N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 32/2026
Revoga as Resoluções nº 26/2001, nº 73/2011 e nº 12/2025 do CONSEPE e aprova o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Agronomia, nos níveis de Mestrado Acadêmico e Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Agrárias.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (40)
- REVOGA (total) · sugestão
Res. CONSEPE 12/2015 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo regulamento do mesmo programa — 'agronomia' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
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Res. CONSEPE 12/2025 nesta norma: art. 3º → na outra: norma inteiraefeito desde 04/08/2026“Art. 3º Ficam revogadas as Resoluções nº 26/2001, nº 73/2011 e nº 12/2025 do CONSEPE.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
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Res. CONSEPE 26/2001 nesta norma: art. 3º → na outra: norma inteiraefeito desde 04/08/2026“Art. 3º Ficam revogadas as Resoluções nº 26/2001, nº 73/2011 e nº 12/2025 do CONSEPE.” fonte: texto · confiança alta
- REVOGA (total)
Res. CONSEPE 73/2011 nesta norma: art. 3º → na outra: norma inteiraefeito desde 04/08/2026“Art. 3º Ficam revogadas as Resoluções nº 26/2001, nº 73/2011 e nº 12/2025 do CONSEPE.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
36 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaDecreto-Lei 1.044/1969 em: Anexo I, art. 42“e II - aos discentes em condição sica incompa vel com a frequência às aulas e às a vidades programadas, nos termos do Decreto-Lei nº 1.044, de 21 de outubro de 1969, desde que o período não...”
- citaRes. CONSEPE 02/2026 em: Anexo I, art. 47“§ 2º O Programa oferecerá Estágio de Docência, em caráter obrigatório e em consonância com a Resolução nº 2/2026 do CONSEPE, para discentes de mestrado e doutorado, observadas as seguintes regras:...”
- citaRes. CONSEPE 26/2025 em: Anexo I, art. 72“Art. 72. O Trabalho Final será julgado por comissão examinadora constituída na forma do art. 85 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, com a alteração promovida pelo art. 3º da Resolução nº 26/2025...”
- citaRes. CONSEPE 34/2020 em: Anexo I, art. 15“e IV - docentes voluntários: docentes cuja par cipação no PPGAgro seja formalizada por meio do procedimento previsto em resolução específica do CONSEPE, inclusive na Resolução nº 34/2020 do CONSEPE.”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 6º“Art. 6º A estrutura organizacional e funcional do PPGAgro, nos termos do art. 15 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, compreende: I - o Colegiado, como órgão delibera vo;”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 8º“Art. 8º O Colegiado do PPGAgro será constituído, nos termos do art. 16 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, por: I - a pessoa tular da Coordenação, que exercerá a Presidência;”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 9º“Art. 9º São atribuições do Colegiado, além das previstas no art. 17 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e no Regimento Geral da UFPB: I - coordenar, orientar, deliberar sobre e acompanhar o...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 12“Art. 12. Compete à pessoa tular da Coordenação, além das atribuições previstas no art. 20 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e no Regimento Geral da UFPB: I - convocar e presidir as reuniões do...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 15“Art. 15. O corpo docente do PPGAgro será constituído por docentes e pessoas pesquisadoras com tulo de doutorado ou de livre-docência, qualificados nas seguintes categorias, conforme o art. 27 da...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 23“Art. 23. As atribuições das pessoas orientadoras são as definidas no parágrafo único do art. 34 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 24“§ 11. Além dos casos previstos no art. 34, §§ 9º e 10, da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, o PPGAgro estabelecerá as condições para mudança de pessoa orientadora ou coorientadora.”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 25“XV - autorizar a realização das avaliações e dos exames previstos nas alíneas “f”, “g” e “h” do art. 17 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE;”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 26“§ 1º Poderão ser admi das transferências de discentes de mestrado ou doutorado da UFPB ou de outras instituições de ensino superior, segundo o Regimento Geral da UFPB e a Resolução nº 54/2024 do...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 27“§ 8º O PPGAgro terá Comissão de Bolsas cuja composição e competência serão estabelecidas em resolução específica do Colegiado, observadas as normas da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e as...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 30“Art. 30. A seleção será realizada por comissão constituída na forma do inciso III do art. 9º deste Regulamento, em consonância com o Capítulo IV, Seção I, deste Regulamento e com o inciso III do...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 35“I - fixar o número de vagas des nadas à en dade convenente, observado o art. 52 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE;”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 36“§ 3º No ato da matrícula, os candidatos deverão apresentar o cer ficado ou diploma de conclusão do curso de graduação e, no caso do doutorado, do curso de mestrado, nos termos do art. 53 da...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 37“Art. 37. Na época fixada no calendário escolar e antes do início de cada período le vo, a pessoa discente efetuará sua matrícula em componentes curriculares junto à Coordenação, ressalvados os...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 39“Art. 39. Poderá obter matrícula em componente curricular isolado do Programa, na condição de discente especial, quem possuir diploma de curso superior ou, excepcionalmente, discente de graduação...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 45“Art. 45. O número mínimo de créditos em disciplinas para integralização será de 22 (vinte e dois) no mestrado e de 35 (trinta e cinco) no doutorado, conforme o art. 64 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 60“Parágrafo único. O caput não se aplica à pessoa discente cujos estudos estejam interrompidos, nos termos do art. 60 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 65“Art. 65. Para apresentação ou defesa do Trabalho Final, a pessoa discente deverá, nos prazos estabelecidos no Regimento Geral da UFPB, na Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, nas normas específicas...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 72“Art. 72. O Trabalho Final será julgado por comissão examinadora constituída na forma do art. 85 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, com a alteração promovida pelo art. 3º da Resolução nº 26/2025...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 75“Art. 75. Para a outorga do grau de mestre ou doutor, a pessoa discente deverá, no prazo regimental, cumprir as exigências do Regimento Geral da UFPB, da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e deste Regulamento.”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 77“Art. 77. O registro do diploma de mestre ou doutor será processado pela Pró-Reitoria de PósGraduação, por delegação de competência do Ministério da Educação, na forma da legislação específica e...”
- citaRes. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 82“Art. 82. O PPGAgro poderá ser ex nto ou desa vado temporariamente, observado o art. 96 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.”
- citaEstatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) em: Anexo I, art. 11“Art. 11. A Coordenação do PPGAgro será exercida por uma pessoa tular da Coordenação e uma pessoa tular da Vice-Coordenação, escolhidas entre docentes permanentes com vínculo funcional com a UFPB,...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 7º“Art. 7º O Colegiado do PPGAgro é o órgão de competência norma va e delibera va em matérias de natureza acadêmica, pedagógica e administra va e atuará na forma estabelecida no Regulamento Geral dos...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 9º“Art. 9º São atribuições do Colegiado, além das previstas no art. 17 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e no Regimento Geral da UFPB: I - coordenar, orientar, deliberar sobre e acompanhar o...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 11“Art. 11. A Coordenação do PPGAgro será exercida por uma pessoa tular da Coordenação e uma pessoa tular da Vice-Coordenação, escolhidas entre docentes permanentes com vínculo funcional com a UFPB,...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 12“Art. 12. Compete à pessoa tular da Coordenação, além das atribuições previstas no art. 20 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e no Regimento Geral da UFPB: I - convocar e presidir as reuniões do...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 26“§ 1º Poderão ser admi das transferências de discentes de mestrado ou doutorado da UFPB ou de outras instituições de ensino superior, segundo o Regimento Geral da UFPB e a Resolução nº 54/2024 do...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 39“Art. 39. Poderá obter matrícula em componente curricular isolado do Programa, na condição de discente especial, quem possuir diploma de curso superior ou, excepcionalmente, discente de graduação...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 59“Art. 59. Além dos casos previstos no Regimento Geral da UFPB, será desligada do Programa a pessoa discente que: I - não efetuar a matrícula institucional;”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 65“Art. 65. Para apresentação ou defesa do Trabalho Final, a pessoa discente deverá, nos prazos estabelecidos no Regimento Geral da UFPB, na Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, nas normas específicas...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 75“Art. 75. Para a outorga do grau de mestre ou doutor, a pessoa discente deverá, no prazo regimental, cumprir as exigências do Regimento Geral da UFPB, da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e deste Regulamento.”
Por dispositivo desta norma
- art. 3º→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 12/2025→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 26/2001→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 73/2011
- norma inteira→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 12/2015 (sugestão)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 1101 em comumRes. CONSEPE 30/2026
- paralela · 1030 em comumRes. CONSEPE 22/2026
- paralela · 901 em comumRes. CONSEPE 48/2025
- paralela · 705 em comumRes. CONSEPE 03/2026
- paralela · 548 em comumRes. CONSEPE 54/2026
- paralela · 498 em comumRes. CONSEPE 39/2026
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 40 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 83 artigo(s) com âncora.
[página 1 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] Sa ap SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 32/2026
Revoga as Resoluções nº 26/2001, nº 73/2011 e nº 12/2025 do CONSEPE e aprova o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós- Graduação em Agronomia, nos níveis de Mestrado Acadêmico e Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Agrárias.
O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (CONSEPE) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, tendo em vista a aprovação ad referendum da Presidência, em 6 de julho de 2026, constante do Processo nº 23074.124984/2025-20,
RESOLVE:
¶Art. 1º Ficam aprovados o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro), nos níveis de Mestrado Acadêmico e Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Agrárias.
Parágrafo único. O Programa de que trata o caput oferecerá uma área de concentração, denominada Agricultura Tropical, e as seguintes linhas de pesquisa:
| - Tecnologia da Produção Agrícola e Sustentabilidade;
Il - Biotecnologia, Melhoramento e Proteção de Plantas Cultivadas; e
III - Ciência e Tecnologia de Sementes, Bioquímica, Fisiologia Vegetal e Pós-Colheita.
¶Art. 2º O Regulamento e a Estrutura Acadêmica de que trata o art. 1º integram esta Resolução na forma dos Anexos le II.
¶Art. 3º Ficam revogadas as Resoluções nº 26/2001, nº 73/2011 e nº 12/2025 do CONSEPE.
¶Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 4 de agosto de 2026.
Terezinha Domiciano Dantas Martins Presidente [fim da página 1]
ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 32/2026 DO CONSEPE
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM AGRONOMIA, NOS NÍVEIS DE MESTRADO ACADÊMICO E DOUTORADO, DO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA
¶Art. 1º O Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Agronomia (PPGAgro), vinculado ao Centro de Ciências Agrárias (CCA), Campus II, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), nos níveis de Mestrado Acadêmico e Doutorado, des na-se à qualificação e ao aprofundamento do conhecimento de docentes, pessoas pesquisadoras, extensionistas e profissionais de nível superior em áreas de interesse para o desenvolvimento do País, com vistas à atuação no desenvolvimento da ciência e da tecnologia e na produção e difusão do conhecimento cien fico e sociocultural, por meio de estudos avançados e de pesquisa em Agronomia.
¶Art. 2º Os cursos de Mestrado Acadêmico e Doutorado do PPGAgro possuem uma área de concentração, denominada Agricultura Tropical, e as seguintes linhas de pesquisa:
I - Tecnologia da Produção Agrícola e Sustentabilidade;
II - Biotecnologia, Melhoramento e Proteção de Plantas Cul vadas; e
III - Tecnologia de Sementes, Bioquímica, Fisiologia Vegetal e Pós-Colheita.
Parágrafo único. A área de concentração de que trata o caput poderá ser alterada ou ex nta, de acordo com as conveniências e as condições do Programa, observadas a tramitação e as normas internas da UFPB.
¶Art. 3º O PPGAgro, por meio da oferta dos cursos de Mestrado Acadêmico e Doutorado, tem por obje vo a realização de estudos avançados e pesquisas originais que, apresentados na forma de dissertação ou tese, conduzam ao grau de mestre ou doutor em Agronomia.
Parágrafo único. O grau de mestre é pré-requisito para ingresso no curso de Doutorado.
¶Art. 4º O programa de estudos da pessoa discente compreenderá disciplinas, seminários, pesquisas e outras a vidades avançadas vinculadas à sua linha de pesquisa, em concordância com a pessoa orientadora.
¶Art. 5º O PPGAgro contará com a infraestrutura material e os recursos humanos disponibilizados pelo CCA e será desenvolvido, primordialmente, mediante a par cipação da Direção, dos Departamentos e dos demais setores do Centro.
§ 1º O PPGAgro contará com a colaboração de outros Centros da UFPB e poderá contar com a colaboração de outras ins tuições de ensino superior, centros ou ins tutos de pesquisa.
§ 2º A par cipação de órgãos não pertencentes à estrutura da UFPB dependerá da instrução de processo administra vo, da emissão de parecer técnico, da apreciação do Colegiado e da celebração do respec vo instrumento jurídico.
§ 3º Na elaboração deste Regulamento, será assegurada a autonomia acadêmica e administra va do Programa para a inclusão de disposições consideradas per nentes, observadas as normas da UFPB.
CAPÍTULO II DA ESTRUTURA DO PROGRAMA
Seção I Da Estrutura Organizacional
¶Art. 6º A estrutura organizacional e funcional do PPGAgro, nos termos do art. 15 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, compreende:
I - o Colegiado, como órgão delibera vo;
II - a Coordenação, como órgão execu vo do Colegiado; e
III - a Secretaria, como órgão de apoio administra vo.
Seção II Do Colegiado
¶Art. 7º O Colegiado do PPGAgro é o órgão de competência norma va e delibera va em matérias de natureza acadêmica, pedagógica e administra va e atuará na forma estabelecida no Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu da UFPB, no Estatuto e no Regimento Geral da UFPB.
Parágrafo único. Somente poderão integrar o Colegiado docentes e integrantes do corpo técnicoadministra vo que não estejam afastados de suas a vidades regulares na UFPB, bem como discentes regularmente matriculados no PPGAgro.
¶Art. 8º O Colegiado do PPGAgro será cons tuído, nos termos do art. 16 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, por:
I - a pessoa tular da Coordenação, que exercerá a Presidência;
II - a pessoa tular da Vice-Coordenação, que exercerá a Vice-Presidência;
III - representação correspondente a 1/3 (um terço) do corpo docente permanente, abrangidas todas as linhas de pesquisa do PPGAgro;
IV - uma representação do corpo docente colaborador;
V - representação discente na proporção de 1/5 (um quinto) do total de integrantes do Colegiado;
VI - uma representação do corpo técnico-administra vo.
§ 1º As pessoas tulares e suplentes da representação do corpo docente permanente serão escolhidas por seus pares em cada linha de pesquisa, podendo uma mesma linha contar com até duas pessoas tulares no Colegiado.
§ 2º A representação do corpo docente colaborador será exercida por uma pessoa tular e uma pessoa suplente, para mandato de 2 (dois) anos, permi da uma recondução consecu va e vedada a par cipação concomitante em mais de dois colegiados de programas de pós-graduação da UFPB.
§ 3º A representação discente será exercida por pessoas tulares e suplentes, escolhidas pelos discentes regularmente matriculados no PPGAgro, para mandato de 1 (um) ano, permi da uma recondução consecu va.
§ 4º A representação do corpo técnico-administra vo será exercida por uma pessoa tular e uma pessoa suplente, escolhidas entre integrantes designados para atuar no PPGAgro, para mandato de 2 (dois) anos, permi da uma recondução consecu va.
§ 5º O Colegiado reunir-se-á ordinária ou extraordinariamente, por convocação da Coordenação ou de 2/3 (dois terços) de seus integrantes, com a presença da maioria absoluta, e deliberará por maioria simples dos votos das pessoas presentes, preferencialmente em formato presencial e, excepcionalmente, em formato híbrido ou remoto, mediante jus fica va fundada em razões de eficiência e economicidade.
§ 6º Em caso de empate nas deliberações do Colegiado, caberá à pessoa tular da Coordenação o voto de desempate.
§ 7º O Colegiado é a instância recursal inicial das decisões da Coordenação, e o recurso deverá ser interposto no prazo de 10 (dez) dias úteis, sem efeito suspensivo.
§ 8º A indicação das representações docentes no Colegiado será disciplinada em norma própria, homologada pelo Colegiado.
¶Art. 9º São atribuições do Colegiado, além das previstas no art. 17 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e no Regimento Geral da UFPB:
I - coordenar, orientar, deliberar sobre e acompanhar o funcionamento acadêmico, pedagógico, didá co e orçamentário do PPGAgro;
II - aprovar, em primeira instância, alterações no Regulamento e na Estrutura Acadêmica do PPGAgro, inclusive na área de concentração;
III - aprovar, observada a legislação per nente, as indicações de docentes feitas pela Coordenação para, em comissão ou individualmente, desempenhar a vidades rela vas a:
a) seleção de candidatos;
b) orientação acadêmica;
c) orientação de Trabalho Final;
d) avaliação de projeto de Trabalho Final;
e) exame de adaptação curricular;
f) exames de qualificação;
g) exame de Trabalho Final;
h) reconhecimento de encaminhados pela PRPG; e
tulos de pós-graduação ob dos em ins tuições estrangeiras e
i) outros assuntos de interesse do PPGAgro;
IV - estabelecer normas de ingresso e permanência de docentes no PPGAgro, definir critérios para credenciamento, descredenciamento e recredenciamento nas categorias permanente, colaborador ou visitante e fixar o limite máximo de orientações por docente, observadas as recomendações da respec va área de avaliação da CAPES;
V - aprovar o edital de seleção para ingresso de discentes no PPGAgro;
VI - decidir sobre a equivalência entre disciplinas de pós-graduação cursadas na UFPB ou em outras ins tuições de ensino superior, desde que em curso credenciado, e disciplinas da Estrutura Acadêmica do PPGAgro;
VII - decidir sobre a aceitação de créditos ob dos em outros cursos ou programas de pósgraduação stricto sensu da UFPB ou de outras ins tuições de ensino superior, observado o disposto neste Regulamento e nas normas da PRPG;
VIII - fixar o número máximo de vagas do PPGAgro para cada período le vo, considerada a capacidade de orientação de Trabalho Final do corpo docente permanente;
IX - decidir sobre o desligamento de discentes, nos casos previstos nas normas vigentes;
X - decidir sobre pedidos de interrupção de estudos, nos casos previstos nas normas vigentes;
XI - deliberar sobre a oferta de vagas e o ingresso de discentes especiais;
XII - decidir sobre o ingresso de discentes vinculados a convênio firmado pela UFPB ou a acordo internacional do Governo Federal, fora do processo sele vo regular, considerada a capacidade de orientação de Trabalho Final e observadas as normas da PRPG;
XIII - decidir sobre a transferência de discentes, segundo os critérios estabelecidos nas normas vigentes;
XIV - homologar as decisões das comissões cons tuídas para o cumprimento das alíneas “a”, “c”, “d”, “e”, “g”, “h” e “i” do inciso III do caput;
XV - convocar e realizar, pelo menos, uma assembleia ampliada por ano;
XVI - apreciar o relatório anual de a vidades do PPGAgro, subme do pela Coordenação e apresentado na assembleia ampliada;
XVII - apreciar o plano de aplicação dos recursos financeiros des nados ao PPGAgro, elaborado pela Coordenação;
XVIII - propor convênios e acordos de cooperação;
XIX - implementar as determinações emanadas dos órgãos superiores da UFPB;
XX - apreciar, quando cabível, as sugestões encaminhadas por escrito pelos Conselhos de Centro, docentes e discentes sobre o funcionamento do PPGAgro;
XXI - manifestar-se sobre infrações disciplinares e encaminhá-las, quando cabível, aos órgãos competentes;
XXII - decidir sobre requerimentos e recursos subme dos à sua apreciação;
XXIII - homologar os pareceres das comissões examinadoras rela vos aos processos de reconhecimento de tulos de pós-graduação ob dos em ins tuições estrangeiras e encaminhados pela PRPG;
XXIV - homologar os nomes de docentes indicados pela Coordenação, individualmente ou em comissão, para prestar apoio no desempenho de suas atribuições; e
XXV - homologar a distribuição das bolsas de estudo realizada pela Comissão de Bolsas do PPGAgro, rela vamente às cotas concedidas pelas agências de fomento e pela UFPB.
Parágrafo único. Para fins deste Regulamento, considera-se Trabalho Final a dissertação ou a tese apresentada por discente de mestrado ou doutorado para obtenção do grau de mestre ou doutor em Agronomia.
Seção III Da Coordenação do PPGAgro
¶Art. 10. A Coordenação do PPGAgro é o órgão responsável pela organização e pelo funcionamento do Colegiado, pela execução de suas decisões e pela aplicação de suas diretrizes.
Parágrafo único. O PPGAgro promoverá a interação e a par cipação dos corpos docente e discente por meio de assembleias, eventos e outros instrumentos de caráter consul vo, regulamentados pelo Colegiado.
¶Art. 11. A Coordenação do PPGAgro será exercida por uma pessoa tular da Coordenação e uma pessoa tular da Vice-Coordenação, escolhidas entre docentes permanentes com vínculo funcional com a UFPB, nos termos do Estatuto e do Regimento Geral da UFPB, com os nomes homologados pelo Conselho de Centro responsável administra vamente pelo Programa e as designações formalizadas pela Reitoria.
§ 1º O mandato das pessoas tulares da Coordenação e da Vice-Coordenação será de 2 (dois) anos, permi da uma recondução mediante nova consulta.
§ 2º Par ciparão da consulta para a Coordenação e a Vice-Coordenação, como eleitores:
a) docentes permanentes e colaboradores do PPGAgro;
b) discentes regularmente matriculados; e
c) integrantes do corpo técnico-administra vo designados para atuar no PPGAgro.
§ 3º A consulta será realizada mediante inscrição prévia de chapas compostas por candidaturas às funções de Coordenação e Vice-Coordenação, conforme o regulamento do Centro de Ciências Agrárias, e será eleita a chapa que ob ver a maioria simples dos votos válidos.
§ 4º A pessoa tular da Vice-Coordenação subs tuirá a pessoa tular da Coordenação em suas ausências e impedimentos e atuará como sua principal colaboradora nas tarefas de caráter permanente, podendo compar lhar suas atribuições.
§ 5º Nas ausências e nos impedimentos simultâneos das pessoas tulares da Coordenação e da Vice-Coordenação, a Coordenação será exercida por integrante do Colegiado com maior tempo de credenciamento no PPGAgro e, em caso de empate, com maior tempo de vínculo com a UFPB.
§ 6º As pessoas tulares da Coordenação e da Vice-Coordenação não poderão exercer, concomitantemente, a coordenação de outro curso de graduação ou de outro curso ou programa de pós-graduação na UFPB ou fora dela.
§ 7º Em caso de vacância, será realizada, no prazo de 30 (trinta) dias, a indicação das pessoas subs tutas, na forma do caput.
§ 8º O mandato das pessoas escolhidas na hipótese do § 7º corresponderá ao período restante do mandato da pessoa subs tuída.
¶Art. 12. Compete à pessoa tular da Coordenação, além das atribuições previstas no art. 20 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e no Regimento Geral da UFPB:
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado, cabendo-lhe o direito de voto, inclusive o voto de desempate;
II - submeter à apreciação do Colegiado, para credenciamento, recredenciamento ou descredenciamento, os nomes de docentes e pessoas pesquisadoras que integrarão o corpo docente do PPGAgro;
III - apreciar os pedidos de trancamento de matrícula em componentes curriculares individualizados, com base na jus fica va da pessoa discente e na anuência da pessoa orientadora;
IV - submeter à apreciação do Colegiado os pedidos de interrupção de estudos, na forma deste Regulamento;
V - submeter à apreciação do Colegiado os processos de aproveitamento de estudos e de transferência de discentes;
VI - submeter à análise do Colegiado os pedidos de matrícula de discente especial e de discente vinculado a convênio, na forma do Regimento Geral da UFPB e deste Regulamento;
art. 9º;
VII - indicar ao Colegiado docentes para o cumprimento das a vidades referidas no inciso III do
VIII - propor ao Colegiado, com ciência da pessoa orientadora, o desligamento de discentes nos casos previstos nas normas vigentes, assegurados o contraditório e a ampla defesa;
IX - supervisionar, no âmbito do PPGAgro, a manutenção do controle acadêmico em consonância com as diretrizes estabelecidas pela Coordenação-Geral de Acompanhamento e Avaliação dos Programas e Cursos de Pós-Graduação Stricto e Lato Sensu (CAAPG);
X - remeter à CAAPG, em processo administra vo, a documentação exigida para a expedição de diploma;
XI - comunicar à CAAPG os desligamentos de discentes;
XII - preparar os relatórios anuais de coleta de dados da CAPES necessários à avaliação do PPGAgro no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação e encaminhá-los à CAAPG nos prazos estabelecidos;
XIII - submeter anualmente ao Colegiado o relatório das a vidades acadêmicas do PPGAgro;
XIV - elaborar os planos de aplicação dos recursos financeiros recebidos pelo PPGAgro e submetê-los à apreciação do Colegiado;
XV - organizar e planejar, em ar culação com os departamentos, estágios, seminários, encontros, a vidades equivalentes e ações de mobilidade nacional e internacional;
XVI - promover, pelo menos, uma reunião anual ampliada de autoavaliação com os docentes;
XVII - promover, pelo menos, uma reunião anual ampliada de autoavaliação com os discentes;
XVIII - promover, pelo menos, uma reunião anual ampliada de planejamento estratégico, alinhada ao processo de autoavaliação e ao Plano de Desenvolvimento Ins tucional da UFPB;
XIX - promover anualmente a autoavaliação do PPGAgro, com a par cipação de docentes e discentes;
XX - comunicar à PRPG o cancelamento, a renovação e a subs tuição de bolsistas;
XXI - solicitar às instâncias competentes as providências necessárias ao melhor funcionamento do PPGAgro quanto a instalações, equipamentos e pessoal;
XXII - organizar o calendário acadêmico anual do PPGAgro, a ser homologado pelo Colegiado;
XXIII - definir e divulgar, após consulta aos docentes, as disciplinas a serem oferecidas em cada período le vo e, quando houver limite de vagas, estabelecer as prioridades de matrícula entre os discentes interessados, mediante jus fica va escrita do docente responsável pela disciplina;
XXIV - orientar a matrícula e a execução dos serviços de escolaridade, conforme a sistemá ca estabelecida pelos órgãos centrais competentes e as normas do PPGAgro;
XXV - fiscalizar o cumprimento das a vidades acadêmicas e apresentar aos órgãos competentes os casos de irregularidade ou infração disciplinar;
XXVI - propor ao Colegiado a abertura de novas vagas para o processo sele vo, considerada a relação entre discentes e docentes recomendada pela área de avaliação da CAPES à qual o PPGAgro está vinculado;
XXVII - submeter ao Colegiado, para aprovação, o edital de cada processo sele vo;
XXVIII - submeter ao Colegiado, para aprovação, os processos de solicitação de vagas para candidaturas a estágio pós-doutoral no PPGAgro;
XXIX - cumprir e fazer cumprir as decisões dos órgãos superiores sobre matérias rela vas ao PPGAgro;
XXX - decidir ad referendum, em casos de urgência, sobre matéria de sua competência, submetendo o ato à ra ficação do Colegiado na primeira reunião subsequente;
XXXI - zelar pelos interesses do PPGAgro perante os órgãos superiores; e
XXXII - observar as normas vigentes do Código de É ca Profissional do Servidor Público Civil do Poder Execu vo Federal.
Seção IV Da Secretaria do PPGAgro
¶Art. 13. A Secretaria do PPGAgro é o órgão de apoio administra vo e de controle acadêmico direto do Programa.
Parágrafo único. As competências da Secretaria são as previstas no Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu da UFPB e neste Regulamento.
¶Art. 14. Compete à Secretaria, além de outras atribuições conferidas pela Coordenação:
I - receber, distribuir e controlar a tramitação da correspondência oficial e de outros documentos, mantendo-os organizados e atualizados;
II - organizar e manter coletâneas de portarias, resoluções, regulamentos, instruções norma vas, leis, decretos e outras normas de interesse do PPGAgro;
III - organizar os processos de inscrição e matrícula de candidatos e discentes;
IV - instruir os requerimentos de candidatos rela vos à inscrição e à matrícula;
V - manter em arquivo, pelo prazo de 90 (noventa) dias, os documentos de inscrição dos candidatos e, pelo prazo aplicável, os documentos de matrícula dos discentes;
VI - manter atualizado o arquivo dos Trabalhos Finais, dos respec vos projetos e da documentação de interesse do PPGAgro;
VII - manter atualizado o cadastro dos corpos docente e discente;
VIII - manter atualizado o sistema de gestão da informação acadêmica com os dados per nentes ao PPGAgro;
IX - gerenciar, em conjunto com a Coordenação, docentes e discentes, os calendários rela vos aos planos de estudo e às datas de qualificação e defesa;
X - secretariar a elaboração dos relatórios anuais necessários à avaliação do PPGAgro no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação e encaminhá-los à CAAPG nos prazos estabelecidos;
XI - secretariar as reuniões do Colegiado e as apresentações e defesas de Trabalho Final; e
XII - exercer outras competências estabelecidas pela Coordenação ou pelo Colegiado do PPGAgro.
CAPÍTULO III DO CORPO DOCENTE
Seção I Do Corpo Docente
¶Art. 15. O corpo docente do PPGAgro será cons tuído por docentes e pessoas pesquisadoras com tulo de doutorado ou de livre-docência, qualificados nas seguintes categorias, conforme o art. 27 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE:
I - docentes permanentes:
a) docentes do quadro da UFPB que atuem de forma direta, intensa e con nua no PPGAgro e integrem o núcleo estável responsável pelas a vidades de ensino, pesquisa, extensão, orientação e administração;
b) em casos especiais ou decorrentes de convênio, docentes ou pessoas pesquisadoras de outras ins tuições que atuem no Programa nas mesmas condições previstas na alínea “a”; e
c) cada docente permanente deverá submeter ao Colegiado e cadastrar projeto de pesquisa sob sua coordenação, com duração máxima de 4 (quatro) anos;
II - docentes colaboradores: integrantes do corpo docente que não atendam a todos os requisitos para enquadramento como permanentes ou visitantes, mas par cipem sistema camente do desenvolvimento de projetos de pesquisa, de a vidades de ensino ou extensão ou da orientação de discentes, independentemente de vínculo com a UFPB;
III - docentes visitantes: docentes ou pessoas pesquisadoras com vínculo funcional com outras ins tuições e liberação das a vidades correspondentes a esse vínculo, por período con nuo e em regime de dedicação integral, para colaboração em projeto de pesquisa, podendo desenvolver a vidades de ensino, orientação e extensão, conforme plano aprovado pelo Colegiado; e
IV - docentes voluntários: docentes cuja par cipação no PPGAgro seja formalizada por meio do procedimento previsto em resolução específica do CONSEPE, inclusive na Resolução nº 34/2020 do CONSEPE.
Parágrafo único. Enquadram-se como visitantes os docentes que atendam ao disposto no inciso III do caput e tenham sua atuação no Programa viabilizada por contrato de trabalho por tempo determinado ou por bolsa concedida para essa finalidade pela UFPB ou por agência de fomento.
¶Art. 16. Os docentes permanentes cons tuem o núcleo principal do corpo docente do PPGAgro e deverão atender aos seguintes requisitos:
I - desenvolver a vidades de ensino na pós-graduação e na graduação;
II - par cipar de projetos de pesquisa do Programa; e
III - orientar discentes de mestrado e doutorado do PPGAgro.
§ 1º Docentes que não atendam aos incisos I e III do caput poderão integrar o quadro permanente nas seguintes situações: exercício de cargo de direção ou função gra ficada; ausência de programação de disciplina sob sua responsabilidade; afastamento para realização de estágio pósdoutoral, estágio sênior ou a vidade considerada relevante pelo Colegiado, desde que atendidos os demais requisitos deste ar go.
§ 2º Em caráter excepcional, consideradas as especificidades da área, poderão integrar o corpo docente permanente docentes e profissionais sem vínculo funcional com a UFPB que se enquadrem em uma das seguintes condições:
a) recebimento de bolsa de fixação de docentes ou de pessoas pesquisadoras concedida por agência federal ou estadual de fomento;
b) condição de docente ou pessoa pesquisadora em aposentadoria, com termo de compromisso firmado com a UFPB para par cipação no PPGAgro; ou
c) cessão, mediante convênio, para atuação como docente do Programa.
§ 3º O corpo docente dos programas de pós-graduação da UFPB deverá observar os parâmetros definidos como aceitáveis pela área de avaliação da CAPES à qual o Programa esteja vinculado, ressalvados os casos em que o curso ou o Programa esteja impedido de ofertar novas vagas.
§ 4º A manutenção do conjunto de docentes declarados permanentes pelo PPGAgro será objeto de acompanhamento e avaliação sistemá ca pelo Colegiado, segundo os critérios estabelecidos pela CAPES.
¶Art. 17. A categoria de docentes visitantes compreende docentes ou pessoas pesquisadoras com vínculo funcional com outras ins tuições e liberação das a vidades correspondentes a esse vínculo, por período con nuo e em regime de dedicação integral, para colaboração em projeto de pesquisa, podendo desenvolver a vidades de ensino, orientação e extensão, conforme plano aprovado pelo Colegiado.
Parágrafo único. Enquadram-se como visitantes os docentes que atendam ao caput e tenham sua atuação no PPGAgro viabilizada por contrato de trabalho por tempo determinado ou por bolsa concedida para essa finalidade pela UFPB ou por agência de fomento.
¶Art. 18. Integram a categoria de docentes colaboradores os integrantes do corpo docente que não atendam a todos os requisitos para enquadramento como permanentes ou visitantes, mas par cipem sistema camente do desenvolvimento de projetos de pesquisa, de a vidades de ensino ou extensão ou da orientação de discentes, independentemente de vínculo com a UFPB.
Parágrafo único. Enquadram-se como colaboradores os docentes que atendam ao caput e cuja atuação no PPGAgro seja formalizada em processo apreciado pelo Colegiado.
¶Art. 19. A liberação de docente ou pessoa pesquisadora para atuação no PPGAgro deverá ser autorizada pelo colegiado do departamento, órgão ou ins tuição de lotação, seguida da formalização de processo de ingresso dirigido à Coordenação, que o submeterá à apreciação do Colegiado.
Seção II Do Credenciamento, Recredenciamento e Descredenciamento do Corpo Docente
¶Art. 20. Os integrantes do corpo docente do PPGAgro serão credenciados ou recredenciados pelo Colegiado, nas categorias previstas no art. 15 deste Regulamento, mediante candidatura própria e na forma estabelecida em edital específico, devendo atender aos seguintes critérios:
I - possuir produção cien fica qualificada, de acordo com as normas da CAPES, vinculada à área de concentração e à linha de pesquisa em que atuará no PPGAgro, conforme o prazo estabelecido nas normas de credenciamento;
II - ter disponibilidade para lecionar disciplinas da Estrutura Acadêmica do PPGAgro;
III - ter disponibilidade para orientar discentes do PPGAgro; e
IV - liderar ou par cipar de grupo de pesquisa cadastrado no Diretório Nacional de Pesquisa.
§ 1º A produção cien fica mencionada no inciso I do caput deverá ser qualificada segundo critérios definidos pelo Colegiado, em consonância com aqueles estabelecidos pela área de avaliação Ciências Agrárias I da CAPES.
§ 2º Ao final de cada quadriênio, os docentes permanentes deverão formalizar processo dirigido à Coordenação para solicitar o recredenciamento, com base nos critérios estabelecidos no edital de que trata o caput.
¶Art. 21. A permanência na condição de docente credenciado no PPGAgro dependerá do resultado da avaliação quadrienal de desempenho realizada pelo Colegiado, com base nos acompanhamentos anuais e, no mínimo, nos seguintes critérios:
I - dedicação às a vidades de ensino, orientação, pesquisa ou extensão e par cipação em comissões examinadoras, quando houver convocação; e
II - produção cien fica qualificada, bibliográfica, técnica, ar s ca ou cultural, comprovada e atualizada nos úl mos 4 (quatro) anos.
§ 1º O descredenciamento pelo Colegiado deverá ser fundamentado na avaliação do desempenho acadêmico, em conformidade com este ar go e com as resoluções específicas do PPGAgro.
§ 2º O descredenciamento poderá ser solicitado, a qualquer tempo, por docente ou pessoa pesquisadora.
¶Art. 22. Entre os integrantes credenciados do corpo docente do PPGAgro, serão escolhidas as pessoas orientadoras do Trabalho Final, observadas a disponibilidade de vagas, a abertura de edital específico e a aprovação de discentes nas respec vas linhas de pesquisa.
¶Art. 23. As atribuições das pessoas orientadoras são as definidas no parágrafo único do art. 34 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
Seção III Da Orientação: Indicação e Atribuições
¶Art. 24. Será assegurada a cada discente de pós-graduação da UFPB uma pessoa orientadora, de acordo com as normas estabelecidas neste Regulamento.
§ 1º A pessoa orientadora será escolhida entre os integrantes do corpo docente credenciado no Programa, observada a disponibilidade de vaga.
§ 2º Havendo necessidade, compe rá à Coordenação indicar a pessoa orientadora, de comum acordo com o discente e com a pessoa indicada, para homologação pelo Colegiado.
§ 3º De acordo com a natureza do trabalho, poderá ser designada uma pessoa coorientadora ou uma segunda pessoa orientadora, observadas as normas do Regulamento Geral dos Programas de PósGraduação stricto sensu da UFPB.
§ 4º A pessoa coorientadora deverá possuir tulo de doutorado e poderá ser docente do PPGAgro, de outro programa de pós-graduação stricto sensu da UFPB, de outra ins tuição de ensino superior ou de órgão ou ins tuto de pesquisa, desde que possua qualificação e experiência em área per nente à proposta do Programa, seja indicada pela pessoa orientadora, de comum acordo com o discente, e aprovada pelo Colegiado.
§ 5º A pessoa discente poderá ter uma segunda pessoa orientadora, designada pelo Colegiado, quando jus ficada a natureza interdisciplinar do trabalho.
§ 6º A segunda pessoa orientadora será docente ou pessoa pesquisadora com tulo de doutorado, interna ou externa à UFPB, com produção cien fica complementar à temá ca interdisciplinar da pesquisa e a mesma responsabilidade da pessoa orientadora.
§ 7º Também será considerada pessoa orientadora a pessoa docente designada em convênio firmado entre a UFPB e ins tuição estrangeira de ensino ou pesquisa para realização de pós-graduação stricto sensu em regime de cotutela.
§ 8º Havendo mais de uma pessoa orientadora, incluídos os casos de doutorado sanduíche e de cotutela, todas deverão declarar formalmente sua anuência à orientação conjunta.
§ 9º Em caso de ausência das pessoas orientadoras da UFPB e inexis ndo pessoa coorientadora, o Colegiado indicará integrante do corpo docente credenciado para supervisionar as a vidades desenvolvidas pela pessoa discente no Programa.
§ 10. Em caso de descredenciamento da pessoa orientadora, será escolhida nova pessoa orientadora nos termos do caput.
§ 11. Além dos casos previstos no art. 34, §§ 9º e 10, da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, o PPGAgro estabelecerá as condições para mudança de pessoa orientadora ou coorientadora.
¶Art. 25. Compete à pessoa orientadora:
I - assis r o discente no planejamento de seu programa acadêmico de estudos;
II - assis r o discente na escolha de disciplinas no ato de cada matrícula;
III - autorizar o discente a encaminhar o projeto de Trabalho Final ao Comitê de É ca em Pesquisa da UFPB, quando se tratar de pesquisa com seres humanos, ou à Comissão de É ca no Uso de Animais da UFPB, quando se tratar de pesquisa com animais;
IV - assis r o discente na preparação do projeto de Trabalho Final;
V - acompanhar e avaliar o desempenho do discente nas a vidades acadêmicas;
VI - diagnos car problemas e dificuldades que interfiram no desempenho do discente e prestarlhe orientação na busca de soluções;
VII - informar ao Colegiado, por meio de relatório avalia vo apresentado após cada período le vo, o desempenho do discente;
VIII - emi r, por solicitação da Coordenação, parecer prévio nos processos iniciados pelo discente e subme dos à apreciação do Colegiado;
IX - autorizar, a cada período le vo, a matrícula do discente, de acordo com o planejamento de seu programa acadêmico de estudos;
X - propor ao Colegiado o desligamento do discente que não cumprir o programa acadêmico de estudos previamente planejado, observadas as normas do PPGAgro e assegurada a ampla defesa;
XI - escolher, de comum acordo com o discente, quando necessário, uma pessoa coorientadora;
XII - acompanhar o discente na execução da dissertação ou tese, em todas as etapas, fornecendo os subsídios necessários e permanecendo disponível para as consultas e discussões solicitadas;
XIII - recomendar a apresentação ou defesa do Trabalho Final pelo discente;
XIV - autorizar o discente a cumprir créditos complementares;
XV - autorizar a realização das avaliações e dos exames previstos nas alíneas “f”, “g” e “h” do art. 17 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE;
XVI - manifestar-se sobre o cancelamento da bolsa do discente sob sua orientação, nos casos previstos nas normas da UFPB, das agências de fomento e do Programa;
XVII - acompanhar a adaptação curricular do discente decorrente de aproveitamento de estudos;
XVIII - par cipar do procedimento de mudança de nível do discente do mestrado para o doutorado;
XIX - manifestar-se, quando necessário, sobre os procedimentos de trancamento e interrupção de estudos do discente;
XX - tomar ciência dos procedimentos administra vos de desligamento e abandono do discente;
XXI - sugerir nomes para a composição das bancas examinadoras e acompanhar a preparação das sessões de defesa dos Trabalhos Finais;
XXII - apreciar o relatório final das a vidades acadêmicas do discente, a ser homologado pelo Colegiado; e
XXIII - atestar o cumprimento das alterações exigidas pela banca examinadora do Trabalho Final na entrega dos exemplares defini vos, quando cabível.
CAPÍTULO IV DA ADMISSÃO AO PROGRAMA
Seção I Da Seleção
¶Art. 26. O processo de inscrição e seleção para ingresso no PPGAgro será disciplinado por este Regulamento e pelo edital de seleção, aprovado pelo Colegiado, com ciência da Direção do Centro e publicado na página eletrônica do Programa com antecedência mínima de 30 (trinta) dias do início das inscrições.
§ 1º Poderão ser admi das transferências de discentes de mestrado ou doutorado da UFPB ou de outras ins tuições de ensino superior, segundo o Regimento Geral da UFPB e a Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, a critério do Colegiado, desde que haja vaga e disponibilidade de pessoa orientadora.
§ 2º O prazo máximo para solicitação de transferência será estabelecido em norma interna do PPGAgro e contado do início do curso na ins tuição de origem, observado o disposto na Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
¶Art. 27. As inscrições para seleção ao PPGAgro serão abertas mediante edital elaborado pelo Colegiado e divulgado nas páginas eletrônicas do Programa e da UFPB.
§ 1º O número máximo de vagas oferecidas em cada processo sele vo será fixado pelo Colegiado, com base na capacidade de orientação de Trabalho Final do corpo docente permanente.
§ 2º O edital de seleção de que trata o caput definirá expressamente os seguintes aspectos:
a) período, local e horário de Brasília para inscrição;
b) documentação exigida para inscrição;
c) especificação dos diplomas de graduação aceitos, desde que outorgados por ins tuições credenciadas pelo CNE/MEC;
d) critérios de seleção;
e) número de vagas ofertadas e sua distribuição por área ou linha de pesquisa, quando cabível;
f) datas, locais e horários das provas, entrevistas e análises de currículos, quando cabível;
g) notas mínimas exigidas em cada etapa do processo sele vo;
h) local de divulgação dos resultados e das notas de cada etapa;
i) local de divulgação do resultado final, com a lista de candidatos aprovados e classificados em ordem decrescente das médias finais;
j) procedimento e prazo para interposição de recurso ao final de cada etapa;
k) comprovante da taxa de inscrição, quando houver, com as especificações para pagamento por Guia de Recolhimento da União (GRU) e as instruções para solicitação de isenção, conforme a legislação federal;
l) período da matrícula ins tucional dos candidatos aprovados e classificados; e
m) outros aspectos ou documentos considerados per nentes pelo Colegiado.
§ 3º Compete à Coordenação deferir a solicitação de inscrição do candidato com base na regularidade da documentação exigida, após conferência pela Secretaria.
§ 4º Fica assegurada a inscrição de candidatos que, embora não apresentem o diploma ou cer ficado de graduação exigido, estejam aptos a obtê-lo antes da matrícula ins tucional, mediante diploma, cer dão ou declaração expedida pela ins tuição ou pela Coordenação do curso de origem, desde que credenciada pelo CNE/MEC.
§ 5º O número máximo de vagas oferecidas em cada processo sele vo será fixado pelo Colegiado, observados os seguintes critérios:
a) capacidade de pesquisa instalada no PPGAgro;
b) capacidade de orientação de Trabalho Final dos docentes permanentes;
c) relação entre discentes e pessoas orientadoras, consideradas as recomendações da área de avaliação da CAPES;
d) fluxo de ingresso e conclusão de discentes nos anos anteriores;
e) capacidade de pesquisa instalada no PPGAgro; e
f) critérios adicionais estabelecidos no edital de seleção.
§ 6º Na análise de currículos e históricos escolares, deverão ser explicitadas, no edital de seleção, as pontuações e os pesos atribuídos aos diferentes pos de produção acadêmica dos candidatos, de modo que as notas sejam obje vamente verificáveis mediante critérios previamente estabelecidos.
§ 7º Em observância ao princípio da igualdade de acesso ao ensino público, serão adotados, como critérios de desempate em cada etapa e ao final do certame, exclusivamente critérios baseados no mérito do candidato.
§ 8º O PPGAgro terá Comissão de Bolsas cuja composição e competência serão estabelecidas em resolução específica do Colegiado, observadas as normas da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e as recomendações e exigências das agências de fomento.
¶Art. 28. Para inscrição na seleção do curso de Mestrado do PPGAgro, serão exigidos:
I - cópia auten cada do diploma de graduação ou documento equivalente;
II - histórico escolar da graduação;
III - Curriculum Vitae acompanhado dos documentos comprobatórios;
IV - no caso de candidato com vínculo emprega cio, declaração da ins tuição de origem que ateste sua liberação para realização do curso, quando cabível, mediante manifestação prévia do docente interessado;
V - declaração de empresa ou órgão público conveniado com a UFPB que indique o candidato, quando cabível;
VI - plano contendo visão sinté ca da área em que pretende desenvolver seus estudos, com iden ficação dos principais problemas e das possíveis soluções;
VII - formulário de inscrição devidamente preenchido, acompanhado de fotografia 3 x 4;
VIII - cópia do documento de iden dade e do CPF ou, no caso de candidato estrangeiro, do registro nacional migratório ou do passaporte;
IX - comprovante de quitação com as obrigações militares, quando cabível, e eleitorais, no caso de candidato brasileiro; e
X - recibo de pagamento da taxa de inscrição ou comprovante de isenção.
§ 1º A Coordenação deferirá o pedido de inscrição com base na regularidade da documentação apresentada.
§ 2º Caso a pessoa candidata ainda não tenha concluído o curso de graduação no momento da inscrição, deverá apresentar documento que comprove estar em condições de concluí-lo antes do período de matrícula para ingresso no Programa.
¶Art. 29. Para inscrição na seleção do curso de Doutorado, serão exigidos, além da documentação prevista no art. 28, os seguintes documentos, com auten cação eletrônica, assinatura e iden ficação ins tucional:
I - diploma de mestrado; e
II - histórico escolar do curso de mestrado.
¶Art. 30. A seleção será realizada por comissão cons tuída na forma do inciso III do art. 9º deste Regulamento, em consonância com o Capítulo IV, Seção I, deste Regulamento e com o inciso III do art. 17 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
¶Art. 31. O processo sele vo terá caráter eliminatório e classificatório.
Parágrafo único. O Colegiado poderá determinar a realização de provas e entrevistas com os candidatos.
¶Art. 32. A Coordenação, ouvida a Comissão de Seleção, poderá exigir do candidato selecionado o cumprimento, no prazo fixado, de estudos complementares, inclusive disciplinas de graduação, concomitantemente ou não às a vidades do Programa e sem direito a crédito.
¶Art. 33. Ao final do processo sele vo, serão divulgadas as seguintes listas de candidatos aprovados:
I - candidatos que concorreram às vagas de ampla concorrência;
II - candidatos que concorreram às vagas des nadas às ações afirma vas, conforme resolução específica; e
III - classificação geral dos candidatos, considerada a nota final no processo sele vo.
§ 1º Caso as vagas mencionadas no inciso II do caput não sejam preenchidas, poderão ser remanejadas para candidatos da ampla concorrência, a critério do Colegiado, observada a ordem de classificação.
§ 2º Os candidatos mencionados no inciso II do caput que forem aprovados dentro do número de vagas da ampla concorrência não serão computados para o preenchimento das vagas reservadas.
§ 3º As vagas remanescentes serão preenchidas de acordo com a classificação geral prevista no inciso III do caput.
¶Art. 34. Ex-discentes formalmente desligados do Programa poderão par cipar de novo processo sele vo.
¶Art. 35. Havendo convênio firmado entre a UFPB e ins tuição estrangeira ou Acordo Cultural Internacional do Governo Federal, caberá ao Colegiado:
I - fixar o número de vagas des nadas à en dade convenente, observado o art. 52 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE; e
II - ins tuir comissão para selecionar e classificar os candidatos par cipantes do convênio firmado pela UFPB.
§ 1º A seleção e a classificação de que trata o caput serão realizadas exclusivamente com base nos documentos exigidos pelo convênio.
§ 2º Compete à Coordenação, por intermédio da PRPG, emi r as cartas de aceitação dos candidatos selecionados e classificados no âmbito dos convênios ou acordos.
Seção II Da Matrícula
¶Art. 36. A pessoa candidata aprovada e classificada deverá efetuar, nos prazos fixados no calendário escolar, a matrícula ins tucional, mediante apresentação da documentação exigida, passando a vincular-se à UFPB e recebendo número de matrícula que a iden ficará como discente regular.
§ 1º No ato da matrícula, a pessoa candidata deverá apresentar termo de compromisso que comprove sua disponibilidade para par cipar do Programa em regime de tempo integral, podendo ausentar-se das a vidades do curso mediante anuência escrita da pessoa orientadora e comunicação à Coordenação.
§ 2º A matrícula será realizada na Secretaria do Programa e cons tuirá condição para matrícula em componentes curriculares.
§ 3º No ato da matrícula, os candidatos deverão apresentar o cer ficado ou diploma de conclusão do curso de graduação e, no caso do doutorado, do curso de mestrado, nos termos do art. 53 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
§ 4º O ex-discente de que trata o art. 34 receberá novo número de matrícula.
§ 5º A não confirmação do ingresso no PPGAgro no prazo fixado implicará desistência da pessoa candidata, perda dos direitos decorrentes da aprovação e classificação e desligamento automá co do Programa.
§ 6º Em casos excepcionais, a critério do Colegiado, será permi da a matrícula ins tucional de pessoa candidata aprovada e classificada após o transcurso do período correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária prevista para o período le vo.
§ 7º Os diplomas de graduação ob dos no exterior e apresentados por candidatos aprovados deverão estar revalidados no Brasil, ressalvados os casos previstos em acordos culturais e aqueles em que o candidato pretenda exclusivamente dar con nuidade aos estudos por meio da pós-graduação.
§ 8º Para candidatos aprovados que pretendam exclusivamente realizar estudos de pósgraduação stricto sensu na UFPB e tenham ob do diploma de graduação em país integrante do Mercosul ou em outro país, a revalidação de que trata o § 7º poderá ser realizada pelo Colegiado, por intermédio da Assessoria Internacional, desde que o curso de graduação tenha duração mínima de 4 (quatro) anos ou 2.700 (duas mil e setecentas) horas, observadas as normas vigentes.
§ 9º Embora dispensados da revalidação, os diplomas dos candidatos enquadrados no § 8º deverão estar acompanhados de documento emi do pela ins tuição de origem que comprove sua acreditação no sistema educacional do país e da documentação necessária à inscrição no processo sele vo.
¶Art. 37. Na época fixada no calendário escolar e antes do início de cada período le vo, a pessoa discente efetuará sua matrícula em componentes curriculares junto à Coordenação, ressalvados os casos de interrupção de estudos previstos no art. 59 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
§ 1º Não será permi da, durante a integralização do PPGAgro, a matrícula em componente curricular no qual a pessoa discente já tenha sido aprovada.
§ 2º Para fins do caput, o Trabalho Final será considerado a vidade curricular, e serão registradas no histórico escolar as expressões “Trabalho de Dissertação”, para discentes de mestrado, e “Trabalho de Tese”, para discentes de doutorado.
§ 3º A orientação acadêmica rela va à matrícula em componentes curriculares e à organização e ao acompanhamento do plano de estudos será prestada conforme as normas deste Regulamento.
¶Art. 38. Será permi da a mudança de nível do mestrado para o doutorado, sem submissão a novo processo sele vo, para discentes com desempenho destacado que atendam aos seguintes critérios:
I - estar matriculado no curso há, no máximo, 18 (dezoito) meses;
II - possuir recomendação expressa da pessoa orientadora e aprovação do Colegiado;
III - ter trabalho extraído de tema vinculado à dissertação aceito para publicação em revista de alto impacto, segundo os critérios estabelecidos pelo PPGAgro e as recomendações da área de avaliação Ciências Agrárias I da CAPES;
IV - ter projeto de pesquisa original, compa vel com as exigências do curso de Doutorado, avaliado e aprovado por comissão designada pelo Colegiado; e
V - ter integralizado os créditos do mestrado e demonstrado desempenho acadêmico destacado, conforme os critérios estabelecidos neste Regulamento.
§ 1º Para efeito de contagem de prazo, será considerada como data inicial do doutorado a data de início do mestrado.
§ 2º O Colegiado estabelecerá, em norma interna, os critérios específicos para a mudança de nível de que trata o caput.
¶Art. 39. Poderá obter matrícula em componente curricular isolado do Programa, na condição de discente especial, quem possuir diploma de curso superior ou, excepcionalmente, discente de graduação da UFPB, observado o art. 43 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e a alínea “c” do art. 170 do Regimento Geral da UFPB.
Seção III Do Trancamento, da Interrupção de Estudos e do Cancelamento de Matrícula
¶Art. 40. Será permi do à pessoa discente regularmente matriculada o trancamento de matrícula em um ou mais componentes curriculares individualizados, desde que não tenham sido integralizados 30% (trinta por cento) das a vidades previstas, ressalvados os casos excepcionais, a critério do Colegiado.
§ 1º O pedido de trancamento deverá ser formalizado pela pessoa discente em requerimento dirigido à Coordenação, acompanhado de jus fica va e da anuência da pessoa orientadora, no prazo fixado no caput.
§ 2º É vedado o trancamento do mesmo componente curricular mais de uma vez, ressalvados os casos excepcionais, a critério do Colegiado.
¶Art. 41. O trancamento de matrícula do período le vo em curso corresponde à interrupção de estudos e somente poderá ser concedido por mo vo de viagem a trabalho, doença ou licençamaternidade, devidamente comprovado, mediante solicitação da pessoa discente, manifestação expressa da pessoa orientadora e aprovação do Colegiado.
§ 1º Os prazos de interrupção de estudos observarão o regime le vo adotado pelo Programa e os seguintes critérios:
I - no regime subdividido em dois períodos le vos regulares por ano, o prazo máximo será de um período le vo para o mestrado e de dois períodos le vos, consecu vos ou não, para o doutorado;
II - no regime subdividido em três períodos le vos regulares por ano, o prazo máximo será de dois períodos le vos para o mestrado e de três períodos le vos, consecu vos ou não, para o doutorado.
§ 2º A interrupção de estudos será registrada no histórico escolar da pessoa discente, com a menção “Interrupção de Estudos”, o período ou os períodos le vos de ocorrência e a data de homologação pelo Colegiado, e não será computada no prazo de integralização do curso.
§ 3º Caberá ao Colegiado decidir sobre os pedidos de interrupção de estudos.
§ 4º Para bolsistas, a interrupção de estudos implicará suspensão imediata da bolsa.
§ 5º O disposto no § 4º não se aplica à licença-maternidade, observadas as normas das agências concedentes.
§ 6º Em caso de parentalidade a pica decorrente do nascimento de filho, de adoção ou de obtenção de guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente com deficiência, os prazos máximos previstos nos incisos I e II do § 1º poderão ser acrescidos de um período le vo, no regime subdividido em dois períodos le vos por ano, ou de dois períodos le vos, no regime subdividido em três períodos le vos por ano.
¶Art. 42. Será assegurado regime acadêmico especial, mediante apresentação de atestado médico à Coordenação:
I - à discente gestante, a par r do oitavo mês de gestação ou em momento anterior, a critério médico, conforme a legislação vigente; e
II - aos discentes em condição sica incompa vel com a frequência às aulas e às a vidades programadas, nos termos do Decreto-Lei nº 1.044, de 21 de outubro de 1969, desde que o período não ultrapasse o limite considerado admissível para a con nuidade do processo pedagógico.
§ 1º Os exercícios domiciliares previstos no regime acadêmico especial não se aplicam aos componentes curriculares de caráter experimental ou prá co.
§ 2º Nos componentes curriculares de caráter experimental ou prá co, as a vidades deverão ser realizadas após o término do regime especial, observado o prazo máximo de integralização do curso.
¶Art. 43. Discentes que retornarem de período de mobilidade acadêmica nacional ou internacional após o prazo mínimo de frequência obrigatória e não puderem ser inseridos em componentes curriculares regulares terão o curso trancado administra vamente, sem prejuízo dos demais trancamentos previstos.
¶Art. 44. Admi r-se-á o cancelamento de matrícula, a qualquer tempo, por solicitação da pessoa discente, correspondente à desvinculação voluntária do PPGAgro.
CAPÍTULO V DO REGIME DIDÁTICO-CIENTÍFICO
Seção I Da Estrutura Acadêmica
¶Art. 45. O número mínimo de créditos em disciplinas para integralização será de 22 (vinte e dois) no mestrado e de 35 (trinta e cinco) no doutorado, conforme o art. 64 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
Parágrafo único. Não serão atribuídos créditos ao Trabalho Final de dissertação ou tese.
¶Art. 46. Cada crédito corresponderá a 15 (quinze) horas-aula teóricas ou a 30 (trinta) horas-aula prá cas.
Parágrafo único. Excepcionalmente, poderão ser ofertados componentes curriculares em plataformas remotas para contemplar inovações cien ficas e tecnológicas, ações de internacionalização, demandas sazonais e específicas, programas em associação ou rede e cooperação acadêmica nacional ou internacional, possibilitada a colaboração entre docentes ou pessoas pesquisadoras de outras
ins tuições e integrantes do PPGAgro. A oferta dependerá de aprovação prévia do Colegiado e será realizada, prioritariamente, de forma síncrona.
¶Art. 47. Discentes do PPGAgro deverão cursar, obrigatoriamente, uma ou mais disciplinas didá co-pedagógicas de caráter teórico, com carga horária de 60 (sessenta) horas-aula cada, conforme as respec vas ementas.
§ 1º As disciplinas de que trata o caput integram o conjunto de disciplinas básicas obrigatórias, sendo Esta s ca Experimental II obrigatória apenas para o doutorado.
§ 2º O Programa oferecerá Estágio de Docência, em caráter obrigatório e em consonância com a Resolução nº 2/2026 do CONSEPE, para discentes de mestrado e doutorado, observadas as seguintes regras:
a) as a vidades serão desenvolvidas sob a responsabilidade de docente da disciplina de graduação, designado pelo departamento responsável, e sob a supervisão da pessoa orientadora;
b) discentes de mestrado realizarão o estágio durante um período le vo, e discentes de doutorado durante dois períodos le vos, consecu vos ou não, ou durante um ano em cursos seriados, observado o número de créditos exigido para cada nível, conforme o Anexo II;
c) ao término do estágio, a pessoa discente elaborará relatório das a vidades desenvolvidas, que, após a apreciação do docente responsável pela disciplina e da pessoa orientadora, será subme do à aprovação do Colegiado, para atribuição dos créditos correspondentes; e
d) caso a pessoa discente seja docente de ins tuição de ensino superior, declaração da ins tuição de vínculo poderá equivaler ao Estágio de Docência, nos níveis de mestrado ou doutorado, a critério do Colegiado.
¶Art. 48. O total de créditos em disciplinas obrigatórias não poderá ultrapassar 60% (sessenta por cento) dos créditos necessários à integralização curricular.
§ 1º O curso de Mestrado deverá ser concluído no prazo mínimo de 12 (doze) meses e máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados do mês da primeira matrícula no Programa.
§ 2º O curso de Doutorado deverá ser concluído no prazo mínimo de 24 (vinte e quatro) meses e máximo de 48 (quarenta e oito) meses, contados do mês da primeira matrícula no Programa.
§ 3º As disciplinas do Programa serão oferecidas em 2 (dois) períodos le vos regulares. A critério do Colegiado, a disciplina Seminários poderá ser oferecida anualmente. Discentes somente poderão cursar disciplinas fora do PPGAgro quando elas não integrarem a Estrutura Acadêmica ou não forem ofertadas pelo Programa.
§ 4º As notas ob das em todas as disciplinas constarão do histórico escolar da pessoa discente.
§ 5º As notas finais deverão ser registradas no prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, contado do encerramento da disciplina.
¶Art. 49. Após a primeira matrícula, a pessoa discente deverá encaminhar à Coordenação, com anuência da pessoa orientadora e até o final do primeiro período le vo, o projeto de pesquisa e o plano de estudos, contendo as disciplinas e a vidades a serem desenvolvidas nos períodos subsequentes. O projeto de pesquisa deverá conter:
a) dados do proponente;
b) ins tuições par cipantes;
c) área do conhecimento predominante e áreas correlatas;
d) orçamento detalhado;
e) dados gerais do projeto em português e inglês ou espanhol, incluindo tulo, palavras-chave, resumo e obje vo geral;
f) jus fica va e estado da arte;
g) relevância do projeto para o desenvolvimento cien fico, tecnológico ou de inovação;
h) metas e indicadores da proposta;
i) plano de divulgação cien fica;
j) informações sobre os integrantes da equipe;
k) obje vos específicos;
l) metodologia;
m) etapas de execução da proposta e respec vos cronogramas de a vidades;
n) produtos esperados e cronograma anual de entrega;
o) perspec vas de colaboração nacional e internacional durante a execução do projeto;
p) colaborações ou parcerias já estabelecidas, no âmbito nacional ou internacional;
q) relevância da cooperação nacional e internacional proposta;
r) recursos financeiros de outras fontes aprovados para aplicação no projeto, quando houver; e
s) disponibilidade de infraestrutura e apoio técnico para o desenvolvimento do projeto.
¶Art. 50. A critério do Colegiado e por solicitação da pessoa orientadora, poderão ser atribuídos créditos a a vidades acadêmicas desenvolvidas pela pessoa discente, denominadas Estudos Especiais, não previstas na Estrutura Acadêmica, mas per nentes à sua linha de pesquisa, até o máximo de 2 (dois) créditos no mestrado e de 4 (quatro) créditos no doutorado.
§ 1º Os Estudos Especiais de que trata o caput deverão estar previstos nas normas do PPGAgro.
§ 2º A contagem de créditos dos Estudos Especiais observará a natureza teórica ou prá ca da a vidade, nos termos do art. 46.
§ 3º Os Estudos Especiais serão registrados no histórico escolar da pessoa discente com a expressão “Estudos Especiais em...”, acrescida do tópico ou tema desenvolvido, do período le vo, do número de créditos e da respec va nota.
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¶Art. 51. Em caráter excepcional, a prorrogação do prazo para defesa da dissertação ou tese poderá ser concedida por período não superior a 6 (seis) meses no mestrado e a 12 (doze) meses no doutorado, contado do término dos prazos regulares.
8 1º Para a concessão da prorrogação, deverão ser apresentados os seguintes documentos:
| - requerimento formalizado em processo dirigido à Coordenação, antes do término do prazo regular estabelecido neste Regulamento;
II - justificativa da solicitação;
III - parecer circunstanciado da pessoa orientadora;
IV - versão preliminar da dissertação ou tese; e
V - cronograma das atividades a serem desenvolvidas no período de prorrogação.
8 2º A Coordenação encaminhará o requerimento da pessoa discente, acompanhado da documentação exigida, para apreciação e decisão final do Colegiado.
Seção II
Da Verificação do Rendimento Acadêmico
¶Art. 52. A pessoa discente de mestrado ou doutorado deverá atender às exigências de rendimento acadêmico, frequência mínima e desempenho durante a integralização dos componentes curriculares, bem como às exigências de dedicação e assiduidade durante a elaboração do Trabalho Final.
¶Art. 53. Em cada disciplina, o rendimento acadêmico será avaliado pelos meios previstos em sua programação e expresso por nota de O (zero) a 10 (dez).
8 1º Para o cálculo do Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA), será adotada a seguinte fórmula:
x Si Nj cra= I=)
x pi i=]
¶Art. 54. O desempenho acadêmico da pessoa discente matriculada em elaboração de Trabalho Final será avaliado pela pessoa orientadora, ao final de cada período letivo regular, mediante relatório circunstanciado e atribuição de um dos seguintes conceitos:
| - excelente; [fim da página 25]
II - bom;
III - regular; e
IV - insuficiente.
Parágrafo único. A pessoa discente que ob ver o conceito regular por duas vezes ou o conceito insuficiente uma vez poderá ser desligada do PPGAgro, a critério do Colegiado, após manifestação da pessoa discente e da pessoa orientadora.
¶Art. 55. A verificação da capacidade de leitura e interpretação será realizada em língua inglesa para o mestrado e em 2 (duas) línguas estrangeiras para o doutorado, sendo uma delas a língua inglesa e a outra escolhida entre espanhol, francês, alemão ou italiano.
§ 1º Os exames deverão ser realizados no prazo máximo de 12 (doze) meses, contado do ingresso da pessoa discente no Programa.
§ 2º A pessoa discente reprovada poderá repe r o exame até 2 (duas) vezes, observado o prazo previsto no § 1º.
§ 3º Poderão ser aproveitados exames de capacidade de leitura e interpretação em língua estrangeira realizados há, no máximo, 3 (três) anos, tanto para o mestrado quanto para o doutorado.
§ 4º Os resultados dos exames serão registrados no histórico escolar da pessoa discente com a expressão “aprovado” e a data de realização.
§ 5º Para discentes estrangeiros, o exame será realizado em língua portuguesa nos níveis de mestrado e doutorado e, no caso do doutorado, em outra língua que não seja a língua materna, conforme as normas do PPGAgro.
§ 6º Além dos exames aplicados pela Coordenação, serão aceitos outros exames e pontuações de proficiência em língua inglesa ou espanhola definidos em norma própria do Programa, respeitada a validade de 3 (três) anos, contada da emissão do cer ficado.
§ 7º A obtenção do grau de mestre ou doutor dependerá de aprovação nos exames de que trata o caput.
§ 8º Os exames aplicados pelo PPGAgro serão realizados em cada período le vo, no prazo de 12 (doze) meses após o ingresso no Programa, de acordo com o calendário acadêmico.
§ 9º É vedada a par cipação nos exames de pessoas que não integrem o corpo discente do PPGAgro.
¶Art. 56. A comissão examinadora do exame de qualificação de mestrado ou doutorado será cons tuída pela pessoa orientadora e pelos demais integrantes previstos nas normas específicas do PPGAgro. Para inscrição no exame, a pessoa discente deverá:
I - ter integralizado, pelo menos, 80% (oitenta por cento) dos créditos previstos; e
II - realizar o exame no prazo de até 12 (doze) meses no mestrado e de até 24 (vinte e quatro) meses no doutorado, contado da primeira matrícula, desde que o projeto tenha sido aprovado pelo Colegiado.
Seção III Do Aproveitamento de Estudos em Disciplinas
¶Art. 57. Considera-se aproveitamento de estudos, para os fins deste Regulamento:
I - a equivalência entre disciplina cursada anteriormente com aprovação e disciplina da Estrutura Acadêmica do Programa; e
II - a aceitação de créditos rela vos a disciplinas cursadas com aprovação em curso ou programa de pós-graduação stricto sensu que não integrem a Estrutura Acadêmica do PPGAgro.
§ 1º Considera-se disciplina cursada aquela em que a pessoa discente tenha sido aprovada.
§ 2º No processo de equivalência de disciplinas, poderá ser exigida adaptação curricular.
§ 3º A adaptação curricular será realizada de acordo com as normas do Programa.
§ 4º A aceitação de créditos prevista no inciso II do caput dependerá de reconhecimento, pelo Colegiado, da relevância das disciplinas para a formação da pessoa discente.
§ 5º O número máximo de créditos aceitos será de 12 (doze).
§ 6º O aproveitamento de estudos somente poderá ser concedido para disciplinas concluídas há, no máximo, 5 (cinco) anos.
§ 7º As disciplinas cursadas por discente especial nos 36 (trinta e seis) meses anteriores à matrícula inicial como discente regular poderão, a critério da pessoa orientadora, ser objeto de aproveitamento de estudos, devendo o resultado ser registrado no histórico escolar no mesmo período da homologação pelo Colegiado.
§ 8º O aproveitamento de estudos deverá ser solicitado pela pessoa discente à Coordenação, mediante requerimento acompanhado do histórico escolar e do programa da disciplina, devidamente auten cados pelo programa de pós-graduação de origem, e será subme do à apreciação do Colegiado.
§ 9º O aproveitamento de disciplinas no mestrado deverá ser solicitado até o final do primeiro período le vo.
§ 10. O nome do programa e da ins tuição de origem, quando cabível, as disciplinas aproveitadas e a data de homologação pelo Colegiado deverão ser registrados no histórico escolar da pessoa discente.
¶Art. 58. A pessoa discente poderá requerer exame de suficiência em disciplina, e o requerimento será julgado pelo Colegiado.
§ 1º A aprovação em exame de suficiência dará direito ao crédito correspondente e será registrada no histórico escolar com o respec vo conceito ou nota.
§ 2º A reprovação em exame de suficiência será registrada no histórico escolar.
§ 3º O número máximo de créditos ob dos por exame de suficiência será de 9 (nove).
§ 4º A pessoa discente não poderá solicitar exame de suficiência em disciplina na qual tenha sido reprovada.
Seção IV Do Desligamento e do Abandono
¶Art. 59. Além dos casos previstos no Regimento Geral da UFPB, será desligada do Programa a pessoa discente que:
I - não efetuar a matrícula ins tucional;
II - ob ver nota inferior a 7,0 (sete) por duas vezes, na mesma disciplina ou em disciplinas diferentes, durante a integralização da Estrutura Acadêmica;
III - ob ver, em qualquer período le vo em que esteja cursando disciplina, Coeficiente de Rendimento Acadêmico inferior a 7,0 (sete);
IV - não for aprovada nas a vidades previstas no art. 47;
V - não for aprovada nos exames de capacidade de leitura e interpretação em língua estrangeira, nos prazos estabelecidos neste Regulamento;
VI - não integralizar o currículo nos prazos máximos estabelecidos no art. 48;
VII - for reprovada duas vezes consecu vas no exame de qualificação;
VIII - ob ver o conceito “reprovado” na apresentação ou defesa do Trabalho Final;
IX - cometer plágio em trabalhos de disciplinas, no projeto de dissertação ou tese ou no respec vo Trabalho Final;
X - pra car desacato comprovado, após apreciação, pelo Colegiado, de relatório final elaborado por comissão cons tuída pelo órgão competente;
XI - ausentar-se das a vidades acadêmicas sem anuência formal da pessoa orientadora, caracterizando situação de abandono; ou
XII - u lizar indevidamente assinaturas da pessoa orientadora ou de integrantes da banca examinadora.
Parágrafo único. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, ouvido o Colegiado.
¶Art. 60. Será considerada em situação de abandono a pessoa discente que, em qualquer período le vo regular, não efetuar matrícula em disciplina, em Trabalho de Dissertação ou em Trabalho de Tese, conforme o caso.
Parágrafo único. O caput não se aplica à pessoa discente cujos estudos estejam interrompidos, nos termos do art. 60 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
Seção V Do Trabalho Final
¶Art. 61. A dissertação, requisito para obtenção do grau de mestre, e a tese, requisito para obtenção do grau de doutor, deverão evidenciar domínio do tema escolhido e capacidade de sistema zação e pesquisa.
¶Art. 62. Para a realização do Trabalho Final, será designada uma pessoa orientadora para a pessoa discente, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contado da primeira matrícula em disciplinas, entre integrantes do corpo docente credenciado pelo Programa, mediante aprovação do Colegiado.
Parágrafo único. Por solicitação da pessoa discente ou da pessoa orientadora, mediante comunicação escrita entre as partes e a critério do Colegiado, poderá ocorrer mudança de pessoa orientadora.
¶Art. 63. De acordo com o tema do Trabalho Final, a pessoa orientadora poderá indicar uma pessoa coorientadora, pertencente ou não ao quadro docente da UFPB, previamente aprovada pelo Colegiado e credenciada pelo PPGAgro.
Parágrafo único. A indicação de que trata o caput deverá ser realizada de comum acordo com a pessoa discente e formalizada por ambas as partes.
¶Art. 64. Independentemente do tema do Trabalho Final, a Coordenação poderá indicar uma segunda pessoa orientadora, pertencente ao quadro docente da UFPB e previamente credenciada pelo Programa, quando a pessoa orientadora se ausentar da Ins tuição por período superior a 3 (três) meses ou pertencer a outra ins tuição.
Parágrafo único. A indicação de que trata o caput deverá ser realizada de comum acordo com a pessoa orientadora e a pessoa discente e formalizada por ambas.
¶Art. 65. Para apresentação ou defesa do Trabalho Final, a pessoa discente deverá, nos prazos estabelecidos no Regimento Geral da UFPB, na Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, nas normas específicas aprovadas pelo Colegiado e neste Regulamento, atender aos seguintes requisitos:
I - ter o projeto de dissertação ou tese aprovado pelo Colegiado, elaborado conforme as normas do PPGAgro;
II - no caso de discente de doutorado, realizar exame de qualificação perante comissão examinadora cons tuída pela pessoa orientadora e por mais 3 (três) especialistas com tulo de doutorado ou de livre-docência e 2 (duas) suplências, observadas as normas do PPGAgro e a Resolução nº 54/2024 do CONSEPE; e
III - assegurar que a comissão examinadora do exame de qualificação não seja idên ca à comissão examinadora do Trabalho Final de doutorado.
¶Art. 66. Os exames de qualificação de mestrado e doutorado serão obrigatórios e deverão ocorrer, no mínimo, 12 (doze) meses antes da defesa do Trabalho Final.
¶Art. 67. Nos exames de que trata o art. 66, a pessoa discente receberá o conceito “aprovado” ou “reprovado”, sem atribuição de nota ou crédito.
§ 1º Será considerada aprovada a pessoa discente que ob ver a aprovação da maioria dos integrantes da comissão examinadora.
§ 2º A pessoa discente que ob ver o conceito “reprovado” poderá repe r o exame uma única vez, no prazo máximo de 90 (noventa) dias no mestrado ou de 120 (cento e vinte) dias no doutorado, contado da realização do primeiro exame.
§ 3º As recomendações da comissão examinadora deverão ser registradas em ata, e seu cumprimento será supervisionado pela pessoa orientadora.
¶Art. 68. A elaboração, a apresentação e a defesa da dissertação ou tese deverão observar o Manual de Estrutura e Apresentação de Dissertação e Tese adotado pelo PPGAgro, em consonância com as normas do Sistema de Bibliotecas da UFPB.
Parágrafo único. O descumprimento do caput implicará a não aceitação do Trabalho Final pela Coordenação.
¶Art. 69. A apresentação e a defesa da dissertação ou tese serão realizadas em sessão pública.
¶Art. 70. Para a defesa do Trabalho Final, a pessoa discente deverá, nos prazos estabelecidos neste Regulamento, atender aos seguintes requisitos:
I - no caso de dissertação de mestrado:
a) possuir recomendação formal da pessoa orientadora para a defesa e indicação das pessoas tulares e suplentes da comissão examinadora;
b) ter cumprido o número mínimo de créditos previsto neste Regulamento; e
c) ter sido aprovada no exame de qualificação do mestrado;
II - no caso de tese de doutorado:
a) possuir recomendação formal da pessoa orientadora para a defesa e indicação das pessoas tulares e suplentes da comissão examinadora;
b) ter cumprido o número mínimo de créditos previsto neste Regulamento; e
c) ter sido aprovada no exame de qualificação do doutorado.
§ 1º Nos impedimentos da pessoa orientadora, havendo pessoa coorientadora, esta ficará responsável pela recomendação formal prevista nas alíneas “a” dos incisos I e II do caput e pela assistência à pessoa discente.
§ 2º Nos impedimentos da pessoa orientadora e na ausência de pessoa coorientadora, caberá ao Colegiado indicar docente para emi r a recomendação prevista nas alíneas “a” dos incisos I e II do caput e prestar assistência à pessoa discente.
§ 3º Havendo parecer da pessoa orientadora que não recomende a defesa, a pessoa discente poderá requerer ao Colegiado o exame do Trabalho Final, hipótese em que será designada comissão formada por docentes do PPGAgro ou de outras ins tuições para emi r parecer conclusivo sobre o mérito do trabalho.
¶Art. 71. Para fins de defesa do Trabalho Final, a pessoa orientadora deverá requerer à Coordenação a realização da sessão pública.
§ 1º O requerimento deverá estar acompanhado de:
a) anuência da pessoa discente e da pessoa coorientadora, quando houver, atestando que o Trabalho Final está em condições de ser apresentado e defendido, bem como a indicação da comissão examinadora;
b) comprovação de que os exemplares da dissertação ou tese foram disponibilizados aos integrantes da comissão examinadora com antecedência mínima de 10 (dez) dias úteis;
c) autorização formal do Colegiado, nos casos previstos no art. 70, § 3º; e
d) declaração de observância, na elaboração da dissertação ou tese, das diretrizes do Relatório da Comissão de Integridade de Pesquisa do CNPq, ins tuída pela Portaria CNPq PO-085/2011, de 5 de maio de 2011.
§ 2º Em casos excepcionais, admi r-se-á a defesa do Trabalho Final por videoconferência ou outro recurso tecnológico de transmissão de som e imagem em tempo real, observados os mesmos requisitos da defesa presencial e as adaptações operacionais necessárias.
¶Art. 72. O Trabalho Final será julgado por comissão examinadora cons tuída na forma do art. 85 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE, com a alteração promovida pelo art. 3º da Resolução nº 26/2025 do CONSEPE, composta pela pessoa orientadora e, no mínimo, por:
I - 2 (dois) especialistas, no caso de dissertação ou trabalho equivalente, sendo 1 (um) externo ao Programa, e 2 (duas) suplências, sendo 1 (uma) externa ao Programa; ou
II - 4 (quatro) especialistas, no caso de tese, sendo 2 (dois) externos ao Programa, dos quais 1 (um) externo à UFPB, e 2 (duas) suplências, sendo 1 (uma) externa à UFPB.
§ 1º A presidência da comissão examinadora será exercida pela pessoa orientadora.
§ 2º Os especialistas mencionados nos incisos I e II do caput deverão possuir tulo de doutorado ou de livre-docência, sem a exigência de vínculo docente.
§ 3º Na impossibilidade de par cipação da pessoa orientadora, o Colegiado ou a Coordenação designará docente do PPGAgro para presidir a comissão examinadora.
§ 4º A data da apresentação e defesa será divulgada pela Coordenação, ouvida a pessoa orientadora, no prazo de 15 (quinze) a 45 (quarenta e cinco) dias, contado do recebimento do requerimento e dos documentos previstos no art. 71, § 1º.
§ 5º O tempo de arguição de cada integrante da comissão examinadora será de até 40 (quarenta) minutos.
§ 6º Encerrada a sessão pública, a comissão examinadora deliberará, em sessão reservada, sobre o resultado, que será registrado em ata assinada por seus integrantes e pela pessoa discente, para ciência.
§ 7º A ata de defesa e o relatório final da pessoa orientadora serão homologados pelo Colegiado após a entrega da versão final à Coordenação, no prazo máximo de 90 (noventa) dias.
¶Art. 73. Após a defesa e a incorporação das sugestões e correções, a pessoa discente deverá inserir no SIGAA, com anuência da pessoa orientadora e ciência da Coordenação, o arquivo em formato PDF da versão final da dissertação ou tese.
§ 1º A versão final deverá ser inserida no SIGAA no prazo máximo de 90 (noventa) dias, acompanhada da folha de aprovação assinada pelos integrantes da comissão examinadora, da ficha catalográfica fornecida pelo Sistema de Bibliotecas da UFPB e do formulário do Banco de Teses da PRPG devidamente preenchido.
§ 2º Após a aprovação, a Coordenação poderá, mediante solicitação, emi r declaração que ateste a realização da defesa, sem equivaler à outorga do tulo, que somente ocorrerá após a homologação do relatório final da pessoa orientadora pelo Colegiado.
§ 3º Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado.
¶Art. 74. No julgamento do Trabalho Final, será atribuído um dos seguintes conceitos:
I - aprovado;
II - insuficiente; ou
III - reprovado.
§ 1º A pessoa candidata ao tulo de mestre ou doutor somente será considerada aprovada quando receber a menção “aprovado” da maioria dos integrantes da comissão examinadora.
§ 2º As menções de que trata o caput deverão ser fundamentadas em pareceres individuais dos integrantes da comissão examinadora.
§ 3º A atribuição do conceito “insuficiente” implicará a fixação do prazo máximo de 90 (noventa) dias para reelaboração e nova apresentação da dissertação ou de 180 (cento e oitenta) dias para reelaboração e nova apresentação da tese, conforme as recomendações da comissão examinadora.
§ 4º Na hipótese de atribuição do conceito “insuficiente”, a comissão examinadora registrará em ata os mo vos e fixará o prazo para reelaboração do Trabalho Final, observados os limites do § 3º.
§ 5º Na nova apresentação pública, a comissão examinadora será, preferencialmente, a mesma, e não será admi da nova atribuição do conceito “insuficiente”.
CAPÍTULO VI DA OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE OU DE DOUTOR E DA EXPEDIÇÃO DO DIPLOMA
¶Art. 75. Para a outorga do grau de mestre ou doutor, a pessoa discente deverá, no prazo regimental, cumprir as exigências do Regimento Geral da UFPB, da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE e deste Regulamento.
§ 1º A outorga do grau pressupõe a homologação, pelo Colegiado, da ata da sessão pública de defesa e do relatório final da pessoa orientadora.
§ 2º O relatório final da pessoa orientadora, em formulário padrão da PRPG, deverá ser acompanhado de:
a) cópia da ata da sessão pública de defesa;
b) histórico escolar final da pessoa discente;
c) declaração expedida pela Coordenação que comprove a entrega do arquivo digital da versão final, com a ficha catalográfica fornecida pelo Sistema de Bibliotecas da UFPB e a folha de aprovação assinada digitalmente pelos integrantes da comissão examinadora;
d) declaração de quitação e depósito da versão digital do Trabalho Final expedida pelo Sistema de Bibliotecas da UFPB; e
e) comprovante de submissão de 1 (um) ar go, no mestrado, ou de 2 (dois) ar gos, no doutorado, sendo um aceito e outro subme do a periódico com Journal Cita on Reports (JCR) e percen l igual ou superior a 50% (cinquenta por cento).
¶Art. 76. Verificado o autodepósito, no SIGAA, da versão corrigida e aprovada da dissertação ou tese, caberá à Coordenação encaminhar à Coordenação-Geral de Pós-Graduação da PRPG, no prazo máximo de 6 (seis) meses, processo de expedição de diploma instruído com os seguintes documentos:
I - o cio dirigido à Coordenação-Geral de Pós-Graduação da PRPG;
II - relatório final da pessoa orientadora;
III - cer dão de homologação do relatório final da pessoa orientadora;
IV - histórico escolar da pessoa egressa;
V - comprovante de quitação com o Sistema de Bibliotecas da UFPB;
VI - cópia do diploma de graduação;
VII - cópia do documento de iden dade;
VIII - comprovante de entrega da versão final do Trabalho ao Sistema de Bibliotecas da UFPB; e
IX - cópia dos trabalhos publicados ou comprovante de aceitação ou submissão, conforme os requisitos previstos neste Regulamento.
§ 1º Simultaneamente à entrega da versão final e cumpridos os requisitos de conclusão, a pessoa discente deverá requerer a expedição do diploma.
§ 2º O Sistema de Bibliotecas da UFPB publicará os Trabalhos Finais do PPGAgro no Repositório Ins tucional da UFPB, es mulando o registro e a divulgação por meio eletrônico.
¶Art. 77. O registro do diploma de mestre ou doutor será processado pela Pró-Reitoria de PósGraduação, por delegação de competência do Ministério da Educação, na forma da legislação específica e observado o art. 89 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
UFPB.
¶Art. 78. As a vidades do PPGAgro serão supervisionadas pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da
¶Art. 79. É facultado aos discentes regularmente matriculados no PPGAgro requerer o enquadramento neste Regulamento.
¶Art. 80. Aos discentes com matrícula anterior à data de aprovação deste Regulamento serão aplicadas as normas anteriormente vigentes.
§ 1º A pessoa discente que optar pelo enquadramento neste Regulamento e na nova Estrutura Acadêmica deverá encaminhar requerimento à Coordenação.
§ 2º O requerimento da pessoa discente, formalizado em processo administra vo, será subme do à apreciação do Colegiado, e a Coordenação providenciará, quando cabível, a respec va cer dão de homologação.
§ 3º A PRPG, ouvida a Coordenação, fixará, por portaria, as regras de transição acadêmica e as adaptações curriculares necessárias entre as estruturas acadêmicas.
¶Art. 81. Os casos omissos serão decididos pelo CONSEPE, mediante consulta ao Colegiado, ouvidos o Conselho de Centro ao qual o Programa esteja vinculado administra vamente e a PRPG, quando cabível.
Parágrafo único. O prazo para interposição de recurso será de 10 (dez) dias úteis, contado da ciência da pessoa interessada.
¶Art. 82. O PPGAgro poderá ser ex nto ou desa vado temporariamente, observado o art. 96 da Resolução nº 54/2024 do CONSEPE.
¶Art. 83. Este Regulamento entra em vigor na data de publicação da Resolução que o aprova.
ANEXO II À RESOLUÇÃO Nº 32/2026 DO CONSEPE ESTRUTURA ACADÊMICA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM AGRONOMIA, NOS NÍVEIS DE MESTRADO ACADÊMICO E DOUTORADO, DO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
I - DISCIPLINAS DA ESTRUTURA ACADÊMICA A - DISCIPLINAS BÁSICAS OBRIGATÓRIAS Nº
IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
1
Esta s ca Experimental I
2
1
3
60
2
Esta s ca Experimental II (Obrigatória apenas para o Doutorado)
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
3
4
Esta s ca Aplicada ao Melhoramento de Plantas (Em alterna va à Esta s ca Experimental I) Fisiologia Vegetal
5
Metodologia da Pesquisa Cien fica
2
1
3
60
6
Metodologia do Ensino Superior
2
1
3
60
7
Seminários
2
1
3
60
B - DISCIPLINAS OPTATIVAS Nº 1 2 3
IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS Análise de sementes Bioquímica Vegetal Bioquímica, fisiologia da maturação e
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
Nº
IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
tecnologias póscolheita de frutos e hortaliças tropicais 4 5 6 7 8 9 10
11
Controle biológico de insetos-praga Ecofisiologia da produção agrícola Ecofisiologia da produção de fruteiras Fruteiras de clima tropical Manejo da água em sistema agrícola Manejo integrado de doenças Métodos de detecção de variabilidade gené ca Métodos de melhoramento de plantas
12
Nutrição de plantas fru feras
2
1
3
60
13
Patologia de sementes
2
1
3
60
14
Produção de grandes culturas
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
Salinidade de solos em áreas irrigadas
2
1
3
60
18 Sistema reprodu vo
2
1
3
60
15 16
17
Produção de hortaliças de clima tropical Produção e tecnologia de sementes
Nº
IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
e fluxo gênico para monitoramento de populações vegetais 19
Tópicos especiais
2
1
3
60
20
Tópicos especiais
2
1
3
60
C - DISCIPLINAS OPTATIVAS INTERNACIONAIS
Nº
IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
1
Applied robo cs in agriculture
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
2 3
Pes cide applica on technology Pest management with sustainable strategies
D - DISCIPLINAS OPTATIVAS OFERECIDAS EM COLABORAÇÃO COM DOCENTES CONVIDADOS
Nº
1
2
3
IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS Aplicações agronômicas de aeronaves remotamente pilotadas Introdução às Linguagens de Programação “R” e “Python” Inovação e empreendedorismo
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
2
1
3
60
2
1
3
60
2
1
3
60
Nº
IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
4
Instrumentação ambiental
2
1
3
60
5
Tópicos avançados em geoprocessamento
2
1
3
60
CRÉDITOS TEÓRICOS
CRÉDITOS PRÁTICOS
TOTAL DE CRÉDITOS
CARGA HORÁRIA
1
0
1
15
1
0
1
15
II - ATIVIDADES ACADÊMICAS
Nº 1 2
IDENTIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES Estágio de docência
I Estágio de docência
II III - EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS PPGAgro DISCIPLINA: ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL I CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: WALTER ESFRAIN PEREIRA EMENTA: Modelo esta s co de delineamento básicos; Testes de significância; Experimentos fatoriais; Experimentos em parcelas sub-divididas; Análise conjunta de experimentos; Análise de regressão; Análise de covariância. OBJETIVOS: Instruir os pós-graduandos sobre elementos básicos da experimentação agrícola. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO:
1. Introdução. 1.1. Definição. 1.2. Variação do acaso. 1.3. Medidas de tendência central e de dispersão. 1.4 Teste de hipótese. 1.5 Tipos de erro. 2. Princípios básicos de experimentação. 2.1. Parcela. 2.2. Casualização. 2.3. Repe ção. 2.4. Controle local. 2.5. Modelo esta s co. 2.6. Experimentação intensiva e extensiva. 2.7. Pressuposições da ANOVA. 3. Testes de significância. 3.1. Teste F (Contrastes). 3.2. Teste t (Contrastes). 3.3. Teste de Tukey. 3.4. Teste de Duncan. 3.5. Teste de Scheffé. 3.6 Teste de Dunne . 4. Delineamentos básicos. 4.1. Delineamento inteiramente casualizados. 4.2. Delineamento em blocos casualizados. 4.3. Delineamento em quadrados la nos. 5. Experimentos fatoriais com dois e três fatores.
6. Experimentos em parcelas sub-divididas. 7. Análise conjunta de experimentos. 8. Análise de regressão polinomial. 9. Análise de covariância. 10. Uso do so ware esta s co R. METODOLOGIA: Aulas exposi vas MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Prova escrita e prova prá ca. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BONZATO, D.A.; KRONKA, S.N. Experimentação agrícola. FUNEP. Jabo cabal,
2013. 237p. - GLAZ, BARRY; YEATER, KATHLEEN M. Applied Sta s cs in Agricultural, Biological, and
Environmental Sciences. ACSESS. Madison, 2020. 672 p. - PETERSEN, R. G. Agricultural field experiments: design and analysis. New York, M. Dekker, 1994. 409p. - WILLIAMS, EMLYN R.; HARWOOD, CHRIS E.; MATHESON, A. COLIN. Experimental Design and Analysis for Tree Improvement. 3rd ed. CABI. Wallingford, 2024. 192 p. - SUZA, W.; LAMKEY, K. Quan ta ve Methods for Plant Breeding. Iowa State University Digital Press, 2023. 536 p. DISCIPLINA: ESTATÍSTICA APLICADA AO MELHORAMENTO DE PLANTAS CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: ELIZANILDA RAMALHO DO RÊGO EMENTA: 1) Noções básicas de Experimentação. 2) Algoritmo para obtenção de Somas de Quadrado, de Quadrados Médios, da Esperança do Quadrado Médio e Componentes de Variância nos Delineamentos: Inteiramente Casualizados (DIC), Em blocos Casualizados (DBC) e em Quadrado la no (DQL). 3) Es mação de herdabilidade, da razão Coeficiente de Variação Gené co pelo Coeficiente de Variação Ambiental (CVg/CVe) e do Ganho Gené co no DIC, DBC e QTL. 4) Somas de Quadrado, de Quadrados Médios, da Esperança do Quadrado Médio e Componentes de Variância em arranjos fatoriais e em parcela subdividida. Interação Genó po x Ambientes. 5) Es mação de herdabilidade, da razão Coeficiente de Variação Gené co pelo Coeficiente de Variação Ambiental (CVg/CVe) e do Ganho Gené co em arranjos fatoriais e em parcela subdividida. 6) Fatores fixos e aleatórios e componentes de variância. 7) Análise de covariância para cálculo de correlação feno pica, geno pica e ambiental por meio do cálculo da Esperança dos Produtos médios. 8) Cálculo de Correlação Parcial. 9) Análise de Trilha. OBJETIVOS: Fornecer aos estudantes de Pós-Graduação em Agronomia teoria básica para cálculos de parâmetros gené cos a par r das análises de variância (ANOVA) e de covariância (ANCOVA) que facilitarão a obtenção e interpretação destes parâmetros em estudos gené cos básicos ao melhoramento gené co vegetal. Formar novos pesquisadores na área de gené ca e melhoramento de plantas com conhecimento básico para a tomada de decisões em um programa de melhoramento gené co. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: Unidade I: Noções básica de Experimentação; Algoritmo para obtenção de Somas de Quadrado, de Quadrados Médios, da Esperança do Quadrado Médio e Componentes de Variância nos Delineamentos: Inteiramente Casualizados (DIC), Em blocos Casualizados (DBC) e em Quadrado la no (DQL); Es mação de herdabilidade, da razão Coeficiente de Variação Gené co pelo Coeficiente de Variação Ambiental (CVg/CVe) e do Ganho Gené co no DIC, DBC e QTL. Unidade II: Somas de Quadrado, de Quadrados Médios, da Esperança do Quadrado Médio e Componentes de Variância em arranjos fatoriais e em parcela subdividida; Interação Genó po x Ambientes. Es mação de herdabilidade, da razão Coeficiente de Variação Gené co pelo Coeficiente de Variação Ambiental (CVg/CVe) e do Ganho Gené co em arranjos fatoriais e em parcela subdividida; Fatores fixos e aleatórios e componentes de variância. Unidade III: Análise de covariância para cálculo de correlação feno pica, geno pica e ambiental por meio do cálculo da Esperança dos Produtos médios; Cálculo de Correlação Parcial; Análise de Trilha. METODOLOGIA: As aulas serão exposi vas e dialogadas. Feitura de exercícios em sala e a cada tópico serão demonstradas as análises realizadas u lizando-se o so ware GENES (Cruz, 2018), dando-se ênfase à interpretação dos parâmetros gené cos es mados e sua u lização no melhoramento gené co de plantas. Leitura e interpretação de ar gos cien ficos recentes que tenham u lizado as metodologias lecionadas. Montagem de um experimento, em grupos de três estudantes, de avaliação rápida em casa de vegetação ou laboratório no setor de Biotecnologia e Melhoramento de Plantas para que os
estudantes aprendam a montar um experimento, coletar, tabular, analisar os dados e escrever um ar go na área. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Os estudantes serão analisados por meio de diferentes estratégias de avaliação, a saber: provas teóricas, sendo uma a cada unidade; leitura e interpretação de ar gos, recentemente publicados, na área; exercícios semanais referentes aos conteúdos ministrados; montagem de um experimento, coleta, tabulação e análise dos dados coletados e escrita de um ar go cien fico resultante do experimento realizado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - Barbin, D. (2003). Planejamento e análise esta s ca de experimentos agronômicos. - Cruz, C. D., & Carneiro, P. C. S. (2003). Modelos biométricos aplicados ao melhoramento de plantas. Viçosa: UFV, 2. - Cruz, C. D. (2018). Programa genes (versão Windows): aplica vo computacional em gené ca e esta s ca. Viçosa: UFV. - Beavis, W.; Espinosa, K.; Newel, M. Mahama, A.A.; Suza, W. (2023). Quan ta ve Gene cs for Plant Breeding. Iowa State Editor Press, USA. - Falconer, D. S., & Mackay, T. F. (1983). Quan ta ve gene cs. London: Longman. - Gonçalves, M. C., & FritscheNeto, R. (2012). Tópicos especiais de biometria no melhoramento de plantas: Com exemplos numéricos e de programação no SAS. - Pachauri, E. Ambadas, A.S.; Bagade, A.B.; Bandhavi, R.D.; Pa l, (2025) .Principles of quan ta ve and biometrical gene cs, Agrirootpublica on House. - Zimmermann, F. J. P. (2004). Esta s ca aplicada à pesquisa agrícola. Santo Antônio de Goiás: EMBRAPA Arroz e feijão. Observação: Além destas bibliografia básica o professor disponibilizará ar gos cien ficos, recém publicados na área, para interpretação em sala de aula. DISCIPLINA: ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL II CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: WALTER ESFRAIN PEREIRA EMENTA: 1. Análises esta s cas no R (Esta s ca Experimental I). 2. Matrizes experimentais exploratórias e de o mização. 3. Regressão não-linear. 4. Modelos lineares generalizados (GLM). 5. Componentes principais e análise de agrupamento. 6. Variáveis canônicas. OBJETIVOS: Instruir os pós-graduandos sobre elementos básicos da experimentação agrícola avançada. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO:
1. Análises esta s cas no R (Esta s ca Experimental I). - Introdução ao ambiente R e RStudio. Importação e manipulação de dados. - Esta s cas descri vas e visualização de dados. - Testes de hipóteses e análise de variância (ANOVA). - Experimentos fatoriais e parcelas subdivididas. - Regressão polinomial. 2. Matrizes experimentais exploratórias e de o mização. - Matriz Baconiana. - Matriz composto central de Box. - Super cie de resposta. 3. Regressão não-linear. - Conceitos fundamentais de regressão não-linear. - Modelos de crescimento. - Es mação de parâmetros e diagnós cos de modelo. 4. Modelos lineares generalizados (GLM). - Introdução aos GLM e sua aplicabilidade. - Modelos para dados binários e proporções (regressão logís ca). - Modelos para dados ordinais e nominais. - Modelos para dados de contagem (regressão de Poisson). - Modelos para dados com superdispersão. - Seleção e diagnós co de modelos. 5. Componentes principais e análise de agrupamento. - Análise de componentes principais (PCA). - Métodos de agrupamento hierárquico e não-hierárquico. Determinação do número ó mo de grupos. - Validação de resultados de agrupamento. 6. Variáveis canônicas. - Conceitos fundamentais de análise de variáveis canônicas. - Interpretação e visualização de resultados. METODOLOGIA: Aulas exposi vas MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Prova escrita e prova prá ca. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - AFIFI, A. A.; CLARK, V.; DONATELLO, R. A.; MAY, S. Prac cal mul variate analysis. CRC Press, 2020, 434p. - ALVAREZ V., V. H. Matrizes Experimentais. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, 2021. 194 p. - BONZATO, D.A.; KRONKA, S.N. Experimentação agrícola. FUNEP. Jabo cabal,
2013. 237p. - CRAWLEY, M. C. The R book. Chichester, John Wiley & Sons, 2013. 1051 p. - DE BROUWER, P. J.S. The Big R-Book. From Data Science to Learning Machines and Big Data. Wiley, 2021. 892p. DOBSON, A. J.; BARNETT, A. G. An Introduc on to Generalized Linear Models. CRC Press, 2018, 376p. DUNN, P. K.; SMYTH, G. K. Generalized linear models with examples in R. Springer, 2018, 582p. - RITZ, C.; STREIBIG, J. C. Nonlinear regression with R. Springer-Verlag New York, 2009. 160p. SALINAS RUÍZ, J.; MONTESINOS LÓPEZ, O. A.; HERNÁNDEZ RAMÍREZ, G.; CROSSA HIRIART, J.. Generalized Linear Mixed Models with Applica ons in Agriculture and Biology. Springer, 2023. 440 p. SCHABENBERGER, O., PIERCE, F. J. Contemporary sta s cal models for the plant and soil sciences. CRC,
2001. 738 p. - WU, L.; QIU, J. Applied mul variate sta s cal analysis and related topics with R. EDP Sciences, 2021, 236 p. DISCIPLINA: FISIOLOGIA VEGETAL CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: DIEGO SILVA BATISTA EMENTA: A célula vegetal e suas relações osmó cas. Relação Água-planta: absorção, translocação e perdas de água. Efeitos das tensões hídricas na fisiologia das plantas. Absorção e transporte de íons: absorção radicular e absorção foliar. Fisiologia da produção: Plantas C4, C3 e CAM. Resistência à seca. Fisiologia de plantas xerófilas. Crescimento e desenvolvimento: os hormônios vegetais. OBJETIVOS: Preparar os estudantes fornecendo conhecimento básico sobre o funcionamento interno das plantas e de como elas interagem com os fatores ambientais. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1 – Apresentação da disciplina/ Introdução à Fisiologia Vegetal (4 horas). 2- Relações hídricas – Água e células vegetais (4 horas). 3- Relações hídricas – Balanço hídrico e transporte no xilema (4 horas). 4Nutrição Mineral (4 horas). 5- Translocação no Floema (4 horas). 6- Fotossíntese – Reações luminosas (4 horas). 7- Fotossíntese – Reações de carboxilação (4 horas). 8- Fotossíntese – Considerações ecofisiológicas (4 horas). 9- Controle do florescimento (4 horas). 10- Hormônios vegetais (4 horas). 11Hormônios vegetais (4 horas). 12- Respiração (4 horas). 13- Germinação e dormência (4 horas). 14Respostas e adaptações ao estresse abió co (4 horas). 15- Metabólitos secundários e defesa vegetal (4 horas). METODOLOGIA: Aulas exposi vas, seminários e discussões de ar gos cien ficos. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Provas, seminários e discussões de ar gos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BUCHANAN, B.B.; GRUISSEM, W.; JONES, R.L. Biochemistry & Molecular Biology of Plants. 2. ed. New Jersey: John Wiley & Sons, 2015. 1280 p. - KERBAUY, Gilberto Barbante. Fisiologia vegetal. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 2017. 431p. ISBN: 9788527714457. - MARENCO, R.A.; LOPES, N.F. Fisiologia Vegetal: fotossíntese, respiração, relações hídricas e nutrição mineral. 3. ed. Viçosa: Ed. UFV, 2009. 486p. - TAIZ, L.; ZEIGER, E; MOLLER, I.A.; MURPHY, A. Fisiologia e Desenvolvimento Vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 888 p. DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTES RESPONSÁVEIS: HELDER FARIAS PEREIRA DE ARAÚJO E YIRINA VALDES VAZQUEZ EMENTA: Meios de comunicação. Conceitos. Caracterís cas. Tempos. Tipos de modelos de inves gação. Diferentes enfoques metodológicos. Definições de problemas de pesquisa. Levantamento bibliográfico. Elaboração de projetos de pesquisa. Comunicação cien fica. OBJETIVOS: Desenvolver o hábito da leitura e estudo na pós-graduação; - Conhecer os principais procedimentos u lizados no trabalho cien fico (resumo, resenha, fichamento, ar go cien fico e
seminário); -Descrever as bases do conhecimento cien fico; -Conceituar a pesquisa cien fica, entender os pos, procedimentos, abordagens e fases; -Conhecer, elaborar e comunicar um projeto de pesquisa; Aprender as normas de elaboração e apresentação de ar gos cien ficos; -Saber organizar os dados coletados na pesquisa; -Entender como se dá o processo de elaboração de um trabalho de conclusão de curso(monografia, dissertação e tese); -Conhecer as normas da ABNT. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: UNIDADE I - Ciência - Tipos de conhecimento; -Gêneros Acadêmicos; -Métodos cien ficos; UNIDADE II - Pesquisa e sua classificação; Planejamento e elaboração de projeto de pesquisa; -Bases de dados de Pesquisa; -Meios de divulgação cien fica; -Ar go cien fico e periódicos; UNIDADE III - Estruturação e elaboração de trabalho cien fico; Normas da ABNT; -Citações e Plágio e Referências". METODOLOGIA: Formas diversificadas de trabalho serão adotadas, tais como: aulas exposi vas dialogadas e par cipa vas; a vidades escritas e em grupo; leitura e elaboração de resumos/sínteses/fichamentos de textos lidos e expressos durante a aula; debates sobreas temá cas trabalhadas em sala; projeto de pesquisa. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação será processual (forma va-soma va) e obedecerá ao sistema vigente na UFPB. Serão observadas a frequência e pontualidade nas aulas, bem como a par cipação nas a vidades e debates propostos pela disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - GIBBS, Grahan. Análise de Dados Qualita vos. Artmed. 2009. - MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da Metodologia Cien fica. Atlas. 2003. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Cien fico. Cortez. 2016. - PRODANOV, Cleber Cris ano; FREITAS, Ernani Cesar de. Metodologia do trabalhocien fico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. Feevale. 2013. - BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa. Metodologias de pesquisa emciências: análises quan ta va e qualita va. LTC. 2018. - SILVEIRA, D. T.; CÓRDOVA, F. P. Métodos de pesquisa. UFRGS. 2009. DISCIPLINA: METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: JULIANE MACIEL HENSCHEL EMENTA: Professor, aluno e sociedade. Métodos e meios e plano de ensino e seus estruturantes. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. Plano de ensino e sua sistema zação. Metodologias a vas de aprendizagem. OBJETIVOS: Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de: a) Fazer reflexões sobre a educação no país, seja ela universitária ou não, com base nas normas pedagógicas e teorias sobre ensinoaprendizagem; b) Analisar a prá ca pedagógica visando uma a tude profissional competente aos sistemas de formação dos alunos; c) Planejar, executar e avaliar o processo ensino-aprendizagem, compreendendo o mesmo como uma produção cria va do conhecimento; d) Desenvolver a tudes que favoreça o relacionamento interpessoal em sala de aula. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Ensino superior mundial e brasileiro; 2. Principais problemas do ensino superior; 3. O papel da didá ca no ensino superior; 4. O professor universitário; 5. O estudante universitário e o compromisso da sua formação para a atuação em uma sociedade; 6.Relações e diferenças entre aprender e ensinar; 7. Planejamento das a vidades educa vas;
8. Elaboração de planos de ensino; 9. Formulação de obje vos, seleção e organização dos conteúdos; 10. Metodologias para a aplicação de temas em sala de aula;11. Aprendizagem significa va; 12. Como tornar a avaliação adequada aos propósitos do ensino superior; 13. Modalidades de provas e a construção de questões; 14. O processo de avaliação com base em desenvolvimento de competências e habilidades. METODOLOGIA: O curso será ministrado por meio de aulas dos pos exposi vas e discussão em classe, como também de aulas prá ca sobre as metodologias de ensino.
MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação da aprendizagem se dará por meio de processo con nuo, através da par cipação nas discussões de classe (10%), como também da aplicação de uma prova teórica-escrita (30%), uma prova prá ca-didá ca (40%), e a entrega de dois relatórios (20%). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Bacich, L.; Moran, J. Metodologias a vas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prá ca. Penso, 2018. Bordenave, J. D.; Pereira, A. M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 33 ed. Vozes. 2019. Carvalho, A. B. de. A relação professor e aluno: paixão, é ca e amizade na sala de aula. Appris, 2016. Carvalho, F. F. O.; Ching, H. Y. Prá cas de ensino-aprendizagem no ensino superior: experiências em sala de aula. Atlas Books, 2016. Gil, A. C. Didá ca do ensino superior. Atlas. 2021. Gil, A. C. Metodologia do ensino superior: presencial, a distância e híbrido. 6 ed. Atlas, 2023. Lemov, D. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhora a gestão da sala de aula. 3. ed. Penso, 2023. Maceiras, R., Feijoo, J., Alfonsín, V., & Perez-Rial, L. (2025). Effec veness of ac ve learning techniques in knowledge reten on among engineering students. Educa on for Chemical Engineers, 51, 1-8. Rodrigues Júnior, J. F. A taxonomia de obje vos educacionais. 2 ed. Editora Universidade de Brasília, 2016. Zabala, A.; Arnau, L. Como aprender e ensinar competências. Artmed, 2010. DISCIPLINA: SEMINÁRIOS CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: GRUPO DE DOCENTES EMENTA: Como preparar e apresentar um seminário técnico em 1, 5 e 10 minutos: oratória, pos de áudio visual, e aparência pessoal. Como preparar e apresentar um painel (poster): formato, conteúdo, assim como, resumo gráfico. Divulgar projeto e comunicar os resultados da pesquisa são etapas essenciais no processo progresso de disseminação cien fica. Os periódicos revisados por pares são o fórum para tal comunicação, mas muitos pesquisadores nunca foram ensinados a escrever um ar go cien fico publicável. Esta disciplina visa explicar a estrutura básica de um ar go cien fico, apresentar/discu r estratégias para pesquisas/publicações de alto impacto (incluindo apresentação de dados), submissão de manuscritos, os resultados prováveis e as razões do sucesso ou fracasso. Adicionalmente, descreveremos as informações que devem ser incluídas, possíveis armadilhas e como recomendamos estratégias para evitá-las em cada secção. Finalmente, teremos uma visão privilegiada do que os editores procuram em um manuscrito de sucesso. Todas estas ações influenciam na capacidade oral, pois a leitura e escrita tem influência direta sobre a capacidade de apresentação, cri cismo e argumentação. OBJETIVOS: Esta disciplina visa apresentar técnicas de apresentações acadêmico-corpora vas, de modo a promover as habilidades necessárias para fundamentar um alicerce da habilidade de expressão oral. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS: Aplicar técnicas de apresentações internacionais (elevator pitche flash presenta ons); assim como, técnicas de pensamento cria vo (brainStorm) à ciência e indústria. 1. Escrita acadêmica. 1.1 Parágrafo sanduíche. 1.2 Resumos e abstract. 1.3 Apresentação de dados (Gráficos de calor, uso ou não uso de tabelas). 1.4 Descrição de resultados. 1.5 Discussão. 1.6 Uso de aplica vos de busca (researcher e twi er); 2. Elevator Pitch (Lançamento em elevador). 2.1. Apresentações em 1 minuto. 2.2. Apresentações em 3 minutos. 2.3. Apresentações em 5 minutos. 4. Pensamento cien fico. 4.1 Aplicado à ciência. 4.2 Aplicado à indústria. 4.3 Acadêmico-industrial. 5. Pensamento cria vo (brainstorming techniques, SWOT, collabora ve brainwri ng). 6. Inteligência emocional. 7. Criação de por ólio. METODOLOGIA: 1. Aulas teóricas exposi vas. 2. Seminários. 3. Pesquisa bibliográfica. 4. Estudos dirigidos.
MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Avaliações escritas semanais de caráter individual; Avaliações escritas convencionais(2); Pesquisa bibliográfica ou seminário de ar go cien fico; Apresentações de projetos, dissertações e ar gos. Par cipação de nacionais e internacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BUSSE, C., & AUGUST, E. (2020). How to Write and Publish a Research Paper for aPeer-Reviewed Journal. Journal of Cancer Educa on. doi:10.1007/s13187-020-01751-z. - EL-OMAR, E. M. (2014). How to publish a scien fic manuscript in a high-impact journal. Advances in Diges ve Medicine, 1(4), 105–109. doi:10.1016/j.aidm.2014.07.004. - BANKOWSKI, ELIZABETH. Developing Skills for Effec ve Academic Presenta ons inEAP. Interna onal Journal of Teaching and Learning in Higher Educa on 2010, Volume22, Number 2, 187-196 h p://www.isetl.org/ijtlhe/ ISSN 1812-9129. DISCIPLINAS OPTATIVAS DISCIPLINA: BIOQUÍMICA VEGETAL CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: SILVANDA DE MELO SILVA EMENTA: A célula vegetal, organelas, expressão gênica, ferramentas mais recentes de edição de genes e transdução de sinais em eucariontes. As novas ciências ômicas (Genômica, transcriptomica, proteômica, metabolômica, etc). Metabolismo energé co. Fotossíntese; Plantas C2, Plantas C3, Plantas C4. Síntese de amido. Síntese de sacarose. A cadeia respiratória e formação de esqueleto de carbono. Síntese de ácidos graxos e lipídios. Metabolismo de parede celular e transporte de metabólitos. Fixação biológica de nitrogênio. Síntese de aminoácidos e proteínas. Metabolismo secundário e síntese ação hormônios e reguladores vegetais. Metabolismo de compostos fenólicos e terpenos. Metabolismo dos alcaloides. Metabolismo de defesa em plantas. Respostas metabólicas aos estresses. Integração do metabolismo. Metabolismos moleculares integrados associados aos processos metabólicos. OBJETIVOS: A disciplina Bioquímica Vegetal tem por obje vos, oferecer informações atuais e especializadas sobre os avanços em bioquímica de plantas, buscando capacitar o aluno a entender o funcionamento molecular, metabólico e a regulação da célula vegetal; Compreender os processos envolvidos na expressão do DNA, transcrição em RNA e tradução de proteínas; Iden ficar os principais processos de regulação da expressão gênica em eucariontes. Iden ficar os principais mecanismos pelos quais sinais extracelulares são detectados pelas células e conver dos em modificações intracelulares que desencadeiam uma variedade de respostas biológicas. Transmi r ao aluno conhecimentos sobre os mecanismos de funcionamento em nível molecular e metabólicas da célula vegetal. Compreender a fotossíntese e o metabolismo vegetal e como os organismos recebem energia e esta energia permeia através do metabolismos, de inúmeros processos específicos e as reações metabólicas que dão vida aos seres vivos. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: Unidade I: A célula vegetal e suas organelas; Estrutura, expressão e regulação e edição de genes; As novas ciências “ÔMICAS” (Genomica; Epigenômica; Transcriptoma; Proteoma; Metaboloma); Percepção de sinais e transdução de sinais; Fundamentos de proteínas e seus processos de degradação; Fotossíntese: A fase luminosa Fotossistema II Fotossistema I; Fixação de Carbono - Rubisco (Ribulose Bisfosfato Carboxilase); Plantas C2; Plantas C3 ; Plantas C4; Metabolismo CAM; Ecofisiologia. 1ª. Avaliação. Unidade II: Biossíntese de amido e regulação; Biossíntese de sacarose e regulação; Metabolismo de Parede celular – Biossíntese, metabolismo e sistemas de transporte de metabólitos, metabolismo de transporte. s; Metabolismo energé co; O processo respiratório e geração de esqueleto de carbono; Balanço carbono/energia e Rendimento; Ciclo do ácido cítrico; Cadeia transportadora de elétrons; Balanço energé co e regulação do metabolismo respiratório; Acúmulo e mobilização de reservas; Controle e regulação de reservas por hormônios. 2ª. Avaliação. Unidade III: Síntese de ácidos graxos e lipídios; Fixação de nitrogênio exógeno
e biológica e suas regulações; Síntese e mobilização de aminoácidos e proteínas; Metabolismo secundário; Metabolismo dos fenóis; Metabolismo dos alcaloides; Biossíntese de isoprenóides; Biossíntese de carotenoides; Biossíntese de esteróis vegetais; Biossíntese e ação de hormônios, reguladores vegetais e moléculas elicitoras; Metabolismo de defesa vegetal; Respostas metabólicas aos estresses; Fotoperiodismo e floração; Visão integra va do metabolismo vegetal através de ferramentas ômicas. 3ª. Avaliação METODOLOGIA: Aulas exposi vas e discursivas sobre o conteúdo da disciplina. Será u lizado as ferramentas do SIGAA, E-mail do Acadêmico UFPB, Sala de aula. As avaliações envolvem: I) Estruturação de análise crí ca de uma ar go, elaborada conforme as Normas da American Society of Plant Physiologists, abordando todos os itens que definem o impacto da publicação. Essa a vidade totalizará 10% da avaliação final. II) Seminários: durante o decorrer da disciplina serão apresentados seminários, com apresentação de temá ca relacionada a avanços recentes, no estado da arte. A base conceitual será a disciplina e os avanços pontuais no estado da arte serão oriundos de ar gos ob dos em bases com fator de impacto Clarivate superior a 6,0. Todos os acadêmicos prepararão, no mínimo, um seminário. O seminário corresponderá a 20% da avaliação final. III) Três avaliações, cada uma correspondendo a 70% da nota da Unidade. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Exames escritos; um seminário apresentado; Par cipação nas aulas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BUCHANAN, Bob B.; GRUISSEM, Wilhelm; JONES, Russell L. (Ed.) Biochemistry and Molecular Biology of Plants. John Wiley & Sons. 2ª ed. 2015. - HANS-WALTER, Heldt; Piechulla, . Plant Bichemistry. 5ª ed. Elsevier. 2021. - DENNIS, D.T., TURPIN, D.H., LEFEBVRE, D.D. E LAYZELL, D. B. 2014. Plant Metabolism. 5a.ed. Longman, Singapore, 631p. - JONES, R.; OUGHAM, H.; THOMAS, H.; WAALAND, S. Molecular Life of plants. Wiley-Blackwell. 2013. - LINCOLN Taiz; EDUARDO Zeiger; IAN Max Moller; ANGUS Murphy. Fisiologia e Desenvolvimento Vegetal. Artmed. 6ª ed. 2017. - MARSCHNER, Horst. Marschner's Mineral Nutri on of Higher Plants. Academic Press. 2012. NELSON, DAVID L.; COX , MICHEL, M. - Princípios de Bioquímica de Lehniger.7ª. ed. 2019. DISCIPLINA: ANÁLISE DE SEMENTES CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: RISELANE DE LUCENA ALCÂNTARA BRUNO; EDNA URSULINO ALVES EMENTA: Histórico. Obje vos da análise de sementes. Regras para análise de sementes. Obtenção de amostras, análise de pureza, determinação de outras sementes por número; teste de germinação; determinação de grau de umidade; peso de mil sementes; teste de sementes por repe ções pesadas; análise de mistura de sementes; exame de sementes infestadas; teste de tetrazólio; testes de vigor; outros testes. OBJETIVOS: Sensibilizar, mo var e capacitar os alunos para os conceitos e procedimentos na avaliação dos componentes sico e fisiológicos da qualidade de sementes, de acordo com as normas e procedimentos aprovados nas legislações nacional e internacional, contribuindo, assim, para a familiarização com o ambiente laboratorial, que envolvem as diferentes análises de sementes realizadas em Análises de Ro na e as empregadas para pesquisa, bem como as suas metodologias. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Histórico e obje vos da análise de sementes; 2. Finalidade da análise de sementes. Regras para análise de sementes. Amostragem de sementes: obje vo, conceitos, procedimentos, cuidados. 1. Morfologia externa e interna de sementes; 2. Determinação de outras sementes por número: obje vo, conceitos, procedimento, informação de resultados; 3. Análise de pureza: obje vo, conceito, procedimento, informações dos resultados: problemas. 4. Teste de germinação: obje vo, condições para germinação, materiais e equipamentos, procedimento, informação dos resultados; problemas; 5. Determinação do grau de umidade: obje vo,
métodos existentes, métodos empregados no Brasil, aferição dos métodos; problemas; 6. Teste de tetrazólio: conceito, finalidade, metodologia, informação dos resultados; problemas e restrições; 7. Determinação de outras sementes por número; Análise de mistura de sementes; 8. Exame de sementes infestadas; Peso de mil sementes; Teste de sementes por repe ções pesadas; 9. Análise de sementes de espécies florestais; Análise de sementes reves das; Tabelas de tolerância; 10. Outros testes - Teste de raios X e análise de imagem; 11. Palestra de profissionais da área. METODOLOGIA: Os conteúdos serão desenvolvidos em aulas teóricas e prá cas, trabalhos de pesquisa em laboratório, individual e em grupo, assim como apresentação de seminários. O conteúdo prá co abordará técnicas laboratoriais de procedimentos específicos, desenvolvidos e aprimorados pela pesquisa. Palestra de profissionais atuantes na área de análise de sementes. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: 1. Par cipação em aulas (30%). 2. Análise crí ca de ar gos (30%). 3. Seminários (40%) BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BEWLEY, J.D.; BLACK, M. Seeds: Physiology of development and germina on. New York: Plenum Press,
1994. 367p. 2. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Wikisda (Plataforma Técnica): Regras para Análise de Sementes – RAS, 2025. Publicado em 26 jun. 2025. Disponível em: h ps://wikisda.agricultura.gov.br/pt-3. BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Regras para análise de sementes. Brasília: Coordenação de Laboratório Vegetal. Departamento Nacional de Defesa Vegetal, 2009. 399p. 4. CARVALHO, N.M. A secagem das sementes. Jabo cabal: Funep, 1994. 165p. 5. CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção 5. ed. Jabo cabal: FUNEP, 2012. 588 p. 6. COPELAND, L.O.; McDONALD JUNIOR, M.B. Principles of seed science and tecnology. New York: MacMillan Publishing, 1985. 321p. 7. FERREIRA, A. G.; BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre: ARTMED, 2004. 323p. 8. KRZYANOWSKI, F.C.; VIEIRA, R.D.; FRANÇA NETO, J.B. Vigor de sementes: Conceitos e Testes. Londrina: ABRATES, 1999. 218p. 9. LABOURIAU, L.G. A germinação das sementes. Washington: OEA, 1983. 173p. 10. MARCOS-FILHO, J. Seed physiology of cul vated plants. Londrina: ABRATES, 2016. 617p. 11. McDONALD, M.B.; COPELAND, L. Seed prodoc on: principles and pra ces. New York: Chapman & hall, 1996. 749p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BASES DE DADOS - BIOSIS, CAB, AGRIS, SCIELO, SCOPUS E ISI. DISCIPLINA: BIOQUÍMICA, FISIOLOGIA DA MATURAÇÃO E TECNOLOGIAS PÓS-COLHEITA DE FRUTOS E HORTALIÇAS TROPICAIS CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: SILVANDA DE MELO SILVA EMENTA: Transformações metabólicas no ciclo vital de produtos colhidos. Metabolismo respiratório e processos moleculares associados à formação de esqueleto de carbono e construção da qualidade. Papel dos hormônios e reguladores vegetais nos processos de maturação, amadurecimento e senescência. Metabolismo molecular associado ao modo de ação dos hormônios e reguladores vegetais. Controle de e leno, de outros hormônios e reguladores vegetais na maturação e pós-colheita de frutos e hortaliças. Fatores ambientais que afetam a maturação e o amadurecimento. Entendimento integrado da maturação pelo emprego de ferramentas ômicas. Principais causas de perdas e desperdícios de frutos e hortaliças. Índices de maturação e padrões de iden dade e qualidade pós-colheita de frutos e hortaliças. Tecnologia pós-colheita e qualidade. Refrigeração e armazenamento sob atmosfera controlada ou modificada. Outros sistemas de armazenamento e tratamentos pós-colheita ( sicos, químicos e biológicos). Controle de pragas e patologias pós-colheita. Ferramentas da biotecnologia e nanotecnologia aplicadas à pós-colheita. Padronização, classificação, embalagem e transporte de frutos
e hortaliças visando a manutenção e valorização da qualidade. Processamento mínimo e outras tecnologias pós-colheita aplicada a frutos e hortaliças tropicais. OBJETIVOS: Oferecer informações atuais e especializadas sobre os avanços em bioquímica, fisiologia e tecnologia pós-colheita de frutos e hortaliças a alunos do curso de Pós-Graduação em Agronomia. Formar pesquisadores com conhecimento básico na área de bioquímica, fisiologia da maturação de frutos climatéricos e não climatéricos e em tecnologia pós-colheita, despertando o interesse para o desenvolvimento e aplicação de tecnologias que mantem a qualidade, agreguem valor e ampliem o período de conservação dos produtos hor fru colas tropicais. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: Unidade I: Transformações metabólicas no ciclo vital de frutos e hortaliças (Formação e crescimento; Maturação e amadurecimento; Senescência); Processo respiratório e suas etapas em frutos e hortaliças; Padrões de a vidade respiratória, processos moleculares associados e regulação da maturação em frutos climatéricos e não climatéricos; Fatores que influenciam na a vidade respiratória; Os fatores de transcrição e suas influencias na epigené ca, síntese e ação do e leno; Integridade de membrana e resistência; Controle da biossíntese e ação do e leno e sua regulação; Controle da maturação de frutos e hortaliças não climatéricos; Outros hormônios (ácido abscísico, Auxinas, citocininas e giberelinas, ácido jasmônico, ácido salicílico, brassinoesteróis; melatonina, etc); Efeito da aplicação exógena de hormônios, reguladores vegetais e outras substâncias; Visão integra va da maturação através de ferramentas ômicas. 1ª. Avaliação. Unidade II: Fatores endógenos e exógenos que afetam a maturação; Temperatura (altas e baixas temperaturas, congelamento e escaldadura); Concentração de gases na atmosfera; Oxigênio e dióxido de carbono; E leno; Outros hormônios e reguladores; Umidade; Pressão (armazenamento hipobárico e hiperbárico); Tratamentos químicos ( ossulfato de prata, 1-me lciclopropeno, aminoetoxi vinil glicina e outros inibidores da síntese e ação de e leno); Perdas e desperdícios pós-colheita; Causas e pos de perdas; Fatores envolvidos nas perdas; Métodos para redução das perdas; Tecnologia pós-colheita e qualidade; Colheita e sistemas de manuseio pós-colheita; Embalagem, transporte e armazenamento; Armazenamento de produtos perecíveis sob modificação da atmosfera; Atmosfera controlada (AC) e modificada (AM); Mecanismos de ação e efeitos de AC e AM; Principais bene cios e efeitos de AC e AM; E leno e outros hormônios na tecnologia pós-colheita. 2ª. Avaliação. Unidade III: Tipificação da qualidade pós-colheita de frutos e hortaliças; Parâmetros indicadores de qualidade; Índices de maturação; Métodos de avaliação da qualidade; Estabelecimento de índices de maturação; Padronização e classificação de frutos e hortaliças; Padrões nacionais e internacionais; Embalagens para exportação e sistemas de controle de embarque; Desordens fisiológicas na pós-colheita; Injúrias pós-colheita; Atmosfera de armazenamento: CO2 (alto), O2 (baixo), CO e temperatura; Desordens na pós-colheita de frutos tropicais; Danos pelo frio (chilling injury); Injúrias por alta temperatura; Injúrias por congelamento; Injúrias por alto CO2/baixo O2; Principais estratégias para controle de injúrias; Pragas e patologias pós-colheita; Princípios de patologia pós-colheita; Princípios de pragas e doenças em frutos; Controle biológico, químico e sico de pragas e patógenos pós-colheita de frutos e hortaliças; Indutores de resistência pós-colheita de frutos e hortaliças; Cálcio: princípios e bene cios; Formas de u lização; Métodos de aplicação; Poliaminas, melatonina e outras substâncias: princípios e bene cios; Formas de u lização e métodos de aplicação; Tecnologia Pós-colheita aplicada a frutos tropicais; As operações de pós-colheita; Processamento mínimo; Melão, manga, abacaxi, uva, goiaba, limão tahi , acerola, caju, mamão, banana e anonáceas, frutas na vas, etc. - 3a. Avaliação. METODOLOGIA: Aulas exposi vas e discursivas sobre o conteúdo da disciplina. Será u lizado as ferramentas do SIGAA, E-mail do Acadêmico UFPB, Sala de aula. As avaliações envolvem: I) Estruturação de projeto, elaborados conforme as Normas de edital recente de agência de fomento compe va, abordando a interface e problemá ca biológica relacionada à área de estudos do aluno, associando componentes de avaliação qualidade e valorização de frutos e hortaliças. Essa a vidade totalizará 15% da avaliação final. O projeto de pesquisa deverá conter introdução, jus fica va contextualizada, material e métodos, resultados e impactos esperados, orçamento, equipe e referências bibliográficas. II)
Seminários: durante o decorrer da disciplina serão apresentados seminários, com apresentação de temá ca relacionada a avanços recentes em bioquímica e fisiologia pós-colheita ou sobre a tecnologia de armazenamento, manejo e controle de qualidade de frutos e hortaliças. A duração de cada seminários será de 30 minutos, seguindo-se discussão e avaliação. A base conceitual será a disciplina e os avanços pontuais no estado da arte serão oriundos de ar gos ob dos em bases com fator de impacto Clarivate superior a 4,0. Todos os acadêmicos prepararão, no mínimo, um seminário. O seminário corresponderá a 20% da avaliação final. III) Três avaliações correspondendo a 65%. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Exames escritos; um seminário apresentado; Par cipação nas aulas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - ARPAIA, M.L., MITCHAN, B., CRISOSTO, C., KADER, A. Fruit Ripening & Ethylene Management. 2a. UCDAVIS. 2015. - CHAKRAVERTY, A.; SINGH, R. P. Postharvest technology and food process engineering. CRC Press: Boca Raton. 2014. - PALIYATH, G.; MURR, D. P.; HANDA, A. K.; LURIE, S. (Eds.) Postharvest biology and technology of fruits, vegetables, and flowers. Wiley Blackwell: Iowa. 2008. - PALIYATH, G.; SUBRAMANIAN, J.; LIM, L-T.; SUBRAMANIAN, K. S.; HANDA, A. K.; MATTOO, A. (Eds.) Postharvest biology and nanotechnology. Wiley Blackwell: New Jersey. 2019. - SINGH, B.; SINGH, S.; KOLEY, T. K. (Eds.) Advances in postharvest technologies of vegetable crops. Apple Academic Press: Waretown, New Jersey. 2018. - VALERO, D.; SERRANO, M. Postharvest biology and technology for preserving fruit quality. Boca Raton: CRC Press. 2010. p. 7-47. - WILLS, R. B. H., GOLDING, J. Postharvest: an introduc on to the physiology and handling of fruit and vegetables. CAB Interna onal, Wallingford, UK, 6a. ed., 2016. - YAHÍA, E. M.; CARILLO-LÓPEZ, A. Postharvest physiology and biochemistry of fruits and vegetables. 2019. DISCIPLINA: CONTROLE BIOLÓGICO DE INSETOS-PRAGA CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: CARLOS HENRIQUE DE BRITO EMENTA: Introdução; Histórico; Conceitos e fundamentos do Controle biológico; Aspectos biológicos e ecológicos; Principais grupos de agentes de controle biológico: micro e macrobiógicos; Tipos de controle biológico; Métodos e técnicas de criação de agentes; Programa de controle biológico de insetos-praga; Casos de sucesso de controle biológico e estudos de casos. OBJETIVOS: Instruir os alunos sobre os principais conceitos e aplicações relacionados ao controle biológico de pragas agrícolas. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: UNIDADE I - Introdução; Histórico; Conceitos e fundamentos do Controle biológico; Aspectos biológicos e ecológicos; Principais grupos de agentes de controle biológico: micro e macrobiógicos; Tipos de controle biológico; UNIDADE II - Métodos e técnicas de criação de agentes; Programa de controle biológico de insetos-praga; UNIDADE III - Casos de sucesso de controle biológico e estudos de casos. METODOLOGIA: Aulas exposi vas e dialogadas, palestras com abordagens atuais sobre Controle Biológico e visitações à biofábricas. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Seminários, discussão de ar gos, relatórios e par cipação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ACIEL, Rodrigo Mendes Antunes et al. Augmenta ve Biological Control of S nk Bugs Using Entomopathogens in Brazil. In: S nk Bugs (Hemiptera: Pentatomidae) Research and Management: Recent Advances and Case Studies from Brazil, Europe, and USA. Cham: Springer Nature Switzerland, 2024. p. 65-80. - AHMAD, S., BASRI, R., SINGH, A. P., AKANKSHA. Biological Control of Insect Pests. England: Rubicon Publica ons, 2023, 204p. - FONTES, E.M.G.; VALADARES. M.C. Controle biológico de pragas da agricultura. Embrapa. Brasília. 2020. 510p. - GALLO, D. et al. Manual de Entomologia Agrícola. v. 10, Piracicaba: FEALQ, 2002, 920p. - MASON, P. G. Biological control: global impacts, challenges and future direc ons of pest management. Clayton South, VIC: CSIRO Publishing, 2021, 626p. - MEYER, M. C.; BUENO, A. F.; MAZARO, S. M. M.; Silva, J.C., Bioinsumos na cultura da soja. Brasília, DF: Embrapa; 2022, 550p. - SAABNA, Norah; KEASAR, Tamar. Parasitoids for biological control in dryland
agroecosystems. Current Opinion in Insect Science, p. 101226, 2024. - TANDA, Amarjit Singh. Advances In Biological Control Pest Management Technology. IK Interna onal Pvt Ltd, 2024. DISCIPLINA: ECOFISIOLOGIA DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: MANOEL BANDEIRA DE ALBUQUERQUE EMENTA: Estresse ambiental. Sazonalidade. Relações hídricas e como mensurá-las. Fotossíntese na folha, dossel e na comunidade de plantas. U lização do carbono e produção de biomassa (relação fontedreno). Regulação da nutrição mineral. Efeitos dos fatores ambientais e fitorreguladores no crescimento e desenvolvimento vegetal. Análises de crescimento em plantas. Papel fisiológico das interações plantamicrobiota do solo com ênfase na nutrição mineral. OBJETIVOS: Após cursar a disciplina o aluno deverá ser capaz de: Dotar os alunos de conhecimento sobre a influência dos fatores ambientais na produ vidade das plantas cul vadas. Entender as adaptações das plantas em função da sazonalidade climá ca e circadiana; Compreender os mecanismos de absorção, translocação e assimilação de nutrientes minerais e o papel da microbiota do solo associada. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: UNIDADE 1 – FATORES EDAFOCLIMÁTICOS E RESPOSTAS DOS VEGETAIS: Padrões climá cos mundiais e locais e a sazonalidade. Relações hídricas e regulação vegetal ao déficit hídrico. Fatores ecofisiológicos da fotossíntese. Respostas das plantas a fatores do solo com ênfase na nutrição mineral. UNIDADE 2 – CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS: Ciclo de cultura. Regulação Fonte-dreno. Hormônios e Regulação hormonal. Dormência, Fru ficação e Senescência. Técnicas de medição do crescimento e produção das culturas. UNIDADE 3 – O PAPEL DOS MICROORGANISMOS NO DESENVOLVIMENTO E PRODUÇÃO VEGETAL: Ecofisiologia da simbiose. O papel dos organismos fixadores de nitrogênio, fungos micorrízicos, dentre outros, na tolerância aos estresses e nos ganhos de produ vidade. METODOLOGIA: Aulas exposi vas; Exercícios de fixação; Estudo dirigido; Textos complementares. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação da aprendizagem dar-se-á através dos seguintes mecanismos e instrumentos: Avaliações escritas; Avaliações exposi vas; Trabalho de pesquisa; Par cipação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - CASTRO, P. R. C.; KLUGE, R. A. Ecofisiologia de cul vos anuais. São Paulo: Nobel,
1999. - LARCHER, WALTER; PRADO, CARLOS H. B. Ecofisiologia Vegetal. Rima Artes e Textos, 2000. RAVEN, PETER H.; EICHHORN, SUSAN E.; RAVEN, PETER K. Biologia Vegetal. 8. ed. Guanabara KOOGAN,
2025. REICHARDT, R. Relação solo-planta-atmosfera. Segunda Edição, Piracicaba (CENA-USP), 2004. SADRAS, V.O.; CALDERINI, D.F. Editor(s): Crop Physiology (Second Edi on), Academic Press, 2015. - TAIZ, LINCOLN; ZEIGER, EDUARDO; MOLLER, IAN M.; MURPHY A. Fisiologia e Desenvolvimento Vegetal 6ª Ed. ARTMED. 2017. DISCIPLINA: FRUTEIRAS DE CLIMA TROPICAL CARGA HORÁRIA: 60h DOCENTE RESPONSÁVEL: FRANCISCO THIAGO COELHO BEZERRA EMENTA: Culturas: abacaxi; caju; banana; mamão; manga e maracujá; Origem: Posição botânica e classificação; Variedades; Importância econômica e social das culturas; Principais regiões produtoras; Exigências edafoclimá cas; Propagação; Instalação da cultura; Tratos culturais e fitossanitários; Fru ficação; Colheita, embalagem e transporte; Comercialização; Custos de produção; Industrialização. OBJETIVOS: a) Descrever as principais fruteiras tropicais de importância econômica e social no Brasil, incluindo abacaxi, banana, caju, mamão, manga e maracujá, compreendendo sua origem, posição
botânica, classificação e variedade; b) Analisar cri camente as exigências edafoclimá cas, métodos de propagação, instalação da cultura e tratos culturais e fitossanitários para cada uma das fruteiras abordadas, visando o mizar a produção e a sustentabilidade; c) Avaliar os processos de fru ficação, colheita, embalagem, transporte e comercialização das fruteiras tropicais, iden ficando desafios e oportunidades para a cadeia produ va. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Introdução à fru cultura (4h); 1.1. Conceito, obje vo e importância da fru cultura; 1.2. Fatores ambientais, abió cos e bió cos, no cul vo de fruteiras; 1.3. Classificação das plantas fru feras quanto ao clima; 1.4. Propagação das árvores fruteiras; 2. A cultura do abacaxi (8h); 3. A cultura do caju (8h); 4. A cultura da banana (8h); 5. A cultura do mamão (8h); 6. A cultura da manga (8h); 7. A cultura do maracujá (8h). METODOLOGIA: O curso será ministrado por meio de aulas dos pos exposi vas, discussão em classe, e metodologias a vas. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação da aprendizagem se dará por meio de processo con nuo, através da par cipação nas discussões de classe, como também da aplicação de provas escritas, apresentações e entrega de relatórios/ar gos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Bruckner, C.H.; Santos, C.E.M.; Borém, A. Maracujá do Plan o à Colheita. Editora UFV, 2021. 192p.; Donato, S.L.R.; Borém, A.; Rodrigues, M.G.V. Banana do Plan o à Colheita. EPAMIG,
2021. 375p.; Rusin, C.; Oliveira, G. S.; Lisbôa, H.; Souza, J. M. A.; Moura, A. dos S.; Chiaro , F.; Vicente, L. de C. Fru cultura. Porto Alegre: SAGAH, 2021. E-book. 234p.; Salomão, L.C.C.; Siqueira, D.L.; Borém, A. Mamão do Plan o à Colheita. Editora UFV, 2020. 263p.; Santos, C.E.M.; Borém, A. Abacaxi do Plan o à Colheita. Editora UFV, 2019. 202p.; Simão, S. Tratado de Fru cultura. Piracicaba: Fealq, 1998. 760p.; Siqueira, D.L.; Salomão, L.C.C.; Borém, A. Manga do Plan o à Colheita. Editora UFV, 2019. 277p. DISCIPLINA: ECOFISIOLOGIA DA PRODUÇÃO DE FRUTEIRAS CARGA HORÁRIA: 60h DOCENTE RESPONSÁVEL: FRANCISCO THIAGO COELHO BEZERRA EMENTA: Interação entre as plantas fru feras e o ambiente em que se desenvolvem, abordando os princípios fisiológicos e ecológicos que governam o crescimento, desenvolvimento, produção e qualidade dos frutos. A influência de fatores ambientais como radiação solar, temperatura, balanço hídrico e elementos minerais, bem como o papel dos hormônios vegetais e as respostas das fruteiras a diferentes estresses abió cos. A produção em sistemas consorciados e o uso de ferramentas de monitoramento e modelagem ecofisiológica para o mizar o manejo e a sustentabilidade dos pomares. OBJETIVOS: Compreender os princípios ecofisiológicos que regem o crescimento, desenvolvimento e produção de fruteiras; Analisar a interação entre a planta fru fera e o ambiente, e seus impactos na produ vidade e qualidade dos frutos; Desenvolver a capacidade de aplicar conhecimentos ecofisiológicos para o manejo sustentável de pomares e o mização da produção. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Introdução à Ecofisiologia de Fruteiras (2h): conceitos básicos em ecologia; Definição e importância da ecofisiologia na fru cultura; fatores ambientais que afetam as fruteiras; zoneamento edafoclimá co. 2. Radiação Solar e Balanço de Carbono (8h): qualidade, quan dade e duração da luz: efeitos na fru fera; ponto de compensação e saturação luminosa; metabolismo do carbono (C2, C3, C4, CAM) em fruteiras; eficiência do uso da radiação e sua relação com a produção; manejo da luz no pomar: poda, raleio, espaçamento; distribuição de assimilados nas fruteiras; 3. Temperatura e Desenvolvimento (6h); temperaturas cardinais para o crescimento e desenvolvimento; acúmulo de frio e superação da dormência em gemas; termoperiodismo: efeito da temperatura na brotação, florescimento, fru ficação e maturação; 4. Balanço e Relações Hídricas (6h): ciclo hidrológico; importância e funções da água para as plantas; água no sistema solo-planta-atmosfera; necessidade e eficiência do uso da água; manejo da irrigação com base em parâmetros edáficos e fisiológicos; 5. Elementos Minerais (6h): nutrientes essenciais e benéficos
e seus papéis fisiológicos; absorção, transporte e redistribuição de nutrientes; extração e exportação de nutrientes; diagnós co nutricional: análise foliar e de solo; eficiência do uso de nutrientes; interações entre nutrientes e outros fatores ambientais; manejo da adubação para o mização da produção e qualidade; 6. Hormônios Vegetais e Reguladores de Crescimento (6h): principais classes de hormônios e fitorreguladores; funções e interações no crescimento e desenvolvimento de fruteiras; uso de reguladores de crescimento na fru cultura (quebra de dormência, raleio, indução floral, maturação; 7. Produção e Qualidade dos Frutos (6h): poda e seus efeitos sobre a produção; fatores ecofisiológicos que afetam o pegamento de frutos, o raleio natural e a produ vidade; influência do ambiente na cor, tamanho, sabor, firmeza e teor de sólidos solúveis dos frutos; índices de colheita e maturação fisiológica; estratégias para o mizar a qualidade pós-colheita; 8. Estresses Abió cos em Fruteiras (6h): definições; mecanismos de tolerância e resistência; estresse salino e toxicidade de elementos minerais; estresse por deficiência nutricional; estresse hídrico: causas, sintomas e respostas fisiológicas das fruteiras; estresse térmico: danos por frio (geada) e calor (queimadura solar); estresse luminoso: excesso e deficiência de luz; 9. Cul vos de Fruteiras em Sistemas Consorciados (6h): compe ção intraespecífica e interespecífica; pos de cul vos consorciados; plas cidade morfológica e adaptabilidade vegetal; razão Equivalente de Terreno; 10. Ferramentas e Modelagem em Ecofisiologia (8h): índices ou caracterís cas anatômicas, morfológicas, bioquímicas e fisiológicas; uso de sensores e tecnologias para monitoramento ecofisiológico (status hídrico, trocas gasosas, índices e fluorescência da clorofila, sensores de seiva, termografia, RGB, NDVI etc.) e bio sicos (radiação, temperatura, umidade etc.); modelagem do crescimento e desenvolvimento de fruteiras e de frutos. METODOLOGIA: O curso será ministrado por meio de aulas dos pos exposi vas, discussão em classe, e metodologias a vas. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação da aprendizagem se dará por meio de processo con nuo, através da par cipação nas discussões de classe, como também da aplicação de provas escritas, apresentações e entrega de relatórios/ar gos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Santos, C.C.; Scalon, S. de P.Q. Ecofisiologia e nutrição de espécies fru feras e arbóreas. Pantanal Editora, 2020. 150p.; Castro, P.R.C.; Kluge, R.A. Ecofisiologia de fruteiras tropicais. Editora Nobel, 2011. 112p.; Dhillon, W.S.; Bhat, Z.A. Fruit Tree Physiology. Narendra Publishing House,
2017. 530p.; Roger, M.J.R. Handbook of Plant Ecophysiology Techniques. Springer, 2001. 468p. DISCIPLINA: MANEJO DA ÁGUA EM SISTEMA AGRÍCOLA CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: THIAGO JARDELINO DIAS EMENTA: Estrutura e propriedades da água; retenção e cálculo da água no solo; bases termodinâmicas no estudo do sistema solo-água; potenciais da solução no solo; movimento da água no solo; água e solutos no sistema solo-planta; água nas reações biológicas; água nas estruturas de macromoléculas e membranas; potencial hídrico e seus componentes; absorção de água pelas plantas; transporte de água para a parte aérea; transferência de água para a atmosfera; fisiologia dos estômatos; fatores que afetam o fluxo de água no sistema solo-planta-atmosfera; déficit hídrico em plantas; ambiente radicular e a aquisição de minerais; transporte de íons através das membranas; absorção de água e crescimento de plantas; manejo da água em ambientes; água na planta e seu efeito na produção; e, instrumentação no manejo da água na agricultura. OBJETIVOS: Proporcionar ao pós-graduando conhecimento detalhado sobre as técnicas de manejo da água na agricultura, conceitos e aplicações, seu uso racional, experimental e avalia vo como incremento na potencialidade produ va e econômicas das culturas agrícolas. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Água; 2. Água no solo; 3. Sistema radicular das plantas e suas funções; 4. Interface solo-raiz; 5. Água na planta; 6. Transferência de água para a atmosfera; 7. Balanço da água na planta; 8. Absorção de água e crescimento de plantas; 9. Água e
processos fisiológicos nos vegetais; 10. Água e produção agrícola; 11. Manejo da água em ambientes aberto e controlados; 12. Instrumentação no manejo da água na agricultura. METODOLOGIA: Aulas exposi vas e demonstra vas; Discussões; Trabalho individual; Trabalho em Grupo; Projeto; Lista de exercícios; Uso de laboratório e Visitas técnicas a projetos instalados. RECURSOS DIDÁTICOS: Uso de quadro, Retroprojetor, Projetor mul mídia, DVD, Apos las e Computador. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: As avaliações de conhecimento serão realizadas através de: Avaliação 1 - Prova escrita, individual, sem consulta, com questões descri vas: 0 a 8,0 e relatório das aulas experimentais e a vidades de laboratório e campo: 0 a 2,0; Avaliação 2 - Prova escrita, individual, sem consulta, com questões descri vas: 0 a 8,0 e relatório das aulas experimentais e a vidades de laboratório e campo: 0 a 2,0; Avaliação 3 - Prova exposi vo, individual, sem consulta, com apresentação de temas dirigidos no decorrer da disciplina: 10,0. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - ANGELOCCI, L.R. Água na planta e trocas gasosas/energé cas com a atmosfera: introdução ao tratamento bio sico/Luiz Roberto Angelocci..Piracicaba-SP: 2002. 272p. - BERGAMASCHI, H. (Coordenador) Agrometeorologia aplicada à irrigação. Porto Alegre: Ed. Universidade / UFRGS, 1992. 126p. - GHEYI, H. R.; DIAS, N. S.; LACERDA, C. F. Manejo da salinidade na agricultura. Fortaleza, INCT Sal,
2010. 472 p. - KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 452p. OLIVEIRA, A. S.; DALMIR KUHN; SILVA, G. P. A irrigação e a relação solo-planta-atmosfera. Brasília: LK, 2006. 88p. - 11. PENTEADO, S. R. Manejo da água e da irrigação em propriedades ecológicas. 2ed. Campinas: Via Orgânica 2010. 208p. - REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo: Editora Manole, 1987. 188p. - SOUSA, V. F.; MAROUELLI, W. A.; COELHO, E. F.; PINTO, J. M.; COELHO FILHO, M. A. (Eds.). Irrigação e fer rrigação em fruteiras e hortaliças. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2011. 771p. - TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 6ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 918p. DISCIPLINA: MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: LUCIANA CORDEIRO DO NASCIMENTO EMENTA: Princípios de controle de doenças de plantas (químico, biológico, sico, gené co, cultural). Prá cas de manejo integrado de doenças. Manejo das doenças em cul vo protegido. Manejo de Doenças de Sementes. Manejo de Doenças na Pós-Colheita. Métodos alterna vos de manejo de doenças de plantas. Resistência de Plantas à Patógenos. Transformação de plantas visando resistência a doenças. OBJETIVOS: Proporcionar ao pós-graduando noções para Minimizar o uso de produtos químicos; garan r a produção de alimentos saudáveis; preservar o meio ambiente; controlar as enfermidades nas lavouras de forma sustentável; reduzir os custos para o produtor; obter a máxima expressão do potencial gené co da cul var e manter a população de pragas e patógenos abaixo do limiar de dano econômico PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: Unidade 1: Princípios de controle de doenças de plantas: Exclusão, Erradicação, Proteção, Imunização, Terapia, Evasão e Regulação. Unidade 2. Manejo Integrado de Doenças (MID): Conceitos e Fundamentação Teórica; Unidade 3. Indução de resistência de Plantas à Patógenos; Unidade 4. Controle Cultural: Rotação de Culturas, Manejo da Irrigação, Agricultura Orgânica, Sani zação; Unidade 5. Controle Gené co: Melhoramento de Plantas para resistência à patógenos; Resistência Ver cal e Horizontal, Resistência Transgênica; Unidade 6. Controle Físico: Refrigeração, Atmosfera Controlada/Modificada, Solarização, Termoterapia. Unidade 7. Controle Biológico de patógenos; Unidade 8. Controle Químico de patógenos; Unidade 9. MID de patógenos em sementes; Unidade 10. MID de patógenos pós-colheita; Unidade 11. MID em plantas cul vadas (tomateiro, feijoeiro, milho, videira, abacaxizeiro). METODOLOGIA: Aulas exposi vas e demonstra vas; Discussões; Trabalho individual; Trabalho em Grupo; Projeto; Lista de exercícios; Uso de laboratório e Visitas técnicas a projetos instalados.
MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: As avaliações de conhecimento serão realizadas através de: Prova escrita e exposi va com apresentação de um ar go cien fico, apresentação de seminários com tema pré definido, elaboração e apresentação de projeto de MID. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - AGRIOS, G.N. Plant pathology. 5th . San Diego: Academic Press, 2005, 635 p. - BARNETT, H.L.; HUNTER, B.E. 1998. Illustrated genera of imperfect fungi (4a. Ed.). - APS Press, St. Paul MN. 218 pp. - BERGAMIN FILHO, A. e AMORIM, L. (ed.) Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. Ouro Fino: Agronômica Ceres, 2018. v.1. 573 p. - AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L. E. A. (ed.). Manual de fitopatologia: doenças das plantas cul vadas. Ouro Fino: Agronômica Ceres, 2016. v.2. 772p. - DHINGRA, O.D.; SINCLAIR, J.B. Basic plant pathology methods. 2nd ed. Boca Raton: CRC Lewis Publishers, 1995. 434p. DISCIPLINA: MÉTODOS DE DETECÇÃO DE VARIABILIDADE GENÉTICA CARGA HORÁRIA: 60h DOCENTE RESPONSÁVEL: Naysa Flávia Ferreira do Nascimento OBJETIVO: Sistema reprodu vo e Fluxo gênico para monitoramento de populações vegetais EMENTA: Tipos, origem, natureza da variação detectada, enriquecimento da variabilidade gené ca, caracterís cas e protocolos dos marcadores gené cos. Biometria e interpretação de dados de marcadores gené cos moleculares e morfológicos. Es madores de diversidade gené ca. Distâncias gené cas. Aplicações em gené ca, melhoramento e conservação de plantas. OBJETIVOS: Capacitar o aluno a iden ficar, quan ficar e interpretar a variabilidade gené ca em populações vegetais, u lizando métodos morfológicos, moleculares e esta s cos, aplicando os conhecimentos à conservação, ao manejo e ao melhoramento de plantas. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO:
1. Tipo, origem e natureza da variação detectada. 2. Hibridação e recombinação para enriquecimento da variabilidade gené ca. 3. Marcadores morfológicos como ferramenta para iden ficação da variabilidade.
4. Marcadores moleculares como ferramentas para a iden ficação de variabilidade. 5. Marcadores morfológicos como ferramentas para a iden ficação de variabilidade. 6. Análise e interpretação de dados para iden ficação de variabilidade. 7. Mutação, recombinação, fluxo gênico, deriva gené ca, especiação. 8. Observações e interpretações da variabilidade gené ca. METODOLOGIA: As aulas serão conduzidas de forma teórica dialogada, buscando incen var a par cipação e interação dos discentes. Serão abordados inovações e descobertas recentes sobre os temas programados, para promover discussões e a transferência horizontal do conhecimento. As aulas prá cas serão ministradas nas fazendas experimentais da ins tuição. Teremos ainda a vidades baseadas no método Team-Based Learning. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação ocorrerá de forma con nua, com base nos seguintes critérios: Par cipação dos discentes na aula; Respostas as discussões durante a explanação dos conteúdos; Resolução das a vidades em grupo solicitadas; Apresentação de ar gos e seminários. CRUZ, C. D.FERREIRA, Fábio Medeiros CRUZ, C. D. PEIXOTO, L. A.BHERING, L. L.REGAZZI, A. J.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - CARVALHO, F I F. ; LORENCETTI, C. ; MACHIORO, V. ; SILVA, S. A. Condução de População no Melhoramento Gené co de Plantas. 2 ed. Pelotas-RS: Editora e Gráfica Universitária UFPel, 2008. v. 1. 271 p. - CRUZ, C. D.; FERREIRA, Fábio Medeiros ; PESSONI, Luiz Alberto . Biometria aplicada ao estudo da diversidade gené ca - ISBN 9788560249701. 1. ed. Visconde de Rio Branco, MG: Suprema Gráfica Editora, 2011.
v. 1. 620p. CRUZ, C. D. Programa Genes - Diversidade Gené ca. 1. ed. Viçosa, MG: Editora UFV, 2008. v. 1. 278p . FERREIRA, M.E.; RATTAPAGLIA, D. Introdução Ao Uso De Marcadores Moleculares Em Análises Gené ca. 3 ed. Brasília, Embrapa, 1996. 220p. - PEIXOTO, L. A. ; BHERING, L. L. ; Cosme Damião CRUZ . SELEÇÃO
GENÔMICA APLICADA AO MELHORAMENTO GENÉTICO. 1. ed. Viçosa: Editora UFV, 2022. v. 1. 275p. – REGAZZI, A. J. ; Cruz, Comes D. . Análise Mul variada Aplicada. 1. ed. Viçosa, MG: Viçosa, 2020. v. 1. 401p. - ZAHA, A. Biologia Molecular Básica, Porto Alegre, 1996, 336p. DISCIPLINA: MÉTODOS DE MELHORAMENTO DE PLANTAS CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: ELIZANILDA RAMALHO DO RÊGO & MAILSON MONTEIRO DO RÊGO. EMENTA: Natureza, perspec vas e obje vos do melhoramento. Evolução das espécies cul vadas. Variabilidade gené ca e sua conservação. Sistemas reprodu vos das plantas cul vadas. Noções de gené ca quan ta va. Melhoramento gené co de plantas autógamas. Melhoramento de plantas alógamas. Melhoramento para resistência a doenças, insetos e condições adversas. Biotecnologia no melhoramento de plantas: marcadores moleculares e plantas transgênicas. Avaliação, registro, lançamento e produção de sementes de variedades melhoradas. Interação genó po-ambiente. Produção de sementes de variedades melhoradas. Registro de cul vares. OBJETIVOS: Oferecer aos discentes uma formação sólida dos fundamentos teóricos e prá cos envolvidos no melhoramento das principais culturas de propagação sexuada e assexuada, incluindo noções das técnicas resultantes dos avanços em biologia molecular PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: A necessidade de fornecer alimentos para a crescente população mundial, surge como o grande desafio para a agricultura no início deste milênio. O aumento do suprimento de alimentos está baseado cada vez mais na melhoria da produ vidade, que pode ser alcançada apenas com a evolução da pesquisa agrícola, notadamente em melhoramento de plantas. A oferta de novas cul vares nas principais culturas alimentares, tem sido o instrumento para viabilizar a sua produção em condições compe vas no mercado internacional. METODOLOGIA: Aulas exposi vas MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Prova escrita e seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - ALLARD, R.W. Princípios do melhoramento gené co das plantas. Ed. Edgard Blucher Ltda. São Paulo, SP.
1971. 381p. - BORÉM, A.; MIRANDA; G. V. Melhoramento de plantas. Editora UFV. 2009. 519 p. - DESTRO, D.; MONTALVAN, R. (Eds.). Melhoramento Vegetal. Londrina. PR. Ed. Eduel. - RAMALHO, M. A. P.; FERREIRA, D. F.; OLIVEIRA, A. C. Experimentação em gené ca e melhoramento de plantas. Lavras: UFLA,
2000. 303 p. - BORÉM, ALUÍZIO E MIRANDA, GLAUCO V. Ed. Melhoramento de Plantas – 6ª edição. Ed. UFV. 2013, 529p. - BORÉM, ALUÍZIO E FRITSCHE-NETO, ROBERTOV. Ed. Ômicas 360° - Aplicações e Estratégias para o Melhoramento de Plantas. Ed. UFV. , 2013, 289p. - CALDWELL, B.E. Soybeans: improvement, produc on and uses. Caldwell, B.E. (ed.) Wisconsin. Americam Society of Agronomy,
1973. 681p CONGRESSO BRASILEIRO DE SOJA, 1999, londrina Anais...Londrina: Embrapa Soja, 1999. 533p. (Embrapa Soja Documentos, 124). - CROCOMO, O.J.; SHARP, W.R.; MELO, M. Biotecnologia para produção vegetal, editado por O o J. Crocomo e outros - Piracicaba:CEBTEC/FEALQ, 1991. 539p. DUDLEY, J. W. Molecular marker implant improvement: manipula on of genes affec ng quan ta ve traits. Crop Science, v. 33, p.660-668, 1993. - FALCONER, D.S. Introdu on to quan ta ve gene cs. 3rd ed. New York, Longman, 1989. 438p. - FEHR, W.R. Principles of cul var development. Crop species/ Walter R. Fehr, New York, McGrawHill,Inc. 1987. 536p. - FRITSCHE-NETO, ROBERTO E BORÉM, ALUÍZIO. Melhoramento de Plantas para Condições de Estresses Abió cos, 2011.250p. - GARDENER, C.O. An evalua on of effects of mass selec on and seed irradia on with thermal on yield of corn. Crop Science 1:241-245. 1961. - HALLAUER, A.R.; MIRANDA, J.B.Filho. Quan ta ve gene cs in maize breeding, The Iowa State University, Ames, Iowa. 1981. 468p. - HYMOWITZ, T. On the domes ca on of soybean. Economic Botany, New York, v.24, p.408-21, 1970. - PATERNIANI, E.; VIÉGAS, G.P. (eds.). Melhoramento e
produção do milho/ Editado por E. Paterniani e Glauco P. Viégas. Campinas-Fundação Crgill, 1987, 2ª ed. revista e melhorada. 795p. - QUIMBY, J.R. Sorghum improvement and the gene cs of grwth. Collge Sta on. Texas A & M University Press, 1974. 108p. - RAMALHO, M.A.P.; SANTOS, J.B. dos; ZIMMERMAN, M.J. Gené ca quan ta va aplicada ao melhoramento de plantas, com ênfase à cultura do feijoeiro. Universidade Federal de Goiás, Goiania, 1991. - REZENDE DA SILVA, ADELMO FÁVERO, ALESSANDRA PEREIRA, ALVES, ALFREDO AUGUSTO CUNHA E OUTROS; Prémelhoramento de plantas: estado da arte e experiências de sucesso. Ed. Embrapa, 2011, 614p. VERNETTI, F.J Gené ca e melhoramento. Francisco de Jesus Verne (ed.). Fund. Cargill, Campinas. 1983. 463p. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO DE PLANTAS FRUTÍFERAS CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: ITALO HERBERT LUCENA CAVALCANTE EMENTA: Introdução à nutrição de plantas. Eficiência e exigência nutricional. Absorção, transporte e redistribuição. Macronutrientes. Micronutrientes. Diagnose foliar. Interações entre nutrientes. OBJETIVOS: Instruir aos alunos matriculados sobre os principais elementos relacionados à nutrição de fru feras, com foco daquelas espécies exploradas economicamente na Caa nga. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: UNIDADE I: Introdução à nutrição de plantas (conceitos em nutrição de plantas e sua relação com disciplinas afins; conceito de nutriente e critérios de essencialidade; composição rela va de nutrientes nas plantas fru feras; acúmulo de nutrientes pelas culturas fru feras e a formação da colheita; outros elementos químicos de interesse na nutrição vegetal). Eficiência e exigência nutricional. Absorção, transporte e redistribuição. UNIDADE II: Macronutrientes (Absorção, translocação e redistribuição; par cipação no metabolismo vegetal; Exigências nutricionais das principais culturas; Sintomatologia de carências excessos nutricionais). UNIDADE III: Micronutrientes (Absorção, translocação e redistribuição; par cipação no metabolismo vegetal; Exigências nutricionais das principais culturas; Sintomatologia de carências excessos nutricionais). Diagnose foliar. Interações entre nutrientes. METODOLOGIA: Aulas exposi vas; Exercícios de fixação; Estudo dirigido; Textos complementares. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação da aprendizagem dar-se-á através dos seguintes mecanismos e instrumentos: Avaliações escritas; Avaliações exposi vas; Trabalho de pesquisa; Par cipação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - GENÚ, P. J. de C.; PINTO, A. C de A. A Cultura da Mangueira. 1.ed. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2002. 452 p. - MARSCHNER, H. Mineral nutri on of higher plants. 3rd edi on. London, Academic Press, 2011. - MENGEL, K.; KIRKBY, E.A.; KOSEGARTEN, H.; APPEL, T. Principles of plant nutri on. 5th ed. Dordrecht: Kluwer. 2001. - PAULL, R. E., DUARTE, O. Tropical fruits. 2.ed. London: CAB Interna onal, 2011. 408 p. - PESSARAKLI, M. Handbook of plant and crop physiology. 3rd ed. New York: Marcel Dekker, 2014. 1031 p. - PRADO, R.M. Nutrição de Plantas. 1. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2008. v. 1. 407 p. - PRADO, R.M. Nutrição de plantas: diagnose foliar em fru feras. 1. ed. Jabo cabal: FCAV/CAPES/FAPESP/CNPq, 2012. v. 1. 579 p. - SOARES, J.M.; LEÃO, P.C.S. A vi vinicultura no Semiárido Brasileiro. Petrolina: Embrapa Semiárido, 2009. p. - SPEROTTO, R.A.; RICACHENEVSKY, F.K.; WILLIAMS, L.E.; VASCONCELOS, M.W.; MENGUER, P.K. From soil to seed: micronutrient movement into and within the plant. Lausanne: Fron ers Media AS, 2014. e-BOOK. - SRINIVASARAO NK, SHIVASHANKARA KS, LAXMAN RH. Abio c stress physiology of hor cultural crops. New Delhi: Springer,
2016. 368 p. - TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Sunderland: Sinauer Associates, 2006. 764p. DISCIPLINA: PATOLOGIA DE SEMENTES CARGA HORÁRIA: 60 h
DOCENTE RESPONSÁVEL: LUCIANA CORDEIRO DO NASCIMENTO EMENTA: Histórico e importância da patologia de sementes; Doenças e injúrias de sementes; Biologia dos principais grupos de patógenos associados às sementes; Mecanismos de infecção e transmissão de patógenos por sementes; Patógenos que afetam as sementes armazenadas; Controle dos patógenos de sementes; Análise sanitária (metodologia). OBJETIVOS: Proporcionar aos pós-graduandos estudos relacionados a iden ficação e levantamento de patógenos associados às sementes; desenvolvimento de métodos de isolamento de patógenos em sementes; estudo da epidemiologia de patógenos transmi dos por sementes; desenvolvimento de estratégias para produção de sementes livres de patógenos; desenvolvimento de padrões sanitários de lavouras e sementes e determinação de medidas econômicas de controle de patógenos. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS: 1. Histórico e Importância da Patologia de Sementes. a) Despertar a evolução da consciência das sementes como veículo de patógenos. b) Sistema zação e organização do conhecimento, pioneiros e con nuadores. c) Importantes doenças transmi das por sementes. 2. Conceitos de Doenças e Injúrias de Sementes. a) Doença; definição e natureza (origem). Doenças de sementes. Doenças transmi das por sementes. Patógenos de sementes. Patógenos transmi dos por sementes. b) Injúrias: definição e classificação. c) Efeitos de agentes bió cos e abió cos sobre as sementes: aborto, enrugamento, esclero zação, estroma zação, descolorações, efeitos de fatores ambientais, deficiências, minerais. 3. E ologia. a) Grupos de patógenos que afetam as sementes b) Fatores ambientais que determinam a deterioração das sementes. 4. Patogênese. a) O processo: caracterís cas morfológicas e fisiológicas das flores, frutos e sementes que predispõem a infecção. b) Contaminação direta e contaminação concomitante. 5. Epidemiologia. a) Fatores do hospedeiro, patógeno e ambiente com relação a disseminação. b) Curvas do progresso das doenças c) Mecanismo de transmissão e ciclo das doenças transmi das por sementes. 6. Estabelecimento de patógenos e deterioração de sementes de grãos armazenados. a) Principais microrganismos que afetam as sementes e grãos armazenados (Aspergillus spp, Penicillium spp, Fusarium spp) e condições que predispõem o seu estabelecimento. b) Degradação das sementes e grãos: apodrecimentos e produção de toxinas. 7. Controle de Patógenos de Sementes e Grãos Armazenados. a) Qualidade das sementes (integridade, teor de umidade) e manejo das condições de armazenamento. b) Tratamento com produtos químicos. c) Tratamentos alterna vos. 8. A vidades Prá cas. a) Reconhecimento dos microrganismos associados com maior freqüência às sementes. b) Métodos para detecção de patógenos nas sementes. c) Ensaios para verificação das influências de embalagens, ambientes de armazenamento e tratamentos químicos sobre a micoflora das sementes e grãos armazenados. d) Seminários, no final do curso, elaborados e apresentados pelos estudantes, a respeito de uma pesquisa sobre temas concernentes as a vidades prá cas a, b e c deste item. METODOLOGIA: Aulas exposi vas e demonstra vas; Discussões; Trabalho individual; Trabalho em Grupo; Projeto; Lista de exercícios; Uso de laboratório e Visitas técnicas a projetos instalados. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: As avaliações de conhecimento serão realizadas através de: Prova escrita e exposi va com apresentação de um ar go, apresentação de Seminários e Revisão de Literatura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - AGARWAL, V. K,; J.B. SINCLAIR. Principles of Seed Pathology, 2 vols. Boca Raton, CRC, Vol. I., 176 p., Vol.II, 168 p. 2000. - AGARWAL, V.K.; SICLAIR, J. J. Principles of Seed Pathology. Boca Raton. Flórida, CRC Press. 1987, 2v. - ALEXOPOULOS, C.J. Introductory Micology. New York, John Wiley & Sons. 1966. 613p. - BAKER, K.F. Seed pathology. In. koslowsk, T. T. editor. Seed biology, vol. II. pp. 318416. New York, Academic Press. 1972. - BAKER, K.F.; SMITH, S.H. Dynamics of seed transmission of plant pathogens. Annual Review of Phytopathology 3: 311-344. 1996. - Barnet, H. L., B.B. Hunter. Ilustrated Genera of Imperfect Fungi, 3ª Ed. Minneapolis, Burgess. 241 p. 1972. - BARNETT, H.L. Illustrated genera of imperfect fungi. Burgers Publishing Co. Mineapolis, 1962. 364p. - BENETT, C.W. Seed transmission of plant viruses. Advances of virus Research 14: 221. 1969. - BERGAMIN FILHO, A. et al., Editores. Manual de Fitopatologia. São Paulo. Ceres. 1995. 919p. vol. I. - MACHADO, J.C.., C. J. LANGERAK, D.S. JACCOUDFILHO. Seed-borne Fungi: a contribu on to rou ne seed health analysis. Bassersdorf, ISTA. 138 p. 2002. -
MARCOS FILHO, J. ,S.M. CICERO, W. R. SILVA. Avaliação da Qualidade das Sementes. Piracicaba, FEALQ. 230 p. 1987. - MATHUR, S. B., B. M. Cunfer, Ed. Seed-borne Diseases and Seed Health Tes ng of Wheat. Hellerup, DGISPDC. 168 p. 1993. - MATHUR, S.B., M. NJALA., O. KONGSDAL. An Illustrated Handbook on Normal and Abnormal Seedlings of Tropical and sub-Tropical Crops. Copenhague, DGISPDC, 2003. 301 p. - MATHUR, S.B., O. KONGSDAL. Common Laboratory Seed Health Tes ng Methods for Detec ng Fungi. Copenhagen, DGISPDC. 425 p. 2003. - RICHARDSON, M.S. An annotated list of seed-borne diseases. Londres. C. A. B. 1979. 320p. - ROMEIRO, R.S. Bactérias fitopatogênicas. 2 ed., Viçosa: Editora UFV, 2005. 417p. - SILVEIRA, V.D. Lições de Micologia. Rio de Janeiro. José Olímpio Editora. 1968. 301p. - SOAVE, J., M. R.M. OLIVEIRA, J. O. Menten, Ed. Tratamento Químico de Sementes. Campinas. Fund. Cargill. 104 p.
1996. TOLEDO, F.F., J. MARCOS FILHO. Manual de Sementes: tecnologia da produção. São Paulo, Ed. Agron. Ceres. 224 p. 1977. YORINORI, J. T., J. B. SINCLAIR, Y. R. MEHTA, S. K. MOHAN, Ed. Seed Pathology - Problems and Progress. Londrina, IAPAR. 274 p. 1979. ZAMBOLIM, L. Sementes - Qualidade fitossanitária.Editora UFV, 2005, 502p. DISCIPLINA: PRODUÇÃO DE GRANDES CULTURAS CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: FÁBIO MIELEZRSKI EMENTA: Sistemas de produção de grandes culturas. Ecofisiologia. Sistemas de plan o. Técnicas de manejo de cultura. Colheita e beneficiamento. OBJETIVOS: Capacitar estudantes de pós-graduação em fundamentos de produção de grandes culturas explorados em sistemas de cul vos em diferentes escalas. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: Estudo do sistema de produção das culturas do algodão, feijão, milho, soja, sisal, cana-de-açúcar, mandioca, sorgo e arroz dando ênfase ao agronegócio e importância econômica, ecofisiologia, sistemas de plan o, demanda hídrica, uso de máquinas e implementos agrícolas, técnicas culturais, manejo da adubação, preparo do solo, controle de plantas invasoras, pragas, aspectos fitossanitários, melhoramento gené co, colheita e beneficiamento. METODOLOGIA: O curso será desenvolvido através de a vidades presenciais compreendendo tanto aulas exposi vas teóricas e prá cas, quanto produções individuais e cole vas. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Na referida disciplina os alunos serão avaliados individualmente, conforme abaixo: - 1a avaliação: Prova subje va (valor máximo 10 pontos); - 2a avaliação: resumo das aulas ministradas (valor máximo 10 pontos); - 3a avaliação: Seminário (valor máximo 10 pontos). Será considerado aprovado o aluno que ob ver média (aritmé ca) final igual ou superior a 7,0(Sete) pontos. Além de frequência mínima obrigatória de 75% da carga horária da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - ANDERSON, D. L. Nutrição da cana-de-açúcar. Piracicaba: POTAFOS, 1992. 40p. BORÉM, A. PIMENTEL, L.; PARRELLA, R. Sorgo do plan o à colheita. Editora UFV, ISBN: 9788572695084, 2014, 275 p. - BRESEGUELLO, F.; STONE, L.F. Tecnologia para o arroz de Terras Altas. Embrapa Arroz e Feijão. 1998, 161 p. - CÂMARA, G.M.S.; CHIAVEGATO, E.J. O agronegócio das plantas oleaginosas: Algodão, amendoim, girassol e mamona. Gil Miguel de Sousa Câmara; Ederaldo José Chiavegato (Coordenador). Piracicaba: ESALQ/LPV, 2001. 204p. - CASTRO, O.M. Preparo do solo para a cultura do milho. Campinas, SP: Fundação Cargill, 1989. 41p. - CASTRO, P.R.C., KLUGE, R.A. Ecofisiologia de cul vos anuais: trigo, milho, soja, arroz e mandioca. Nobel: São Paulo, 1999. 126p. - EMBRAPA Milho e Sorgo. Fisiologia da planta do sorgo. Sete Lagoas: EMBRAPA Milho e Sorgo, 2000. 46p. (Circular Técnica, 3). RITCHIE, S.W.; HANWAY, J.J.; BENSON, G.O. Como a planta de milho se desenvolve. Arquivo do agrônomo - nº 15, Informações agronômicas Nº 103. POTAFOS, Setembro/2003. DISCIPLINA: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA DE SEMENTES
CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: EDNA URSULINO ALVES; RISELANE DE LUCENA ALCÂNTARA BRUNO EMENTA: Importância da semente. Formação da semente na planta. Maturação. Germinação. Dormência. Deterioração e vigor. Produção. Colheita. Secagem. Beneficiamento. Armazenamento. OBJETIVOS: Proporcionar aos estudantes uma compreensão abrangente da importância das sementes na agricultura e na sustentabilidade dos sistemas produ vos, abordando os processos fisiológicos e morfológicos envolvidos na sua formação, maturação, fatores que influenciam sua qualidade (germinação, dormência, vigor e restrição); assim como etapas de produção, colheita, secagem, beneficiamento e armazenamento de sementes. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO:
1. Importância da semente. 2. Formação da semente na planta. 3. Maturação. 4. Germinação. 5. Dormência. 6. Deterioração e vigor. 7. Produção. 8. Sistemas de produção de sementes: cer ficação, vistoria, roguing, categorias de sementes, en dades par cipantes. 9. Colheita. 10.Secagem. 11.Beneficiamento. 12.Armazenamento. METODOLOGIA: Os conteúdos serão desenvolvidos em aulas teóricas e prá cas, trabalhos de pesquisa em laboratório individual e em grupo, bem como apresentação de seminários. O conteúdo prá co abordará visitas técnicas a campos de produção de sementes, ins tuições de pesquisa, assim como discussão de padrões de campo de laboratório para as diversas espécies agrícolas e florestais. Palestra de profissionais atuantes na área de produção e tecnologia de sementes. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: 1. Par cipação em aulas (30%). 2. Análise crí ca de ar gos (30%). 3. Seminários (40%) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BASRA, A. (Ed.). (2024). Handbook of seed science and technology. CRC Press. CHAKRABARTY, S. K., PAUL, D., & SAHA, S. (2025). Advances in Seed Produc on Technology in Field Crops. In Indian Seed Sector: Evolu on, Technology, Trade and Impact (pp. 165-182). Singapore: Springer Nature Singapore. - SILVA, T. B., VILAR, F. C. R., COSTA, M. G. O., DE ALMEIDA NETO, M. A., & DE CAMPOS PEREIRA, M. (2020). Tecnologia de sementes e mudas no semiárido nordes no. DISCIPLINA: PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS DE CLIMA TROPICAL CARGA HORÁRIA: 60 h DOCENTE RESPONSÁVEL: THIAGO JARDELINO DIAS EMENTA: Fatores relacionados com a propagação de hortaliças, clima, solo, tratos culturais, irrigação, adubação, colheita, classificação e embalagem; Análise dos fatores que influem na produção de alho, cebola, cará, batata-doce, tomate, pimentão, cenoura e repolho, bem como discussão de trabalhos experimentais sobre a produção destas hortaliças. OBJETIVOS: Proporcionar ao pós-graduando conhecimento detalhado sobre as técnicas relacionadas a Produção de Hortaliças de Clima Tropical, conceitos e aplicações, seu uso racional, experimental e avalia vo como incremento na potencialidade produ va e econômicas das culturas agrícolas (hortaliças). PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Ambiência e produção de hortaliças; 2. Densidade populacional e arranjo de plan o; 3. Substratos, recipientes e solução nutri va; 4. Sustâncias húmicas - metabolismo a produção; 5. Métodos de propagação em hortaliças tuberosas; 6. Métodos de propagação em hortaliças não tuberosas; 7. Resistências e tolerâncias a estresses abió cos (altas temperaturas); 8. Iluminação ar ficial na produção de hortaliças - resultados de pesquisas; 9. Manejo nutricional com base na curva de absorção de nutrientes; 10. Inovação tecnologia na produção de folhosas em hidroponia; 11. Tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários; 12. Cul vo indoor, migro verdes, baby leaf e agricultura urbanas/periurbanas. METODOLOGIA: Aulas exposi vas e demonstra vas; Discussões; Trabalho individual; Trabalho em Grupo; Projeto; Lista de exercícios; Uso de laboratório e Visitas técnicas a projetos instalados.
MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: As avaliações de conhecimento serão realizadas através de: Avaliação 1 - Prova escrita, individual, sem consulta, com questões descri vas: 0 a 8,0 e relatório das aulas experimentais e a vidades de laboratório e campo: 0 a 2,0; Avaliação 2 - Prova escrita, individual, sem consulta, com questões descri vas: 0 a 8,0 e relatório das aulas experimentais e a vidades de laboratório e campo: 0 a 2,0; Avaliação 3 - Prova exposi vo, individual, sem consulta, com apresentação de temas dirigidos no decorrer da disciplina: 10,0. h ps://www.epagri.sc.gov.br/index.php/solucoes/publicacoes/sistema-de-producao/BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BARBOSA, T.C. et al. Ambiente protegido: olericultura, citricultura e floricultura. Ed. Suprema. BEZERRA, F.C. Produção de mudas de hortaliças em ambiente protegido. Fortaleza, CE. Embrapa Agroindustria Tropical, 2003, 22 p. - MARENGO, J.A. Mudanças climá cas globais e seus efeitos sobre a biodiversidade: caracterização do clima atual e definição das alterações climá cas para o território brasileiro ao longo do século XXI. Brasília: MMA, 2006. 212p. - MORALES, R.G.F. (Org.) Tomatorg: Sistema Orgânico de Produção de Tomates em Santa Catarina. Florianópolis, SC: Epagri, 2019. 176p. (Epagri. Sistemas de Produção, 53). Disponível em: h ps://www.epagri.sc.gov.br/index.php/solucoes/publicacoes/sistema-de-producao/. - TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 6ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 918p. Viçosa, 2006. 194p. DISCIPLINA: SALINIDADE DE SOLOS EM ÁREAS IRRIGADAS CARGA HORÁRIA: 60 horas DOCENTE RESPONSÁVEL: THIAGO JARDELINO DIAS EMENTA: Apresentar aos alunos do curso de Pós-Graduação em Agronomia, as bases cien ficas do Manejo da Salinidade de Solos em Áreas Irrigadas abordando a origem dos problemas de sais em solos irrigados, os fatores e processos de salinização e alcalinização, e a qualidade das águas de irrigação, com foco no transporte de sais para o solo e os potenciais perigos da salinização e alcalinização. Também serão discu dos os impactos dos sais na fer lidade, nutrição de plantas e qualidade dos produtos agrícolas, além dos mecanismos de ajustamento osmó co das plantas ao estresse salino. A disciplina incluirá também as estratégias de mi gação e manejo sustentável para minimizar os efeitos da salinização nas áreas irrigada de produção agrícola. OBJETIVOS: Proporcionar aos pós-graduandos compreenderem a origem e os processos envolvidos na salinização e alcalinização dos solos em áreas irrigadas, avaliar a qualidade das águas de irrigação e seu impacto sobre o solo e as plantas, e iden ficar os perigos associados à salinização para a sustentabilidade agrícola. Além disso, busca-se que os alunos adquiram conhecimento sobre a importância dos sais para a fer lidade e nutrição das plantas, bem como sobre os mecanismos de ajustamento osmó co vegetal ao estresse salino, permi ndo o desenvolvimento de estratégias de manejo eficiente para a mi gação dos efeitos da salinidade. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Aspectos sicos e químicos de solos em regiões áridas e semiáridas; 2. Caracterís cas dos solos nessas regiões; composição sica e química; processos de formação de solos salinos e sódicos; 3. Origem e classificação dos solos afetados por sais; 4. Tipos de solos afetados por salinidade e sodicidade; classificação e diagnós cos de solos salinos, sódicos e salino-sódicos; 5. Qualidade da água para irrigação; 6. Critérios de qualidade da água; parâmetros como condu vidade elétrica, razão de adsorção de sódio (RAS), e alcalinidade; 7. Efeitos dos sais na planta e tolerância das culturas à salinidade; 8. Impactos fisiológicos e morfológicos do estresse salino; mecanismos de tolerância e sensibilidade das culturas agrícolas; 9. Fisiologia e bioquímica de plantas crescendo sob estresse salino; 10. Respostas metabólicas das plantas à salinidade; mecanismos de ajustamento osmó co e biossíntese de compostos protetores; 11. Halofi smo e agricultura biossalina; 12. Uso de halófitas em sistemas agrícolas; potencial da agricultura biossalina para produção sustentável em solos salinos; 13. Interação salinidade-fer lidade do solo; 14. Efeitos da salinidade na disponibilidade de nutrientes; interações entre sais e nutrientes no solo e na planta; 15.
Evapotranspiração e transpiração das culturas em ambiente salino; 16. Influência da salinidade no consumo de água pelas plantas; alterações nos processos de evapotranspiração e transpiração; 17. Manejo do solo-água-planta em áreas afetadas por sais; 18. Técnicas de manejo integrado do solo e água para controle de salinidade; estratégias de cul vo para mi gar o impacto salino; 19. Recuperação de solos afetados por sais; 20. Métodos de reabilitação de solos salinizados e sódicos; prá cas de drenagem, lixiviação e uso de emendantes químicos; 21. Estratégias de manejo para uso de água salina na agricultura; 22. Técnicas para irrigação com água salina; gestão eficiente da salinidade em sistemas agrícolas; 23. Fitorremediação de solos afetados por sais; 24. Uso de plantas para remoção ou estabilização de sais nos solos; espécies e prá cas de fitorremediação. METODOLOGIA: Aulas exposi vas e demonstra vas; Discussões; Trabalho individual; Trabalho em Grupo; Projeto; Lista de exercícios; Uso de laboratório e Visitas técnicas a projetos instalados. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: As avaliações de conhecimento serão realizadas através de: Avaliação 1 - Prova escrita, individual, sem consulta, com questões descri vas: 0 a 8,0 e relatório das aulas experimentais e a vidades de laboratório e campo: 0 a 2,0; Avaliação 2 - Prova escrita, individual, sem consulta, com questões descri vas: 0 a 8,0 e relatório das aulas experimentais e a vidades de laboratório e campo: 0 a 2,0; Avaliação 3 - Prova exposi vo, individual, sem consulta, com apresentação de temas dirigidos no decorrer da disciplina: 10,0. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - AYERS, R. S.; WESTCOT, D. W. A qualidade da água na agricultura. Trad. GHEYI, H. R. Campina Grande: UFPB, 1999. 153 p. - AYERS, R. S.; WESTCOT, D. W. A qualidade da água na agricultura. Trad. GHEYI, H. R. Drenagem, 29 (Revisado). - HEN, Y.; HAN, H.; ZHOU, Y.; YU, D. Salt stress tolerance in crop plants and microbial inoculants: A review. Fron ers in Plant Science, v. 12, p. 634, 2021. - KUMAR, S.; JAT, H. S.; PAWAR, I. S. et al. Soil salinity management for sustainable development: Recent advances and challenges. Agriculture, Ecosystems & Environment, v. 324, p. 107-124, 2022. - LIU, J.; WANG, Z.; ZHANG, Y.; XU, Y. Soil salinity and nutrient management prac ces in coastal saline-alkaline land of the Yellow River Delta: A review. Journal of Soil Science and Plant Nutri on, v. 22, p. 1-13, 2022. - SILVA, F. C. Manual de análises químicas de solos, plantas e fer lizantes. 2. ed. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2009. 627 p. - SINGH, A.; SINGH, P. K.; KUMAR, S. et al. Salinity management in agriculture through gene c and biotechnological interven ons. Sustainability, v. 13, n. 3, p. 1452, 2021. - TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 819 p. - WU, S.; ZHANG, Y.; WANG, M.; HU, X. Strategies for enhancing plant salt tolerance by regula on of ion homeostasis and osmo c adjustment in halophytes. Fron ers in Plant Science, v. 11, p. 1-12, 2020. DISCIPLINA: SISTEMA REPRODUTIVO E FLUXO GÊNICO PARA MONITORAMENTO DE POPULAÇÕES VEGETAIS CARGA HORÁRIA: 60h DOCENTE RESPONSÁVEL: Naysa Flávia Ferreira do Nascimento EMENTA: Estudo dos sistemas reprodu vos das plantas e sua relação com a estrutura gené ca das populações. Morfologia e biologia floral aplicadas à compreensão dos mecanismos de polinização e dispersão. Fluxo gênico intra e interespecífico e seus efeitos sobre a variabilidade gené ca e a conservação de espécies. Serviços ecossistêmicos de polinização e dispersão de sementes. Estratégias de uso, manejo e conservação de populações vegetais. Métodos e indicadores para o monitoramento gené co e demográfico de populações naturais e cul vadas. Testes e metodologias para detecção de organismos gene camente modificados (OGMs). OBJETIVOS: Proporcionar aos estudantes uma compreensão abrangente dos sistemas reprodu vos e os mecanismos de fluxo gênico em populações vegetais, visando o monitoramento, uso sustentável e conservação da diversidade gené ca de espécies na vas e cul vadas.
PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Sistema reprodu vo. 2. Morfologia floral.
3. Fluxo gênico. 4. Serviços ecossistêmicos de polinização. 5. Serviços ecossistêmicos de dispersão. 6. Uso, conservação e manejo de populações de plantas. 7. Métodos para Monitoramento de populações vegetais. 8. Testes gené cos para detecção de OGM. METODOLOGIA: As aulas serão conduzidas de forma teórica dialogada, buscando incen var a par cipação e interação dos discentes. Serão abordados inovações e recentes descobertas sobre os temas programados, para proporcionar discussões e transferência horizontal do conhecimento. As aulas prá cas serão conduzidas nas fazendas experimentais da ins tuição. Teremos ainda, a vidades baseadas no método a vo Team Based Learning. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação ocorrerá de forma con nua, com base nos seguintes critérios: Par cipação dos discentes na aula; Respostas as discussões durante a explanação dos conteúdos; Resolução das a vidades em grupo solicitadas; Apresentação de ar gos e seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - DATTÉ,Y. DUMAS,C., GALLAIS, A. (eds.) 1992. Reproduc ve biology and Plant Breeding. Springer-VerlagBawa. - FONSECA, V. L. I, CANHOS, D. A. L. & ARAÚJO, D. Polinizadores no Brasil: Contribuição e Perspec vas para a Biodiversidade, Uso Sustentável, Conservação e Serviços Ambientais. 1ª. Edusp. 2012. Guidelines for gene c monitoring of translocated plant popula ons. Conserva on Biology (2020). - K.S. & Hadley, M. (Eds.). Reproduc ve Ecology Of Tropical Forest Plants. Man And The Biosphere 7. Unesco E The Pathernon Publishing Group, Paris, 1990. - OLIVEIRA, M. S. ; Cruz, Cosme D. Gené ca de populações com o aplica vo GPOP. 1. ed. Viçosa, MG: Viçosa, 2020. v. 1. 271p. - RECH, André Rodrigo. Biologia da polinização. Rio de Janeiro: Projeto Cultural, 2014. 524p. ISBN:
9788568126011. E-book disponível gratuitamente. DISCIPLINAS OPTATIVAS INTERNACIONAIS DISCIPLINA: APPLIED ROBOTICS IN AGRICULTURE CARGA HORÁRIA: 20 h (Condensada) DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Dr. Luan Pereira de Oliveira EMENTA: Introdução à robó ca aplicada à agricultura. Conceitos fundamentais de sistemas robó cos e automação agrícola. Classificação de robôs. Sensoriamento e percepção aplicados ao campo: sensores RGB, mul espectrais, hiperspectrais e LiDAR. Aplicações prá cas em operações agrícolas: semeadura, pulverização, capina, colheita e monitoramento. Princípios de navegação autônoma e segurança operacional. Integração de plataformas robó cas com sistemas de agricultura de precisão. Estudos de caso e demonstrações de robôs aplicados a culturas de importância econômica. OBJETIVOS: Capacitar os pós-graduandos a compreender os fundamentos, pos, componentes e principais aplicações de robôs agrícolas, enfa zando a análise de suas vantagens, limitações e potencial de adoção no campo, sem necessidade de programação, mas com foco em interpretação prá ca e integração tecnológica. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: 1. Introdução à Robó ca Agrícola 1.1. Definição e histórico da robó ca na agricultura. 1.2. Importância e tendências globais. 1.3. Relação com agricultura de precisão e agricultura digital. 2. Componentes e Tipos de Robôs Agrícolas 2.1. Estruturas e atuadores. 2.2. Robôs terrestres, aéreos e híbridos. 2.3. Plataformas comerciais e de pesquisa. 3. Sensoriamento e Percepção 3.1. Tipos de sensores e suas aplicações. 3.3. Coleta e interpretação de dados de campo. 4. Aplicações Prá cas 4.1. Robó ca em semeadura e transplan o. 4.2. Robó ca para capina e manejo de plantas daninhas. 4.3. Robó ca em pulverização e aplicação localizada. 6. Integração com Sistemas Digitais 6.1. Agricultura 4.0 e conec vidade. 6.2. Plataformas de gestão de dados e tomada de decisão. 6.3. Interface homem–máquina e adoção tecnológica. 7. Estudos de Caso e Demonstrações Prá cas 7.1. Demonstração de um robô agrícola (A depender da disponibilidade) 7.2. Estudos de casos nacionais e internacionais. 7.3. Discussão sobre desafios e oportunidades.
METODOLOGIA: Aulas exposi vas, seminários, análise de vídeos e estudos de caso. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e relatórios técnicos. h ps://doi.org/10.3390/plants13233372h ps://doi.org/10.3390/act14080365h ps://doi.org/10.1007/ s11119-019-09667-5h ps://doi.org/10.1007/s00146-018-0846-4BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - Barbosa Júnior, M. R., Santos, R. G. d., Sales, L. d. A., & Oliveira, L. P. d. (2024). Advancements in Agricultural Ground Robots for Specialty Crops: An Overview of Innova ons, Challenges, and Prospects. Plants, 13(23), 3372. h ps://doi.org/10.3390/plants13233372. - Barbosa Júnior, M. R., Santos, R. G. d., Sales, L. d. A., Mar ns, J. V. d. S., Santos, J. G. d. A., & Oliveira, L. P. d. (2025). Designing and Implemen ng a Ground-Based Robo c System to Support Spraying Drone Opera ons: A Step Toward Collabora ve Robo cs. Actuators, 14(8), 365. h ps://doi.org/10.3390/act14080365. - Lowenberg-DeBoer, J., Huang,
I.Y., Grigoriadis, V. et al. Economics of robots and automa on in field crop produc on. Precision Agric 21, 278–299 (2020). h ps://doi.org/10.1007/s11119-019-09667-5. - Basu, S., Omotubora, A., Beeson, M. et al. Legal framework for small autonomous agricultural robots. AI & Soc 35, 113–134 (2020). h ps://doi.org/10.1007/s00146-018-0846-4. - Shockley, J.M., Dillon, C.R. & Shearer, S.A. An economic feasibility assessment of autonomous field machinery in grain crop produc on. Precision Agric 20, 1068– 1085 (2019). h ps://doi.org/10.1007/s11119-019-09638-w DISCIPLINA: PEST MANAGEMENT WITH SUSTAINABLE STRATEGIES CARGA HORÁRIA: 60h DOCENTES RESPONSÁVEIS: CARLOS HENRIQUE DE BRITO; JACINTO DE LUNA BATISTA; FERNANDO CABEZAS (UTEQ-EQUADOR); JOSÉ BRUNO MALAQUIAS EMENTA: Introduc on to integrated insect management; Ecological bases of integrated insect management; Economic and social aspects of integrated insect management; Strategies and tac cs of integrated insect management; Integrated insect management of major crops; Research and teaching in integrated insect management. OBJETIVOS: Instruct students on the fundamentals and main tradi onal and modern strategies for comprehensive and integrated insect management, applying them to the main groups of pests of cul vated plants. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: Unit I: Agricultural pest groups: classifica on and importance. Types of pests. Types of damage. Unit II: Cultural control methods: Crop rota on and cultural prac ces. Mechanical control methods. Legisla ve methods. Unit III: Behavioral control methods: Semiochemicals and allelochemicals. Defini on, examples, applica ons. Unit IV: Plant resistance to insects: defini ons, advantages, disadvantages, classifica on, plant breeding, causes, applica ons. Unit V: Biological control: defini ons, characteris cs, advantages, and disadvantages, use of parasitoid and predatory insects, entomopathogenic fungi, pathogenic bacteria and viruses. Formula on and uses of biological control products. Mass rearing of beneficial insects. Unit VI: Chemical control: product groups, formula ons, and applica on techniques. Handling and care of insec cides. Toxicological aspects of insec cides. Insec cide applica on technology. Agronomic prescrip ons. Unit VII: Insect control with plant extracts, agroecological control, alterna ve control, repellent control, and unconven onal control methods. Use of Gene cally Modified Plants. Unit VIII: Integrated Pest Management: concepts and principles, applica on, examples, and systema za on of new IPM models. Unit IX: Recogni on and iden fica on of economically important pests: field visits, material collec on, and descrip on of biological aspects and recommended control methods. Unit X: Research projects and planning in entomology: Experimenta on (experimental design, sampling, data processing notes), wri ng of technical and scien fic papers, publica on. Unit XI: Polyphagous pests Unit XII: Pests of major crops (co on) Unit XIII: Pests of major crops (corn) Unit XIV:
Pests of major crops (soybean and beans) Unit XV: Pests of major crops (sugarcane) Unit XVI: Pests of Fruit Trees Unit XVII: Pests of Vegetables. METODOLOGIA: Expository classes and flipped classrooms. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Evalua on of innova ve projects and ar cle reading, team-based learning. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - DEMIREL, M., & KUMRAL, N. A. (2021). Ar ficial intelligence in integrated pest management. In Ar ficial intelligence and IoT-based technologies for sustainable farming and smart agriculture (pp. 289313). IGI Global Scien fic Publishing. - GALLO, DOMINGOS. Entomologia agricola. Piracicaba: FEALQ,
2002. 920p. (Biblioteca de Ciências agrárias Luiz de Queiroz 10) ISBN: 8571330115. - HORNE, P., & ADDISON, R. (2024). The Role of Insec cides within IPM. Insec cides in Pest Control-Impact, Challenges and Strategies: Impact, Challenges and Strategies, 65. - PANIZZI, ANTÔNIO R; PARRA, JOSÉ R. P. Bioecologia e nutrição de insetos:base para o manejo integrado de pragas. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2009. 1164p. ISBN: 9788573834529. DISCIPLINA: PESTICIDE APPLICATION TECHNOLOGY CARGA HORÁRIA: 60 HORAS DOCENTE RESPONSÁVEL: FERNANDO CABEZAS (UTEQ-EQUADOR) E JOSÉ BRUNO MALAQUIAS EMENTA: Difference between spraying and applica on; Difference between regula ng and calibra ng the equipment; Interac on between the product and the sprayer; Spray volume to be used; Droplet size; Water quality; Spray ps; Influence of weather condi ons. Manual sprayer; Manual motorized sprayer; Tractor-mounted sprayer with hose and gun; Boom sprayer; Turbo sprayer; Aerial spraying with airplanes and drones. OBJETIVOS: This course aims to provide graduates with knowledge about the factors and parameters involved in the applica on of liquids, solids, and gases to control crop pests, with the objec ve of: 1. Efficiently controlling pests of cul vated plants; 2. Making this control economically viable; 3. Reducing exposure to phytosanitary products and causing the least possible damage to the environment; and demonstra ng the influence of applica on methods on improved performance of products applied to fields and cul vated areas with environmental control. PROGRAMA EM UNIDADES DIDÁTICAS/TEMPO ESTIMADO: Applica on Technology. Spraying Systems and Selec on of Spraying Equipment. Sprayer Calibra on and Dri Control. Sprayer Care and Handling of Agrochemical Containers. Applica on of Chemicals and Biological Products via Irriga on Water. Absorp on and Transloca on of Phytosanitary Products. Precision Agriculture and Electronics in Product Applica on. Precision Agriculture and Electronics in Product Applica on. Environmental Care, Environmental Condi ons, and Applica on Quality.Personal Protec ve Equipment. Toxicology, Agronomic Prescrip ons, and New Legisla on on Pes cide Products METODOLOGIA: Expository classes and flipped classrooms. MODOS E MEIOS DE AVALIAÇÃO: Evalua on of innova ve projects and ar cle reading using the teambased learning. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas: guia prá co de produtos fitossanitários para uso agrícola. Organização Andrei Editora Ltda, 2009. 1378p. - GIMENES-FERNANDES, N.; KIMATI, H.; KUROZAWA, C.; SOAVE, J.; BRIGNANI NETO, F.; BETTIOL, W. Guia de fungicidas agrícolas: recomendações por produto. Embrapa Meio Ambiente, 1998. - HERTWIG, K.V. Manual de Herbicidas: Desfolhantes, Dessecantes, Fitorreguladores e Bio Es mulantes. Agronômica Ceres, 1983. 669 p. - MARICONI, F. A. M. Inse cidas e seu emprego no combate as pragas. Nobel, 1971. 607p. - MINGUELA, J.V.; CUNHA, J.P.A.R.
Manual de Aplicação de Produtos Fitossanitários. Aprenda Fácil, 2013, 588p. - SAMPAIO, D.P.A.; GUERRA, M.S. Receituário Agronômico. Globo, 1991. 436p. DISCIPLINAS A SEREM MINISTRADAS POR CONVIDADOS EM COLABORAÇÃO COM DOCENTES DO PPGAGRO APLICAÇÕES AGRONÔMICAS DE AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS CARGA HORÁRIA: 45 horas CRÉDITOS: 03 OBJETIVOS DA DISCIPLINA: Trabalhar com aplicações de aeronaves remotamente pilotadas no monitoramento das lavouras, na análise das condições fitossanitárias, na pulverização de defensivos e na liberação de agentes biológicos de controle. PROGRAMA DA DISCIPLINA: Princípios de geoprocessamento e sensoriamento remoto: noções de cartografia, sistemas de posicionamento global, radiação eletromagné ca e interação da radiação com a super cie. - Sistemas sensores. - Sensoriamento remoto suborbital: plano de voo, resolução de imagens, levantamento de pontos de controle. - Processamento das imagens: geração de ortomosaicos e de índices de vegetação. Interpretação agronômica dos mapeamentos. - A vidades Prá cas de Voo. Operação de ARP na agricultura e Regulamentação (Legislação). - ARPs e tecnologia de aplicação: definição e princípios básicos. - Culminância da disciplina com apresentação de soluções inovadoras. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: - CARVALHO, F.K.; CHECHETTO, R.G., MOTA, A.A.B., ANTUNIASSI, U.R. (Org.) Entendendo a tecnologia de aplicação - Aviões, helicópteros e drones de pulverização. FEPAF,
2021. 96 p. - CHIARELLO, Cássia Gilmara Fraga et al. Regulação dos veículos aéreos não tripulados para agricultura no Brasil: das competências norma vas. 2017. - FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160p. - MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 3.ed. atual. ampl.. Viçosa, MG: UFV, 2007. 320p. SHIRATSUCHI, L. S. O avanço dos drones. Revista DBO, v. 33, n. 403, p. 20-25, mai., 2014. INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO "R" E "PYTHON" CARGA HORÁRIA: 30 h EMENTA: Introdução a algoritmos e lógica de programação; Compiladores, interpretadores e tradutores; IDEs, instalação do Python, variáveis e entrada de dados; Strings; Mensagem de erro; Condições; Repe ções; Listas; Tuplas; Sets; Dicionários; Funções; Trabalhando com arquivos. REFERÊNCIAS: - BANIN, S. L. Python 3: Conceitos e Aplicações. 1 ed., São Paulo: Saraiva, 2018. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Estudo Dirigido de Algoritmos. 15 ed. Revisada, São Paulo: Saraiva,
2011. - MUELLER, J. P. Começando a Programar em Python para Leigos. 2 ed., Rio de Janeiro: Alta Books,
2020. - Python Documentação. Disponível em h ps://docs.python.org/pt-br/3/. COMPLEMENTAR: - LAMBERT, K. A. Fundamentos de Python: Primeiros Programas. 2 ed., São Paulo: Cengage, 2023. TAVARES NETO, R. F.; SILVA, F. M. Introdução à Programação para Engenharia Usando a Linguagem Python. 1 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2022. INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Carga horária: 45 horas Créditos: 03
Obje vos da disciplina: A disciplina visa fornecer aos discentes conhecimentos que es mulem inicia vas de implementação de novos negócios ou de mudanças em empresas já existentes, com atuação em agronomia. Ementa: Empreendedorismo e Inovação: Conceitos. A tude empreendedora e pensamento fora da caixa em programas agronômicos. Potencialização do poder cria vo; Inspiração inovadora e uso de tecnologias digitais; Incubação de empresas e criação de startups. Ferramentas para a tomada de decisões; análises estratégicas. Aquisição de fomento/inves mento. Referências Bibliográficas: - BESSANT, John; TIDD, Joe. Inovação e empreendedorismo. Bookman Editora, 2009. - GRANDO, Nei (org.). Empreendedorismo inovador: como criar startups de tecnologia no Brasil. São Paulo: Editora Évora, 2012. - HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P.; SHEPHERD, Dean A. Empreendedorismo-9. Amgh Editora, 2014. - LEITE, Emanuel Ferreira. O fenômeno do empreendedorismo. Saraiva Educação SA, 2017. Referências Complementares - BORTOLINI, Rafael Fazzi et al. Lean Startup: a comprehensive historical review. Management decision, v. 59, n. 8, p. 1765-1783, 2021. - CARVALHO, Hélio Gomes de; REIS, Dálcio Roberto dos; CAVALCANTE, Márcia Beatriz. Gestão da inovação. 2011. - RUIZ, Fernando Mar nson. Empreendedorismo. Senac, 2019. INSTRUMENTAÇÃO AMBIENTAL Carga horária: 45 h Ementa: Sinais, Medidas e Interferências. Medições ambientais: conceitos e fundamentação. Sensores ambientais. Aquisição e armazenamento de dados: sistemas e programação. Análise da qualidade dos dados instrumentais. Referências: - BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas - Vol. 1. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019. - MOLIN, J. P. Agricultura de precisão. São Paulo: Oficina de Textos. 1ªed. 2015. 236p. E-book. ISBN: 9788579752131. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/38882. - LIRA, F. A. Metrologia - Conceitos e Prá cas de Instrumentação. 1 ed., São Paulo: Érica, 2014. - MONK, S. Programação com Arduino: Começando com Sketches. 2.ed., São Paulo: Bookman, 2017. - OLIVEIRA, C. L. V.; ZANETTI, H. A. P. Arduino Descomplicado: Como preparar projetos de eletrônica. 1 ed., São Paulo: Érica, 2015. - Complementares: - ARTIOLA, J.; PEPPER, I. L.; BRUSSEAU, M. L. Environmental Monitoring and Characteriza on. New York: Academic Press, 2004, 410 p. - BROCK, F. V.; RICHARDSON, S. J. Meteorological Measurement Systems. New York: Oxford University Press, 2001. - BHUYAN, M. Instrumentação Inteligente: Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2013. - NAIME, J. M. et al. Conceitos e aplicações da instrumentação para o avanço da agricultura. Brasília, DF: Embrapa, 2014, 412 p. - PENIDO, E. C. C. Projetos de Automação com o Arduíno. Viçosa: Editora UFV, 2017. - PLACKO, D. (Eds.) Fundamental of Instrumenta on and Measurement. Great Britain: ISTE, 2007. - RABINOVICH, S. G. Measurement Erros and Uncertain es: Theory and Prac ce. 3 ed., New York: Springer, 2005. - SCHMIDT, M. Arduino. Pragma c Bookshelf, 2011. TÓPICOS AVANÇADOS EM GEOPROCESSAMENTO CARGA HORÁRIA: 45 horas Ementa: Processamento de dados geográficos em nuvem. Plataforma Google Earth Engine (GEE): aplicações e catálogo de dados; editor de código e documentação. Introdução a Lógica de Programação com Javascript. U lização de vetores, geometria e coleções. Funções de coleções de imagens. Análise
temporal e espacial. Criação de gráficos de séries temporais. Álgebra de mapas. Exportação de dados e mapas da plataforma em nuvem. REFERÊNCIAS: - OLIVEIRA, C. L. V.; ZANETTI, H. A. P. Javascript descomplicado - programação para web, IoT e disposi vos móveis. São Paulo: Editora Saraiva, 2020. E-book. ISBN 9788536533100. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536533100/. - LIU, W. T. H. Aplicações de Sensoriamento Remoto. 2ªed. Campo Grande: Ed. UNIDERP, 2006. 908 p. E-book. Disponível em: h ps://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/175013. - LORENZZETTI, J A. Princípios sicos de sensoriamento remoto. Editora Blucher, 2015. E-book. 9788521208365. Disponível em: h ps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521208365/. - Complementares: LOBO, F. E. Introdução ao Google Earth Engine. Disponível h ps://wp.ufpel.edu.br/geotechidrica/apos las/. Google Earth Engine. Disponível h ps://developers.google.com/earth-engine
em: em:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
Emitido em 06/07/2026 RESOLUÇÃO Nº 32/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 32) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 06/08/2026 14:26 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087
Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 32, ano: 2026, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 06/08/2026 e o código de verificação: 36bee8e178
