UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 77/2025

UFPB-CONSEPE-RES-77-2025
vigente Ver na Teia Ir ao texto integral

Revoga a Resolução nº 92/2011 do Consepe, altera o nome do Curso de Graduação em Radialismo, Bacharelado, que passa a ser denominado Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado, e Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado, do Centro Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Campus I da UFPB.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (28)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
  • REVOGA (total)
    Res. CONSEPE 92/2011 nesta norma: art. 1º → na outra: norma inteiraefeito desde 26/02/2026“Art. 1º. Revogar a Resolução nº 92/2011 do Consepe e alterar o nome do Curso de Graduação em Radialismo, Bacharelado, que passa a ser denominado Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
24 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CFE 2/1985 em: Anexo I“A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução CONSEPE nº 09/78, posteriormente alterada pela Resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e pela Resolução 16/85 do CONSEPE.”
  • cita
    Res. CNE/CES 1/2013 em: Anexo I“de fevereiro de 2009, Comissão de especialistas para estabelecer as Novas Diretrizes para o Curso de Jornalismo, o que resultou na apresentação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso...”
  • cita
    Res. CNE/CES 16/2002 em: Anexo I“MENTAÇÃO LEGAL DO CURSO  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal Nº 9394/1996  Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Comunicação Social e suas Habilitações - Parecer...”
  • cita
    Res. CNE/CES 2/2013 em: Anexo I“Movimento semelhante ocorre com a criação da Comissão de Especialistas da área de Relações Públicas, que, cuja DCN se apresenta no Parecer CNE/CES nº 85/2013, aprovado em 14 de março de 2013 e é...”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: Anexo I“s da Educação Nacional – Lei Federal Nº 9394/1996  Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Comunicação Social e suas Habilitações - Parecer CNE/CES nº 492/2001, aprovado em 3 de abril de...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 4º“Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos,...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: art. 4º“Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos,...”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2012 em: art. 4º“Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos,...”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo I“O Estágio Supervisionado conta com Coordenação Específica é regido por resolução própria em conformidade com a legislação federal (Lei n.º 11.788/2008) e com os conselhos superiores da...”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: art. 4º“cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, Educação Ambiental, conforme estabelecem as...”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: Anexo I“Além disso, discentes podem contar com o programa aluno apoiador, que assegurar que discentes com deficiência tenham condições adequadas para acompanhar o ensino, em consonância com a Lei...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“8.6 Transferência Compulsória - ex-officio A transferência ex officio para os Cursos de Graduação será efe vada em qualquer época do ano e independentemente da existência de vaga, na forma da Lei N°...”
  • cita
    Portaria MEC 203/2009 em: Anexo I“Em 2009, é instituída pelo MEC pela Portaria nº 203/2009 de 12 de fevereiro de 2009, Comissão de especialistas para estabelecer as Novas Diretrizes para o Curso de Jornalismo, o que resultou na...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: Anexo I“Resolução Consepe 02/2022.”
  • cita
    Res. CONSEPE 09/1978 em: Anexo I“A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução CONSEPE nº 09/78, posteriormente alterada pela Resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e pela Resolução 16/85 do CONSEPE.”
  • cita
    Res. CONSEPE 11/1998 em: Anexo I“3 HISTÓRIA DO CURSO A trajetória do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais tem origens anteriores, no ano de 1997, quando foi criada conforme a Resolução CONSUNI, 08/97, a habilitação em...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/1985 em: Anexo I“A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução CONSEPE nº 09/78, posteriormente alterada pela Resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e pela Resolução 16/85 do CONSEPE.”
  • cita
    Res. CONSEPE 24/1977 em: Anexo I“O curso, que foi criado em 1977, com habilitações em Jornalismo e Relações Públicas, conforme a Resolução CONSEPE 24/77, de 24 de março de 1977.”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I“ Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFPB – Resolução CONSEPE Nº 29/2020.”
  • cita
    Res. CONSEPE 38/2009 em: Anexo I“Soma-se ao cenário, a aprovação, no âmbito da UFPB, do curso de Comunicação em Mídias Digitais, pela Resolução Consepe Nº 38 de 30 de julho de 2009.”
  • cita
    Res. CONSUNI 06/2018 em: Anexo I“11.9 Agência de Cooperação Internacional A Agência UFPB de Cooperação Internacional (ACI/UFPB) foi criada pela Resolução CONSUNI nº 44/2018 e tem como obje vo promover a Polí ca de...”
  • cita
    Res. CONSUNI 08/1997 em: Anexo I“3 HISTÓRIA DO CURSO A trajetória do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais tem origens anteriores, no ano de 1997, quando foi criada conforme a Resolução CONSUNI, 08/97, a habilitação em...”
  • cita
    Res. CONSUNI 44/2018 em: Anexo I“11.9 Agência de Cooperação Internacional A Agência UFPB de Cooperação Internacional (ACI/UFPB) foi criada pela Resolução CONSUNI nº 44/2018 e tem como obje vo promover a Polí ca de...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I“O corpo discente tem previsto no Regimento Geral da UFPB o direito à par cipação da Representação Discente, com direito a voz e voto em órgãos colegiados da administração superior, Conselhos de...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 27 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 11 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 77/2025 Revoga a Resolução nº 92/2011 do Consepe, altera o nome do Curso de Graduação em Radialismo, Bacharelado, que passa a ser denominado Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado, e Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado, do Centro Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Campus I da UFPB. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, e conforme deliberado em reunião realizada em 11 de dezembro de 2025 (Processo nº 23074.066489/2025-31), RESOLVE:

Art. 1º. Revogar a Resolução nº 92/2011 do Consepe e alterar o nome do Curso de Graduação em Radialismo, Bacharelado, que passa a ser denominado Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado.

Art. 1º. Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado, do Centro Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), em atendimento à necessidade de atender a padrões de qualidade e relevância que garantem uma formação técnica e humanís ca atualizada, capacitando o profissional para os desafios do mercado e da sociedade, especialmente em um cenário de inovação tecnológica e necessidade de processos mais sustentáveis.

§1º. Compreende-se o Projeto Polí co Pedagógico do Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado, como o conjunto de ações sociopolí cas e técnico-pedagógicas rela vas à formação profissional, que se des na a orientar a concre zação curricular do referido Curso.

§2º. As definições rela vas à estrutura curricular que demandam sobre sua elaboração, quais sejam: iden ficação, história, jus fica va, obje vos, perfil profissional do egresso, campo de atuação, formas de acesso, infraestrutura, corpo docente, serviços de apoio ao discente, composição curricular, bem como sistemas de avaliação encontram-se relacionadas no Anexo desta Resolução.

Art. 2º O Curso de Graduação em Comunicação em Mídias Audiovisuais, tem como finalidade conferir o grau de bacharel aos alunos que cumprirem as exigências constantes na presente Resolução.

Art. 3º O Curso de Bacharelado em Comunicação em Mídias Audiovisuais terá a duração mínima de integralização em 04 (quatro) anos (08 períodos le vos) e o tempo máximo de 06 (seis) anos (12 períodos le vos) e o currículo será integralizado em 2.700 (duas mil, setecentas) horasaula e horas-relógio, correspondendo a 180 (cento e oitenta) créditos.

Parágrafo único. Será permi da a matrícula em, no máximo, 420 (quatrocentos e vinte) horas ou 28 (vinte e oito) créditos e, no mínimo, 225 (duzentos e vinte e cinco) horas ou 15 (quinze) créditos por período le vo.

Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, Educação Ambiental, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, Nº 02, de 15 de junho de 2012, Nº 01, de 30 de maio de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV, sobre os conteúdos relacionados à Pessoa com Deficiência, consta na ementa do componente curricular “Mídia, Diversidade e Direitos Fundamentais”. Destaca-se, ainda, que a temá ca de Direitos Humanos também consta na ementa da disciplina de “É ca e Deontologia nas Mídias Audiovisuais”; e a temá ca de Pessoa com Deficiência, encontrase nas ementas de “Oficina de Produção Audiovisual”; “Acessibilidade às mídias audiovisuais”; e “Libras”. Nesse sen do, a organização curricular do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais obje va oferecer uma formação crí ca, humanista, com compromisso é co e social, conforme estabelecido em seus obje vos, e em consonância com o PDI e a legislação em vigor, incorporando as temá cas relacionadas às polí cas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e da pessoa com deficiência.

Art. 5º. O Curso de Bacharelado em Comunicação em Mídias Audiovisuais organiza sua estrutura curricular, parte integrante do Projeto Pedagógico, em conteúdos fixados de acordo com as especificações da tabela abaixo, sendo desdobrados conforme explicitado no Anexo. Conteúdos Curriculares Conteúdos Básicos e Profissionais

1. Conteúdos Obrigatórios

2. Estágio Supervisionado Total Obrigatórios Conteúdos Complementares

1. Complementares Obrigatórios

2. Complementares Opta vos

3. Complementares Flexíveis Total Complementares TOTAL DO CURSO

Carga-horária

Percentual

1.380 h 120 h

51,1% 4,5%

1.500 h

55,5%

600 h 480 h 120 h

22,2% 17,8% 4,5%

1.200 h

44,5%

2.700 h

100%

Fonte: PPC do Curso de Bacharelado em Comunicação em Mídias Audiovisuais – CCTA, 2025.

Art. 6º. A Estrutura Curricular do Curso de Bacharelado em Comunicação em Mídias Audiovisuais da UFPB, apresenta uma formação Básica Profissional e, outra, de caráter Complementar, em cujo escopo constam os componentes e demais a vidades da estrutura curricular do Curso. Por isso, o Curso propõe uma formação que integre elementos gerais da comunicação, assim como elementos específicos da formação, que se estabelece em seis eixos teórico-prá cos, os quais ordenam a configuração da estrutura curricular, quais sejam: eixo 1 Teorias, metodologias e humanidades; eixo 2 - Redação, roteiro e prá cas interacionais; eixo 3 Imagem, esté ca e fotografia; eixo 4 - Radiofonia e Mídia Sonora; eixo 5 - Audiovisualidades; eixo 6 - Estratégias digitais mul plataformas. Os seis eixos se ar culam na estrutura curricular de forma complementar e interdependente e, ainda que não se apresentem sempre simultaneamente, ou em paralelo, não são compreendidos de forma hierárquica.

§1º. A Formação Básica Profissional é composta pelos Conteúdos Obrigatórios e o Estágio Supervisionado; já Formação Complementar tem na sua composição Conteúdos Complementares: Obrigatórios, Opta vos e Flexíveis.

§2º. Os Conteúdos Obrigatórios, como forma de fortalecimento dos eixos e de sua interdependência, estabelecem-se não apenas nos componentes básicos e profissionais e complementares obrigatórios, mas, também guiam a composição da oferta de componentes opta vos, cuja carga horária foi ampliada no currículo de curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais. Essa proposta também se ar cula a par r da busca por flexibilidade curricular para que sejam explorados, ao longo da formação, os interesses e ap dões de cada discente, com obje vo de permi r a especialização em cada uma das áreas e dos eixos apresentados pelo curso. Fazendo parte desse grupo de conteúdos, o Estágio Supervisionado é um componente curricular básico profissional obrigatório realizado na modalidade de a vidade de orientação individual. Ele visa assegurar ao graduando experiência de exercício profissional em ambientes organizacionais e empresariais, ampliando conhecimentos, habilidades e competências prá cas consonantes com as áreas-eixo de atuação previstas no PPC do curso e com o perfil do egresso.

§3º. Os Conteúdos Complementares Obrigatórios, Opta vos e Flexíveis são cons tuídos pelos componentes curriculares ou áreas de aprofundamento, considerados indispensáveis à formação profissional do Comunicador em Mídias Audiovisuais. Os Conteúdos Complementares Obrigatórios compreendem um rol de disciplinas que somadas à carga horário do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) correspondem a 600 (seiscentas) horas de a vidades. O TCC tem a finalidade de avaliar a capacidade de integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso. É um componente curricular de caráter obrigatório para a conclusão do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais e deverá abranger as áreas de conhecimento, teóricos e prá cos per nentes à formação, configurando-se como espaço propício à inovação e à reflexão acadêmica. Sobre os complementares flexíveis, são a vidades realizadas, sob a supervisão docente, ou a vidades externas, ao longo do tempo de integralização do curso e que buscam promover o relacionamento do estudante com a realidade social, econômica e cultural, e de iniciação à pesquisa, à extensão e ao ensino, além de outras a vidades não previstas no desenvolvimento da matriz curricular do curso e que contribuam com o aprimoramento pessoal e profissional discente.

Art. 7º. A estrutura curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, será desenvolvida em períodos le vos, cujos componentes curriculares foram dispostos de forma criteriosa e estudada, disponibilizando aos alunos um equilíbrio entre dificuldades e maturidade estudan l.

Art. 8º. As a vidades que integram os componentes curriculares serão as seguintes:

I – disciplinas;

II – a vidades acadêmicas de iniciação à pesquisa, à docência e à extensão;

III – a vidades de orientação individual ou cole va.

Parágrafo único. Os conteúdos complementares flexíveis têm carga horária prevista de 120 (cento e vinte) horas e têm seus procedimentos de solicitação de aproveitamento e creditação regulamentadas por Resolução Específica do Curso aprovada em Colegiado e disponíveis no site do curso.

Art. 9º. O Projeto Polí co Pedagógico de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Colegiado do Curso, quando da sua criação, enquanto suporte técnico-pedagógico do NDE do Curso.

Art. 10. Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 10 (dez) períodos le vos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sociopolí co-educa vas.

Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 26 de fevereiro de 2026.

Terezinha Domiciano Dantas Mar ns Presidente

ANEXO da Resolução nº 77/2025 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Comunicação em Mídias Audiovisuais, Bacharelado, do Centro Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Campus I da UFPB. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES COORDENAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS AUDIOVISUAIS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58.051-900 www.ufpb.br Fone: +55 (83) 3216-7200

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS AUDIOVISUAIS

JOÃO PESSOA - PB JUNHO DE 2025

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES COORDENAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS AUDIOVISUAIS TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITORA MÔNICA NÓBREGA VICE-REITORA ANA CLÁUDIA DA SILVA RODRIGUES PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO ULISSES CARVALHO DA SILVA DIRETOR DO CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES FABIANA CARDOSO DE SIQUEIRA VICE-DIRETORA DO CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES RODRIGO MARTINS ARAGÃO COORDENADOR DO CURSO DE COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS AUDIOVISUAIS ALAN MANGABEIRA MASCARENHAS VICE-COORDENADOR DO CURSO DE COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS AUDIOVISUAIS NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS AUDIOVISUAIS Professor Alan Mangabeira Mascarenhas Professor Carlos José Cartaxo Professora Emília de Rodat Mar nho Barbosa Barreto Professor João de Lima Gomes Professora Kellyanne Carvalho Alves Professor Rodrigo Mar ns Aragão Professor Victor Eduardo Bijos Jardim Gomes Braga

VISÃO GERAL DO CURSO O curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais (antes Radialismo) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) com nota 3, refle ndo a excelência acadêmica e a qualidade do ensino oferecido. Com uma carga horária total de 2700 horas, o curso é projetado para ser integralizado em quatro anos, proporcionando uma formação sólida e abrangente nas diversas áreas da Comunicação em Mídias Audiovisuais. A estrutura curricular combina teoria e prá ca, preparando os estudantes para os desafios do mercado de trabalho e para a atuação em pesquisa e inovação tecnológica.

COURSE OVERVIEW

The Communica ons in Audiovisual Media (previously named Broadcast Media) course at the Federal University of Paraíba (UFPB) is recognized by the Ministry of Educa on (MEC) with a score of 3, reflec ng the academic excellence and quality of educa on provided. With a total workload of 2700 hours, the course is designed to be completed in four years, offering a solid and comprehensive educa on in various Audiovisual Media and Communica ons fields. The curriculum combines theory and prac ce, preparing students for the challenges of the job market and careers in research and technological innova on.

DESCRIPCIÓN GENERAL DEL CURSO El curso de Comunicación en Medios Audiovisuales (anteriormente Radialismo) de la Universidad Federal de Paraíba (UFPB) está reconocido por el Ministerio de Educación (MEC) con una nota de 3, lo que refleja la excelencia académica y la calidad de la enseñanza ofrecida. Con una carga horaria total de 2700 horas, el curso está diseñado para ser completado en cuatro años, proporcionando una formación sólida y amplia en diversas áreas de los Medios Audiovisuales y de la Communciación. La estructura curricular combina teoría y prác ca, preparando a los estudiantes para los desa os del mercado laboral y para la actuación en inves gación e innovación tecnológica.

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS IES

Ins tuição de Ensino Superior

NDE

Núcleo Docente Estruturante

PPC

Projeto Pedagógico do Curso

UFPB

Universidade Federal da Paraíba

DCN

Diretrizes Curriculares Nacionais

CINE-Brasil

Classificação Internacional Normalizada da Educação Adaptada Para Cursos de Graduação e Sequenciais de Formação Específica do Brasil

INEP

Ins tuto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

CCHLA

Centro De Ciências Humanas, Letras e Artes

CCTA

Centro De Comunicação, Turismo e Artes

MEC

Ministério da Educação

CONSEPE

Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

SAEGO

Sistema de Acompanhamento de Egressos

ODG

Observatório de Dados da Graduação

CPA

Comissão Própria de Autoavaliação

CIA

Comitê de Inclusão e Acessibilidade

SIAG

Secretaria Integrada de Atendimento à Graduação

PRAPE

Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante

LID

Laboratório de Inclusão Digital

LETV

Laboratório Estúdio de TV

LabFOTO

Laboratório de Fotografia

LIS

Laboratório de Imagem e Som

LAP

Laboratório Audiovisual de Produção

CRAS

Centro de Referência de Atenção em Saúde

NUBE

Núcleo Universitário de Bem-Estar

LISTA DE QUADROS E TABELAS

Quadro 2: Lista de Docentes com indicação de Regime de Trabalho e Titulação..................................................... Quadro 1: Presença de Temá cas Obrigatórias nos Componentes Curriculares...................................................... Tabela 1: Conteúdos curriculares cursos presenciais................................................................................................ Tabela 2: Composição Curricular................................................................................................................................ Tabela 3: Creditação da Extensão.............................................................................................................................. Quadro 3: Fluxograma do curso................................................................................................................................. Quadro 4: Ementa de Teorias da Comunicação......................................................................................................... Quadro 5: Ementa de Técnicas de Redação Midiá ca............................................................................................... Quadro 6: Ementa de Introdução à Fotografia.......................................................................................................... Quadro 7: Ementa de Esté ca e Linguagem do Audiovisual..................................................................................... Quadro 8: Ementa de Sonoplas a e Efeitos Sonoros................................................................................................. Quadro 9: Ementa de Metodologias de Pesquisa em Comunicação......................................................................... Quadro 10: Ementa de Comunicação e Culturas Contemporâneas.......................................................................... Quadro 11: Ementa de Roteiro Audiovisual............................................................................................................... Quadro 12: Ementa de Introdução à Cinematografia................................................................................................ Quadro 13: Ementa de Edição e Mixagem de Som.................................................................................................... Quadro 14: Ementa de É ca e Deontologia nas Mídias Audiovisuais....................................................................... Quadro 15: Ementa de Interação Conversacional no Audiovisual............................................................................. Quadro 16: Ementa de Direção de Arte..................................................................................................................... Quadro 17: Ementa de Oficina de Redação e Produção para Rádio.......................................................................... Quadro 18: Ementa de Oficina de Produção Audiovisual.......................................................................................... Quadro 19: Ementa de Oficina de Produção em Mídia Sonora................................................................................. Quadro 20: Ementa de Oficina de Edição e Montagem............................................................................................. Quadro 21: Ementa de Elementos de Design Visual.................................................................................................. Quadro 22: Ementa de Pesquisa Aplicada ao Audiovisual......................................................................................... Quadro 23: Ementa de Estratégias de Comunicação Digital...................................................................................... Quadro 24: Ementa de Oficina de Direção de Programas Audiovisuais.................................................................... Quadro 25: Ementa de Mídia, diversidade e direitos fundamentais......................................................................... Quadro 26: Ementa de Oficina de Produção e Distribuição Mul plataforma........................................................... Quadro 27: Ementa de Documentário Audiovisual................................................................................................... Quadro 28: Ementa de Tecnologias de Produção e Transmissão Audiovisual.......................................................... Quadro 29: Ementa de Experimento Audiovisual...................................................................................................... Quadro 30: Ementa de Prá cas de Extensão em Mídias Audiovisuais...................................................................... Quadro 31: Ementa de Estágio Supervisionado em Mídias Audiovisuais.................................................................. Quadro 32: Ementa de TCC I...................................................................................................................................... Quadro 33: Ementa de TCC II..................................................................................................................................... Quadro 34: Ementa de Tópicos Flexíveis em Comunicação em Mídias Audiovisuais............................................... Quadro 35: Ementa de Fotografia Avançada............................................................................................................. Quadro 36: Ementa de Cinematografia Avançada.....................................................................................................

Quadro 37: Ementa de Iluminação............................................................................................................................ Quadro 38: Ementa de Desenho de Som e Trilha Sonora.......................................................................................... Quadro 39: Ementa de Cinema, Ficção Televisiva e Literatura.................................................................................. Quadro 40: Ementa de Comunicação e Literatura..................................................................................................... Quadro 41: Ementa de Mídias Audiovisuais em Contextos Comunitários................................................................ Quadro 42: Ementa de Acessibilidade às Mídias Audiovisuais.................................................................................. Quadro 43: Ementa de Mídias Audiovisuais e Mobilidade........................................................................................ Quadro 44: Ementa de Libras..................................................................................................................................... Quadro 45: Ementa de História do Audiovisual......................................................................................................... Quadro 46: Ementa de História Social dos Meios...................................................................................................... Quadro 47: Ementa de Cibercultura.......................................................................................................................... Quadro 48: Ementa de Crí ca de Audiovisual........................................................................................................... Quadro 49: Ementa de História dos Meios de Massa Paraibanos............................................................................. Quadro 50: Ementa de Videoclipe............................................................................................................................. Quadro 51: Ementa de Gêneros do Audiovisual........................................................................................................ Quadro 52: Ementa de Tópicos Especiais em Comunicação...................................................................................... Quadro 53: Ementa de Tópicos Especiais em Mídias Audiovisuais........................................................................... Quadro 54: Ementa de Tópicos Especiais em Rádio e Mídia Sonora......................................................................... Quadro 55: Ementa de Tópicos Especiais em Imagem Técnica................................................................................. Quadro 56: Ementa de Tópicos Especiais em Mídias Digitais.................................................................................... Quadro 57: Ementa de Laboratório de Produção em Mídias Audiovisuais............................................................... Quadro 58: Ementa de Laboratório de Produção em Rádio e Mídia Sonora............................................................ Quadro 59: Ementa de Laboratório de Produção em Imagem Técnica..................................................................... Quadro 60: Ementa de Laboratório de Produção em Mídias Digitais....................................................................... Quadro 61: Equivalências 106

Sumário

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO

3. HISTÓRIA DO CURSO

4. JUSTIFICATIVA

5. OBJETIVOS DO CURSO 5.1. OBJETIVO GERAL 5.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

6. PERFIL DO EGRESSO 6.1. Habilidades e Competências 6.2. Avaliação do perfil e acompanhamento de egressos

7. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

8. FORMAS DE ACESSO AO CURSO 8.1. Sistema de Seleção Unificada - Sisu 8.2. Reopção de Curso - PSRC 8.3. Processo Sele vo de Transferência Voluntária - PSTV 8.4. Ingresso de Graduados - PSIG 8.5. Programa de Estudantes-Convênio - PEC-G 8.6. Transferência Compulsória - ex-officio 8.7. Reingresso

9. INFRAESTRUTURA 9.1. Secretaria Integrada de Atendimento à Graduação 9.2. Secretaria do Centro de Comunicação, Turismo e Artes 9.3. Sala de Reuniões 9.4. Ambientes de Professores 9.5. Laboratório Sala Cine Aruanda 9.6. Biblioteca Setorial do CCTA 9.7. Biblioteca Central da UFPB 9.8. Laboratório de Inclusão Digital - LID 9.9. Salas de Aula 9.10. Laboratório de Rádio 9.11. Laboratório Estúdio de TV - LETV 9.12. Laboratório de Fotografia - LabFOTO 9.13. Laboratório de Imagem e Som - LIS 9.14. Laboratório Audiovisual de Produção - LAP 9.15. TV UFPB

10. CORPO DOCENTE

11. SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE 11.1. Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) 11.2. Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) 11.3. Sistema de Bibliotecas da UFPB

11.4. Programa de Monitoria 11.5. Programas de Extensão 11.6. Programas de Iniciação Cien fica 11.7. Estágios 11.8. Programa Nacional de Mobilidade Acadêmica 11.9. Agência de Cooperação Internacional 11.10. Representação Estudan l 11.11. Ins tuto de Estudos Linguís cos e Culturais - InELC 11.12. Centro de Referência de Atenção em Saúde (CRAS) 11.13. Clínica-Escola de Psicologia 11.14. Departamento de Educação Física 11.15. Núcleo Universitário de Bem-estar (NUBE)

12. CONCEPÇÃO CURRICULAR

13. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 13.1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES 13.2. ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO 13.3. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 13.4. TEMÁTICAS OBRIGATÓRIAS 13.5. QUADRO SÍNTESE NUMÉRICO DOS COMPONENTES CURRICULARES 13.7. CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO

14. FLUXOGRAMA 14.1. EMENTÁRIO 14.2. EQUIVALÊNCIAS

15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

16. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO REFERÊNCIAS

ANEXO I

112

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome do Curso: Comunicação em Mídias Audiovisuais Endereço: Universidade Federal da Paraíba Campus - Jardim Cidade Universitária, João Pessoa PB, 58033-455 | h p://www.ufpb.br/graduacao/radialismo Código e-MEC: 1268221 Telefone: (83) 3216-7054 Secretaria Integrada de Atendimento à Graduação - CCTA Website: h p://www.ufpb.br/graduacao/radialismo E-mail: coord.radialismo@gmail.com Área Geral: 03 - CIÊNCIAS SOCIAIS, COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO Área específica: 032 COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO Área detalhada: 0321 COMUNICAÇÃO E REPORTAGEM Rótulo Cine Brasil: 0321R01 Rádio, TV e internet Ênfase(s) ou Área(s) de aprofundamento: Mídias Audiovisuais Grau Acadêmico: Bacharelado Titulação Conferida (Mas.): Bacharel Titulação Conferida (Fem.): Bacharela Modalidade de oferta do curso: Presencial Regime Le vo do Curso: Semestral Número de vagas oferecidas por ano: 30 Turnos: Manhã Duração do Curso: 4 anos Tempo mínimo de integralização: 8 períodos Tempo máximo de integralização: 12 períodos Carga Horária Total do Curso: 2700 horas-aula Carga Horária Total do Curso: 2700 horas-relógio Carga horária de matrícula mínima por semestre: 225 h Carga horária de matrícula máxima por semestre: 420h Período Le vo e Data de início de funcionamento do curso: 2012.1 - 05/03/2012 Atos Regulatórios existentes: Autorização do Curso pela Resolução Nº 91 de 31/10/2011 Reconhecimento do Curso pela Portaria Nº 972 de 06/09/2017

2 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal Nº 9394/1996  Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Comunicação Social e suas Habilitações - Parecer CNE/CES nº 492/2001, aprovado em 3 de abril de 2001, Parecer CNE/CES nº 1.363/2001, aprovado em 12 de dezembro de 2001, e Resolução CNE/CES nº 16, de 13 de março de 2002Resolução CNE/CES Nº 07/2018

 Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFPB – Resolução CONSEPE Nº 29/2020.

3 HISTÓRIA DO CURSO A trajetória do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais tem origens anteriores, no ano de 1997, quando foi criada conforme a Resolução CONSUNI, 08/97, a habilitação em Radialismo, do curso de Comunicação Social e que teve sua estrutura curricular definida pela Resolução CONSEPE nº 11/98, com início das a vidades no mesmo ano. O curso, que foi criado em 1977, com habilitações em Jornalismo e Relações Públicas, conforme a Resolução CONSEPE 24/77, de 24 de março de 1977. A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução CONSEPE nº 09/78, posteriormente alterada pela Resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e pela Resolução 16/85 do CONSEPE. O curso fora criado na conjuntura da expansão da criação de cursos graduação, com viés tecnicista e obje vo de atender a demandas de mercado, o que se explica pela iden ficação de que o curso de Radialismo se estabelece a par r da demanda de capacitação de profissionais que, muitas vezes, já atuavam em emissoras de rádio e de televisão no país (Meireles, 2020). Nesse momento, com base na compreensão do profissional da Comunicação como profissional polivalente, o Curso de Comunicação Social da UFPB se consolidou com a divisão em habilitações. Os projetos pedagógicos são alterados e ajustados a par r da determinação das Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas no Parecer CNE/CES nº 492/2001, aprovado em 3 de abril de 2001, que mantém o Curso de Comunicação Social com a indicação de habilitações específicas. No entanto, seguindo tendência nacional de discussões das polí cas educacionais da primeira década dos anos 2000, constatou-se que a Comunicação não é profissão, mas um campo, que reúne várias e diversificadas profissões, e uma área acadêmica que abrange várias disciplinas. A percepção se coaduna a perspec vas em outras ciências, em especial das aplicadas, para as quais não existe um profissional genérico de Saúde ou Engenharia. Na mesma linha, passa-se a compreender Radialismo, Cinema, Editoração, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, não como habilitações da Comunicação Social, mas como campos e profissões autônomas. A manutenção da atual estrutura curricular de ensino em Comunicação Social representa a dissolução das profissões já consolidadas pelo

próprio campo da Comunicação Social, visto que a tendência considerada era da comunicação compreendia a necessidade do conhecimento especializado. As polí cas educacionais, nesse sen do, se estabeleceram, também na mesma linha, com o estabelecimento de novas Diretrizes Curriculares Nacionais, como as estabelecidas para os cursos de Cinema e Audiovisual no Parecer CNE/CES nº 44/2006, aprovado em 21 de fevereiro de 2006, já separadas da Comunicação Social. Em 2009, é ins tuída pelo MEC pela Portaria nº 203/2009 de 12 de fevereiro de 2009, Comissão de especialistas para estabelecer as Novas Diretrizes para o Curso de Jornalismo, o que resultou na apresentação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Jornalismo presentes no Parecer CNE/CES nº 39/2013, aprovado em 20 de fevereiro de 2013, e ins tuídas pela Resolução CNE/CES nº 1, de 27 de setembro de 2013. Movimento semelhante ocorre com a criação da Comissão de Especialistas da área de Relações Públicas, que, cuja DCN se apresenta no Parecer CNE/CES nº 85/2013, aprovado em 14 de março de 2013 e é ins tuída pela Resolução CNE/CES nº 2, de 27 de setembro de 2013. Soma-se ao cenário, a aprovação, no âmbito da UFPB, do curso de Comunicação em Mídias Digitais, pela Resolução Consepe Nº 38 de 30 de julho de 2009. Reforça-se, nesse sen do, o movimento de desmembramento das habilitações existentes no curso de Comunicação Social em áreas específicas do conhecimento e formação profissional e a necessidade do estudo de questões específicas do campo, no sen do de revitalizar suas prá cas sociais e culturais que as originaram e as jus ficam como profissões e evolução do campo acadêmico. No ano de 2011, a par r de reunião pedagógica com Coordenação de Currículos e Programas da Pró-Reitoria de Graduação, a respeito dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação, no Centro Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), ao qual se encontrava vinculado o curso, foi proposta a discussão a respeito das denominações de cursos de Bacharelado e Licenciatura e das habilitações, compreendidas como áreas de aprofundamento. No mesmo ano, o Colegiado do Curso de Comunicação Social aprovou o desmembramento das atuais habilitações em curso de Graduação com formação profissional específica em Jornalismo, Radialismo e Relações Públicas, na perspec va de criação de novas iden dades na produção da cultura cien fica na UFPB. A criação do curso de Bacharelado em Radialismo ocorre em 2011, estabelecida com a aprovação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, da Resolução CONSEPE Nº 91 de 31 de outubro 2011, que cria o curso e da Resolução CONSEPE

Nº 92 de 31 de outubro 2011, que aprova o seu primeiro Projeto Polí co Pedagógico de Curso (PPC). No mesmo ano foram criados os cursos de Bacharelado de Jornalismo e Relações Públicas, de modo a buscar a consolidação da implementação das então habilitações da Comunicação Social como cursos próprios correspondentes à formação de profissionais específicos. Desde a criação do curso de Bacharelado em Radialismo houve mudanças no mundo do trabalho e na academia, no entanto, as discussões em torno de novas DCNs referentes à Área da Comunicação Social pouco avançou. Em 2020 foram apresentadas Diretrizes para os cursos de Publicidade e Propaganda elaboradas por Comissão de Especialistas, por meio do Parecer CNE/CES nº 146/2020, aprovado em 29 de abril de 2020. O documento, no entanto, não foi homologado, não havendo também resolução rela va à DCN. No caso de Radialismo, a única mudança significa va foi a sugestão de unificação da nomenclatura do curso sob o rótulo Rádio, TV e Internet, como indicado no Manual para Classificação dos Cursos de Graduação e Sequenciais, que u liza a estrutura da Classificação Internacional Normalizada da Educação (CINE). No entanto, não houve formação de Comissão de Especialistas com vistas à elaboração de DCN própria, ficando o curso ainda sob o regime da DCN apresentada no já citado Parecer CNE/CES nº 492/2001 e em descompasso com a tendência consolidada entre os demais campos de atuação que compõem a área da Comunicação Social e que acarretou mudanças e transformações nos cursos de graduação da área que, infelizmente, ainda carece de unidade e iden dade (Meireles, 2018). Foi frente a este cenário que o Núcleo Docente Estruturante se propôs ao trabalho de buscar consolidar o presente projeto, como forma de apresentar e fortalecer uma iden dade para o curso, a par r da qual se propõe, entre outras, a alteração de sua nomenclatura para Comunicação em Mídias Audiovisuais.

4 JUSTIFICATIVA Considerando, como estabelecemos acima, que não houve avanços na discussão em torno das DCN para a área de Radialismo (ou Rádio, TV e Internet), estando os cursos ainda norteados pelas DCNs de Comunicação Social, estabelecidas em 2001. A área da Comunicação, no entanto, passou por transformações estruturais desde então, tanto na academia, quanto no mercado. A consolidação dos processos de digitalização inseriram as comunicações de massa em novos circuitos e modos de produção, circulação e consumo baseados em dinâmicas da cibercultura e

das mídias digitais (Lévy, 1999; Lemos, 2002; Manovich, 2001, Santaella, 2010), dos processos de convergência cada vez mais amplos (Jenkins, 2009), da comunicação em mobilidade (Lemos, 2013; Santaella, 2011) e, mais recentemente, do crescente processo de plataformização (Van Djick, Poell, De Wall, 2018; Poell, Nieborg, Duffy, 2022). Esses processos têm acarretado reflexos na legislação e nos acordos que regem o mercado de trabalho e atuação dos comunicadores, em especial dos radialistas. Dizemos em especial porque o radialismo está entre as áreas mais versáteis do campo da comunicação, por atuar de forma ampla com linguagens e tecnologias dos diversos meios de comunicação e em funções de administração, produção e técnicas destes veículos (Meireles; Andrade; Prata, 2017, Meireles, 2020). Essa versa lidade se faz presente na própria nomenclatura dos cursos sob o rótulo Rádio, TV e Internet, como abordaremos à frente, e nas atribuições de funções, que aos poucos incorporaram além do rádio, a televisão e mais recentemente as formas produ vas da tecnologia digital, em especial, aquelas ligadas à internet. Este cenário, além de ditado e determinado pelo mercado, fundamentado ainda pela legislação atual, que atrela diretamente a atuação do radialista às “ocupações e mul funcionalidades geradas pela digitalização das emissoras de radiodifusão, novas tecnologias, equipamentos e meios de informação e comunicação” (Brasil, 2017). Essas alterações, inclusive legais, têm apontado para a necessidade de pensar na formação considerando a diversidade de conhecimentos e habilidades, assim como permi r a cons tuição de um profissional mul facetado, capaz de lidar com a hibridização das linguagens e técnicas contemporâneas. Dados do mercado de comunicação no Nordeste coadunam com este entendimento e destaca que pensar a internet como meio e a convergência como processo fundamental é um impera vo curricular. Há alguns anos, “um dos requisitos do mercado para o perfil de um profissional de comunicação é sua habilidade para lidar com a web e com as ferramentas que dela rem o melhor proveito” (Lins, Trigueiro, 2017, p. 88). Compreende-se que a ampliação dos processos de plataformização e o crescimento dos mercados mul plataformas apenas apontam para o crescimento dessa perspec va e indicam a necessidade de uma formação que possa atender a múl plas linguagens, técnicas e estratégias. Entre as evidências trazidas pelas autoras do estudo, estão o encerramento das a vidades ou redução de postos de trabalho em empresas e veículos de comunicação. Estudos sobre as emissoras de rádio e de televisão na Região Metropolitana, reforçam elementos nesse sen do, ao iden ficar os reduzidos horários de programação nas emissoras de rádio e televisão na Região Metropolitana de João Pessoa que não são dedicadas ao jornalismo (Guilherme, Aragão, 2022,

2022a) e o crescimento de inicia vas de produção independente como podcasts (Costa, Aragão, 2022). As inves gações realizadas por meio das ações de Acompanhamento de Egressos do NDE do curso e da UFPB, por meio do Sistema de Acompanhamento de Egressos, também evidenciam a atuação em microempresas ou como microempreendedores individuais, quanto a atuação em cargos e funções ligadas à comunicação e à produção audiovisual em ins tuições e organizações públicas e privadas cujas a vidades se inserem em outros campos ou mercados, que não os dos meios de comunicação tradicionais (SAEGO, 2025). Desta forma, não apenas se aponta para uma mudança de habilidades, como também ao surgimento de novas frentes de trabalho, ligadas ao cenário da comunicação e da cultura digital e de perfil empreendedor. Nesse sen do, torna-se necessário observar que, com a diminuição dos empregos convencionais, “o profissional de Comunicação deve ser altamente empreendedor para inventar o próprio caminho e encontrar as novas oportunidades no cenário em constante transformação” (Prata, 2017, p. 127), com uma tendência para o crescimento das prestações de serviços na área da comunicação, elementos reforçados, também, pelos levantamentos realizados pelo NDE. Evidencia-se, portanto, a necessidade de transformações no PPC do curso com vistas à sua atualização e adequação ao cenário atual, considerados os contextos específicos regional e local. No âmbito das polí cas de educação, iden fica-se, também uma vez que não foram estabelecidas diretrizes próprias e específicas, uma pulverização nas formas de nomeação do curso. Atualmente, sob o rótulo Rádio, TV e Internet, encontrado no Manual para Classificação Internacional Normalizada da Educação Adaptada para Cursos de Graduação e Sequenciais de Formação Específica do Brasil desenvolvido pelo Ins tuto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), encontram-se cursos com múl plas nomeações. Seguindo a metodologia implementada por Meireles (2020), para a busca e análise de Projetos Pedagógicos de Curso, foi realizada a busca no sistema e-mec (2025), que resultou em duas constatações complexas. A primeira delas é o quan ta vo de cursos. A busca a par r da aplicação por filtros de rótulo de curso trouxe como resultado 98 resultados, dos quais, apenas 87 em nível de Bacharelado. Entre estes, 43 se encontram em a vidade, enquanto 34 estão ex ntos e outros 10 estão sinalizados como cursos em ex nção. A segunda questão que se destaca é que, entre os 43 cursos de bacharelado em a vidade iden ficados, há uma grande variação de nomenclaturas, que, no geral, u lizam variações da nomenclatura adotada como Rótulo no CINE-Brasil, com destaques para o próprio nome Rádio, TV

e Internet, o nome Radialismo. Há ainda os cursos com nomes como Estudos de Mídias e Comunicação e Mul meios, além de cursos com nomenclaturas que remetem ao Audiovisual, seja pela criação de novos cursos, seja pela mudança de nomenclatura, com são os casos dos cursos da UFF, da UFPE e da UFRN. Além disso, os cursos com nomes que evidenciam a atuação em mídias e se demarcam no campo do audiovisual tem crescido, em especial, nas úl mas duas décadas, mesmo que inscritos rótulos diversos, como Cinema e Audiovisual, Comunicação Social, Produção Audiovisual, Produção Mul mídia, entre outros. As consultas no sistema e-mec pela palavra mídia resultam em 114 cursos em a vidade, dos quais 21 em nível de Bacharelado, classificados em 10 rótulos diferentes. Destaca-se que a maior parte desses cursos foram criados nos anos 2000. Em relação ao termo Audiovisual, atualmente, são encontrados 149 cursos em a vidade, dos quais 62 em nível de bacharelado, sob quatro rótulos diferentes (com predominância para Cinema e Audiovisual). Novamente, percebe-se que apenas três entre esses bacharelados foram criados antes dos anos 2000. Evidencia-se, assim, uma tendência na oferta de cursos em áreas que remetem ao audiovisual. Foi diante desse cenário que o NDE decidiu se debruçar sobre a reestruturação do PPC com duas principais frentes: uma avaliação do contexto local, com consulta a docentes, discentes, egressos e egressas, em relação às suas realidades e expecta vas, e a avaliação do cenário local e nacional de cursos da área, considerando suas diversas nomenclaturas e as atuais tendências em Ins tuições de Ensino Superior, com prioridade para as Ins tuições Públicas Federais e os cursos da região Nordeste. Esse trabalho levou à análise de 16 Projetos de Cursos, sendo oito da região Nordeste. Também foram realizadas duas reuniões que contaram com docentes convidados de outros cursos. Nesse percurso, foram iden ficadas como tendências a crescente ampliação do escopo de formação dos cursos, de modo que seus currículos e programas se voltam menos aos meios de radiodifusão, em si, e mais às prá cas e aos processos comunicacionais, assim como às linguagens audiovisual e das mídias, de maneira mais ampla, no cenário mul plataformas, que jus ficam a atual proposição de mudança de nome do curso de Radialismo para Comunicação em Mídias Audiovisuais, a qual será descrita no decorrer deste documento.

5 OBJETIVOS DO CURSO

5.1

OBJETIVO GERAL

Oferecer a estudantes de Comunicação em Mídias Audiovisuais uma formação sólida no campo comunicacional em suas múl plas dimensões – histórica, esté ca, teórico-metodológica, tecnomidiá ca – capacitando-os para estabelecer relações entre o pensamento epistemológico e a mediação dos discursos simbólicos refle dos pelo universo social.

5.2

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Propiciar ao estudante de Comunicação em Mídias Audiovisuais uma formação integrada em Comunicação atendendo às exigências das condições profissionais da sociedade contemporânea;  Garan r, na formação do estudante, o compromisso é co e social com sua prá ca profissional;  Integrar o ensino, a pesquisa e extensão como instâncias de um mesmo processo de construção do conhecimento nas habilitações do curso;  Apoiar inicia vas mul disciplinares que fortaleçam uma compreensão transversal do campo comunica vo nas suas perspec vas contemporâneas, observando-se a especificidade do Curso de Graduação em Comunicação em Mídias Audiovisuais.  Fortalecer os vínculos entre a formação acadêmica e o mercado profissional de Comunicação em Mídias Audiovisuais.  Es mular o pensamento inovador no campo de atuação profissional

6 PERFIL DO EGRESSO O egresso do Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais deve ser um profissional capaz de produzir, analisar e disseminar processos comunicacionais nos diversos campos midiá cos audiovisuais, numa perspec va mul disciplinar, considerando o contexto e a complexidade em que tais processos estão inseridos. Com perfil marcado, de forma geral:  Pela capacidade de criação, produção, distribuição, recepção e análise crí ca referentes à Comunicação em Mídias Audiovisuais, às prá cas profissionais e sociais e suas inserções polí cas e econômicas;

 Pela habilidade em refle r a variedade e mutabilidade de demandas sociais da Comunicação em Mídias Audiovisuais, relacionando-se com a complexidade e velocidade do mundo contemporâneo;  Pela visão integradora e horizontalizada, genérica e ao mesmo tempo especializada do campo de trabalho possibilitando o entendimento da dinâmica das diversas modalidades comunicacionais e de suas relações com os processos sociais que as originam e que destas decorrem;  Por u lizar cri camente o instrumental teórico-crí co oferecido pelo curso, sendo, portanto, competente para posicionar-se de um ponto de vista é co-polí co sobre o exercício do poder na comunicação, sobre os constrangimentos a que a comunicação pode ser subme da às repercussões sociais que enseja e ainda sobre as necessidades da sociedade contemporânea em relação a Comunicação em Mídias Audiovisuais. De modo específico, compreende-se o perfil caracterizado:  Pela percepção, interpretação, recriação e registro da realidade social, cultural e da natureza através de som e imagem;  Pelas formulações audiovisuais habituais, documentárias, de narração, musicais, fotográficas, descri vas, exposi vas, ou quaisquer outras adequadas aos suportes com que trabalha;  Pelo domínio técnico, esté co e de procedimentos expressivos per nentes a essa elaboração audiovisual;  Pela a vidade em emissoras de rádio e televisão ou quaisquer ins tuição ou organização, públicas ou privadas, de criação, produção, desenvolvimento e interpretação de materiais audiovisuais;  Pelo exercício de interlocução com demais funções profissionais ou empresariais da área de Comunicação.  Pela atenção na atuação profissional às representações sociais, relações de poder e discursos que se colocam em circulação, que tomem como base o respeito, a diversidade e a inclusão de grupos, sujeitos e iden dades.  Pelo caráter proposi vo e resolu vo das demandas da sociedade, por meio de pensamento inovador.

6.1 Habilidades e Competências Entre suas habilidades e competências, destacam-se:  Compreender e aplicar, cri camente, teorias e conceitos de modo a tratar os fenômenos audiovisuais numa perspec va inter e mul disciplinar;  Competência crí ca para a leitura e interpretação da realidade no exercício das prá cas audiovisuais no âmbito profissional;  Domínio de linguagens u lizadas nos processos de comunicação nos campos de criação, de produção, de interpretação e da técnica audiovisuais;  Exercitar a experimentação e a inovação nos diversos processos de produção do audiovisual, considerando as especificidades da formação profissional.  Pensamento estratégico em relação ao ecossistema midiá co mul plataforma e aos contextos de distribuição, circulação e consumo cada vez mais dinâmicos.  Compreensão e atuação em consonância com as questões de acessibilidade e inclusão social no contexto das mídias audiovisuais.

6.2 Avaliação do perfil e acompanhamento de egressos Além de tomar as Diretrizes Curriculares Nacionais da área como referência, o perfil do egresso busca sua atualização a par r de outros elementos necessários à atuação profissional no mundo do trabalho contemporâneo, como legislações e estudos citados na jus fica va deste documento e as diretrizes presentes no Plano de Desenvolvimento Ins tucional da Universidade, de modo a adequar-se aos obje vos de contribuição à sociedade. Além disso, o curso dispõe de instrumentos ins tucionais e próprios para o acompanhamento de egressos e egressas para a atual elaboração e para a con nua avaliação e possível atualização de seu perfil. Além do Sistema de Acompanhamento de Egressos (SAEGO), da UFPB, realiza o acompanhamento próprio a par r de instrumentos de coleta de informações online que permitem acompanhar a atuação de profissionais formados pelo curso e que subsidia, também, o próprio sistema de avaliação do Projeto Pedagógico.

7 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL O profissional de Comunicação em Mídias Audiovisuais pode atuar em campos como:  Empresas de rádio e televisão, públicas ou privadas, que operem em emissão por meio de radiodifusão terrestre ou emissão em mul plataformas;  Comunicação comunitária em sistemas de radiodifusão ou em mul plataformas;  Empresas, organizações e ins tuições, públicas e privadas, diversas que desenvolvam ações de captação, produção, circulação, distribuição e análise de produtos audiovisuais em diversas mídias e plataformas para públicos internos ou externos;  Organizações sociais, polí cas, en dades, associações, cole vos e outras formas associa vas diversas que desenvolvam ações de captação, produção, circulação, distribuição e análise e produtos audiovisuais em diversas mídias e plataformas para públicos internos ou externos;  Empresas, organizações e ins tuições de pesquisa e formação em comunicação e audiovisual;  Empresas, organizações e ins tuições dedicadas à distribuição, veiculação e exibição de comunicação e audiovisual;  Empresas, organizações e ins tuições de preservação de comunicação e audiovisual;  Empresas, organizações e ins tuições, públicas e privadas, diversas que desenvolvam ações de captação, produção, circulação, distribuição e análise de áudio e mídia sonora, fotografia e imagem técnica, em diversas plataformas para públicos internos ou externos;  Empresas organizações e ins tuições, públicas e privadas, de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação em comunicação e audiovisual;  Agências de Publicidade e Propaganda, Marke ng e Comunicação Integrada;

8 FORMAS DE ACESSO AO CURSO Em consonância com o Regulamento Geral da Graduação, conforme estabelecido na Resolução CONSEPE Nº 29/2020. há sete formas de acesso ao curso

8.1 Sistema de Seleção Unificada - Sisu O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) reúne em um sistema eletrônico gerido pelo MEC as vagas ofertadas por ins tuições públicas de ensino superior de todo o Brasil, sendo a grande maioria delas ofertada por ins tuições federais (universidades e ins tutos). O sistema executa a seleção dos estudantes com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Até o limite da oferta das vagas, por curso e modalidade de concorrência, de acordo com as escolhas dos candidatos inscritos, eles são selecionados por ordem de maior classificação, em cada uma das duas edições anuais do Sisu.

8.2 Reopção de Curso - PSRC Reopção é a forma de ingresso que permite ao estudante regular da UFPB a mudança do curso de graduação a que está vinculado para outro curso de graduação oferecido pela UFPB. A reopção só pode ser concedida uma única vez, e se o interessado atende às seguintes condições: ter integralizado, na estrutura curricular a que esteja vinculado, pelo menos 15% da carga horária mínima e possuir vínculo a vo no mínimo de dois períodos le vos regulares.

8.3 Processo Sele vo de Transferência Voluntária - PSTV Uma das formas de ingresso na UFPB é por meio da Transferência Voluntária, organizada pelo Processo Sele vo de Transferência Voluntária - PSTV, onde estudantes de outras Ins tuições de Ensino Superior (IES) podem ser admi dos nos Cursos de Graduação da UFPB. Realizado anualmente, o PSTV é des nado à classificação dos candidatos até o limite de vagas oferecidas, para ingresso no período le vo subsequente.

8.4 Ingresso de Graduados - PSIG A admissão de graduados como forma de ingresso na UFPB poderá ocorrer nas seguintes hipóteses: para obter, mediante complementação de estudos, uma nova habilitação do mesmo curso ou para realizar novo curso de graduação.

8.5 Programa de Estudantes-Convênio - PEC-G

O PEC-G é uma modalidade do Programa de Estudantes-Convênio (PEC), um programa oficial do governo brasileiro, des nado a estudantes internacionais que desejam concluir uma graduação no Brasil. Podem par cipar do PEC-G, países que tenham acordo de cooperação educacional, cultural ou cien fica e tecnológica com o Brasil.

8.6 Transferência Compulsória - ex-officio A transferência ex officio para os Cursos de Graduação será efe vada em qualquer época do ano e independentemente da existência de vaga, na forma da Lei N° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, se requerida em razão de comprovada remoção ou transferência de o cio que acarrete mudança de domicílio para o município, ou para a localidade mais próxima, onde se situe um dos campi da UFPB.

8.7 Reingresso O Reingresso permite ao aluno retornar ao curso de origem após um período de abandono. Para isso, o aluno deve solicitar o reingresso à Coordenação do Curso, preenchendo o formulário disponível no site do curso, e apresentar os documentos necessários. O reingresso é permi do apenas uma vez e está sujeito a algumas condições, como a existência de vagas e a aprovação do Colegiado do Curso.

9 INFRAESTRUTURA A infraestrutura que atende ao Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais será apresentada em três seções: ambientes de gestão, ambientes cole vos e Laboratórios de formação específica, descritos nessa sequência.

9.1 Secretaria Integrada de Atendimento à Graduação A Secretaria Integrada de Atendimento à Graduação - SIAG, vinculada ao Centro de Comunicação, Turismo e Artes - CCTA, atua no apoio a discentes e Coordenação de Curso em a vidades administra vas e pedagógicas. O atendimento se dá de forma presencial, de segunda a sexta-feira,

das 07h às 20h, de forma ininterrupta e por e-mail. Localizado no térreo do Bloco B do CCTA, acessível por rampa, a SIAG dispõe de computadores conectados à rede que permitem a instrução e realização de processos por parte de discentes com apoio e orientação da equipe, em ambiente clima zado. No ambiente da SIAG, se encontra, também, o ambiente de atuação de coordenações de curso do Centro, no qual cada curso dispõe de mesa, computador com conexão à internet e armário. O ambiente compar lhado permite o diálogo entre os cursos e permite a promoção da integração entre os cursos.

9.2 Secretaria do Centro de Comunicação, Turismo e Artes A Secretaria do Centro, localizada no Térreo do Bloco B do CCTA, acessível por rampa, e dispõe de equipamentos de imagem e som para apoio a a vidades administra vas, assim como de Ensino, Pesquisa e Extensão, como projetores, equipamentos de áudio e vídeo, cabos e conectores, disponíveis a docentes e instâncias de gestão.

9.3 Sala de Reuniões O Centro de Comunicação, Turismo e Artes dispõe de sala de reuniões com mesas dispostas em formato retangular que permite a realização de reuniões em grupos, mediante agendamento, de órgãos como o Colegiado de Curso, o Núcleo Docente Estruturante ou de Comissões específicas. O ambiente, clima zado, localizado no Térreo do Bloco B do CCTA, acessível por rampa, dispõe de tela para projeção que pode ser u lizado com apoio de equipamentos de projeção disponíveis na secretaria do Centro.

9.4 Ambientes de Professores Docentes dos Departamentos vinculados ao CCTA dispõe de ambientes de trabalho clima zados e com cadeiras, mesas e computadores para atuação em a vidades de atendimento a discentes, Pesquisa e Extensão. Localizados no Bloco D do CCTA, os ambientes são compar lhados por docentes a par r da proximidade de áreas de atuação e vinculação com cursos específicos.

9.5 Laboratório Sala Cine Aruanda Localizada em frente ao bloco B do CCTA, é acessível por rampas, é equipada com equipamentos de projeção audiovisual com tela e equipamentos de som e tem capacidade para 200 pessoas. O nome da sala homenageia o cineasta precursor do Cinema Novo e professor da UFPB, Linduarte Noronha.

9.6 Biblioteca Setorial do CCTA A Biblioteca Setorial do CCTA, faz parte do SISTEMOTECA - Sistemas de Bibliotecas da UFPB e reúne publicações sicas das áreas atendidas pelo Centro, dentre as quais as áreas do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais. Localizada no térreo do Bloco A do CCTA, acessível por rampa, a Biblioteca dispõe de um acervo de XX exemplares, além de computadores com acesso à internet e sistemas e bases digitais de acesso gratuito a discentes, docentes e corpo técnicoadministra vo. A Biblioteca oferece, também, serviços de orientação à norma zação de trabalhos acadêmicos de acordo com a ABNT, além de conectar os seus usuários aos serviços do Sistema de Bibliotecas, disponibilizados pela Biblioteca Central e por outras bibliotecas setoriais.

9.7 Biblioteca Central da UFPB Com prédio situado no Campus I, em João Pessoa, a Biblioteca Central da UFPB, acessível por rampa, dispõe de acervo

sico, devidamente tombado, com mais de 15 mil livros, além de

computadores com acesso à internet e sistemas e bases digitais de acesso gratuito a discentes, docentes e corpo técnico-administra vo. Com horário de funcionamento das 7h às 19h, de segunda à sexta-feira, a BC oferece uma série de serviços à comunidade acadêmica, que serão descritos no tópico seguinte.

9.8 Laboratório de Inclusão Digital - LID Vinculado ao Centro de Comunicação, Turismo e Artes, o Laboratório de Inclusão Digital - LID, é um ambiente que permite acesso de discentes a computadores e rede de conexão, assim como sistemas e bases digitais contratadas pela Ins tuição. Localizado na sala 216, no primeiro andar do Bloco B do CCTA, acessível por plataforma elevatória, o Laboratório atua de forma complementar

à formação básica, com computadores disponíveis nos três turnos e de acesso livre, mediante disponibilidade, por duas horas consecu vas para cada discente. O LID promove e permite o acesso a Tecnologias de Informação e Comunicação e subsidia a realização de a vidades de Ensino e Pesquisa, equipamentos munidos de so wares de código aberto para produção e edição de textos, apresentações, planilhas, além da conexão à internet.

9.9 Salas de Aula O curso tem à disposição as salas de aula localizadas nos Blocos A e B do Centro de Comunicação, Turismo e Artes, sendo u lizadas, com maior frequência, as salas 236, 237 e 242 localizadas no segundo andar do Bloco B, todas acessíveis por plataforma elevatória e com capacidade para mais de 40 pessoas. As salas de aula são clima zadas e equipadas com mesas e cadeiras, além de carteiras com mesa de apoio, disponibilizadas para pessoas destras e canhotas, assim como para pessoas com obesidade. As salas dispõem de lousa branca ou de vidro, televisão ou telas para projeção de material audiovisual, com apoio de equipamentos de projeção de som e imagem disponíveis na Secretaria do Centro. Salas com outras configurações disponibilizadas pelo Centro, que variam também na capacidade de acomodação, permitem o atendimento de turmas de tamanhos diversos e com des nação a dis ntas a vidades no processo de ensino-aprendizagem.

9.10 Laboratório de Rádio O Laboratório de Rádio é um equipamento de formação específica, vinculado ao Departamento de Comunicação, para atuação em a vidades de Ensino, nos níveis de Graduação e Pós-graduação, Pesquisa e Extensão em rádio e mídia sonora, seja de produção radiofônica, webrádio, podcasts e trilha sonora, além de divulgação cien fica. O equipamento subsidia a vidades de desenvolvimento de produtos laboratoriais e experimentais, com a captação, edição e mixagem de áudio. O Laboratório é cons tuído por três ambientes, localizados nas salas 232, 233 e 234 do bloco B do CCTA, acessíveis por plataforma elevatória, e assim distribuídos: 1) Redação de rádio: com computadores para redação, pesquisa e edição sonora; 2) Estúdio de Rádio 1: com cabine de locução ampla, mesa com microfones em braços ar culados; sala de operações com mesa mul canais; computador, caixas de som; 3) Estúdios de Rádio 2: Sala com três ambientes,

subdivididos sendo um para operação, locução e dublagem e um para operação do Projeto de Extensão Webrádio Porto do Capim, coordenado pela professora Norma Meireles e man do como projeto permanente de produção e experimentação sonora para discentes do Curso. O Laboratório dispõe, entre seus equipamentos, de microfones e gravadores portáteis para apoio à produção em a vidades de Ensino, Pesquisa e Extensão. As máquinas operam com so wares livres, como Audacity. O Laboratório é caracterizado como infraestrutura de pesquisa mul usuários e é gerido por regulamento próprio, contando com Coordenação, Comitê Gestor e Comitê de Usuários, dispondo também de carta de serviços, na qual se prevê a finalidade prioritária aos atendimentos de demandas de Pesquisa, Ensino e Extensão dos cursos atendidos pelo Departamento de Comunicação.

9.11 Laboratório Estúdio de TV - LETV O Laboratório Estúdio de TV é um equipamento de formação específica, vinculado ao Departamento de Comunicação, que permite desenvolvimento de a vidades de Ensino, Pesquisa e Extensão voltados para a experimentação de linguagens e formatos voltados para as televisualidades e a expansão do conteúdo audiovisual para múl plas telas, des nado a a vidades de captação, direção e transmissão via internet de produtos audiovisuais. O LETV - Laboratório Estúdio de TV funciona nas salas 4 e 5 no térreo do Bloco C do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), da UFPB, localizadas no térreo e acessíveis por rampa. É composto por três ambientes: uma ante sala com armário para guarda de equipamentos, o switcher (sala de controle de transmissão) e o estúdio de TV. As paredes do estúdio contam com pintura verde, que permite o uso de cenários virtuais por meio do efeito chroma key. No local, há três equipamentos de teleprompter, tripés, sistema de iluminação, mesa de som, vídeo servidor de ingest e playout e um sistema de controle mestre com grafismos HD/SD. O Laboratório é caracterizado como infraestrutura de pesquisa mul usuários e é gerido por regulamento próprio, contando com Coordenação, Comitê Gestor e Comitê de Usuários, dispondo também de carta de serviços, na qual se prevê a finalidade prioritária aos atendimentos de demandas de Pesquisa, Ensino e Extensão dos cursos atendidos pelo Departamento de Comunicação.

9.12 Laboratório de Fotografia - LabFOTO O Laboratório de Fotografia é um equipamento de formação específica voltado à inves gação teórica e prá ca da fotografia, à experimentação com a imagem fotográfica/técnica e apoia a vidades de Ensino, Pesquisa e Extensão em múl plos formatos e gêneros. Localizado na sala 244 do bloco B do CCTA, acessível por plataforma elevatória, o espaço é munido de mesas, aparelho de TV, computador, armários para equipamentos, máquinas fotográficas, obje vas fotográficas, acessórios para câmera, equipamentos de iluminação, tripés e rebatedores de luz. Os equipamentos estão disponíveis às a vidades no local e de campo.

9.13 Laboratório de Imagem e Som - LIS O Laboratório de Imagem e Som é um equipamento de formação específica, vinculado ao Departamento de Comunicação que se des na às a vidades de Ensino, Pesquisa e Extensão voltados à produção, pós-produção e finalização de produtos digitais audiovisuais e mul mídias, assim como de imagem e som separadamente. Permite o desenvolvimento experimental e laboratorial com ferramentas de tratamento de imagens, montagem e edição, efeitos gráficos visuais e publicação digital. O laboratório é distribuído em dois ambientes no bloco B do CCTA, a Sala 211 e a sala 238, acessíveis por plataforma elevatória, ambas equipadas com computadores para edição e montagem, assim como armários para armazenamento de material. Os ambientes se des nam prioritariamente às a vidades de Ensino, Pesquisa e Extensão dos cursos atendidos pelo Departamento de Comunicação.

9.14 Laboratório Audiovisual de Produção - LAP O Laboratório Audiovisual de Produção é um equipamento de apoio à produção audiovisual vinculado ao Departamento de Comunicação e dispõe de equipamentos para captação de imagem e som para subsidiar a vidades de captação de imagem e som em ações de Ensino, Pesquisa e Extensão. Localizado na sala 241 do bloco B do CCTA, acessível por plataforma elevatória, o Laboratório dispõe de equipamentos digitais para uso interno e externo e é gerido por

regulamento específico, com Coordenação própria, e atende prioritariamente aos cursos atendidos pelo Departamento de Comunicação.

9.15 TV UFPB A televisão educa va da Universidade Federal da Paraíba - TV UFPB - é parte cons tuinte da Superintendência de Comunicação Social da UFPB, transmi ndo em sinal aberto em parceria com a TV Brasil através do canal 43.1. A estrutura da TV é localizada em prédio próprio e acessível por rampa. Assim como a TV BRASIL, a TV UFPB pretende atender as aspirações da sociedade brasileira por uma televisão pública, independente e democrá ca, obje vando oferecer uma programação de natureza informa va, educa va, cultural, ar s ca, cien fica e formadora da cidadania. A TV UFPB tem se consolidado como uma parceira do curso em a vidades de Ensino, Pesquisa e Extensão que permitem o desenvolvimento e a prá ca profissional supervisionada de discentes.

10 CORPO DOCENTE O corpo docente do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais é formado por professores e professoras com experiência profissional na área, assim como experiência docente em Magistério Superior. Todo o corpo docente é contratado em regime de 40 horas semanais com dedicação exclusiva. Todo o grupo tem formação stricto sensu, sendo 94% do total com

tulação de

doutorado. Quadro 2: Lista de Docentes com indicação de Regime de Trabalho e Titulação Nº

DOCENTES

TITULAÇÃO

REGIME DE TRABALHO

1.

Alan Mangabeira Mascarenhas

Doutor

40 DE

2.

Arthur Fernandes Andrade Lins

Doutor

40 DE

3.

Carlos José Cartaxo

Doutor

40 DE

4.

Cláudio Cardoso de Paiva

Doutor

40 DE

5.

Emília de Rodat Mar nho Barbosa Barreto

Mestra

40 DE

6.

Isabella Chianca Bessa Ribeiro do Valle

Doutora

40 DE

7.

João de Lima Gomes

Doutor

40 DE

8.

Kellyanne Carvalho Alves

Doutora

40 DE

9.

Luiz Antônio Mousinho Magalhães

Doutor

40 DE

10.

Marcel Vieira Barreto Silva

Doutor

40 DE

11.

Matheus José Pessoa de Andrade

Doutor

40 DE

12.

Norma Maria Meireles Macedo Mafaldo

Doutora

40 DE

13.

Ricardo César Campos Maia Junior

Doutor

40 DE

14.

Rodrigo Mar ns Aragão

Doutor

40 DE

15.

Sheila Mendes Accioly

Doutora

40 DE

16.

Victor Eduardo Bijos Jardim Gomes Braga

Doutor

40 DE

17.

Waldelio Pinheiro do Nascimento Júnior

Doutor

40 DE

11 SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE Destacam-se entre os principais serviços de apoio ao discente disponibilizados pelo Curso e pela UFPB:

11.1 Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) atua no planejamento, coordenação e execução de ações voltadas ao corpo discente, em especial, que se encontram em situação de vulnerabilidade social, com vistas à permanência de discentes em cursos presenciais. Destacam-se, entre as ações promovidas pela PRAPE a oferta, por meio de editais periódicos, de auxílios, como: Residência Universitária, Restaurante universitário, Auxílio alimentação, Auxílio creche, Auxílio moradia, Auxílio transporte, Auxílio passagens para eventos, Auxílio pagamento de inscrição em eventos, Apoio Emergencial, Bolsa Permanência do MEC. As informações sobre os editais e as regras para concessão e con nuidade de recebimento dos auxílios e bolsas estão disponíveis na página da PRAPE e é devidamente divulgado pelos canais de comunicação da UFPB. As informações sobre a Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante estão disponíveis no site: h ps://www.prape.ufpb.br/

11.2 Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) O Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) está diretamente vinculado ao Gabinete da Reitoria e atua de forma interdisciplinar no acompanhamento e apoio a discentes, docentes e Técnicos Administra vos em Educação em relação às demandas de Inclusão e Acessibilidade de Pessoas

com Deficiência. Nesse sen do, discentes podem solicitar acompanhamento do Comitê, de modo que docentes e técnicos recebam relatórios com orientações para apoio didá co. Além disso, discentes podem contar com o programa aluno apoiador, que assegurar que discentes com deficiência tenham condições adequadas para acompanhar o ensino, em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). O aluno apoiador pode fornecer apoio prá co, como auxílio nas a vidades acadêmicas e locomoção, entre outras a vidades. O CIA promove cursos com o obje vo de subsidiar alunos com deficiência, alunos apoiadores, docentes e técnicos-administra vos para a atuação junto ao público que demanda seus serviços. Além disso, são disponibilizados diversos materiais, como o Passo a passo para agendamento de atendimento presencial, a Car lha de ensino a alunos com surdez, o Manual do CIA, a Car lha de orientações aos Diretores de Centro, Chefes de Departamento, Coordenadores de curso e docentes, a Car lha de orientação a apoiadores, dentre outros documentos. O CIA oferece ainda diversos vídeos para instrução da comunidade acadêmica para as ações de inclusão dos estudantes com deficiência ou necessidades educacionais específicas. Serviços oferecidos pela CIA: solicitação de intérpretes, tradução de materiais em Libras, solicitação de serviços em Braille, entre outros. As informações sobre o Comitê e suas ações estão disponíveis na página do CIA no site da universidade. h ps://www.ufpb.br/cia

11.3 Sistema de Bibliotecas da UFPB O Sistema de Bibliotecas da UFPB, especialmente, a Biblioteca Central, oferta, além de acesso ao acervo bibliográfico, uma série de serviços à comunidade acadêmica, como: O Serviço de Inclusão de Usuários com Necessidades Especiais (SIUD), localizado no térreo da BC, com missão de atender aos usuários deficientes da comunidade em geral, por meio de serviços, como: informações aos usuários; emprés mo, renovação e devolução de livros em braille e em áudio; emprés mo, renovação e devolução de periódicos em braille; digitalização de textos e livros; impressão de apos las ou outros materiais em braille; e consulta ao acervo, através do catálogo em braille. O SIUD dispõe de um computador com dois leitores de tela (Dosvox e NVDA), uma impressora braille e um scanner ledor Sara CE. O serviço de orientação à normalização de trabalhos acadêmicos, que visa orientar e sanar dúvidas sobre a aplicação das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para a apresentação de trabalhos acadêmicos, como elaboração da capa e folha de rosto, do sumário,

das seções primárias e secundárias, da paginação, das referências bibliográficas, entre outros. O serviço é prestado nas modalidades presencial e remota, síncrona ou assíncrona. A pinacoteca, que conta com três espaços (sala administra va, reserva técnica e ambiente de exposição), cedidos pela BC para pesquisa e exposição de artes visuais temporárias, com gestão por parte do Departamento de Artes Visuais. O BiblioRelax, espaço dedicado ao descanso e ao bem-estar das pessoas frequentadoras da BC, com colchonetes, tapetes de yoga e almofadas. O conceito é inovador e foi finalista do 1º Prêmio de Inovação em Bibliotecas, promovido pela Elsevier. Está acessível a toda a comunidade acadêmica e externa nos três turnos. O Espaço Entretenimento visa proporcionar momentos de lazer e descontração aos usuários do equipamento e oferece uma variedade de a vidades lúdicas com livros e jogos, além de exibição de filmes. Disponível três dias na semana, nos turnos da manhã e da tarde, o ambiente tem acesso gratuito.

11.4 Programa de Monitoria O Programa de Monitoria é coordenado pela Coordenação de Programas e de Projetos Acadêmicos da Pró-Reitoria de Graduação (PRG) e tem como obje vos: a formação complementar discente, o despertar do interesse pela carreira docente; a promoção da cooperação acadêmica entre discentes e docentes; a minoração dos problemas de repetência, evasão e falta de mo vação, comuns em alguns componentes curriculares; e a contribuição para a melhoria da qualidade do ensino. O Programa de Monitoria é realizado a par r de projetos de ensino vinculados a componentes curriculares, desenvolvidos por docentes e nos quais discentes podem atuar como bolsistas ou de forma voluntária em planos de trabalho específicos. O programa é regido por editais de seleção de projetos realizados pela PRG. Informações estão disponíveis no site da Pró-Reitoria: h ps://www.prg.ufpb.br/

11.5 Programas de Extensão As ações de extensão são geridas pela Coordenação de Programas de Ação Comunitária – COPAC, da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e desenvolve uma série de estratégias da Polí ca de Extensão Universitária da UFPB, que prioriza a formação acadêmica e cidadã do seu corpo discente através de ações iden ficadas com as necessidades e as demandas da sociedade paraibana, no sen do de

promover o desenvolvimento a par r de um trabalho conjunto com as comunidades e grupos envolvidos. A principal ação nesse sen do é o Programa de Bolsas de Extensão, que tem o propósito de contribuir para a formação acadêmica e cidadã de discentes, a par r da experiência em ações de extensão universitária ar culadas às polí cas ins tucionais de internacionalização, de educação ambiental da Ins tuição e com os Obje vos do Desenvolvimento Sustentável – ODS. Discentes podem atuar em projetos subme dos por docentes, vinculados a planos de trabalho específicos, como bolsistas ou de forma voluntária. Destaca-se, também, o Programa UFPB no seu município, que tem como diretriz fortalecer a realização de a vidades extensionistas alinhadas com as polí cas de educação ambiental, de educação em direitos humanos, de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, e de defesa da memória cultural, da produção ar s ca e do patrimônio educacional e cultural, como também apoiar a internacionalização da extensão, e dessa forma contribuir com a missão social da UFPB e o desenvolvimento da arte e cultura. O programa promove a interiorização das ações de extensão e se volta para municípios paraibanos com população inferior a 150.000 habitantes, por meio da interação entre a Universidade, as gestões municipais, as ins tuições públicas ou privadas, as comunidades e grupos sociais, com obje vo iden ficar a realidade socioeconômica, cultural e ambiental dos municípios paraibanos, para contribuir com o fortalecimento de polí cas públicas e promover o desenvolvimento regional sustentável, com vistas ao fortalecimento das suas comunidades para a melhoria da qualidade de vida. Os programas de extensão são regidos por editais e as informações são disponíveis no site da PróReitoria: h p://www.proex.ufpb.br/

11.6 Programas de Iniciação Cien fica Os Programas Ins tucionais de Iniciação Cien fica, seja com bolsa ou de forma voluntária, são voltados para o desenvolvimento do pensamento cien fico e iniciação à pesquisa de estudantes de graduação. Regido pela RN-017/2006 - CNPq, com contrapar da da UFPB, o programa é realizado a par r de editais anuais que preveem a seleção de projetos de pesquisa coordenados por docentes, aos quais discentes podem se vincular em planos de trabalho específicos. As informações estão disponíveis no site da Pró-Reitoria: h ps://www.propesq.ufpb.br

11.7 Estágios Discentes têm a possibilidade de realização de Estágios obrigatórios e não-obrigatórios com apoio e orientação de docentes do curso, assim como o assessoramento da Coordenação de Estágio do Curso e da Coordenação Geral de Estágio, que atuam na celebração de convênios firmados entre a UFPB, Agentes de Integração e ins tuições públicas e privadas.

11.8 Programa Nacional de Mobilidade Acadêmica A Mobilidade Acadêmica é um programa celebrado através do Convênio Andifes entre as Ins tuições Federais de Ensino Superior (IFES), que permite ao discente cursar, durante determinado período, disciplinas em outras Ins tuições, que não seja na sua Ins tuição de origem, e aproveitando as disciplinas em que for aprovado. No período em que o discente permanecer na ins tuição receptora, ele estabelece um vínculo temporário e, ao fim do processo de mobilidade, retornará a sua IFES de origem para dar prosseguimento ao seu curso. A mobilidade acadêmica pode ser solicitada semestralmente. Informações estão disponíveis no site da Pró-Reitoria: h ps://www.prg.ufpb.br/

11.9 Agência de Cooperação Internacional A Agência UFPB de Cooperação Internacional (ACI/UFPB) foi criada pela Resolução CONSUNI nº 44/2018 e tem como obje vo promover a Polí ca de Internacionalização da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), regulamentada pela Resolução CONSUNI nº 06/2018. O compromisso da AGI é es mular e disseminar o conhecimento acadêmico e cien fico para diferentes atores e lugares, incen vando a promoção de valores que permitam a consolidação de uma cultura de paz, inspirada no desejo de conhecer melhor o próximo para melhor conhecer a si. A agência atua por uma série de programas que ofertam ao corpo discente a possibilidade de mobilidade acadêmica internacional por meio de convênios com Ins tuições de Ensino Superior estrangeiras, com as quais a UFPB tem convênio. As informações estão disponíveis no site da Agência: h ps://www.ufpb.br/aci

11.10

Representação Estudan l

O corpo discente tem previsto no Regimento Geral da UFPB o direito à par cipação da Representação Discente, com direito a voz e voto em órgãos colegiados da administração superior, Conselhos de Centros, Colegiados de Cursos, Departamentos e Comissão Permanente de Pessoal Docente - CPPD. Os órgãos têm como competência defender os interesses dos estudantes, nos limites de suas atribuições e têm por obje vo a cooperação entre administradores, professores e alunos no trabalho universitário e na integração comunitária. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) é o órgão responsável por representar o corpo discente junto aos Órgãos Colegiados da Administração Superior e à CPPD. Aos DACs, cabe a representação junto aos Conselhos de Centro, Colegiados de Curso e Departamentos. As representações terão mandato de um ano.

11.11

Ins tuto de Estudos Linguís cos e Culturais - InELC

O Ins tuto de Estudos Linguís cos e Culturais tem como obje vo primordial contribuir para a democra zação do acesso ao conhecimento de línguas, literaturas e culturas, por meio de uma estrutura voltada para o desenvolvimento da polí ca e planejamento linguís cos no âmbito da ins tuição. Compreende programas, projetos e ações que possibilitem o acesso da comunidade acadêmica a diferentes línguas e culturas em diferentes espaços. Busca promover a capacitação da comunidade acadêmica da UFPB em línguas estrangeiras para sua inserção em comunidades cien ficas internacionais As informações sobre o Ins tuto de Estudos Linguís cos e Culturais - InELC estão disponíveis em: h ps://www.cchla.ufpb.br/inelc/

11.12

Centro de Referência de Atenção em Saúde (CRAS)

O CRAS presta assistência à saúde aos discentes, docentes e técnicos administra vos que não recebam qualquer forma de auxilio saúde. Serviços oferecidos pelo CRAS: Cirurgia bucomaxilo e Implante

dentário,

Ecocardiografia,

Enfermagem,

Odontologia,

Prá cas

Integra vas

e

Complementares, Ultrassonografia, Comissão de Ensino Pesquisa e Extensão, Unidade de Distribuição de Medicamentos. Especialidades: Cardiologia, Clínica Geral, Dermatologia, Geriatria, Mastologia, Neurologia, Nutrição, O almologia, Pediatria na Escola Básica da UFPB, Pneumologia, Psicologia, Psiquiatria, Reumatologia.

As informações

sobre

o

Centro

de

Referência

em

Saúde

estão

disponíveis em:

h ps://www.ufpb.br/cras

11.13

Clínica-Escola de Psicologia

A Clínica-Escola de Psicologia da UFPB foi inaugurada em 5 de maio de 1979 e é uma referência na ar culação dos três pilares da a vidade acadêmica: Ensino, Pesquisa e Extensão. A Clínica atende crianças, adolescentes e adultos, desenvolvendo diversos projetos e oferecendo atendimentos em diferentes abordagens e avaliação psicológica. Entre os serviços oferecidos estão: o NAEPSI - Núcleo de Acolhimento e Escuta Psicológica, atendimento presencial sem necessidade de cadastro ou agendamentos, com vagas limitadas e atendimento acontece por ordem de chegada; e o Atendimento online, para o qual é necessário agendamento prévio e gratuito. As

informações

estão

disponíveis

o

site:

h ps://cchla.ufpb.br/cchla/contents/menu/

ins tucional/clinica-de-psicologia-1

11.14

Departamento de Educação Física

O Departamento de Educação Física desenvolve na extensão programas de a vidades sicas de forma orientada (diferentes modalidades despor vas, lazer, condicionamento sico para a saúde, adaptadas aos portadores de necessidades especiais, dança, lutas e entre outras a vidades), atendendo cerca de mil e oitocentas pessoas (1.800) por semestre, abrangendo crianças, adolescentes, adultos e idosos.

11.15

Núcleo Universitário de Bem-estar (NUBE)

O NUBE é um órgão suplementar do Centro de Ciências da Saúde (CCS) que tem como missão fortalecer e ampliar a promoção de bem-estar e atenção em saúde mental da comunidade acadêmica deste Centro e da UFPB por meio da ar culação, integração e realização de ações, projetos e programas de pesquisa, ensino e extensão relacionados à temá ca. A mo vação para a criação deste Núcleo decorre principalmente das demandas co dianamente acolhidas por professores, coordenações de cursos e centros acadêmicos de situações de sofrimento mental de estudantes e de colegas de trabalho. As informações sobre o Núcleo de Bem-estar estão disponíveis no site: h ps://www.ufpb.br/nube

12 CONCEPÇÃO CURRICULAR Considerando a busca por um perfil de egresso que reúna as competências e habilidades necessárias à atuação nos diversos campos produ vos da Comunicação em Mídias Audiovisuais, o curso propõe uma formação que integre elementos gerais da comunicação, assim como elementos específicos da formação, que se estabelece em seis eixos teórico-prá cos, os quais ordenam a configuração da estrutura curricular.

1. O eixo Teorias, metodologias e humanidades reúne componentes curriculares voltados à formação básica tanto em fundamentos teórico-metodológicos do campo, quanto em relação às questões é cas e de formação crí ca, em que se destacam, também, às relações entre as mídias, representações e a igualdade social;

2. O eixo de Redação, roteiro e prá cas interacionais atua na formação básica e profissional em torno dos gêneros, formatos e técnicas da produção textual que são base para o desenvolvimento de projetos nas mídias audiovisuais;

3. O eixo de Imagem, esté ca e fotografia reúne componentes que discutem a imagem técnica - está ca e em movimento - em seus elementos tecno-expressivos, assim como em suas técnicas fundamentais à produção e distribuição de produções em mídias audiovisuais;

4. O eixo de Radiofonia e Mídia Sonora contribui com as teorias, técnicas e esté cas do som em produções sonoras e audiovisuais, em múl plos formatos, gêneros e plataformas;

5. O eixo de Audiovisualidades fornece bases técnicas e esté cas, para o desenvolvimento de produções audiovisuais em múl plos formatos, gêneros e plataformas;

6. O eixo de Estratégias digitais mul plataformas reúne conhecimentos que permitem integrar os diversos eixos anteriores de forma direcionada a par r de planejamento de produção e distribuição, em diálogo com o pensamento inovador e ar culado ao campo do desenvolvimento tecnológico. Os seis eixos se ar culam na estrutura curricular de forma complementar e interdependente e, ainda que não se apresentem sempre simultaneamente, ou em paralelo, não são compreendidos de forma hierárquica. Há de se destacar, nesse sen do, que, inclusive como forma de fortalecimento dos eixos e de sua interdependência, eles se estabelecem não apenas nos componentes básicos e profissionais e

complementares obrigatórios, mas, também guiam a composição da oferta de componentes opta vos, cuja carga horária foi ampliada no currículo de curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais. Essa proposta também se ar cula a par r da busca por flexibilidade curricular para que sejam explorados, ao longo da formação, os interesses e ap dões de cada discente, com obje vo de permi r a especialização em cada uma das áreas e dos eixos apresentados pelo curso. Nesse sen do, destaca-se, principalmente, a incorporação de disciplinas como Tópicos Especiais e os Laboratórios de Produção, associados aos diversos eixos, que permitem a flexibilização do currículo para oferta de conteúdos, temas e questões contemporâneas da área de forma mais específica. Outro elemento a se destacar é que os eixos de formação se fazem presentes, também, de forma flexível, nas a vidades complementares, nas prá cas de formação profissionais orientadas por meio de Estágio Supervisionado Obrigatório, nas Prá cas de Extensão, com protagonismo discente em Unidade Curricular de Extensão, e no desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso. Todos esses se ar culam em torno dos eixos de formação que guiam a composição curricular. Vislumbra-se, assim, a formação de profissionais que com maior autonomia, diversidade, versa lidade e atualização, adequados às demandas da sociedade e do mercado de trabalho na contemporaneidade.

13 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O currículo do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, a par r do apresentado acima, se organiza em seis eixos, nos quais estão presentes, componentes obrigatórios, básicos e profissionais, estágio supervisionado, prá cas de extensão, conteúdos complementares, obrigatórios e opta vos, além de conteúdos flexíveis, como descrito abaixo.

13.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As a vidades complementares compreendem a vidades realizadas, sob a supervisão docente, ou em a vidades externas, ao longo do tempo de integralização do curso e que buscam promover o relacionamento do estudante com a realidade social, econômica e cultural, e de iniciação à pesquisa, à extensão e ao ensino, além de outras a vidades não previstas no desenvolvimento da

matriz curricular do curso e que contribuam com o aprimoramento pessoal e profissional discente. Integralizadas sob tulo de Tópicos Flexíveis, as a vidades têm carga horária prevista de 120 horas e têm seus procedimentos de solicitação de aproveitamento e creditação regulamentadas por Resolução Específica do Curso aprovada em Colegiado e disponíveis no site do curso.

13.2 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO O Estágio Supervisionado é um componente curricular básico profissional obrigatório do curso de bacharelado em Comunicação em Mídias Audiovisuais e é realizado na modalidade de a vidade de orientação individual. Este componente visa assegurar ao graduando experiência de exercício profissional em ambientes organizacionais e empresariais, ampliando conhecimentos, habilidades e competências prá cas consonantes com as áreas-eixo de atuação previstas no PPC do curso e com o perfil do egresso. O componente de estágio supervisionado será realizado com base em Termo de Compromisso firmado entre discente, empresa e Ins tuição de Ensino, com a indicação de responsável pela supervisão na empresa e pela orientação entre docentes do curso. O componente tem carga horária prevista de 120 h e deverá ser realizado pelo aluno após o 3° período do curso e antes da matrícula em Trabalho de Conclusão de Curso. O Estágio Supervisionado conta com Coordenação Específica é regido por resolução própria em conformidade com a legislação federal (Lei n.º 11.788/2008) e com os conselhos superiores da Universidade Federal da Paraíba. A resolução, aprovada pelo Colegiado do Curso, está disponível no site do curso.

13.3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação (TCC) tem a finalidade de avaliar a capacidade de integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso. É um componente curricular de caráter obrigatório para a conclusão do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais e deverá abranger as áreas de conhecimento, teóricos e prá cos per nentes à formação, configurando-se como espaço propício à inovação e à reflexão acadêmica.

Os trabalhos podem ser realizados sob a modalidade de monografia ou de projeto experimental, acompanhado de relatório, sendo facultada, neste caso, a realização de a vidades em dupla. O TCC II se configura como a vidade de orientação individual com carga horária de 240 h. O Trabalho de Conclusão de Curso é regido por resolução própria, em conformidade às norma vas superiores da Ins tuição, aprovada pelo Colegiado do Curso, e está disponível no site do curso.

13.4 TEMÁTICAS OBRIGATÓRIAS A organização curricular do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais, com obje vo de oferecer uma formação crí ca, humanista, com compromisso é co e social, conforme estabelecido em seus obje vos, e em consonância com o PDI e a legislação em vigor, incorpora, temá cas relacionadas às polí cas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. As temá cas se encontram presentes como conteúdos em componentes obrigatórios do currículo e em componentes opta vos que permitem o aprofundamento em questões específicas, como descrito no Quadro 1, como na transversalidade entre componentes obrigatórios e opta vos, sendo es mulados os debates e as reflexões, assim como as prá cas relacionadas às questões ao longo de todo o processo forma vo, seja em a vidades de ensino, pesquisa ou extensão, assim como em eventos e outras a vidades promovidas pelo curso. Quadro 1: Presença de Temá cas Obrigatórias nos Componentes Curriculares Temá ca Educação das Relações ÉtnicoRaciais Direitos Humanos

Educação Ambiental Pessoa com Deficiência

Componentes Mídia, diversidade fundamentais

e

Natureza dos componentes direitos

Básico Profissional - Obrigatório

É ca e Deontologia nas Mídias Audiovisuais Mídia, diversidade e direitos fundamentais Mídia, diversidade e direitos fundamentais Mídia, diversidade e direitos fundamentais Oficina de Produção Audiovisual Acessibilidade às mídias audiovisuais Libras

Básico Profissional - Obrigatório Básico Profissional - Obrigatório Básico Profissional - Obrigatório Básico Profissional - Obrigatório Básico Profissional - Obrigatório Complementar Opta vo Complementar Opta vo

13.5 QUADRO SÍNTESE NUMÉRICO DOS COMPONENTES CURRICULARES Os componentes curriculares podem ser compreendidos a par r de duas principais categorias: Conteúdos Básicos e Profissionais e Conteúdos Complementares. O primeiro grupo se subdivide em Conteúdos Obrigatórios e Estágio Supervisionado. Já o segundo é compreendido por Complementares Obrigatórios; Complementares Opta vos; Complementares Flexíveis. A distribuição dos componentes no currículo busca garan r a flexibilidade dos percursos forma vos discentes.

Tabela 1: Conteúdos curriculares cursos presenciais Conteúdos Curriculares

Carga-horária

Percentual

1.380 h 120 h

51,1% 4,5%

1.500 h

55,5%

600 h 480 h 120 h

22,2% 17,8% 4,5%

Total Complementares

1.200 h

44,5%

TOTAL DO CURSO

2.700 h

100%

Conteúdos Básicos e Profissionais

3. Conteúdos Obrigatórios

4. Estágio Supervisionado Total Obrigatórios Conteúdos Complementares

4. Complementares Obrigatórios

5. Complementares Opta vos

6. Complementares Flexíveis

13.6 COMPOSIÇÃO CURRICULAR Tabela 2: Composição Curricular

1. Conteúdos Básicos-Profissionais 1.1 Conteúdos Obrigatórios Créditos

Carga Horária

Teorias da Comunicação

4

60h

Comunicação e Culturas Contemporâneas

4

60h

Metodologias de Pesquisa em Comunicação

4

60h

Pesquisa Aplicada ao Audiovisual

4

60h

Esté ca e linguagem do audiovisual

4

60h

Técnicas de Redação Midiá ca

4

60h

Componentes

Pré-requisitos

Metodologias de Pesquisa em Comunicação

Roteiro Audiovisual

4

60h

Interação conversacional no audiovisual

4

60h

Introdução à Fotografia

4

60h

Introdução à Cinematografia

4

60h

Direção de Arte

4

60h

Elementos de Design Visual

4

60h

Sonoplas a e Efeitos Sonoros

4

60h

Edição e Mixagem de Som

4

60h

Oficina de Redação e Produção para Rádio

4

60h

Oficina de Produção em Mídia Sonora

4

60h

Oficina de Produção Audiovisual

4

60h

Oficina de Edição e Montagem

4

60h

Oficina de Direção de Programas Audiovisuais

4

60h

Prá cas de Extensão em Mídias Audiovisuais

8

120h

É ca e Deontologia nas Mídias Audiovisuais

4

60h

Mídia, Diversidade e Direitos Fundamentais

4

60h

92

1380

Total de Conteúdos Obrigatórios

Técnicas de Redação Midiá ca Técnicas de Redação Midiá ca Introdução Fotografia

à

Elementos Design Visual

de

Sonoplas a e Efeitos Sonoros Técnicas de Redação Midiá ca; Edição e Mixagem de Som Oficina de Redação e Produção para Rádio Esté ca e Linguagem do Audiovisual; Roteiro Audiovisual Oficina de Produção Audiovisual Oficina de Edição e Montagem

É ca Deontologia

e

1.2 Estágio Supervisionado

Componentes Estágio Supervisionado em Mídias Audiovisuais

Total de Estágios Curriculares

Créditos

Carga Horária

8

120h

8

120h

Total de Conteúdos Obrigatórios e Estágios 100

2. Conteúdos Complementares

Pré-requisitos Ter cumprido, no mínimo, 30% do curso

1500h

2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios

Componentes Estratégias para comunicação digital

Créditos

Carga Horária

4

60h

Pré-requisitos Elementos Design Visual

de

Oficina de produção e distribuição mul plataforma

4

60h

Tecnologias de produção e transmissão Audiovisual

4

60h

Documentário Audiovisual

4

60h

Experimento Audiovisual

4

60h

TCC I

4

60h

TCC II

16

240h

40

600

Total de Complementares Obrigatórios

Estratégias para comunicação digital Oficina de produção e distribuição mul plataforma Oficina de Edição e Montagem Oficina de Edição e Montagem Oficina de produção e distribuição mul plataforma; Mídia, Diversidade e Direitos Fundamentais; Pesquisa Aplicada ao Audiovisual; Documentário Audiovisual TCC I e ter cumprido, no mínimo, 85% do curso

2.2 Conteúdos Complementares Opta vos (Integralizar no mínimo 32 créditos)

Créditos

Carga Horária

Fotografia Avançada

4

60

Cinematografia Avançada

4

60

Iluminação

4

60

Desenho de Som e Trilha Sonora

4

60

Cinema, Ficção Televisiva e Literatura

4

60

Comunicação e Literatura

4

60

Mídias Audiovisuais em Contextos Comunitários

4

60

Acessibilidade às Mídias Audiovisuais

4

60

Mídias Audiovisuais e Mobilidade

4

60

Libras

4

60

História do Audiovisual

4

60

História Social dos Meios Cibercultura

4 4

60 60

Crí ca de Audiovisual

4

60

História dos Meios de Massa Paraibanos

4

60

Componentes

Pré-requisitos Introdução à Fotografia Introdução à Cinematografia Introdução à Cinematografia Sonoplas a Efeitos Sonoros

e

Videoclipe

4

60

Gêneros do Audiovisual

4

60

Tópicos Especiais em Comunicação

4

60

Tópicos Especiais em Mídias Audiovisuais

4

60

Tópicos Especiais em Rádio e Mídia Sonora

4

60

Tópicos Especiais em Imagem Técnica

4

60

Tópicos Especiais em Mídias Digitais

4

60

Laboratório de Produção em Mídias Audiovisuais

4

60

Laboratório de Produção em Rádio e Mídia Sonora Laboratório de Produção em Imagem Técnica

4 4

60 60

Laboratório de Produção em Mídias Digitais

4

60

Cinematografia Avançada

Cinematografia Avançada

2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis Tópicos Flexíveis em Comunicação em Audiovisuais Total de Complementares Flexíveis

Mídias

8 8

120h 120h

13.7 CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO A Creditação da Extensão se estabelece a par r de três eixos principais, levando em consideração a Resolução nº 07 de 2018, do Conselho Nacional de Educação (CNE) e a Resolução CONSEPE nº 2 de 2022, que dispõe a Polí ca de Creditação na UFPB, assim como o Manual de Creditação da Extensão da UFPB. Nesse sen do, estabeleceu-se a incorporação da extensão no currículo acadêmico do curso em três modalidades: em disciplinas obrigatórias, com sua adaptação para que sejam integradas a a vidades de extensão; em uma Unidade Curricular de Extensão (UCE), elaborada como forma de integração de discentes a Projetos e Programas de Extensão; e no aproveitamento de a vidades curriculares complementares flexíveis, com carga horária mínima estabelecida para a vidades de extensão, conforme Resolução própria do Curso. A distribuição foi realizada respeitando a carga horária mínima de 10%, ou seja 270 h, e máxima de 15%, 405 h, do currículo, como pode ser observado na Tabela 4.

Tabela 3: Creditação da Extensão

Componente Oficina de Produção em Mídia Sonora

CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO Natureza do Componente (Obrig, Compl Obrig, Opt ou Flexível) Básico Profissional - Obrigatório

Carga-horária específica para Extensão 45 h

Mídia, Diversidade e Direitos Básico Profissional - Obrigatório Fundamentais Experimento Audiovisual Complementar Obrigatório Prá cas de Extensão de Básico Profissional - Obrigatório Mídias Audiovisuais Tópicos Flexíveis em Complementares Flexíveis Comunicação em Mídias Audiovisuais Total de Carga Horária de Extensão

45 h 30 h 120 h Mínimo de 30 h Máximo de 120 h Mínimo de 270 h Máximo de 360 h

14 FLUXOGRAMA O fluxograma abaixo apresenta a organização curricular de forma visual, em que se evidenciam, não apenas a estrutura curricular, como a composição da mesma nos eixos apresentados anteriormente, como parte fundamental do direcionamento do curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais e se estabelece, como dito anteriormente, de forma complementar e interdependente, ao mesmo tempo que buscam apresentar flexibilidade para as trajetórias forma vas de cada discente com base em seus interesses e ap dões com vias à especialização profissional nas áreas de atuação do curso e do perfil do egresso.

Quadro 3: Fluxograma do curso 1º período

2º período

3º período

Técnicas de Redação Midiá ca

Roteiro Audiovisual

Interação conversacional no audiovisual 4 cr

4 cr

4 cr

4º período

5º período

6º período

7º período

Opta va

Opta va

Opta va

Opta va

4 cr

4 cr

4 cr

4 cr

Opta va

Opta va

Opta va

4 cr

4 cr

4 cr

Oficina de Direção de Programas Audiovisuais

Documentário Audiovisual

Experimento Audiovisual

4 cr

4 cr

Oficina de produção e distribuição mul plataforma

Tecnologias de produção e transmissão Audiovisual

4 cr

4 cr

Mídia, Diversidade e Direitos

TCC I

TCC II 16 cr

Edição e Mixagem de Som 4 cr

Oficina de Redação e Produção para Rádio 4 cr

Oficina de Produção em Mídia Sonora 4 cr

Introdução à Fotografia

Introdução à Cinematografia

Oficina de Produção Audiovisual

Oficina de Edição e Montagem

4 cr

4 cr

Sonoplas a e Efeitos Sonoros 4 cr

Esté ca e Linguagem do Audiovisual

Comunicação e Culturas Contemporâneas

4 cr

4 cr

4 cr

Direção de Arte 4 cr

Teorias da Comunicação

Metodologias de É ca e Pesquisa em Deontologia nas Comunicação Mídias

8º período

4 cr 4 cr Elementos de Design Visual 4 cr Opta va 4 cr

Estratégias para comunicação digital 4 cr Pesquisa Aplicada ao Audiovisual

4 cr

Audiovisuais 4 cr

4 cr

Total 20 cr

Fundamentais 4 cr

4 cr

Total 20 cr

Total 20 cr

Total 20 cr

4 cr

Total 20 cr

Total 20 cr

Total 20 cr

Estágio Supervisionado em Mídias Audiovisuais

8 Créditos a serem integralizados entre o 3º e o 7º períodos

Unidade Curricular de Extensão - Prá cas de Extensão em Mídias Audiovisuais

8 Créditos a serem integralizados entre o 3º e o 7º períodos

Conteúdos Flexíveis

Total 16 cr Total 8 cr Total 8 cr

8 Créditos a serem integralizados ao longo do curso através de Tópicos Flexíveis em Comunicação em Mídias Audiovisuais

Total 8 cr

Integralização curricular: 180 créditos / 2.700 horas

14.1 EMENTÁRIO Quadro 4: Ementa de Teorias da Comunicação Teorias da Comunicação NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: As principais teorias da comunicação, das fundações clássicas até as abordagens contemporâneas. A dimensão relacional da comunicação. A globalidade do processo comunica vo. Comunicação e vida social. Compreensão crí ca dos processos comunicacionais em diferentes contextos. Bibliografia Básica FAUSTO NETO, Antonio; BRAGA, José Luiz; PORTO, Sergio Dayrrel (Orgs.). Campo da comunicação: caracterização, problema zações e perspec vas. João Pessoa: Editora UFPB, 2001. FRANÇA, Vera V.; SIMÕES, Paula G. Curso básico de Teorias da Comunicação. Belo Horizonte: Autên ca Editora, 2016. 224 p. MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da comunicação. 16. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1999. Bibliografia Complementar BRAGA, J. L. Cons tuição do Campo da Comunicação. Verso e Reverso, XXV(58), jan.abril 2011, p. 62-77. HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, Luís Mauro Sá; FRANÇA, Vera Regina Veiga (Orgs.). Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2001. MARCONDES FILHO, Ciro. Teorias da comunicação, hoje. São Paulo: Paulus, 2016. RODRIGUES, Adriano Duarte. Comunicação e Cultura: A Experiência Cultural na Era da Informação. 3. ed. Queluz: Presença, 2010. WOLF, Mauro. Teorias da comunicação de massa. São Paulo: Loyola, 1998.

Quadro 5: Ementa de Técnicas de Redação Midiá ca Técnicas de Redação Midiá ca NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prá ca: 30h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Comunicação, Linguagem e Produção de Sen do. Linguagem, Discurso e Gêneros discursivos. Gêneros e formatos das mídias audiovisuais. Técnicas de redação para os diversos formatos. Bibliografia Básica BARBOSA FILHO, André. Gêneros radiofônicos::os formatos e os programas em áudio. São Paulo: Paulinas, 2015. CHARAUDEAU, Patrick. Discurso das mídias. São Paulo: Contexto, 2000. PATERNOSTRO, Vera Iris. O texto na TV : manual de telejornalismo. São Paulo: Elsevier, 2006. SOUZA, José Carlos Aronchi de. Gêneros e formatos na televisão brasileira. São Paulo: Summus, 2004. Bibliografia Complementar BARBEIRO, Heródoto. Manual de telejornalismo::os segredos da no cia na TV. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. CARRASCOZA, João Anzanello. Redação Publicitária: Estudos sobre a retórica do consumo. São Paulo:Futura, 2006 FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: teoria e prá ca. São Paulo: Summus, 2014. GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias::do cinema às mídias intera vas.São Paulo: Senac São Paulo, 2010. MACCEDO, Paulo. Copywri ng : a habilidade de ouro usada por milionários para transformar palavras em lucro : guia avançado de escrita persuasiva para geração de riqueza. São Paulo: DVS, 2020. MCLEISH, Robert. Produção de rádio::um guia abrangente de produção radiofônica. São Paulo: Summus, 2001.

Quadro 6: Ementa de Introdução à Fotografia Introdução à Fotografia NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prá ca: 30h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Fotografia: historiografias, linguagens, técnicas e esté cas. É ca na fotografia. Produção, leitura e análise crí ca de imagens fotográficas. Equipamentos e acessórios fotográficos. Repertório e cultura fotográfica. Composição visual: enquadramento (planos, ângulos, etc), enfoque (profundidade de campo) e iluminação (luz e cor). Captação, tratamento e finalização de fotografias. Arquivamento (indexação e preservação) digital. Difusão (visibilidades e circuitos). Bibliografia Básica AQUINO, Agda. Lições de fotografia para fazer em casa: técnicas, composição e cria vidade. João Pessoa: Editora da UFPB 2021. Disponível em: h ps://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/view/801/946/8304 BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e polí ca: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo, Brasiliense. 2016 SONTAG, Susan. Sobre fotografia. São Paulo: Companhia das letras. 2010 TRIGO, Thales. Equipamento fotográfico: teoria e prá ca. São Paulo: Senac. 2012 Bibliografia Complementar BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. DUBOIS, Philippe: O Ato fotográfico. Campinas: Papirus.2010 FABRIS, Annateresa. Iden dades virtuais: uma leitura do retrato fotográfico. Belo Horizonte: Ed. UFMG. 2004 RAMALHO, José Araújo. Fotografia digital. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004 KUBRUSLY, Cláudio A. O que é fotografia. São Paulo: Brasiliense. SAMAIN, E enne (org.). O fotográfico. São Paulo: Hucitec. 2005 VALLE, Isabella (org.). Fotografias e culturas midiá cas contemporâneas. João Pessoa: Editora do CCTA 2023. Disponível em: h ps://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/ tulos/comunicacao/fotografias-e-culturas-midia c as-contemporaneas/fotografias-midia cas.pdf

Quadro 7: Ementa de Esté ca e Linguagem do Audiovisual Esté ca e Linguagem do Audiovisual 2303031 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Bases conceituais da esté ca aplicadas à linguagem audiovisual. Cons tuição de uma linguagem audiovisual; bases industriais e formas culturais do fenômeno do audiovisual contemporâneo. Tecnologia e a sua repercussão nos procedimentos da linguagem audiovisual. Legados da teoria da imagem e do som. Novos ambientes cria vos da linguagem audiovisual. Bibliografia Básica JOST, F. Compreender a Televisão. Porto Alegre: Sulina, 2010; MACHADO, A. A arte do vídeo. Brasiliense, 1988. ORTIZ, R. A Moderna Tradição Brasileira. Cultura Brasileira e Indústria Cultural. S. Paulo: Brasiliense, 1988. SODRÉ, M. Máquina de Narciso. Televisão, indivíduo e poder no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad, 2021. Bibliografia Complementar BARTHES, Roland. Análise estrutural da narra va. Rio de Janeiro: Vozes, 2006. JOST, F. Seis lições sobre televisão. Sulina, 2004. MACHADO, A. A Televisão levada a sério. S. Paulo: SENAC, 2019 SOARES, T. A esté ca do videoclipe. ED. UFPB, 2014. XAVIER, Ismail. A experiência do cinema. São Paulo: Graal, 2004.

Quadro 8: Ementa de Sonoplas a e Efeitos Sonoros Sonoplas a e Efeitos Sonoros NOVO Carga Horária Teórica: 20h

Carga Horária Prá ca: 40h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Captação de ambiências sonoras. Gravação de efeitos sonoros em estúdio. Criação de bancos de áudio. Implementação de sonoplas a em produtos de mídia sonora e audiovisual. Bibliografia Básica FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: teoria e prá ca. Summus Editorial, 2014. HAUSMAN, Carl et al. Rádio: produção, programação e performance. São Paulo: Cengage Learning, 2010. WISNIK, José Miguel. O som e o sen do:uma outra história das músicas. 3.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, 2019. 281 p. ISBN: 9788535929690. Bibliografia Complementar BARBOSA FILHO, André. Gêneros radiofônicos:os formatos e os programas em áudio. 2.ed. São Paulo: Paulinas, 2015. 158 p. (Coleção comunicação - estudos) ISBN: 9788535611328. CESAR, Cyro. Rádio:a mídia da emoção. São Paulo: Summus, 2005. 229 p. ISBN: 9788532308672. OPOLSKI, Débora Regina. Introdução ao Desenho de Som:Uma sistema zação aplicada na análise do longametragem Ensaio sobre a Cegueira. João Pessoa: Editora da UFPB, 2013. 199p. (Humanidades) ISBN: 9788523706463. RODRIGUEZ, Angel; DANTAS, Rosângela. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. São Paulo: SENAC São Paulo, 2006. 344 p. ISBN: 8573595000. SCHAFER, R. Murray; FONTERRADA, Marisa Trench. A afinação do mundo:uma exploração pioneira pela história passada e pelo atual estado do mais neglicenciado aspecto do nosso ambiente: a paisagem sonora. São Paulo: UNESP, 2011. 381 p. ISBN: 8571393532, 9788539301287.

Quadro 9: Ementa de Metodologias de Pesquisa em Comunicação Metodologias de Pesquisa em Comunicação NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: A natureza do conhecimento cien fico. A estrutura e formatação dos trabalhos cien ficos. A especificidade da pesquisa no campo da comunicação. O objeto da comunicação. Os diferentes paradigmas e perspec vas metodológicas da pesquisa em comunicação. Planejamento e produção do projeto de pesquisa em comunicação (problema, obje vos, jus fica va, fundamentação teórica, procedimentos metodológicos). Bibliografia Básica BARROS, Antonio; DUARTE, Jorge (Orgs.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2006. 408 p. FAUSTO NETO, Antonio; BRAGA, José Luiz; PORTO, Sergio Dayrrel (Orgs.). Campo da comunicação: caracterização, problema zações e perspec vas. João Pessoa: Editora UFPB, 2001 LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em comunicação. São Paulo: Edições Loyola, 1997. 148 p. ISBN 978-85-1500-109-5. Bibliografia Complementar BRAGA, José Luiz; LOPES, Maria Immacolata Vassallo de; MARTINO, Luís Mauro Sá. Pesquisa empírica em comunicação. São Paulo: Paulus, 2010. FERREIRA, Jairo (Org.). Cenários, teorias e epistemologias da comunicação. Rio de Janeiro: Ed. E-Papers, 2007. HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, Luís Mauro Sá; FRANÇA, Vera Regina Veiga (Orgs.). Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2001. MALDONADO, Alberto Efendy (Org.). Metodologias de pesquisa em comunicação: olhares, trilhas e processos. 2. ed. Porto Alegre: Sulina, 2011. 303 p. ISBN 978-85-205-0616-5. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cien fico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

Quadro 10: Ementa de Comunicação e Culturas Contemporâneas Comunicação e Culturas Contemporâneas NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Mídia, Cultura e Tecnologia. A técnica e suas relações com a economia, sociedade e polí ca. Tecnologia e mudanças sociais, transfigurações no co diano. As redes e os processos de produção de sen do. Cultura do acesso, conexão, intera vidade e mobilidade. Bibliografia Básica PAIVA, C.C. Hermes no Ciberespaço. Uma interpretação da Comunicação e Cultura Digital. João Pessoa: Ed.UFPB, 2013. LEVY, P. As Tecnologias da Inteligência. S. Paulo: Ed. 34, 2010. SANTAELLA, L.Culturas e Artes do Pós-humano: da Cultura das Mídias à Cibercultura. S. Paulo: Paulus, 2003; Bibliografia Complementar BUCCI, E. A A superindústria do Imaginário. Como o capital transformou o olhar em trabalho e se apropriou de tudo que é visível. Belo Horizonte: Editora Autên ca, 2021. CESARINO, Le cia. O mundo do avesso. Verdade e Polí ca na era digital. SP/Rio: Ubu Editora, 2022. CHARAUDEAU, P. A manipulação da verdade: Do triunfo da negação às sombras da pós-verdade. S. Paulo: Contexto, 2022 DA EMPOLI, G. Os Engenheiros do Caos. Como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo u lizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições. Ves gio Editora, 2019. LEVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 2010; SANTAELLA, L. A Ecologia pluralista da Comunicação. Conec vidade, Mobilidade, Ubiquidade. S. Paulo: Paulus, 2010

Quadro 11: Ementa de Roteiro Audiovisual Roteiro Audiovisual NOVO Carga Horária Teórica: 30h

04 créditos

Carga Horária Prá ca: 30h

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Ficção e mímesis. Técnicas e esté cas do audiovisual aplicadas ao roteiro. Cena e narra va: referências sociais e esté cas. Personagem; narrador; focalização. Gêneros narra vos. Tempo e espaço narra vos. Adaptação de ficção e não-ficção: da literatura para o cinema e a tv. Roteiro literário e roteiro técnico. Roteiro autoral e cole vo. Serialização. Técnicas diversas de roteirização para audiovisual. Função do roteiro. Análise e redação de roteiros. Bibliografia Básica COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. 3 ed. Rio de Janeiro: Summus, 2009. FIELD, Syd. Manual do Roteiro. São Paulo: Obje va, 2001. PELLEGRINI, Tânia et al. Literatura, cinema, televisão. São Paulo: Senac; Ins tuto Itaú Cultural, 2003. REY, Marcos. O roteirista profissional – TV e cinema. São Paulo: Á ca, 2001. Bibliografia Complementar BENJAMIN, Walter. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: Magia e técnica, arte e polí ca: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994, p. 197-221. CANDIDO et. Al. A personagem de ficção. São Paulo: Perspec va, 1992. EISENSTEIN, S. A forma do filme. Rio de Janeiro: Zahar, 1990. MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003. XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico : a opacidade e a transparência. São Paulo:Paz & Terra, 2021.

Quadro 12: Ementa de Introdução à Cinematografia Introdução à Cinematografia NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prá ca: 30h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Cinematografia: historiografias, linguagens, técnicas e esté cas. Produção, leitura e análise crí ca de imagens em movimento. Repertório e cultura audiovisual com ênfase na imagem. Equipamentos e acessórios cinematográficos. Composição visual: movimentos de câmera, plano sequência, ponto de vista, truques de filmagem e esquemas de luz. Captação, colorização e finalização. Arquivamento (indexação e preservação) digital. Bibliografia Básica ARONOVICH, Ricardo. Expor uma história: a fotografia do cinema. Rio de Janeiro: Gryphus. 2011 MOURA, Edgar. 50 anos luz câmera ação. São Paulo: Senac. 1999 WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. São Paulo: Summus, 1990 Bibliografia Complementar ANDIÓN, Margarita Ledo. Cine de fotógrafos. Barcelona: Editorial Gustavo Gili. 2005 ANDRADE, Matheus. Rec: uma iniciação à filmagem. João Pessoa: Ideia. 2013 AUMONT. Jacques. A Imagem. Campinas: Papirus. 2011 MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense. SÁ, Ana Carolina; BESEN, André; BOMFIM, Felipe; MORAES, Maria Fernanda (org.). Estudos sobre a direção de fotografia no Brasil. Porto Alegre: Fi 2023. Disponível em: h ps://drive.google.com/file/d/1 FaW1TZF6TOa6Vra2BXKUMCTeEX_pcL/view WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeo e cinema. São Paulo: Summus 1999

Quadro 13: Ementa de Edição e Mixagem de Som Edição e Mixagem de Som NOVO Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prá ca: 45h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Técnicas e conceitos de edição e mixagem de som para mídias audiovisuais. Teorias, referências e técnicas da pós-produção sonora. Prá cas e exercícios de edição. O processo de mixagem, seus padrões e sistemas. Masterização e finalização de áudio para diversos formatos. Bibliografia Básica AMOS, S.W; OLIVEIRA, Lindbergh Caldas de. Manual técnico de tv, rádio & som:equipamentos de rádio e tv. s.l.: Hemus, 2004. p. ISBN: 8528903389. MCLEISH, Robert; SILVA, Mauro. Produção de rádio:um guia abrangente de produção radiofônica. 4.ed. São Paulo: Summus, 2001. ROBERTS-BRESLIN, Jan. Produção de imagem e som. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. 297p. ISBN: 9788535233414. Bibliografia Complementar BARBOSA FILHO, André. Gêneros radiofônicos:os formatos e os programas em áudio. 2.ed. São Paulo: Paulinas, 2015. 158 p. (Coleção comunicação - estudos) ISBN: 9788535611328. DANCYGER, Ken; COUTINHO, Angélica. Técnicas de edição para cinema e vídeo: História, teoria e prá ca. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 490p. ISBN: 9788535212426. FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: teoria e prá ca. Summus Editorial, 2014. PRADO, Magaly. Produção de rádio . Um manual prá co. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. RODRIGUEZ, Angel; DANTAS, Rosângela. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. São Paulo: SENAC São Paulo, 2006. 344 p. ISBN: 8573595000.

Quadro 14: Ementa de É ca e Deontologia nas Mídias Audiovisuais É ca e Deontologia nas Mídias Audiovisuais NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: É ca, moral e deontologia. Doutrinas é cas. Verdade, pós-verdade e a questão do real. Imagem e som na construção de imaginários, representações sociais e mediações da realidade. É ca das imagens e é ca do olhar no ecossistema audiovisual. Manipulação, sensacionalismo e violência simbólica na mídia. É ca, economia, polí ca e direitos humanos. A é ca profissional diante das transformações sociais, culturais e tecnológicas. Deontologia das prá cas comunicacionais e responsabilidade social. Formação de opinião. A questão do gosto. Debates é cos contemporâneos. Bibliografia Básica BUCCI, Eugênio. A imprensa e o dever da liberdade: a independência editorial e suas fronteiras com a indústria do entretenimento, as fontes, os governos, os corpora vismos, o poder econômico e as ONGs. São Paulo: Contexto, 2013. DUARTE, Jorge; KUCINSKI, Bernardo. Comunicação pública: Estado, mercado, sociedade e interesse público. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009. VAZ, Henrique C. de Lima. Escritos de filosofia, IV: introdução à é ca. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2009. Bibliografia Complementar ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação da grande imprensa. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2016. BARROS FILHO, Clóvis. É ca na comunicação. São Paulo: Moderna, 2008. BUCCI, Eugênio. A superindústria do imaginário. Belo Horizonte: Autên ca, 2021. COSTA, Caio Túlio. É ca, jornalismo e nova mídia. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. DOWBOR, Ladislau et al. (org.). Desafios da comunicação. Petrópolis: Vozes, 2000. KARAN, Francisco José. A é ca jornalís ca e o interesse público. São Paulo: Summus, 2004. MARCONDES FILHO, Danilo. Textos básicos de é ca: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. JAMBEIRO, Othon. Regulando a TV: uma visão compara va no Mercosul. Salvador: Edu a, 2000. NOVAES, Adauto (org). O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

NOVAES, Adauto (org). É ca. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

Quadro 15: Ementa de Interação Conversacional no Audiovisual Interação Conversacional no Audiovisual NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: As principais formas de conversação no audiovisual. Análise da conversação e estruturas do diálogo no audiovisual. O par ‘pergunta-resposta’ em diferentes contextos. Categorização de par cipantes de interações conversacionais no audiovisual. Realização de produtos audiovisuais. Bibliografia Básica KERBRAT-ORECCHIONI, Catherine. Análise da conversação: princípios e métodos. Tradução de Carlos Piovezani Filho. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. OYAMA, Thaís. A arte de entrevistar bem. São Paulo: Contexto, 2008 WATSON, Rod; GASTALDO, Edson. Etnometodologia: a análise da conversa. São Paulo: Editora Contexto,

2008. Disponível virtualmente através da plataforma BV Pearson Bibliografia Complementar GARRETT, Anne e. A entrevista: seus princípios e métodos. Tradução de Maria de Mesquita Sampaio e outros. 7. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1977. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Análise da conversação. São Paulo: Á ca, 1986. ISBN 8508014961. RECUERO, Raquel. A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet. 2. ed. Porto Alegre: Sulina, 2014. RODRIGUES, Adriano Duarte. As entrevistas televisivas. Media & Jornalismo, Lisboa, v. 20, n. 37, p. 61–76, 22 out. 2020. Disponível em: h ps://doi.org/10.14195/2183-5462_37_4. SACKS, H., SCHEGLOFF, E. e JEFFERSON, G. (2003). Sistemá ca elementar para a organização da tomada de turnos para a conversa. In: Revista Veredas, vol. 7, n.1 e 2, 11-73.

Quadro 16: Ementa de Direção de Arte Direção de Arte NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Movimentos esté cos da história da arte e suas influências no audiovisual. Concepção visual de um produto audiovisual (cenografia, figurino e maquiagem). A esté ca do espaço-tempo da narra va audiovisual. Equipe e funções na Direção de Arte. Análise de produtos e processos audiovisuais, decupagem e moodboard. Elaboração de um projeto de Direção de Arte. Bibliografia Básica ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma historia concisa, São Paulo, Mar ns Fontes, 2008. BERGSTRÖN, B. Fundamentos da comunicação visual. São Paulo: ROSARI, 2010. CÉSAR, Newton. Os primeiros segredos da direção de arte. São Paulo: SENAC, 2009. CÉSAR, Newton. Direção de arte em propaganda. São Paulo: Futura, 2000. DEL NERO, Cyro. Máquina para os deuses: anotações de um cenógrafo. São Paulo: SENAC, 2009. HAMBURGUER, Vera. Arte em cena. São Paulo: SESC, 2014. JANSON, H.W.; JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte. São Paulo: Mar ns Fontes, 2001. KOHLER, Carl; SICHART, E. VON. História do vestuário. 2.ed. São Paulo: Mar ns Fontes, 2005. SANTANA, Marcelo Augusto. Haja luz - Manual de iluminação cênica. Brasília: SENAC/DF, 2015. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Chrislayne Muniz de. Afrofuturismo e direção de arte no filme Pantera Negra. João Pessoa, 2020. ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual. São Paulo: Pioneira, 1998. CAMARGO, Roberto Gill. Função esté ca da luz. São Paulo: Perspec va, 2012. DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Mar ns Fontes, 2007. FARINA, Modesto. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. 5 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. GOMBRICH, Ernst Hans Josef. A história da arte. São Paulo: LTC, 2000. JANSON, H.W. E JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte. São Paulo: Mar ns Fontes, 2001 LUCENAJúnior, Alberto. Arte da animação: ténica e esté ca através da história. São Paulo, Ed. SENAC, 2002. NERY, Marie Louise. A evolução da indumentária. São Paulo: SENAC, 2003. SICHART, E. VON e KOHLER, Carl. História do vestuário. São Paulo: Mar ns Fontes, 1993.

Quadro 17: Ementa de Oficina de Redação e Produção para Rádio Oficina de Redação e Produção para Rádio NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prá ca: 30h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Linguagem radiofônica. Equipes e funções na produção para rádio e mídia sonora. Rádio expandido. Podcast. Gêneros e formatos. Elaboração e veiculação de produtos em áudio Bibliografia Básica BARBOSA FILHO, André. Gêneros radiofônicos os formatos e programas em áudio. São Paulo: Paulinas, 2003. FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: teoria e prá ca. Summus Editorial, 2014. HAUSMAN, Carl et al. Rádio: produção, programação e performance. São Paulo: Cengage Learning, 2010. KISCHINHEVSKY, Marcelo. Rádio e mídias sociais: mediações e interações radiofônicas em plataformas digitais de comunicação. Mauad Editora Ltda, 2017. PRADO, Magaly. Produção de rádio . Um manual prá co. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. MCLEISH, Robert; SILVA, Mauro. Produção de rádio:um guia abrangente de produção radiofônica. 4.ed. São Paulo: Summus, 2001. 243 p. (Novas buscas em comunicação, 62) ISBN: 9788532305893. SERGL, Marcos Júlio; JOSÉ, Carmen Lucia. Voz e roteiros radiofônicos. Pia Sociedade de São Paulo-Editora Paulus, 2019. Bibliografia Complementar MEIRELES, Norma; PINHEIRO, E. B.; BARROSO, L. M. Rádio. Estudos contemporâneos.1 ed.João Pessoa: Editora do CCTA, 2018 (e-book) MEIRELES, Norma; PRATA, Nair; LOPES, Paulo Fernando. Radiojornalismo e os vários modos da experiência sonora: iden dade, diversidade e pesquisa acadêmica nos novos contextos tecnológicos. Entrevista com Madalena Oliveira.. Âncora - Revista la no-americana de jornalismo. , v.7, p.474 - 492, 2020. OLIVEIRA, Sheila Borges de; LOPEZ, Debora Cris na; MEIRELES, Norma . Memórias sonoras: deslocamentos da vida co diana em Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco. Novos Olhares (USP), v. 12, p. 77-89, 2023. PRATA, Nair. Webradio; Novos gêneros, novas formas de interação. 2 Ed. Florianópolis: Insular, 2012. QUADROS, Mirian Redin de; LOPEZ, Debora Cris na. Rádio e redes sociais: novas ferramentas para velhos usos?. Intexto, n. 30, p. 166-183, 2014.

Quadro 18: Ementa de Oficina de Produção Audiovisual Oficina de Produção Audiovisual NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prá ca: 30h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina, A vidade de Orientação Individual, A vidade de Orientação Cole va ou Módulo Departamento: de Comunicação Ementa: Concepção de produtos audiovisuais. Etapas da produção, montagem e coordenação de equipe. Construção da narra va audiovisual. Construção do plano de captação. Enquadramento e movimentos de câmera. Configuração de cena no audiovisual. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência em Produtos Audiovisuais. Elaboração de projetos audiovisuais. Bibliografia Básica RODRIGUES, Chris (2007). O cinema e a produção: pra quem gosta, faz ou quer fazer cinema. Lamparina, 2007. WATTS, Harris. On camera ::o curso de produção de filme e video da BBC. São Paulo: Summus, 1990. ZETTL, Herbert. Manual de produção de televisão. São Paulo: Cengage Learning, 2017. Bibliografia Complementar BORDWELL, David. Sobre a história do es lo cinematográfico. Campinas: Unicamp, 2013. JOST, François. Compreender televisão. Porto Alegre:Sulina, 2010. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: Senac, 2014 PRIMO, Lane., Cabral, Sidarta. Produção audiovisual: imagem, som e movimento. São Paulo: Saraiva, 2017. SERRA, Floriano. A arte e a técnica do vídeo ::do roteiro a edição. São Paulo: Summus, 1986. STASHEFF, Edward [et al.] O programa de televisão ::sua direção e produção. São Paulo: USP, 1978.

Quadro 19: Ementa de Oficina de Produção em Mídia Sonora Oficina de Produção em Mídia Sonora NOVO Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 45h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Planejamento e Produção de programas nos mais variados gêneros (documentários, jornalís cos, drama zações, variedades). Finalização e distribuição de produtos em áudio. A vidade de projeto de extensão curricularizada. Análise de produções desenvolvidas. Bibliografia Básica FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: teoria e prá ca. Summus Editorial, 2014. HAUSMAN, Carl (Tradução). Rádio: produção, programação e performance. São Paulo: Cengage Learning, 2010 MCLEISH, Robert. Produção de rádio:um guia abrangente de produção radiofônica. 4.ed. São Paulo: Summus, 2001. SERGL, Marcos Júlio; JOSÉ, Carmen Lucia. Voz e roteiros radiofônicos. Pia Sociedade de São Paulo-Editora Paulus, 2019. Bibliografia Complementar FONTES, Antônio; LOPES, Paulo Fernando de Carvalho. Gêneros radiofônicos em programas ma nais: uma análise de quatro rádios teresinenses. disponível em: h p://www.intercom.org.br/sis/eventos/2018/resumos/R13-0753-1.pdf. Acesso em: 10 fev. 2021. KISCHINHEVSKY, Marcelo; LOPEZ, Debora Cris na; BENZECRY, Lena. Podcas ng tensiona categorizações e ganha, enfim, destaque como objeto de estudos. Radiofonias–Revista de Estudos em Mídia Sonora, v. 11, n. 1, 2020. Disponível em: h ps://periodicos.ufop.br:8082/pp/index.php/radiofonias/ar cle/view/4333. Acesso em: 12 mar. 2021 MEIRELES, Radialismo no Brasil. Profissão, currículo e projeto pedagógico. Florianópolis: Insular, 2020.. OLIVEIRA, Sheila Borges de; LOPEZ, Debora Cris na; MEIRELES, Norma. Memórias sonoras: deslocamentos da vida co diana em Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco. Novos Olhares, v. 12, n. 2, p. 77-89, 2023. PRADO, Magaly. Produção de rádio . Um manual prá co. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

Quadro 20: Ementa de Oficina de Edição e Montagem Oficina de Edição e Montagem NOVO Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prá ca: 30h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Teorias da montagem no audiovisual. Prá ca de montagem audiovisual. Relação entre som e imagem. Relação entre técnica e esté ca. Pós-produção e finalização. Bibliografia Básica DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. 3.ed. São Paulo: Mar ns Fontes, 2007. FAXINA, Elson (org.). Edição de áudio e vídeo. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2018. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 28 maio 2025. CORRADINI, André. Edição de vídeo. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 28 maio 2025. Bibliografia Complementar ALEXANDRE SOBRINHO, Gilberto (org.). Cinemas em redes: tecnologia, esté ca e polí ca na era digital. 1. ed. Campinas: Papirus, 2020. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. BRIGLIA, T. M.; REIS JÚNIOR, D. A. S.; PIANTAVINHA, T. M. B. S.; BARRETO, B. M. V. B. Pós-Produção. In: Programe-se: uma proposta de experimentação transmídia [online]. Ilhéus, BA: Editus, 2018, pp. 88-117. Disponível em: h ps://doi.org/10.7476/9788574555317.0005. DANCYNGER, Ken. Técnicas de Edição para Cinema e Vídeo. Rio de Janeiro: Campus, 2003. MOLETTA, Alex. Criação de curta-metragem em vídeo digital: uma proposta para produções de baixo custo.

4. ed. São Paulo: Summus, 2009. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 28 maio 2025. PUCCINI, Sérgio. Roteiro de documentário: da pré-produção à pós-produção. 1. ed. Campinas: Papirus,

2022. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. ROBERTS-BRESLIN, Jan. Produção de Imagem e Som. Rio de Janeiro: Campus, 2009.

Quadro 21: Ementa de Elementos de Design Visual Elementos de Design Visual NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Elementos básicos do design visual. Processos de percepção visual. Princípios da composição visual. Teoria da cor. Tipologia e esté ca. Legibilidade, leiturabilidade. O processo de criação em design visual. Bibliografia Básica AMBROSE, Gavin et al. Fundamentos de Design Cria vo. 2a. Edição. Porto Alegre: Bookman, 2012 BERTOMEU, João Vicente Cagato (org.). Criação visual e mul midia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. FERNANDES, José David Campos. Semió ca e gramá ca do design visual. João Pessoa: Editora Ufpb. 2011. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: princípios de design e pografia para iniciantes. 4. ed. rev. ampl. São Paulo, SP: Callis, 2013. SALTZ, Ina, CARDINALI, Luciano. Design e Tipografia: 100 fundamentos do design com pos. São Paulo: Blucher , 2010 Bibliografia Complementar ANTERO, Kalyenne de Lima. Design e novas mídias. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. CARVALHO, Anna. Iden dade visual. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. HSUAN-AN, Tai. Design conceitos e métodos. 1. ed. São Paulo: Blucher, 2017. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. LIMA, Vera Lopes de Abreu.Uma bula que leve em conta o usuário: Diretrizes de legibilidade e leiturabilidade. Puc. Rio. Disponível em: h ps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/10722/10722_5.PDF VAZ, Adriana; SILVA, Rossano. Fundamentos da linguagem visual. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2016. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025.

Quadro 22: Ementa de Pesquisa Aplicada ao Audiovisual Pesquisa Aplicada ao Audiovisual 2303085 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Teorias da imagem e do audiovisual. Imagem e disposi vo. Imagem e sociedade. Imagem e discurso. Disposi vos audiovisuais e suas especificidades. Metodologias de pesquisa em sistemas audiovisuais. Planejamento e execução de pesquisa em audiovisual. Bibliografia Básica AUMONT, Jacques. A imagem. Papirus: Campinas, 2002. AUMONT, Jacques. A esté ca do filme. Papirus: Campinas, 1995. JOLY, Mar ne. Introdução à análise da imagem. Campinas, Papirus: 1996. CHARAUDEAU, Patrick. Discurso das mídias. São Paulo: Contexto, 2002. Bibliografia Complementar BAUER, Mar n W.; GASKELL, George. Pesquisa qualita va com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, 2003. BERGER, John. Modos de ver. Rio de Janeiro, Rocco, 1999. BURKE, Peter. Testemunha ocular:o uso de imagens como evidência histórica. São Paulo: UNESP, 2017 CASETTI, Francesco; di CHIO, Frederico. Como analizar un film. Barcelona: Paidós, 1991. DELEUZE, Gilles. A imagem-movimento. Cinema I. São Paulo: Brasiliense, 1985. DELEUZE, Gilles. A imagem-tempo. Cinema II. São Paulo: 1990. DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Mar ns Fontes, 2003. DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. LAVILLE, Chris an; DIONNE, Jean. A construção do Saber. Belo Horizonte:UFMG. 1999. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003. VANOYE, François e GOLIOT-LÉTÉ, A. Ensaio sobre a análise lmica. Campinas: Papirus, 1994.

Quadro 23: Ementa de Estratégias de Comunicação Digital Estratégias de Comunicação Digital NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Plataformização e Algoritmos. Storytelling nas mídias digitais. Planejamento e gestão para mídias digitais. Plataformas, tecnologias e estratégias digitais de marke ng. Produção e distribuição de conteúdo. Bibliografia Básica MARTINS, M. O. Briefing e planejamento de comunicação integrada. Curi ba, PR: Intersaberes, 2023. Ebook. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. MOURA, Leonardo. Conteúdo de marca: os fundamentos e a prá ca do branded content. 1. ed. São Paulo: Summus, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. MOWAT, Jon. Vídeo marke ng: como usar o domínio do vídeo nos canais digitais para turbinar o marke ng de produtos, marcas e negócios. 1. ed. Jaraguá do Sul: Autên ca Business, 2018. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. TAMANAHA, P. Planejamento de mídia: teoria e experiência. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2011. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. Bibliografia Complementar LUZ, Victoria Vilasan da. Comportamento do consumidor na era digital. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. MUNHOZ, A. S. Áudio, vídeo e mídia intera va. Curi ba, PR: Contentus, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 28 maio 2025. MACCEDO, P. Copywri ng: a habilidade de ouro usada por milionários para transformar palavras em lucro: guia avançado de escrita persuasiva para geração de riqueza. São Paulo: DVS, 2020. PINTO, A B. D. Crossmedia e transmídia. Curi ba, PR: Contentus, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. TERRA, Carolina Frazon. Mídias sociais...: e agora?. 1. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2011. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025.

Quadro 24: Ementa de Oficina de Direção de Programas Audiovisuais Oficina de Direção de Programas Audiovisuais NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Televisão e Plataformas. Produção em estúdio de televisão. Desenvolvimento de programa para TV. Operação de mesa de corte. Direção de programa televisivo. Criação e produção de produtos audiovisuais. Visita técnica. Bibliografia Básica LOEBLEIN, D. F. Técnicas para TV. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2017. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. MOLETTA, A. Você na Tela: criação audiovisual para a internet. 1. ed. Summus. 2019. SOUZA, J. C. A. de. Gêneros e formatos na televisão brasileira. 2.ed. Summus. 2015. ZETTL, H. Manual de Produção de Televisão. 12. ed. Cengage Learning. 2017. Bibliografia Complementar CANNITO, N. G. Televisão na era digital: intera vidade, convergência e novos modelos de negócio. São Paulo: Summus, 2010. MACHADO, A. A TV levada a sério. 1. ed. Editora Senac São Paulo. 2005. MOURA, L. Como analisar filmes e séries na era do streaming. 1. ed. São Paulo: Summus, 2023. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. TAMANAHA, P. Planejamento de mídia: teoria e experiência. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2011. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. VALIM, S.; RIOS, A. de O.; LOPES, D. Produção de texto em TV: da pauta à transmissão. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025.

Quadro 25: Ementa de Mídia, diversidade e direitos fundamentais Mídia, diversidade e direitos fundamentais NOVO Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 45h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Comunicação, sociedade e o pensamento decolonial. Mídia, representações sociais e minorias polí cas. Mídia, iden dade, diversidade e interseccionalidade. As relações étnico-raciais. As questões de gênero. Inclusão e acessibilidade da Pessoa com Deficiência nas Mídias Audiovisuais. Responsabilidade Social, Ambiental e de Governança. Bibliografia Básica COSTA, Joaze Bernardino., TORRES, Nelson Maldonado., GROSFOGUEL, Ramón (Orgs). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte:Autên ca, 2018. KRENAK, Ailton. A vida não é ú l. São Paulo:Companhia das Letras, 2021. MORAES, Dênis de. Vozes abertas da América La na: Estado, polí cas públicas e democra zação da comunicação. Rio de Janeiro:Mauad X, 2011. SILVEIRA, Rosa Maria Godoy. Educação em Direitos Humanos: fundamentos teóricometodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007. Bibliografia Complementar AZEVEDO, Celia Maria Marinho. An -racismo e seus paradoxos: reflexões sobre cota racial, raça e racismo. São Paulo:Annablume, 2007. KUNSCH, Margarida Maria Krohling,. OLIVEIRA, Ivone de Lourdes. (Orgs.). A comunicação na gestão da sustentabilidade das organizações. São Caetano do Sul, SP: Difusão, 2009. SOARES, Suely Galli. Educação e comunicação::o ideal de inclusão pelas tecnologias de informação o mismo exacerbado e lucidez pedagógica. São Paulo: Cortez, 2006. TEIXEIRA, Inês Assunção de Castro., LOPES, José de Sousa Miguel,. organizadores. -.A mulher vai ao cinema. Belo Horizonte:Autên ca, 2008. THEODORO, Mário. (Org). As polí cas públicas e a desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição. Brasília: Ipea, 2008. TRIGUEIRO, André. Manual de comunicação e meio ambiente. São Paulo: Peirópolis, 2004. VIANNA, Cláudia. Polí cas de educação, gênero e diversidade sexual: breve história de lutas, danos e resistências. Belo Horizonte: Autên ca, 2018.

Quadro 26: Ementa de Oficina de Produção e Distribuição Mul plataforma Oficina de Produção e Distribuição Mul plataforma NOVO

04 créditos

Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Plataformização e distribuição de conteúdo audiovisual. Transmídia e Serialidade. Planejamento e gestão de estratégias em mul plataforma. Copywri ng. Produção de conteúdo mul plataforma. Bibliografia Básica

JENKINS, H. Cultura da convergência. 2. ed. São Paulo: Aleph, 2009. MUNHOZ, A. S. Áudio, vídeo e mídia intera va. Curi ba, PR: Contentus, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 28 maio 2025. MACCEDO, P. Copywri ng: a habilidade de ouro usada por milionários para transformar palavras em lucro: guia avançado de escrita persuasiva para geração de riqueza. São Paulo: DVS, 2020. PINTO, A B. D. Crossmedia e transmídia. Curi ba, PR: Contentus, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. TAMANAHA, P. Planejamento de mídia: teoria e experiência. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2011. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. Bibliografia Complementar

ALVES, M. N.; ANTONIUTTI, C. L.; FONTOURA, M. Mídia e produção audiovisual: uma introdução. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2012. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. MAZZAROTTO, Marco. Design gráfico aplicado à publicidade. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2018. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. MOWAT, Jon. Vídeo marke ng: como usar o domínio do vídeo nos canais digitais para turbinar o marke ng de produtos, marcas e negócios. 1. ed. Jaraguá do Sul: Autên ca Business, 2018. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. TERRA, Carolina Frazon. Mídias sociais...: e agora?. 1. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2011. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025.

Quadro 27: Ementa de Documentário Audiovisual Documentário Audiovisual 2303159 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Origens e desenvolvimento histórico do documentário. As principais escolas e movimentos do cinema documentário. Classificações dos filmes documentários. O vínculo do documentário com o real. Relações entre documentário e ficção. A é ca no documentário. Análise e crí ca de filmes documentários. A linguagem documental em diversas mídias audiovisuais. A produção de documentário Audiovisual: pesquisa, roteiro e produção. Bibliografia Básica FREIRE, Marcius; LOURDOU, Philippe (Orgs.). Descrever o visível: cinema documentário e antropologia lmica. São Paulo: Estação Liberdade, 2009. PUCCINI, Sérgio. Roteiro de documentário: da pré-produção à pós-produção. 3. ed. Petrópolis: Papirus, 2009. ROCHA, Patrício Alves Miranda da. Voz e representação do real: montagem e construção da narra va no documentário brasileiro contemporâneo. 2012. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2012. Disponível em: h ps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/4517. Bibliografia Complementar NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Tradução de André Freire. São Paulo: Papirus, 2005. PENAFRIA, Manuela. A web e o documentário: uma dupla inseparável? Aniki: Revista Portuguesa da Imagem em Movimento, [S.l.], v. 1, n. 1, p. 143–155, 20 jan. 2014. Disponível em: h ps://doi.org/10.14591/aniki.v1n1.36. RAMOS, Fernão Pessoa. Glauber e o cinema escrito de Eduardo Cou nho. Galáxia (São Paulo), São Paulo, n. 44, p. 113–126, 2020. Disponível em: h ps://doi.org/10.1590/galaxia.v44.2020.113-126. RAMOS, Fernão Pessoa. Ensaio sobre a “a-encenação” no filme documentário. Aniki: Revista Portuguesa da Imagem em Movimento, [S.l.], v. 5, n. 1, p. 33–51, 6 jul. 2018. Disponível em: h ps://doi.org/10.14591/aniki.v5n1.355. SILVA, Mariana Duccini Junqueira da; IFANGER, Daniel. O sen do do corte e de sua negação: reflexões sobre a montagem no documentário brasileiro contemporâneo. DOC On-line: Revista Digital de Cinema Documentário, Lisboa, n. 31, p. 162–172, 2022. ISSN 1646-477X. Disponível em: h ps://revistas.ulusofona.pt/index.php/doc/ar cle/view/7904

Quadro 28: Ementa de Tecnologias de Produção e Transmissão Audiovisual Tecnologias de Produção e Transmissão Audiovisual NOVO

04 créditos

Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Ecossistema midiá co digital. Sistema de radiodifusão digital no Brasil. Transmissão broadcast e broadband. Intera vidade e produção de conteúdo. Produção e distribuição de conteúdo audiovisual. Visita técnica. Bibliografia Básica BRAGA, M. et al. TV digital intera va: convergência das mídias e interfaces do usuário. 1. ed. São Paulo: Blucher, 2012. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. FRIESEN, P. H. Comunicação digital. Curi ba, PR: Contentus, 2023. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. MUNHOZ, A. S. Áudio, vídeo e mídia intera va. Curi ba, PR: Contentus, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. VALIM, Silvia; MARQUES, Alan. Do áudio ao visual: produção, técnica e panorama contemporâneo do rádio e da TV no Brasil. 1. ed. Curi ba: Intersaberes, 2020. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. Bibliografia Complementar CANNITO, N. G. Televisão na era digital: intera vidade, convergência e novos modelos de negócio. São Paulo: Summus, 2010. MOLETTA, A. Criação de curta-metragem em vídeo digital: uma proposta para produções de baixo custo. 4. ed. São Paulo: Summus, 2009. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025. MOLETTA, A. Você na Tela: criação audiovisual para a internet. 1. ed. Summus. 2019. MOURA, L. Como analisar filmes e séries na era do streaming. 1. ed. São Paulo: Summus, 2023. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 03 jun. 2025. PINTO, Ana Beatriz Dias. Crossmedia e transmídia. Curi ba, PR: Contentus, 2021. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 04 jun. 2025.

Quadro 29: Ementa de Experimento Audiovisual Experimento Audiovisual 2303162 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Prá ca de produção audiovisual com enfoque estritamente experimental. Criação de produtos audiovisuais com perspec va renovadora e crí ca. Soluções cria vas para problemas habituais da representação audiovisual hegemônica. Bibliografia Básica AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas, SP: Papirus, 1993. DELEUZE, Gilles. Cinema 2 – A imagem-tempo. Tradução de Eloisa Araújo Ribeiro. São Paulo: Editora 34, 2018. MACHADO, A. (2001). A televisão levada a sério. São Paulo: Ed. Senac. Bibliografia Complementar CARVALHO, Noel dos Santos; PADOVANI, Gustavo. O mundo mul plataforma Kondzilla: inovação no modelo de negócio audiovisual. Alceu: Revista de Comunicação, Cultura e Polí ca, Rio de Janeiro, v. 20, n. 42, p. 123– 143, dez. 2020. DOI: 10.46391/ALCEU.v21. ed42.2020.186. MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas & pós-cinemas. Campinas, SP: Papirus, 1997. TEIXEIRA, Francisco Elinaldo. Do experimental ao filme-ensaio: passagens. Significação: Revista de Cultura Audiovisual, São Paulo, v. 49, n. 52, p. 198–212, 2022. Disponível em: h ps://doi.org/10.11606/issn.23167114.sig.2022.192315 PAIVA CHAVES, Renan. O som do documentário experimental do Free Cinema: ruptura e tradição. DOC OnLine: Revista Digital de Cinema Documentário SCHULER, Ian. Filmes de objetos: A naturezamorta entre o cinema experimental e a videoarte. Arte & Ensaios, Rio de Janeiro, v. 30, n. 47, p. 63–81, 7 ago. 2024. Disponível em: h ps://doi.org/10.60001/ae.n47.4.

Quadro 30: Ementa de Prá cas de Extensão em Mídias Audiovisuais Prá cas de Extensão em Mídias Audiovisuais Unidade Curricular de Extensão NOVO Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prá ca: -

08 créditos

Carga Horária Total: 120 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 120h

Tipo de Componente: A vidade de Orientação Cole va Departamento: de Comunicação Ementa: Desenvolvimento de a vidades de Extensão em Mídias Audiovisuais de forma integrada ao Ensino e à Pesquisa. Atuação com protagonismo discente e diálogo com a comunidade, supervisionada por docentes do curso e vinculada a projetos de extensão. Bibliografia Básica ENAIDE, Maria de Nazaré T et al (Organizadora). A formação em direitos humanos na universidade: ensino, pesquisa e extensão. João Pessoa: Editora Universitária, 2006 FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação?. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. MELO NETO, José Francisco de. Extensão popular. 2.ed. João Pessoa: Editora Universitária UFPB, 2014. Bibliografia Complementar AMOS, S.W; OLIVEIRA, Lindbergh Caldas de. Manual técnico de tv, rádio & som:equipamentos de rádio e tv. s.l.: Hemus, 2004. p. ISBN: 8528903389. BRASIL. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira. RESOLUÇÃO Nº 7, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018. MCLEISH, Robert; SILVA, Mauro. Produção de rádio:um guia abrangente de produção radiofônica. 4.ed. São Paulo: Summus, 2001. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Polí ca de Creditação da Extensão Universitária. Resolução Consepe 02/2022. João Pessoa, 2022 WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. São Paulo: Summus, 1990

Quadro 31: Ementa de Estágio Supervisionado em Mídias Audiovisuais Estágio Supervisionado em Mídias Audiovisuais NOVO

08 créditos

Carga Horária Teórica: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Prá ca: 120h

Carga Horária Total: 120 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: A vidade de Orientação Individual Departamento: de Comunicação Ementa: Desenvolvimento de a vidades prá cas supervisionadas de formação profissional em Mídias Audiovisuais. Bibliografia Básica FIELD, Syd. Manual do Roteiro. São Paulo: Obje va, 2001. PRADO, Magaly. Produção de rádio . Um manual prá co. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. ZETTI, Herbert. Manual de produção em televisão. São Paulo: cengage. 2017 Bibliografia Complementar BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 3-4, 26 set. 2008 AMOS, S.W; OLIVEIRA, Lindbergh Caldas de. Manual técnico de tv, rádio & som:equipamentos de rádio e tv. s.l.: Hemus, 2004. p. ISBN: 8528903389. MCLEISH, Robert; SILVA, Mauro. Produção de rádio:um guia abrangente de produção radiofônica. 4.ed. São Paulo: Summus, 2001. Resolução de Estágio do Curso. WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. São Paulo: Summus, 1990

Quadro 32: Ementa de TCC I TCC I 2303163 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Elaboração de projeto de pesquisa ou de a vidade prá ca no campo da comunicação em Mídias Audiovisuais a ser desenvolvido como trabalho de conclusão do curso, em TCC II. O projeto e suas partes integrantes. Construção do projeto. Bibliografia Básica GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 5.ed., 2010 LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Loyola, 8ª. edição, 2005 MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e cria vidade. Petrópolis: Vozes, 2016 Bibliografia Complementar BOOTH, Wayne C. A arte da pesquisa. São Paulo: Mar ns Fontes, 2a. Edição, 2008-20013 DUARTE, Jorge. Barros, Antônio. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2.ed., 2014. GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualita va em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Record, 13. ed. 2013 SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cien fico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2016. Resolução de TCC do Curso.

Quadro 33: Ementa de TCC II TCC II NOVO Carga Horária Teórica: 240h

16 créditos Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária Total: 240 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: A vidade de Orientação Individual Departamento: de Comunicação Ementa: A vidade final do curso que pode ser desenvolvida sob a forma trabalho prá co ou monográfico orientado por docente vinculado ao Departamento de Comunicação e examinada por uma banca cons tuída em conformidade com a resolução de TCC vigente no curso. Bibliografia Básica GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 5.ed., 2010 LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Loyola, 8ª. edição, 2005 MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e cria vidade. Petrópolis: Vozes, 2016 Bibliografia Complementar BOOTH, Wayne C. A arte da pesquisa. São Paulo: Mar ns Fontes, 2a. Edição, 2008-20013 DUARTE, Jorge. Barros, Antônio. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2.ed., 2014. GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualita va em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Record, 13. ed. 2013 SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cien fico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2016. Resolução de TCC do Curso.

Quadro 34: Ementa de Tópicos Flexíveis em Comunicação em Mídias Audiovisuais Tópicos Flexíveis em Comunicação em Mídias Audiovisuais NOVO Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prá ca: 90h

16 créditos

Carga Horária Total: 120 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 30h

Tipo de Componente: A vidade de Orientação Individual Departamento: de Comunicação Ementa: A vidades Complementares em Comunicação em Mídias Audiovisuais. Bibliografia Básica GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 5.ed., 2010 LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Loyola, 8ª. edição, 2005 MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e cria vidade. Petrópolis: Vozes, 2016 Bibliografia Complementar BOOTH, Wayne C. A arte da pesquisa. São Paulo: Mar ns Fontes, 2a. Edição, 2008-20013 DUARTE, Jorge. Barros, Antônio. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2.ed., 2014. GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualita va em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Record, 13. ed. 2013 SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cien fico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2016. Resolução de Tópicos Flexíveis do curso.

Quadro 35: Ementa de Fotografia Avançada Fotografia Avançada NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Profissionalização em fotografia e seus fluxos de trabalho. Prá cas, processos e produtos de fotografia avançada. Tipos e usos fotográficos. Ensaios e experimentações fotográficas. Pesquisa e projeto em fotografia. Cultura visual e estudo crí co das imagens técnicas na contemporaneidade. Bibliografia Básica DIDI-HUBERMAN, Georges. Diante da imagem: questão colocada aos fins de umahistória da arte. São Paulo: ed. 34. 2013 FATORELLI, Antonio. Fotografia contemporânea: entre o cinema, o vídeo e as novas mídias. Rio de Janeiro: Senac. 2013 FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. São Paulo: Annablume. 2011 MACHADO, Arlindo. A ilusão especular : uma teoria da fotografia. São Paulo: Gustavo Gili. 2015 VALLE, Isabella (org.). Fotografias e culturas midiá cas contemporâneas. João Pessoa: Editora do CCTA 2023. Disponível em: h ps://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/ tulos/comunicacao/fotografias-e-culturasmidia cas-contemporaneas/fotografias-midia cas.pdf Bibliografia Complementar COSTA, Helouise. A fotografia moderna no Brasil. São Paulo: Cosac Naify. 2004 SOULAGES, François. Esté ca da fotografia : perda e permanência. São Paulo: Senac. 2010 FLUSSER, Vilém. O universo das imagens técnicas : elogio da superficialidade. São Paulo: Annablume. 2008 DIDI-HUBERMAN, Georges. A invenção da histeria: Charcot e a iconografia fotográfica da Salpêtrière. Rio de Janeiro: Contraponto. 2015 DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: ed. 34. 2010 Discursos Fotográficos, Revista (2017). Discursos Fotográficos, Londrina, v. 13, n. 22, jan./jun. 2017. Discursos Fotográficos, 13(22), 1–8. Disponível em: h ps://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/discursosfotograficos/ar cle/view/30303 MANGUEL, Alberto. Lendo imagens: uma história de amor e ódio. São Paulo: Companhia das letras. 2006 MARRA, Claudio. Nas sombras de um sonho: história e linguagens da fotografia de moda. São Paulo: Senac. 2008

Quadro 36: Ementa de Cinematografia Avançada Cinematografia Avanaçada NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Profissionalização em cinematografia e seus fluxos de trabalho. Imagem e narra va. Equipes e funções na direção de fotografia. Métodos e experimentações em cinematografia. Projeto e pesquisa em cinematografia. Estudo crí co das visualidades cinematográficas na contemporaneidade. Bibliografia Básica AUMONT, Jacques. O olho interminável: cinema e pintura. São Paulo: Cosac Naify. 2007 CALHADO, Cyn a. Intensidades da imagem: experiência esté ca no cinema - análises crí cas a par r de Walter Salles. Curi ba: Fi, 2022. Disponível em: h ps://www.editorafi.org/369imagem MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas e pós-cinemas. Campinas: Papirus. 2008 Bibliografia Complementar CALDAS, Aline; ANDRADE, Matheus. As cores na cinematografia do filme No coração do mar. In: Rebeca revista brasileira de estudos em cinema e audiovisual. V.13, n1, 2024. Disponível em: h ps://rebeca.emnuvens.com.br/1/ar cle/view/952 MELLO, Chris ne. Extremidades do vídeo. São Paulo: Senac. 2008 MOURA, Edgar. 50 anos luz câmera ação. São Paulo: Senac. 1999 OLIVEIRA, Rogério. El botón de Nácar: a cinematografia e a memória da água. In: Domínios da imagem, v. 17, n.32, 2023. Disponível em: h ps://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/dominiosdaimagem/ar cle/view/ 48192 ZETTI, Herbert. Manual de produção em televisão. São Paulo: cengage. 2017

Quadro 37: Ementa de Iluminação Iluminação NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Iluminação cênica: luz e narra va. Fotometria. Cores. Luminotécnica. Esquemas e mapas de luz. Tipos e fontes de luz. Equipamentos e acessórios de iluminação. Análise de iluminação. Projeto de iluminação. Bibliografia Básica ANDRADE, Matheus. A noite no cinema: ensaios sobre fotografia em cenas noturnas. João Pessoa: Ed. UFPB,

2023. Disponível em: h ps://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/view/ 1093/1062/12292 FARINA, Modesto; PEREZ, Clo lde; BASTOS, Dorinho. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. São Paulo: Blucher. 2015 HURTER, Bill. A luz perfeita: guia de iluminação para fotógrafos. Balneário Camboriú: Photos. 2010 Bibliografia Complementar ARONOVICH, Ricardo. Expor uma história: a fotografia do cinema. Rio de Janeiro: Gryphus. 2011 D’ARTEMARE, Antoine. Biopolí cas da luz nas cidades modernas e contemporâneas: do olhar-luz disciplinar às luzes operacionais de controle. In: Revista Lusófona de Estudos Culturais. vol. 8, n.1, 2021. Disponível em: h ps://rlec.pt/index.php/rlec/ar cle/view/3211 LEAL, Dodi Tavares Borges. ILUMILUTAS: tecnopolí cas da iluminação cênica, pedagogia crí ca da luz e visualidades de corpos não-hegemônicos. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 37, p. 116–135, 2020. DOI: 10.5965/1414573101372020116. Disponível em h p://dx.doi.org/10.5965/1414573101372020116 LIMA, Waldemar. A luz tropical brasileira. In: Rebeca - revista brasileira de estudos em cinema e audiovisual.

v.2, n.1, 2013. Disponível em: h ps://rebeca.socine.org.br/1/ar cle/view/304 LIRA, Bertrand. Cinema noir: a sombra como experiência esté ca e narra va. João Pessoa: editora UFPB. 2015 PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Leo Chris ano Editorial. 1977 TUDELLA, Eduardo Augusto da Silva. Iluminação cênica e estudos acadêmicos: teoria, práxis e imagem. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 31, p. 078–094, 2018. DOI: 10.5965/1414573101312018078. Disponível em: h p://dx.doi.org/10.5965/1414573101312018078 .

Quadro 38: Ementa de Desenho de Som e Trilha Sonora Desenho de Som e Trilha Sonora NOVO Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Som direto. Paisagem sonora. Elementos da trilha sonora e a narra va audiovisual. Música e mídias audiovisuais. Planejamento de áudio. Pesquisa e produção de efeitos sonoros. Gravação em estúdio e externas. Edição, mixagem e finalização. Histórias, referências, teorias, tecnologias e técnicas voltadas à produção de áudio para mídias audiovisuais. Bibliografia Básica MÁXIMO, João. A música do cinema:os cem primeiros anos. Rio de Janeiro: Rocco, 2003. 2v. (Artemídia) ISBN: 8532515932. OPOLSKI, Débora Regina. Introdução ao Desenho de Som:Uma sistema zação aplicada na análise do longametragem Ensaio sobre a Cegueira. João Pessoa: Editora da UFPB, 2013. 199p. (Humanidades) ISBN: 9788523706463. RODRIGUEZ, Angel; DANTAS, Rosângela. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. São Paulo: SENAC São Paulo, 2006. 344 p. ISBN: 8573595000. Bibliografia Complementar COSTA, Lucas Idalino de Oliveira; ARAGÃO, Rodrigo Mar ns. Es lís ca sonora na construção narra va da série Peaky Blinders. João Pessoa: 2020. 69 f. Monografia (Graduação) - UFPB/CCTA. DANCYGER, Ken; COUTINHO, Angélica. Técnicas de edição para cinema e vídeo:História, teoria e prá ca. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 490p. ISBN: 9788535212426. FONTERRADA, Marisa Trench de O et al. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 1991. 399p. ISBN: 8571390169. PEREIRA, Carlos Eduardo. A música no cinema silencioso no Brasil. Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna,

2014. 127p. ISBN: 9788598121161. SCHAFER, R. Murray; FONTERRADA, Marisa Trench. A afinação do mundo:uma exploração pioneira pela história passada e pelo atual estado do mais neglicenciado aspecto do nosso ambiente: a paisagem sonora. São Paulo: UNESP, 2011. 381 p. ISBN: 8571393532, 9788539301287.

Quadro 39: Ementa de Cinema, Ficção Televisiva e Literatura Cinema, Ficção Televisiva e Literatura NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Discurso literário, discurso audiovisual. Dialogismo e intertextualidade. Narratologia literária e audiovisual. Estudos narra vos. Recepção de audiovisuais. Análise comparada de produtos. Bibliografia Básica AZERÊDO, Genilda. Reencenando imagens e palavras: anotações sobre literatura e filmes. João Pessoa: EDUFPB, 2013. COSTA, Cris na. Ficção, comunicação e mídias. São Paulo: Editora Senac, 2002. MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. trad. Paulo Neves. São Paulo: Editora Brasiliense, 2003. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. 4ª ed., São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005. PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia de televisão. São Paulo: Moderna, 1998. Bibliografia Complementar BALOGH, Anna Maria. O discurso ficcional na TV: sedução e sonho em doses homeopá cas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2002. CANDIDO, Anônimo. et. al. A personagem de ficção. São Paulo: Perspec va, 1992. MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Tradução de Ronald Polito e Sérgio Alcides. 6ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2009. STAM, Robert. Teoria e prá ca da adaptação: da fidelidade à intertextualidade. Revista Ilha do desterro, nº 51, 2006. Disponível em: h ps://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/ar cle/view/21758026.2006n51p19. Acesso em 26/07/2019 STAM, Robert. Bakh n: da teoria literária à cultura de massa. Tradução Heloísa Jahn. São Paulo: Editora Á ca, 1992. STAM, Robert. A literatura através do cinema: realismo, magia e arte da adaptação. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2008.

Quadro 40: Ementa de Comunicação e Literatura Comunicação e Literatura NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Discurso literário e discurso informa vo. Ficção, comunicação e produção de sen do. Ruído, comunicação e desautoma zação. Narratologia literária, narratologia audiovisual. Literatura e ficção cinematográfica, literatura e ficção televisiva. Análise de narra vas. Bibliografia Básica BLIKSTEIN, Izidoro. Técnica de comunicação escrita. São Paulo: Á ca, 2001. JOLY, Mar ne. A imagem e sua interpretação. Lisboa: Edições 70, 2002. STAM, Robert. Bakh n, da teoria literária à cultura de massa. São Paulo: Á ca, 1992. Bibliografia Complementar BARBOSA FILHO, Hildeberto. “Ruído, estranhamento, comunicação”. In: O giz e a letra. João Pessoa: Manufatura, 2003. CANDIDO, Antônio et. al. A personagem de ficção. São Paulo: Perspec va, 1992. COSTA, Cris na. Ficção, comunicação e mídias. São Paulo: Editora Senac, 2002. GENETTE, G. Figuras III. São Paulo: Estação liberdade, 2017. PINTO, Milton José. Comunicação e discurso. São Paulo: Hacker. 2002. SANTA’ANNA, Affonso Romano de. Paródia, paráfrase e cia. São Paulo: Á ca, 1988.

Quadro 41: Ementa de Mídias Audiovisuais em Contextos Comunitários Mídias Audiovisuais em Contextos Comunitários 2303123 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Comunicação e comunidades: conceitos, relações e configurações. Comunicação e mul culturalismo, desenvolvimento, inclusão e emancipação. Mídias locais, movimentos sociais, direito à comunicação e cidadania. Centro e periferia: hegemonia e contra-hegemonia midiá ca. Bibliografia Básica BAUMAN, Zygmunt; DENTZIEN, Plínio. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. MOZART, Fabio. Democracia no ar: histórias de lutas pela radiodifusão comunitária na Paraíba. Joao PessoaPB: Imprell, 2004. PAIVA, Raquel. O espírito comum: comunidade, mídia e globalismo. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. Bibliografia Complementar CANCLINI, Nestor Garcia; Consumidores e cidadãos: conflitos mul nacionais da globalização.. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2008. HALL, Stuart; Iden dade e Diferença: A Perspec va dos Estudos Culturais. Petropólis, RJ: Vozes, 2014. MARTÍN-BARBERO, Jesús; Dos Meios às Mediações: Comunicação, Cultura e Hegemonia. Rio de Janeiro: UFRJ, 2006. MORAES, Dênis de. Planeta Mídia: Tendências da Comunicação na Era Global. Campo Grande, MS: Letra Livre, 1998. PERUZZO, Cicilia Krohling. Comunicação nos movimentos populares: a par cipação na construção da cidadania. 2.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.

Quadro 42: Ementa de Acessibilidade às Mídias Audiovisuais Acessibilidade às Mídias Audiovisuais NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Acessibilidade à comunicação na produção, distribuição e consumo de produtos informacionais, par cularmente as pessoas com deficiência. Contextualização da temá ca, legislação, correntes de desenvolvimento. Estratégias para acessibilidade em mídias audiovisuais. Tradução intersemió ca, audiodescrição, legendagem, acessibilidade na web. Análise crí ca da produção audiovisual com vistas à acessibilidade e à cidadania. Bibliografia Básica MAYER, Flávia. A importância das coisas que não existem: a construção e referenciação de conceitos de cor por pessoas com cegueira congênita. 2016. Tese (Doutorado) – Pon cia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-Graduação em Letras. PAGANO, Adriana; MAGALHÃES, Célia; ALVES, Fábio. Competência em tradução:cognição e discurso. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2005. ULBRICHT, Vania Ribas; FADEL, Luciane Maria; BATISTA, Claudia Regina. Design para acessibilidade e inclusão. 1. ed. São Paulo: Blucher, 2017. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 24 jun. 2025. Bibliografia Complementar ARAÚJO, Vera Lúcia San ago; ASSIS, Ítalo Alves Pinto de. A segmentação na legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) de Amor Eterno Amor: uma análise baseada em corpus. Letras & Letras. 30.2, (2014): 156-184. FERNANDES, Sueli. Surdez e linguagens: é possível o diálogo entre as diferenças? Dissertação de mestrado em Linguís ca de Língua Portuguesa. Universidade Federal do Paraná, 1998. MONTEIRO, Silvia Malena Modesto; DANTAS, João Francisco. Tradução audiovisual acessível (TAVa): a segmentação linguís ca na Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE) da campanha polí ca na televisão em Fortaleza. Trabalhos em Linguís ca Aplicada. 56.2, (2017): 527-560. NAVES, Sylvia; MAUCH, Carla; ALVES, Soraya; ARAÚJO, Vera Lúcia. Guia para produções audiovisuais acessíveis. Ministério da Cultura, Secretaria de Audiovisual, 2014. PRADO, Adriana R. de. Desenho Universal:Caminhos da acessibilidade no Brasil. São Paulo: Annablume, 2010.

Quadro 43: Ementa de Mídias Audiovisuais e Mobilidade Mídias Audiovisuais e Mobilidade NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Convergência midiá ca e disposi vos móveis. Reconfigurações da comunicação e da sociabilidade em contexto de mobilidade. Potencialidades produ vas e transformações no consumo midiá co. Bibliografia Básica KERCKHOVE, Derrick de. A pele da cultura: uma inves gação sobre a nova realidade eletrónica. Lisboa: Relógio D’água, 1997. PELLANDA, Eduardo Campos; BARBOSA, Suzana. Jornalismo e mídias móveis no contexto da convergência.

1. ed. Porto Alegre: ediPUCRS, 2014. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 24 jun. 2025. SANTAELLA, Lucia. Linguagens líquidas na era da mobilidade. São Paulo: Paulus, 2011. Bibliografia Complementar LEÃO, Lucia (Org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: SENAC, 2003. LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2004. LEMOS, André. Comunicação e mobilidade: aspectos socioculturais das tecnologias móveis de comunicação no Brasil. Salvador: EDUFBA, 2009. RAPPAPORT, Theodore Sco . Comunicações sem fio: princípios e prá cas. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2009. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. SANTAELLA, Lúcia. A ecologia pluralista da comunicação:conec vidade, mobilidade, ubiquidade. São Paulo: Paulus, 2010.

Quadro 44: Ementa de Libras Libras GDLS0024 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Línguas de Sinais Ementa: Aspectos sócio históricos, linguís cos iden tários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguís cos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintá cos e semân co-pragmá cos da Língua Brasileira de Sinais. Prá ca de conversação em Libras. Bibliografia Básica BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramá ca em língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010. 273p. ISBN: 8528200698. QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos linguís cos. Porto Alegre: Artmed, 2004, 2007. 221 p. ISBN: 9788536303086. SKLIAR, Carlos (organização). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 8. ed. Porto Alegre: Mediação, 2016. 190p. ISBN: 9788587063175. Bibliografia Complementar BRASIL. Secretaria de Educação Especial/Deficiência audi va /organizado por Giuseppe Rinaldi et al. Brasília: SEESP, 1997. Alfabe zação: Aquisição do Português escrito por surdos. VI (Série Atualidades Pedagógicas, n. 4, v. 2, Fascículo 5). FARIA, Evangelina Maria Brito de; CAVALCANTE, Marianne Carvalho Bezerra. Língua portuguesa e libras: teorias e prá cas. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2010. V. ISBN: 9788577454891. GESUELI, Z. M. Linguagem e surdez: questões de iden dade. São Paulo: Horizontes. v. 26, n. 2, p. 63-72, 2008. GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 4. ed. rev. Campinas, SP: Autores Associados,

2012. 106 p. ISBN: 9788585701208. STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 2016. 146 p. ISBN: 9788532807786. VELOSO, Éden; MAIA, Valdeci. Aprenda LIBRAS com eficiência e rapidez. 6. ed. Curi ba: Mão Sinais, 2012. 228p. ISBN: 9788560683178.

Quadro 45: Ementa de História do Audiovisual História do Audiovisual 2303011 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Precursores do audiovisual. Contribuições ocidentais para estabelecimento de uma história do audiovisual no mundo. Pioneiros e autores clássicos. O audiovisual na América La na. História sucinta das mídias audiovisuais brasileiras. Cinema e televisão em contextos históricos e geográficos dis ntos. O aparecimento do vídeo e outros suportes audiovisuais, contemporaneidade das criações ar s cas e comunicacionais e o meio cultural. A herança radiofônica da televisão no ocidente. Correntes teóricas que conformam o campo do cinema, televisão e vídeo. Dificuldades de estabelecimento de uma história linear da cultura audiovisual. Empreendedores e ar stas que estabeleceram as bases da cultura audiovisual moderna. Bibliografia Básica DEBRAY, Regis, vida e morte da imagem: uma história do olhar no ocidente. Petrópolis: vozes, 1994. FURTADO, Beatriz (Org.). Imagem contemporânea: cinema, TV, documentário, fotografia, videoarte, games... Vol.I. São Paulo: Hedra, 2009. FURTADO, Beatriz (Org.). Imagem contemporânea: cinema, TV, documentário, fotografia, videoarte, games... Vol.II. São Paulo: Hedra, 2009. Bibliografia Complementar JOST, F. Seis lições sobre televisão. Sulina, 2004. MACHADO, A. A Televisão levada a sério. S. Paulo: SENAC, 2019 PUCCI JUNIOR, Renato Luiz. Cinema brasileiro pós-moderno: o neon-realismo. Porto Alegre: Sulina, 2009. SADOUL, Georges. História do cinema mundial: das origens a nossos dias. Vol. II. São Paulo: Mar ns, s/d. STAM, Robert. Introdução a teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003.

Quadro 46: Ementa de História Social dos Meios História Social dos Meios 2303017 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Perspec va histórico-social dos meios de comunicação. Relação entre mídia, sociedade e cultura. Processos de midia zação da vida social. Princípios de sociologia da comunicação. Mídia, tecnologia e consumo. Bibliografia Básica JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo:Aleph, 2009. LEVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informá ca. Rio de Janeiro: 34, 2008. SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. Paulus: São Paulo, 2004. Bibliografia Complementar MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos Meios às Mediações: Comunicação, Cultura e Hegemonia. Rio de Janeiro:Ed. da UFRJ, 2008. ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1994. COHN, Gabriel. Sociologia da comunicação teoria e ideologia. Rio de Janeiro: Vozes, 2014. KELLNER, Douglas. A cultura da mídia: estudos culturais : iden dade e polí ca entre o moderno e o pósmoderno. Bauru: EDUSC, 2001. MORIN, Edgar. Cultura de massas no século. XX. Rio de Janeiro: Forense, 1984

Quadro 47: Ementa de Cibercultura Cibercultura 2303083 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Digitalização e Comunicação. Cultura das redes. Convergência midiá ca. Sociedade da informação. Novas tecnologias e novas formas de pensar. Novos paradigmas comunicacionais. Bibliografia Básica CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. 2. ed. Porto Alegre: Sulina, 2004. RÜDIGER, Francisco. As teorias da cibercultura:perspec vas, questões e autores. Porto Alegre: Sulina, 2011 SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano:da cultura das mídias à cibercultura. 4.ed. São Paulo: Paulus, 2010 Bibliografia Complementar CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 9.ed.,rev e ampl. São Paulo: Paz e Terra, 2006. LEMOS, André; LÉVY, Pierre. O futuro da Internet:em direção a uma ciberdemocracia planetária. São Paulo: Paulus, 2010. LÉVY, Pierre; COSTA, Carlos Irineu da. Cibercultura. 2. ed. São Paulo: Ed. 34, 2010. PRIMO, Alex (Organizador). Interações em rede. Porto Alegre: Sulina, 2016. SANTAELLA, Lucia. Navegar no ciberespaço:o perfil cogni vo do leitor imersivo. São Paulo: Paulus, 2004 2020

Quadro 48: Ementa de Crí ca de Audiovisual Crí ca de Audiovisual 2303153 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Esté ca e história dos audiovisuais. Discursos audiovisuais e suas especificidades. A análise de produtos audiovisuais. Textos audiovisuais e seu contexto de produção, circulação, recepção e resposta social. Narra vas cinematográficas, radiofônicas, televisivas e novas mídias. Análise da recepção crí ca. Bibliografia Básica MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. trad. Paulo Neves. São Paulo: Editora Brasiliense, 2003. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. 4ª ed., São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005. PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia de televisão. São Paulo: Moderna, 1998. Bibliografia Complementar BALOGH, Anna Maria. O discurso ficcional na TV: Sedução e sonho em doses homeopá cas. São Paulo: Edusp, 2002. BETTON, Gérard. Esté ca do cinema. São Paulo: Mar ns Fontes, 1987. REIS, Carlos; LOPES, Ana Cris na. Dicionário de teoria da narra va. São Paulo: Á ca, 1998. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas, SP: Papirus, 2003. VANOYE, François; GOLIOT-LÉTÉ, A. Ensaio sobre a análise lmica. Campinas: Papirus, 1994. XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.

Quadro 49: Ementa de História dos Meios de Massa Paraibanos História dos Meios de Massa Paraibanos 2303177 Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Discussão aprofundada da história polí ca, cultural, econômica e social dos meios de comunicação de massa na Paraíba. Temas relacionados a presença dos meios de comunicação no Estado. Bibliografia Básica CARNEIRO, Josélio (organização). Tabajara 65 anos: a rádio da Paraíba. João Pessoa: A União, 2002. RIBEIRO, Ana Paula Goulart; SACRAMENTO, Igor; ROXO, Marco (org.). História da televisão no Brasil. 1. ed. São Paulo: Contexto, 2010. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 06 jul. 2025. NASCIMENTO, Pereira. História da radiodifusão na Paraíba. S.l.: Ed. Persona, 2003. 382 p. Bibliografia Complementar BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia:de Gutenberg à internet. 2.ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. 375 p. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. 6.ed. São Paulo: Senac, 2014. 238 p. MAIOR, Gilson Souto. História da televisão na Paraíba. João Pessoa: A União, 2017. 341 p. MATTOS, Sérgio. História da televisão brasileira: uma visão econômica, social e polí ca. 5.ed.rev.ampl. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. 285p. MOZART, Fabio. Democracia no ar:histórias de lutas pela radiodifusão comunitária na Paraíba. Joao PessoaPB: Imprell, 2004.

Quadro 50: Ementa de Videoclipe Videoclipe NOVO Carga Horária Teórica: 20h

Carga Horária Prá ca: 40h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: As histórias, os conceitos e as técnicas do videoclipe. Esté cas e formatos dos mais tradicionais aos mais alterna vos da linguagem videoclíp ca. Processos cria vos e o senso crí co sobre as oportunidades e os usos desse gênero audiovisual. Bibliografia Básica MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. 6.ed. São Paulo: Senac, 2014. 238 p. ISBN: 9788539607686. MÁXIMO, João. A música do cinema: os cem primeiros anos. Rio de Janeiro: Rocco, 2003. 2v. (Artemídia) ISBN: 8532515932. ROBERTS-BRESLIN, Jan. Produção de imagem e som. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. 297p. ISBN: 9788535233414. Bibliografia Complementar DANCYGER, Ken; COUTINHO, Angélica. Técnicas de edição para cinema e vídeo: História, teoria e prá ca. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 490p. ISBN: 9788535212426. FERNANDES, Thaís de Andrade; MASCARENHAS, Alan Mangabeira. Paraíso e corpos perdidos:música brega como ferramenta de fala para corpos silenciados no audiovisual. João Pessoa: 2020. 59 f. Monografia (Graduação) - UFPB/CCTA. SANTOS, Fabrícia Kelly Guedes dos. A recirculação de videoclipes intera vos no youtube a par r da apropriação dos usuários. João Pessoa: 2017. 128 f. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCHLA. SOARES, Thiago. A esté ca do videoclipe. João Pessoa: Editora da UFPB, 2013. 308 p. (Coleção Humanidades) ISBN: 9788523706555. TORRES, Mateus Jácome Castelo Gomes; MASCARENHAS, Alan Mangabeira. "I want my MTV":relatório do projeto do single-álbum visual Recomeçar com base nos gêneros do videoclipe. João Pessoa: 2022. 77 f. TCC (Graduação) - UFPB/CCTA.

Quadro 51: Ementa de Gêneros do Audiovisual Gêneros do Audiovisual 2303170 Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: A noção de gêneros discursivos. Elementos cons tu vos dos gêneros. Hibridização de gêneros. Os gêneros audiovisuais. Os gêneros audiovisuais e as mídias. A relação entre gênero e formato. Bibliografia Básica MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2001. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério.São Paulo: SENAC, 2002. CHARAUDEAU, Patrick. Discurso das mídias. São Paulo: Contexto, 2006. Bibliografia Complementar BAKHTIN, Mickhail. Esté ca da criação verbal. São Paulo: Mar ns Fontes, 1992. DUARTE, Elizabeth Barros; CASTRO, Maria Lilia Dias. Comunicação Audiovisual: gêneros e formatos. Porto Alegre, Sulina, 2006. FREIRE FILHO, João. A TV em transição. Porto Alegre: Sulina, 2009. JOST, François. Seis Lições Sobre Televisão. Porto Alegre, Sulina, 2004. MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas e pós-cinemas. Campinas: Papirus, 1997.

Quadro 52: Ementa de Tópicos Especiais em Comunicação Tópicos Especiais em Comunicação NOVO Carga Horária Teórica: 60h

04 créditos

Carga Horária Prá ca: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Temas contemporâneos do campo da Comunicação Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Quadro 53: Ementa de Tópicos Especiais em Mídias Audiovisuais Tópicos Especiais em Mídias Audiovisuais NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Temas contemporâneos do campo em Mídias Audiovisuais Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Quadro 54: Ementa de Tópicos Especiais em Rádio e Mídia Sonora Tópicos Especiais em Rádio e Mídia Sonora NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Temas contemporâneos do campo em Rádio e Mídia Sonora Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Quadro 55: Ementa de Tópicos Especiais em Imagem Técnica Tópicos Especiais em Imagem Técnica NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Tópicos contemporâneos sobre a Imagem Técnica nas mídias audiovisuais Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Carga Horária Extensão: -

Quadro 56: Ementa de Tópicos Especiais em Mídias Digitais Tópicos Especiais em Mídias Digitais NOVO Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Temas contemporâneos do campo em Mídias Digitais Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Quadro 57: Ementa de Laboratório de Produção em Mídias Audiovisuais Laboratório de Produção em Mídias Audiovisuais NOVO Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prá ca: 45h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Experimentação e produção laboratorial em Mídias Audiovisuais Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Quadro 58: Ementa de Laboratório de Produção em Rádio e Mídia Sonora Laboratório de Produção em Rádio e Mídia Sonora NOVO

04 créditos

Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Prá ca: 45h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Experimentação e produção laboratorial em Rádio e Mídia Sonora Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Quadro 59: Ementa de Laboratório de Produção em Imagem Técnica Laboratório de Produção em Imagem Técnica NOVO Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prá ca: 45h

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Experimentação e produção laboratorial em Imagem Técnica Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Quadro 60: Ementa de Laboratório de Produção em Mídias Digitais Laboratório de Produção em Mídias Digitais NOVO Carga Horária Teórica: 15h

Carga Horária Prá ca: 45h

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: de Comunicação Ementa: Experimentação e produção laboratorial em Mídias Digitais Bibliografia Básica Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável Bibliografia Complementar Bibliografia a ser definida pelo/a docente responsável

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

14.2 EQUIVALÊNCIAS O quadro abaixo apresenta as equivalências presentes entre componentes curriculares do novo currículo e do currículo anterior, tendo por referência o RGG seu capítulo VII.

Quadro 61: Equivalências Radialismo Currículo 922011 Componente (código) TEORIAS DA COMUNICAÇÃO (2303008) FOTOGRAFIA DIGITAL (2303010) PESQUISA APLICADA À COMUNICAÇÃO (2303014) COMUNICAÇÃO E CULTURAS CONTEMPORÂNEAS (2303013) ROTEIRO (2303098) EDIÇÃO E MIXAGEM DE SOM (2303236) DIREÇÃO DE ARTE (2303127) OFICINA DE AUDIOVISUAL I (2303084)

Carga horária 60 60 60 60 60

60 75

ÉTICA E DEONTOLOGIA (2303086)

60

OFICINA AUDIOVISUAL II (2303125)

75

OFICINA DE AUDIOVISUAL III (2303155) OFICINA DE ÁUDIO I (2303154)

75 75

OFICINA DE ÁUDIO II (2303160)

75

PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS PARA A WEB (2303124) RÁDIO E TELEVISÃO DIGITAL (2303158)

60

ILUMINAÇÃO (2303023) DESENHO DE SOM E TRILHA SONORA (2303025) HISTÓRIA DO AUDIOVISUAL (2303011) ACESSIBILIDADE ÀS MÍDIAS AUDIOVISUAIS (2303168)

60 60 60 60 60

Comunicação em Mídias Audiovisuais Currículo NOVO Componente (Código diferente ou a Carga palavra NOVO) horária TEORIAS DA COMUNICAÇÃO (NOVO) 60 INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA (NOVO) METODOLOGIAS DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO (NOVO) COMUNICAÇÃO E CULTURAS CONTEMPORÂNEAS (NOVO) ROTEIRO AUDIOVISUAL (NOVO) EDIÇÃO E MIXAGEM DE SOM (NOVO)

60 60

DIREÇÃO DE ARTE (NOVO) OFICINA DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL (NOVO) ÉTICA E DEONTOLOGIA NAS MÍDIAS AUDIOVISUAIS (NOVO) OFICINA DE EDIÇÃO E MONTAGEM (NOVO) OFICINA DE DIREÇÃO DE PROGRAMAS AUDIOVISUAIS (NOVO) OFICINA DE REDAÇÃO E PRODUÇÃO PARA RÁDIO (NOVO) OFICINA DE PRODUÇÃO EM MÍDIA SONORA (NOVO) PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO MULTIPLATAFORMAS (NOVO) TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO AUDIOVISUAL (NOVO) ILUMINAÇÃO (NOVO) DESENHO DE SOM E TRILHA SONORA (NOVO) HISTÓRIA DO AUDIOVISUAL (NOVO) ACESSIBILIDADE ÀS MÍDIAS AUDIOVISUAIS (NOVO)

60 60

60 60 60

60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60

15 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A avaliação do Curso de Comunicação em Mídias Audiovisuais é um processo con nuo e cole vo, respeitando-se as especificidades de cada a vidade pedagógica, bem como as par cularidades do processo de elaboração do conhecimento por discentes e as propostas pedagógicas. Neste sen do, propõe-se um sistema integrado de avaliação do Curso e das a vidades pedagógicas, de acordo com os obje vos do Curso e o perfil do egresso, que permita o aperfeiçoamento constante do profissional desejado, considerando os seguintes elementos básicos: O processo de ensino-aprendizagem deve buscar a autonomia, com atuação de metodologias diversas que favoreçam a construção e consolidação do conhecimento em diálogo com as experiências e trajetórias individuais de discentes, de modo a favorecer e acompanhar seu desenvolvimento, além de medir seu desempenho. Necessário destacar o empenho em atender, nos componentes curriculares, a acessibilidade metodológica, para a qual, conta-se com os serviços e apoio ins tucionais, como o acompanhamento de discentes pelo Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) e pela Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE), como descrito no item de serviços de apoio ao discente. Visando estes obje vos o processo de avaliação deve possuir as seguintes etapas:

a) Realização de diagnós co: avaliação proposi va que visa estabelecer o perfil e nível de conhecimento discente, propor ajustes e adequações ao programa do curso, com o propósito de reduzir distorções e aproximar à realidade do curso a realidade do corpo discente.

b) Forma va: acompanhamento do desempenho acadêmico discente, semestralmente, por meios de provas, testes, trabalhos, seminários, análises de produtos, produções laboratoriais e experimentações de técnicas e linguagens, realizadas de forma individual ou em equipe, sob a supervisão do professor ou monitor das a vidades;

c) Soma va: verifica o aproveitamento final do aluno e seu grau de aproveitamento acadêmico. De acordo com o que estabelece o Regulamento Geral da Graduação, (UFPB, 2020), o processo se dará de forma con nua, por instrumentos de diagnós co, acompanhamento e verificação da aquisição de conhecimentos, habilidades e a tudes constatados a par r do rendimento acadêmico e da assiduidade. Em relação à assiduidade, o controle de frequência será registrado por cada docente, no decorrer dos componentes, sendo obrigatória a par cipação discente em, no mínimo, 75% das a vidades, sendo resguardado o abono de faltas nos casos previstos na Resolução supracitada. Em relação à aferição do rendimento, deverão ser realizadas, no mínimo, duas avaliações, no caso de componentes curriculares com até 45h, e três, no caso de componentes com 60h ou mais. As

avaliações serão guiadas por orientações específicas apresentadas para cada procedimento avalia vo e serão expressas por notas que podem variar de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). A média em cada componente curricular deverá ser calculada pela média aritmé ca das notas de cada avaliação. Para aprovação, será necessário a ngir média igual ou superior a 7,0 (sete). Discente com média superior a 4,0 (quatro) e inferior a 7,0 (sete) terá direito a realizar exame final. Neste caso, para aprovação será necessário obter média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se peso 6 (seis) à média das a vidades didá cas e peso 4 (quatro) à nota do exame final.

16 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO Em relação à avaliação do curso, destaca-se seu processo de gestão compar lhada, com atuação do NDE, responsável pela avaliação do Projeto Pedagógico de Curso, e do Colegiado de Curso, órgão delibera vo, responsável pela aprovação dos processos do curso. Nesse sen do, ainda, destaca-se o processo de planejamento de gestão da Coordenação, baseada em plano de ações que deve ser apresentado no momento de sua designação, com cronograma de a vidades para o termo do mandato e encaminhamentos futuros, baseados em instrumentos de avaliação internos e externos, como informações do Observatório de Dados da Graduação, dos Relatórios da Comissão Permanente de Autoavaliação e das avaliações externas, além do diálogo constante com corpos docente e discente e dos processos de acompanhamento de egressos. O acompanhamento e avaliação da gestão deve se dar pela apresentação de relatórios semestrais de a vidades, a serem apreciados pelo NDE e pelo Colegiado e tornados públicos ao corpo docente e discente. A avaliação das a vidades acadêmicas deve permi r a ar culação entre as etapas do processo pedagógico, orientada pelos obje vos do curso e o perfil esperado do egresso; os instrumentos de avaliação devem apresentar com clareza os obje vos do processo; apresentação e discussão, junto ao corpo docente e discente, das etapas do processo de avaliação e seus resultados, a fim construir novas propostas e caminhos para superação das dificuldades; ampla divulgação do relatório final do processo de avaliação.

REFERÊNCIAS BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação. Disponível em: h p://portal.mec.gov.br/component/content/ar cle?id=12991. Acesso em: 16 de jun de 2025. BRASIL. Ministério da Educação. Sistema e-MEC: base de dados oficial dos cursos e ins tuições de educação superior. Disponível em: h p://emec.mec.gov.br. Acesso em: 16 de jun de 2025. BRASIL. LEI Nº 13.424, DE 28 DE MARÇO DE 2017. Disponível em h p://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13424.htm#art7 Acesso em: 20 de fevereiro de 2019. COSTA, M. ARAGÃO, R.M., Mapa de Mídia: A produção de mídia sonora e a podosfera paraibana na cidade de João Pessoa In: In: Anais do Simpósio Nacional do Rádio. Simpósio Nacional do Rádio. 4 a 6 de maio de 2022, São Paulo: 2022 DJICK, José van., POELL, Thomas., WAAL, Mar jn de. The pla orm society. New York: Oxford University Press, 2018 GUILHERME, C. ARAGÃO, R.M., Mapa da mídia: retrato da produção radiofônica em João Pessoa In: Anais do Simpósio Nacional do Rádio. Simpósio Nacional do Rádio. 4 a 6 de maio de 2022, São Paulo: 2022 GUILHERME, C. ARAGÃO, R.M., Mapa da mídia: retrato da produção televisiva em João Pessoa. In: Anais do 45º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 5 a 9 de outubro de 2022, São Paulo: Intercom, 2022a JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2009 LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002. LEMOS, André. A Comunicação das Coisas. São Paulo: Annablume, 2013 LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999. LINS, A., TRIGUEIRO, A. A formação em comunicação e o perfil profissional na região Nordeste do Brasil: possíveis horizontes. In: ALMEIDA, F., CARRILHO, K., BASTOS, R. Fórum Ensicom: realidades e perspec vas do ensino de comunicação no Brasil. São Paulo: INTERCOM, 2017. MANOVICH, Lev. The language of new media. Cambridge: MIT Press, 2001 MEIRELLES, Norma. Radialismo no Brasil: Profissão, currículo e projeto pedagógico. Florianópolis: Insular, 2020.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 11/12/2025 RESOLUÇÃO Nº 77/2025 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 77) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 26/02/2026 19:39 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087

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