UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 42/2026

UFPB-CONSEPE-RES-42-2026
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Hotelaria, Bacharelado, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Campus I, da Universidade Federal da Paraíba.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (28)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Resolução Consepe nº 29/2020 e na Resolução Consepe nº 2/2022, e...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Resolução Consepe nº 29/2020 e na Resolução Consepe nº 2/2022, e...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Resolução Consepe nº 29/2020 e na Resolução Consepe nº 2/2022, e...” fonte: texto · confiança alta
25 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Parecer CNE/CES 167/2002 em: Anexo I“conforme os princípios norteadores do PDI da UFPB e os pareceres CNE/CES n.º 67/2003 e n.º 167/2002: ”
  • cita
    Parecer CNE/CES 67/2003 em: Anexo I“conforme os princípios norteadores do PDI da UFPB e os pareceres CNE/CES n.º 67/2003 e n.º 167/2002: ”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: Anexo I“Resolução CNE/CES Nº 07/2018;”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: Anexo I“Resolução CNE/CP 01/2004 – Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 5º“§ 2º A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: Anexo I“Resolução CNE/CP 01/2012 - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (EDH);”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: art. 5º“e Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, e Nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV,...”
  • cita
    Res. CNE/CP 2/2012 em: Anexo I“Resolução CNE/CP 02/2012 - Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental (EA) e institui a Polí ca Nacional de Educação Ambiental (PNEA).”
  • cita
    Lei 10.436/2002 em: Anexo I“Lei n°.10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras;”
  • cita
    Lei 10.639/2003 em: Anexo I“Lei nº 10.639/2003 - inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temá ca "História e Cultura Afro-Brasileira”;”
  • cita
    Lei 11.645/2008 em: Anexo I“Lei nº 11.645/2008 - inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temá ca “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”;”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: Anexo I“As polí cas de ações afirma vas adotadas pela UFPB, em conformidade com a Lei nº 12.711/2012 e suas regulamentações, garantem reserva de vagas para estudantes oriundos”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: art. 5º“§ 2º A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme...”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo I“HISTÓRIA DO CURSO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ex-Universidade da Paraíba, criada pela Lei Estadual nº. 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e federalizada pela Lei nº. 3.835 de 13 de...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.”
  • cita
    Lei PB 1.366/1955 em: Anexo I“HISTÓRIA DO CURSO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ex-Universidade da Paraíba, criada pela Lei Estadual nº. 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e federalizada pela Lei nº. 3.835 de 13 de...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: art. 5º“§ 3º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, encontrando-se descrita após a Composição Curricular com os componentes curriculares...”
  • cita
    Res. CONSEPE 07/2010 em: Anexo I“Resolução 07/2010 CONSEPE/UFPB – Normas de elaboração e reformulação do Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB;”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo I“Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFPB – Resolução CONSEPE Nº 29/2020;”
  • cita
    Res. CONSEPE 66/2006 em: Anexo I“O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, aprovou, posteriormente, o Projeto Pedagógico do Curso - PPC (Resoluções 66/2006 e 67/2006).”
  • cita
    Res. CONSEPE 67/2006 em: Anexo I“O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, aprovou, posteriormente, o Projeto Pedagógico do Curso - PPC (Resoluções 66/2006 e 67/2006).”
  • cita
    Res. CONSUNI 04/2014 em: Anexo I“Criado pela Resolução CONSUNI nº 04/2014, o CRAS também atua como campo para a vidades de ensino, pesquisa e extensão.”
  • cita
    Res. CONSUNI 05/2006 em: Anexo I“Conforme previsto na criação do Campus IV (Resolução 05/2006 do CONSUNI), em reunião realizada em 23 de maio de 2006 o referido Conselho criou o curso de Graduação em Hotelaria.”
  • cita
    Res. CONSUNI 32/2013 em: Anexo I“Resolução 32/2013 CONSUNI/UFPB – Relocação do Curso de Hotelaria do Centro de Ciências Aplicadas e Educação para o Centro de Comunicação, Turismo e Artes;”
  • cita
    Portaria PRG 25/2011 em: Anexo I“As A vidades Complementares (componentes flexíveis) na Universidade Federal da Paraíba exigidas pelo Ministério da Educação – MEC (Parecer CNE/CES 67, de 11 de março de 2003), estão contempladas...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 27 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 10 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N° 42/2026

Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Hotelaria, Bacharelado, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Campus I, da Universidade Federal da Paraíba.

O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Resolução Consepe nº 29/2020 e na Resolução Consepe nº 2/2022, e considerando o que consta do Processo nº 23074.011365/2024-14 e a deliberação ocorrida em reunião realizada em 3 de agosto de 2026,

RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Hotelaria, Bacharelado, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Campus I, da Universidade Federal da Paraíba.

§ 1º O Projeto Pedagógico do Curso de Hotelaria, Bacharelado, compreende o conjunto de ações sociopolí cas e técnico-pedagógicas des nadas a orientar a formação profissional e a organização curricular do curso.

§ 2º Os obje vos do curso, o perfil profissional, as competências, as habilidades e o campo de atuação das pessoas egressas constam do Anexo.

Art. 2º O Curso de Hotelaria tem como finalidade conferir o grau de bacharel em Hotelaria a discentes que cumprirem as determinações desta Resolução.

Art. 3º O Curso de Hotelaria, Bacharelado, ofertará 50 (cinquenta) vagas por semestre, totalizando 100 (cem) vagas anuais.

Art. 4º O Curso de Hotelaria, Bacharelado, funcionará no turno da tarde, terá duração mínima de 7 (sete) e máxima de 11 (onze) períodos le vos e será integralizado em 2.400 (duas mil e quatrocentas) horas, equivalentes a 160 (cento e sessenta) créditos.

Parágrafo único. A matrícula compreenderá, por período le vo, no mínimo, 240 (duzentas e quarenta) horas ou 16 (dezesseis) créditos e, no máximo, 360 (trezentas e sessenta) horas ou 24 (vinte e quatro) créditos.

Art. 5º A estrutura curricular integra o Projeto Pedagógico do Curso e compreende os conteúdos fixados na tabela a seguir, desdobrados no Anexo. Conteúdos Curriculares Conteúdos Básicos Profissionais (obrigatórios)

1. Conteúdos Obrigatórios

2. Estágio Supervisionado Total Obrigatórios

Carga-horária

Créditos

Percentual

1.440h 300h

96 20

60% 12,5%

1.740h

116

72,5%

360h 180h 120h 660h 2.400h

24 12 08 44 160

15% 7,5% 5% 27,5% 100%

Conteúdos Complementares

1. Complementares Obrigatórios

2. Complementares Opta vos

3. Complementares Flexíveis Total Complementares TOTAL DO CURSO

Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Hotelaria – CCTA, 2025.

§ 1º Os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.

§ 2º A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, e Nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV, sobre os conteúdos relacionados à Pessoa com Deficiência e, ainda, a temá ca de Educação Ambiental, em conformidade com a Resolução do CNE Nº 01, de 30 de maio de 2012, constam, de forma transversal, nas ementas de disciplinas obrigatórias e opta vas.

§ 3º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, encontrando-se descrita após a Composição Curricular com os componentes curriculares integralizados elencados no quadro 3 do Anexo.

Art. 6º Os componentes curriculares serão do po:

I – disciplinas;

II – a vidades:

a) de iniciação à pesquisa e/ou extensão;

b) de monitoria;

c) par cipação em eventos.

Parágrafo único. Os componentes Trabalho de Conclusão de Curso, Estágio e os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso, através de Resolução Interna, para fins de integralização curricular.

Art. 7º O Curso adotará o regime de créditos.

Parágrafo único. O fluxo curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, em períodos le vos, será feita conforme especificado no Anexo.

Art. 8º O Projeto Pedagógico do Curso de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso.

Art. 9º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 07 (sete) períodos le vos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sociopolí co-educa vas.

Parágrafo único. As alterações do Projeto Pedagógico do Curso serão propostas pelo Núcleo Docente Estruturante, apreciadas pelo Colegiado do Curso, subme das aos colegiados departamentais responsáveis pelos componentes curriculares e ao Conselho de Centro e, após as análises da Coordenação de Currículos Acadêmicos da Pró-Reitoria de Graduação e da Pró-Reitoria de Extensão e a emissão do parecer técnico-pedagógico final, encaminhadas ao Consepe.

Art. 10 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 20 de agosto de 2026.

Terezinha Domiciano Dantas Mar ns Presidente

[página 4 — sem camada de texto; texto obtido por OCR]

ANEXO da Resolução nº 42/2026 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Hotelaria, Bacharelado, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), Campus | da UFPB.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES — CCTA COORDENAÇÃO DO CURSO DE HOTELARIA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE HOTELARIA

JOÃO PESSOA - PB Dezembro de 2025

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA [fim da página 4]

CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES – CCTA COORDENAÇÃO DO CURSO DE HOTELARIA TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITORA MÔNICA NÓBREGA VICE-REITORA ANA CLÁUDIA DA SILVA RODRIGUES PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO ULISSES CARVALHO DA SILVA DIRETOR DO CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES FABIANA CARDOSO DE SIQUEIRA VICE-DIRETORA DO CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES JEFFERSON OLIVEIRA DA SILVA LACERDA COORDENADOR DO CURSO DE HOTELARIA ALINE GISELE AZEVEDO LIMA DE BARROS VICE-COORDENADORA DO CURSO DE HOTELARIA NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE HOTELARIA Professor Jefferson Oliveira da Silva Lacerda – Presidente Professora Adriana Brambilla Professora Aline Gisele Azevedo Lima de Barros Professora Daniela Maria Lucena Rodrigues Professora Joelma Abrantes Guedes Temóteo Professora Lyvia Camila Fernandes Madruga Barros Professora Marcleide Maria Macêdo Pederneiras Professora Paula Dutra Leão de Menezes

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CA

COORDENAÇÃO ACADÊMICA

CCAE

CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO

CCTA

CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES

CIA

COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE

CNPQ CONSEPE

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

CONSUNI

CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO

CRAS

CENTRO DE REFERÊNCIA EM ATENÇÃO À SAÚDE

CTDR

CENTRO DE TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

DE

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA

DE

DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA

DGA

DEPARTAMENTO DE GASTRONOMIA

DHG

DEPARTAMENTO DE HOTELARIA E GASTRONOMIA

DLEM

DEPARTAMENTO DE LETRAS ESTRANGEIRAS E MODERNAS

DLS

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS DE SINAIS

DTH

DEPARTAMENTO DE TURISMO E HOTELARIA

ENEM

EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO

HOTUR

EMPRESA JÚNIOR DE TURISMO E HOTELARIA

IES

INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

LETH

LABORATÓRIO DE ESTUDOS EM TURISMO E HOTELARIA

LID

LABORATÓRIO DE INCLUSÃO DIGITAL

NDE

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

PRG

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

PRAPE

PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO AO ESTUDANTE

SIAG

SECRETARIA INTEGRADA DE ATENDIMENTO À GRADUAÇÃO

SIGAA

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE ATIVIDADES ACADÊMICAS

SIPAC

SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

SISU

SISTEMA DE SELEÇÃO UNIFICADA

TAE’s

TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO

TCC

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

UFPB

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

UFPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

LISTA DE QUADROS Quadro 1: Lista de Docentes com indicação de Regime de Trabalho e Titulação....................28 Quadro 2: Temá cas obrigatórias do Curso de Bacharelado em Hotelaria.............................36 Quadro 3: Creditação da Extensão para o curso de Hotelaria.................................................41 Quadro 4: Fluxograma do Curso de Graduação em Hotelaria - Turno Vesper no...................43 Quadro 5: Ementas para o 1º Período do Curso de Hotelaria..................................................44 Quadro 6: Ementas para o 2º Período do Curso de Hotelaria..................................................47 Quadro 7: Ementas para o 3º Período do Curso de Hotelaria..................................................51 Quadro 8: Ementas para o 4º Período do Curso de Hotelaria..................................................54 Quadro 9: Ementas para o 5º Período do Curso de Hotelaria..................................................58 Quadro 10: Ementas para o 6º Período do Curso de Hotelaria................................................61 Quadro 11: Ementas para o 7º Período do Curso de Hotelaria................................................64 Quadro 12: Ementas das disciplinas Opta vas para o Curso de Hotelaria...............................66

LISTA DE TABELAS Tabela 1: Conteúdos Curriculares do Curso de Hotelaria.......................................................................37 Tabela 2: Composição Curricular do Curso de Hotelaria........................................................................37 Tabela 3: Equivalências...........................................................................................................................40

Sumário 1.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO..................................................................................................8

2.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO.................................................................................9

3.

HISTÓRIA DO CURSO.........................................................................................................10

4.

JUSTIFICATIVA....................................................................................................................14

5.

OBJETIVOS DO CURSO.......................................................................................................16 5.1 OBJETIVO GERAL:...............................................................................................................16 5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:......................................................................................................16

6.

PERFIL DO EGRESSO...........................................................................................................17

7.

CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL................................................................................21

8.

FORMAS DE ACESSO AO CURSO........................................................................................22

9.

INFRAESTRUTURA..............................................................................................................24 9.1 AMBIENTES ACADÊMICOS E ADMINISTRATIVOS........................................................................24 9.2 SECRETARIA INTEGRADA DE ATENDIMENTO À GRADUAÇÃO (SIAG).............................................25 9.3 ACESSIBILIDADE..................................................................................................................25 9.4 BIBLIOTECA SETORIAL DO CCTA...........................................................................................26 9.5 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA..........................................................................................26 9.6 EMPRESA JÚNIOR – HOTUR................................................................................................26

10.

CORPO DOCENTE...........................................................................................................27

11.

SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE................................................................................28

12.

CONCEPÇÃO CURRICULAR.............................................................................................31

13.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.........................................................................................32

13.1 ASPECTOS GERAIS........................................................................................................33 13.2 TEMÁTICAS OBRIGATÓRIAS.........................................................................................35 13.3 SÍNTESE NUMÉRICA DOS COMPONENTES CURRICULARES..........................................37 13.4 COMPOSIÇÃO CURRICULAR.........................................................................................37 13.5 EQUIVALÊNCIAS...........................................................................................................40 13.6 INSERÇÃO CURRICULAR DA EXTENSÃO.......................................................................40 14.

FLUXOGRAMA................................................................................................................42

15.

EMENTÁRIO...................................................................................................................44

16.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM......................79

17.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO........................................................80

REFERÊNCIAS.............................................................................................................................81

ANEXO I - ÍNDICE REMISSIVO PARA COMISSÕES DE AVALIAÇÃO EXTERNA.............................83

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome do Curso: Hotelaria Endereço Físico: Cidade Universitária - Castelo Branco - João Pessoa – PB. CEP: 58051-900. Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA). Endereços eletrônicos: h ps://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/curso/portal.jsf?lc=pt_BR&id=2291377 h ps://www.ccta.ufpb.br/ccta-página-inicial/o-ccta/cursos-de-graduação/hotelaria Código e-MEC: 100220 Telefone: (83) 3216-7054 / 3048-8508 (Secretaria Integrada de Atendimento à Graduação - SIAG) Website: h ps://www.ccta.ufpb.br/ccta-página-inicial/o-ccta/cursos-de-graduação/ hotelaria E-mail: hotelaria@ccta.ufpb.br Área Geral1: 10 - Serviços Área específica: 101 – Serviços Pessoais Área detalhada: 1015 – Turismo e Hotelaria Rótulo Cine Brasil: 1015H01 - Hotelaria Grau Acadêmico: Bacharelado Titulação Conferida (Mas.): Bacharel em Hotelaria Titulação Conferida (Fem.): Bacharela em Hotelaria Modalidade de oferta do curso: Presencial Regime Le vo do Curso: Semestral Número de vagas oferecidas por semestre: 50 (anual 100) Turnos: Tarde Duração do Curso (em anos): 3 ½ anos Tempo mínimo de integralização: 07 (sete) períodos le vos Tempo máximo de integralização: 11 (onze) períodos le vos Carga Horária Total do Curso (em horas-aula e horas-relógio): 2.400 horas Carga horária de matrícula máxima por semestre (em horas): 360 horas (24 cr) Carga horária de matrícula mínima por semestre (em horas): 240 horas (16 cr) Período Le vo e Data de início de funcionamento do curso: 2006.2 - 25/10/2006. Atos Regulatórios existentes: - Autorização de criação do Curso de Hotelaria pela Resolução Nº66 de 23/05/2006 CONSEPE/UFPB.

- Aprovação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Hotelaria pela Resolução Nº 67 de 25/10/2006. - Reconhecimento do Curso pela Portaria N° 581 de 12/11/2013 - MEC. - Renovação de Reconhecimento Portaria Nº 546 de 14/03/2017 - MEC 1

Conforme Manual para Classificação dos Cursos de Graduação e Sequenciais | VERSÃO VIGENTE (Publicada em 12 de maio de 2021).

- Renovação de Reconhecimento de Curso pela Portaria Nº 1.608 de 8/12/2021 - MEC.

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal Nº 9394/1996; Resolução CNE/CES Nº 07/2018; Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Hotelaria pelo Parecer CNE/CES nº 146/2002; Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFPB – Resolução CONSEPE Nº 29/2020; Parecer CNE/CES nº 329/2004 – Duração de cursos presenciais de bacharelado; Resolução 07/2010 CONSEPE/UFPB – Normas de elaboração e reformulação do Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB; Resolução 32/2013 CONSUNI/UFPB – Relocação do Curso de Hotelaria do Centro de Ciências Aplicadas e Educação para o Centro de Comunicação, Turismo e Artes; Lei n°.10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras; Resolução que regulamenta a oferta da disciplina de Libras nº 45/2010 CONSEPE/UFPB; Lei nº 10.639/2003 - inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temá ca "História e Cultura Afro-Brasileira”; Resolução CNE/CP 01/2004 – Ins tui Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana; Lei nº 11.645/2008 - inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temá ca “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”; Resolução CNE/CP 01/2012 - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (EDH); Resolução CNE/CP 02/2012 - Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental (EA) e ins tui a Polí ca Nacional de Educação Ambiental (PNEA).

HISTÓRIA DO CURSO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ex-Universidade da Paraíba, criada pela Lei Estadual nº. 1.366, de 02 de dezembro de 1955, e federalizada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 é uma ins tuição autárquica, de regime especial, de ensino pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério de Educação, com sede e foro na cidade de João Pessoa e atuação no Estado da Paraíba. Em seu processo evolu vo, a UFPB passou por várias etapas diferenciadas. Até 2002, estava distribuída em sete campi: Campus I (João Pessoa), Campus II (Campina Grande), Campus III (Areia), Campus IV (Bananeiras), Campus V (Cajazeiras), Campus VI (Sousa) e Campus VII (Patos). Após a criação da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), que abrangeu os Campi II, V e VI, a UFPB passou a ser composto por três campi: Campus de João Pessoa, Campus de Areia e Campus de Bananeiras, que visam: 

Possibilitar condições para produção cien fica rela va ao Ensino, Pesquisa e Extensão nos três segmentos: professores, servidores técnico-administra vos e alunos;

Produzir e socializar o conhecimento acadêmico e outras manifestações culturais;

Implementar ações de fortalecimento dos processos polí cos formais e informais;

Es mular a reflexão crí ca e intervenção nas polí cas públicas. As agudas dificuldades socioeconômicas e educacionais que configuram a

microrregião Litoral Norte do Estado, jus ficaram o empenho da UFPB no sen do de criação de mais um campus para atender a esta região. As precárias condições de vida da população da referida microrregião, envolvendo 11 municípios, são expressas nos perversos indicadores sociais situados entre os piores da Paraíba: expecta va de vida na ordem de 58,7 anos, taxa de mortalidade infan l de 67,4 por 1.000 crianças nascidas e até um ano de idade e a taxa de analfabe smo da população de mais de 15 anos de 46,0%. Em 2003, apresentava um PIB na ordem de R$ 492.656 mil, representando apenas 3,6% do PIB paraibano. A alta taxa de analfabe smo dos municípios envolvidos expressa a gravidade da situação educacional local, considerando a posição que ocupa o Estado, como detentor da terceira maior taxa de analfabetos entre os estados nordes nos. A este quadro se somam os crônicos problemas da educação básica brasileira, reconhecidos amplamente nos altos

índices de repetência, evasão, distorção idade/séries que habitam as esta s cas educacionais nordes nas.

Mesmo assim, os sistemas municipais de ensino vêm

apresentando o crescimento ano a ano das matrículas no ensino fundamental, percebido pelo incremento das taxas do Ensino Médio, na ordem de 120,2%, na úl ma década no Estado. De acordo com os dados veiculados em 2004, as populações de 18 a 24 anos na microrregião do Litoral Norte, totalizam 17.309 habitantes, cons tuindo-se numa significa va demanda para o ensino superior. Tal situação indicou a necessidade premente de desenvolvimento de ações educa vas, culturais e tecnológicas com a criação de um campus da UFPB em Mamanguape e Rio Tinto, apontando para a reconfiguração econômica da microrregião, bem como para resgate da cidadania de sua população. A implantação do Campus IV no Litoral Norte teve início no ano de 2006 e desde sua origem apresenta o obje vo de desenvolver a região e seu potencial humano, onde os municípios de Rio Tinto com uma população de 24.581 habitantes e de Mamanguape com uma população de 44.599 habitantes (IBGE, 2022) são as sedes da universidade que vem levando a toda região a possibilidade de crescimento intelectual e inclusão de toda a população no processo de desenvolvimento humano. O Centro de Ciências Aplicadas e Educação – CCAE, ofertava à comunidade acadêmica onze cursos nas modalidades de Bacharelado e Licenciatura, sendo destes cinco lotados na Unidade de Mamanguape, ainda com uma estrutura em consolidação, visando implantar uma polí ca de o mização das a vidades com a u lização dos poucos recursos existentes, buscando uma abordagem didá co-pedagógica centrada no estudante. Conforme previsto na criação do Campus IV (Resolução 05/2006 do CONSUNI), em reunião realizada em 23 de maio de 2006 o referido Conselho criou o curso de Graduação em Hotelaria. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, aprovou, posteriormente, o Projeto Pedagógico do Curso - PPC (Resoluções 66/2006 e 67/2006). Após a criação do Campus, do CCAE, dos Departamentos e dos Cursos, fazia-se necessário realizar os primeiros concursos para docente. Logo após a criação do Curso de Hotelaria foi lançado o edital para seleção de professores tendo o primeiro professor tomado posse aos 20 de agosto de 2006. Aos recém-contratados foi incu da a missão de implementar e estruturar o PPC aprovado pelo CONSEPE, sem que se vesse conhecimento sobre quem nha elaborado o projeto, e com a consciência de que o mesmo nha uma grade muito dis nta dos demais cursos do país.

Para atender as necessidades pedagógicas do curso, os docentes deslocavam os alunos para João Pessoa, onde foram realizadas as aulas prá cas de Alimentos e Bebidas (A&B), u lizando-se dos Laboratórios do Curso de Nutrição, além das visitas técnicas às indústrias de alimentos, restaurantes e hotéis enquanto o restante da obra era concluído. No período 2008.1 foi entregue à comunidade acadêmica a primeira parte da estrutura oficial do Campus. Na sede defini va foi ainda mais complicado, uma vez que tudo era improvisado, as salas não possuíam infraestrutura mínima e o acesso (visto que o Campus está localizado na zona rural da cidade) era di cil e perigoso para servidores e alunos. Com a primeira parte da obra entregue, a Coordenação de Hotelaria buscou o Departamento e a direção do CCAE para obter informações junto a Prefeitura Universitária da construção do Laboratório de Prá cas Hoteleiras previsto no projeto de criação do Campus IV, e para reivindicar a construção de mais laboratórios de modo a atender as diretrizes do Ministério da Educação (MEC, 2001) que estabelecem para seu adequado desenvolvimento, 2 (dois) laboratórios específicos para o Curso de Hotelaria (Alimentos e Bebidas e Hospedagem/Governança), e 1 (um) laboratório não específico (Informá ca). Sendo assim, foi solicitada formalmente a construção do Laboratório de Prá cas Hoteleiras (que passaria a se chamar Laboratório de Hospedagem e Governança) e do Laboratório de Alimentos e Bebidas, além da aquisição de um so ware de gestão hoteleira, de modo que os alunos se familiarizassem com a ro na de um hotel antes de chegarem aos períodos de estágio. Com o avanço dos períodos no Curso de Hotelaria, veio à necessidade do coordenador de estágio firmar os convênios com hotéis, pousadas, resorts, restaurantes e/ou bares a fim de direcionar os alunos, e mais uma vez, as dificuldades foram enormes. Os poucos hotéis existentes no Vale do Mamanguape não puderam e, ainda não podem, se conveniar com a UFPB, pois não possuem a documentação e a legalização necessárias para isto. Soma-se a isso o fato dos alunos da região não possuírem recursos suficientes para se deslocarem para os estágios em outros municípios. Mesmo com todas essas dificuldades existentes, em abril de 2013, o Curso de Hotelaria foi Reconhecido pelo MEC com conceito 4, como também, passou-se a exis r a necessidade de relotação do Departamento de Hotelaria e Gastronomia (DHG) do Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE/Campus IV – Mamanguape) para a cidade de João Pessoa, inicialmente para o Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional

(CTDR/Campus V - Mangabeira). Essa relotação para João Pessoa par u primeiramente da situação que o Curso de Hotelaria da UFPB enfrentava (único curso de bacharelado na área da Paraíba), por estar em uma região (município de Mamanguape) que apresenta os piores índices sociais do estado, tendo como base econômica a agropecuária, o que aliado à distância geográfica do polo turís co da Paraíba, a capital João Pessoa, dificultava a aproximação do curso com o mercado de trabalho. Principalmente, tendo em vista que as empresas que oferecem vagas de estágio e trabalho se encontram na capital, e os poucos meios de hospedagem existentes no Litoral Norte não apresentarem as mínimas condições legais e estruturais de se conveniarem a UFPB. Também, é importante considerar, o fato dos docentes estarem impossibilitados de ascender intelectualmente dadas as dificuldades de realização de pesquisa e extensão devido à condição geográfica, estrutural e financeira, configurando assim, um cenário nada promissor para os futuros profissionais da Hotelaria. Na reunião do CONSUNI em que foi aprovado o processo de relotação do DHG para João Pessoa, foi criada uma Comissão de Transição, sob a coordenação da Pró-Reitoria de Graduação da UFPB, visando avaliar o melhor des no para cada curso. A referida comissão foi composta por representantes dos Cursos de Turismo, Hotelaria e Gastronomia, além dos diretores dos centros interessados, CTDR e Centro de Comunicações Turismo e Artes - CCTA. Após ampla discussão e reuniões realizadas pela comissão, concluiu-se que o Curso de Gastronomia (com a vidades previstas para iniciar em 2013.2), apesar de fazer parte da grande área de Turismo e Hospitalidade, permaneceria no CTDR, considerando às condições infraestruturais existentes neste centro (laboratórios específicos), e a vinda eminente da comissão do Ministério da Educação para autorização do curso. Sendo assim, o DHG votou e aprovou por unanimidade a relotação do Curso de Hotelaria para o CCTA, para que este se una ao Curso de Turismo, o que foi referendado pela Comissão de Transição como a melhor opção para o futuro dos cursos. A essa realidade, ainda se acrescenta a indicação do Ministério da Educação (MEC) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cien fico e Tecnológico (CNPq) em aproximar as áreas de Turismo e Hotelaria, e desta forma, as instâncias superiores da UFPB decidiram pela relotação do Curso de Bacharelado em Hotelaria para o CCTA, para juntamente com o Curso de Turismo formar o Departamento de Turismo e Hotelaria - DTH.

JUSTIFICATIVA O setor turís co tem se destacado nas úl mas décadas como um dos mais dinâmicos e rentáveis da economia global, impulsionando a criação de novos empreendimentos e postos de trabalho em escala mundial. No Brasil, esse cenário se reflete na crescente importância econômica do segmento da hospitalidade, que emprega milhões de pessoas e depende, em grande medida, da qualidade do atendimento prestado aos visitantes. Nesse contexto, torna-se evidente a necessidade de profissionais qualificados, com formação superior específica e competências técnicas e humanas voltadas à excelência no atendimento. As empresas do setor de hospitalidade – responsáveis por prover serviços essenciais como hospedagem e alimentação – compõem a base da infraestrutura turís ca de qualquer des no. Sua atuação é indispensável para o desenvolvimento sustentável do turismo, especialmente no que se refere à experiência do visitante durante sua permanência em determinada localidade. Foi com o intuito de responder a essa crescente demanda por profissionais especializados que o Curso de Bacharelado em Hotelaria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) teve início no segundo período le vo de 2006, no Campus IV (Litoral Norte), sediado no município de Mamanguape. O curso nasceu com a missão de contribuir para a qualificação da mão de obra do setor, atendendo prioritariamente às necessidades da Paraíba e da região Nordeste do Brasil. Entretanto, desafios relacionados à localização do curso em Mamanguape, bem como à busca por maior integração entre ensino, pesquisa e extensão, mo varam uma reestruturação acadêmico-administra va. Como resultado, os Cursos de Turismo e Hotelaria passaram a compor o Departamento de Turismo e Hotelaria (DTH), atualmente vinculado ao Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), no Campus I da UFPB, em João Pessoa. Essa mudança fortaleceu a sinergia entre os cursos e permi u a ampliação das a vidades acadêmicas interdisciplinares, em consonância com as diretrizes ins tucionais e as transformações do setor. A consolidação do DTH revela-se como uma medida estratégica e necessária, diante da evolução do ensino superior na área de Turismo e Hotelaria no estado da Paraíba. Além disso, evidencia o compromisso da UFPB com a formação de profissionais capazes de atuar

de maneira crí ca, é ca e cria va no setor, contribuindo com o desenvolvimento econômico, social e cultural do país. Reconhecendo a importância de manter o curso de Hotelaria alinhado às demandas contemporâneas do mercado e às diretrizes do Ministério da Educação (MEC), o corpo docente, em diálogo com o corpo discente, promoveu uma revisão do Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Essa revisão resultou na proposta de uma nova estrutura curricular, mais enxuta e atualizada, que visa formar profissionais comprome dos com a sociedade, aptos a produzir, organizar, difundir e aplicar conhecimentos em hospitalidade. Entre as principais mudanças propostas, destaca-se a redução da duração mínima do curso de 8 (oito) para 7 (sete) períodos, equivalente a 3 anos e meio. Tal alteração respeita a carga horária mínima de 2.400 horas estabelecida pelo MEC para cursos de Bacharelado em Hotelaria e reflete uma tendência nacional observada em outras ins tuições públicas e privadas, como é o caso do curso de Hotelaria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que também propõe a conclusão em 3 anos e meio. É importante destacar que a redução do tempo de integralização não compromete a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. Pelo contrário, a nova matriz curricular foi cuidadosamente revisada para garan r a atualização das disciplinas, o fortalecimento das competências prá cas e a ar culação entre teoria e prá ca. A proposta pedagógica reafirma o compromisso com uma formação crí ca, inovadora e voltada às necessidades do setor de hospitalidade, buscando atender às exigências de um mercado cada vez mais compe

vo e

em constante transformação. Por fim, a reestruturação do curso representa uma resposta proa va da UFPB às mudanças econômicas e sociais da região, assumindo um papel a vo como agente de transformação. Ao antecipar tendências e adaptar-se aos novos contextos, a universidade reafirma sua vocação pública e seu compromisso com a excelência na formação superior.

OBJETIVOS DO CURSO 5.1 Obje vo Geral: Formar bacharéis em Hotelaria com competências técnicas, gerenciais e humanas

para atuar de forma crí ca, é ca e inovadora na gestão de empresas do setor da hospitalidade, promovendo o desenvolvimento e a qualificação de meios de hospedagem, serviços de alimentação e demais empreendimentos hoteleiros e extra-hoteleiros.

5.2 Obje vos Específicos: 

Capacitar o aluno para atuar em processos de implantação, organização, desenvolvimento e gestão de empreendimentos do setor hoteleiro e extra hoteleiro.

Preparar o egresso para o exercício de funções administra vas e estratégicas em áreas como hospedagem, alimentos e bebidas, eventos, lazer, cruzeiros marí mos, controladoria, marke ng, gastronomia, entre outras.

Desenvolver competências para a tomada de decisões fundamentadas em conhecimentos técnicos, cien ficos e gerenciais, com foco na melhoria da qualidade dos serviços e na sa sfação dos clientes.

Es mular o desenvolvimento de uma visão crí ca e sistêmica sobre o setor da hospitalidade, considerando seus impactos sociais, econômicos, ambientais e culturais.

Promover a formação de profissionais aptos a iden ficar, compreender e atender às demandas e expecta vas dos hóspedes/clientes, com foco na excelência do serviço e na humanização do atendimento.

PERFIL DO EGRESSO O Curso de Bacharelado em Hotelaria se propõe a formar bacharéis com sólida formação geral e humanís ca para atuar em mercados altamente compe

vos e em

constante transformação. O bacharel terá capacidade e ap dão para compreender as questões cien ficas, técnicas, sociais, econômicas, empresariais e culturais relacionadas com o planejamento estratégico, a organização e a administração do setor de hospitalidade, nos setores hoteleiros e extra-hoteleiros, incluindo as áreas que lhe são correlatas, e principalmente, as áreas de saberes específicos como: alimentos e bebidas, restauração, hospedagem e organização e gerenciamento de eventos. O egresso do curso deverá desenvolver as seguintes competências e habilidades,

conforme os princípios norteadores do PDI da UFPB e os pareceres CNE/CES n.º 67/2003 e n.º 167/2002: 

Capacidade de aprender con nuamente, desenvolvendo autonomia intelectual e atualização permanente em um setor em constante transformação.

Domínio de saberes técnico-cien ficos e culturais, aplicados à hospitalidade em meios de hospedagem, alimentos e bebidas, eventos, lazer, cruzeiros marí mos e demais áreas correlatas.

Habilidade para trabalhar de forma interdisciplinar, integrando conhecimentos de gestão, turismo, comunicação, gastronomia, sustentabilidade, marke ng e tecnologia.

Postura é ca, crí ca e responsável, considerando os impactos sociais, ambientais e culturais da a vidade hoteleira.

Empreendedorismo e inovação, com capacidade para iden ficar oportunidades, propor soluções cria vas e implementar novos negócios ou projetos no setor da hospitalidade.

Gestão de pessoas e liderança, es mulando o trabalho em equipe e a valorização da diversidade. A construção do perfil do egresso do Curso de Hotelaria da Universidade Federal da

Paraíba está fundamentada nas diretrizes ins tucionais expressas no Plano de Desenvolvimento Ins tucional (PDI 2024–2028), que orienta a atuação acadêmica com base em princípios de formação integral, responsabilidade social e compromisso com a qualidade. Nesse contexto, a formação profissional proposta ar cula-se a valores como é ca, inclusão, inovação, sustentabilidade e compromisso regional, alinhando-se também aos Obje vos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O curso busca formar profissionais com competências técnicas, cien ficas e humanas, capazes de atuar de forma crí ca, inovadora e socialmente engajada. A seguir, apresentam-se os principais eixos forma vos que norteiam esse perfil, em consonância com as metas e valores estratégicos da UFPB.

A. Compromisso com a formação integral 

Valorização da formação humanís ca, é ca, crí ca e reflexiva.

Desenvolvimento de competências técnico-cien ficas ar culadas à cidadania.

Formação de profissionais comprome dos com a jus ça social e os direitos humanos.

B. Integração entre ensino, pesquisa e extensão 

Es mulo à construção de conhecimento por meio de prá cas interdisciplinares.

Formação orientada pela indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

Atuação do egresso como agente transformador nas comunidades locais e regionais.

C. Sustentabilidade e responsabilidade social 

Formação de profissionais comprome dos com o desenvolvimento sustentável.

Adoção de prá cas hoteleiras alinhadas à sustentabilidade ambiental, econômica e social.

Valorização da inclusão, diversidade e acessibilidade como princípios forma vos.

D. Internacionalização e inovação 

Incen vo à mobilidade acadêmica e ao diálogo com contextos globais.

Formação de egressos aptos a atuar em ambientes mul culturais e inovadores.

Promoção do pensamento crí co e da cria vidade como eixos da formação.

E. Desenvolvimento regional e ar culação com o território 

A UFPB reafirma seu papel no fortalecimento da iden dade cultural e econômica da Paraíba e do Nordeste.

O egresso do curso de Hotelaria deve ser sensível às dinâmicas territoriais e capaz de contribuir com soluções para as demandas locais do setor turís co e hoteleiro.

F. Qualidade acadêmica e autonomia intelectual 

Formação baseada em prá cas pedagógicas inovadoras e inclusivas.

Incen vo ao protagonismo estudan l e à autonomia no processo de aprendizagem.

Garan a de qualidade nos processos forma vos e avaliação con nua do desempenho acadêmico.

G. Compromisso com os Obje vos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 

Formação alinhada aos princípios da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS relacionados a educação de qualidade, trabalho decente, redução das desigualdades, turismo sustentável e produção/responsável de serviços. O acompanhamento sistemá co dos egressos é uma etapa fundamental na avaliação

da efe vidade da formação acadêmica e na retroalimentação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Alinhado às diretrizes do Plano de Desenvolvimento Ins tucional (PDI 2024– 2028) da Universidade Federal da Paraíba, o curso de Hotelaria adota mecanismos ins tucionais e próprios que permitem monitorar a inserção profissional, a con nuidade dos estudos e a percepção dos diplomados quanto à formação recebida. Entre os principais instrumentos u lizados, destaca-se o SAEGO – Sistema de Acompanhamento de Egressos, plataforma ins tucional disponibilizada pela UFPB para coleta de dados quan ta vos e qualita vos sobre o percurso dos egressos no mercado de trabalho, sua par cipação em a vidades acadêmicas e sua avaliação da formação oferecida. O SAEGO permite, ainda, a iden ficação de demandas de atualização curricular e a proposição de ações de formação con nuada. Complementarmente, o curso também u liza outros mecanismos, tais como: 

Aplicação periódica de ques onários de avaliação específicos junto aos egressos;

Realização de entrevistas e grupos focais com ex-alunos, sobretudo nas semanas acadêmicas ou eventos comemora vos;

Parcerias com o setor hoteleiro e turís co para mapeamento da empregabilidade e performance dos egressos no campo profissional. Essas estratégias visam manter um canal permanente de comunicação com os ex-

estudantes, contribuindo para o aprimoramento con nuo do curso e para a construção de

uma comunidade acadêmica a va, colabora va e conectada às transformações do setor de hospitalidade.

CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL O bacharel em Hotelaria formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está apto a atuar de forma crí ca, é ca e inovadora nos diversos segmentos do setor da hospitalidade. Sua formação promove a ar culação entre os saberes acadêmicos e as demandas prá cas e complexas do mundo do trabalho, desenvolvendo competências que o qualificam para enfrentar os desafios contemporâneos da área. O curso oferece uma base técnico-cien fica sólida, aliada ao desenvolvimento de habilidades analí cas, de liderança e de tomada de decisão, capacitando o egresso para ingressar e se especializar em dis ntos contextos organizacionais, com foco na excelência na gestão e na prestação de serviços. A área de atuação do profissional abrange, entre outros, os seguintes segmentos: 

Meios de hospedagem: hotéis, pousadas, hostels, resorts, flats, motéis e albergues;

Serviços de alimentos e bebidas: restaurantes, bares, buffets, cafeterias e demais empreendimentos gastronômicos;

Eventos: organização e gestão de eventos corpora vos, sociais e culturais;

Cruzeiros marí mos e transporte de passageiros;

Hospitalidade em saúde: hospitais, clínicas, casas de repouso e spas;

Hospitalidade corpora va: empresas, coworkings e centros de convenções;

Turismo especializado: turismo rural, ecológico, cultural e de experiência. O curso busca desenvolver competências que permitam ao egresso atuar como

gestor, consultor, empreendedor, educador e pesquisador, possibilitando sua inserção em posições estratégicas nas organizações ou a criação de empreendimentos próprios. Entre as funções que o profissional poderá exercer, destacam-se: 

Gestor: exercendo funções gerenciais orientadas à eficiência, produ vidade e qualidade organizacional;

Consultor: propondo soluções estratégicas para o aprimoramento dos serviços e processos em empresas do setor;

Empreendedor: idealizando e implementando negócios inovadores, alinhados às tendências e às necessidades do mercado;

Assessor: oferecendo suporte técnico-cien fico a ins tuições públicas e privadas, com base em princípios é cos e legais. A formação também contempla a preparação para a con nuidade dos estudos em

programas de pós-graduação lato e stricto sensu, em áreas como gestão hoteleira, turismo, gastronomia, eventos, hospitalidade hospitalar e inovação em serviços. A ar culação entre o conhecimento acadêmico e a prá ca profissional se concre za por meio de estágios supervisionados, projetos de extensão, programas de iniciação cien fica e a vidades prá cas integradas. Essas experiências permitem ao estudante vivenciar situações reais da profissão, promovendo uma compreensão crí ca e atualizada das transformações do setor de serviços, em constante diálogo com as demandas da sociedade e do mercado.

FORMAS DE ACESSO AO CURSO O ingresso no Curso de Graduação em Hotelaria ocorre, prioritariamente, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), u lizando-se o desempenho dos (as) candidatos(as) no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), conforme critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O SiSU é um processo sele vo informa zado e nacional, que democra za o acesso ao ensino superior público, permi ndo que estudantes de todo o país concorram às vagas ofertadas pela Ins tuição. Além do SiSU, a UFPB pode ofertar vagas por meio de processos sele vos específicos, nos termos da legislação vigente e das normas internas da Ins tuição. Dentre essas possibilidades, incluem-se: transferências internas e externas, reingresso, ingresso de portadores (as) de diploma de curso superior, e acesso por meio de ações afirma vas e polí cas de inclusão previstas nos regulamentos ins tucionais. As polí cas de ações afirma vas adotadas pela UFPB, em conformidade com a Lei nº 12.711/2012 e suas regulamentações, garantem reserva de vagas para estudantes oriundos

de escolas públicas, pessoas negras, pardas, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, promovendo equidade e diversidade no acesso à educação superior. Todas as formas de ingresso são reguladas por editais específicos, amplamente divulgados nos canais oficiais da Universidade, contendo os critérios, requisitos e prazos para par cipação. A gestão dos processos sele vos é de responsabilidade da Pró-Reitoria de Graduação (PRG), por meio da Coordenação Acadêmica (CA). Pelo SISU apresenta-se as formas de ingresso: AC: Ampla Concorrência - Alunos que ingressaram sem uso de polí cas de cotas. LI_EP: Candidatos que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, independentemente da renda. LI_PPI: Candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, independentemente da renda. LB_EP: Candidatos com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1 salário mínimo que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. LB_PPI: Candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1 salário mínimo e que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. L1: Ingressantes de escola pública com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário mínimo. L2: Ingressantes de escola pública com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário mínimo que se autodeclaram pretos, pardos ou indígenas. L5: Ingressantes de escola pública sem especificação adicional de renda ou critérios raciais. L6: Ingressantes de escola pública que se autodeclaram pretos, pardos ou indígenas. L13: Ingressantes de escola pública com deficiência.

INFRAESTRUTURA O Curso de Hotelaria dispõe de uma infraestrutura sica e ins tucional compa vel com as exigências de uma formação acadêmica de qualidade, com espaços adequados ao ensino, à pesquisa e à extensão. Suas a vidades estão inseridas no âmbito do Centro de

Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), localizado no Campus I da UFPB, que abriga 14 cursos de graduação e 4 programas de pós-graduação nas áreas de Artes, Comunicação e Turismo.

9.1 Ambientes Acadêmicos e Administra vos O curso conta com salas de aula distribuídas em dois blocos: o Bloco A (térreo), com 9 salas, e o Bloco B (4 pavimentos), com 19 salas. Todas as salas são clima zadas, possuem boa iluminação, acesso à internet via rede "UFPB Sem Fios" (com auten cação por login ins tucional) e são equipadas com recursos mul mídia, como datashow e caixas de som, disponíveis na Direção do Centro. A configuração das salas permite flexibilidade para diferentes metodologias de ensino-aprendizagem. A estrutura administra va inclui: 

Secretaria do Centro;

Sala compar lhada para coordenações;

Apoio acadêmico e pedagógico com profissionais concursados (TAEs), que oferecem suporte às a vidades docentes e discentes;

Gabinetes individuais equipados com computadores com acesso à internet, armários com chave para cada coordenação e ambiente de trabalho funcional e organizado.

9.2 Secretaria Integrada de Atendimento à Graduação (SIAG) A SIAG é responsável por centralizar o atendimento administra vo aos cursos de graduação do CCTA, incluindo o Curso de Hotelaria. Está localizada no Bloco B e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, de forma presencial, além de prestar atendimento remoto via e-mail (siagcctaufpb@gmail.com). A estrutura da SIAG é dividida em duas salas: a primeira, com três técnicos administra vos que realizam atendimento direto aos discentes e coordenadores; a segunda, com os gabinetes das coordenações dos cursos. Entre os principais serviços prestados destacam-se: 

Emissão de declarações, históricos, cer ficados e documentos acadêmicos;

Matrícula e registro de disciplinas;

Encaminhamentos ao SIPAC (Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos) e SIGAA (Sistema Integrado de Gestão de A vidades Acadêmicas);

Intermediação entre discentes e coordenações.

9.3 Acessibilidade Cada bloco possui dois banheiros por pavimento, com sanitários masculino e feminino, todos com estrutura acessível, conforme as normas da ABNT. São equipados com barras de apoio, espaços adaptados e sinalização adequada. O Bloco B conta com uma plataforma elevatória que assegura acessibilidade ver cal entre os andares, garan ndo segurança e conforto a todos os usuários.

9.4 Biblioteca Setorial do CCTA Criada em 2017, a Biblioteca Setorial do CCTA integra o SISTEMOTECA da UFPB. Atende presencialmente de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e também por meio dos emails biblioteca@ccta.ufpb.br e fichasbiblioteca@ccta.ufpb.br. O acervo contempla livros, dissertações, teses, periódicos e mul meios voltados às áreas de atuação do CCTA. Os discentes têm acesso ao acervo sico e às bases digitais por meio do SIGAA, com destaque para os portais de periódicos da Capes e demais repositórios ins tucionais.

9.5 Laboratórios de Informá ca O curso conta com dois espaços tecnológicos de destaque:  Laboratório de Inclusão Digital (LID): voltado ao uso livre pelos estudantes do CCTA, possui 23 computadores em ambiente clima zado, com câmera de monitoramento e atendimento por servidor técnico, funcionando das 7h às 21h.  Laboratório de Estudos em Turismo e Hotelaria (LETH): espaço dedicado a a vidades específicas dos cursos de Turismo e Hotelaria. Localizado na sala 217 do Bloco B, funciona das 13h às 22h com acompanhamento de coordenador responsável. Comporta até 15 pessoas e dispõe de infraestrutura para videoconferências, reuniões, aulas prá cas, defesas de TCCs e outras a vidades acadêmicas. É um ambiente mul -

funcional, com recursos atualizados e acesso à internet de alta velocidade, que apoia ações de ensino, pesquisa, extensão e formação complementar. Ambos os laboratórios funcionam no 2º andar do Bloco B, com acesso por escadas ou plataforma elevatória, respeitando os critérios de acessibilidade e conforto.

9.6 Empresa Júnior – HOTUR A HOTUR – Empresa Júnior de Hotelaria e Turismo da UFPB representa uma inicia va de protagonismo estudan l que integra teoria e prá ca. Coordenada por discentes com orientação docente, a HOTUR desenvolve projetos de consultoria, planejamento e prestação de serviços voltados ao setor da hospitalidade. Sua atuação es mula o empreendedorismo, a inovação e o desenvolvimento de competências profissionais, ao mesmo tempo em que contribui com soluções para o mercado e reforça o diálogo entre universidade, comunidade e setor produ vo.

CORPO DOCENTE O Curso de Hotelaria da Universidade Federal da Paraíba é majoritariamente vinculado ao Departamento de Turismo e Hotelaria (DTH), responsável pela oferta da maior

parte dos componentes curriculares do curso, com atuação predominante de seu corpo docente. No entanto, em virtude de sua natureza mul disciplinar, o curso também conta com disciplinas ministradas por outros departamentos da UFPB, como o Departamento de Gastronomia (DGA), o Departamento de Economia (DE), o Departamento de Língua de Sinais (DLS), o Departamento de Ciências Sociais, o Departamento de Esta s ca (DE) e o Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (DLEM). Nessas unidades, devido à rota vidade dos docentes e à ausência de alocação fixa, não é possível indicar com precisão um corpo docente permanente para cada disciplina. Dessa forma, neste tópico, apresentam-se os docentes que atuam de forma con nua e recorrente junto ao Curso de Hotelaria, especialmente aqueles vinculados ao DTH. O Quadro 1 apresenta a relação de 23 docentes, dos quais 20 possuem tulo de doutorado, 2 são mestres e 1 é especialista, o que corresponde a 95,65% do corpo docente com formação

stricto sensu. Todos os docentes atuam em regime de trabalho de Tempo Integral com Dedicação Exclusiva (DE), reforçando o compromisso ins tucional com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. Quadro 1: Lista de Docentes com indicação de Regime de Trabalho e Titulação

Nº

DOCENTES

TITULAÇÃO

1.

ADRIANA BRAMBILLA

DOUTORADO

REGIME DE TRABALHO DE

2.

ALINE GISELE AZEVEDO LIMA DE BARROS

DOUTORADO

DE

3.

ANA VALÉRIA ENDRES

DOUTORADO

DE

4.

CIBELLE BATISTA GONDIM

DOUTORADO

DE

5.

DANIELA MARIA LUCENA RODRIGUES

MESTRADO

DE

6.

DENISE PINTO GADELHA

DOUTORADO

DE

7.

FABIANE NAGABE

DOUTORADO

DE

8.

ILANA BARRETO KIYOTANI

DOUTORADO

DE

9.

JEFFERSON OLIVEIRA DA SILVA LACERDA

DOUTORADO

DE

10.

JOÃO WANDEMBERG GONÇALVES MACIEL

DOUTORADO

DE

11.

JOELMA ABRANTES GUEDES TEMOTEO

DOUTORADO

DE

12.

JOSEMAR JEREMIAS BANDEIRA DE SOUZA

DOUTORADO

DE

13.

JULIANO SEBASTIAO GONCALVES PEREIRA

MESTRADO

DE

14.

LYVIA CAMILA FERNANDES MADRUGA BARROS

DOUTORADO

DE

15.

MARCIA FELIX DA SILVA

DOUTORADO

DE

16.

MARCLEIDE MARIA MACÊDO PEDERNEIRAS

DOUTORADO

DE

17.

NATALIA DE SOUSA ALDRIGUE

DOUTORADO

DE

18.

NELSIO RODRIGUES DE ABREU

DOUTORADO

DE

19.

PATRICIA PINHEIRO FERNANDES VIEIRA

DOUTORADO

DE

20.

PAULA DUTRA LEÃO DE MENEZES

DOUTORADO

DE

21.

RAMON DAVID DE ABREU

ESPECIALIZAÇÃO

DE

22.

ROSALMA DINIZ ARAÚJO

DOUTORADO

DE

23.

SELMA DOS PASSOS BRAGA

DOUTORADO

DE

SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE

O Curso de Bacharelado em Hotelaria conta com uma série de serviços e programas ins tucionais voltados ao acolhimento, permanência, desenvolvimento acadêmico, bemestar e inclusão dos discentes. Essas ações são desenvolvidas de forma ar culada com os setores da universidade, garan ndo suporte integral à formação dos estudantes.

A. Programas de Permanência e Assistência Estudan l A principal instância responsável por planejar, coordenar e executar as polí cas de assistência estudan l na UFPB é a Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE), que tem como foco o atendimento aos discentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os estudantes do Curso de Hotelaria podem ser contemplados com: 

Residência universitária;

Auxílio-moradia (em pecúnia);

Auxílio-alimentação, por meio do Restaurante Universitário;

Auxílio-transporte (em pecúnia).

Esses bene cios visam garan r condições de permanência digna e estável, permi ndo que os discentes se dediquem integralmente às a vidades acadêmicas. B. Ações de Saúde e Bem-Estar O Centro de Referência em Atenção à Saúde (CRAS), localizado no Campus I da UFPB, oferece atendimento integrado à saúde para discentes regularmente matriculados. Criado pela Resolução CONSUNI nº 04/2014, o CRAS também atua como campo para a vidades de ensino, pesquisa e extensão. Os serviços oferecidos incluem: 

Atendimento de enfermagem;

Consultas médicas, psicológicas e odontológicas;

Acompanhamento nutricional;

Cirurgia bucomaxilofacial;

 Exames por imagem.

Além disso, os estudantes têm acesso ao Núcleo de Acolhimento e Escuta Psicológica, que funciona com livre demanda na Escola de Psicologia (Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes – CCHLA), e ao suporte do Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA), especialmente voltado para alunos com deficiência e/ou neurodivergência.

C. Monitoria, Extensão e Iniciação Cien fica O

curso

incen va

fortemente

o

envolvimento

discente

em

a vidades

extracurriculares que complementam a formação acadêmica. Os alunos podem par cipar de: 

Projetos de monitoria, apoiando o processo de ensino-aprendizagem sob supervisão docente;

Projetos de extensão, promovendo a interação entre universidade e comunidade;

Programas de iniciação cien fica, que possibilitam o desenvolvimento de habilidades inves ga vas e produção de conhecimento.

Essas oportunidades são viabilizadas tanto por docentes do Departamento de Turismo e Hotelaria quanto por professores de departamentos parceiros. D. Estágios e Inserção Profissional Os discentes que realizam estágios não obrigatórios são acompanhados diretamente pela Coordenação de Estágio do Curso, que oferece suporte técnico e pedagógico, além de

orientações específicas para o melhor aproveitamento dessas experiências. As oportunidades de estágio são divulgadas regularmente por meio das redes sociais da coordenação de estágio e do próprio curso, promovendo uma ponte direta entre estudantes e o mercado de trabalho. E. Acessibilidade e Apoio Psicopedagógico Estudantes com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou necessidades específicas de aprendizagem são assis dos pelo Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA), que atua em parceria com o curso para garan r acessibilidade metodológica e instrumental. As ações incluem adaptações pedagógicas, uso de tecnologias assis vas, atendimento individualizado e mediação pedagógica. F. Par cipação Estudan l e Integração Acadêmica O curso também es mula a par cipação dos discentes em centros acadêmicos e projetos estudan s, além de apoiar a par cipação em programas de mobilidade acadêmica, tanto nacionais quanto internacionais. Tais inicia vas fortalecem o protagonismo estudan l e ampliam o repertório cultural, acadêmico e profissional dos alunos.

CONCEPÇÃO CURRICULAR As concepções teórico-metodológicas do curso de Hotelaria estão baseadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) específicas ao curso. Toda a organização curricular está baseada em compreensões epistemológicas, sociais, polí ca e psicopedagógicas, e aspectos operacionais a fim de proporcionar uma formação generalista e integrada com conhecimentos sólidos em gestão, administração, marke ng, finanças, recursos humanos, além de aspectos específicos da hotelaria, como atendimento ao cliente, gestão de alimentos e bebidas, e eventos. A ênfase do curso de bacharelado em Hotelaria do CCTA/UFPB está baseada em: competências como comunicação, liderança, capacidade de resolução de problemas, pensamento crí co e inovação; flexibilidade e adaptação a diferentes contextos e modelos

de negócios, incen vando a formação de profissionais com capacidade de atuação em diversos

pos de empreendimentos; prá ca com a obrigatoriedade de estágio

supervisionado como um componente essencial da formação, proporcionando aos alunos a experiência prá ca necessária para aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula; é ca e responsabilidade social em todo o curso, mas especificamente, a par r de disciplinas específicas que abordam a é ca profissional, da responsabilidade social e ambiental na atuação do profissional de hotelaria. Por fim, a atualização constante da organização curricular é uma estratégia para que o curso se mantenha atualizado com as mudanças e inovações do setor, incorporando novas tecnologias e prá cas de gestão, visando formar profissionais qualificados, com sólida base teórica e prá ca, capazes de atuar com excelência em um mercado dinâmico e compe

vo.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A Organização Curricular do Curso de Bacharelado em Hotelaria pauta-se nas orientações do MEC e nas normas estabelecidas pela UFPB, através da Resolução 07/2010 do CONSEPE, obedecendo aos seguintes princípios: ⮊ Da autonomia e da gestão democrá ca, como parte essencial do ato pedagógico, devendo implicar no compromisso e par cipação de toda comunidade acadêmica; ⮊ Da é ca como elemento norteador das ações desencadeadas pelos diversos parcipantes do processo educa vo; ⮊ Da cri cidade como condição imprescindível para o desencadeamento da análise crí ca da sociedade brasileira e da realidade da educação; ⮊ Da cria vidade compreendida como constante num processo de mudança permanente; ⮊ Da interdisciplinaridade enquanto eixo norteador na redefinição da organização curricular; ⮊ Do trabalho cole vo entendido como uma nova organização do trabalho, deve facilitar a produção do conhecimento cole vo e de todas ações pedagógicas;

⮊ Da unidade teoria-prá ca enquanto condição imprescindível à produção do conhecimento na organização curricular, perpassando todo curso na formação profissional; ⮊ Da diversidade, princípio capaz de garan r as especificidades culturais, ideológicas, históricas e polí cas; ⮊ Da gestão democrá ca como forma de par cipação dos diversos segmentos nas decisões/ações administra vas e pedagógicas desenvolvidas no Curso; ⮊ Da valorização profissional enquanto princípio central na tarefa de formar cidadãos, capazes de par cipar da vida socioeconômica, polí ca e cultural, voltada para a formação do cidadão, condições de trabalho e remuneração; ⮊ Da garan a do padrão de qualidade no conjunto das ações pedagógicas, devendo ser permanentemente buscada para que se concre ze a formação do cidadão consciente, par cipa vo e transformador da sociedade. Neste contexto, se apresenta a Estrutura Curricular do Curso, totalizando uma carga horária de 2.400 horas/aula, compreendendo 160 créditos, distribuídos em conteúdos básicos profissionais e conteúdos complementares (obrigatórios, opta vos e flexíveis). A Composição Curricular do Curso resulta dos conteúdos conforme os seguintes blocos: ⮊ Conteúdos Básicos: estudos relacionados com as Ciências Humanas, com ênfase em Antropologia e com as Ciências da Comunicação e das Artes; ⮊ Conteúdos Específicos: estudos relacionados com a Administração, a Economia e o Direito, aplicados à Hotelaria, interligados com o Turismo, além do estudo de pelo menos uma língua estrangeira.

13.1 ASPECTOS GERAIS Os conteúdos curriculares con dos neste PPC têm por obje vo o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando aspectos como atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia. Neste PPC os componentes curriculares são unidades de estruturação didá co-pedagógica cujos pos são: componente curricular e a vidades acadêmicas de orientação individual.

No que se refere aos minutos para o cálculo quanto à carga horária do estágio e das a vidades complementares u liza-se da hora de 60 (sessenta) minutos, ficando compa vel com o cálculo hora-relógio Os componentes curriculares são classificados, neste PPC, nos seguintes grupos: 1.

Conteúdos Básicos Profissionais (obrigatórios - 1740h / 116cr / 72,5%):

1.1

Conteúdos Básicos Gerais (180h / 12cr / 7,5%)

1.2

Conteúdos Básicos Profissionais (1.260h / 84 cr / 52,5%)

1.3

Estágio Supervisionado (300h / 20 cr / 12,5%)

2.

Conteúdos Complementares (660h / 44cr / 27,5%)

2.1

Conteúdos Complementares Obrigatórios (360h / 24cr / 15%)

2.2

Conteúdos Complementares Opta vos (180h / 12cr / 7,5%)

2.3

Conteúdos Complementares Flexíveis (120h / 8cr / 5%)

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), é um componente curricular obrigatório que tem por obje vo propiciar ao aluno do Curso de Bacharelado em Hotelaria a ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirido e o aprofundamento temá co necessário, fomentando o es mulo à produção cien fica, à consulta de bibliografia especializada e ao aprimoramento da capacidade de interpretação e crí ca. O TCC no Curso de Hotelaria é dividido em duas a vidades de orientação individual - Trabalho de Conclusão de Curso I e II (60 horas cada) - regulamentado por Resolução própria, devidamente aprovada pelo Colegiado do Curso. As a vidades de Estágio Supervisionado no Curso de Bacharelado em Hotelaria contemplam obje vamente a realização de estágios curriculares supervisionados, importantes para a dinâmica do currículo, visando à formação adequada do egresso. O Estágio Supervisionado é um componente curricular obrigatório, indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados. No Curso de Hotelaria acontece de uma única vez, com carga horária de 300 horas (20 créditos) permi ndo ao discente a permanência por mais tempo no mercado de trabalho, enriquecendo seu processo de aprendizagem, e ainda tendo a possibilidade de realizar rodízios em setores diversificados das empresas onde estejam estagiando, contribuindo assim para uma formação profissional mais completa do bacharel em Hotelaria. As a vidades de Estágios Supervisionados no curso

de Hotelaria, com suas diferentes modalidades de operacionalização, são regulamentadas por Resolução própria, devidamente aprovada pelo Colegiado do Curso. A Resolução de Estágios supervisionados estabelece a norma va tanto para o estágio obrigatório quanto para o estágio voluntário em consonância com as diretrizes da Coordenação Geral de Estágios da UFPB, incluindo instruções para elaboração de relatório final e avaliação das a vidades de estágio tanto pelo supervisor no ambiente de estágio quanto pelo professor orientador. As A vidades Complementares (componentes flexíveis) na Universidade Federal da Paraíba exigidas pelo Ministério da Educação – MEC (Parecer CNE/CES 67, de 11 de março de 2003), estão contempladas como Conteúdos Complementares Flexíveis, anteriormente denominadas como seis disciplinas de Tópicos Especiais (Portaria PRG/G /N°. 25/2011 e Resolução 07/2010 CONSEPE), que compreendem diferentes modalidades de conteúdos e prá cas desenvolvidas ao longo do curso que buscam enriquecer o processo de ensino aprendizagem; privilegiar a complementação da formação social e profissional; e oportunizar a realização de a vidades extraclasse. No Curso de Hotelaria essas A vidades Complementares são denominadas, neste PPC como uma única a vidade, Tópicos Especiais em Hotelaria com carga horária a ser cumprida de 120 horas (8 créditos) estando regulamentadas por resolução própria aprovado pelo Colegiado do Curso.

13.2 TEMÁTICAS OBRIGATÓRIAS Presentes no Quadro 2 se encontram as abordagens dos conteúdos per nentes às polí cas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais, o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e pessoas com deficiência, diferenciando o curso dentro da área profissional e induzindo o contato com conhecimento recente e inovador. Quadro 2: Temá cas obrigatórias do Curso de Bacharelado em Hotelaria

Temá ca

Disciplina

Educação das Relações Étnico-Raciais

Introdução ao Turismo e à Hospitalidade

Natureza do componente curricular Obrigatório

Observações

A Educação das Relações ÉtnicoRaciais tem por obje vo a divulgação

História e Cultura AfroBrasileira, Africana e Indígena

Educação em Direitos Humanos

É ca Profissional Organizacional

e

Planejamento Organização de Eventos

e

É ca Profissional e Organizacional Planejamento Organização de Eventos

e

Gastronomia, Hospitalidade

e

Turismo

É ca Profissional e Organizacional

Obrigatório

Obrigatório Complementar opta vo

Obrigatório

Hotelaria Hospitalar Educação Ambiental

Gestão Ambiental em Empreendimentos Turís cos

Complementar opta vo

Gestão Ambiental em Meios de Hospedagem

Obrigatório

e produção de conhecimentos, bem como de a tudes, posturas e valores que eduquem cidadãos quanto à pluralidade étnico-racial, tornando-os capazes de interagir e de negociar obje vos comuns que garantam, a todos, respeito aos direitos legais e valorização de iden dade, na busca da consolidação da democracia brasileira. O Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana tem por obje vo o reconhecimento e valorização da iden dade, História e cultura dos afro-brasileiros, bem como a garan a de reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao lado das indígenas, européias, asiá cas. A Educação em Direitos Humanos tem como paradigma e base as diversidades e a inclusão de todos/as. Desenvolvem prá cas ecológicas na operação hoteleira, consumo consciente, gestão de resíduos e uso racional de recursos.

Hotelaria Hospitalar Pessoa com deficiência

Ensinam a adaptar espaços, serviços e experiências para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, promovendo inclusão.

Planejamento e Manutenção de Hotéis Planejamento e Organização de Eventos Gestão da Qualidade dos Serviços de Hotelaria

Obrigatório

Hotelaria Hospitalar

13.3 SÍNTESE NUMÉRICA DOS COMPONENTES CURRICULARES

Tabela 1: Conteúdos Curriculares do Curso de Hotelaria

Conteúdos Curriculares

Carga-horária

Créditos

Percentual

Conteúdos Básicos Profissionais (obrigatórios)

3. Conteúdos Obrigatórios

4. Estágio Supervisionado

1.440h 300h

96 20

60% 12,5%

Total Obrigatórios

1.740h

116

72,5%

360h 180h 120h

24 12 08

15% 7,5% 5%

Total Complementares

660h

44cr

27,5%

TOTAL DO CURSO

2.400h

160cr

100%

Conteúdos Complementares

4. Complementares Obrigatórios

5. Complementares Opta vos

6. Complementares Flexíveis

13.4 COMPOSIÇÃO CURRICULAR Tabela 2: Composição Curricular do Curso de Hotelaria

1. Conteúdos Básicos Profissionais (obrigatórios)

1.1 Conteúdos Básicos Gerais Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Fundamentos de Administração em Hospitalidade

4

60h

-

Antropologia Cultural

4

60h

-

Princípios de Economia

4

60h

-

12

180h

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Introdução ao Turismo e à Hospitalidade

4

60h

-

Introdução a Alimentos em Hotelaria

4

60h

-

Reservas e Recepção

4

60h

Tecnologia Culinária

4

60h

Língua Inglesa I

4

60h

-

Governança e Lavanderia

4

60h

-

Gestão em A&B

4

60h

-

Componentes

Total de Conteúdos Obrigatórios Básicos 1.2 Conteúdos Básicos Profissionais

Componentes

Planejamento e Gestão de Pessoas em Hospitalidade

4

60h

Pesquisa Aplicada ao Turismo e à Hotelaria

4

60h

Introdução ao Turismo e à Hospitalidade Introdução a Alimentos em Hotelaria

Fundamentos de Administração em Hospitalidade Metodologia do Trabalho Cien fico para

Hospitalidade Governança e Lavanderia

Hotelaria Hospitalar

4

60h

Tecnologias de Informação e Comunicação na Hotelaria

4

60h

-

Marke ng Aplicado à Hotelaria

4

60h

Fundamentos de Administração em Hospitalidade

Gestão do Lazer e Entretenimento

4

60h

-

É ca Profissional e Organizacional

4

60h

-

Gestão Ambiental em Meios de Hospedagem

4

60h

Gestão de Vendas em Hotelaria

4

60h

Planejamento e Manutenção de Hotéis

4

60h

Gestão da Qualidade dos Serviços de Hotelaria

4

60h

Planejamento e Organização de Eventos

4

60h

Estratégia Empresarial

4

60h

Empreendedorismo no Setor de Hospitalidade

4

60h

84

1260h

Créditos

Carga Horária

20

300h

Total de Estágios Curriculares

20

300h

Total de Conteúdos Obrigatórios e Estágios

116

1740h

Total de Conteúdos Obrigatórios Profissionais

Introdução ao Turismo e à Hospitalidade Marke ng Aplicado à Hotelaria Introdução ao Turismo e à Hospitalidade Marke ng Aplicado à Hotelaria Introdução ao Turismo e à Hospitalidade Marke ng Aplicado à Hotelaria Estratégia Empresarial

1.3 Estágio Supervisionado

Componentes Estágio Supervisionado em Hotelaria

Pré-requisitos

2. Conteúdos Complementares 2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Metodologia do Trabalho Cien fico para Hospitalidade

4

60h

-

Matemá ca Financeira

4

60h

-

Esta s ca para Ciências Humanas e Sociais I

4

60h

-

Contabilidade Aplicada a Empresas de Hospitalidade

4

60h

-

Trabalho de Conclusão de Curso I (HOTELARIA)

4

60h

Pesquisa Aplicada ao

Componentes

Trabalho de Conclusão de Curso II (HOTELARIA) Total de Complementares Obrigatórios

4

60h

24

360h

Turismo e à Hotelaria Trabalho de Conclusão de Curso I

2.2 Conteúdos Complementares Opta vos (Integralizar no mínimo 12 créditos)

Componentes

Créditos

Carga Horária

Agências e Roteiros em Turismo

4

60h

Compras, Gestão de Estoques e Logís ca na Hotelaria

4

60h

Comportamento do Consumidor no Turismo

4

60h

Economia para Turismo e Hotelaria

4

60h

Gastronomia, Turismo e Hospitalidade

4

60h

Gestão Ambiental em Empreendimentos Turís cos

4

60h

Gestão Financeira em Hospitalidade

4

60h

Hospitalidade

4

60h

Introdução ao Barismo

4

60h

Libras

4

60h

Redação Comercial para Turismo e Hotelaria

4

60h

Sociologia do Turismo

4

60h

Tecnologias da Informação e Comunicação no Turismo

4

60h

Turismo, Antropologia e Cultura

4

60h

Turismo e Polí cas Públicas

4

60h

UCE I - Extensão, Hotelaria e Cidadania

4

60h

UCE II - Extensão, Hotelaria e Trabalho

4

60h

A vidades Curriculares Complementares Flexíveis – Extensão e Hotelaria

12

180h

Pré-requisitos

Fundamentos de Administração em Hospitalidade

2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis Tópicos Especiais em Hotelaria Total de Complementares Flexíveis

8 8

120h 120h

13.5 EQUIVALÊNCIAS Tabela 3: Equivalências

HOTELARIA Currículo 122018 Componente (código) Pesquisa Aplicada ao Turismo e à

Carga horária 60H

HOTELARIA Currículo NOVO Componente (Código diferente ou a palavra NOVO) Pesquisa Aplicada ao Turismo e à

Carga horária 60H

Hospitalidade (GDTH0040) Economia das Empresas (GPSAE0105) Inglês Instrumental (1404114) Contabilidade Geral e de Custos Aplicada a Empresas de Hospitalidade (GDTH0037) Lazer e Entretenimento (GDTH0043) Estágio Supervisionado (Hotelaria) (GDTH0035) Matemá ca Financeira (1201154)

60H 60H 60H

60H 300H 60H

Hotelaria (NOVO) Princípios de Economia (PSAE00251) Língua Inglesa I (1404325) Contabilidade Aplicada a Empresas de Hospitalidade (NOVO) Gestão do Lazer e Entretenimento (NOVO) Estágio Supervisionado em Hotelaria (NOVO) Matemá ca Financeira (1202161)

60H 60H 60H

60H 300H 60H

13.6 INSERÇÃO CURRICULAR DA EXTENSÃO Considerando a resolução CONSEPE/UFPB n. 02/2022, que trata da norma zação da creditação curricular da extensão universitária nos cursos de graduação no âmbito da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, a creditação da extensão no curso de bacharelado em Hotelaria se dará por meio de a vidades a serem desenvolvidas pelos discentes e coordenadas por docentes que atuam em disciplinas ofertadas para o curso, conforme previsão neste PPC. Serão consideradas a vidades de extensão, de acordo com o que estabelece o Art. 3º da resolução supracitada, incisos de I a V, as interações, desenvolvidas preferencialmente de modo interdisciplinar, mul disciplinar e/ou transdisciplinar, que envolvem diretamente as comunidades externas à ins tuição, sem prejuízo das comunidades internas, e que estão vinculadas à formação do discente, como: a) programa: conjunto ar culado de projetos e/ou de outras a vidades de extensão (cursos, oficinas, eventos, prestação de serviços) que, integrado ao ensino e/ou à pesquisa e em consonância com as polí cas ins tucionais da Universidade, estejam direcionadas às questões relevantes da sociedade, com caráter regular e con nuado, e com tempo mínimo de execução de 06 (seis) meses; b) Projeto: uma ação processual e/ou con nua de caráter educa vo, social, ar s co, cultural, cien fico e/ou tecnológico, com obje vos específicos e que cumpra o preceito da indissociabilidade da extensão, do ensino e da pesquisa; c) Curso e Oficina: ações pedagógicas de caráter teórico e/ou prá co, planejadas e organizadas de modo sistemá co, que se proponham a socializar

os conhecimentos produzidos na Universidade e/ou outros setores da sociedade, realizadas de forma presencial, à distância, remota (síncrona ou assíncrona) e/ou híbrida, vindo a contribuir para uma melhor ar culação entre os saberes acadêmicos e/ou populares, como também proporcionar a transferência de tecnologia e de prá cas sociais; d) - Prestação de Serviços: ações pelas quais são disponibilizadas ao público habilidades, conhecimentos e/ou infraestrutura de domínio da Universidade sob a forma de atendimentos, consultas, exames e ensaios laboratoriais, procedimentos especializados, curadoria, consultorias, assessorias, assistência técnica e manutenção de equipamentos e outras a vidades similares; e) - Evento: uma ação que consiste na apresentação e/ou exibição pública, livre ou com clientela específica, de conhecimentos e/ou de produtos culturais, ar s cos, espor vos, cien ficos e/ou tecnológicos, desenvolvidos, conservados ou reconhecidos pela Universidade. Para essa creditação da extensão no Curso de Hotelaria da UFPB o discente deverá integralizar 300 horas, distribuídas nas disciplinas obrigatórias, conforme é apresentada no Quadro 3. Ademias, o discente ainda poderá contar com componentes curriculares opta vos, entre disciplinas (Unidade Curricular de Extensão) e A vidades Curriculares Complementares Flexíveis (Quadro 3), como alterna va e forma de aprofundamento da extensão, que visam reforçar o compromisso do curso com a sociedade.

Quadro 3: Creditação da Extensão para o curso de Hotelaria

Componente Introdução ao Turismo e à Hospitalidade Fundamentos de Administração em Hospitalidade Metodologia do Trabalho Cien fico para Hospitalidade Reservas e Recepção Governança e Lavanderia Planejamento e Gestão de Pessoas em Hospitalidade Pesquisa Aplicada ao Turismo e à Hotelaria Hotelaria Hospitalar Marke ng Aplicado à Hotelaria Gestão do Lazer e Entretenimento Contabilidade Aplicada a Empresas de Hospitalidade É ca Profissional e

CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO Natureza do Componente (Obrig, Compl Obrig, Opt ou Flexível) Obrigatório

Carga-horária específica para Extensão 15h

Obrigatório

15h

Complementar obrigatório

15h

Obrigatório Obrigatório Obrigatório

15h 15h 15h

Obrigatório

15h

Obrigatório Obrigatório Obrigatório

15h 15h 15h

Complementar obrigatório

15h

Obrigatório

15h

Organizacional Gestão Ambiental em Meios de Obrigatório Hospedagem Gestão de Vendas em Hotelaria Obrigatório Estratégia Empresarial Obrigatório Planejamento e Manutenção de Obrigatório Hotéis Gestão da Qualidade dos Obrigatório Serviços de Hotelaria Planejamento e Organização de Obrigatório Eventos Empreendedorismo no Setor de Obrigatório Hospitalidade Tecnologias de Informação e Obrigatório Comunicação na Hotelaria TOTAL DE EXTENSÃO DO CURSO Componentes Curriculares Opta vos com carga-horária para extensão Agências e Roteiros em Turismo Hospitalidade Sociologia do Turismo Tecnologias de Informação e Comunicação no Turismo Turismo e Polí cas Públicas Turismo, Antropologia e Cultura UCE I – Extensão, Hotelaria e Cidadania UCE II - Extensão, Hotelaria e Trabalho A vidades Curriculares Complementares Flexíveis – Extensão e Hotelaria

15h 15h 15h 15h 15h 15h 15h 15h 300h 15h 15h 15h 15h 15h 15h 60h 60h 180h

FLUXOGRAMA O Quadro 4 apresenta o fluxograma do Curso de Graduação em Hotelaria, estruturado em sete períodos le vos, no turno vesper no. A organização curricular contempla a progressiva ar culação entre os fundamentos teóricos e as prá cas profissionais específicas da área da hospitalidade. A matriz propicia uma formação ampla, abordando desde disciplinas introdutórias, como "Introdução ao Turismo e à Hospitalidade" e

"Fundamentos

de

Administração

em

Hospitalidade",

até

componentes

mais

especializados, como "Gestão da Qualidade dos Serviços de Hotelaria", "Hotelaria Hospitalar", "Planejamento e Organização de Eventos" e "Empreendedorismo no Setor de Hospitalidade". Destacam-se, ainda, os componentes de formação cien fica e prá ca, como o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC I e II) e o Estágio Supervisionado, além da inclusão de conteúdos opta vos e flexíveis que conferem dinamismo e atualidade ao percurso

[página 44 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] Introdução ao Turismo e à Hospitalidade 04 cr

Introdução à Alimentos em Hotelaria 04 cr

Fundamentos de Administração em Hospitalidade 04 cr

Antropologia Cultural 04 cr

Metodologia do Trabalho Científico para Hospitalidade 04 cr

Reservas e Recepção 04 cr

Tecnologia Culinária 04 cr

Princípios de Economia 04 cr

Pesquisa Aplicada ao Turismo e à

Hotelaria

4cr

Matemática Financeira 04 cr

Optativa* 4cr

Governança e Lavanderia 04cr

Gestão em A&B 04 cr

Língua Inglesa | 04 cr

Planejamento e Gestão de Pessoas em Hospitalidade 04 cr

Estatística para Ciências Humanas e Sociais | 04 cr

Hotelaria Hospitalar 04 cr

Tecnologias de Informação e Comunicação na Hotelaria 04 cr Marketing Aplicado à Hotelaria 04 cr

Gestão do Lazer e Entretenimento 04 cr

Contabilidade Aplicada a Empresas de Hospitalidade

04 cr

Ética Profissional e Organizacional 04 cr Gestão Ambiental em Meios de Hospedagem 04 cr Gestão de Vendas em Hotelaria 04 cr

Estratégia Empresarial 04 cr

Optativa* 4cr

Total 20 cr Total 24 cr Total 20 cr Total 20 cr Total 20 cr Total 24 cr

Planejamento e Manutenção de Hotéis 04 cr Gestão da Qualidade dos Serviços de Hotelaria 04 cr Planejamento e Organização de Eventos 04 cr

Empreendedorismo

no Setor de Hospitalidade 04 cr

Optativa* 4 cr

Conteúdos Flexíveis: 8 cr a serem integralizados ao longo do curso através de Tópicos Especiais em Hotelaria.

*Componentes complementares optativos devem ser integralizados durante o curso com no mínimo 180 horas (12 cr)

ODDO

Carga Horária de disciplinas 2.280 + 120 de Conteúdos Complementares Flexíveis =

Carga horária Total para Integralização curricular 2.400 horas aula (160 créditos — 34 disciplinas)

Conteúdos Obrigatórios Básicos Gerais (12 cr — 180h) Conteúdos Obrigatórios Profissionais (84 cr — 1.260h) Estágio Supervisionado (20 cr — 300h) resolução 07/2010. Conteúdos Complementares Obrigatórios (24 cr — 360h) Conteúdos Complementares Optativos (12 cr — 180h)

Conteúdos Complementares Flexíveis (08 cr — 120h)

Estágio Supervisionado 20 cr

Total 24 cr [fim da página 44]

EMENTÁRIO 1º PERÍODO Quadro 5: Ementas para o 1º Período do Curso de Hotelaria

Nome do Componente Introdução ao Turismo e à Hospitalidade

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

(GDTH0029) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Turismo e hospitalidade: conceitos, história e evolução; Hospitalidade, sociedade e a diversidade das relações étnico-raciais e culturais; O sistema Turís co; Polí cas públicas em turismo; Empresas hoteleiras. Situação atual e tendências da área. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica BENI, M.C. Análise estrutural do turismo. 3ªed. São Paulo: SENAC, 2000. FURTADO, Silvana Mello; VIEIRA, Francisco. Hospitalidade: turismo e estratégias segmentadas. Cengage Learning. SP, 2011. IGNARRA, L. R. Fundamentos do turismo. São Paulo: Thomson, 2003. Bibliografia Complementar ANDRADE, J. V. Turismo: fundamentos e dimensões. São Paulo: Á ca, 1998. CAMARGO, L. O. de L. Hospitalidade. São Paulo: Aleph, 2004. CASTELLI, G. Hospitalidade: na perspec va da gastronomia e da hospitalidade. São Paulo: Saraiva, 2005. DIAS, C. (org) et al. Hospitalidade: reflexões e perspec vas. Barueri, SP: Manole, 2002. DIAS, R. D.; PIMENTA, M. A. Gestão de hotelaria e turismo. São Paulo: Pren ce Hall, 2005. MARQUES, J. A. Introdução à hotelaria. Bauru – SP: EDUSC, 2003. Nome do Componente Introdução à Alimentos em Hotelaria

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

(GDGAS0055) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gastronomia – DGAS Ementa: História da alimentação e dos restaurantes. Composição de macro e micronutrientes dos alimentos e bebidas e suas funções. Noções dos programas de gestão da qualidade nos serviços de alimentos e bebidas. Principais métodos de conservação dos alimentos. Mudanças no mercado de alimentos e bebidas. Bibliografia Básica

CASTELLI, G. Administração hoteleira. 7. ed. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2000. DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos & Bebidas: Restaurante: planejamento, implantação e operação. 3. ed. - Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2007. FREUND, F. T. Alimentos e bebidas: uma visão gerencial. São Paulo: Senac Nacional, 2005. Bibliografia Complementar ARRUDA, G. A. Manual de boas prá cas - hotéis e restaurantes. v. I, 2ª ed. Editora Ponto Crí co, 1997. ELEUTERIO, Helio. Serviços de Alimentação e Bebidas. Rio de Janeiro: Érica, 2014. NEVES, M. F., CHADDAD, F. R., LAZZARINI, S. G. Gestão de negócios em alimentos. Pioneira, 2001. SPANG, Rebecca L. A invenção do restaurante: Paris e a moderna cultura gastronômica Rio de Janeiro:Record, 2003. TORRE, F. D. L. Administração hoteleira - Parte II: Alimentos e bebidas. São Paulo: Roca, 2002. Nome do Componente Fundamentos de Administração em Hospitalidade (GDTH0028) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Bases Históricas da Administração. Introdução à Teoria Geral da Administração. Abordagem Clássica da Administração – Administração Cien fica e Teoria Clássica. Abordagem Humanís ca da Administração. Abordagem Neoclássica da Administração. Administração da Experiência e Responsabilidade Social nos Meios de Hospedagem. Funções e Habilidades Administra vas em Hospitalidade. Comportamento Organizacional e Tomada de Decisão na Hotelaria. Tendências e Perspec vas da Administração para Hospitalidade. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 8ª.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier 2011. CHON, Kye-Sung (Kaye); SPARROWE, R. Y. Hospitalidade: conceitos e aplicações. 2ª. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2015. DENCKER, A. de F. M. (coord.). Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade. São Paulo: Thomson Learning, 2005. POWERS, T.; BARROWS, C. W. Administração no setor de Hospitalidade – Turismo, Hotelaria e Restaurante. São Paulo: Atlas, 2004. SOBRAL, F.; PECI, A. Administração: teoria e prá ca no contexto brasileiro. 2ª. ed. São Paulo: Pearson Pren ce Hall do Brasil, 2013. STONER, James A. F; FREEMAN, R. Edward. Administração. Rio de Janeiro: LTC, 1999. Bibliografia Complementar ASSUNÇÃO, P. de. História do turismo no Brasil entre os séculos XVI e XX: viagens, espaço e cultura. Barueri, SP: Manole, 2012. BATEMAN, Thomas; SNELL, Sco . Administração: novo cenário compe vo. 2ª. ed. São Paulo: Atlas, 2006. CASTELLI, G. Hospitalidade: a inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços. São Paulo: Saraiva, 2010. DAFT, Richard L. Administração. 5ª. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2005. ESCRIVÃO FILHO, E. PERUSSI FILHO, S. (orgs.). Teorias da Administração: introdução ao estudo do trabalho do administrador. São Paulo: Saraiva, 2010. LASHLEY, C., MORRISON, A. Em busca da hospitalidade: perspec vas para um mundo globalizado. São Paulo: Manole, 2010. MARICATO, P. Como montar e administrar bares e restaurantes. 9ª. ed. São Paulo: Senac, 2001. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução digital. 8ª. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

POWERS, T.; BARROWS, C. W; BRANDÃO, A. B. Administração no setor de hospitalidade: turismo, hotelaria, restaurante. São Paulo: Atlas, 2004.

Nome do Componente Metodologia do Trabalho Cien fico para Hospitalidade (GDTH0036) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Diretrizes para a leitura e para a escrita dos gêneros textuais orais e escritos. As propriedades do trabalho cien fico. Os métodos cien ficos. As etapas da pesquisa. Os pos de pesquisa. Normas técnicas (ABNT), com menção a outros órgãos de normalização. Projetos de pesquisa e sua estrutura. Coleta, elaboração, análise e interpretação dos dados. Tabelas, quadros e gráficos. O trabalho cien fico voltado a Turismo e Hotelaria. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia cien fica: um guia para a iniciação cien fica. São Paulo: Makron Books, 2000. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de Comunicação Escrita. Série Princípios, vol. 12. Edição Revista e Atualizada. São Paulo: Á ca, 2007. BURSZTYN, M.; DRUMMOND, J. A.; NASCIMENTO, E. P. Como escrever e publicar um trabalho cien fico. Rio de Janeiro: Garamond, 2010. CENTENO, R. R. Metodologia da pesquisa aplicada ao turismo: casos prá cos. São Paulo: Editora Roca, 2009. PEREZ, A. S. (coord) Introdução à metodologia da pesquisa em turismo. São Paulo: Roca, 2005. SAMPIERI, Roberto H.; COLLADO, Carlos F.; LUCIO, María D. P B. Metodologia de pesquisa. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2013. Bibliografia Complementar CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia Cien fica: Teoria e Prá ca. Rio de Janeiro: Axcel, 2004. DENCKER, A. de F. M. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo: Futura, 1998. FRAGA, M. L. Metodologia para elaboração de trabalhos cien ficos. São Paulo: Fundo de Cultura, 2009. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho cien fico. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.SCHLÜTER, R. G. 2003. Metodologia da pesquisa em turismo e hotelaria. São Paulo: Aleph, 2003. ZANOTTO, N. Correspondência e redação técnica. Coleção Hotelaria. Caxias do Sul: EDUCS, 2002.

Nome do Componente Antropologia Cultural (1401104) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Ciências Sociais – DCS Ementa: O campo da antropologia como conhecimento. Conceitos de natureza, a unidade da espécie humana e a diversidade cultural. O conceito de cultura e o princípio do rela vismo cultural. Alteridade, diferença,

desigualdade, interseccionalidade. Etnocentrismo e colonialismo. O método etnográfico como marca da disciplina. Bibliografia Básica ABU-LUGHOD, L. As mulheres muçulmanas precisam realmente de salvação? Reflexões antropológicas sobre o rela vismo cultural e seus Outros. Estudos Feministas, Florianópolis, 20(2): 256, maio-agosto/2012, p. 451- 470. LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1989. LARAIA, R. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 1986. Bibliografia Complementar CASTRO, Celso. Textos básicos de antropologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2016. ERIKSEN, T.; NIELSEN, F. História da antropologia. Petrópolis: Vozes, 2007. LANGDON, E. J.; WIIK, F. B. Antropologia, saúde e doença: uma introdução ao conceito de cultura aplicado às ciências da saúde. Revista La no-Americana de Enfermagem, v. 18, p. 459-466, 2010. MELO, Luiz Gonzaga de Mello. Antropologia Cultural: Iniciação, teoria e temas. 20ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. ROCHA, E. O que é etnocentrismo. São Paulo, Brasiliense, 1985.

2º PERÍODO Quadro 6: Ementas para o 2º Período do Curso de Hotelaria

Nome do Componente Reservas e Recepção (GDTH0031) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Tipos e categorias de meios dos meios de hospedagem. Estrutura hoteleira, os departamentos dos meios de hospedagem, organograma, cargos, funções e aspectos operacionais do setor de hospedagem (reservas e recepção). Sistemas de gestão hoteleira (PMS). Ro nas de trabalho do setor de reservas e recepção. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9.ed., rev. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. 731 p. (Hotelaria). DUARTE, Vladir Vieira. Administração de sistemas hoteleiros: conceitos básicos. 3.ed. São Paulo: Ed. SENAC São Paulo,

2005. 122 p. ISBN: 8573590017. HAYES, David K; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Pren ce Hall, 2005. 386 p. ISBN: 8576050307. MARQUES, J. Albano. Manual de hotelaria: polí cas e procedimentos. 2.ed., rev. E ampl. Rio de Janeiro: Thex, 2004. 495 p. ISBN: 857603011. Bibliografia Complementar CHON, K. S.; SPARROWE, Raymond T. Hospitalidade: conceitos e aplicações Rio de Janeiro: SENAC, 2015. 2.ed.rev. atual. DAVIES, Carlos Alberto. Cargos em hotelaria. 4.ed. rev. Caxias do Sul: EDUCS, 2010. DIAS, Reinaldo; PIMENTA, Maria Alzira (orgs). Gestão da Hotelaria e Turismo. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2005. LASHLEY, Conrad; SPOLON, Ana Paula. Administração de pequenos negócios de hospitalidade. Rio de Janeiro: Campus, 2011. Menezes, P.D.L.; Tito, A. L. A. Perspec vas da gestão em turismo e hotelaria. João Pessoa; Editora do CCTA. 2019. PETROCCHI, Mário. Hotelaria: planejamento e gestão. 2.ed. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2007.

Nome do Componente Tecnologia Culinária (GDGAS0056) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gastronomia – DGAS Ementa: Composição química, principais caracterís cas e transformação dos alimentos de origem animal (carnes, pescado, leite e ovo) e vegetal (cereais, leguminosas, frutas, hortaliças, raízes e tubérculos); principais técnicas de preparo dos alimentos na cozinha: seleção, pré-preparo (fator de correção e pos de corte), preparo ( pos de cocção, percentual de aumento e diminuição); Indicadores de preparo de alimentos e ficha técnica de preparo. Bibliografia Básica ORNELAS, L. H. Técnica dieté ca: seleção e preparo de alimentos. 7ª ed. São Paulo: Atheneu, 2001. PHILIPPI, S. T. Nutrição técnica e dieté ca. Barueri: Manole, 2003. TEICHMANN, Ione Mendes. Tecnologia culinária. Caxias do Sul: Educs, 2000. Bibliografia Complementar ARAÚJO, W. M. C. et al. Alquimia dos alimentos. Brasília: Editora Senac - DF, 2009. INSTITUTO AMERICANO DE CULINÁRIA. Chef profissional - Edição brasileira: Senac Editoras, 2009. PHILIPPI, S.T.; COLUCCI, A. C. Nutrição e Gastronomia. 1 ed.. Manole. 2018. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e Técnica Dieté ca. 4. ed. Barueri,SP:Manole, 2019. WOLKE, Robert L. O que Einstein disse a seu cozinheiro: a ciência na cozinha. Tradução: Helena Londres. Rio de Janeiro:Zahar, 2003. Nome do Componente Pesquisa Aplicada ao Turismo e à Hotelaria

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

(NOVO) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: A importância, pos e fases da pesquisa. Pesquisa cien fica e responsabilidade socioambiental. Métodos e técnicas de pesquisa aplicadas à Hotelaria. Processo de planejamento, execução e divulgação da pesquisa cien fica. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica CRESWELL, John W.; CRESWELL, J. David. Projeto de pesquisa: Métodos qualita vo, quan ta vo e misto. Penso Editora, 2021. DENCKER, A. de F. M. Pesquisa em Turismo: Planejamento, Métodos e Técnicas. São Paulo: Futura, 2004. GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Bibliografia Complementar CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia cien fica: para uso dos estudantes universitários. 6ª. ed. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2007. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO - OMT. Introdução à Metodologia da Pesquisa em Turismo. São Paulo: Roca, 2009. RICHARDSON, Roberto Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3ª. ed. revista e ampliada. São Paulo: Atlas,

1999. SCHLÜTER, Regina G. Metodologia da Pesquisa em Turismo e Hotelaria. São Paulo: Aleph, 2003. VEAL, A. J. Metodologia de Pesquisa em Lazer e Turismo. Tradução: Gleice Guerra. São Paulo: Aleph, 2011. VIEIRA, Marcelo Milano Falcão; ZOUAIN, Deborah Moraes (orgs). Pesquisa Qualita va em Administração: teoria e prá ca. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005.

Nome do Componente Princípios de Economia (PSAE00251) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Economia – DE Ementa: Princípios, Método e Questões Fundamentais da Economia. Mercado. Introdução à Teoria do Consumidor e à Teoria da Firma, Agregados Macroeconômicos. Conceitos e modelos básicos da Macroeconomia. Bibliografia Básica FEIJÓ, Carmem A.; RAMOS, Roberto L. O. (Orgs.) Contabilidade Social - Referência Atualizada das Contas Nacionais do Brasil. 5. ed., rev e atual. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. KRUGMAN, Paul.; Well, Robin. Introdução à Economia. 3. ed. Rio de Janeiro: Grupo Gen, 2021. PINHO, Divas B.; VASCONCELLOS, Marcus A. S. de; TONETO JR. Rudinei (Orgs.). Manual de Economia. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. SAMUELSON, Paul A. NORDHAUS, William D. Economia. 19. ed. Grupo A, 2012. VASCONCELLOS, Marcos A. S. ECONOMIA: Micro e Macro. 6. ed. Grupo GEN, 2015. Bibliografia Complementar ACEMOGLU, D.; LAIBSON, D.; LIST, D. Economics. Pearson, 2015. BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. 7. Pearson. 2018. FROYEN, Richard T. Macroeconomia: teorias e aplicações. 2. Saraiva. 2013. LOPES, Luiz Mar ns; BRAGA, Márcio Bobik; VASCONCELLOS, Marcos Antonio Sandoval de; JUNIOR, Rudinei Toneto. Macroeconomia: Teoria e Aplicações de Polí ca Econômica. 4. ATLAS. 2018. MANKIW, N. Gregory. Macroeconomia. 10. Atlas. 2021 PINDYCK, Robert S.; RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. 7ª ed. São Paulo: Pearson Educa on do Brasil, 2010. VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. VASCONCELLOS, M. A. S. e OLIVEIRA, R. G. Microeconomia. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. Nome do Componente Matemá ca Financeira (1202161) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Finanças e Contabilidade – DFC Ementa: Sistema de Capitalização Simples: juro, montante, taxas, desconto e equivalência de capitais; Sistema de Capitalização Composta: juro, montante, taxas, descontos, equivalência de capitais, fluxo de caixa; Rendas Certas (capitalização e amor zação); Sistemas de Amor zação de Emprés mos. Bibliografia Básica ASSAF NETO, Alexandre. Matemá ca financeira e suas aplicações. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2016. FRANCISCO, Walter de. Matemá ca financeira. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1994. MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemá ca financeira: com + de 600 exercícios resolvidos e

propostos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004. MULLER, Aderbal Nicolas. Matemá ca financeira: instrumentos financeiros para a tomada de decisão em Administração, Economia e Contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2012. TEIXEIRA, James; DI PIERO NETTO, Scipione. Matemá ca Financeira. São Paulo: Makron Books, 2005. Bibliografia Complementar AZEVEDO FILHO, Azamor Cirne de. Matemá ca financeira para cursos e concursos: teoria e 800 questões resolvidas. João Pessoa: Ideia, 2008. BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Matemá ca financeira: com HP 12C e Excel: inclui diversas aplicações, mais de 1.000 exercícios resolvidos e a planilha MATFIN.XLS. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. GIMENES, Cris ano Marchi. Matemá ca financeira com HP 12C e Excel: uma abordagem descomplicada. 2. ed. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2009. OLIVEIRA, Gustavo Faria. Matemá ca financeira descomplicada: para os cursos de Economia, Administração e Contabilidade. São Paulo: Editora Atlas, 2013. SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemá ca financeira. 5. ed. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2010. VERAS, Lilia Ladeira. Matemá ca financeira: uso de calculadoras financeiras, aplicações ao mercado financeiro, introdução à engenharia econômica, 300 exercícios resolvidos e propostos com respostas. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2014. VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemá ca financeira. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

3º PERÍODO Quadro 7: Ementas para o 3º Período do Curso de Hotelaria

Nome do Componente Governança e Lavanderia (GDTH0032) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Estudo da estrutura sica e operacional do setor de Governança em meios de hospedagem. Planejamento, organização e complexidade das ro nas do setor, considerando padrões de qualidade, produ vidade e hospitalidade. Procedimentos de limpeza, higienização, arrumação e inspeção das unidades habitacionais, áreas sociais e áreas de serviço. Métodos de trabalho, protocolos operacionais e uso adequado de utensílios, enxoval e equipamentos. Operações de lavanderia: infraestrutura, fluxo de roupas, pos de máquinas e processos de lavagem, secagem e passadoria. Elaboração e interpretação de relatórios operacionais, indicadores e esta s cas da área. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão voltadas para a promoção da responsabilidade social, por meio de ações educa vas e colabora vas com a comunidade, integrando teoria e prá ca das ro nas de governança e lavanderia. Bibliografia Básica CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9.ed., rev. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. 731 p. (Hotelaria) ISBN: 8570611854. DUARTE, Vladir Vieira. Administração de sistemas hoteleiros: conceitos básicos. 3.ed. São Paulo: Ed. SENAC São Paulo,

2005. 122 p. ISBN: 8573590017. DAVIES, Carlos Alberto. Cargos em hotelaria. 4.ed. Caxias do Sul: Educs, 2010. 414 p. (Coleção Hotelaria) ISBN: 9788570615619. YANES, Adriana Figueiredo. Governança em hospedagem. São Paulo: Erica, 2014. Bibliografia Complementar CÂNDIDO, Índio. Controles em hotelaria:sistema mecanizado para hotel. 3.ed. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 1990, 1996. 294p. ISBN: 8570610890. CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria:uma abordagem prá ca. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1994. 144p. ISBN: 8573030143. SERRA, Farah Azenha. Fator humano da qualidade em empresas hoteleiras. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 130 p.

ISBN: 8573035692. HAYES, David K; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Pren ce Hall, 2005. 386 p. ISBN: 8576050307. VIERA, Elenara Viera de. Desperdício em hotelaria:soluções para evitar. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2004. 161 p. (Coleção Hotelaria) ISBN: 8570612281.

Nome do Componente Gestão em A&B (GDGAS0058) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Gastronomia – DGAS Ementa: Operacionalização e caracterização dos diversos pontos de venda de A&B de um hotel (bar, restaurante, copa, casa de chá, room service). Operacionalização e caracterização de cozinhas. O setor de A&B na organização de eventos. Fundamentos e princípios básicos do planejamento e da elaboração de cardápios. Bibliografia Básica CASTELLI, Geraldo. Gestão hoteleira. São Paulo: Saraiva, 2006. MEZOMO, I. B. Os serviços de alimentação. 5ª ed. Barueri, SP: Manole, 2007. PACHECO, A. O. Manual de organização de banquetes. 4ª ed. São Paulo: Senac, 2008. TEICHMANN, I. T. M. Cardápios: técnicas e cria vidade. 6ª ed. Caxias do Sul, RS: Educs, 2007. Bibliografia Complementar FREUND, F. T. Festas e recepções: gastronomia, organização e cerimonial. 2ª ed. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2007. MARICATO, P. Como montar e administrar bares e restaurantes. 8ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2009. OLIVEIRA, P. A. Manual do bar. 6ª ed. São Paulo: Senac São Paulo. 2008. VASCONCELLOS, F. CAVALCANTI, E. BARBOSA, L. Menu: como montar um cardápio eficiente. São Paulo: Roca. 2002. ZANELLA, L. C. Instalação e administração de restaurantes. São Paulo: Metha. 2007. Nome do Componente Planejamento e Gestão de Pessoas em Hospitalidade (1406366) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Planejamento na Gestão de Pessoas: conceitos e obje vos aplicados a empresas de hospitalidade; Gestão Estratégica de Pessoas; Recrutamento e Seleção; Treinamento e Desenvolvimento; Avaliação de desempenho; Cultura Organizacional; Mo vação e Sistemas de Recompensa; Gestão por Competências; Gestão de Pessoas para o Século

XXI. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: o novo papel da gestão do talento humano. 5.ed. São Paulo: Atlas/Gen, 2020. DUTRA, Joel Souza; DUTRA, Ta ana Almendra; DUTRA, Gabriela Almendra. Gestão de pessoas: realidade atual e desafios futuros. São Paulo: Atlas/GEN, 2017. LUCENA, Maria Diva da S. Planejamento estratégico e gestão do desempenho para resultados. Rio de Janeiro: Atlas, 2012.

Bibliografia Complementar GRAMIGNA, Maria Rita. Gestão por competências: ferramentas para avaliar e mapear perfis. São Paulo: Alta Books, 2017. McSHANE, Steven L.; GLINOW, Mary Ann Von. Comportamento Organizacional. Porto Alegre: Bookman. 2013. MULLINS, Laurie. Gestão da hospitalidade e comportamento organizacional. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. ROBBINS, Stephen P. DECENZO, David A.; WOLTER, Robert. Fundamentos de Gestão de Pessoas. São Paulo: Saraiva. 2013. TANKE, Mary L. Administração de recursos humanos em hospitalidade. São Paulo: Cengage Learning; Rio de Janeiro: Senac. 2013.

Nome do Componente Esta s ca para Ciências Humanas e Sociais I (GDEST0102) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Esta s ca – DE Ementa: Ideias Básicas da Análise Esta s ca; Fases do Trabalho Esta s co; Esta s ca Descri va: Tabelas e Gráficos, Medidas de Posição, Medidas de Variabilidade; Introdução à Probabilidade; Modelos Probabilís cos: Binomial e Normal; Introdução a Teoria da Amostragem; Inferência Esta s ca: Es mação Pontual, Intervalo de Confiança e Teste de Hipótese para uma Média e para uma Proporção Populacional. Bibliografia Básica BARBETTA, Pedro Alberto. Esta s ca aplicada às ciências sociais. 9.ed. Florianópolis: UFSC, 2017. MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de O. Esta s ca básica. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547220228/pageid/0 TRIOLA, Mario F. et. al. Introdução à esta s ca. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521634256/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref %3Dx01_cover.html]!/4/2/2%4050:40 Bibliografia Complementar AGRESTI, Alan; FINLAY, Barbara. Métodos esta s cos para as ciências sociais. 4. ed. Porto Alegre: Penso, 2012. FREUND, John. Esta s ca aplicada: economia, administração e contabilidade. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. GIL, Antônio C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011, 2012. MARTINS, Gilberto de A. Esta s ca geral e aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ROSENTAL, Claude; FRÉMONTIER-MURPHY, Camille; GODINHO, José Luís. Introdução aos Métodos Quan ta vos em Ciências Humanas e Sociais. Lisboa: Ins tuto Piaget, 2001. Nome do Componente Língua Inglesa I (1404325) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Letras Estrangeiras e Modernas – DLEM Ementa: Leitura e compreensão de textos em inglês através da u lização de estratégias de leitura - English for Specific Purposes. Bibliografia Básica

R. Munhoz. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Ed. reform. rev. Textonovo. 2004; 2. WALKER, Robin; HARDING, Keith. Oxford English for Careers: Tourism. Oxford: Oxford University Press, 2006. TANJI, Hotelier. Professional Spoken English for Hotel & Restaurant Workers. São Paulo: Disal, 2014. Bibliografia Complementar MURPHY, Raymond. English grammar in use:a reference and prac ce book for intermediate students. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1999. 307p. MEDLIK, S. Dic onary of travel, tourism and hospitality. 3. ed. London, New York: Routledge, 2003. 273 p. ISBN: 9780750656504. REID, Robert D; BOJANIC, David C. Hospitality marke ng management. 5.ed. New Jersey: John Wiley, 2010. 656 p. ISBN: 9780470088586. SOUZA, C. A., Asby, G. C., Costa, L. F. M. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo: Disal. 2010. SILVA, B. Inglês instrumental acadêmico. Aplicada. 2018.

4º PERÍODO Quadro 8: Ementas para o 4º Período do Curso de Hotelaria

Nome do Componente Hotelaria Hospitalar (GDTH0041) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Desenvolvimento dos sistemas de cuidados em saúde. Origens dos hospitais e e mologia. O sistema de saúde brasileiro. Turismo de saúde. Conceito de hospitalidade aplicada à hotelaria hospitalar. Hospitalidade e humanização. Hotelaria em cuidados palia vos e sua relação com os direitos humanos. A estrutura organizacional do hospital. Arquitetura e hotelaria hospitalar no atendimento à comunidade e às pessoas com deficiência. Os serviços hospitalares. As interfaces entre hotelaria e os serviços de saúde: hospedagem, atendimento, ambientação, higiene, eventos, entre outros. Educação ambiental e gestão de resíduos em serviços de saúde. Uso das tecnologias em hotelaria hospitalar. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina à serviço da comunidade. Bibliografia Básica BOEGER, Marcelo. Hotelaria hospitalar: gestão em hospitalidade e humanização. São Paulo: SENAC, 2012. GODOI, Adalto Félix de. Hotelaria hospitalar e humanização no atendimento em hospitais. São Paulo: Icone Editora, 2008. SALU, Enio Jorge. Administração hospitalar no Brasil. Editora Manole, 2013. TARABOULSI, Fadi Antoine. Administração de hotelaria hospitalar: serviços aos clientes, humanização do atendimento, departamentalização, gerenciamento, saúde e turismo. Atlas, 2003. Bibliografia Complementar

CAMELO, Silvia Helena Henriques (org.). Hotelaria hospitalar. São Paulo: Pearson, 2018. FARIAS, Roberto Maia. Gestão hospitalar. 1. ed. Porto Alegre: Educs, 2016. GONÇALVES, Eduardo de Lucena. Manual de higiene hospitalar. Rio de Janeiro: REVINTER, 2006. LONDOÑO, Malagón; MORERA, Galán; LAVERDE, Pontón. Administração hospitalar. Rio de Janeiro (RJ): Guanabarakoogan, 2003 OLIVEIRA, Simone Machado Kühn D.; AFFONSO, Ligia Maria F. Fundamentos de administração hospitalar e saúde. São Paulo: Grupo A, 2018.

Nome do Componente Tecnologias de Informação e Comunicação na Hotelaria (NOVO) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Conceitos básicos e evolução das tecnologias da informação e comunicação (TICs) na Hotelaria. Evolução das estruturas da Internet. Mídias sociais e plataformas de redes sociais no setor de hospedagem. Conteúdos gerados pelos usuários (CGUs) e o poder dos consumidores mul teleintera vos. Tecnologias móveis (disposi vos móveis, aplica vos, APIs, wearables, GPS e geolocalização, QRCode, RFID, bluetooth, SMS/MMS, NFC etc.) e suas aplicações no setor de hospedagem. Possibilidades de comércio eletrônico (e-commerce) na Hotelaria: comércio móvel (mobile commerce), comércio social (social commerce) e comércio social móvel (mobile social commerce). Economia colabora va e as novas plataformas digitais de serviços de hospedagem. Sistemas digitais inteligentes (inteligência ar ficial e machine learning), abundância de dados disponíveis (big data e computação em nuvem), Internet das coisas (Internet of things) e Internet de tudo (Internet of everything) e suas contribuições para a automação de processos de informação e comunicação na área de Hotelaria. Crowdsourcing, inovação aberta (open innova on) e cocriação na Hotelaria. Tendências nas tecnologias de informação e comunicação na Hotelaria (acessibilidade digital, cibersegurança, robó ca, gamificação, 5G, computação pervasiva ou ubíqua, redes de sensores e beacons, blockchain, criptomoedas, realidade virtual, realidade aumentada, realidade mista, realidade estendida etc.). Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica GABRIEL, Martha. Você, Eu e os Robôs - Como se Transformar no Profissional Digital do Futuro. 2. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2021. E-book. ISBN 9788597028140. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788597028140/. Acesso em: 22 jul. 2025. SIEBEL, Thomas M. Transformação Digital. Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2021. E-book. ISBN 9788550816876. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788550816876/. Acesso em: 22 jul. 2025. TURBAN, Efraim; VOLONINO, Linda. Tecnologia da informação para gestão. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. Ebook. ISBN 9788582600160. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582600160/. Acesso em: 22 jul. 2025. Bibliografia Complementar GABRIEL, Martha; KISO, Rafael. Marke ng Na Era Digital - Conceitos, Plataformas e Estratégias. 3. ed. Rio de Janeiro: GEN Atlas, 2025. E-book. ISBN 9786559777266. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786559777266/. Acesso em: 22 jul. 2025. HIROTA, Fabio. ChatGPT e Inteligência Ar ficial: Uso e Aplicações na Era Digital. São Paulo: Actual Editora, 2023. Ebook. ISBN 9786587019635. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786587019635/. Acesso em: 22 jul. 2025. ROGERS, David L. Transformação Digital: repensando o seu negócio para a era digital. São Paulo: Autên ca Business,

2017. E-book. ISBN 9788551302736. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788551302736/. Acesso em: 22 jul. 2025. TEIXEIRA, Fernando. Inteligência Ar ficial em Marke ng e Vendas. Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2021. E-book. ISBN 9786555204858. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555204858/. Acesso em: 22 jul. 2025. VELOSO, Renato dos S. Tecnologia da informação e comunicação, 1ª edição. Rio de Janeiro: Saraiva, 2012. E-book. ISBN 9788502145924. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788502145924/. Acesso em: 22 jul. 2025.

Nome do Componente Marke ng Aplicado à Hotelaria (GDTH0042) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Carga Horária EAD: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Conceitos e definições. Evolução do pensamento em Marke ng. Marke ng e Hotelaria: definições, diferenciais e princípios. Composto de marke ng aplicado à hotelaria. Análise ambiental mercadológica aplicada à hotelaria, visando o desenvolvimento social. Marke ng digital e inovação social na hotelaria. Plano de Marke ng e Plano de mídias digitais na Hotelaria, abordando a responsabilidade, as contribuições, o impacto do setor na sociedade e a troca de saberes com os setores locais. O profissional de marke ng na hotelaria no contexto da responsabilidade social. Marke ng Interno na hotelaria com foco na cidadania. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina, com contribuições ao setor hoteleiro e à comunidade, com parcerias com setores representantes da sociedade. Bibliografia Básica CASTELLI, G. Gestão hoteleira. São Paulo: Saraiva, 2006. DIAS, R. D.; PIMENTA, M. A. Gestão de hotelaria e turismo. São Paulo: Pren ce Hall, 2005. KOTLER, K.; KELLER, K.L. Administração de Marke ng. São Paulo: Pearson, 2019. LARA, Simone B. Marke ng & vendas na hotelaria. São Paulo: Futura, 2003 Bibliografia Complementar AVIS, M.C. Comportamento do consumidor na era digital. São Paulo: Intersaberes, 2021. FERRELL, O. C., MICHAEL D. H. Estratégia de Marke ng.São Paulo: Cengage, 2017. KOLB, B. Marke ng Research for the Tourism, Hospitality and Events Industries. Londres: Routledge, 2018. KOTLER, P.; KARTAJAYA, H.; Se awan, I. Marke ng 5.0: Tecnologia para a humanidade.São Paulo: Sextante, 2021. MORRISSON, A. M. Marke ng de hospitalidade e turismo. São Paulo: Cengage, 2012. ROCHA, A; FERREIRA, J. A.; SILVA, J. F. Administração de Marke ng. São Paulo: Atlas, 2012. ROMITO, F.G. Gestão de Marke ng em Hotelaria. São Paulo: Atlas, 2007. TORRES, C. A Bíblia do Marke ng Digital. São Paulo: Novatec, 2018. Nome do Componente Contabilidade Aplicada a Empresas de Hospitalidade

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

(NOVO) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Estrutura conceitual básica. Finalidade e usuários das informações contábeis. Campo de aplicação. Variações Patrimoniais. Escrituração contábil. Demonstrações contábeis. Informações contábeis no processo decisório. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina no contexto da sociedade, com interação social e responsabilidade social. Bibliografia Básica IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Comercial - Texto. 11. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2019. E-book. p.i. ISBN

9788597020755. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788597020755/. Acesso em: 17 jul. 2025. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José C. Curso de Contabilidade para não Contadores. 9. ed. Rio de Janeiro: Atlas,

2022. E-book. p.Capa. ISBN 9786559773183. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786559773183/. Acesso em: 17 jul. 2025.

LUNKES, Rogério J. Manual de contabilidade hoteleira. Rio de Janeiro: Atlas, 2005. E-book. p.Capa. ISBN

9788522472666. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522472666/. Acesso em: 17 jul. 2025. RIBEIRO, Osni M. Contabilidade Básica. 4. ed. Rio de Janeiro: Saraiva Uni, 2014. E-book. p.1. ISBN 9788547224790. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547224790/. Acesso em: 17 jul. 2025. RIBEIRO, Osni M. Contabilidade de Custos. 5. ed. Rio de Janeiro: Saraiva Uni, 2018. E-book. p.1. ISBN 9788547228385. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547228385/. Acesso em: 17 jul. 2025. SILVA, Moacyr de Lima E. Contabilidade Geral. Rio de Janeiro: Érica, 2010. E-book. p.1. ISBN 9788536517766. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536517766/. Acesso em: 17 jul. 2025. Bibliografia Complementar ANDRÉ, Fernando C. Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. São Paulo: Actual Editora, 2020. E-book. p.1. ISBN 9788562937286. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788562937286/. Acesso em: 17 jul. 2025. CHAGAS, Gilson. Contabilidade Geral e Simplificada 4ED. 4. ed. Rio de Janeiro: Saraiva Uni, 2019. E-book. p. Capa. ISBN 9788553131686. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788553131686/. Acesso em: 17 jul. 2025. FEA-USP, Equipe de Professores da. Contabilidade Introdutória, 12ª edição. Rio de Janeiro: Atlas, 2019. E-book. p.i. ISBN 9788597021011. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788597021011/. Acesso em: 17 jul. 2025. GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. Contabilidade gerencial. 14. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. Ebook. p.1. ISBN 9788580551624. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580551624/. Acesso em: 17 jul. 2025. JIAMBALVO, James. Contabilidade Gerencial, 3ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2009. E-book. p.iii. ISBN 978-85-216-24462. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2446-2/. Acesso em: 17 jul. 2025. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 11. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2018. E-book. p.i. ISBN 9788597018080. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788597018080/. Acesso em: 17 jul. 2025. PADOVEZE, Clóvis L. Manual de Contabilidade Básica - Contabilidade Introdutória e Intermediária, 10ª edição. Rio de Janeiro: Atlas, 2016. E-book. p.i. ISBN 9788597010091. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788597010091/. Acesso em: 17 jul. 2025. Nome do Componente Gestão do Lazer e Entretenimento (NOVO) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Noções básicas de lazer, entretenimento, recreação, animação sociocultural e turís ca. O perfil do profissional e o mercado de trabalho. Planejamento e organização de ambientes e a vidades de lazer e entretenimento para diferentes grupos da sociedade no setor de hospitalidade. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica CAMARGO, L. O. L. O que é lazer. São Paulo: Brasiliense, 2003. DUMAZEDIER, Joffre; MACHADO, Maria de Lourdes Santos. Lazer e Cultura Popular. 3.ed. São Paulo: Perspec va,

2001. 333p. ISBN: 9788527302195. MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do Lazer: uma introdução. 4. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2006. 100p. (Coleção Educação Física e Esportes) ISBN: 8585701374. MARCELLINO, Nelson C. Lazer e recreação: repertório de a vidades por fases da vida. 3. Papirus. 2014. Bibliografia Complementar CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. 731p. (Hotelaria) ISBN: 8570611358. MARCELLINO, Nelson Carvalho. Pedagogia da animação. 9.ed. Campinas, SP: Papirus, 2009. 149p. (Coleção

Fazer/Lazer) ISBN: 8530800974. MELO, Victor Andrade. A animação cultural: conceitos e propostas. Papirus. 2006. NEGRINE, Airton; BRADACZ, Luciane; CARVALHO, Paulo Eugênio Gedoz de. Recreação na hotelaria: o pensar e o fazer lúdico. Caxias do Sul: Educs, 2001. 128p. (Coleção Hotelaria) ISBN: 857611552. PINA, Luiz. W. & RIBEIRO, Olívia C. F. Lazer e recreação na hotelaria. Senac São Paulo, 2007.

5º PERÍODO

Quadro 9: Ementas para o 5º Período do Curso de Hotelaria

Nome do Componente É ca Profissional e Organizacional (GDTH0044) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Conceitos, princípios e valores é cos e morais. É ca profissional. Código de É ca da Hotelaria. É ca, Espiritualidade e Religiosidade na Hotelaria. Compliance e Fair Play nas Empresas Hoteleiras. É ca empresarial, responsabilidade socioambiental e cidadania. Dilemas é cos em hospitalidade. É ca e Direito dos Grupos Socialmente Vulneráveis na Hotelaria. História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena. Direitos humanos, cultura e é ca nas relações étnico-raciais na hotelaria. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica KANAANE, Roberto; SEVERINO, Fá ma Regina Giannasi. É ca em turismo e hotelaria. São Paulo: Atlas, 2006. TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corpora va: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. SÁ, Antônio Lopes. É ca profissional. São Paulo: Atlas, 2010. SROUR, Robert Henry. É ca empresarial. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. _____. Poder, cultura e é ca nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2012. SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido. Conversando sobre é ca e sociedade. São Paulo: Vozes, 2011. VALLS, Álvaro L. M. O que é é ca? São Paulo: Brasiliense, 2016. Bibliografia Complementar BADARÓ, Rui Aurélio de Lacerda. Hotelaria à luz do direito do turismo. São Paulo: Senac, 2006. LONGANESE, André Luiz. Direito aplicado à hotelaria. São Paulo: Papirus, 2004. NALINI, José Renato. É ca geral e profissional. Rio de Janeiro: Revista dos Tribunais, 2015. SIGER, Peter. É ca Prá ca. 4ª ed. São Paulo: Mar ns Fontes, 2018. TAILLE, Yves de La. Moral e é ca: dimensões intelectuais e afe vas. São Paulo: Artmed, 2006. VÁZQUEZ, Adolpho Sánchez. É ca. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016. Nome do Componente Gestão Ambiental em Meios de Hospedagem (GDTH0045) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Ementa: Crise Ambiental Global. Desenvolvimento Sustentável e suas Dimensões. Princípios do Turismo Sustentável. Hospitalidade e Sustentabilidade. Desenvolvimento Sustentável na Hotelaria. Histórico e Evolução do Sistema de Gestão Ambiental no Brasil. Sistemas de Gestão Ambiental na Hotelaria. Principais SGA's que estão sendo implantados na hotelaria brasileira. Cer ficações Ambientais. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo; RUSCHMANN, Doris van de Meene. Gestão ambiental e sustentabilidade no turismo. Barueri, SP: Manole, 2010. – (Coleção Ambiental, v.9). PHILLIPI JR, Arlindo; ROMÉRO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda Collet. Curso de gestão ambiental. 2. ed atual. e ampl. Barueri, SP: Manole, 2014. (coleção ambiental, v.13). GONÇALVES, Luiz Cláudio. Gestão Ambiental em Meios de Hospedagem. São Paulo: Aleph, 2004. CASTELLI, G. Gestão Hoteleira. 1ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2006. DIAS, R.; PIMENTA, M. A. Gestão de hotelaria e turismo. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2005. Bibliografia Complementar ABNT. Meios de Hospedagem: Sistema de gestão da sustentabilidade. Rio de Janeiro: ABNT; SEBRAE, 2012. KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO EM TURISMO SUSTENTÁVEL – Norma nacional para meios de hospedagem – Requisitos para a sustentabilidade – NIH-54 – Ins tuto de Hospitalidade, 2004. SACHS, I. Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. VIEIRA, Elenara Vieira de. Desperdício em hotelaria: soluções para evitar. Caxias do Sul, RS: Educs, 2004. Nome do Componente Gestão de Vendas em Hotelaria (GDTH0046) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Vendas no contexto organizacional e de marke ng. Obje vos e estrutura da área de vendas nas empresas hoteleiras. Fatores crí cos de sucesso. Departamento de vendas e as principais a vidades dessa área na Hotelaria. Funil de vendas e a jornada do cliente. Classificação das funções de vendas. Processo de vendas. Técnicas de Vendas. Principais incumbências do gestor de vendas. Gestão da equipe de vendas e definição da cobertura de mercado. Gestão de contas (ou gestão estratégica de clientes) na Hotelaria. Gestão de Receitas (ou revenue management) na Hotelaria: segmentação de mercado, controle da capacidade do inventário, previsão de demanda, estratégia de preços e canais de distribuição. Elaboração de pacotes e definição da polí ca tarifária. Vendas on-line na Hotelaria: estratégias digitais e relacionamento com os clientes no ambiente virtual. Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica ALVAREZ, Francisco J. S M. Gestão estratégica de clientes - Key account management. Rio de Janeiro: Saraiva, 2015. E-book. ISBN 9788502636316. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788502636316/. Acesso em: 22 jul. 2025. ALVAREZ, Francisco J. S. M.; CARVALHO, Marcos R. Gestão eficaz da equipe de vendas. 2. ed. Rio de Janeiro: Saraiva Uni, 2019. E-book. ISBN 9788571440616. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788571440616/. Acesso em: 22 jul. 2025. CAMPOS, Alexandre de; GOULART, Verci Douglas G. Técnicas de Vendas e E-commerce. Rio de Janeiro: Expressa,

2020. E-book. ISBN 9788536533865. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536533865/. Acesso em: 22 jul. 2025. Bibliografia Complementar GABRIEL, Martha; KISO, Rafael. Marke ng Na Era Digital - Conceitos, Plataformas e Estratégias. 3. ed. Rio de Janeiro: GEN Atlas, 2025. E-book. ISBN 9786559777266. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786559777266/. Acesso em: 22 jul. 2025.

FUTRELL, Charles M. Vendas: o guia completo. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book. ISBN 9788580553475. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580553475/. Acesso em: 22 jul. 2025. MCDONALD, Malcolm. KAM - Key Account Management: Como gerenciar os clientes estratégicos da sua empresa para vender mais e melhor. São Paulo: Autên ca Business, 2019. E-book. ISBN 9788551304617. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788551304617/. Acesso em: 22 jul. 2025. TEIXEIRA, Fernando. Inteligência Ar ficial em Marke ng e Vendas. Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2021. E-book. ISBN 9786555204858. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555204858/. Acesso em: 22 jul. 2025. MCGUIGAN, James R.; MOYER, R C.; HARRIS, Frederick H. de B. Economia de Empresas: Aplicações, estratégia e tá cas - Tradução da 13ª edição norte-americana. 3. ed. Porto Alegre: +A Educação - Cengage Learning Brasil, 2016. Ebook. Capítulo 14 – A prá ca da gestão de receitas. pp. 494-498. ISBN 9788522125395. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522125395/. Acesso em: 22 jul. 2025. Nome do Componente

04 créditos

Estratégia Empresarial (GDTH0033) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: O conceito e importância do Planejamento Empresarial. A Estratégia Empresarial e os pos de Planejamento. A mudança no novo contexto da compe vidade. Os impera vos estratégicos. As novas bases da compe vidade empresarial. As escolas de pensamento na formulação de estratégias. Modos de concepção e implementação de estratégias compe vas. Elaboração, análise e avaliação do por ólio de produtos/negócios da empresa. A execução e o controle operacional. A avaliação dos resultados. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica CARAVANTES, Geraldo R., PANNO, Cláudia C. & KLOECKNER, Mônica C. Administração: Teorias e processos. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2005. CASTELLI, G. Administração Hoteleira. 7ª Ed. Caxias do Sul: Editora da Universidade de Caxias do Sul, 2000. ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspec vas. São Paulo: Saraiva, 2002. Bibliografia Complementar DAFT, Richard L. Administração. 6 ª ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007. HUNTER, James C. O Monge e o Execu vo. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2004. STONER, J. A. F. Administração. Rio de Janeiro: PHB, 1999. NETO, Mário Teixeira R.; GONÇALVES, Carlos A.; FILHO, Cid G. Estratégia empresarial: o desafio das organizações. Rio de Janeiro: Saraiva Uni, 2006. E-book. p.1. ISBN 9788502110663. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788502110663/. Acesso em: 17 jul. 2023.

6º PERÍODO Quadro 10: Ementas para o 6º Período do Curso de Hotelaria

Nome do Componente Planejamento e Manutenção de Hotéis (GDTH0047) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Conceitos fundamentais de Planejamento e Manutenção. Princípios e Etapas do Planejamento sico e estrutural dos meios de hospedagem. Estudos de viabilidade mercadológica e econômico-financeira. Escolha do local de implantação do meio de hospedagem. Estudo do Projeto arquitetônico frente a pologia hoteleira. Estudo do layout e Pré-dimensionamento. Inovações e tendências constru vas de meios de hospedagem. Funcionalidade das instalações e aparência esté ca. Construções, implantações e renovações de meios de hospedagem. Acessibilidade e pessoas com deficiência em meios de hospedagem. Sustentabilidade na edificação dos meios de hospedagem. Tipologias de Manutenção. Manutenção Corre va, Preven va e Predi va de equipamentos e utensílios. Implantação, operação e controle da manutenção hoteleira. Organização do setor de manutenção. Gestão de consumos pelo Setor de Manutenção. Manutenção do edi cio e recuperação de falhas. Condições de segurança. Retrofit hoteleiro. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica ANDRADE, Nelson; BRITO, Paulo Lucio de; JORGE, Wilson Edson. Hotel: planejamento e projeto 10. ed. Editora. SENAC, São Paulo, 2019. BONFATO, Antonio Carlos. Desenvolvimento de hotéis: estudos de viabilidade. 2. ed. São Paulo: Senac, 2013. CÂNDIDO, Índio; VIEIRA, Elenara. Gestão de Hotéis: técnicas, operações e serviços. EDUCS, Caxias do Sul, 2003. CHING, Francis D. K. Arquitetura, forma, espaço e ordem. 4 ed. São Paulo: Mar ns Fontes, 2016. LINZMAYER, Eduardo. Guia básico para administração da manutenção hoteleira. 3. ed. São Paulo: Senac, 2004. Bibliografia Complementar CABRAL, José Paulo Saraiva. Gestão da Manutenção de Equipamentos, Instalações e Edi cios. 4 ed. Editora Lidel, Lisboa, Portugal, 2021. CASTELLI, Geraldo. Gestão Hoteleira. 2 ed. Editora Saraiva, São Paulo, 2016. GURGEL, Miriam. Projetando espaços. Guia de Arquitetura de Interiores para Áreas Comerciais 5.ed. Editora SENAC, São Paulo, 2014. LAWSON, Fred. Hotéis & Resorts - Planejamento, projeto e reforma. Editora Bookman, Porto Alegre, 2003. MONTEIRO, Victor. Manutenção de Equipamentos e Sistemas Hoteleiros. 2 ed. Editora Lidel, Lisboa, Portugal, 2011. PETROCCHI, Mário. Hotelaria: planejamento e gestão. 2 ed. Editora Pren ce Hall, Rio de Janeiro, 2007.

Nome do Componente Empreendedorismo no Setor de Hospitalidade (GDTH0034) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Evolução histórica do empreendedorismo. Formas de Empreendedorismo: empreendedorismo start-up; empreendedorismo corpora vo; empreendedorismo social. Caracterís cas do Empreendedor. Empreendedorismo no Brasil. O processo de empreender. Intra-Empreendedorismo. Planejamento Estratégico Empreendedor. Empreendedorismo aplicado aos negócios turís cos. Empreendedorismo e Inovação. Plano de negócios para empreendimentos turís cos. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de plano de negócios: fundamentos, processos e estruturação. São Paulo: Atlas, 2006. DORNELAS, José. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 8.ed. São Paulo: Empreende, 2021. BESSANT, John; TIDD, Joe. Inovação e Empreendedorismo. 3.ed. Francisco Araújo da Costa (Trad.). Porto Alegre: Bookman; 2019.

Bibliografia Complementar CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor: empreendedorismo e viabilidade de empresas: um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2008. DORNELAS, José. Empreendedorismo para visionários. 2.ed. São Paulo: Empreende, 2019. DISNEY INSTITUTE. O jeito Disney de encantar os clientes: do atendimento excepcional ao nunca parar de crescer e acreditar. São Paulo: Benvirá, 2012. HASHIMOTO, Marcos; BORGES, Cândido. Empreendedorismo: plano de negócios em 40 lições. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2019. PAGE, Stephen; ATELJEVIC, Jovo; VILELA, Marcelo. Turismo e Empreendedorismo. Rio de Janeiro: Elsevier Campus, 2011. PORTUGAL, Miguel Nuno. Empreendedorismo: gestão estratégica. Goiânia: Decklei/Escolar, 2015. ROCHA, Marie Cris ne Fortes. Empreendedorismo. Universidade Luterana do Brasil (Org.). Canoas, RS: Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), 2016. Nome do Componente Planejamento e Organização de Eventos (GDTH0049) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Eventos - histórico, classificação e pologia. Promoção e captação de eventos. Planejamento, organização, execução e avaliação de eventos no setor de hospitalidade na sociedade e para a sociedade. Os eventos e as relações étnicos raciais, culturais, afro-brasileira, africana e indígena. Os eventos, acessibilidade e pessoas com deficiência. Cerimonial, protocolo e e queta. Desenvolvimento de a vidades prá cas de extensão contemplando o conteúdo da disciplina. Bibliografia Básica ANDRADE, Renato Brenol. Manual de eventos. 4ª. ed. Caxias do Sul, RS: Educs, 2013. DIAS, Reinaldo; PIMENTA, Maria A. (orgs), Gestão de hotelaria e turismo. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2005. NAKANE, Andréa Miranda (org.). Gestão e organização de eventos. São Paulo: Pearson, 2018. ZITTA, Carmem. Organização de eventos – da ideia à realidade. 3ª. ed. Brasília: Senac DF, 2009. Bibliografia Complementar CESCA, Cleuza G. Organização de eventos – manual para planejamento e execução. 10ª.ed. São Paulo: Summus, 2008. GIACAGLIA, Maria Cecília.Organização de eventos: teoria e prá ca. São Paulo: Cengage Learning, 2008. HOYLE JR., Leonard H. Marke ng de eventos: como promover com sucesso eventos, fes vais, convenções e exposições. São Paulo: Atlas, 2003. MATIAS, M. Organização de eventos. 6ª. ed. São Paulo: Manole, 2013. ZANELLA, L. C. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012. Nome do Componente Gestão da Qualidade dos Serviços de Hotelaria (GDTH0048) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Conceitos e fundamentos da qualidade em serviços. Modelos clássicos e contemporâneos de gestão da qualidade. Planejamento, gestão e controle da qualidade aplicados à hotelaria: qualidade total, auditorias, avaliação e

cer ficação. Lógica Dominante de Serviços. Acessibilidade e conformidade às normas técnicas aplicadas ao atendimento de pessoas com deficiência como requisitos da excelência e da melhoria con nua. Realização de a vidades prá cas de extensão com ênfase em responsabilidade social e impacto comunitário. Bibliografia Básica LASHLEY, Conrad; SPOLON, Ana Paula. Administração de pequenos negócios de hospitalidade. Rio de Janeiro: Campus, 2011. 205 p. (Coleção Eduardo Sanovicz de Turismo) ISBN: 9788535245530. OLIVEIRA, Otávio J. Curso básico de gestão da qualidade. São Paulo: Cengage Learning, 2017. 182 p. ISBN: 9788522116584. TOLEDO, José Carlos de. Qualidade: gestão e métodos. Rio de Janeiro: LTC, 2019. 397 p. ISBN: 9788521621171. Bibliografia Complementar ZUANETTI, Rose; LEE, Renato; HARGREAVES, Lourdes. Qualidade em prestação de serviços. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2008. 107p. ISBN: 8574580708. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Qualidade em prestação de serviços: edição atualizada e ampliada. Rio de janeiro: SENAC, 2014. 107 p. ISBN: 8574580708. SANTOS, Luciano Costa; VARVAKIS, Gregorio; GOHR, Cláudia Fabiana. Sistemas de operações de serviços. João Pessoa: Editora UFPB, 2015. 295 p. ISBN: 9788523711221. OLIVEIRA, Evaldo Hipólito de. O Laboratório nas 5 dimensões da qualidade: percepções e expecta vas para entender e o mizar a relação com o cliente. João Pessoa, PB: Editora Universitária, 2007. 151p. ISBN: 9788577450794. Nome do Componente Trabalho de Conclusão de Curso I (HOTELARIA) (GDTH0104) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: A vidade de orientação individual Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Desenvolvimento do projeto de pesquisa. Estrutura de um trabalho monográfico. Normas ABNT. Bibliografia Básica CRESWELL, John W.; CRESWELL, J. David. Projeto de pesquisa-: Métodos qualita vo, quan ta vo e misto. Penso Editora, 2021. DENCKER, A. de F. M. Pesquisa em Turismo: Planejamento, Métodos e Técnicas. São Paulo: Futura, 2004. GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2008 Bibliografia Complementar Bibliografia flexível, de acordo a orientação dos respec vos professores orientadores de cada discente. OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos, relatórios, monografias, dissertações e teses. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. SCHLÜTER, Regina G. Metodologia da Pesquisa em Turismo e Hotelaria. São Paulo: Aleph, 2003. VEAL, A. J. Metodologia de Pesquisa em Lazer e Turismo. Tradução: Gleice Guerra. São Paulo: Aleph, 2011.

7º PERÍODO Quadro 11: Ementas para o 7º Período do Curso de Hotelaria

Nome do Componente Trabalho de Conclusão de Curso II (HOTELARIA) (GDTH0039)

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: A vidade de orientação individual Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Redação e organização técnica do trabalho monográfico. Apresentação e defesa do trabalho de conclusão de curso. Bibliografia Básica CRESWELL, John W.; CRESWELL, J. David. Projeto de pesquisa: Métodos qualita vo, quan ta vo e misto. Penso Editora, 2021. DENCKER, A. de F. M. Pesquisa em Turismo: Planejamento, Métodos e Técnicas. São Paulo: Futura, 2004. GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2008 Bibliografia Complementar Bibliografia flexível, de acordo a orientação dos respec vos professores orientadores de cada discente. OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos, relatórios, monografias, dissertações e teses. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. SCHLÜTER, Regina G. Metodologia da Pesquisa em Turismo e Hotelaria. São Paulo: Aleph, 2003. VEAL, A. J. Metodologia de Pesquisa em Lazer e Turismo. Tradução: Gleice Guerra. São Paulo: Aleph, 2011.

Nome do Componente Estágio Supervisionado em Hotelaria (NOVO) Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prá ca: 300H

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 300h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: A vidade de orientação individual Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Atuação em gestão, operação, consultoria e/ou assessoria, através de a vidades prá cas em organizações do setor de hospitalidade e serviços, obje vando o desenvolvimento de competências requeridas para a formação do Bacharel em Hotelaria. Orientação sobre a documentação exigida para a formalização e reconhecimento do estágio supervisionado. Elaboração de relatório das a vidades desenvolvidas no estágio. Bibliografia Básica BISSOLI, Maria Ângela M. A. Estágio em Turismo e Hotelaria. São Paulo, SP: Editora Aleph, 2002. DEISI SANGOI FREITAS, Estela Maris; GIORDANI, Guilherme Carlos Corrêa (orgs). Ações educa vas e estágios curriculares supervisionados. Santa Maria, RS:Ed. da UFSM, 2007.

MARTINS, Sérgio Pinto. Estágio e Relação de Emprego - 6ª Ed - 2025. 6. ed. Co a: Foco, 2025.

Bibliografia Complementar Bibliografia flexível, de acordo com o(s) setor(es) de estágio e sob orientação dos respec vos professores orientadores de cada discente. NASCIMENTO, Renan Aguiar do. O papel do estágio no desenvolvimento profissional: um estudo com bacharéis em hotelaria da Universidade Federal da Paraíba-UFPB. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Hotelaria). Centro de Comunicação, Turismo e Artes da Universidade Federal da Paraíba, 2014.

Nome do Componente Tópicos Especiais em Hotelaria

08 créditos

Carga Horária Total: 120 h

(NOVO) Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prá ca: 120h

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: A vidade de orientação individual Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Desenvolver a vidades de orientação individual in tulada “Tópicos Especiais em Hotelaria” referentes aos Conteúdos Complementares Flexíveis em Hotelaria ou A vidades Complementares Flexíveis, que estabelece normas para aproveitamento de a vidades acadêmicas complementares flexíveis de ensino, pesquisa, extensão e representação estudan l para efeito de integralização de créditos de conteúdos complementares flexíveis no Curso de Bacharelado em Hotelaria. Regulamentada por Resolução específica aprovada pelo Colegiado do Curso. Bibliografia Básica MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Hotelaria pelo Parecer CNE/CES nº 146/2002. Disponível em: h ps://www.gov.br/mec/pt-br/cne/parecer-ces-2002. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parecer CNE/CES nº 329/2004 – Duração de cursos presenciais de bacharelado. Disponível em: h ps://www.gov.br/mec/pt-br/cne/orientacoes-gerais UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Resolução nº 29/2020, CONSEPE-UFPB, que dispõe sobre o Regulamento Geral da Graduação. Disponível em h ps://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/curso/documentos.jsf?lc=pt_BR&id=1626743 Bibliografia Complementar UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Portaria nº 25/2011-PRG/UFPB. Conteúdos complementares flexíveis, disciplina o seu registro no histórico escolar dos discentes dos cursos de graduação. Disponível em h ps://www.ufpb.br/cdn/contents/documentos/resolucoes-eportarias/portaria-prg-g-25-2011.pdf

OPTATIVAS Quadro 12: Ementas das disciplinas Opta vas para o Curso de Hotelaria

Nome do Componente Agências e Roteiros em Turismo (DTH001199) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Histórico das agências de viagens. Agências de viagens e operadoras de turismo: relação, diferenças, produtos, serviços, estrutura de negócio e tendências de mercado. O problema da desintermediação no serviço de viagens. Permissão e requisitos básicos para a operação de uma agência de turismo. Caracterís cas operacionais e organizacionais. Comercialização e operacionalização de produtos turís cos nas agências. Alfabeto foné co. Tarifa Net. Mark Up da operação turís ca. Tarifas e acordos entre hotel e operadora de turismo. Sistemas de reservas (SABRE, Amadeus e Galileu). Elaboração, precificação, tarifário, comissionamento, interpretação e comercialização de roteiros e pacotes turís cos. Equipamentos turís cos e rotas. Metodologia de hierarquização de atra vos turís cos. Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica BRAGA, Débora. Agências de viagens e turismo: prá cas de mercado. Rio de Janeiro: Campus, 2008;

CANDIOTO, Marcela Ferraz. Agências de Turismo no Brasil: embarque imediato pelo portão dos desafios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. CHIMENTI, Silvia; TAVARES, Adriana de Menezes. Roteiro turís co: é assim que se faz. São Paulo: SENAC, 2020. MAMEDE, Gladston. Agências, viagens e excursões: Regras jurídicas, problemas e soluções. Barueri: Manole, 2002. Bibliografia Complementar ALVES MEIRA, Suedio; LEITE DO NASCIMENTO, Marcos Antônio; DA SILVA, Edson Vicente. Geoturismo e roteiros turís cos: propostas para o parque nacional de Ubajara, Ceará, Brasil. Geo UERJ, [S.l.], n. 36, p. 39943, maio, 2020. AI, C.; LÖWEN SAHR, C. L. Roteirização turís ca como instrumento de desenvolvimento territorial: o roteiro ‘verde que te quero verde’ de Campo Magro/Paraná/Brasil. Finisterra, [S. l.], v. 54, n. 110, p. 135–154, 2019. MARIN, Airton. Tecnologia da Informação nas Agências de Viagens: em Busca da Produ vidade e do Valor. São Paulo: Aleph, 2004 MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral de Regionalização. Programa de Regionalização do Turismo. Roteiros do Brasil. Roteirização Turís ca. Brasília, 2007. ULIANO ROCHA, D. A roteirização turís ca dos des nos sob o olhar do mapeamento par cipa vo: contribuições para a busca de um turismo inclusivo. Arquivos do CMD, [S. l.], v. 8, n. 1, p. 118–135, 2021.

Nome do Componente Comportamento do Consumidor no Turismo (1406375) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Teorias sobre o comportamento do consumidor. Segmentos e nichos turís cos. Modelo de comportamento do consumidor. Processo mo vacional do turista. Os fatores que influenciam o comportamento do consumidor no turismo. O processo de decisão de compra. Pesquisas sobre o comportamento do consumidor no turismo. Bibliografia Básica BANOV, M.R. Comportamento do consumidor: vencendo desafios. São Paulo: Cengage Learning, 2017. BRAMBILLA, A.; VANZELLA, E. PORTIGLIATI, A. e MONTEIRO, R. Turismo & Hotelaria no contexto da tecnologia. João Pessoa: CCTA, 2020. HAWKINS, D. Comportamento do consumidor: construindo a estratégia de marke ng. São Paulo: Atlas, 2018. KOTLER, P.; KELLER, K. L.; CAIRO, S. Marke ng essencial: conceitos, estratégias e casos. São Paulo: Pearson Educa on, 2019. MORRISSON, A.M. Marke ng de hospitalidade e turismo. Cengage. 2012 Bibliografia Complementar CHURCHILL JR., G. A; PETER, J. P. Marke ng: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2012. HUDSON, S.; HUDSON L. Marke ng para turismo, hospitalidade e eventos. São Paulo: SENAC, 2021. KIM, S.; WANG, D. Future of Tourism Marke ng. London: Routledge, 2021. KOTLER, P. Marke ng de lugares: como conquistar crescimento de longo prazo na América La na e Caribe. Pren ce Hall. 2006. NASCIMENTO, F.G.; VANZELLA, E.; BRAMBILLA, A. Turismo e Hotelaria no contexto do Dark Tourism. João Pessoa: CCTA. 2020. REZ. R. Marke ng de conteúdo: a moeda do século XXI. São Paulo: DVS, 2016.

Nome do Componente Compras, Gestão de Estoques e Logís ca na Hotelaria (NOVO) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Definições e tendências dos processos de aquisição e gestão de compras; armazenamento e movimentação de recursos materiais; gestão de estoques; gestão da cadeia de suprimentos; logís ca de suprimentos, logís ca de apoio à manufatura e logís ca de distribuição em hotelaria e turismo. Bibliografia Básica BALLOU, Ronald H. Logís ca Empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição sica. Tradução Hugo T. Y. Yoshizaki. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2007. CHOPRA, Sunil; MEINDL, Peter. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: estratégia, planejamento e operação. Tradução: Claudia Freire. Revisão técnica: Paulo Roberto Leite. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2003. DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Materiais: princípios, conceitos e gestão. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. Bibliografia Complementar DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Materiais: uma abordagem logís ca. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1993. MARTINS, Petrônio Garcia; CAMPOS ALT, Paulo Renato. Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. ROSA, Rodrigo de Alvarenga. Gestão de operações e logís ca I. 2.ed. Florianópolis: UFSC, 2012. SILVA, André Tadeu Targino. Impactos do processo de compras nos níveis de estoques:o caso da Atacadan Distribuidora de Alimentos Ltda. João Pessoa:S.n, 2010. VIANA, João José. Administração de Materiais: um enfoque prá co. São Paulo: Atlas, 2006. Nome do Componente Economia para Turismo e Hotelaria (NOVO) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Conceitos básicos de economia. sistemas econômicos. noções de microeconomia. noções de macroeconomia. Economia monetária. Comércio internacional. Finanças públicas. desenvolvimento econômico. Bibliografia Básica ANDRADE, Joaquim Pinto de; DIVINO, José Angelo; TAKASAGO, Milene; ROLLEMBER, Maria de Lourdes. A Economia do Turismo no Brasil. São Paulo: SENAC; 2008. ARENT, E. J. Introdução a Economia do Turismo. Campinas: alínea e átomo, 2002. LAGE, Beatriz Helena Gelas; Milone, Paulo Cesar. Economia do Turismo. 7ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2001. LAGE, Beatriz Helena Gelas; Milone, Paulo Cesar. Turismo na Economia: Coleção ABC do Turismo. São Paulo: Aleph, 2004. LEMOS, Leandro de. O valor Turís co da Economia da Sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005. MATIAS, Álvaro. Economia do Turismo. Porto Alegre-RS: Ins tuto Piaget, 2007. TRIBE, John. Economia do Lazer e do Turismo. 2a. Ed. São Paulo: Manole, 2003. VASCOCELLOS, Marco Antônio; CARVALHO, Luiz Carlos. Introdução à economia do Turismo. São Paulo: Saraiva, 2005. Bibliografia Complementar GUIMENES, M. H. G. Oportunidades e Inves mentos em Turismo. São Paulo:

Roca, 2003. 238p. HORNER, S. & SWARBROOKE, J. O comportamento do consumidor no turismo. Ed. Aleph, 2002. LEMOS, L. de. Turismo, que negócio é esse? Uma análise econômica do Turismo. MARIANO, Jeferson. Manual de Introdução à Economia: Para cursos de Turismo e Hotelaria. São Paulo: Papirus, 2000. 3a. Ed. São Paulo: Papirus, 2002. RIPOLI, G. Turismo Popular: Inves mentos Rentáveis. São Paulo: Roca, 2003.

Nome do Componente Gastronomia, Turismo e Hospitalidade (NOVO) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: História da alimentação. Formação cultural (as etnias) da gastronomia no Brasil. Terminologia, abrangência e classificação da gastronomia. Gastronomia local como produto turís co no contexto do desenvolvimento sustentável. Tradição, bens culturais e tecnologias no contexto da gastronomia. Aspectos contemporâneos da gastronomia. Tendências da alimentação nos meios de hospitalidade. Rituais, festas e banquetes na diversidade regional. Pesquisas e prá cas gastronômicas. Gastronomia como aspecto mo vacional das viagens. Tipologias de turismo relacionados a bebidas e comidas. Bibliografia Básica DÓRIA, C. A. Formação da culinária brasileira: escritos da cozinha inzoneira São Paulo: Três Estrelas, 2014. FREIXA, D & CHAVES, G. Gastronomia no Brasil e no Mundo. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2012. MONTANARI, M. Comida como cultura. São Paulo: SENAC, 2013. MONTANARI, Massimo; FLANDRIN, Jean Louis. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 2018 Bibliografia Complementar CASCUDO, Luís da Câmara. Prelúdio da cachaça. São Paulo: Ita aia, 2006. FRANCO, A. De caçador a gourmet: uma história da gastronomia. São Paulo: SENAC, 2010. FREYRE, Gilberto Freire. Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a paisagem do Nordeste do Brasil. São Paulo: Global, 2004. FREYRE, Gilberto. Açúcar: uma sociologia do doce, com receitas de bolos e doces do Nordeste do Brasil. São Paulo: Global, 2007. MONTANARI, M. Histórias da mesa. São Paulo: Estação Liberdade, 2016. SANCI, F. O livro da cerveja. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2022. SAVARIN, Brillat. A filosofia do gosto. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. SILVA, J.M. Cachaça: história, gastronomia e turismo. São Paulo: SENAC São Paulo, 2018.

Nome do Componente Gestão Ambiental em Empreendimentos Turís cos (1406377) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

Tipo de Componente: Disciplina

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Abordagem integrada das relações empresariais e as questões socioambientais. Responsabilidade socioambiental em empreendimentos turís cos. Sistema de planejamento no desenvolvimento sustentável. A polí ca ambiental no Brasil aplicada a empreendimentos turís cos. Sistema de Gestão Ambiental (SGA) em empresas turís cas. Vantagens compe vas, econômicas, sociais e ecológicas de um SGA. Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) de empreendimentos turís cos. Ecoeficiência e Ecodesign. Bibliografia Básica ABNT. Meios de Hospedagem: Sistema de gestão da sustentabilidade. Rio de Janeiro: ABNT; SEBRAE, 2012. BOFF, Leonardo. Sustentabilidade: O que é – O que não é. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. COSTA, S. S. Lixo Mínimo: uma proposta ecológica para hotelaria. Rio de Janeiro: SENAC, 2004. Bibliografia Complementar LEITE, Andressa Ferreira Ramalho; LAMAS, Suellen Alice; Mendonça Nóbrega, Wilker Ricardo de. Sistemas de Gestão Ambiental e Compe vidade: Uma Análise de Múl plos Casos em Meios De Hospedagem De Natal – RN. Turismo - Visão e Ação, v. 21, n.1, 2019, pp. 65-80. Universidade do Vale do Itajaí. Camboriú. (Disponível em: h ps://www.redalyc.org/journal/2610/261064316004/261064316004_5.pdf) KÖRÖSSY, Nathália. Do "turismo predatório" ao "turismo sustentável": uma revisão sobre a origem e a consolidação do discurso da sustentabilidade na a vidade turís ca. Caderno Virtual de Turismo, vol. 8, núm. 2, 2008, pp. 56-68. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. (Disponível em: h ps://www.redalyc.org/pdf/1154/115415175006.pdf) PATO, Lúcia. The importance of eco-labels cer fica ons and ICT in the promo on of sustainable tourism: case study of a rural tourism unit. Rev. Mill [Internet]. 2020. Jun.1 (5e):369-77. Disponível em: h ps://revistas.rcaap.pt/millenium/ar cle/view/17926. PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO EM TURISMO SUSTENTÁVEL - Norma nacional para meios de hospedagem – Requisitos para a sustentabilidade – NIH-54 – Ins tuto de Hospitalidade, 2004. SILVA, T. A. da; LIMA, E. R. V. de. A Gestão Integrada e o Estudo de Impacto Ambiental como Contribuição para o Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha, Paraíba. Desenvolvimento em Questão, [S. l.], v. 18, n. 51, p. 230–246, 2020. DOI: 10.21527/2237-6453.2020.51.230-246. Disponível em: h ps://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/desenvolvimentoemquestao/ar cle/view/8764. VIEIRA, Elenara Vieira de. Desperdício em hotelaria: soluções para evitar. Caxias do Sul, RS: Educs, 2004.

Nome do Componente Gestão Financeira em Hospitalidade (NOVO) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Obje vos, funções e estrutura de finanças; Terminologia contábil hoteleira; Elementos e compreensão do Relatório Diário de Situação (RDS) hoteleiro e Sistema Uniforme de Contabilidade Hoteleira (SUCH); Fluxo e demonstrações financeiras; análise do fluxo de caixa; Ponto de equilíbrio; Orçamento; Formação de preços; Depreciação e balanço patrimonial; Planejamento financeiro. Bibliografia Básica HOJI, Masakazu. Administração Financeira na Prá ca: Guia para Educação Financeira Corpora va e Gestão Financeira Pessoal, 5ª edição. Atlas, 2014. PADOVEZE, Clóvis L. Introdução à Administração Financeira - 2ª Ed., 2nd edição. Cengage Learning Editores, 2013. PAIM, Wilson Moisés. Custos e Orçamento em Serviços de Hospitalidade – Uma Visão Operacional. Érica, 2014. Bibliografia Complementar ASSAF NETO, A. Finanças Corpora vas e valor. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2014. BOEGER, Marcelo Assad, YAMASHITA, Paula. Gestão financeira para meios de hospedagem, hotéis, pousadas,

hotelaria hospitalar e a hospitalidade. Atlas, 2006. BREALEY, R. A.; MYERS, S. C.; ALLEN, F. Princípios de Finanças Corpora vas. 12.ed. AMGH, 2018. LEÃO, Nildo Silva. Custos e orçamentos na prestação de serviços. São Paulo:Nobel, 1999. PADOVEZE, Clóvis Luís, TAKAKURA JUNIOR, Franco Kaolu. Custo e preços de serviços: logís ca, hospitais, transporte, hotelaria, mão de obra, serviços em geral. Atlas, 2013. Nome do Componente Hospitalidade (1406355) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Hospitalidade: conceito e contexto mundial. Breve histórico sobre a relação entre as viagens e a hospitalidade. O ser social e o ser hospitaleiro. Hospitalidade na prestação de serviços e no contexto do turismo. Hospitalidade humana, residencial, comercial e pública. Lugares de hospitalidade e atmosfera das cidades. Hospitalidade Hospitalar. Hospitalidade, reflexões, cenários, oportunidades e perspec vas. Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica CASTELLI, Geraldo. Hospitalidade: a inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços. São Paulo: Saraiva, 2010. LASHEY, Conrad; MORRISON, Alison (Org.). Em busca da Hospitalidade: perspec vas para um mundo globalizado. Barueri/SP: Manole, 2004. LOOKWOLD & S. MEDLIK (Org.). Turismo e Hospitalidade no século XXI. Manole. 2003. Bibliografia Complementar DENCKER, Ada de Freitas. Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade. Pioneira Thomsom Learning. 2004. DENCKER, Ada de Freitas Mane ; BUENO, Marielys Siqueira (orgs). Hospitalidade: cenários e oportunidades. Pioneira Thomsom Learning. 2003. BOERGER, Marcelo. Hotelaria Hospitalar: gestão em hospitalidade e humanização. Senac. 2009. GODOI, Adalto Félix de. Hotelaria Hospitalar e Humanização no Atendimento em Hospitais. Ícone. 2008. GRINOVER, Lúcio. A cidade em busca de hospitalidade. São Paulo: Aleph, 2016. GRINOVER, Lúcio. A Hospitalidade, a Cidade e o Turismo. São Paulo: Aleph, 2007. WALKER, John R. Introdução à Hospitalidade. Barueri: Manole, 2002.

Nome do Componente Introdução ao Barismo (NOVO) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: História das cafeterias; o perfil do profissional barista; O café: espécies, cul vo e beneficiamento; Equipamentos de trabalho; Coffeart; Drinks e bebidas à base de café; Classificação e regulamento de iden dade e qualidade do café. Bibliografia Básica ALOISE JUNIOR, Ricardo. Classificação e degustação do café (coffea arábica). Guarulhos: LK Editora, 2016. COSTA, Luana; NUNES, Caio H.; MAGALHÃES, Elissa F F.; et al. Gastronomia brasileira II. Porto Alegre: SAGAH, 2018. E-

book. p.7. ISBN 9788595027077. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595027077/. Acesso em: 17 jul. 2025. MOLDVAER, Ane e. O livro do café. São Paulo: PUBLIFOLHA, 2016.. Bibliografia Complementar CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2003. COFFEE SCIENCE. Universidade Federal de Lavras, 2006. Disponível em: h p://www.coffeescience.ufla.br/index.php/Coffeescience GURGEL, Miriam e RELVAS, Eliana. Café com design: a arte de beber café. São Paulo: SENAC SP, 2015. COUTO, Cris na e MARCELINA, Conce a. Sou barista. São Paulo: Editora SENAC, 2013 WOLKE, Robert L. A ciência na cozinha: café e chá. Rio de Janeiro: ZAHAR, 2014.

Nome do Componente Libras (GDLS0024) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Línguas de Sinais (DLS) Ementa: Aspectos sócio históricos, linguís cos iden tários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguís cos da Libras: fonológicos, morfológicos, lintá cos e semân copragmá cos da Língua Brasileira de Sinais. Prá ca de conversação em Libras. Bibliografia Básica BRASIL. Secretaria de Educação Especial/Deficiência audi va /organizado por Giuseppe Rinaldi et al. - Brasília: SEESP,

1997. Alfabe zação: Aquisição do Português escrito por surdos, VI (Série Atualidades Pedagógicas, n. 4, v. 2, Fascículo 5). BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, 1998. BRITO, L. F. Língua Brasileira de Sinais. Brasília: SEESP, 1997. Bibliografia Complementar FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005. FERNANDES, E. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.FERNANDES, Sueli. As gírias surdas. Revista Língua: Segmento. Publicado em 23/02/2010. FERREIRA-BRITO, Lucinda. Por uma Gramá ca de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro/UFRJ, 1995. ______. Estrutura Linguís ca da LIBRAS. In: BRASIL. Educação Especial Deficiência Audi va: Série Atualidades Pedagógicas. Brasília: MEC/SEESP, 1997. ______. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel. GESSER, A. Libras? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de Sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. GESUELI, Z. M. Linguagem e surdez: questões de iden dade. Horizontes, v. 26, n. 2, p. 63-72, 2008. Disponível em: h p: //www.usf.edu.br/ ita ba/mestrado/educacao/ uploadAddress/06. Linguagem% 20e%20surdez_questoes %20[12996].pdf. GOLDFELD, M. A criança surda. São Paulo: Plexus, 1997. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. KARNOPP, L. B. O ensino da língua portuguesa para surdos a par r de uma perspec va bilíngue.In: Forum de pesquisa cien fica e tecnológica. Canoas: Ed. Ulbra, 2001. KARNOPP, L. B. Aquisição do parâmetro configuração de mão dos sinais da língua de sinais da língua de sinais brasileira: estudo sobre quatro crianças surdas filhas de pais surdos. Dissertação (Mestrado em Letras) PC/RS, Porto Alegre, 1994. OLIVEIRA, D. M. M.; OLIVEIRA, D. M. Língua brasileira de sinais: maior marca de iden dade do surdo brasileiro. In: CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA, 16. Anais. Rio de Janeiro: Ins tuto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2012. Disponível em: h p://www.filologia.org.br/xvi_cnlf. Acesso em: 06 fev. 2015. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguís cos. Porto Alegre: Artmed, 2004. RAMOS, Clélia R. LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros. Petrópolis: Arara Azul. Disponível em: Acesso em: jul. 2010. SANTOS, E. F.; SANTOS, C. F.; SANTOS, R. C. Sintaxe da Libras e a (re) afirmação da linguís ca: o óbvio que ainda precisa ser dito. Interdisciplinar, edição especial, ano 7, v. 17, 2013. Disponível em: file:///C:/Users/Edneia%20Alves/Downloads/1341-3613-1-SM.pdf. Acesso em: 14 mar. 2015. STRÖBEL, Karin Lilian. História dos surdos: representações “mascaradas” das iden dades surdas. Estudos Surdos II/ Ronice Müller de Quadros e Gladis Perlin (Orgs.) Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2007. _____. As imagens do outro sobre a cultura surda. Editora UFSC, 2009. SUTTON-SPENCE, R. The Role of Sign Language Narra ves in Developing Iden ty for Deaf Children. Journal of Folklore Research, v.47 (3), pp. 265-305, 2010. ZYCH, A. C. Avaliação do processo de escolaridade e de pessoas surdas em suas interações no contexto social. 2003. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, Campinas, SP. Nome do Componente Redação Comercial para Turismo e Hotelaria (NOVO) Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h

Carga Horária Extensão: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Comunicação e linguagem. As normas da linguagem técnica. Leitura, análise e síntese de textos representa vos das diversas variedades de língua. Redação técnica: documentação burocrá ca (o cios, relatórios e demais documentos), símbolos, siglas e abreviaturas. Desenvolvimento da expressão escrita com vistas a uma programação da prá ca profissional Bibliografia Básica BURSZTYN, Marcel. DRUMMOND, José Augusto. NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do. Como escrever (e publicar) um trabalho cien fico. Rio de Janeiro: Garamond, 2010. CARNEIRO, Agos nho Dias. Redação em Construção. 1ªed. São Paulo: Moderna, 1993. CRISTANTE, Alexandre Fogaça. KFURI, Maurício. Como escrever um trabalho cien fico. Comissão de Educação Con nuada. São Paulo: SBOT, 2011. GOLD, Miriam. Redação Empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 3ªed. São Paulo: Person Pren ce Hall, 2005. MEDEIROS, João Bosco. Redação Cien fica: a prá ca de fichamentos, resumos, resenhas. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. ZANOTTO, Normelio. Correspondência e redação técnica. Coleção Hotelaria. Caxias do Sul: EDUCS, 2002. Bibliografia Complementar ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras – coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de Comunicação Escrita. Série Princípios, vol. 12. Edição Revista e Atualizada. São Paulo: Á ca, 2007. GUEDES, Ivan Cláudio. Como fazer um projeto de pesquisa passo a passo. Disponível em h p://www.icguedes.pro.br/como-fazer-projeto-de-pesquisa-passo-apasso/. Acesso em 02 de setembro de 2017. KOCH, Ingedore Villaça. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A Coerência Textual. Coleção Repensando a Língua Portuguesa. São Paulo: Contexto, 2004. ________. A Coesão Textual. Coleção Repensando a Língua Portuguesa. São Paulo: Contexto, 2002. MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Contradições no Ensino de Português: a língua que se fala x a língua que se ensina. São Paulo: Contexto, 1995. ________. O português são dois: novas fronteiras, velhos problemas. São Paulo: Parábola, 2004.

Nome do Componente Sociologia do Turismo (1406353) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Carga Horária EAD: -

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: O lazer, enquanto fenômeno social e direito cons tucional. Noções de teorias e métodos do pensamento sociológico. Turismo enquanto fenômeno social a par r do olhar das Ciências Sociais. Trabalho, ócio, tempo livre e lazer no turismo. Relação do turismo com a mudança social. O olhar do turista. Turismo e sociedade: as várias modalidades de turismo. Turismo de Base Comunitária (turismo inclusivo). Festas e entretenimento no calendário turís co. Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica DIAS, Reinaldo. Introdução à Sociologia. São Paulo: Pearson Pren ce Hall. 2010. DE MASI, Domenico; PALIERI, Maria Serena. O ócio cria vo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000. DUMAZEDIER, Joffre. Lazer e cultura popular. In: Lazer e cultura popular. 2004. LAFARGUE, Paul. O direito à preguiça. São Paulo: Huictec / Unesp, 1999. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Maria Geralda de. O patrimônio fes vo e a reinvenção da ruralidade e territórios emergentes de turismo no espaço rural. In: Souza, Marcelino & Elesbão, Ivo. Turismo rural: inicia vas e inovações. Porto Alegre: UFRGS, 2011. AMARAL, Rita de Cássia de M. P. (1998) Festa à Brasileira: Significado do festejar, no país que “não é sério”. Tese apresentada ao Dep. de Antropologia da FFLCH/USP. FIGUEIREDO. Sílvio Lima. Ecoturismo, festas e rituais na Amazônia. Belém: NAEA/UFPA, 1999. GASTAL, Susana e MOESCH, Mar ni Marutschka. Turismo, polí cas públicas e cidadania. São Paulo: Aleph, 2007. KRIPPENDORF, Jost. Sociologia do turismo. São Paulo: Aleph, 2000. TURNER H., Jonathan. Sociologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books, 2000. STEIL, Carlos Alberto. O turismo como objeto de estudos no campo das ciências sociais. In: Riedl, Mário; Almeida, Joaquim Anécio & Viana, Andyara Lima Barbosa(orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. VEBLEN, Thorstein Bunde. A teoria da classe ociosa: um estudo econômico das ins tuições. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Nome do Componente Tecnologias de Informação e Comunicação no Turismo (DTH001200) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Conceitos e evolução das tecnologias da informação e comunicação (TICs) no turismo. Evolução das estruturas da Internet. Mídias sociais e as plataformas de redes sociais no turismo. Conteúdos gerados pelos usuários (CGUs) e o poder dos turistas mul teleintera vos. Tecnologias móveis no turismo (disposi vos móveis e wearables, GPS, QRCode, RFID, bluetooth, SMS/MMS, etc). E-tourism (turismo eletrônico) e as possibilidades de comércio eletrônico (e-commerce) no turismo: comércio móvel (mobile commerce), comércio social (social commerce) e comércio social móvel (mobile social commerce). Novas plataformas de serviços turís cos. Sistemas digitais inteligentes (inteligência ar ficial e machine learning), abundância de dados disponíveis (big data e computação em nuvem), Internet das coisas (Internet of Things) e Internet de tudo (Internet of everything) e suas contribuições para a automação de processos de informação e comunicação no turismo. Crowdsourcing, open innova on e cocriação no

turismo. Inclusão digital no Turismo. Smart tourism (turismo inteligente) e Ambient Intelligence (AmI) Tourism (inteligência ambiente no turismo). Novas tendências e tecnologias de informação e comunicação no turismo (robó ca, gamificação, 5G, computação pervasiva ou ubíqua, redes de sensores e beacons, aplica vos, blockchain, criptomoedas, realidade virtual, realidade aumentada, metaverso, etc.). Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica GABRIEL, Marta. Você, eu e os robôs: como se transformar no profissional digital do futuro. São Paulo: Atlas, 2021. SIEBEL, Thomas M. Transformação digital: como sobreviver e prosperar em uma era de ex nção em massa. Rio de Janeiro: Alta Books, 2021. VELOSO, Renato dos Santos. Tecnologias da informação e comunicação: desafios e perspec vas. São Paulo: Saraiva, 2017. Bibliografia Complementar BUHALIS, Dimitrios. Technology in tourism-from informa on communica on technologies to eTourism and smart tourism towards ambient intelligence tourism: a perspec ve ar cle. Tourism Review, v. 75, nº 1, 2020, pp. 267-272. Doi: h ps://doi.org/10.1108/TR-06-2019-0258. GABRIEL, Martha; KISO, Rafael. Marke ng na era digital: conceitos, plataformas e estratégias. São Paulo: Atlas, 2021. RAMOS, Anatália Saraiva Mar ns; MENDES FILHO, Luiz Augusto Machado; LOBIANCO, Márcia Moura Leite. Sistemas e tecnologia da informação: um enfoque gerencial no Turismo. Curi ba: Prisma, 2017. (Turismo, Gestão, Cultura e Hospitalidade) ISBN: 9788555075469. ROCHA, Marcos. Marke ng nas mídias sociais. São Paulo: Saraiva Educação, 2020. ROGERS, David L. Transformação digital: repensando o seu negócio para a era digital. (Tradução: Afonso Celso da Cunha Serra). São Paulo: Autên ca Business, 2017. TURCHI, Sandra R. Estratégias de marke ng digital e e-commerce. São Paulo: Atlas, 2018. Nome do Componente Turismo e Polí cas Públicas (1406372) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: O papel do Estado nas polí cas públicas de turismo. A relação entre as polí cas públicas de turismo, o crescimento econômico e o desenvolvimento. Os conceitos de desenvolvimento no decorrer do tempo. O processo polí co e o ciclo de polí cas públicas. Democracia, descentralização e par cipação nas polí cas públicas de turismo no Brasil. As organizações do Estado e da sociedade civil no processo de fazer polí cas públicas. A história das polí cas públicas de turismo no Brasil e no Nordeste. A Lei Geral do Turismo. Os Planos e os Programas Nacionais de Turismo. Agências de fomento e linhas de crédito em turismo. A governança turís ca. Capacidade ins tucional das organizações públicas e privadas e as redes de polí cas públicas. As polí cas públicas de turismo na Paraíba. Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica AMARO, Rogério Roque. Desenvolvimento, um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prá ca e da prá ca à teoria. Cadernos de Estudos Africanos. v.4, 2003. CRUZ, Rita de Cássia. Polí ca de turismo e território. São Paulo: Contexto, 2000. ENDRES, Ana Valéria. As polí cas de turismo e os novos arranjos ins tucionais na Paraíba/Brasil. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de Sociologia e Ciência Polí ca. Programa de Pós-Graduação em Sociologia Polí ca. Florianópolis, 2012. GONZÁLES, M. V. P. Gobernanza turís ca: ¿Polí cas públicas inovadoras o retórica banal?, Caderno Virtual de Turismo. Rio de Janeiro, v. 14, p.9-22, nov. 2014. HALL, Michael. Planejamento turís co: polí cas, processos e relacionamentos. São Paulo: Contexto, 2001. SAGI, L. C. Capacidade ins tucional para a gestão do turismo: definição de indicadores e análise com base no estudo de caso de Santa Catarina. Revista Hospitalidade. v.6, n.1, Junho, 2009.

Bibliografia Complementar BENI, Mário Carlos. Polí ca e planejamento de turismo no Brasil. São Paulo: Aleph, 2006. DOS ANJOS, Francisco Antônio (org). Governança, Compe vidade e Des nos Inteligentes. Itajaí: UNIVALI, 2022 ENDRES, Ana Valéria; PAKMAN, Elbio Troccoli. A governança das polí cas de turismo: o papel dos espaços de par cipação na perspec va da análise de redes e da teoria ins tucional. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo (RBTUR). São Paulo, v. 13, n. 1, p. 1-18, abr. 2019. ENDRES, Ana Valéria; MATIAS, Esdras Matheus. A trajetória das polí cas de turismo a par r das perspec vas do ins tucionalismo histórico: o caso da Paraíba. Revista Ibero-Americana de Turismo (RITUR). v. 8, n. 1, p. 221-235, 2018. ENDRES, Ana Valéria. Planejamento estatal: do centralizado ao par cipa vo e seus reflexos no planejamento do turismo no Nordeste. In: Turismo em Análise. São Paulo. v. 13; n. 1; maio 2002. MOLINA, Sérgio; RODRIGUEZ, Sérgio. Turismo: Planejamento integral: Um enfoque para a América la na. Bauru: EDUSC, 2001. PIMENTEL, Thiago Duarte; GOMES, Bruno Mar ns Augusto; QUADROS, Vânia Lúcia (Orgs.). Polí cas públicas de turismo no Brasil: Estado da arte e balanço do campo - Turismo: economia e sociedade – v.2. Salvador: Motres, 2022. PIMENTEL, T. D.; EMMENDOERFER, M. L.; TOMAZZONI, E. L. (Orgs) Gestão pública do turismo no Brasil: teorias, metodologias e aplicações. Caxias do Sul: EDUCS, 2014 SAGI, L. C; RUSCHMANN, D. V. M.; RAMOS, F. Fortalecimento ins tucional e aprendizagem organizacional da Fundação de Turismo do Estado do Mato Grosso do Sul Projeto realizado no âmbito do Prodetur. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo (RBTUR), v. 3, p. 5-23, 2009. SCOCUGLIA, Jovanka B. C. Revitalização urbana e (re)invenção do Centro Histórico na Cidade de João Pessoa (19872002). João Pessoa: Universitária/UFPB, 2004. Nome do Componente Turismo, Antropologia e Cultura (1406354) Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prá ca: -

04 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 15h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Antropologia do Turismo. Cultura enquanto conceito antropológico. Cultura e poder. Herança cultural, auten cidade, e invenção da tradição no turismo. Etnicidade, iden dade. Encontro visitantes e visitados. Aculturaçãotransculturação. Cultura e seu papel estruturante no turismo. Des no turís co como construto cultural. Desenvolvimento de a vidade de extensão contemplando o conteúdo desta disciplina. Bibliografia Básica BANDUCCI JR., Álvaro. & BARRETTO, Margarita [Orgs]. Turismo e iden dade local: uma visão antropológica. São Paulo: Papirus, 2001. HALL, Stuart. A iden dade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. HOBSBAWM, Eric. A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984. SANTANA, Agus n. Antropologia do turismo: Analogias, encontros e relações. São Paulo: Aleph. 2009. Bibliografia Complementar CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas híbridas – estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 1997. CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru. EDUSC, 2002. DAMATTA, Roberto. Você tem cultura? In Explorações: ensaios de sociologia interpreta va. Rio de Janeiro: Rocco,

1986. pp. 121-128 DANTAS, M. I. Doce dádiva: a Festa do Chouriço. In: Godoi, E. P., Menezes, M. A. & Marin, R. A. (Orgs.). Diversidade do campesinato: expressões e categorias: construções iden tárias e sociabilidades. São Paulo: UNESP; Brasília, DF: Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural, 2009. STEIL, Carlos Alberto. O turismo como objeto de estudos no campo das ciências sociais. In: Riedl, Mário;

Almeida, Joaquim Anécio & Viana, Andyara Lima Barbosa(orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2000. Nome do Componente UCE I - Extensão, Hotelaria e Cidadania (NOVO) Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prá ca: -

4 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 60h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Abordagem da hotelaria como prá ca social, com ênfase em cidadania, responsabilidade socioambiental e interação com a comunidade. Estudo de temas relacionados à hospitalidade, inclusão, acessibilidade, sustentabilidade, é ca e turismo responsável no contexto da hotelaria. Desenvolvimento de ações extensionistas ar culando formação acadêmica, comunidade e setor hoteleiro, voltadas ao fortalecimento do desenvolvimento local e à promoção de prá cas socialmente responsáveis no turismo e na hotelaria. Bibliografia Básica CARTAXO, Carlos; GUEDES, Rosalva Maria Ferreira; BELTRÃO, Valéria Lins (Organizador). Ação educa va para cidadania. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPb, 2006. 141 p. (Série Extensão, 25) ISBN: 8599135791. KIENETZ, Taiani Bacchi; VIEIRA, Kelmara Mendes; VISENTINI, Monize Sâmara. Extensão Universitária: Avaliar para evoluir. Teoria e Prá ca em Administração, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 111–118, 2020. DOI: 10.21714/2238-104X2020v10i148519. Disponível em: h ps://periodicos.ufpb.br/index.php/tpa/ar cle/view/48519. Acesso em: 4 dez. 2025. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Resolução 02.2022 CONSEPE/UFPB, que dispõe sobre a creditação da extensão na graduação da UFPB. Disponível em: h ps://www.prg.ufpb.br/graduacao/contents/documentos/creditacao-daextensao/resolucao-no-02-2022-consepe.pdf/view. Acesso em: 4 dez. 2025. Bibliografia Complementar BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. CAMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR. Diretrizes para as Polí cas de Extensão da Educação Superior Brasileira. Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Disponível em: h ps://portal.mec.gov.br/index.php?op on=com_docman&view=download&alias=104251rces007-18&category_slug=dezembro-2018-pdf&Itemid=30192. MINAYO, Maria Cecília de Souza (Organização). Pesquisa social: teoria, método e cria vidade. Petrópolis: Vozes, 2016. 95 p. (Manuais acadêmicos) ISBN: 9788532652027. MORAES, Ana Cris na; XEREZ, Antonia Solange Pinheiro; SILVA, Fernando Roberto Ferreira. Extensão universitária e formação docente manifestadas em ações educa vas. Revista Temas em Educação, João Pessoa, Brasil, v. 30, n.1, p. 189-209, jan./abr., 2021. O'BRIEN, James A; MOREIRA, Célio Knipel; MOREIRA, Cid Knipel. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 431 p. ISBN: 9788502044074, 8502044079. THIOLLENT, Michel; ARAÚJO FILHO, Targino de; SOARES, Rosa Leonora Salerno (Organizador). Metodologia e experiências em projetos de extensão. Niteroi: EDUFF, 2000. 341 p. Nome do Componente UCE II - Extensão, Hotelaria e Trabalho (NOVO) Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prá ca: -

4 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 60 h Carga Horária Extensão: 60h

Tipo de Componente: Disciplina Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Estudo do trabalho no setor de hotelaria, considerando organização do trabalho, relações profissionais, condições e valorização do trabalho em serviços de hospedagem. Discussão de desafios e perspec vas para a

qualificação profissional e para o trabalho na hotelaria. Desenvolvimento de ações extensionistas que ar culem ensino, serviços hoteleiros e comunidade, voltadas à valorização profissional, ao fortalecimento de vínculos com o mundo do trabalho e à aproximação entre formação acadêmica e prá cas laborais no setor. Bibliografia Básica KIENETZ, Taiani Bacchi; VIEIRA, Kelmara Mendes; VISENTINI, Monize Sâmara. Extensão Universitária: Avaliar para evoluir. Teoria e Prá ca em Administração, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 111–118, 2020. DOI: 10.21714/2238-104X2020v10i148519. Disponível em: h ps://periodicos.ufpb.br/index.php/tpa/ar cle/view/48519. Acesso em: 4 dez. 2025. THIOLLENT, Michel; ARAÚJO FILHO, Targino de; SOARES, Rosa Leonora Salerno (Orgs). Metodologia e experiências em projetos de extensão. Niteroi: EDUFF, 2000. 341 p. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Resolução 02.2022 CONSEPE/UFPB, que dispõe sobre a creditação da extensão na graduação da UFPB. Disponível em: h ps://www.prg.ufpb.br/graduacao/contents/documentos/creditacao-daextensao/resolucao-no-02-2022-consepe.pdf/view. Acesso em: 4 dez. 2025. Bibliografia Complementar BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. CAMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR. Diretrizes para as Polí cas de Extensão da Educação Superior Brasileira. Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Disponível em: h ps://portal.mec.gov.br/index.php?op on=com_docman&view=download&alias=104251rces007-18&category_slug=dezembro-2018-pdf&Itemid=30192. CARTAXO, Carlos; GUEDES, Rosalva Maria Ferreira; BELTRÃO, Valéria Lins (Organizador). Ação educa va para cidadania. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPb, 2006. 141 p. (Série Extensão, 25) ISBN: 8599135791. MINAYO, Maria Cecília de Souza (Organização). Pesquisa social: teoria, método e cria vidade. Petrópolis: Vozes, 2016. 95 p. (Manuais acadêmicos) ISBN: 9788532652027. MORAES, Ana Cris na; XEREZ, Antônia Solange Pinheiro; SILVA, Fernando Roberto Ferreira. Extensão universitária e formação docente manifestadas em ações educa vas. Revista Temas em Educação, João Pessoa, Brasil, v. 30, n.1, p. 189-209, jan./abr., 2021. O'BRIEN, James A; MOREIRA, Célio Knipel; MOREIRA, Cid Knipel. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 431 p. ISBN: 9788502044074, 8502044079.

Nome do Componente A vidades Curriculares Complementares Flexíveis – Extensão e Hotelaria (NOVO) Carga Horária Teórica: -

Carga Horária Prá ca: -

12 créditos

Carga Horária EAD: -

Carga Horária Total: 180 h

Carga Horária Extensão: 180h

Tipo de Componente: A vidade de orientação individual Departamento: Departamento de Turismo e Hotelaria – DTH Ementa: Unidade curricular des nada à creditação de a vidades de extensão no Curso de Bacharelado em Hotelaria, desenvolvidas pelos discentes como membros da equipe executora, em ar culação com docentes do curso. Compreende a par cipação em programas, projetos, cursos, oficinas, eventos, prestação de serviços e demais ações de extensão validadas pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/UFPB) e devidamente registradas nos sistemas ins tucionais. A forma de integralização, os critérios de aceitação das a vidades e os procedimentos de registro e avaliação serão definidos em resolução específica aprovada pelo Colegiado do Curso.

Bibliografia Básica BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. CAMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR. Diretrizes para as Polí cas de Extensão da Educação Superior Brasileira. Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Disponível em: h ps://portal.mec.gov.br/index.php?op on=com_docman&view=download&alias=104251rces007-18&category_slug=dezembro-2018-pdf&Itemid=30192. KIENETZ, Taiani Bacchi; VIEIRA, Kelmara Mendes; VISENTINI, Monize Sâmara. Extensão Universitária: Avaliar para evoluir. Teoria e Prá ca em Administração, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 111–118, 2020. DOI: 10.21714/2238-104X2020v10i148519. Disponível em: h ps://periodicos.ufpb.br/index.php/tpa/ar cle/view/48519. Acesso em: 4 dez. 2025. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Resolução 02.2022 CONSEPE/UFPB, que dispõe sobre a creditação da extensão na graduação da UFPB. Disponível em: h ps://www.prg.ufpb.br/graduacao/contents/documentos/creditacao-daextensao/resolucao-no-02-2022-consepe.pdf/view. Acesso em: 4 dez. 2025.

Bibliografia Complementar CARTAXO, Carlos; GUEDES, Rosalva Maria Ferreira; BELTRÃO, Valéria Lins (Organizador). Ação educa va para cidadania. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPb, 2006. 141 p. (Série Extensão, 25) ISBN: 8599135791. MINAYO, Maria Cecília de Souza (Organização). Pesquisa social: teoria, método e cria vidade. Petrópolis: Vozes, 2016. 95 p. (Manuais acadêmicos) ISBN: 9788532652027. MORAES, Ana Cris na; XEREZ, Antônia Solange Pinheiro; SILVA, Fernando Roberto Ferreira. Extensão universitária e formação docente manifestadas em ações educa vas. Revista Temas em Educação, João Pessoa, Brasil, v. 30, n.1, p. 189-209, jan./abr., 2021. O'BRIEN, James A; MOREIRA, Célio Knipel; MOREIRA, Cid Knipel. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 431 p. ISBN: 9788502044074, 8502044079. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Resolução nº 29/2020, CONSEPE-UFPB, que dispõe sobre o Regulamento Geral da Graduação. Disponível em h ps://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/curso/documentos.jsf?lc=pt_BR&id=1626743. Acesso em:

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O processo de avaliação do processo de ensino e aprendizagem no Curso de Graduação em Hotelaria é concebido como uma prá ca con nua, diagnós ca, forma va e soma va, ar culada aos obje vos de aprendizagem estabelecidos em cada componente curricular e à proposta pedagógica do curso. A avaliação do desempenho discente busca não apenas aferir a aquisição de conhecimentos, habilidades e a tudes, mas também es mular o pensamento crí co, a autonomia intelectual e a aplicação prá ca dos saberes no contexto da hospitalidade. As estratégias avalia vas adotadas são diversificadas, respeitando as especificidades dos conteúdos, das metodologias u lizadas e das competências a serem desenvolvidas. Entre os instrumentos de avaliação previstos, destacam-se: provas escritas (discursivas e/ou obje vas), estudos de caso, relatórios de a vidades prá cas e visitas técnicas, elaboração de projetos, trabalhos individuais e em grupo, produção de ar gos e resenhas, seminários, metodologias a vas de ensino-aprendizagem, oficinas, a vidades em sala de aula e/ou em ambientes simulados, par cipação em fóruns de discussão, apresentações orais, e autoavaliação. Além disso, a vidades de campo, prá cas laboratoriais e o estágio supervisionado também são avaliados com base em critérios previamente definidos, considerando o desempenho técnico, é co e reflexivo dos (as) estudantes em contextos reais de atuação. As avaliações são registradas de forma sistemá ca pelos docentes, por meio do SIGAA (Sistema Integrado de Gestão de A vidades Acadêmicas), além do feedback individual ou em sala de aula, conforme o

po de a vidade, que garantem a transparência do processo e o

acompanhamento do desenvolvimento acadêmico dos (as) discentes. Conforme a legislação vigente e o regulamento da Ins tuição, o aproveitamento do (a) estudante em cada disciplina é expresso em nota numérica de 0 (zero) a 10 (dez), sendo considerado aprovado (a) aquele (a) que ob ver média igual ou superior a 7,0 (sete) e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das a vidades programadas. A recuperação de aprendizagem poderá ser ofertada, a critério do docente, mediante a realização de a vidades complementares ou nova avaliação, com o obje vo de oportunizar a superação das dificuldades iden ficadas ao longo do processo.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO A avaliação do Curso de Graduação em Hotelaria é conduzida por um processo sistemá co e par cipa vo, no qual o Núcleo Docente Estruturante (NDE) desempenha papel central na análise crí ca, no monitoramento e na proposição de melhorias con nuas no desenvolvimento do curso e na efe vidade de seu Projeto Pedagógico (PPC). As ações do NDE são ar culadas às diretrizes ins tucionais de avaliação e às orientações da Comissão Própria de Avaliação (CPA), mas se diferenciam por sua especificidade no acompanhamento direto das prá cas pedagógicas, da organização curricular e da formação acadêmica dos (as) estudantes no âmbito do curso. Entre os principais procedimentos adotados pelo NDE na avaliação do curso, destacam-se: a análise periódica da matriz curricular e da coerência entre os conteúdos programá cos e os obje vos de formação; a apreciação crí ca dos planos de ensino das disciplinas, com vistas à sua atualização e alinhamento com o perfil do egresso; o acompanhamento da execução dos componentes curriculares, por meio de reuniões com docentes e discentes, visando iden ficar fragilidades, potencialidades e propor intervenções pedagógicas; e a observação da ar culação entre ensino, pesquisa e extensão no co diano do curso. O NDE também realiza a sistema zação e a análise de dados oriundos de diferentes fontes, como relatórios de estágio supervisionado, desempenho dos (as) estudantes no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), índices de evasão e retenção, desempenho acadêmico nas disciplinas, resultados das autoavaliações realizadas pelo curso e CPA. Esses elementos subsidiam a proposição de ajustes curriculares, ações de apoio à permanência estudan l e estratégias de qualificação docente, sempre considerando o contexto da área de Hotelaria e suas exigências profissionais contemporâneas. As reuniões ordinárias e extraordinárias do NDE são registradas em atas, e suas deliberações são compar lhadas com o colegiado do curso, garan ndo transparência, corresponsabilidade e efe vidade nas decisões. Além disso, o NDE par cipa a vamente da elaboração e revisão do PPC, assegurando que este se mantenha atualizado em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais, com os marcos regulatórios da educação superior e com os avanços teórico-prá cos da área da hospitalidade. Ainda que as ações da CPA sejam consideradas na avaliação ins tucional e reflitam

diretamente no planejamento do curso, o NDE assume a responsabilidade de traduzir essas diretrizes em prá cas pedagógicas específicas, promovendo uma cultura de autoavaliação con nua, de escuta a va da comunidade acadêmica e de constante aprimoramento do processo forma vo. Dessa forma, o sistema de avaliação do curso, sob a coordenação do NDE, reafirma seu compromisso com a qualidade acadêmica, a per nência social da formação e a excelência na educação em Hotelaria.

REFERÊNCIAS BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação. Disponível em: h p://portal.mec.gov.br/component/content/ar cle?id=12991. Acesso em: 25 mar. 2025. BRASIL. Ministério da Educação. Sistema e-MEC: base de dados oficial dos cursos e ins tuições de educação superior. Disponível em: h p://emec.mec.gov.br. Acesso em: 18 mai. 2025. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Censo demográfico 2022. Disponível em: h ps://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/mamanguape/panorama. Acesso em: 15 jul. 2025. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB). Regulamento Geral da Graduação – RGG. Resolução Consepe nº 29/2020. João Pessoa, 2020. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB). Plano de Desenvolvimento Ins tucional – PDI 2024-2028. João Pessoa, 2024. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Educação básica e educação superior: projeto polí copedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 03/08/2026 RESOLUÇÃO Nº 42/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 42) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 21/08/2026 05:33 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087

Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 42, ano: 2026, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 20/08/2026 e o código de verificação: edf4575f3a