N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 12/2019
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação Profissional à Distância.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (24)
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSUNI 05/2019 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista deliberação na reunião realizada no dia 13 de dezembro de 2017 (Processo no 23074.035579/2017-10), e Considerando...” fonte: texto · confiança alta
23 citação(ões) simples (REMETE A)
- cita
- citaRes. CNE/CEB 3/2008 em: Anexo I“Dispõe sobre alterações na Resolução CNE/CEB nº 03/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.”
- cita
- citaRes. CNE/CEB 6/2012 em: Anexo I“De acordo com a Lei nº 9.394/96 e a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, os cursos técnicos se fundamentam nos princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência do discente;”
- citaRes. CNE/CEB 6/2012 em: Anexo I“De acordo com a Resolução 06/2012 do CNE, a carga horária presencial nos cursos técnicos à distância na área de saúde deverá ser de 50%.”
- cita
- citaLei 10.419/2002 em: Anexo I“A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande.”
- citaLei 11.741/2008 em: Anexo I“O referido curso encontra-se inserido no eixo tecnológico ambiente e saúde, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96, Seção IV-A...”
- cita
- cita
- citaLei 3.835/1960 em: Anexo I“Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“De acordo com a Lei nº 9.394/96 e a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, os cursos técnicos se fundamentam nos princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência do discente;”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.”
- cita
- citaLei PB 1.366/1955 em: Anexo I“APRESENTAÇÃO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de...”
- citaRes. CONSEPE 01/2014 em: Anexo I“trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, Resolução 01/2014 (CNE/CEB) e Decreto nº 9057/2017 que regulamenta o artigo 80 da Lei 9394/1996.”
- citaRes. CONSEPE 06/2012 em: Anexo I“As normas que regulamentam esta modalidade de ensino técnico concomitante é a Resolução nº6/2012 e o Decreto nº 9057/2017.”
- citaRes. CONSEPE 16/2007 em: Anexo I“Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução...”
- citaRes. CONSEPE 40/2003 em: Anexo I“Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução...”
- citaRes. CONSEPE 59/2006 em: Anexo I“Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução...”
- cita
- citaRes. CONSUNI 05/2000 em: Anexo I“No âmbito do ensino técnico profissionalizante da UFPB, destaca-se a Escola Técnica de Saúde (ETS), criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, como Escola de Auxiliar de Enfermagem da...”
- cita
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSUNI 05/2019
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 42 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 30 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CP 1/2021
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CP 4/2018
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 25 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 5 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO NO 12/2019 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação Profissional à Distância.
O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista deliberação na reunião realizada no dia 13 de dezembro de 2017 (Processo no 23074.035579/2017-10), e Considerando a Resolução CONSUNI/UFPB 05/2019, que autorizou a criação do curso Técnico em Cuidados de Idosos, modalidade à distância, sob a responsabilidade da Escola Técnica de Saúde – Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba.
RESOLVE
¶Art. 1º Aprovar o Curso Técnico em Cuidados de Idosos, em nível técnico, denominado Curso Técnico em Cuidados de Idosos, na modalidade à distância, a ser ministrado pela Escola Técnica de Saúde da UFPB, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I.
¶Art. 2º O Projeto Pedagógico do Curso passa a fazer parte da presente Resolução através dos Anexos I.
¶Art. 3º Fica aprovada a realização e programação pela Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde, o Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade de Educação Profissional à Distância, Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde, com carga horária de 1.200 horas.
¶Art. 4º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, na Escola Técnica de Saúde da UFPB e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução.
¶Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 09 de abril de 2019.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 12/2019
Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Universidade Federal da Paraíba - UFPB Centro de Ciências da Saúde - CCS Escola Técnica de Saúde da UFPB
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE EDUCAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM CUIDADOS DE IDOSOS MODALIDADE DE ENSINO À DISTÂNCIA
Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde.
Reitora: Prof. Dra Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Pró-Reitora de Graduação: Prof. Dra Ariane Norma de Menezes Sá Diretor do Centro de Ciências da Saúde: Prof. João Euclides Fernandes Braga Diretora Geral da Escola Técnica de Saúde: Prof. Dra Ivanilda Lacerda Pedrosa Diretora de Ensino da Escola Técnica de Saúde: Prof. Dra Maria Soraya Pereira Franco Adriano Coordenador pedagógico da Escola Técnica de Saúde: Me. Theóffillo S. Lopes Comissão Elaboradora do Projeto Pedagógico: Profª. Dra. Andrea Mendes Araújo Profª Dra. Betânia Maria Pereira dos Santos Prof. Dra. Nilsamira da Silva Oliveira Prof. Dra. Renata Coelho Freire Batista Queiroz Endereço da Escola Técnica de Saúde Universidade Federal da Paraíba – Campus I João Pessoa Jardim Cidade Universitária S/N – Bairro Castelo Branco CEP: – João Pessoa /PB Fone: 83 3216-7400 E-mail: direção@ets.ufpb Site: http://www.ets.ufpb.br/
João Pessoa - PB
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 2.
JUSTIFICATIVA
3. OBJETIVOS DO CURSO 3.1 OBJETIVO GERAL 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 4.
REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO
5.
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
6. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES 6.1 COMPETÊNCIAS 6.2 HABILIDADES 7.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 7.1 METODOLOGIA 7.2 MATRIZ CURRICULAR
8.
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS
ANTERIORES 9
CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 9.1 ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO
10
BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS 10.1
11
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 11.1 PERFIL DOCENTE 11.2 PERFIL DO APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
12
CERTIFICAÇÃO
REFERENCIAS APÊNDICE
1. APRESENTAÇÃO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. A UFPB desenvolveu uma crescente estrutura multicampi, após sua federalização, distinguindo-se, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema de ensino superior do país que, em geral, têm suas atividades concentradas num só espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras. No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete campi. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A partir de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa) a serem incorporados pela UFCG. Em 2017, a UFPB está estruturada da seguinte forma: Campus I - João Pessoa Centro de Ciências Exatas e da Natureza Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Centro de Ciências Médicas Centro de Educação Centro de Ciências Sociais Aplicadas Centro de Tecnologia Centro de Ciências da Saúde Centro de Ciências Jurídicas Centro de Biotecnologia Centro de Comunicação, Turismo e Artes Centro de Energias Alternativas e Renováveis Centro de Informática Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional - Unidade Lynaldo Cavalcanti/Mangabeira Campus II – Areia Centro de Ciências Agrárias Campus III - Bananeiras Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias Campus IV - Rio Tinto e Mamanguape Centro de Ciências Aplicadas e Educação Com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de tamanho e, hoje, já é a instituição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a oferecer o maior número de vagas no seu processo seletivo. Em 2005, a UFPB oferecia cerca de 3.700 vagas por ano. Para 2012 foram 8.020 vagas distribuídas pelo Processo Seletivo Seriado (PSS) e pelo ENEM/SISU. Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino superior e técnico profissionalizante, além da pesquisa e extensão. A Educação Profissional Técnica de Nível Médio constitui uma das três etapas da Educação Profissional, que objetiva: proporcionar aos discentes o desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva e social; atender às demandas de formação e conhecimento técnico, científico e tecnológico, em consonância com os setores produtivos e a realidade regional e local; contribuir para a inserção e reinserção dos trabalhadores no mundo do trabalho; promover a cidadania e a inclusão social através da formação para o trabalho; elevar a escolaridade dos trabalhadores e permitir a continuidade de estudos. De acordo com a Lei nº 9.394/96 e a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, os cursos técnicos se fundamentam nos princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência do discente; pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; respeito à liberdade e apreço à tolerância; garantia de padrão de qualidade; valorização da experiência extraescolar; vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais; independência e articulação com o Ensino Médio; respeito aos valores estéticos, políticos e éticos; desenvolvimento de competências para a laborabilidade; flexibilidade, interdisciplinaridade e contextualização; identidade dos perfis profissionais de conclusão de curso; atualização permanente dos cursos e currículos e autonomia da escola em seu projeto pedagógico. No âmbito do ensino técnico profissionalizante da UFPB, destaca-se a Escola Técnica de Saúde (ETS), criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, como Escola de Auxiliar de Enfermagem da Paraíba e posteriormente passando a ser denomina Escola Técnica de Saúde da UFPB, através da Resolução do CONSUNI n° 05/2000, em 31/05/2000. Está vinculada à Universidade Federal da Paraíba através do Centro de Ciências da Saúde, com sede na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba. Contempla os três pilares: ensino, pesquisa e extensão. Além dos cursos técnicos oferecidos, trabalha com capacitações e projetos de extensão. Inicialmente, oferecia apenas o Curso Técnico de Enfermagem. Posteriormente, instalou o Curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado através da Resolução CONSEPE nº 40/2003, o Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, aprovado pela Resolução CONSEPE nº 59/2006, e o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, curso este aprovado pela Resolução CONSEPE n° 16/2007. Este último foi realinhado para o Curso Técnico em Análises Clínicas por recomendação do Setec-Mec. Posteriormente, no ano de 2015 foi aprovado e iniciado o Curso Técnico em Cuidados de Idosos na modalidade Proeja. A Escola Técnica de Saúde tem como missão, proporcionar a formação profissional e tecnológica em saúde através do ensino, pesquisa e extensão, contribuindo com o desenvolvimento sócio, econômico, cultural e o pleno exercício da cidadania. Os Cursos Técnicos ofertados pela ETS formam e qualificam profissionais para atuar em diferentes campos de trabalho na área da saúde, proporcionando mecanismos para a educação permanente, através do ensino técnico profissionalizante. O compromisso com a formação de futuros profissionais, numa perspectiva de ser social, reflexivo, solidário e criativo, que venham atender com qualidade as demandas da sociedade, impulsiona o projeto de expansão da Escola Técnica de Saúde. O Curso Técnico em Cuidados de Idosos Modalidade de Ensino à Distância (EAD), a que se propõe este projeto, visa habilitar profissionais para cuidar da pessoa idosa. 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso Técnico em Cuidados de Idosos EAD consiste em uma das propostas de formação associada à melhoria da qualidade de vida, à preservação e utilização da natureza e ao desenvolvimento e inovação do aparato
tecnológico de suporte e atenção à Saúde. Está inserido no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio – MEC/SETEC (BRASIL, 2012). O referido curso encontra-se inserido no eixo tecnológico ambiente e saúde, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96, Seção IV-A atualizada pela lei 11.741/08, bem como demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil. Será realizado na forma de EAD, modalidade concomitante com o ensino médio, perfazendo carga horária total de 1.200h/aula. 2.0
JUSTIFICATIVA
De acordo com o censo demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, a população brasileira atingiu um total de 190.732.694 habitantes, dos quais aproximadamente 12,4% representam as pessoas com 60 anos ou mais, consideradas pessoas idosas. Projeções do IBGE (2013) apontam para uma população idosa que irá passar dos 22.1 milhões em 2013 para 73.551.010 em 2060. A Paraíba passará dos seus atuais 433.747 mil para 718.126 mil pessoas idosas. O processo de transição demográfica vem proporcionando alterações consideráveis no perfil de saúde da pessoa idosa, convivência maior com doenças crônicas e incapacidade funcional, favorecendo a uma maior vulnerabilidade e dependência, aumentando os demandantes de cuidados em meio à diminuição de descendentes para cuidar. A família, que culturalmente é a provedora de cuidados, sofre transformações estruturais decorrentes da queda da natalidade, mudanças nos padrões de nupcialidade e o ingresso da mulher no mercado de trabalho. Neste cenário, as mudanças apresentadas na conjuntura familiar apontam para uma nova divisão de trabalho para a provisão de cuidados à pessoa idosa (CAMARANO & KANSO, 2010). Segundo Litovic & Brito (2004), os índices crescentes de pessoas idosas impõem situações desafiadoras ao poder público, sociedade, família e indivíduos, no que se refere à elaboração de estratégias que favoreçam uma longevidade com preservação da autonomia e independência, alicerçada na promoção de uma vida ativa e saudável. Diante das necessidades provenientes desse acelerado processo de envelhecimento, justifica-se a necessidade de formação de profissionais com conhecimento técnico e científico que promovam cuidados as pessoas idosas com limitações físicas, social e psicológica, que não conquistaram ou reduziram sua autossuficiência, assim como aquelas independentes com necessidades de acompanhamento e estímulo à sua independência. A proposta de implantação do Curso Técnico em Cuidados de Idosos faz parte de um compromisso ético de 14 professores da Escola Técnica que concluíram o Doutorado em Gerontologia Biomédica. Estes professores perceberam, através de seus estudos, a necessidade urgente de qualificação profissional no setor. A pessoa idosa requer uma atenção especializada. Os serviços de saúde necessitam de instrumentos que os auxiliem na adequação da assistência a essa clientela; a família precisa de um suporte técnico científico capaz de atender as necessidades oriundas do processo de envelhecimento e, a sociedade, incluindo os gestores públicos, precisa compreender e acolher de maneira eficaz o processo de envelhecimento e suas implicações. O cuidado a pessoa idosa demanda profissionais com formação adequada que inclui os aspectos da vida de forma a garantir atendimento humanizado. A busca por profissionais qualificados para o mercado de trabalho vem se tornando uma realidade cada vez mais consistente e a Educação a distância - EAD tem sido vista como uma aliada neste processo. Incentivados pela necessidade de democratização de acesso, atualização profissional e das possibilidades decorrentes da telemática, a educação a distância vem se expandindo consideravelmente no mundo e no Brasil. Nesse sentido, a ETS/UFPB, inserese ao rol das instituições que a partir de agora desenvolverá cursos na modalidade de EAD como mais uma forma de buscar e promover conhecimentos, considerando o expressivo número de pessoas com dificuldade de acesso à escola pública de qualidade. Dessa forma, os componentes curriculares integram-se e articulam-se promovendo saberes científicos e tecnológicos, como base para a formação técnica dos cuidadores.
3. OBJETIVOS DO CURSO 3.1
OBJETIVO GERAL
Formar cuidadores de idosos capazes de atuar de modo ético, comprometidos com a qualidade de vida da pessoa idosa. 3.2
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Oferecer um processo de formação que amparado na educação concomitante do nível médio, assegure a integração entre a formação geral e a de caráter profissional. ● Oferecer experiências teóricas e práticas na área de cuidados com a pessoa idosa que consolidem o “saber fazer”. ● Enfatizar os aspectos preventivos do cuidado e proporcionar ao estudante o conhecimento in loco do sistema de saúde e atenção à pessoa idosa. ● Vincular, através da integração ensino-serviço, uma formação contextualizada. ● Valorizar em todo o processo educativo a importância da preservação dos recursos e do equilíbrio ambiental. ● Capacitar Técnicos em Cuidados ao Idoso capazes de identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde doença.
● Proporcionar conhecimentos na área biopsicossocial e espiritual que permitam uma prática adequada e a construção de habilidades no cuidado com a pessoa idosa. ● Habilitar Técnicos em Cuidados ao Idoso capazes de atuar e interagir com diferentes profissionais e com os familiares. ● Preparar Técnicos em Cuidados de Idosos com formação ética, capazes de compreender e fazer uso das normas de biossegurança no exercício da função. ● Adquirir conhecimentos técnico-científico e humanístico que permitam cuidar do idoso, interagindo com familiares e com a comunidade, desenvolvendo atividades de promoção, prevenção e apoio à reabilitação do idoso. ● Desenvolver capacidade de reflexão, de trabalho em equipe, de flexibilidade e de resolução de problemas no ambiente de trabalho. ● Capacitar Técnicos em Cuidados ao Idoso capazes de responder às demandas de diferentes grupos sociais, respeitando as diferenças culturais, sociais, étnicas e econômicas envolvendo-se na definição das estratégias de atenção e cuidados formuladas de forma participativa e solidária com o usuário da saúde. ● Desenvolver competências profissionais capazes de mobilizar, articular e colocar em prática conhecimentos, habilidades e valores indispensáveis ao bom desempenho das atividades de cuidados com a pessoa idosa. ● Oferecer experiências de aprendizagem que permitam o desenvolvimento de atividades que contribuam na promoção da autonomia e hábitos saudáveis de vida no processo de envelhecimento. ● Contribuir com a melhoria da qualidade dos serviços prestados a comunidade através da promoção profissional do Técnico em Cuidados ao Idoso. ● Preparar o educando para a autonomia intelectual e para a educação continuada de forma a garantir sua adaptação às novas formas de ocupação. 4.
REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO O acesso ao Curso Técnico em Cuidados de Idosos EAD poderá se dar de duas formas, sendo: 1) De responsabilidade da Secretaria de Educação do Estado da Paraíba entre os alunos regularmente matriculados no ensino médio ofertado pelo estado. Destaca-se que nesse processo a Escola Técnica de Saúde é a instituição ofertante do curso citado e a Secretaria de Educação do Estado constitui-se em instituição demandante. As normas que regulamentam esta modalidade de ensino técnico concomitante é a Resolução nº6/2012 e o Decreto nº 9057/2017. 2) De responsabilidade da Escola Técnica de Saúde, respeitando-se a legislação vigente que regulamenta o ingresso em cursos técnicos nas instituições federais de ensino.
5.
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
O profissional deve adquirir os conhecimentos necessários para executar com segurança atividades que visem o bem estar da pessoa idosa nos aspectos biológico, psicológico, social e espiritual. Diante do exposto, baseado no perfil descrito no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e no processo de ensino e aprendizagem, este curso propõe-se a formar profissionais com o seguinte perfil: ● Desempenhar suas atividades profissionais com responsabilidade, justiça e competência considerando os princípios básicos de universalidade, equidade e integralidade de atenção às pessoas idosas. ● Cuidar da pessoa idosa com limitação de movimento, acamada ou não, como também da pessoa idosa independente. ● Cuidar da pessoa idosa nos aspectos físico, mental, cultural e social. ● Acompanhar a pessoa idosa em atividades de rotina e auxiliar nos cuidados de higiene, alimentação e hidratação. ● Estimular atividades físicas, de lazer, e ocupacionais. ● Estimular o autocuidado contribuindo para a manutenção da autonomia e independência e consequente melhoria da qualidade de vida. ● Conhecer a realidade em que a pessoa idosa está inserida sendo capaz de transformar-se e ao mesmo tempo atuar como agente ativo de transformação social da sua realidade. ● Atuar como agente ativo em constante aprimoramento profissional acompanhando a evolução técnica cientifica do mundo do trabalho. ● Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade. ● Realizar trabalho em equipe, correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou ciências tendo em vista o caráter interdisciplinar da área. ● Aplicar princípios e normas de segurança no trabalho. ● Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos das pessoas idosas. ● Prestar informações ao usuário, ao sistema de saúde e de outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados; ● Executar Ações de cuidador de pessoas idosas em instituição de saúde, domicílios, Instituições de Longa Permanência e outros.
6. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
6.1
COMPETÊNCIAS
• Exercer as atividades do cuidado à pessoa idosa, com fundamentos nos princípios científicos. • Conhecer a importância da manutenção da autonomia e independência da pessoa idosa. • Desempenhar as atribuições do Técnico em Cuidados de Idosos, com responsabilidade, compromisso e respeito à pessoa idosa. • Identificar estrutura e organização dos serviços de apoio à pessoa idosa. • Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença. • Definir as características das técnicas de cuidado relacionadas à higiene, conforto, segurança, alimentação, hidratação e eliminações do assistido. • Identificar as atividades desenvolvidas pela pessoa idosa, dentro de sua capacidade física e cognitiva. • Exercer as atividades do cuidado à pessoa idosa com limitação de movimento, acamada ou não, como também da pessoa idosa independente. • Reconhecer a técnica da lavagem das mãos como um dos procedimentos básicos no controle de infecção, executandoa antes e depois do atendimento a pessoa idosa. • Conhecer sinais, sintomas e formas de tratamento das principais doenças que acometem a pessoa idosa, promovendo ações que visem sua prevenção e controle. • Conhecer os agravos à saúde que ameaçam a vida nas situações de urgência e emergência. • Conhecer os aspectos bio-psico-social-espiritual da pessoa idosa necessários ao cuidado. • Identificar lesões e sequelas decorrentes de processos patológicos, tratamentos e procedimentos realizados. • Identificar sinais e sintomas que indiquem agravamento no quadro clínico da pessoa idosa. • Conhecer atividades lúdicas. • Conhecer a importância da realização de atividade física e laborativa para um envelhecimento ativo. • Conhecer os princípios da bioética. • Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho. • Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade. • Realizar trabalho em equipe, correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou ciências, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área. • Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental. • Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos do usuário. • Identificar e aplicar princípios e normas de conservação de recursos não renováveis e de preservação do meio ambiente. • Aplicar princípios ergonômicos na realização do cuidado a pessoa idosa. • Avaliar riscos de negligência e imprudência ao executar procedimentos técnicos. • Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção. • Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com exigências do campo de atuação. • Prestar informações a pessoa idosa, familiares, sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados. • Utilizar recursos e ferramentas de informática específicos da área. • Reconhecer a humanização como elemento fundamental no cuidar do assistido. • Identificar as diversas formas de trabalho e locais de atuação dos profissionais Técnicos em Cuidados de Idosos. • Conhecer os princípios éticos e legais, de forma a adotar postura adequada ao trato com o assistido/família/comunidade e com os outros profissionais da equipe de trabalho. • Identificar as organizações sociais existentes na comunidade, a fim de divulgá-las aos seus assistidos. • Identificar e avaliar consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho nesta área, com vistas à sua própria saúde e segurança. • Interpretar as legislações e normas de segurança e os elementos básicos de prevenção de acidentes no trabalho. • Identificar doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho na saúde, assim como as respectivas ações preventivas. • Conhecer as estratégias empregadas pela população local para viabilizar o atendimento das necessidades do assistido, com o objetivo de oferecer alternativas contextualizadas. • Conhecer a legislação trabalhista. • Avaliar junto com a equipe e/ou familiar a qualidade da assistência prestada. • Conhecer os serviços de atuação do cuidador, a exemplo: instituição de saúde, domicílios, Instituições de Longa Permanência e outros. • Reconhecer necessidade de atualização profissional na área de geriatria e gerontologia e nas técnicas do cuidado a pessoa idosa. 6.2
HABILIDADES
• Prestar cuidados à pessoa idosa independente, com limitação de movimento, acamada ou não, atendendo as necessidades de higiene, conforto, segurança, alimentação, hidratação e eliminações. • Colaborar no planejamento e organização da assistência à pessoa idosa. • Executar o plano de cuidados, em conjunto com a família e/ou equipe multiprofissional. • Interagir com a equipe de trabalho em prol da organização e eficácia da assistência.
• Acompanhar a pessoa idosa nas atividades de vida diária, nos cuidados de higiene, alimentação e hidratação. • Utilizar técnicas de comunicação interpessoal nas ações de orientação do assistido/família/comunidade com vistas à promoção da saúde. • Atuar como agente de saúde, informando e orientando o assistido/família/comunidade sobre hábitos e medidas geradoras de melhor qualidade de vida. • Utilizar equipamentos de trabalho seguindo os princípios de segurança e manutenção preventiva. • Aplicar normas de higiene e biossegura, de acordo com a legislação vigente, na realização do trabalho, para proteger a sua saúde e a do assistido. • Realizar limpeza adequada dos materiais e ambientes de trabalho. • Aplicar técnicas adequadas de manuseio e descarte de resíduos, fluídos, agentes biológicos, físicos químicos e radioativos segundo as normas de biossegurança. • Adotar as medidas de prevenção/proteção recomendadas para evitar doenças transmissíveis. • Empregar princípios de qualidade na prestação de serviços. • Executar técnica de banho no leito, em situações que requeiram o procedimento. • Incentivar o autocuidado, a realização de atividades físicas, de lazer e ocupacionais. • Orientar procedimentos que promovam o autocuidado da pessoa idosa. • Preservar a capacidade funcional da pessoa idosa ao máximo, auxiliando sua adaptação às limitações consequentes das doenças. • Estabelecer comunicação eficiente com o assistido e seus familiares, visando a efetividade das ações realizadas. • Executar atividades de lazer e ocupacionais. • Proceder a lavagem das mãos antes e após a realização de procedimentos técnicos. • Realizar posicionamentos corretos, mudanças de decúbito e proteção dos membros e tronco do assistido de modo a evitar complicações e/ou sequelas. • Prestar cuidados que atendam às necessidades básicas do assistido. • Prestar cuidados a pessoa idosa em situação de urgência e emergência, ao nível de sua competência. • Desempenhar ações de competência do cuidador da pessoa idosa em instituição de saúde, domicílios, Instituições de Longa Permanência e outros. • Tomar as medidas cabíveis, ao nível de sua competência, no caso de agravamento do estado de saúde do assistido. • Ajudar a estabelecer parâmetros para avaliação da qualidade da assistência à pessoa idosa. • Manter-se atualizado em geriatria e gerontologia e nas técnicas do cuidado. • Participar de negociações coletivas trabalhistas. 7.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A organização curricular do Curso Técnico em Cuidados de Idosos observa as determinações legais presentes no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação, Resolução n° 06 do CNE/CEB de 20 de Setembro de 2012, da Seção IV-A da Lei n° 9394/96, bem como as diretrizes do Projeto Pedagógico Institucional e do Regulamento Didático n° 01/2014 da ETS/CCS/UFPB. Foi elaborada apartir da análise das necessidades e perspectiva da sociedade, buscando atender as demandas provenientes do acelerado crescimento da população idosa. O Curso está estruturado em módulos, objetivando estudos subsequentes. Ao término dos três módulos, o aluno receberá o Diploma de Técnico em Cuidados de Idosos. De acordo com a Resolução 06/2012 do CNE, a carga horária presencial nos cursos técnicos à distância na área de saúde deverá ser de 50%. No Curso Técnico em Cuidados de Idosos, esta carga horária será contabilizada por meio de: • Assistir às aulas de forma presencial nos polos; • Realização da atividade avaliativa presencial; • Participação ativa nos seminários locais. O Curso Técnico em Cuidados de Idosos tem sua matriz curricular estabelecida num total de 1200 horas/aula. A quantidade de atividades presenciais será de 600h/aula, ou seja, 50% da carga horária total do curso. Os conteúdos teóricos e/ou práticos serão desenvolvidos de acordo com o planejamento pedagógico, de modo a alcançar os objetivos propostos especificados nas ementas das disciplinas. Os módulos foram organizados segundo os níveis de complexidade de seus componentes, existindo o seguinte pré-requisito: disciplina Cuidados com a Saúde da Pessoa Idosa I é pré-requisito para Cuidados com a Saúde da Pessoa Idosa II. Os módulos tem uma formulação progressiva em que o estudante percorre vários cenários de atenção à pessoa idosa e vai passando, paulatinamente, por cenários do cuidado, da atenção à pessoa idosa independente à dependente de cuidados, ou seja, de temas gerais a temas específicos; da atenção em domicílio no contexto familiar aos serviços de atenção à pessoa idosa. O principal objetivo desta estruturação é proporcionar ao aluno a compreensão da realidade de vida da comunidade, conhecer as relações familiares, os determinantes das doenças para só então poder desempenhar as técnicas do cuidado. Diante do exposto, os módulos propõem: Módulo I - Estudo dos conteúdos referentes à formação básica de saúde proporcionando embasamento teórico prático para o cuidado da pessoa idosa; Módulo II – Propicia o desenvolvimento de habilidades e práticas relativas à assistência a pessoa idosa, com enfoque na promoção da saúde, estímulo à autonomia e independência, bem como na prevenção de agravos e doenças e na oferta de cuidados que ofereçam conforto e segurança ao assistido; e Módulo III – Aprimora as habilidades adquiridas e desenvolvimento de
novas habilidades para intervir em diversos contextos do cuidado, desde a atenção a pessoa idosa independente a dependente, proporcionando-lhe uma maior qualificação profissional. Essa organização curricular propõe formar profissionais proativos, uma das grandes qualidades que as instituições buscam encontrar no perfil profissional do técnico em cuidados de idosos. 7.1 METODOLOGIA As atividades didático-pedagógicas estão pautadas na contextualização dos conhecimentos, valorizando as experiências dos alunos e seus saberes prévios, considerando os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno. Na mediação das atividades que integram teoria e prática o docente deve exercer suas atividades de maneira que favoreça a identificação de problemas em diversos contextos e que estes tenham características desafiadoras, orientando na busca de informações, estimulando o uso do raciocínio lógico e da criatividade, considerando que a competência é formada pela prática e que esta se dá em situações concretas. 7.2
MATRIZ CURRICULAR
Para a construção da matriz curricular foram observadas as determinantes legais presentes n Lei nº 11.741, de 16 de Julho de 2008, e na Resolução CNE/CEB nº 06 de 20 de Setembro de 2012, integrada por disciplinas, atividades acadêmicas, científicas, prática profissional e elaboração de trabalho de conclusão de curso. A matriz Curricular do Curso em Cuidados de Idosos está representada no Quadro 1. Quadro1 – Matriz curricular do Curso Técnico em Cuidados de Idosos
8.
Módulo I
Carga horária Carga horária teórico/prática módulo 44h 32h 36h 32h 40h 32h 36h 484 44h 28h 28h 28h 44h 28h 32h
Ambientação em Educação à Distância O Cuidado e o Cuidador Prática Integrada ao Cuidado Envelhecimento Humano Processo Saúde e Doença Psicologia do Envelhecimento Português Instrumental Anatomia e Fisiologia Humana no Processo de Envelhecimento Prevenção de Acidentes Primeiros Socorros Ética Profissional Bioética e Espiritualidade Empreendedorismo Higiene Ocupacional
Módulo II
Disciplinas
Introdução à Informática Política Pública e Envelhecimento Agravos e Doenças na 3º idade Farmacologia Básica Nutrição e Envelhecimento Cuidados com a Saúde do Idoso I Saúde bucal e Envelhecimento Envelhecimento, Sexualidade e gênero
40h 56h 108h 40h 36h 120h 32h 36h
468
Módulo
III Módulos
Contação e Audição de Histórias na 3º Idade Cuidados com a Saúde do Idoso II Emergência Geriátrica Lazer, atividade física e laborativas Total da carga horária do curso
60h 84h 40h 64h
248h
do
1.200h
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
As competências desenvolvidas pelos alunos em formações prévias, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Cuidados de Idosos poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. 9
CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação se faz presente em todo processo de desenvolvimento do currículo. Retrata a aprendizagem alcançada pelo aluno ao final ensino teórico-prático. Constitui-se em importante suporte ao processo ensino e aprendizagem, bem como de orientação para o professor planejar suas ações, visando ajudar o aluno a prosseguir, com êxito, seu processo de formação. A avaliação da aprendizagem do Curso Técnico em Cuidados de Idosos tem caráter formativo, concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva e processual. Prioriza os aspectos qualitativos sobre os quantitativos (art. 24 da Lei
9.394, de 20.12.1996). A prevalência dos aspectos qualitativos da aprendizagem será relevante o desempenho nas atividades críticas, à capacidade de síntese e à elaboração sobre a memorização, buscando formar um profissional crítico, reflexivo e criativo, que possa atender as diversidades inerentes aos seus assistidos. A avaliação do desempenho escolar será realizada por componentes curriculares, considerando aspectos do rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do discente e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas previstas no plano de ensino de cada disciplina. Será aprovado o discente que, numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), observando os indicadores de conhecimento teórico e prático de cada disciplina, obtiver média igual ou superior a 7 (sete) na disciplina. 9.1
ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO
A recuperação de estudos consiste, prioritariamente, de revisão de conteúdos ministrados, segundo dados concretos da situação do discente, com orientação e acompanhamento por parte do docente, sendo realizada de forma contínua e especial. Em cada disciplina será aprovado o aluno que obtiver média ponderada igual ou superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6 (seis) a média dos exercícios escolares e peso 4 (quatro) a nota da prova final. 10
BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
A Escola Técnica de Saúde da UFPB possui estrutura física que atende as necessidades do curso. Cada polo terá também a sua infraestrutura própria. 10.1
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
As tecnologias da informação a serem utilizadas no curso serão: Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), Vídeo-aulas, Áudio e Vídeoconferências, Chats, Fóruns e Bibliotecas Virtuais.
11
PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
11.1
PERFIL DOCENTE
Os professores do Curso Técnico em Cuidados de Idosos, para a modalidade de EAD, serão posteriormente selecionados através de concurso público – de acordo com edital próprio. As formações acadêmicas mínimas requeridas pelo curso englobam: Graduação em Enfermagem; Graduação em Educação Física; Graduação em Biologia; Graduação em Biomedicina; Graduação em Letras: Português/Literatura; Graduação em Odontologia; Graduação em Psicologia; Graduação em Informática ou Técnico de Nível Superior em Processamento de Dados; 11.2
PERFIL DO APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO.
O apoio técnico-administrativo do Curso Técnico em Cuidados de Idosos será posteriormente selecionado, através de concurso público – de acordo com edital próprio. As formações requeridas são: Graduação em Administração; Assistente em Administração; Técnico em Enfermagem; Graduação em Biblioteconomia; Técnico em Eletroeletrônica; Graduação em Pedagogia; Graduação em Assistente Social; Graduação em Psicologia; Graduação em Ciências Sociais; Graduação em Gastronomia; Graduação em Nutrição. 12
CERTIFICAÇÃO
Será conferido diploma de Técnico em Cuidados de Idosos ao aluno que concluir com êxito todos os componentes curriculares constantes na Estrutura Curricular do Curso, mediante avaliação adotada no plano de ensino de cada disciplina. No diploma constarão as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de
trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, Resolução 01/2014 (CNE/CEB) e Decreto nº 9057/2017 que regulamenta o artigo 80 da Lei 9394/1996. Não haverá certificação intermediária no Curso Técnico em Cuidados de Idosos, considerando que não existe itinerário alternativo para qualificação. REFERENCIAS ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20/12/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. _______. Lei Estadual 1.366 de 02 de dezembro de 1955. Cria a Universidade da Paraíba e dá outras providências. Disponível em: http://www.ufpb.br/sods/secretaria/Lei%201366.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. _________. Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960. Federaliza a Universidade da Paraíba, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L3835.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. _________. Lei nº. 11.741 de 16 de Julho de 2008. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. _________. Lei no 12.711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2012/Decreto/D7824.htm. Acesso em: 03 de setembro de 2014. _________. Lei Nº 12.513, de 26 de outubro de 2011. Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12513.htm. Acesso em: 28 de agosto de 2014. _________Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília: MEC/SET, 2008. __________Decreto nº 9057/2017. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. _________.Resolução CNE/CEB Nº 06/12. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. 2012. _________.Resolução CNE/CEB Nº 04/12. Dispõe sobre alterações na Resolução CNE/CEB nº 03/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. 2012. ___________Resolução CNE/CEB Nº 01/2014. Atualiza e define novos critérios para a composição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, disciplinando e orientando os sistemas de ensino e as instituições públicas e privadas de Educação Profissional e Tecnológica quanto à oferta de cursos técnicos de nível médio em caráter experimental. _________ Parecer CNE/CEB Nº 39/2004. Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/rede/legisla_rede_parecer392004.pdf. Acesso em: 02 de setembro de 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. Brasília: Ministério da Saúde; 2003. BRASIL. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, 2006. [acesso em 20 de maio 2014]. Disponível em: http://portal.saude.gov.br CAMARANO, A.A, KANSO, S. Como as famílias brasileiras estão lidando com idosos que demandam cuidados e quais as perspectivas futuras? a visão mostrada pelas PNADS. In: Camarano AA. Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido? Rio de Janeiro: IPEA; 2010. p. 93-122. CAMARANO, A.A;, PASINATO, M.T. O envelhecimento populacional na agenda das políticas públicas. In: Camarano AA. Os novos idosos brasileiros: muito além dos 60? Rio de Janeiro: IPEA; 2004. p. 253-292. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. GRAEFF, L. Instituições totais e a questão asilar: uma abordagem compreensiva. Estudos Interdisciplinares do Envelhecimento. 2007;11:9-27.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: http://censo2010.ibge.gov.br/: Acesso em 03 de outubro de 2014. LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. MINAYO, M.C. S; HARTZ, Z.M. A; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciências e Saúde Coletiva, 5(1): 7-18, 2000. RAMOS, L.M.L.; BELEZIA, E.C. Planejamento e Desenvolvimento do TCC. 1 ed. São Paulo: Fundação Pe. Anchieta, 2011. 143p SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Escola Técnica de Saúde da UFPB/Quem Somos. Disponível em: http://www.ets.ufpb.br//. Acesso em: 04 de agosto de 2014. _________Resolução CONSEPE Nº 59/2013. Aprova a reestruturação do atual Regimento Interno da Escola Técnica de Saúde-ETS/CCS/UFPB, 2013. _________Regulamento didático da Escola Técnica de Saúde da UFPB. Direção de Ensino da ETS, 2013. _________Orientação Normativa 01/2014 da ETS/CCS/UFPB. Direção de Ensino da ETS, 2014. APÊNDICE Planos de Ensino DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Ambientação em Educação à Distância Carga horária: 44h (Presencial: 22h) Ementa Nesta disciplina o aluno se apropriará da legislação em EAD e da utilização das ferramentas relativas ao ambiente virtual de ensino-aprendizagem. Objetivo Tornar o aluno apto a utilizar adequadamente as interfaces do ambiente virtual, sistemas operacionais e aplicativos. Conteúdo Programático Concepções e legislação em EAD. Ambiente virtual de ensino-aprendizagem. Ferramentas de navegação e busca na internet. Metodologias de estudo baseadas nos princípios de autonomia, interação e cooperação. Metodologia de Ensino Acolhimento, oficina de integração; Aulas expositivas e dialogadas; Leituras e discussões de texto; Utilização de data show, pincel, quadro, cartolinas, lápis, caixa de som e computador; Utilização de plataformas virtuais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem Avaliação continuada. Através do acompanhamento contínuo e processual da participação e do desempenho das(os) discentes nas atividades da disciplina. Bibliografia GOMES, Sulvane Guimarães Silva. Tópicos em Educação à Distância. e-Tec Brasil: MEC/CEDERJ,2008. LIMA, Artemilson Alves. Fundamentos e Práticas na EAD. e-TecBrasil:MEC/UFRN,2008 CORREA, R.G. Metodologia em Educação a Distância, IFPR. Curitiba: 2010. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: O Cuidado e o Cuidador Carga horária: 32h (Presencial: 32h) Ementa O aluno estuda fundamentos do cuidado, o significado e importância de cuidar e ser cuidado, público alvo do cuidado. Fundamentos da profissão do Técnico em Cuidado de Idosos com uma abordagem sócio-histórica; regulamentação da profissão, perfil do profissional e áreas de atuação. Objetivo Oportunizar ao aluno conhecimento sobre o cuidado e em que consiste a profissão de cuidador . Conteúdo programático: ●Significados do cuidado; ●Importância do cuidado; ● Fundamentos da orientação profissional;
● Abordagem sócio-histórica, processo de regulamentação da profissão; ● Perfil do cuidador de idosos; ● Áreas de atuação; ● Mercado de trabalho; ●Cuidador informal; Metodologia de Ensino Acolhimento, oficina de integração; Aulas expositivas e dialogadas; Dinâmicas de grupo; Leituras e discussões de texto; Utilização de data show, pincel, quadro, cartolinas, lápis, bola de assopro, caixa de som e computador. Utilização de plataformas virtuais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem Através do acompanhamento contínuo e processual da participação e do desempenho dos discentes nas atividades da disciplina. Bibliografia Bibliografia Básica ABREU, C.B.; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(ORGS). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. SÃO PAULO: ATHENEU, 2009. CASTILHO, Á. A dinâmica do trabalho de grupo. 3ª ed., Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. COELHO, M.I.M; COSTA, A.E.B. A educação e a formação humana: tensões e desafios na contemporaneidade. Artmed: Porto Alegre, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador.
2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. Bibliografia Complementar: LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. MINAYO, M.C. S; HARTZ, Z.M. A; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciências e Saúde Coletiva, 5(1): 7-18, 2000. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Pratica Integrada ao Cuidado Carga horária total: 36h (Presencial: 18h) Ementa Ao aluno será oportunizado vivencias no contexto comunitário, priorizando os cenários de atenção a pessoa idosa e uma formação numa perspectiva contextualizada. Objetivos
Conhecer as famílias, seus modos de vida e suas necessidades de saúde em um determinado território. Aprender a se relacionar com as famílias e as organizações comunitárias; Estabelecer vínculos com as famílias, identificando suas estratégias de vida e problemas vivenciados; Caracterizar o espaço/ambiente em que vivem as famílias através da técnica de territorialização; Identificar como as Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão organizadas para responder às necessidades de saúde da pessoa idosa. Conhecer as atividades e ações, em nível de atenção básica, implementadas pelas UBS; Identificar a capacidade de resposta das UBS às necessidades de saúde da população idosa de forma a garantir a integralidade da atenção; Conteúdo Programático Os conteúdos serão construídos a partir das demandas advindas da vivência prática na comunidade e serviços de atenção à pessoa idosa que a integram. Metodologia de Ensino Dialogada e contextualizada, visitas técnicas, discussões e apresentações. Será utilizado kit multimídia, cartolinas e pinceis anatômicos. Também serão utilizadas plataformas virtuais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Aprendizagem Avaliação será continua, considerando-se o compromisso, a participação e o desempenho nas discussões e atividades propostas. A assiduidade nas atividades presenciais serão consideradas na avaliação continuada. Bibliografia Bibliografia Básica ABREU, C.B.Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24. LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. Bibliografia Complementar COELHO, M.I.M; COSTA, A.E.B. A educação e a formação humana: tensões e desafios na contemporaneidade. Artmed: Porto Alegre, 2009. CARVALHO FILHO. E.T, PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Envelhecimento Humano Carga horária: 32h Ementa O aluno conhecerá os fundamentos da geriatria e gerontologia, as teorias que embasam o envelhecimento, epidemiologia do envelhecimento, conceito de senescência, senilidade e envelhecimento ativo. Mitos e preconceitos que acompanham o processo de envelhecimento. Reflexão sobre conceitos de qualidade de vida; discussão das diferentes dimensões da qualidade de vida, busca da compreensão dos aspectos associados à qualidade de vida da pessoa idosa, interface entre a longevidade, a saúde e a qualidade de vida. Objetivos
Compreender o processo de envelhecimento humano; Conhecer os mitos e preconceitos em relação a velhice; Conceituar qualidade de vida; Estabelecer relações entre qualidade de vida e envelhecimento; Contextualizar as diferentes dimensões da qualidade de vida; Estabelecer a inter-relação entre longevidade, saúde e qualidade de vida; bem como estratégias para obtenção desta; Compreender a importância do cuidador na promoção e/ou manutenção de uma boa qualidade de vida para a pessoa idosa. Conteúdo Programático ● Fundamentos da geriatria e gerontologia ● Teorias do envelhecimento ● Epidemiologia do envelhecimento ● Os novos velhos do Brasil (além dos 60anos) ● Conceito de senescência, senilidade e envelhecimento ativo ●Definição de qualidade de vida ● Qualidade de vida e envelhecimento ●Dimensões da qualidade de vida: saúde física, saúde psicológica, nível de independência, relações sociais e ambientais. ●Aspectos associados à qualidade de vida da pessoa idosa ●Longevidade, saúde e qualidade de vida. ●Estratégias para uma boa qualidade de vida ●Importância do cuidador na promoção e/ou manutenção de uma boa qualidade de vida para a pessoa idosa. ● Mitos e preconceitos em relação à velhice Metodologia de Ensino A disciplina será operacionalizada por meio das mídias digitais. ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Aprendizagem A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas, considerando-se a participação e compromisso com a entrega das atividades. Avaliações escritas poderão ocorrer de forma presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ABREU, C.B.; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: ATHENEU, 2009. ALBUQUERQUE., S.M.R.L. Qualidade de Vida do Vida do Idoso 2º Edição – Casa do Psicólogo Livraria e Editora Ltda., 2006 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador.
2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FREITAS, E.V; PY.; L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. NERI, A.L. Qualidade de Vida Na Velhice - Enfoque Multidisciplinar - 2ª Ed. - 2011 Bibliografia Complementar: CAMARANO, A.A, KANSO, S. Como as famílias brasileiras estão lidando com idosos que demandam cuidados e quais as perspectivas futuras? a visão mostrada pelas PNADS. In: Camarano AA. Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido? Rio de Janeiro: IPEA; 2010. p. 93-122. CÍCERO, M.T. Saber Envelhecer/A Amizade. Porto Alegre: LP&M 2006. ISBN 85.254. 0717-8 GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. YOKOYAMA. C.E; CARVALHO, R.S; VIZZOTTO,M.M. Qualidade de vida na velhice segundo a percepção de idosos frequentadores de um centro de referência.Psicólogo Informação ano 10, nº 10, na/dez.2006. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Processo Saúde e Doença Carga horária: 40h Ementa Os alunos conhecerão o processo saúde-doença, os fatores ambientais determinantes do processo saúde-doença, as necessidades humanas básicas, tipos de doenças, cadeia epidemiológica das doenças; sistema imunológico. Objetivos ● Capacitar o estudante a compreender as interações sociais e sua influência no processo saúde e doença. ●Conhecer a Influência do meio ambiente no processo saúde-doença. ●Conhecer as vacinas utilizadas pela pessoa idosa e sua importância Conteúdo Programático ●Conceito de saúde e doença; ●Fatores do processo saúde e doença (biológicos, ambientais, culturais, sociais, psicológicos e culturais); ●Necessidades humanas básicas (habitação, alimentação, trabalho, segurança, educação, afetividade, espiritualidade); ●Influência do meio ambiente no processo saúde-doença; ●Saneamento básico: tratamento de água, canalização e tratamento de esgotos, limpeza pública de ruas e avenidas, coleta e tratamento de resíduos orgânicos (em aterros sanitários regularizados) e materiais (através da reciclagem), controle de insetos e roedores, fontes de contaminação, poluição, higiene e medidas profiláticas; ● Medidas de preservação dos recursos ambientais; ● Conceitos de descontaminação, tipos de limpeza, desinfecção, antissepsia e assepsia. ●Microbiologia: Características gerais dos vírus, bactérias, fungos e protozoários; ciclo evolutivo, formas de infestação, contágio e as doenças causadas por esses agentes; ● Parasitoses intestinais em idosos; ● Higiene e profilaxia; ● Sistema imunológico: relação antígeno-anticorpo, resistência e imunidade natural adquirida, Vacinas: tipos de vacina para o idoso e sua importância; Metodologia de Ensino A disciplina será operacionalizada por meio das mídias digitais. ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Aprendizagem
A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas, considerando-se a participação e compromisso com a entrega das atividades. Avaliações escritas poderão ocorrer de forma presencial. Referências Referências Básicas ALMEIDA FILHO, N; ROUQUAYROL MZ. Modelos de Saúde e Doença. In: _____. Introdução à Epidemiologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BARROS, JAC. Pensando o processo saúde doença: A que responde o modelo biomédico? Saúde e Sociedade,11(1):67-84, 2002. BUSS,PM; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1):77-93, 2007,Cohn, A. Estado e sociedade e as reconfigurações do direito à saúde. Ciência e Saúde Coletiva, 8(1): 9-18, 2003. ELIAS, PE. Estado e saúde. Os desafios do Brasil contemporâneo. São Paulo em perspectiva, 18(3):41-46, 2004. FERNANDEZ, J.C.A; MENDES, R. Promoção da saúde e gestão local. São Paulo: Hucitec, 2008. 147p. FLEURY, S. Política de saúde: uma política social. Texto de curso de gestão para resultados em saúde com enfoque em direito sanitário. INDES, 2008. MARTINS, P.H. Uma nova compreensão da família no processo de descentralização da política de saúde. In: Augusto, LG; Beltrão, AB. Atenção primária a saúde. 2 ed. Recife: Editora Universitária UFPE, 2011. Referências Complementares ELY, LS; ERGROFF, P; SGNAOLIN, V; CARLI, GAD. Parasitoses intestinais em idosos. In: SCHWANKE, CHA; GOMES, I; PEDRO,REL; SCHNEIDER,RH; LINDÔSO, ZCL (Orgs). Atualização em geriatria e gerontologia II: abordagem multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. MEIRA, AR. Saúde e sociedade – uma introdução às noções de ciências sociais aplicadas à saúde. Campo Grande: Centro de ciências biológicas e da saúde da UFMT, 1997. 104p. PUMAR-CONTINI, L. Prática curativa: Um saber sonegado? 2005. 119p. Dissertação (História das Ciências da Saúde) FIOCRUZ. Rio de Janeiro. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Psicologia do Envelhecimento Carga horária: 32h (Presencial: 16h) Ementa Conhecimentos sobre as fases do crescimento e desenvolvimento humano; aspectos psicológicos do envelhecimento; aspectos e impactos psicológicos sobre aposentadoria, perda de papeis sociais, implicações da necessidade de cuidados, o cuidador no contexto familiar e institucional, implicações da morte e o morrer para a pessoa idosa, o cuidador e a família. Objetivos Conhecer as implicações psicológicas advindas do processo de envelhecimento humano. Compreender as fases do crescimento e desenvolvimento psicológico. Conteúdo Programático ● Fases do crescimento e desenvolvimento humano: psicológico; ● Formação da identidade: auto estima, auto imagem; auto conhecimento, papeis sociais e seus impactos no envelhecimento; ● Necessidade de cuidados e suas implicações para a pessoa idosa; ● Morte e o morrer aspectos e impactos psicológicos para cuidador, família e pessoa idosa; ● Aposentadoria e seus impactos: diminuição dos contatos sociais, progressiva perda dos papeis sociais, perda do poder de decisão, crise do “ninho vazio”; Metodologia de Ensino Aulas dialogadas, utilizando recursos audiovisuais, leitura e discussão de textos, documentários. Também serão utilizadas plataformas virtuais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Aprendizagem A avaliação será continua, considerando-se o compromisso, a participação, assiduidade nas aulas presenciais e o desempenho nas atividades propostas. Bibliografia Bibliografia Básica PARENTE, M.A.M.P. Cognição e envelhecimento. Artmed, 2006. OLIVEIRA, J. H.B.Psicologia do envelhecimento e do idoso. Legis editora, 2005. PY, L; PACHECO, JL; GOLDMAN, S.N. Tempo de envelhecer: percursos e dimensões psicossociais. Rio de Janeiro: Nau, 2004. STUART-HAMILTON, I. A psicologia do envelhecimento: uma introdução. Artmed, 2002. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série E. Legislação de Saúde). SCHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Português Instrumental Carga horária: 36h Ementa Leitura e compreensão de textos da área profissional. Níveis de linguagem e adequação linguística. Comunicação oral e escrita. Gramática aplicada. Redação técnica. Objetivos Discutir a língua em sua diversidade; proceder à leitura analítica e crítico interpretativa de textos; Ampliar o contato do aluno com os processos de leitura e produção textual, visando capacitá-lo a analisar variadas estruturas textuais e elaborar textos diversos. Conteúdo Programático
1. Noções de linguagem 1.1. Língua e Fala.
1.2. Funções da linguagem. 1.3. Variedades lingüísticas.
2. Leitura 2.1. O conhecimento prévio da leitura. 2.2. Objetivo da leitura.
3. Textualidade 3.1. Coerência. 3.2. Coesão 3.3. Argumentação.
4. Redação 4.1. O parágrafo. 4.2 Correspondência e redação técnica Metodologia de Ensino A disciplina será operacionalizada por meio das mídias digitais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Haverá leitura orientada de textos literários e/ou didáticos; Produção de textos e redação técnica; Exercícios de fixação do conteúdo programático. Avaliação do Processo de Aprendizagem A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas, considerando-se a participação e compromisso com a entrega das atividades. Avaliações escritas poderão ocorrer de forma presencial. Bibliografia Bibliografia Básica: MARCONDES, B. Como usar outras línguas na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003. ABREU, A.S. Curso de Redação. São Paulo: Ática, 2004. MARTINS, L.. Escrever com Criatividade. São Paulo: Contexto, 2004. MARTINS, D.S. Português Instrumental. São Paulo: 2004. THOMPSON, Jr. A. A. Português básico: gramática, redação e textos. São Paulo. Bibliografia Complementar KOCH, I.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1993. _____. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1993. _____ & TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1993. PLATÃO, F.S.& FIORIN, J.L. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: ática, 1990. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Anatomia e Fisiologia Humana no Processo de Envelhecimento Carga horária: 44h (Presencial: 22h) Ementa Os alunos terão acesso ao conhecimento sobre estruturas e funcionamento do corpo humano e as alterações fisiológicas de cada sistema no processo de envelhecimento. Objetivos ●Oferecer uma visão geral, didática e objetiva dos aspectos morfológicos relevantes do sistema orgânico do homem, proporcionando informações sobre anatomia e fisiologia, fazendo relação entre a estrutura e a função. ●Conhecer as alterações anatômicas e fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento Conteúdo Programático ●Introdução ao estudo de anatomia: conceitos básicos, terminologia, planos e eixos do corpo humano; ● Estrutura e funcionamento dos sistemas: Esquelético; Tegumentar; Muscular; Circulatório; Respiratório; Digestório; Excretor; Endócrino; Nervoso; Linfático e Reprodutor; ● Processo fisiológico do envelhecimento. Metodologia de Ensino Conteúdo será ministrado através de aulas teórico-práticas presenciais, utilizando-se modelos e atlas anatômicos, assim como também a utilização de mídias digitais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Aprendizagem Será considerada o aproveitamento do aluno no processo de aprendizagem, interesse, compromisso com as atividades propostas, assiduidade nas aulas presenciais e notas das avaliações teóricas. Bibliografia Bibliografia Básica: ABREU, C.B.Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador.
2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. DANGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3ªed., São Paulo, Atheneu, 2007. FREITAS, E. V. de. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ªed., Rio de Janeiro, GuanabaraKoogan, 2006, Volumes 1 e 2. Bibliografia Complementar: ASSIS, M. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexões para ações educativas com idosos. Rev APS. 2005; 8(1):15-24. LITIVOC, J, BRITO, FC, organizadores. Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu; 2004. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Prevenção de Acidentes Carga horária: 28h (Presencial: 28h) Ementa
Esta disciplina visa a elencar as principais situações domésticas passíveis de causar acidentes. Objetivos Tornar o estudante apto a identificar e prevenir situações de risco para os acidentes domésticos frequentes em idosos. Conteúdo Programático ● Fisiologia do Envelhecimento - principais perdas fisiológicas que predispõem a acidentes na rotina dos idosos. ● O idoso no Brasil e a falta de acessibilidade nas ruas e prédios públicos e privados. ● A organização do lar – princípios básicos da prevenção de acidentes domésticos com idosos. Segurança no lar: quarto, banheiro, cozinha e demais ambientes domésticos. ● As quedas e suas principais consequências. Metodologia de ensino A metodologia será fundamentada no ensino baseado em problemas, de modo receptivo, diagnóstico e análise das situações, através de discussões envolvendo raciocínio clínico e crítico frente ao preparo dos alunos no cuidado a pessoa idosa. Os recursos materiais necessários: Kit multimídia e sala de aula contendo móveis e aparatos que existem em uma residência e espaços públicos frequentados por idosos. Também serão utilizadas mídias digitais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Aprendizagem Uso de questionários, discussões clínicas através de estudo de caso, dinâmica em grupo e provas avaliativas escritas. Avaliações escritas e práticas. Bibliografia Bibliografia Básica Cartilha de prevenção de Acidentes em Idosos. Acessado em 18.05.2017 em < https://www.sjc.sp.gov.br/media/75863/cartilha%20do%20idoso.pdf>. DERNTL, A. M. & Watanabe, H. A. W., (2004). Em Litvoc, J. & Brito, F. C. (Org.) Envelhecimento: Prevenção e Promoção da saúde. São Paulo: Atheneu. FRAIMAN, A. P., (1995). Coisas da Idade. São Paulo: Editora gente. MATSUDO, S. M., (2004). Atividade física. Em Litvoc, J. & Brito, F. C. (Org.) Envelhecimento: Prevenção e Promoção da Saúde. São Paulo: Atheneu. SALGADO, M. A., (1982). Velhice, uma nova questão social. São Paulo: SESC-CETI. SESC. (2003). O Século da Terceira idade. São Paulo: SESC. TEIXEIRA, Ilka D’aquino Oliveira; GUARIENTO, Maria Elena. Ambiente Saudável para Pessoas Idosas; Campinas: Alínea, 2008. TRENCH, B., (2004). Reflexões sobre o envelhecer. Em Litvoc, J. & Brito, F. C. (Org.) Envelhecimento: Prevenção e promoção da saúde. São Paulo: Atheneu. VERAS, R. P., (2002). Atenção Preventiva ao Idoso- Uma Abordagem de Saúde Coletiva. Em Netto, M. P. (Org.) Gerontologia: A Velhice e o Envelhecimento em Visão Globalizada. São Paulo: Editora Atheneu. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Primeiros Socorros Carga horária: 28h (presencial: 28h) Ementa Primeiras medidas iniciais e imediatas aplicadas à vítima fora do ambiente hospitalar, executadas por qualquer pessoa, para garantir a vida e evitar o agravamento de lesões existentes. Objetivo Conhecer as técnicas de primeiros socorros pré-hospitalar. Conteúdo Programático ● Princípios gerais de primeiros socorros; ● Materiais de primeiros socorros; ● Avaliação inicial da vítima; ● Gravidade da lesão e conduta; ● Acidentes: características e tipologia; ● Cuidados gerais e preliminares; ● Males súbitos; ● Corpos estranhos no nariz, ouvido e garganta; ● Reanimação cárdio-respiratória; ● Afogamento; ● Estado de choque; ● Hemorragias; ● Ferimentos; ● Fraturas, Luxações, distensões e entorses, ● Mobilização e transporte de acidentados; ● Queimaduras, Insolação; ● Picadas de animais peçonhentos; ● Humanização em primeiros socorros. Metodologia de Ensino A metodologia será fundamentada no ensino baseado em problemas, de modo receptivo, diagnóstico e análise através de discussões envolvendo raciocínio clínico e crítico frente ao preparo dos alunos no cuidado a pessoa idosa com necessidades de atenção imediata. Os recursos materiais necessários: Kit multimídia, laboratório para técnicas de primeiros socorros equipados com manequins para massagem cardíaca; talas, ataduras e macas. Avaliação do Processo de Aprendizagem Uso de questionários, discussões clínicas através de estudo de caso, dinâmica em grupo e provas avaliativas escritas. Avaliações escritas e práticas. Bibliografia Bibliografia Básica Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Divisão Técnica de Fiscalização, Comunicação e Informação. SAMU 192. Protocolos de Atendimento Pré-hospitalar em Suporte Básico de Vida. 7a. Revisão. 2011.
BERG, A.R. Adult Basic Life Support 2010 American Heart Association Guidelines for cardiopulmonary resuscitation and emergency cardiovascular Care; Circulation, 2010. LIMA JÚNIOR, E. M. et al. Tratado de queimaduras no paciente agudo. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECNICIANS. Comitê do PHTLS. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado (PHTLS). 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. OLIVEIRA, B. F. M. et al. Trauma: atendimento pré-hospitalar. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2007. ZIPES, D; LIBBY,P; BONOW,R; Tratado de Doenças Cardiovasculares; 8º edição; Ed. Elsevier; Rio de janeiro.2009. Bibliografia Complementar BUENO, M.A.S.; AFONSO JUNIOR, J.E.; ROMALDINI, H. Exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica. In: Bueno MAS, Pieri A, Sampaio RO, Santos OFP, Vaidotas M. Condutas em Emergências. UPA Hospital Israelita Albert Einstein. São Paulo: Atheneu, 2009. GONÇALVES, M.P.; ROSENBAUM, P. Diabetes mellitus descompensado. In: BUENO, M.A.S.; PIERI, A.; SAMPAIO, R.O.; SANTOS, O.F.P.; VAIDOTAS, M. Condutas em Emergências. Unidade de Primeiro Atendimento (UPA): Hospital Albert Einstein. São Paulo, Atheneu, 2009 p. 18393. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Ética Profissional Carga horária: 28h Ementa Estudos sobre fundamentos da ética. Legislação profissional. Código de ética. Ética profissional no cuidado com o Idoso. Objetivos
Compreender a pessoa idosa enquanto sujeito de sua história e detentores de direitos; Perceber o trabalho do cuidador como um apoio à pessoa idosa, a partir da ação auxiliar no processo de promoção e manutenção da sua dignidade humana; Conhecer as garantias legais que regem o cotidiano da pessoa idosa, bem como as políticas sociais a ela destinadas, a fim de imprimir no trato com esse público o cuidado necessário ao seu bem-estar social, mediante a garantia de seu envelhecimento com qualidade de vida e justiça social. Conteúdo Programático
1. Senso comum versus pessoa idosa: concepções; 2. Estatuto do Idoso: direitos fundamentais; 3. Noções sobre a Política Nacional do Idoso: finalidade, princípios e diretrizes; 4. Noções sobre a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa: objetivos e diretrizes 5. Ética profissional no cuidado com o Idoso; 6. A pessoa idosa, as relações sociais e a qualidade de vida. Metodologia de Ensino A disciplina será operacionalizada por meio das mídias digitais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Haverá leitura orientada e crítica de textos relacionados à temática. Produção de textos. Exercícios de fixação do conteúdo programático. Avaliação do Processo de Aprendizagem A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas, considerando-se a participação e compromisso com a entrega das atividades. Avaliações escritas poderão ocorrer de forma presencial. Bibliografia BRASIL. Estatuto do Idoso. Lei nº 10.741. Brasília, 1º de outubro de 2003. ______. Política Nacional do Idoso. Lei nº 8.842. Brasília, 04 de janeiro de 1994. ______. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Portaria nº 2.528/GM. Brasília, 19 de outubro de 2006. CARVALHO, Rosângela Rodrigues de. Política nacional de saúde da pessoa idosa: competência dos cuidadores de pessoas dependentes. Brasília: Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados, 2010. SANTIN, Janaína Rigo. O estatuto do idoso: inovações no reconhecimento da dignidade na velhice. Disponível em: sisnet.aduaneiras.com.br/lex/doutrinas/arquivos/190707.pdf. Acesso em 27 de janeiro de 2012. ZOBOLI, Elma. Ética do cuidado: uma reflexão sobre o cuidado da pessoa idosa na perspectiva do encontro interpessoal. Saúde Coletiva. São Paulo, v. 4, n. 17, p. 158-162, 2007. Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=84201706. Acesso em 27 de janeiro de 2012. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Bioética e Espiritualidade Carga horária: 44h Ementa Estudo das inter-relações existentes entre a Ética, Bioética e a espiritualidade no processo de envelhecimento inserida nas questões relativas a prática profissional do cuidador de idosos. Objetivos
Proporcionar ao aluno do Curso Técnico em Cuidador de Idosos o conhecimento sobre a gênese da bioética, seu desenvolvimento, paradigmas, dilemas e reflexões, assim como os aspectos da espiritualidade no contexto do envelhecimento; Estudar as relações mútuas existentes entre a Ética, a Moral e o Direito; Caracterizar a Bioética como uma Ética Inserida na Prática do cuidado; Conhecer os diferentes modelos explicativos utilizados na Bioética; Refletir sobre os aspectos éticos e espirituais envolvidos nas questões relativas a privacidade e confidencialidade, ao tratamento das doenças, problemas de final de vida, alocação de recursos escassos, respeito à pessoa idosa e tomada de decisão, abuso de pessoa idosa e pesquisa, família e pessoa idosa. Conteúdo Programático ● Conceito, contexto histórico e fundamentos da ética e da bioética; ● Ética e Bioética no processo de envelhecimento; ● Relações familiares e envelhecimento; ● Relação Profissional-Paciente Idoso; ● A autonomia, tomada de decisão e a pessoa idosa; ● Envelhecimento vida e morte; ● Virtudes humanas: coragem, justiça, humildade, generosidade, tolerância, simplicidade, fidelidade, prudência, compaixão, amor; ● Pesquisa em idosos; ● Espiritualidade e envelhecimento;
● Reflexões sobre o cuidar e o cuidador na perspectiva ética e da bioética; ● Autonomia e independência da pessoa idosa; Metodologia de Ensino A disciplina será operacionalizada por meio das mídias digitais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Haverá leitura orientada e crítica de textos relacionados à temática. Produção de textos. Indicação de filmes. Exercícios de fixação do conteúdo programático. Estudos de caso. Avaliação do Processo de Aprendizagem Os alunos serão avaliados de forma progressiva e contínua de acordo com o compromisso e participação nas diferentes atividades propostas ao longo da disciplina. Avaliações escritas poderão ocorrer de forma presencial. Bibliografia Bibliografia Básica CHALITA, G. Os dez mandamentos da Ética. Rio de Janeiro: Nova fronteira, 2003. 222p; CÍCERO, M.T. Saber envelhecer e A amizade. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre:L&PM, 2010; VASCONCELOS, E.M.A. A espiritualidade no cuidado e na educação em saúde. In: VASCONCELOS, EM (Org.). Espiritualidade no trabalho em saúde. São Paulo: Hucitec, 2006; FLORES, G.C. et al. Cuidado intergeracional com o idoso: autonomia do idoso e presença do cuidador. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, v. 31, n.3, p. 467-74, 2010; OLIVEIRA, I.R, ALVES, V.P. A pessoa idosa no contexto da bioética: sua autonomia e capacidade de decidir sobre si mesma. Revista Kairós Gerontologia, v.13, n.2, p. 91-8, 2010; GOLDIM, J.R. Bioética: origens e complexidade. Revista HCPA. 2006; 26:86-92.GOLDIM, J.R, e colaboradores. Bioética e Espiritualidade. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007. Bibliografia Complementar ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009 BRASIL. Ministério da Saúde. Violência intrafamiliar: orientação para a prática em serviço. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. (Cadernos de Atenção Básica; n. 8). SCHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. CLOTET J, GOLDIM JR, FRANCISCONI CF. Consentimento informado e a sua prática na assistência e pesquisa no Brasil. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000. KUBLER – ROSS, E. Sobre a morte e o morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes. 8 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. MACIEIRA, R. de C. O sentido da vida na experiência de morte: uma visão transpessoal em psico-oncologia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Empreendedorismo Carga horária: 28h Ementa A disciplina aborda conceitos de empreendedorismo, perfil de um empreendedor, atitudes empreendedoras, inovações; mercado de trabalho: visão atualizada analise e identificação das oportunidades de trabalho. Objetivos
Despertar sobre o entendimento da importância das relações interpessoais. Favorecer conhecimento sobre papel da comunicação e da linguagem no trabalho em equipe; Propiciar conhecimentos acerca da importância do papel estratégico do indivíduo no grupo, tendo em vista as transformações e exigências do mercado de trabalho; Desenvolver a capacidade empreendedora, dando ênfase ao perfil do empreendedor, apresentando técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades, estimulando a criatividade e a aprendizagem proativa; Desenvolver o senso crítico, a percepção e identificação de estratégias inovadoras para aplicação dos conhecimentos no campo político, econômico e/ou social. Conteúdo Programático ● Homem: um ser que vive em grupo; ● Conceitos fundamentais da formação da personalidade e atitudes; ● Trabalho em equipe; ● Estereótipos; Rotulação; ● Percepção das pessoas (percebendo o outro); Primeira impressão; ● Relações humanas e sua dinâmica: na família e no trabalho ; ● Processo obstrutivos das relações humanas: o conflito; como lidar com o conflito, resolução criativa do conflito e técnicas para lidar com pessoas difíceis; ● Teoria das necessidades Interpessoais: de Inclusão, de controle e de afeição; ● Inteligência Emocional; ● Processos grupais básicos: Percepção e Comunicação; ● Relações de trabalho; ● Motivação e auto-estima; ● Definição do empreendedorismo, empreendedorismo no Brasil; ● Perfil do empreendedor, visão e conduta empreendedora; ● Empreendedorismo e globalização: Mudanças na relação de trabalho; ● O empreendedor como unidade de negócio; ● A dinâmica dos negócios na atualidade; alternativas e opções empreendedoras; Inovações e empreendedorismo; ● Análise de mercado e competitividade. Metodologia de Ensino A disciplina será operacionalizada por meio das mídias digitais: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Haverá leitura orientada e crítica de textos relacionados à temática. Produção de textos. Exercícios de fixação do conteúdo programático. Estudos de caso.
Avaliação do Processo de Aprendizagem Os alunos serão avaliados de forma progressiva e contínua de acordo com o compromisso e participação nas diferentes atividades propostas ao longo da disciplina. Avaliações escritas poderão ocorrer de forma presencial. Bibliografia Bibliografia básica BUSINESSWEEK. Empreendedorismo: as regras do jogo. São Paulo: Nobel, 2008. CHER, R. Empreendedorismo na veia. Rio de Janeiro: Campus, 2008. CHIAVENATO, I. Gerenciando com as Pessoas: transformando o executivo em um excelente gestor de pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. LOZINSKY, S. Implementando empreendedorismo na sua empresa. São Paulo: M. Books, 2009 MINlCUCCI, Agostinho. Relações Humanas: Psicologia das relações humanas interpessoais.6ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. OLIVEIRA, M.L. Educação e Psicanálise: história, atualidade e perspectivas São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. SABBAG, P.Y. Gerenciamento de projetos e empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2009. Bibliografia Complementar ARAÚJO, P.H. Motivação Hoje e Sempre. Rio de janeiro: Qualitymark, 2003. DIMITRIUS, J.E. Decifrar pessoas: como entender e prever o comportamento humano. 27ª ed. São Paulo: Elsevier, 2000. DORNELAS, J. C.A. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 2007. KOTLER, P; KELLER, K. L. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: BERNARDES, C. Você pode criar empresas. São Paulo: Saraiva, 2009. MAXIMIANO, A.C.A. Introdução à administração: edição compacta. São Paulo: Atlas, 2006. OSORIO, L.C. Psicologia Grupal - uma nova disciplina para o advento de uma era. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004. PERVIN, L.A.; JOHN, O. P. Personalidade: teoria e pesquisa. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Higiene Ocupacional Carga horária: 32h (Presencial: 16h) Ementa Medidas preventivas relacionadas ao ambiente do trabalho, segurança no trabalho, visando à redução de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. Objetivos
Identificar e avaliar consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho na área de cuidados de idosos. Compreender a importância da segurança no trabalho. Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho, adotando postura correta, utilizando adequadamente os EPI e mantendo os EPC em condições de uso. Aplicar técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos, químicos e radioativos. Conteúdo Programático ● Conceito e objetivos da higiene ocupacional; ● Legislação pertinente e aplicabilidade (normas regulamentadoras, portarias CLT); ● Segurança no trabalho; ● Avaliação ambiental como medida preventiva; identificação dos riscos; ● Manuseio de resíduos biológicos, físicos, químicos e radioativos; ● Métodos e técnicas em ergonomia (análise das atividades do trabalho, postura, intervenção ergonômicas nos diferentes setores de trabalho); ● Organização do ambiente de trabalho; ● Higiene física e mental; ● Doenças ocupacionais; Metodologia de Ensino Os conteúdos serão trabalhados utilizando uma metodologia contextualizada, através de aulas expositivas dialogadas; documentários, estudo de caso, leituras e discussões de textos e dinâmicas em grupo. As aulas ocorrerão em salas de aula e no ambiente virtual. Em sala de aula serão utilizados kit multimídia, pincéis atômicos, quadro branco. As mídias digitais utilizadas serão: ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), vídeo-aulas, áudio e videoconferências, chats, fóruns e bibliotecas virtuais. Avaliação do Processo de Aprendizagem Observação sistemática do estudante nos aspectos cognitivos. Observação do processo de formação (pontualidade, responsabilidade, interesse e organização) nas aulas presenciais. Participação e pontualidade dos trabalhos em equipe e individuais. Bibliografia Bibliografia Básica BARSANO, Paulo R. Segurança do Trabalho. Editora: Livre Expressão, 1ª edição. São Paulo 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador.
2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FERNANDES, L.G. Higiene Ocupacional para Segurança do Trabalho: Aula I e II 2012. VASCONCELOS, N. Manual de Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA – NR-9. 2011. 35 p. Bibliografia Complementar ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de IBGE. Perfil dos idosos responsáveis pelos domicílios no Brasil. Rio de Janeiro, 2000. GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Introdução à informática Carga horária: 40h Ementa
A importância da informática para a comunicação contemporânea. Introdução a informática, utilização das principais ferramentas da informática em benefício da pesquisa em geriatria e gerontologia. Pesquisa na Internet voltada a atenção ao idoso e jogos lúdicos que favorecem o bem estar da pessoa idosa. Objetivos Compreender a importância da Informática na comunicação contemporânea Aprender a utilizar a Informática para pesquisa. Aprender a utilizar a Informática voltada ao lazer. Conteúdo programático ● A importância da informática na comunicação contemporânea; ●Uso do editor de texto; ● Pesquisa nas bases de dados; ● Uso da Informática voltada ao lazer (jogos, redes sociais entre outros) Metodologia de ensino Aulas práticas no laboratório de Informática, articulação da introdução a pesquisa com os elementos da informática. Serão utilizados recursos audiovisuais. Avaliação do processo de aprendizagem Avaliação continua, considerando assiduidade, comprometimento, interesse, e desempenho nas atividades individuais diárias e uma avaliação final. Bibliografia Bibliografia Básica BUCK INSTITUTE FOR EDUCATION - BIE. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de ensino fundamental e médio. Porto Alegre: Artmed, 2008. DYNIEWICZ, A.M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes – São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2007. FIGUEIREDO, NMA. Método e Metodologia da Pesquisa Científica, 2. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2007. MALERBO, MB. Apresentação Escrita de Trabalhos Científicos, Ribeirão Preto: Holos, 2003. Bibliografia Complementar: MATIAS, P.J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica, São Paulo: Atlas,2007. MOURA, D.G.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos, 2. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Políticas Públicas e envelhecimento Código: Carga horária: 56h Ementa Aborda noções básicas sobre: direitos humanos e cidadania na sociedade moderna, política nacional do Idoso, política nacional de saúde da pessoa Idosa, estatuto do idoso: direitos e deveres, política nacional e conselhos municipais de assistência social, promoção da acessibilidade; o idoso e a atenção básica. Objetivos Promover no (a) aluno(a) o despertar para a importância das políticas públicas no contexto da atenção a pessoa idosa. Apresentar alguns aspectos normativos que envolvem as políticas públicas para a pessoa idosa. Conteúdo programático ● Noções básicas sobre direitos humanos e cidadania na sociedade moderna; ● Política nacional do Idoso; ● Política nacional de saúde da pessoa Idosa; ● Estatuto do idoso: direitos e deveres; ● Política nacional e conselhos municipais de assistência social; ● Promoção da acessibilidade; ● A Pessoa idosa e a atenção básica. Metodologia de ensino Aulas dialogadas, contextualizadas, utilizando recursos audiovisuais, leituras de textos, discussão em grupo, apresentação de trabalhos, visitas técnicas, dinâmicas de grupo, entre outros. Avaliação do processo de aprendizagem A avaliação será realizada diariamente, durante todo o transcorrer da construção do conhecimento. Usaremos como referência a frequência, a pontualidade, a participação e o interesse dos alunos em sala de aula, como também o cumprimento das atividades solicitadas: a produção escrita e a apresentação de trabalhos em grupos, entre outras. Bibliografia Bibliografia básica BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, DF: 2006. _______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Caderneta de saúde da pessoa idosa. Brasília, DF: 2006. ________. Estatuto do Idoso. Brasília, 2003. Dispon[ivel em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm>. Acesso em: 15 mar. 2015. _________. Secretaria Municipal de Saúde. Plano Municipal de Saúde – 2010 – 2013. João Pessoa, 2010. Bibliografia complementar
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador.
2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FREITAS, E.V.; PY, L. Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011. ABREU, C.B. Bueno.; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Agravos e doenças que acometem a pessoa idosa. Código: Carga horária: 108h Ementa A disciplina busca proporcionar ao aluno o conhecimento das doenças crônicas não transmissíveis que acometem a pessoa idosa, assim como as medidas de prevenção e tratamento e as síndromes geriátricas. Também será abordada violência contra a pessoa idosa. Objetivos Conhecer as principais doenças crônicas não transmissíveis e transmissíveis e os agravos que acometem a saúde física e psíquica da pessoa idosa. Aprender técnicas de promoção da saúde e prevenção das doenças. Conhecer as síndromes geriátricas. Identificar as necessidades da pessoa idosa provenientes dos agravos que as acometem. Enfatizar aspectos de promoção de saúde e prevenção de doenças, com enfoque principal na autonomia e independência. Conhecer as formas de violência contra a pessoa idosa. Realizar visita técnica. Interagir com pessoa idosa, enfatizando aqueles que apresentam comprometimento com a saúde. Conteúdo programático Unidade I ●Síndromes geriátricas; ●Etiologia, fisiopatologia, tratamento e prevenção das principais doenças não transmissíveis que acometem a pessoa idosa. Unidade II ● Etiologia, fisiopatologia, tratamento e prevenção das principais doenças transmissíveis que acometem a pessoa idosa. Unidade III ● Comprometimento da memória e demências (ênfase na doença de Alzheimer); ● Depressão, suicídio; uso de substâncias psicoativas, comprometimento do sono, entre outras. ● Ações de promoção e prevenção de doenças e agravos psíquicos; Unidade IV ● Violência contra a pessoa idosa ● Formas de violência contra a pessoa idosa; agressores; Metodologia de ensino A disciplina será operacionalizada por meios de exposições dialogadas, trabalhos individuais e em grupo, leituras de textos, visitas técnicas, oficinas, vivências. Os recursos materiais necessários para execução da disciplina: Kit multimídia (Projetor multimídia, computador ou notebook, caixas acústicas); periódicos, cavalete de flip-chart; cartolinas e pincéis atômicos. Avaliação do processo de aprendizagem A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Bibliografia Bibliografia Básica: ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: manual de hipertensão arterial e diabetes mellitus. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância epidemiológica: AIDS/HEPATITES virais. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. CASCIATO, D. A. Manual de Oncologia Clínica. São Paulo: Tecmedd, 2008. FREITAS, E. V. de. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. CHWANKE, C. H. A. et al. (Org.). Atualizações em Geriatria e Gerontologia II: abordagens multidimensionais e interdisciplinares. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. ISSA, J. S. Tabagismo e doença cardiovascular. São Paulo: Planmark, 2007. LUECKENOTTE, A. G. Avaliação em Gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Dermatologia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. (Cadernos de Atenção Básica; n. 9). LEWBWOHL, M. G.; D’ACRI, A. M. Atlas de dermatologia & doenças sistêmicas. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. LOMBA, M.; LOMBA, A. Clínica Médica. Olinda, Pernambuco: Grupo Universo, 2006. (Saúde Total, v.1). OTTO, S. E. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Farmacologia Básica Código: Carga horária: 32h Ementa A disciplina de Farmacologia Básica visa proporcionar ao aluno conhecimentos básicos sobre farmacologia, vias de administração dos fármacos, tratamentos farmacológico e não farmacológico, significado das terminologias utilizadas nas bulas, como também compreender a importância do uso racional dos medicamentos em pessoas idosas. Objetivos Conhecer as terminologias adotadas pela farmacologia e as vias de administração dos fármacos;
Distinguir os tipos de tratamentos não farmacológico e farmacológico e seus custos financeiros; Compreender a importância do uso racional de medicamentos, relacionando os objetivos, a eficácia e a segurança do tratamento, proporcionando assim conforto a pessoa idosa; Distinguir os riscos e os benefícios das associações medicamentosas; Entender o significado das terminologias utilizadas nas bulas; Compreender os efeitos adversos bem como as interações medicamentosas dos fármacos mais utilizados pela pessoa idosa; Diferenciar as Terapias Homeopática e Fitoterápica. Conteúdo programático ●Introdução à Farmacologia Básica: ●Vias de Administração dos Fármacos; ●Formas farmacêuticas. ●Cuidados no acondicionamento de fármacos; ●Registro do esquema terapêutico para o uso correto do medicamento pelo idoso. ●Significados das terminologias utilizadas nas bulas. ●Interações medicamentosas. ●Riscos da automedicação. ●Polifarmácia: considerações e cuidados necessários com idosos, no uso desta terapêutica. ●Efeitos colaterais mais comuns no uso de fármacos pelo idoso, nas doenças crônicas não transmissíveis. ●Terapias Homeopática e Fitoterápica: conceitos e importância. Metodologia de ensino Estão previstas para o desenvolvimento da disciplina, em sala de aula, aulas expositivas, dialogadas, ilustradas com recursos audiovisuais, como também atividades de leituras e discussões de textos, pesquisas e trabalhos individuais e grupais, seminários, problematizações, dinâmicas de grupos, dentre outras. Avaliação do processo de aprendizagem A avaliação da aprendizagem será contínua, priorizando aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem e o desenvolvimento do aluno observado durante a realização das atividades propostas nas aulas, individualmente e/ou em grupo, tais como: questionamentos, debates, discussões sobre os conteúdos propostos, apresentação de seminários e estudos dirigidos, como também, a assiduidade e pontualidade durante as aulas. Quanto à avaliação quantitativa, serão realizadas duas avaliações escritas abordando os principais assuntos da disciplina. Bibliografia Bibliografia básiaca: CLARK, M. A. et al. Farmacologia Ilustrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. KATZUNG, B. G. Farmacologia básica e clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. RANG, H. P. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. GOLAN, D. E. Princípios de Farmacologia: a base fisiopatológica da farmacoterapia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Bibliografia Complementar: DESTRUTI, A. B. C. B.; ARONE, E. M.; PHILIPPI, M. L. dos S. Introdução à farmacologia. 3 ed. São Paulo: Senac SP, 2001. (Série Apontamentos Saúde, n. 20). DESTRUTI, A. B. C. B.; ARONE, E. M.; PHILIPPI, M. L. S. Cálculos e conceitos em farmacologia. 2.ed. São Paulo: Senac, 2001. DESTRUTI, A. B. C. B. Noções básicas de farmacotécnica. São Paulo: Senac SP, 2001. (Série Apontamentos Saúde, n. 47). KESTER, M. et al. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. SILVA, R.; SCHIMIDT, O. F.; SILVA, S. Polifarmácia em Geriatria. Revista da AMRIGS, Porto Alegre, 56 (2): 164-174, abr.-jun. 2012 DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Nutrição e envelhecimento Código: Carga horária: 32h Ementa O aluno conhecerá os grupos de alimentos e suas funções no organismo. Higiene, conservação e acondicionamento dos alimentos. Hábitos alimentares. Manipulação e oferta de alimentos. Diferentes tipos de dietas. Objetivos Identificar os grupos de alimentos e suas funções Conhecer princípios e estratégias para uma alimentação saudável; Aprender a realizar higiene correta dos alimentos Entender a importância da validade dos alimentos e a consequência de não respeitá-la. Conhecer os principais problemas alimentares e nutricionais prevalentes no processo de envelhecimento saudável ou fragilizado. Compreender a relevância de uma adequada alimentação para à promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da pessoa idosa. Conteúdo programático ● Conceitos, princípios e estratégias para uma alimentação saudável; ingestão hídrica; ● Carboidrato, proteína, lipídeos, glicose, etc. e sua função na manutenção da saúde; ● Dietoterapia (hipossodica/hipercalorica); ●Cuidados de higiene com alimentos; ●Data de Validade, aspectos bioquímicos,conservação dos alimentos, etc; ● Problemas alimentares e nutricionais prevalentes no processo de envelhecimento saudável ou fragilizado; ● Cuidados alimentares e nutricionais aplicados à promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da pessoa idosa; ● Desnutrição e Obesidade; ● Importância da hidratação e dificuldades da pessoa idosa com a ingesta hídrica; Metodologia de ensino
Aulas expositivas e dialógicas Exibição, análise e discussão de documentários. Atividades individuais e em grupo.
Avaliação do processo de ensino aprendizagem Acompanhamento contínuo e processual da participação e do desempenho das(os) discentes nas atividades da disciplina, com vistas a verificação dos resultados alcançados pelas(os) mesmas(os) nas atividades desenvolvidas na disciplina. Bibliografia Bibliografia Básica DUTHIE, E. H.; KATZ, P.R. Geriatria Prática. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador.
2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FREITAS, E.V.; PY, L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Bibliografia complementar ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. GUIMARÃES, R.M.; CUNHA, U.G.V. Sinais e Sintomas em Geriatria. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Cuidados com a saúde da pessoa idosa I Código: Carga horária: 120h Ementa Estuda os cuidados com a pessoa idosa relativos à higiene, alimentação, eliminação, ambiente, medidas de conforto e segurança, mediante o uso da adequada comunicação. Objetivos Favorecer a construção de conhecimentos e habilidades para o cuidado ao idoso. Orientar sobre o uso de medidas de conforto e segurança compatíveis com o estado clínico do idoso. Apresentar as características dos ambientes frequentados pelo idoso, refletindo sobre aspectos de segurança e riscos, acessibilidade e higiene. Habilitar para a realização de medidas de higiene corporal do idoso. Refletir sobre a aplicação de medidas de segurança durante a realização dos cuidados ao idoso. Aplicar diferentes técnicas de alimentação e hidratação da pessoa idosa. Caracterizar aspectos fisiopatológicos e tipos de eliminação relacionados ao processo de envelhecimento. Aplicar os cuidados para o atendimento às necessidades de eliminação do idoso. Favorecer o desenvolvimento de habilidades para o uso de técnicas assépticas no cuidado ao idoso. Desenvolver cuidados orientados pelo saber científico. Realizar oficinas de educação em saúde. Conteúdo programático ● Medidas profiláticas: higienização das mãos; cuidados com o manuseio no preparo dos alimentos; cuidados gerais para evitar a contaminação e propagação de doenças; ● Cuidados com o ambiente: tipos de ambiente; cuidados gerais nos ambientes domésticos; organização do ambiente doméstico; riscos e segurança do ambiente; acessibilidade e adaptações ambientais; higiene do ambiente e descarte de resíduos; higienização do ambiente de vivência do idoso: acamado, com restrição de movimento e saudável; Cuidados no manuseio dos produtos químicos utilizados na limpeza; ● Cuidados com higiene corporal: conceito; tipos de higiene; técnicas para a higienização dos idosos; troca de fraldas e roupas da pessoa idosa com limitações de forma segura; cuidados com mãos e pés; riscos para pessoa idosa durante a higienização a importância da família no cuidado da higiene da pessoa idosa; ● Cuidados com o conforto e segurança do idoso: medidas que promovem conforto ao idoso acamado e ao cadeirante; prevenção de úlceras por pressão e prevenção de quedas; ● Cuidados na alimentação e hidratação da pessoa idosa; ● Cuidados com eliminação – Conceito, tipos de eliminações; aspectos fisiopatológicos sobre uma eliminação deficiente; constipação na pessoa idosa; monitoramento das eliminações dos idosos; cuidados com uso de “acessórios para eliminação” Alimentação X Eliminação intestinal. Metodologia de ensino A disciplina será operacionalizada por meios de procedimentos socializadores, leituras críticas, exposições dialogadas, trabalhos em grupo e demonstrações, e atividades práticas. Avaliação do processo de aprendizagem A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Bibliografia Bibliografia Básica ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. CARVALHO FILHO. E.T.; PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2006. FREITAS EV, P.Y. L. Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011; GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Bibliografia Complementar DUARTE, Y.A.O.; DIOGO, N.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológicos. São Paulo: Atheneu. 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador.
2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Saúde bucal e envelhecimento Código: Carga horária: 28h Ementa O aluno conhecerá a política de atenção à saúde bucal e as alterações que ocorrem na cavidade bucal relacionadas ao envelhecimento, bem como medidas de promoção de saúde e prevenção de doenças. Objetivos
Identificar as políticas de atenção à saúde bucal do idoso; Conhecer as principais alterações fisiológicas da cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Conhecer as principais alterações patológicas da cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Estudar as estimativas e os sinais clínicos relacionados ao câncer de cavidade bucal e câncer de pele; Estudas as principais desordens temporomandibulares na terceira etapa da vida Conhecer os métodos de promoção de saúde bucal e prevenção de doenças. Aprender as técnicas de higienização da cavidade bucal; Conteúdo programático Políticas de atenção à saúde idoso na Odontologia; Alterações fisiológicas da cavidade bucal relacionadas com o envelhecimento; Alterações patológicas dos tecidos moles da cavidade bucal; Doenças sistêmicas e suas manifestações na cavidade bucal; Câncer de cavidade bucal – Câncer de pele -Estimativa – Prevenção. Doença periodontal; Cárie dentária; Estudo das principais desordens temporomandibulares na terceira etapa da vida A importância da saúde da cavidade bucal na nutrição, nos aspectos psicológicos e na Qualidade de vida do idoso; Medidas básicas de higiene da cavidade bucal para prevenção de doenças e recuperação da saúde, cuidados com as próteses dentárias; Metodologia de ensino Aulas Expositivas Dialogadas com Projetor Multimídia e Estudo Dirigido de Textos Específicos. Avaliação do processo de aprendizagem Frequência, assiduidade, participação em sala de aula e Provas escritas. Bibliografia Bibliografia Básica BORAKS, S. Disturbios bucais na terceira idade: in: BRUNETTI,R; MONTENEGRO, FLB. Odonto geriatria: Noções de interesse Clínico. São Paulo Artes Médicas, 2002. NEVILLE, BP; DAM, JE. Patologia oral & maxfacial. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004 SCHWANKE, C.H.A;, SCHNEIDER, R.H. Atualizações em geriatria e gerontologia: da pesquisa básica a prática clínica. Ediprucrs. Porto Alegre, 2008, 175p. Bibliografia Complementar ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. GORZONI, M.L.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Construção do TCC I Código: Carga horária: 36h Ementa Orientações sobre a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso e os elementos necessários para sua construção, conhecimento sobre o percurso metodológico da pesquisa; resultados, discussão e conclusão. Tipos de trabalhos de conclusão considerados pelo curso. Utilização das principais ferramentas da informática em benefício da pesquisa em geriatria e gerontologia Objetivos Conhecer os tipos de trabalhos de conclusão considerados pelo curso; Aprender a elaborar Trabalho de Conclusão de Curso. Conteúdo programático ●Conceito e objetivos da Pesquisa; ● TCC: importância, apresentação e estruturação; ● Elaboração de projeto de pesquisa (definição do problema, objetivos, justificativa, metodologia, resultados, discussão, conclusão entre outros) Metodologia de ensino Aulas dialogadas, análise crítica de artigos, projetos de pesquisas, relatórios etc, Serão utilizados recursos audiovisuais e laboratório de informática. Avaliação do processo de aprendizagem Avaliação continua, considerando assiduidade, comprometimento, interesse, e desempenho nas atividades individuais diárias e apresentação do projeto de pesquisa. Bibliografia Bibliografia Básica BUCK INSTITUTE FOR EDUCATION - BIE. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de ensino fundamental e médio. Porto Alegre: Artmed, 2008. DYNIEWICZ, A.M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes – São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2007. FIGUEIREDO, NMA. Método e Metodologia da Pesquisa Científica, 2. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2007. MALERBO, MB. Apresentação Escrita de Trabalhos Científicos, Ribeirão Preto: Holos, 2003. Bibliografia Complementar: MATIAS, P.J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica, São Paulo: Atlas,2007. MOURA, D.G.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos, 2. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. OLIVEIRA, N. M.; ESPÍNDOLA, C. R. Trabalhos Acadêmicos: Recomendações Práticas. 1. ed. São Paulo: Centro Paula Souza / Copidart, 2003. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Envelhecimento, sexualidade e gênero. Código: Carga horária: 32h
Ementa Introduzir os conceitos básicos acerca das questões relacionadas ao envelhecimento, sexualidade e gênero. Objetivos Proporcionar conhecimentos sobre gênero e sexualidade relacionados ao envelhecimento; Identificar as principais alterações na sexualidade do indivíduo com o processo de envelhecimento. Conteúdo programático ●A construção social do gênero e do sexo, origens da desigualdade de gênero; ●Conceito acerca da sexualidade humana; ●Dimensões da sexualidade: biológico, ético-religiosa; ●Sexualidade no envelhecimento; ● Sexualidade da pessoa idosa na ótica da família e da sociedade; ●Atração, sedução e sensualidade; Mitos e tabus sexuais; ●Menopausa; Climatério masculino/Deficiência androgênica do envelhecimento masculino; ●Gênero e Sexualidade; Formação da identidade sexual e de gênero ●Objetos de desejo: heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade. ●Métodos contraceptivos, interferência dos métodos contraceptivos na sexualidade. ●Percepção de risco e sexualidade; DSTs e suas interferências na sexualidade. ●Impactos dos agravos e da medicação na sexualidade Metodologia de ensino A disciplina será desenvolvida através de aulas expositivas e dialogadas. A leitura prévia dos textos recomendados para discussão em aula constitui tarefa essencial e imprescindível para um bom desenvolvimento do curso. Como recursos didáticos, serão utilizados: multimídias, pincel, vídeos didáticos, cartolinas, flip charp entre outras. Avaliação do processo de aprendizagem Serão consideradas: assiduidade, compromisso com as atividades e leitura prévia dos textos sugeridos para discussão em aula. A avaliação também será realizada através de provas escritas e trabalhos individuais ou em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica: CAVALCANTI, R.; CAVALCANTI, M. Tratamento clínico das inadequações sexuais. São Paulo: Roca, 2006. JIMENA, F. Mitos e Tabus da Sexualidade Humana. 2. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003 BENTO, B. A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência transexual. Rio de Janeiro: Garamond. 2006. Bibliografia complementar: ABREU, C.B. Bueno; RIBEIRO, M.I; PIRES, N.R(orgs). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de IBGE. Perfil dos idosos responsáveis pelos domicílios no Brasil. Rio de Janeiro, 2000. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Construção do TCC II Código: Carga horária: 40h Ementa Apresentação do planejamento do TCC, acompanhar as etapas de construção, Normas de formatação para o TCC Objetivos Orientar o desenvolvimento do TCC Acompanhar o desenvolvimento do TCC; Apresentar as normas para formatação do TCC Conteúdo programático ● Apresentação das metas para o desenvolvimento do TCC ●Apresentação das normas para formatação ● Apresentação de cartilha, estudo de caso, relatórios, entre outros Metodologia de ensino Orientação do trabalho de pesquisa, seminários com apresentação do andamento da pesquisa análise crítica dos projetos, etc, Serão utilizados recursos audiovisuais. Avaliação do processo de aprendizagem Avaliação continua segundo as metas estabelecidas para o desenvolvimento das pesquisas. Bibliografia Bibliografia Básica: BUCK INSTITUTE FOR EDUCATION - BIE. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de ensino fundamental e médio. Porto Alegre: Artmed, 2008. DYNIEWICZ, A.M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes – São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2007. FIGUEIREDO, NMA. Método e Metodologia da Pesquisa Científica, 2. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2007. MALERBO, MB. Apresentação Escrita de Trabalhos Científicos, Ribeirão Preto: Holos, 2003. MOURA, DG.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. Bibliografia Complementar: MATIAS, P.J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica, São Paulo: Atlas,2007. MOURA, D.G.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com Projetos, 2. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. OLIVEIRA, N. M.; ESPÍNDOLA, C. R. Trabalhos Acadêmicos: Recomendações Práticas. 1. ed. São Paulo: Centro Paula Souza / Copidart, 2003.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Contação e audição de histórias: estimulando a memória ancestral Código: Carga horária: 60h Ementa Estudos e estratégias para desenvolvimento de práticas de contação e audição de histórias, explorando, valorizando e revigorando a memória de tempos ancestrais, de quem é cuidado, buscando criar elos entre a infância e a velhice, ligando o porvir ao que se foi. Objetivos Conhecer e desenvolver técnicas de contação e audição de histórias, através de pressupostos teóricos e de gêneros textuais em verso e prosa, buscando explorar, valorizar e revigorar a memória de tempos ancestrais de quem é cuidado, estimulando a sua socialização com o mundo em que está inserido. Compreender a leitura e a contação de histórias como instrumentos de cuidado, saúde e bem estar; Refletir sobre a função social da pessoa idosa como guardiã da memória e da tradição; Reconhecer a importância da pessoa idosa, enquanto elo de ligação entre o passado e o presente, expresso por meio da contação de histórias; Ler e interpretar textos em verso e prosa; Propiciar vivências de processos de criação e expressão de quem conta e de quem ouve; Saber selecionar histórias de interesse da pessoa cuidada; Identificar e selecionar materiais de apoio, como figurinos, maquiagem, objetos e bonecos (fantoches etc); Praticar contação e audição de histórias; Realizar oficinas de contação de histórias; Organizar oficinas que estimulem o exercício da memória; Conteúdo programático
Introdução à contação de histórias: Contadores de histórias, essa gente das maravilhas, no processo do desenvolvimento humano; A memória dos velhos: importância pra tradição literária; A contação de histórias e sua relação com a saúde; O compromisso social, ético e moral do contador de histórias: por que contar histórias, que história contar, como contar histórias?; Estudando uma história; Leitura e interpretação de textos poéticos em verso e prosa: contos, lendas, cordeis, crônicas, poemas etc; Técnicas de contação de histórias; Confecção de materiais de apoio; Atividades práticas.
Metodologia de Ensino
Aulas expositivas e dialógicas Exibição, análise e discussão de filmes Atividades individuais e em grupo, seminários Oficinas performáticas e dramáticas Atividades práticas
Avaliação do processo de ensino aprendizagem FORMATIVA, por intermédio do acompanhamento contínuo e processual da participação e do desempenho das(os) discentes nas atividades da disciplina, com vistas a verificação dos resultados alcançados pelas(os) mesmas(os) nas atividades desenvolvidas na disciplina. Bibliografia Bibliografia Básica ANDRADE, C.D. et al. O melhor da poesia brasileira. 16ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. BOSI, E. Memória e sociedade – lembrança de velho. 2ª ed, São Paulo: Queiroz, 1983. BRENMAN, I.; STRECKER, H.. Silêncio: doze histórias universais sobre a morte.1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. DOHME, V. Técnicas de contar histórias: um guia para desenvolver as suas habilidades e obter sucesso na apresentação de uma história. 2ª ed. Rio de Janeiro. Vozes: 2010. ESOPO, 550 a.C. Fábulas de Esopo/Esopo; tradução de Antônio Carlos Viana. Porto Alegre: L&PM, 2013. LISBOA, M. Para contar histórias: teoria e prática: narrativa, dramatização, música e projetos. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2010. Bibliografia Complementar: MATOS, G. A.; SORSY, I. O Ofício do Contador de Histórias. 1.ed. São Paulo. WMF Martins Fontes: 2005. MELLON, N.. A arte de contar histórias. 1.ed. Rio de Janeiro. Rocco: 2006. MORICONI, Í.(Org.). Os cem melhores contos brasileiros. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. SILVA, M.B.C. Contar Histórias uma arte sem idade. 10.ed. São Paulo. Ática: 2008. TIERNO, G. A Arte de Contar Histórias Abordagens Poética, Literária e Performática. 1.ed. São Paulo. Ícone: 2010. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Cuidados com a saúde da pessoa idosa II Código: Carga horária: 84h Ementa Estuda os cuidados com a pessoa idosa relativos às técnicas de mobilização e transporte do idoso em situações de fragilidade, à terminalidade e aos cuidados paliativos, assim como cuidados com o corpo após a morte. Objetivos Conhecer as técnicas de mobilização e transporte da pessoa idosa em situação de fragilidade. Refletir sobre os aspectos que favoreçam a adequada comunicação com o idoso. Conhecer a importância e indicação da nutrição enteral e parenteral. Conhecer os tipos de sondas utilizados na alimentação e eliminação. Refletir o papel da família no cuidado com o idoso. Conhecer e compreender a finalidade dos cuidados paliativos.
Aprender os cuidados com o corpo no pós morte. Conteúdo programático Indicação e importância da nutrição enteral e parenteral; Tipos de sondas utilizados na alimentação e eliminação e os cuidados necessários; Cuidados com a comunicação: técnicas de abordagem a pessoa idosa com alterações na fala e problemas auditivos; Técnicas de mobilização e transporte da pessoa idosa em situação de fragilidade: avaliação das condições físicas do idoso, preparo do ambiente e equipamentos, preparo do cuidador, movimentação do idoso no leito, transporte do idoso e uso de equipamentos acessórios; A terminalidade e os cuidados paliativos no envelhecimento: cuidados para propiciar melhor qualidade de vida aos idosos com doenças avançadas; sobre a morte e o morrer, fases que antecedem a morte; Cuidados com o corpo no pós morte: alterações corporais que antecedem a morte e técnicas de cuidados com o corpo; O papel da família no cuidados com a pessoa idosa. Metodologia de ensino A disciplina será operacionalizada por meios de procedimentos socializadores, leituras críticas, exposições dialogadas, trabalhos em grupo, demonstrações e atividades práticas. Avaliação do processo de aprendizagem A avaliação da disciplina será obtida a partir das notas nas atividades realizadas individualmente e em grupo, sendo ainda consideradas assiduidade, pontualidade, participação e compromisso com a entrega das atividades. Bibliografia Bibliografia Básica CAMPBELL, M .L. Nurse to Nurse: cuidados paliativos em enfermagem. Porto Alegre. Artmed. 2011. SANTOS, F.S. Cuidados paliativos: discutindo a vida, a morte e o morrer. São Paulo: Atheneu. 2009. FREITAS, E.V.Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Koogan. 2011. Bibliografia complementar ABREU, C. B. B. de. et al. (Org.). Cuidando de quem já cuidou: o livro do cuidador. São Paulo: Atheneu, 2009. DUARTE, Y.A.O.; DIOGO, N.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológicos. São Paulo: Atheneu. 2005. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Emergência geriátrica Código: Carga horária: 40h Ementa A abordagem inicial em situações de emergência geriátrica torna-se primordial para reduzir morbidade e prevenir mortalidade por complicações nos diversos sistemas. Objetivos Conhecer as principais emergências geriátricas no comprometimento dos diversos sistemas. Reconhecer os parâmetros hemodinâmicos úteis para o atendimento de emergência e os sinais de agravo á saúde do idoso. Conteúdo Programático ● Tópicos em Cardiologia (Emergências hipertensivas, Insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana, fibrilação atrial e dor torácica). ● Tópicos em Pneumologia (Insuficiência respiratória aguda, Doença pulmonar obstrutiva crônica) ● Tópicos em Nefrologia e Endocrinologia (Distúrbios hidroeletrolíticos, Hiperglicemia e insuficiência renal). ● Tópicos em Neuropsiquiatria (Emergências relacionadas ao uso do álcool pelas pessoas idosas, Acidente vascular cerebral, delirium e crise epiléptica). ● Tópicos de trauma no idoso (Trauma e queda em pessoas idosas) Metodologia de Ensino A metodologia será fundamentada no ensino baseado em problemas, de modo receptivo, diagnóstico e de análise através de discussões envolvendo raciocínio clínico e crítico frente ao preparo dos alunos no cuidado ao idoso em situação de emergência. Serão utilizadas atividades práticas. Avaliação do processo ensino e aprendizagem Uso de questionários, discussões clínicas através de estudo de caso, dinâmica em grupo e provas avaliativas escritas. Avaliações escritas e práticas. Bibliografia Bibliografia Básica BARROS ,G. Abordagem das Emergências Psiquiátricas. In: Falcão LFR, Costa LHD, Amaral JLG. Emergências. Fundamentos & Práticas. São Paulo: Martinari, 2010. Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Divisão Técnica de Fiscalização, Comunicação e Informação. SAMU 192. Protocolos de Atendimento Pré-hospitalar em Suporte Básico de Vida. 7a. Revisão. 2011. BERG, A.R. Adult Basic Life Support 2010 American Heart Association Guidelines for cardiopulmonary resuscitation and emergency cardiovascular Care; Circulation, 2010. MARTINS, H. S; VELASCO, I.T. Emergências Clínicas: Abordagem Prática; 7ª edição; Ed. Manole; São Paulo, 2012. ZIPES, D; LIBBY,P; BONOW,R; Tratado de Doenças Cardiovasculares; 8º edição; Ed. Elsevier; Rio de janeiro.2009. Bibliografia Complementar BUENO, M.A.S.; AFONSO JUNIOR, J.E.; ROMALDINI, H. Exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica. In: Bueno MAS, Pieri A, Sampaio RO, Santos OFP, Vaidotas M. Condutas em Emergências. UPA Hospital Israelita Albert Einstein. São Paulo: Atheneu, 2009. SANTANA, A.N.C.; MARTINS, H.S.; CARVALHO, C.R.R. Pneumonia adquirida na comunidade. In: Martins HS, Damasceno MCT, Awada SB (eds). Pronto Socorro. Medicina de Emergência. 3ª. ed . Barueri: Manole, 2012. GONÇALVES, M.P.; ROSENBAUM, P. Diabetes mellitus descompensado. In: Bueno MAS, Pieri A, Sampaio RO, Santos OFP, Vaidotas M. Condutas em Emergências. Unidade de Primeiro Atendimento (UPA): Hospital Albert Einstein. São Paulo, Atheneu, 2009 p. 183-93.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente curricular: Lazer, atividade física e laborativas. Código: Carga horária: 56h Ementa Histórico, conceitos, função, aplicabilidade e importância do lazer na sociedade contemporânea. Contextualização das diversas práticas de atividades físicas que podem ser utilizadas para o lazer, recreação e a qualidade de vida da pessoa idosa. Planejamento, organização, gerenciamento e aplicação de atividades recreativas e ocupacionais. Conhecimento da importância do desenvolvimento e incentivo da realização das atividades laborais para a qualidade de vida da pessoa idosa. Objetivos Capacitar o técnico em cuidados de idosos a desenvolver atividades de lazer para pessoas idosas, respeitando suas virtudes e limitações. Conhecer a fundamentação teórica e prática das atividades físicas, de lazer e recreação para pessoas idosas. Compreender a importância do desenvolvimento de atividades de lazer, recreativas e laborativas para a qualidade de vida da pessoa idosa. Proporcionar conhecimento teórico e prático, para desenvolver nos futuros cuidadores de pessoas idosas a compreensão da necessidade de incentivar a pessoa idosa a desenvolver atividades de lazer, ocupacionais e laborais para uma melhor qualidade de vida. Incentivar a prática de atividades físicas, através de ações educativas. Utilizar a informática como atividade ocupacional e de lazer. Acompanhar a pessoa idosa na prática de atividades físicas e recreativas. Estimular a execução de atividades de vida diária e instrumental, contribuindo para a manutenção da independência e autonomia da pessoa idosa. Conteúdo programático ● Histórico do Lazer; ● O Lazer e as perspectivas contemporâneas para a gerontologia; ● Legislação do Lazer; ● Lazer, cultura e sociedade; ● Lazer e Qualidade de Vida; ● Lazer e Recreação; ● Lazer e Turismo; ● Lazer e prática de atividades físicas; ● O significado da dança para pessoa idosa e as consequências em sua qualidade de vida; ● Bases teóricas e práticas das atividades como, caminhada, alongamento; entre outras; ● Mídias digitais nas atividades ocupacionais e de lazer; ●Sentidos e significados dos jogos na perspectiva do lazer (Jogos de memória/dama/xadrez/caça palavras entre outros); ● Atividades básicas e instrumentais da vida diária (AVD e AIVD) e a importância de sua prática para o envelhecimento ativo. Metodologia de ensino Aulas expositivas e dialogadas, teóricas, atividades práticas, seminários, vídeos, apresentações e eventos. Avaliação do processo de aprendizagem Contínua, por meio de avaliações escritas, práticas, participação e seminários. Bibliografia Bibliografia Básica FREITAS, E.V.; PY, L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZONI, M.L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. LORDA, C.R.l. Recreação na terceira idade. Rio de Janeiro: Sprint, 2001. PIRES, M.J. Lazer e turismo cultural. São Paulo: Manole, 2002. TERRA, N.L.; OPPERMANN,R.; TERRA, P. Doenças Geriátricas & exercícios físicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2014. NAHAS, M.V. Atividade Física Saúde e Qualidade de vida: Conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. Londriba:MIDIGRAF, 2001. TERRA, N.L. Temas sobre Envelhecimento Ativo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2013. Bibliografia Complementar 2GARDNER, W. D. & OSBURN, W. A. Anatomia do Corpo Humano. São Paulo: Atheneu, 1980. JACOB FILHO, W. Prática a caminho da senecultura. São Paulo: Atheneu, 2003. MOORE, K.L.; et al. Anatomia orientada para a clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro : Elsevier, 2011.
