UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 20/2026

UFPB-CONSEPE-RES-20-2026
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Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Arquivologia, Bacharelado, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Campus I da UFPB.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (47)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“A CÂMARA DE GRADUAÇÃO, DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“A CÂMARA DE GRADUAÇÃO, DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“A CÂMARA DE GRADUAÇÃO, DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de...” fonte: texto · confiança alta
  • REVOGA (total)
    Res. CONSEPE 42/2008 nesta norma: art. 11 → na outra: norma inteiraefeito desde 08/07/2026“Art. 11. Fica revogada a Resolução nº 42/2008 do CONSEPE.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
43 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo“A Arquivologia como disciplina da área de Ciências Sociais Aplicadas oferece suporte para a formação de profissionais capacitados a atuar em diferentes cenários, prezando por uma atuação para...”
  • cita
    Res. CNE/CES 20/2002 em: Anexo“No campo dos dispositivos legais que fundamentaram a criação dos cursos de Arquivologia no Brasil, também foi criada a Resolução CNE/CES nº 20, de 13 de março de 2002, com o objetivo de apresentar...”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: Anexo“5.3.2 Creditação da Extensão Os conteúdos de curricularização da extensão, estão especificamente pautados pela Resolução nº 07/2018, do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação...”
  • cita
    Res. CNE/CES 7/2018 em: Anexo“na avaliação contínua orientada pelo Ministério da Educação - MEC, é necessário reavaliar o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Arquivologia/UFPB, em relação à composição curricular,...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: Anexo“Há de se destacar que o novo PPC do curso se orienta em seguir os requisitos estipulados pelas Resoluções de número 1/2004 e de”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2004 em: art. 4º“Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temáticas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos,...”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: Anexo“Resolução nº1, de 30 de maio de 2012.”
  • cita
    Res. CNE/CP 1/2012 em: art. 4º“Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, e Nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV,...”
  • cita
    Decreto 15.596/1922 em: Anexo“Decreto nº 15.596,de 9 de dezembro de 1911.”
  • cita
    Decreto 15.596/1922 em: Anexo“Em 1922, o curso foi classificado como técnico a partir do Decreto nº 15.596, de 02 de agosto de 1922.”
  • cita
    Decreto 79.329/1977 em: Anexo“Decreto 79.239, 02 de março de 1977”
  • cita
    Decreto 82.590/1978 em: Anexo“Decreto 82.590, de 6 de novembro de 1978 - Regulamenta a Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978, que dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de técnico de Arquivo 1.2 CORPO...”
  • cita
    Decreto 9.197/1911 em: Anexo“O primeiro curso com formação em Arquivologia foi oferecido pelo Arquivo Nacional em 1911, com o curso de diplomática voltado para capacitação dos profissionais, conforme recomendado pelo Decreto...”
  • cita
    Lei 10.861/2004 em: Anexo“(b) avaliação institucional, que considera os resultados obtidos nos processos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), nas auto avaliações institucionais e”
  • cita
    Lei 11.788/2008 em: Anexo“Lei nº. 11.788 de 25 de setembro de 2008 .Dispõe sobre o estágio de estudantes;”
  • cita
    Lei 12.527/2011 em: Anexo“A lei de acesso à informação na perspectiva dos concluintes do curso de Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba do período de 2014.1.”
  • cita
    Lei 12.772/2012 em: Anexo“O regime de trabalho do corpo docente das Instituições Federais de Ensino Superior é regido pela Lei 12.772/2012, que dispõe que o professor deve ser submetido a um dos seguintes regimes de...”
  • cita
    Lei 13.005/2014 em: Anexo“itação da Extensão Os conteúdos de curricularização da extensão, estão especificamente pautados pela Resolução nº 07/2018, do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior...”
  • cita
    Lei 13.146/2015 em: art. 4º“Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temáticas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos,...”
  • cita
    Lei 6.494/1977 em: Anexo“revoga as Leis no6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6oda Medida Provisória no...”
  • cita
    Lei 6.546/1978 em: Anexo“Parecer CNE/CES 492/2001 Parecer CNE/CES 1.363/2011 Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978 - Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo, e dá outras providências.”
  • cita
    Lei 8.159/1991 em: Anexo“Lei 8.159, de 08 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB) - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“revoga as Leis no6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6oda Medida Provisória no...”
  • cita
    Res. ? 51/2008 em: Anexo“Resolução Conselho Universitário nº 51/2008, de 02 de fevereiro de 2008 Sudeste/Minas Gerais Parecer da Câmara de Graduação nº 304/2008, de 02 de maio de 2008 Nordeste/Paraíba Resolução do...”
  • cita
    Res. ? 82/2019 em: Anexo“uação nº 304/2008, de 02 de maio de 2008 Nordeste/Paraíba Resolução do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão nº 41/2008, de 15 de julho de 2008 Sudeste/Santa Catarina Resolução CEG nº...”
  • cita
    Res. CEG 21/2009 em: Anexo“Resolução Conselho Universitário nº 51/2008, de 02 de fevereiro de 2008 Sudeste/Minas Gerais Parecer da Câmara de Graduação nº 304/2008, de 02 de maio de 2008 Nordeste/Paraíba Resolução do...”
  • cita
    Res. UNESP 26/2003 em: Anexo“Resolução 24/99, do Conselho Universitário, 26 de julho de 1999 Decisão 112, Conselho Universitário, 30 de julho 1999 Resolução UNESP nº 26/2003, de 22 de maio de 2003 Resolução Conselho...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: Anexo“solução nº 07/2018, do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior (CNE/CES) , que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regulamenta o...”
  • cita
    Res. CONSEPE 112/1997 em: Anexo“Parecer 179/1976, do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE), de 10 de agosto 1976) Resolução 73/78, do Conselho Universitário, de 28 de junho 1978 Resolução 32/90, do Conselho...”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2015 em: Anexo“Aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, e revoga a resolução nº 16/2015https://www.ufpb.br/aci/contents/documentos/resolucoes/REGULAMENTOGERALDAGRA...”
  • cita
    Res. CONSEPE 21/2009 em: Anexo“/2008, de 02 de fevereiro de 2008 Sudeste/Minas Gerais Parecer da Câmara de Graduação nº 304/2008, de 02 de maio de 2008 Nordeste/Paraíba Resolução do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 29/2020 em: Anexo“O PPC do curso de Arquivologia da UFPB, criado com base na Resolução Nº 29/2020 do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE/UFPB), segue as Diretrizes Curriculares Nacionais...”
  • cita
    Res. CONSEPE 41/2008 em: Anexo“Criação do curso: Resolução 41/ 2008 do CONSEPE/UFPB.”
  • cita
    Res. CONSEPE 42/2008 em: Anexo“Aprovação do PPC: Resolução 42/2008 do CONSEPE/UFPB.”
  • cita
    Res. CONSUNI 10/2006 em: Anexo“Resolução 24/99, do Conselho Universitário, 26 de julho de 1999 Decisão 112, Conselho Universitário, 30 de julho 1999 Resolução UNESP nº 26/2003, de 22 de maio de 2003 Resolução Conselho...”
  • cita
    Res. CONSUNI 24/1999 em: Anexo“Resolução 24/99, do Conselho Universitário, 26 de julho de 1999 Decisão 112, Conselho Universitário, 30 de julho 1999 Resolução UNESP nº 26/2003, de 22 de maio de 2003 Resolução Conselho...”
  • cita
    Res. CONSUNI 25/2008 em: Anexo“Autorização do curso: Resolução 25/2008 do CONSUNI/UFPB.”
  • cita
    Res. CONSUNI 32/1990 em: Anexo“Parecer 179/1976, do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE), de 10 de agosto 1976) Resolução 73/78, do Conselho Universitário, de 28 de junho 1978 Resolução 32/90, do Conselho...”
  • cita
    Res. CONSUNI 34/2013 em: Anexo“ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO A UFPB possui política de inclusão e acessibilidade, que foi instituída em 2013, por meio da Resolução Consuni nº 34/2013, que também cria o Comitê de Inclusão e...”
  • cita
    Res. CONSUNI 43/2018 em: Anexo“Destaca-se também a criação do Arquivo Central da UFPB (ACE) em 2018, dez anos após a criação do curso, por meio da Resolução nº 43/2018 do Conselho Universitário da Universidade Federal da...”
  • cita
    Res. CONSUNI 73/1978 em: Anexo“Parecer 179/1976, do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE), de 10 de agosto 1976) Resolução 73/78, do Conselho Universitário, de 28 de junho 1978 Resolução 32/90, do Conselho...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo“A atuação do Coordenador é regulamentada pelo Regimento Geral da UFPB e inclui a convocação das reuniões do Colegiado de Curso, a representação do Colegiado em órgãos universitários, a execução e...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 60 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 12 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 20/2026 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Arquivologia, Bacharelado, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Campus I da UFPB. A CÂMARA DE GRADUAÇÃO, DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA E DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE e na Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, e conforme deliberação adotada em reunião realizada no dia 2 de junho de 2026 (Processo nº 23074.115005/2023-90), RESOLVE:

Art. 1º Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Arquivologia, Bacharelado, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), em atendimento à necessidade de atender a padrões de qualidade e relevância que garantem uma formação técnica e humanística atualizada, capacitando o profissional para os desafios do mundo do trabalho e da sociedade, especialmente em um cenário de inovação tecnológica que solicita a necessidade de processos mais sustentáveis, inclusivos e equitativos.

§1º. Compreende-se o Projeto Político Pedagógico do Curso de Arquivologia, Bacharelado, como o conjunto de ações sociopolíticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional, que se destina a orientar a concretização curricular do referido Curso, sendo fundamental para a formalização, reconhecimento legal e garantia de qualidade da formação profissional arquivística no Brasil.

§2º. As definições relativas à estrutura curricular que demandam sobre sua elaboração, quais sejam: identificação, história, justificativa, objetivos, perfil profissional do egresso, campo de atuação, formas de acesso, infraestrutura, corpo docente, serviços de apoio ao discente, composição curricular, bem como sistemas de avaliação encontram-se relacionadas no Anexo desta Resolução, através do Projeto Político Pedagógico.

Art. 2º O Curso de Graduação em Arquivologia tem como finalidade conferir o grau de bacharel aos alunos que cumprirem as exigências constantes na presente Resolução.

Art. 3º O Curso de Bacharelado em Arquivologia terá a duração mínima de integralização em 04 (quatro) anos e 06 (seis) meses (09 períodos letivos) e o tempo máximo de 07 (sete) anos (14 períodos letivos) e o currículo será integralizado em 2.820 (duas mil, oitocentos e vinte) horas-aula, correspondendo a 188 (cento e oitenta e oito) créditos. Terá entrada semestral, com 45 (quarenta e cinco) vagas ofertadas no turno noturno.

Parágrafo único. Será permitida a matrícula em, no máximo, 300 (trezentas) horas ou 20 (vinte) créditos e, no mínimo, 180 (cento e oitenta) horas ou 12 (doze) créditos por período letivo.

Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temáticas obrigatórias Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, e Nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV, sobre os conteúdos relacionados à Pessoa com Deficiência e, ainda, a temática de Educação Ambiental, em conformidade com a Resolução do CNE Nº 01, de 30 de maio de 2012, constam, de forma transversal.

Art. 5º. O Curso de Bacharelado em Arquivologia organiza sua estrutura curricular, parte integrante do Projeto Pedagógico, em conteúdos fixados de acordo com as especificações da tabela abaixo, sendo desdobrados conforme explicitado no Anexo. CONTEÚDOS

CARGA HORÁRIO – NÚMERO DE CRÉDITOS – PORCENTAGEM 1620H – 108 CR – 57,44%

Conteúdos Básicos Profissionais Conteúdos Complementares Obrigatórios

840H – 56 CR – 29,79%

Conteúdos Complementares Optativos

240H – 16 CR – 8,51%

Conteúdos Complementares Flexíveis

120H – 08 CR – 4,26% Total

2.820H – 188 CR – 100%

Art. 6º A Estrutura Curricular do Curso de Bacharelado em Arquivologia da UFPB, apresenta uma formação Básica Profissional e, outra, de caráter Complementar, em cujo escopo constam os componentes e demais atividades da estrutura curricular do Curso.

§ 1º Os componentes curriculares estão organizados nas seguintes áreas de concentração:

I - Área 1: Epistemologia e Gestão Arquivística;

II - Área 2: Formação Profissional e Tecnologias;

III - Área 3: Patrimônio Documental e Sociedade;

IV - Área 4: Organização, Representação e Tratamento da Informação Arquivística; e

V - Área 5: Pesquisa em Arquivologia.

§ 2º A estrutura curricular está orientada sob a forma de disciplinas obrigatórias e optativas, atividades de orientação individual, atividades de extensão, estágio obrigatório, trabalho de conclusão de curso e componentes flexíveis, com cargas horárias definidas e seus respectivos créditos, que integram a seguinte estrutura curricular:

I - Conteúdos Básicos Profissionais;

II - Conteúdos Complementares Obrigatórios;

III - Conteúdos Obrigatórios de Extensão;

IV - Conteúdos Complementares Flexíveis;

V - Atividades Complementares Obrigatórias de Orientação Individual; e

VI - Conteúdos Complementares Optativos.

§ 3º A Creditação da Extensão, parte integrante do PPC, compõe as atividades acadêmicas de caráter extensionista, com metodologias participativas que envolvam o público externo, necessitando o discente integralizar uma carga horária mínima de 285 horas, somando um total de 19 créditos. Os conteúdos que permeiam a curricularização da extensão deste PPC, estão distribuídos em Unidade Curricular de Extensão (UCE) obrigatórias e optativas, bem como em um percentual de disciplinas obrigatórias e optativas do curso curricularizadas para extensão. O discente de arquivologia, também pode pedir aproveitamento de atividades curriculares complementares flexíveis com carga horária de 60 h ou 120 h, desde que tenham realizado as atividades extensionistas como membro de equipe executora provenientes de editais validados pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/ FLUEX).

Art. 7º A estrutura curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, será desenvolvida em períodos letivos, cujos componentes curriculares foram dispostos de forma criteriosa e estudada, disponibilizando aos alunos um equilíbrio entre dificuldades e maturidade estudantil.

Art. 8º As atividades que integram os componentes curriculares serão as seguintes:

I – disciplinas;

II – atividades acadêmicas de iniciação à pesquisa e à docência e/ou extensão;

III – atividades de orientação individual.

Parágrafo único. Os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso, quando da sua criação, através de Resolução Interna, para fins de integralização curricular.

Art. 9º O Projeto Político Pedagógico de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Colegiado do Curso, quando da sua criação, enquanto suporte técnico-pedagógico do NDE do Curso.

Art. 10. Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 09 (nove) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sociopolítico-educativas.

Art. 11. Fica revogada a Resolução nº 42/2008 do CONSEPE.

Art. 12. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 08 de julho de 2026.

Terezinha Domiciano Dantas Martins Presidente

ANEXO da Resolução nº 20/2026 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Arquivologia, Bacharelado, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Campus I da UFPB. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Campus I – João Pessoa- Paraíba CEP: 58051-900 – Fone: (83)3216-7456 e-mail: arqv@ccsa.ufpb.br - site: https://www.ccsa.ufpb.br/arqv

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

JOÃO PESSOA 2026

Reitora Terezinha Domiciano Dantas Martins Vice-Reitora Mônica Nóbrega Pró-Reitor de Graduação Ana Cláudia da Silva Rodrigues Diretor do Centro de Ciências Sociais Aplicadas Aldo Leonardo Cunha Callado Vice-diretor do Centro de Ciências Sociais Aplicadas Magno Vamberto Batista da Silva Coordenador do Curso de Arquivologia (mandato 2023-2025) Julianne Teixeira e Silva Vice-coordenador do Curso de Arquivologia (mandato 2023-2025) Clézio Gontijo Amorim Coordenador do Curso de Arquivologia (mandato 2021-2023) Ana Cláudia Cruz Córdula Vice-coordenador do Curso de Arquivologia (mandato 2021-2023) Alba Lígia de Almeida Silva

Membros Núcleo Docente Estruturante (2021 a 2024) Ana Cláudia Cruz Córdula Alba Lígia de Almeida Silva Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira Carla Maria de Almeida Claudialyne da Silva Araújo Geysa Flávia Câmara de Lima Nascimento Juliane Teixeira e Silva Luiz Eduardo Ferreira da Silva Rayan Aramís de Brito Feitoza Colaboradores Gerlane Farias Alves Jefferson Higino da Silva

LISTA DE SIGLAS E ABREVIAÇÕES

ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas ACE: Arquivo Central da UFPB CBIOTEC: Centro de Biotecnologia CCA: Centro de Ciências Agrárias CCAE: Centro de Ciências Aplicadas e Educação CCEN: Centro de Ciências Exatas e da Natureza CCHLA: Centro de Ciências Humanas Letras e Artes CCHSA: Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias CCJ: Centro de Ciências Jurídicas CCM: Centro de Ciências Médicas CCS: Centro de Ciências da Saúde CCSA: Centro de Ciências Sociais Aplicadas CCTA: Centro de Comunicação Turismo e Artes CE: Centro de Educação CEAR: Centro de Energias Alternativas e Renováveis CEP: Comitê de Ética em Pesquisa CH: Carga Horária CI: Centro de Informática CIA: Comitê de Inclusão e Acessibilidade CNE: Conselho Nacional de Educação CNPQ: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNS: Câmara de Educação Superior CT: Centro de Tecnologia CONSEPE: Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSUNI: Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba COOPANEST-PB: Cooperativa dos Anestesiologistas da Paraíba CRA: Conselho Regional de Administração DCI: Departamento de Ciência da Informação

DCN: Diretrizes Curriculares Nacionais ENEARQ: Encontro Nacional dos Estudantes de Arquivologia FURG: Universidade Federal do Rio Grande IBGE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IDEB: Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IFPB: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba IFES: Instituições Federais de Ensino Superior LABCOR: Laboratório de Preservação e Conservação LEPADI: Laboratório de Estudos e Práticas Arquivísticas Digitais e Inovação MEC: Ministério da Educação MPGOA: Mestrado Profissional em Organizações Aprendentes NDE: Núcleo Docente Estruturante PDI: Plano de Desenvolvimento Institucional PGPCI: Programa de Pós-Graduação em Gestão Pública e Cooperação Internacional PIBIC: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIVIC: Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica PPC: Projeto Pedagógico de Curso PPGA: Programa de Pós-Graduação em Administração PPGE: Programa de Pós-Graduação em Economia PPGCI: Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação PPGCC: Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis PPI: Projeto Pedagógico Institucional PRG: Pró-Reitoria de Graduação PRAPE: Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante PROBEX: Programa de Bolsas de Extensão PROEXT: Pró-Reitoria de Extensão PSIG: Processo Seletivo de Ingresso de Graduado PSRC: Processo Seletivo de Reopção de Curso PSTV: Processo Seletivo de Transferência Voluntária REUNI: Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais SiArq: Sistema de Arquivos

Sicred: Sistema de Crédito Cooperativo SISU: Sistema de Seleção Unificada TCC: Trabalho de Conclusão de Curso TDIC: Tecnologias da Digitais da Informação e Comunicação UCE: Unidades Curriculares de Extensão UEPB: Universidade Estadual da Paraíba UEL: Universidade Estadual de Londrina UFF: Universidade Federal Fluminense UFAM: Universidade Federal do Amazonas UFBA: Universidade Federal da Bahia UFCG: Universidade Federal de Campina Grande UFES: Universidade Federal do Espírito Santo UFPA: Universidade Federal do Pará UFPB: Universidade Federal da Paraíba UFRGS: Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFSC: Universidade Federal de Santa Catarina UFSM: Universidade Federal de Santa Maria UNB: Universidade de Brasília UNESP: Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho UNIRIO: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

LISTA DE QUADROS

Quadro 1 -

Corpo Docente: titulação e regime de trabalho

13

Quadro 2 -

Cursos de Graduação em Arquivologia no Brasil

16

Quadro 3 -

Áreas de Concentração e seus Respectivos Componentes Curriculares

35

Quadro 4 -

Síntese dos Componentes Básicos Profissionais e Complementares

36

Quadro 5 -

Síntese dos Componentes de Creditação da Extensão

37

Quadro 6 -

Quadro de Equivalência de Componentes Curriculares do Curso de Graduação em Arquivologia 2024/2008

39

Composição dos Componentes Curriculares com Carga Horária e PréRequisitos

43

Quadro 8 -

Fluxograma do Curso de bacharelado em Arquivologia

48

Quadro 9 -

Distribuição dos Conteúdos Transversais Recomendados pela CNE/MEC

51

Quadro 7 -

LISTA DE FOTOGRAFIAS

Fotografia 1 -

Arquivo Escola

166

Fotografia 2 -

Arquivo Escola

167

Fotografia 3 –

Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

168

Fotografia 4 –

Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

168

Fotografia 5 –

Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

169

Fotografia 6 –

Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

169

Fotografia 7 -

Placa na entrada do LABCOR

171

Fotografia 8 -

Sala de entrada do LABCOR

171

Fotografia 9 -

Sala de digitalização do LABCOR

172

Fotografia 10 -

Sala de trabalho do LABCOR

172

Fotografia 11 -

Sala de tratamento aquoso do LABCOR

173

Fotografia 12 -

Sala de triagem de documentos do LABCOR

173

Fotografia 13 -

Sala de higienização de documentos do LABCOR

174

Fotografia 14 -

Câmera de umectação LABCOR

174

Fotografia 15 -

Câmara de desinfestação de documentos do LABCOR

175

Fotografia 16 -

Laboratório de Estudos e Práticas Arquivísticas digitais e Inovação

176

APRESENTAÇÃO

O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) é um instrumento para orientar a identidade e a trajetória de um curso, fornecendo diretrizes claras e específicas para que sejam alcançados seus objetivos. No caso do curso de graduação em Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba, o PPC foi elaborado em colaboração com o corpo docente do Departamento de Ciência da Informação, o Núcleo Docente Estruturante e a comunidade acadêmica, seguindo as bases legais nacionais e institucionais. O PPC do curso de Arquivologia da UFPB, criado com base na Resolução Nº 29/2020 do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE/UFPB), segue as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais (DCN's) para a organização e funcionamento do curso de bacharelado em Arquivologia. Este documento descreve de forma abrangente os objetivos, o perfil do egresso, a metodologia, as ementas, a bibliografia, o corpo docente, a estrutura física do curso, as competências, as habilidades gerais e específicas, os conteúdos curriculares de formação geral e específica, o formato dos estágios, as atividades complementares, a extensão, a estrutura do curso e as formas de avaliação. O currículo aqui apresentado foi planejado para sistematizar as teorias e as práticas essenciais para a formação do arquivista, levando em conta as diretrizes e as estratégias de desenvolvimento e de atuação da unidade acadêmica em curto, médio e longo prazo. Curso de Arquivologia da UFPB reafirma seu compromisso com a formação de profissionais críticos, éticos e socialmente comprometidos. Ao integrar ciência, tecnologia e humanismo, o curso consolida-se na formação de arquivistas aptos a atuar com excelência no mercado de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade e para o fortalecimento local da área da Arquivologia e no país.

SUMÁRIO

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................................................... 11 1.1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ........................................................................................................ 11 1.2 CORPO DOCENTE ....................................................................................................................... 12 2 OS CURSOS DE ARQUIVOLOGIA NO BRASIL ...................................................................................... 15 3 O CURSO DE ARQUIVOLOGIA DA UFPB............................................................................................. 19 3.1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ....................................................................................... 19 3.2 HISTÓRIA DO CURSO DE BACHARELADO EM ARQUIVOLOGIA DA UFPB ................................... 20 3.3 JUSTIFICATIVA ............................................................................................................................ 22 3.4 OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................................................ 23 3.5 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL ........................................................................................ 24 3.6 FORMAS DE INGRESSO ............................................................................................................... 24 4 PERFIL DO EGRESSO .......................................................................................................................... 26 4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ................................................................................................ 26 4.2 ASPECTOS RELACIONADOS AOS EGRESSSOS NO PDI ................................................................ 27 4.3 MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS .......................................................... 28 5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .......................................................................................... 30 5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ................................................................. 30 5.2 CONCEPÇÃO CURRICULAR ......................................................................................................... 31 5.3 ESTRUTURA CURRICULAR .......................................................................................................... 34 5.3.1 Conteúdos Curriculares Básicos, Profissionais e Complementares .................................... 36 5.3.2 Creditação da Extensão....................................................................................................... 37 5.4 EQUIVALÊNCIA ENTRE PPC VERSÃO 2024 E VERSÃO 2008 ...................................................... 39 5.5 COMPOSIÇÃO CURRICULAR ....................................................................................................... 43 5.7 METODOLOGIA .......................................................................................................................... 49 5.8 TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM ............................................................................................................................... 50 5.9 CONTEÚDOS TRANSVERSAIS OBRIGATÓRIOS ............................................................................ 50 5.10 PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINOAPRENDIZAGEM ............................................................................................................................... 51

5.11.1 Ementas Conteúdos Básicos Profissionais ........................................................................ 53 5.11.2 Ementas Conteúdos Complementares Obrigatórios ........................................................ 85 5.11.3 Ementas Conteúdos Obrigatórios de Extensão .............................................................. 101 5.11.4 Ementas Conteúdos Complementares Flexíveis ............................................................ 104 5.11.5 Ementas Atividades Obrigatórias de Orientação Individual ........................................... 106 5.11.6 Ementas Conteúdos Complementares Optativos........................................................... 110 6 CORPO DOCENTE ............................................................................................................................ 156 7 COORDENAÇÃO DE CURSO E ATUAÇÃO DO COORDENADOR ........................................................ 157 7.1 ATUAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO...................................................................................... 157 7.2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) .............................................................................. 158 7.3 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO .................................................................. 158 8 INFRAESTRUTURA ........................................................................................................................... 161 8.1. ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO .................................................................................................. 161 8.2. ESPAÇO DE TRABALHO PARA DOCENTES EM TEMPO INTEGRAL ........................................... 162 8.3. ESPAÇO DE TRABALHO DA COORDENAÇÃO DE CURSO.......................................................... 162 8.4 SALAS DE AULA......................................................................................................................... 162 8.5 ACESSO DOS ALUNOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA .................................................. 163 8.6 BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR (UC) ........................ 164 8.6.1 Biblioteca Central .............................................................................................................. 164 8.6.2 Biblioteca Setorial Berilo Borba do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas - BS/CCSA .... 165 8.7 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ..................................................................................................... 165 8.7.1 Arquivo Escola ................................................................................................................... 166 8.7.2 Laboratório de Informática ............................................................................................... 167 8.7.3 Laboratório de Preservação e Conservação (LABCOR) ..................................................... 170 8.7.4 Laboratório de Estudos e Práticas Arquivísticas Digitais e Inovação (LEPADI). ................ 176 9 APOIO DISCENTE ............................................................................................................................. 177 REFERÊNCIAS ...................................................................................................................................... 179

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Proponente: Curso de Bacharelado em Arquivologia

Endereço: Coordenação do Curso de Arquivologia, Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA). s/n, Cidade Universitária, Campus I, Via Expressa Padre Zé – Castelo Branco III, João Pessoa – PB, 58051-900. Telefone: (83) 3216-7456 E-mail:arqv@ccsa.ufpb.br

Homepages e Redes Sociais oficiais: http://www.ccsa.ufpb.br/arqv http://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/curso/portal.jsf?lc=pt_BR&id=1626802 https://instagram.com/arquivologia_ufpb?igshid=YmMyMTA2M2Y= https://youtube.com/@arquivologiaremotaufpb8206

Código CINE: 0322A01 Código e-MEC: 113621

Área do conhecimento: Área geral: 03 – Ciências Sociais, comunicação e informação Área específica: 032 – Comunicação e Informação Área detalhada: 0322 – Ciência da Informação Rótulo Cine Brasil: 0322A01 – Arquivologia

Grau Acadêmico: Bacharelado Titulação conferida: Bacharel em Arquivologia Modalidade de oferta do curso: Presencial Regime letivo do curso: Semestral Número de vagas oferecidas: 45 (quarenta e cinco) vagas, entrada semestral Turnos de Oferta: Noturno

Duração do Curso: 4 anos e meio Tempo mínimo para integralização: 09 períodos Tempo máximo para integralização: 14 períodos Carga horária total do curso (horas-aula): 2.820 horas Carga horária de matrícula máxima por semestre: 300 horas Carga horária de matrícula mínima por semestre: 180 horas Período Letivo e Data de início de funcionamento do curso: 2008.2 – 06/10/2008.

Atos regulatórios da UFPB: Criação do curso: Resolução 41/ 2008 do CONSEPE/UFPB. Aprovação do PPC: Resolução 42/2008 do CONSEPE/UFPB. Autorização do curso: Resolução 25/2008 do CONSUNI/UFPB. Fundamentação legal do curso: Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB) - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Resolução CNE/CES 20, DE 13 DE MARÇO DE 2002 - Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Arquivologia. Parecer CNE/CES 492/2001 Parecer CNE/CES 1.363/2011 Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978 - Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo, e dá outras providências. Decreto 82.590, de 6 de novembro de 1978 - Regulamenta a Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978, que dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de técnico de Arquivo 1.2 CORPO DOCENTE O Departamento de Ciência da Informação (DCI) é responsável pelo maior número de disciplinas ofertadas, e consequentemente, de docentes envolvidos com as atividades de ensino, pesquisa e extensão do curso de Arquivologia, conforme demonstrado no quadro1.

Quadro 1 – Corpo Docente: titulação e regime de trabalho NOME

TITULAÇÃO

REGIME DE TRABALHO

1

Alba Lígia de Almeida Silva

Doutora

DE – T40

2

Alzira Karla Araújo da Silva

Doutora

DE – T40

3

Ana Cláudia Cruz Córdula

Doutora

DE – T40

4

Ana Cláudia Medeiros de Sousa

Doutora

DE – T40

5

Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira

Doutora

DE – T40

6

Carla Maria de Almeida

Doutora

DE – T40

7

Carlos Xavier de Azevedo Netto

Doutor

DE – T40

8

Claudialyne da Silva Araújo

Doutora

DE – T40

9

Clézio Gontijo Amorim

Doutor

DE – T40

10 Danielle Alves de Oliveira

Doutora

DE – T40

11 Deise Santos do Nascimento

Doutora

DE – T40

12 Ediane Toscano Galdino de Carvalho

Doutora

DE – T40

13 Edilene Toscano Galdino dos Santos

Doutora

DE – T40

14 Edileuda Soares Diniz

Doutora

DE – T40

15 Edna Gomes Pinheiro

Doutora

DE – T40

16 Edvaldo Carvalho Alves

Doutor

DE – T40

17 Genoveva Batista do Nascimento

Doutora

DE – T40

18 Geysa Flávia Câmara de Lima Nascimento

Doutora

DE – T40

19 Gisele Rocha Côrtes

Doutora

DE – T40

20 Guilherme Ataíde Dias

Doutor

DE – T40

21 Henry Poncio Cruz de Oliveira

Doutor

DE – T40

22 Izabel França de Lima

Doutora

DE – T40

23 Jéssica Bedin

Doutora

DE – T40

24 Julianne Teixeira e Silva

Doutora

DE – T40

25 Luciana Ferreira da Costa

Doutora

DE – T40

26 Lucilene Klênia Rodrigues Bandeira

Doutora

DE – T40

27 Luiz Eduardo Ferreira da Silva

Doutor

DE – T40

28 Marckson Roberto Ferreira de Sousa

Doutor

DE – T40

29 Maria Amélia Teixeira da Silva

Mestra

DE – T40

30 Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque

Doutora

DE – T40

31 Maria Meriane Vieira da Rocha

Doutora

DE – T40

32 Patrícia Maria da Silva

Doutora

DE – T40

33 Rayan Aramís de Brito Feitoza

Doutor

DE – T40

34 Rosa Zuleide Lima de Brito

Doutora

DE – T40

35 Rosilene Agapito da Silva Llarena

Doutora

DE – T40

36 Rosilene Paiva Marinho

Doutora

DE – T40

37 Valdir de Lima Silva

Doutor

DE – T40

38 Wagner Junqueira de Araújo

Doutor

DE – T40

2 OS CURSOS DE ARQUIVOLOGIA NO BRASIL

A história da Arquivologia no Brasil tem suas raízes na criação do Arquivo do Império em 1838, posteriormente renomeado como Arquivo Nacional, que teve como principal objetivo centralizar e preservar a documentação produzida pela Administração Pública Federal ao longo da história do país. Além disso, a evolução da Arquivologia no Brasil também é resultado dos esforços da Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB), fundada no início do século XX, que se tornou uma importante referência para os profissionais da área e para a promoção da Arquivologia no país (Marques, 2013). A necessidade de habilitação profissional em Arquivologia tornou-se evidente somente no decorrer do século XX, devido ao crescimento exponencial do volume de documentos e à necessidade de técnicas especializadas para solucionar esses problemas. Diante desse cenário, surgiram no país diversas instituições de ensino superior que passaram a oferecer cursos de graduação em Arquivologia, formando profissionais especializados e capacitados para atuar na área. O primeiro curso com formação em Arquivologia foi oferecido pelo Arquivo Nacional em 1911, com o curso de diplomática voltado para capacitação dos profissionais, conforme recomendado pelo Decreto nº 9.197, de 09 de dezembro de 1911 (Oliveira, 2014). O curso abordava temas sobre Diplomática e Paleografia, Classificação Documental, História, Cronologia e Tecnologia. A preocupação por um corpo técnico especializado e com qualificação se prolongou, ocasionando na criação dos primeiros cursos ofertados pelo Arquivo Nacional por meio de projetos apresentados por José Honório Rodrigues, diretor da instituição arquivística, servindo como base para o currículo do primeiro curso de Arquivologia (Henrique; Silva; Dorneles, 2017). Em 1922, o curso foi classificado como técnico a partir do Decreto nº 15.596, de 02 de agosto de 1922. Tal dispositivo legal visava preparar profissionais para atuarem em arquivos, bibliotecas e museus, atendendo às demandas do Arquivo Nacional, da Biblioteca Nacional e do Museu Histórico Nacional. Fruto das recomendações do I Congresso Brasileiro de Arquivologia em 1972, no ano seguinte foi instituído o Curso Permanente de Arquivos, em convênio com a antiga Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e a partir de 1974, passa a funcionar com mandato universitário, sediado no próprio Arquivo Nacional e, mais tarde, em 1977, foi transferido para a Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado do Rio de

Janeiro (FEFIERJ), que atualmente é conhecida como Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Em 3 de abril de 2001, com a publicação do Parecer CNE/CES 492, foram estabelecidas as Diretrizes Curriculares para os cursos de Arquivologia em nível nacional. As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais - Antropologia, Ciência Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia, Geografia, História, Letras, Museologia e Serviço Social, estabelecidas pelo Parecer CNE/CES nº 492/2001, foram retificadas pelo Parecer CNE/CES nº 1.363/2001, aprovado em 12 de dezembro de 2001. No campo dos dispositivos legais que fundamentaram a criação dos cursos de Arquivologia no Brasil, também foi criada a Resolução CNE/CES nº 20, de 13 de março de 2002, com o objetivo de apresentar as prerrogativas de criação e desenvolvimento do Projeto Pedagógico de Curso (PPC) e profissional. O PPC explicita, além da carga horária, a consonância com a resolução própria que normatiza a oferta de cursos de bacharelado, prevenindo os seguintes itens: a) perfil dos formandos; b) competências e habilidades de caráter geral e comum e aqueles de caráter específico; c) conteúdos curriculares de formação geral e específica; d) formato dos estágios; e) características das atividades complementares; f) estrutura do curso; e g) formas de avaliação. O Quadro 1 apresenta os cursos de Graduação em Arquivologia no Brasil que atualmente, conforme a Plataforma de Cadastro e-MEC (2022), possui 17 cursos ativos espalhados nas cinco Regiões do país, sendo 16 na modalidade de ensino presencial em Instituições de Ensino Superior na Rede Federal e na Rede Estadual, e um na modalidade de ensino EaD e de Rede Privada.

Quadro 2 – Cursos de Graduação em Arquivologia no Brasil INSTITUIÇÃO

REGIÃO E ESTADO DO PAÍS

ATO REGULATÓRIO

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Sudeste/Rio de Janeiro

Decreto 79.239, 02 de março de 1977

Sul/Rio Grande do Sul

Universidade Federal Fluminense (UFF) Universidade de Brasília (UnB)

Sudeste/Rio de Janeiro

Parecer 179/1976, do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE), de 10 de agosto 1976) Resolução 73/78, do Conselho Universitário, de 28 de junho 1978 Resolução 32/90, do Conselho Universitário, de 25 de setembro 1990 Resolução 112/97, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, de 08 de outubro de 1997 Parecer 75/97, da Câmara de Ensino de Graduação, 10 de abril de 1997

Centro-Oeste/Distrito Federal

Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Sul/Paraná

Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Nordeste/Bahia

Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP

Sudeste/Espírito Santo Sul/Rio Grande do Sul Sudeste/São Paulo

Nordeste/Paraíba Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Sul/Rio Grande do Sul Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Universidade Federal do Pará (UFPA) Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI)

Resolução 24/99, do Conselho Universitário, 26 de julho de 1999 Decisão 112, Conselho Universitário, 30 de julho 1999 Resolução UNESP nº 26/2003, de 22 de maio de 2003 Resolução Conselho Universitário nº 10/2006, de 29 de março de 2006 Deliberação COEPE nº 014/2008, de 16 de maio de 2008

Norte/Amazonas

Resolução Conselho Universitário nº 51/2008, de 02 de fevereiro de 2008 Sudeste/Minas Gerais Parecer da Câmara de Graduação nº 304/2008, de 02 de maio de 2008 Nordeste/Paraíba Resolução do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão nº 41/2008, de 15 de julho de 2008 Sudeste/Santa Catarina Resolução CEG nº 21/2009, de 26 de agosto de 2009 Norte/Pará Resolução 21/2009, de 26 de agosto de 2009 Possui Polos em vários municípios de Resolução nº. 082/2019, de 10 de diferentes regiões outubro de 2019, que cria o Curso de Bacharelado em Arquivologia na modalidade a distância e dá outras providências. Fonte: Elaborado com base no e-MEC (2022)

É nesse contexto que a Arquivologia, enquanto área responsável pelo estudo dos arquivos e das práticas realizadas nesses ambientes, se destaca como aquela que reflete e aplica conhecimentos teóricos e práticos. Para tanto, o reconhecimento da profissão dessa área foi regulamentado em 4 de julho de 1978, com a publicação da Lei nº 6.546, que dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e Técnico de Arquivo, a qual foi regulamentada no mesmo ano através do Decreto nº 82.590 de 06 de novembro. A Lei N° 6.546, regulamentada pelo Decreto N° 82.590, de 06 de novembro de 1978, estabelece em seu Art. 1° o exercício da profissão: I - aos diplomados no Brasil por curso superior de Arquivologia, reconhecido na forma da lei. No Art. 2°, estabelece ainda suas atribuições, dentre as quais destacamos: I - planejamento, organização e direção de serviços de Arquivo; II planejamento, orientação e acompanhamento do processo documental e informativo; III planejamento, orientação e direção das atividades de identificação das espécies documentais e participação no planejamento de novos documentos e controle de multicópias; IV - planejamento,

organização e direção de serviços ou centro de documentação e informação constituídos de acervos arquivísticos e mistos; [...] VI - orientação e planejamento da automação aplicada aos arquivos, entre outras. Diante desse cenário, das atribuições desse profissional e da constante evolução e necessidade do arquivista na sociedade, percebemos o compromisso que ele tem para atuar de forma profícua durante a produção de documentos até a sua preservação. A produção e o acúmulo de documentos acontecem de forma intensa pelas instituições públicas e privadas, entendendo que a informação tem seu fluxo de forma acelerada e que a sociedade e os cidadãos precisam de acesso rápido a esses documentos. A Arquivologia como disciplina da área de Ciências Sociais Aplicadas oferece suporte para a formação de profissionais capacitados a atuar em diferentes cenários, prezando por uma atuação para garantir o acesso à informação e a proteção do patrimônio público, princípios que estão presentes na Constituição Federal do Brasil. Diante dos desafios constantes, é fundamental que os profissionais da área estejam sempre atualizados e capacitados para lidar com as demandas da sociedade contemporânea.

3 O CURSO DE ARQUIVOLOGIA DA UFPB

O curso de Bacharelado em Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba foi instituído em 2008, junto ao Departamento de Ciência da Informação (DCI), pertencente ao Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA), que já abrigava o curso de graduação em Biblioteconomia. O curso de Arquivologia nasceu como parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), cujo objetivo principal era ampliar o acesso e a permanência na educação superior, seguindo as diretrizes estabelecidas pela Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e pelas Diretrizes Curriculares do MEC para o Curso de Arquivologia, conforme a Resolução CNE/CES 20/2002.

3.1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA A universidade é um espaço para o desenvolvimento humano, científico-tecnológico e social, tendo como objetivo central a formação de profissionais cidadãos comprometidos com o desenvolvimento social em nível local e global. Nesse sentido, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), uma instituição pública que atua no ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica,

oferece cursos de Graduação, Pós-Graduação e Técnicos em diversas áreas do conhecimento, sendo reconhecida como uma das principais Instituições Federais de Ensino Superior do país, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, tanto em termos de tamanho quanto de qualidade acadêmica. A UFPB foi criada em 1955 como resultado da união de algumas escolas superiores e foi federada em 1960, incorporando as estruturas universitárias tanto na cidade de João Pessoa quanto em Campina Grande, assumindo uma estrutura multicampi, com atividades distribuídas por dois espaços urbanos diferentes. Ainda na década de 1960, incorporou a Escola de Agronomia do Nordeste e o Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, expandindo ainda mais sua estrutura multicampi. Em 2002, houve um desmembramento na estrutura multicampi da UFPB com a criação da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), que incorporou os campi de Campina Grande (sede), Cajazeiras, Patos e Sousa. Atualmente, a UFPB possui quatro campi, com seus respectivos Centros de Ensino, sendo eles: Campus I em João Pessoa, Campus II em Areia, Campus III em Bananeiras e Campus IV em Mamanguape e Rio Tinto. A missão da UFPB é gerar e difundir conhecimento e inovação por meio de ensino, pesquisa e extensão para contribuir com o desenvolvimento da sociedade de forma sustentável, oferecendo uma educação pública, gratuita, inclusiva, equitativa e de qualidade. Seu Projeto Pedagógico Institucional tem como objetivo guiar as ações da instituição na formação de profissionais excelentes, que sejam dotados de responsabilidade social, e contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural do país. A Política Pedagógica da universidade estabelece diretrizes como a promoção do desenvolvimento da vocação técnicocientífica, humanística, artística e cultural dos discentes, a inclusão de métodos e metodologias inovadoras de aprendizagem e o fortalecimento dos programas acadêmicos. Dentro da UFPB, o Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) é uma importante unidade da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), responsável por abrigar diversos cursos nas áreas de Economia, Direito, Contabilidade, Biblioteconomia, Administração, entre outras. Criado em 1973, o CCSA conta atualmente com vários departamentos, incluindo o Departamento de Ciência da Informação (DCI), que surgiu a partir do antigo Departamento de Biblioteconomia e Documentação (DBD), vinculado ao Curso de Graduação em Biblioteconomia. Com a aprovação do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSUNI/UFPB) em 2007, o departamento passou a se chamar DCI e foi incorporado ao CCSA. Em 2006, o DCI obteve um importante reconhecimento ao ter seu Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI/UFPB) credenciado pela Coordenação de Avaliação de Pessoal de Nível Superior (CAPES), oferecendo

atualmente cursos de mestrado e doutorado, além do Curso de Graduação em Arquivologia, criado em 2008 pelo CONSEPE/UFPB.

3.2 HISTÓRIA DO CURSO DE BACHARELADO EM ARQUIVOLOGIA DA UFPB Com base nessas diretrizes curriculares do MEC, os professores do Departamento de Ciência da Informação DCI/CCSA/UFPB elaboraram o projeto de criação do curso de Arquivologia, que foi aprovado em 2008. A criação do curso foi estratégica para a região Nordeste, uma vez que havia apenas dois cursos superiores em Arquivologia, um na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e outro na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Desde a criação do curso, houve uma consolidação gradual do curso e do mercado de trabalho para arquivistas na Paraíba. Atualmente, vários alunos formados em Arquivologia pela UFPB estão inseridos no mercado de trabalho, seja no cenário público ou privado, o que demonstra a importância que o Programa REUNI teve na estruturação e criação deste curso. Atualmente, o curso de Arquivologia da UFPB possui uma infraestrutura diferenciada que garante a qualidade da formação dos discentes. Conta com um Laboratório de Preservação e Conservação de Documentos (LABCOR), considerado um dos melhores do Brasil, além de um Arquivo Escola, um Laboratório de Práticas Arquivísticas e um Laboratório de Informática à disposição dos alunos. Em 2016, o curso recebeu o primeiro professor efetivo com formação em Arquivologia, e atualmente conta com sete professores efetivos, seis dos quais são doutores e uma doutoranda. O curso de Arquivologia da UFPB destaca-se por meio de seus projetos de extensão, pesquisa e monitoria ao promover a integração efetiva com o mercado de trabalho. É notável o crescimento gradativo nos campos de estágio não obrigatórios na cidade de João Pessoa (PB) e em outras regiões do estado, o que confirma a consolidação da Arquivologia no mercado de trabalho. Muitos alunos iniciam atividades como estagiários e, ao concluir o curso, são contratados para atuar como Arquivistas, junto às instituições que concederam o estágio. Como exemplos, podemos citar o atual arquivista do Conselho Regional de Administração (CRA), arquivistas do Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) na cidade de João Pessoa e no município de Cabedelo, na Paraíba, o arquivista da Cooperativa dos Anestesiologistas da Paraíba (COOPANEST-PB), entre outros. A Arquivologia desempenha uma função social indispensável que é o acesso rápido e organizado aos documentos arquivísticos em seus diferentes suportes. Podemos defini-la como uma área do conhecimento voltada para a organização e gestão de documentos de instituições

públicas e privadas. O projeto pedagógico de curso curricular destaca o contexto contemporâneo da Arquivologia e dos arquivos, enfatizando questões culturais, sociais e éticas do fazer arquivístico. É importante destacar a natureza do patrimônio documental nas instituições públicas e privadas e a necessidade de preservação das expressões de linguagem e de materialidade dos povos, para reconstruir sua herança cultural ameaçada. As entidades públicas têm o dever constitucional de preservar sua história e fomentar o acesso aos cidadãos. O arquivo e o arquivista são instrumentos imprescindíveis no processo de organização, preservação e viabilização do acesso às informações materializadas nos documentos. Outro aspecto relevante é a atualização das práticas arquivísticas ao contexto tecnológico. Desde sua criação em 2008, o curso de Arquivologia da UFPB vem evoluindo constantemente. A reformulação do projeto pedagógico é importante para atender às necessidades de atualizações do curso e para potencializar cientificamente a área, adaptando-se às demandas da sociedade e buscando o fortalecimento das ações pedagógicas. Este novo currículo está em consonância com os dispositivos e leis estabelecidos pelo MEC e instruções normativas da UFPB. A proposta também se adequa às diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação, com a curricularização da extensão e principalmente, inclui o arquivista com dinamicidade transversal para compreender e atuar nessa pluralidade social. Destaca-se também a criação do Arquivo Central da UFPB (ACE) em 2018, dez anos após a criação do curso, por meio da Resolução nº 43/2018 do Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba (CONSUNI). O ACE é um órgão suplementar diretamente vinculado ao gabinete do reitor, responsável por propor, implementar, executar, supervisionar e dar apoio aos diversos órgãos e unidades da universidade no que tange à política de documentos e registros arquivísticos. O Arquivo Central é um espaço de construção de saberes arquivísticos, diálogo e prática para os alunos do curso de Arquivologia.

3.3 JUSTIFICATIVA

A Arquivologia é uma área do conhecimento que tem evoluído muito nos últimos anos, com avanços teórico-metodológicos que têm exigido atualizações constantes na formação dos profissionais da área. Nesse sentido, as Diretrizes Curriculares Nacionais têm sido fundamentais para orientar a formação em Arquivologia, garantindo que os cursos acompanhem as tendências da contemporaneidade e atendam às demandas documentais da sociedade.

Com base na avaliação contínua orientada pelo Ministério da Educação - MEC, é necessário reavaliar o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Arquivologia/UFPB, em relação à composição curricular, pré-requisitos de componentes curriculares e carga horária, incluindo a realização da curricularização da extensão, conforme a Resolução do MEC de Nº 7 de 18 de dezembro de 2018. A criação do curso de Arquivologia na Universidade Federal da Paraíba surgiu devido à necessidade de atender à demanda do estado da Paraíba e da cidade de João Pessoa. Atualmente, existem apenas dois cursos de Arquivologia em instituições federais na região Nordeste, um na Universidade Federal da Bahia e outro na Universidade Federal da Paraíba, o que demonstra a falta de formação na área em outras localidades da região. O curso da Universidade Estadual da Paraíba não é suficiente para atender à demanda local, reforçando a necessidade da criação de um curso na Universidade Federal da Paraíba para suprir esta carência e contribuir para a formação de profissionais capacitados para atuar no gerenciamento e preservação do patrimônio documental da região. A criação de um curso superior em Arquivologia na Universidade Federal da Paraíba surge como uma resposta à necessidade de ampliar a oferta de cursos superiores no estado da Paraíba. Análises dos dados educacionais revelam a importância de investir na formação de base, como destacado pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) do IBGE (2021), que aponta notas insuficientes tanto para os anos iniciais quanto finais do Ensino Fundamental. Além disso, os números de matrícula de discentes na Paraíba, com mais de 500.000 estudantes no Ensino Fundamental e mais de 140.000 no Ensino Médio, distribuídos em mais de 3.800 estabelecimentos de Ensino Fundamental e 657 estabelecimentos de Ensino Médio, evidenciam a necessidade de investi em cursos superiores para atender a demanda crescente de estudantes que buscam uma formação superior. Atualmente, a Paraíba possui 47 instituições de ensino superior, sendo 43 privadas e quatro públicas (três federais e uma estadual). Apesar da discrepância quantitativa entre as instituições de ensino superior públicas e privadas, a diferença não é refletida no número de matrículas na modalidade presencial da graduação. O número de matrículas em instituições de ensino superior públicas é superior ao número em instituições privadas, com uma diferença de quase 11 mil matrículas, o que reforça a importância dessas instituições de ensino no estado, tais como a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB).É importante salientar que o novo PPC reorganiza o curso para a

integralização das atividades pilares da universidade, especialmente no que tange à inserção da extensão na formação do ensino, tendo em vista a necessidade de inclusão de componentes curriculares voltados para a formação específica do profissional arquivista, além da inclusão de temas de âmbito social e ambiental.

3.4 OBJETIVOS DO CURSO O curso de Arquivologia tem como objetivo geral formar profissionais qualificados e éticos, capazes de compreender e analisar o contexto arquivístico em seus diferentes cenários na sociedade. Para alcançar esse objetivo, o curso conta com os seguintes objetivos específicos que visam capacitar os estudantes em diferentes:

A. Capacitar os estudantes a desenvolverem uma visão crítica sobre o papel dos arquivos na sociedade, identificando a relação entre a produção de documentos e informações e a construção da memória coletiva. B. Fornecer conhecimentos teóricos e práticos necessários para criação de inovações tecnológicas na gestão, organização, preservação e acesso à informação em diferentes suportes documentais.

C. Estimular a participação em projetos de pesquisa e de extensão voltados à aplicação dos conhecimentos adquiridos em sala de aula, buscando soluções para desafios reais do contexto arquivístico. D. Incentivar a reflexão crítica sobre as políticas e as práticas arquivísticas em relação aos direitos humanos, a privacidade e a proteção de dados pessoais, bem como o impacto social e ambiental. E. Promover o respeito aos princípios éticos e às normas legais que regulamentam a atividade arquivística no Brasil, garantindo a transparência e segurança no tratamento dos documentos. F. Desenvolver o compromisso com a proteção do patrimônio documental e a valorização da memória social, cultural e política, buscando fomentar ações e estratégias para a preservação de acervos arquivísticos em diferentes contextos, respeitando a legislação e as normas técnicas pertinentes.

3.5 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

Os arquivistas são profissionais altamente capacitados e atuam em diferentes áreas, desde organizações sem fins lucrativos, empresas e instituições privadas, até órgãos públicos e a carreira acadêmica. Entre os campos de atuação do profissional arquivista, destacamos:

A. Arquivos de organizações sem fins lucrativos: Cooperativas, institutos, fundações, associações de bairro, entre outros, precisam dos serviços de arquivistas para preservar suas memórias e documentações. B. Arquivos de empresas e instituições privadas: Arquivos privados pessoais, centros de memória e documentação, arquivos empresariais setoriais ou departamentais, arquivos de escritórios de advocacia, arquivos em unidades de saúde, arquivos de instituições de ensino (universidades, escolas, centros de ensino etc.), entre outros, também são áreas de atuação do arquivista.

C. Empreendedorismo: alguns arquivistas optam por empreender, oferecendo serviços de consultoria arquivística, digitalização, guarda de documentos, terceirização de serviços de arquivo, gestão documental e arquivos empresariais ou familiares. D. Arquivos públicos: o setor público, incluindo os três poderes (judiciário, legislativo e executivo), prefeituras, câmaras, arquivos policiais, militares e Forças Armadas, também precisam dos serviços de arquivistas para preservar seus documentos e históricos. E. Carreira docente e pesquisa: atuar como professor ou pesquisador na área, contribuindo para o avanço do conhecimento e formação de novos profissionais.

3.6 FORMAS DE INGRESSO

O ingresso no Curso de Graduação em Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba é regulamentado pela Resolução nº 29/2020 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE). Existem seis formas de entrada para o curso, incluindo o Sistema de Seleção Unificado (SISU), administradas pelo Ministério da Educação. Outras opções incluem a Transferência Compulsória, destinada a servidores públicos federais ou seus dependentes, o Processo Seletivo de Reopção de Curso (PSRC), que permite ao discente regular da UFPB mudar de curso de graduação uma única vez, o Processo Seletivo de Transferência Voluntária (PSTV), que permite a

transferência de discentes com vínculo ativo em curso de graduação de outra instituição de ensino superior para a UFPB, o Processo Seletivo de Ingresso de Graduado (PSIG), que permite a entrada de portadores de diplomas de nível superior, e o Reingresso, que permite ao interessado retornar ao curso de origem após situação de abandono. Mais informações sobre as normas e periodicidade dos processos podem ser encontradas no site: https://sisu.mec.gov.br/.

4 PERFIL DO EGRESSO

O curso de Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) estrutura-se a partir de uma concepção formativa que integra o desenvolvimento de competências técnicas, éticas e reflexivas, voltadas para a gestão documental em arquivos públicos e privados, em consonância com a legislação brasileira vigente. A proposta pedagógica enfatiza a necessidade de formar profissionais comprometidos socialmente, capazes de compreender os impactos da informação e da documentação na sociedade contemporânea, ao mesmo tempo em que valoriza a conduta ética e a postura crítica diante dos desafios arquivísticos. Nesse contexto, a formação ofertada busca articular teoria e prática, preparando os egressos para atuar em cenários diversos e dinâmicos, bem como para intervir na promoção da gestão documental contínua, contribuindo para a consolidação de práticas arquivísticas inovadoras e socialmente relevantes. Dessa forma, o curso de Arquivologia da UFPB evidencia seu compromisso com a formação de profissionais aptos a responder às demandas regionais, institucionais e sociais, assegurando a qualidade na organização, preservação e acesso à informação, e contribuindo para o fortalecimento das políticas arquivísticas no país.

4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O curso de Arquivologia da UFPB busca formar profissionais capacitados para atuar na gestão de documentos em arquivos públicos e privados, seguindo a legislação brasileira. O estudante deve ter um perfil reflexivo e crítico, com compromisso social, proporcionando uma formação adequada às condutas éticas, permitindo a atuação efetiva em diferentes cenários

arquivísticos e intervindo de forma eficaz na promoção da gestão documental contínua. Adicionalmente, o curso visa fornecer conhecimentos teóricos e práticos necessários para a criação de inovações tecnológicas na gestão, organização, preservação e acesso à informação em diferentes suportes documentais, preparando os formandos para enfrentar os desafios profissionais, iniciando as seguintes habilidades e competências:

A. Respeitar os princípios éticos e legais da Constituição Federal e da formação humanitária da profissão. B. Atuar profissionalmente e responsabilizar-se pela qualidade do gerenciamento do patrimônio documental arquivístico.

C. Assessorar instituições, empresas e pessoas em projetos de organização de documentos. D. Acompanhar e compreender as inovações tecnológicas relacionadas aos arquivos, incluindo sistemas de gestão de documentos eletrônicos e digitais, preservação e curadoria digital, e outras tecnologias que possam impactar os arquivos. E. Reconhecer o papel social do arquivista para atuar no desenvolvimento de políticas arquivísticas. F. Diagnosticar e solucionar problemas relacionados às condições de trabalho no arquivo. G. Responder às demandas regionais de arquivos de forma organizada e estratégica diante das políticas institucionais. H. Assumir o compromisso multiprofissional no cotidiano de trabalho

4.2 ASPECTOS RELACIONADOS AOS EGRESSSOS NO PDI O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2024-2028 da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) reconhece o acompanhamento de egressos como um ponto estratégico para a consolidação da qualidade acadêmica e para a articulação entre graduação e pós-graduação. Nesse sentido, a Pró-Reitoria de Graduação (PRG) instituiu a Política de Acompanhamento de Egressos, com vistas a fortalecer a relação entre a universidade e seus diplomados, de modo a subsidiar ações de aprimoramento curricular, alinhando-as às demandas do mercado de trabalho e da sociedade contemporânea. Entre as diretrizes estabelecidas, destacam-se a ampliação de oportunidades de formação continuada, a avaliação do desempenho institucional a partir da trajetória dos egressos, a

realização de ações que fortaleçam o vínculo institucional e a manutenção de dados atualizados em formato eletrônico. Também estão previstos estudos para identificar o perfil de empregabilidade dos diplomados e iniciativas que favoreçam sua integração em projetos da UFPB, promovendo tanto o aperfeiçoamento profissional quanto a inserção no mercado de trabalho. A execução dessa política é responsabilidade da PRG, em parceria com o Observatório de Dados da Graduação (ODG) e o Laboratório de Estudos em Modelagem Aplicada (LEMA). Esses órgãos atuam no assessoramento técnico e científico, utilizando bases de dados oficiais, como SIGAA, Ministério do Trabalho, Plataforma Sucupira, Currículo Lattes e Receita Federa, para alimentar o Sistema de Avaliação de Egressos (SAEGO). Trata-se de uma ferramenta multidimensional desenvolvida pelo LEMA, que permite analisar indicadores e oferecer informações atualizadas de forma transparente à comunidade acadêmica e à sociedade. Dessa forma, o PDI 2024-2028 consolida o acompanhamento articulando mecanismos de coleta, análise e divulgação de dados. A UFPB busca não apenas fortalecer sua missão formativa, mas também valoriza a trajetória de seus diplomados, garantindo que o retorno social da formação acadêmica seja continuamente monitorado e aprimorado.

4.3 MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS A UFPB, por intermédio da Pró-Reitoria de Graduação (PRG), tem implementada a Política de Acompanhamento de Egressos, considerando que a relação entre a instituição e seus diplomados deve se manter ativa, contínua e estratégica. No âmbito do curso de Arquivologia, tal política visa fortalecer a qualidade acadêmica e profissional, bem como ampliar as possibilidades de inserção, acompanhamento e formação continuada dos egressos. Acompanhar os egressos representa uma ação fundamental para alinhar a formação oferecida às demandas da sociedade e do mercado de trabalho, além de subsidiar melhorias na graduação e consolidar a articulação com a pós-graduação. Para tanto, a política dos egressos estabelece como diretrizes:

1. Ampliar as oportunidades de aperfeiçoamento e formação contínua para os egressos da Arquivologia.

2. Fortalecer a avaliação do desempenho institucional, considerando o perfil e a situação profissional dos diplomados no mercado de trabalho.

3. Desenvolver ações que complementem a formação profissional e reforcem o vínculo institucional dos egressos com a UFPB.

4. Manter atualizada a consulta pública sobre os egressos, em formato eletrônico.

5. Integrar a coordenação do curso e pós-graduação na captação e disponibilização de informações acerca das atividades profissionais dos egressos.

6. Realizar estudos que identifiquem o perfil dos diplomados em Arquivologia, com ênfase na empregabilidade na área de formação.

7. Apoiar e acolher os egressos em projetos desenvolvidos pela UFPB, propiciando oportunidades de inserção no mercado de trabalho e de qualificação permanente. A coordenação das ações relacionadas à implementação, execução e avaliação dessa política é de responsabilidade da PRG, em parceria com o Observatório de Dados da Graduação (ODG), com o Laboratório de Estudos em Modelagem Aplicada (LEMA) e com a coordenação do curso. A base de dados utilizada provém de fontes oficiais, tais como o SIGAA, o Ministério do Trabalho, a Plataforma Sucupira, o Currículo Lattes e a Receita Federal, sendo tratada pelo Sistema de Avaliação de Egressos (SAEGO), desenvolvido pelo LEMA. O acompanhamento dos egressos do curso de Arquivologia é parte do compromisso institucional, alinhado ao PDI, valorizando suas trajetórias profissionais e acadêmicas, ao mesmo tempo em que fortalece a missão universitária de oferecer formação de excelência, socialmente relevante e alinhada às necessidades do mercado de trabalho.

5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

A organização didático-pedagógica do curso é traçada pelas políticas nacionais e institucionais e está estruturada por conteúdo curriculares básicos, profissionais, complementares e de extensão além do estágio obrigatório.

5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

A política institucional do curso de Arquivologia da UFPB é compilada no PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) de 2019 a 2023, e direciona suas ações aos macroprocessos finalísticos da instituição (ensino, pesquisa e extensão) por meio de seu PPC (Projeto Pedagógico Curricular). Uma de suas vertentes é o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), que define as bases políticas e pedagógicas para uma gestão acadêmica comprometida com a educação superior pública, gratuita e de qualidade. Essa organização didático-pedagógica busca aliar o processo formativo técnico-acadêmico com uma visão humanística, ética e comprometida com a sociedade, baseada nos Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação. As políticas institucionais de ensino de graduação preveem a atualização dos Projetos Pedagógicos dos cursos, avaliando as necessidades de inclusões e alterações de componentes curriculares, para modernizar os processos de ensino e aprendizagem de acordo com as transformações sociais e fortalecer as atividades de pesquisa e inovação, ampliando a produção acadêmica e tecnológica e compartilhando o conhecimento produzido na universidade. A PróReitoria de Graduação (PRG) é o órgão administrativo responsável pela elaboração e execução dessas políticas de ensino de graduação na UFPB. A Extensão Universitária na UFPB busca contribuir para a educação pública, inclusiva, equitativa e de qualidade, difundindo a produção científica e tecnológica e estimulando a inovação e excelência nas artes e na cultura. A coordenação dessas ações é feita pela Pró-Reitoria de Extensão (ProEx), por meio de editais para projetos de extensão contínuos e eventuais, financiados pela própria instituição. Em relação à política para pesquisa, iniciação científica e tecnológica, há um estímulo à produção científica, com a promoção da inovação tecnológica e internacionalização das atividades e dos grupos de pesquisa, além de um incentivo à formação e fortalecimento de grupos de pesquisa nas mais diversas áreas, sempre buscando a excelência na produção científica. Os alunos de graduação são inseridos nessa área através de projetos de iniciação científica, liderados pelos professores em seus grupos de pesquisa, que possuem apoio financeiro federal do CNPQ/PIBIC e/ou financiamento próprio da UFPB. Diante desse contexto, os alunos do curso de Arquivologia dispõem de um currículo horizontal, no qual os temas transversais funcionam como elementos de integração. Isso permite a composição de um perfil profissional baseado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, direcionando sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade. Há de se destacar que o novo PPC do curso se orienta em seguir os requisitos estipulados pelas Resoluções de número 1/2004 e de

número 1/2012 do Conselho Nacional de Educação, que tratam da implementação de conteúdos transversais Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e em Direitos Humanos, respectivamente. A estrutura curricular prevê atividades complementares a serem realizadas desde o primeiro semestre do curso, que ampliam os conteúdos das disciplinas que integram a matriz curricular em sentido restrito e permitem, de forma mais efetiva, a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade necessárias ao profissional. Os estudantes do curso de Arquivologia serão constantemente estimulados a participar de atividades acadêmicas, como seminários, iniciação à pesquisa, monitorias, programas de extensão, vivência profissional complementar, estágios nãoobrigatórios, workshops, simpósios, congressos, conferências e trabalhos orientados de campo, entre outros. Essas atividades contribuem para a formação de arquivistas com competências técnico-científicas, políticas, sociais, educativas, administrativas, investigativas e éticas para o exercício profissional, tanto no contexto da iniciativa privada quanto no sistema público.

5.2 CONCEPÇÃO CURRICULAR

O Curso de Bacharelado em Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba estrutura-se a partir de concepções teórico-metodológicas e epistemológicas que reconhecem a Arquivologia como um campo científico dinâmico, interdisciplinar e socialmente relevante. Dessa feita, Lowy (2009, p.17) diz que: “As ciências da sociedade, assim como as da natureza, devem limitar-se à observação e à explicação causal dos fenômenos, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias, descartando previamente todas as pré-noções e preconceitos”. Essa concepção compreende o fenômeno arquivístico e informacional, no campo das ciências Sociais Aplicadas, como expressão das relações humanas, culturais e tecnológicas, articulando o conhecimento técnico à formação crítica e ética do arquivista. Do ponto de vista epistemológico, o curso adota uma perspectiva fundamentada no paradigma da complexidade, conforme proposto por Edgar Morin (2023, p.177), reconhecendo o conhecimento como processo em constante reconstrução e interdependência. Segundo o autor “a aspiração à complexidade tende para o conhecimento multidimensional. Ela não quer dar todas as informações sobre um fenômeno estudado, mas respeitar suas diversas dimensões”. Essa abordagem busca superar a fragmentação dos saberes e promover uma visão integrada da realidade, na qual o arquivo é compreendido como sistema de interações entre informação,

memória, sociedade e tecnologia. Assim, o ensino se ancora em uma base teórica que privilegia o diálogo entre ciência, cultura e cidadania. Metodologicamente, a proposta pedagógica valoriza práticas de ensino ativas, reflexivas e colaborativas, nas quais o estudante é protagonista de sua própria aprendizagem. São incentivadas metodologias como aprendizagem baseada em problemas, estudos de caso, projetos interdisciplinares e atividades de extensão que promovem a autonomia intelectual e o alinhamento com práticas de pesquisas como aplicação prática do conhecimento. O docente, nesse processo, atua como mediador, orientando o discente na construção do pensamento crítico e no exercício de uma prática profissional contextualizada e socialmente engajada. A abordagem humanística constitui um eixo estruturante da formação do arquivista na UFPB. Ela fundamenta-se na compreensão de que o profissional deve ser, antes de tudo, um sujeito ético, sensível às questões humanas, culturais e sociais. De acordo com Freire e Silva (2013, p.38) os componentes curriculares do curso de devem qualificar os discentes “para o exercício profissional de forma a atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime e igualitária.” Assim, o curso valoriza princípios de solidariedade, justiça social, inclusão, diversidade e defesa dos direitos humanos, de modo a preparar o egresso para atuar de forma cidadã e comprometida com o desenvolvimento humano e o fortalecimento da democracia informacional. As Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) são concebidas como eixo transversal do processo formativo, integrando as diversas dimensões do ensino e da prática arquivística. O que estamos vivenciando hoje no campo da Arquivologia, e em decorrência das demandas sociais, é que a transformação digital nos Arquivos é inevitável e já vem acontecendo há algum tempo, todos os dias. Ainda, que a transformação digital pode ser boa ou má, e esse desenrolar vai depender profundamente da

atuação dos profissionais de cada área; então, o Arquivista assume um papel preponderantemente protagonista nessas transformações. (Flores, 2018, p. 76). Mais do que instrumentos operacionais, as TDIC são reconhecidas como mediadoras cognitivas e pedagógicas, capazes de potencializar processos de aprendizagem, inovação e criação de novos ambientes informacionais. De acordo com Silva e Melo (2022, p.7) a inserção dos componentes curriculares sobre as tecnologias digitais nos cursos de Arquivologia, não devem acontecer apenas de modo singularizado; precisa acontecer de modo transversal. “[...] a disciplinarização estanque e a fragmentação dos saberes nos projetos pedagógicos dos cursos,

como grades-curriculares lineares e fracionadas não colaboram com o entendimento de ensino como processo e dificulta as conexões dos conteúdos de TI aplicados à Arquivologia. Essa transversalidade tecnológica reflete-se na matriz curricular, que integra disciplinas específicas sobre gestão e preservação de documentos arquivísticos digitais, bem como conteúdos voltados às dimensões sociais, éticas e organizacionais do trabalho arquivístico. O domínio crítico e criativo das tecnologias é considerado uma competência essencial para o arquivista contemporâneo. A articulação entre saber técnico e sensibilidade humanística promove uma formação integral, permitindo ao futuro profissional compreender os impactos sociotécnicos das tecnologias e utilizá-las como ferramentas de inclusão, transparência e acesso à informação. As bases teóricas do curso apoiam-se na concepção da Arquivologia como ciência aplicada, que, de modo interdisciplinar dialoga com áreas como Administração, História, Comunicação, Direito, Ciência da Computação, Biblioteconomia, Ciência da Informação, dentre outras áreas do conhecimento. Essa perspectiva interdisciplinar amplia a compreensão do arquivo como espaço de memória e identidade, reforçando o papel do arquivista como mediador entre o conhecimento institucional e o patrimônio social. As ações de extensão universitária são fundamentais ao curso de Arquivologia pois ampliam o compromisso com o desenvolvimento regional e a cidadania, aproximando o estudante de realidades institucionais e comunitárias, possibilitando a aplicação prática dos saberes arquivísticos em contextos diversos. Conforme afirma (Silva, 2025, p.103) “os arquivos, mesmo dentro da própria disciplina, são reinterpretados, incorporando novos consensos científicos e perspectivas.” A dimensão social e profissional do curso expressa-se nas ações de pesquisa, extensão e estágios supervisionados, que fortalecem a integração entre a universidade e a sociedade. O Projeto Pedagógico do Curso possui direcionamentos ao mercado de trabalho, o qual é compreendido de forma articulada às transformações sociais e tecnológicas, enfatizando a formação de profissionais críticos, éticos e inovadores, capazes de responder às demandas de um mundo cada vez mais digitalizado. Ademais esse PPC está orientado pelos princípios da Teoria dos Currículos, que dentre outros aspectos entende que os projetos pedagógicos devem ser mais críticos e não meras reproduções de modelos irreais, descontextualizados e excludentes. Para Apple (1982), o currículo não é um conjunto neutro de conhecimentos “é sempre parte de uma tradição seletiva, resultado

da seleção de alguém, da visão de algum grupo acerca do que seja conhecimento legítimo. É produto de tensões, conflitos e concessões culturais, políticas e econômicas que organizam e desorganizam um povo”. (APPLE, 1982, p. 59). É um documento que precisa da ação, portanto não deve ser “engavetado”, precisa ser vivenciado, questionado e avaliado continuamente.

A aproximação dos sujeitos que constituem o campo do ensino em Arquivologia à teoria dos currículos tende a ampliar o repertório analítico e conceitual necessário à compreensão crítica da formação arquivística no país. Sob a perspectiva da Educação, esse diálogo oferece aportes teóricos consistentes para orientar os processos de elaboração, avaliação e revisão dos currículos dos cursos de Arquivologia, permitindo que tais práticas sejam analisadas não apenas como construções técnicas ou administrativas, mas como produções históricas, políticas e sociais. Esse caminhar possibilita explicitar as relações de força e de poder que atravessam as decisões curriculares nas instituições de ensino superior, evidenciando os interesses, disputas e hierarquizações de saberes que moldam a formação profissional. Ademais, essa abordagem favorece a problematização das influências estrangeiras que incidem sobre os currículos de Arquivologia no Brasil, permitindo avaliá-las de maneira crítica, contextualizada e alinhada às especificidades históricas, sociais e institucionais do campo arquivístico brasileiro. A combinação entre o compromisso pedagógico, a teoria, a prática e a reflexão ética confere ao egresso a competência para planejar, implementar e avaliar políticas e sistemas de gestão documental que atendam tanto às necessidades institucionais quanto às exigências sociais, legais de acesso à informação e à memória social. O PPC visa uma formação que une tecnologia, humanismo e responsabilidade social. A concepção teórico-metodológico-epistemológica que o orienta busca formar arquivistas capazes de compreender e intervir criticamente na realidade, promovendo o uso ético e inovador da informação, a preservação da memória e a valorização da cultura como instrumentos de cidadania e desenvolvimento social.

5.3 ESTRUTURA CURRICULAR

O graduando para se habilitar como bacharel em Arquivologia deve cumprir 2.820 horas e um total de 188 créditos. Neste Projeto Pedagógico de Curso, os componentes curriculares estão organizados em cinco áreas de concentração: Área 1: Epistemologia e Gestão Arquivística; Área 2:

Formação Profissional e Tecnologias; Área 3: Patrimônio Documental e Sociedade; Área 4: Organização, Representação e Tratamento da Informação Arquivística; Área 5: Pesquisa em Arquivologia.

Quadro 3 - Áreas de concentração e seus respectivos componentes curriculares Área 1: FUNDAMENTOS, POLÍTICAS E GESTÃO ARQUIVÍSTICA EMENTA Fundamentos do conhecimento arquivístico, seus aspectos teóricos, políticos e gerenciais.

COMPONENTES CURRICULARES - Introdução à Arquivologia - Fundamentos Teóricos da Arquivologia - Gestão de Documentos Arquivísticos - Avaliação de Documentos Arquivísticos - Sistemas de Gestão de Documentos Eletrônicos e Digitais - Política e Governança Arquivística - Mediação e Competência Arquivística

Área 2: FORMAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIAS EMENTA Envolve o conhecimento e interlocuções com outros campos científicos, a fim de ampliar as habilidades e técnicas para a formação profissional e tecnológica.

COMPONENTES CURRICULARES - Introdução ao estudo da História - Instituições de Direito Público e Privado - Introdução às Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação - Evolução do Pensamento Filosófico e Científico I - Introdução à Gestão de Banco de Dados - Preservação e Curadoria digital - Empreendedorismo em Arquivologia - Fundamentos da Ciência da Informação - Organização, Sistemas e Métodos - Projetos Técnicos arquivísticos

Área 3: PATRIMÔNIO DOCUMENTAL E SOCIEDADE EMENTA Fundamentos e aspectos da proteção do patrimônio documental, incluindo sua preservação, conservação e restauro, bem como a relação dos arquivos com questões sociais.

COMPONENTES CURRICULARES - Arquivo, Patrimônio e Memória - Ética na Arquivologia - Arquivos Pessoais - Paleografia - Preservação e Conservação nos Arquivos - Restauração e Conservação de Acervos - Restauração e Conservação Preventiva (UCE) - Arquivos Permanentes - Arquivologia, Responsabilidade Social e Direitos Humanos

Área 4: ORGANIZAÇÃO, REPRESENTAÇÃO E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA EMENTA Envolve a gestão de documentos, orientados à organização, representação e tratamento dos documentos arquivísticos.

COMPONENTES CURRICULARES - Análise Documentária - Descrição Arquivística - Organização e Representação Arquivística - Classificação de Documentos Arquivísticos - Diplomática Arquivística

Área 5: PESQUISA EM ARQUIVOLOGIA EMENTA Investigação e pesquisa científica, bem como a produção e disseminação do conhecimento científico.

COMPONENTES CURRICULARES - Metodologia do Trabalho científico - Pesquisa Aplicada à Arquivologia - Seminários Temáticos na Arquivologia - TCC - Organização de Eventos Científicos em Arquivologia (UCE)

5.3.1 Conteúdos Curriculares Básicos, Profissionais e Complementares A matriz curricular está orientada sob a forma de disciplinas obrigatórias e optativas, atividades de orientação individual, atividades de extensão, estágio obrigatório, trabalho de conclusão de curso e componentes flexíveis, com cargas horárias definidas e seus respectivos créditos correspondentes, os quais integram a seguinte estrutura curricular: Conteúdos Básicos Profissionais, Conteúdos Complementares Obrigatórios, Conteúdos Obrigatórios de Extensão, Conteúdos Complementares Flexíveis, Atividades Complementares Obrigatórias de Orientação individual e Conteúdos Complementares Optativos

Quadro 4 - Síntese dos componentes básicos profissionais e complementares Conteúdos Básicos Profissionais

1620H – 108CR – 57,44%

Conteúdos Complementares Obrigatórios

840H – 56CR – 29,79%

Conteúdos Complementares Optativos

240H – 16 CR – 8,51%

Conteúdos Complementares Flexíveis

120H – 08 CR – 4,26%

5.3.2 Creditação da Extensão Os conteúdos de curricularização da extensão, estão especificamente pautados pela Resolução nº 07/2018, do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior (CNE/CES) , que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regulamenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 e dá outras providências e Resolução CONSEPE/UFPB Nº 02/2022 que dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus (licenciatura, bacharelado e tecnológico) e modalidades (presencial e a distância EAD) no âmbito da UFPB. Esse projeo pedagógico apresenta atividades acadêmicas de caráter extensionista, com metodologias participativas que envolvam o público externo, necessitando o discente integralizar uma carga horária mínima de 285 horas, somando um total de 19 créditos. Os conteúdos que permeiam a curricularização da extensão deste PPC, estão distribuídos em Unidade Curricular de Extensão (UCE) obrigatórias e optativas, bem como em um percentual de disciplinas obrigatórias e optativas do curso curricularizadas para extensão. O discente de arquivologia, também pode pedir aproveitamento de atividades curriculares complementares flexíveis com carga horária de 60 h ou 120 h, desde que tenham realizado as atividades extensionistas como membro de equipe executora provenientes de editais validados pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/ FLUEX). Quadro 5 – Síntese dos componentes de creditação da extensão TIPO

CARGA HORÁRIA PARA EXTENSÃO

Restauração e Conservação Preventiva - UCE

Obrigatório

60h

Organização de Eventos Científicos em Arquivologia UCE Diplomática Arquivística

Obrigatório

60h

Obrigatório

15h

Empreendedorismo em Arquivologia

Obrigatório

30h

Projetos Técnicos Arquivísticos

Obrigatório

15h

Educação Patrimonial - UCE

Optativa

60h

Legislação Arquivística e Cidadania - UCE

Optativa

60h

Ação Cultural em Unidades de Informação

Optativa

15h

Arquivos Escolares

Optativa

30h

Marketing em Ambientes Informacionais

Optativa

15h

COMPONENTE DE EXTENSÃO

TOTAL

---

360 horas

5.4 EQUIVALÊNCIA ENTRE PPC VERSÃO 2024 E VERSÃO 2008 A Equivalência é uma prerrogativa atribuída aos componentes curriculares, em relação ao conteúdo, carga horária e créditos, do novo PPC (versão 2024), que tenham correspondência aos componentes curriculares do PPC anterior (versão 2008), conforme determinado no quadro 5. Não constam no quadro de equivalência os componentes curriculares de mesmo código do PPC anterior. As regras para que o discente possa optar pela mudança de estrutura curricular serão definidas pelo Colegiado de Curso, por meio de resolução interna.

Quadro 6 – Quadro de Equivalência de Componentes curriculares do Curso de Graduação em Arquivologia 2024/2008 Curriculo Atual (0422008) Componente FUNDAMENTOS DA ARQUIVÍSTICA

Currículo NOVO Cargahorária 60

Componente FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA ARQUIVOLOGIA

Cargahorária 60

Código: 1205013 Código: NOVO 60 REPRESENTAÇÃO E ANÁLISE DA INFORMAÇÃO

ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO ARQUIVÍSTICA

Código: 1205004

Código: NOVO 60

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA Código: 1205014 ESTUDO DE INFORMAÇÃO

ARQUIVÍSTICA

60

60 POLÍTICA E GOVERNANÇA ARQUIVÍSTICA Código: NOVO

USUÁRIO

DA

60

60 MEDIAÇÃO E COMPETÊNCIA ARQUIVÍSTICA

Código: 1205032 Código: NOVO 60 GESTÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVOS CORRENTES INTERMEDIÁRIOS Código: 1205050

EM E

GESTÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS Código: NOVO

60

INFORMAÇÃO, SOCIEDADE

MEMÓRIA

E

60

60 ARQUIVO, PATRIMÔNIO E MEMÓRIA

Código: 1205024 Código: 1205058 60 REPRESENTAÇÃO TEMÁTICA DA INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA II Código: 1205048 AVALIAÇÃO E DOCUMENTOS

SELEÇÃO

DE

ANÁLISE DOCUMENTÁRIA

60

Código: NOVO

60

60 AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS

Código: 1205049 Código: NOVO GESTÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVOS PERMANENTES

EM

60

60 ARQUIVOS PERMANENTES

Código: 1205052

Código: NOVO 60

REPRESENTAÇÃO TEMÁTICA INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA I

DA

CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS

60

Código: NOVO Código: 1205010 60

30

ÉTICA DA INFORMAÇÃO

ÉTICA NA ARQUIVOLOGIA

Código: 1205008

Código: NOVO 60

PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ACERVOS

RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ACERVOS

60

Código: NOVO Código: 1205041 TECNOLOGIA DA ARQUIVÍSTICA

INFORMAÇÃO

60

SISTEMAS DE GESTÃO DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS E DIGITAIS

60

Código: 1205051 Código: NOVO 60

60

PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE UNIDADES DE INFORMAÇÃO

PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO NOS ARQUIVOS

Código: 1205034

Código: NOVO

METODOLOGIA CIENTIÍFICO

DO

TRABALHO

60

60 METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTIÍFICO

Código: 1205003 Código: NOVO

60 ORGANIZAÇÃO, MÉTODOS EM INFORMAÇÃO

SISTEMAS UNIDADES

E DE

60 ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS Código: NOVO

Código: 1205017 60 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO I

60 INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DIGITAIS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

Código: 1205012

60 GERAÇÃO DE BANCOS E BASES DE DADOS

Código: NOVO INTRODUÇÃO À GESTÃO DE BANCO DE DADOS

60

Código: NOVO Código: 1205039 DIREITO ADMINISTRATIVO

60

INSTITUIÇÕES DE PÚBLICO E PRIVADO

Código: 1501124

Código: 1501175

DIREITO

60

60

60 PESQUISA APLICADA À ARQUIVOLOGIA

PESQUISA APLICADA A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Código: NOVO Código:1205005 60 FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

60

Código: NOVO Código: 1205001

60 PRODUTOS E SERVIÇOS INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA

DE

EMPREENDEDORISMO EM ARQUIVOLOGIA

60

Código: NOVO Código: 1205053 60 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - ARQUIVOLOGIA

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - ARQUIVOLOGIA Código: NOVO

Código: GDCIN0066

60

5.5 COMPOSIÇÃO CURRICULAR Quadro 7 – Composição dos componentes curriculares com carga horária e pré-requisitos CONTEÚDOS BÁSICOS E PROFISSIONAIS Componente Introdução à Arquivologia Fundamentos Teóricos da Arquivologia

Carga horária 60h 60h

Pré-requisito

Introdução à Arquivologia

Organização e Representação Arquivística Arquivologia, Responsabilidade Social e Direitos Humanos Política e Governança Arquivística Mediação e Competência Arquivística Diplomática Arquivística Gestão de Documentos Arquivísticos Arquivo Patrimônio e Memória Análise Documentária Avaliação de Documentos Arquivísticos

60h 60h 60h 60h 60h 60h 60h 60h 60h

Organização e Representação Arquivística Gestão de Documentos Arquivísticos

Arquivos Permanentes Classificação de Documentos Arquivísticos

60h 60h

Gestão de Documentos Arquivísticos

Preservação e Conservação nos Arquivos Arquivos Pessoais Preservação e Curadoria Digital

60h 60h 60h

Ética na Arquivologia Restauração e Conservação de Acervos

30h 60h

Introdução às Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação

Preservação e Conservação nos Arquivos

Descrição Arquivística 90h Sistemas de Gestão de Documentos 60h Gestão de Documentos Arquivísticos Eletrônicos e Digitais Projetos Técnicos Arquivísticos 60h Restauração e Conservação Preventiva 60h Restauração e Conservação de Acervos (UCE) TOTAL 1.320 horas ESTÁGIO SUPERVISIONADO Componente Estágio Supervisionado I

Carga horária 180 h

Estágio Supervisionado II

120 h

Pré-requisito

TOTAL 300 horas CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIOS

Componente Fundamentos da Ciência da Informação Metodologia do Trabalho Científico Organização Sistemas e Métodos Introdução às Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação Introdução ao Estudo da História Instituições de Direito Público e Privado Evolução do Pensamento Filosófico e Científico I Paleografia Empreendedorismo em Arquivologia Introdução a Gestão de Banco de Dados Pesquisa Aplicada à Arquivologia Organização de Eventos Científicos em Arquivologia (UCE) Seminários Temáticos na Arquivologia Trabalho de Conclusão de Curso

Carga horária 60h 60h 60h 60h

Pré-requisito

60h 60h 60h 60h 60h 60h 60h

Metodologia do Trabalho científico

60h 60h

Pesquisa Aplicada à Arquivologia

60h Seminários Temáticos na Arquivologia TOTAL 840 horas CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS (O aluno deverá integralizar um mínimo de 240 horas) Componente Carga Pré-requisito horária Fundamentos da Biblioteconomia 60h História da Leitura e dos Registros do 60h Conhecimento Gestão da Informação e do 60h Conhecimento Sociologia da Informação 60h Ação Cultural em Unidades de 60h Informação Algoritmos e Programação 60h Arquitetura da Informação Digital 60h Gênero, Relações Étnico Raciais e Direitos 60h Humanos no Campo Informacional Libras 60h Informação e Diversidade Cultural 60h Brasileira Informação Cultura e Sociedade 60h Transformação Digital aplicada à 60h Arquivística Introdução à Ciência de Dados 60h Introdução à Propriedade Intelectual 60h Estudo de Usuário da Informação 60h Métodos e Técnicas de Pesquisa 60h Políticas de Informação 60h Arquivos Escolares 60h

Estatística para Ciências Humanas e 60h Sociais I Direito administrativo I 60h Princípios das Inteligências Artificiais e 60h suas Aplicações em Unidades de Informação Marketing em ambientes informacionais 60h Cultura Brasileira 60h Unidades Arquivísticas Especializadas 60h Informação, Direito e Cidadania 60h Arquivo e Democracia 60h Teorias da Comunicação 60h Contabilidade para Negócios 60h Introdução à Filosofia 60h Introdução à Psicologia 60h Português Instrumental 60h Língua Inglesa Instrumental I 60h Língua Francesa I 60h Lógica Formal 60h História da Paraíba I 60h História da Paraíba II 60h Educação Patrimonial (UCE) 60h Legislação Arquivística e Cidadania (UCE) 60h CONTEÚDOS COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS Componente

Carga horária 60h

Tópicos Especiais em Arquivologia I Tópicos Especiais em Arquivologia II TOTAL

60h 120 horas

Pré-requisito

5.6 CONTEÚDOS CURRICULARES Quadro 8 – Fluxograma do curso de bacharelado em Arquivologia (CH Total: 2.820 horas) 1º PERÍODO

2º PERÍODO

3º PERÍODO

4º PERÍODO

5º PERÍODO

6º PERÍODO

7º PERÍODO

8º PERÍODO

9º PERÍODO

Introdução à Arquivologi a (60 horas)

Fundamento s Teóricos da Arquivologia (60 horas)

Política e Governança Arquivística (60 horas)

Análise Documentári a (60 horas)

Empreendedoris mo em Arquivologia (60 horas)

Ética na Arquivologia (30 horas)

Projetos Técnicos Arquivísticos (60 horas)

Estágio Supervisionad oI (180 horas)

Estágio Supervisionado

II (120 horas)

Metodologi a do Trabalho científico (60 horas)

Instituições de Direito Público e Privado (60 horas)

Mediação e Competênci a Arquivística (60 horas)

Avaliação de Documentos Arquivísticos (60 horas)

Preservação e Conservação nos Arquivos (60 horas)

Restauração e Conservaçã o de Acervos (60 horas)

Fundamentos da Ciência da Informação (60 horas)

Organizaç ão, Sistemas e Métodos (60 horas)

Organizaçã oe Representa ção Arquivística (60 horas)

Arquivos Permanente s (60 horas)

Arquivos Pessoais (60 horas)

Descrição Arquivística (90 horas)

Introdução às Tecnologia s Digitais da Informação e Comunicaç ão (60 horas) Introdução ao estudo da História (60 horas)

Arquivologia , Responsabili dade Social e Direitos Humanos (60 horas)

Sistemas de Gestão de Documentos Eletrônicos e Digitais (60 horas)

Preservação e Curadoria digital (60 horas)

Introdução à Gestão de Banco de Dados (60 horas) CH Total do período: 300 horas

Optativa (60 horas)

CH Total do período: 300 horas

Evolução do Pensamento Filosófico e Científico I (60 horas) CH Total do período: 300 horas

Diplomática Arquivística (60 horas)

Gestão de Documentos Arquivísticos (60 horas)

Classificaçã o de documentos Arquivísticos (60 horas)

Arquivo, patrimônio e memória (60 horas)

Paleografia (60 horas)

CH Total do período: 300 horas

CH Total do período: 300 horas

CH Total do período: 300 horas

Seminários Temáticos na Arquivologia (60 horas)

Optativa (60 horas)

Organização de Eventos Científicos em Arquivologia (UCE) (60 horas)

Restauração e Conservação Preventiva (UCE) (60 horas)

---

Pesquisa Aplicada à Arquivologia (60 horas) CH Total do período: 300 horas

Optativa (60 horas)

Optativa (60 horas)

Trabalho de Conclusão de Curso Arquivologia (60 horas)

---

---

CH Total do período: 300 horas

CH Total do período: 300 horas

Conteúdos Complementares Flexíveis a serem integralizados ao longo do curso: Tópicos Especiais em Arquivologia I e II (60h cada, integralizando um total de 120h)

5.7 METODOLOGIA O curso de bacharelado em Arquivologia da UFPB contribui para a formação do arquivista na busca por competências, estimulado pelas mudanças impostas pelas transformações sociais e tecnológicas. Entende-se a fundamental importância do olhar para o contemporâneo de maneira integrada, articulando fortemente os conteúdos arquivísticos com outras áreas do conhecimento. As metodologias utilizadas em sala de aula recaem sobre a autonomia de cada docente. Entretanto, o projeto pedagógico do curso traça as diretrizes para que professores e alunos possam optar e dialogar sobre as melhores práticas de ensino-aprendizagem. Nesse contexto, os docentes podem optar por ministrar aulas expositivas e dialogadas, com o recurso de rodas de discussão a partir da utilização de metodologias pedagógicas que visam discutir os conteúdos arquivísticos, permitindo o envolvimento ativo do aluno. Aos discentes é facultado tirar dúvidas com o corpo docente e monitores, sobre os conteúdos ministrados, em horários diferentes das aulas. Experiências em redes de aprendizagem de colaboração ampliam a perspectiva da vida acadêmica e do trabalho em equipe, pois se somam às reflexões da prática cotidiana, acolhendo as contribuições e as demandas da comunidade interna e externa, valorizando e investindo na capacidade, conhecimentos, competências e atributos de todos os sujeitos. Com o propósito de ampliar as habilidades reflexivas e críticas de forma sistêmica, o curso de Arquivologia da UFPB apoia os docentes na aplicação de metodologias ativas e inovadoras em sala de aula, sendo elas: Aprendizagem baseada em problemas e/ou evidências - a partir de casos reais (estudo de caso e/ou pesquisa de campo), em que os discentes são estimulados a realizar diagnósticos, avaliação do caso, resolução do problema encontrado e apresentação por meio de seminários e discussões coletivas; Aprendizado por projetos – incentivo ao protagonismo e à autonomia dos discentes, por meio da aprendizagem em rede de colaboração, a partir do conjunto de disciplinas vistas, ações de pesquisa e extensão, no decorrer e ao final do curso. Sendo assim, é possível aprofundar estudos que viabilizem avanços didático-metodológicos inovadores implementados no sistema de ensino superior. A prática da sala de aula invertida também é recomendada: esta prática mescla momentos em que o discente tem contato prévio com o conteúdo antes da aula, usando recursos online (buscadores da web), textos, imagens, emoticons, vídeos e áudios, dentre outros, ampliando a dimensão dos conteúdos. No momento da aula, o discente tem a oportunidade de apresentar o que pesquisou à turma, tirando as possíveis

dúvidas com orientação do professor, ampliando a dimensão dos conteúdos e a troca de experiências com os demais discentes. A utilização de filmes, documentários e outras mídias como recurso didático tem como objetivo engajar os discentes em temáticas.

5.8 TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

A matriz curricular do curso de bacharelado em Arquivologia da UFPB foi cuidadosamente estruturada levando em consideração a interdisciplinaridade com outras áreas do conhecimento, especialmente no que diz respeito às Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC). Além das disciplinas específicas, o curso adota a prática pedagógica da transversalidade, integrando conteúdos técnicos, arquivísticos e de TI. Com essa abordagem, busca-se estimular nos alunos a aplicação do pensamento complexo, a fim de prepará-los para atuar em um mundo cada vez mais tecnológico e complexo. Na análise do primeiro projeto pedagógico do curso, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) identificou que os conteúdos de TI estavam organizados de forma linear, analítica e fragmentada, o que comprometia a interdisciplinaridade e dificultava a correlação entre os conteúdos arquivísticos e as aplicações tecnológicas. A fragmentação dos saberes era um problema evidente nesse modelo anterior. A nova proposta, por sua vez, adota a transversalidade dos conteúdos relacionados às TDIC como princípio fundamental para uma formação mais dinâmica e coerente com as demandas da sociedade. A ideia é que os futuros arquivistas possam atuar de forma crítica e inovadora frente aos desafios tecnológicos da contemporaneidade, integrando saberes e compreendendo a complexidade do entorno digital e do continuum da gestão documental. Com a transversalidade dos conteúdos, busca-se formar profissionais capazes de atuar de forma ética, inclusiva e transformadora, engajados na missão social dos arquivos. A nova estrutura curricular promove, assim, a integração de saberes, em que temas e conteúdos de TI são vinculados aos componentes curriculares específicos da Arquivologia e as diretrizes em torno dos direitos humanos, questões étnico-raciais e o meio ambiente, que são recomendadas pela CNE/MEC, visando a formação de profissionais mais preparados e conscientes de seu papel na sociedade.

5.9 CONTEÚDOS TRANSVERSAIS OBRIGATÓRIOS O Núcleo Docente Estruturante definiu, como mencionado no item 4.7 que, além de componentes curriculares específicos sobre Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação orientados à arquivística, também integraram este PPC como conteúdo transversal em diferentes disciplinas de modo não obrigatório, mas como uma decisão do NDE. Ademais, tem-se a recomendação pela CNE/MEC, de proporcionar aos discentes uma formação em temas transversais alinhados à temáticas de relevância socioambiental.

Quadro 9 – Distribuição dos Conteúdos Transversais recomendados pela CNE/MEC TEMÁTICA

COMPONENTE(S) OFERTADO ATRAVÉS DE: Arquivologia, Responsabilidade Social e Direitos Humanos;

NATUREZA DOS COMPONENTES Obrigatória;

Informação, Direito e Cidadania;

Optativa;

Gênero, Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos no Campo Informacional;

Optativa;

Sociologia da Informação; Informação e Diversidade Cultural Brasileira.

Optativa.

Arquivologia, Responsabilidade Social e Direitos Humanos; Informação, Direito e Cidadania;

Obrigatória;

Gênero, Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos no Campo Informacional;

Optativa;

Sociologia da Informação;

Optativa;

Informação e Diversidade Cultural Brasileira.

Optativa.

Educação Ambiental

Ética na Arquivologia

Obrigatória

Pessoa com Deficiência

Libras

Optativa

Ética na Arquivologia

Obrigatória

Introdução às Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação

Obrigatória

Educação das Relações ÉtnicoRaciais

Direitos Humanos

Optativa;

5.10 PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINOAPRENDIZAGEM

A avaliação dos processos de ensino-aprendizagem é fundamental para garantir a qualidade do ensino e o desenvolvimento adequado dos alunos. Para isso, é importante que ocorra o alinhamento nas formas e metodologias de avaliação entre a autonomia do docente com

as políticas institucionais de avaliação, em que se destaca a Resolução CONSEPE Nº 29/2020. A referida Resolução dispõe que a avaliação de aprendizagem é um processo formativo contínuo que compreende diagnóstico, acompanhamento e verificação da aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes expressas pelo discente, constatados a partir do rendimento acadêmico e da assiduidade. Deste modo, exige que:

a) A avaliação da aprendizagem do discente será expressa por nota compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0 (dez), variando até a primeira casa decimal, após o arredondamento da segunda casa decimal, atribuída a cada verificação parcial e ao exame final.

b) O docente deverá apresentar os critérios de avaliação para cada procedimento e instrumento de avaliação tanto no plano de curso quanto aos discentes, no primeiro dia de aula.

c) O docente deverá discutir os resultados obtidos após a aplicação de cada avaliação, esclarecendo as dúvidas relativas às notas, aos conhecimentos, às habilidades, aos objetivos e aos conteúdos avaliados.

d) A discussão pode ser realizada presencialmente ou utilizando outros mecanismos que permitam a divulgação de expectativas de respostas e os questionamentos por parte dos discentes. Destaca-se que tais procedimentos são em sua maioria executados por meio do sistema de gestão acadêmica (SIGAA), o qual docente e discente tem acesso na forma determinada pelas respectivas permissões por meio de login ou mesmo por acesso aberto de acordo com determinados casos permitidos pela legislação vigente. 5.11 EMENTÁRIO O ementário do Curso de Bacharelado em Arquivologia fundamenta-se nas bases teóricometodológicas que reconhecem a Arquivologia como um campo científico dinâmico, interdisciplinar e socialmente relevante. O curso articula dimensões técnicas, culturais e tecnológicas da informação, compreendendo o arquivo como expressão das relações humanas e institucionais. Nesse sentido, o projeto pedagógico orienta-se por uma formação que integra rigor conceitual, domínio técnico e postura ética, alinhando-se à perspectiva de produção de conhecimento crítico e ao compromisso social da universidade pública. Reflete uma proposta pedagógica que privilegia práticas ativas de aprendizagem, centradas no protagonismo discente, na interdisciplinaridade e na articulação entre teoria e prática, sintetizando as bases que orientam

o percurso formativo, reafirmando a missão do curso de formar profissionais capazes de compreender, analisar e intervir nos desafios arquivísticos contemporâneos. 5.11.1 Ementas Conteúdos Básicos Profissionais NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária: Total: 60h

INTRODUÇÃO À ARQUIVOLOGIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA História dos arquivos e da Arquivologia. Documento arquivístico. Natureza, função e classificação dos arquivos. Arquivologia no Brasil. Instituições arquivísticas nacionais e internacionais. O arquivista: atuação, perfil, regulamentação da profissão, protagonismo e associativismo. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica PAES, Marilena Leite. Arquivo teoria e prática. 3 ed. Rio de Janeiro: FGV. 2008. SILVA, Armando Malheiro et. al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. Porto: Afrontamento, 2002. 2ª edição. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa, Pt: Publicações Dom Quixote, 1998. Bibliografia Complementar LOPES, Luís Carlos. A nova arquivística na modernização administrativa. 2. ed. Brasília: Projeto Editorial, 2009 SCHMIDT, Clarissa Moreira dos Santos. Arquivologia e a construção do seu objeto científico: concepções, trajetórias, contextualizações. Tese (Doutorado) – Curso de Pós-graduação Ciência da Informação, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, 2012. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde02072013170328/publico/ClarissaMSSchmidt_revisada.pdf. Acesso em: 15 ago. 2022. REIS, Luís. O arquivo e arquivística evolução histórica. Biblios: Revista de Bibliotecología y Ciencias de la Información, año/vol. 7, n. 24, abr./jun. 2006. Disponível em: https://biblios.pitt.edu/ojs/index.php/biblios/search. Acesso em: 13 jun. 2022. SCHELLENBERG, Theodore Roosevelt. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 6. ed. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, 2006, p. 38-41. SOUZA, Kátia Isabelli Mello de. Arquivista, visibilidade profissional: formação associativismo e

mercado de trabalho. Brasília: Starprint, 2011. 252p.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária: Total: 60h

FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA ARQUIVOLOGIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Arquivologia clássica, marcos teóricos e manuais. Princípios arquivísticos. Arquivologia moderna e contemporânea, correntes e tendências. Arquivologia e relações interdisciplinares. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica LOPES, Luís Carlos. A nova arquivística na modernização administrativa. 2. ed. Brasília: Projeto Editorial, 2009. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa, Pt: Publicações Dom Quixote, 1998. SCHELLENBERG, Theodore Roosevelt. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 6. ed. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, 2006, p. 38-41. Bibliografia Complementar ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS HOLANDESES. Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos. Tradução de Manoel Adolpho Wanderley. 2ª ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1973. BRENNEKE, Adolf. Archivistica contributo ala teoria ed ala storia archivistica europea. Milano: Prima, 1968. Disponível em: https://archive.org/details/BiblioFBK-FISA-M-06. Acesso em: 30 ago. 2022. CASANOVA, Eugenio. Archivistica. 2ª. ed. Siena: Stab. Arti Grafiche Lazzeri, 1928. Disponível em: http://www.icar.beniculturali.it/biblio/_view_volume.asp?ID_VOLUME=53. Acesso em: 28 ago. 2022. COOK, Terry. Arquivologia e pós-modernismo: novas formulações para velhos conceitos. Informação Arquivística, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p. 123-148, jul./dez. 2012. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/40936. Acesso em: 14 ago. 2022. HEYMANN, Luciana; NEDEL, Letícia Nedel (org.). Pensar os arquivos: uma antologia. Tradução Luiz Alberto Monjardim de Calazans Barradas. – Rio de Janeiro: FGV Editora, 2018.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO ARQUIVÍSTICA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Organização e representação da informação e do conhecimento na Arquivologia. Aspectos históricos e conceituais. Teoria da classificação e da terminologia. Representação descritiva e temática na Arquivologia. Recuperação da Informação nos arquivos analógicos e digitais. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BAPTISTA, Dulce Maria; ARAÚJO JÚNIOR, Rogério Henrique. Organização da informação abordagens e práticas organização. Brasília. Thesaurus, 2015. CARDOSO FILHO, Jair Cunha; ALVARES, Lillian (Org.). Organização da informação e do conhecimento conceitos, subsídios interdisciplinares e aplicações. São Paulo: B4, 2012. LIMA, José Leonardo Oliveira; ALVARES, Lillian. Organização e representação da informação e do conhecimento. In.: ALVARES, Lillian (Org.). Organização da informação e do conhecimento: conceitos, subsídios interdisciplinares e aplicações. São Paulo: B4 Editores, 2012. p. 21-47. Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE, Maria Elizabeth Baltar C.; NEVES, Dulce Amélia de Brito; OLIVEIRA, Bernardina Maria Juvenal Freire de; MEL, Ana Virgínia Chaves de; FRANÇA, Fabiana da Silva (Orgs.). Representação da informação um universo multifacetado. João Pessoa. Editora: UFPB, 2015. BARROS, T. B. Uma trajetória da Arquivística a partir da Análise do Discurso: inflexões histórico conceituais [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, 268 p. Disponível em: https://static.scielo.org/scielobooks/r6q5k/pdf/barros-9788579836619.pdf. DAHLBERG, I. Teoria do conceito. Ciência da Informação, v.7, n. 2, p. 101-107, 1978. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/19706. GOMES, H. F. A interligação entre comunicação e informação. DataGramaZero, v. 11, n. 3,

2010. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/7103. Acesso em: 13 nov. 2022. GUINCHAT, C.; MENOU, M. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. 2. ed. rev. aum. Brasília: IBICT, 1994.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUIVOLOGIA, RESPONSABILIDADE SOCIAL E DIREITOS HUMANOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Arquivo e sociedade. Direitos Humanos e arquivos. Justiça social. Poder, neutralidade e responsabilidade. Inclusão social. Identidades afro-brasileiras. Identidade indígenas. Marcadores de gênero, étnico-raciais e interseccionalidade. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BOBBIO, Norberto; COUTINHO, Carlos Nelson. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, c1992. 232p. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 26. ed. atual. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020. 254 p. MACHADO FILHO, Cláudio Pinheiro. Responsabilidade social e governança: o debate e as implicações: responsabilidade social, instituições, governança e reputação. São Paulo: Cengage Learning, 2006. 172p. Bibliografia Complementar BERNARDINO-COSTA, Joaze; MALDONATO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2020. GIRARDI, Giulio; SCHILLING, Claudia. Os excluídos construirão a nova história:o movimento indígena, negro e popular. São Paulo: Ática, 1996. 296p. SANTOS, Joel Rufino dos. O que é racismo. 2.ed. São Paulo: Brasiliense, 1980. 82p. SEGATO, Rita. Crítica da colonialidade em oito ensaios: e uma antropologia por demanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021. RIBEIRO, Djamila. Lugar de fala. São Paulo: Pólen, 2019. 110p

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

POLÍTICA E GOVERNANÇA ARQUIVÍSTICA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Política: filosofia e conceitos. Políticas públicas e privadas. Políticas Públicas de Informação. Políticas nacionais e institucionais: conceitos e aplicações. Políticas Públicas Arquivísticas no Brasil. Arquivo Nacional, Estadual, Municipal e Distrital. Legislação Arquivística. Governança Arquivística. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica GUERRA, Sandra. A caixa-preta da governança. 1. ed. Rio de Janeiro: Best Business, 2017. 374p. CUEVA, Ricardo Villas Bôas; FRAZÃO, Ana. Compliance: perspectivas e desafios dos programas de conformidade. Belo Horizonte: Fórum, 2018. 527p. MACHADO FILHO, Cláudio Pinheiro. Responsabilidade social e governança:o debate e as implicações: responsabilidade social, instituições, governança e reputação. São Paulo: Cengage Learning, 2006. 172p. Bibliografia Complementar DEMO, Pedro. A força sem força do melhor argumento:ensaios sobre "novas epistemologias virtuais". Brasília: IBICT, 2011. 161p. HOPPE, Hans-Hermann. Democracia o Deus que falhou:a economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural. 1.ed. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2014. 372 p. LEVITSKY, Steven; AGUIAR, Renato. Como as democracias morrem. Rio de Janeiro: Zahar, 2018. 270p. PEREIRA, Luis Carlos Bresser; WILHEIM, Jorge; SOLA, Lourdes. Sociedade e estado em transformação. São Paulo: Unesp, 1999. 451 p. SPERBER, George et al. A inclusão do outro: estudos de teoria política. 3.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2007. 404p

NOME DO COMPONENTE MEDIAÇÃO E COMPETÊNCIA ARQUIVÍSTICA

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Mediação da informação em instituições arquivísticas. Estudo de uso e de usuários em arquivos. Educação de usuários em instituições de arquivos. Padrões de competência em informação arquivística. Competência em informação na Arquivologia. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CUNHA, M. B., AMARAL, S.A., DANTAS, E. B. Manual de Estudo de Usuários da Informação. São Paulo: Editora Atlas, 2015. 448p. DIAS, Maria Matilde Kronka; PIRES, Daniela. Usos e usuários da informação. São Carlos: EDUFCAR, 2004. Disponível em: https://bibliotextos.files.wordpress.com/2012/12/usos-eusuc3a1rios-da-informac3a7c3a3o.pdf. DUFF, Wendy M. Mediação Arquivística. In: EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather (Org.). Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2016. Bibliografia Complementar ANNA, J. S.; CAMPOS, S. O. Mediação da informação em arquivos: a necessidade da consolidação da prática do serviço de referência. Biblionline, v. 12, n. 2, p. 68-83, 2016. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/16510. Acesso em: 16 jan. 2023. Bibliografia Complementar ARAÚJO, C. A. V. Estudos de usuários conforme o paradigma social da ciência da informação: desafios teóricos e práticos de pesquisa. Informação & Informação, v. 15, n. 2, p. 23-39, 2010. Dis ponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/32439. Acesso em: 16 jan. 2023. Ferreira, L.E.; Almeida Júnior, O.F. A mediação da informação no âmbito da arquivística. Perspectivas em Ciência da Informação, v.18, n.1, p.158-167, 2013. Disponível em: http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1270/. LACOVINO, Lívia. Os arquivos como arsenais de responsabilidade. In: EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather (Org.). Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2016. SOUZA, A. C.; BAHIA, E. M. D. S.; VITORINO, E. V.; SOUZA, A. C.; BAHIA, E. M. D. S.; VIEIRA, E. V. Dimensões da competência em informação sob a perspectiva de zarifian. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 25, n. 2, p. 56-76, 2020. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/142162. Acesso em: 16 jan. 2023

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

DIPLOMÁTICA ARQUIVÍSTICA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 30h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 15h

EMENTA Fundamentos da diplomática: clássica, moderna e contemporânea. Análise diplomática e tipológica. Identificação arquivística. Diplomática aplicada aos documentos analógicos e digitais. Análise Forense. Documentoscopia e Arquivologia. Desenvolvimento de ação extensionista em articulação com instituições e/ou coletivos externos, voltada à análise de conjuntos documentais e à elaboração de produto técnico-orientativo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELLOTO, Heloísa Liberalli. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documento de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado, 2002. RONDINELLI, R. C. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma abordagem teórica da diplomática arquivística contemporânea. Rio de Janeiro: FGV, 2004. TOGNOLI, Natália Bolfarini. A construção teórica da Diplomática [recurso eletrônico]: em busca da sistematização de seus marcos teóricos como subsídio aos estudos arquivísticos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/103383. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Diplomática e Tipologia Documental em Arquivos. 2 ed. Brasília: DF: Briquet de Lemos Livros, 2008. D’ÁLMEIDA, M. L. O; KOGA, M. E. T; GRANJA, S. M. Documentoscopia: o papel como suporte de documentos. São Paulo: IPT, 2015. Disponível em: file:///Users/jeffersonhigino/Library/Mobile %20Documents/com~apple~CloudDocs/1455Livro_documentoscopia.pdf. GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017. NASCIMENTO, Lucia Maria Barbosa do. Análise documental e análise diplomática: perspectivas de interlocução de procedimentos. Tese (Doutorado), Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP, campus de Marília,

2009. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/103371. PRET, R. L. O documento e a prova: ordenamento jurídico, validações diplomáticas e a arquivística. Informação Arquivística, v. 2, n. 2, p. 55-73, 2013. Disponível em:

https://brapci.inf.br/index.php/res/v/41150. Acesso em: 16 jan. 2023. RODRIGUES, Ana Celia. Diplomática contemporânea como fundamento metodológico da identificação de tipologia documental em arquivos. Tese (Doutorado), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo, 2008. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-27112008151058/publico/TESE_ANA_CELIA_RODRIGUES.pdf

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

GESTÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA História, fundamentos, conceitos e objetivos da gestão de documentos. Políticas e programas de gestão de documentos, legislação e órgãos. Diagnóstico arquivístico. Serviços de protocolo. Fluxos documentais. Identificação arquivística. Funções e Instrumentos da Gestão de Documentos. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica INDOLFO, A. C. Gestão de documentos: uma renovação epistemológica no universo da arquivologia. Arquivística.net, v. 3, n. 2, 2007. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/50444. Acesso em: 16 jan. 2023. MORENO, Nádina Aparecida. Gestão documental ou gestão de documentos: trajetória histórica. In: BARTALO, Linete; MORENO, Nádina Aparecida. Gestão em Arquivologia: abordagens múltiplas. Londrina: EDUEL, 2008, p. 71- 88. SCHELLENBERG, T. R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 4 ed. Rio de Janeiro: FGV,2004. 386 p. Bibliografia Complementar BUSTELO RUESTA, Carlota. Série ISO 30300: Sistema de gestão para documentos de arquivo. LISBOA: BAD, 2012. Disponível em: http://www.bad.pt/publicacoes/Serie_ISO_30300.pdf. Acesso em 20 set. 2021 BITTENCOURT, Paola Rodrigues; SILVA, Natasha Hermida Pereira Castro da. Gestão de documentos: notas iniciais. In: MARIZ, Anna Carla Almeida; RANGEL, Thayron Rodrigues (Orgs.). Arquivologia: temas centrais em uma abordagem introdutória. Rio de Janeiro: FGV, 2020, p. 4964. RONDINELLI, Rosely Curi. Gerenciamento Arquivístico de Documentos Eletrônicos. 4ª ed. Rio de Janeiro: FGV, 2005. RODRIGUES, Ana Célia. Tipologia documental como parâmetro para gestão de documentos de

arquivo: um manual para o município de Campo Belo (MG). 2022. Dissertação (Mestrado em História Social) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-25042003181526/publico/tesaAnaCelia.pdf. Acesso em: 20 set. 2021. ROUSSEAU, Jean-Yves, COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Dom Quixote, 1998 NOME DO COMPONENTE

Código: 1205058

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUIVO, PATRIMÔNIO E MEMÓRIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Relação entre arquivo, memória e patrimônio. Memória individual e coletiva. Memória Social. Patrimônio documental, histórico e cultural. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ABREU, Regina; CHAGAS, Mário (orgs). Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: DP&A, FAPERJ, UNIRIO, 2009. CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo (SP): Contexto, 2019. HEDSTROM, Margaret. Arquivos e memória coletiva: mais que uma metáfora, menos que uma analogia. In: EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather (Org.). Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2016. Bibliografia Complementar BARROS, D. S.; AMÉLIA, D. Arquivo e memória: uma relação indissociável. Transinformação, v. 21, n. 1, p. 55-61, 2009. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/116097. Acesso em: 16 jan. 2023. CHOAY, Francoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade: UNESP, 2001. JARDIM, J. M. A invenção da memória nos arquivos públicos. Ciência da Informação, v. 25, n. 2,

1996. Disponível em: https://www.brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_cfb64eeaa1_0008801.pdf. Acesso em: 16 jan. 2023. RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2010. SILVA, Zelia Lopes da (Org.). Arquivos, patrimônio e memória: trajetórias e perspectivas. São Paulo: UNESP: FAPESP, 1999. 154p. (Seminários & debates)

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ANÁLISE DOCUMENTÁRIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Língua e linguagem. Teoria do conceito. Indexação e resumo. Vocabulário controlado. Taxonomia. Tesauro e ontologia. Elaboração de instrumentos de Linguagens documentária, uso e aplicações em sistemas informatizados. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CINTRA, A. M. M. et al. Para entender as linguagens documentárias. 2.ed. São Paulo: lis/APB,

2002. 96p. (Coleção Palavra-Chave, 4)]. CUNHA, Isabel Maria R. Ferin. Análise documentária, considerações teóricas e experimentações. São Paulo. FEBAB, 2015. LANCASTER, Frederick Wilfrid; BRIQUET DE LEMOS, Antonio Agenor (trad.). Indexação e resumos teoria e prática. Brasília. Briquet de Lemos, 2004. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Lídia. Representação do conhecimento no contexto da ciência da informação em tempo e espaço digitais. Enc. Bibli. R. Eletr. Ci. Inf., v.1, n.15, 2003. Disponível em: Acesso em: fevereiro de 2019. GONZÁLEZ, José Antonio Moreiro. Linguagens documentárias e vocabulários semânticos para a web elementos conceituais. Salvador. EDUFBA, 2011. GUINCHAT, Claire; MENOU, Michel. O resumo. In: GUINCHAT, Claire; MENOU, Michel. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. Brasília: IBICT, 1994. p.189-195. HJØRLAND, B. Concept Theory. Journal of the American. Society for Information Science and Technology, 60(B), 1519.1536, 2009.

LYONS, John; AVERBURG, Marilda Winkler; SOUZA, Clarisse Sickenius de. (trad.). Linguagem e linguística uma introdução. Rio de Janeiro. LTC, 2018

NOME DO COMPONENTE AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUIVÍSTICOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Correntes teóricas e bases conceituais da avaliação arquivística. Valores documentais. Legislação. Comissão Permanente de Avaliação de Documentos. Sistemática e condições legais da eliminação. Tabela de Temporalidade de Documentos: elaboração e uso e aplicações em sistemas informatizados. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BERNARDES, I. P. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivos do Estado,1998. 89 p. BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos. Código de classificação e tabela de temporalidade e destinação de documentos relativos às atividades-meio do Poder Executivo Federal. Rio de janeiro: Arquivo Nacional, 2020. Disponível em: http://siga.arquivonacional.gov.br/images/codigos_tabelas/Portaria_47_CCD_TTD_pod er_executivo_federal _2020_instrumento.pdf. Acesso em: 10 maio. 2022. SCHELLENBERG, T. R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 4 ed. Rio deJaneiro: FGV,2004. 386 p. Bibliografia Complementar BOOMS, Hans. Society and the formation of a documentary heritage: Issues in the appraisal of archival sources. Archivaria, v. 24, n. 2, p. 69-107, 1987. Disponível em: https://archivaria.ca/index.php/archivaria/article/view/11415. BROOKS, Philip Coolidge. The Selection of Records for Preservation. American Archivist, Chicago, v. 3, n. 4, p. 221-234, October 1940. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/40288868. CHAGAS, C. A. Avaliação de documentos arquivísticos: teoria e metodologia. Ágora, v. 30, n. 61, p. 478-498, 2020. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/142050. Acesso em: 16 jan. 2023. COOK, Terry. Macroappraisal in theory and practice: origins, characteristics, and implementation in Canada, 1950-2000. Archival Science, v. 5, p. 101-161, 2005. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s10502-005-9010-2. GUIMARÃES, R. V.; OLIVEIRA, E. B. Avaliação de documentos de arquivo: uma análise de diferentes abordagens. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 24, n. 55, p. 1-23, 2019. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/113808. Acesso em: 16 jan. 2023.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUIVOS PERMANENTES Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Princípios básicos de organização de documentos em arquivos permanentes. Teoria dos Fundos. Classificação e Arranjo. Metodologia e aplicação do arranjo e ordenação dos documentos em arquivos permanentes. Instrumentos de pesquisa. Difusão cultural. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BELLOTTO, Heloisa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Fgv ed. Fundação Getúlio Vargas, 2004. 318 p. ISBN: 8522504741. DUCHEIN, M. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Arquivo & Administração, v. 10-14, n. 2, 1986. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/49818. Acesso em: 16 jan. 2023. EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather. Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: UFMG, 2016. 346 p. ISBN: 9788542301632. Bibliografia Complementar FONTES, Patrício da Silva; NEVES, Dulce Amélia de Brito. Arquivos judiciários :uma proposta de organização do acervo de caráter permanente. João Pessoa: s. n, 2010. 154f. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCSA SANTOS, Vanderlei Batista dos. A arquivística como disciplina científica:princípios, objetivos e objetos. Salvador: 9Bravos, 2015. 217 p. ISBN: 9788567178059. MARIZ, Anna Carla Almeida. A Informação na Internet:Arquivos Públicos Brasileiros. Rio de Janeiro: FGV, 2012. 167p. ISBN: 9788522509287. RODRIGUES, Georgete Medleg; COSTA, Marli Guedes da. Arquivologia: configurações da pesquisa no Brasil : epistemologia, formação, preservação, uso e acesso. Brasília: Ed. UnB, 2012. 268p. ROUSSEAU, Jean-Yves, COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Dom Quixote, 1998

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Fundamentos filosóficos e teóricos da Classificação. Correntes teóricas e bases conceituais da classificação arquivística. Produção e contexto documental. Aspectos metodológicos e normativos da classificação arquivística. Codificação. Plano de classificação documental: elaboração e uso, e aplicações em sistemas informatizados. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica GONÇALVES, Janice. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do estado, 1998. PIEDADE, M.A.R. Introdução à teoria da classificação. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1983. SOUSA, Renato Tarciso Barbosa de. A classificação como função matricial do que – fazer arquivístico. In: Vanderlei Batista dos Santos, Humberto Celeste Innarelli, Renato Tarciso Barbosa de Sousa, (Org). Arquivistíca: temas contemporâneos: classificação, preservação digital, gestão do conhecimento 2.ed. Distrito Federal SENAC, 2008. p 77-172. Bibliografia Complementar CARDOSO, J. C. As bases do processo classificatório em arquivística, de Renato Tarciso Barbosa de Souza. Arquivística.net, v. 1, n. 2, 2005. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/50831. Acesso em: 16 jan. 2023. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS – CONARQ (Brasil). Classificação, Temporalidade e destinação de documentos de arquivo relativos às atividades-meio do poder executivo federal. Rio de janeiro: Arquivo Nacional, 2020. ROUSSEAU, Jean-Yves, COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Dom Quixote, 1998. SOUSA, Renato Tarciso Barbosa de. Classificação de documentos arquivísticos: Trajetória de um conceito. Rio de Janeiro. Arquivística.net v.2, n. 2, p 120-142, ago./dez. 2006. http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/948/2/ARTIGO_ClassificacaoDocumentoArquivistico .pdf. SOUSA, Renato Tarciso Barbosa de. Alguns apontamentos sobre a classificação de documentos de arquivo. Brazilian Journal of Information Science, v. 8 No 1/2, n. 1/2, 2014. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/14449 NOME DO COMPONENTE ÉTICA NA ARQUIVOLOGIA

Código: Novo

Créditos: 02

Carga Horária Total: 30h

Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 30h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Ética, moral e deontologia. Códigos de ética da pessoa arquivista. Direitos Humanos e garantias da dignidade, igualdade, equidade e inclusão da pessoa com deficiência. Políticas ambientais, sustentabilidade e racionalização de recursos em Arquivologia. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Código de Ética dos Arquivistas. China, 1996. Disponível em: https://aaerj.org.br/a-profissao/codigo-de-etica/. BRASIL. Lei 13.146 de 6 julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20152018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em 5 de outubro de 2025. DUPAS, Gilberto. Ética e poder na sociedade da informação: de como a autonomia das novas tecnologias obriga a rever o mito do progresso. 3. ed. São Paulo: UNESP, 2011. Bibliografia Complementar CUNHA, Miriam Vieira da; CRIVELLARI, Helena Maria Tarchi. O mundo do trabalho na sociedade do conhecimento e os paradoxos das profissões da informação. In: VALENTIM, Marta Ligia Pomim (org.). Atuação profissional na área de informação. São Paulo: Polis, 2006. p. 39-54. Disponível em: https://abecin.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Atuacao-profissional.pdf. GRANGE, D. O valor da diversidade: uma introdução às associações profissionais no mundo. Acervo - Revista do Arquivo Nacional, v. 27, n. 2, p. 118-134, 2014. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/41105. Acesso em: 16 jan. 2023. SILVA, Andrieli Pachú da; BARROS, Thiago Henrique Bragato; MORAES, João Batista Ernesto de. O discurso da Imparcialidade em códigos de ética do arquivista. Ágora, Florianópolis, v. 28, n. 57, p. 213-226, 2018. Disponível em: https://agora.emnuvens.com.br/ra/article/view/732/pdf. SILVA, Adrieli Pachú da. Códigos de ética profissional do arquivista: contribuições da crítica diplomática para caracterização de uma espécie documental. 2021. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) –Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita filho, São Paulo,

2021. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/204289. TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2012. TYBUSCH, Jerônimo Siqueira; TYBUSCH, Francielle Benini Agne. Sustentabilidade informacional ambiental: tecnologias em rede para construção da cidadania ecológica. Publica Direito, Santa Maria, v. 1, n. 1, p.1-24, jan. 2011. Disponível em: http://www.publicadireito.com.br/artigos/?cod=09d90af096ee93aa NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ACERVOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 20h

Carga Horária Prática: 40h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Protocolo técnico para acervos. Equipamentos e materiais empregados em conservação e restauração. Critérios para a escolha de técnicas e de materiais para conservação de acervos. Fatores internos de degradação do suporte papel. Higienização. Técnicas de Intervenções em Pequenos Reparos. Tratamento de conservação e restauro em acervos. Técnicas de encadernação e costura. Acondicionamento para documentos. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BRITO, Fernanda. Confecção de embalagens para acondicionamento de documentos: Noções de preservação de acervos em papel. São Paulo: Arq-SP, 2015. CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado/ imprensa oficial, 2000. CASTRO, Aloisio Arnaldo Nunes de. Trajetória histórica da conservação-restauração de acervos em papel no Brasil. Rio de Janeiro: Funalfa/editora UFJF, 2012. Bibliografia Complementar BECK , Ingrid. Desinfestação de coleções usando anóxia. Boletim Eletrônico da ABRACOR, n.1, p.10-13, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 07 mar. 2012 MUSTARDO, Peter; KENNEDY, Nora. Preservação de fotografias: métodos básicas para salvaguardar suas coleções. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001. SCHAEFER, S. Desinfestação com métodos alternativos, atóxicos e manejo integrado de pragas (MIP) em Museus, Arquivos, e Acervos & armazenamento de objetos em atmosfera modificada. São Paulo: ABER, 2008. 19 p. Disponível em: http://www.aber.org.br/pdfs/artigo_Anoxia_ABER.pdf Acesso em: 17 fev. 2012. SILVA, Rubens Ribeiro Gonçalves (Org). Preservação documental: uma mensagem para o futuro. Salvador: UFBA, 2012. VAILLANT CALLOL, Milagros. Biodeterioração do patrimônio histórico documental : alternativas para sua erradicação e controle. Rio de Janeiro: Mast/FCRB, 2013. NOME DO COMPONENTE DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA

Código: Novo

Créditos: 06

Carga Horária Total: 90h

Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 50h Prática: 40h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Fundamentos teórico e metodológico da descrição arquivística, conceitos e princípios. Entidades da descrição arquivística. A descrição e o processo de normatização. Normas internacionais e nacionais. Descrição arquivística no ambiente digital. Formato de intercâmbio de dados e software de descrição. Modelo conceitual. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (Brasil). NOBRADE: Norma Brasileira de Descrição Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006. Disponível em: https://www.gov.br/conarq/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/nobrade.pdf. LLANES PADRÓN, Dunia. La descripción archivística en los tiempos posmodernos: conceptos, principios y normas. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016. Disponível em: https://www.marilia.unesp.br/Home/Publicacoes/la-description_ebook.pdf. LOPEZ, André Porto Ancona. Como descrever documentos de arquivo: elaboração de instrumentos de pesquisa. São Paulo: Arquivo do Estado; Imprensa Oficial do Estado, 2002. 60 p. (Projeto como fazer, 6). Disponível em: https://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf6.pdf. Bibliografia Complementar BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4. ed. São Paulo: FGV, 2009 CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. ISAD(G): norma internacional de descrição arquivística. 2.ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2000. Disponível em: http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/publicacoes_textos/isad_g_2001.pdf. INTERNATIONAL COUNCIL ON ARCHIVES - ICA. ISAAR(CPF). Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2004. Disponível em: http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/publicacoes_textos/isaar_cpf.pdf. INTERNATIONAL COUNCIL ON ARCHIVES - ICA. ISDF. Norma Internacional para descrição de funções. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008. Disponível em: https://www.gov.br/conarq/ptbr/centrais-de-conteudo/publicacoes/ISDF.pdf. INTERNATIONAL COUNCIL ON ARCHIVES - ICA. ISDIAH. Norma Internacional para descrição de instituições com acervo arquivístico. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2009. Disponível em: https://www.academia.org.br/sites/default/files/conteudo/norma_internacional_para_descric ao_de_instituicoes_com_acervo_arquivistico.pdf

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Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

SISTEMAS DE GESTÃO DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS E DIGITAIS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 40h Prática: 20h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Documentos e informação digital nas organizações. Ambiente de gestão de documentos digitais. Padrões, metadados e formatos de documentos digitais. Gestão de documentos eletrônico e digitais. Sistemas e fluxos informacionais. Sistemas de negócios. Normas e modelos de requisitos. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CRUZ, T. WORKFLOW II: A tecnologia que revolucionou processos. Rio de Janeiro: E-papers, 2009. LUZ, Charlley. Arquivologia 2.0: a informação humana digital: excertos de um arquivista 2.0 no mundo digital. Florianópolis, 2010. RONDINELLI, Rosely Curi. O documento arquivístico ante a realidade digital: uma revisão conceitual necessária. Rio de Janeiro: FGV, 2013. Bibliografia Complementar MELO, I. F.; LUZ, C. D. S. A aderência de sistemas informatizados de gestão arquivística ao e-arq brasil: verificação de requisitos mínimos e obrigatórios. Acervo - Revista do Arquivo Nacional, v. 35, n. 1, p. 1-15, 2022. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/169336. Acesso em: 16 jan. 2023. FLORES, D.; ROCCO, B. C. B.; SANTOS, H. M. D. Cadeia de custódia para documentos arquivísticos digitais. Acervo - Revista do Arquivo Nacional, v. 29, n. 2, p. 117-132, 2016. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/40511. Acesso em: 16 jan. 2023. SCHWAITZER, Lenora de Beaurepaire da Silva. Autenticidade do documento arquivístico digital: desafio tecnológico ou de observância de princípios arquivísticos? CONGRESSO NACIONAL DE ARQUIVOLOGIA - CNA, 8., 2018, João Pessoa. Anais eletrônicos...Revista Analisando em Ciência da Informação - RACIn, João Pessoa, v. 6, n. especial, p. 354-374, out. 2018. Disponível em: http://arquivologiauepb.com.br/racin/edicoes/v6_nesp/racin_v6_nesp_TA_GT04_0354-

0374.pdf. ROCHA, C. L.; RONDINELLI, R. C. Gestão e preservação de documentos arquivísticos digitais: revisitando alguns dos conceitos que as precedem. Acervo - Revista do Arquivo Nacional, v. 29, n. 2, p. 61-73, 2016. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/41722. Acesso em: 16 jan. 2023. SANTOS, V. B.; INNARELLI, H. C.; SOUSA, R. T. B. Arquivística: temas contemporâneos :classificação, preservação digital, gestão do conhecimento. Brasília, DF: Ed. SENAC, 2008.

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Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

PROJETOS TÉCNICOS ARQUIVÍSTICOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 15h

EMENTA Gestão de projetos: metodologias e padrões. Análise e gerenciamento de riscos em projetos arquivísticos. Elaboração de diagnósticos, projetos e relatórios técnicos arquivísticos. Redação oficial. Redação técnica. Ferramentas e plataformas digitais de gerenciamento de tarefas, projetos e colaboração. Desenvolvimento de ação extensionista em articulação com instituições públicas e privadas e à proposta de elaboração de produtos e serviços arquivísticos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather. Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: UFMG, 2016. GIDO, Jack, CLEMENTS, James P. Gestão de projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2014. LEITE, Pedro Sisnando. A prática de elaboração de relatórios. 2. ed. Fortaleza: BNB. 1985. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREITAS, Luziana Lourenço Moreira; PAULO, Francisca das Chagas Rodrigues. Relato de experiência: o uso de projetos na implantação do Centro de Documentação do Banco do Nordeste-CDBNB. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, v. 3, n. 2, 2013. GARCIA, Vanessa Mesquita Blas. Guia PMBOK e as modificações da 7 ed. Revista Inovação, Projetos e Tecnologias, v. 10, n. 1, p. 123-125, 2022. GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017. LOPES, Luis Carlos. C. A nova arquivística na modernização administrativa. Rio de Janeiro:

Papéis e Sistemas, 2000. SILVA, Raionny Fernandes Carvalho da; CARVALHO, Heloise Rosa Fernandes de; ARAÚJO, Eliany Alvarenga de. A gestão do conhecimento para melhoria do gerenciamento de projetos. Revista Eletrônica de Ciências Sociais Aplicadas. ISSN 2176-5766, v. 4, n. 1, p. 95-104, 2016. SOLEDADE, Pablo; DUARTE, Zeny. Digitalização de documentos, direitos digitais e garantia de projetos de qualidade: modelo de produtividade para arquivos, bibliotecas e museus. In: Encontro Ibérico EDICIC, 9. Barcelona. 2019. NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO NOS ARQUIVOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Princípios teóricos de conservação e preservação. Noções básicas sobre controle dos agentes físicos, químicos e biológicos. O tratamento dos acervos à luz da teoria arquivística. Planos de segurança e de administração de emergência. Políticas de preservação. Elaboração de projetos de conservação preventiva. Uso dos EPI’s. Doenças ocupacionais. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BRITO, Fernanda. Confecção de embalagens para acondicionamento de documentos: Noções de preservação de acervos em papel. São Paulo: Arq-SP, 2015. CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado/ imprensa oficial, 2000. CASTRO, Aloisio Arnaldo Nunes de. Trajetória histórica da conservação-restauração de acervos em papel no Brasil. Rio de Janeiro: Funalfa/editora UFJF, 2012. Bibliografia Complementar BECK , Ingrid. Desinfestação de coleções usando anóxia. Boletim Eletrônico da ABRACOR, n.1, p.10-13, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 07 mar. 2012 MUSTARDO, Peter; KENNEDY, Nora. Preservação de fotografias: métodos básicas para salvaguardar suas coleções. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001. SCHAEFER, S. Desinfestação com métodos alternativos, atóxicos e manejo integrado de pragas (MIP) em Museus, Arquivos e Acervos & armazenamento de objetos em atmosfera modificada. São Paulo: ABER, 2008. 19 p. Disponível em:

http://www.aber.org.br/pdfs/artigo_Anoxia_ABER.pdf Acesso em: 17 fev. 2012. SILVA, Rubens Ribeiro Gonçalves (Org). Preservação documental: uma mensagem para o futuro. Salvador: UFBA, 2012. VAILLANT CALLOL, Milagros. Biodeterioração do patrimônio histórico documental : alternativas para sua erradicação e controle. Rio de Janeiro: Mast/FCRB, 2013. NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUIVOS PESSOAIS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Arquivos Pessoais. Arquivos pessoais e familiares. As funções arquivísticas nos arquivos Pessoais analógicos e digitais. Os arquivos pessoais como Patrimônio Documental. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ABREU, Jorge Phelipe Lira. Arquivos pessoais e teoria arquivística: considerações a partir da trajetória do conceito de arquivo. In: CAMPOS, José Francisco Guelfi (Org). Arquivos privados: abordagens plurais. São Paulo: Associação de arquivistas de São Paulo, 2016. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/download/138693. ARTIÈRES, Philippe. Arquivar a própria vida. Revista Estudos Históricos, 21. Rio de Janeiro: FGV/CPDOC, 1998. Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2061. TRAVANCAS, Isabel; ROUCHOU, Joëlle; HEYMANN, Luciana Quillet. Arquivos pessoais: reflexões multidisciplinares e experiências de pesquisa. Rio de Janeiro: Editora FGV: FAPERJ, 2013. Bibliografia Complementar BELLOTTO, H. L. Reconsiderando os arquivos pessoais. Ponto de Acesso, v. 8, n. 1, p. 101-109,

2014. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/81477. Acesso em: 16 jan. 2023. CAMPOS, J. F. G. Arquivos pessoais, acesso e memória: questões em pauta. Informação & Informação, v. 18, n. 2, p. 150-167, 2013. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/33735. Acesso em: 16 jan. 2023. DUARTE, Renato Crivelli. Arquivos pessoais: institucionalizações e trajetórias Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Filosofia e Ciências, 2018. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/153526/duarte_rc_dr_mar.pdf?sequenc e=3&isAllowed=y.

HOBBS, Catherine. O caráter dos arquivos pessoais: reflexões sobre o valor dos documentos de indivíduos. In: HEYMANN, Luciana; NEDEL, Letícia (Orgs.). Pensar os Arquivos: uma antologia. Rio de Janeiro: FGV, 2018. MCKEMMISH, Sue. Provas de mim...In: HEYMANN, Luciana; NEDEL, Letícia (Orgs.). Pensar os Arquivos: uma antologia. Rio de Janeiro: FGV, 2018 NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Crédito: 04

Carga Horária Total: 60h

PRESERVAÇÃO E CURADORIA DIGITAL Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão:0h

EMENTA Preservação de documentos arquivísticos digitais. Modelos e estratégias de preservação digital. Curadoria digital: conceitos e ciclo de vida dos objetos digitais e o contínuo dos documentos arquivísticos. Cadeia de Custódia e de preservação. Criptografia. Principais algoritmos para assinaturas digitais. Repositórios arquivísticos digitais confiáveis. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ABBOT, D. What is digital curation? Digital Curation Centre, 2008. Disponível em https://www.dcc.ac.uk/guidance/briefing-papers/introduction-curation/what-digital-curation. FERREIRA, M. Introdução à Preservação digital: Conceitos, estratégias e actuais consensos. Guimarães: Escola de Engenharia da Universidade do Minho, 2006. 85p. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/5820/1/livro.pdf HIGGINS, Sarah. The DCC Curation Lifecycle Model. International Journal of Digital Curation, v. 3, n. 1, p. 134–140, 2 dez. 2008. Disponível em: http://www.ijdc.net/article/view/69 Bibliografia Complementar ALVES, Rachel Cristina Vesu. Metadados e padrões de metadados para preservação digital no domínio arquivístico. In: XVII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação. 2016. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/192012. LUZ, Charlley. Curadoria digital, custódia arquivística e preservação digital: apontamentos de suas relações. In: VII Congresso Internacional em Tecnologia e Organização da Informação. 2021. ROTHENBERG, Jeff. Garantindo a longevidade da informação digital. Jornal Internacional de Informação Legal, v. 26, n. 1-3, pág. 1-22, 1998. Disponível em: https://www.clir.org/wpcontent/uploads/sites/6/ensuring.pdf

SAYÃO, L. F.., SALES, L. F. Curadoria digital: um novo patamar para preservação de dados digitais de pesquisa. Inf.Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.3, p. 179-191, set./dez. 2012. Disponível em: lt.,https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/view/12224,. Acesso em: 04 out. 2016. SILVA, Faysa de Maria Oliveira; SIEBRA, Sandra de Alburqueque. Desmaterializando o documento: contribuições da diplomática para a curadoria digital de documentos arquivísticos digitais. Archeion Online; v. 6, n. 2 (2019); p. 23-44, v. 24, n. 2, 2019.

5.11.2 Ementas Conteúdos Complementares Obrigatórios NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA História e natureza do trabalho científico. Estrutura dos diversos tipos de trabalhos científicos. Etapas da pesquisa bibliográfica. Leitura e análise de textos científicos. Normalização e Elaboração de trabalhos técnicos e científicos conforme as principais estruturas das normas nacionais. Principais órgãos de normatização nacional e internacional. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de Metodologia Científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2007. 300p. ISBN: 97885224390 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e documentação Citações em documentos - Apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10719: Informação e documentação Relatório técnico e/ou científico - Apresentação. Rio de Janeiro, 2015. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2011. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287: informação e documentação Projeto de pesquisa - Apresentação. Rio de Janeiro, 2011. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: - Informação e documentação - Artigo em publicação periódica científica impressa - Apresentação. Rio de Janeiro, 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e documentação Numeração progressiva das seções de um documento escrito - Apresentação. Rio de Janeiro, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: - Informação e documentação Sumário - Apresentação. Rio de Janeiro, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Informação e documentação Resumos, resenha e recensão - Apresentação. Rio de Janeiro, 2021. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6029: Informação e documentação Livros e folhetos - Apresentação. Rio de Janeiro, 2006. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro, 1993. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011, 2012. 200 p. ISBN: 9788522451425 MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:projeto de pesquisa, pesquisa bibliográfica, teses de doutorado, dissertações de mestrado, trabalho de conclusão de curso. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017. 239 p. ISBN: 9788597010664. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Maria Cecília Maringoni de. Construindo o saber:metodologia científica fundamentos e técnicas. 24.ed. Campinas, SP: Papirus, 2013. 224p. ISBN: 9788530809119. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed.. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2014. 162 p. ISBN: 8576050471, 9788576050476. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 24.ed. São Paulo: Cortez,

2016. 319 p. ISBN: 9788524924484.

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Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA As organizações como sistema. Sistemas administrativos: análise e planejamento, da abordagem clássica às tendências administrativas contemporâneas. Técnicas e instrumentos de análise de fluxos e de processos organizacionais. Softwares de Mapeamento de Processos. Avaliação de sistemas. Interface entre trabalho do analista de organização e métodos. Estruturas organizacionais. Normalização e Elaboração de Normas e Manuais. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BALLESTERO-ALVAREZ, M. E. Manual de Organização Sistemas e Métodos: abordagem teoria e prática da engenharia da informação. São Paulo: Editora Atlas, 2006. CRUZ, T. Processos Organizacionais e Métodos. BPM & tecnologias da informação. São Paulo: Editora Atlas, 2021. CURY, Antônio. Organização e métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2017. Bibliografia Complementar D’ASCENSÃO, L. C. Organização, Sistemas e Métodos: análise, redesenho e informatização de processos administrativos. São Paulo: Editora Atlas, 2001. CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização & Métodos. São Paulo: Atlas, 2002. EDMONDSON, A. C. A organização sem medo: Criando segurança psicológica no local de trabalho para aprendizado, inovação e crescimento. Alta Books Editora, 2020. OLIVEIRA, D. P. R. Sistemas, Organização e Métodos: uma abordagem gerencial. São Paulo: Editora Atlas, 2013. SENGE, P. A Quinta Disciplina: a arte e a prática da organização. Bestseller Editora, 2004.

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Código: 1408134

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

PALEOGRAFIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de História Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA A paleografia no campo do conhecimento histórico. As técnicas da documentação antiga. A escrita na sociedade.

REFERENCIAS Bibliografia Básica ARQUIVO NACIONAL. Normas técnicas para transcrição e edição de documentos manuscritos. Rio de Janeiro, 1993. BERWANGER, Ana Regina. Noções de Paleografia e Diplomática. 5ed. Santa Maria: UFSM, 2012. FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: Manuscritos dos séculos XVI ao XIX. 3 ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008. Bibliografia Complementar HORCADES, C. A evolução da escrita história ilustrada. Rio de Janeiro: SENAC, 2007. MELLO, D. M.; KRÜGER, A. C. Análise das características paleográficas de manuscritos do vicerei para a câmara municipal da ilha de santa catarina (1781 – 1789). Ágora, v. 27, n. 54, p. 254280, 2017. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/12690. Acesso em: 16 jan. 2023. PINSKY, Carla Bassanezi (organizador). Fontes históricas. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006. Samara, Eni.. Paleografia e fontes do período colonial brasileiro. . FFLCH/USP. 200 SILVA, J. E.; CAVALHEIRO, S. M.; KRÜGER, A. C. Prática e análise paleográfica: manuscritos da colónia de Blumenau. Ágora, v. 30, n. 60, p. 235-245, 2020. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/129714. Acesso em: 16 jan. 2023.

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Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

EMPREENDEDORISMO EM ARQUIVOLOGIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 30h Prática: 0h EAD:0h Extensão: 30h EMENTA Conceitos e tendências do empreendedorismo. Plano de negócios em arquivos. Consultoria arquivística e estratégias de marketing nos arquivos. Produtos e serviços arquivísticos. Desenvolvimento de ação extensionista em articulação com instituições voltada às ações empreendedoras e à elaboração de produtos e serviços arquivísticos técnico-orientativos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo transformando ideias em negócios. São Paulo. Empreende/Atlas 2017. RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Empreendedorismo: dicas e planos de negócios para o século XXI [recurso eletrônico]. Curitiba: Intersaberes, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AVENI, Alessandro. Empreendedorismo Social. UEG – UnU Luziânia, 2010. BOHNENBERGER, M. C.; SCHMIDT, S. Perfil empreendedor e desempenho organizacional. RAC, Curitiba, v. 13, n. 3, art. 6, p. 450-467, jul./ago. 2009. Carlos Alberto Debastiani, Felipe Augusto Russo. Avaliando Empresas, Investindo em Ações. Novatec, 2008. DRUCKER, Peter. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Pioneira, 2008. GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. São Paulo: Atlas, 2008..

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Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DIGITAIS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 40h Prática: 20h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Tecnologias digitais da informação e comunicação: histórico e conceitos. Software e Hardware. Introdução aos sistemas e redes de computadores e comunicação de dados. Formatos de Arquivos digitais, serviços de Internet/web. Princípios básicos de metadados. Sistemas de Recuperação. Introdução aos repositórios. Tecnologias para acessibilidade. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais. 11. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2014. O'BRIEN, James A.; MOREIRA, Célio Knipel; MOREIRA, Cid Knipel. Sistemas

de informação

e as decisões gerenciais na era da internet. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. PINOCHET, Luis Hernan Contreras. Tecnologia da informação e comunicação. Rio de Janeiro: Elsevier Brasil, 2014. Bibliografia Complementar BAIOCCO, Elton; ARENHART, Sérgio Cruz. Processo eletrônico e sistema processual: O processo Civil na Sociedade da Informação. 2 ed. Curitiba: Juruá Editora, 2016. BRASIL. Lei 13.146 de 6 julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20152018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em 5 de outubro de 2025. CARVALHO, Fábio Câmara Araújo de; IVANOFF, Gregorio Bittar. Tecnologias que educam: ensinar e aprender com as tecnologias de informação e comunicação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. OLIVEIRA, Fátima Bayma de (Org.). Tecnologia da informação e da comunicação: a busca de uma visão ampla e estruturada. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. STAIR, Ralph M.; REYNOLDS, George W. Princípios de Sistemas de Informação. 9 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. TANENBAUM, Andrew S.; TODD, Austin; VIEIRA, Daniel Organização estruturada de computadores. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2013 NOME DO COMPONENTE

Código: 1408131

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de História Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA A importância do estudo da história para a compreensão da realidade. Categorias fundamentais e evolução histórica. A problemática da pesquisa histórica. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BLOCH, Marc Leopoldo Benjamin. Apologia da historia ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. 159p. ISBN: 8571106096. BORGES, Vavy Pacheco. O que é história. 2.ed. ; 12.reimpr. São Paulo: Brasiliense, 2013. 87p. (Coleção Primeiros Passos, 17) ISBN: 8511010173.

BRAUDEL, Fernand. Escritos da história. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 2014. 289p. BRAUDEL, Fernand. História e ciências sociais. 5.ed. Lisboa: Presença, 1986. 145p. BURKE, Peter. A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: UNESP, 2011. 363p. ISBN: 9788539300952. BURKE, Peter. O que é história cultural?. 2.ed. revista e ampliada. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. 208 p. ISBN: 9788571108387. GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, 1989. 281 p. Bibliografia Complementar BURKE, Peter. A escola dos annales 1929-1989:a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1991. 154p. ISBN: 8571390134. CARDOSO, Ciro Flamarion S; BRIGNOLI, Hector Perez. Os métodos da história: introdução aos problemas, métodos e técnicas da história demográfica, econômica e social. 3.ed. Rio de Janeiro: Graal, 1983. 528p. (Biblioteca de História n.5) ISBN: 8474230339. CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 387p. ISBN: 9788535243819. CARR, Edward Hallet. Que é história. São Paulo: Paz e Terra, 1996. 189p. ISBN: 8521901712. HOBSBAWM, Eric J. Sobre história: ensaios. 2.ed. São Paulo: Companhia da Letras, 2006. 336p. ISBN: 8571647720. PINSKY, Carla Bassanezi (organizador). Fontes históricas. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006. 302 p. ISBN: 8572442979.

NOME DO COMPONENTE EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO E CIENTÍFICO I

Código: 1402125

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Filosofia Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Evolução do Pensamento Filosófico e Científico. O conhecimento filosófico e o conhecimento científico. Visão histórica das grandes correntes filosóficas e do relacionamento filosofiaciência. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica GRANGER, Gilles-Gaston. A ciência e as ciências. Editora da Unesp. 1994. HEGENBERG, L. Saber de e saber que: alicerces da racionalidade. Editora Vozes. 2001. STEGMÜLLER, W. A Filosofia contemporânea: introdução crítica. Volume 2. EPU. 1977. Bibliografia Complementar FEYERABEND, Paul. Contra o método. Tradução de César Mortari. São Paulo: UNESP, 2011. GRANGER, Gilles-Gaston; FERREIRA, Roberto Leal. A Ciência e as Ciências. São Paulo: UNESP, c1994. 122p. KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. Tradução de Beatriz Boeira e Nelson Boeira. São Paulo: Perspectiva, 2013. POPPER, Karl. Conjecturas e refutações. Brasília: UnB, 1982. HORGAN, J. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. . Companhia das Letras. 1998.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE BANCO DE DADOS Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Aspectos Históricos dos Banco de dados. Planejamento, implementação e avaliação de Banco de dados. Linguagem SQL. Processo de Análise de Dados. Big Data. Data Mining.

Plataformização, Dataficação e Algoritmos. Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados. Bases de Dados no contexto nacional e internacional. Segurança da Informação. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BEZERRA, Eduardo; PASSOS, Emanuel; GOLDSCHMIDT, Ronaldo. Data Mining: Conceitos, Técnicas, Algoritmos, Orientações e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus. 2015. ELMASRI, Ramez et al. Sistemas de banco de dados.7. ed. São Paulo: Pearson 2018 SETZER, Valdemar Waingort; DA SILVA, Flávio Soares Corrêa. Bancos de dados: aprenda o que são, melhore seu conhecimento, construa os seus. Edgard Blücher, 2005.

Bibliografia Complementar COSTA, Eliandro dos Santos; CORDENONSI, Andre Zanki; FLORES, Daniel. A ANÁLISE CONTEXTUAL DE TAREFAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ARQUIVÍSTICOS INFORMATIZADOS. PontodeAcesso, v. 2, n. 2, p. 113-126, 2008. FERNAL, Alexandre; MADIO, Telma Campanha de Carvalho; MIRANDA, Gustavo Menon. BlockChain e Objetos digitais como patrimônio digital cultural na contemporaneidade no contexto Arquivístico. In: MEMORIAS DEL XIII CONGRESO DE ARCHIVOLOGÍA DEL MERCOSUR 21-25 de octubre de 2019. Montevideo-Uruguay. p. 742. GOMES, Carlos Alexandre; ARAUJO, Nelma Camêlo. DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA: a construção de um sistema de banco de dados para recuperação da informação. Archeion Online, p. 45-64. MADEIRO, Andre França; DIAS, Guilherme Ataíde. Arquivista de dados: análise do perfil profissional em sites de bancos internacionais de trabalho. ÁGORA: Arquivologia em debate, v. 30, n. 61, p. 649-664, 2020. MACHADO, Felipe Nery Rodrigues; DE ABREU, Mauricio Pereira. 17 ed. Projeto de banco de dados: uma visão prática. São Paulo: Saraiva Educação SA, 2012.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1501175

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Direito Público Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Introdução ao estudo do direito. Direito constitucional. Direito administrativo. A relação entre o direito público e o direito privado.

REFERÊNCIAS Bibliografia Básica GRILLO, Marcelo Gomes Franco. Instituições de direito público e privado. São Paulo: Atlas,

2020. 252p. (disponível no minha biblioteca) DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 35. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2022. 1120p. (disponível no minha biblioteca) MENDES, Gilmar Ferreira; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de direito constitucional (Série IDP. Linha doutrina). São Paulo: Saraiva Jur, 2022. 1053p. (disponível no minha biblioteca) Bibliografia Complementar JUSTEN FILHO, Marçal. Introdução ao Estudo do Direito. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2021. 385 p. (disponível no minha biblioteca) MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. 37. ed. São Paulo: Atlas, 2021. 1043p. (disponível na minha biblioteca) NOHARA, Irene Patrícia. Direito administrativo. 11. ed. Barueri: Atlas, 2022. 844 p. (disponível na minha biblioteca)

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Aspectos históricos e epistemológicos da Ciência da Informação. As dimensões tecnológica, cognitiva e social da informação. A questão da inter, multi e transdisciplinaridade na pesquisa em Ciência da informação. Institucionalização da Ciência da Informação no Brasil.

REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Ciência da Informação. São Paulo: Briquet de Lemos, 2014. BARRETO, Aldo de Albuquerque. Uma história da ciência da informação. In. TOUTAIN, Lídia Maria Batista Brandão (Org.). Para entender a ciência da informação. Salvador: Edufba, 2007. p. 13-34. Disponível em:

https://repositorio.ufba.br/bitstream/ufba/145/1/Para%20entender%20a%20ciencia%20da%2 0informacao.pdf. LE COADIC, Yves Francois. A ciência da informação. 2. ed. rev. atual. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2004. Bibliografia Complementar ALVARES, L. M. A. R.; ARAÚJO JÚNIOR, R. H. Marcos históricos da ciência da informação: breve cronologia dos pioneiros, das obras clássicas e dos eventos fundamentais. Transinformação, v. 22, n. 3, p. 195-205, 2010. DOI: 10.1590/S0103-37862010000300001 Acesso em: 16 jan. 2023. FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e ciência da informação. Rio de Janeiro: FGV, 2005 MARQUES, A. A. C. Os lugares da arquivologia no campo da informação. Ciência da Informação, v. 42, n. 1, 2013. DOI: 10.18225/ci.inf..v42i1.1397 Acesso em: 16 jan. 2023. ROBREDO, Jaime. Da ciência da informação revisitada aos sistemas humanos de informação. Brasília, DF: Thesaurus Editora: SSRR Informações Consultoria e Projetos Ltda., 2003. SILVA, T. J.; FREIRE, I. M. Historiografia e epistemologia no campo da ciência da informação: um olhar sobre a literatura brasileira. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia, v. 13, n. 1, 2018. DOI: 10.22478/ufpb.1981-0695.2018v13n1.39995 Acesso em: 16 jan. 2023 NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

PESQUISA APLICADA À ARQUIVOLOGIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 15h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Abordagens teórico-metodológicas das ciências sociais e Humanas. Tipos de fontes bibliográficas. Apresentação e buscas nas principais bases de dados. Tipos de Revisões de literatura. Análise e leitura para definição das referências. Apresentação dos dados da revisão. Plágio. Tipos de plágio. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica AQUINO, Ítalo de Souza. Como escrever artigos científicos. São Paulo: Saraiva, 2010. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. JARDIM, J. M. A Pesquisa em Arquivologia: um Cenário em Construção. In: VALENTIM, M. L. P., ed. Estudos avançados em Arquivologia [online]. Marília: Oficina Universitária; São Paulo:

Cultura Acadêmica, 2012, pp. 135- 153. Disponível em: https://doi.org/10.36311/2012.978-857983-266-6. Bibliografia Complementar CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas sociais. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARQUES, A. A. C. Os arquivos e a arquivologia nas pesquisas dos programas de pós-graduação stricto sensu brasileiros (1972-2015). Acervo - Revista do Arquivo Nacional, v. 31, n. 3, p. 15-30,

2018. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/107066. Acesso em: 16 jan. 2023. PEREIRA, Júlio Cesar R. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as ciências da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo: EDUSP: FAPESP, 2001. VALENTIM, M. L. P. Métodos qualitativos de pesquisa em Ciência da Informação. São Paulo: Polis, 2005

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

SEMINÁRIOS TEMÁTICOS NA ARQUIVOLOGIA Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 20h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Pesquisa científica em Arquivologia. Temas centrais da Arquivologia. Tipos de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Elaboração do projeto de TCC. Definição de orientação de TCC. Apresentação do projeto. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica AQUINO, Ítalo de Souza. Como escrever artigos científicos. São Paulo: Saraiva, 2010. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. JARDIM, J. M. A Pesquisa em Arquivologia: um Cenário em Construção. In: VALENTIM, M. L. P., ed. Estudos avançados em Arquivologia [online]. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012, pp. 135- 153. Disponível em: https://doi.org/10.36311/2012.978-857983-266-6.

Bibliografia Complementar BELLOTTO, H. L. A terminologia das áreas do saber e do fazer: o caso da arquivística. Acervo Revista do Arquivo Nacional, v. 20, n. 1/2, p. 47-56. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/43962. Acesso em: 16 jan. 2023. CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas sociais. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARQUES, A. A. C. Os arquivos e a arquivologia nas pesquisas dos programas de pós-graduação stricto sensu brasileiros (1972-2015). Acervo - Revista do Arquivo Nacional, v. 31, n. 3, p. 15-30,

2018. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/107066. Acesso em: 16 jan. 2023. PEREIRA, Júlio Cesar R. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as ciências da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo: EDUSP: FAPESP, 2001 5.11.3 Ementas Conteúdos Obrigatórios de Extensão

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO PREVENTIVA (UCE) Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 0h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 60h EMENTA Higienização mecânica. Desencadernação, desmontagem e encadernação de livros e documentos. Tratamento químico aquoso: desacidificação. Reconstituição do suporte de livros e documentos. Planificação, laminação e montagem de livros e documentos. Tipos de acondicionamento primário, secundário e terciário. Técnicas e materiais adequados para invólucros, caixas e envelopes. Moldes de caixas para guarda permanente. Encadernação. Desenvolvimento de ação extensionista voltada à preservação e conservação preventiva junto aos acervos arquivísticos de instituições públicas e privadas, com proposta de elaboração de produto técnico-orientativo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRITO, Fernanda. Confecção de embalagens para acondicionamento de documentos: Noções de preservação de acervos em papel. São Paulo: Arq-SP, 2015.

BRITO, Luciana Souza de et al. A conservação dos documentos de arquivo: a atuação de autoadesivos nos documentos textuais em suporte papel. Transformação, Campinas, v. 28, n. 3, p. 297-307, set./dez., 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/tinf/v28n3/0103-3786tinf-28-03-00297.pdf. Acesso em: 22 maio 2020. LUCCAS, Lucy. Conservar para não restaurar: Uma proposta para preservação de documentos em bibliotecas. Brasília: Thesaurus, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado/ imprensa oficial, 2000. GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017. GOMES, Gláucia; NOGUEIRA, Isabel; ABRUNHOSA, J. J. Técnicas modernas de Preservação & recuperação de acervos bibliográficos. Nova Friburgo: Êxito Brasil, 2006. SILVA, Edith Maria da. Conservação e restauração de livros e documentos. Cadernos FUNDAP: São Paulo, ano 4, n.8, 1984. SILVA, Rubens Ribeiro Gonçalves (org). Preservação documental: uma mensagem para o futuro. Salvador: UFBA, 2012. VAILLANT CALLOL, Milagros. Biodeterioração do patrimônio histórico documental: alternativas para sua erradicação e controle. Rio de Janeiro: Mast/FCRB, 2013.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS CIENTÍFICOS EM ARQUIVOLOGIA (UCE) Tipo de Componente: Disciplina (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 0h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 60h EMENTA Planejamento, organização, coordenação e controle de eventos arquivísticos: locais, regionais, nacionais e internacionais com foco na produção acadêmica, científica e cultural da área de Arquivologia. Logística e execução de eventos. Registro e ampla divulgação como produto técnico do evento produzido.

5.11.4 Ementas Conteúdos Complementares Flexíveis NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUIVOLOGIA I Tipo de Componente: Componente curricular flexível (Obrigatório) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária Extensã o: 0h

EMENTA A ser definida por resolução interna do curso.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUIVOLOGIA II

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Componente curricular flexível (Obrigatório) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensã o: 0h

EMENTA A ser definida por resolução interna do curso.

5.11.5 Ementas Atividades Obrigatórias de Orientação Individual NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 12

Carga Horária Total: 180h

ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Tipo de Componente: Atividade Individual (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 0h Prática: 180h EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Práxis supervisionadas desenvolvidas em Arquivos correntes e intermediários, objetivando o desenvolvimento de habilidades das técnicas arquivísticas ancoradas nos conhecimentos

teóricos adquiridos durante o curso. Vivenciar a realidade profissional, visando o aperfeiçoamento técnico-científico e pedagógico da formação arquivística. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica Brasil. Ministério da Educação. Lei nº. 11.788 de 25 de setembro de 2008 .Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no5.452, de 1ode maio de 1943, e a Lei no9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis no6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o

parágrafo único do art. 82 da Lei no9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6oda Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS – CONARQ (Brasil). Modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos: e-ARQ Brasil. 2020. Disponível em: https://www.gov.br/conarq/pt-br/assuntos/noticias/conarq-abre-consulta-publica-visando-aatualizacao-do-e-arq-brasil/EARQ_v2_2020_final.pdf. Acesso em 23 out. 2023. RODRIGUES, Ana Célia. Tipologia documental como parâmetro para gestão de documentos de arquivo: um manual para o município de Campo Belo (MG). 2022. Dissertação (Mestrado em História Social) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-25042003181526/publico/tesaAnaCelia.pdf. Acesso em: 20 set. 2023. Bibliografia Complementar BUSTELO RUESTA, Carlota. Série ISO 30300: Sistema de gestão para documentos de arquivo. LISBOA: BAD, 2012. Disponível em: http://www.bad.pt/publicacoes/Serie_ISO_30300.pdf. Acesso em 20 set. 2023. BITTENCOURT, Paola Rodrigues; SILVA, Natasha Hermida Pereira Castro da. Gestão de documentos: notas iniciais. In: MARIZ, Anna Carla Almeida; RANGEL, Thayron Rodrigues (Orgs.). Aquivologia: temas centrais em uma abordagem introdutória. Rio de Janeiro: FGV, 2020, p. 4964. BRASIL. Lei 8.159, de 08 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8159.htm. Acesso em: 12 set. 2021. INDOLFO, A. C. Gestão de documentos: uma renovação epistemológica no universo da arquivologia. Arquivística.net, v. 3, n. 2, 2007. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/50444. Acesso em: 16 jan. 2023. RONDINELLI, Rosely Curi. O documento arquivístico ante a realidade digital: uma revisão conceitual necessária. Rio de janeiro: Editora FGV, 2013.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 08

Carga Horária Total: 120h

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Tipo de Componente: Atividade Individual (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 0h

Carga Horária Prática: 120h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão:0h

EMENTA Práxis supervisionadas desenvolvidas em Arquivos Permanentes, objetivando o desenvolvimento de habilidades das técnicas arquivísticas ancoradas nos conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso. Vivenciar a realidade profissional, visando o aperfeiçoamento técnico-científico e pedagógico da formação arquivística. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BELLOTTO, Heloisa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: FGV ed. Fundação Getúlio Vargas, 2004. Brasil. Ministério da Educação. Lei nº. 11.788 de 25 de setembro de 2008 .Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no5.452, de 1ode maio de 1943, e a Lei no9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis no6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o

parágrafo único do art. 82 da Lei no9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6oda Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. DUCHEIN, M. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Arquivo & Administração, v. 10-14, n. 2, 1986. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/49818. Acesso em: 16 jan. 2023. Bibliografia Complementar EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather. Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: UFMG, 2016. FONTES, Patrício da Silva; NEVES, Dulce Amélia de Brito. Arquivos judiciários :uma proposta de organização do acervo de caráter permanente. João Pessoa: s. n, 2010. 154f. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCSA SANTOS, Vanderlei Batista dos. A arquivística como disciplina científica: princípios, objetivos e objetos. Salvador: 9Bravos, 2015. MARIZ, Anna Carla Almeida. A Informação na Internet: Arquivos Públicos Brasileiros. Rio de Janeiro: FGV, 2012. RODRIGUES, Georgete Medleg; COSTA, Marli Guedes da. Arquivologia: configurações da pesquisa no Brasil: epistemologia, formação, preservação, uso e acesso. Brasília: Ed. UnB, 2012. 268p. NOME DO COMPONENTE

Código: GDCIN0066

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – ARQUIVOLOGIA Tipo de Componente: Atividade Individual (Obrigatória) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso baseado nas normas vigentes do curso de Arquivologia da UFPB, sob a orientação de um professor do Departamento de Ciência da Informação. O tema da pesquisa deverá observar as áreas que orientam a matriz curricular do curso. Comunicação escrita e oral dos resultados da pesquisa perante banca examinadora. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2015. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

metodologia

GIL, Antonio Carlos. Metodologia do ensino superior. São Paulo: Editora Atlas Ltda,.2022 Bibliografia Complementar ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR6023: informação e documentação referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2025. Emenda 1, 2025. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR6028: informação e documentação – resumo, resenha, recensão - apresentação. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2021. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10520: informação e documentação citações em documentos - apresentação. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2023. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos - apresentação. 4.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2024 – versão corrigida, 2025. CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas sociais. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2013

5.11.6 Ementas Conteúdos Complementares Optativos NOME DO COMPONENTE FUNDAMENTOS DA BIBLIOTECONOMIA

Código: 1205006

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Pressupostos históricos, teóricos e sociais da Biblioteconomia. Conceitos, princípios, teorias, leis e abrangência da Biblioteconomia. História da Biblioteconomia no Brasil. A Nova Biblioteconomia e estudos decoloniais. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica: BUTLER, Pierce. Introdução à Ciência da Biblioteconomia. Lidador, 1971. MORAIS, Marilia Winkler de; GRACIOSO, Luciana de Souza. Contribuições de Ranganathan para evidenciação do pensamento decolonial. Revista Múltiplos Olhares em Ciência da Informação. Belo Horizonte. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/moci/article/view/39921/30647. Acesso em: 7 nov. 2022. ORTEGA Y GASSET, José. Missão do bibliotecário. São Paulo: Briquet de Lemos. 2006. PRADO, Jorge do. Ideias emergentes em Biblioteconomia. FEBAB. 2016. RANGANATHAN, Shialy Ramamrita. As cinco leis da Biblioteconomia. São Paulo: Briquet de Lemos. 2009. VIEIRA, Ronaldo da Mota.Introdução à Teoria Geral da Biblioteconomia. São Paulo: Interciência, 2014. Bibliografia complementar: OLIVEIRA, Lúcia Carvalho de; CRESPO, Maria Rosa. Fundamentos teóricos e estatuto científico da Biblioteconomia e Ciência da Informação. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 1, n. 5, p. 66-85, jan. 2012 Disponível em: http://revista.crb8.org.br MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2.ed. São Paulo: Editora Ática, 1996 ROBREDO, Jaime. Da Ciência da Informação revisitada aos sistemas humanos de informação. Brasília: Thesaurus; SSRR Informações, 2003.

NOME DO COMPONENTE HISTÓRIA DA LEITURA E DOS REGISTROS DO CONHECIMENTO

Código: 1205002

Créditos: 04

Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Perspectiva histórico-culturais e sociais da leitura, da escrita e dos registros do conhecimento em diferentes períodos e civilizações. História das Bibliotecas e suas funções socioculturais e políticas. O livro e bibliotecas: aspectos materiais e biblioteconômicos no contexto brasileiro. Produção e circulação de livros no Brasil e os desafios contemporâneos. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica: BARBIER, Frédéric. História das Bibliotecas: de Alexandria às Bibliotecas Virtuais. São Paulo: Edusp, 2019, 400p. LEMOS, Agenor Briquet de. De Bibliotecas e Biblioteconomias: percursos. São Paulo; Briquet de Lemos, 2015. 392p. MORAES, Rubens Borba de. Livros e bibliotecas no Brasil Colonial. . Briquet de Lemos. 2006 Bibliografia complementar: LYONS, Martyn. Livro: uma história viva. Senac. 2011 FEBVRE, Lucien. O aparecimento do livro. Edusp. 2017. CHARTIER, R. A aventura do livro: do leitor ao navegador. Marília/SP: UNESP. 1998

NOME DO COMPONENTE

Código: 1205025

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

GESTÃO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Conceitos de dado, informação, conhecimento e inteligência. Conhecimento tácito e explícito. Processos de gestão da informação. Processos de gestão do conhecimento. Aprendizagem individual e organizacional. Estrutura, tecnologia, cultura organizacional e pessoas na gestão do conhecimento. Perfil do gestor nas organizações da informação e do conhecimento. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica: CHOO, C. W. A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. . SENAC. 2003 DAVENPORT, T. H.; PRUSAK, L.. Conhecimento empresarial: como as organizações gerenciam o

seu capital intelectual. . Campus. 1998. NONAKA, I.; Takeuschi, H. Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. 16. Elsevier. 1997 Bibliografia complementar: Duarte, E.N.; Llarena, R. A. S.; Lira, S.L Da informação à auditoria do conhecimento.: a base para a inteligência organizacional. 1. UFPB. 2014. DUARTE, Emeide Nóbrega..Redes temáticas para cooperação em gestão da informação e do conhecimento. 1. UFPB. 2015. VALENTIM, M.L.P. Gestão da informação e do conhecimento no âmbito da Ciência da Informação. 1. Cultura. 2008.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1205042

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

SOCIOLOGIA DA INFORMAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA O Fenômeno informacional na perspectiva sociológica. Informação, controle, transformação social e cidadania. Bibliotecários(as), ambiências informacionais, cultura e marcadores sociais: gênero, sexualidades, relações étnico-raciais e classe social. Redes sociais digitais, relações de poder e novas sociabilidades. Desinformação e o fenômeno da pós verdade. Relações e processos de trabalho na era do capitalismo informacional. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica: BERGER, Peter L; LUCKMANN, Thomas; FERNANDES, Floriano de Souza. A Construção Social da Realidade: Tratado de Sociologia do Conhecimento. 12.ed. Petrópolis: Vozes, 1995. 247p. (Antropologia; 5) CASTELLS, Manuel; MAJER, Roneide Venancio; GERHARDT, Klauss Brandini. A sociedade em rede. 6.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2009. V. (A Era da Informação: economia, sociedade e cultura

v.1) COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2005. 416p. GIDDENS, Anthony; COSTA, Ronaldo Cataldo. Sociologia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 847p. Bibliografia Complementar: SERRA, João Paulo. A Informação Como Utopia. cap.3, U.B.I., 1998. Disponível em:

http://www.labcom.pt/livroslabcom/pdfs/serra_paulo_informacao_utopia.pdf

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

AÇÃO CULTURAL EM UNIDADES DE INFORMAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 45h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 15h EMENTA Concepções de cultura. Políticas culturais. Práticas extensionistas de ação cultural em unidades de informação, em articulação com instituições, coletivos e grupos sociais. Registro e ampla divulgação como produto técnico das ações culturais produzidas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO, Francisco Teixeira. O que é ação cultural. São Paulo: Brasiliense, 2001. CUCHE, Denys. Ribeiro, Viviane. A noção de cultura nas ciências sociais. 2. ed. Bauru: Edusc,

2002. 255 p. FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COELHO, Francisco Teixeira. Dicionário crítico de política cultural: cultura e imaginário. 3ed. São Paulo: Iluminuras, 2004. 363p. GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017. KOONTZ, Christie; GUBBIN, Barbara. Diretrizes da IFLA para bibliotecas públicas. Brasília: Briquet de Lemos, 2012. 162 p. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 18. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005 MELO, Priscilla; VIEIRA, Ronaldo. O bibliotecário como agente cultural. São Paulo: AGBOOK, 2012.

VEIGA NETO, AUGUSTO. Cultura, Culturas e educação. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, n. 23, maio/ago. 2003. NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Noções básicas de algoritmos, instrução, programa, dados e variáveis. Abstração e Modelagem. Tipos de dados. Lógica matemática e booleana. Expressões e operadores de atribuição, aritméticos, relacionais e lógicos. Entrada e saída de dados. Estruturas de controle de decisão, seleção e iteração. Subprogramas: funções, procedimentos, recursão e passagem de parâmetros. Transcrição de algoritmos para uma linguagem de programação. REFERENCIAS Bibliografia Básica BARBIERI, Carlos. Governança de Dados: Práticas, conceitos e novos caminhos, 1. ed. Rio de Janeiro: Alta Books. 2020. BERRÍO-ZAPATA, Cristian; RODRIGUES, Andreia Cristina da Paixão; GOMES, LayaneRayssa Gaia. Plataformas, plataformização e ecossistemas de software nas bases de dados acadêmicas: aspectos conceituais. 2019, p. 361-371. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/125315. ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de banco de dados. 7. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020.

Bibliografia Complementar: DE SORDI, José Osvaldo. Modelagem de Dados: estudos de casos abrangentes da concepção lógica à implementação. São Paulo: Érica, 2019. HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de Banco de Dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. LEMOS, André. Dataficação da vida. Civitas: Revista de Ciências Sociais, p. 193-202, 2021. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/index.php/civitas/article/view/39638. SANT’ANA, Ricardo César Gonçalves. Ciclo de vida dos dados: uma perspectiva a partir da ciência da informação. Informação & Informação, Londrina, v. 21, n. 2, p. 116-142, maio/ago. 2016.

Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/27940/0. SETZER, Valdemar W; SILVA, Flávio Soares Corrêa. Bancos de dados: aprenda o que são, melhore seu conhecimento, construa os seus. 1. ed. São Paulo: Blucher, 2005. STAIR, Ralph M.; REYNOLDS, George W. Princípios de Sistemas de Informação. Tradução da 11. ed. norteamericana. São Paulo: Cengage Learning, 2015

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO DIGITAL Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Conceituação e relevância da arquitetura da informação. Sistemas da arquitetura da informação: organização, navegação, rotulação e busca. Projeto centrado no usuário. Projeto para a web e ambientes móveis. Pervasividade. Usabilidade. Acessibilidade. Aplicabilidade da arquitetura da informação em ambientes informacionais digitais. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CYBIS, Walter de Abreu; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. 3. ed. São Paulo: Novatec, 2015. 488 p KRUG, Steve. Não me faça pensar: atualizado. Rio de Janeiro: Alta Books, 2014. NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na web: projetando websites com qualidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Bibliografia Complementar AGNER, Luiz. Ergodesign e arquitetura da informação. 3. ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2012 KALBACH, James. Design de navegação web. Porto Alegre: Bookman, 2009. NIELSEN, Jakob; PERNICE, Kara. Eyetracking web usability. Berkeley: New Rider, 2010. ROSENFELD, Louis; MORVILLE, Peter; ARANGO, Jorge. Information architecture: for the Web and beyond. 4. ed. Sebastopol: O’Reilly, 2015

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Crédito: 04

Carga Horária Total: 60h

GÊNERO, RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DIREITOS HUMANOS NO CAMPO INFORMACIONAL Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA O fenômeno informacional e os Direitos Humanos. Pesquisas no campo informacional sobre os marcadores sociais de gênero, raça/etnia e diversidade. Produção científica, estudos de gênero, étnico-raciais e interseccionalidade. Mulheres e ciência. Informação, protagonismo social, relações de poder e resistências na Ciência da Informação. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BERNARDINO-COSTA, Joaze; MALDONATO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2020, (Coleção Cultura Negra e Identidades). DAVIS, Angela; CANDIANI, Heci Regina. Mulheres, cultura e política. 1. ed. São Paulo: Boitempo,

2018. 196 p. ISBN: 9788575595657. FANON, Frantz 1925-1961; SILVEIRA, Renato da. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008. 191 p. ISBN: 9788523204839. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Silvio. Racismo estrutural. São Paulo: Jandaíra, 2020. 255 p. (Feminismos Plurais) FEDERICI, Silvia. O calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante Editora, 2017. MOORE, Carlos; MUNANGA, Kabengele; CAVALLEIRO, Eliane. A África que incomoda:sobre a problematização do legado africano no quotidiano brasileiro. 2.ed.ampl. Belo Horizonte: Nandyala, 2010. 227 p. (Coleção Repensando África, 3). NASCIMENTO, Beatriz; RATTS, Alex. Uma história feita por mãos negras:relações raciais, quilombos e movimentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2021. SEGATO, Rita Laura. Crítica da colonialidade em oito ensaios: e uma antropologia por demanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.

NOME DO COMPONENTE PRINCÍPIOS DAS INTELIGÊNCIAS

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARTIFICIAIS E SUAS APLICAÇÕES EM UNIDADES DE INFORMAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Histórico da inteligência artificial (IA), Áreas de aplicação da IA, Aprendizado de Máquina (Machine Learning), Aprendizado Profundo (Deep Learning), Automação Robótica de Processos (RPA - Robotic Process Automation), Visão Computacional (Image Recognition/Pattern Recognition), Assistentes Virtuais (Chatbots) e Processamento de Linguagem Natural (Natural Language Processing - NLP). Modelos de negócios com base em análises de dados. Póshumanidade. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica: RUSSEL, S.; Norvig, P. Inteligência Artificial, Ed. Campus, 2003. ROSA, J. L. G. Fundamentos da Inteligência Artificial, LTC, 2011.. LUGER, G. Artificial Intelligence: Structures and Strategies for Complex Problem Solving. Addison-Wesley Pub Co, 2008. Bibliografia Complementar: BISHOP, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer, 2006. BITTENCOURT, G. Inteligência artificial: ferramentas e teorias. 3.ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2006. FACELI, K.; LORENA, A.C.; GAMA,.; CARVALHO, A.C.P.L.F. Inteligência Artificial: uma abordagem de aprendizado de máquina. LTC, 2011.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Crédito: 04

Carga Horária Total: 60h

MARKETING EM AMBIENTES INFORMACIONAIS Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 45h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 15h

EMENTA Aspectos históricos e conceituais do Marketing. Estratégias de marketing para serviços e produtos em ambientes informacionais. Tipologias de marketing: marketing pessoal e profissional, endomarketing, marketing digital, marketing científico digital e outros. Plano de marketing para

ambientes informacionais. Desenvolvimento de atividades extensionistas voltadas às ações, estratégias e produtos de marketing em unidades de informação, em articulação com instituições, coletivos e grupos sociais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTA, Darci. Fundamentos de Marketing. 7. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006, 2013. 148p. (Gestão Empresarial) LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de marketing: conceitos, planejamento e aplicações à realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2008, 2010, 2012. 528p. MADRUGA, Roberto Pessoa et al. Administração de marketing no mundo contemporâneo. 4. Ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011. SANTINI, Fernando Roberto; LUDOVICO, Nelson. Gestão de marketing: o plano de marketing como orientador das decisões. São Paulo: Saraiva, 2013. 315 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEKIN, Saul Faingaus. Endomarketing: como praticá-lo com sucesso. São Paulo: Prentice Hall, 2005. 186p. COBRA, Marcos. Plano estratégico de marketing. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 217p. (Estratégia de Negócios). GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017. JAY, R. Como elaborar um bom plano de marketing, Trad: Paulo Loes. São Paulo: Pearson. 2012. NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

CULTURA BRASILEIRA

Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Formação brasileira. Formação e desenvolvimento da cultura brasileira, principalmente das culturas regionais e do processo de homogeneização acionado pela cultura de massa.

REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. Tradução Heloísa Pezza Cintrão e Ana Regina Lessa. São Paulo: EDUSP, 2013. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Lamparina, 2019. ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. 148 p. Bibliografia Complementar CHAGAS, M.; ABREU, R. (orgs.) Memória e Patrimônio. Ensaios contemporâneos. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009. DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? 2.ed. Rio de Janeiro: Rocco, c1984, 1986. 126p. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, 2014. 117p. (Antropologia Social) GOMES, Mércio. "Cultura e seus significados". In: Antropologia: ciência do homem: filosofia da cultura. 1ª ed., 3ª reimpressão. São Paulo: Contexto. 2010. NASCIMENTO, Paulo César (Org.). A identidade nacional. . São Paulo: Annablume. 2015.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1205060

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

UNIDADES ARQUIVÍSTICAS ESPECIALIZADAS Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Arquivos eclesiásticos. Arquivos de engenharia. Arquivos cartoriais. Arquivos escolares. Arquivos médicos. Arquivos particulares e outros. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Ciência da Informação. São Paulo: Briquet de Lemos, 2014. ARTIÈRES, Philippe. Arquivar a própria vida. Revista Estudos Históricos, 21. Rio de Janeiro: FGV/CPDOC, 1998. Disponível em:https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2061. BELLOTTO, H. L. Como fazer análise diplomática e análise tipológica em arquivística:

reconhecendo e utilizando o documento de arquivo. São Paulo: Associação de Arquivistas de São Paulo Arquivo do Estado, 2000. (Projeto Como Fazer). Bibliografia Complementar CAMARGO, A. M. de A; GOULART, S. Tempo e circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais: procedimentos metodológicos adotados na organização dos documentos de Fernando Henrique Cardoso. São Paulo: IFHC, 2007. CAVALHEIRO, M. U. Os limiares do arquivo pessoal na Arquivologia: da Diplomática Clássica à Identificação Arquivística. Páginas A&B, Lisboa, v. 1, n. 7, p. 134-146, ago./dez. 2017. DUCHEIN, M. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Trad. Maria Amélia Gomes Leite. Arq. & Adm., Rio de Janeiro, v. 10-14, n. 1, p. 14-33, abr.1982/ago.1986. DURANTI, L. Diplomática: Novos usos para uma antiga ciência (Parte V). Acervo, Rio de Janeiro,

v. 28, n. 1, p. 196-215, 2015. HEREDIA HERRERA. A. En torno al tipo documental. Arquivo & Administração, Rio de janeiro, v. 3, n. ½, jul./dez. 2007.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INFORMAÇÃO, DIREITO E CIDADANIA Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Cidadania, democracia e direitos humanos. Políticas e diretrizes de Direitos Humanos. Cidadania e nacionalidade. Direitos humanos e desigualdades raciais e sociais no Brasil. Cidadania e classe social. Cidadania no Brasil. Informação à serviço da cidadania. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica COMISSÃO ESPECIAL DE PRESERVAÇÃO DO ACERVO DOCUMENTAL BRASIL. A importância da informação e do documento na administração pública brasileira:relatório final. Brasília: FUNCEP, 1987. 133 p. ISBN: 8525600180. DUARTE, Emeide Nóbrega; PAIVA, Simone Bastos; SILVA, Alzira Karla Araújo da (Organizadora). Múltiplas abordagens da gestão da informação e do conhecimento no contexto acadêmico da ciência da informação. João Pessoa: Ed. UFPB, 2014. 337 p. ISBN: 97885237086969. GANDELMAN, Henrique. De Gutenberg à Internet:direitos autorais na era digital.. Rio de Janeiro: Record, c1997. 254p. ISBN: 8501048771.

Bibliografia Complementar SOUSA, Rosilene Paiva Marinho de; DIAS, Guilherme Ataíde. A informação e a proteção da propriedade intelectual. João Pessoa: Ed. UFPB, 2017. 177 p. ISBN: 9788523712020. OLIVEIRA, Marcos Aurélio Guedes de. Guia de Defesa Cibernética na América do Sul. 2. ed. Recife: Editora UFPE, 2017. 320 p. ISBN: 9788541509008. ORTEGA, Cristina Dotta. Microisis:das origens à consolidação numa realidade de informação em mudança. São Paulo: Polis/ APB, 1998. 129p. (Coleção Palavra-Chave, 9) PASSOS, Edilenice; BARROS, Lucivaldo Vasconcelos. Fontes de informação para pesquisa em direito. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2009. 170 p. ISBN: 9788585637361. PINTO, Virgínia Bentes; CAVALCANTE, Lídia Eugênia; SILVA NETO, Casemiro (Organização). Ciência da Informação: abordagens transdisciplinares gêneses e aplicações. Fortaleza: Edições UFC, 2007. 261 p. ISBN: 9788572822398

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUIVO E DEMOCRACIA Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Extensão: 0h Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h EMENTA Estado de Natureza, Estado Civil. Regimes ditatoriais. Democracia. Liberdade no Estado democrático. Cidadania e política. Globalização. Informação e democracia. Democracia representativa e participativa. Arquivo e acesso à informação. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BRASIL. CÂMARA DOS DEPUTADOS. A Câmara dos Deputados e a arquivística brasileira 19702000. Brasília: Câmara dos Deputados, 2017. 459 p. (Série coleções especiais. Acervo arquivístico, n. 3) ISBN: 9788540206519. CHAUÍ, Marilena de Souza. Cultura e democracia: discurso competente e outras falas. 5.ed. São Paulo: Cortez, 1990. 309p. (Biblioteca da Educação - Série 6. Filosofia v. 2) FERREIRA, Lúcia de Fátima Guerra (Organização). Direitos Humanos na educação superior: subsídios para a educação em direitos humanos nas Ciências Sociais. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2010. 288 p. ISBN: 9788577455713. Bibliografia Complementar LEVITSKY, Steven; AGUIAR, Renato. Como as democracias morrem. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.

270p. ISBN: 9788537818008. PAULA, Caio Henrique Pinheiro de; BACCARINI, Mariana Pimenta Oliveira. Democracia, ciberativismo e redes sociais digitais: mudanças na participação política no século XXI. João Pessoa: s.n, 2020. 75f. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) – UFPB/CCSA. MARQUES, J. B. de Azevedo. Direito e democracia: o papel do Ministério Público. São Paulo: Cortez, 1984. 103 p. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, v. 14) MARIZ, Anna Carla Almeida. A Informação na Internet: Arquivos Públicos Brasileiros. Rio de Janeiro: FGV, 2012. 167p. ISBN: 9788522509287. SOUZA, Cristiane Aquino de; MIGUEL, Alfonso Ruiz. Democracia, igualdade e liberdade: perspectivas jurídicas e filosóficas. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2015. 252p. ISBN: 9788584401734.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INFORMAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL BRASILEIRA Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Extensão: 0h Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h EMENTA Grupos sociais e produção informacional. A questão de gênero e a identidade nas culturas. Manifestações culturais nas distintas etnias. Grupos étnicos e culturais integrantes da sociedade brasileira. Cultura e inclusão social. Identidades afro-brasileiras. Identidade indígenas e demais povos originários. Identidades ciganas. REFERÊNCIAS Referências Básicas AZEVEDO, Fernando de. A cultura Brasileira. Brasília: Universidade de Brasília, 1995. BERNARDINO-COSTA, Joaze; MALDONATO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2020, (Coleção Cultura Negra e Identidades). CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. Tradução Heloísa Pezza Cintrão e Ana Regina Lessa. São Paulo: EDUSP, 2013. Referências Complementares CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. 2ª ed. Bauru-SP: EDUSC. 2002 HALL, Stuart. Cultura e representação. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio: Apicuri, 2016.

MARTELETO, Regina Maria. Informação da sociedade na sociedade da informação. Perspect. Ciên. Inf., Belo Horizonte, n. especial, p. 4-7, jul./dez., 2003. Disponível em:http://basessibi.c3sl.ufpr.br/brapci/index.php/article/view/0000006604/757d60f19120c464 e0fd2079cc387a7b Acesso: 11 de dez. De 2018. NASCIMENTO, Paulo César (Org.). A identidade nacional. São Paulo: Annablume. 2015 SILVA, Tomaz Tadeu da (Orgs.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014, p. 103-133

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INFORMAÇÃO, CULTURA E SOCIEDADE Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Extensão: 0h Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h EMENTA Informação para a construção do conhecimento histórico e social. Informação na construção e afirmação das memórias coletivas e identidades culturais. Patrimônio cultural. REFEERÊNCIAS Referência Básica CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. Tradução Heloísa Pezza Cintrão e Ana Regina Lessa. São Paulo: EDUSP, 2013. COELHO NETTO, José Teixeira. Semiótica, Informação e Comunicação. São Paulo: Editora Perspectiva, 1980. HALL, Stuart. Cultura e representação. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio: Apicuri, 2016. Referências Complementares BERNARDINO-COSTA, Joaze; MALDONATO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2020, (Coleção Cultura Negra e Identidades). DEMO, Pedro. Ambivalências da sociedade da informação. Ciência da Informação, [S. l.], v. 29, n. 2, 2000, p. 37-42. Disponível em: http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/885. Acesso em: 6 ago. 2021. GEERTZ, Clifford. O Saber Local. Novos Ensaios em Antropologia Interpretativa. Petrópolis, RJ. Vozes. 1997. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Lamparina, 2019.

INGOLD, Tim. Estar vivo: ensaios sobre movimento, conhecimento e descrição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL APLICADA À ARQUIVÍSTICA Tipo de Componente: Disciplina (optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 30h Prática: 30h EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Princípios e estratégias aplicados à gestão da mudança organizacional; observação de cenários e rotas tecnológicas e de inovação. Cultura inovadora e novos mindsets. Projetos e métodos ágeis. Desafios e o papel do arquivista frente às tecnologias digitais da informação e comunicação em cenários de mudanças contínuas e disruptivas. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica GILLILAND, Anne J.; MCKEMMISH, Sue; LAU, Andrew J. Pesquisa no multiverso arquivístico. Salvador: 9Bravos, 2019. NEDEL, Letícia; HEYMANN, Luciana Quillet. Pensar os arquivos: uma antologia. Editora FGV, 2018. RONDINELLI, Rosely Curi. O documento arquivístico ante a realidade digital: uma revisão conceitual necessária. Rio de Janeiro: FGV, 2013. Bibliografia Complementar DONNER, K.; EDELMAN, D. What digital really means.McKinsey & Company, 2015. Disponível em: https://www.mckinsey.com/industries/technology-media-andtelecommunications/ourinsights/what-digital-really-means EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather. Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: UFMG, 2016. FERNANDES, K. R.; FLEURY, M. T. R.; SILVA, L. F. A Transformação Digital e o Desenvolvimento de Capacidades Dinâmicas: Um Mapeamento da Literatura. In: XLIII Encontro da ANPAD. São Paulo, 2019. JARDIM, José Maria. Caminhos e perspectivas da gestão de documentos em cenários de transformações. ACERVO. v. 28, n. 2 jul-dez, p. 19-50, 2015.

LOURENÇO, M.; FROTA, L. Panorama do ecossistema de startups no Brasil — rumo à diversidade racial. Bain & Company, 2021, 32 p NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DE DADOS Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Extensão: 0h Teórica: 45h Prática: 15h EAD: 0h EMENTA Conceitos relacionados (big data, data mining, web mining, text mining...); Noções de Probabilidade e de Estatística Descritiva; Preparação, tratamento e manipulação de dados; Ambientes de programação e análise de dados. Geração e análise de modelos, tabelas e gráficos. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica GOLDBARG, Marco Cesar; GOLDBARG, Elizabeth Ferreira Gouvêa. Grafos: conceitos, algoritmos e aplicações. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2012. 622 p. JAIN, Raj. The art of computer systems performance analysis: techniques for experimental design, measurement, simulation, and modeling. New York, NY: John Wiley & Sons, c1991. xxvi, 685p. TAN, Pang-Ning; STEINBACH, Michael; KUMAR, Vipin. Introdução ao datamining: mineração de dados. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2009. xxi , 900 p. Bibliografia Complementar ROSS, Sheldon M. Probabilidade: um curso moderno com aplicações . 8. ed. Porto Alegre: bookman, 2010. 606 p. BAEZA-YATES, R.; RIBEIRO-NETO, Berthier. Modern information retrieval: the concepts and technology behind search. 2nd ed. Harlow: Addison-Wesley, 2011. xx, 913 p. RUSSELL, Matthew A. Mineração de dados da Web social. São Paulo, SP: Novatec, 2011. 357 p. Advanced Topics in Information Retrieval. Heidelberg: Springer-Verlag, 2011. xxx, 274 p. (The Information Retrieval Series, 33) ISBN 978364220945-1. Disponível em : <http://dx.doi.org/10.1007/>

NOME DO COMPONENTE INTRODUÇÃO À PROPRIEDADE INTELECTUAL

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Introdução à propriedade intelectual e Direitos Autorais. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BARBOSA, Denis Borges. Uma Introdução à Propriedade Intelectual.; Rio de Janeiro: Lumen Iuris, 2006. BASSO, Maristela. Propriedade intelectual, Legislação e Tratados Internacionais. São Paulo: Atlas, 2007. CERQUEIRA, João da Gama. Tratado da propriedade industrial. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1982. 1445 p. v. 1 e 2. GANDELMAN, Henrique. De Gutemberg a Internet. Rio de Janeiro: Record, 2001. VARELLA, Marcelo Dias. Propriedade intelectual e desenvolvimento; São Paulo: Lex: Aduaneiras, 2005. Bibliografia Complementar ASCENSÃO, José de Oliveira. Direito autoral. 2. ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2007. CARVALHO, Nuno Pires de. A Estrutura dos Sistemas de Patentes e Marcas. Passado, Presente e Futuro. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2009. HAMMES, Bruno Jorge. O direito da propriedade intelectual: subsídios para o ensino. São Leopoldo: Unisinos, 1998. 410 p. OLIVEIRA, Maurício Lopes de. Propriedade industrial; Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2000. SILVEIRA, Newton. A Propriedade intelectual e as novas leis autorais: propriedade industrial, direito do autor, software, cultivares. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 1998. 345 p

NOME DO COMPONENTE

Código: 1205032

ESTUDO DE USUÁRIO DA INFORMAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Extensão: 0h Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h EMENTA Histórico dos estudos dos usuários. Usuários e não usuários da informação. Conceitos básicos, abordagens e metodologias dos estudos dos usuários. Estudos das práticas informacionais. Planejamento, aplicação e avaliação de estudo de usuários da informação. Prática extensionista. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica: CHOO, C. W. A organização do conhecimento: Como as organizações usam a informação para criar significados, construir conhecimento e tomar decisões. 2ª ed. São Paulo Senac, 2006. cap. 2, p.53-120. CUNHA, Murilo Bastos., AMARAL, Sueli Angelica do. DANTAS, Edmundo Brandão. Manual de estudos de usuários da informação. São Paulo: Atlas, 2015. FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Metodologias para a promoção do uso da informação: técnicas aplicadas particularmente em bibliotecas universitárias e especializadas. São Paulo> Nobel, 1991.

Bibliografia complementar: DIAS, Maria Matilde Kronka; PIRES, Danilela. Usos e usuários da informação. EDUFSCar. 2004. GASQUE, C. G. D.; COSTA, S. M. de S. Evolução teórico-metodológica de comportamento informacional de usuários. Ciência da Informação, Brasília, DF, v. 39, n. 1, p. 21-32, jan./abr. 2010 NASCIMENTO, M. de J. Usuário da informação como produção científica e disciplina curricular: origem dos estudos de usuários e o ensino no Brasil. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Campinas, v. 8, n. 2, p. 41-71, jan./jun. 2011. PINTO, L. P. Os usuários da informação. Ponto de Acesso, Salvador, v. 4, n. 3, p. 3- 15, dez. 2010

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Conhecimento e método científico. Abordagens teórico-metodológicas das ciências sociais e Humanas. Métodos e técnicas científicas nas Ciências Sociais e Humanas. Abordagens

qualitativa, quantitativa e outras em Ciências Sociais e Humanas. Desenvolvimento de Pesquisa Científica. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o saber: metodologia científica, fundamentos e técnicas. 14º ed. Campinas: Papirus. 2003. CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativos, quantitativos e misto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 248p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa . 8ª ed. São Paulo, Ed. Atlas, 2017, pp. 94-123.

Bibliografia Complementar PRODANOV, Cleber Cristiano; FREITAS, Ernani Cesar de. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale,

2013. 277p. MINAYO, Maria Cecília de S.; SANCHES, Odécio. Quantitativo-qualitativo: oposição ou complementaridade? Caderno de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 239-262, jul/set. 1993. SOARES, Maria do Carmo Silva. Redação de trabalhos científicos. São Paulo: Cabral, 1995. 167p. SANTOS, Izequias Estevam dos. Manual de métodos e técnicas de pesquisa científica. 5. ed. Niterói, RJ: Impetus, 2005. 360p.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

POLÍTICAS DE INFORMAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Relação entre ciência, Estado, Sociedade e Inovação. O papel da informação nos diferentes contextos sociais. Política de informação: conceito, objetivo e função. Política de informação nas organizações. Política de segurança da informação. Políticas públicas de informação. Pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Política públicas para o desenvolvimento científico e tecnológico. Papel dos órgãos públicos de fomento à ciência no planejamento e implantação de políticas

científicas nacionais e regionais REFERENCIAS Bibliografia Básica COMISSÃO ESPECIAL DE PRESERVAÇÃO DO ACERVO DOCUMENTAL BRASIL. A importância da informação e do documento na administração pública brasileira: relatório final. Brasília: FUNCEP,

1987. 133 p. ISBN: 8525600180. DUARTE, Emeide Nóbrega; PAIVA, Simone Bastos; SILVA, Alzira Karla Araújo da (Organizadora). Múltiplas abordagens da gestão da informação e do conhecimento no contexto acadêmico da ciência da informação. João Pessoa: Ed. UFPB, 2014. 337 p. ISBN: 97885237086969. GANDELMAN, Henrique. De Gutenberg à Internet: direitos autorais na era digital.. Rio de Janeiro: Record, c1997. 254p. ISBN: 8501048771. Bibliografia Complementar SOUSA, Rosilene Paiva Marinho de; DIAS, Guilherme Ataíde. A informação e a proteção da propriedade intelectual. João Pessoa: Ed. UFPB, 2017. 177 p. ISBN: 9788523712020. OLIVEIRA, Marcos Aurélio Guedes de. Guia de Defesa Cibernética na América do Sul. 2. ed. Recife: Editora UFPE, 2017. 320 p. ISBN: 9788541509008. ORTEGA, Cristina Dotta. Microisis: das origens à consolidação numa realidade de informação em mudança. São Paulo: Polis/ APB, 1998. 129p. (Coleção Palavra-Chave, 9) PASSOS, Edilenice; BARROS, Lucivaldo Vasconcelos. Fontes de informação para pesquisa em direito. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2009. 170 p. ISBN: 9788585637361. PINTO, Virgínia Bentes; CAVALCANTE, Lídia Eugênia; SILVA NETO, Casemiro (Organização). Ciência da Informação: abordagens transdisciplinares gêneses e aplicações. Fortaleza: Edições UFC, 2007. 261 p. ISBN: 9788572822398 NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

ARQUIVOS ESCOLARES Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Extensão: 30h Teórica: 30h Prática: 0h EAD: 0h EMENTA Arquivo e secretaria escolar: conceitos, atribuições e legislação. Gestão de documentos das funções escolares fim e meio. Instrumentos de gestão e de pesquisa. Sistemas informatizados de gestão escolar. Organização dos documentos analógicos e digitais. Educação Patrimonial. Secretaria e arquivo como instrumentos de apoio à gestão escolar e como fonte de memória institucional e social. Ações de extensão e proposta de elaboração de produtos e serviços arquivísticos para potencializar arquivos escolares da rede de ensino pública e privada do Estado

da Paraíba. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Diplomática e tipologia documental em arquivos. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2008. LIBANEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5. ed. Revista e Ampliada. Goiânia: MF Livros, 2008. SANTOS, Vanderlei Batista dos; INNARELLI, Humberto Celeste; SOUSA, Renato Tarciso Barbosa de. Arquivística: Temas Contemporâneos: Classificação, Preservação digital, Gestão do conhecimento.3. ed. Distrito Federal: SENAC, 2009, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELTRÃO, Rinaldo César de Holanda. Técnico em Multimeios Didáticos e Secretaria Escolar. Recife: Secretaria de Educação de Pernambuco. 2014. CAMPOS PINHEIRO, Alejandro. A gestão de documentos arquivísticos do colégio Promove do município de Belo Horizonte: estudo de caso. Revista ACB, v. 21, n. 2, p. 323-337, 2016. CERQUEIRA, Aquiles Santos; PACHECO, Ricardo Gonçalves. Legislação Escolar. Cuiabá: UFMT; Rede e-Tec. 2013. COELHO, Vanessa Garcia et al. Arquivo escolar: a perspectiva da legislação arquivística. Niteroi: UFF. 2017. GIMENES, Elaine Bestana. Secretaria escolar: Administração e relacionamento interpessoal com a comunidade escolar. Curitiba: Universidade Federal do Paraná. 2013. GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL (UCE) Tipo de Componente: Disciplina (optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD: Teórica: 0h Prática: 0h 0h

Carga Horária Extensão: 60h

EMENTA Realizar atividades que colaborem para a educação e formação voltada à preservação do patrimônio tangível e intangível. Desenvolver ações extensionistas junto à comunidade no âmbito da educação patrimonial para o fortalecimento das identidades por meio da evocação das memórias e tradições culturais de grupos sociais. Elaboração de produtos orientativos voltados à educação patrimonial.

REFERENCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHOAY, Françoise; MACHADO, Luciano Vieira. A alegoria do patrimônio. 6. ed. São Paulo: Estação Liberdade: UNESP, 2017. 282p. ISBN: 9788574480305. CORÁ, Maria Amélia Jundurian. Do material ao imaterial: patrimônios culturais do Brasil. São Paulo: EDUC/ FAPESP, 2014. 360 p. ISBN: 9788528305005. OLIVEIRA, Bernardina M. J. Freire de et al. Patrimônio, informação e memória: tríade para a construção e fortalecimento identitário. João Pessoa: Editora UFPB, 2019. 305 p. ISBN: 9788523714666

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABREU, Regina; CHAGAS, Mário (org). Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: DP&A, FAPERJ, UNIRIO, 2009. BRASIL. MEC. Proteção e revitalização do patrimônio cultural no Brasil: uma trajetória. Brasília: SPHANI/Pró-Memória, 1980. 196p. (Publicações da Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 31). GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v.15, 2017. MEDEIROS, Shara Raquel Silva Dutra de. A educação patrimonial nas instituições arquivísticas: espaço de ações educativas. 2013. 24f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2013. SILVA, Thiago Daniel da. Informação e educação patrimonial como estratégias para o Reconhecimento do patrimônio cultural. 2018. 76 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2018. TOLENTINO, Átila Bezerra. Educação patrimonial: diálogos entre escola, museu e cidade. João Pessoa: IPHAN, 2014. 115p. (Caderno Temático, 4). ISBN: 9788573342666.

NOME DO COMPONENTE

Código: Novo

Créditos: 04

LEGISLAÇÃO ARQUIVÍSTICA E CIDADANIA (UCE) Tipo de Componente: Disciplina (optativa) Departamento: Departamento de Ciência da Informação

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 0h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 60h EMENTA Desenvolvimento de ações extensionistas orientadas às instituições públicas e ou privadas sobre a legislação arquivística vigente com ênfase nos direitos e deveres do cidadão. Articulação para a elaboração de atividades, produtos e serviços dedicados às instituições, grupos e/ou coletivos sociais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL Conselho Nacional de Arquivos. Criação e desenvolvimento de arquivos públicos municipais: transparência e acesso à informação para o exercício da cidadania. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2014. 151 p. ISBN: 9788560207299. BRITO, Sueleém Vieira; NASCIMENTO, Genoveva Batista do Nascimento. A lei de acesso à informação na perspectiva dos concluintes do curso de Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba do período de 2014.1. João Pessoa: s. n, 2014. 41f. Monografia (Material digital). CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 26. ed. atual. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020. 254p. ISBN: 9788520005651. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Cidadania pequena: fragilidade e desafios do associativismo no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2001. 118 p. (Coleção polêmicas do nosso tempo, v. 80) ISBN: 857496025. FERREIRA, Lúcia de Fátima Guerra (org.). Direitos Humanos na educação superior: subsídios para a educação em direitos humanos nas Ciências Sociais. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2010. 288p. ISBN: 9788577455713. GADOTTI, Moacir. Extensão universitária para quê? Instituto Paulo Freire, v. 15, 2017. SILVA, Danielle Harlene da. Informação, leitura e cidadania: as práticas informacionais no "Projeto Biblioteca Livro em Roda". João Pessoa: s. n, 2004. 125p. Monografia (graduação) – UFPB/UFPB. SPINK, Peter; CLEMENTE, Roberta. 20 experiências de gestão pública e cidadania. Rio de Janeiro: FGV, 1997. 187p. (Coleção FGV Prática). ISBN: 8522502226. VIEIRA, Liszt. Cidadania e globalização. Rio de Janeiro: Record, 1997. 142p. ISBN: 8501047759. NOME DO COMPONENTE ESTATÍSTICA PARA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS I

Código: GDEST0102

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Estatística Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Ideias Básicas da Análise Estatística; Fases do Trabalho Estatístico; Estatística Descritiva: Tabelas e Gráficos, Medidas de Posição, Medidas de Variabilidade; Introdução à Probabilidade; Modelos Probabilísticos: Binomial e Normal; Introdução a Teoria da Amostragem; Inferência Estatística: Estimação Pontual, Intervalo de Confiança e Teste de Hipótese para uma Média e para uma Proporção Populacional. REFERENCIAS Bibliografia Básica COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2018. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521215226/pageid/0 MORETTIN, P.A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547220228/pageid/0 TRIOLA, M.F. et. al. Introdução à estatística. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521634256/epubcfi/6/2[%3Bvnd.v st.idref%3Dx01_cover.html]!/4/2/2%4050:40 Bibliografia Complementar FREUND, J. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. GIL, A.C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011, 2012. MARTINS, G.A. Estatística geral e aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. STEVENSON, W.J. Estatística Aplicada à Administração. São Paulo: Harper & Row do Brasil, Harbra, 1981, 2001.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1501223

DIREITO ADMINISTRATIVO I Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Direito Público

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA O direito administrativo. A administração pública. Poderes administrativos. Atos administrativos. Servidores públicos. A responsabilidade civil da administração. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de direito administrativo. 36. ed. Barueri: Atlas,

2022. 1129 p. (disponível no minha biblioteca) DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 35. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2022. 1120p. (disponível na minha biblioteca) JUSTEN FILHO, Marçal. Curso de direito administrativo. 14. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2023. 984 p. (disponível na minha biblioteca) Bibliografia Complementar GASPARINI, Diógenes. Direito administrativo. 17. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. 1180 p. (disponível na minha biblioteca) MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Curso de direito administrativo. 16. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2014. (disponível na minha biblioteca) NOHARA, Irene Patrícia. Direito administrativo. 11. ed. Barueri: Atlas, 2022. 844 p. (disponível na minha biblioteca)

NOME DO COMPONENTE

Código: GDLS0024

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

LIBRAS Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Línguas de Sinais Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Aspectos sócio históricos, linguísticos identitários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguísticos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintáticos e semântico pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. Prática de conversação em Libras. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática em língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,

2010. 273p. ISBN: 8528200698. QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004, 2007. 221 p. ISBN: 9788536303086. SKLIAR, Carlos (organização). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 8. ed. Porto Alegre: Mediação, 2016. 190p. ISBN: 9788587063175. Bibliografia Complementar BRASIL. Secretaria de Educação Especial/Deficiência auditiva /organizado por Giuseppe Rinaldi et al. - Brasília:SEESP, 1997. Alfabetização: Aquisição do Português escrito por surdos. VI (Série Atualidades Pedagógicas, n. 4,v. 2, Fascículo 5). FARIA, Evangelina Maria Brito de; CAVALCANTE, Marianne Carvalho Bezerra. Língua Portuguesa e libras: teorias e práticas. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2010. V. ISBN: 9788577454891. GESUELI, Z. M. Linguagem e surdez: questões de identidade. São Paulo: Horizontes. v. 26, n. 2, p. 63-72, 2008. GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 4. ed. rev. Campinas, SP: Autores Associados, 2012. 106 p. ISBN: 9788585701208. STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 2016. 146 p. ISBN: 9788532807786. VELOSO, Éden; MAIA, Valdeci. Aprenda LIBRAS com eficiência e rapidez. 6. ed. Curitiba: Mão Sinais, 2012. 228p. NOME DO COMPONENTE

Código: 2303008

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Comunicação Carga Horária Carga Horária Carga Horária EAD: Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h 0h Extensão: 0h EMENTA As teorias clássicas sobre a comunicação e a constituição do objeto da comunicação. A epistemologia e a problemática científica do campo teórico da comunicação. As sociedades e as teorias contemporâneas da comunicação e das mídias: análise e crítica. Midiosfera. Noosfera. REFERÊNCIAS Referências Básicas

HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga (Orgs.). Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2015. MARTINO, Luís Mauro Sá. Teoria das Mídias Digitais: linguagens, ambientes e redes. Petrópolis: Vozes, 2015. MATTELART, Armand e Michele. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, 2003. SANTOS, Roberto Elísio dos. As teorias da comunicação da fala à Internet. São Paulo: Paulinas,

2010. 3 ed. RÜDIGER, Francisco. As teorias da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2011. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação de Massa. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 2003. Referências Complementares ADORNO, Theodor W.; HORKHEIMER, Max. Indústria Cultural: O esclarecimento como mistificação das massas In: ADORNO, Theodor W; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1991. FERREIRA, Jairo (org). Cenários, teorias e epistemologias da comunicação. Rio de Janeiro Epapers 2007. HJARVARD, Stig. A midiatização da cultura e da sociedade. São Leopoldo: Unisinos, 2014. PDF. LIMA, Luiz Costa (Org.). Teorias da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2011. LUHMANN, Niklas. A realidade dos meios de Comunicação. São Paulo: Paulus, 2011. MATTOS, Maria Ângela; JANOTTI JUNIOR, Jeder; JACKS, Nilda (org.). Mediação & Midiatização. Salvador: Edufba; Brasília: Compós, 2012. MCLUHAN, Marshall. O meio é a mensagem. In: MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1974. NASCIMENTO, Leonardo F. Sociologia digital: uma breve introdução. Salvador: Edufpa, 2020. Ebook. SOUSA, Jorge Pedro. Elementos de Teoria e Pesquisa da comunicação e dos Media. Porto: UFP, 2006. TEMER, Ana Carolina R. Pessoa; NERY, Vanda Cunha Albieri. Para entender as teorias da comunicação. Uberlândia: Edufu, 2009. NOME DO COMPONENTE CONTABILIDADE PARA NEGÓCIOS

Código: DFC000256

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Finanças e Contabilidade Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Estrutura conceitual básica. Finalidade e usuários das informações contábeis. Mutações Patrimoniais. Escrituração contábil. Demonstrações contábeis financeiras. Informações contábeis no processo decisório. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade introdutória em IFRS e CPC: atualizado de acordo com o CPC 47- receita de contrato com o cliente e com o CPC 48 - instrumentos financeiros 2. Ed. Atual. e ampliada. São Paulo: Atlas, 2018. GELBCKE, E. R.; SANTOS, A.; IUDÍCIBUS, S.; MARTINS, E. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades: de acordo com as normas internacionais e do CPC. 4 ed. Barueri. SP: Atlas, 2022. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de Contabilidade para não contadores. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2018. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, José Elias Feres de. Fundamentos de Contabilidade para os Negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. IUDÍCIBUS, Sérgio de et al. (EQUIPE DE PROFESSORES DA FEA/USP). Contabilidade Introdutória. 12 ed. São Paulo: Atlas, 2019. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: instrumentos de análise, gerência e decisão.

18. ed. São Paulo: Atlas, 2018. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2018. NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez. Contabilidade básica. 18.ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2018. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2018.

NOME DO COMPONENTE INTRODUÇÃO À FILOSOFIA

Código: 1402240

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Filosofia Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h Extensão: 0h EMENTA Do mito a racionalidade do pensamento ocidental (identidade e diferença). A história da Filosofia. A questão do fundamento: o ser, o sujeito, a linguagem. As categorias fundamentais da filosofia teórica e prática. A questão da verdade. A questão do bem. Leitura propedêutica de textos filosóficos. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CHAUÍ, M., Convite a Filosofia, 8a. edição, SP., Editora Ática, 1997. CHAUÍ, M., Introdução à História da Filosofia, SP., Companhia das Letras, 2008 e 2010, Volume I Dos Pré-Socráticos a Aristóteles e Volume II As Escolas helenisticas. GIANNOTTI, J. A., Lições de Filosofia Primeira, SP., Companhia das Letras, 2011.

Bibliografia Complementar ARISTÓTELES, Política e outros Livros, SP., Editora Abril, 1973, (Coleção Os Pensadores). BARNES, J., Filósofos Pré-Socráticos, tradução Julio Fischer, SP., Martins Fontes, 1997. BRÉHIER, E., História da Filosofia, SP., Editora Mestre Jou, 1973, (diversos volumes). CHÂTELET, F., História da Filosofia, Idéias, Doutrinas, RJ., Editora Zahar, 1974 (diversos volumes). PLATÃO, Apologia de Sócrates e outros Diálogos, SP., Editora Abril, 1973, (Coleção Os Pensadores). NOME DO COMPONENTE

Código: 1402246

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

LÓGICA FORMAL Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Filosofia Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD:0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA O ato de pensar, percepção, juízo, raciocínio, indução e dedução, termos e conceitos, silogismos e suas regras. REFERÊNCIAS

Bibliografia Básica: ARISTÓTELES. Órganon. SP: EDIPRO, 2005. MORTARI, C. A. Introdução à Lógica. São Paulo: Editora Unesp, 2001. SALMON, W. C. Lógica. 3 edição, traduzido por Alvaro Cabral, Rio de Janeiro: LTC Ed., 1993. SMULLYAN, R. M. Lógica de Primeira Ordem. São Paulo: Editora Unesp, 2009. Bibliografia Complementar: COPI, I. M. Introdução à Lógica. 3 edição, São Paulo: Mestre Jou, 1981. COSTA, N. C. A. Ensaio sobre os Fundamentos da Lógica, São Paulo: Hucitec, 2008. QUINE, W.O. Filosofia da Lógica, RJ: Zahar, 1972. WITTGENSTEIN, L. Tractatus Logico-Philosophicus. São Paulo: Edusp, 1993.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1405108

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Psicologia Carga Carga Carga Horária EAD: 0h Horária Horária Teórica: Prática: 60h 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Sistematização histórica: estruturalismo, funcionalismo, behaviorismo, gestalt, psicanálise. Métodos: experimental, estudo de campo, testes. Atividades profissionais dos psicólogos. Áreas de especialização da psicologia: psicologia animal, psicologia do desenvolvimento, clínica, diferencial, educacional e industrial. REFERÊNCIAS Referências Básica: Linda L. Davidoff. Introdução à Psicologia. Makron Books. 2001. Maisto, A. A., Morris, C. G. Introdução à Psicologia. Prentice Hall. 2004. BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias:uma introdução ao estudo de psicologia. 15. ed. São Paulo: Saraiva Uni, 2018. 448 p. ISBN: 9788553131303.

Referências Complementares: SCHULTZ, Duane P; ZANELLA, Marília de Moura; CUCCIO, Suely Sonoe Murai. História da Psicologia Moderna. 9.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 488p. ISBN: 9788522106813.

NOME DO COMPONENTE

Código: GDLPL0063

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Língua Portuguesa e Linguística Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Leitura, análise e produção textual. O texto e sua dimensão: relações internas e externas. Habilidade básica de produção textual: objetividade, clareza, concisão, precisão. Tipos de textos: o relatório (linguagem e estrutura, componentes, discurso, apresentação). Estudo e prática da norma culta e escrita: ortografia e acentuação; concordância e regência; colocação pronominal. REFERÊNCIAS Bibliografia básica: MACHADO, A. R.; LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L. S. (orgs.) Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na Universidade: Fundamentos. São Paulo: Parábola Editorial, 2019. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na Universidade: Texto e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2019. Bibliografia complementar: FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de texto para estudantes universitários. 18.ed. Petrópolis: Vozes, 2009. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 16.ed. São Paulo: Ática, 2002, 2003. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna:aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 27.ed. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 2010. MEDEIROS, J. B. Redação Científica: prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

PEREIRA, R. C. M. (org.). Ateliê de gêneros acadêmicos. João Pessoa: Ideia, 2014.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1404325

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

LÍNGUA INGLESA INSTRUMENTAL I Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Línguas Estrangeiras e Modernas Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica: 60h Prática: 0h EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Leitura e compreensão de textos autênticos em Língua Inglesa, tendo como suporte teórico as técnicas e estratégias do ESP (English for specific purposes) apresentadas e exercitadas de forma gradual e sistemática. REFERÊNCIAS Bibliografia básica: MUNHOZ, R.. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Ed. reform. rev. Texto novo. 2004; 2. THOMPSON, A. S.. Inglês instrumental: estratégias de leitura para informática e internet. Érica. 2018; 3. A. A. P. LEITÃO. Inglês instrumental: leitura, interpretação e gramática. Humanities Commons.

2018. Disponível em: https://doi.org/10.17613/M6BG2H89Z Bibliografia Complementar: SOUZA, G. F., C. A. Asby, G. C. Costa e L. F. Mello. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. Disal. 2010; SILVA, M. B. Inglês instrumental acadêmico. Aplicada. 2018.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1404188

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

LÍNGUA FRANCESA I Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de Letras Estrangeiras e Modernas Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Sensibilização às estruturas linguísticas e funções comunicativas básicas em Língua Francesa. Trabalho orientado através da prática da compreensão e expressão oral e escrita, tendo como viés fundamental as relações entre os discursos e as práticas sociais. REFERÊNCIAS Bibliografia básica: COUTINHO, M. de G. M.; SILVA, V. G. da. Lecture et compréhension: pour une grammaire du texte écrit. Ed. rev. e atual. 2. reimp. João Pessoa: Editora Manufatura, 2004. BERARD, E.; LAVENNE, C. Modes d’emploi: grammaire utile du français. Paris: Hatier, 1991. Bibliografia complementar: GRÉGOIRE M.; THIÉVENAZ, O. Grammaire progressive du français avec 440 exercices. Niveau débutant. Paris: CLE International, 2010.

NOME DO COMPONENTE

Código: 1408194

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

HISTÓRIA DA PARAÍBA I Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de História Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Sociedades indígenas. Guerras, escravidão e formação da sociedade açucareira. A presença holandesa. Migrações internas e expansão econômica do interior. Administração política e sociedade no século XVIII. Organização socioeconômicas e dinâmicas culturais no Oitocentos. Relações de poder e insurgências políticas. Presença e Resistência Negra. Transformações urbana da capital e do interior. Secas e Mudanças nas relações de trabalho. Historiografia. Práticas de Ensino/Pesquisa em História da Paraíba I: atividades com temáticas da área a partir da interação crítica, com a uso da documentação pertinente e com a produção teórica específica.

REFERÊNCIAS Bibliografia Básica ANDRADE, Manuel Correia de (Org). Movimentos populares no Nordeste no período Regencial. Recife: FUNDAJ; Massangana, 1989. DIAS, Margarida M. Intrepida ab Origine. O Instituto Histórico e Geográfico Paraibano e a produção da história local. João Pessoa: Almeida Gráfica, 1996

OLIVEIRA, Carla Mary S.; MEDEIROS, Ricardo P. (Orgs.). Novos olhares sobre as capitanias do norte do estado do Brasil. João Pessoa: Universitária, 2007. Bibliografia Complementar FERREIRA, Lúcia de Fátima Guerra. Raízes da indústria da seca: o caso da Paraíba. João Pessoa: UFPB, 1993. GALLIZA, Diana S. O declínio da escravidão na Paraíba, 1850-88. João Pessoa: Universitária/UFPB, 1979. LIMA, Maria da Vitória Barbosa. Liberdade interditada, liberdade reavida: escravos e libertos na Paraíba escravista (século XIX). Brasília: Fundação Palmares, 2013. MARIANO, Serioja. “Gente opulenta e de boa linhagem”: família, política e relações de poder na Paraíba (1817-1824). Recife, Tese (Doutorado em História), Universidade Federal de Pernambuco, 2005. MELLO, Evaldo Cabral de. O Norte agrário e o Império: 1871-1889. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; Brasília: INL, 1984. ROCHA, Solange P. Gente Negra na Paraíba Oitocentista: população, família e parentesco espiritual. São Paulo: Ed. UNESP, 2009. SÁ, Ariane Norma de M. Escravos, livres e insurgentes. Parahyba (1850-1888). João Pessoa: Universitária/UFPB, 2005. NOME DO COMPONENTE

Código: 1408196

Créditos: 04

Carga Horária Total: 60h

HISTÓRIA DA PARAÍBA II Tipo de Componente: Disciplina (Optativa) Departamento: Departamento de História Carga Horária Teórica: 60h

Carga Horária Prática: 0h

Carga Horária EAD: 0h

Carga Horária Extensão: 0h

EMENTA Proclamação da República na Paraíba. Historiografia da Paraíba republicana. Dinâmicas econômicas e relações de poder na primeira república. O movimento de 1930 na Paraíba. Estado Novo: intervencionismo e nacionalismo. Redemocratização e a nova ordem política na Paraíba. Ditadura militar na Paraíba: história e memória. Movimentos sociais e culturais na Paraíba. A Paraíba pós ditadura militar. Práticas de Ensino/Pesquisa em História da Paraíba II: atividades com temáticas da área a partir da interação crítica, com a uso da documentação pertinente e com a produção teórica específica. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica LEWIN, Linda. Política e Parentela na Paraíba. Um Estudo de Caso da Oligarquia de Base Familiar.Rio de Janeiro: Record, 1993.

RODRIGUES, Inês Caminha L. A gangorra do poder (Paraíba, 1889-1930). João Pessoa: Universitária/UFPB, 1994. SANTANA, Martha Maria Falcão de C e M. Nordeste, açúcar e poder. Um estudo da oligarquia açucareira na Paraíba. João Pessoa: Ed. Universitária/CNPq, 1990. Bibliografia Complementar AIRES, José Luciano de Queiroz.; OLIVEIRA, Tiago Bernardon de.; SILVA, Vânia Cristina. (Orgs). Poder, memória e resistência: 50 anos do golpe de 1964 e outros ensaios. João Pessoa: Editora do CCTA, 2016. BENEVIDES, Cezar. Camponeses em Marcha. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985. CITTADINO, Monique. Populismo e Golpe de Estado na Paraíba (1945/1964). João Pessoa: Universitária/UFPB/Idéia, 1998. GURJÃO, Eliete de Queiroz. Morte e vida das oligarquias: Paraíba (1889-1945). João Pessoa: Universitária/UFPB, 1994. OLIVEIRA, Tiago Bernardon de. (Org.). Trabalho e trabalhadores no Nordeste: análises e perspectivas de pesquisas históricas em Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Campina Grande: EDUEPB, 2015. SANTANA, Martha Maria Falcão de C e M., Poder e intervenção estatal. Paraíba – 1930-1940. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB, 2000. SANTOS NETO, Martinho Guedes dos. Os Domínios do Estado: a interventoria de Anthenor Navarro e o poder na Paraíba (1930-1932). Campina Grande: EDUEPB, 2018.

6 CORPO DOCENTE

O Curso de Arquivologia da UFPB é formado majoritariamente por docentes do Departamento de Ciência da Informação (DCI). O corpo docente do DCI é composto por 36 docentes efetivos, todos trabalhando em regime T-40 com dedicação exclusiva, como melhor detalhado no quadro 1, da seção 1.2 desse PPC. Além do DCI, outros departamentos: de Comunicação, Contabilidade e Finanças, Direito Público, Estatística, Filosofia, História, Língua

Portuguesa e Linguística, Departamento de Línguas de Sinais, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas e o Departamento de Psicologia, também oferecem disciplinas para o curso. O regime de trabalho do corpo docente das Instituições Federais de Ensino Superior é regido pela Lei 12.772/2012, que dispõe que o professor deve ser submetido a um dos seguintes regimes de trabalho: tempo integral de 40 horas semanais (T-40); tempo integral de 40 horas semanais com dedicação exclusiva às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional (T-40/DE); ou tempo parcial de 20 horas semanais (T-20). A maioria do corpo docente do Curso de Arquivologia está em regime de trabalho T-40/DE. Em semestres em que isso não é possível, há presença de professores substitutos contratados em regime de trabalho T-40.

Parte dos docentes do Curso de Arquivologia da UFPB possui experiência profissional além da docência, tendo atuado principalmente em arquivos e/ou bibliotecas. Estes docentes acrescentam à teoria o contexto prático da vivência profissional do arquivista. Por outro lado, docentes com vivência apenas na carreira acadêmica possuem conhecimento reconhecido na área de Ciência da Informação e, consequentemente, na Arquivologia, contribuindo para a construção da relação entre teoria e prática, que é base das Ciências Sociais Aplicadas.

7 COORDENAÇÃO DE CURSO E ATUAÇÃO DO COORDENADOR

A Coordenação do Curso de Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é um órgão executivo do Colegiado de Curso e é exercida por um Coordenador e um Vice-coordenador, designados pelo Reitor e indicados pela Direção do Centro, com base em consulta aos segmentos universitários. O mandato da coordenação é de dois anos, com permissão para uma única recondução ao mesmo cargo. A atuação do Coordenador é regulamentada pelo Regimento Geral da UFPB e inclui a convocação das reuniões do Colegiado de Curso, a representação do Colegiado em órgãos universitários, a execução e o cumprimento das deliberações do Colegiado, a supervisão dos trabalhos da Secretaria da Coordenação, a comunicação de irregularidades e a solicitação de medidas para corrigi-las, a aplicação de pena disciplinar ao pessoal discente, a manutenção de uma articulação permanente com os departamentos corresponsáveis pelo Curso, a proposição de alterações no currículo do Curso, o acompanhamento e a avaliação da execução curricular, entre outras atribuições.

O Coordenador deve manter uma boa articulação com as chefias departamentais, elaborar a oferta de disciplinas para cada período letivo, exercer a coordenação da matrícula, julgar os pedidos de trancamento de matrícula, encaminhar as resoluções do Colegiado que dependam de aprovação superior, enviar um relatório ao fim de cada período letivo e exercer outras atribuições que lhe sejam cometidas. A Coordenação do Curso de Arquivologia tem um papel fundamental na administração do Curso, garantindo a execução das deliberações do Colegiado, a supervisão dos trabalhos da Secretaria da Coordenação, a manutenção de uma boa articulação com os departamentos corresponsáveis pelo Curso e a avaliação da execução curricular. O Coordenador é o responsável por assegurar o bom funcionamento do Curso e o cumprimento das regulamentações universitárias.

7.1 ATUAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO

O Colegiado do Curso de Arquivologia é um órgão previsto no Regimento Geral da UFPB, que lista suas competências em seu Art. 22, como decidir sobre organização e revisão curricular, fixar diretrizes de execução do currículo, recomendar ajustes de plano de ensino aos departamentos, opinar sobre pedidos de revalidação de diplomas, apreciar representações de aluno, adotar providências para melhoria do nível de ensino, decidir sobre equivalência de atividades paradidáticas e transferências de aluno, entre outras. O Colegiado do Curso de Arquivologia foi instituído em 2009 e realiza pelo menos duas reuniões por semestre, com atas elaboradas por servidor técnico-administrativo e assinadas pelos membros. Além das competências previstas no Regimento Geral, o Colegiado é responsável pela aprovação de reformulação do Projeto Pedagógico, análise de pedidos de estágio, abreviação de curso, reingresso e prorrogação de prazo para conclusão. O Coordenador e o Vice-coordenador do Curso são membros natos do Colegiado, ocupando as funções de Presidente e Vice-presidente, e as reuniões são convocadas com antecedência mínima de 48 horas e ocorrem presencialmente.

7.2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) De acordo com a Resolução nº. 29/2020 – CONSEPE/UFPB, os cursos de graduação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) devem ter seus respectivos Núcleos Docentes

Estruturantes (NDE). O NDE é formado por docentes com atribuições acadêmicas de acompanhamento e atua no processo de concepção, consolidação e atualização contínua do Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Ele é constituído por membros do corpo docente do curso, que atuam no mesmo e possuem produção de conhecimentos na área de ensino, pesquisa e extensão. O NDE deve ser composto por pelo menos 5 docentes pertencentes ao corpo docente do curso, incluindo o coordenador e o vice-coordenador como membros natos. Destes, 60% devem possuir titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, com 60% no mínimo sendo doutores. Além disso, 60% dos membros do NDE devem possuir formação acadêmica na área do curso. A indicação dos representantes do NDE é feita pelo Departamento de lotação do docente, a partir de solicitação da Coordenação de Curso, para um mandato de 2 anos, com possibilidade de recondução. Atualmente, o NDE é constituído por 7 docentes do quadro efetivo do Departamento de Ciência da Informação do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (DCI/CCSA), todos com contrato em regime de Dedicação Exclusiva.

7.3 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO

A avaliação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba constitui um processo permanente e participativo, que visa garantir a coerência entre os objetivos formativos, as diretrizes institucionais e as demandas sociais e profissionais contemporâneas. Essa sistemática busca assegurar a melhoria contínua da qualidade acadêmica, a pertinência curricular e a efetividade do processo de ensino-aprendizagem. A responsabilidade pela condução e acompanhamento da avaliação do PPC é compartilhada entre o Núcleo Docente Estruturante (NDE), o Colegiado de Curso e a Coordenação do Curso, em consonância com as normativas da Pró-Reitoria de Graduação (PRG) e as políticas estabelecidas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Esses órgãos atuam de forma integrada na coleta, análise e interpretação de dados quantitativos e qualitativos sobre o desempenho do curso e dos discentes. A sistemática de avaliação baseia-se em três eixos principais: (a) avaliação acadêmica, que compreende o desempenho discente, o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão; (b) avaliação institucional, que considera os resultados obtidos nos processos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), nas auto avaliações institucionais e

nas avaliações externas do INEP/MEC; e (c) avaliação social, que envolve o acompanhamento dos egressos e a análise da inserção profissional dos diplomados no mercado de trabalho. Os resultados dessas avaliações são anualmente discutidos em reuniões do Colegiado e do NDE, a fim de subsidiar decisões relativas à atualização curricular, à adequação da carga horária e à revisão de componentes curriculares. Esses relatórios também servem de base para o planejamento de ações corretivas e de inovação pedagógica, alinhadas às transformações tecnológicas e às necessidades emergentes da sociedade e do campo arquivístico. A participação docente e discente é elemento central nessa sistemática, assegurando a pluralidade de perspectivas e o fortalecimento do caráter democrático da gestão acadêmica. Instrumentos como questionários avaliativos, consultas públicas, relatórios de estágio, reuniões pedagógicas e observações de práticas de ensino são utilizados para captar percepções sobre o desenvolvimento do curso e sua relevância formativa. A periodicidade de reavaliação formal do PPC será de quatro anos, ou quando identificadas alterações significativas na legislação educacional, nas Diretrizes Curriculares Nacionais ou no contexto profissional da Arquivologia. Esse ciclo regular de avaliação permitirá a atualização contínua do documento, garantindo sua aderência às demandas institucionais e sociais. Além disso, a sistemática prevê o uso de indicadores de desempenho acadêmico e institucional, como taxa de evasão, tempo médio de integralização, acompanhamento de egressos via Sistema de Avaliação de Egressos (SAEGO/LEMA). Esses dados subsidiam análises prospectivas para o aperfeiçoamento da formação e do projeto pedagógico. O processo avaliativo também contempla a articulação com o PDI e da UFPB, assegurando o alinhamento entre os objetivos institucionais e as ações de ensino, pesquisa e extensão. Dessa forma, a avaliação do PPC transcende a dimensão administrativa, configurando-se como instrumento estratégico de gestão e de fortalecimento da identidade acadêmica do curso. A sistemática de avaliação das atividades de extensão do Curso de Arquivologia deve ser realizada anualmente e estruturada de forma multicriterial, observando a carga horária e a natureza de cada componente. O foco recai sobre a interação dialógica e a transformação social, conforme preconiza o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFPB, visando assegurar a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, além de mensurar o impacto social das ações desenvolvidas. Serão utilizados indicadores quantitativos e qualitativos, tais como registros institucionais, relatórios de atividades dos docentes responsáveis pelos componentes curriculares de extensão,

visibilidade nas redes sociais, tipos e quantitativo de produtos entregues, instrumentos de avaliação aplicados aos parceiros externos e monitoramento dos resultados alcançados. Esses dadosserão analisados pelo Núcleo Docente Estruturante e subsidiarão processos periódicos de revisão do PPC, assegurando que as atividades de Extensão mantenham aderência às demandas sociais, regionais, profissionais e acadêmicas, fortalecendo o compromisso público da Arquivologia e da UFPB com a sociedade. A dinâmica de avaliação do PPC de Arquivologia reafirma o compromisso institucional com a transparência, a qualidade e a inovação pedagógica, promovendo um ciclo contínuo de planejamento, execução, monitoramento e retroalimentação. Esse processo assegura a relevância acadêmica e social do curso, mantendo-o em sintonia com as exigências de formação profissional e com os princípios de uma educação pública, crítica e transformadora. 8 INFRAESTRUTURA

A UFPB, especialmente o CCSA, dota de uma infraestrutura para atender as demandas dos cursos de graduação e pós-graduação do centro. Além de salas de aula, laboratórios e salas de professor, o centro dispõe de espaço coletivo, como praça e halls, com mesas e cadeiras para acolher os discentes. Esses locais, também são espaços para o desenvolvimento de atividades lúdicas e acadêmicas, como feiras, exposições, eventos, entre outros.

8.1. ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO A UFPB possui política de inclusão e acessibilidade, que foi instituída em 2013, por meio da Resolução Consuni nº 34/2013, que também cria o Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA). O CIA é uma assessoria especial vinculada ao Gabinete da Reitoria e tem por finalidade atender às necessidades de pessoas portadoras de qualquer tipo de deficiência, auxiliando a sua participação no que diz respeito à pesquisa, extensão e ensino, bem como prestando atendimento, orientação e intervenção junto aos servidores e alunos da UFPB. Para que o corpo docente e a instituição, como um todo, se adaptem e atendam à realidade requerida pelas pessoas com deficiência, o CIA compartilha uma série de manuais com orientações, como a Orientações aos diretores de centro, chefes de departamento, coordenadores e docentes dos cursos e a Cartilha Rotas e sinalizações acessíveis. O CIA está localizado no edifício da Reitoria da UFPB, campus I. Site do CIA: https://www.ufpb.br/cia.

O Centro de Ciências Sociais Aplicada preocupa-se com as questões de inclusão e acessibilidade e vem adequando sua infraestrutura às demandas e necessidades das pessoas com deficiência. Nesse sentido o CCSA está alinhado ao PDI, pois entende a inclusão como um processo para atender e dar resposta à diversidade de necessidades de toda a comunidade universitária, através de uma participação cada vez maior na aprendizagem, nas relações interpessoais, nas decisões para a construção de uma cultura inclusiva. A acessibilidade entendida como “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação”, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.

8.2. ESPAÇO DE TRABALHO PARA DOCENTES EM TEMPO INTEGRAL Há 13 gabinetes/ambientes dos professores vinculados ao DCI distribuídos em um único bloco no espaço do CCSA, conhecidamente por ambientes de professores. Os ambientes alocam de dois a três professores, com dimensões diferentes. Os que comportam dois docentes têm 17 m² e os que comportam três têm 23 m². A divisão dos ambientes ocorre a partir do diálogo entre a Chefia Departamental e os professores, que se organizam, geralmente, conforme a área de ensino, de modo a facilitar o planejamento didático-pedagógico, além de realizarem orientações/atendimentos aos discentes, reuniões, entre outras atividades nesses espaços.

8.3. ESPAÇO DE TRABALHO DA COORDENAÇÃO DE CURSO

A Coordenação do Curso de Graduação em Arquivologia está localizada no Bloco II do CCSA e tem o funcionamento nos três turnos (manhã, tarde e noite). Esta é dividida em dois espaços de trabalho: uma sala é destinada à secretaria, onde trabalham os servidores administrativos, 1 secretário e 2 técnicos administrativos, que se organizam nos três horários de atendimento às demandas do público; o segundo espaço situa à sala da coordenadora e vice coordenadora, são realizados trabalhos que vão desde a promoção de reuniões com os docentes e demais representantes dos outros centros até o atendimento aos discentes.

8.4 SALAS DE AULA

Para as atividades de ensino e aprendizagem, o curso de Arquivologia conta com 10 (dez) salas de aula onde, semestralmente, são ofertadas disciplinas obrigatórias e disciplinas optativas. O gerenciamento destas é realizado diretamente pela Direção do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA). As salas possuem em média 50 (cinquenta) carteiras para pessoas destras e/ou canhotas, tendo também, cadeiras específicas adequadas ergonomicamente para pessoas com obesidade, quando necessário, atendendo assim às demandas dos alunos matriculados no curso. As salas de aula passam por manutenção periódica, realizada pelos funcionários terceirizados vinculados ao CCSA, que estão sempre atentos às necessidades requeridas pela coordenação do curso. As salas são confortáveis e dispõem de recursos tecnológicos de informação e comunicação. Cada sala de aula é composta por 01 (um) quadro branco; 01 (um) birô para o docente; 01 (uma) cadeira para o docente; 01 (um) aparelho de ar-condicionado; janelas para fluxo e circulação de ar natural, quando necessário; tomadas e internet wi-fi (Rede UFPBSemFios) e uma média 50 cadeiras para os discentes. Além das salas de aula, o curso de Arquivologia também conta com outros espaços didático-pedagógicos: 1 (uma) sala ampla e equipada com lousa interativa chamada de Auditório azul e o auditório 211 utilizado para realização de eventos acadêmicos da área como palestras, seminários, encontros acadêmicos, entre outros, com espaço para, em média, 190 expectadores e equipado com sistema de som, televisores e data show. Também são utilizadas, com o prévio agendamento por parte dos docentes, as salas de videoconferência e de multimídia disponibilizadas pelo CCSA. Essas últimas são equipadas com lousa digital e interativa, equipamentos multimídia e aparelhos para videoconferência, ambas com espaço para, em média, 50 (cinquenta) alunos.

8.5 ACESSO DOS ALUNOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

O CCSA/UFPB garante o acesso aos equipamentos de informática aos discentes dos cursos de graduação e pós-graduação do CCSA por meio de um Laboratório de Inclusão Digital. O Laboratório está localizado no Bloco do CCSA e conta com 60 computadores com acesso à internet, acomodações para cada computador e ambiente climatizado com ar-condicionado e

iluminação artificial por meio de lâmpadas fluorescentes. Para fazer uso dos computadores, o/a discente precisa possuir vínculo de matrícula com algum dos cursos do centro. O laboratório atende aos alunos dos cursos nos três turnos (manhã, tarde e noite), servindo como apoio para aqueles que precisam realizar pesquisas e fazer trabalhos acadêmicos, sendo fundamentais para os discentes que ainda não possuem acesso a computadores e/ou internet. Além do Laboratório de Inclusão Digital, os discentes do curso de Arquivologia têm acesso ao Laboratório de Informática, que está localizado no Bloco B do CCSA. Este conta com uma sala ampla contendo 24 (vinte e quatro) computadores com acesso à internet. O referido laboratório foi criado para atender às necessidades tecnológicas do Curso de Graduação em Arquivologia, viabilizando a execução de aulas e projetos. O ambiente do Laboratório é climatizado por meio de ar-condicionado, possuindo uma boa iluminação realizada de forma natural através de janelas de vidro e artificial através de lâmpadas fluorescentes. Todos os computadores acompanham cadeiras acolchoadas, além de contar, também, com um birô para o docente e um quadro branco para aulas e anotações. O laboratório é utilizado para as aulas de disciplinas do curso de Arquivologia que exigem o uso de computadores e internet, assim como o treinamento para o uso de novos programas por alunos que participam de grupos de pesquisa.

8.6 BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR (UC)

8.6.1 Biblioteca Central

A Biblioteca Central atende toda a comunidade acadêmica da UFPB – discentes e servidores/as docentes e técnicos administrativos. Sua edificação está localizada próxima à reitoria e ao Centro de Vivência e tem o horário de funcionamento de segunda-feira à sexta-feira, de 07hs às 22hs. A Biblioteca possui dois andares além do térreo. No térreo encontra-se: Balcão de guarda de materiais do/da usuário/a, Balcão de circulação (empréstimo e devolução de livros), equipe de orientação de leitores/as, Acervo de obras de referências, Máquinas para pesquisa do acervo, Sala de apoio a normalização de documentos, Divisão de Serviço ao usuário, Seção Braille, Seção de

Coleções Especiais e Biblioteca Digital de Teses e Dissertações, Seção de periódicos, COMUT e Portal da CAPES e setores administrativos. O primeiro andar possui: ilha de guarda e atendimento ao acervo, banheiros (masculino e feminino); Seção de multimeios e auditório e Seção de coleção do acervo da classe 0 a 5. No segundo andar, encontra-se: ilha de guarda e atendimento ao acervo; banheiros (masculino e feminino); Seção de coleção do acervo da classe 6 a 9; Sala de seminário e Sala de reuniões. Além de consulta, é possível o empréstimo domiciliar de seu acervo. Para empréstimo domiciliar, é necessário que o/a usuária possua cadastro no Sigaa. Além do acervo físico de obras – livros, dissertações, teses, periódicos e multimeios -, a Biblioteca conta com acesso a portais de periódicos on-line e bases de e-book que podem ser acessados por meio do site da Biblioteca: www.biblioteca.ufpb.br.

8.6.2 Biblioteca Setorial Berilo Borba do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas - BS/CCSA Para atender às necessidades informacionais e bibliográficas dos dez cursos integrantes do CCSA, o centro dispõe da Biblioteca Setorial Berilo Borba do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas - BS/CCSA. A Biblioteca tem horário de funcionamento de segunda à sexta, das 8h00 às 21h30, aberta ininterruptamente, sem intervalo. Localizada no térreo do Bloco B, a Biblioteca Setorial do CCSA possui área de estudo com cabines individuais, bancadas e mesas coletivas, área destinada ao acervo físico, Setor de Empréstimo, Sala da Coordenação e Sala de Processo Técnico. A área de estudos possui capacidade máxima de 35 (trinta e cinco) usuários/as. Todo o ambiente da biblioteca é climatizado. A biblioteca possui internet wi-fi, sistema de segurança do acervo e monitoramento por câmeras, o que permite uma maior segurança tanto do acervo, quanto dos/das usuários/as. O acervo é formado por coleções especiais (Trabalhos de Conclusão de Cursos de graduação do Centro, em formato impresso e digital), além de dicionários e coleções específicas das áreas do conhecimento que abrangem os cursos do CCSA, e também pelo acervo geral, disponíveis para empréstimo domiciliar.

8.7 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS

O curso de Arquivologia da UFPB conta com quatro laboratórios didáticos de formação específica, estruturados para atender suas distintas áreas do currículo e de atuação, em detrimento ao PPC e ao perfil do egresso. Esses laboratórios são coordenados por um docente vinculado ao Departamento de Ciência da Informação (DCI) da UFPB. Todos os laboratórios possuem regulamentos elaborados pelo NDE do curso, com aprovação do Colegiado, e são disponibilizados para os alunos e professores no site da coordenação. Os laboratórios são constituídos com equipamentos, espaço e objetos que viabilizam o desenvolvimento das atividades práticas, sendo eles: o Arquivo Escola; o Laboratório de Informática, o Laboratório de Preservação e Conservação (LABCOR); e o Laboratório de Práticas Arquivísticas (LEPAD). Os laboratórios contam com o apoio técnico de dois arquivistas vinculados à coordenação. A limpeza dos laboratórios ocorre diariamente sob responsabilidade dos funcionários terceirizados, contratados pela UFPB e alocados no CCSA. A segurança desses espaços é realizada pela vigilância institucional, por funcionários terceirizados e por câmeras de monitoramento.

8.7.1 Arquivo Escola O Arquivo Escola foi instaurado com a finalidade de servir de espaço para o desenvolvimento de atividades práticas de estágio para os componentes curriculares, denominados de “Laboratório de Práticas de Integradas” do Curso de Graduação em Arquivologia. Está localizado no Bloco A do CCSA, possuindo dois computadores com acesso à internet, 20 cadeiras para discentes, ampla mesa para trabalho com duas cadeiras, quadro branco, estantes deslizantes que viabilizam o armazenamento de documentos para o desenvolvimento de atividades de ensino e aprendizagem, além de dois armários de madeira com portas e duas estantes de ferro. O ambiente é climatizado com ar-condicionado e possui iluminação com lâmpadas fluorescentes. O espaço serve as atividades didáticas dos alunos no que diz respeito ao estudo da gestão documental, com foco nos documentos não digitais e suas formas de arquivamento, sendo muito utilizado nas atividades práticas do curso. O espaço ainda é utilizado para reuniões e para eventos que requeiram atividades práticas. Nos armários existentes no Arquivo Escola, encontram-se os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’S) como luvas, máscaras e toucas descartáveis para as

atividades práticas dos alunos.

As normas de uso e acesso ao Arquivo Escola se encontram

presentes em seu Regulamento interno. Fotografia 1 - Arquivo Escola

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 2 - Arquivo Escola

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

8.7.2 Laboratório de Informática

O Laboratório de Informática é um espaço de uso prioritário do corpo discente, docente e colaboradores vinculados oficialmente ao curso de graduação em Arquivologia, bem como monitores de disciplinas que venham a realizar atividades práticas relacionadas ao uso de tecnologias digitais.

Ele serve de apoio às atividades básicas de disciplinas específicas do curso, previstas no PPC, que envolvem os equipamentos tecnológicos (softwares e hardwares) para atender às necessidades do curso e ao perfil do egresso. Nesse espaço, são realizadas atividades de produtos e serviços arquivísticos e tecnológicos, e práticas de gerenciamento de documentos eletrônicos e de preservação digital, com o uso de softwares livres AtoM (Access to Memory) e do Archivematica, entre outros recursos que viabilizam a formação do corpo discente. O Laboratório de informática conta com computadores com acesso à internet, com alta velocidade, por cabo e por wi-fi, sendo compatível com a média de um equipamento para dois discentes por turma, a dimensão do ambiente é de 61,1 m². O laboratório viabiliza a execução de aulas, de oficinas, de minicursos, de projetos, entre outros, além de servir como espaço de estudos e de pesquisas para discentes vinculados ao curso. O ambiente do laboratório é climatizado com ar-condicionado, iluminação artificial com luzes fluorescentes, possui cadeiras acolchoadas, mesas com computadores, espaços para colocar materiais auxiliares, além de possuir uma mesa central para o docente. Esse laboratório passa por revisão periódica pela equipe de tecnologia do CCSA, para viabilizar uma manutenção adequada às demandas dos componentes curriculares, possibilitando uma melhor aplicabilidade dos softwares e hardware, garantindo assim a manutenção e realização das atividades arquivísticas vinculadas à tecnologia.

Fotografia 3 – Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 4 – Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 5 – Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 6 – Laboratório de Informática do curso de Arquivologia

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

8.7.3 Laboratório de Preservação e Conservação (LABCOR) O LABCOR fica localizado na sala 3 do bloco A do CCSA e tem por finalidade auxiliar no processo de ensino-aprendizagem dos discentes do curso de Arquivologia, bem como, dar suporte à instituição no que tange às atividades de capacitação em conservação de acervos e pequenos reparos em documentos físicos. Constituindo-se em um espaço didático-pedagógico no campo da preservação e conservação de documentos, o ambiente possui dimensão de 151,5 m² e é estruturado em seis ambientes divididos conforme as atividades a serem desenvolvidas (triagem, higienização, tratamento aquoso, restauração, acomodação de material de discentes, elaboração de material, umectação e planificação e demais atividades de conservação) com maquinários, objetos e ferramentas que viabilizem as diferentes atividades nesse campo. Todo o local é climatizado com ar-condicionado, conta com boa iluminação, acústica e amplo espaço para execução das atividades práticas em conformidade com o quantitativo de alunos matriculados nas disciplinas, possibilitando a permanência de até 30 discentes por aula. Para o desempenho das atividades, o Arquivo possui 3 armários de aço, 7 bancadas de mármore, 6 mesas brancas, 12 cadeiras estofadas, 9 cadeiras sem estofamento, 5 monitores, 4 teclados, 4 estabilizadores, 4 mouses, 1 scanner de mesa, 3 desumificadores de chão, 1 bebedouro, 2 mesas de luz, 1 mesa térmica, 2 mesas higienizadoras, 1 geladeira doméstica, 2 bancos de madeira, 1 mesa de umectação, uma câmara de desinfecção de documentos, 3 pias de mármore, 1 guilhotina para papel, 2 aspiradores de pó, 1 gaveteiro, 1 Mesa Obturadora de Papéis - MOP, 1 aparelho secador de papel, 1 microscópio e duas balanças eletrônica.

Além de seu maquinário, o laboratório conta com vários tipos de insumos utilizados para realização das atividades de conservação e preservação com objetos como tesouras, algodão, diversos tipos de tecidos, lápis comum, estiletes, bisturi, borrachas, raladores, fitas métricas, papéis mata borrão, papeis neutros, papeis adesivos (filmoplast), material químico, entre outros além de contar com estoque de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) como máscaras, toucas, luvas e jalecos descartáveis e óculos de proteção reservados para os alunos utilizarem durante as atividades. As normas de uso e acesso estão presentes no Regulamento interno do Laboratório de Preservação e Conservação (LABCOR). Fotografia 7 - Placa na entrada do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 8 - Sala de entrada do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 9 - Sala de digitalização do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 10 - Sala de trabalho do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 11 - Sala de tratamento aquoso do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 12 - Sala de triagem de documentos do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 13 - Sala de higienização de documentos do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 14 - Câmera de umectação LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

Fotografia 15 - Câmara de desinfestação de documentos do LABCOR

Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

8.7.4 Laboratório de Estudos e Práticas Arquivísticas Digitais e Inovação (LEPADI).

O LEPADI está localizado na sala 02 do Bloco B do CCSA e é parte da infraestrutura didático-pedagógica do Curso de Graduação em Arquivologia da UFPB. Esse espaço tem por finalidade oferecer suporte ao processo de ensino-aprendizagem às disciplinas que demandam atividades de caráter teórico-prático, podendo vir a desdobrar-se em atividades de pesquisa e extensão, visando uma preparação acadêmico-profissional mais qualificada para os discentes do curso de graduação em Arquivologia. Esse equipamento possui infraestrutura para apoio didático ás aulas práticas, com foco nos conteúdos em documentos digitais. O ambiente é climatizado com ar-condicionado e possui iluminação ratificação com lâmpadas fluorescentes. As normas de uso e acesso estão presentes no Regulamento do Laboratório de Estudos e Práticas Arquivísticas Digitais do Curso de Graduação em Arquivologia (LEPADI). O LEPADI simula o ambiente corporativo, possibilitando a execução de atividades reais relacionadas à gestão e preservação de documentos digitais. Dessa forma, os discentes podem aplicar, de maneira concreta, os conceitos teóricos aprendidos em sala de aula. A Arquivologia contemporânea exige um profissional preparado para lidar com documentos nato digitais, seus requisitos de confiabilidade e preservação. O laboratório fortalecerá a interdisciplinaridade entre a Arquivologia e a TI, permitindo que os estudantes adquiram conhecimentos sobre softwares, sistemas de gestão documental e metodologias de preservação digital. Essa integração aumentará a capacidade dos alunos de compreender e atuar em ambientes digitais, qualificando-os melhor para o mercado de trabalho.

Fotografia 16 – LEPADI Fonte: Acervo da Coordenação de Arquivologia

9 APOIO DISCENTE

No contexto de apoio aos estudantes, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), há comitês e setores que prestam assistência estudantil para contribuir para a retenção dos alunos na instituição. A coordenação do curso de Arquivologia, juntamente com professores vinculados ao Departamento de Ciência da Informação e os estudantes do curso, em parceria com o Centro Acadêmico (CA) do curso, promove semestralmente um evento chamado "Acolhimento

Arquivístico". Este evento tem como objetivo acolher os estudantes e apresentá-los ao curso, à universidade, aos programas, aos comitês e aos projetos de assistência oferecidos pela UFPB. Este evento é uma oportunidade de construção científica e celebração do conhecimento arquivístico, bem como de apresentação dos pilares da UFPB, além de alguns comitês e comissões da UFPB que dão apoio aos discentes: A "Comissão de Acolhimento, Informação e Enfrentamento à Violência de Gênero" foi criada em 17 de fevereiro de 2021, por meio de uma ação conjunta de sete professoras do Departamento de Ciência da Informação, com o objetivo de produzir, disseminar e tornar visíveis ações informativas para prevenir e enfrentar a violência de gênero, o racismo e a LGBTfobia no ambiente acadêmico e na sociedade. O "Comitê de Políticas de Prevenção e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (CoMu)" foi aprovado em 28 de setembro de 2018 pelo Conselho Universitário (Consuni), com a finalidade de elaborar uma política para combater opressões na universidade. Este comitê atua no acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência na universidade. O site do CoMu é https://www.ufpb.br/comu. O Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) é uma assessoria especial vinculada ao Gabinete da Reitoria, cuja finalidade é atender às necessidades das pessoas com deficiência, auxiliando-as na participação nas áreas de pesquisa, extensão e ensino, além de prestar atendimento, orientação e intervenção aos servidores e alunos da UFPB. De acordo com a Lista de Solicitações de Apoio ao CIA, entre 2017 e 2023, 11 estudantes do curso de Arquivologia solicitaram o apoio do CIA, dos quais dois ainda são atendidos. Para que a instituição e o corpo docente possam atender à realidade das pessoas com deficiência, o CIA compartilha manuais de orientações, como "Orientações aos Diretores de Centro, Chefes de Departamento, Coordenadores e Docentes dos Cursos" e a "Cartilha Rotas e Sinalizações Acessíveis". O CIA está localizado no edifício da Reitoria da UFPB no Campus I e seu site é https://www.ufpb.br/cia. A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) oferece programas de auxílio e apoio psicológico, importantes para a permanência dos estudantes nos cursos de graduação da UFPB. Ela é responsável por planejar, coordenar e controlar as atividades de assistência e promoção aos estudantes, com o objetivo principal de garantir sua permanência nos cursos de graduação presenciais da UFPB.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 02/06/2026 RESOLUÇÃO Nº 20/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 20) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

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