N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 04/2026
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Curso de Engenharia Química, Bacharelado, do Centro de Tecnologia (CT), Campus I da UFPB.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (39)
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na...” fonte: texto · confiança alta
36 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. ANVISA 336/1999 em: Anexo“Alteração da Resolução 336, de 30 de julho de 1999.Disponívelem: h ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2001/rdc0184_22_10_2001.html.”
- citaRes. CNE/CES 11/2002 em: Anexo“Além de ser uma exigência legal o Ar go 5o da Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002 e a Resolução No 34/2004 do CONSEPE.”
- citaRes. CNE/CES 2/2007 em: Anexo“ Carga horária mínima e procedimentos rela vos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial - Resolução CNE/CES nº 2 de 18 de junho de 2007.”
- citaRes. CNE/CES 2/2007 em: Anexo“Por úl mo, tem-se que o curso de Engenharia Química possui uma carga horária total de 3690 horas, conforme instituído no anexo da Resolução CNE/CES n° 2/2007, a ser integralizada no prazo mínimo...”
- citaRes. CNE/CES 2/2019 em: Anexo“ Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia-Resolução CNE/CES no 02 de 24 de abril de 2019.”
- citaRes. CNE/CES 7/2018 em: Anexo“ Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES...”
- citaRes. CNE/CP 1/2004 em: art. 4º“Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações ÉtnicoRaciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos,...”
- citaRes. CNE/CP 1/2012 em: art. 4º“Já a temá ca de Educação Ambiental, em conformidade com a Resolução do CNE Nº 01, de 30 de maio de 2012, consta na ementa da disciplina de “Seminários Temá cos II – Polí cas de Educação Ambiental”.”
- citaRes. CONAMA 237/1997 em: Anexo“Resolução Conama nº 237/ 1997 (Procedimentos e critérios u lizados para o Licenciamento Ambiental), Portal Nacional de Licenciamento Ambiental (PNLA) e Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de...”
- citaRes. CONAMA 357/2005 em: Anexo“Resolução do CONAMA No 357/2005 (classificação das águas) e Resolução do CONAMA No 430/2011 (descarte de efluentes líquidos).”
- citaRes. CONAMA 430/2011 em: Anexo“Resolução do CONAMA No 357/2005 (classificação das águas) e Resolução do CONAMA No 430/2011 (descarte de efluentes líquidos).”
- citaDecreto 10.936/2022 em: Anexo“Lei 12.305/2010 (Polí ca Nacional de Resíduos Sólidos), Decreto 10.936/2022:Regulamenta a Lei 12.305/2010, NBR nº 10.004/2001: Resíduos sólidos – Classificação, Plano Nacional de Resíduos Sólidos.”
- citaDecreto-Lei 620/1969 em: Anexo“Essa lei foi regulamentada pelo decreto federal 620, de 10 de junho de 1969.”
- citaLei 10.419/2002 em: Anexo“A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande.”
- citaLei 10.861/2004 em: Anexo“OJETO PEDAGÓGICO DO CURSO A UFPB executa a Autoavaliação Institucional através da Comissão Própria de Avaliação (CPA), que coordena, no âmbito da instituição, os processos de autoavaliação,...”
- citaLei 11.445/2007 em: Anexo“Lei 11.445/2007 (Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico), Lei 14.026/2020 (Marco legal do saneamento básico), Diagnós cos SNIS (Água e Esgotos;”
- citaLei 12.187/2009 em: Anexo“Lei 12.187/2009 (Polí ca Nacional sobre Mudança do Clima), Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, Créditos de Carbono, Acordo de Paris e NDC do Brasil.”
- citaLei 12.305/2010 em: Anexo“Lei 12.305/2010 (Polí ca Nacional de Resíduos Sólidos), Decreto 10.936/2022:Regulamenta a Lei 12.305/2010, NBR nº 10.004/2001: Resíduos sólidos – Classificação, Plano Nacional de Resíduos Sólidos.”
- citaLei 13.005/2014 em: Anexo“ Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES...”
- citaLei 13.146/2015 em: art. 4º“Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações ÉtnicoRaciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos,...”
- citaLei 13.146/2015 em: Anexo“Conforme definido pela Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), o desenho universal refere-se à concepção de produtos, ambientes, programas e serviços que possam ser u lizados pelo...”
- citaLei 14.026/2020 em: Anexo“Lei 11.445/2007 (Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico), Lei 14.026/2020 (Marco legal do saneamento básico), Diagnós cos SNIS (Água e Esgotos;”
- citaLei 14.914/2024 em: Anexo“Esta polí ca tem por finalidade garan r assistência estudan l aos alunos que estejam regularmente matriculados em curso de graduação da modalidade presencial em quaisquer campi da UFPB, via...”
- citaLei 6.938/1981 em: Anexo“Lei 6.938/1981 (Polí ca Nacional do Meio Ambiente) e Lei 9.795/1999 (Polí ca Nacional de Educação Ambiental).”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo“O presente PPC está em concordância com a Resolução CNE/CES n. 02, de 24 de abril de 2019, que institui as diretrizes curriculares nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, na Lei nº 9.394,...”
- citaLei 9.433/1997 em: Anexo“Lei 9.433/1987 (Polí ca Nacional de Recursos Hídricos), Plano Nacional de Recursos Hídricos, Plano Estadual de Recursos Hídricos da Paraíba - PERH-PB.”
- citaLei 9.795/1999 em: Anexo“Lei 6.938/1981 (Polí ca Nacional do Meio Ambiente) e Lei 9.795/1999 (Polí ca Nacional de Educação Ambiental).”
- citaPortaria MEC 327/2013 em: Anexo“Atos regulatórios existentes Criação: Res 26/2008 do CONSEPE Autorização: Portaria 327/2013 do MEC (Reconhecimento / Renovação de Reconhecimento) Lista de docentes com regime de trabalho integral...”
- cita
- citaRes. GMC 47/2007 em: Anexo“Aprova o Regulamento Técnico para Produtos de Limpeza e Afins harmonizado no âmbito do Mercosul através da Resolução GMC nº 47/07.”
- citaLei PB 1.366/1955 em: Anexo“2 BREVE HISTÓRICO 2.1 UNIVERSIDADE A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba como...”
- citaRes. CONSEPE 02/2022 em: Anexo“A creditação curricular da extensão, regulamentada na Resolução CNE/CES 7/2018 e norma zada pela Resolução CONSEPE 02/2022, foi inserida com o obje vo de fornecer aos discentes uma formação que...”
- citaRes. CONSEPE 26/2008 em: Anexo“Atos regulatórios existentes Criação: Res 26/2008 do CONSEPE Autorização: Portaria 327/2013 do MEC (Reconhecimento / Renovação de Reconhecimento) Lista de docentes com regime de trabalho integral...”
- citaRes. CONSEPE 29/2020 em: Anexo“7 FORMA DE ACESSO AO CURSO De acordo com o Art. 100 do Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba (Resolução CONSEPE 29/2020), o acesso aos cursos de graduação na UFPB...”
- citaRes. CONSEPE 34/2004 em: Anexo“Além de ser uma exigência legal o Ar go 5o da Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002 e a Resolução No 34/2004 do CONSEPE.”
- citaPortaria PRG 26/2017 em: Anexo“b) 2017.2 inclusão de pré-requisitos ou co-requisitos em várias disciplinas, de acordo com a Portaria PRG 26/2017;”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 02/2022→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 29/2020
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 58 em comumRes. CONSEPE 05/2026
- paralela · 55 em comumRes. CONSEPE 21/2026
- paralela · 44 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 41 em comumRes. CONSEPE 41/2026
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 32 em comumRes. CONSEPE 59/2025
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 41 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 11 artigo(s) com âncora.
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO N° 04/2026 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Curso de Engenharia Química, Bacharelado, do Centro de Tecnologia (CT), Campus I da UFPB. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, e na Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, e conforme deliberado em reunião realizada em 03 de fevereiro de 2026 (Processo nº 23074.003506/2024-68), RESOLVE:
¶Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Química, Bacharelado, do Centro de Tecnologia (CT), em atendimento à necessidade de atender a padrões de qualidade e relevância que garantem uma formação técnica e humanís ca atualizada, capacitando o profissional para os desafios do mercado e da sociedade, especialmente em um cenário de inovação tecnológica e necessidade de processos mais sustentáveis.
§1º Compreende-se o Projeto Polí co Pedagógico do Curso de Engenharia Química, Bacharelado, como o conjunto de ações sociopolí cas e técnico-pedagógicas rela vas à formação profissional, que se des na a orientar a concre zação curricular do referido Curso.
§2º As definições rela vas à estrutura curricular que demandam sobre sua elaboração, quais sejam: iden ficação, história, jus fica va, obje vos, perfil profissional do egresso, campo de atuação, formas de acesso, infraestrutura, corpo docente, serviços de apoio ao discente, composição curricular, bem como sistemas de avaliação encontram-se relacionadas no Anexo desta Resolução.
¶Art. 2º O Curso de Graduação em Engenharia Química tem como finalidade conferir o grau de tecnólogo aos alunos que cumprirem as exigências constantes na presente Resolução.
¶Art. 3º O Curso de Engenharia Química terá a duração mínima de integralização em 05 (cinco) anos (10 períodos le vos) e o tempo máximo de sete (sete) anos e meio (15 períodos le vos) e o currículo será integralizado em 3.690 (três mil, seiscentos e noventa) horas-aula e horas- relógio, correspondendo a 246 (duzentos e quarenta e seis) créditos.
Parágrafo único. Será permi da a matrícula em, no máximo, 420 (quatrocentos e vinte) horas ou 28 (vinte e oito) créditos e, no mínimo, 165 (cento e sessenta e cinco) horas ou 11 (onze) créditos por período le vo.
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¶Art. 4º. A inserção dos conteúdos para as temá cas obrigatórias Educação das Relações ÉtnicoRaciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Educação em Direitos Humanos, conforme estabelecem as Resoluções do CNE Nº 01, de 17 de junho de 2004, e Nº 02, de 15 de junho de 2012, bem como o que diz a Lei 13.146/2015, Art. 28, Inciso XIV, sobre os conteúdos relacionados à Pessoa com Deficiência, consta na ementa de “Relações étnico- raciais e Direitos Humanos”. Já a temá ca de Educação Ambiental, em conformidade com a Resolução do CNE Nº 01, de 30 de maio de 2012, consta na ementa da disciplina de “Seminários Temá cos II – Polí cas de Educação Ambiental”.
¶Art. 5º O Curso de Bacharelado em Engenharia Química organiza sua estrutura curricular, parte integrante do Projeto Pedagógico, em conteúdos fixados de acordo com as especificações da tabela abaixo, sendo desdobrados conforme explicitado no Anexo. COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO Componentes Básicos Profissionais CH Créditos Conteúdos Obrigatórios 1875 125 Estágio Supervisionado em Engenharia 210 14 Química Subtotal 2085 139 Componentes Complementares CH Créditos Conteúdos Complementares Obrigatórios 1305 87 Conteúdos Complementares Opta vos 240 16 Conteúdos Complementares Flexíveis 60 4 Subtotal 1605 107 TOTAL DO CURSO 3690 246
(%) 50,81 5,69 56,50 (%) 35,37 6,50 1,63 43,50 100
Fonte: PPC do Curso de Bacharelado em Engenharia Química – CT, 2025.
¶Art. 6º A Estrutura Curricular do Curso de Bacharelado em Engenharia Química da UFPB, apresenta uma formação Básica Profissional e, outra, de caráter Complementar, em cujo escopo constam os componentes e demais a vidades da estrutura curricular do Curso.
§1º A Formação Básica Profissional é composta pelos Conteúdos Obrigatórios e o Estágio Supervisionado em Engenharia Química; já Formação Complementar tem na sua composição Conteúdos Complementares: Obrigatórios, Opta vos e Flexíveis.
§2º Os Conteúdos Obrigatórios, que correspondem a cerca de 56,50% da carga horária total, contemplam as disciplinas dos núcleos básico e profissional da Engenharia Química. A introdução de disciplinas do núcleo profissional desde o princípio do curso assegura e amplia o contato do estudante com o universo da Engenharia Química já no seu ingresso na universidade. Como a vidade do núcleo profissional, a formação do engenheiro químico inclui estágio curricular obrigatório sob supervisão direta da ins tuição de ensino, através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da a vidade. A carga horária do estágio curricular é de 210 (duzentas e dez) horas e a a vidade é regulamentada em resolução interna do curso.
§3º Os Conteúdos Complementares Obrigatórios, Opta vos e Flexíveis são cons tuídos pelos componentes curriculares ou áreas de aprofundamento, considerados indispensáveis à formação
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profissional do Engenheiro Químico. Nos Conteúdos Complementares Obrigatórios está incluso o Trabalho de Conclusão de Curso que é uma a vidade de síntese e integração de conhecimentos, com carga horária de 60 horas, regulamentada em resolução interna do curso. Os Conteúdos Complementares Opta vos, que proporcionam ampliação de conhecimentos gerais ou específicos, correspondem a 6,85%. Além desses, também são exigidos os Conteúdos Complementares Flexíveis, com carga horária de 60 horas, conforme estabelecido no Regulamento Geral dos Cursos de Graduação da UFPB e em Resolução Interna do Curso.
¶Art. 7º A estrutura curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, será desenvolvida em períodos le vos, cujos componentes curriculares foram dispostos de forma criteriosa e estudada, disponibilizando aos alunos um equilíbrio entre dificuldades e maturidade estudan l.
¶Art. 8º As a vidades que integram os componentes curriculares serão as seguintes:
I – disciplinas;
II– a vidades acadêmicas de iniciação à pesquisa e à docência ou extensão;
III – a vidades de orientação individual.
Parágrafo único. Os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso, quando da sua criação, através de Resolução Interna, para fins de integralização curricular.
¶Art. 9º O Projeto Polí co Pedagógico de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Colegiado do Curso, quando da sua criação, enquanto suporte técnico-pedagógico do NDE do Curso.
¶Art. 10. Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 10 (dez) períodos le vos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sociopolí co-educa vas.
¶Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 07 de maio de 2026. Terezinha Domiciano Dantas Mar ns Presidente
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ANEXO da Resolução nº 04/2026 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química, Bacharelado, do Centro de Tecnologia (CT), Campus I da UFPB. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Departamento de Engenharia Química – DEQ Centro de Tecnologia - UFPB, Campus I, Cidade Universitária - João Pessoa - PB – Brasil CEP: 58051900 / Fone: +55 (83) 3216-7119 h p://ct.ufpb.br/ctdeq Coordenação do Curso de Engenharia Química- CCEQ – CT Centro de Tecnologia - UFPB, Campus I, Cidade Universitária - João Pessoa - PB – Brasil CEP: 58051900 / Fone: +55 (83) 3216-7862 h p://www.ct.ufpb.br/cceq
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Abril de 2025 GESTORES E NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Reitora Pró-Reitora de Graduação Centro de Tecnologia Vice-Diretora Coordenadora Vice-Coordenador Membro do NDE Membro do NDE Membro do NDE Membro do NDE Membro do NDE Membro do NDE Membro do NDE
Terezinha Domiciliano Dantas Vice-Reitora Mônica Nóbrega Ana Claudia da Silva Rodrigues Diretor do Marcel de Gois Pinto Ana Claúdia Fernandes Medeiros Braga Josilene de Assis Cavalcante José E mógenes Duarte Vieira Segundo Andrea Lopes de Oliveira Ferreira Arioston Araújo de Morais Júnior Fabíola Dias da Silva Curbelo Genaro Zenaide Clericuzi, Nagel Alves Costa Sharline Floren no de Melo Santos Vivian Stumpf Madeira
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LISTA DE SIGLAS ABENGE - Associação Brasileira de Ensino de Engenharia CAI - Comissão de Avaliação Interna CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CBioetc - Centro de Biotecnologia CCA - Centro de Ciências Agrárias CCAE - Centro de Ciências Aplicadas e Educação CCEN - Centro de Ciências Exatas e da Natureza CCEQ - Coordenação de Curso de Engenharia Química CCHLA - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes CCHSA - Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias CCJ - Centro de Ciências Jurídicas CCM - Centro de Ciências Médicas CCS - Centro de Ciências da Saúde CCSA - Centro de Ciências Sociais Aplicadas CCTA - Centro de Comunicação, Turismo e Artes CE - Centro de Educação CEAR - Centro de Energias Alterna vas Renováveis CES - Câmara de Educação Superior CH - Carga Horária
CI - Centro de Informá ca CIA - Comitê de Inclusão e Acessibilidade CNE - CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Cien fico e Tecnológico CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia CONSEPE - Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSUNI - Conselho Universitário CPA - Comissão Própria de Avaliação CR - Créditos CRAS - Centro de Referência em Atenção à Saúde CT - Centro de Tecnologia CTDR - Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional DAU - Departamento de Arquitetura e Urbanismo DEQ - Departamento de Engenharia Química EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária FAPESQ - Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba FNDE - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação GT-AA - Grupo de Trabalho de Acessibilidade Arquitetônica IES - Ins tuições de Educação Superior INEP - Ins tuto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais LABIO - Laboratório de Bioengenharia LABTERMO - Laboratório de Termodinâmica LACESSE - Laboratório de Acessibilidade LACQUA - Laboratório de Cromatografia e Quimiometria Aplicada LAPET - Laboratório de Petróleo LFS - Laboratório de Fluidodinâmica e Secagem
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LFT - Laboratório de Fenômenos de Transporte LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais LMS - Laboratório de Modelagem e Simulação LOU - Laboratório de Operações Unitárias LRQ - Laboratório de Reatores Químicos MEC - Ministério da Educação NDE - Núcleo Docente Estruturante NEE - Necessidades Educacionais Especiais P,D&I - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação PDI - Plano de Desenvolvimento Ins tucional PNAES - Programa Nacional de Assistência Estudan l PNE - Plano Nacional de Educação PPC - Projeto Pedagógico de Curso PRAPE - Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante PRG - Pró-Reitoria de Graduação PROEX - Pró-Reitoria de Extensão PSIG - Processo Sele vo de Ingresso de Graduado PSRC - Processo Sele vo de Reopção de Curso PSTV - Processo Sele vo de Transferência Voluntária REUNI - Reestruturação e Expansão das Universidades RGG - Regulamento Geral da Graduação SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de A vidades Acadêmicas SINAES - Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINFRA - Superintendência de Infraestrutura SIPAC - Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos SISU - Sistema de Seleção Unificado para Ingresso no Ensino Superior TCC - Trabalho de Conclusão de Curso UFCG - Universidade Federal de Campina Grande
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LISTA DE QUADROS Quadro 1 Sumário dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos e Percentual.
31
Quadro 2 Pré-requisitos dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos.
32
Quadro 3
Componentes Curriculares do Curso que têm créditos de Extensão
36
Quadro 4 Extensão
Componentes Curriculares Opta vos do Curso que têm créditos de
37
Quadro 5 Componentes curriculares obrigatórios que tratam das temá cas das Relações Étnico-Raciais, dos Direitos Humanos e da Educação Ambiental e da Pessoa com Deficiência.
39
Quadro 6
Parte do corpo docente do Curso de Engenharia Química
125
Quadro 7
Disciplinas equivalentes dos currículos atual (SIGAA) e novo.
131
6 9
SUMÁRIO 1IDENTIFICAÇÃO DO CURSO.......................................................................................................7 2 BREVE HISTÓRICO...................................................................................................................11 2.1 UNIVERSIDADE..................................................................................................................................11 2.2 CENTRO DE TECNOLOGIA.................................................................................................................12 2.3 CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA......................................................................13 3 JUSTIFICATIVA........................................................................................................................15 4 OBJETIVOS DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA.................................................................20 4.1 OBJETIVO GERAL...............................................................................................................................20 4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS...................................................................................................................20 5 PERFIL DO EGRESSO................................................................................................................22 5.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.......................................................................................................22 5.2 ASPECTOS RELACIONADOS AO PDI DA INSTITUIÇÃO............................................................22 5.3 MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTOS DOS EGRESSOS...............................................................23 6 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL......................................................................................24 7 FORMA DE ACESSO AO CURSO................................................................................................25 8 INFRAESTRUTURA...................................................................................................................26 8.1 ESPAÇOS FÍSICOS..............................................................................................................................26 8.1.1. Estrutura sica..................................................................................................................................26 8.1.2. Bibliotecas.........................................................................................................................................28 8.1.3. Recursos de tecnologia da informação.............................................................................................29 8.1.4. Laboratórios......................................................................................................................................30 8.2 ACESSIBILIDADE.................................................................................................................................30 9 COMPOSIÇÃO CURRICULAR....................................................................................................34 10 FLUXOGRAMA DO CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA................45 11 CORPO DOCENTE..................................................................................................................135 12 SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE........................................................................................137 13 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM................................140 14 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO..........................................141 15 EQUIVALÊNCIAS....................................................................................................................142
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1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome: Curso de Graduação em Engenharia Química Código CINE: 0711E05 Área geral: Engenharia, Produção e Construção Área específica: Engenharia e Profissões Correlatas Área detalhada: Engenharia Química e de Processos Área de conhecimento: Engenharia Química Código e-MEC: 113604 Endereço ins tucional: Departamento de Engenharia Química – DEQ do Centro de Tecnologia - CT da UFPB, Campus I, Cidade Universitária - João Pessoa - PB – Brasil. CEP: 58051-900 / Fone: +55 (83) 3216-7119 h p://ct.ufpb.br/ctdeq
Endereço ins tucional: Coordenação do Curso de Engenharia Química do Centro de Tecnologia (CCEQ/CT/UFPB, Campus I, Cidade Universitária - João Pessoa - PB – Brasil CEP: 58051-900 / Fone: +55 (83) 3216-7862 h p://www.ct.ufpb.br/cceq h ps://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/curso/portal.jsf?lc=pt_BR&id=1626804 Grau acadêmico: Bacharelado Titulação conferida: Bacharel em Engenharia Química Modalidade de oferta do curso: Presencial Regime le vo do curso: Semestral
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Número de vagas oferecidas por semestre: 40 vagas Turnos previstos: Integral (manhã e tarde) Regime Acadêmico: créditos e carga horária Duração do curso: 5 a 7,5 anos Tempo para integralização curricular: Mínimo: 10 (dez) semestres le vos Máximo: 15 (quinze) semestres le vos Carga horária total (horas-aula): 3690 horas, dentro dessa carga horária 378 horas de a vidades de extensão. Carga horária total (horas-relógio): 3690 horas, dentro dessa carga horária 378 horas de a vidades de extensão. Carga horária de matrícula máxima por semestre: 28 (vinte e oito) créditos / 420 (quatrocentos e vinte) horas. Carga horária de matrícula mínima por semestre: 11 (onze) créditos / 165 (cento e cinco) horas. Período le vo e data de início de funcionamento do curso: 2008.2 e 06/10/2008. Atos regulatórios existentes Criação: Res 26/2008 do CONSEPE Autorização: Portaria 327/2013 do MEC (Reconhecimento / Renovação de Reconhecimento) Lista de docentes com regime de trabalho integral e com doutorado do DEQ. Adriano Duarte Tavares Ana Flávia Santos Coelho Andrea Lopes de Oliveira Ferreira Arioston Araújo de Morais Júnior Carlos Alberto Bispo de Sousa Fabíola Dias da Silva Curbelo Flávio Luiz Honorato da Silva Genaro Zenaide Clericuzi Giovanilton Ferreira da Silva Islanny Larissa Ouriques Brasileiro José Elson Soares Filho José E mógenes Duarte Vieira Segundo Josilene de Assis Cavalcante Julice Dutra Lopes
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Karla Silvana Menezes Gadelha de Sousa Leopoldo Oswaldo Alcazar Rojas Melânia Lopes Cornélio Nagel Alves Costa Raul Rosenhaim Rebeca Tibau Aguiar Rênnio Félix de Sena Sharline Floren no de Melo Santos Sófacles Figueredo Carreiro Soares Veruscka Araújo Silva Vital de Sousa Queiroz Vivian Stumpf Madeira Base Legal: Carga horária mínima e procedimentos rela vos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial - Resolução CNE/CES nº 2 de 18 de junho de 2007. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia-Resolução CNE/CES no 02 de 24 de abril de 2019. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Lei das diretrizes e bases da educação nacional-Lei 9.394, de 20 d e dezembro de 1996. Lei que regula a profissão de Engenheiro - Lei nº 5194 de 24 de dezembro de1966. Portarias 1.428 de28 de dezembro de 2018 e 2.117, de 6 de dezembro de 2019. Dispõe sobre a oferta, por Ins tuições de Educação Superior - IES, de disciplinas na modalidade à distância em cursos de graduação presencial. 2 BREVE HISTÓRICO 2.1 UNIVERSIDADE A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização, aprovada e promulgada pela Leinº.3.835 de 13 dedezembro de 1960, foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e CampinaGrande. A par r de sua federalização, UFPB desenvolveu uma crescente estrutura mul campi, dis nguindo-se, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema de ensino superior
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do país que, em geral, têm suas a vidades concentradas num só espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras. No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete campi. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A par r de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa) a serem incorporados pela UFCG. Dentro do Plano de Expansão das ins tuições públicas de ensino superior, denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFPB criou em 2005 mais um campus, no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape e Rio Tinto. Em 2014, a UFPB está estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ); Centro de Biotecnologia (CBiotec); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA); Centro de Informá ca (CI) e Centro de Energias Alterna vas Renováveis (CEAR); o Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) e o Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). Nos úl mos cinco anos, com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de tamanho e, hoje, já é a ins tuição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a oferecer o maior número de vagas no seu processo sele vo. Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino, da pesquisa e da extensão. Na esfera da educação superior, a UFPB tem o reconhecimento social como resultado de sua histórica contribuição, tanto para o avanço cien fico e tecnológico regional, quanto para a formação de quadros profissionais de excelência para o Estado da Paraíba e para o restante do país, com destaque para a Região Nordeste.
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2.2 CENTRO DE TECNOLOGIA O Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (CT-UFPB), ex-Escola de Engenharia, foi ins tuído em 28 de fevereiro de 1974 e está localizado no Campus I, na cidade de João Pessoa, principal pólo administra vo, polí co, cultural e financeiro do Estado da Paraíba. Tem por finalidade ins tucional planejar, executar e avaliar a vidades de ensino, de pesquisa e de extensão nos campos das Engenharias, Química Industrial e da Arquitetura e Urbanismo, direcionadas para a geração e difusão do conhecimento cien fico e tecnológico, visando o desenvolvimento sustentável e o exercício da cidadania. Nesse escopo, o Centro de Tecnologia procura ser uma ins tuição de qualidade e referência, com estrutura acadêmica, modelo gerencial e infraestrutura favoráveis à formação de profissionais e à geração, divulgação, inovação e transferência do conhecimento cien fico e tecnológico, de modo a contribuir para a qualidade da vida das populações da sua área de influência. Possui corpo técnico-cien fico de diversas áreas do conhecimento, além de integrar, quando do desenvolvimento de programas e projetos mais abrangentes, profissionais de outros centros da Universidade, de outras universidades e de ins tuições públicas e empresas privadas. O Centro oferece cursos de graduação nas seguintes áreas: Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Alimentos, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Materiais, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia de Produção Mecânica, Engenharia Química e Química Industrial. No ensino de pós-graduação, a atuação do CT ocorre através da oferta de cursos stricto sensu: Programas de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (Mestrado e Doutorado), Ciência e Tecnologia de Alimentos (Mestrado e Doutorado), Ciências e Engenharia de Materiais (Mestrado e Doutorado), Engenharia Mecânica (Mestrado e Doutorado), Engenharia de Produção (Mestrado), Engenharia Civil e Ambiental (Mestrado), Engenharia Química (Mestrado). O Centro de Tecnologia desenvolve programas e projetos de pesquisa e de extensão orientados para a geração e transferência de tecnologias em atendimento às demandas sociais. 2.3 CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA O Curso de Graduação em Engenharia Química do Centro de Tecnologia da UFPB foi criado em 16 de maio de 2008 pela Resolução CONSEPE nº 26/2008. O reconhecimento pelo
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Ministério da Educação é dado pela Portaria nº 327, de 24 de julho de 2013, publicado no Diário Oficial da União Nº. 142, seção 1, de 25 de julho de 2013. São ofertadas 80 vagas anuais, 40 vagas por semestre no SISU. O projeto pedagógico do curso foi criado em 2008, sendo fruto de ampla discussão entre os professores atuantes na UFPB que apoiaram a criação do Curso de Engenharia Química da UFPB, presidido pelo então Prof. Dr. Alfredo Ismael Curbelo Garnica (in memoriam). A criação do Curso de Engenharia Química veio da necessidade de atender as demandas da economia paraibana, regional e nacional por profissionais aptos a contribuir para o desenvolvimento tecnológico e produ vo do país. A concre zação desses interesses tornou-se possível pelo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI) do Governo Federal para reduzir as desigualdades sociais. Os docentes do quadro permanente da UFPB vinculados ao Curso de Engenharia Química são essencialmente doutores, sendo a maioria em regime de dedicação exclusiva, com experiência no magistério superior. Esses docentes estão vinculados a diversos centros e departamentos, sendo eles: Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) que inclui os Departamentos de Administração e Economia; Centrode Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), envolvendo os Departamentos de Matemá ca, Esta s ca, Física e Química; Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), envolvendo os Departamentos de Ciências Sociais e de Língua de Sinais; Centro de Informá ca que inclui o Departamento de Informá ca e Centro de Tecnologia que inclui os Departamentos de Engenharia Química, Engenharia de Produção e Engenharia Civil. Os alunos desde o básico têm acesso a aulas experimentais em laboratórios de Química e Física com infraestrutura adequada para atendê-los. Há também aulas em laboratórios de informá ca em disciplinas de conteúdos básicos e profissionais ministradas pelo Departamento de Engenharia Química, responsável pelo Curso. 3 JUSTIFICATIVA Em uma sociedade marcada pela evolução do conhecimento, notadamente pela revolução da tecnologia da informação e da comunicação, que faz avançar o processo de globalização econômica, cultural e polí ca, vê-se ampliada à função social das universidades. Se, historicamente, foi papel dessas ins tuições fornecerem conhecimentos para a formação intelectual e profissional, na era atual, compete-lhes, além de dar suporte para o avanço tecnológico do país, ampliar o leque de atuação, não só na construção e socialização de novos
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saberes capazes de contribuir para o processo de transformações sociopolí co e econômico, mas também, de nele, intervir. É nesta perspec va que a universidade caminha para cumprir o seu papel social. Ciente dessa realidade, a universidade precisa ser competente para oferecer uma formação baseada em novos conhecimentos. Isto significa estar assentada no pressuposto de que a formação profissional com base no conhecimento formal não é suficiente para enfrentar os desafios da contemporaneidade, ou seja, os desafios de um mundo globalizado, em que não existe barreira espacial ou temporal para a difusão do conhecimento cien fico e tecnológico. A economia industrial do estado da Paraíba pode ser dividida em seis polos principais: Cerâmico e Cimenteiro; Têx l; Mineral; de Tecnologia; Coureiro/calçadista e Sucroalcooleiro. O Polo Cerâmico é beneficiado pelos numerosos depósitos de matérias-primas u lizadas na fabricação de materiais cerâmicos que permite a imediata instalação de indústrias cerâmicas, em especial de louça sanitária, placas de reves mento, pisos, refratários, vidros planos, garrafas e indústria de cerâmica eletroeletrônica. Este polo é um dos mais promissores, indicando que o estado da Paraíba venha a ser o futuro Polo Cerâmico Nacional. Além disso, as grandes jazidas de calcário calcí co sedimentar que ocorrem na faixa litorânea Sul do Estado viabilizaram o desenvolvimento da indústria cimenteira na região, sendo a Paraíba uma das maiores produtoras de cimento do Brasil. O Polo Têx l é uma das vertentes produ vas mais tradicionais do estado da Paraíba, tendo como destaque a presença do Centro Nacional de Pesquisa Tecnológica do Algodão da EMBRAPA, que desenvolveu o Algodão Colorido. O Polo Mineral do Estado da Paraíba é bastante diversificado e se destaca pela produção de minerais não-metálicos, também chamados de minerais industriais tais como: bentonita, ilmenita, zirconita, cianita, caulim, calcário sedimentar e cristalino, granito, argilas comuns e plás cas e, feldspato. O Polo de Tecnologia conta com muitas empresas de TI, instaladas em João Pessoa, Campina Grande e Patos. E é reconhecido nacional e internacionalmente como produtor de excelentes produtos, sendo muitos premiados no Brasil e no exterior. O Polo Coureiro/Calçadista do estado da Paraíba está segmentado no setor tradicional (lançamento de calçados populares para ambos os sexos, direcionados ao mercado local e regional) e no setor moderno (produção de sapatos de qualidade, sandálias, calçados atlé cos com foco no mercado nacional e internacional). Em termos de exportação, o Polo Coureiro/Calçadista do estado da Paraíba tem 11 indústrias de calçados exportando para diversos
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países, sendo que, desse total, oito são consideradas Pequenas e Médias e as outras três são filiais de grandes indústrias (São Paulo Alpargatas, Samello e Cambuci S.A.) originárias da região Sul e Sudeste. Um fato que merece destaque é que, atualmente, as empresas do Polo Coureiro/Calçadista têm inves do maciçamente em tecnologia, inovação e maquinários modernos, visto que essa área de produção está intrinsecamente relacionada com o seguimento de modas que é bastante dinâmico. O Polo Sucroalcooleiro é forte na economia paraibana, sendo o Estado da Paraíba o terceiro maior produtor de cana-de-açúcar do Nordeste. Neste sen do, a u lização de resíduos agroindustriais do setor sucroalcooleiro é uma grande saída para tratar o resíduo e valorizá-lo, estratégia do Brasil por ter uma diversidade de biomassa para gerar produtos químicos de alto valor agregado (xilitol, arabitol, furfural, hidroxime lfurfural-HMF, enzimas, entre outros) e bioenergia (etanol, metanol). Nesse contexto, o Curso de Engenharia Química da UFPB pretende manter a posição privilegiada da Paraíba no quesito compe
vidade no Nordeste e no país, visando formar
profissionais adequados a essas áreas do conhecimento, esses profissionais devem contemplar os aspectos humanís cos voltados ao espírito empreendedor, como forma de alavancar novas possibilidades de ascensão social para a Região, Estado e País. A competência e a é ca são princípios norteadores da missão da UFPB, aliados à busca con nua da valorização e solidariedade humana e o respeito à natureza, permeada entre seus cursos, abrangendo igualmente as diretrizes e estratégias do Curso de Engenharia Química, delineadas no perfil do acadêmico por ela formado. O exercício da profissão de Engenheiro Químico é regulado pela lei federal 5194, de 24 de dezembro de 1966, a mesma que regulamenta a profissão do arquiteto e do engenheiro agrônomo. Essa lei foi regulamentada pelo decreto federal 620, de 10 de junho de 1969. As atribuições profissionais do Engenheiro Químico são estabelecidas pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. De acordo com a resolução norma va federal de nº 36 de 25/4/1974, posteriormente ra ficadas pela lei de número 85.877 de 7/4/1981 são 16 atribuições legais do engenheiro químico no Brasil. Além dessas atribuições, regulamentada por lei, pela própria natureza de sua formação, que combina princípios da matemá ca, química, sica e biologia com técnicas da engenharia, os profissionais da Engenharia Química têm sido considerados um dos mais versáteis de todos os engenheiros.
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O Projeto Pedagógico de Curso é o instrumento balizador para o fazer universitário e, por consequência, expressa a prá ca pedagógica das ins tuições e dos cursos dando direção à gestão e às a vidades educacionais. Além de ser uma exigência legal o Ar go 5o da Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002 e a Resolução No 34/2004 do CONSEPE. As mudanças e atualizações de um Projeto Polí co Pedagógico do Curso (PPC) são sempre importantes e fazem parte do ciclo de amadurecimento do corpo docente e das linhas de pesquisa que norteiam e abrangem as especificidades e demandas regionais e globais. Além disso, é determinante a necessidadede atender a legislação vigente e a companhar a dinâmica dos avanços tecnológicos na área de Engenharia Química. Por meio de inúmeras discussões entre professores e discentes sobre os conteúdos, disciplinas e ordem das disciplinas, verificou- se que a sequência curricular foi, por vezes, apontada como causa de retenção de discentes em componentes específicos. Após essa análise, optou-se por redistribuição de disciplinas e conteúdos, além da ex nção de alguns conteúdos/disciplinas para inserção de outros considerados mais relevantes, de forma a melhorar o rendimento e o aprofundamento de conteúdos na área de Engenharia Química. A creditação curricular da extensão, regulamentada na Resolução CNE/CES 7/2018 e norma zada pela Resolução CONSEPE 02/2022, foi inserida com o obje vo de fornecer aos discentes uma formação que envolve o compar lhamento do conhecimento adquirido com o público externo à UFPB. Ou seja, espera-se atender à diversidade de demandas de comunidades ou empresas externas à UFPB, promovendo impacto socioeconômico no público-alvo e contribuindo no mínimo para uma formação humanís ca única dos discentes. São consideradas a vidades curriculares de extensão: programas, projetos, cursos e eventos de extensão, além de prestação de serviço à comunidade externa. As diretrizes para inclusão das a vidades de extensão no currículo seguirão àquelas estabelecidas em regulamento específico da PROEX/UFPB, dos cursos de graduação da UFPB e do curso de Engenharia Química. Com isso, os egressos terão, além de suas competências e habilidades, uma visão social, cultural e ambiental regional, contextualizada nas suas mais diversas formas por meio das ações extensionistas. Na matriz curricular de 2008 do curso de Engenharia Química, da Universidade Federal da Paraíba, foram feitas algumas modificações, como mostrado a seguir: a) 2013.2 inclusão das disciplinas de Libras e Educação das Relações Étnico Raciais nos conteúdos complementares opta vos; b) 2017.2 inclusão de pré-requisitos ou co-requisitos em várias disciplinas, de acordo com a Portaria PRG 26/2017; e d) 2017.2 alteração das disciplinas de Estágio Supervisionado II e
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Trabalho de Final de Curso para a vidades. O presente PPC está em concordância com a Resolução CNE/CES n. 02, de 24 de abril de 2019, que ins tui as diretrizes curriculares nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. A Resolução nº 34 de 17 de agosto de 2004, do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPB, aprova a sistemá ca de elaboração e de reformulação do Projeto Polí co Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB. O curso de Graduação em Engenharia Química des na-se à formação do Engenheiro Químico de acordo com a Lei nº 5194/66 que regula a profissão de Engenheiro. Este documento segue os princípios, conceitos e diretrizes propostas ao MEC pela Associação Brasileira de Ensino de Engenharia (ABENGE), pelo Ins tuto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) e pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) para a área de Engenharia. Nesse contexto, o Departamento de Engenharia Química do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (DEQ/CT/UFPB) tem como missão a formação de recursos humanos altamente qualificados para atuação nos mais variados segmentos, assim como ser uma referência em ensino, pesquisa e extensão em Engenharia Química. No cumprimento de sua missão, o DEQ deverá promover a aquisição e difusão do conhecimento em Engenharia Química e contribuir para o fortalecimento da cultura cien fica e para a modernização do sistema produ vo nacional. No âmbito do domínio cien fico que lhe é próprio deverá, nomeadamente: 1.
Assegurar a oferta e o ensino das disciplinas que façam parte dos planos de estudo de
cursos ministrados na UFPB ou de outras Ins tuições de Ensino Superior, de acordo com as regras em vigor; 2.
Assegurar a responsabilidade cien fica e as a vidades le vas dos cursos do Centro de
Tecnologia da UFPB em que a maioria das disciplinas da especialidade seja ministrada no DEQ e manter atualizados os respec vos planos de estudo; 3.
Par cipar na coordenação de outros cursos do Centro de Tecnologia, cujas comissões
pedagógicas incluam docentes do DEQ; 4.
Propor, por si ou em colaboração com outras unidades orgânicas ou ins tuições que
igualmente concorram para a sua oferta, a criação de novos cursos de bacharelados, de especialização ou reciclagem, de mestrado ou de doutoramento e, respec vos, planos de trabalho;
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5.
Propor a suspensão ou ex nção dos cursos, cuja criação ver sido proposta, quer por
sua exclusiva inicia va, quer em colaboração com outras unidades orgânicas ou ins tuições, bem como alterações dos respec vos planos de estudo; 6.
Propor a criação e apoiar o funcionamento de grupos e núcleos de pesquisas;
7.
Promover a transferência de tecnologias bem como a prestação de serviços
especializados; 8.
Promover a organização das a vidades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
(P,D&I) do DEQ, de acordo com as normas definidas pelo Estatuto Geral da UFPB. 4 OBJETIVOS DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA A formação proposta nesse documento para o curso de Engenharia Química tem os seguintes obje vos: 4.1 OBJETIVO GERAL Formar Engenheiros Químicos com perfil generalista, tendo uma visão abrangente com relação à concepção, desenvolvimento e processamento dos mais diversos pos de matériasprimas. 4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1.
Formar engenheiros capazes de resolver problemas de engenharia aplicando
conhecimentos básicos de
sica, química, biologia, meio ambiente, economia, administração
gestão e análise de conjuntura econômica, polí ca e social; 2.
Conscien zar o futuro profissional de Engenharia Química sobre o seu papel na proposição
de alterna vas que contemplem um desenvolvimento sustentável preocupado com a questão ambiental; 3.
Desenvolver a capacidade de formular e solucionar problemas da indústria/pesquisa de
forma crí ca e cria va, por meio de estudos de casos e discussões de problemas vivenciados pelos próprios alunos em suas a vidades de pesquisa, extensão e trabalhos de campo; 4.
Sensibilizar para a importância da educação con nuada e da pesquisa, através do es mulo
as a vidades de iniciação cien fica;
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5.
Capacitar para o planejamento e gestão de serviços, polí cas, assessoria e consultoria em
projetos de diversas ordens nas áreas per nentes; 6.
Ampliar as oportunidades de formação humanís ca, crí ca, é ca e empreendedora para
desenvolver no egresso maior habilidade com as questões de gerenciamento de equipes nas relações profissionais e pessoais; 7.
Capacitar para o trabalho em equipes mul disciplinares ou para facilidade de comunicação,
através da realização e apresentação de seminários ou trabalhos em grupos; 8.
Desenvolver habilidades de comunicação oral e escrita pela elaboração de resumos,
relatórios e seminários individuais; 9.
Desenvolver habilidades de autoaprendizagem, formando profissionais capazes de
construir o conhecimento, a par r de uma relação de ensino/aprendizagem eficaz. 5 PERFIL DO EGRESSO 5.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Os egressos do Curso de Engenharia Química são profissionais com sólida formação técnica e cien fica, e apresentam as seguintes competências:
I – Têm visão holís ca e humanista, sendo crí cos, reflexivos, cria vos, coopera vos e é co;
II - Estão aptos a pesquisar, desenvolver, adaptar e u lizar novas tecnologias, com
atuação inovadora e empreendedora;
III - São capazes de reconhecer as necessidades dos usuários, formular, analisar e resolver,
de forma cria va, os problemas da Engenharia Química;
IV – Adotam perspec vas mul disciplinares e transdisciplinares em sua prá ca;
V - Consideram os aspectos globais, polí cos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e de
segurança e saúde no trabalho;
VI - Atuam com isenção e comprome mento com a responsabilidade social e com o
desenvolvimento sustentável. Essas habilidades são desenvolvidas nos trabalhos em equipe e apresentações de seminários realizados ao longo do curso, assim como em componentes curriculares complementares que visem agregar conhecimento ao exercício da profissão.
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Como observado, os egressos do Curso de Engenharia Química da UFPB podem atuar em diversas indústrias assim como em a vidades acadêmicas. Historicamente, nossos formandos têm do grande aceitação nas indústrias e empresas e em ins tuições de ensino para capacitações acadêmicas (mestrado e doutorado). 5.2 ASPECTOS RELACIONADOS AO PDI DA INSTITUIÇÃO Para promover estratégias eficazes de acompanhamento dos egressos, considerado um ponto estratégico para melhorar a qualidade do ensino de graduação e a ar culação com a pósgraduação, a Pró-Reitoria de Graduação (PRG) ins tuiu a Polí ca de Acompanhamento de Egressos. Essa polí ca visa desenvolver mecanismos para atualizar informações sobre a trajetória profissional dos egressos e subsidiar ações de melhoria e aprimoramento dos cursos, adequandoos melhor às demandas da sociedade, conforme diretrizes listadas no Plano de Desenvolvimento Ins tucional UFPB 2024-2028 (PDI/UFPB). 5.3 MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTOS DOS EGRESSOS Sabendo que o acompanhamento dos egressos é uma a vidade fundamental para manter o Curso sintonizado com as demandas da sociedade e, em úl ma instância, como mecanismo de realimentação para a atualização/melhoria do perfil pretendido para os egressos, pretende-se implementar um programa de acompanhamento dos egressos com os seguintes obje vos: 1. iden ficar dificuldades encontradas pelos egressos para encontrar trabalho; 2. iden ficar se os egressos estão trabalhando na área de formação; 3. iden ficar tendências atuais e futuras que possam servir de base para a adequação de conteúdos programá cos de disciplinas;
4. iden ficar em que segmentos os egressos do Curso estão se inserindo. E esse acompanhamento dos egressos está de acordo com o Plano de Desenvolvimento Ins tucional da Universidade Federal da Paraíba (PDI/UFPB). A atualização da base de dados dos egressos será feita com periodicidade semestral, através de Google Forms. Serão criadas listas de emails dos egressos para envio desses formulários. 6 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
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O engenheiro químico tem por função elaborar, executar e controlar projetos de instalação e expansão de indústrias químicas. Cabe-lhe também organizar, dirigir e fiscalizar a produção de materiais para a fabricação de produtos químicos, bem como pesquisar a transformação sico-química das substâncias reduzindo-as a escalas comerciais - por exemplo, a fabricação de produtos químicos derivados de petróleo, metais, minérios, produtos alimentares e sinté cos. Pela própria natureza de sua formação, que combina princípios da matemá ca, química, sica e biologia com técnicas da engenharia, os engenheiros químicos têm sido considerados um dos mais versáteis de todos os engenheiros. Seus campos de atuação mais frequentes são as indústrias dos setores de: Química e Petroquímica; Açúcar e Álcool; Fármacos e Química Fina; Alimentos e Bebidas; Papel e Celulose; Materiais de Construção, Plás cos, Refratários e Cerâmicos; Fer lizantes; Tintas e Vernizes; Cosmé cos e Perfumes. Nesse contexto, o engenheiro químico poderá se ocupar de áreas como: Processos e de Produção; Ambiental; Biotecnologia; Segurança industrial; Pesquisa e Desenvolvimento; Gerência de Tecnologia e Economia de Processos. Vendas Técnicas; Consultoria Levando em consideração as competências e habilidades adquiridas durante o Curso de Engenharia Química da UFPB, o egresso terá potencial para desenvolver e atuar profissionalmente em todas as áreas descritas acima.
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7 FORMA DE ACESSO AO CURSO De acordo com o Art. 100 do Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba (Resolução CONSEPE 29/2020), o acesso aos cursos de graduação na UFPB ocorre através das formas regulares de ingresso:
I – Sistema de Seleção Unificado para Ingresso no Ensino Superior – SISU;
II – Transferência Compulsória – ex officio;
III – Processo Sele vo de Reopção de Curso – PSRC;
IV – Processo Sele vo de Transferência Voluntária – PSTV;
V – Processo Sele vo de Ingresso de Graduado – PSIG;
VI – Reingresso; e
VII – Outras formas de ingresso, definidas mediante convênio ou determinadas por lei. 8 INFRAESTRUTURA 8.1 ESPAÇOS FÍSICOS O Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), possui estrutura sica e organizacional preparada para o desenvolvimento das a vidades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão, além de oferecer suporte aos discentes dos dez cursos de graduação vinculados ao centro. São 524 ambientes distribuídos em uma área total de 18.513,04 m², que incluem setores administra vos, ambientes de professores, laboratórios, salas de aula, biblioteca setorial, banheiros, auditórios e outros espaços diretamente vinculados à Direção do CT ou aos seus departamentos. 8.1.1. Estrutura sica A estrutura sica do CT engloba salas para os setores administra vos, incluindo a Direção do CT, coordenações de curso, departamentos e assessorias de Infraestrutura e de Informá ca. Esses setores contam com técnicos especializados em regime de tempo integral, responsáveis pelo atendimento ao público e pelo suporte às a vidades internas. As salas são equipadas com
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computadores, impressoras, aparelhos de ar-condicionado po split, acesso à internet cabeada e rede wi-fi, além de mobiliário adequado para o pleno funcionamento das a vidades administra vas. Os ambientes de professores também possuem a mesma estrutura sica dos setores administra vos e foram planejados para acomodar de um a três professores, conforme a área disponível em cada sala. Esses espaços possibilitam o atendimento acadêmico individualizado aos discentes e orientandos, guarda de material e equipamentos pessoais. Quando da existência de professores subs tutos, os departamentos são responsáveis em organizar a alocação dos ambientes, em ar culação com os docentes efe vos. O CT dispõe de 53 salas de aula e nove (09) ateliês des nados às a vidades dos cursos de graduação. As salas possuem capacidades que variam entre 15 e 60 lugares e são alocadas conforme a demanda das turmas em cada período le vo. Grande parte das salas são clima zadas e equipadas com carteiras, telas de projeção e mesas de apoio para os docentes. Projetores mul mídia (datashows) são disponibilizados pelos departamentos conforme a necessidade das aulas. Os ateliês contam com mesas e cadeiras móveis, permi ndo uma organização flexível conforme a metodologia pedagógica adotada. Embora esses espaços sejam prioritariamente u lizados pelo curso de Arquitetura e Urbanismo, estão também disponíveis para os demais cursos do CT. O CT possui ainda 12 salas mul mídia, todas clima zadas e equipadas com quadro branco, tela retrá l, datashow e carteiras. Essas salas são gerenciadas por departamentos e coordenações de programas de pós-graduação, sendo u lizadas para reuniões, defesas de monografias, dissertações e teses. Os auditórios do CT variam em capacidade de 50 a 288 lugares. O maior deles, localizado no Bloco Mul mídia, é clima zado e dispõe de dois datashows, duas telas de projeção, poltronas com apoio embu do, mesa para autoridades, sistema de som e microfones. O auditório do Bloco Administra vo tem capacidade para 180 pessoas, sendo igualmente clima zado e equipado com datashow, tela de projeção, mesa para autoridades, mesa de som e microfones. Já o Auditório Antônio Cou nho, no Bloco CTF, acomoda 50 pessoas e possui clima zação, datashow, desktop e tela de projeção. O Centro de Tecnologia oferece diversos espaços de convivência para os alunos. A “Pracinha do CT” é um dos principais pontos de encontro dos estudantes, especialmente nos intervalos entre as aulas e nos horários de refeição. Nesse local, há uma can na que fornece
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lanches e refeições para discentes e servidores da universidade, contribuindo para o bem-estar da comunidade acadêmica. Outro ambiente de convivência bastante u lizado é o térreo do Bloco Mul mídia, espaço coberto, com mesas e datashow, u lizado como área de descanso, estudo, desenvolvimento de trabalhos em grupo e, ocasionalmente, para eventos de confraternização. Esses espaços, em especial o térreo do Bloco Mul mídia e os auditórios, funcionam como ambientes mul funcionais, sendo u lizados para a realização de eventos acadêmicos e a vidades pedagógicas extracurriculares, como semanas de curso, mostras de projetos, exposições, apresentações e rodas de conversa. Essas ações têm gerado impactos posi vos no engajamento estudan l, pois favorecem diferentes formas de ensino e aprendizagem, promovendo a integração entre os cursos de graduação e fortalecendo a vivência universitária para além da sala de aula convencional. Os Centros Acadêmicos dos cursos de graduação também contam com salas clima zadas, equipadas com sofás, micro-ondas, mesas e cadeiras, proporcionando conforto para descanso e estudo. Além disso, o Bloco dos Centros Acadêmicos dispõe de uma geladeira de uso comum, contribuindo para a autonomia dos discentes no ambiente universitário. As empresas juniores vinculadas ao CT dispõem de salas apropriadas ao desenvolvimento de suas a vidades. Além disso, o CT disponibiliza um espaço específico para atendimento psicológico, realizado por servidora vinculada ao CRAS (Centro de Referência em Atenção à Saúde). O atendimento ocorre mediante agendamento prévio. O CT conta com ações voltadas à acessibilidade, com a instalação de rampas e banheiros adaptados em alguns blocos. Há reserva de vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, buscando promover maior inclusão e mobilidade no espaço universitário. A Direção do Centro segue diretrizes ins tucionais para ampliação con nua da acessibilidade em seus espaços. A manutenção da infraestrutura é realizada de forma permanente, por meio de equipe técnica do próprio CT e com apoio da Superintendência de Infraestrutura da UFPB (SINFRA). As demandas são registradas e acompanhadas por sistema interno, permi ndo a resolução de ocorrências em áreas como elétrica, hidráulica, clima zação e infraestrutura predial. A segurança no CT é garan da por ações coordenadas pela Reitoria da UFPB, por meio da Superintendência de Segurança Ins tucional, responsável pelo monitoramento de todo o campus. As rondas de vigilância patrimonial são realizadas em todos os turnos, incluindo finais de semana e horários noturnos. O Centro de Tecnologia conta ainda com câmeras de monitoramento que auxiliam na proteção ao patrimônio e à comunidade acadêmica.
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8.1.2. Bibliotecas A Universidade Federal da Paraíba conta com o Sistema de Bibliotecas (Sistemoteca), que integra, de forma funcional e operacional, as bibliotecas dos diferentes centros. Seu obje vo é garan r a unidade e a harmonia das a vidades de ensino, pesquisa e extensão por meio da aquisição, tratamento, armazenamento, recuperação e disseminação da informação. Além do acervo sico — composto por livros, dissertações, teses, periódicos e mul meios — o sistema também oferece acesso a portais de periódicos on-line e bases de e-books, disponíveis pelo site da Biblioteca Central (www.biblioteca.ufpb.br). No âmbito do Centro de Tecnologia, a Biblioteca Setorial oferece diversos serviços à comunidade acadêmica, como emprés mo, renovação e devolução de livros, orientação para normalização de trabalhos acadêmicos segundo as normas da ABNT, elaboração de ficha catalográfica para Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e suporte para o depósito de TCCs no Repositório Ins tucional da UFPB. O espaço oferece ambientes para estudo individual e em grupo, e o acervo sico e digital pode ser consultado por meio de sistema online. Além disso, a UFPB possui contrato com a plataforma Minha Biblioteca, que reúne milhares de tulos acadêmicos, nas mais diversas áreas do conhecimento. O acesso à plataforma é feito por meio do Sistema Integrado de Gestão de A vidades Acadêmicas (SIGAA), o que facilita o uso da ferramenta como apoio con nuo às a vidades de ensino, pesquisa e extensão. 8.1.3. Recursos de tecnologia da informação O Centro de Tecnologia (CT) conta com cinco laboratórios de informá ca voltados ao suporte das a vidades acadêmicas. Esses ambientes são compostos, respec vamente, por 15, 18, 35 e dois laboratórios com 25 computadores cada. É importante destacar que todos os equipamentos possuem número de patrimônio pela UFPB. Os laboratórios são alocados conforme a necessidade das turmas, especialmente quando o desenvolvimento das aulas exige o uso de computadores. Todos os espaços possuem acesso à internet, inclusive por meio da rede UFPB Sem Fios (permite o uso do wi-fi por toda comunidade), e contam com so wares acadêmicos e técnicos instalados conforme disponibilidade e demanda apresentada pelos docentes. A manutenção dos equipamentos e a avaliação periódica de sua adequação são realizados pela equipe de informá ca do próprio CT, que também atua no suporte à instalação de novos recursos. O gerenciamento dos equipamentos, de forma a manter a qualidade e adequação
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ao uso é realizado por essa equipe. Cabe destacar que os dois laboratórios com 25 computadores dispõem de áreas reservadas que permitem a expansão de infraestrutura, caso necessário. Além do uso durante as aulas, os laboratórios também podem ser u lizados pelos alunos para estudo individual ou em grupo, desenvolvimento de trabalhos acadêmicos, projetos e pesquisas. Essas possibilidades ampliam o acesso a recursos didá cos e contribuem para experiências diferenciadas de aprendizagem baseadas em tecnologias. A principal plataforma de apoio ao ensino u lizada é o SIGAA, sistema ins tucional que integra informações acadêmicas e administra vas da UFPB, permi ndo o acompanhamento das a vidades por docentes e discentes, com acesso remoto e a qualquer hora. O CT também disponibiliza o Sistema Ajuda CT (h ps://ajuda.ct.ufpb.br/), ferramenta digital que organiza e compar lha procedimentos administra vos de interesse das coordenações, departamentos e direção do Centro, promovendo agilidade, transparência e padronização no acesso às informações ins tucionais. Para solicitações, abertura e acompanhamento de processos, a UFPB u liza o Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (SIPAC), por meio do qual as demandas podem ser registradas e encaminhadas aos diferentes setores da universidade. Além disso, em função das restrições impostas pela pandemia de COVID-19, foi desenvolvido no CT o Sistema de Atendimentos (h ps://atendimento.ct.ufpb.br/), que permanece em uso como uma ferramenta eficiente de comunicação com a comunidade acadêmica e o público externo. Esse sistema permite o envio direto de demandas aos setores do CT, o registro das a vidades realizadas, o acompanhamento das solicitações e a o mização no tempo de resposta, além de facilitar o acesso dos estudantes aos setores administra vos, incluindo as coordenações de curso. 8.1.4. Laboratórios O Centro de Tecnologia da UFPB dispõe de uma ampla estrutura de laboratórios e ambientes de ensino especializados que atendem às diversas áreas da engenharia, arquitetura e áreas correlatas. Esses espaços são fundamentais para a formação prá ca dos estudantes, permi ndo a aplicação dos conhecimentos teóricos e o desenvolvimento de competências técnicas, cien ficas e profissionais. Para o Curso de Engenharia Química, além dos laboratórios do ciclo básico dos departamentos de Química e Física, existem nove (9) laboratórios didá cos vinculados diretamente ao curso, os quais têm área total média em torno de 56,5 m² e são apresentados a
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seguir: 1. Laboratório de Bioengenharia (LABIO); 2. Laboratório de Fenômenos de Transporte (LFT); 3. Laboratório de Fluidodinâmica e Secagem (LFS); 4. Laboratório de Modelagem e Simulação (LMS); 5. Laboratório de Operações Unitárias (LOU); 6. Laboratório de Petróleo (LAPET);
7. Laboratório de Reatores Químicos (LRQ); 8. Laboratório de Termodinâmica (LABTERMO) e 9. Laboratório de Cromatografia e Quimiometria Aplicada (LACQUA). A infraestrutura de equipamentos existentes nesses laboratórios atende às necessidades de diversos componentes curriculares básicos e profissionais do Curso de Engenharia Química. 8.2 ACESSIBILIDADE A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio do seu arcabouço norma vo e de instâncias de suporte, reconhece e assegura os direitos dos discentes com deficiência e com necessidades educacionais especiais (NEE), bem como daqueles que u lizam o nome social por iden dade de gênero ou outras razões, o que está previsto no Título XII do Regulamento Geral da Graduação (RGG), estabelecido pela Resolução CONSEPE n. 29/2020, alterada pela Resolução n. 37/2021. O ar go 184 do RGG estabelece os seguintes direitos aos discentes com deficiência e com NEE: atendimento educacional condizente com suas deficiências; disponibilização de mediadores para apoio na compreensão da escrita e da fala; adaptação de materiais pedagógicos e equipamentos; aplicação de metodologias de ensino compa veis com as necessidades apresentadas; avaliações e correções adaptadas, considerando as especificidades da NEE; tempo adicional de 50% na realização de a vidades avalia vas com tempo previamente estabelecido. O regulamento ainda prevê a possibilidade de dilatação do tempo máximo de integralização curricular em até 50% para discentes com deficiência ou com afecções congênitas ou adquiridas, assegurando a con nuidade e conclusão da formação em tempo compa vel com suas condições específicas. A Resolução CONSUNI n. 34/2023 ins tuiu a Polí ca de Inclusão e Acessibilidade da UFPB, criando o Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) como órgão responsável por operacionalizar essa polí ca no âmbito da graduação. O CIA conta com equipe técnica mul disciplinar permanente, composta por profissionais como secretário execu vo, técnico- administra vo, psicólogo, assistente social, psicopedagogo, pedagogo, intérprete de Libras, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e fonoaudiólogo. Esse comitê atua de forma ar culada com as coordenações de curso, departamentos e
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demais setores ins tucionais, promovendo a iden ficação, acolhimento e acompanhamento dos discentes com deficiência desde o ingresso na universidade. As informações rela vas às necessidades específicas dos discentes são inseridas no Sistema de Gestão Acadêmica (SIGAA), que as disponibiliza automa camente aos docentes no momento da matrícula nas disciplinas, favorecendo a preparação prévia de estratégias de ensino inclusivas. O CIA organiza sua atuação por meio de quatro Grupos de Trabalho permanentes: Acessibilidade Arquitetônica, Acessibilidade A tudinal, Acessibilidade Pedagógica e Acessibilidade de Comunicação. Esses grupos são responsáveis por desenvolver ações específicas e integradas para garan r a eliminação de barreiras sicas, a tudinais, metodológicas e comunicacionais no ambiente universitário. Como parte das ações voltadas à acessibilidade de comunicação, a UFPB assegura o serviço de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para discentes surdos ou com deficiência audi va que demandem esse recurso. A atuação dos intérpretes abrange as a vidades acadêmicas, como aulas, seminários, reuniões e visitas técnicas, promovendo a inclusão plena desses estudantes em todos os aspectos da vida universitária. Adicionalmente, o CIA publica anualmente edital de seleção de alunos apoiadores, que recebem bolsa para acompanhar discentes com deficiência nas a vidades acadêmicas, incluindo aulas prá cas e visitas técnicas. Esses alunos são preparados para oferecer suporte adequado às necessidades específicas de seus colegas, fortalecendo a permanência qualificada no ensino superior. A atuação conjunta do CIA, das coordenações de curso e dos departamentos é fundamental para garan r o pleno acesso, a permanência e o sucesso acadêmico dos estudantes com deficiência, promovendo a equidade no ambiente universitário e contribuindo para a consolidação de uma formação profissional tecnicamente qualificada e socialmente justa. No âmbito do Centro de Tecnologia (CT) da UFPB, destacam-se ações específicas voltadas ao fortalecimento da acessibilidade e da inclusão, em consonância com a Polí ca de Inclusão e Acessibilidade da universidade. Além das inicia vas ins tucionais coordenadas pelo Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA), o CT conta com o Laboratório de Acessibilidade (LACESSE), vinculado ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU), que atua como referência interna nas questões de acessibilidade arquitetônica e urbanís ca. Criado em 2012, por meio do processo nº 002/2012 DA/CT/UFPB, aprovado por unanimidade pelos colegiados do DAU e do CT, o LACESSE (www.ct.ufpb.br/lacesse) integra o Grupo de Trabalho de Acessibilidade Arquitetônica (GT-AA) do CIA. Desde então, o laboratório
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tem se consolidado como espaço ar culador entre ensino, pesquisa e extensão, com os seguintes propósitos: contribuir para a formação profissional crí ca e comprome da de futuros proje stas; ampliar e disseminar o conhecimento cien fico em acessibilidade; colaborar a vamente com a comunidade acadêmica e externa para a promoção de ambientes construídos mais inclusivos. No campo da extensão, o LACESSE tem papel destacado no desenvolvimento de projetos de Rotas Acessíveis no Campus I da UFPB, sendo responsável pelo projeto, execução e fiscalização do primeiro trecho de rota acessível da ins tuição. Também mantém parceria con nua com a Superintendência de Infraestrutura (SINFRA/UFPB), contribuindo com levantamentos técnicos, pareceres e recomendações voltadas à acessibilidade sico-ambiental nos projetos arquitetônicos ins tucionais. O Laboratório atua de forma transversal nas dimensões arquitetônica, urbanís ca e a tudinal da acessibilidade, oferecendo suporte técnico e acolhimento a estudantes com deficiência no CT, dentro de sua área de competência. Sua atuação é importante para seus obje vos, mas também ajuda na busca de condições adequadas de permanência e par cipação desses discentes nas a vidades acadêmicas. Outra dimensão relevante da acessibilidade no Centro de Tecnologia diz respeito à infraestrutura sica e logís ca necessária para garan r o acesso dos discentes com deficiência às a vidades acadêmicas. Essa necessidade vai além da adequação de rampas, sanitários e circulações, abrangendo também a disponibilização de mobiliário apropriado (como carteiras para pessoas obesas e mesas adaptadas para cadeirantes), bem como ajustes na alocação de salas de aula. Sempre que possível, busca-se organizar as turmas de forma a minimizar deslocamentos, concentrando-as em um mesmo ambiente. Também merece destaque a importância do transporte acessível, especialmente para a vidades externas como visitas técnicas. Nesses casos, tem-se a ar culação entre docentes, coordenações de curso e as ins tuições que receberão os alunos, a fim de garan r condições adequadas de acessibilidade e segurança no deslocamento e nos espaços visitados. Na formação profissional prevista, o desenho universal foi u lizado como forma de promover uma abordagem mais humanista, inclusiva e comprome da com a diversidade. Conforme definido pela Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), o desenho universal refere-se à concepção de produtos, ambientes, programas e serviços que possam ser u lizados pelo maior número possível de pessoas, de forma independente e natural, sem a necessidade de adaptação ou uso de tecnologias assis vas específicas. Seu princípio orientador é favorecer a escolha de soluções mais acessíveis e equita vas sempre que houver diferentes
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possibilidades projetuais. No Projeto Pedagógico do Curso (PPC), essa diretriz foi incorporada de maneira transversal, especialmente em disciplinas como planejamento urbano e arquitetônico, tecnologia da construção, conforto ambiental e projeto arquitetônico, de modo a formar profissionais aptos a elaborar propostas comprome das com a inclusão desde sua concepção. As ações integradas entre o CIA, as coordenações de curso, os departamentos e o LACESSE reforçam a importância da inclusão e do acolhimento, possibilitando aos discentes com deficiência condições adequadas de acesso, permanência e par cipação plena na vida acadêmica. No contexto dos cursos de graduação do Centro de Tecnologia, incluindo Arquitetura e Urbanismo, Química Industrial e Engenharias, essas inicia vas contribuem para a formação de profissionais tecnicamente qualificados, sensíveis à diversidade e comprome dos com a construção de uma sociedade mais justa e acessível. Nesse processo, a adoção do desenho universal como diretriz forma va fortalece a perspec va de que as soluções projetuais devem contemplar, desde a origem, a diversidade humana e a acessibilidade como princípio. 9 COMPOSIÇÃO CURRICULAR O curso de Graduação em Engenharia Química do Campus I da UFPB tem como obje vo uma formação generalista, humanista, crí ca e reflexiva, formando um profissional capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, es mulando a sua atuação crí ca e cria va na iden ficação e resolução de problemas, considerando seus aspectos polí cos, econômicos, sociais, ambientais e culturais em atendimento às demandas da sociedade. A integralização dos componentes curriculares previstos para o curso garan rá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas. A composição curricular possui um núcleo de conteúdos básicos, profissionais e complementares, conforme as exigências da lei de Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES no 02/2019) para todos os cursos de engenharia. Os Conteúdos Básicos Obrigatórios, que correspondem a cerca de 56,50% da carga horária total, contemplam as disciplinas dos núcleos básico e profissional da Engenharia Química. As disciplinas do núcleo básico são oferecidas pelos Departamentos de Matemá ca, Esta s ca, Física, Química, Informá ca, Economia, Administração, Ciências Sociais, Engenharia de Produção e Engenharia de Materiais. A introdução de disciplinas do núcleo profissional desde o princípio do curso assegura e amplia o contato do estudante com o universo da Engenharia Química já no seu ingresso na universidade. Essas disciplinas são oferecidas pelo Departamento
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de Engenharia Química. Como a vidade do núcleo profissional, a formação do engenheiro químico inclui estágio curricular obrigatório sob supervisão direta da ins tuição de ensino, através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da a vidade. A carga horária do estágio curricular é de 210 (duzentas e dez) horas e a a vidade é regulamentada em resolução interna do curso. Os Conteúdos Complementares Obrigatórios, que correspondem a cerca de 35,37% da carga horária total, cons tuem-se em extensões e aprofundamentos das disciplinas do núcleo profissional, bem como de outras disciplinas necessárias na formação do engenheiro químico. Essas disciplinas são oferecidas pelos seguintes departamentos: Departamento de Engenharia Química; Departamento de Engenharia de Produção; Departamento de Engenharia Civil e Departamento de Engenharia Ambiental. Nos Conteúdos Complementares Obrigatórios está incluso o Trabalho de Conclusão de Curso que é uma a vidade de síntese e integração de conhecimentos, com carga horária de 60 horas, regulamentada em resolução interna do curso. Os
Conteúdos
Complementares
Opta vos,
que
proporcionam
ampliação
de
conhecimentos gerais ou específicos, correspondem a 6,85%. Além desses, também são exigidos os Conteúdos Complementares Flexíveis, com carga horária de 60 horas, conforme estabelecido no Regulamento Geral dos Cursos de Graduação da UFPB e em Resolução Interna do Curso. As a vidades acadêmicas de extensão com carga horária de 378 horas serão creditadas nas disciplinas do núcleo profissional e dos Conteúdos Complementares Obrigatórios do curso. A creditação das a vidades de extensão será realizada conforme estabelecido em regulamento específico da PROEX/UFPB, dos cursos de graduação da UFPB e do Curso de Engenharia Química, obedecendo à Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Por úl mo, tem-se que o curso de Engenharia Química possui uma carga horária total de 3690 horas, conforme ins tuído no anexo da Resolução CNE/CES n° 2/2007, a ser integralizada no prazo mínimo de cinco anos (10 semestres) e máximo de sete anos e meio (15 semestres). Ressalta-se que a distribuição das disciplinas ao longo dos períodos foi criteriosamente estudada, disponibilizando aos alunos um equilíbrio entre dificuldades e maturidade estudan l. Nos Quadros 1 e 2 são apresentados o sumário dos componentes curriculares e os prérequisitos dos mesmos, respec vamente.
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Quadro 1 - Sumário dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos e Percentual. COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO Componentes Básicos Profissionais CH Créditos Conteúdos Obrigatórios 1875 125 Estágio Supervisionado em Engenharia 210 14 Química Subtotal 2085 139 Componentes Complementares CH Créditos Conteúdos Complementares Obrigatórios 1305 87 Conteúdos Complementares Opta vos 240 16 Conteúdos Complementares Flexíveis 60 4 Subtotal 1605 107 TOTAL DO CURSO 3690 246
(%) 50,81 5,69 56,50 (%) 35,37 6,50 1,63 43,50 100
Quadro 2 - Pré-requisitos dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos. (con nua) COMPONENTES CURRICULARES
CR
CH PRÉ-REQUISITOS
1. Conteúdos Básicos Profissionais
139
2085
1.1 Obrigatórios
125
1875
Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I Análise Econômica de Processos Químicos
04
60
Nenhum
04
60
Estecquiometria Industrial
Bioengenharia I
04
60
Nenhum
Bioengenharia II
04
60
Bioengenharia I
Cálculo das Probabilidades e Esta s ca I
04
60
Cálculo Diferencial e Integral II
Cálculo Diferencial e Integral I
04
60
Nenhum
Cálculo Diferencial e Integral II
04
60
Cálculo Diferencial e Integral III
04
60
Cálculo Diferencial e Integral I Cálculo Vetorial e Geometria Analí ca Cálculo Diferencial e Integral II
Cálculo Numérico para Engenharia Química
04
60
Nenhum
Cálculo Vetorial e Geometria Analí ca
04
60
Nenhum
Fenômenos de Transporte Experimental
04
60
Fenômenos de Transporte I
04
60
Co-requisito: Fenômenos de Transporte III Estecquiometria Industrial
35
Fenômenos de Transporte II
04
60
Fenômenos de Transporte I
Fenômenos de Transporte III
04
60
Fenômenos de Transporte I
Física Experimental I
02
30
Física Geral I
Física Experimental II
02
30
Física Geral I
04
60
Física Geral III Física Experimental I Nenhum
Física Geral II
04
60
Física Geral III
04
60
Introdução à Álgebra Linear
04
60
Introdução à Engenharia Química
04
60
Física Geral I Cálculo Diferencial e Integral I Física Geral II Cálculo Diferencial e Integral II Cálculo Vetorial e Geometria Analí ca Nenhum
Introdução à Programação
04
60
Nenhum
Mecânica dos Sólidos
04
60
Metodologia do Trabalho Cien fico
03
45
Física Geral I Cálculo Vetorial e Geometria Analí ca Nenhum
Quadro 2 - Pré-requisitos dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos. (con nua) COMPONENTES CURRICULARES
CR
CH PRÉ-REQUISITOS
1. Conteúdos Básicos Profissionais
139
2085
1.1 Obrigatórios
125
1875
Noções de Desenho
02 30 Nenhum
Propriedades e Processamento de Materiais Química Básica - Experimental
04 60 Química Fundamental 04 60 Química Fundamental
Química dos Elementos
04 60 Química Fundamental
Química Fundamental
04 60 Nenhum
Termodinâmica Experimental
04 60 Termodinâmica das Soluções
Termodinâmica Fundamental
04 60 Nenhum
Relações étnico-raciais e Direitos Humanos no Brasil
04 60 Nenhum
Séries e Equações Diferenciais Ordinárias
Cálculo Diferencial e Integral II 04 60 Introdução à Álgebra Linear
36
1.2 Estágio Supervisionado
14 210
Estágio Supervisionado em Engenharia Química
14 210 Operações Unitárias I
2. Conteúdos Complementares
107
1605
2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios
87 1305
Controle de Processos
04 60 Instrumentação e Controle de Processos 04 60 Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I
Empreendedorismo na Engenharia Química Estecquiometria Industrial
04 60 Séries e Equações Diferenciais
Gestão da Qualidade
04 60 Cálculo das Probabilidades e Esta s ca I
Ordinárias
Instrumentação e Controle de Processos Introdução Químicos
ao
Projeto
de
Processos
Modelagem e Simulação de Processos Químicos
04
60
04
60
04
60
Co-requisitos: Fenômenos de Tranporte III Operações Unitárias II Análise Econômica de Processos Químicos Estecquiometria Industrial Gestão da Qualidade Estecquiometria Industrial Cálculo Numérico para Engenharia Química
Quadro 2 - Pré-requisitos dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos (con nua) COMPONENTES CURRICULARES
2. Conteúdos Complementares 2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios Operações Unitárias Experimentais
CRCH 103
PRÉ-REQUISITOS
1545 871305 0460
Operações Unitárias II
Operações Unitárias I
0460
Fenômenos de Transporte I
Operações Unitárias II
0460
Fenômenos de Transporte II
Operações Unitárias III
0460
Projeto de Processos Químicos
0460
Química Analí ca Clássica Experimental
0460
Fenômenos de Transporte III Termodinâmica das Soluções Introdução ao Projeto de Processos Químicos Modelagem e Simulação de Processos Químicos Operações Unitárias III Química Analí ca Clássica Química Básica - Experimental
37
Química Analí ca Clássica
0460
Química Fundamental
Química Orgânica Experimental A
0460
Química Orgânica Teórica A
0460
Química Orgânica Teórica A Química Básica - Experimental Química Fundamental
Reatores Químicos Experimentais
0460
Reatores Químicos I Co: Reatores Químicos II
Reatores Químicos I
0460
Termodinâmica Fundamental
Reatores Químicos II
0460
Reatores Químicos I
Seminários Temá cos II – Polí cas de Educação Ambiental
Introdução à Engenharia Química
03
45
Termodinâmica das Soluções
04
60
Termodinâmica Fundamental
Trabalho Final de Curso (TFC)
04
60
Operações Unitárias III
2.2 Conteúdos Complementares Opta vos – Mínimo de 16 CR / 240 CH Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas II (ACET II)
04
60
Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I (ACET I)
Análise e Síntese de Processos Químicos
04
60
Modelagem e Simulação
Bioquímica e Tecnologia de Alimentos Biorreatores e Bioprocessos
04 04
60 60
Química Orgânica Nenhum
Biorrefinaria
04
60
Estecquiometria Industrial
Quadro 2 - Pré-requisitos dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos (con nua) COMPONENTES CURRICULARES
CR
CH
2. Conteúdos Complementares
107
1605
PRÉ-REQUISITOS
2.2 Conteúdos Complementares Opta vos – Mínimo de 16 CR / 240 CH Conversão Térmica de Biomassa
04
60
Estecquiometria Industrial Termodinâmica Fundamental
Custos da Produção Industrial
04
60
Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I
Engenharia e Sociedade
04
60
Nenhum
Excel/VBA aplicado à Engenharia Química
04
60
Nenhum
Ferramentas computacionais
04
60
Fundamentos de Engenharia de Petróleo
04
60
Cálculo Numérico para Engenharia Química Nenhum
Gestão da Qualidade de Saneantes e
04
60
Química Orgânica Teórica A e
38
Cosmé cos Libras
Química Analí ca Clássica Nenhum
04
60
O mização de Processos
04
60
Pesquisa Aplicada à Engenharia Química
04
60
Português Instrumental
40
60
Planejamento e O mização de Experimento Processos Fermenta vos Industriais
04
60
04
60
Propriedade intelectual e empreendedorismo
04
60
Metodologia do Trabalho Cien fico
Segurança Industrial
03
45
Nenhum
Sistema Agroflorestal
04
60
Nenhum
Tecnologia de Fabricação de Cosmé cos
04
60
Química Orgânica Teórica A e Química Analí ca Clássica
Tecnologia de Fabricação de Saneantes
04
60
Química Orgânica Teórica A e Química Analí ca Clássica
Tecnologia de Óleos e Gorduras
4
60
Química Orgânica Teórica A e Operações Unitárias III
Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos Industriais
4
60
Operações Unitárias I
Cálculo Numérico para Engenharia Química; Estecquiometria Industrial Cálculo das Probabilidades e Esta s ca I Nenhum Cálculo das Probabilidades e Esta s ca I Bioengenharia I
Quadro 2 - Pré-requisitos dos Componentes Curriculares do Curso por Tipo e Quan dade de Carga Horária e Créditos (conclusão) COMPONENTES CURRICULARES
CR
CH
2. Conteúdos Complementares
107
1605
2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis1
4
60
Tópicos Especiais em Engenharia Química
4
60
TOTAL DO CURSO
246
3690
1
PRÉ-REQUISITOS
Componentes Complementares Flexíveis - 60 horas serão integralizadas ao longo do Curso. No Quadro 3 são mostrados os componentes curriculares Obrigatórios e Conteúdos
Complementares Obrigatórios nos quais serão creditados a extensão.
39
Quadro 3 - Componentes Curriculares do Curso que têm créditos de Extensão. (con nua) COMPONENTES CURRICULARES
CH
1.1 Obrigatórios
171
Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas I
15
Análise Econômica de Processos Químicos
12
Bioengenharia I
12
Bioengenharia II
12
Cálculo Numérico para Engenharia Química
12
Fenômenos de Transporte Experimental
12
Fenômenos de Transporte I
12
Fenômenos de Transporte II
12
Fenômenos de Transporte III
12
Introdução à Engenharia Química
12
Metodologia do Trabalho Cien fico
12
Propriedades e Processamento de Materiais
12
Termodinâmica Experimental
12
Termodinâmica Fundamental
12
Quadro 3 - Componentes Curriculares do Curso que têm créditos de Extensão. (conclusão) COMPONENTES CURRICULARES
CH
2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios
207
Controle de Processos
12
Empreendedorismo na Engenharia Química
12
Estecquiometria Industrial
12
Gestão da Qualidade
15
Instrumentação e Controle de Processos
12
Introdução ao Projeto de Processos Químicos
12
Modelagem e Simulação de Processos Químicos
12
Operações Unitárias Experimentais
12
Operações Unitárias I Operações Unitárias II
12 12
Operações Unitárias III
12
Projeto de Processos Químicos
12
40
Reatores Químicos Experimentais
12
Reatores Químicos I
12
Reatores Químicos II
12
Seminários Temá cos II – Polí cas de Educação Ambiental
12
Termodinâmica das Soluções
12 EXTENSÃO (TOTAL)
378
No Quadro 4 são mostrados os Conteúdos Complementares Opta vos nos quais serão creditados a extensão. Quadro 4 - Componentes Curriculares Opta vos do Curso que têm créditos de Extensão. (con nua) COMPONENTES CURRICULARES
CH
2.2 Conteúdos Complementares Opta vos Análise e Síntese de Processos Químicos
05
Bioquímica e Tecnologia de Alimentos
10
Biorrefinaria
05
Conversão Térmica de Biomassa
05
Custos da Produção Industrial
15
Quadro 4 - Componentes Curriculares do Curso que têm créditos de Extensão. (conclusão) COMPONENTES CURRICULARES
CH
2.2 Conteúdos Complementares Opta vos Engenharia e Sociedade
50
Ferramentas Computacionais
06
Gestão da Qualidade de Saneantes e Cosmé cos
05
O mização de Processos
15
Pesquisa Aplicada a Engenharia Química
10
Processos Fermenta vos Industriais
06
Propriedade Intelectual e Empreendedorismo
10
Segurança Industrial
15
Sistema Agroflorestal
55
Tecnologia de Fabricação de Cosmé cos
05
Tecnologia de Fabricação de Saneantes
05
41
Tecnologia de Óleos e Gorduras
06
Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos Industriais
15
No que se refere à apresentação pedagógica, este PPC adota uma abordagem global para a integração da extensão, aplicável a todos os componentes curriculares que possuem carga horária extensionista. Dessa forma, evita-se a repe ção de descrições em cada ementa, garan ndo uma diretriz unificada para o curso. A ar culação concreta entre conteúdo técnico e extensão será detalhada nos Planos de Curso dos Componentes Curriculares correspondentes, onde constarão as a vidades específicas a serem desenvolvidas, pois essas a vidades dependerão do contexto e das demandas iden ficadas em cada período le vo. Assim, assegura-se que a extensão seja vivenciada de forma efe va, sem engessar as ementas dos componentes curriculares, respeitando a diversidade de situações e a flexibilidade própria da prá ca extensionista. No Quadro 5 são mostrados componentes curriculares obrigatórios que tratam das temá cas das Relações Étnico-Raciais, dos Direitos Humanos e da Educação Ambiental e da Pessoa com Deficiência. Quadro 5 - componentes curriculares obrigatórios que tratam das temá cas das Relações Étnico-Raciais, dos Direitos Humanos e da Educação Ambiental e da Pessoa com Deficiência. (con nua) Temá ca
Componentes Curriculares Educação das Relações étnico-raciais e Relações Direitos Humanos Étnico-Raciais
Natureza dos componentes
Direitos Humanos
Relações étnico-raciais e Direitos Humanos
Básicos e Profissionais
Educação Ambiental
Seminários Temá cos II – Complementares Polí cas de Educação obrigatórios Ambiental
Pessoa com Deficiência
Relações étnico-raciais e Direitos Humanos
Básicos e Profissionais
Básicos e Profissionais
Observações Temas relacionados aos Direitos Humanos e Relações ÉtnicoRaciais. Temas relacionados aos Direitos Humanos e Relações ÉtnicoRaciais. Apresenta temas relacionados à Educação Ambiental. Apresenta temas relacionados aos Direitos Humanos e Relações Étnico-Raciais.
42
FLUXOGRAMA DO CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA1 1° PERÍODO
2° PERÍODO
3° PERÍODO
4° PERÍODO
5° PERÍODO
6° PERÍODO
Cálculo Cálculo diferencial e Diferencial e Integral I (60h) Integral II (60h)
Cálculo Diferencial e Integral III (60h)
Cálculo das Probabilidades e Estatística I (60h)
Fenômeno de Transporte I (60h)
Fenômeno de Fenômeno de Transporte II Transporte III (60h) (60h)
7° PERÍODO
8° PERÍODO
9° PERÍODO
Operações Projeto Unitárias III Processos (60h) Químicos (60h)
Cálculo Vetorial e Física Geral III (60h) Física Geometria Física Geral I (60h) Física Geral II (60h) Experimental II Analítica (60h) (30h)
Operações Unitárias I (60h)
Operações Unitárias II (60h)
Química Química Orgânica Teórica Química dos Fundamental A (60h) Elementos (60h) (60h)
Introdução à Programação (60h)
Gestão da Qualidade (60h)
Reatores Termodinâmic Químicos a Experimental ExperimentaisOptativa (60h) (60h) (60h)
Introdução à Química Engenharia Analítica Química (60h) Clássica (60h)
Química Instrumentaçã Analítica Optativa (60h) Mecânica dos o e Controle de Controle de Clássica Sólidos (60h) Processos Processos Experimental (60h) (60h) (60h)
Química Orgânica Experimental A (60h)
Cálculo Numérico para Engenharia Química (60h)
Relações Séries e Étnico-Raciais Química Básica Equações Bioengenharia I Bioengenharia II e Direitos Experimental Diferenciais (60h) (60h) Humanos no (60h) Ordinárias (60h) Brasil (60h)
Modelagem e Simulação de Processos Químicos (60h)
Seminários Estágio Operações Temáticos II – Supervisionado Unitárias Políticas De em Engenharia Experimentais Educação Química (60h) Ambiental (210h) (45h)
Reatores Químicos II (60h)
Análise Empreendedori Termodinâmica Termodinâmica Econômica de Fenômeno de smo na Fundamental das Soluções Processos Transporte Engenharia (60h) (60h) Químicos Experimental Química (60h) (60h) (60h)
Noções de Introdução à Desenho (30h) Álgebra Linear (60h)
Propriedades e Processamento de Materiais (60h)
Administração Metodologia do para Ciências Trabalho Exatas e Científico (45h) Tecnológicas I (60h)
Física Estecquiometri a Experimental I Industrial (60h)Optativa (60h) (30h)
Total: 390h
Total: 390h
Total: 405h
Reatores Químicos I (60h)
Total: 420h
Total: 390h
Introdução ao Projeto de Optativa (60h) Processos Químicos (60h) Total: 360h
Total: 420h
Total: 420h
Componentes Complementares Flexíveis - 60 horas a serem integralizadas ao longo do Curso. Total do Curso:3690 horas 1
10° PERÍODO
de Trabalho Final de Curso (TFC) (60h)
Total: 165h
Total: 270h
43
EMENTAS DOS COMPONENTES CURRICULARES COMPONENTES CURRICULARES BÁSICOS PROFISSIONAIS
: ADMINISTRAÇÃO PARA CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS I (ACET I) TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: 04
C. H. TOTAL: 60 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO
C. H. TEÓRICA 45 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD 0h
C. H. EXTENSÃO 15 h
EMENTA Fundamentos conceituais da Administração e das organizações; A evolução do pensamento em Administração; Ambiente organizacional; Processo decisório e tomada de decisão em Administração. A vidades do processo gerencial: planejamento, organização, direção e controle; Tópicos de Administração para Ciências Exatas e Tecnológicas (gestão de conflitos, negociação, empreendedorismo, tendências gerenciais e de mercado). REFERÊNCIAS BÁSICAS DAFT, R. L. Organizações: teoria e projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2008. ROBBINS, S. O.; DECENZO, D. A. Fundamentos da Administração: conceitos essenciais e aplicações. 4. ed. Rio de Janeiro: Pearson, 2012. SOBRAL, F.; PECI, A. Administração: teoria e prá ca no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Pren ce-Hall, 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DENNIS, P. Produção lean simplificada. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. FEIGENBAUM, A. V.; FEIGENBAUM, D. S. O poder do capital gerencial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. HALL, R. H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8. ed. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2004. KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. A execução premium: a obtenção de vantagem compe va através do vínculo da estratégia com as operações do negócio. Elsevier: Rio de Janeiro, 2008. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E. M. Metodologia cien fica. Atlas: São Paulo, 2017. MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. Atlas: São Paulo, 2009. PANDE, P. S.; NEUMAN, R. P.; CAVANAGH, R. R. Estratégia Seis Sigma: como a GE, a Motorola e outras grandes empresas estão aguçando seu desempenho. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
44
NOME: ANÁLISE ECONÔMICA DE PROCESSOS QUÍMICOS TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: 04
C. H. TOTAL: 60 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Es ma vas de Custos, Estudo de viabilidade econômica de processos químicos, Engenharia econômica; depreciação; rentabilidade, inves mento. REFERÊNCIAS BÁSICAS HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica. 6ª Ed., Atlas, 1998. PERLINGEIRO, C. A. G. Engenharia de Processos. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2005. PETERS, M. S.; TIMMERHAUS, K. D. Plant design and economics for chemical engineers 4th edi on; New York: McGraw-Hill, 1991. TOWLER, G.; SINNOT, R. K. Chemical engineering design. 2. ed. London: Bu erworth, 2012. TURTON, R., BAILIE, R. C., WHITING, W. B., SHAEIWITZ, J. A. Analysis, synthesis, and design of chemical processes, 2nd. ed., Pren ce Hall, 2003 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRITO, P. Análise e Viabilidade de Projetos de Inves mentos. 2ª Ed., Editora Atlas, 2011. HAPPEL, JOHN. Chemical Process Economics. Hassell Street Press, 2021. KUPFER, D.; HASENCLEVER, L. (Orgs.). Economia Industrial. Fundamentos teóricos e prá cas no Brasil. 5ª Reimpressão. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus. 2002. SMITH, ROBIN. Chemical Process Design and Integra on. 2nd Edi on, Wiley, 2016. TORRES, O. F. F. Fundamentos da Engenharia Econômica e da Análise Econômica de Projetos. 1ª Ed., Thomson Learning, 2006.
45
NOME: BIOENGENHARIA I
CRÉDITOS: 04
C. H. TOTAL: 60 h CÓDIGO: 1709003
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 38 h
C. H. PRÁTICA 10 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Introdução a Biotecnologia. Importância do estudo dos processos biotecnológicos. Biomoléculas. Conceitos gerais de microbiologia. Nutrição microbiana e Crescimento microbiano Prá ca de técnicas básicas em microbiologia. Microrganismos de interesse industrial: isolamento, seleção e conservação. Esterilização de equipamentos, meios de cultura e do ar. Estudo de processos biotecnológicos industrial. REFERÊNCIAS BÁSICAS CAMPBELL, M. K; FARRELL, S. Bioquímica. 2. ed. 2017. São Paulo: Cengage Learning, 2015, 2017. 812p. ISBN: 9788522118700. FUNKE, B. R. et al. Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 934 p. ISBN: 9788536326061. MATOS, S. P.; MACEDO, P. D. G. Bioquímica dos alimentos: composição, reações e prá cas de conservação. São Paulo: Érica, 2015. 128p. (Série Eixos - Ambiente e Saúde) ISBN: 9788536510866. SCHMIDELL, W. et al (coordenação). Biotecnologia Industrial. São Paulo: Blucher, 2001. ISBN: 85212027841. VOET, J. G. et al. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2000, 2006. 931 p. ISBN: 8573076771. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e prá cos em análise de alimentos. 2.ed. Campinas: UNICAMP, 2003. 207p. ISBN: 8526806416. DAMONDARAM, S; PARKIN, K. L.; FENNEMA O. R. Química de Alimentos de Fennema.
4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 900p. ISBN: 859788536322483. ESKIN, M.; SHAHIDI, F. Bioquímica de alimentos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 518p. ISBN: 9788535271645. GONÇALVES, É. C. B. A. Análise de alimentos: uma visão química da nutrição. 4.ed. São Paulo: Varela, 2015. 339p. ISBN: 8577590230. KOBLITZ, M. G. B.; JACOMINO, Ângelo Pedro. Bioquímica de alimentos:teoria e aplicações prá cas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 242p. ISBN: 9788527713849. KRIEG, N. R et al Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1996, 1997, 2005, 2009, 2011. v. ISBN: 8534601968, 9788534601962. LARA, A. B. Walkyria H. Normas analí cas do Ins tuto Adolfo Lutz. 3.ed. São Paulo: Ins tuto Adolfo Lutz, 1985. v. NELSON, D. L et al. Lehninger Princípios de Bioquímica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006. 1202 p. ISBN: 8573781661.SCHMIDELL, W. et al (organização e coordenação da coleção). Engenharia bioquímica.
2. ed. São Paulo: Blucher, 2021. 745 p. (Coleção: Biotecnologia industrial, 2) ISBN: 9786555060188.
SILVA, C. O.; TASSI, É. M. M.; PASCOAL, G. B. (Organizador). Ciência dos alimentos: princípios de bromatologia. Rio de Janeiro: Rubio, 2016. 248p. ISBN: 9788584110704.
46
NOME: BIOENGENHARIA II
CRÉDITOS: 04
C. H. TOTAL: 60 h CÓDIGO: 1709009
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 38 h
C. H. PRÁTICA 10 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Ciné ca enzimá ca. Ciné ca microbiana. Tipos de biorreatores. Formas de operação de um bioprocesso: descon nuo, descon nuo-alimentado e con nuo. Recuperação e purificação de produtos biotecnológicos. REFERÊNCIAS BÁSICAS BASTOS, R. Tecnologia das fermentações: fundamentos de bioprocessos. São Carlos: EDUFSCar,
2010. 160p. (Coleção UAB - UFSCar, Tecnologia sucroalcooleira) ISBN: 9788576001904. KILIKIAN, B. V.; PESSOA JR., A. (Coordenação). Purificação de produtos biotecnológicos: operações e processos com aplicação industrial. 2. ed. revisada e ampliada. São Paulo: Blucher,
2020. 759 p. ISBN: 9788521219460. SCHMIDELL, W. et al (coordenação). Biotecnologia Industrial. São Paulo: Blucher, 2001. ISBN: 85212027841. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BON, E. P. S.; FERRARA, M. A.; CORVO, M. L. Enzimas em biotecnologia: produção, aplicação e mercado. Rio de Janeiro: Interciência, 2008. 506p. ISBN: 9788571931893. BORZANI, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. (Coordenador). Tópicos de microbiologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, c1975, 1990. 231 p. FONSECA, M. M.; TEIXEIRA, J. A. Reactores biológicos: fundamentos e aplicações. Lisboa, Editora: Lidel, 2007. LEONE, F. A. Fundamentos de ciné ca enzimá ca. Curi ba: Appris, 2021. 348 p. ISBN: 9788547346331. MEIRELES, M. A. A.; PEREIRA C. G. Fundamentos de Engenharia de Alimentos, volume 6. São Paulo. Atheneu, 2013. ROCHA FILHO, J. A.; VITOLO, M. Guia para aulas prá cas de biotecnologia de enzimas e fermentação. São Paulo: Blucher, 2017. 168 p. ISBN: 9788521211686. RIBEIRO, B. D. et al (organizador). Microbiologia Industrial: bioprocessos. Rio de Janeiro: Elsevier,
2018. ISBN: 9788535287240. VITOLO, M.; PESSOA JR, A. (Coordenação). Biotecnologia farmacêu ca: aspectos sobre aplicação industrial. São Paulo: Blucher, 2015. 420 p. ISBN: 9788521208099.
47
NOME: CÁLCULO DAS PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA I TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1108100
DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA Conceitos Fundamentais. Distribuição de Frequência. Tabelas e Gráficos. Medidas de Posição. Medidas de Dispersão. Introdução à Probabilidade. Variáveis Aleatórias Unidimensionais. Esperança Matemá ca. Distribuições Discretas. Distribuições Con nuas. Noções Elementares de Amostragem. Es ma va Esta s ca. Decisão Esta s ca. Regressão. Correlação. REFERÊNCIAS BÁSICAS BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Esta s ca Básica. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017. COSTA NETO, P. L. O. Esta s ca. 2ª ed. São Paulo: Blücher, 2002. WALPOLE, R. E.; MYERS, R. H.; MYERS, S. L.; YE, K. Probabilidade e Esta s ca para Engenharia e Ciências. 8ªed. São Paulo: Pearson Pren ce Hall, 2009. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MEYER, P. L. Probabilidade - Aplicações à Esta s ca. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1983.
48
NOME: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1103177
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD 0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Funções reais de uma variável real. Limite e Con nuidade. Derivadas: conceito, regras e aplicações. REFERÊNCIAS BÁSICAS FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, B. M. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação e Integração. Pearson Universidades - 6a. Edição - 2006. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/748; STEWART, J.; CLEGG, D.; WATSON, S. Cálculo: Volume 1 (Tradução da 9a. edição norteamericana). Cengage Learning – 2021. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584097; THOMAS, G. B. et al. Cálculo: Volume 1. Pearson Universidades - 12a. Edição - 2012. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/3376 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ANTON, H. et al. Cálculo: Volume 1. Bookman - 10a. Edição - 2014. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602263; GUIDORIZZI, H. L. UM CURSO DE CÁLCULO - VOLUME 1. LTC - 6a. Edição - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635574; MORETTIN, P. A.; HAZZAN, S.; BUSSAB, W. O. Cálculo: Funções de uma e várias variáveis. Saraiva - 3a. Edição - 2016. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788547201128. ROGAWSKI, J.; ADAMS, C. Cálculo: Volume 1. Bookman - 3a. Edição - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604601 SALAS, S. L. et al. Cálculo: Volume 1 LTC - 9a. Edição - 2005. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2660-2;
49
NOME: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1103178
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Integral de funções uma variável real. Funções reais de várias variáveis: limite e con nuidade. Derivadas Parciais e Diferenciabilidade. Regra da Cadeia e derivação implícita. Máximos e Mínimos. Mul plicadores de Lagrange REFERÊNCIAS BÁSICAS FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, B. M. Cálculo B: Funções de várias variáveis, integrais múl plas, integrais curvilíneas e de super cie. Pearson Universidades - 2a. Edição - 2007. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/413; STEWART, J.; CLEGG, D.; WATSON, S. Cálculo: Volume 2 (Tradução da 9a. edição norteamericana). Cengage Learning - 2022. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584103; THOMAS, G. B. et al. Cálculo: Volume 2. Pearson Universidades - 12a. Edição - 2012. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/334. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ANTON, H. et al. Cálculo: Volume 2. Bookman - 10a. Edição - 2014. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602461; GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol. 2. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635826; KAPLAN, W. Cálculo Avançado: Volume 1. Bookman - 2a. Edição - 2004. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521216605; ROGAWSKI, J.; ADAMS, C. Cálculo: Volume 2. Bookman - 3a. Edição - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604588; SALAS, S. L. et al. Cálculo: Volume 2. LTC - 9a. Edição - 2005. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85216-2993-1.
50
NOME: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1103232
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Integral Dupla e Integral Tripla. Integral de Linha. Integral de Super cie REFERÊNCIAS BÁSICAS FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, B. M. Cálculo B: Funções de várias variáveis, integrais múl plas, integrais curvilíneas e de super cie. Pearson Universidades - 2a. Edição - 2007. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/413; STEWART, J.; CLEGG, D.; WATSON, S. Cálculo: Volume 2 (Tradução da 9a. edição norteamericana). Cengage Learning - 2022. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584103; THOMAS, G. B. et al. Cálculo: Volume 2. Pearson Universidades - 12a. Edição - 2012. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/334. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ANTON, H. et al. Cálculo: Volume 2. Bookman - 10a. Edição - 2014. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602461; GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 3. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635918; KAPLAN, W. Cálculo Avançado: Volume 2. Bookman - 2a. Edição - 2004. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521216612; ROGAWSKI, J.; ADAMS, C. Cálculo: Volume 2. Bookman - 3a. Edição - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604588; SALAS, S. L. et al. Cálculo: Volume 2. LTC - 9a. Edição - 2005. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85216-2993-1;
51
NOME: CÁLCULO NUMÉRICO PARA ENGENHARIA QUÍMICA TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 20 h
C. H. PRÁTICA 28 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Revisão de Introdução à Programação: Excel, VBA, FORTRAN e Matlab. Série de Taylor unidimensional, bidimensional e mul dimensional (linearização). Solução numérica de equações não linear. Sistemas de equações lineares. Sistemas de equações não lineares. Interpolações (lineares, polinomiais e Lagrange). Métodos dos mínimos quadrados polinomiais. Métodos dos mínimos quadrados não lineares. O mização. Diferenciação Numérica. Integração Numérica. Equações diferenciais ordinárias. Equações diferenciais parciais REFERÊNCIAS BÁSICAS CHAPRA, S. C. Métodos numéricos aplicados com Matlab para engenheiros e cien stas. McGrawHill, 2013. CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos numéricos para engenharia. 7. ed, McGraw-Hill, 2016. CUNHA, M. C. Métodos Numéricos. 2. Ed. Campinas: Editora Unicamp, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BILLO, E. J. EXCEL for Scien sts and Engineers – Numerical Methods. John Wiley& Sons, 2007. COSTA, N. A.; SILVA, F. L. H.; CAVALCANTE, J. A.; SANTOS, S. F. M. Métodos dos Mínimos Quadrados com Aplicações em Engenharia. Editora Ciência Moderna, 2021. DAVIS, R. A. Prac cal numerical methods for chemical engineers using EXCEL with VBA. 2012. LAW, V. J. Numerical methods for chemical engineers using EXCEL, VBA and MATLAB.CRC Press, 2013. SPERANDIO, D.; MENDES, J. T.; SILVA, L. H. M. Cálculo Numérico – Caracterís cas matemá cas e computacionais dos métodos numéricos. Pearson – Pren ce-Hall, 2003.
52
NOME: CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1103118
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Matrizes. Vetores no espaço. Retas e Planos. Cônicas. Super cies Quádricas. REFERÊNCIAS BÁSICAS BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analí ca: um tratamento vetorial. PEARSON UNIVERSIDADES 3a. Edição 2004. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/185068; 2.SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. F. Geometria Analí ca. Bookman -1a. Edição - 2009. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788577805037; WINTERLE, P. Vetores E Geometria Analí ca. Pearson - 2a. Edição- 2014. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/5672. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BONORA JUNIOR, D. Vetores e Geometria Analí ca. Cone 1a. Edição -2019. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/186205; CORREA, P. S. Q. Álgebra Linear e Geometria Analí ca. Interciência - 1a. Edição - 2006. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/188317; FERNANDES, L. F. D. Geometria Analí ca. Intersaberes - 1a. Edição - 2016. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/37362. MEDEIROS, E.C.; SILVA, C. Geometria Analí ca. Sagah Educação - 1a. Edição - 2019. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595028739; ZANARDINI,D. Geometria Analí ca e suas relações com o mundo. Intersaberes -1a. Edição - 2022. h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/205296.
53
NOME: FENÔMENOS DE TRANSPORTE EXPERIMENTAL
CRÉDITOS: 04 C. H. TOTAL: 60 h
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMIVA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 48 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Experiências em laboratório de caráter interdisciplinar, envolvendo programação, montagem, medidas e interpretação de resultados, nos domínios de transferência de momento e da transferência de calor e massa. REFERÊNCIAS BÁSICAS BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. CANEDO, E. L., Fenômenos de transporte, Rio de Janeiro: LTC, 2017 CREMASCO, M. A. Fundamentos de transferência de massa.3ª ed. São Paulo: Blucher, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P. Fundamentals of Heat and Mass Transfer. 6th Edi on. Wiley. 2001. KREITH, F.; MANGLIK, R. M.; BOHN, M. S. Princípios de transferência de calor - São Paulo: Cengage Learning, 2014. LIVI, C, P., Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos básicos, Rio de Janeiro: LTC, 2017 PERRY, J. H., Chemical Engineer's Handbook, New York, 4. ed, McGraw-Hill Book, 1963. WELTY, J. R; RORRER, G. L.; FOSTER, D. G. Fundamentos de transferência de momento, de calor e de massa. 6ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
54
NOME: FENÔMENOS DE TRANSPORTE I
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709004
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Fundamentos da transferência de propriedades (volume de controle, super cie de controle, fluxos, densidade de propriedades). Balanço de massa no volume de controle (VC). Visão Lagrangeana (material) e Euleriana (espacial). Tipos de forças (mútuas e de corpo). Balanço de Quan dade de Movimento Linear. Balanço de energia geral e mecânica. Visão micro e macroscópica. Fluxo viscoso e viscosidade. Camada Limite. Fluxo em tubulações. REFERÊNCIAS BÁSICAS CANEDO, E. L., Fenômenos de transporte, Rio de Janeiro: LTC, 2017 CREMASCO, M. A. Fundamentos de transferência de massa.3ª ed. São Paulo: Blucher, 2016. FOX, R. W., Introdução à mecânica dos fluidos, Rio de Janeiro: LTC, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BENNET, C. O. E MYERS, J. E., Fenômenos de Transporte Quan dade de Movimento Calor e Massa, Rio de Janeiro: Mcgraw-hill, 1978 BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. LIVI, C, P., Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos básicos, Rio de Janeiro: LTC, 2017 PERRY, J. H., Chemical Engineer's Handbook, New York, 4.ed, McGraw-Hill Book, 1963. WELTY, J. R; RORRER, G. L.; FOSTER, D. G. Fundamentos de transferência de momento, de calor e de massa. 6ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
55
NOME: FENÔMENOS DE TRANSPORTE II
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709005
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Fundamentos de Transferência de Calor. Equações diferenciais de transferência de calor. Condução em estado estacionário e não estacionário. Transferência de calor por Convecção. Análise exata da camada-limite laminar. Transferência de calor com Mudança de Fase. Transferência de calor por Radiação. REFERÊNCIAS BÁSICAS CANEDO, E. L., Fenômenos de transporte, Rio de Janeiro: LTC, 2017 ÇENGEL, Y. A.; KANOGLU, M.; GHAJAR, A. J.; LINO, F. A. M. Transferência de calor e massa. 4ª edição, McGraw-Hill, 2012 INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 7ª edição. LTC, 2016-2017. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P. Fundamentals of Heat and Mass Transfer. 2th Edi on. Wiley. 1985. KREITH, F.; MANGLIK, R. M.; BOHN, M. S. Princípios de transferência de calor - São Paulo: CengageLearning, 2014. LIVI, C, P., Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos básicos, Rio de Janeiro: LTC, 2017 PERRY, J. H., Chemical Engineer's Handbook, New York, 4.ed, McGraw-Hill Book, 1963. WELTY, J. R; RORRER, G. L.; FOSTER, D. G. Fundamentos de transferência de momento, de calor e de massa. 6ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
56
NOME: FENÔMENOS DE TRANSPORTE III
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 60 04 h CÓDIGO: 1709006
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Fundamentos da transferência de massa (TM). Tipos de fluxos (difusivos, convec vos, totais) em misturas. Balanço de massa em misturas. Equação cons tu va de Fick para o fluxo difusivo. Casos especiais do balanço de massa. Camada limite mássica. Transferência de massa convec va. Aplicação para equipamentos de transferência de massa. REFERÊNCIAS BÁSICAS BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de Transporte: Quan dade de Movimento, Calor e Massa. McGraw-Hill, 1978. BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. CREMASCO, M. A. Fundamentos de transferência de massa.3ª ed. São Paulo: Blucher, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BERGMAN, T. L.; LAVINE, A. Incropera - Fundamentos de transferência de calor e de massa. 8 ed. LTC, 2019. ÇENGEL, Y. A.; GHAJAR, A. J. Transferência de calor e massa: uma abordagem prá ca. 4 ed. McGraw-Hill, 2012. CREMASCO, M. A. Difusão mássica. Blucher, 2019. CREMASCO, M. A. Fundamentos de transferência de massa. 3 ed. Blucher, 2016. SISSOM, L. E; PITTS, D. R. Fenômenos de transporte. Guanabara Dois, 1979. WELTY, J. R.; RORRER, G. R.; FOSTER, D. G. Fundamentos de transferência de momento, de calor e de massa. 6 ed. LTC, 2017. WELTY, J. R.; RORRER, G. R.; FOSTER, D. G. Fundamentos de transferência de momento, de calor e de massa. 6 ed. LTC, 2017.
57
NOME: FÍSICA EXPERIMENTAL I
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 02 30 h CÓDIGO: 1101165
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE FÍSICA
C. H. TEÓRICA 09 h
C. H. PRÁTICA 21 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Teoria de erros e medidas, gráficos e ajustes de curvas, realização de experimentos relacionados à Mecânica Clássica, Mecânica dos Fluidos, Oscilações, Ondas e Termodinâmica. REFERÊNCIAS BÁSICAS RESNICK, R.; HALLYDAY, D.; LUZ, A. M. R. Física 1. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. ISBN: 9788521613527 RESNICK, R. et al. Física 2. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. 339p. ISBN: 9788521613688 TAYLOR, J. R. Introdução à Análise de Erros: o estudo de incertezas em medições sicas. 2ª ed. São Paulo: Bookman, 1997. ISBN: 9780935702750 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES NUSSENZVEIG, H. M. Curso de sica básica I e II. 3ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1, c. 1981, 1996, 1997 Roteiros dos Experimentos de Física I. Laboratório de Física – DF, UFPB. TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cien stas e engenheiros. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009, v. 1. ISBN: 9788521617505 TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cien stas e engenheiros. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009, v.
2. ISBN: 9788522110858 VUOLO, J. H. Fundamentos da teoria de erros. 2ª ed. rev. e ampli. São Paulo: Edgard Blucher, 1998, 249p.
58
NOME: FÍSICA EXPERIMENTAL II
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 02 30 h CÓDIGO: 1101166
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE FÍSICA
C. H. TEÓRICA 6h
C. H. PRÁTICA 24 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Realização de experimentos relacionados aos assuntos de Eletrostá ca, Magnetostá ca, Eletrodinâmica e Eletromagne smo. REFERÊNCIAS BÁSICAS HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física. vol. 3. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2022. ISBN: 9780935702750 TAYLOR, J. R. Introdução à Análise de Erros: o estudo de incertezas em medições sicas. 2ª ed. São Paulo: Bookman, 1997. ISBN: 9780935702750 TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cien stas e engenheiros. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019, v.
2. ISBN: 9788521617112 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES NUSSENZVEIG, H. M. Curso de sica básica I e II. 3ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1, c. 1981, 1996, 1997 Roteiros dos Experimentos de Física I. Laboratório de Física – DF, UFPB. SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W. Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, v. 1, 1973 VUOLO, J. H. Fundamentos da teoria de erros. 2ª ed. rev. e ampli. São Paulo: Edgard Blucher, 1998, 249p.
59
NOME: FÍSICA GERAL I
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1101157
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE FÍSICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Vetores. Movimento de uma par cula em 1-D ,2-D e 3-D. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação da energia. Impulso e momento linear. Conservação do momento linear. Rotação de corpos rígidos. REFERÊNCIAS BÁSICAS HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. vol. 1. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
2016. ISBN: 9788521630357 NUSSENZVEIG, H. M. Curso de sica básica 1: mecânica. 5ª ed. rev. atual. São Paulo: Blucher, v. 1,
2013. ISBN: 9788521207450 YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica. 14a ed. São Paulo: Pearson, 2016. ISBN: 9788543005683. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ALONSO, M.; FINN, E. J.; MOSCATI, G. Física: Um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1, 1972, 2013. ISBN: 9788521200383. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SAND, M. Lições de sica de Feynman. Porto Alegre: Brookman,
v. 3, 2019. ISBN: 9788582605011. Disponível em formado digital no SIGAA. JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para cien stas e engenheiros: mecânica. 9a ed. São Paulo: Cengage Learning,
v. 1, 2017. ISBN: 9788522127078. Disponível em formado digital no SIGAA. OREAR, J. Fundamental physics. 2ª ed. New York: J. Wiley, 1967. 471p TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cien stas e engenheiros. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2009. ISBN: 9788521617105.
60
NOME: FÍSICA GERAL II
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1101163
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE FÍSICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Equilíbrio e elas cidade. Gravitação. Mecânica dos fluidos. Oscilações. Ondas mecânicas. Termodinâmica. REFERÊNCIAS BÁSICAS HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, vol. 2, 2016. ISBN: 9788521630364 NUSSENZVEIG, H. M. Curso de sica básica 1: mecânica. 5ª ed. rev. atual. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1, 2013. ISBN: 9788521207450 NUSSENZVEIG, H. M. Curso de sica básica 2: fluidos, oscilações e ondas, calor. 4ª ed. rev. atual. São Paulo: Edgard Blucher, v. 2, 2002. ISBN: 9788521202998 YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R.A. Física II: termodinâmica e ondas.14a ed. São Paulo: Pearson, 2016. ISBN: 9788543005737 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ALONSO, M.; FINN, E. J.; MOSCATI, G. Física: Um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1, 1972, 2013. ISBN: 9788521200383. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SAND, M. Lições de sica de Feynman. Porto Alegre: Brookman,
v. 3, 2019. ISBN: 9788582605011. Disponível em formado digital no SIGAA. JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para cien stas e engenheiros: oscilações, ondas e termodinâmica. 9a ed. São Paulo: Cengage Learning, v. 2, 2017. ISBN: 9788522127092. Disponível em formado digital no SIGAA. OREAR, J. Fundamental physics. 2ª ed. New York: J. Wiley, 1967. 471p TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cien stas e engenheiros. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2009. ISBN: 9788521617105
61
NOME: FÍSICA GERAL III
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1101164
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE FÍSICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Carga elétrica e campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica e força eletromotriz. Circuitos. Campo magné co e forças magné cas. Lei de Ampère. Indução magné ca e Lei de Faraday. Indutância. Corrente alternada. REFERÊNCIAS BÁSICAS HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de sica. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016, v. 3. ISBN: 9788521630371. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3: eletromagne smo. São Paulo: Edgard Blucher,
1997. 323p. ISBN: 9788521201342 YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: eletromagne smo. 14a ed. São Paulo: Pearson, 2016. ISBN: 9788521201342 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ALONSO, M.; FINN, E. J.; MOSCATI, G. Física: Um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, v. 2, 1972, 2013. ISBN: 9788521200383. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SAND, M. Lições de sica de Feynman. Porto Alegre: Brookman,
v. 3, 2019. ISBN: 9788582605011. Disponível em formado digital no SIGAA. JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para cien stas e engenheiros: eletricidade e magne smo. 9a ed. São Paulo: Cengage Learning, v. 3, 2017. ISBN: 9788522127115. Disponível em formado digital no SIGAA. OREAR, J. Fundamental physics. 2ª ed. New York: J. Wiley, 1967. 471p TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cien stas e engenheiros. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, v. 2, 2009. ISBN: 9788521617105
62
NOME: INTRODUÇÃO À ÁLGEBRA LINEAR
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 60 04 h CÓDIGO: 1103179
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Espaços Vetoriais. Aplicações Lineares e Matrizes. Diagonalização de Operadores. Produto Interno. REFERÊNCIAS BÁSICAS ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10a Ediçaõ. Porto Alegre: Bookman. 2012. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788540701700; KOLMAN,B.; HILL, D. R. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. LTC - 8a. Edição - 2006. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978- 85-216-2437-0; LEON,S. J. Álgebra Linear com Aplicações. LTC - 9a. Edição - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635789. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ANTON, H.; BUSBY, R. C. Álgebra Linear Contemporânea. Bookman - 1a. Edição - 2007. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788577800919; HOLT,J. Álgebra Linear com aplicações. LTC - 1a. Edição - 2016. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521631897; NICHOLSON, W. K. Álgebra Linear. Mcgraw Hill - 2a. Edição - 2014. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580554779; STRANG, G. Álgebra Linear e suas aplicações (Tradução da 4a. Edição norte- americana). Cengage - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522118021; STRANG,G. Introdução à Álgebra Linear. LTC. 4a. Edição – 2013. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2500-1; ZAHN, M. Álgebra Linear. Edgard Blucher, 1a. Edição - 2021. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555062595.
63
NOME: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA QUÍMICA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Apresentação da Profissão do Engenheiro Químico. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Química. Portes das Indústrias Químicas. Mercado de Trabalho, Engenharia Química e Meio ambiente. Conceitos básicos da Engenharia Química. Grandezas, Dimensões e Unidades. Noções básicas sobre as Principais áreas do curso: Operações Unitárias, Fenômenos de Transportes, Termodinâmica, Reatores Químicos. Fluxogramas dos Processos Químicos. REFERÊNCIAS BÁSICAS BRASIL, N.I. Introdução à Engenharia Química. 3a Ed. Editora Interciência. 2013 FELDER, R. M. Princípios elementares dos processos químicos. LTC, 2011. SHREVE, R. N.; BRINK, J. A.; MACEDO, H. Indústrias de processos químicos 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 717p. ISBN: 9788527714198. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CREMASCO, M. A. Vale a Pena Estudar Engenharia Química. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 152p. ISBN: 8521203699. HIMMELBLAU, D.M.; RIGGS, J.B. Engenharia Química –Princípios e Cálculos. 8. Ed. LTC PERLINGEIRO, C. A. G. Engenharia de Processos. Editora Blucher, 2005. PERRY, J. H. Chemical Engineer's Handbook, 4.ed. New York:McGraw-Hill Book, 1963. UTGIKAR,
V. Introdução à Engenharia Química: conceitos, aplicações e prá ca computacional. tradução Veronica Calado, Neuman Solange de Resende - 1. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2019.
64
NOME: INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1107136
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA
C. H. TEÓRICA 30 h
C. H. PRÁTICA 30 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Histórico das linguagens de programação. Descrição e construção de algoritmos. Metodologia de programação. Introdução à uma linguagem de programação moderna: pos elementares e compostos de dados; operadores; expressões e funções; mecanismos de passagem de parâmetros; variáveis e comandos; procedimentos; recursividade; pos definidos pelo programador e pos abstratos de dados; noções de estruturas dinâmicas de dados. Aplicações prá cas. REFERÊNCIAS BÁSICAS MANZANO, A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 29a Edição. Érica. 2019. NORTON, P.; RATTO, M. C. S. R.; ANTUNES, A. R. Introdução à informá ca. São Paulo: Pearson Makron Books, c1996, c1997, 2008, 2010, 2011. 619p. ISBN: 9788534605151 OLIVEIRA, U. Introdução à programação: aprendendo a programar usando pseudolinguagem e C. ISBN-13: 978-8592121303. 2019; REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES FARRER, H. et al. Programação estruturada de computadores – algoritmos. 3a Edição. LTC. 1999. OLIVEIRA, U. Programando em C: a biblioteca padrão de C. 2. Ciência Moderna, v. 2, 2010. OLIVEIRA U. Introdução à Programação - - Ed Universitária PEREIRA, J. C.; ANDRADE, L.; ROCHA-FILHO, E. Introdução à linguagem de programação
C. UFPB. 2015; OLIVEIRA, U. Programando em C: fundamentos. Ciência Moderna, v. 1 2008;
65
NOME: MECÂNICA DOS SÓLIDOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1703229
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Está ca: equilíbrio do ponto material, equilíbrio de corpo rígido e esforços internos em elementos estruturais de barra. Caracterís cas geométricas de uma seção transversal: Área, Centroide, Momento Está co de área, Momento Axial de Inércia, Produto de Inércia. Momento Polar de Inércia, Raio de Giração. Resistência dos Materiais: Tensões e Deformações em elementos estruturais de barra, provocadas por solicitações simples. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostá cas. Editora Oficina de Textos. 1ª Edição. 2009. ISBN: 9788586238833. SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural: Estruturas Isostá cas. Vol. 1. Editora Globo. 6ª Edição. 1984. TIMOSHENKO, G. Introdução à Mecânica dos Sólidos. Vol 1. Livros Técnicios e Cien ficos. 1989 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostá ca. ISBN: 85-85205-28-8 FERNANDES FILHO, P. Tópicos de Resistência dos Materiais. Leia Livros. 2019. ISBN: 978- 8569579-27-4
66
NOME: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 03 45 h CÓDIGO: 1709001
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 33 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: A construção do conhecimento. Técnica de estudo: diretriz para a leitura, análise e interpretação de textos, síntese, resumo, fichamento, seminário, oficina pedagógica, esquema e resenha. Elaboração de textos. REFERÊNCIAS BÁSICAS BAPTISTA, M. N.; CAMPOS, D. C. Metodologias de Pesquisa em Ciências: Análise Quan ta va e Qualita va. 2. ed. Editora: LTC. 2016. FACHIN, O. Fundamentos de metodologia: Noções básicas em pesquisa cien fica. 6. ed. Editora: Saraiva. 2017. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Cien fica. 9. ed. Editora: Atlas Ltda. 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ANDRADE, M. M. de. Introdução a Metodologia do Trabalho Cien fico. 10 ed. Editora: Atlas, 2010. BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: Introdução à metodologia cien fica.
29. ed. Editora: Vozes. 2015. CASTELLANO, E. G.; ASSIS, O. Z. M. de. (Orgs). Metodologia do Trabalho e da Pesquisa Cien fica. 1. ed. Editora: Diagrama, 2022. PEROVANO, D. G. Manual de metodologia da pesquisa cien fica. 1. ed. Editora: Intersaberes. 2016. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho cien fico. 24. ed. Editora: Cortez. 2017.
67
NOME: NOÇÕES DE DESENHO
CRÉDITOS: 02
C. H. TOTAL: 30 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO
C. H. TEÓRICA 15 h
C. H. PRÁTICA 15 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA:
Noções de representação e expressão gráfica. Conceitos gerais, pos de desenhos, ferramentas, e suas aplicações. Sistemas de projeção. Noções de perspec vas e de desenho arquitetônico. Normas da ABNT e convenções usuais.
REFERÊNCIAS BÁSICAS ABRANTES, J.; FILGUEIRAS FILHO, C. A. Desenho técnico básico: teoria e prá ca. Rio de Janeiro: LTC, 2018. FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J; ESTEVES, E. R. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8ª ed.. São Paulo: Globo, 2005. MICELI, M. T.; FERREIRA, P. Desenho técnico básico. 4ª ed. atual. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MAGUIRE, D.E; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus, 2004. POZZA, R. et al. Desenho técnico mecânico: curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. São Paulo: Hemus, 2004
68
NOME: PROPRIEDADES E PROCESSAMENTO DE MATERIAIS TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD 0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Tipos e Aplicações dos Materiais, Estruturas e Propriedades dos Metais, Aplicações e Processamento de Ligas Metálicas, Estruturas e Propriedades das Cerâmicas, Aplicações e Processamento de Ligas Metálicas, Aplicações e Processamento de Ligas Metálicas, Aplicações e Processamento de Ligas Metálicas, Compósitos e Questões Ambientais e Sociais na Ciência e Engenharia de Materiais. REFERÊNCIAS BÁSICAS CALLISTER JÚNIOR, W. D.; RETHWISCH, D. G. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem integrada. 5. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2020. GROOVER, M. P. Fundamentos da Moderna Manufatura, 5. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2017. TOLENTINO, N. M. C Processos químicos industriais: Matérias-primas, técnicas de produção e métodos de controle de corrosão – 1. ed. – São Paulo - Érica, 2015. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES VAN VLACK, L. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de Janeiro: Campos, 2003. PADILHA, A. F. Materiais de engenharia, microestrutura e propriedades. São Paulo: Hemus, 1997 [livro eletrônico], São Paulo: Blucher, 2017. ASHBY, M. F., Materiais: engenharia, ciência, processamento e projeto – Rio de Janeiro : Elsevier, 2012. BAUER, L. A. F. Materiais de construção - 6. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2022.
69
NOME: QUÍMICA BÁSICA - EXPERIMENTAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1105162
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 60 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Noções elementares de segurança. Materiais de laboratório. Introdução às técnicas básicas de trabalho em laboratório. Aplicações prá cas de alguns princípios fundamentais em química. Introdução às prá cas de Química Inorgânica, Química Orgânica, Físico- Química e Química Analí ca. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALMEIDA, P. G. V. Química Geral: Prá cas Fundamentais. Viçosa: UFV, 2005. ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de Química: Ques onando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. 7ª ed. Porto Alegre: BookMan, 2018 SZPOGANICZ, B.; DEBACHER, N.A.; STADLER, E. Experiências de Química Geral. Florianópolis: UFSC, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Apos la de Química Básica Experimental. Departamento de Química/UFPB, João Pessoa, 2022. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. EBBING, D. Química Geral. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. KOTZ, J. C.; TREICHEL P. M; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e Reações Químicas. São Paulo: Cengage Learning, 2015. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: Um Curso Universitário. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2018.
NOME: QUÍMICA DOS ELEMENTOS
CRÉDITOS:
C. H. TOTAL:
70
04 TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
60 h CÓDIGO: 1105165
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Química nuclear. Diagramas de potencial: U lização dos diagramas de La mer, de Frost e de Pourbaix; Hidrogênio: ocorrência, obtenção e propriedades gerais. Elementos metálicos: ocorrência, obtenção e propriedades gerais. Elementos não-metálicos: ocorrência, obtenção e propriedades gerais. REFERÊNCIAS BÁSICAS GREENWOOD, N. N.; EARNSHAW, G. Chemistry of the Elements. 2nd ed. Oxford: Elsevier, 1997. LEE, J. D. Química Inorgânica: Não Tão Concisa. São Paulo: Edgar Blücher, 1980. SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W. Química Inorgânica. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Ar gos da literatura e outras fontes selecionadas pelo professor. BARROS, H. L. C. Química Inorgânica: Uma Introdução, Ouro Preto: Editora UFMG, 1992 COTTON, F. A.; WILKINSON, G. Química Inorgânica, Rio de Janeiro: LTC, 1978. HOUSECROFT, C. E., SHARPE, A. G. Química Inorgânica, Vol. 2. 4° ed., Rio de Janeiro: LTC, 2013. JONES, C. J. Química dos Elementos do Bloco d e f. Bookman, 2002.
71
NOME: QUÍMICA FUNDAMENTAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1105161
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 52 h
C. H. PRÁTICA 8h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: ESTRUTURA ATÔMICA: Modelo Quân co do Átomo, Números Quân cos e Distribuição Eletrônica TABELA PERIÓDICA: A Periodicidade nas Configurações Eletrônicas, Estudo dos Grupos e Períodos, Classificação e Propriedades dos Elementos Metálicos e Não-Metálicos e A Periodicidade nas Propriedades Atômicas. LIGAÇÃO QUÍMICA: Introdução, Regra do Octeto, Tipos de Ligação, Ligação iônica, Montagem de Fórmulas Eletrônicas, Propriedades dos compostos iônicos, Ligação Covalente, Hibridização de orbitais Montagem das Fórmulas Eletrônicas e Estruturais, A Polaridade nas Ligações e nas Moléculas, Forças Intermoleculares, Propriedade dos compostos Covalentes e Ligação Metálica. REAÇÕES INORGÂNICAS: Classificação das Reações e Reações em Solução Aquosa. CÁLCULOS QUÍMICOS: Unidade Unificada de Massa, Mol, Massa. Molar, Cálculo de Fórmulas. Cálculo Estequiométrico: Reagente Limitante, Grau de Pureza e Rendimento. SOLUÇÕES: Conceito e classificação; Natureza e terminologia das soluções, Unidades de concentração, Solubilidade e Fatores que afetam a solubilidade. ESTADOS DA MATÉRIA: Gases: Lei dos Gases, Postulados básicos da Teoria Ciné ca, Gases Reais, Líquidos: Propriedades; Pressão de vapor; Viscosidade; Tensão superficial; Ponto de Ebulição; Sólidos: Propriedades; Classificação; Estrutura dos sólidos; Tipos de Cristais. Mudanças de estado; Diagrama de fases. TÓPICOS EM MATERIAIS: Eletroquímica / Conceitos de número de oxidação, processos de oxidação e redução. Pilhas. Eletrólise. Corrosão Metálica. Materiais (polímeros, vidros, cristais líquidos, condutores, semicondutores, cimento, etc.) NOÇÕES BÁSICAS DE LABORATÓRIO Normas de Segurança e Equipamento Básico de Laboratório, Medidas em Laboratório Estudo das Reações Químicas, Rendimento de uma reação de precipitação, Preparação de Soluções, Titulação ácido e base. REFERÊNCIAS BÁSICAS ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de Química: Ques onando a Vida Moderna e o Meio Ambiente, 7ª ed. Porto Alegre: BookMan, 2018. CHANG, R; Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. KOTZ, J. C.; TREICHEL P. M; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e Reações Químicas, 9ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
72
NOME: TERMODINÂMICA EXPERIMENTAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 48 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Experiências em laboratório de caráter interdisciplinar, envolvendo programação, montagem, medidas e interpretação de resultados, nos domínios da Termodinâmica. REFERÊNCIAS BÁSICAS BORGANAKKE, C., SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica. 8ª ed. Americana. Blucher, 2018. KORETSKY, M., D. Termodinâmica para Engenharia Química. Primeira Edição. Editora LTC, 2007. SMITH, J. M., VAN NESS, H. C; ABBOTT, M. M; SWIHART M. T. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. Sé ma Edição. Editora LTC, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ATKINS, P. W. Físico-Química. 10ª ed. Tradução: Horácio Macedo. Rio de Janeiro. Livros Técnicos e Cien ficos, 2018. AZEVEDO, E., G. Termodinâmica aplicada. Terceira edição. Escolar Editora, 2011. MATSOUKAS, T. Fundamentos de Termodinâmica para Engenharia Química. 1ª Edição. 2016. MORAN, M. J.; SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para Engenharia. Sexta ed. LTC. 2009. SMITH, J. M., VAN NESS, H. C., ABBOTT, M. M. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química – Sé ma Edição. Editora LTC, 2011. TAVARES, F. W.; SEGTOVICH, I. S. V.; MEDEIROS, F. A. Termodinâmica na Engenharia Química. LTC: Grupo GEN, 2023.
73
NOME: TERMODINÂMICA FUNDAMENTAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709014
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Formulação da Primeira Lei, Estados Termodinâmicos e Funções de Estado, Regra das Fases de Gibbs, Processos Reversíveis e Irreversíveis. Es ma vas de Propriedades Volumétricas. Es ma vas de Propriedades na Saturação. Efeitos Térmicos em reações industriais. Segunda Lei da Termodinâmica. Propriedades Termodinâmicas de Fluidos REFERÊNCIAS BÁSICAS BORGANAKKE, C., SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica. 8ª ed. Americana. Blucher, 2018. KORETSKY, M., D. Termodinâmica para Engenharia Química. Primeira Edição. Editora LTC, 2007. SMITH, J. M., VAN NESS, H. C; ABBOTT, M. M; SWIHART M. T. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. Sé ma Edição. Editora LTC, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AZEVEDO, E., G. Termodinâmica aplicada. Terceira edição. Escolar Editora, 2011. COSTA, N. A. Modelagem matemá ca da termodinâmica química – es ma vas de propriedades volumétricas. Editora Interciência, 2021. COSTA, N. A. Modelagem matemá ca da termodinâmica química – es ma vas de propriedades residuais e termodinâmica. Documento Pessoal, DEQ – UFPB, 2021. MATSOUKAS, T. Fundamentos de Termodinâmica para Engenharia Química. 1ª Edição. 2016. PERRY, R. H., GREEN, D. Perry's chemical engineers' handbook. Eighth Edi on. Don Green e Robert Perry. McGraw-Hill Educa on. 2007. TOSUN, I. The thermodynamics of phase and reac on equilibria. Elsevier. 2013.
74
NOME: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DIREITOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
HUMANOS NO BRASIL TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Democracia e cidadania. Conceitos de etnia, raça, diáspora, iden dade, preconceito, diversidade e diferença. Cultura afrobrasileira e indígena. Trajetória histórica da construção do racismo, discriminação e xenofobia. Direitos Humanos, lutas an rracistas, movimentos sociais e polí cas públicas no Brasil. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALMEIDA, S. Racismo estrutural. São Paulo: Jandaíra, 2020. 255 p. (Feminismos Plurais) ASCERALD, H.; MELLO, C. C. A.; BEZERRA, G. N. O que é jus ça ambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. 156 p. GOMES, N. L. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2018. 154p. KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. 85p NASCIMENTO, A. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. 4. ed. São Paulo: Perspec vas, 2016. 2018, 2020. 229 p. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES KRENAK, A.; CARELLI, R. A vida não é ú l. São Paulo: Companhia das Letras, 2021. 126p. RATTS, A. Eu sou atlân ca: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Ins tuto Kuanza, 2007. 129 p. JESUS, C. M. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Á ca, 2014. 199 p. MUNANGA, K. Rediscu ndo a mes çagem no Brasil: iden dade nacional versus iden dade negra. 5.ed. Belo Horizonte: Autên ca, 2019. 150 p. (Coleção Cultura e Iden dade Negra) NASCIMENTO, A. O quilombismo. 2. ed. Rio de Janeiro: Brasilia, 362 p.
75
NOME: SÉRIES E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1103180
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICAS
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Sequências e Séries Numéricas. Séries de Potências e Séries de Fourier. Equações Diferenciais Ordinárias. REFERÊNCIAS BÁSICAS BRONSON, R. Equações Diferenciais. Bookman - 3a. Edição – 2008; h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788577802982. ROGAWSKI, J.; ADAMS,
C. Cálculo: Volume 2. Bookman - 3a. Edição - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604588; STEWART, J.; CLEGG, D.; WATSON, S. Cálculo: Volume 2 (Tradução da 9a. edição norte- americana). Cengage Learning - 2022. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555584103. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ANTON,H.; et al. Cálculo: Volume 2. Bookman - 10a. Edição - 2014. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582602461; ÇENGEL, Y. A.; PALM, W. J. Equações Diferenciais. Bookman/Mcgraw Hill - 2014. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580553499; GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo – Volume 4. LTC - 6a. Edição - 2018. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521635932; SALAS. S. L.; et al. CÁLCULO: VOLUME 2. LTC - 9a. Edição - 2005. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-216-2993-1; ZILL, D. G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. Cengage Learning – (Tradução da 10a. Edição norte-americana) - 2016. h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522124022.
76
NOME: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA QUÍMICA TIPO DE COMPONENTE: ATIVIDADE INDIVIDUAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 14 210 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 210 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Contato com a área industrial e ou com a pesquisa. Aplicação dos conhecimentos adquiridos. Relacionamento profissional. Desenvolvimento da competência técnico-cien fica. Cria vidade aplicada. REFERÊNCIAS BÁSICAS Variável de acordo com o trabalho a ser desenvolvido REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Variável de acordo com o trabalho a ser desenvolvido
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COMPONENTES CURRICULARES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIOS
NOME: CONTROLE DE PROCESSOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Controle Pid Adapta vo. Sistemas digitais para o controle de processos Controladores digitais (8hs) - Estabilidade de sistemas digitais (4hs) - Controle Mul variável de Processos - matriz de seleção de pares de variáveis. Introdução ao Controle Predi vo Compensação de Tempo Morto REFERÊNCIAS BÁSICAS BEQUETTE, B. W. Process Control. Modeling, Design, and Simula on. Pren ce Hall, Upper Saddle River, USA, 2003. BUCKLEY, P. S. Techniques of Process Control. John Wiley, New York, USA, 1964. LUYBEN, W. L., LUYBEN, M. L. Essen als of Process Control. McGraw-Hill, New York, USA, 1996. LUYBEN, W. L. Prac cal Dis lla on Control. Van Nostrand Reinhold, New York, USA, 1992. LUYBEN, W. L., SHUNTA, J. P. Design of Dis lla on Column Control System. Instrument Society of America, Research Triangle Park, USA, 1985. STEPHANOPOULOS, G. Chemical Process Control. An Introduc on to Theory and Prac ce. Pren ce Hall, Englewood Cliffs, USA, 1984. Marlin, T. E. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES KWONG, W. H. Controle Digital de Processos Químicos com MATLAB e SIMULINK. Ed. UFSCar, São Carlos, Brasil, 2007. KWONG, W. H. Introdução ao Controle Predi vo com MATLAB. EdUFSCar, São Carlos, Brasil, 2005. LUYBEN, W. L. Chemical Reactor Design and Control. John Wiley, New York, USA, 2007. LUYBEN, W. L. Plantwide Dynamic Simulators in Chemical Processing and Control. 1st Edi on, Marcel Dekker, New York, USA, 2002. PONS, M-N. Bioprocess Monitoring and Control. Hanser, Munich, Germany, 1992.
NOME: EMPREENDEDORISMO NA ENGENHARIA
CRÉDITOS:
C. H. TOTAL:
78
QUÍMICA TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
04
60 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Conceitos de Empreendedorismo. Importância do Intraempreendedorismo na atualidade. Desenvolvimento do perfil empreendedor. É ca no empreendedorismo. Processo empreendedor na área de Engenharia Química. Análise de indicadores socioeconômicos nacionais e internacionais. Estratégias genéricas e análise de tendências do mercado. Cria vidade e inovação, iden ficando oportunidades de negócios. Concepção de produtos e serviços. Desenvolvimento e avaliação de Planos de Negócios. REFERÊNCIAS BÁSICAS BARON. R. A. Empreendedorismo – Uma visão do processo. São Paulo: Editora Thomson Learning, 2007 BILL, A. Empreendedorismo Disciplinado: 24 etapas para uma startup bem sucedida. Alta Books. 2018. DORNELAS. J. C. A. Empreendedorismo. Transformando ideias em negócios. 3a Ed. São Paulo: Editora Campus, 2008 OSTERWALDER, A. Value Proposi on Design: Como Construir Proposta de Valor Inovadoras. HSM. 2014 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DOLABELA, F. O Segredo de Luíza. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2008 GEM – GLOBAL ENTREPENEURSHIP MONITOR. Empreendedorismo no Brasil: 2008. Curi ba: IBQP, 2009. OB ́ RIAN, V. MBA compact negócios. Rio de Janeiro: Editora Campos,2000 ORTIGARA, A. Â. A cabeça do Empreendedor. Brasília: Editora Insular. OSTERWALDER, A.; PIGNEUR, Y. Business Model Genera on - Inovação em Modelos de Negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários. Atlas Books. 2011
79
NOME: ESTECQUIOMETRIA INDUSTRIAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709008
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Unidades e dimensões. Materiais líquidos e gasosos. Classificação de processos na indústria. Balanço de massa. Balanço de energia. REFERÊNCIAS BÁSICAS
HIMMELBLAU, D. M. E RIGGS, J. B. Engenharia Química: Princípios e Cálculos, LTC, 7ª Ed., 2006. BRASIL, N. Í. Introdução À Engenharia Química, Editora Interciência, Rio de Janeiro, 1999. GOMIDE, R. Estequiometria Industrial. Ed. do Autor. São Paulo, 1979 - 2ª edição.
FELDER, R.; ROUSSEAU, R. Princípios Elementares dos Processos Químicos, 3a ed., LTC, Editora, Rio de Janeiro, 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. Vol. 1, Editora Livros técnicos, 1986. BROWN. L. S.; HOLME, T. A. Química geral aplicada à engenharia. Editora Cengage, 2020. BROWN, G. G. Unit Opera ons. Editora Cbs, 2005. GOMIDE, R. Estequiometria Industrial. Ed. do Autor. São Paulo, 1979 - 2ª edição. PERRY, R. H., GREEN, D., Perry's Chemical Engineers' Handbook. Eighth Edi on. Don Green e Robert Perry. McGraw-Hill Educa on. 2007.
80
NOME: GESTÃO DA QUALIDADE
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1705178
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
C. H. TEÓRICA 45 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 15 h
EMENTA: Evolução histórica do conceito e os pensadores da gestão da qualidade. Abordagem sistêmica de gestão da qualidade nas organizações: planejamento, controle e garan a da qualidade. Qualidade em serviços: importância e modelos de gestão. Gestão empresarial: gerenciamento das diretrizes, modelagem e gerenciamento por processos e gerenciamento da ro na. Metodologias e ferramentas para resolução de problemas na gestão da qualidade. Avaliação da qualidade: modelos de desempenho organizacional e indicadores da qualidade e da produ vidade. Modelos normalizados de sistema de gestão: importância, documentações e cer ficações. REFERÊNCIAS BÁSICAS CARVALHO, M. M.; PALADINI, E. P. (Org.). Gestão da qualidade: teoria e casos. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. LOBO, R. N. Gestão da qualidade. 2.ed. São Paulo: Érica, 2020. PALADINI, E. P. Gestão e avaliação da qualidade: uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CAMPOS, V. F. TQC: controle da qualidade total: (no es lo japonês). 8.ed. Nova Lima- MG: INDG Tecnologia e Serviços, 2004. CARPINETTI, L. C. R.; MIGUEL, P. A. C.; GEROLAMO, M. C. Gestão da qualidade ISO 9001:2008: princípios e requisitos. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2011. PALADINI, E. P. Gestão da qualidade no processo: a qualidade na produção de bens e serviços. São Paulo: Atlas, 1995. RIBEIRO NETO, J. B. M.; TAVARES, J. C.; HOFFMANN, S. C. Sistemas de gestão integrados: qualidade, meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde no trabalho.
5. ed. São Paulo: Senac, 2019. SILVA, D. L.; LOBO, R. N. Gestão da qualidade: diretrizes, ferramentas, métodos e norma zação. São Paulo: Érica, 2014.
81
NOME: INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709045
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Introdução ao controle automá co de processos. Introdução à Instrumentação. Projeto e construção de diagramas de instrumentação, processo e tubulações(P&ID). Ferramentas Matemá cas à Análise de Controle Linear e não linear. Sistema de controle em malha fechada. Controladores PID e suas derivações. Conjunto sensores-transmissores. Válvulas de controle. Análise de Estabilidade de sistemas de controle. Métodos de sintonia de controladores. Controle avançado com aplicações em processos químicos (cascata, feedforward, razão, inferencial, etc.). Prá ca de simulação em unidades controladas. Prá ca em unidades industrial. REFERÊNCIAS BÁSICAS BAUMANN, H. D. Control Valve Primer: A User's Guide. Fourth Edi on, Interna onal Society of Automa on, 2016. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. Interciência; 3ª edição, 2016. BEGA D. C. B. K. F. Instrumentação industrial. 3ª Edição, Rio de Janeiro, Interciência, 2011. CORRIPIO, A. B.; NEWELL, P.E. M. Turning of Industrial Control Systems, Third Edi on, Interna onal Society of Automa on (ISA), 2015. CORRIOU, J. P. Process Control: Theory and Applica ons. Second Edi on, Ed. Springer, 2018. COUGHANOWR, D.; LEBLANC, S. Process Systems Analysis and Control. 3rd Edi on, McGrawHill Educa on, 2008. DUNN, W. C. Fundamentos de Instrumentação Industrial e Controle de Processos. Bookman; 1ª edição, 2013. GARCIA, C. Controle de processos industriais: estratégias convencionais. Volume 1, Editora: Blucher, 2017. GARCIA, C. Controle de processos industriais: estratégias modernas. Volume 2, Editora: Blucher, 2019. LUYBEN, W. L. Process Modeling, Simula on, and Control for Chemical Engineers. 2nd Edi on, McGraw-Hill College, 1989. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MULLEY R. MCAVINEW T. Control system documenta on: applying symbols and iden fica on. ISA-The Instrumenta on, System, and Automa on Society, 2nd ed., 2004. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. Pearson, 5ª edição, 2015. SEBORG, D. E.; EDGAR, T. F.; MELLICHAMP, D. A.; DOYLE III, F. J. Process Dynamics and Control. Fourth edi on, JohnWiley & Sons, Inc., 2016. SMITH, C. A.; CORRIPIO, A. B. Principles and Prac ces of Automa c Process Control. 3rd Edi on, Wiley, 2005. SMITH, C. L. Basic process measurements. John Wiley & Sons, 2009.
82
INTRODUÇÃO AO PROJETO DE PROCESSOS QUÍMICOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Fluxograma do processo industrial. Exigências legais para implantação de indústrias e Obje vos e etapas principais de um projeto. Estudo de mercado e determinação da escala de produção. Estudo de Localização da planta industrial- Desenho do processo. Layout e memorial descri vo. Inspeção e controle de qualidade, limpeza. Inves mentos. Licenciamento de uma empresa. Atribuições do engenheiro químico. É ca profissional. Legislação e regulamentação profissional. Desenho universal: design de produto, engenharia, design ambiental. REFERÊNCIAS BÁSICAS SHERWOOD, T. K.; BRUNELLO, G. Projeto de processos da indústria química. São Paulo: Edgard Blucher, 1972 SHREVE, R. N.; BRINK, J. A.; MACEDO, H. Indústrias de processos químicos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2008. VITERBO JÚNIOR, E. ISO 9000 na indústria química e de processos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1996. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BORGES, F. C. Projeto de Processos Químicos Industriais. 2.ed. Editora Bookman. 2016. BUARQUE, C. Avaliação Econômica de Projetos, Campus, Rio de Janeiro, 1984. MCCABE, W.L.; SMITH, J. C. e HARRIOT, P. Unit Opera ons of Chemical Engineering,6a Ed., McGraw-Hill, 2001. KIRK-OTHMER. Encyclopaedia of Chemical Technology. 3rd edi on, Willey Ed. , New York, 1984. LEVENSPIEL, O.; Chemical Reac on Engineering; 3a ed. Nova York: John Wiley & Sons, 1998. UNIDO - Organização para o Desenvolvimento Industrial das Nações Unidas. Manual de preparação de estudos de viabilidade industrial. São Paulo: Atlas, 1987. Ar gos atuais sobre projetos, desenho universal (design de produto, engenharia, design ambiental).
83
NOME: MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS QUÍMICOS
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709042
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Introdução e uma classificação geral da modelagem matemá ca. Revisão e aplicações teóricas das leis fundamentais e equações cons tu vas da engenharia química (regime estacionário e transiente). Cenário da engenharia de processos assis da por computador (so wares de programação e simuladores de processos). Modelagem e simulação de processos de separação. Modelagem e simulação de equipamentos de transferência de massa e calor. Modelagem e simulação de equipamentos que envolvem reações químicas. Introdução à iden ficação de sistemas, técnicas esta s cas e inteligência ar ficial aplicadas à engenharia química. Simulação de plantas químicas integradas. REFERÊNCIAS BÁSICAS AMIYA K. J. Chemical Process Modelling and Computer Simula on. PHI Learning; 3ª edição, 2018. BOYADJIEV, C. Modeling and Simula on in Chemical Engineering: Project Reports on Process Simula on. 1ª Edição, Springer, 2022. GARCIA, C.; FIORINI, A. M. Modelagem e Simulação de Processos Industriais e de Sistemas Eletromecânicos. Edusp; terceira edição, 2022. HAYKIN, S. Redes Neurais: Princípios e Prá ca. Bookman; 2ª edição, 2000. LUYBEN, W. L. Process Modeling, Simula on and Control for Chemical Engineers. 2nd ed. McGraw-Hill Interna onal Edi ons. 2nd ed. 1990. RICE, R. G. V.; DUONG, D. D. Applied mathema cs and modeling for chemical engineers. Rice, 2nd ed., OPA, 2002. SILVA, I. N. Redes Neurais Ar ficiais Para Engenharia e Ciências Aplicadas. Fundamentos Teóricos e Aspectos Prá cos. Artliber; 2ª edição, 2016. UPRETI, S. R. Process Modeling and Simula on for Chemical Engineers: Theory and Prac ce. Wiley, 1ª edição, 2017. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AGUIRRE, L. A. Introdução à Iden ficação de Sistemas. Técnicas Lineares e não Lineares Aplicadas a Sistemas. Teoria e Aplicação. UFMG; 4ª edição, 2015. DOMINIC, C. Y. F. et al. Chemical Engineering Process Simula on. Elsevier; 1ª edição, 2017. FRANKS, R. G. E. Modeling and Simula on in Chemical Engineering. 1nd ed. WileyInterscience. 1972 LUYBEN, W. L. Dis lla on design and control using Aspen simula on. 2nd ed. McGraw- Hill Interna onal Edi ons. 2013. WIL M P VAN DER AALST. Process Mining: Data Science in Ac on. Springer; 2nd ed., 2016.
84
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
NOME: OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAIS
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 48 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Peneiramento. Sedimentação. Filtração. Adsorção. Bombas. Escoamento em leito fixo e fluidizado. Secagem. REFERÊNCIAS BÁSICAS CREMASCO, M. A. Operações unitárias em sistemas par culados e fluidodinâmicos. Ed. EdgardBlusher Ltda., 2012. FOUST, A. et al. Princípios das operações unitárias. 2ª Edição, Ed. LTC., 1982. GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Opera ons, 3rd Edi on, Pren ce Hall, 1993. GOMIDE, R. Operações Unitárias: Separações mecânicas, 3º volume, Ed. Do Autor, 1980. MCCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOT, P. Unit Opera ons in Chemical Engineering, 6a Edição, McGraw-Hill, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Opera ons, 3rd Edi on, Pren ce Hall, 1993. GOMIDE, R. Operações Unitárias: Separações mecânicas, 3º volume, Ed. do Autor, 1980. FELDER, R, E ROUSSEAU, R. Princípios elementares dos processos químicos, 3a ed., LTC, Editora, Rio de Janeiro, 2008. HIMMELBLAU, D. M. E RIGGS, J. B. Engenharia química: princípios e cálculos, LTC, 7ª Ed., 2006. PERRY, R. H., GREEN, D., Perry's Chemical Engineers' Handbook. 8th Edi on, McGraw- Hill Educa on, 2007.
85
NOME: OPERAÇÕES UNITÁRIAS I
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709027
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Caracterização de sólidos par culados. Análise Granulométrica. Peneiramento. Agitação e Mistura. Filtração. Escoamento em meios porosos. Bombas e Compressores. Sedimentação. Centrifugação. REFERÊNCIAS BÁSICAS CREMASCO, M. A. Operações unitárias em sistemas par culados e fluidodinâmicos. Ed. EdgardBlusher Ltda., 2012. FOUST, A. S., WENZEL, L. A., CLUMP, C. W., MAUS, L., ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações Unitárias. Editora LTC - Livros Técnicos e Cien ficos Editora, 1982. GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Opera ons, 3rd Edi on, Pren ce Hall, 1993. GOMIDE, R. Operações Unitárias: Separações mecânicas, 3º volume, Ed. Do Autor, 1980. MCCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOT, P. Unit Opera ons in Chemical Engineering, 6a Edição, McGraw-Hill, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Opera ons, 3rd Edi on, Pren ce Hall, 1993. FELDER, R, E ROUSSEAU, R. Princípios elementares dos processos químicos, 3a ed., LTC, Editora, Rio de Janeiro, 2008. HIMMELBLAU, D. M. E RIGGS, J. B. Engenharia química: princípios e cálculos, LTC, 7ª Ed., 2006. PERRY, R. H., GREEN, D., Perry's Chemical Engineers' Handbook. 8th Edi on, McGraw- Hill Educa on, 2007.
86
NOME: OPERAÇÕES UNITÁRIAS II
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709040
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Operações envolvendo transporte de calor para aquecimento ou resfriamento de fluidos. Equipamentos. REFERÊNCIAS BÁSICAS ÇENGEL, Y. A.; GHAJAR, A. J.. Transferência de Calor e Massa: uma abordagem prá ca.. 4ª edição. McGrawHill Bookman. 2012. FOUST, A. S., WENZEL, L. A., CLUMP, C. W., MAUS, L., ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações Unitárias. Editora LTC - Livros Técnicos e Cien ficos Editora, 1982. INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P.; BERGMAN, T. L.; LAVINE, A. S.. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. 6ª edição. LTC. 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AZEVEDO, E. G., ALVES, A. M. Engenharia de Processos de Separação. IST Press. 2009. GEANKOPLIS, C. J., Transport Processes and Separa on Process Principles – Includes Unit Opera ons. FourthEdi on. Pren ce Hall, 2011. KREITH, F. Princípios da transmissão de calor. 3a. EdgardBlucher Ltda. 1977. PERRY, R. H., CHILTON C. H., Manual de EngenhariaQuímica. Guanabara Dois, 1980. PERRY, R. H., GREEN, D., Perry's Chemical Engineers' Handbook. Eighth Edi on. Don Green e Robert Perry. McGraw-Hill Educa on. 2007.
87
NOME: OPERAÇÕES UNITÁRIAS III
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709041
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Variáveis de Projeto. Des lação. Extração. Absorção. Colunas de Recheio. Adsorção. REFERÊNCIAS BÁSICAS CALDAS, J. N., LACERDA, A. I., VELOSO, E., PASCHOAL, L. C. M. Internos de Torres – Pratos e Recheios. Segunda Edição. Chemtech, Editora Interciência. 2007. FOUST, A. S., WENZEL, L. A., CLUMP, C. W., MAUS, L., ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações Unitárias. Editora LTC - Livros Técnicos e Cien ficos Editora, 1982. PERRY, R. H; GREEN, D. W. Perry's chemical engineers' handbook. New York McGraw-Hill, 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AZEVEDO, E. G., ALVES, A. M. Engenharia de Processos de Separação. IST Press. 2009. BENÍTEZ, J. Principles and Modern Applica ons of Mass Transfer Opera ons. Second Edi on. John Wiley, 2009. CALDAS, J. N., Extração Líquido-Líquido. Petrobrás, 1985. CALDAS, J. N., LACERDA, A. I. Torres Recheadas. JR Editora. Petrobrás, 1988 CALDAS, J. N., LACERDA, A. I., VELOSO, E., PASCHOAL, L. C. M. Internos de Torres – Pratos e Recheios. Editora UERJ, 2003. GEANKOPLIS, C. J. Transport Processes and Separa on Process Principles – Includes Unit Opera ons. Fourth Edi on. Pren ce Hall, 2011. KING, C. J. Separa on Process. Second Edi on. Dover Publica ons, Inc. 2013. KHOURY, F. M. Mul stage Separa on Processes. Third Edi on. CRC Press, 2005. McCABE, W. L, SMITH, J. C., HARRIOTT, P. Unit Opera ons of Chemical Engineering. Seventh Edi on. McGraw-Hill Interna onal Edi on, 2005. PERRY, R. H., CHILTON C. H. Manual de Engenharia Química. Guanabara Dois, 1980. PERRY, R. H., GREEN, D. Perry's Chemical Engineers' Handbook. Eighth Edi on. Don Green e Robert Perry. McGraw-Hill Educa on. 2007. SEADER, J. D.; HENLEY, E. J.; ROPER, D. K. Separa on Process Principles. 3. ed. John Wiley & Sons, 2011. TADINI, C. C. Operações Unitárias na Indústria de Alimentos. v.2. LTC, 2015.
88
NOME: PROJETO DE PROCESSOS QUÍMICOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709049
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Fluxograma de processo (balanço de massa e de energia). Análise de alterna vas de fluxogramas. Análises de sensibilidade. Elaboração de projeto de processo químico e bioquímico. Design da indústria (localização e planta baixa). Serviços (caldeiras, tratamento de água). Tratamento de efluentes líquidos, sólidos e gasosos (valorização dos resíduos e subprodutos). Sustentabilidade no processo industrial. Modelagem, simulação e controle de reator químico ou bioquímico. Prédimensionamento de equipamentos e es ma va de custos. Relações humanas na indústria (gestão de conflitos, liderança). REFERÊNCIAS BÁSICAS PERLINGEIRO, C. A. G. Engenharia de processos: análise, simulação, o mização e síntese de processos químicos. São Paulo: Blücher, 2008. SHREVE, R. N.; BRINK JR., J. A. Indústrias de Processos Químicos. Editora Guanabara, 1977. SHREVE, R. N.; BRINK JR., J. A. Indústrias de Processos Químicos. Editora Guanabara, 2008. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BORGES, F. C. Projeto de Processos Químicos Industriais. 2.ed. Editora Bookman. 2016. KIRKOTHMER. Encyclopaedia of Chemical Technology. 3rd edi on, Willey Ed. , New York, 1984. SEIDER, W. D. et al. Product and process design principles: synthesis, analysis and design.
3. ed. Weinheim: John Wiley & Sons, 2008. UNIDO - Organização para o Desenvolvimento Industrial das Nações Unidas. Manual de preparação de estudos de viabilidade industrial. São Paulo: Atlas, 1987. Ar gos atuais sobre projetos e relações humanas, sustentabilidade, desenho universal (design de produto, engenharia, design ambiental).
89
NOME: QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA EXPERIMENTAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 60 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: O laboratório de Química Analí ca: segurança e boas prá cas no laboratório, manuseio de vidrarias calibradas e equipamentos. Aferição/calibração de vidrarias volumétricas e balanças analí cas. Análise qualita va e sistemá ca de cá ons por via úmida. Análises quan ta vas usando técnicas gravimétricas e tulométricas ácido-base complexométricas, de precipitação e de oxidação- redução REFERÊNCIAS BÁSICAS HARRIS, D. C. Análise Química Quan ta va. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J., CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analí ca. 9ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2014. VOGEL, A. I.; MENDHAM, J.; DENNEY, R. C.; BARNES, J. D.; THOMAS, M. J. K. Análise Química Quan ta va. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Ar gos Publicados nas Revistas Química Nova, Química Nova na Escola e Journal of Chemical Educa on. BACCAN, N.; ANDRADE, J. C.; GODINHO, O. E. S.; BARONE, J. S. Química Analí ca Quan ta va Elementar. 3ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. MILLER, J. N.; MILLER, J. C; MILLER, R. D. Sta s cs and Chemometrics for Analy cal Chemistry. 7ª ed. London: Pearson Educa on Limited, 2018. MORITA, T.; ASSUMPÇÃO, R. M. V. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher Ltda. 2016. VOGEL, A. I. Química Analí ca Qualita va. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
90
NOME: QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1105166
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Química Analí ca: definição e escopo, importância, papel e metodologia. Descrição dos pos de erros e tratamento esta s co de dados analí cos. Estudo das soluções aquosas de substâncias inorgânicas: conceitos de eletrólitos e não eletrólitos, descrição da teoria da dissociação eletrolí ca, de a vidade e coeficiente de a vidade. Equilíbrio ácido-base: conceitos, dissociação e força de ácidos e bases, definição e cálculos de pH, soluções tampão. Equilíbrio de solubilidade e precipitação: descrição dos sais pouco solúveis e fatores que afetam a solubilidade, produto de solubilidade e aplicações. Equilíbrio de complexação: complexos mononucleares e polinucleares, constantes de formação de complexos. Equilíbrio de oxidação-redução: natureza das reações de oxidação-redução, células galvânicas e eletrolí cas, potenciais-padrão e equação de Nernst. Análise gravimétrica: princípios envolvidos nas determinações gravimétricas. Análise volumétrica: classificação e princípios da volumetria de neutralização, precipitação, complexação e oxidaçãoredução. REFERÊNCIAS BÁSICAS HARRIS, D. C. Análise Química Quan ta va. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J., CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analí ca. 9ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2014. VOGEL, A. I.; MENDHAM, J.; DENNEY, R. C.; BARNES, J. D.; THOMAS, M. J. K. Análise Química Quan ta va. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Ar gos publicados nas revistas Química Nova, Química Nova na Escola e Journal of Chemical Educa on. BACCAN, N.; ANDRADE, J. C.; GODINHO, O. E. S.; BARONE, J. S. Química Analí ca Quan ta va Elementar. 3ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. MILLER, J. N.; MILLER, J. C; MILLER, R. D. Sta s cs and Chemometrics for Analy cal Chemistry. 7ª ed. London: Pearson Educa on Limited, 2018. MORITA, T.; ASSUMPÇÃO, R. M. V. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher Ltda. 2016. VOGEL, A. I. Química Analí ca Qualita va. São Paulo: Mestre Jou, 1981
91
NOME: QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL A
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 60 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Segurança no laboratório de Química. Técnicas de extração, separação, purificação e análise de compostos orgânicos. Determinação das propriedades sicas e químicas de compostos orgânicos. Reações para iden ficação de grupos funcionais. Reações de subs tuição nucleo lica no carbono saturado, eliminação e adição a dupla ligação. REFERÊNCIAS BÁSICAS DEMUNER, A. J.; MALTHA, C. R. A.; BARBOSA, L. C. A.; PERES, V. Experimentos de Química Orgânica. Viçosa: UFV, 2011. ENGEL, R. G.; KRIZ, G. S.; LAMPMAN, G. M.; PAVIA, D. L. Química Orgânica Experimental: Técnicas de Escala Pequena. 3ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. ZUBRICK, J. W. Manual de Sobrevivência no Laboratório de Química Orgânica. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Ar gos publicados nas revistas Química Nova, Química Nova na Escola e Journal of Chemical Educa on. ASSUMPÇÃO, R. M. V.; MORITA, T. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes: Padronização, Preparação, Purificação, Indicadores de Segurança e Descarte de Produtos Químicos. 2ª ed. São Paulo: Blucher, 2007. AULT, A. Techniques and Experiments for Organic Chemistry. 6 th ed. California: University Science Books, 1998. BRAIBANTE, H.T. S. Química Orgânica: Um Curso Experimental. Campinas: Átomo, 2015. CORRÊA, A. G.; DE OLIVEIRA, K. T.; PAIÃO, M. W.; BROCKSOM, T. J. Química Orgânica Experimental: Uma Abordagem de Química Verde. São Paulo: Campus-Elsevier, 2016.
92
NOME: QUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICA A
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: DQUI00212
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Introdução aos conhecimentos fundamentais da Química Orgânica: compostos orgânicos, os diversos grupos funcionais e nomenclatura sistemá ca. Natureza da ligação e estrutura química de moléculas orgânicas. Ácidos e bases em Química Orgânica. Estereoquímica e análise conformacional. Alcanos e cicloalcanos. Reações orgânicas e seus mecanismos. Alcenos e alcinos: reações de adição eletro lica a ligações C-C duplas e triplas (AdE). Haletos de alquila, álcoois e éteres: reações de subs tuição nucleo lica no carbono saturado (SN1 e SN2) e reações de eliminação (E1 e E2). REFERÊNCIAS BÁSICAS KLEIN, D. Química Orgânica, Vol. 1. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. MCMURRY, J. Química Orgânica, Vol. 1. 9ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. SOLOMONS, T.W G.; FRYHLE C. B.; SNYDER, S. A. Química Orgânica, Vol. 1. 12ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRUICE, P. Y. Química Orgânica, Vol. 1. 4ª ed. São Paulo: Pearson Educa on, 2006. CAREY, F. A. Química Orgânica, V. 1 e 2. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. CLAYDEN, J.; GREEVES, N; WARREN, S. Organic Chemistry. 2 nd ed. New York: Oxford University Press, 2012 KLEIN, D. Química Orgânica - Uma Aprendizagem Baseada em Solução de Problemas, Vol. 1 e 2, 3ª ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2016. VOLLHARDT, P.; SCHORE, N. Química Orgânica: Estrutura e Função, 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
93
NOME: REATORES QUÍMICOS EXPERIMENTAIS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 0h
C. H. PRÁTICA 48 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Experiências em laboratório de caráter interdisciplinar, envolvendo programação, montagem, medidas e interpretação de resultados, nos domínios das operações unitárias com reações químicas. REFERÊNCIAS BÁSICAS FOGLER, H. S. Elementos de engenharia das reações químicas. 4 ed. LTC. 2009. LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas. São Paulo: Edgard Blucher Ltda. 2000, 2005 e 2007. FROMENT, G. F. Chemical reactor analysis and design. 3rd Revised ed. Wiley. 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DORAISWAMY, L. K.; DENIZ, U. Chemical Reac on Engineering, Bejond the Fundmentals. CRC Press, 2014. SANTOS, A.M. N. Reactores Químicos: Conceitos básicos e projecto de reactores ideais. Uma abordagem tutorial. Vol. I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1990. HOLLAND, C. D. AND RAYFORD, G.A. Fundamentals of chemical reac on engineering, New Jersey: Pren ce-Hall: 1979. SMITH, J. M. Chemical Engineering Kine cs. 3rd Ed. interna onal student edi on, McGraw-Hill Interna onal Book Co., 1981. THOMAS, J. M., THOMAS, W. J. Principles and Prac ce of Heterogeneous Catalysis, Weinheim, VCH, 1997. CHISTOFFEL, E. Laboratory Studies of Heterogeneous Cataly c Processes, vol 42, Elsevier Science Publisher B.V. New York, 1989.
94
NOME: REATORES QUÍMICOS I
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709043
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Classificação dos sistemas químicos. Ciné ca das reações químicas e bioquímicas: estequiometria da reação e expressão da taxa de reação. Classificação dos reatores e princípios gerais de seus cálculos. Balanços molares em reatores ideais homogêneos. Projeto de reatores con nuos e descon nuos ideais. Análise individual e combinações de reatores ideais. Projeto de reatores isotérmicos com reações simples e múl plas. Comparação e seleção de reatores. REFERÊNCIAS BÁSICAS FOGLER, H. S. Elementos de engenharia das reações químicas. 3.ed. LTC, Rio de Janeiro. 2002. HILL, C. An introduc on to chemical engineering kine cs and reactor design. John Wiley& Sons Inc., New York. 1977. LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas. Tradução da 3. ed. São Paulo: Blücher, 2000. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BAMFORD, C. H.; TIPPER, C. F. H. Comprehensive Chemical Kine cs. Elsevier Publishing Company, New York, vol. 1 a 7,1969. FROMENT, G. F.; BISCHOFF, K. B. Chemical Reactor Analysis and Design. 2.ed. John Wiley & Sons Inc., New York. 1990. RAWLINGS, J.; EKERDT, J. Chemical reactor analysis and design fundamentals. Nob Hill Pub. 2002. SCHMAL, M. Ciné ca homogênea aplicada à cálculo de reatores. Guanabara Dois, Rio de Janeiro. 1982. SMITH, J. M. Chemical engineering kine cs. 3.ed. McGraw Hill, Auckland. 1981. SMITH, J. M.; NESS, H. V.; ABBOTT, M. Introdução à termodinâmica da engenharia química. 7.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro. 2007.
95
NOME: REATORES QUÍMICOS II
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709044
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Projeto de Reatores Isotérmicos. Projeto de Reatores Não Isotérmicos. Catálise, Catalisadores e Reatores Catalí cos. Reações não catalí cas heterogêneas. REFERÊNCIAS BÁSICAS FOGLER, H. S. Elementos de engenharia das reações químicas. 4 ed. LTC. 2009. LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas. 3 ed. Edgard Blucher Ltda. 2000. FROMENT, G. F. Chemical reactor analysis and design. 3rd Revised ed. Wiley. 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SANTOS, A.M. N. Reactores Químicos: Conceitos básicos e projecto de reactores ideais. Uma abordagem tutorial. Vol. I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1990. HOLLAND, C. D. AND RAYFORD, G.A. Fundamentals of chemical reac on engineering, New Jersey: Pren ce-Hall: 1979. SMITH, J. M. Chemical Engineering Kine cs. 3rd Ed. interna onal student edi on, McGraw-Hill Interna onal Book Co., 1981. THOMAS, J. M., THOMAS, W. J. Principles and Prac ce of Heterogeneous Catalysis, Weinheim, VCH, 1997. CHISTOFFEL, E. Laboratory Studies of Heterogeneous Cataly c Processes, vol 42, Elsevier Science Publisher B.V. New York, 1989.
96
SEMINÁRIOS TEMÁTICOS II – POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
CRÉDITOS: 03
C. H. TOTAL: 45 h
CÓDIGO: 1709085
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 33 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12
EMENTA: Lei 6.938/1981 (Polí ca Nacional do Meio Ambiente) e Lei 9.795/1999 (Polí ca Nacional de Educação Ambiental). Lei 9.433/1987 (Polí ca Nacional de Recursos Hídricos), Plano Nacional de Recursos Hídricos, Plano Estadual de Recursos Hídricos da Paraíba - PERH-PB. Lei 11.445/2007 (Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico), Lei 14.026/2020 (Marco legal do saneamento básico), Diagnós cos SNIS (Água e Esgotos; Resíduos Sólidos; Águas Pluviais). Lei 12.305/2010 (Polí ca Nacional de Resíduos Sólidos), Decreto 10.936/2022:Regulamenta a Lei 12.305/2010, NBR nº 10.004/2001: Resíduos sólidos – Classificação, Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Lei 12.187/2009 (Polí ca Nacional sobre Mudança do Clima), Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, Créditos de Carbono, Acordo de Paris e NDC do Brasil. Resolução Conama nº 237/ 1997 (Procedimentos e critérios u lizados para o Licenciamento Ambiental), Portal Nacional de Licenciamento Ambiental (PNLA) e Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/RIMA). Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, Obje vos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Metas e Indicadores. ABNT NBR ISO 14001:2015 - Sistemas de Gestão Ambiental. Processos de reciclagem, tratamento, disposição ou reuso de: plás co, papel, alumínio, vidro, resíduos metálicos, resíduos eletroeletrônicos, resíduos da construção civil, resíduos sólidos orgânicos e resíduos da mineração. REFERÊNCIAS BÁSICAS h ps://www.gov.br/mma/pt-br h ps://www.gov.br/ana/pt-br h p://conama.mma.gov.br/ h ps://www.gov.br/ibama/pt-br h ps://www.gov.br/icmbio/pt-br h ps://sudema.pb.gov.br/ h ps://www.snirh.gov.br/ h ps://relatorio-conjuntura-ana-2021.webflow.io/ h p://www.snis.gov.br/ h ps://www.sinir.gov.br/ h ps://odsbrasil.gov.br/relatorio/sintese h p://www.agenda2030.com.br/os_ods/ REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Não foram enviadas
97
NOME: TERMODINÂMICA DAS SOLUÇÕES
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 12 h
EMENTA: Termodinâmica de Sistemas Mul componentes não Ideais (Propriedades parciais, grandezas em excesso. Fugacidade. Coeficiente de a vidade e Modelos para es ma va de coeficientes de A vidade). Equilíbrio de Fases (líquido-vapor, líquido-líquido e gás-líquido). REFERÊNCIAS BÁSICAS BORGANAKKE, C., SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica. 8ª ed. Americana. Blucher, 2018. KORETSKY, M., D. Termodinâmica para Engenharia Química. Primeira Edição. Editora LTC, 2007. SMITH, J. M., VAN NESS, H. C; ABBOTT, M. M; SWIHART M. T. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. Sé ma Edição. Editora LTC, 2019 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES COSTA, N. A. Modelagem Matemá ca da Termodinâmica Química: Es ma vas de Propriedades Volumétricas. 1ª edição, Editora Interciência, 2021 GMEHLING, J; KOLBE, B; KLEIBER, M; RAREY, J. Chemical Thermodynamics for Process Simula on. Wiley-VCH. 2012. MATSOUKAS, T. Fundamentos de Termodinâmica para Engenharia Química com Aplicações aos Processos Químicos. Editora LTC. 2016 PERRY, R. H., GREEN, D., Perry's Chemical Engineers' Handbook. Eighth Edi on. Don Green e Robert Perry. McGraw-Hill Educa on. 2007. POLING, B. E., PRAUSNITZ, J. M., O´CONNELL, J. P. The Proper es of Gases and Liquids. McGrawHill - 2001 PRAUSNITZ, J. M; CHUEH, P. L. Computer Calcula ons for High-Pressure Vapor-Liquid Equilbria. Pren ce-Hall, 1968 SMITH, J. M., VAN NESS, H. C; ABBOTT, M. M; SWIHART M. T. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química Sé ma Edição. Editora LTC, 2020. TOSUN, I. The Thermodynamics of Phase and Reac on Equilibria. Elsevier. 2013.
98
NOME: TRABALHO FINAL DE CURSO
CRÉDITOS: 04
TIPO DE COMPONENTE: ATIVIDADE INDIVIDUAL
C. H. TOTAL: 60 h CÓDIGO: GDPEQ0124
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
EMENTA: Trabalho de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. REFERÊNCIAS BÁSICAS Variável de acordo com o trabalho a ser desenvolvido
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Variável de acordo com o trabalho a ser desenvolvido
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
99
COMPONENTES CURRICULARES COMPLEMENTARES OPTATIVOS ADMINISTRAÇÃO PARA CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS II (ACET II)
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: As funções convencionais da organização - divisão clássica e principais a vidades; Administração de Operações; Administração de Marke ng; Administração de Recursos Humanos; Administração Financeira. Modelos de negócios; Modelos de gestão: paradigmas e prá cas Lean/Kaizen, Seis Sigma, gestão ágil, teoria das restrições e modelos integra vos de desempenho. REFERÊNCIAS BÁSICAS KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. A execução premium: a obtenção de vantagem compe va através do vínculo da estratégia com as operações do negócio. Elsevier: Rio de Janeiro, 2008. PANDE, P. S.; NEUMAN, R. P.; CAVANAGH, R. R. Estratégia Seis Sigma: como a GE, a Motorola e outras grandes empresas estão aguçando seu desempenho. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DAFT, R. L. Organizações: teoria e projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2008. DENNIS, P. Produção lean simplificada. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. FEIGENBAUM, A. V.; FEIGENBAUM, D. S. O poder do capital gerencial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. HALL, R. H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8. ed. Pearson Pren ce Hall: São Paulo, 2004. MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. Atlas: São Paulo, 2009. ROBBINS, S. O.; DECENZO, D. A. Fundamentos da Administração: conceitos essenciais e aplicações. Rio de Janeiro: Pren ce-Hall. (2004).
100
NOME: ANÁLISE E SÍNTESE DE PROCESSOS QUÍMICOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAQUÍMICA
C. H. TEÓRICA 55 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 5
EMENTA: O processo como um sistema. As etapas da criação de um processo. Síntese de processo. Geração de rotas químicas e de fluxogramas o mizados de sistemas de reação, separação, integração energé ca e de controle. Sistemas especialistas. Análise de processo: aplicação de métodos numéricos de resolução de sistemas algébricos, de o mização e de avaliação econômica, ao dimensionamento ó mo e a simulação de processos. Técnicas computacionais aplicadas à análise e à síntese de processos. REFERÊNCIAS BÁSICAS BIEGLER, L.T., GROSSMAN, I.E., WESTERBERG, A.W.: Systema c Methods of Chemical Process Design, Pren ce Hall. 1997. PETERS, M.S.; TIMMERHAUS, K.D. Plant Design and Economics for Chemical Engineers 4th edi on; New York: McGraw-Hill, 1991. PERLINGEIRO, C.A.G. Engenharia de Processos; SÃOPAULO: EDITORA EDGARD BLUCHER, 2005. TURTON, R., BAILIE, R. C., WHITING, W. B., SHAEIWITZ, J. A. Analysis, synthesis, and design of chemical processes, 2nd. ed., Pren ce Hall, 2003 TOWLER, G.; SINNOT, R. K. Chemical engineering design. 2. ed. London: Bu erworth, 2012. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DOUGLAS, J.M.: The Conceptual Design of Chemical Processes.McGraw-Hill.1988. EDGAR, T.F., HIMMELBLAU, D.M: Op miza on of Chemical Processes. McGraw-Hill, 1988. SEIDER, W., SEADER, J.D., LEWIN, D.R.: Product and Process Design Principles.John Wiley.2004.
101
NOME: BIOQUÍMICA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 45 h
C. H. PRÁTICA 5h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 10 h
EMENTA: Introdução. Composição dos alimentos. Água nos alimentos. Reações bioquímicas em proteínas, carboidratos e lipídios. Reações de escurecimento em alimentos. Uso de enzimas na indústria de alimentos. Principais transformações bioquímicas em alimentos (cereais, hortaliças, frutas, la cínios, carnes, pescado e ovos). Métodos de preservação de alimentos. REFERÊNCIAS BÁSICAS ARAÚJO, J. M. A. Química de alimentos: teoria e prá ca. 6 ed. Viçosa: UFV, 2014. CAMPBELL, M.K.; FARRELL, S. O. Bioquímica. Tradução da 8ª Edição Norte-Americana. São Paulo: Cengage Learning, 2015. CAMPBELL-PLATT, G. Ciência e tecnologia de alimentos. Barueri-SP: Manole, 2015. DAMODARAM, S. Química de Alimentos de Fennema. 5 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715468/. Acesso em: 27 mai. 2022. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prá ca. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ALCARDE, A. R.; D’ARCE, M. R.; SPOTO, M. H. F. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Manole, 2019. KOBLITZ, M. G. B. Bioquímica de alimentos: teoria e aplicações prá cas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. LAJOLO, F. M; MERCADANTE, A. Z. Química e bioquímica dos alimentos. v. 2. 1 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2018. GONÇALVES, E. C. B. A. Análise de alimentos: uma visão química da nutrição. São Paulo: Livraria Varela, 2015. NESPOLO, C. R.; OLIVEIRA, F. A. O.; PINTO, F. S. T.; OLIVEIRA, F. C. O. Prá cas em Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2015.
102
NOME: BIORREATORES E BIOPROCESSOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 2201017
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE BIOTECNOLOGIA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0
EMENTA: Processos produ vos industriais envolvendo o uso de enzimas, células microbianas, células de vegetais e de animais: Histórico e Evolução. Ciné ca das reações enzimá cas; catálise enzimá ca aplicada; metabolismo microbiano; estequiometria e ciné ca de processos fermenta vos; reatores biológicos aplicados a processos fermenta vos descon nuos; esterilização dos equipamentos, dos meios de fermentação e do ar, aeração e agitação de misturas e processos de recuperação dos produtos da fermentação (downstream). REFERÊNCIAS BÁSICAS BORZANI, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Engenharia bioquímica. São Paulo: E. Blucher, 1975. 300p. (Biotecnologia 3) SCHMIDELL, W. et al. Biotecnologia Industrial: Biotecnologia na produção de alimentos. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. il. ISBN: 85212028134. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BON, E. P. S; FERRARA, M. A.; CORVO, M. L. Enzimas em biotecnologia: produção, aplicação e mercado. Rio de Janeiro: Interciência, 2008. 506p. ISBN: 9788571931893 FONSECA, M. M.; TEIXEIRA, J. A. Reactores biológicos. Lidel. 2007. SAGRILLO, F. S. Processos produ vos em biotecnologia. São Paulo: Érica/ Saraiva, 2016. 120p. (Série Eixos) ISBN: 9788536514406. BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial Fundamentos. Edgard Blucher. 2001
103
NOME: BIORREFINARIA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 55 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 05 h
EMENTA: Conceito e pos de biorrefinarias. Matérias-primas para produção de biocombus veis. Processos de transformação para produção de biocombus veis (fermentação, entre outros) e para biorrefinarias. Transformação e uso de produtos naturais. Aspectos econômicos. REFERÊNCIAS BÁSICAS KNOTHE, G.; KRAHL, J.; GERPEN, J. P.; RAMOS, L. P. Manual do biodiesel. Edgard Blucher, 2006. CORTEZ, L. A. B. Bioetanol de Cana-de-Açúcar. P&D para Produ vidade e Sustentabilidade. São Paulo: Editora Blucher. 2010. KAMM, B., GRUBER, P. R, KAMM, M. Biorefineries - Industrial Processes and Products: Status Quo and Future Direc ons. Neuenhagen: Wiley-VCH. 2006. ARESTA, M., DIBENEDETTO, A., DUMEIGNIL, F. Biorefinery: From Biomass to Chemicals and Fuels. 1a ed. Walter De Gruyter Incorporated, Gö ngen, 2012. DRAPCHO, C.; NGHIEM, J.; WALKER, T. Biofuels engineering process technology. McGraw- Hill Professional, 2008. PETERS, M. S.; TIMMERHAUS, K. D. Plant Design and Economics for Chemical Engineers. 4th edi on; New York: McGraw-Hill, 1991. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica. 6ª Ed., Atlas, 1998. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MOUSDALE, D. M. Biofuels: biotechnology, chemistry and sustainable development. CRC Press. Taylor & Francis Group, LLC. 2008. MITTELBACH, M.; REMSCHMIDT, C. Biodiesel: The comprehensive handbook. Austria: Graz Mar n Mi elbach, 2006. VAN DER POEL, P. W.; SCHIWECK, H.; SCHWARTZ, T. Sugar technology. Beet and cane manufacture. Verlag Dr. Bartens KG, 1998.
104
NOME: CONVERSÃO TÉRMICA DE BIOMASSA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709083
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 55 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 5h
EMENTA: Classificação da biomassa. Caracterização sico-química. Processos de conversão: pirólise, gaseificação e combustão - balanço de massa e energia. Ciclos de Potência para geração de energia. REFERÊNCIAS BÁSICAS BRAND, M. A. Energia de biomassa florestal. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. xvi, 114 p. ISBN9788571932449. CORTEZ, L. A. B., Bioetanol de Cana-de-Açúcar. P&D para Produ vidade e Sustentabilidade. São Paulo: Editora Blucher. 2010. CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S.; GÓMEZ, E. O. (Organizador). Biomassa para energia. Campinas: Unicamp, 2008. 728 p. ISBN: 9788526807839. GARCIA, R. Combus veis e combustão industrial. Rio de Janeiro: Interciência, 2002. 202p. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica. 6ª Ed., Atlas, 1998. KNOTHE, G.; KRAHL, J.; GERPEN, J. P.; RAMOS, L. P. Manual do biodiesel. Edgard Blucher, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BASU, P. Biomass Gasifica on and Pyrolysis: Prac cal Design and Theory. Academic Press; 1 edi on, 376 pp., 2010. BRIDGWATER, A. V. Fast Pyrolysis of Biomass: A Handbook. Vol. 2, CPL Press, 432 pp., 2008. BROW, R. C. Thermochemical Processing of Biomass: Conversion into Fuels, Chemicals and Power. Wiley, 1 edi on, 348 pp., 2011. WAMPLER, T. P. Applied Pyrolysis Handbook, CRC Press; 2 edi on, 304 pp; 2006.
105
NOME: CUSTOS DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1705102
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
C. H. TEÓRICA 45 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 15 h
EMENTA: Terminologia, conceitos e classificações. Vinculação entre custos e o sistema de produção. Sistemas de Custos (princípios e métodos). Princípios de Custeio: absorção e variável. Análise das relações custo-volume-lucro. Métodos de custeio: rateio simples, custo padrão, por processo e método dos centros de custos. Gestão de Custos: unidades de esforço de produção (UEP's) e Custeio baseado e a vidades (ABC). Custos Logís cos. Formação de Preço de Venda. Aplicação de conteúdos teóricos em a vidade(s) de extensão. REFERÊNCIAS BÁSICAS BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. 3 ed. São Paulo: Atlas. 2019. BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços. 5 ed. São Paulo: Atlas 2012. MARTINS, E. Contabilidade de Custos. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DON R, H.; MARYANNE M, M. Gestão de custos. tradução Robert Brian Taylor. São Paulo: Cengage Learning, 2009. LEONE, G. S.; LEONE, R. J. Curso de contabilidade de custos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2010. MEGLIORINI, E.; BUENO, A. S. B., Contabilidade para cursos de engenharia. São Paulo: Atlas, 2014
106
NOME: ENGENHARIA E SOCIEDADE
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 60 04 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 10 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 50
EMENTA: Prospecção de problemas na sociedade buscando soluções de engenharia. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALMEIDA, C. M. V. B. de; BIAGIO, G. F; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia industrial: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Blucher, 2006. xv, 109p. ISBN: 9788521203704. BELLEN, H. M. Indicadores de Sustentabilidade: uma análise compara va. 2.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2008,2011. 253p. ISBN: 8522505063. CÂNDIDO, G. A. Desenvolvimento sustentável e sistemas de indicadores de sustentabilidade: formas de aplicações em contextos geográficos diversos e con ngências específicas. Campina Grande, PB: EDUFCG, 2010. 469p. ISBN: 9788580010091. GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edusp, 2012. 396 p. ISBN: 9788531411137. MANO, E. B; PACHECO, E. B. A. V; BONELLI, C. M. C. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2.ed. São Paulo: Blucher, 2010. 182p. ISBN: 9788521205128. SILVA, R. M. A. Entre o combate à seca e a convivência com o semi-árido: transições paradigmá cas e sustentabilidade do desenvolvimento. Fortaleza: Banco do nordeste do Brasil,
2008. 276p. (BNB- Teses e dissertações 12) ISBN: 9788577910083. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRAGA, C. Contabilidade ambiental: ferramenta para a gestão da sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2007, 2010, 2011. xii, 169p. ISBN: 9788522447787. CREMASCO, M. A. Vale a pena estudar Engenharia Química. São Paulo: Edgard Blücher, 2005,
2008. 152 p. ISBN: 8521203659. GONÇALVES, N. G.; QUIMELLI, G. A. S. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma discussão necessária. Curi ba: Editora CRV, 2020. LIMA, M. M. F. Projeto de economia solidária no BNB: subsídios para avaliar a aplicação do Fundo de Desenvolvimento Regional FDR. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2010. 132p. ISBN: 9788577910939. NEVES, M. F.; CASTRO, L. T. Agronegócios e desenvolvimento sustentável: uma agenda para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. São Paulo: Atlas, 2007. 166p. ISBN: 9788522447534. PHILIPPI JUNIOR, A. Energia e sustentabilidade. Barueri, SP: Manole, 2016. 1021p. ISBN: 8520437773. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2008, 2010. 495p. ISBN: 9788586238796. SPECK, J. Cidade caminhável. São Paulo: Perspec va, 2016. 270 p. ISBN: 9788527310536.
107
NOME: EXCEL/VBA APLICADO À ENGENHARIA QUÍMICA TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 30 h
C. H. PRÁTICA 30 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Componentes do Excel e Fórmulas. Expressões e Operadores: Aritmé cos, Lógicos e relacionais. Estruturas de controle SE-ENTÃO-SENÃO. Funções de Biblioteca do Excel. Algoritmos A ngir Meta e Solver. Ferramentas de Análise (Regressão, ANOVA, Correlação, Covariância, Ajuste exponencial, etc). Funções Matriciais no EXCEL (Aplicações em Engenharia Química). Desenvolvimento de Macro para aplicações em Engenharia Química. Gravação de Macros. REFERÊNCIAS BÁSICAS FÁVERO, L. P. Análise de dados: modelos de regressão com EXCEL, STATA e SPSS. Rio de Janeiro: Elsevier, 201 MANZANO, J. A. N. G. Estudo Dirigido de Microso Office Excel 2007 Avançado. São Paulo: Ed. Érica Ltda, 2008 MOURA, L. F. Excel para Engenharia. São Paulo: EDUFSCar, 2007.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BLOCH, S. C. Excel para Engenheiros e Cien stas. Editora LTC, 2004. CINTO, A. F; GÓES, W. F. Excel Avançado. Editora Novatec, 2006. JELEN, B; SYRSTAD, T. VBA e Macros para Microso Office Excel 2007. Pearson Educa on do Brasil, 2009 SHEPHERD, R. Excel-VBA – Programação de Macros. Editora Alta Brooks, 2004.
108
NOME: FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 30 h
C. H. PRÁTICA 24 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 06 h
EMENTA: Ferramentas de análises de processos químicos; Engenharia de Processos Auxiliada por Computadores (Computer Aided Process Engineering); Dinâmica de processos químicos; Simuladores sequenciais modulares e orientados a equações; A análise de graus de liberdade de processos químicos empregando um simulador de processos; Seleção apropriada para cálculos termodinâmicos; Especificação apropriada de equipamentos e processos em simuladores; Especificações de processos e reciclos na especificação de um processo químico; Processos con nuos, batelada, estado estacionário e em regime transiente; Uso de diferentes simuladores comerciais de processo; Desenvolvimento simulações de plantas de processos químicos complexos. REFERÊNCIAS BÁSICAS
HUSSEIN K. ABDEL-AAL. Chemical engineering primer with computer applica ons. Taylor & Francis Group, 2017. LONA, L. M. F. A Step by Step Approach to the Modeling of Chemical Engineering Processes. Springer, 2017. RAY, M. S.; SNEESBY, M. G. Chemical Engineering Desing Project. Taylor & Francis US, 1998. WALAS, S. M. Chemical process equipment. (Bu erworth Heinemann series in chemical engineering), 1990.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES AVEVA PROCESS SIMULATION MANULA, 2022.
109
NOME: FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE PETRÓLEO
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 45 h
C. H. PRÁTICA 15 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Origem do Petróleo. Rocha Geradora. Geração e Migração do Petróleo; componentes. Rochas Reservatório, Trapas e Rochas Selantes. Perfuração: definições básicas. Equipamentos Básicos de Sondagem Rota va. Brocas. Colunas de Perfuração. Fluidos de perfuração: funções, caracterís cas, composição e propriedades. Reves mento e Cimentação Primária. Completação de poços: conceitos sicos fundamentais para completação de poços. Cimentação. Introdução a Engenharia de Reservatórios. Métodos Convencionais de Recuperação. REFERÊNCIAS BÁSICAS API. Technical Data Book - Petroleum Refining. 6. ed. Washington: API Publishing Services, 1997. BOURGOYNE JR., A. T. Applied Drilling Engineering, Editora Society of Petroleum Engineers, 1991 CRAFT, B. C.; HAWKINS, M. F. Applied petroleum reservoir engineering. 2. ed. New Jersey: Pren ce Hall PTR, 1991. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ALLEN, T. O.; ROBERTS, A. P. Produc on Opera ons: Well Comple ons, Workover and Simula on. 4. ed. Oklahoma: Oil and Gas Consultant Interna onal, 1997. 1, 1-47. DAKE, L. P. Fundamentals of reservoir engineering. Elsevier, 2001. ISBN 0-444-41830-X. MACHADO, J. C. V. Reologia e Escoamento de Fluidos: Editora Interciência, 2002. ROSA, A. J.; CARVALHO, R. S.; XAVIER, J. A. D. Engenharia de Reservatórios de Petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. THOMAS, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petróleo, Rio de Janeiro: Interciência: Petrobrás, 2001.
110
NOME: GESTÃO DA QUALIDADE DE SANEANTES E COSMÉTICOS
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: GDPEQ0109
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 35 h
C. H. PRÁTICA 20 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 5h
EMENTA: Gestão da qualidade e uso de ferramentas da qualidade na gestão da cadeia produ va de cosmé cos e saneantes, boas prá cas de fabricação de cosmé cos e saneantes, controle de qualidade dos insumos e produtos acabados para contribuir com a eficácia e segurança previsto na legislação vigente sobre os produtos cosmé cos e saneantes. Abordagem sobre sistema harmonizado globalmente para classificação de Rotulagem de Produtos Químicos e Ficha de Informação de Segurança para Produtos Químicos na área cosmé ca e saneante. REFERÊNCIAS BÁSICAS Guia ABC de Microbiologia. Controle Microbiológico na Indústria de Produto de Higiene Pessoal, Cosmé cos e Perfumes. Editora: Pharmabooks , São Paulo. 4 ed, 2014. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522118137/pageid/1. Acesso em: 22 Agosto 2022. LEONARDI, G. R.; SPERS, V. R. E. Cosmetologia e Empreendedorismo: Perspec vas para criação de Novos Negócios. Phamabooks Editora, São Paulo, 2015. LOBO, R. N. Gestão da Qualidade, São Paulo: É ca, 2. Edição 2020. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536532615/pageid/3. Acesso em: 22 Agosto de 2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS- ABNT- ABNT NBR 14725-4:2009 Produtos químicos — Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente Parte 4: Ficha de informações de segurança de produtos químicos (FISPQ). Disponível em: h ps://ww3.icb.usp.br/wpcontent/uploads/2019/11/Parte4_NBR_14725-4-2009.pdf. Acesso em 18 Jul 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria ColegiadaRDC Nº 47, de 25 de outubro de 2013. Aprova o Regulamenta Técnico de Boas Prá cas de Fabricação para Produtos Saneantes. Disponível em: h ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0047_25_10_2013.html Acesso em: 18 Jul 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada- RDC Nº 48, de 25 de outubro de 2013. Aprova o Regulamento Técnico de Boas Prá cas de Fabricação para Produtos de Higiene Pessoal, Cosmé cos e Perfumes, e dá outras providências. Disponível em: h ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0048_25_10_2013.html Acesso em: 18 Jul 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia para avaliação de segurança de produtos cosmé cos. 2. ed. Brasília: Anvisa, 2012. 74 p. Disponível em: h ps://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/cosme cos/manuais-e- guias/guia-paraavaliacao-de-seguranca-de-produtos-cosme cos.pdf/view. Acesso em: 18 Jul2022. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia de controle de qualidade de produtos cosmé cos / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2ª edição, revista – Brasília : Anvisa, 2008.Disponível em: h ps://www.gov.br/anvisa/pt- br/centraisdeconteudo/publicacoes/cosme cos/man. Acesso em: 18 Jul 2022. CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA- IV- REGIÃO. Guia para Empresas de Saneantes Maio/2012. Disponível em: h ps://www.crq4.org.br/sms/files/file/Guia%20de%20Saneantes6.pdf. Acesso em 18 Jul 2022.
111
NOME: LIBRAS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: GDLS0024
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS DE SINAIS
C. H. TEÓRICA 45 h
C. H. PRÁTICA 15 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Aspectos sócio-históricos, linguís cos iden tários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguís cos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintá cos e semân co-pragmá cos da Língua Brasileira de Sinais. Prá ca de conversação em Libras. REFERÊNCIAS BÁSICAS COUTINHO, D. Libras e língua Portuguesa (Semelhanças e Diferenças). Volume I e II. Ideia. 2015. FELIPE, T.; MONTEIRO, M. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica. 2005. FERREIRA-BRITO, L. Por uma Gramá ca de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro/UFRJ. 1995. GESSER, A. Libras? Que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de Sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial. 2009 LOPES, M. C. Cultura Surda & Libras. Unisinos. 2012 QUADROS, R. M. LIBRAS - Linguís cos para o ensino superior 5. Parábola. 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Secretaria de Educação Especial/Deficiência audi va /organizado por Giuseppe Rinaldi et al. – Brasília: SEESP, 1997. Alfabe zação: Aquisição do Português escrito por surdos. . VI (Série Atualidades Pedagógicas, n. 4, v. 2, Fascículo 5). GESUELI, Z. M. Linguagem e surdez: questões de iden dade. São Paulo: Horizontes. v. 26, n. 2, p. 63-72, 2008. RAMOS, C. R. LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros. Petrópolis: Arara Azul. 2006
112
NOME: OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 60 h 04 CÓDIGO: GDPEQ0121
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 45 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 15
EMENTA: Introdução, conceitos e definições de problemas de O mização. Análise econômica de processos químicos. Conceitos matemá cos fundamentais. Formulação de um problema de O mização. Problemas de O mização Unidimensional com e sem Restrições. Problemas de O mização Mul dimensional com e sem Restrições. Ajuste de Modelos Matemá cos. Programação Linear (PL) e programação não linear (PNL). REFERÊNCIAS BÁSICAS ANTONIOU, A; LU, W. S. Prac cal op miza on: algorithms and engineering applica ons. Springer; 2nd Edi on, 2021. BIEGLER, L. T. Nonlinear Programming: Concepts, Algorithms, and Applica ons to Chemical Processes. MOS-SIAM Series on Op miza on, 2010. FRIEDLANDER, A. Elementos de programação não linear. Editora da UNICAMP, 1994. GUT, J. A. W. Programação Matemá ca para O mização de Processos. EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 2021. PONCE-ORTEGA, J. M.; BARRAGÁN, R. O.; RAMÍREZ-MÁRQUEZ, C. Op miza on of Chemical Processes: A Sustainable Perspec ve. First Edi on, Springer, 2024. DUTTA, S. Op miza on in Chemical Engineering. Cambridge University Press, First Edi on, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ALMEIDA, J. F. S.; MORAIS, E. C.; ANDRÉ, O. Programação Matemá ca: O mização Linear e Não Linear. Editora Dialé ca, Primeira Edição, 2021. BARTHOLOMEW-BIGGS, M. Nonlinear Op mza on with Engineering Applica ons, Springer, 2008.
BANGERT, P. Op miza on for Industrial Problems, Springer, 2012.
BECK, A. Introduc on to Nonlinear Op miza on: Theory, Algorithms, and Applica ons with Python and MATLAB. Society for Industrial & Applied Mathema cs, U.S., 2ª edição, 2023. FLOUDAS, C. A.; PARDALOS, P. M. (Eds.). Encyclopedia of Op miza on. Second Edi on, Springer Science Buisiness Media, 2009. PILLO, G.; ROMA, M. Large Scale Nonlinear Op miza on, Springer, 2006. SEIDER, J. D.; WARREN, D. Product & process design principles: synthesis, analysis and evalua on .2nd edn. Wiley, 2003. DATTA, S.; DAVIM, J. P. Op miza on in Industry: Present Prac ces and Future Scopes. Springer, First Edi on, 2023.
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NOME: PESQUISA APLICADA A ENGENHARIA QUÍMICA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709012
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 50 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 10 h
EMENTA: Objeto de pesquisa. Visão paradigmá ca. Tipos de conhecimento. Conceituação de pesquisa. Formulação de obje vos, questões de pesquisa, hipóteses e variáveis analí cas. Instrumentos de inves gação e sites de busca de pesquisa cien fica: medidas e técnicas quan ta vas e qualita vas. Resumos, resenhas, patentes como pesquisar e escrever, elaboração de trabalhos cien ficos. Ferramentas metodológicas, Pesquisa e Planejamento de experimento usando a esta s ca. Pesquisa e desenvolvimento de projeto cien fico e plano de negócio canvas voltado ao empreendedorismo cien fico aplicado à Engenharia Química REFERÊNCIAS BÁSICAS BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 2ed. Editora Bookman. Porto Alegre, 2019. Disponível em: ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582605189/pageid/2. Acesso em 30/08/2022. BAZZO, W. A. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos/Walter António Bazzo, Luiz Teixeira do Vale Pereira. - Florianópolis: Ed. da UFSC, 2006. CREMASCO, M. A. Vale a Pena Estudar Engenharia Química. 3ed. – São Paulo: Blucher, 2015.Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788521208167/ pageid/0. Acesso em: 30/08/2022. DRESCH, A.; LACERDA, D. P.; ANTUNES JÚNIOR, J. A. V. Design Research: métodos de pesquisa para avanço da ciência e tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2015. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582605530/epubcfi/6/6[% 3Bvnd.vst.idr ef%3DFR.xhtml]!/4[DRESCH_Completo]/2[page_iii]/2/4%4051:99. Acesso em:30/08/2022. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 7. ed. – Barueri [SP]: Atlas, 2022.Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786559771653/epubcfi/6/12[ %3Bvnd.vst.id ref%3Dhtml6]!/4. Acesso em: 30/09/2022 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualita vo, quan ta vo e misto [recurso eletrônico] / John W. Creswell, J. David Creswell; tradução: Sandra Maria Mallmann da Rosa; revisão técnica: Dirceu da Silva. – 5. ed. – Porto Alegre: Penso, 2021. Disponível em: ntegrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786581334192/epubcfi/6/8[%3Bvnd.vs t.idref%3Dc opyright.xhtml]!/4/2/10/1:59[rup%2Co%20A]. Acesso em: 30 agosto 2022.
DORNELAS, J. Plano de negócios com o modelo Canvas: guia prá co de avaliação de ideias de negócio / José Dornelas. – 2. ed. – São Paulo: Empreende, 2020. 136 p. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786587052076/pageid/4. Acesso em: 30 agosto 2022. JUNGMANN, D. M. Inovação e propriedade intelectual: guia para o docente. Esther– Brasília: SENAI, 2010. 93 p. Disponível em:
114
h ps://www.gov.br/inpi/ptbr/composicao/arquivos/guia_docente_iel-senai-e-inpi.pdf. Acesso em: 30 agosto 2022 NASCIMENTO, L. P. Elaboração de projetos de pesquisa: monografia, dissertação, tese e estudo de caso, com base em metodologia cien fica / Luiz Paulo do Nascimento. -- São Paulo: Cengage Learning, 2012. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522126293/pageid/2. Acesso em: 30/08/2022. SABBAG, P. Y. Gerenciamento de projetos e empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2013.Disponível: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788502204454/pageid/4 Acesso em: 30 agosto 2022.
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NOME: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 60 h 04 CÓDIGO: GDLPL0063
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LINGUÍSTICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Fundamentos organizacionais, textuais, discursivos e norma vos da escrita acadêmica. Leitura e prá ca de gêneros textuais acadêmicos: resumo, resenha, fichamento e ar go cien fico. Leitura e prá ca de gêneros textuais das esferas de atuação profissional e de divulgação cien fica. REFERÊNCIAS BÁSICAS
MACHADO, A. R.; LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L. S. (orgs.). Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. MEDEIROS, J. B. Redação Cien fica: prá ca de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na Universidade: Fundamentos. São Paulo: Parábola Editorial, 2019. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na Universidade: Texto e discurso. São Paulo: Parábola Editorial,2019.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prá ca de texto para estudantes universitários. 18.ed. Petrópolis: Vozes, 2009. GARCEZ, LUCÍLIA H. C. Técnicas de redação. São Paulo: Mar ns Fontes, 2008. PEREIRA, R. C. M. (org.). Ateliê de gêneros acadêmicos. João Pessoa: Ideia, 2014.
116
NOME: PLANEJAMENTO E OTIMIZAÇÃO DE EXPERIMENTO
CRÉDITOS: C.H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709037
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 50 h
C. H. PRÁTICA 10 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Introdução: Por que planejar e o mizar experimentos?Princípios básicos em esta s ca e comparação de resultados; Planejamento Fatorial e Fracionários;Cálculos dos Efeitos dos Fatores, Erros e Intervalos de Confiança; Gráficos de Probabilidade Normal;Construção de Modelos Empíricos; Análise de Variância (ANOVA),Significância Esta s ca da Regressão e Falta de Ajuste e Erro Puro;Interpretação da Super cie de Resposta e Avaliação da Curvatura;Planejamento de Misturas, Conceitos, Representação do Domínio Experimental; O mização Simplex; Aplicações Contextualizadas à Formação do Químico Industriale Como Interpretar os Resultados. REFERÊNCIAS BÁSICAS BARROS NETO, B., SCARMINIO, I. S.; BRUNS, R. E. Como fazer experimentos: aplicações na ciência e na indústria. Ed. Bookman, 2010; RODRIGUES, M.I.; IEMMA, A. F. Planejamento de experimentos e o mização de processos. Campinas: Editora Casa do Pão, 2005. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BOX; G. E. P.; HUNTER, W. G.; HUNTER, J. S. Sta s cs for experimenters. Wiley, New York, 1978. DEMING, S. N.; MORGAN, S.L. Experimental design: a chemometric approach. Elsevier, Amsterdam, 1993. CARLSON, R.; CARLSON, J. E. The Study of Experimental Factors. In: BROWN, S. D.; TAULER, R., et al (Ed.). Comprehensive Chemometrics. Oxford: Elsevier, 2009. p.301-344. ISBN 978-0- 444-527011.
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NOME: PROCESSOS FERMENTATIVOS INDUSTRIAIS
CRÉDITOS: C.H. TOTAL: 60 04 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 6h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 6h
EMENTA: Etapas de um processo fermenta vo industrial genérico. Preparo do meio de fermentação e preparo do inóculo. Controle do processo fermenta vo. Tratamentos finais. Fermentação Alcoólica: substratos u lizados, agentes da fermentação, aspectos bioquímicos e fatores que afetam a fermentação. Produção de álcool, cachaça e vinho: estudo do fluxograma de processamento e legislação. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALTERTHUM, F. Biotecnologia industrial: fundamentos. São Paulo: Editora Blucher, 2020. 9788521218975. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521218975/. Acesso em: 20 Sep 2022 BASTOS, R. G. Tecnologia das fermentações: fundamentos de bioprocessos. São Carlos: EDUFSCar, 2010. 160p. (Coleção UAB - UFSCar, Tecnologia sucroalcooleira) ISBN: 9788576001904. CRUEGER, W. C. Anneliese. Biotecnologia: manual de microbiología industrial. - Zaragoza España: Acribia, 1993. 413p :il. ISBN: 8420007439 FILHO, V.W. G. Bebidas alcoólicas. São Paulo: Editora Blucher, 2016. 9788521209577. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521209577/. Acesso em: 20 Sep
2022. - MORAES, I. D. O. Biotecnologia industrial, vol. 4 - Biotecnologia na produção de alimentos. São Paulo: Editora Blucher, 2021. 9786555061536. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555061536/. Acesso em: 20 Sep 2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CHAVES, J. B. P.; LIMA, F. Z.; LOPES, J. D. S. Cachaça: Produção artesanal de qualidade. Viçosa, MG: CPT, 2007. 350p. (Agroindústria, 5115) ISBN: 8588764377 QUEIROZ, V. S. Fabricação de cachaça e aguardente em nível laboratorial e microindustrial. João Pessoa: MC2-Editora Eireli, 2019. 220. ISBN: 8569579311 RIBEIRO, B. D. et al (organizador). Microbiologia Industrial: bioprocessos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. ISBN: 9788535287240
118
NOME: PROPRIEDADE INTELECTUAL E EMPREENDEDORISMO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITO: C. H. TOTAL: 60 04 h CÓDIGO: NOVO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 50 h
C. H. PRÁTICA h
C. H. EAD 0h
C. H. EXTENSÃO 10 h
EMENTA: Explicar os conceitos sobre propriedade intelectual e seus diferentes pos. As vantagens das proteções, busca em bases de patente, redigir um pedido de patente e transformar a propriedade intelectual em capital intelectual. A vidade empreendedora histórico e conceito e como abrir uma empresa e sua regularização; caracterís cas do empreendedor; o empreendedor e o empresário; fatores de sucesso e insucesso na criação de empresas; as principais mo vações do empreendedor; desenvolvimento de plano de negócios usando canvas. REFERÊNCIAS BÁSICAS BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 2ed. Editora Bookman. Porto Alegre, 2019. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582605189/pageid/2. Acesso em 30 Jul 2022. DUARTE, Melissa de Freita; BRAGA, Cris ano Prestes. Propriedade Intelectual. [recurso eletrônico]. Porto Alegre: SAGAH, 2018. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595023239/pageid/1. Acesso em: 30 Jul 2022. SILVEIRA, N. Propriedade intelectual: propriedade industrial, direito de autor, so ware, cul vares, nome empresarial, tulo de estabelecimento, abuso de patentes. 6 ed. rev. Ampl. BarueriSP: Manole, 2018. Disponível em: integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520457535/epubcfi/6/8[%3Bvnd.v st.idref %3Dficha.xhtml]!/4[ficha]/2/4/1:51[to%20%2Ccom. Acesso em 12 Jul 2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DORNELAS, J. Plano de Negócios com o Modelo Canvas : Guia prá co de avaliação de ideias de negócio / DORNELAS, J. – 2. ed. – São Paulo : Empreende, 2020. 136 p. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786587052076/pageid/4. Acesso em: 30 agosto 2022. JUNGMANN, D. M. Inovação e propriedade intelectual: guia para o docente. Esther– Brasília: SENAI, 2010. 93 p. Disponível em: h ps://www.gov.br/inpi/ptbr/composicao/arquivos/guia_docente_iel-senai-e-inpi.pdf. Acesso em: 30 agosto 2022 SABBAG, Paulo Yazigi. Gerenciamento de projetos e empreendedorismo. São Paulo Saraiva, 2013.Disponível: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788502204454/pageid/4 Acesso em: 30 agosto 2022. SALIM, César Simões; SILVA, Nelson Caldas. Introdução ao Empreendedorismo: Despertando a A tude Empreendedora. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595154414/epubcfi/6/10[ %3Bvnd.vst.idref%3DCopyright]!/4/2/42/1:142[açã%2Co. Acesso em: 30 agosto 2022. TROTT, Paul. Gestão da Inovação e Desenvolvimento de Novos Produtos [recurso eletrônico]; Tradução: Patricia Lessa Flores da Cunha [et. al.] revisão técnica: Paluo Antônio Zawsislak. 4ed.-Dados eletrônicos. Porto Alegre: Bookman, 2012. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788540701663/pageid/1.
119
NOME: SEGURANÇA INDUSTRIAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 03 45 h CÓDIGO: 1705109
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
C. H. TEÓRICA 30 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 15 h
EMENTA:
Aspectos introdutórios da Segurança e Saúde do Trabalho: histórico, evolução e conceitos básicos. Acidentes do trabalho: conceitos, causas e custos. Tipologia de riscos. Métodos qualita vos de iden ficação, avaliação e controle de riscos. Metodologia de ação prevencionista. Sistema de gestão da segurança dotrabalho. Aspectos legais. Aplicação de conteúdos teóricos em a vidade(s) de extensão.
REFERÊNCIAS BÁSICAS UBIRAJARA A. O. M. MÁSCULO, F. S. Higiene esegurança do trabalho / organização - 2. ed., Elsevier, 2019 ZOCCHIO, Á. Prá ca da prevenção de acidentes: ABC da segurança dotrabalho. – 7. ed. rev. e ampl. – São Paulo: Atlas, 2002. CARDELLA, B. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes - umaabordagem holís ca. São Paulo: Atlas, 1999. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
120
NOME: SISTEMA AGROFLORESTAL
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 5h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 55
EMENTA: Conceitos, pos de sistemas agroflorestais simultâneos e sistemas agroflorestais sequenciais. Seleção de espécies agrícolas, espécies florestais e espécies de animais para os sistemas agroflorestais. Instalação e manejo dos sistemas agroflorestais. Potencialidade e limitações dos SAFs. Iden ficação dos principais sistemas agroflorestais: agricultura migratória, sistema taungya, agricultura de plantas perenes. Cercas vivas. Cor na quebra ventos. Considerações econômicas, sociais e ecológicas dos SAFs.Sustentabilidade da prá ca dos SAFs para o desenvolvimento da agricultura familiar. REFERÊNCIAS BÁSICAS GAMA-RODRIGUES, A. C et al. Sistemas agroflorestais: bases cien ficas para o desenvolvimento sustentável. Campos dos Goytacazes, RJ: Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, 2006. 365 p. ISBN: 97885894779072. STEENBOCK, W; VEZZANI, F. M. Agrofloresta: aprendendo a produzir com a natureza. Curi ba: Fabiane Machado Vezzani, 2013. 139 p. ISBN: 9788590874010. VASQUEZ, S. F. et al. Sistemas agroflorestais. João Pessoa: Ed. Universitária, 2011. 40 p. (Universidade Aberta do Brasil Caderno Especial 04 V 07) ISBN: 9788577453368. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ABÍLIO, F. J. P. Bioma caa nga: ecologia, biodiversidade, educação ambiental e prá cas pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária-UFPB, 2010. 196p. ISBN: 9788577455195. ARAÚJO, F. S.; RODAL, M. J. N.; BARBOSA, M. R. V (Organizadoras). Análise das variações da biodiversidade do bioma da Caa nga: suporte a estratégias regionais de conservação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2005. 445 p. (Biodiversidade, 12) ARAÚJO, V. F. P. Composição da mesofauna e da macrofauna edáficas em região de caa nga do nordeste brasileiro. João Pessoa: s.n,
2006. 37p. Monografia(graduação) - UFPB/CCEN Orientador: Adelmar Gomes Bandeira. LEAL, I. R. Org. et al. Ecologia da caa nga: curso de campo 2010. Petrolina, PE: UFPE, ISBN: 9788563577108. LEAL, I. R; ALMEIDA, W. R.; AGUIAR, A. V. Ecologia da caa nga: curso de campo 2009. Recife: Ed. Universitária UFPE, 2010. 337p. ISBN: 9788573157574. LIMA, B. G. Caa nga: espécies lenhosas e herbáceas. Mossoró, RN: EdUFERSA, 2012. 315p. ISBN: 9788563145031. MAIA, G. N. Caa nga: árvores e arbustos e suas u lidades. 2.ed. Fortaleza: Printcolor, 2012. 413p. ISBN: 9788561315177. SILVA, J. M. C. S. Biodiversidade da caa nga: áreas e ações prioritárias para a conservação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente Universidade Federal de Pernambuco, c2004. 382p. ISBN: 8587166476. TAVARES, S. R. L. (Edição Técnica). Biocombus veis sólidos: fonte energé ca alterna va visando à recuperação de áreas degradadas e à conservação do Bioma Caa nga. Brasília Natal: Embrapa Editora do IFRN, 2014 2014. 400 p. ISBN: 9788570353146, 9788583330677. VARELA-FREIRE, A. A. A caa nga hiperxerófila seridó, a sua caracterização e estratégias para a sua conservação. São Paulo: ACIESP, 2002. 39p. VELLOSO, A. L; SAMPAIO, E. V. S. B; PAREYN, F. G. C. Ecorregiões: propostas para o bioma caa nga. Recife: Associação Plantas do Nordeste Ins tuto de Conservação Ambiental The Nature Conservancy do Brasil,
2002. 75p.
121
NOME: TECNOLOGIA DE FABRICAÇÃO DE COSMÉTICOS
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: GDPEQ0108
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA
C. H. PRÁTICA
C. H. EAD
C. H. EXTENSÃO 35 h 20 h 0h 5h EMENTA: Apresentar os aspectos técnicos e prá cos que norteiam o desenvolvimento de formulações cosmé cas para o cuidado da pele e cabelo, mercado cosmé co e legislação. Discu r as propriedades das principais classes de matérias-primas u lizadas em cosmé cos, enfocando o critério para esta escolha. Abordar os principais pos de processo de fabricação das formulações e equipamentos laboratoriais e industriais, parâmetros de controle de qualidade e avaliação da performance das formulações, bem como discu r os principais pos de formulações cosmé cas. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALLEMAND, A. G. S.; DEUSCHLE, V. C. K. N. Formulações em Cosmetologia [recurso eletrônico], [revisão técnica: Eliane Sempé Obach]. — Porto Alegre: SAGAH Educação S.A, 2018. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595028159/pageid/50. Acesso em: 22 Agosto de 2022. Guia ABC de Microbiologia. Controle Microbiológico na Indústria de Produto de Higiene Pessoal, Cosmé cos e Perfumes. Pharmabooks Editora, São Paulo. 4 ed, 2014.Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788522118137/pageid/1. Acesso em: 22 Agosto 2022. LEONARDI, G. R.; SPERS, V. R. E. Cosmetologia e Empreendedorismo: Perspec vas para criação de Novos Negócios. Phamabooks Editora, São Paulo, 2015. MICHALUN, M. V.; DINARDO, J. C. Milady dicionário de ingredientes para cosmé ca e cuidados da pele [recurso eletrônico], tradução Noveri s do Brasil; revisão técnica REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia para avaliação de segurança de produtos cosmé cos. 2. ed. Brasília: Anvisa, 2012. 74 p. Disponível em: h ps://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/cosme cos/manuais-eguias/guia-para-avaliacao-de-seguranca-de-produtos-cosme cos.pdf/view. Acesso em: 18 Julho 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC no. 7, de 10 de fevereiro de 2015. Dispõe sobre os requisitos técnicos para a regularização de produtos de higiene pessoal, cosmé cos e perfumes e dá outras providências. Anvisa, Brasília, 2015. Disponível em: h ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2015/rdc0007_10_02_2015.pdf. Acesso em: 18 jul. 2022.
HALAL, J. Milady Tricologia e a Química Cosmé ca Capilar: Tradução da 5ª edição norteamericana - edição revista [recurso eletrônico]. São Paulo: Cengage Learning: 2017. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br /reader/books/9788522126620/pageid/1. Acesso em 10 Agosto 2022. REVISTA: Cosme cs and Toiletries. - São Paulo: Tecnopress Editora. Disponivel em: h ps://cosme csonline.com.br. Acesso em: 18 Julho de 2022. SIMOMUKAY, E.; GASCHO, J. L. S.; LOURDES, A. M. F. O.; FLAIBAM, B.; GODINHO, J. F.; MENDES, M. P. Processos orgânicos industriais, recurso eletrônico; revisão técnica: Chris ane Reis Fonseca. – Porto Alegre: SAGAH Educação S.A, 2021.
122
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: GDPEQ0118
NOME: TECNOLOGIA DE FABRICAÇÃO DE SANEANTES
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 35 h
C. H. PRÁTICA 20 h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 5h
EMENTA: Apresentar os requisitos técnicos e prá cos específicos para o desenvolvimento de formulações para produtos domissanitários, mercado saneante e legislação desde o que diz respeito às matérias-primas selecionadas para sua fabricação, os principais pos de processos de fabricação e equipamentos laboratoriais e industriais, de forma a contribuir para a qualidade, eficácia e segurança de uso dentro do que está previsto na legislação vigente para os produtos saneantes. REFERÊNCIAS BÁSICAS ALLINGER, N.; CAVA, M.; DEJONGH,D; JOHNSON, K.; LEBEL, N.; STEVEN,C. Trad. de R.B. de Alencastro, J.S. Peixoto e L.R.N. de Pinho. Química orgânica. Rio de Janeiro: Guanabara 2, 1985. MORRISON, R.; BOYD, R. Química Orgânica. Trad. de M.A. da Silva e A.J. de Gouveia. Lisboa: Fundação
C. Gulbenkian,1983. SHREVE, R. Norris; BRINK JÚNIOR, Joseph A. Indústria de processos químicos. Tradução por Horacio Macedo. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1980. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Biblioteca de Saneantes Brasília: Anvisa, 2022. 9 p. Disponível em: h ps://www.gov.br/anvisa/pt- br/assuntos/regulamentacao/legislacao/bibliotecastema cas/arquivos/biblioteca-de- saneantes_portal.pdf. Acesso em: 18 Julho 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria ColegiadaRDC Nº 40, de 05 de Julho de 2008. Aprova o Regulamento Técnico para Produtos de Limpeza e Afins harmonizado no âmbito do Mercosul através da Resolução GMC nº 47/07. Disponível em: h ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2008/res0040_05_06_2008.html. Acesso em: 18 Jul 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria ColegiadaRDC Nº 184, de 22 de Outubro de 2001. Alteração da Resolução 336, de 30 de julho de 1999.Disponívelem: h ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2001/rdc0184_22_10_2001.html. Acesso em: 18 Jul 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria ColegiadaRDC Nº 59, de 17 de Dezembro de 2010. Dispõe sobre os procedimentos e requisitos técnicos para a no ficação e o registro de produtos saneantes e dá outras providências. Disponível em: h ps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0059_17_12_2010.html. Acesso em: 18 Jul 2022. CRUZ, P. J. S. C., 1984 - Caminhos da aprendizagem na extensão universitária: reflexões com base em experiência na Ar culação Nacional de Extensão Popular (ANEPOP)/ CRUZ, P. J. S. C.; Vasconcelos, E. M. — 1. ed. — São Paulo : Hucitec, 2017. Disponível em:h p://www.ccm.ufpb.br/vepopsus/wp-content/uploads/2018/02/Caminhos-deaprendizagem-naExtensão-Hucitec-Editora-2017.pdf. Acesso em: 10 Agosto 2022. DEUS, Sandra de. Extensão universitária : trajetórias e desafios / Sandra de Deus. – Santa Maria, RS: Ed. PRE-UFSM, 2020. 96 p. Disponível em: h ps://www.ufmg.br/proex/renex/images/EBOOK__Sandra_de_Deus__Extensao_Universitaria.pdf. Acesso em: 10 Agosto 2022. SIMOMUKAY, E.; GASCHO, J. L. S.; LOURDES, A. M. F. O.; FLAIBAM, B.; GODINHO, J. F.; MENDES, M. P. Processos orgânicos industriais [recurso eletrônico; revisão técnica: FONSECA, C. R. – Porto Alegre: SAGAH Educação S.A, 2021. Revista Química e Derivados. Disponível em: h p://www.quimica.com.br/category/revista/.
123
NOME: TECNOLOGIA DE ÓLEOS E GORDURAS
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: NOVO
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 48 h
C. H. PRÁTICA 6h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 6h
EMENTA:
Composição de óleos e gorduras. Processos de obtenção de óleos e gorduras: técnicasde extração. Processos de refino. Técnicas de modificação de consistência lipídica. Oxidação lipídica. Produtos de base lipídica. Parâmetros de qualidade e iden dade de óleos e gorduras.
REFERÊNCIAS BÁSICAS ARAÚJO, J. M. A. Química de alimentos: teoria e prá ca. 6 ed. Viçosa: UFV, 2014. BLOCK, J. M., BARRERA-ARELLANO, D. Temas Selectos en Aceites e Grasas, vol.1 Processamiento, 1 ed. São Paulo: Blucher, 2009. BLOCK, J. M.; BARRERA-ARELLANO, D. Temas Selectos em Aceites Y Grasas. vol. 2. Química.1 ed. São Paulo: Blucher. 2013. DAMODARAM, S. Química de Alimentos de Fennema. 5 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715468/. Acesso em: 27 mai. 2022.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GUNSTONE, F. D. Vegetable Oils in Food Technology: Composi on, Proper es and uses. WilleyBlackwell, 2011. LAJOLO, F. M; MERCADANTE, A. Z. Química e bioquímica dos alimentos. v. 2. 1 ed. Rio deJaneiro: Atheneu, 2018. O’BRIEN, R.D. Fats and Oils – Formula ng and Processing for Applica ons. Ed. O’BRIEN, R.D.3rd ed.CRC Press, New York, 2008.
OETTERER, M.; REGITANO-D´ARCE, M. A. B.; SPOTO, M. H. F. Fundamentos de ciência etecnologia de alimentos. Barueri-SP: Manole, 2006. SHAHIDI, F. Bailey's Industrial Oil and Fat Products, Volumes 1-6 (6th Edi on). Hoboken, N.J.:John Wiley & Sons, 2005.
124
TRATAMENTO DE ÁGUAS E EFLUENTES LÍQUÍDOS INDUSTRIAIS
TIPO DE COMPONENTE: DISCIPLINA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709079
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 30 h
C. H. PRÁTICA 15 h
C. H. EAD 0h
C. H. EXTENSÃO 15 h
EMENTA:
Caracterização de águas e efluentes líquidos (efluentes industriais e esgoto sanitário). Portaria GM/MS Nº 888/2021 (água potável). Resolução do CONAMA No 357/2005 (classificação das águas) e Resolução do CONAMA No 430/2011 (descarte de efluentes líquidos). Tecnologias convencionais de tratamento de águas, efluentes industriais e esgoto sanitário. Tratamento biológico de efluentes e esgoto (tratamento aeróbio – lodo a vado; tratamento anaeróbio - UASB). Tratamento sico-químico de águas e efluentes (gradeamento, peneiramento, caixa de areia, equalização, medição de vazão, neutralização ácida e básica, precipitação, oxidação e redução, coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção, adsorção e troca iônica).
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BERNARDO, L. D. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água: - 3ª Edição, 2017. MORITA, T.; Assumpção, R. M.V. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes. Padronização - Preparação Purificação. Editora Edgard Blücher Ltda. 1972. RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de água. Tecnologia atualizada. Editora Edgar Blucher Ltda. 3ª reimpressão, 2000. RUTHVEN, D. M., Principles of adsorp on and adsorp on processes, 1st Edi on, New York, John Wiley & Sons, 1984. SANT'ANNA JUNIOR, G. Tratamento biológico de efluentes.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Standard Methods For The Examina on of Water and Wastewater - 20th Edi on.
125
NOME: TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA QUÍMICA
CRÉDITOS: C. H. TOTAL: 04 60 h CÓDIGO: 1709015
TIPO DE COMPONENTE: COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
C. H. TEÓRICA 60 h
C. H. PRÁTICA 0h
C. H. EAD
0h
C. H. EXTENSÃO 0h
EMENTA: Conteúdos curriculares livres como seminários, congressos, jornadas, colóquios, oficinas, estágios voluntários, ou em forma de projetos de ensino, de pesquisa, de extensão e programas de tutoria, par cipação em comissões propostas pelo Departamento, Coordenação do Curso ou Assessoria do CT, bem como disciplinas cursadas que não façam parte do elenco das disciplinas oferecidas no PPC do curso de Engenharia Química, as quais deverão ser subme das à aprovação do Colegiado do Curso. REFERÊNCIAS BÁSICAS Não se aplica
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Não se aplica
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11 CORPO DOCENTE O curso de Engenharia Química da UFPB é atendido por 69 docentes vinculados a diversos centros e departamentos. No Quadro 6 estão listados alguns nomes desses docentes com suas respec vas tulação e regime de trabalho. Quadro 6 – Parte do corpo docente do Curso de Engenharia Química (con nua) Regime de trabalho
Docente
Titulação acadêmica
Andrea Lopes de Oliveira Ferreira
Doutorado
T40 (DE)
Arioston Araújo de Morais Júnior
Doutorado
T40 (DE)
Bertúlio de Lima Bernardo
Doutorado
T40 (DE)
Bruno Ferreira Frascaroli
Doutorado
T40 (DE)
Edson de Figueiredo Lima Junior
Doutorado
T40 (DE)
Fabiana Souza Silva Mendes de Araújo
Doutorado
T40 (DE)
Fabíola Dias da Silva Curbelo
Doutorado
T40 (DE)
Flávio Luiz Honorato da Silva
Doutorado
T40 (DE)
Gabriela Fehn Fiss
Doutorado
T40 (DE)
Genaro Zenaide Clericuzi
Doutorado
T40 (DE)
Giovanilton Ferreira da Silva
Doutorado
T40 (DE)
Islanny Larissa Ouriques Brasileiro
Doutorado
T40 (DE)
José Elson Soares Filho
Doutorado
T40 (DE)
José E mógenes Duarte Vieira Segundo
Doutorado
T40 (DE)
Josilene de Assis Cavalcante
Doutorado
T40 (DE)
Juliene Lopes Ribeiro Pedrosa
Doutorado
T40 (DE)
Júlio Santos Rebouças
Doutorado
T40 (DE)
Karla Silvana Menezes Gadelha de Sousa
Doutorado
T40 (DE)
Ká a Messias Bichinho
Doutorado
T40 (DE)
Leopoldo Oswaldo Alcazar Rojas
Doutorado
T40 (DE)
Liliana de Fá ma Bezerra Lira de Pontes
Doutorado
T40 (DE)
Márcio José Coelho de Pontes
Doutorado
T40 (DE)
Maria Aparecida de Oliveira
Doutorado
T40 (DE)
Maria de Fá ma Almeida
Doutorado
T40 (DE)
Maria Gardennia da Fonseca
Doutorado
T40 (DE)
127
Melânia Lopes Cornélio
Doutorado
T40 (DE)
Mônica Nóbrega
Doutorado
T40 (DE)
Quadro 6 – Parte do corpo docente do Curso de Engenharia Química Nagel Alves Costa
Doutorado
T40 (DE)
Paulo Sérgio Rodrigues da Silva
Doutorado
T40 (DE)
Raul Rosenhaim
Doutorado
T40 (DE)
Rebeca Tibau Aguiar
Doutorado
T40 (DE)
Rênnio Félix de Sena
Doutorado
T40 (DE)
Ricardo Alexandre Cavalcan de Lima
Doutorado
T40 (DE)
Roberto Véras de Oliveira
Doutorado
T40 (DE)
Sandra Leandro Pereira
Doutorado
T40 (DE)
Savio Moita Pinheiro
Doutorado
T40 (DE)
Sharline Floren no de Melo Santos
Doutorado
T40 (DE)
Sherlan Guimarães Lemos
Doutorado
T40 (DE)
Shirley Maria Santos e Souza
Doutorado
T40 (DE)
Sófacles Figueredo Carreiro Soares
Doutorado
T40 (DE)
Veruscka Araújo Silva
Doutorado
T40 (DE)
Vital de Sousa Queiroz
Doutorado
T40 (DE)
Vivian Stumpf Madeira
Doutorado
T40 (DE)
Wállace Mangueira de Sousa
Doutorado
T40 (DE)
(conclusão)
12 SERVIÇOS DE APOIO AO DISCENTE A Polí ca de Assistência e Promoção Estudan l aos discentes dos cursos técnicos, de graduação e pós-graduação na UFPB engloba ações que são financiadas por meio do Programa Nacional de Assistência Estudan l (PNAES), pelas agências de fomento (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação-FNDE, CNPq, CAPES e Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba-FAPESQ) e com recursos do orçamento da ins tuição. Essas ações, além de es mular a permanência dos discentes na ins tuição, contribuem também para a formação diferenciada por meio da par cipação dos discentes nas a vidades de ensino, pesquisa e extensão, por meio da concessão de bolsas de iniciação cien fica e tecnológica, iniciação à docência, apoio pedagógico e em projetos de extensão. A assistência estudan l ao discente também atua no
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campo da moradia estudan l, da alimentação, do transporte, do esporte e do incen vo à cultura, inclusão digital, saúde, creche e a par cipação em eventos cien ficos. As modalidades de assistência
e
promoção
aos
discentes
são:
Restaurante
Universitário;
Residência
Universitária; Auxilio Transporte; Auxilio Alimentação; Auxilio Moradia; Auxilio Pré-escolar e Apoio Estudan l Emergencial A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE) é o órgão responsável pela elaboração e execução da polí ca de assistência aos discentes da UFPB. Esta polí ca tem por finalidade garan r assistência estudan l aos alunos que estejam regularmente matriculados em curso de graduação da modalidade presencial em quaisquer campi da UFPB, via processo sele vo, e em consonância com os critérios estabelecidos pela Lei nº 14.914/2024. Os princípios estabelecidos pela PRAPE para a polí ca de assistência estudan l são:
I. Afirmação da educação como uma polí ca de Estado.
II. Respeito a dignidade, a autonomia e ao direito de usufruir gratuitamente os programas, auxílios e serviços oferecidos pela PRAPE.
III. Igualdade de condições para a permanência durante o curso da primeira graduação e viabilização da formação profissional.
IV. Respeito aos princípios é co-profissionais e padrões técnicos nos serviços prestados a comunidade acadêmica, desde o acesso ao atendimento e sem discriminação de qualquer natureza, assegurando-se equivalência entre os discentes.
V. Acesso, par cipação e aprendizagem de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação.
VI. Inclusão socioeduca va dos alunos com necessidades educacionais especificas e mobilidade reduzida.
VII. Fomento a qualidade da formação educacional.
VIII. Atendimento equânime a comunidade acadêmica, observando-se as demandas especificas de cada Campus. Com o obje vo de garan r a permanência dos alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica com vistas à conclusão nos cursos técnicos, de graduação e de pós- graduação, garan ndo qualidade e sob perspec va da formação ampliada, da produção de conhecimento, da melhoria do desempenho acadêmico e da qualidade de vida e a polí ca de atendimento aos discentes busca contribuir para a redução dos índices de retenção e evasão escolar, minimizar os
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efeitos das desigualdades socioeconômicas e culturais entre os alunos e norma zar a forma de acesso aos auxílios e programas de promoção estudan s ofertados pela ins tuição. 13
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A metodologia de ensino adotada pelos docentes do curso de Engenharia Química está
comprome da com a interdisciplinaridade, a contextualização, a relação teoria-prá ca, o desenvolvimento do espírito cien fico e a formação de sujeitos autônomos e cidadãos voltados para a sociedade, tendo em vista que a engenharia, em suas diversas especialidades, é uma ciência que aborda e exige do profissional uma aplicação de conhecimentos matemá cos, técnicos e cien ficos para a criação de projetos, aperfeiçoamento de produtos e processos. Desta forma, os docentes do curso de Engenharia Química u lizam diversas metodologias de ensino, conforme exija o conteúdo programá co do componente curricular, como por exemplo: as metodologias a vas, pesquisa como princípio educa vo; temas geradores; seminários; debates; aulas exposi vas dialogadas, aulas prá cas em laboratórios, vistas técnicas e inclusive metodologias de extensão; e essas a vidades são avaliadas através de provas (escrita ou oral) seminários e relatórios dos assuntos ministrados pelos docentes, em concordância com o que preconiza a Resolução 29/2020 – Regulamento Geral de Graduação. 14 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO A UFPB executa a Autoavaliação Ins tucional através da Comissão Própria de Avaliação (CPA), que coordena, no âmbito da ins tuição, os processos de autoavaliação, considerando a concepção, os princípios e a aprovação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), através da Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004 (BRASIL, 2004), que sistema zou e integrou os diferentes instrumentos de avaliação ins tucional, Com o obje vo de avaliar o desenvolvimento do PPC, visando corrigir rumos, buscando a melhoria da qualidade de suas ações e ao mesmo tempo, refle r sobre vários aspectos relevantes da realidade acadêmica, o processo de autoavaliação do curso de Engenharia Química deverá ser realizado. E essa autoavaliação contemplará três dimensões: o corpo docente, a organização didá co-pedagógica e a infraestrutura, e será realizada por meio de metodologias, como por exemplo:
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1.
Por meio da funcionalidade do SIGAA, na qual os discentes respondem um
ques onário sobre a prá ca docente, com periodicidade semestral; 2.
Por meio de oficinas par cipa vas ou aplicação de ques onários, em que serão
avaliadas a organização didá co-pedagógica e a infraestrutura com os seguimentos docente, discente e técnicos administra vos, com periodicidade bienal. O processo de autoavaliação do curso de Engenharia Química deverá ser conduzido pela Comissão de Avaliação Interna (CAI) do curso, que será composta por membros do Colegiado e do NDE, tulares e suplentes. A curricularização da extensão será acompanhada por meio de autoavaliação específica, em conformidade com a Resolução CNE/CES nº 7/2018 e a Resolução CONSEPE/UFPB nº 02/2022, u lizando-se dos instrumentos ins tucionais disponibilizados pela UFPB (SIGAA). Essa avaliação ocorrerá anualmente e contemplará aspectos qualita vos e quan ta vos, assegurando a análise do impacto social, da interação com a comunidade e da integração ensino-pesquisa-extensão.
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15 EQUIVALÊNCIAS No Quadro 7, são apresentadas as disciplinas equivalentes dos currículos atual (SIGAA) e novo. Quadro 7 - Disciplinas equivalentes dos currículos atual (SIGAA) e novo. Currículo 2017.1 (atual) Currículo NOVO Componente CH Componente INICIACAO A COMPUTACAO 60 Introdução à Programação (1107136) (1107174) MECÂNICA E RESISTÊNCIA DOS 60 Mecânica dos Sólidos (1703229) MATERIAIS (1703245) DESENHO BASICO PARA ENG QUIMICA - 60 Noções de Desenho (NOVA) (1704240) QUIMICA BASICA TRANSFORMACOES 60 Química dos Elementos (1105164) (1105165) QUIMICA BASICA ESTRUTURA 60 Química Fundamental (1105163) (1105161) ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Estágio Supervisionado em (ENGENHARIA QUÍMICA) (GDPEQ0123) 210 Engenharia Química (NOVA) QUÍMICA ANALÍTICA QUALITATIVA EXPERIMENTAL – (1105168)
45
QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA EXPERIMENTAL (1105169) QÍIMICA ORGÂNIGA EXPERIMENTAL I (1105171) QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL II (1105179)
45
QUÍMICA ORGÂNICA II (1105172)
60
45 45
Química Analí ca Clássica Experimental (NOVA)
Química Orgânica Experimental A (NOVA) Química Orgânica Teórica A (DQUI00212)
CH 60 60 30 60 60 210
60
60 60
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
Emitido em 03/02/2026 RESOLUÇÃO Nº 04/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 4) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 07/05/2026 13:57 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087
Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 4, ano: 2026, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 07/05/2026 e o código de verificação: 19656f1320
