir:

| 73

Tabela 4 – Distribuição dos créditos de extensão em componentes curriculares obrigatórios e optativos.

Componente Bases Políticas e Históricas da Saúde

CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO Natureza do Componente (Obrigatório, Complementar Obrigatório, Optativo ou Flexível) Obrigatório

Carga-horária específica para Extensão 15 h

Ambiente, território e saúde

Obrigatório

15h

Epidemiologia

Obrigatório

15h

Saúde Coletiva I

Obrigatório

15h

Semiologia e Semiotécnica da Enfermagem I

Obrigatório

15h

Saúde Coletiva II

Obrigatório

15h

Ética, Bioética e Legislação de Enfermagem

Obrigatório

15h

Educação em Saúde

Obrigatório

45h

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente I

Obrigatório

15h

Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher I

Obrigatório

15h

Administração e Gestão em Serviços de Atenção à Saúde I

Obrigatório

15h

Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II

Obrigatório

15h

Enfermagem na Atenção à Saúde Frente a Doenças Infecciosas e Parasitárias

Obrigatório

15h

Administração e Gestão em Serviços de Atenção à Saúde II

Obrigatório

15h

Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher II

Obrigatório

15h

Enfermagem na Atenção ao Paciente Crítico

Obrigatório

30h

Divulgação científica no ensino de biologia e saúde Doenças prevalentes na população negra

Optativo Optativo

45h 15h

Biossegurança

Optativo

15h

Fitoterapia I

Optativo

2h

Fitoterapia II

Optativo

2h

Fundamentos da homeopatia

Optativo

4h

Fonte: Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem, 2022.

| 74

16.9.2 Aproveitamento de atividades de extensão como componentes complementares flexíveis A carga horária exigida para o cumprimento de 14 créditos de extensão (210 horas), será computada no histórico acadêmico dos estudantes através do aproveitamento de componentes complementares flexíveis específicos de extensão. Poderão ser aproveitadas como tal as participações dos estudantes em programa de extensão, projeto de extensão, prestação de serviços, estágios supervisionados não obrigatórios, participação em empresas juniores, ligas acadêmicas e/ou incubadoras. Poderão ainda ser aproveitadas participações dos estudantes como membro da equipe executora de cursos e eventos que se proponham a socializar os conhecimentos produzidos na Universidade, de forma presencial ou à distância (síncrona ou assíncrona), vindo a contribuir para uma melhor articulação entre o saber acadêmico, a transferência de tecnologia e as práticas sociais. Para tanto, estas atividades deverão ser desenvolvidas pelo estudante ao longo do curso, contribuir com a construção de competências e habilidades inerentes ao Bacharel em Enfermagem, serem desenvolvidas numa perspectiva relacional da extensão com o ensino e a pesquisa em saúde e enfermagem, e serem certificadas por autoridades competentes. Os critérios e procedimentos para a creditação da extensão através do aproveitamento de componentes complementares flexíveis, denominados Tópicos Especiais em Enfermagem, também estarão descritos em regulamento específico do Colegiado do Curso.

Quadro 9 - Componentes curriculares flexíveis ‘Tópicos Especiais em Enfermagem IV a VIII Extensão’, carga horária e tipos de atividades.

Componente flexível

Carga horária (nº de crédito)

Tópicos Especiais em Enfermagem IV

210 horas

Tópicos Especiais em Enfermagem V

210 horas

(14 créditos)

(14 créditos)

Atividades

Participação em Programa Institucional de extensão provenientes de Editais de extensão PROEX/UFPB

Participação em Projetos Institucionais de extensão provenientes de Editais de extensão PROEX/UFPB

| 75 Tópicos Especiais em Enfermagem VI

210 horas

Tópicos Especiais em Enfermagem

VII 105 horas

Tópicos Especiais em Enfermagem

VIII 105 horas

(14 créditos)

(07 créditos)

(07 créditos)

Participação em Estágio Supervisionado não obrigatório na área de Enfermagem

Prestação de serviços, participação em Empresas Juniores, Ligas acadêmicas e/ou Incubadoras sob orientação de um tutor docente

Membro de equipe executora de cursos e eventos que se proponham a socializar conhecimentos produzidos na Universidade e contribuam para a articulação entre o saber acadêmico, a transferência de tecnologia e as práticas sociais

Fonte: Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem, 2022.

16.10 Conteúdos transversais Os conteúdos transversais devem ser trabalhados, de forma contínua ao longo do curso, seja nas atividades de ensino, pesquisa ou de extensão contempladas na matriz curricular. No caso das atividades de ensino, serão trabalhados com foco nas respectivas áreas de conhecimento e/ou ciclo de vida do cuidado de pessoas, famílias e comunidades. São eles:

- Cuidado na diversidade de gênero e cultural; - Interprofissionalidade em Saúde; - Comunicação e Tecnologia da Informação em Saúde; - Inovação Tecnológica no Cuidado em Saúde; - Prática Baseada em Evidências.

[página 76 — sem camada de texto; texto obtido por OCR]

17. FLUXOGRAMA

Figura 1 - Fluxograma do Curso de Graduação em Enfermagem — Turno Integral

1º PERÍODO 2º PERÍODO 3º PERÍODO 4º PERÍODO 5º PERÍODO 6º PERÍODO 7º PERÍODO 8º PERÍODO 9º PERÍODO 10º PERÍODO

1. Anatomia aplicada à Enfermagem | (4cr)

2. Histologia | (3cr)

3. Biofísica dos Sistemas Fisiológicos (2cr)

4. Biologia celular (4cr)

10. Anatomia aplicada à Enfermagem Il (4cr)

11. Fisiologia

Humana Il (6cr)

12. Parasitologia

IH (3er)

13. Microbiologia

I(3cr)

18. Patologia Geral Enf. (4cr)

19. Farmacologia Básica (4cr)

20. Imunologia | (3cr)

21. Nutrição e dietética (3cr)

26. Farmacologia apl. à Enferm. (3er)

27. Genética molecular e humana (3cr)

28. Pesquisa aplicada Enf. (2cr)

29. Saúde Coletiva II (4cr)

34. Enf. na Atenção à Saúde da Criança e do Adolesc. | (Ter)

35. Enf. na Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso (10cr)

36. Enf. na Atenção à Saúde da Mulher | (Scr)

37. Adm. e Gestão em Serv. de Atenção à Saúde | (5cr)

39. Enf. na Atenção à Saúde da Criança e do Adolesc. H (7cr)

40. Enf. na Atenção à saúde frente à D. Infec.

e Parasit. (9cr)

41. Saúde Mental Il (Ger)

42. Adm. e Gestão em Serv. de Atenção à Saúde II (Ter)

43. Enf. na Atenção à Saúde da Mulher II (9cr)

44. Enfermagem Cirúrgica (10cr)

45. Enfermagem na Atenção ao Pac. Crítico (8cr)

46. Optativa (3cr)

5. Bioquímica aplicada à Enfermagem (3cr)

6. Temas Conte, das Ciênc. Sociais para Saúde (4cr)

7. História da Enfermagem (3cr)

8. Bases polít. e hist. da saúde (4cr)

9. Seminário Integrador (1cr)

aut)

14. Estatística vital (3cr)

15. Ambiente territ. e saúde (3cr)

16. Metodologia do Trabalho Científico (2cr)

17. Embriologia Básica (2cr)

22. Psicologia aplicada à Enfermagem (3cr)

23. Epidemiologia (4 cr)

24. Saúde Coletiva | (4 cr)

25. Semiologia Semiotec. Enf. | (Ter)

30. Saúde Mental I(4cr)

31. Semiologia e Semiotec. Enf. | (8cr)

32. Ética, Bioética e Legisl. de Enfer. (Der)

33. Educação em Saúde (4cr)

38. Optativa (3cr)

Conteúdos flexíveis: 02 créditos (30 horas) a serem integralizados ao longo do curso (Tópicos Especiais |

INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR: 4.890 HORAS (326 CRÉDITOS)

47. Estágio Supervisionado na Atenção Básica de Saúde (32er)

48. Trabalho de Conclusão de Curso | (2cr)

TOTAL: 28 cr TOTAL: 26 cr TOTAL: 32 cr TOTAL: 33 cr TOTAL: 30 cr TOTAL: 29 cr TOTAI 0 cr TOTAL: 34 cr TOTAL: 32 cr TOTAL: 36 cr

Creditação da Extensão: 14 créditos a serem integralizados ao longo do curso (tópicos Especiais IV a

VIII) e 19 créditos em componentes curriculares obrigatórios

49. Estágio

Superv. em

Assistência Hospitalar (32 cr)

50. Estágio Regional Interprofissional ERIP/SUS (11cr)

51. Trabalho de Conclusão de Curso II (2cr)

52. Estágio Superv. em Educ Permanente em

Saúde (23 cr) [fim da página 76]

| 77

18. EMENTÁRIO 1º PERÍODO

BIOLOGIA CELULAR 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código 1104108 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Biologia Molecular Ementa: Estuda a História e Evolução. Método de estudo da célula. Morfologia e Fisiologia das Estruturas Celulares. Bibliografia Básica ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; MORGAN, David; RAFF, Martin; ROBERTS, Keith; WALTER, Peter; WILSON, John; HUNT, Tim. Biologia Molecular da Célula. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. COOPER, Geofrey; HAUSMAN, Robert E. A Célula: Uma abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. LODISH, Harvey; BERK, Arnold; KAISER, Chris A.; KRIEGER, Monty; BRETSCHER, Anthony; PLOEGH, Hidde; AMON, Angelika. Biologia Celular e Molecular. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.

Bibliografia Complementar ALBERTS, Bruce; BRAY, Dennis; HOPKIN, Karen; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; RAFF, Martin; ROBERTS, Keith; WALTER, Peter. Fundamentos de Biologia Celular. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. CARVALHO, Hernandes F.; RECCO-PIMENTEL, Shirlei Maria. A célula. 4. ed. São Paulo: Manole, 2019.

| 78 BIOQUÍMICA APLICADA À ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Biologia Molecular Ementa: Introdução a Bioquímica, biomoléculas, Carboidratos, Lipídios, Água e Tampões, Aminoácidos e peptídeos, Proteínas, Enzimas, Coenzimas e introdução ao metabolismo.

Bibliografia Básica NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. 1278 p. ISBN: 9788582715338. BERG, Jeremy M.; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2014. 1162p. ISBN: 9788527723619. CAMPBELL, Mary K; FARRELL, Shawn. Bioquímica. 2. ed. 2017. São Paulo: Cengage Learning, 2015, 2017. 812p. ISBN: 9788522118700. MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 392p. ISBN: 9788527727730.

Bibliografia Complementar HARVEY, Richard A; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 520p. ISBN: 9788536326252. DEVLIN, Thomas M; MICHELACCI, Yara M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. São Paulo: Edgard Blücher, 2011. xxxviii, 1252p. ISBN: 9788521205920. SMITH, Colleen; MARKS, Allan D.; LIEBERMAN, Michael. Bioquímica médica básica de Marks: uma abordagem clínica. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 980 p. ISBN: 9788536308807. VOET, Donald; VOET, Judith G; PRATT, Charlotte W. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014, 2015 reimp. 1167 p. ISBN: 9788582710654. RODWELL, Victor W et al. Bioquímica Ilustrada de Harper. 30.ed. Porto Alegre: AMGH, 2017. 817p. ISBN: 9788580555943.

| 79 BIOFÍSICA DOS SISTEMAS FISIOLÓGICOS 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código NOVO Carga Horária Teórica:

Carga Horária Prática: Carga Horária EAD: -

30h

-

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Biologia Molecular Ementa: Bases físicas da Fisiologia: Grandezas e unidades; termodinâmica e fluidos; eletricidade. Bioeletrogênese. Excitação e resposta celulares. Comunicação Celular. Biofísica das funções vitais: Circulação, respiração, digestão e função renal. Bibliografia Básica HENEINE, Ibrahim Felippe. Biofísica Básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, c2010. 400p. ISBN: 9788573791225. GARCIA, Eduardo A. C. Biofísica. 2.ed. São Paulo: Sarvier, 2015. 505 p. ISBN: 9788573782462. OKUNO, Emico; CALDAS, Iberê Luiz; CHOW, Cecil. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1982. 490 p. ISBN: 852940131.

Bibliografia Complementar AIRES, Margarida. Fisiologia. 3. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2015. GUYTON, A. C.; HALL, J. E.Tratado de Fisiologia Médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

| 80 TEMAS CONTEMPORÂNEOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS PARA SAÚDE

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código NOVO Carga Horária Prática: Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais Ementa: Natureza, cultura e territórios. Direitos sociais, cidadania e política social. Identidade, diferença e direitos humanos. Corpo/corporeidade e saúde. Bibliografia Básica ELIAS, Norbert, SCOTSON, John L. Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações de poder a partir de uma pequena comunidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000. NEVES, Ednalva M.; LONGHI, Marcia R.; FRANCH, Mónica. Antropologia da saúde: ensaios em políticas da vida e cidadania. João Pessoa: Mídia; Brasília: ABA Pub., 2018. O ́DWYER, Eliane Cantarino (Org.). Quilombos: identidade étnica e territorialidade. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2002. PINSKY, Jaime; PINSKY, Cara Bassanezi. História da Cidadania. 2 ed. São Paulo: Contexto, 2003.

Bibliografia Complementar BRETON, David Le. A sociologia do corpo. 2 ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2007. (Tradução Sônia M.S. Furhrmman). FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 12 ed. Rio de Janeiro: Graal, 1996. GIDDENS, Antony. Sociologia. 4 ed. São Paulo: Artmed, 2008. JARDIM, Denise Fagundes; LÓPEZ, Laura Cecilia. (Orgs.). Políticas da diversidade: (In)visibilidade, pluralidade e cidadania em uma perspectiva antropológica. Porto Alegre, Ed.UFRGS, 2013. MALUF, Sônia Weidner; SILVA, Érica Quinaglia. Estado, políticas e agenciamentos sociais em saúde. Etnografias comparadas. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2018. SILVA, Tomaz Tadeu da; HALL, Stuart; WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2014.

| 81 BASES POLÍTICAS E HISTÓRICAS DA SAÚDE 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código NOVA Carga Horária Prática: Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Compreensão crítico-reflexiva da construção histórica da cidadania e das políticas públicas de saúde no Brasil, com ênfase na constituição do direito à saúde como direito social. Análise da trajetória das políticas de saúde brasileiras: das origens da saúde pública e da medicina previdenciária aos movimentos sociais e à Reforma Sanitária que culminaram na criação do Sistema Único de Saúde (SUS); dos princípios, diretrizes, arcabouço jurídico e institucionalização do SUS, bem como seus desafios contemporâneos. Compreensão das relações étnico-raciais, de gênero, geracionais, territoriais, socioculturais e das especificidades das pessoas com deficiência na conformação das políticas de saúde e na organização do sistema de saúde. Valorização da diversidade humana, da pluralidade de culturas e modos de vida como fundamentos para a construção de uma atenção à saúde equânime, inclusiva e antidiscriminatória. Integração com a comunidade por meio de práticas extensionistas, favorecendo o diálogo de saberes e o compromisso com a transformação social. Bibliografia Básica TEIXEIRA, C.F.; SOUZA, L.E.P.F.; PAIM, J.S. Sistema Único de Saúde (SUS): a difícil construção de um Sistema Universal na Sociedade brasileira. In: PAIM, J.S, ALMEIDA-FILHO, N. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. MEDBOOK – Editora Científica. CAP. 9; p. 97-138, 2014. SOLHA, R. K. T. Sistema Único de Saúde: Componentes, diretrizes e Políticas Pública. São Paulo: ÈRICA, 2014. SOUZA, M., C. Enfermagem em saúde coletiva: teoria e prática/ – 2. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2018. 396 p.: il. ; 28 cm.

Bibliografia Complementar PAIM, J. S.. REFORMA compreensão e crítica. Fiocruz. 2008

SANITÁRIA

BRASILEIRA: contribuição para

a

PEREIRA, I. C.. Atenção primária, promoção da saúde e o Sistema Único de Saúde: um diálogo necessário. Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. 2014.

| 82 SEMINÁRIO INTEGRADOR 01 crédito

Carga Horária Total: 15 h

Código NOVA Carga Horária Prática: Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Módulo Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Inserção do estudante no Curso de Graduação em Enfermagem, através do reconhecimento da Instituição e do Curso, da discussão do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) em sua concepção filosófica e pedagógica, relação com as Diretrizes Curriculares Nacionais, e da discussão sobre os campos de atuação profissional do enfermeiro, e outros temas relacionados à formação acadêmica. Bibliografia Básica COSTA, R.B.; MATOS, W.D.V. Saúde e ciência: A máquina da evolução humana. Belém: Nervus, 2021. 168p. – Disponível na Biblioteca Virtual SOUZA, Paulo Henrique de. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 10 competências? Belo Horizonte: Conhecimento Editora, 2020. – Disponível na Biblioteca Virtual MELLO, C.M.; ALMEIDA NETO, J.R.M.; PETRILLO, R.P. Curricularização da extensão universitária. 2ª ed. Rio de Janeiro: Processo 2022. 124p. – Disponível na Biblioteca Virtual

Bibliografia Complementar CHACON, Daniel Ribeiro de Almeida (organizador). Pedagogia da Resistência : escritos a partir da vida e obra de Paulo Freire. Petrópolis, RJ : Vozes, 2021. – Disponível na Biblioteca Virtual FABRETE, T.C.L. Empreendedorismo. 2 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2019. – Disponível na Biblioteca Virtual MATOS, W.D.V.; BEZERRA, D.F. Atuação assistencial dos profissionais de Enfermagem. Belém: Neurus, 2022. 74p. – Disponível na Biblioteca Virtual MOROSINI, M. (org). Guia para internacionalização universitária. Porto Alegre: EIPUCRS, 2019. 265 p. – Disponível na Biblioteca Virtual SOARES, K.C.D. Pesquisa como princípio educativo. Curitiba: Contentus, 2020. 98p. – Disponivel na Biblioteca Virtual

| 83 HISTÓRIA DA ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código 1603120 Carga Horária Prática: Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estudo histórico da profissão de enfermagem, dos seus primórdios aos dias atuais, no mundo, no Brasil e na Paraíba. Órgãos de classe. Bibliografia Básica GEOVANINI, Telma; MOREIRA, Almerinda; SCHOELLER, Soraia D.; e outros História da Enfermagem: Versões e Interpretações . – Rio de Janeiro – RJ: Thieme Brasil, 2019. E-book. ISBN 9788554651305. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651305/. Acesso em: 17 mar. 2023. OGUISSO, Taka. Trajetória Histórica da Enfermagem. Barueri, SP: Editora Manole, 2014. E-book. ISBN

9788520448632. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520448632/. Acesso em: 13 mar. 2023. OLIVEIRA, Edith Ferreira de S. Representação social da profissão de enfermagem: reconhecimento e notoriedade . Barueri, SP: Editora Manole, 2018. E-book. ISBN 9788578683085. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788578683085/. Acesso em: 14 mar. 2023.

Bibliografia Complementar LUNARDI, V. L. História da enfermagem: rupturas e continuidades. Pelotas, RS: Editora Universitária da UFPel, 1998. 74 p. OGUISSO, T. FREITAS, G.F de. História da Enfermagem: Instituições e Práticas de Ensino e Assistência. 1ª ed. Água Dourada, 2015. PADILHA. M.I. et al. Enfermagem: história de uma profissão. 3. Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2020. PAIXÃO, W. História da enfermagem. Rio de Janeiro: Júlio C. Reis, 1979. PORTO, F., AMORIM, W. História da Enfermagem: identidade, profissionalização e símbolos. 2. Ed. Yendis, 2012. ISBN 978-8577282951

| 84 ANATOMIA APLICADA À ENFERMAGEM I 04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Código NOVA Carga Horária Teórica:

Carga Horária Prática: Carga Horária EAD: -

30h

30h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Morfologia Ementa: Abordagem morfofuncional da Anatomia Humana, englobando conceitos, planos, eixos e nomenclatura anatômica. Constituição sistêmica, divisões e regiões do organismo humano. Sistema esquelético. Sistema articular. Sistema muscular. Sistema nervoso. Bibliografia Básica DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana: sistêmica e segmentar. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2011. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. 6 ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2015. TORTORA, G. J. Princípios de Anatomia Humana. 14ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. TORTORA, G.L. Princípios de Anatomia Humana. 14ª ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2019. Bibliografia Complementar DRAKE, R.L.; VOGL, W.; MITCHELL, A. Gray’s Anatomia clínica para Estudantes. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. ROHEN, W. J.; YOKOCHI, C.; LÜTJEN-DRECOLL, E. Atlas Fotográfico de Anatomia Humana Sistêmica e Regional. 5 ed. São Paulo: Manole, 2002. PAULSEN, P.; WASCHKE, J. SOBOTTA Atlas de Anatomia Humana. 24ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica. 1 ed. São Paulo: Manole, 2001.

| 85 HISTOLOGIA I 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica:

Carga Horária Prática:

Carga Horária Extensão: -

Carga Horária EAD: 30h

15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Morfologia Ementa: Estudo dos quatro tecidos fundamentais do corpo humano, abordando aspectos microscópicos teóricos e práticos, inter-relacionando forma, função e localização. Bibliografia Básica JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo. Histologia básica:texto & atlas. 13.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 554 p. ISBN: 9788527731812. KIERSZENBAUM, Abraham L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p. ISBN: 9788535225136. HIATT, James L et al ( Autoria ). Atlas colorido de histologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Gen, Guanabara Koogan, 2014;2017. 494p. ISBN: 9788527725187. OLIVEIRA, AFB; PEREIRA, AMBC; PEREIRA, FR; VIEIRA, GC; BEZERRA, TFM. Atlas Colorido: Histologia dos Tecidos. http://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/book/875. 1 ed.. Editora UFPB. 2020. Bibliografia Complementar PAWLINA, Wojciech et al. Histologia texto e atlas:correlações com biologia celular e molecular. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. 983 p. ISBN: 9788527729642 HIATT, James L et al. Atlas colorido de histologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Gen, Guanabara Koogan, 2014;2017. 494p. ISBN: 9788527725187 Histology at Yale Histologia Virtual http://medcell.org/histology/connective_tissue_lab.php)

com

varredura

de

lâminas

Loyola University Chicago Virtual Histology (Lumen) - Histologia virtual com varredura de lâmina (https://zoomify.luc.edu/) University of Michigan virtual histology - Histologia virtual com (https://histology.medicine.umich.edu/full-slide-list) Histology guide virtual https://histologyguide.com/.

varredura de lâmina microscopy laboratory.

| 86 2º PERÍODO

AMBIENTE, TERRITÓRIO E SAÚDE 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica:

Carga Horária Prática: Carga Horária EAD: -

15h

15h

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Conceito de Meio Ambiente e a relação Ambiente e Saúde. Território e Territorialização no contexto da Atenção Primária à Saúde. Conceito de Determinantes Sociais da Saúde e do processo saúde-doença. Desastres naturais. Danos ambientais. Vigilância Ambiental no contexto do SUS. Poluição ambiental: solo, ar, água, sonora e visual. Desenvolvimento Sustentável. A Política dos R. Saneamento Básico. Resíduos de Serviços de Saúde. Educação em Saúde Ambiental. Prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica MIRANDA, A. C. DE; BARCELLOS, C.; MOREIRA, J. C.; MONKEN, M. Território, Ambiente e Saúde. Rio de Janeiro: Ed Fiocruz, 2008, 2015. ISBN: 978-85-7541-159-9 MOREIRA, TAÍS DE CAMPOS, et al. Saúde Coletiva [recurso eletrônico] [revisão técnica: Lucimar Filot da Silva Brum]. – Porto Alegre: SAGAH, 2018. (Editado também como livro impresso em 2018). SOLHA, RAPHAELA KARLA DE TOLEDO; GALLEGUILLOS, TATIANA GABRIELA BRASSEA. Vigilância em Saúde Ambiental e Sanitária. Disponível em: Minha Biblioteca, Editora Saraiva, 2015. RUSCHEINSKY, ALOISIO et al. Educação ambiental: abordagens múltiplas. Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Grupo A, 2009. Bibliografia Complementar BUSS, P. M.; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Revista de Saúde Coletiva. vol.17, nº.1. Jan./Apr. 2007 GARBOIS, J. A; SODRE, F.; DALBELLO-ARAUJO, M. Da noção de determinação social à de determinantes sociais da saúde. Rev Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 41, n. 112, p. 63-76, Mar. 2017 FIOCRUZ. Programa Institucional Territórios Sustentáveis e Saudáveis: termo de referência conceitual e metodológico e proposta de governança. Julho, 2019. SANTOS, C. W. P.; SOARES, M. L. Saúde ambiental: conhecendo o conceito para buscar uma nova prática. João Pessoa: s.n, 2016. 102f il. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCHLA.

| 87 FISIOLOGIA HUMANA II 06 créditos

Carga Horária Total: 90 h

Código NOVO Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Funcionamento dos diferentes sistemas do corpo humano. Fisiologia geral dos sistemas nervoso, locomotor, cardiovascular, renal, respiratório, digestório,endócrino e reprodutor e dos mecanismos de integração destes diferentes sistemas. Bibliografia Básica BERNE, R. M.; LEVY M. N. Fisiologia (Eds. KOEPPEN, B.M. & STANTON B.A). 7a Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 6a Ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. CURI, R.; PROCÓPIO, J. Fisiologia Básica. 2a Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2017. SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana, uma abordagem integrada. Porto Alegre: Artmed, 7a Ed., 2017. Bibliografia Complementar AIRES, M. M. Fisiologia. 5a Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. BORON, W.; BOULPAEP, E. L. Fisiologia Médica. 3a Ed., São Paulo: Elsevier, 2018. HALL, J. E. GUYTON & HALL - Tratado de Fisiologia Médica. 14a Ed., Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. HANSEN, J. T.; KOEPPEN, B. M. Netter – Atlas de Fisiologia Humana, 1a Ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 14a Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. WIDMAIER, E. P., RAFF, H.; STRANG, K. T. VANDER. Fisiologia Humana: Os Mecanismos das Funções Corporais. 12a Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

| 88 METODOLOGIA DO

TRABALHO CIENTÍFICO 02 créditos

Carga Horária Total: 30 h

Código 1613135 Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda a evolução histórica da investigação científica, os métodos científicos, tipos de pesquisa científica e considerações éticas, estratégias de busca em bases de dados, formatação de trabalhos acadêmicos e científicos. Bibliografia Básica ALVES-MAZZOTTI, A. J., GEWANDSZNADJER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 6ª ed. São Paulo: Pioneira, 2004. DYNIEWICZ, A. M. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2007. 190p. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes. GIL, A. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. Bibliografia Complementar LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7ª ed., São Paulo: Atlas, 2007. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. POLIT, D. F., BECK, C. T.; HUNGLER, B. P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 30ª ed. Petrópolis: Vozes, 2002. TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução a pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1990.

| 89 ESTATÍSTICA VITAL 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código 1108117 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Estatística Ementa: Análise de Dados Estatísticos; Coeficientes Vitais; Probabilidades; Distribuição de Probabilidades; Teoria Elementar da Amostragem; Teste de Hipótese e Intervalos de Confiança; Regressão: Análise de Variância. Bibliografia Básica ARANGO, H.G. Bioestatística: teórica e computacional. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-277-1943- 8/pageid/0 TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521634256/epubcfi/6/2[%3Bvnd.v st.idref%3Dx01_cover.html]!/4/2/2%4050:40 VIEIRA, S. Bioestatística: Tópicos Avançados. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595156524/epubcfi/6/2[%3Bvnd.v st.idref%3Dcover.xhtml]!/4/2[cover-image]/2%4050:39 Bibliografia Complementar CALLEGARI-JACQUES, S.M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2007. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536311449/pageid/0 GLANTZ, S.A. Princípios de bioestatística. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580553017/pageid/0 MARTINEZ, E.Z. Bioestatística para os cursos de graduação da área da saúde. São Paulo: Blucher, 2015. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521209034/pageid/0 MORETTIN, P.A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547220228/pageid/0 ROSNER, B. Fundamentos de Bioestatística. 8. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522126668/pageid/0

| 90 MICROBIOLOGIA I 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código 1611151 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Estudo dos princípios da microbiologia, caracterização e classificação das bactérias, dos fungos e dos vírus. Microbiota normal humana. Interação micro-organismo e hospedeiro. Mecanismos de patogenicidade dos micro-organismos. Controle de crescimento microbiano. Antimicrobianos. Resistência bacteriana aos antibióticos. Noções de infecção relacionada à assistência à saúde. Principais técnicas laboratoriais na rotina microbiológica. Bibliografia Básica MURRAY, P.R. et al. Microbiologia Médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2017. 888p; TORTORA, G.J., FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia. 12:ed., Porto Alegre: Artmed. 2016. 964p; TRABULSI, L.R., ALTERTHUM, F. Microbiologia. 6.ed., São Paulo: Atheneu. 2016. 920p. Bibliografia Complementar BLACK, J. G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan. 2021. 873p; KONEMAN, E. Diagnóstico Microbiológico, 7.ed. Guanabra Koogan, 2018. 1860p.

| 91 PARASITOLOGIA II 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Teoria: biologia dos protozoários e helmintos parasitos e comensais de importância médica (morfologia, ciclo biológico, patogenia, diagnóstico, epidemiologia, controle e profilaxia, transmissão e tratamento); principais vetores e ectoparasitos de importância médica (curiosidades e importância). Técnicas de coleta, preparo e montagem de material parasitológico. Prática: protozoários, helmintos, vetores e ectoparasitos de importância médica (biologia e controle). Extensão: Elaboração de intervenções educativas para estimular a responsabilidade social do profissional da área da saúde em formação, enfatizando a sua importância na promoção da saúde e prevenção das doenças. Bibliografia Básica FERREIRA, M. U. Parasitologia contemporânea. 2 ed. Guanabara Koogan. 2021 NEVES, D. P.; BITTENCOURT-NETO, J. B. Atlas Didático de Parasitologia. 3 ed. Atheneu. 2016 NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M. et al. Parasitologia Humana. 14.ed. São Paulo: Atheneu, 2022. 588p. ISBN: 9788538807155. REY, LUÍS. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 883p. ISBN: 9788527714068. Bibliografia Complementar CIMERMAN, Benjamin; FRANCO, Marco Antonio. Atlas de parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São Paulo: Atheneu, 2005, 2009. 105p. ISBN: 8573791578. COURA, José Rodrigues. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitárias. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2013. ISBN: 9788527722490. FERREIRA, Marcelo Urbano. Parasitologia contemporânea. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 223p. ISBN: 9788527721882.

| 92 EMBRIOLOGIA BÁSICA 02 créditos

Carga Horária Total: 30 h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Morfologia Ementa: Aborda as modificações morfológicas e os mecanismos biológicos do desenvolvimento do corpo humano desde o zigoto até o nascimento, incluindo a placenta e os anexos extra embrionários. Bibliografia Básica PERSAUD, T. V. N et al. Embriologia básica. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. 361 p. ISBN: 9788535283822 MOORE, Keith L; PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, c2004. 609 p. ISBN: 8535213635 SANDLER, T. W. Langman Embriologia Médica. 13.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. 330 p. ISBN: 9788527729048. Bibliografia Complementar GARCIA, Sonia Maria Lauer; GARCIA FERNANDEZ, Casimiro. Embriologia. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006. 416 p KANTAPUTRA, Piranit Nik et al (Colaborador). Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. 505 p. ISBN: 9788536575582.

| 93 ANATOMIA APLICADA À ENFERMAGEM II 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Morfologia Ementa: Estudo da anatomia humana enfocando uma abordagem morfofuncional dos sistemas orgânicos. Sistema circulatório. Sistema digestório. Sistema respiratório. Sistema urinário. Sistema genital masculino. Sistema genital feminino. Sistema tegumentar. Bibliografia Básica DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana: sistêmica e segmentar. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2011. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. 6 ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2015. TORTORA, G. J. Princípios de Anatomia Humana. 14ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.

Bibliografia Complementar DRAKE, R.L.; VODL, W.; MITCHELL, A. Gray’s Anatomia clínica para estudantes. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. MOORE, K.L.; DALLEY, A.F. Anatomia orientada para a clínica.8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. ROHEN, W.J.; YOKOCHI, C.;LUTJEN-DRECOLL, E. Atlas Fotográfico de Anatomia Humana sistêmica e Regional. 5ª ed. São Paulo: Manole, 2002. PAULSEN, P.; WASCHKE, J. SOBOTTA. Atlas de Anatomia Humana. 24ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2001.

| 94 3º PERÍODO

PATOLOGIA GERAL ENF. 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código 1611150 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Introdução a Patologia. Inflamações agudas e crônicas. Reparo tecidual. Degenerações. Morte celular. Pigmentações patológicas. Calcificações Patológicas. Alterações intersticiais. Alterações circulatórias. Alterações da proliferação e diferenciação celulares. Desenvolvimento de atividades práticas macroscópicas e histopatológicas, além do estudo transversal da morfologia e histologia aplicado aos sistemas estudados correlacionado os processos patológicos. Bibliografia Básica Kumar, Abbas, Aster. Patologia - Bases Patológicas das doenças - Robbins & Cotran. 9° edição. Elsevier. 2016; Filho, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. Disponível em: Minha Biblioteca, (10th edição). Grupo GEN, 2021. GROSSMAN, S.; PORTH, C. M.. Fisiopatologia. 9a. Guanabara Koogan. 2016. Bibliografia Complementar REISNER, H.. Patologia: Uma Abordagem por Estudos de Casos. 1a. Lange. 2016 RUBIN, R.; STRAYER, D. S.. Bases Clinicopatológicos da Medicina. 6a. Guanabara Koogan. 2012. SILBERNAGL, S.; LANG, F. Fisiopatologia Texto e Atlas. 2a. Artmed. 2016. Pawlina, Wojciech. Ross Histologia - Texto e Atlas. Disponível em:Minha Biblioteca, (8th edição). Grupo GEN, 2021.

| 95 EPIDEMIOLOGIA 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Conceitos e usos da Epidemiologia; Modelos explicativos do processo saúde-doença; Epidemiologia das doenças transmissíveis e das doenças e agravos não transmissíveis; indicadores de morbimortalidade; estudo das doenças em relação às variáveis pessoais, temporais e espaciais; estudo das epidemias: resgate histórico, método para abordagem; Sistemas de Informação em Saúde; Vigilância epidemiológica; Monitoramento e avaliação em saúde. Bibliografia Básica MEDRONHO, Roberto de Andrade et al. Epidemiologia. 2ª ed.. São Paulo: Atheneu. 2009. 125 p. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia:teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 2008, 2010, 2017, 2018. 596 p. ISBN: 9788527703567. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos. Epidemiologia e Saúde. 8ª.ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2023. 709p. ISBN: 8583690294.

Bibliografia Complementar SOUZA, E.M.; GRUNDY, E. Promoção da saúde, epidemiologia social e capital social: inter-relações e perspectivas para a saúde pública. Cad. Saúde Pública [online]. 2004, vol. 20, n. 5, pp.1354-1360.

| 96 SAÚDE COLETIVA I 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: O conceito de Atenção Primária à Saúde (APS) e suas dimensões. O cuidado humanizado na atenção primária: acolhimento, vínculo e responsabilização. O processo saúde-doença: mudando o paradigma na saúde. O conceito de família e de comunidade. Intersetorialidade e saúde: construção de redes sociais. Educação em Saúde. A APS e a Estratégia Saúde da Família. Instrumentos de abordagem à família. Prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica MOREIRA, TAÍS DE CAMPOS, et al. Saúde Coletiva [recurso eletrônico] [revisão técnica: Lucimar Filot da Silva Brum]. – Porto Alegre: SAGAH, 2018. (Editado também como livro impresso em 2018). SOARES, CÁSSIA B.; CAMPOS, CÉLIA MARIA SIVALLI. Fundamentos de Saúde Coletiva e cuidado de enfermagem. Disponível em: Minha Biblioteca, Editora Manole, 2013. PAIM, JAIRNILSON, S.; FILHO, NAOMAR DE ALMEIDA. Saúde Coletiva: Teoria e Prática. Disponível em: Minha Biblioteca, MedBook Editora, 2014. PINNO, CAMILA et. al. Educação em saúde [recurso eletrônico]. [revisão técnica: Adriana Flavia Braga Marques, Bruno Vilas Boas Dias] – Porto Alegre: SAGAH, 2019. COSTA, ALINE DO AMARAL ZILS. Vigilância em saúde [recurso eletrônico] / Aline do Amaral Zils Costa, Camila Braga de Oliveira Higa ; [revisão técnica: Márcia Otero Sanches]. – Porto Alegre: SAGAH, 2018. Bibliografia Complementar SOUZA, E.M.; GRUNDY, E. Promoção da saúde, epidemiologia social e capital social: inter-relações e perspectivas para a saúde pública. Cad. Saúde Pública [online]. 2004, vol. 20, n. 5, pp.1354-1360. SOUZA, M., C. Enfermagem em saúde coletiva: teoria e prática/ – 2. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2018. 396 p. OLIVEIRA, M.A.C.; EGRY, E.Y. A historicidade das teorias interpretativas do processo saúde-doença. Rev. Esc. Enf. USP, v. 34, n. 1, p. 9-15, mar. 2000. ANDRADE, L. O. M. Atenção Primária à Saúde e a ESF/Tratado de Saúde Coletiva. 2ª ed. Hucitec/Fiocruz. 2011. GIOVANELLA, L. et al. Atenção Primária à saúde no Brasil. 1ª Ed. FIOCRUZ. 2018.

| 97 FARMACOLOGIA BÁSICA 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código 1611196 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Princípios Gerais da Farmacologia: Farmacocinética (Absorção, Distribuição, Biotransformação e Excreção de Fármacos), Vias de administração de Fármacos, Dosimetria e Farmacodinâmica (Alvos celulares para a ação dos fármacos e suas aplicações clínicas). Fármacos que modulam o Sistema Nervoso Autônomo. Anestésicos locais. Anti-histamínicos. Fármacos Antiinflamatórios Não-Esteroidais e Esteroidais. Introdução à Terapia Antimicrobiana. Bibliografia Básica LAURENCE, L.; BRUNTON, P. D.; KNOLLMAN, B. C.; CHABNER, B. A. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman. 12 ed. Editora Artmed, 2015. 2112p Ritter, James M. et al. Rang & Dale Farmacologia. (9th edição). [Rio de Janeiro - Editora Guanabara Koogan Ltda]: Grupo GEN; 2022, 808p. KATZUNG, Bertram G.; VANDERAH, Todd W. Farmacologia básica e clínica. [Porto Alegre - AMGH EDITORA LTDA]: Grupo A, 2023. E-book. ISBN 9786558040194. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040194/. Acesso em: 20 mar. 2023. Bibliografia Complementar TOY, Eugene C.; LOOSE, David S.; TISCHKAU, Shelley A.; et al. Casos clínicos em farmacologia. [Porto Alegre AMGH, 2015]: Grupo A. E-book.ISBN 9788580554533. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580554533/. Acesso em: 20 mar. 2023. WELLS, Barbara; DIPIRO, Joseph; SCHWINGHAMMER, Terry; et al. Manual de Farmacoterapia. [[Porto Alegre AMGH]: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788580555592. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555592/. Acesso em: 20 mar. 2023. SANTOS, Luciana dos; TORRIANI, Mayde S.; BARROS, Elvino. Medicamentos na Prática da Farmácia Clínica. Grupo A, 2013. E-book. ISBN 9788582710012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710012/. Acesso em: 20 mar. 2023.

| 98 PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código 1603161 Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Saúde e relação mente-corpo. Concepção psicossomática do processo saúde- doença e suas implicações psicossociais. O papel do enfermeiro no lidar com o paciente e os aspectos psicológicos inerentes às diferentes fases da vida e envolvendo situações específicas. Bibliografia Básica FOUCALT, M. Problematização do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise. 3. ed. Rio de Janeiro: Ed. Forense Universitária, 2014. MARTINS, F. D. Psicologia e saúde. São Paulo: Vetor, 2012. MYERS, D. G. Psicologia. 9. ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2014. RUDNICKI, T; SANCHEZ, M. M. (Org). Psicologia da saúde: a prática de terapia cognitivo-comportamental em hospital geral. Novo Hamburgo: ED. Sinopsys, 2014.

Bibliografia Complementar ANGERAMI, V. A. (Org.). Psicossomática e a Psicologia da dor. São Paulo: Ed. Cengage Learning, 2012. BUENO, D.; NUNES, M. L. T. Introdução à Psicologia. 10. ed. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2015. CARRIÓ, F. B. Entrevista clínica: habilidades de comunicação para profissionais de saúde. Porto Alegre: Artmed, 2012. CHIATTONE, H. B. C. (org). O Doente, a Psicologia e o Hospital. 3. ed. São Paulo: Ed. Pioneira, 2004. DAVIDOFF, L. Introdução à Psicologia.3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil Ltda.,2006. DAVIDOFF, L.L. Introdução à Psicologia.São Paulo: Mcgraw Hill do Brasil, 1993. FADIMAN, J., FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo: Harbra, 2002.

| 99 SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA DA ENFERMAGEM I 07 créditos

Carga Horária Total: 105h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda os fundamentos teórico-práticos da semiologia e da semiotécnica de enfermagem necessários ao desenvolvimento de habilidades e competências para a execução de procedimentos envolvidos na prática do cuidar, utilizando a sistematização da assistência de enfermagem. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de. Anamnese e Exame Físico: Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto . Rio de Janeiro: Artmed, Grupo A, 2021. E- book. ISBN

9786558820284. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558820284/. Acesso em: 13 mar. 2023. JENSEN, Sharon. Semiologia para Enfermagem -Conceitos e Prática Clínica. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2013. Ebook. ISBN 978-85-277-2403-6. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-2772403-6/. Acesso em: 13 mar. 2023. POTTER, PA., PERRY. AG. Fundamentos de Enfermagem. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. http://www.evolution.com.br/epubreader/9788535288261 Bibliografia Complementar BARROS, Alba L. B. L. Procedimentos de Enfermagem para a Prática Clínica. Rio de Janeiro: Artmed. Grupo A, 2019. E-book. ISBN 9788582715727. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715727/. Acesso em: 14 mar. 2023. CHAVES, L. C, POSSO, M. B S. Avaliação física em enfermagem / Chaves, L. C, Posso, M. B S. (org). Barueri, SP: Manole, 2012. ISBN 978-85-204-4426-9 Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação 2021-2023. Organizadoras, Herdman, T.H. Kamitsuru, S. Lopes, CT; tradução: Regina Machado Garcez; revisão técnica: Alba Lucia Bottura Leite de Barros... [et al.]. – 12. ed. – Porto Alegre: Artmed,2021. GARCIA, Telma R.; CUBAS, Márcia R.; GALVÃO, Maria C. B.; NÓBREGA, Maria M. Lima da. Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem CIPE(R): Versão 2019/2020. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2020. E-book. ISBN 9786581335397. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786581335397/. Acesso em: 13 mar. 2023. TAYLOR, CR, et al. Fundamentos de Enfermagem - a arte e a ciência do cuidado de enfermagem. 7. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.

| 100 NUTRIÇÃO E DIETÉTICA 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código 1612119 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Nutrição Ementa: Noções de Nutrição e Alimentos. Glicídios, lipídios e protídios. Desnutrição protéico- energética. Fundamentos de dietoterapia. Dietoterapia na obesidade. Dietoterapia nas enfermidades do aparelho digestivo. Dietoterapia no Diabetes Mellitus. Dietoterapia nas cardiopatias. Dietoterapia nas nefropatias. Indicadores de avaliação do estado nutricional. História natural das doenças e da desnutrição. Fatores determinantes e condições de nutrição e saúde dos brasileiros. Estratégias de combate à fome e a desnutrição. Sistema de Vigilância Nutricional e Alimentar. Classificação, funções, fontes e necessidades de glicídios, lipídios, proteínas, vitaminas lipossolúveis, vitaminas hidrossolúveis, minerais e água. Carências nutricionais e conduta dietoterápica em enfermidades do aparelho digestivo, cardiovascular e enfermidades metabólicas. Processo saúde e doença, desnutrição energético-protéica e estudos epidemiológico de carências específicas. Bibliografia Básica CARDOSO, M. A.; SCAGLIUSI, F. B. Nutrição e dietética. Guanabara Koogan. 2019. DOVERA, T. M. D. da S. Nutrição aplicada ao curso de enfermagem. Guanabara Koogan. 2017. PHILIPPI, S. T. Pirâmide dos alimentos: fundamentos básicos da nutrição. Manole.2014. ROSSI, L.; POLTRONIERI, F. Tratado de nutrição e dietoterapia. Guanabara Koogan. 2019.

Bibliografia Complementar CAMPOS, S. H. de; BOOG, M. C. F. Cuidado nutricional na visão de enfermeiras docentes. Revista de Nutrição, v. 19, p. 145-155, 2006. HERMANN, A. P.; DE ALMEIDA CRUZ, E. D. Enfermagem em nutrição enteral: investigação do conhecimento e da prática assistencial em hospital de ensino. Cogitare Enfermagem, v. 13, n. 4, 2008. RDC nº 503 de 27 de maio de 2021. Legislação: terapia nutricional.Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

| 101 IMUNOLOGIA I 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código 1611152 Carga Horária Prática: Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Fisiologia do Sistema Imunológico; Hematopoese; Mecanismos naturais de resistência e propriedades da imunidade adquirida; Rearranjo gênico e funções das imunoglobulinas; Sistema complemento; Apresentação de Antígenos e o complexo principal de histocompatibilidade; Mecanismos de citotoxicidade; Inflamação; Citocinas; Regulação da resposta imunológica; Respostas de Hipersensibilidade; Imunização; Autoimunidade; Imunodeficiência; Imunologia dos tumores; Imunologia dos transplantes; Imunoterapia. Bibliografia Básica LICHTMAN, Andrew H et al. Imunologia celular e molecular. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. 565 p. ISBN: 9788535290745. MURPHY, K.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Imunobiologia de Janeway. 8 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2014. 888p. ISBN 978-85-8271-040-1. DELVES, P.J.; ROITT, I.M. Fundamentos de Imunologia. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2023. 513 p. ISBN 978-85-277-3387-8. Bibliografia Complementar COICO,R.; SUNSHINE,G. Imunologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 404 p. ISBN 9788527716635. RIBEIRO,H.F.; VAZ,L.S.; ZANELATTO,C.; DOMINGOS,P.P. Imunologia Clínica. 1 ed. Porto Alegre: Grupo A- SAGAH,

2019. 254p. ISBN 9788533500716. PLAYFAIR, J. H. L; CHAIN, B. M. Imunologia Básica: Guia Ilustrado de Conceitos Fundamentais. 9 ed. Editora Manole, 2013. 112p. ISBN 978-8520434239. VAZ,A.J.; MARTINS,J.O.; TAKEI,K. BUENO, E.C. Ciências Farmacêuticas - Imunoensaios - Fundamentos e Aplicações. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. 406 p. ISBN 978- 8527733502. MORAES,S.L.; FERREIRA,A.W. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 496p. ISBN 9788527723039.

| 102 4º PERÍODO

GENÉTICA MOLECULAR E HUMANA 03 créditos

Carga Horária Total: 45 h

Código 1104225 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Biologia Molecular Ementa: Introdução ao estudo da Genética. Estrutura e replicação do material genético. Expressão da informação gênica: Transcrição do DNA, O Código Genético e Tradução do mRNA. Regulação da expressão gênica. Bases moleculares das mutações gênicas e doenças monogênicas. Cariotipagem. Alterações cromossômicas Numéricas e Estruturais. Manipulação genética: diagnósticos moleculares, produção de medicamentos a partir de transgênicos e terapia gênica. Genética molecular humana e sociedade. Bibliografia Básica PIERCE BA. Genética: um enfoque conceitual. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. NUSSBAUM, R.L.; MCLNNES, R.R.; WILLARD, H.E. Thompson & Thompson Genética Médica 8a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. SANDEL MJ. Contra a perfeição - Ética na era da engenharia genética. 1 a ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2013. Bibliografia Complementar AZEVEDO, M. O.; FELIPE, M. S. S.; BRIGIDO, M. M.; MARANHÃO, A. Q.; DE- SOUZA, M. T.. Técnicas básicas em Biologia Molecular. 1.ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2003. BROWN, T. A.. Clonagem gênica e análise de DNA: uma introdução. 4.ed. Porto Alegre, Artmed, 2003. GRIFFITHS AJF, WESSLER SR, CARROLL SB, DOEBLEY J. Introdução à Genética. 11 a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. SNUSTAD DP, SIMMONS MJ. Fundamentos de Genética. 7 a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. Scitable by Nature Education: https://www.nature.com/scitable/

A

Collaborative

Learning

Space

for

Science.

Disponível

em:

| 103 PESQUISA APLICADA A ENFERMAGEM 02 créditos

Carga Horária Total: 30 h

Código 1613139 Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda as etapas que constituem a elaboração de um projeto de pesquisa, incluindo os principais métodos e tipos de pesquisa científicos, instrumentos e técnicas para coleta e análise de dados como requisito para a iniciação científica na área da Enfermagem e da saúde. Bibliografia Básica BRANDÃO, M. L. Manual para publicação científica. São Paulo: Elsevier, 2009. 128p. GIL, A.. Como elaborar projetos de pesquisa. Atlas. 2010 LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do Trabalho Científico. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2021. POLIT, D. F., BECK, C. T.; HUNGLER, B. P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. Bibliografia Complementar DYNIEWICZ, A. M.. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes. São Caetano do Sul: Difusão Editora. 2009. SANTOS, I. E. Manual de métodos e técnicas de pesquisa. Impetus, 2011.

| 104 SAÚDE COLETIVA II 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Trabalho e processo de trabalho. Processo de Trabalho em Saúde, enfatizando os seus elementos. Processo de trabalho da Enfermagem. O Trabalho interprofissional em saúde. Organização do sistema local de saúde e as redes de cuidados. Utilização de Sistemas de Informação em Saúde na Atenção Básica à Saúde (ABS). Planejamento em saúde. Avaliação em saúde. Atualização em saúde: educação em saúde, educação continuada e educação permanente. Prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica SOUZA, MARINA CELLY MARTINS RIBEIRO, D.; HORTA, NATÁLIA DE CÁSSIA. Enfermagem em Saúde Coletiva - Teoria e Prática, 2ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2017. MOREIRA, TAÍS DE CAMPOS, et al. Saúde Coletiva [recurso eletrônico] [revisão técnica: Lucimar Filot da Silva Brum]. – Porto Alegre: SAGAH, 2018. (Editado também como livro impresso em 2018). SOARES, CÁSSIA B.; CAMPOS, CÉLIA MARIA SIVALLI. Fundamentos de Saúde Coletiva e cuidado de enfermagem. Disponível em: Minha Biblioteca, Editora Manole, 2013. MERHY, Emerson Elias et al. O trabalho em saúde: olhando e experienciando o SUS no cotidiano. 4a. ed. São Paulo: Hucitec. 2007 PINO, CAMILA et. al.; Educação em saúde [recurso eletrônico]; [revisão técnica: Adriana Flavia Braga Marques, Bruno Vilas Boas Dias] – Porto Alegre: SAGAH, 2019. Bibliografia Complementar ROUQUAYROL, M. Z.; SILVA, M. G. C. Epidemiologia e Saúde. 7.ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2013. 709p. ISBN: 9788599977842. PEDUZZI, MARINA. Dicionário da Educação Profissional em Saúde/Processo de Trabalho em Saúde. 2a. Fiocruz: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. 2009 MENDES, EUGÊNIO V. Redes de Atenção à Saúde: revisão bibliográfica, fundamentos, conceitos e elementos constitutivos. Brasília: OPAS. 2011.

| 105 SAÚDE MENTAL I 04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Código 1613141 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda as políticas de saúde mental no contexto mundial e regional; a epidemiologia em saúde mental; as teorias de desenvolvimento da personalidade; a ansiedade, o estresse e a crise na sociedade contemporânea; e as tecnologias de cuidado em saúde mental individuais e coletivas na Rede de atenção à saúde mental e na comunidade. Bibliografia Básica AMARANTE, P.; NUNES, M.O. A reforma psiquiátrica no SUS e a luta por uma sociedade sem manicômios. Ciência & Saúde Coletiva, vol. 23, p. 2067-2074, 2018. BRASIL, Ministério da Saúde. Saúde mental e atenção básica o vínculo e o diálogo necessários. Coordenação de Saúde Mental e Coordenação de Gestão da Atenção Básica, nº 01/03. Coordenação Geral de Saúde Mental DAPE/SAS/MS. Disponível em: <https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/1734.pdf> BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011. Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília-DF, 2011. BRASIL, Presidência da República. Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Brasília-DF, 2001. OPAS/OMS. Relatório sobre a saúde no mundo 2001- saúde mental: nova concepção, nova esperança. Suíça: OMS, 2001. RODRIGUES, D. C. et al ( Tradução ). Enfermagem Psiquiátrica:conceitos de cuidados na prática baseada em evidências. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014, 2017. 956 p. ISBN: 9788527723169. TOWSEND, M. C. Enfermagem Psiquiátrica: conceitos de cuidados. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2014. VIDEBECK, S. Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiátrica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. YASUI, S. ; LUZIO, C. A ; AMARANTE, P. Atenção psicossocial e atenção básica: a vida como ela é no território. POLIS E PSIQUE, vol. 8, p. 173-190, 2018. Bibliografia Complementar OLIVEIRA, ELISANGELA COSTA DE ; MEDEIROS, ANA TEREZA DE ; TRAJANO, FLÁVIA MAIELE PEDROZA ; NETO, GABRIEL CHAVES ; ALMEIDA, SANDRA APARECIDA DE; ALMEIDA, LUANA RODRIGUES DE . Mental health care in the territory: conceptions of primary health care professionals. Escola Anna Nery. Revista de Enfermagem, v. 21, p. 1-6, 2017. SANTOS, E.G.; SIQUEIRA, M.M. Prevalência dos transtornos mentais na população adulta brasileira: uma revisão sistemática de 2097 a 2009. J Bras Psiquiatr. vol. 59, n. 3. p. 238-246. 2010. ASSIS, M. de. O alienista. Porto Alegre: L&PM, 2020. 128 p, 3 de índice. ISBN: 9788525408426. Nise - O coração da Loucura. Filme com a direção de Roberto Berliner. 2016, Brasil. Si Pue Fare (Dá pra fazer). Filme com a direção de Giulio Manfredonia. 2008, Itália.

| 106

ÉTICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM 05 créditos

Carga Horária Total: 75 h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda os princípios fundamentais da Ética e da Bioética. A legislação de Enfermagem no Brasil. A legislação envolvendo pesquisas em seres humanos. Princípios balizadores dos Direitos Humanos e sua interface com a saúde. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica OGUISSO, Taka; FREITAS, Genival Fernandes de. Legislação de enfermagem e saúde: história e atualidades . Barueri, SP: Editora Manole, 2015. E-book. ISBN 9788520448540. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520448540/. Acesso em: 13 mar. 2023. OGUISSO, Taka; SCHMIDT, Maria J. O Exercício da Enfermagem - Uma Abordagem Ético-Legal, 5ª edição . Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734622. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734622/. Acesso em: 13 mar. 2023. SOUZA, Eduardo Neves da Cruz de. Legislação e exercício profissional . Porto Alegre: SAGAH: Grupo A, 2018. E-livro. ISBN 9788595028098. Disponível https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595028098/. Acesso em: 14mar. 2023.

em:

Bibliografia Complementar ARRUDA, Aurilene Cartaxo Gomes de; SANTOS, Betânia Maria Pereira dos (Organização). Hermenêutica e o código de ética dos profissionais de enfermagem - CEPE comentado. Brasília: COFEN, 2022. 387 p. ISBN: 9786587031057. FREITAS, G. F.de; OGISSO, T. Ética no Contexto da Prática de Enfermagem. 1ª ed. Editora Medbook, 2010. GOMES, Aurilene Josefa Cartaxo; SANTOS, Betânia Maria Pereira dos; SANTOS, Sônia Maria Josino dos (Organização). Tópicos de legislação para estudantes e profissionais de enfermagem. Brasília: COFEN, 2019. 208 p. ISBN: 9788589232388. OGUIZO. T.; ZOBOLI, E.L.C.P. Ética e bioética: Desafios para a enfermagem e a saúde. 2. Ed. Barueri, SP: Manole,

2017. ISBN-13: 978-8520446737 OLIVEIRA, Edith Ferreira de S. Representação social da profissão de enfermagem: reconhecimento e notoriedade. Barueri, SP: Editora Manole, 2018. E-book. ISBN 9788578683085. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788578683085/. Acesso em: 14 mar. 2023.

| 107 SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA DA ENFERMAGEM

II 08 créditos

Carga Horária Total: 120h

Código 1603163 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 75h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda as técnicas e procedimentos de enfermagem envolvidos na prática do cuidar para o atendimento das necessidades humanas básicas, de pessoas com problemas de menor complexidade, utilizando a sistematização da assistência de enfermagem. Bibliografia Básica BARROS, Alba L. B. L. Procedimentos de Enfermagem para a Prática Clínica. Rio de Janeiro: Artmed. Grupo A, 2019. E-book. ISBN 9788582715727. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715727/. Acesso em: 14 mar. 2023. GUARESCHI, Ana Paula Dias F.; CARVALHO, Luciane Vasconcelos Barreto de; SALATI, Maria I. Medicamentos em Enfermagem, Farmacologia e Administração. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527731164. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527731164/. Acesso em: 13 mar. 2023. POTTER, PA., PERRY. AG. Fundamentos de Enfermagem. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. http://www.evolution.com.br/epubreader/9788535288261 Bibliografia Complementar CAMPOS, M. G. Das C. A. e org. Tratado de feridas e curativos: uma abordagem teórica e prática. João Pessoa, PB: Brasileiro e Passos, 2022. Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação 2021-2023. Organizadoras, Herdman, T.H. Kamitsuru, S. Lopes, CT; tradução: Regina Machado Garcez; revisão técnica: Alba Lucia Bottura Leite de Barros... [et al.]. – 12. ed. – Porto Alegre: Artmed,2021. GARCIA, Telma R.; CUBAS, Márcia R.; GALVÃO, Maria C. B.; NÓBREGA, Maria M. Lima da. Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem CIPE(R): Versão 2019/2020. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2020. E-book. ISBN 9786581335397. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786581335397/. Acesso em: 13 mar. 2023. GIOVANI, A. M. M. Cálculo e administração de medicamentos. 15 edição. São Paulo: Rideel, 2019. VOLPATO, A.C.B.; PASSOS, V.C.S. Técnicas Básicas de Enfermagem. 6 edição. São Paulo: Martinari, 2023.

| 108 EDUCAÇÃO EM SAÚDE 04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 45h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda a educação em saúde em seus aspectos histórico e conceituais; aborda fundamentos pedagógicos para as práticas educativas em saúde; compreende o desenvolvimento da habilidade pedagógica para a prática de educação em saúde em Enfermagem voltadas para a prevenção e promoção da saúde individual e coletiva no âmbito da rede de atenção à saúde. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica BES, P.R. et al. Teoria da educação. Porto Alegre: SAGAH, 2020. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. 74. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2019. FREIRE,P. Pedagogia do Oprimido. 84. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2019. PELICIONI, M. C. F.; MIALHE , F. L. Educação e Promoção da saúde: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: Santos, 2019. PINNO, C.; BECKER, B; SCHER, C.R.; MOURA, T.H.M. Educação em Saúde. Porto Alegre: SAGAH, 2019. SANTOS, A.S.; PASCHOAL,V.D. Educação em Saúde e Enfermagem. São Paulo: Manole, 2017. SILVA, P.F.; VIEIRA: S.L. Enfermagem: contextualizando a educação em saúde. volume 2. Guarujá-SP: Científica Digital, 2022. Disponível em: https://downloads.editoracientifica.com.br/books/97865-5360-247-2.pdf Bibliografia Complementar ASSUNÇÃO, Marhla Laiane de Brito et al. Educação em saúde: a atuação da enfermagem no ambiente escolar. Rev. enferm. UFPE on line, p. [1-8], 2020. Disponível em: file:///C:/Users/Patricia/Downloads/document.pdf. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Política Nacional de Educação Popular em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt2761_19_11_2013.html. Acesso em: 05 fev. 2022. FERREIRA PBP, Porto IS, Espirito Santo FH, Figueiredo NMA, Enders BC, Cameron LE, et al. Educação para a saúde do paciente hospitalizado na assistência de enfermagem: uma análise conceitual. Rev Bras Enferm. 2022;75(2):e20200459. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2020-0459 FITTIPALDIi ALM, O’Dwyer G, Henriques P. Educação em saúde na atenção primária: as abordagens e estratégias contempladas nas políticas públicas de saúde. Interface (Botucatu). V. 25, 2021. e200806 https://doi.org/10.1590/interface.200806. OLIVEIRA, M. F. O.; COTA, L.G.S. A pedagogia freiriana nas práticas de educação em saúde. Diversitates Int J 10(1): 46-58, 2018. SILVA, V.B. et al. Educação permanente na prática da enfermagem: integração entre ensino e serviço. Cogitare enferm. 2021, v26:e71890. DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v26i0.71890.

| 109 FARMACOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código 1611197 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Anti-hipertensivos, Anestésicos Gerais, Antidepressivos. Fármacos que atuam no Aparelho Digestivo, Fármacos antidiabéticos. Uso racional de medicamentos, Interações entre fármacos, Estudo da Farmacologia de grupos especiais de pacientes: Crianças, idosos e gestantes. Bibliografia Básica LAURENCE, L.; BRUNTON, P. D.; KNOLLMAN, B. C.; CHABNER, B. A. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman. 12 ed. Editora Artmed, 2015. 2112p; RITTER, James M. et al. Rang & Dale Farmacologia. (9th edição). [Rio de Janeiro - Editora Guanabara Koogan Ltda]: Grupo GEN; 2022, 808p; KATZUNG, Bertram G.; VANDERAH, Todd W. Farmacologia básica e clínica. [Porto Alegre - AMGH EDITORA LTDA]: Grupo A, 2023. E-book. ISBN 9786558040194. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040194/. Acesso em: 20 mar. 2023. Bibliografia Complementar TOY, Eugene C.; LOOSE, David S.; TISCHKAU, Shelley A.; et al. Casos clínicos em farmacologia. [Porto Alegre AMGH, 2015]: Grupo A. E-book.ISBN 9788580554533. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580554533/. Acesso em: 20 mar. 2023; WELLS, Barbara; DIPIRO, Joseph; SCHWINGHAMMER, Terry; et al. Manual de Farmacoterapia. [Porto Alegre AMGH]: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788580555592. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555592/. Acesso em: 20 mar. 2023; SANTOS, Luciana dos; TORRIANI, Mayde S.; BARROS, Elvino. Medicamentos na Prática da Farmácia Clínica. Grupo A, 2013. E-book. ISBN 9788582710012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710012/. Acesso em: 20 mar. 2023

| 110 5º PERÍODO

ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE I

07 créditos

Carga Horária Total: 105h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Módulo Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Processo de cuidado individual e coletivo à criança e adolescente na atenção primária nas diferentes etapas de crescimento e desenvolvimento, compreendendo-os como seres integrais, com características e necessidades próprias. Sistematização do processo de enfermagem à criança e ao adolescente sadio. Desenvolvimento de técnicas específicas e condutas ao atendimento da criança e do adolescente na atenção primária e na saúde do escolar. Compreensão epidemiológica, social, familiar e política das condições de saúde da criança e do adolescente. Processo de cuidar da criança e do adolescente nos problemas de saúde que não requerem hospitalização. Práticas educativas na abordagem com crianças, adolescentes e famílias. Bibliografia Básica ALVES, N. R. C. et al. Cuidado integral ao recém-nascido e à criança.; [revisão técnica: Elizabete Carvalho Azevedo Soares, Cibeli de Souza Prates]. – Porto Alegre: SAGAH, 2019. Ariès, Philippe, 1914-1984. História social da criança e da família. Philippe Ariès; tradução Dora Flaksman. - 3. ed. - Rio de Janeiro : LTC, 2022. 400 p. Tradução de: L’enfant et la vie familiale sous 1’ancien régime. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde,

2014. 176 p.: il. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução da Mortalidade Infantil. Brasília. Ministério da Saúde, 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento. Cadernos de Atenção Básica, n. 33. Brasília, 2012. BRASIL. Marco Legal da Primeira Infância: Lei no 13.257, de 8 de março de 2016. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/L13257.htm> Acesso em: 20 mai. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: orientações para implementação / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 180 p. : il. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Linha de cuidado para a atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e suas famílias em situação de violências: orientação para gestores e profissionais de saúde / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.

| 111 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância epidemiológica. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Instrução normativa referente ao Calendário nacional de vacinação – Brasília: 2013 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de rede de frio. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica, 4 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. http://pni.datasus.gov.br/Download/manual_rede_frio.pdf BRASIL. Portaria nº 1.130, de 5 de agosto de 2015. Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da República Federativa. 2015. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE Manual Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos [recurso eletrônico]. Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância. / Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de quadros de procedimentos:Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos / Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017, 74 p. : il. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Saúde do adolescente: competências e habilidades / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2008. MARTINS, M. A. ;et al. Semiologia da Criança e do Adolescente. Rio de Janeiro: MedBook, 2010. 608p. Bibliografia Complementar COLLET, N.; OLIVEIRA, B. R. G.; VIEIRA, C. S. Manual de enfermagem em pediatria. 2 ed Goiânia: AB editora, 2010. COSTA, M. C.O., SOUZA, R. P. Semiologia e atenção primária à criança e ao adolescente. 2 ed Rio de Janeiro: Revinter, 2005. CRESPIN, Jacques. Puericultura: ciência, arte e amor. 3ª ed. São Paulo: Roca, 2007. CUNHA, Juarez; KREBS, Lenita S.; BARROS, Elvino et al. Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre, Artmed, 2009. FARHAT, C.K.; CARVALHO, E.S.; WECKX, L.H.F.R.; SUCCI, R.C.M. Imunizações: Fundamentos e Prática. 5 ed. São Paulo: Atheneu. 2007. FIGUEIRAS A. C. M. et al. Organização Panamericana de Saúde. Manual de vigilância do desenvolvimento infantil no contexto da AIDPI. Washington, DC: OPAS, 2005. HOCKENBERRY, M. J.; WINKELSTEIN, M. L.; WILSON, D. WONG - Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. MARTORELL, Gabriela. O desenvolvimento da criança: do nascimento à adolescência / Gabriela Martorell; tradução: Daniel Bueno, Régis Pizzato ; revisão técnica: Sílvia H. Koller. Porto Alegre : AMGH, 2014. REICHERT, A. P. S, COLLET, N. Vigilância do desenvolvimento infantil na atenção primária à saúde: ênfase na estratégia atenção integrada às doenças prevalentes na infância. In: PROENF: Saúde da Criança e do Adolescente. 4 ed. Artmed, 2014. v. 2, p. 55-96 RICCO, R.G., DEL CIAMPO, L. A.; ALMEIDA, C.A.N. Puericultura Princípios e Práticas: atenção integral à saúde da criança e do adolescente. 2ª ed. São Paulo: Atheneu. 2008. SILVA, T.M.R; LIMA, M.G., (Org.). Estratégias de vacinação contra a COVID-19 no Brasil: capacitação de profissionais e discentes de enfermagem. Brasília, DF: Editora ABen; 2021. 129p. (Série enfermagem e pandemias, 6). https://doi.org/10.51234/aben.21.e08. Disponível em: https://sbim.org.br/images/books/estrategias-vacinacao-covid19-brasil-sbimaben.pdf ZANETELLO, M. B., RIBEIRO, N. R. R. PERRONE, S. G. P. Consulta de enfermagem e a promoção da saúde do lactente. In: PROENF: Saúde da criança e do adolescente. Porto Alegre: Artmed. V. 2, n.4, p. 57-95, 2007.

| 112

ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER I 05 créditos

Carga Horária Total: 75h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda a situação de saúde das mulheres em consonância com as políticas públicas, priorizando a integralidade do cuidado, os direitos sexuais e reprodutivos e o processo de trabalho na atenção à saúde das mulheres. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica RICCI, S. S. Enfermagem materno-neonatal e saúde da mulher. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. ISBN 9788527735483. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00001 7734&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. FELTRIN, A. F. dos S. et al. Integralidade no processo de cuidar em enfermagem na saúde da mulher. Porto Alegre: SAGAH, 2021. ISBN 9786556901022. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 1926&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. SARTORI, A. C. et al. Cuidado integral à saúde da mulher. Porto Alegre: SAGAH, 2019. ISBN

9788595029538. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00001 6309&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. FAUSTINO, WMF; BRILHANTE, M. A. A. . GINECOLOGIA NATURAL: UM CAMPO EM CONSTRUÇÃO. In: Associação Brasileira de Enfermagem; Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais; Kleyde Ventura de Souza; Elysangela Dittz Duarte. (Org.). PROENF: Programa de atualização em Enfermagem: Saúde materna e neonatal. 14ed.São Paulo: Artmed Panamericana, 2023, v. 4, p. 89-124. FILHO-SILVA, A. L. da; D’ABREU, B. F. Protocolos e condutas em ginecologia e obstetrícia. Rio de Janeiro: MedBook, 2021. ISBN 9788583690818. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 0961&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. FRIGO J, OLIVEIRA DLLC, RODRIGUES RM ET AL. A consulta ginecológica e seu potencial para produzir a integralidade da atenção em saúde. Rev enferm UFPE on line., Recife, abr., 2016 10(4):1299-306. RIBEIRO LL, GÓES ACF. Processo de trabalho de enfermeiras na consulta ginecológica. Rev Enferm Contemp. 2021;10(1):51-59. OLIVEIRA MARTINS, ISLI MARIA ; NÓBREGA, MARIA CLARA PAIVA ; Queiroga, Verônica Ebrahim ; BARRETO, DANYELLA DA SILVA ; ROLIM DE HOLANDA,

| 113 VIVIANE; Faustino, Waglânia de Mendonça . Conhecimento de enfermeiros sobre o dispositivo intrauterino no contexto das unidades básicas de saúde. Enfermería Global, v. 22, p. 192-233, 2023. Bibliografia Complementar LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia, GO: AB, 2006. BARROS, S.; MARIN, H.; ABRAÃO, A. Enfermagem obstétrica e ginecológica: guia para a prática assistencial. São Paulo: Roca, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva. 1 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Controle dos cânceres do colo do útero e da mama. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual de Atenção à Mulher no Climatério/Menopausa. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. 1 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual dos comitês de mortalidade materna. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. NARCHI, N.Z.; Fernandes, R.A.Q. Enfermagem e saúde da mulher. 2 ed. Barueri: Manole, 2013. OASH, Office of Population Affairs. Natural Family Planning and Fertility Awareness. Department of Health and Human Services. May 2019. www.hhs.gov/opa/pregnancy-prevention/birth-control-methods/natural-family-plannin g-and-fertilityawareness/index.html SAN MARTIN PP. Manual de introdução à ginecologia natural. 3ed. Ginecosofia Ediciones, 2015.

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ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO EM SERVIÇOS DE ATENÇÃO À SAÚDE I

05 créditos

Carga Horária Total: 75h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda o planejamento e gestão estratégica na saúde, a legislação referente ao Sistema Único de Saúde (SUS), o processo de trabalho e o gerenciamento do pessoal de enfermagem na atenção básica de saúde; As funções administrativas do enfermeiro; a avaliação de desempenho do pessoal de enfermagem; supervisão e a saúde do trabalhador no contexto da educação em saúde, habilitando os discentes para atuarem crítica e reflexivamente, num contexto interdisciplinar e transdisciplinar. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica COSTA, Maria Bernadete de Souza; SANTOS, Sérgio Ribeiro dos (Organização). Enfermagem:administração e gestão dos serviços de atenção à saúde. João Pessoa: Editora do CCTA, 2018. 375p. ISBN: 97895591066. MEDICINA e direito : dilemas da modernidade:terminalidade da vida , reprodução humana, novas relações de família, responsabilidade médica e saúde suplementar. Brasília: CFM, 2019. ISBN: 9788587077707. SANTOS, Sérgio Ribeiro dos; SILVA, César Cavalcanti da (Organizador). Gestão de risco e segurança do paciente:uma abordagem multiforme. João Pessoa: Editora do CCTA, 2018. 279p. ISBN: 9788595590137.

Bibliografia Complementar ARRUDA, Ana Flávia Silva Amorim. Avaliação das redes de saúde através da visão dos médicos do programa Mais Médicos do Brasil na Paraíba. João Pessoa: s.n, 2019. 100 f. Dissertação (Mestrado) UFPB/CCS/PROFSAÚDE. BARBERINO, Rafaela Pereira. Políticas públicas em saúde:um estudo do enfrentamento à pandemia da COVID19 no município de Tapiramutá/BA. 2022. 31f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2022. BARBOSA, Andreia Marinho. A saúde do trabalhador no discurso dos profissionais do núcleo ampliado de saúde da família e atenção básica. João Pessoa: s.n, 2019. 104 f. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCS/MPSF. CAVALCANTI, R. P.; CRUZ, D. F. da; PADILHA, W. W. N. DESAFIOS DA REGULAÇÃO ASSISTENCIAL NA ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, [S. l.], v. 22, n. 2, p. 181–188, 2018. DOI: 10.22478/ufpb.2317- 6032.2018v22n2.31872. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rbcs/article/view/31872. Acesso em: 17 mar. 2023. VITORINO, Salmon Carlos. Governança nas regiões de saúde: um estudo na Comissão Intergestores Regional CIR de saúde da Paraíba. João Pessoa: s.n, 2018. 97 f. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCSA/PPGCI.

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ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO

10 créditos

Carga Horária Total: 150h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 75h

Carga Horária Prática: 75h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Módulo Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda o processo saúde-doença no contexto de doenças e agravos não transmissíveis, considerando: os aspectos socioculturais, epidemiológicos e as necessidades psicobiológicas, psicoemocionais e psicoespirituais da pessoa adulta e idosa; o processo de envelhecimento nas dimensões biológica, psicossocial, política e cultural com ênfase nos conceitos de gênero, geração e capacidade funcional. Fundamenta o cuidado de enfermagem centrado na pessoa adulta e idosa, considerando: a família e a comunidade; a prevenção de doenças, promoção, tratamento e reabilitação da saúde; por meio da aplicação do processo de enfermagem e com atenção as diversidades étnico-raciais, de gênero, geracionais, territoriais, socioculturais e as especificidades das pessoas com deficiência, para a oferta e cuidado equânime, inclusivo e comprometido com a dignidade humana. Bibliografia Básica HINKLE, J. L.; CHEEVER, K. H. BRUNNER & SUDDARTH - TRATADO DE ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA - 2 Vols.

9788527736954. 14 ed. Grupo GEN. 2020 NANDA. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificação 2018-2020. Porto Alegre: Artmed. 2018 . NÓBREGA, M.L.. (Org). Nomenclatura de Diagnósticos, Resultados e Intervenções de Enfermagem: para pacientes hospitalizados em unidades clínicas, Utilizando a Cipe®.. Ideia. 2018 TERAPÊUTICAS, E. DIRETRIZES. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.

2021. Disponivel em: https://www.gov.br/saude/pt- br/assuntos/protocolos-clinicos-e-diretrizes-terapeuticaspcdt/arquivos/2022/portal-portaria- conjunta_no-19_2021_pcdt_dpoc .pdf BARROSO, W.K.S. et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq Bras Cardiol. v. 116, n. 3, p. 516658, 2021. Disponível em: http://departamentos.cardiol.br/sbc-dha/profissional/pdf/Diretriz-HAS-2020.pdf. Acesso em 30 de janeiro de 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). ABC do câncer: abordagens básicas para o controle Do câncer. 6. ed. Rio de Janeiro: INCA, 2020. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/image//capa-abc-6a- edicao.png. Acesso em: 05 de fevereiro de 2022. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Detecção precoce do câncer. Rio de Janeiro: INCA,

2021. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/deteccaoprecoce- do-cancer.pdf. Acesso em: 05 de fevereiro de 2022. Sociedade Brasileira de Diabetes Mellitus. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes Mellitus. 2021. Disponível em: https://diretriz.diabetes.org.br/2021/. Acesso em: 10 de fevereiro de 2022. ELIOUPOULOS, C. Enfermagem gerontológica. 9 ed. Porto Alegre: Artmed. 2019. FREITAS, E. V. de. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara. 2018.

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Bibliografia Complementar Murphy C, Atkin L, Swanson T, Tachi M, Tan YK, Vega de Ceniga M, Weir D, Wolcott R. International consensus document. Abordar feridas de difícil cicatrização com uma estratégia de intervenção precoce antibioilme: higienização da ferida. J Wound Care 2020; 29(Suppl 3b):S1–28. disponível em: https://www.biosanas.com.br/uploads/outros/artigos_cientificos/134/dffba1c97281125bbcb2e 9f1e3a947a6.pdf. Acesso em 22 mar 2023. SALLES, A.L.O. et al. O enfermeiro e a questão da adesão do paciente ao tratamento da hipertensão arterial sistêmica. Rev enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2019; 27:e37193. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/article/view/37193. Acesso em 30 de janeiro de 2022. OLIVEIRA, F. M. C.; CAVALCANTI, Y. L. P. Novo protocolo do enfermeiro na atenção primária à saúde no Estado da Paraíba [recurso eletrônico]. 1.ed. Curitiba: Editorial Casa, 2022. Disponível em: http://www.corenpb.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/ebook-Coren- 1-1.pdf. Acesso em 08 de março de 2022. LOPES, J. L.; FERREIRA, F. G. Eletrocardiograma para enfermeiros. 1 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2013. 226 p. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Orientações técnicas para a implementação de Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa no Sistema Único de Saúde – SUS [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2018. 91 p. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. 5 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. 64 p.

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6º PERÍODO

ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II

07 créditos

Carga Horária Total: 105h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Módulo Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Abordagem da assistência de enfermagem aos binômios criança-família e adolescente-família nos problemas de saúde clínicos e cirúrgicos que requerem hospitalização; com ênfase na integralidade e na humanização do cuidado. Fundamentação teórico-prática do processo de enfermagem aplicado à criança, ao adolescente e às suas famílias em contexto hospitalar, considerando as diversidades étnico-raciais, territoriais e socioculturais, em uma perspectiva inclusiva e voltada para educação em saúde. Desenvolve práticas extensionistas em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica PAVANI, Simone Aparecida Lima, CASTRO, Amparito Del Rocío Vintimilla; BERTI, Eliane Regina Coelho, ALMEIDA, Ana Paula. Enfermagem pediátrica e neonatal - assistência de alta complexidade. Manole, 2020. PEREIRA, Renata , BUDZINSKI, Magda. Manual de Enfermagem Pediátrica. Manole, 2021. BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith. Procedimentos de enfermagem pediátrica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. OLIVEIRA, Beatriz Rosana Gonçalves de; VIEIRA, Cláudia Silveira; COLLET, Neusa. Manual de enfermagem em pediatria. 2. ed. rev. atual. ampl. 2014. Bibliografia Complementar BEZERRA, Patrícia Gomes de Matos. Pneumologia Pediátrica: IMIP. 2016. PIÇARRO, Clécio. Fundamentos em Cirurgia Pediátrica. Manole, 2020.

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SAÚDE MENTAL II 06 créditos

Carga Horária Total: 90h

Código 1613142 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda a atuação da enfermagem no campo da saúde mental. A comunicação e a relação terapêutica. A semiologia e a psicopatologia psiquiátricas. Os principais transtornos mentais. As abordagens terapêuticas para o cuidado com pessoas em sofrimento mental. Emergências em saúde mental. Situações de sofrimento mental na contemporaneidade. Bibliografia Básica DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: ArtMed, 2019. FUKUDA, Ilza Marlene K.; STEFANELLI, Maguida C.; ARANTES, Evalda C. Enfermagem psiquiátrica em suas dimensões assistenciais. Editora Manole, 2017. E-book. ISBN 9788520455326. VIDEBECK, S.L. Enfermagem em saúde mental e psiquiatria. Editora: ARTMED, 2012. TOUWSEND, M.C. Enfermagem psiquiátrica: conceitos de cuidados. Editora: Guanabara Koogan, 2002. TOY, Eugene C.; KLAMEN, Debra. Casos clínicos em psiquiatria. Grupo A, 2013.E-book. ISBN 9788580553055. Bibliografia Complementar COFEN. O cuidar em saúde mental na perspectiva da Reforma Psiquiátrica. http://biblioteca.cofen.gov.br/cuidar-enfermagem-saude-mental-perspectiva-reforma-psiquiatrica/ OLIVEIRA, ELISANGELA COSTA DE ; MEDEIROS, ANA TEREZA DE ; TRAJANO, FLÁVIA MAIELE PEDROZA ; NETO, GABRIEL CHAVES ; ALMEIDA, SANDRA APARECIDA DE ; ALMEIDA, LUANA RODRIGUES DE . Mental health care in the territory: conceptions of primary health care professionals. Escola Anna Nery. Revista de Enfermagem,

v. 21, p. 1-6, 2017. RODRIGUES, L.F.CUSTÓDIO, A.P.S.T. O atual papel da enfermagem na saúde mental. REVISTA JRG DE ESTUDOS ACADÊMICOS ISSN: 2595-1661 Ano IV, Vol.IV, n.8, jan.-jun., 2021 DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.4637824

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ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO EM SERVIÇOS DE ATENÇÃO À SAÚDE II

07 créditos

Carga Horária Total: 105h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estudo sistematizado da enfermagem na administração, planejamento e gerenciamento de serviços nas organizações hospitalares, habilitando os estudantes para atuarem num contexto interdisciplinar e interprofissional com visão crítica da realidade organizacional, possibilitando a capacidade para identificar e apresentar soluções aos problemas fundamentais que afligem a área de gestão em enfermagem e as respectivas organizações em que atuam. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica COSTA, Maria Bernadete de Souza; SANTOS, Sérgio Ribeiro dos (Organização). Enfermagem:administração e gestão dos serviços de atenção à saúde. João Pessoa: Editora do CCTA, 2018. 375p. ISBN: 97895591066. IRELAND, R. Duane et al (coautoria ). Administração estratégica:competitividade e globalização: conceitos. São Paulo: Cengage, 2018. 384 p. ISBN: 8522127972, 9788522127979. SANTOS, Sérgio Ribeiro dos; SILVA, César Cavalcanti da (Organizador). Gestão de risco e segurança do paciente:uma abordagem multiforme. João Pessoa: Editora do CCTA, 2018. 279p. ISBN: 9788595590137. Bibliografia Complementar ATTIE, William. Auditoria:Conceitos e Aplicações. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2018. 748 p. ISBN: 9788597017106. CARDOSO, R. B.; PALUDETO, S. B.; FERREIRA, B. J. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA VOLTADO AO USO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE: PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, [S. l.], v. 22, n. 3, p. 277–284, 2018. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6032.2018v22n3.35054. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rbcs/article/view/35054. Acesso em: 16 mar. 2023. CHAVES, Claudia de Sousa. Empreender pela sustentação de oportunidades em João Pessoa- PB. João Pessoa: s.n, 2021. 32f. TCC (Graduação) - UFPB/CCSA. FIGUEIREDO CARNEIRO, M. C.; PAULINO ALVES, J.; BARROS DE MORAES RAMALHO, A. K.; DA SILVA FERREIRA, M. A. .; MORAIS MUNIZ FILHO, J.; FERREIRA DA COSTA, F.; WILNEY NASCIMENTO PADILHA, W. ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DOS INDICADORES DE PRÉ-NATAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO ESTADO DA PARAÍBA, BRASIL: UM ESTUDO TRANSVERSAL. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, [S. l.], v. 25, n. 4, 2021. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6032.2021v25n4.60908. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rbcs/article/view/60908. Acesso em: 16 mar. 2023. LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; PISA, Beatriz Jackiu. Administrando micro e pequenas empresas. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. 349 p. ISBN: 9788535290103. SILVA, Nelson Peres da. Análise de sistemas de informação:conceitos, modelagem e aplicações. São Paulo: Érica,

2019. 120 p. (Série eixos) ISBN: 9788536508054.

| 120 ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE FRENTE A DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS

09 créditos

Carga Horária Total: 135h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Módulo Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda o processo saúde-doença no contexto de doenças infecciosas e parasitárias, considerando os aspectos sociocultural, epidemiológico e as necessidades psicobiológicas, psicoemocionais, psicoespirituais, relacionadas à pessoa em todas as fases do ciclo de vida. Desenvolve prática reflexiva, assistencial e educativa de enfermagem na família, comunidade e nos serviços de saúde de atenção básica e especializada (ambulatorial e hospitalar), com ênfase na prevenção de doenças, promoção, tratamento e reabilitação da saúde, por meio da aplicação do processo de enfermagem. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica COURA, José Rodrigues; PEREIRA, Nelson Gonçalves. Fundamentos das doenças infecciosas e parasitárias.Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2019. NANDA. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificação 2018-2020. Porto Alegre: Artmed. 2018 ROUGUAYROL, M.Z., GURGEL, M. Epidemiologia e saúde, 8.ed. Medbook: Rio de Janeiro, 2018. NÓBREGA, M.L. (Org). Nomenclatura de diagnósticos, resultados e intervenções de enfermagem: para pacientes hospitalizados em unidades clínicas, utilizando a CIPE®.Ideia: João Pessoa, 2018 HINKLE, J. L. ; CHEEVER, K. H. Brunner & Suddarth - Tratado de enfermagem médico- mirúrgica - 2 v. 14 ed. Grupo GEN: Rio de Janeiro, 2020. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Articulação Estratégicade Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância em Saúde [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. – 5. ed. rev. e atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_5ed_rev_atual.pdf Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. 364p ⎫ BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Estratégia Nacional para Enfrentamento da Hanseníase 2019-2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2019 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Guia prático sobre a hanseníase – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 68 p. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para atenção integral às pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) – Brasília: Ministério da Saúde, 2020. 248 p

| 121 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. 412 p BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de vigilância da leishmaniose tegumentar americana. 2. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde. 2010 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral. Brasília: Ministério da Saúde. 2014 BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos. 2™ ed. - BrasÌlia: Fundação Nacional de Saúde, 2001. 120p

| 122 7º PERÍODO

ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER II 09 créditos

Carga Horária Total: 135h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda a situação de saúde das mulheres no ciclo gravídico-puerperal e ao recém-nascido em consonância com as políticas públicas vigentes, tendo em vista a autonomia das mulheres, a integralidade do cuidado, o modelo colaborativo de cuidado centrado na mulher, os direitos sexuais e direitos reprodutivos e o processo de trabalho da enfermagem na atenção à saúde das mulheres, considerando o perfil epidemiológico, os determinantes sociais e de saúde, as mulheres em situação de vulnerabilidade, a construção social da maternidade e paternidade. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade.

Bibliografia Básica MONTENEGRO, C. A. B.; REZENDE FILHO, J. de. Rezende - Obstetrícia fundamental. 14.ed. [s. l.]: Guanabara Koogan, 2018. ISBN 978-85-277-3257-4. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat06476a&AN=ufp.672719 &lang=pt-br&site=edslive. Acesso em: 14 mar. 2023. CUNNINGHAM, F. G. et al. Obstetrícia de Williams. Porto Alegre: AMGH, 2021. ISBN 9786558040057. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 0896&lang=pt-br&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023.RICCI, S. Enfermagem materno-neonatal e saúde da mulher. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. CAMPANER, A. B.; CARVALHO, S. de; RIBEIRO, P. A. Protocolos de emergência em ginecologia e obstetrícia. Barueri: Manole, 2019. ISBN 9788520460092. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 0263&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. FERNANDES, E. P. R. ; Freitas, W.M.F. ; VASCONCELOS, A. C. C. P. . ABORDAGEM COLETIVA DO PRÉ-NATAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA EM JOÃO PESSOA-PB. In: Fabiane do Amaral Gubert; Paula Sacha Frota Nogueira; Andrea Gomes Linard; Ângela Maria Alves e Souza; Michell Ângelo Marques Araújo. (Org.). Atenção Integral na Estratégia Saúde da Família: práticas e pesquisas na formação e no cuidado na Atenção Primária à Saúde. 1ed.Sobral: Edições UVA, 2021, v. 1, p. 304-324. ZUGAIB, M.; FRANCISCO, R. P. V. Zugaib Obstetrícia. Barueri: Manole, 2020. ISBN 9788580394351. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 0810&lang=pt-br&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. SILVA FILHO, A. L. da; D'ABREU, B. F. Protocolos e condutas em ginecologia e obstetrícia. Rio de Janeiro: MedBook, 2021. ISBN 9788583690818. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 0961&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023.

| 123 RICCI, S. S. Enfermagem materno-neonatal e saúde da mulher. Rio de Janeiro: Guanabara ISBN

9788527735483. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00001 br&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023.

Koogan, 2019. 7734&lang=pt-

Bibliografia Complementar NOBREGA, M. C. P. ; SILVA, M. I. ; ALBUQUERQUE, G. P. M. ; CASTRO, J. F. L. ; Faustino, WMF ; HOLANDA, V. R. . Avaliação da qualidade da assistência ao parto normal hospitalarpor meio do índice de Bolonha. Enfermería Global, v. 66, p. 370-383, 2022. SOUZA, K.; C., L. Saúde da mulher e Enfermagem. Belo Horizonte: 2017. ZUGAIB, M.; FRANCISCO, R. P. V. Zugaib obstetrícia. São Paulo: Manole, 2019. FONSECA, A.S.; JANICAS, R.C.S.V. Saúde materna e neonatal. São Paulo: Martinari, 2014. ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na prática materno- neonatal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao prénatal de baixo risco (Cadernos de Atenção Básica, n° 32). Brasília: Ministério da Saúde, 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Guia do pré-natal do parceiro para profissionais de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Ações Programáticas. Manual de gestação de alto risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. OPAS. Organização Pan-Americana da Saúde. Recomendações assistenciais para prevenção, diagnóstico e tratamento da hemorragia obstétrica. Brasília: OPAS; 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde. Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal: versão resumida. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. Nota técnica para organização da rede de atenção à saúde com foco na atenção primária à saúde e na atenção ambulatorial especializada – saúde da mulher na gestação, parto e puerpério. São Paulo: Hospital Israelita Albert Einstein: Ministério da Saúde, 2019. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: definições e classificação 2021-2023/ [NANDA Internacional]. 10 ed. Porto Alegre: Artmed, 2021. BRASIL. Ministério da Saúde. Organização Pan-Americana da Saúde. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Sociedade Brasileira de Diabetes. Cuidados obstétricos em diabetes mellitus gestacional no Brasil [recurso eletrônico]. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticos de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

| 124

ENFERMAGEM CIRÚRGICA 10 créditos

Carga Horária Total: 150h

Código 1603174 Carga Horária Teórica: 75h

Carga Horária Prática: 75h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda as necessidades de saúde do indivíduo no seu contexto sócio-cultural aplicando os princípios da sistematização da assistência de enfermagem perioperatória, numa visão holística, frente às situações cirúrgicas considerando as afecções benignas e malignas em nível de promoção, prevenção e recuperação da saúde. Desenvolve competências para o cuidado ambulatorial, pré, trans e pós-operatório e em central de material e esterilização Bibliografia Básica HINKLE, Janice L. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Volume 1. 14. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2022. - Minha Biblioteca. FREITAS, Elisangela Oliveira; GONÇALVES, Thayanne Oliveira Freitas. Técnicas de instrumentação cirúrgica. São Paulo: Érica, 2019. 184p.- Minha Biblioteca OLIVEIRA,Simone Machado Kühn de... [et al.] . Centro cirúrgico e CME. Porto Alegre: SAGAH, 2019. 322p. - Minha Biblioteca ARRUDA, A. J. C. G. et al. Compêndio de enfermagem cirúrgica: intra e pós operatório imediato. João Pessoa. Editora do CCTA, 2020. Disponível em: https://cofenplay.com.br/conteudo/36486 Bibliografia Complementar Brunner, L.S.; Suddarth, D.S. Brunner & Suddarth : manual de enfermagem médico- cirúrgica. 14. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2019. 804 p. - Minha Biblioteca Benchimol, Marcos. Manual do Risco Cirúrgico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter Publicações Ltda, 2022. 410p. Minha Biblioteca Hinrichsen, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções : risco sanitário hospitalar .4ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2023. 662p. UTIYAMA, Edivaldo M.; RASSLAN, Samir; BIROLINI, Dario. Atualização em cirurgia geral, emergência e trauma: cirurgião ano 11. - 1. ed. - Barueri [SP] : Manole, 2020.- Minha Biblioteca LOPES, Alberto (Tito) de Barros. Bonney Cirurgia Ginecológica.12. Ed. Rio de Janeiro – RJ: Thieme Revinter Publicações, 2020.334p. PELLICO, Linda Honan. Enfermagem Médico-Cirúrgica . 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 1443p. AGENCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução da diretoria colegiada- RDC Nº 15, de 15 de março de 2012. Disponível em:< www.anvisa.gov.br/legis RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, 20 de mar. de 2002. Disponivel em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2002/rdc0050_21_02_2002.html MEEKER, M. H.; ROTHROCK, J. C. Alexander. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

| 125

ENFERMAGEM NA ATENÇÃO AO PACIENTE CRÍTICO

08 créditos

Carga Horária Total: 120h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 45h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 30

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda as necessidades de saúde do indivíduo no seu contexto sociocultural, aplicando os princípios da metodologia da assistência de enfermagem, numa visão holística, frente às situações de emergências, traumas e aquelas que necessitam de assistência em Unidade de Terapia Intensiva, considerando os níveis de promoção, prevenção e recuperação da saúde. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica AZEVEDO, Luciano César P., D. et al. Medicina intensiva: abordagem prática. [et al.]. 5. ed., rev. e atual. Santana de Parnaíba [SP]: Manole, 2022. MORTON, Patricia Gonce. Cuidados críticos em enfermagem: uma abordagem holística / Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine; [revisão técnica Isabel Cristina Fonseca da Cruz; tradução Mariana Villanova Vieira... et al.]. 11. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. VELASCO, Irineu Tadeu. Manual de medicina de emergência / Irineu Tadeu Velasco ... [et al.]. 2. ed. Barueri [SP]: Manole, 2020. Bibliografia Complementar National Association of Emergency Medical Technicians. AMLS Advanced Medical Life Support: Atendimento PréHospitalar às Emergências Clínicas [recurso eletrônico] / National Association of Emergency Medical Technicians ; tradução e revisão técnica: Antônio Rogério Proença Tavares Crespo...[et al.] – 3. ed. – Porto Alegre : Artmed, 2022. SOUSA, Marco Aurélio de. Avaliação do paciente crítico. São Paulo: Platos Soluções Educacionais S.A., 2021. TOBASE, Lucia. Urgências e emergências em enfermagem / Lucia Tobase, Edenir Aparecida Sartorelli Tomazini. –

1. ed. – [Reimpr.]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. VIANA, Renata Andréa Pietro, P. e Mariana Torre. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas. Barueri, SP: Manole, 2017. ZAVAGLIA, G. O. et al. Cuidado de enfermagem em emergência e traumas. Porto Alegre: SAGAH, 2019.

| 126 8º PERÍODO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE (ESAB)

32 créditos

Carga Horária Total: 480h

Código NOVA Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prática: 480h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Atividade Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Desenvolve atividades de planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem relacionadas à promoção, proteção e recuperação da saúde da população atendida nos serviços de atenção básica em saúde e comunidade, visando à assistência integral à saúde da clientela, atuando nos diversos programas de saúde. Bibliografia Básica BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). 1ª. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. 2012 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. 2012 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde na escola / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. ? Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 96 p. : il. ? (Série B. Textos Básicos de Saúde) Cadernos de Atenção Básica.. ISBN 978-85-3341644-4.. Brasil. Ministério da Saúde. 2009 Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. 1.ª edição 2.ª reimpressão. Editora do Ministério da Saúde,. 2011 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde,

2014. 176 p.: il. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento. Cadernos de Atenção Básica, n. 33. Brasília, 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: orientações para implementação / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 180 p. : il.

| 127 TRABALHO

DE CONCLUSÃO DE CURSO I 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código 1613147 Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Elaboração do Projeto de Pesquisa para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) vinculado a uma temática de interesse da enfermagem e do aluno do Curso de Enfermagem de modo que articule e integre teoria, prática, pesquisa e/ou extensão considerando a relevância social e os princípios ético-legais da pesquisa. Bibliografia Básica GIL, A.C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. MEDEIROS, J.B. Redação Científica: prática de fichamentos, resumos, resenha

13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico. Ed. Cortêz, 2011. Bibliografia Complementar GRAZIOSI, M. E. S.; LIEBANO, R.; NAHAS, E. F. X. Pesquisa em Bases de Dados - Módulo científico. Especialização em Saúde da Família. UNASUS – UNIFESP. [2015]. Disponível em: https://www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/esf/1/modulo_cientific o/Unidade_13.pdf >. THOMAS, D. B.; OENNING, N. S. X.; GOULART, B. N. G. Aspectos essenciais na construção de instrumentos de coleta de dados em pesquisas primárias de saúde. Rev. CEFAC, São Paulo, v. 20, n. 5, p. 657-64, 2018. Disponível em: . doi: https://doi.org/10.1590/1982- 021620182053218

| 128 9º PERÍODO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ASSISTÊNCIA HOSPITALAR (ESAH)

32 créditos

Carga Horária Total: 480h

Código NOVA Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prática: 480h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Atividade coletiva Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Desenvolve atividades de planejamento, implementação e avaliação da assistência e do serviço de enfermagem, em unidades hospitalares, fundamentadas nos conhecimentos técnico-científicos, gerenciais e educativos adquiridos ao longo do curso, com enfoque na humanização e sistematização da assistência de Enfermagem por meio do processo de enfermagem. Bibliografia Básica HINKLE, Janice L. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Volume 1. 14. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2022. - Minha Biblioteca Freitas, Elisangela Oliveira; Gonçalves, Thayanne Oliveira Freitas. Técnicas de instrumentação cirúrgica. São Paulo: Érica, 2019. 184p.- Minha Biblioteca SANTOS, S.R; COSTA, M.B.S (ORG.). Enfermagem: Administração e Gestão dos Serviço de Atenção à Saúde.. 1ª. João Pessoa: CCTA/UFPB.. 2018 BRASIL, Ministério da Saúde. Rede Cegonha: Atenção Integral à saúde da Mulher e da Criança. Ministério da Saúde. Sd VIANA, Renata Andrea Pietro Pereira; RAMALHO NETO, José Melquiades. Enfermagem em terapia intensiva: práticas baseadas em evidências. 2. Atheneu. 2021. Ana Izabel Jatobá de Souza; Jane Cristina Anders; Juliana Coelho Pina; Patrícia Kuerten Rocha; Valéria de Cássia Sparapani.. (Org.).. Enfermagem pediátrica: avanços e contribuições para a prática clínica. 1ed.. Florianópolis: Papa-Editora. 2021, v. 1, p. 124-156 BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde. 3ª. Secretaria de Vigilância em Saúde. 2019. Ministério da Saúde. Resolução RDC nº 50. Brasil. 2002. Bibliografia Complementar SANTOS, S.R; COSTA, M.B.S (ORG.). Gestão de Risco e Segurança do Paciente: Uma abordagem Multiforme.. 1ª. João Pessoa: CCTA/UFPB.. 2017 NARCHI, N.Z.; FERNANDES, R.A.Q.. Enfermagem e Saúde da Mulher. 2. Manole. 2012 NAEMT - National Association of Emergency Medical Technicians.. Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado - PHTLS.. 9.ed.. Porto Alegre: Grupo a,. 2018. LIVERIA, R. G.. Blackbook enfermagem. 1ªed. Blackbook. 2016 BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Precauções Anti-Infecciosa

| 129 SOBECC. DIRETRIZES de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para saúde. 7º. Manole. 2017. BRUNNER, L.S.; SUDDARTH, D.S. Brunner & Suddarth : manual de enfermagem médico-cirúrgica.14. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2019. 804 p. - Minha Biblioteca BENCHIMOL, Marcos. Manual do Risco Cirúrgico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter Publicações Ltda, 2022. 410p. - Minha Biblioteca

| 130 10º PERÍODO

ESTÁGIO REGIONAL INTERPROFISSIONAL – ERIP/SUS 11 créditos

Carga Horária Total: 165h

Código GDSPP0060 Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prática: 165h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Atividade coletiva Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Proporcionar ao estudante de enfermagem vivência multiprofissional fundamentada numa abordagem interprofissional garantindo a atuação pautada na integralidade da atenção à saúde, através de sua atuação no âmbito da gestão, das ações educativas e do desenvolvimento de atividades de oferta de cuidado na atenção primária, na perspectiva da promoção da saúde e prevenção de doenças; e que permitam a realização do diagnóstico, planejamento, execução e avaliação das necessidades evidenciadas junto aos usuários domiciliados nas comunidades dos municípios conveniados com a UFPB/CCS/ERIP/SUS. Bibliografia Básica BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). 1ª. Ministério da Saúde.Departamento de Atenção Básica. 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. 2012 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde na escola / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 96 p. : il. (Série B. Textos Básicos de Saúde) Cadernos de Atenção Básica. Brasil. Ministério da Saúde. 2009. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. 1.ª edição 2.ª reimpressão. Editora do Ministério da Saúde. 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde,

2014. 176 p.: il. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento. Cadernos de Atenção Básica, n. 33. Brasília, 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: orientações para implementação / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 180 p. : il.

| 131 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Atividade individual Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Contribui na elaboração do trabalho de Conclusão de curso (TCC). Elementos pré-textuais. Introdução do TCC. Contextualização do Tema e Problema de Pesquisa. Objetivo Geral e Específicos. Justificativa. Estrutura do Documento em formato de artigo científico. Caracterização do Local de Estudo. Revisão Teórica. Procedimentos Metodológicos. Descrição e Análise dos Dados e interpretação dos Resultados. Proposição de um Plano ou Estratégias ou Soluções. Elementos pós-textuais.Acompanhamento da execução do plano de trabalho do aluno. Aprimorar o conhecimento teórico-prático para a elaboração e disseminação do TCC. Bibliografia Básica MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. Atualização da edição João Bosco Medeiros - 9. Ed. - São Paulo:Atlas, 2022. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 7ª Ed. (2ª Reimp)São Paulo: Atlas, 2022. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 2019. Bibliografia Complementar VOLPATO, G. Bases teóricas para redação cientifica. 4ª Ed. – Botucatu,SP. Editora e Livraria Científica, 2021. PEREIRA, A.S. Metodologia da pesquisa científica [recurso eletrônico]. – 1. ed. – Santa Maria, RS : UFSM, NTE,

2018. 1 e-book. TRENTINI, M., PAIM, L., SILVA, D.G.V.D., PERES, M.A.D.A. Convergent care research and its qualification as scientific research. Revista Brasileira de Enfermagem 74, 2021. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2019-0657 SOUZA, R., 2018. A importância de fundamentos robustos em metodologia científica. Jornal Brasileiro de Pneumologia 44, 350–351. https://doi.org/10.1590/s1806-37562018000500005 LEÃO, L. M.. Metodologia do estudo e pesquisa: facilitando a vida dos estudantes, professores e pesquisadores. Petrópolis,RJ:Vozes,2016.

| 132 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE

23 créditos

Carga Horária Total: 345h

Código NOVA Carga Horária Teórica: Carga Horária Prática: 345h -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Atividade coletiva Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Formação profissional pedagógica desenvolvida na modalidade de estágio supervisionado em Serviços de atenção Primária à Saúde e Serviços de Atenção Especializada, por meio de práticas educativas atualizadas, abordando temas relacionados à área da saúde e de enfermagem de maneira a proporcionar ao educador em formação, a articulação do saber teórico com a prática em saúde com vistas à transformação das práticas assistenciais de enfermagem e de educação em saúde, tendo por base a Educação Permanente em Saúde. Bibliografia Básica BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação em Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília – DF, 2009. BRASIL, Ministério da Saúde. Política de Educação e Desenvolvimento para o SUS. BRASÍLIA – 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde: o que se tem produzido para o seu fortalecimento?/1. ed. rev. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 73 p. : il. CECCIM, Ricardo Burg; FERLA, Alcindo Antônio. Educação Permanente em Saúde. Disponível em: http://www.sites.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/edupersau.html

Bibliografia Complementar ANDRADE, Selma Regina de; MEIRELLE, Betina Hörner Schlindwein; LANZONI, Gabriela Marcellino de Melo. Educação Permanente em Saúde: atribuições e deliberações à luz da Política Nacional e do Pacto de Gestão. O MUNDO DA SAÚDE, São Paulo: 2011;35(4):373-381. 373. CECCIM, Ricardo Burg. Educação Permanente em Saúde: desafio ambicioso e necessário. Interface - Comunic, Saúde, Educ, v.9, n.16, p.161-77, set.2004/fev.2005. CECCIM, Ricardo Burg; FEUERWERKE, Laura C. M. R. O Quadrilátero da Formação para a Área da Saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 14(1):41- 65, 2004. STROSCHEIN, Karina Amadori ; ZOCCHE, Denise Antunes Azambuja. Educação permanente nos serviços de saúde: um estudo sobre as experiências realizadas no Brasil. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 9 n. 3, p. 505-519, nov.2011/fev.2012.

| 133 COMPONENTES OPTATIVOS

AVALIAÇÃO E TRATAMENTO DE FERIDAS I 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código 1603183 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estudo dos aspectos históricos, éticos e legais do processo de cuidar de pessoas com lesões. A aplicação do processo de enfermagem na promoção, prevenção e tratamento de pessoas frente a prevenção e tratamento de lesões, face às diferentes etiologias e às diversas tecnologias Bibliografia Básica BORGES, Eline L. Feridas - Úlceras de Membros Inferiores . Rio de Janeiro. Grupo GEN, 2012. E-book. ISBN 97885-277-2130-1. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2130-1/. Acesso em: 13 mar. 2023. GAMBA, Mônica A.; PETRI, Valéria; COSTA, Mariana Takahashi F. Feridas - Prevenção, Causas e Tratamento . Rio de Janeiro. Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 9788527729567. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527729567/. Acesso em: 13 mar. 2023. MALAGUTTI, W.; KAKIHARA, C.T. (Organização). Curativos, estomia e dermatologia: uma abordagem multiprofissional. São Paulo: Martinari, 2014. 637p. ISBN: 9788589788908. Bibliografia Complementar BLANCK, M. GIANNINI, T. Ulceras e Feridas. 1ª edição. Editora DiLivros. 2014. CAMPOS, M.G.C.A. et al. Tratado de Feridas e Curativos: uma abordagem teórica e prática. João Pessoa-PB: Brasileiro & Passos; Rômulo Passos. 2022. ISBN 9786588788042 GEOVANINI, T. Tratado de feridas e curativos: enfoque multiprofissional. RIDEEL. 2014 IRION, GL. Feridas: novas abordagens, manejo clínico e atlas em cores. 2ª ed. Ed. Guanabara Koogan, 2012. Rio de Janeiro/RJ. SILVA, R. C. L.; FIGUEIREDO, N. M. C.; MEIRELES, I. B. Feridas: Fundamentos e atualizações em enfermagem. Yendis. 2011.

| 134 CUIDADOS PALIATIVOS 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código GDEMC0092 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Apresenta e discute a história dos cuidados paliativos no Brasil e no mundo; a filosofia, os conceitos, os princípios e fundamentos desenvolvidos ao longo dos anos, assim como as modalidades de assistência multiprofissional humanizada considerando a abordagem holística de saúde e a importância da interdisciplinaridade na promoção dos cuidados paliativos ao paciente e aos seus familiares no enfrentamento de doenças que ameaçam a vida e processo de morte e luto. Bibliografia Básica BIFULCO, Vera A.; CAPONERO, Ricardo. Cuidados paliativos: um olhar sobre as práticas e as necessidades atuais . Barueri - SP: Editora Manole, 2018. E-book. ISBN 9788578683061. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788578683061/.Acesso em:13mar. 2023. CARVALHO, Ricardo Tavares de; ROCHA, Juraci A.; FRANCK, Ednalda M.; e outros Manual de residência de cuidados paliativos: abordagem multidisciplinar . Satana de Parnaíba - SP: Editora Manole, 2022. E-book. ISBN

9786555767735. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555767735/. Acesso em:13 mar. 2023. MENDONÇA, Karine R. Princípios dos cuidados paliativos . Porto Alegre: SAGAH. Grupo A, 2018. Ebook.Disponívelem: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027558/. Acesso em:13mar.2023. Bibliografia Complementar BIFULCO,V.A.; CAPONEIRO, R. Cuidados paliativos: conversas sobre a vida e a morte na saúde. São Paulo: Manole, 2015. PESSINI, L.; BERTACHINI, L. Humanização e cuidados paliativos. São Paulo: Edições Loyola, 2012. PIMENTA, Cibele Andrucioli de M.; MOTA, Dálete Delalibera Corrêa de F.; M, Diná de Almeida L. Dor e cuidados paliativos: enfermagem, medicina e psicologia . Barueri, SP: Editora Manole, 2006. E-book. ISBN

9788520444078. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520444078/.Acesso em:13mar. 2023. PRATA, Henrique M. Cuidados Paliativos e Direitos do Paciente Terminal . Barueri, SP: Editora Manole, 2017. E-book. ISBN 9788520453513. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520453513/. Acesso em: 13 mar. 2023. SILVA, R. S.; AMARAL, J.B. do; MALAGUTTI, W. (Organizadores). Enfermagem nos Cuidados Paliativos. São Paulo: Martinari ,2013.

| 135 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda os aspectos da comunicação e sua importância no processo de cuidar em Enfermagem envolvendo as relações entre profissionais e pacientes/usuários, famílias e comunidades; as bases éticas e legais da comunicação dentro do processo de enfermagem; as habilidades da comunicação terapêutica nos diversos contextos da atividade clínica do enfermeiro. Bibliografia Básica Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação 2021-2023. Organizadoras, Herdman, T.H. Kamitsuru, S. Lopes, CT; tradução: Regina Machado Garcez; revisão técnica: Alba Lucia Bottura Leite de Barros... [et al.]. – 12. ed. – Porto Alegre: Artmed, 2021. GARCIA, Telma R.; CUBAS, Márcia R.; GALVÃO, Maria C. B.; NÓBREGA, Maria M. Lima da. Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem CIPE(R): Versão 2019/2020. Porto Alegre: Artmed,2020. Grupo A, 2020. E-book. ISBN 9786581335397. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786581335397/. Acesso em: 13 mar. 2023. MCEWEN, Melanie; WILLS, Evellyn. Bases Teóricas de Enfermagem . Porto Alegre: Artmed, 2016. Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582712887. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712887/. Acesso em: 13mar. 2023. Bibliografia Complementar CUBAS, Márcia R.; GARCIA, Telma R.; BACHION, Maria M.; CHIANCA, Tânia C M. Diagnósticos, Resultados e Intervenções de Enfermagem: Enunciados do Sistema de Informações da Associação Brasileira de Enfermagem (SiABEn). Porto Alegre: Artmed 2021. Grupo A, 2021. E-book. ISBN

9786558820147. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558820147/. DOENGES, Marilynn E.; MOORHOUSE, Mary F.; MURR, Alice C. Diagnóstico de Enfermagem, 14ª edição . Porto Alegre: Artmed, 2018. Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527733960. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733960/.Acessoem:13mar.2023. ESPÍNDULA BRASILEIRO, M.S.; FERREIRA, B.A.S.; SAE - Sistematização da Assistência de Enfermagem. 1ª ed. Ed. AB, 2016. NASCIMENTO, Alexandra Bulgarelli do. Conhecimento e métodos do cuidar em enfermagem . Porto Alegre: SAGAH. Grupo A, 2019. E-book. ISBN 9788595029729. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029729/. Acesso em: 14 mar. 2023. TANNURE, M.C.; PINHEIRO, A.M. SAE: Sistematização da Assistência de Enfermagem: Guia Prático. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

| 136 COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM

03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda os aspectos da comunicação e sua importância no processo de cuidar em Enfermagem envolvendo as relações entre profissionais e pacientes/usuários, famílias e comunidades; as bases éticas e legais da comunicação dentro do processo de enfermagem; as habilidades da comunicação terapêutica nos diversos contextos da atividade clínica do enfermeiro. Bibliografia Básica ALBUQUERQUE, Aline. Empatia nos cuidados em saúde: comunicação e ética na prática clínica . 1. ed. – Santana de Parnaíba [SP]: Editora Manole, 2023. E-book. ISBN 9788520462485. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520462485/. Acesso em: 14 mar. 2023. MATIELO, Aline A.; BIEDRZYCKI, Beatriz P.; VASCONCELOS, Gabriela Souza de; e outros Comunicação e Educação em Saúde . Porto Alegre: SAGAH. Grupo A, 2021. E- book. ISBN 9786556901190. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786556901190/. Acesso em: 14 mar. 2023. POTTER, Patrícia A et al (Autoria). Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. v. ISBN: 9788535276251. Bibliografia Complementar CIANCIARULLO, T. I. Instrumentos básicos para o cuidar. São Paulo: Atheneu, 2000. DANIEL, L.F. Atitudes interpessoais em enfermagem. São Paulo: EPU, 1983. SIMEONE, l. Comunicação em Enfermagem. São Paulo. Editora: Yendis. 2012. STEFANELLI, M.C.; CARVALHO, E.C de (org.). A comunicação nos diferentes contextos da enfermagem. São Paulo: Manole, 2012. TAYLOR, CR, et al. Fundamentos de Enfermagem: a arte e a ciência do cuidado de enfermagem. 7. Artmed. 2014.

| 137 NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código 1603126 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda a conduta pré-hospitalar a ser aplicada às pessoas vítimas de acidentes, utilizando os Princípios Básicos de Primeiros Socorros. Bibliografia Básica HAUBERT, Márcio. Primeiros socorros . Porto Alegre: Grupo A, 2018. SANTOS, Nívea Cristina Moreira. Urgência e emergência para enfermagem: do atendimento pré- hospitalar (APH) à sala de emergência. –-7. ed. --São Paulo: Érica, 2018. MOTA, Rafael Flores da;; Conceição, Vander Monteiro da; Yasojima, Edson Yuzur. Primeiros Socorros: um guia para formação de socorrista. São Luís - Editora Pascal, 2021. Bibliografia Complementar KAREN, Keith J. Primeiros socorros para estudantes 10ed. Editora Manole, 2013. E-book, ISBN 9788520462403. Disponível em: https//integradaminha biblioteca.com.br#books/9788520462430/. Acesso em 03 abr.2023 LOPES, Cassia Oliveira. Manual de Primeiros Socorros para leigos. Suporte Básico de Vida. São Paulo: Secretaria Municipal de Saúde - SAMU-192, 2022. 62p. ANDRADE, Gabriel Freitas. Noções de Primeiros Socorros (apostila). UFRRJ, 2020. Brasil, Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde . Protocolo de Intervenção Para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência: Ministério da Saúde, 2016. BRASIL. Ministério da Saúde. Acidentes por animais peçonhentos. Disponível http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/acidentes-poreconhentos. Acesso em: 10/julho/2017

em: animais-

LUONGO, Jussara. Tratado de Primeiros Socorros. Niterói – RJ, Rideel, 2014. I.S.B.N.: 978853393250-0

| 138 ENSINO DE TÉCNICAS ÁUDIO EXPOSITIVAS 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código GDEMC0091 Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: 30h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Conceitos, princípios e fundamentos do ensino de técnicas áudio expositivas, incluindo as técnicas de apresentação de trabalhos de conclusão do curso de graduação, palestras, conferências e painéis, utilizando o púlpito e o microfone, especificando as qualidades do apresentador, a leitura dos seus movimentos, gestos, vestimenta e postura adequadas, durante uma apresentação. Bibliografia Básica CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas na era digital. Rio de Janeiro: Sextante, 2020. ISBN: 978-85-431-0948-0. BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégia de ensino-aprendizagem. 33. Ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 4ª Reimpressão, 2019. ISBN: 978-85-326-0154-4. PRIETO, Guillermo Ballenato. Falar em Público: Arte e Técnica da Oratória. Escolar Editora. Lisboa. 2014. ISBN: 978-972-592-415-0 Bibliografia Complementar SHINYASHIKI, Roberto. Os segredos das apresentações poderosas:pessoas de sucesso sabem vender suas ideias, projetos e produtos para qualquer platéia. São Paulo: Editora Gente, 2012. ISBN:978-8-7312-826-0. CHAVES, Cláudia de Sousa. Empreender pela sustentação de oportunidades em João Pessoa- PB. João Pessoa: s.n, 2021. 32f. TCC (Graduação) - UFPB/CCSA.

| 139 GÊNERO E SAÚDE DO HOMEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código 1603182 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda o processo de saúde-doença da população masculina com vista a compreensão de seus principais problemas sociais e de saúde e a implementação de ações voltadas à promoção da saúde e prevenção de agravos; assim como, as políticas públicas e os serviços de atenção destinados a esta população. Bibliografia Básica BRASIL. MINISTÉRIO DA Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde Homem. Brasília. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_atencao_saude_homem.pdf.

2009.

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Plano de Ação: 2009-2011 - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Brasília. 2009. BRAZ, Marlene. A Construção da subjetividade masculina e seu impacto sobre a saúde do homem: reflexão bioética sobre a justiça distributiva. Ciência e Saúde Coletivas. 10. N. 1 -97-104, 2005.https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232005000100016 BRITO, L. T. de; FREITAS, J. G. O. de; SANTOS, M. P. dos. Não, isso não é coisa para homem. Masculinidades e os processos de inclusão/exclusão em uma escola da Baixada Fluminense-RJ. Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero. Ponta Grossa, v. 5, n. 2, p. 114-125, ago./dez.,

2014. Disponível em:<http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/6137/pdf_127>. ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & Saúde. 7 ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2013. Bibliografia Complementar ACOSTA, A. M.; LIMA, M. A. D. S. da. Usuários frequentes de serviço de emergência: fatores associados e motivos de busca por atendimento. Rev. Latino-Am.Enfermagem. Ribeirão Preto, v. 23, n. 2, p. 337-344, mar./abr., 2015. Disponívelem:<http://www.scielo.br/pdf/rlae/v23n2/pt_0104-1169-rlae-23-02-00337.pdf>. CONNELL, R. W. On hegemonic masculinity and violence: response to Jefferson an Hall. Theoretical Criminology,

v. 6, n. 1, p. 89-99, 2002. https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/136248060200600104?journalCode=tcra. The men and the boys. Berkeley, CA: University of California Press, 2000. FERREIRA, J. A.; MENESES, R. M.

V.; AGUIAR,

V. S. homens no programa saúde da família: estratégias de elucidação de Enfermagem UFPE On Line, v. 6, p. 2020-2029, 2012.

Comunicação com os pelos enfermeiros. Revista

FERREIRA, J. A. ; DE SENA, R. R . Mans health at home: an integrative review. International Archives of Medicine,

v.9, p.1-10, 2016. FERREIRA, J. A.; FREITAS, F. B. D. de ; CAVALCANTI, J. R. D.; FREITAS, J. M. S.; SILVA, A. E.; SANTOS, W. P . O universo masculino na visão dos homens acerca do Programa Melhor em Casa. Revista Panamericana De Salud Publica-Pan American Journal Of Public Health, v. 42, p. 1-6, 2018. https://scielosp.org/article/rpsp/2018.v42/e123/

| 140 FIGUEIREDO, N. M. Sul:Yendis,2012.

A. Ensinando

GOMES, R. (ORG). Saúde 2011.<http://books.scielo.org>.

a cuidar em saúde pública.

do Homem em Debate [on

2 ed.

São Caetano

line]. Rio de Janeiro:

do

Fiocruz,

SANTOS, W. P.; FERREIRA, J. A.; FREITAS, F. B. D de. As implicações do processo paternidade para o comportamento masculino. Revista de APS (ONLINE),

v. 21, p. 291-299, 2018. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-970445.

de

| 141 EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE E ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda aspectos conceituais e históricos relacionados a educação popular em saúde, ressaltando a pedagogia de Paulo Freire e o cuidado em saúde e enfermagem numa perspectiva problematizadora da educação popular. Aborda sobre a educação para as relações étnico-raciais. Contempla a prática do cuidar de modo que o discente possa desenvolver competências para planejar e implementar atividade voltada para a prevenção e promoção da saúde no contexto da educação popular em saúde. Bibliografia Básica BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Política Nacional de Educação Popular em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt2761_19_11_2013.html. Acesso em: 05 fev. 2022. DANTAS, G. H.O. et. al. Educação popular em saúde no cuidado em enfermagem na comunidade. In: CRUZ, P.J. S.C.; RODRIGUES, A.P. M. E.; PEREIRA, E.A. A.L. Vivências de extensão em educação popular no Brasil: extensão e educação popular na reorientação da formação em saúde.

v.2. João Pessoa: Editora CCTA, 2018. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1dfqs9EpU2Slkjd823s8MRzBow2vjQvJp/view FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. 74. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2019. FREIRE,P. Pedagogia do Oprimido. 84. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2019. PINNO, C.; BECKER, B; SCHER, C.R.; MOURA, T.H.M. Educação em Saúde. Porto Alegre: SAGAH, 2019. SANTOS, A.S.; PASCHOAL,V.D. Educação em Saúde e Enfermagem. São Paulo: Manole, 2017. SILVA, F. M. de P.; PEREIRA, A. K. A. de M. O processo de formação para a prática de educação popular em saúde: concepções teóricas e metodológicas dos egressos de enfermagem. Revista de Educação Popular, Uberlândia, MG, p. 123–143, 2020. DOI: 10.14393/REP-2020-53291. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/53291. Acesso em: 20 mar. 2023. Bibliografia Complementar BATISTA, P.S.S.; VASCONCELOS, E.M. Caminhos de uma pedagogia freiriana para a formação ética no ensino universitário em saúde. In: CRUZ, P.J.S.C. Educação Popular em Saúde: desafios atuais. São Paulo: Hucitec, p.207227, 2018. CAPRINI, A. B.A; BECALLI, F. Educação para as relações étnico-raciais : experiências e reflexões . Vitória, ES : Edifes, 2018. Disponível em: https://edifes.ifes.edu.br/images/stories/ebook_educa%C3%A7%C3%A3o_para_as_rela%C3%A7 %C3%B5es_%C3%A9tnico-raciais.pdf CRUZ, P.J.S.C., SILVA, M.R.F., PULGA, V.L. Educação Popular e Saúde nos processos formativos: desafios e perspectivas. Interface (Botucatu). 2020; 24: e200152 https://doi.org/10.1590/Interface.200152

| 142 CRUZ, P. J. S. C. .; SILVA, M. R. F. da .; PULGA, V. L.; MACHADO, A. M. B.; BRUTSCHER, V. J. Educação Popular em Saúde: concepção para o agir crítico ante os desafios da década de 2020. Revista de Educação Popular, Uberlândia, MG, p. 6–28, 2020. DOI: 10.14393/REP-202056014. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/56014. Acesso em: 20 mar. 2023. DANTAS, G. H.O. et. al. Educação popular em saúde no cuidado em enfermagem na comunidade. In: CRUZ, P.J. S.C.; RODRIGUES, A.P. M. E.; PEREIRA, E.A. A.L. Vivências de extensão em educação popular no Brasil: extensão e educação popular na reorientação da formação em saúde.João Pessoa: Editora CCTA, 2018. OLIVEIRA, M. F. O.; COTA, L.G.S. A pedagogia freiriana nas práticas de educação em saúde.Diversitates Int J 10(1): 46-58, 2018.

| 143

EXAMES LABORATORIAIS E DE IMAGENS SUBSÍDIOS PARA ENFERMAGEM

03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda o papel do enfermeiro acerca dos exames laboratoriais e de imagens mais prevalentes considerando os padrões e protocolos que orientam quanto ao objetivo, descrição, métodos, fatores intervenientes, interpretações dos resultados dos exames, orientações para o cuidado antes, durante e após a realização do exame para o paciente/familiares com embasamento no Processo de Enfermagem. Bibliografia Básica NICOLL, Diana. Manual de exames diagnósticos [recurso eletrônico] / Diana Nicoll, Chuanyi Mark Lu, Stephen J. McPhee; tradução: Soraya Imon de Oliveira; revisão técnica: lissandra Machado Arlindo de Mattos, Priscila Raupp da Rosa. – 7. ed. – Porto Alegre : AMGH, 2019. RAO, L. V. Wallach: interpretação de exames laboratoriais [recurso eletrônico] / L. V. Rao, L. Michael Snyder ; tradução Felipe Piedade Gonçalves Neves. - 11. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. 1288 p. FISCHBACH, Frances Talaska. Exames laboratoriais e diagnósticos em enfermagem: guia prático [recurso eletrônico] / Frances Talaska Fischbach, Margaret A. Fischbach; tradução Claudia Lucia Caetano de Araujo. - 6. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Bibliografia Complementar FUNARI, Marcelo Buarque de Gusmão et al.Tópicos relevantes no diagnóstico por imagem / – Barueri, 1a edição. São Paulo: Manole, 2017. – (Coleção Manuais de Especialização Einsten / editoras Renata Dejtiar Waksman, Olga Guilhermina Dias Farah) PAGANA, Kathleen Deska. Guia de exames laboratoriais e de imagem para a enfermagem / Kathleen Deska Pagana, Timothy J. Pagana ; tradução Alcir Costa Fernandes Filho. - 11. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. HINKLE, J. L.; CHEEVER, K. H. BRUNNER & SUDDARTH - TRATADO DE ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA - 2 Vols. 9788527736954. 14 ed. Grupo GEN. 2020. NANDA. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificação 2018-2020. Porto Alegre: Artmed. 2018 . NÓBREGA, M.L.. (Org). Nomenclatura de Diagnósticos, Resultados e Intervenções de Enfermagem: para pacientes hospitalizados em unidades clínicas, Utilizando a Cipe®..Ideia. 2018. CUBAS, Marcia Regina. Diagnósticos, resultados e intervenções de enfermagem: enunciados do SiABEn [recurso eletrônico] / Marcia Regina Cubas, Telma Ribeiro Garcia (in memorian). – Porto Alegre : Artmed, 2021. COURA, José Rodrigues; PEREIRA, Nelson Gonçalves. parasitárias.Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2019.

Fundamentos das doenças infecciosas e

| 144

GESTÃO DE QUALIDADE 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Gestão da qualidade, conceitos e fundamentos. Sistema de gestão da qualidade. As ferramentas da qualidade do ciclo PDCA, 5S, 5W2H, diagrama de causa e efeito, gráfico de Pareto, histogramas, fluxograma, gráfico de dispersão, folha de verificação, diagrama de controle, seis sigma. Gestão da qualidade por processos. Indicadores da qualidade em saúde. Qualidade na prestação de serviços pelo método SERVQUAL. Bibliografia Básica COSTA, Maria Bernadete de Souza; SANTOS, Sérgio Ribeiro dos (Organização). Enfermagem:administração e gestão dos serviços de atenção à saúde. João Pessoa: Editora do CCTA, 2018. 375p. ISBN: 97895591066. IRELAND, R. Duane et al (coautoria ). Administração estratégica:competitividade e globalização: conceitos. São Paulo: Cengage, 2018. 384 p. ISBN: 8522127972, 9788522127979. SOUZA, Saulo Rodrigo Alves de. Análise do papel da autoavaliação institucional no processo de melhoria da qualidade na Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa: s.n, 2019. 123 f. Dissertação (Mestrado) UFPB/CE/MPPGAV. Bibliografia Complementar ARAÚJO, Heudja Santana Varela Ribeiro de. Aprendizagem baseada em projetos:aplicação nas disciplinas de Organização e Métodos e Gestão da Qualidade e Produtividade no curso de Administração. 2019. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2019. CARDOSO, R. B.; PALUDETO, S. B.; FERREIRA, B. J. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA VOLTADO AO USO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE: PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, [S. l.], v. 22, n. 3, p. 277–284, 2018. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6032.2018v22n3.35054. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rbcs/article/view/35054. Acesso em: 16 mar. 2023. COSTA, Ivonaldo Alves. Aplicação das ferramentas da qualidade em um laboratório de pesquisa e desenvolvimento de produtos lácteos - PDLAT/CCHSA/UFPB. Bananeiras: UFPB, 2018. 80 p. Monografia (Bacharelado em Agroindústria). SANCHES, R. A. de O.; FERREIRA, E. de P.; CORRÊA, F.; CARVALHO, D. B. F.; PARREIRAS, F. S. A influência da cultura organizacional no sistema de gestão da qualidade e no desempenho em uma empresa de energia elétrica. Perspectivas em Gestão &amp; Conhecimento, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 117–134, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/pgc/article/view/59126. Acesso em: 17 mar. 2023. SANTANA, T.A.J.; PEREIRA, A.C.; BARROS, C.D. de F.; PEREIRA, C.I.; RIBEIRO C.M.H.; DE CASTRO M. Análise dos Indicadores de Desempenho do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) no Nordeste Brasileiro. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, [S. l.], v.25, n.2, 2021. DOI: 10.22478/ufpb.2317-6032.2021v25n2.55935. Disponível em:

| 145 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rbcs/article/view/55935.

Acesso

em:

16

mar.

2023.

AUDITORIA EM ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda a auditoria em enfermagem, sua atuação na saúde, o conceito e importância de auditoria quantitativa, financeira e de qualidade. Tipos de auditoria e aplicação do enfermeiro auditor. Processo de auditoria nos serviços de saúde. Bibliografia Básica ATTIE, William. Auditoria:Conceitos e Aplicações. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2018. 748 p. ISBN: 9788597017106. COSTA, Maria Bernadete de Souza; SANTOS, Sérgio Ribeiro dos (Organização). Enfermagem:administração e gestão dos serviços de atenção à saúde. João Pessoa: Editora do CCTA, 2018. 375p. ISBN: 97895591066. WILLEMAN, Marianna Montebello; MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Accountability democrática e o desenho institucional dos Tribunais de Contas no Brasil. 2. ed. rev. ampl. Belo Horizonte: Fórum, 2020. 373 p. ISBN: 9788545006831. Bibliografia Complementar ARRUDA, Ana Flávia Silva Amorim. Avaliação das redes de saúde através da visão dos médicos do programa Mais Médicos do Brasil na Paraíba. João Pessoa: s.n, 2019. 100 f. Dissertação (Mestrado) UFPB/CCS/PROFSAÚDE. ARAÚJO, Heudja Santana Varela Ribeiro de. Aprendizagem baseada em projetos:aplicação nas disciplinas de Organização e Métodos e Gestão da Qualidade e Produtividade no curso de Administração. 2019. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2019. BARBOSA FILHO, Waldner Gomes. Fatores de risco associados às infecções hospitalares na unidade de terapia intensiva de um hospital público na Paraíba. João Pessoa: s.n, 2019. 65 f. Dissertação (Mestrado) UFPB/CCEN/PPGMDS. CUNHA, Gisele Souza da. Finanças pessoais: um estudo do comportamento dos funcionários de uma cooperativa de crédito. 2019. 44f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba/ Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2019. FURTADO, Elaine Cristina. A importância das informações contábeis na tomada de decisão:um estudo em empresas-clientes de uma organização contábil na cidade de João Pessoa- PB. 2019. 47 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba/ Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2019. LIMA, Letícia Noronha de. A eficiência na aquisição de medicamentos por decisões judiciais no Estado da Paraíba. 2018. 56f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba/ Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2018.

| 146 MEDICINA e direito: dilemas da modernidade:terminalidade da vida , reprodução humana, novas relações de família, responsabilidade médica e saúde suplementar. Brasília: CFM, 2019. ISBN: 9788587077707. SOUZA, José Eduardo Sobral de. Eficiência dos hospitais da Paraíba:uma comparação entre a administração direta e a indireta. 2018. 46 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba/ Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2018.

EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE E ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Estuda aspectos conceituais e históricos relacionados à educação popular em saúde, ressaltando a pedagogia de Paulo Freire e o cuidado em saúde e enfermagem numa perspectiva problematizadora da educação popular. Aborda sobre a educação para as relações étnico-raciais. Contempla a prática do cuidar de modo que o discente possa desenvolver competências para planejar e implementar atividade voltada para a prevenção e promoção da saúde no contexto da educação popular em saúde. Bibliografia Básica BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Política Nacional de Educação Popular em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt2761_19_11_2013.html. Acesso em: 05 fev. 2022. DANTAS, G. H.O. et. al. Educação popular em saúde no cuidado em enfermagem na comunidade. In: CRUZ, P.J. S.C.; RODRIGUES, A.P. M. E.; PEREIRA, E.A. A.L. Vivências de extensão em educação popular no Brasil: extensão e educação popular na reorientação da formação em saúde.

v.2. João Pessoa: Editora CCTA, 2018. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1dfqs9EpU2Slkjd823s8MRzBow2vjQvJp/view FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. 74. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2019. FREIRE,P. Pedagogia do Oprimido. 84. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2019. PINNO, C.; BECKER, B; SCHER, C.R.; MOURA, T.H.M. Educação em Saúde. Porto Alegre: SAGAH, 2019. SANTOS, A.S.; PASCHOAL,V.D. Educação em Saúde e Enfermagem. São Paulo: Manole, 2017.

SILVA, F. M. de P.; PEREIRA, A. K. A. de M. O processo de formação para a prática de educação popular em saúde: concepções teóricas e metodológicas dos egressos de enfermagem. Revista de Educação Popular, Uberlândia, MG, p. 123–143, 2020. DOI: 10.14393/REP-2020-53291. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/53291. Acesso em: 20 mar. 2023.

Bibliografia Complementar BATISTA, P.S.S.; VASCONCELOS, E.M. Caminhos de uma pedagogia freiriana para a formação ética no ensino universitário em saúde. In: CRUZ, P.J.S.C. Educação Popular em Saúde: desafios atuais. São Paulo: Hucitec, p.207227, 2018.

| 147 CAPRINI, A. B.A; BECALLI, F. Educação para as relações étnico-raciais : experiências e reflexões . Vitória, ES : Edifes, 2018. Disponível em: https://edifes.ifes.edu.br/images/stories/ebook_educa%C3%A7%C3%A3o_para_as_rela%C3%A7 %C3%B5es_%C3%A9tnico-raciais.pdf CRUZ, P.J.S.C., SILVA, M.R.F., PULGA, V.L. Educação Popular e Saúde nos processos formativos: desafios e perspectivas. Interface (Botucatu). 2020; 24: e200152 https://doi.org/10.1590/Interface.200152 CRUZ, P. J. S. C.; SILVA, M. R. F. da.; PULGA, V. L.; MACHADO, A. M. B.; BRUTSCHER, V. J. Educação Popular em Saúde: concepção para o agir crítico ante os desafios da década de 2020. Revista de Educação Popular, Uberlândia, MG, p. 6–28, 2020. DOI: 10.14393/REP-202056014. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/56014. Acesso em: 20 mar. 2023. DANTAS, G. H.O. et. al. Educação popular em saúde no cuidado em enfermagem na comunidade. In: CRUZ, P.J. S.C.; RODRIGUES, A.P. M. E.; PEREIRA, E.A. A.L. Vivências de extensão em educação popular no Brasil: extensão e educação popular na reorientação da formação em saúde.João Pessoa: Editora CCTA, 2018. OLIVEIRA, M. F. O.; COTA, L.G.S. A pedagogia freiriana nas práticas de educação em saúde.Diversitates Int J 10(1): 46-58, 2018.

| 148

EMPREENDEDORISMO EM ENFERMAGEM 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem Clínica Ementa: Empreendedorismo conceitos e definições. O perfil e as características do empreendedor. Empreendedorismo social e de negócios. Pesquisa de mercado e pesquisa de marketing como ferramentas para o empreendedor. A educação empreendedora na promoção de uma cultura empreendedora. O plano de negócios: etapas, processos e elaboração. A ética para o empreendedor. Bibliografia Básica CHAVES, Claudia de Sousa. Empreender pela sustentação de oportunidades em João Pessoa- PB. João Pessoa: s.n, 2021. 32f. TCC (Graduação) - UFPB/CCSA. COSTA, Maria Bernadete de Souza; SANTOS, Sérgio Ribeiro dos (Organização). Enfermagem:administração e gestão dos serviços de atenção à saúde. João Pessoa: Editora do CCTA, 2018. 375p. ISBN: 97895591066. LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; PISA, Beatriz Jackiu. Administrando micro e pequenas empresas. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. 349 p. ISBN: 9788535290103. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Elloisy Andrade de Oliveira; SILVA, Laércio Damiane Cerqueira da. Perícia econômica:análise das abusividades dos juros bancários nos contratos de empréstimos. João Pessoa: s.n, 2018. 41 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – UFPB/CCSA. ARAÚJO, Heudja Santana Varela Ribeiro de. Aprendizagem baseada em projetos:aplicação nas disciplinas de Organização e Métodos e Gestão da Qualidade e Produtividade no curso de Administração. 2019. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2019. BRANDON-JONES, Alistair et al ( coautoria ). Administração da produção. 8.ed. São Paulo: Atlas, c2018. 833 p. ISBN: 9788597014075. GONÇALVES, Guilherme Henrique de Lima. A contabilidade como ferramenta de gestão:um estudo com micro e pequenas empresas da cidade de João Pessoa/PB. 2018. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) Universidade Federal da Paraíba/ Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2018. JUSTEN FILHO, Marçal. Comentários à lei de licitações e contratos administrativos:Lei 8.666/1993. 18. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019. 1664 p. ISBN: 9788553214136. PEREIRA, Antony Mateus Alves; FIRMINO, Thaís Teles. Análise do uso de redes sociais para aumento de vendas:estratégias de sucesso no ambiente digital. João Pessoa: s.n, 2021. 28f. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) - UFPB/CCSA.

| 149 RIEG, Denise et al. Administração da produção e operações:uma abordagem inovadora com desafios práticos. São Paulo: Empreende, 2019. 143 p. ISBN: 9788566103199. SILVA, Francisco de Assis Bernardo da; SILVA, Laércio Damiane Cerqueira da. Análise de encargos bancários em contrato de empréstimo consignado:implicações da capitalização composta. João Pessoa: s.n, 2020. 35f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - UFPB/CCSA.

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES NO SUS

02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código 1613153 Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Contribui no estudo da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS. O conhecimento da abordagem holística no campo da saúde, com ênfase nas terapias tradicionais e complementares visando o cuidado integral. Medicina Tradicional Chinesa. Medicina Ayurvédica. Noções de Antroposofia. Do-in e Acupressura. Massoterapia. Terapia Floral. Reiki. Meditação. Danças Circulares Sagradas. Biodança. Yoga. Tai Chi Chuan. Bibliografia Básica PRICE, S.; ABRÃO, B. S. Guia prático de aromaterapia. como usar os óleos essenciais para ter saúde e vitalidade. [s.

l.]: Siciliano, 2003. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat06476a&AN=ufp.376151 &lang=pt-br&site=edslive. Acesso em: 20 abr. 2023. BARRETO, A. de P. Terapia Comunitária. passo a passo. 3. ed. rev. ampl. [s. l.]: ráfica LCR, 2008. ISBN 8586627873. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat06476a&AN=ufp.685136 &lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 20 abr. 2023. TAVARES, J. C. Plantas medicinais: uso, orientações e precauções. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2018. ISBN 9788567661759. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 4053&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 20 abr. 2023. BRASIL. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS. Atitude de ampliação de acesso. [s. l.]: Ministério da Saúde, 2008. ISBN 8533412088. Disponívelem: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat06476a&AN=ufp.469469 &lang=pt-br&site=edslive. Acesso em: 20 abr. 2023. FAUSTINO, WMF; BRILHANTE, M. A. A. GINECOLOGIA NATURAL: UM CAMPO EM CONSTRUÇÃO. In: Associação Brasileira de Enfermagem; Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais; Kleyde Ventura de Souza; Elysangela Dittz Duarte. (Org.). PROENF: Programa de atualização em Enfermagem: Saúde materna e neonatal. 14ed.São Paulo: Artmed Panamericana, 2023, v. 4, p. 89-124.

| 150 LUZ M.T., Barros, F.B. Racionalidades médicas e práticas integrativas em saúde: estudos teóricos e empíricos. Rio de Janeiro: Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro/ABRASCO; 2012. 452p. (Coleção Clássicos para Integralidade em Saúde). ISBN: 978-85-89737-71-5 MOTTA, P.M.R.; MARCHIORI, R.A. Racionalidades médicas e práticas integrativas em saúde: estudos teóricos e empíricos. Cadernos de Saúde Pública, [s. l.], v. 29, n. 4, p. 834–835, 2013. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsair&AN=edsair.doi.dedu p065510e92d7cbb9d955bb09454134bcd&lang=pt-br&site=eds-live. Acesso em: 20 abr. 2023. MACHADO, M. G. M.; MARCIANO, A. P. V.; SAHD, C. S.; PINTO, F. C. M.; GARRAMONE, F.; DARÉ, M. F.; CASTRO, T. N. S.; Sutter, T. C. Práticas integrativas e complementares em saúde. Porto Alegre: Grupo A, 2021. ISBN 9786556901640. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 1655&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 20 abr. 2023. PINHEIRO, LKC et al. Práticas integrativas e complementares: uma estratégia na promoção da saúde da mulher. Research, Society and Development. 2021, 10 (17): 1-10. San Martin PP. Manual de introdução à ginecologia natural. 3ed. Ginecosofia Ediciones, 2015. YIN, H.; ZHANG, B.; KAUFMAN, D. Teoria básica da medicina tradicional chinesa. [recurso eletrônico]. 2. ed.-. [s.

l.]: Atheneu, 2012. ISBN 9788538802297. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat06478a&AN=lec.000000 846&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 20 abr. 2023. Bibliografia Complementar WOLFFENBÜTTEL, A. N. COVID-19: óleos essenciais e aromaterapia. . Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa. 2020. RUPPELT, B. M. Plantas medicinais e fitoterápicos: Uso das práticas integrativas e complementares em saúde durante a pandemia do Covid-19. . Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa. 2020 DIAS, M. D.; LAZARTE, R.; FERREIRA FILHA, M. de O. Terapia comunitária integrativa. uma construção coletiva do conhecimento. [s. l.]: Editora da UFPB, 2013.ISBN 978-85-237-0691-3. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat06476a&AN=ufp.387573 &lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 20 abr. 2023. SOUZA, L; ALMEIDA, J; COELHO, M; FLÔRES, L. Manual de Ginecologia Natural e Autônoma. Salvador, 2017. BAUDOUX D. O Grande Manual da aromaterapia de Dominique Baudoux. 1ed.rev.e atual. Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2018. HOLANDA, V.R. et al. Contribuições da terapia comunitária para o enfrentamento das inquietações de gestantes. Revista Eletrônica de Enfermagem, [s. l.], v. 9, n. 1, 2009. DOI 10.5216/ree.v9i1.7137. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsdoj&AN=edsdoj.24ce15 2423c441149d05dc1b04e7e9a1&lang=pt-br&site=eds-live. Acesso em: 20 abr. 2023.

| 151

ENFERMAGEM FORENSE 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código GDESC0065 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda a definição de enfermagem forense, o arcabouço jurídico relacionado à temática no mundo e no Brasil, as competências técnicas do enfermeiro forense, o cuidado com a vítima de violência, o agressor e sua família, outras ciências que apoiam e subsidiam a prática da enfermagem forense; cuidado da enfermagem forense diante de encarcerados e pessoas com transtorno mental, recolha e preservação de vestígios, perícia, consultoria e investigação criminal. Bibliografia Básica COFEN. Portaria 556 de 2015. GOMES, A. Enfermagem Forense. Vol 1. LIDEL – Portugal: edições técnicas LDA, 2014. GOMES, A. Enfermagem Forense. Vol 2. LIDEL – Portugal: edições técnicas LDA, 2014. SOUTO, R. Q. Enfermagem Forense no Brasil: competências técnicas e áreas de atuação.Brasil: editora Criative, 2022. Bibliografia Complementar BADER, D.; GABRIEL, S. Forensic Nursing a concise manual – CRC Press LLC: USA, 2010. BRASIL. Decreto 107 de 1995. BRASIL. Portaria 1662 de outubro de 2015. BRASIL. Lei 12015 de agosto de 2009. BRASIL. Lei 11340 de agosto de 2006. BRASIL. Portaria 104 de janeiro de 2011. BADER, D.; GABRIEL, S. Forensic Nursing a concise manual – CRC Press LLC: USA, 2010. CONSTANTINO, R., YOUNG, S.; CORANE, J. Forensic nursing evidence – based principals and practice. Davis company: USA, 2012. IAFN - International Association of Forensic Nurses. 2006. Forensic Nursing: Scope and Standards of Practice. (USA). Disponível em: . Acessado em: 13 out. 2012.

| 152 KRUG, E. G. et al. (Org.). Relatório mundial sobre violência e saúde. Geneva: Organização Mundial da Saúde, 2002. LYNCH,

V.

Forensic

nursing.

AÇÕES E ESTRATÉGIAS NA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

Elsevier

03 créditos

Mosby:

USA,

2006.

Carga Horária Total: 45h

Código 1613158 Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estuda os conceitos fundantes, a organização e a operacionalização da Atenção Psicossocial álcool e outras drogas no Brasil. Sociedade, cultura e drogas. Manifestações clínicas decorrentes do uso abusivo de substâncias psicoativas. Políticas públicas para a atenção ao álcool e drogas no âmbito da reforma psiquiátrica e do SUS. Ações e estratégias intersetoriais na atenção psicossocial, álcool e outras drogas. Bibliografia Básica BARRETO, S. F.; PINTO L. G. R. Dependência química: uma história a se tratar. 1. ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2022. DIEHL, A.; CORDEIRO, D. C.; LARANJEIRA, R. Dependência química: prevenção, tratamento e políticas públicas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. ZANELATTO, N. A.; LARANJEIRA, R. O tratamento da dependência química e as terapias cognitivocomportamentais: um guia para terapeutas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. CALCAGNOTTO, M. E. Casos clínicos em neurociências. 2. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. FIGLIE, N. B.; BORDIN, S. LARANJEIRA, R. Aconselhamento em dependência química. 3. ed. São Paulo: Roca, 2015. FERNANDES, S.; BORTOLON, C. B.; SIGNOR, L.; MOREIRA, T. C. Abordagem multidisciplinar da dependência química. São Paulo: Santos, 2013. Bibliografia Complementar GIGLIOTTI, A.; GUIMARÃES. Diretrizes Gerais para Tratamento da Dependência Química. Rubio LTDA. 2010 UNIAD ORG. Link https://www.uniad.org.br/. . site oficial. OMS. Neurociência do Uso e da Dependência de Substâncias Psicoativas. Roca. 2006 MARLATT, Alan; DONOVAN Dennis. Prevenção de recaída. Artmed. 2009

| 153

VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Aspectos sociológicos do trabalho e relações com o processo saúde-doença. Agravos e o adoecimento relacionados ao trabalho. Vigilância em Saúde do Trabalhador. Risco, território e saúde ocupacional. Política Nacional em Saúde do Trabalhador no contexto do SUS. Planejamento, monitoramento e avaliação. Vigilância à Saúde do Trabalhador na Atenção Básica. Bibliografia Básica COSTA, A.A.Z.; HIGA, C.B.O. Vigilância em Saúde. [revisão técnica: Márcia Otero Sanches]. Porto Alegre : SAGAH, 2018. PAIM, J.S.; ALMEIDA-FILHO, N. Saúde Coletiva : teoria e prática. 1ª ed. Rio de Janeiro : MedBook, 2014. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos. Epidemiologia e Saúde. 7.ed. Rio de Janeiro: Medbook,

2013. 709p. ISBN: 9788599977842. SANTOS, S.V.M.; GALLEGUILLOS, P.E.A.; TRAJANO, JO.D.S.; TRAJANO, J.D.S. Saúde do Trabalhador.[revisão técnica: Adriane Zanon]. Porto Alegre: SAGAH, 2019. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Saúde do trabalhador e da trabalhadora. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2018. 136 p. (Cadernos de Atenção Brásica, n. 41). Versão preliminar eletrônica. Disponível em: http://renastonline.ensp.fiocruz.br/recursos/caderno-atencao-basica-41-saude-trabal hador-trabalhadora. UFMG. Faculdade de Medicina da UFMG. Elizabeth Costa Dias (Organizadora Técnica). Diretrizes para o desenvolvimento de ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador pelas equipes da Atenção Básica/Saúde da Família. Belo Horizonte: 2016. 42p. Disponível em: https://central3.to.gov.br/arquivo/294234/. SALDANHA, JHS, PEREIRA, APM, NEVES, RF. Módulo Teórico 1: Fundamentos da Vigilância em Saúde do Trabalhador. In: Brasil. Ministério da Saúde. Curso de Atualização para Análise de Situação de Saúde do Trabalhador-ASST aplicada aos serviços de saúde [recurso eletrônico]. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. 43p.

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DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: História da Saúde. Paradigmas do Processo Saúde-doença. Determinantes Sociais da Saúde (DSS). Determinantes Sociais do Processo Saúde-Doença. Principais teorias sobre os DSS. Comissão dos Determinantes Sociais da Saúde/OMS. Comissão Nacional dos Determinantes Sociais da Saúde. Modelo de DSS preconizado pela Comissão dos Determinantes Sociais da Saúde/Organização Mundial da Saúde. Bibliografia Básica GALVÃO, Luiz Augusto C; FINKELMAN, Jacobo; HENAO, Samuel (Org). Determinantes ambientais e sociais da saúde. Washington, DC: OPAS, 2011. 601p. ISBN: 9789275731291. FIORATI R. C, ARCÊNCIO R. A, SOUZA L. B. As iniquidades sociais e o acesso à saúde: desafios para a sociedade, desafios para a enfermagem. Rev. Latino-Am. Enfermagem. 2016; 24:e2683 PAIM, J.P.; ALMEIDA-FILHO, N. de. Saúde coletiva: teoria e prática. 2. ed. – Rio de Janeiro: Medbook, 2023. 736 p. Bibliografia Complementar ALMEIDA-FILHO, N. Modelos de determinação social das doenças crônicas não-transmissíveis. Ciência & Saúde Coletiva, 9(4):865-884, 2004. BARATA, R. Iniquidade e saúde: a determinação social do processo saúde-doença. Revista USP, (51), 138-145. 2001. BUSS, Paulo Marchiori; PELLEGRINI FILHO, Alberto. A saúde e seus determinantes sociais. Physis, v. 17, n. 1, p. 77-93, abr. 2007 GARBOIS, J.A; SODRE, F.; DALBELLO-ARAUJO, M. Da noção de determinação social à de determinantes sociais da saúde. Saúde debate, Rio de Janeiro, v. 41, n. 112, p. 63-76, Mar. 2017 .

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TÓPICOS DE ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estudo de situações especiais de saúde na atenção básica que envolvem criança, adolescente e a família. RN prematuro, baixo peso/ método canguru, condição de vulnerabilidade, imunização em doenças crônicas, cuidados paliativos, violência intrafamiliar, saúde mental, educação em saúde. Bibliografia Básica COSTA, A. A. Z. et al. Cuidado integral ao recém-nascido e à criança. Revisão técnica: Elizabete Carvalho Azevedo Soares, Cibeli de Souza Prates. Porto Alegre: SAGAH, 2019. FERNANDES, A. D. S. A.; Taño, B. L.; Cid, M. F. B.; Matsukura, T. S. (Org.). Saúde mental de crianças e adolescentes e atenção psicossocial . 1. ed. Santana de Parnaíba [SP]: Manole, 2021. HABIGZANG, F. L.; Koller, S. H. E colaboradores. Violência contra crianças e adolescentes teoria, pesquisa e prática. Porta Alegre: Artemed. 2012

Bibliografia Complementar BESEN, Candice Boppré et al. A estratégia saúde da família como objeto de educação em saúde. Saude soc. [online]. 2007, vol.16, n.1, pp.57-68. ISSN 1984-0470. https://doi.org/10.1590/S0104-12902007000100006. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Caminhos para uma política de saúde mental infanto-juvenil / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – 2. ed. rev. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde,

2005. 72 p. – (Série B. Textos Básicos em Saúde). Disponível de: https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2015/marco/10/Caminhos-parauma-Politica-de-Sa--deMental-Infanto-Juvenil--2005-.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Linha de cuidado para a atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e suas famílias em situação de violências: orientação para gestores e profissionais de saúde / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância epidemiológica. Departamento de Vigilância epidemiológica. Instrução normativa referente ao Calendário nacional de vacinação – Brasília: 2013

| 156 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de rede de frio. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica, 4 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. http://pni.datasus.gov.br/Download/manual_rede_frio.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde,

2014. 176 p.: il. BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção psicossocial a crianças e adolescentes no SUS: tecendo redes para garantir direitos / Ministério da Saúde, Conselho Nacional do Ministério Público. – Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 60 p. : il. Disponível de: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_psicossocial_criancas_adolesce ntes_sus.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 176 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_m ental.pdf BRASIL. Ministério da Sa.de. Secretaria de Atenção. Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Atenção humanizada ao recém-nascido: Método Canguru: manual técnico / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – 3. ed. – Brasília: Ministério da Saúde,

2017. 340 p. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Guia de orientações para o Método Canguru na Atenção Básica: cuidado compartilhado / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 56 p. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE Manual Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos [recurso eletrônico]. Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância. / Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de quadros de procedimentos:Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos / Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017, 74 p. : il. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: orientações para implementação / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 180 p. : il. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional dos Secretários de Saúde Resolução 41, de 31 de outubro de

2018. Dispõe sobre as diretrizes para a organização dos cuidados paliativos, à luz dos cuidados continuados integrados, no âmbito Sistema Único de Saúde (SUS), 2018. COLLET, N.; OLIVEIRA, B. R. G.; VIEIRA, C. S. Manual de enfermagem em pediatria. 2 ed Goiânia: AB editora, 2010. CUNHA, Juarez; KREBS, Lenita S.; BARROS, Elvino et al. Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre, Artmed, 2009. FARHAT, C.K.; CARVALHO, E.S.; WECKX, L.H.F.R.; SUCCI, R.C.M. Imunizações: Fundamentos e Prática. 5 ed. São Paulo: Atheneu. 2007. FIGUEIRAS A. C. M. et al. Organização Panamericana de Saúde. Manual de vigilância do desenvolvimento infantil no contexto da AIDPI. Washington, DC: OPAS, 2005.

| 157 GALVÃO, D. M. P. G.; Soto, M. C. S.; Martínez, M. L. D. ; Batalha, L.M.C. Cuidados paliativos pediátricos: Vivências dos elementos da equipa que assiste a criança e sua família. Colección Cooperación al desarrollo. Huelva: CIPI EDICIONES, 2020. 98p. GOMES, M. A., PEREIRA, M. L. D. Família em situação de vulnerabilidade social: uma questão de políticas públicas. Ciência & Saúde Coletiva. Brasília, v. 10, n. 2, p. 357-63, 2005. HOCKENBERRY, M. J.; WINKELSTEIN, M. L.; WILSON, D. WONG - Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. MARQUES, Emanuele Souza et al. A violência contra mulheres, crianças e adolescentes em tempos de pandemia pela COVID-19: panorama, motivações e formas de enfrentamento. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 36, n. 4, e00074420, 2020 . Available from<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X2020000400505&lng=en&nrm=iso>.accesson 27 May 2020. Epub Apr 30,

2020. https://doi.org/10.1590/0102-311x00074420. MARTORELL, Gabriela. O desenvolvimento da criança: do nascimento à adolescência. Gabriela Martorell; tradução: Daniel Bueno, Régis Pizzato ; revisão técnica: Sílvia H. Koller. Porto Alegre : AMGH, 2014. PRUDÊNCIO, P. S. Cuidado à criança e família em cuidados paliativos. São Paulo: Platos Soluções Educacionais S.A., 2021 REICHERT, A. P. S, COLLET, N. Vigilância do desenvolvimento infantil na atenção primária à saúde: ênfase na estratégia atenção integrada às doenças prevalentes na infância. In: PROENF: Saúde da Criança e do Adolescente. 4 ed. Artmed, 2014. v. 2, p. 55-96 SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações. Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais – 2022-2023 Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-pacientes-especiais.pdf SANTOS G.F.A.T.F, ALVES D.R, OLIVEIRA A.M.M, DIAS K.C.O, COSTA, B.H.S,BATISTA, P.S.S. Cuidados paliativos em oncologia: vivência de enfermeiros ao cuidar de crianças em fase final da vida. Rev Fun Care Online.2020. jan./dez.; 12:689-695. DOI: http://dx.doi. org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v12.9463 SILVA, T.M.R; LIMA, M.G., (Org.). Estratégias de vacinação contra a COVID-19 no Brasil: capacitação de profissionais e discentes de enfermagem. Brasilia, DF: Editora ABen; 2021. 129p. (Série enfermagem e pandemias, 6). https://doi.org/10.51234/aben.21.e08. Disponív em: https://sbim.org.br/images/books/estrategiasvacinacao-covid19-brasil-sbimaben.pdf SILVA, A. J N., COSTA, R. R., NASCIMENTO, A. M. R. As implicações dos contextos de vulnerabilidade social no desenvolvimento infantojuvenil: da família à assistência social. Pesquisas e Práticas Psicossociais.São João del-Rei, v. 14, n. 2, e2799, abr/jun. 2019.

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ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER COM CÂNCER DE MAMA

03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: Estudo das políticas públicas relacionadas ao câncer de mama abordando os fatores referentes à promoção e prevenção da saúde, diagnóstico, estadiamento, tratamento, reabilitação, cuidados paliativos, rede de apoio à mulher e à família como unidade de cuidado, com ênfase na qualidade de vida. Bibliografia Básica SARTORI, A. C. et al. Cuidado integral à saúde da mulher. Porto Alegre: SAGAH, 2019. ISBN

9788595029538. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00001 6309&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. FELTRIN, A. F. dos S. et al. Integralidade no processo de cuidar em enfermagem na saúde da mulher. Porto Alegre: SAGAH, 2021. ISBN 9786556901022. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 1926&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. FILHO-SILVA, A. L. da; D’ABREU, B. F. Protocolos e condutas em ginecologia e obstetrícia. Rio de Janeiro: MedBook, 2021. ISBN 9788583690818. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00002 0961&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. RICCI, S. S. Enfermagem materno-neonatal e saúde da mulher. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. ISBN 9788527735483. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00001 7734&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 14 mar. 2023. RICCI, M. D. Sexualidade e câncer de mama. Barueri: Manole, 2019. ISBN 9788578683634. em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.00001 br&site=eds-live. Acesso em: 13 abr. 2023.

Disponível 5832&lang=pt-

| 159 Bibliografia Complementar DA SILVA, M. J. S.; OSORIO-DE-CASTRO, C. G. S. Estratégias adotadas para a garantia dos direitos da pessoa com câncer no âmbito Sistema Único de Saúde (SUS) /Strategies adopted to ensure the rights of people with cancer in the Brazilian Unified Health System (SUS). Ciência & Saúde Coletiva, [s. l.], v. 27, n. 1, p. 399, 2022. DOI 10.1590/1413-81232022271.39502020. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsgao&AN=edsgcl.69124 8358&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 13 abr. 2023. LOPES, E. R. et al. Câncer de mama: epidemiologia e grupos de risco. Revista Brasileira de Cancerologia, [s. l.], v. 42, n. 2, 2022. DOI 10.32635/2176-9745.RBC.1996v42n2.2895. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsdoj&AN=edsdoj.13adfa 23cb3c40e0b21e25fa27367fee&lang=pt-br&site=eds-live. Acesso em: 13 abr. 2023. MENEZES HAGEN, B. et al. Câncer De Mama: (Re)Significando a Imagem Corporal Feminina. Revista Científica de Enfermagem - RECIEN, [s. l.], v. 11, n. 34, p. 266–276, 2021. DOI 10.24276/rrecien2021.11.34.266276. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=aph&AN=151371431&lang =pt-br&site=eds-live. Acesso em: 13 abr. 2023. OLIVEIRA, T. N. DE; SENNA, M. de C. M. Políticas de controle do câncer de mama no Brasil. Caminhos da História, [s. l.], 2021. DOI 10.38049/issn.2317-0875v26n2p.56-72. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsbas&AN=edsbas.A9664 C0A&lang=ptbr&site=eds-live. Acesso em: 13 abr. 2023. BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Parâmetros técnicos para detecção precoce do câncer de mama. Rio de Janeiro: INCA, 2022. VIEIRA, E. de S. et al. Panorama brasileiro do diagnóstico e do tratamento do câncer de mama. Research, Society and Development, [s. l.], v. 11, p. e140111536308, 2022. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsair&AN=edsair.doicd82 013beb2d7bb245c3cef18b4a0033&lang=pt-br&site=eds-live. Acesso em: 13 abr. 2023.

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GÊNERO E SEXUALIDADE NA ENFERMAGEM 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva Ementa: A disciplina aborda os conceitos fundamentais de gênero e sexualidade, com ênfase em suas intersecções com saúde e práticas de enfermagem. Discutirá os determinantes sociais da saúde relacionados ao gênero e à orientação sexual, a saúde de populações LGBTQIAPN+, e as barreiras enfrentadas no acesso ao cuidado. Enfatiza a importância das políticas públicas, legislações e normativas éticas, além de propor uma abordagem crítica e inclusiva para a formação profissional. Apresenta ferramentas metodológicas para a aplicação do cuidado integral e humanizado em enfermagem, considerando os impactos do estigma, discriminação e desigualdades estruturais. Bibliografia Básica Bento, Berenice. O Que é Transexualidade? Ed. Brasiliense, 2012. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa, Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Brasília:

1. ed., 1. reimp. Ministério da Saúde, 2013. 32 p.: il. ISBN 978-85-334-144-5. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_lesbicas_gays.pdf Acesso 23/04/25. Butler, Judith. Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade. 22º Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. Ciasca, Saulo Vito; Hercowitz, Andrea, Lopes Junior, Ademir (Editores). Saúde LGBTQIA+ práticas de cuidado transdisciplinar. Ed. Manole, 2021. Conselho Federal de Enfermagem. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-706-2022/ Gomes, Renata, Nascimento, E. F. (2021). "Masculinidades, Gênero e Saúde: Reflexões para a Enfermagem." Revista de Saúde Coletiva, 31(3). Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/3594. Acesso 23/04/25. Louro, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade e Educação: Uma Perspectiva Pós-Estruturalista. Ed Vozes, 1998. Nações Unidas (ONU). (2021). Declaração Universal de Direitos Humanos para Populações LGBTQI+. Disponível em: http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Declaracaoconjunta_lbgtt.pdf. Acesso 23/04/25.

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Bibliografia Complementar Organização Mundial da Saúde (OMS). (2018). Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Disponível em: https://www.who.int/classifications/classification-of-diseases. Acesso 23/04/25. Retirada da Transexualidade do

Capítulo de Transtornos Mentais. Tilio, Rafael De. Teorias de gênero: principais contribuições teóricas oferecidas pelas perspectivas contemporâneas. GÊNERO; Niterói,

v.14, n.2, p.125-148. 2014 Disponível em: https://especializacaoemgenero.com.br/textos/telma%20aula1/teorias-de-genero.pdf. Acesso 23/04/25. Vieira, V. F., Goldberg, A., Bermúdez, X. P. C. D.. TRANSEXUALIDADE E ASSISTÊNCIA À SAÚDE NO BRASIL: UMA DISCUSSÃO TEÓRICO-CONCEITUAL SOBRE A INFLUÊNCIA DO BINARISMO DE GÊNERO. Cien Saude Colet [periódico na internet] (2024/jan). [Citado em 23/04/2025]. Está disponível em: http://cienciaesaudecoletiva.com.br/artigos/transexualidade-e-assistencia-a-saude-no-brasil-uma-discussaoteoricoconceitual-sobre-a-influencia-do-binarismo-de-genero/19055?id=19055 Rede Trans Brasil. (https://www.redetransbrasil.org.br/) Zucchi, Emerson, et al. (2020). Barreiras no Acesso à Saúde por Pessoas LGBTQI+ no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 36, n. 8, 2020.

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DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO DE BIOLOGIA E SAÚDE

04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Código GDBIM0103 Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 45h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Biologia Molecular Ementa: História da Popularização da Ciência Internacional e Nacional, Conceito teórico de divulgação científica, métodos de divulgação, organização, estratégias de mercado, textualização e desenvolvimento científico e social. Bibliografia Básica SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico. Editora Cortez. 23° Edição, p. 304 São Paulo, 2007. IBAIXE, C. S. B.; SOLANOSKI, M. IBAIXE jr. J. Preparando Aulas - Manual prático para professores. Passos para formação do Educador. Editora Madras. P. 134, São Paulo, 2006. MALAJOVICH, M, A. Biotecnologia. Editora Axcel Books do Brasil. Rio de Janeiro, p. 344, 2004 DORIA, U. F. Introdução a Bioestástica. Editora Negócio, São Paulo, p. 158, 2003. Bibliografia Complementar TAKEMURA, M.; KIKUYARO.; SAA, O. Bioquímica. Editora Novatec, p. 253, São Paulo, 2014. TAKEMURA, M.; SAKURA,; LDD, B. C. Biologia Molecular. Editora Novatec, p. 225, São Paulo,2014. BRASIL. Ministério da Educação. Programa Nacional de Apoio às Feiras de Ciências da Educação Básica (FENACEB), Secretaria de Educação Básica, Brasília, p. 84, nov., 2006. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA (UNESCO). Relatório de monitoramento global EPT, Paris, p. 1-57, 2014. DORNFELD, C.B.; MALTONI, K.L. A Feira de Ciências como auxílio para a formação inicial de professores de Ciência e Biologia. Revista Eletrônica de Educação, São Carlos, v. 5, n. 2, p. 1-17, nov. 2011.

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DOENÇAS PREVALENTES NA POPULAÇÃO NEGRA 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: 15h

Tipo de Componente: Disciplina

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Pré-requisito(s): Biologia Celular

Departamento: Departamento de Biologia Molecular Ementa: Aspectos celulares das doenças prevalentes na população negra. Bases moleculares e genéticas. Aspectos de vulnerabilidade envolvidos no agravamento destas doenças. Racismo, preconceito, discriminação. Desenvolve prática extensionista em dispositivo da comunidade. Bibliografia Básica BRASIL, MEC/SECAD. Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais. Brasília: SECAD, 2006. ALBERTS, Bruce; BRAY, Dennis; HOPKIN, Karen; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; RAFF,Martin; ROBERTS, Keith; WALTER, Peter. Fundamentos de Biologia Celular. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Genética humana e molelcular. São Paulo, Artmed, 6. Ed, 2017. Bibliografia Complementar ALVES, Manuel V. História da Medicina em Portugal. Cidade do Porto, 2014. AMENDOLA, Luis Cláudio Belo; VIEIRA, Roberto. A contribuição dos genes BRCA na predisposição hereditária ao câncer de mama. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 51, n. 4, p. 325-330, 2005. BARBOSA, Nathalia E. de Almeida et al. intolerância a lactose: revisão. Para Research, v.4, n. 3, p. 1-10, 2020. BOTELHO, João B. História da medicina: da abstração à materialidade. Manaus, Editora Valer, 2013. COLLINS, Francis S. A linguagem da vida. São Paulo, Editora Gente, 2010. DRAGER, Luciano F.; KRIEGER, José Eduardo. A Genética das Síndromes Hipertensivas Endócrinas. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 48, n. 5, p. 659-669, 2004. FARIA, Joana; GODINHO, Cristina; RODRIGUES, Manuel. Miomas uterinos, revisão da literatura. Acta Obstétrica e Ginecológica Portuguesa, n. 2, v. 3, p. 131-142, 2008. GARCIA, José M. de Nunes. Curso elementar de anatomia humana ou lições de anthropotomia. Rio de Janeiro, Imprensa de Luiz Sousa Teixeira, 1854.

| 164 MOREIRA, Juliano. Notícia sobre a evolução da assistência a alienados no Brasil (1905). Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, São Paulo, v. 14, n. 4, p. 728-768, 2011.

BIOSSEGURANÇA 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código NOVA Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Biossegurança: conceitos, história e legislação; barreiras de contenção primárias e secundárias; Classificação de riscos; Classificação de risco dos agentes biológicos e níveis de biossegurança; Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Coletiva (EPC); Programa de gerenciamento de Resíduos sólidos em serviços de saúde; Mapas de risco; Promoção de Educação ambiental; Biossegurança em experimentação animal; Biossegurança em serviços de saúde e infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAs). Bibliografia Básica HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2018. 435p. MASTROENI, Marco Fabio. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2:ed., São Paulo: Atheneu.

2010. 338p. HIRATA, Mario Hiroyuki. Manual de biossegurança. 3.ed., São Paulo: Manole. 2017. 474p. Bibliografia Complementar STAPENHORST, A; et al. Biossegurança. 1.ed., Porto Alegre: SAGHA. 2018. 298p. (biblioteca virtual) CARDOSO, Telma Abdalla de Oliveira. Biossegurança – estratégias de gestão de riscos, doenças emergentes e reemergentes: impactos na saúde pública, 7.ed. São Paulo. GEN, 2012. 190p. (biblioteca virtual)

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BIOLOGIA DOS TUMORES 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código DFPT00223 Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Apresentação da anatomia patológica, bioquímica e marcadores tumorais, além da carcinogênese e prognóstico dos principais tumores que acometem a população, segundo a OMS: mama feminina, pulmão, próstata e tumores colorretais. Bibliografia Básica KUMAR, Abbas, Aster. Patologia - Bases Patológicas das doenças - Robbins & Cotran. 9° edição. Elsevier. 2016;Livro FILHO, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. Disponível em: Minha Biblioteca, (10th edição). Grupo GEN, 2021. Livro GROSSMAN, S.; PORTH, C. M.. Fisiopatologia. 9a. Guanabara Koogan. 2016. Bibliografia Complementar REISNER, H. Patologia: Uma Abordagem por Estudos de Casos. 1a. Lange. 2016 RUBIN, R.; STRAYER, D. S.. Bases Clinicopatológicos da Medicina. 6a. Guanabara Koogan. 2012 SILBERNAGL, S.; LANG, F.. Fisiopatologia Texto e Atlas. 2a. Artmed. 2016 PAWLINA, Wojciech. Ross Histologia - Texto e Atlas. Disponível em: Minha Biblioteca, (8th edição). Grupo GEN, 2021.

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FITOTERAPIA I 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código 1611207 Carga Horária Teórica: 24h

Carga Horária Prática: 4h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 2h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Aspectos históricos da Fitoterapia. Conhecimento popular e conhecimento científico. Cuidados básicos no uso de plantas medicinais. Manuseio de plantas medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento. Formas de preparação e uso das plantas medicinais. Constituintes químicos das plantas medicinais. Utilização de plantas medicinais em atenção básica em saúde, uso das plantas medicinais nas patologias de órgãos e sistemas. A fitoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Bibliografia Básica ALONSO, Jorge Rubén. Fitomedicina: curso para profissionais da área de saúde. São Paulo: Pharmabooks, 2007. 195p. ISBN: 8589731170. ALONSO, Jorge Rubén. Tratado de fitofármacos e nutracêuticos. São Paulo: AC Farmacêutica, 2016. 1107p. ISBN: 9788581141916. Bibliografia Complementar BRASIL Ministério da Saúde. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais da central de medicamento. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2006. 147p. ISBN: 8533411871. DINIZ, Margareth de Fátima Formiga Melo. Memento de plantas medicinais. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB, 2005, 2006. 173p. ISBN: 8599135554. DRIVER, Samuel et al ( Autor ). Interações medicamentosas de Stockley:plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos. Porto Alegre, RS: Artmed, 2012. 440p. ISBN: 9788536326221.

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FITOTERAPIA II 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código DFPT00218 Carga Horária Teórica: 24h

Carga Horária Prática: 4h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 2h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Farmacologia e toxicologia de produtos naturais. Uso das plantas medicinais nas patologias de órgãos e sistemas. Utilização das plantas nos diversos sistemas terapêuticos. Uso das plantas medicinais nas doenças crônico degenerativas. Parâmetros para a prescrição de plantas medicinais e fitoterápicos. Interação entre plantas medicinais e entre plantas medicinais e medicamentos alopáticos. Legislação referente a plantas medicinais e fitoterápicos, pesquisas no campo da Fitoterapia. Bibliografia Básica ALONSO, Jorge Rubén. Tratado de fitofármacos e nutracêuticos. São Paulo: AC Farmacêutica, 2016. 1107p. ISBN: 9788581141916. LEITE, João Paulo Viana; LEITE, João Paulo Viana. Fitoterapia: bases científicas e tecnológicas. São Paulo: Atheneu,

2009. 328p. ISBN: 9788573792379. LORENZI, Harri; MATOS, Francisco José de Abreu. Plantas medicinais no Brasil:nativas e exóticas. 2.ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. 544p. ISBN: 8586714283. Bibliografia Complementar ALONSO, Jorge Rubén. Fitomedicina:curso para profissionais da área de saúde. São Paulo: Pharmabooks, 2007. 195p. ISBN: 8589731170. DRIVER, Samuel et al (Autor). Interações medicamentosas de Stockley: plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos. Porto Alegre, RS: Artmed, 2012. 440p. ISBN: 9788536326221. HÄNSEL, Rudolf et al. Fitoterapia racional:um guia de fitoterapia para as ciências da saúde. Barueri, SP: Manole,

2002. 386p. ISBN: 8520409903. LORENZI, Harri. Plantas daninhas do Brasil:terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 4.ed. Nova Odessa, SP: Instituto Platarum, 2008. 640p. ISBN: 9788586714276. NOLETO, Paulo; LING, Xu. Matéria Médica. São Paulo: Ícone, 2009. 567p. ISBN: 9788527410380. ROSSATO, Ângela Erna. Fitoterapia Racional:Aspectos Taxonômicos, Agroecológicos, Etnobotânicos e Terapêuticos. Florianópolis: DIOESC, 2012. v. ISBN: 9788564210523

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FUNDAMENTOS DA HOMEOPATIA 03 créditos

Carga Horária Total: 45h

Código 1611122 Carga Horária Teórica: 35h

Carga Horária Prática: 6h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 4h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: História da Medicina e da Homeopatia. Princípios fundamentais da Homeopatia. A experimentação do medicamento homeopático. Noções básicas sobre matéria médica e repertório. As diferentes racionalidades e terapêuticas médicas. As correntes homeopáticas. Concepção homeopática do processo saúde-doença. A consulta homeopática e a evolução do doente. Matéria médica simplificada de alguns importantes medicamentos homeopáticos. Inserção da homeopatia no Sistema Único de Saúde (SUS) e sua prática pelos diversos profissionais da área de saúde. Bibliografia Básica VIJNOVSKY, Bernardo. Tratado de Matéria Médica Homeopática. Vol.1,2 e 3. São Paulo: Editora Organon. 2003. RIBEIRO FILHO, Ariovaldo. Repertório de Homeopatia. São Paulo: Editora Organon. 2005. ISBN: 8586625280 FONTES, Olney Leite. CESAR, Amarilys de Toledo. TEIXEIRA, Marcus Zulian. KISHI, Margarete Akemi. AMORIM, Valéria Ota de Farmácia homeopática: teoria e prática. 5. ed. rev. e atual. Barueri : Manole, 2018. ISBN 9788520454442 Bibliografia Complementar NASSIF, Maria Regina Galante. Compêndio de Homeopatia. Robe: São Paulo, 1994. TEIXEIRA, Marcus Zulian. Semelhante Cura Semelhante: O Princípio de Cura Homeopático Fundamentado pela Racionalidade Médica e Científica. * São Paulo: Petrus. 1998. VITHOULKAS, George. Homeopatia, Ciência e Cura. São Paulo: Cultrix.1997 HAHNEMANN, Samuel. Organon da Arte de Curar. 3 ed. São Paulo: Bento Mure. 2007. LATHOUD, J.A. Estudos de Matéria Médica Homeopática. 2a ed. Editora Organon: São Paulo, 2010.

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FUNDAMENTOS DA ACUPUNTURA 02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código 1611201 Carga Horária Teórica: 26h

Carga Horária Prática: 4h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Aspectos históricos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC); Teoria do yin e yang e dos cinco elementos; Concepção do processo saúde-doença e semiologia na MTC; Qi, sangue e fluídos orgânicos; Grande e pequena circulações da energia (Qi): estudo dos meridianos e dos pontos; Diagnósticos e tratamentos na MTC; Legislação referente à MTC/Acupuntura; Acupuntura no SUS. Bibliografia Básica MACIOCIA, Giovanni. Os Fundamentos da Medicina Chinesa: um texto abrangente para acupunturistas e fitoterapeutas. 2.ed. São Paulo: Roca, 2015. ISBN:9788572416597 HECKER, Hans-Ulrich. KOPP, Stefan. PETERS, Gustav. HAMMES, Michael. VECCHI, Aline. Atlas Colorido de Acupuntura: Pontos Sistêmicos, Pontos Auriculares, Pontos-gatilho. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2010. ISBN: 9788527700061 CIRILO, Antônio Carlos Martins. Acupuntura: ciência, legalidade e prática médica. Goiânia, GO: Kelps, 2006. ISBN: 8577660125 Bibliografia Complementar WEN, Tom Sintan. Manual terapêutico de acupuntura. Barueri, SP: Manole, 2008.ISBN 978-85-204-4377-4 HECKER, H. STEVELING, Angelika. PEUKER, Elmar T. LIEBCHEN, Kay. Atlas de acupuntura e pontos-gatilho. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. ISBN 9788527735698 DONATELLI, Sidney. Caminhos de energia: atlas dos meridianos e pontos para massoterapia e acupuntura. 2. ed. Reimp. Rio de Janeiro: Roca, 2022. ISBN 9788527733380

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SISTEMA ENDOCANABINÓIDE E PERSPECTIVAS TERAPÊUTICAS DA CANNABIS SATIVA L. E SEUS DERIVADOS

02 créditos

Carga Horária Total: 30h

Código GDFPT0159 Carga Horária Teórica: 15 h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15 h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Biomédicas Ementa: Aspectos gerais, importância, funções, regulação e Fisiologia completa do Sistema Endocanabinoide. Ação de fármacos agonistas e antagonistas dos receptores canabinoides e não canabinoides, substâncias que atuam sobre o sistema endocanabinoide e suas repercussões clínicas. Perspectivas terapêuticas da Cannabis sativa e seus derivados em diferentes doenças, enfatizando a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamento. Aspectos regulatórios da Cannabis sativa e de seus derivados no tratamento de diversas doenças. Bibliografia Básica HOUNIE, A.G. Tratado de Cannabis Medicinal: Fundamentos para a Prática Clínica. Organizadora: Ana Gabriela Hounie. Volume I e II. Editora Farol 3, ISSBN 978-65-86152- 20-3, 2022. Victor Vilhena Barroso, Carlos José Zimmer Junior e Pedro da Costa Mello Neto. CANNABIS MEDICINAL: GUIA DE PRESCRIÇÃO. Editora Manole, 1o edição, 2023. Renato Macher-Lopes e Sidarta Ribeiro. Maconha, Cérebro e Saúde. Editora Vieira & Lent casa editorial Ltda. 1o edição, 2007. Linda A. Parker. Cannabinoids and the Brain. The MIT Press. Cambridge, Massachusetts. Londom, England., 2017. Bibliografia Complementar H. Valerie Curran, Philip Wiffen, David J. Nutt, Willem Scholten. Cannabis and Cannabis Resin Pre-Review Report. A document prepared for the World Health Organization Expert Committee on Drug Dependence Thirty-eight Meeting Geneva, 14 - 18 November 2016. Sam R. Zwenger, PhD. The Biotechnology of Cannabis sativa. 2o edição. Editora EXTREME PUBLICATIONS, INC. New York, 2014. Ernest Small. CANNABIS A COMPLETE GUIDE. Editora CRC Press Taylor & Francis Group. 2017.

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LIBRAS 04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Código GDLS0024 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Línguas de Sinais Ementa: Aspectos sócio históricos, linguísticos identitários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguísticos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintáticos e semântico-pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. Prática de conversação em Libras. Bibliografia Básica ARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. RAMOS, Clélia R. LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros. Petrópolis: Arara Azul. Disponível em: Acesso em: jul. 2010. STRÖBEL, Karin Lilian. História dos surdos: representações “mascaradas” das identidades surdas. Estudos Surdos II/ Ronice Müller de Quadros e Gladis Perlin (Orgs.) Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2007 _____. As imagens do outro sobre a cultura surda. Editora UFSC, 2009. Bibliografia Complementar H. Valerie Curran, Philip Wiffen, David J. Nutt, Willem Scholten. Cannabis and Cannabis Resin Pre-Review Report. A document prepared for the World Health Organization Expert Committee on Drug Dependence Thirty-eight Meeting Geneva, 14 - 18 November 2016. Sam R. Zwenger, PhD. The Biotechnology of Cannabis sativa. 2o edição. Editora EXTREME PUBLICATIONS, INC. New York, 2014. Ernest Small. CANNABIS A COMPLETE GUIDE. Editora CRC Press Taylor & Francis Group. 2017.

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INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA 04 créditos

Carga Horária Total: 60h

Código 1405108 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Psicologia Ementa: Sistematização histórica: Estruturalismo; Funcionalismo; Behaviorismo; Gestalt, psicanálise, Método Experimental. Estudo de caso. Os Testes. Atividades Profissionais dos Psicólogos. Áreas de Especialização da Psicologia; Psicologia Animal, Psicologia do Desenvolvimento, Psicologia Clínica, Psicologia Diferencial, Psicologia Educacional e da Psicologia do Trabalho. Bibliografia Básica SCHULTZ, D.P.;SCHULTZ, S.E. História da Psicologia Moderna. São Paulo: Pioneira Thompson Learning. 2005.

DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. 3 ed. São Paulo: Makron Books do Brasil Editora LTDA. 2001.

BOCK, A.M.B.; FURTADO, O. TEIXEIRA, M.L.T. Psicologias: Uma introduçao ao estudo da Psicologia. 5 ed. São Paulo: Ed. Saraiva,. 2002. Bibliografia Complementar DA MATTA, Roberto. Relativizando. Rio de Janeiro: Rocco. 1987.

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19. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem seguirá as normas vigentes na UFPB, e consistirá no processo formativo contínuo de diagnóstico, acompanhamento e verificação da aquisição, pelos estudantes, de conhecimentos, habilidades e atitudes, os quais serão considerados para fins de determinação do rendimento/desempenho acadêmico. De modo complementar à avaliação da aprendizagem haverá a verificação da assiduidade do estudante nas aulas e no desenvolvimento de atividades de cada componente curricular. Na avaliação de rendimento acadêmico será considerada a média aritmética, expressa através de nota de zero a dez, das avaliações realizadas ao longo do período letivo, segundo o plano de ensino registrado e divulgado no início do semestre, na turma virtual, no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA). Em todos os componentes curriculares do tipo disciplina o estudante realizará no mínimo, duas avaliações por semestre. Para componentes curriculares com carga horária igual ou superior a 60 horas deverão ser realizadas no mínimo três avaliações. O estudante será aprovado por média em cada componente curricular quando alcançar, no período letivo, frequência mínima de 75% da carga horária inerente ao componente e obtiver, no mínimo, média aritmética 7,0 considerando as provas/atividades avaliativas realizadas no semestre letivo. O estudante que não obtiver a média prevista deverá prestar exame final, desde que alcance a frequência mínima exigida e média aritmética não inferior a 4,0. No exame final será aprovado aquele que obtiver resultado final igual ou superior a 5,0, considerando-se a média ponderada entre a nota do exame final e a média do conjunto das avaliações realizadas. Serão consideradas como condições para aprovação do estudante no componente curricular TCC II - atividade de orientação individual: o desempenho satisfatório do estudante na realização das atividades descritas no plano de trabalho construído em conjunto com o(s) orientador (es) no início do semestre; aprovação do relatório final de pesquisa por banca examinadora; e apresentação pública da pesquisa em evento específico, ao final do semestre, de acordo com normativas vigentes. Para tanto, o docente orientador, ao final do semestre, apresentará à Coordenação de TCC, parecer circunstanciado sobre o desempenho do estudante e atribuirá um dos conceitos: aprovado, desempenho insuficiente, ou não aprovado. Nas situações de desempenho insuficiente será concedido prazo de até 30 dias para que o estudante realize os ajustes solicitados e descritos no

| 174 parecer, participe de segunda avaliação realizada pelo(s) orientador (es), o (s) qual (is) deverá (ão) em parecer final atribuir os possíveis conceitos: aprovado ou não aprovado. Nos estágios supervisionados obrigatórios, atividade de orientação coletiva, serão consideradas como condições para aprovação do estudante: cumprir com 100% da carga horária e ter desempenho expresso por nota, sendo a média igual ou superior a 7,0, não cabendo exame final. Para além das atividades descritas acima, o estudante deverá cumprir com as atividades de extensão propostas por cada componente curricular obrigatório, sendo aprovado com frequência mínima de 75% da carga horária inerente ao componente e com obtenção, no mínimo, da média aritmética 7,0. As atividades de extensão, também deverão ser cumpridas pelo estudante, no formato de atividades flexíveis complementares de extensão, as quais precisarão ser comprovadas mediante resolução específica, aprovada pelo Colegiado de Curso.

20. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO O Projeto Pedagógico do Curso será acompanhado e avaliado ao longo de sua implementação, através de um processo contínuo, dinâmico, coletivo, de caráter formativo, que integra reflexão e ação. Será organizado segundo procedimentos institucionalmente definidos (UFPB), com foco na avaliação da efetividade da proposta pedagógica do projeto e seu desenvolvimento na prática; no levantamento, diagnóstico e intervenção sobre possíveis problemas ou desafios que comprometam a formação pretendida; nas normativas que determinam a necessidade de atualização dos processos formativos em saúde e em Enfermagem; e em indicadores institucionais e do Curso que sinalizem a necessidade e aprimoramento do Projeto Pedagógico do Curso; e no resultado de pesquisas e realização de consultas sobre os egressos com o objetivo de avaliar o Curso e identificar a necessidade de reformulações objetivando a qualificação do ensino, à luz do desenvolvimento social da região e da excelência da formação profissional em Enfermagem. Serão responsáveis pela avaliação do PPC, de modo integrado: a Comissão Própria de Avaliação da Universidade Federal da Paraíba (CPA/UFPB), como instância mais abrangente, responsável por articular e coordenar a avaliação interna da instituição, observando as mais variadas dimensões do universo acadêmico a exemplo da organização didático-pedagógica acadêmica, do corpo docente e da infraestrutura dos cursos; o Núcleo Docente Estruturante (NDE) como instância consultiva e

| 175 propositiva, responsável entre outras funções por zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) no Curso; e o Colegiado de Curso, como instância deliberativa de organização e revisão curricular. Consonante às avaliações externas disciplinadas e operadas pela instância federal de Avaliação da Educação Superior, o processo avaliativo do PPC deverá envolver docentes, servidores, estudantes, gestores e egressos; e focalizar como indicadores: a gestão acadêmica e administrativa do curso, o desempenho dos docentes e técnico-administrativo, a infraestrutura do curso, as políticas institucionais de ensino, pesquisa e extensão e de apoio estudantil e do egresso.

| 176 REFERÊNCIAS BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=12991. Acesso em: [14.04.2025]. BRASIL. Ministério da Educação. Sistema e-MEC: base de dados oficial dos cursos e instituições de educação superior. Disponível em: http://emec.mec.gov.br. Acesso em: [14.04.2025]. DESLANDES, S.F., comp. Humanização dos cuidados em saúde: conceitos, dilemas e práticas [online]. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006, 414 p. Infográfico da Enfermagem no Brasil, OMS, 2020. Disponível https://www.observatoriorh.org/pt/infografico-fotografia-da-enfermagem-no-brasil

em:

IBGE, 2019. Disponivel em :https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/panorama FLEURY-TEIXEIRA, P. Uma introdução conceitual à determinação social da saúde. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 33, n. 83, p. 380-387, set.ldez. 2009 MENDES, E.V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. 549 p. MORIN, E. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2005. OMS. Define 2020 como ano internacional dos profissionais de enfermagem e obstetrícia. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/3-1-2020-oms-define-2020-como-anointernacional-dos-profissionais-enfermagem-e-obstetricia PARAÍBA. Governo do Estado. Secretaria de Estado da Saúde. Conselho Estadual de Saúde. Plano Estadual de Saúde: Paraíba 2020/2023. João Pessoa. 2020. 208p. PEREIRA, I.D.F. Diretrizes curriculares para a formação de profissionais de saúde: competências ou práxis? Trab. educ. saúde, v. 11, n.2, Ago 2013. BRASIL. CNE. Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001 - Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. ROCHA, S.M.M.; ALMEIDA, M.C.P.de. O processo de trabalho da enfermagem em saúde coletiva e a interdisciplinaridade. Rev.latino-am.enfermagem, Ribeirão Preto, v. 8, n. 6, p. 96-101, dezembro 2000. RONCA, Antonio Carlos Caruso. Teorias de ensino: a contribuição de David Ausubel. Temas psicol., Ribeirão Preto , v. 2, n. 3, p. 91-95, dez. 1994 .

| 177 SILVA, M. C. N.; MACHADO, M. L. Sistema de Saúde e Trabalho: desafios para a Enfermagem no Brasil. Revista Ciência & Saúde Coletiva, 25(1):7-13, 2020. SOARES, C.B.; CAMPOS, C.M.S. Fundamentos de saúde coletiva e o cuidado de enfermagem. 2013. STATE OF THE WORLDʼS N U R S I N G 2020, Investing in education, jobs and leadership. Disponível em: ttp://www.unirio.br/ccbs/eeap/OMSRelatrio.pdf TEIXEIRA, C.F.; PAIM, J.S.; VILASBOAS, A.L. SUS, Modelos Assistenciais e Vigilância da Saúde. IESUS, VII(2), Abr/Jun, 1998.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB). Regulamento Geral da Graduação – RGG. Resolução Consepe nº 29/2020. João Pessoa, 2020. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB). Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 20242028. João Pessoa, 2024. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Educação básica e educação superior: projeto político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 11/12/2025 RESOLUÇÃO Nº 70/2025 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 70) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 07/01/2026 10:16 ) MONICA NOBREGA VICE-REITOR(A) 338188

Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 70, ano: 2025, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 06/01/2026 e o código de verificação: 4d290cc805