UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 14/2015

UFPB-CONSEPE-RES-14-2015
vigente Ver na Teia Ir ao texto integral

Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Meio Ambiente da Escola Técnica de Saúde, Campus I, desta Universidade.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (23)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, que orientam a elaboração curricular;” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 07/2010 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“a Resolução CONSEPE/UFPB nº. 07/2010, que orienta a elaboração e reformulação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFPB;” fonte: texto · confiança alta
21 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Constituição Federal de 1988 em: Anexo“Constituição da República Federativa do Brasil;”
  • cita
    Res. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo“A Resolução CNE/CEB Nº 04/99 institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, normalizando os currículos básicos relativos às áreas profissionais e...”
  • cita
    Res. CONAMA 237/1997 em: Anexo“Processo de Licenciamento Ambiental: Resolução 237/97 – CONAMA;”
  • cita
    Decreto 3.179/1999 em: Anexo“Infrações Administrativas Ambientais: Decreto 3.179/99.”
  • cita
    Decreto 5.154/2004 em: Anexo“Para a construção da matriz curricular foram observados as determinantes legais presentes no decreto nº 5.154/2004 e parecer CNE/CEB Nº 39/2004, integradas por disciplinas, atividades acadêmicas,...”
  • cita
    Decreto 7.824/2012 em: Anexo“De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os processos seletivos obedecerão...”
  • cita
    Lei 10.419/2002 em: Anexo“A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande.”
  • cita
    Lei 12.513/2011 em: Anexo“- Podendo também ser ofertado por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e emprego (PRONATEC), conforme lei nº 12.513, de 26 de outubro de 2011.”
  • cita
    Lei 12.711/2012 em: Anexo“De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os processos seletivos obedecerão...”
  • cita
    Lei 3.835/1960 em: Anexo“Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas...”
  • cita
    Lei 6.938/1981 em: Anexo“- Discutir a política nacional do meio ambiente, Lei 6.938/81, a demais legislações pertinentes.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo“De acordo com suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais...”
  • cita
    Lei 9.433/1997 em: Anexo“Política Nacional de Recursos Hídricos: Lei 9.433/87;”
  • cita
    Lei 9.605/1998 em: Anexo“Crimes Ambientais: Lei 9.605/98.”
  • cita
    Lei PB 1.366/1955 em: Anexo“A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas...”
  • cita
    Lei PB 6.308/1996 em: Anexo“Política Estadual de Recursos Hídricos: Lei 6.908/96;”
  • cita
    Res. CONSEPE 05/2000 em: Anexo“No âmbito do ensino técnico profissionalizante, destaca-se a Escola Técnica de Saúde (outrora denominada Escola de Auxiliar de Enfermagem), criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953,...”
  • cita
    Res. CONSEPE 12/2003 em: Anexo“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 16/04/2003, através da Resolução 12/2003 e, por fim, o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 12/2004 em: Anexo“Resolução Nº 12/2004.”
  • cita
    Res. CONSEPE 16/2007 em: Anexo“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 16/04/2003, através da Resolução 12/2003 e, por fim, o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo“gimento da Escola Técnica de Saúde, em cada disciplina será aprovado o aluno que obtiver média ponderada igual o superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6 (seis) a média dos exercícios...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

camada de texto do PDF oficial (pdftotext) · original (texto publicado no SIGRH; alterações posteriores não incorporadas)

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 26 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 10 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 14 /2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Meio Ambiente da Escola Técnica de Saúde, Campus I, desta Universidade. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista a deliberação adotada pelo Plenário em reunião realizada em 10/abril/2015 (Processo nº 068308/2014-06),

CONSIDERANDO: os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; a importância de um Projeto Pedagógico de Curso dinâmico e atualizado que estará em constante processo de avaliação; as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, que orientam a elaboração curricular; a Resolução CONSEPE/UFPB nº. 07/2010, que orienta a elaboração e reformulação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFPB; as diretrizes curriculares nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, Resolução CNE/CEB º 04/99. R E S O L V E:

Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Meio Ambiente da Escola Técnica de Saúde do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade.

§ 1ºCompreende-se o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Meio Ambiente, como sendo o conjunto de ações sócio-políticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destinam a orientar a concretização curricular do referido Curso.

§ 2º As definições relativas aos objetivos do Curso, perfil profissional e competências profissionais encontram-se relacionadas no Anexo I.

Art. 2º O Curso Técnico em Meio Ambiente tem como finalidade conferir o grau de Técnico aos alunos que cumprirem as determinações constantes na presente Resolução.

Art. 3º O Curso Técnico em Meio Ambiente, com a duração máxima de 03 (três) períodos, no turno diurno ou noturno, será integralizado com 1000 (uma mil) horas.

Art. 4º O ingresso no Curso Técnico em Meio Ambiente será realizado através de processo seletivo classificatório após ter concluído o ensino médio.

Art.5º A composição curricular, integrante do Projeto Pedagógico do Curso, resulta de conteúdos fixados de acordo com as especificações abaixo, sendo desdobrados conforme especificado no Anexo II. Composição Curricular Curso Técnico em Meio Ambiente Módulo

Carga Horária

Módulo I

380h

Módulo II

388h

Módulo III

232h

Art. 6º A estrutura curricular do Curso é distribuída em Módulos, abordando os conteúdos de formação inicial do Técnico em Meio Ambiente.

Art. 7º As modalidades de ensino dos conteúdos curriculares serão as seguintes:

I – disciplinas;

II – atividades práticas;

III– visitas técnicas a órgãos ambientais, parques e reservas ambientais;

IV- outras atividades relevantes para a formação do aluno, mediante aprovação do colegiado.

Parágrafo Único - As modalidades de componentes previstas nos Incisos III deste artigo serão regulamentadas pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.

Art. 8º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 03 (três) períodos, ressalvado os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sócio-político-educativas.

Parágrafo Único - Adaptações curriculares serão aprovadas pelo Colegiado do Curso e pelos Departamentos envolvidos, e encaminhados ao CONSEPE, ouvida a Pró-Reitoria de Graduação, para aprovação.

Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 10 Revogam-se as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 27 de abril de 2015. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente

ANEXO I à Resolução nº 14/2015 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Habilitação Técnico em Meio Ambiente, Nível Médio, do Centro de Ciências da Saúde do Campus I da UFPB.

DEFINIÇÕES DO CURSO

1.

OBJETIVOS DO CURSO

1.1

Geral: Formar Técnicos em Meio Ambiente, articulando ensino, pesquisa e extensão com

vistas ao desenvolvimento da sensibilização, reconhecimento, valoração do ambiente natural e avaliação das intervenções antrópicas para aplicar os princípios de prevenção e recuperação ambiental. 1.2

Específicos: 

Caracterizar os sistemas e ecossistemas, com base nos elementos que os

compõem e suas respectivas funções; 

Propiciar a compreensão dos processos de degradação ambiental de ordem

natural bem como decorrentes de ações antrópicas; 

Fomentar ações de monitoramento ambiental através de atividade de coleta,

armazenamento de dados e interpretação de informações em documentos ambientais; 

Oferecer ferramentas que auxiliem os discentes na análise e avaliação das

intervenções ambientais, bem como operacionalizar a execução de ações para preservação, conservação, otimização, minimização e remediação dos seus efeitos; 

Fomentar a atuação em equipes multidisciplinares, integrando ações que

envolvem elaboração, acompanhamento e execução de sistemas de gestão ambiental, contribuindo na elaboração de laudos, relatórios e estudos ambientais; 

Refletir os aspectos inerentes à aplicação da legislação ambiental;

Subsidiar o planejamento e desenvolvimento de campanhas educativas para

conservação e preservação do meio ambiente e qualidade de vida do ser humano; 

Favorecer a formação de profissionais empreendedores para atuar no contexto

das organizações públicas, privadas e terceiro setor, auxiliando no desenvolvimento de atividades sustentáveis; 

Promover o desenvolvimento de profissionais éticos e comprometidos com as

causas e questões ambientais regionais, nacionais e globais.

2.

Perfil do profissional

O profissional concluinte do Curso Técnico em Meio Ambiente oferecido pela Escola Técnica de Saúde da UFPB deverá apresentar um perfil profissional que atenda as exigências do mundo do trabalho, exercendo suas atividades com competência técnica, autonomia e criatividade, posicionando-se de forma significativa em relação aos problemas ambientais vigentes. O egresso poderá atuar em instituições públicas, privadas e terceiro setor, como também profissional autônomo (prestador de serviço) e empreendedor, exercendo atividades que auxiliam a fiscalização da legislação ambiental, implementação de projetos envolvendo as áreas de educação ambiental, bem como incentivo no uso de tecnologias mais limpas, através do uso sustentável dos recursos naturais. O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá consubstanciar a identidade do curso através das competências da habilitação do Técnico em Meio Ambiente, atendendo à legislação em vigor.

3. Competências Profissionais 

Caracterizar os sistemas e ecossistemas, com base nos elementos que os compõem e suas respectivas funções;

Identificar e caracterizar as grandezas envolvidas nos processos naturais de conservação;

Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos naturais (solo, água e ar);

Classificar os recursos naturais (água e solo) segundo seus usos, correlacionando às características físicas e químicas com sua produtividade.

Correlacionar às fontes e o processo de degradação natural de origem química, geológica e biológica e as grandezas envolvidas nesses processos, utilizando métodos de medição e análise.

Compreender, tomar decisões e propor soluções sobre problemas ambientais relacionados à exploração de recursos naturais renováveis e não renováveis;

Avaliar situações de risco e aplicar métodos de eliminação ou de redução de impactos ambientais;

Atuar com base nos princípios da ética, comprometidos com o desenvolvimento sustentável;

Participar de pesquisas e inovações tecnológicas na área ambiental;

Integrar equipes multidisciplinares para o desenvolvimento de atividades de elaboração e execução de planos de manejo dos recursos naturais, bem como o controle e tratamento dos resíduos e poluentes gerados pelas atividades humanas;

Atuar na organização de programas de educação ambiental, de conservação e preservação de recursos naturais, de redução, reuso e reciclagem;

Auxiliar na interpretação de informações, dados e legislações ambientais;

Contribuir

para

a

formulação,

execução

e

acompanhamento

de

projetos

empreendedores e atividades de educação ambiental nas empresas, instituições e comunidades.

ANEXO II à Resolução nº 14/2015 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Habilitação Técnico Meio Ambiente, Nível Médio, do Centro de Ciências da Saúde do Campus I da UFPB. Composição Curricular Curso de Habilitação Técnico em Meio Ambiente Módulos

Componentes Curriculares Métodos Computacionais Aplicações Ambientais

Carga horária total para

40h

Módulo I Biologia Básica, Biodiversidade

Ecossistemas

e

Português Instrumental

40h

Educação Ambiental

60h

Meio Ambiente e Sociedade

40h

Relações Interpessoais, Bioética e Cidadania

40h

Estudo de Impactos Ambientais

60h

Metodologia da Pesquisa Elaboração de Trabalhos Técnicos

e

Carga horária total – Módulo I Desenvolvimento Sustentável Valoração Ambiental

Módulo II

60h

40h

380h e

48h

Primeiros Socorros

32h

Química Ambiental

48h

Gerenciamento de Resíduos Sólidos

48h

Segurança no Trabalho e Saúde do Trabalhador Políticas Públicas e Legislação Ambiental

32h

Meio Ambiente e Saúde Pública

40h

Gestão de Recursos Hídricos

40h

Execução de Projetos

40h

60h

Carga horária total – Módulo II

Módulo III

388h

Oficinas de Educação Ambiental

20h

Conservação, Recuperação Ambiental e Auditoria Ambiental

60h

Microbiologia Ambiental

40h

Empreendedorismo e Planejamento Ambiental

40h

Trabalho de Conclusão de Curso

72h

Carga horária total - Módulo III Carga horária total curso

232h 1000h

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURAL SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Cidade Universitária - Campus Universitário I - João Pessoa –PB – CEP 58.059-900 - Telefone (083) 3216 7400 fax (083) 3216.7189, e-mail: coordenacao@ets.ufpb.br

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE

João Pessoa Dezembro de 2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURAL SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Cidade Universitária - Campus Universitário I - João Pessoa –PB – CEP 58.059-900 - Telefone (083) 3216 7400 fax (083) 3216.7189, e-mail: coordenacao@ets.ufpb.br

REITORA Profa. Dra. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz VICE-REITOR Prof. Dr. Eduardo Ramalho Rabenhorst DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Prof. Dr. Reinaldo Nóbrega de Almeida VICE-DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Prof. João Euclides Fernandes Braga DIRETORA GERAL DA ESCOLA TÉCNICA Profa. Dra. Ismênia Mangueira Soares VICE-DIRETORA DA ESCOLA TÉCNICA Profa. Dra. Késia Macedo Reinaldo Farias Leite DIREÇÃO GERAL DE ENSINO Profa. Dra. Késia Macedo Reinaldo Farias Leite COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Theóffillo da Silva Lopes TÉCNICA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS Mércia Ferreira de Assis

COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE

Profa. Claudenice Rodrigues do Nascimento Profa. Andrea Fernanda Ramos de Paula Orientação Pedagógica Luciane Alves Coutinho

SUMÁRIO

1.

APRESENTAÇÃO.......................................................................................................01

2.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO...................................................................................03

3.

JUSTIFICATIVA..........................................................................................................04

4.

OBJETIVOS..................................................................................................................06 4.1Geral.........................................................................................................................06 4.2 Específicos..............................................................................................................07

5.

REQUISITOS DE ACESSO.........................................................................................07

6.

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO...................................................................08 6.1 Competências do Técnico em Meio Ambiente.......................................................09

7.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR................................................................................10 7.1 Matriz Curricular......................................................................................................10 7.2 Metodologia.............................................................................................................11

8.

CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS

ANTERIORES..........................................................................................................................12 9.

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO...............................................13 9.1 Recuperação.............................................................................................................14

10.

BIBLIOTECA,INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS.................................................15

11.

PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO.........................................................16

12

CERTIFICADOS A SEREM EMITIDOS.......................................................................17

REFERENCIAS........................................................................................................................18 ANEXOS..................................................................................................................................20

3.

APRESENTAÇÃO

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. A partir de sua federalização, a UFPB desenvolveu uma crescente estrutura multicampi, distinguindo-se, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema de ensino superior do país que, em geral, têm suas atividades concentradas num só espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras. No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete campi. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A partir de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa) a serem incorporados pela UFCG. Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior, denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFPB criou em 2005 mais um campus, no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape e Rio Tinto. Em 2011, a UFPB estava estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) e Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) e o

Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). Dois novos centros foram criados em 2011 pelo Conselho Universitário (Consuni). São eles - o Centro de Informática e o Centro de Energias Alternativas Renováveis. Nos últimos cinco anos, com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de tamanho e, hoje, já é a instituição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a oferecer o maior número de vagas no seu processo seletivo. Em 2005, a UFPB oferecia cerca de 3.700 vagas por ano. Para 2012 foram 8.020 vagas distribuídas pelo Processo Seletivo Seriado (PSS) e pelo ENEM/SISU. Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino superior e técnico profissionalizante, além da pesquisa e extensão. No âmbito do ensino técnico profissionalizante, destaca-se a Escola Técnica de Saúde (outrora denominada Escola de Auxiliar de Enfermagem), criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, passando a ser denominada Escola Técnica de Saúde da UFPB através da Resolução 05/2000, em 31/05/2000. Inicialmente, oferecia apenas o Curso Técnico de Enfermagem. Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 16/04/2003, através da Resolução 12/2003 e, por fim, o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, curso este aprovado em 30/03/2007, através da resolução 16/2007. Localizada no município de João Pessoa – Paraíba, a Escola Técnica de Saúde tem contribuído com a formação e qualificação de profissionais para atuar em diferentes campos de trabalho na área da saúde, oferecendo mecanismos para a educação permanente, através do ensino técnico profissionalizante. Por sua localização geográfica, a cidade de João Pessoa é conhecida como Porta do Sol, abrigando a Ponta do Seixas, ponto mais oriental das Américas. Também é considerada como a "segunda cidade mais verde do mundo", com mais de 7m² de floresta por habitante, perdendo somente para Paris, França. Esta titulação foi conferida durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento ou ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, no ano de 1992.

João Pessoa é a cidade mais populosa do estado da Paraíba, com cerca de 723.515 habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010). A cidade tem o maior produto interno bruto da Paraíba, gerando 30,7 % das riquezas produzidas na Paraíba. Apresenta o maior índice de desenvolvimento humano do estado, com 0,783.

O aumento da população urbana na cidade de João Pessoa - Paraíba trás consigo a problemática relacionada às questões ambientais destacando-se: acentuado processo de metropolização e verticalização; saturação da infraestrutura urbana a partir do adensamento populacional indiscriminado; alteração do conforto ambiental, com bloqueio de ventilação e formação de ilhas de calor; poluição ambiental das praias, mangues e ecossistemas costeiros; diminuição e poluição dos aquíferos subterrâneos; assoreamento dos recursos hídricos; erosão e fragilidade ambiental, especialmente no altiplano Cabo Branco, como também a destinação incorreta dos resíduos sólidos. A UFPB e a particularmente a Escola Técnica de Saúde apresenta papel relevante no sentido de favorecer a formação de profissionais que atendam as demandas sociais e econômicas a partir de um enfoque do desenvolvimento sustentável. Neste sentido o projeto propõe a criação do Curso Técnico em Meio Ambiente.

4.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

LOCALIZAÇÃO VINCULAÇÃO INSTITUCIONAL: Universidade Federal da Paraíba NOME DA ISTITUIÇÃO: Escola Técnica de Saúde ENDEREÇO: Cidade Universitária - Campus Universitário I - João Pessoa –PB – CEP 58.059-900 TELEFONE (083) 3216-7400 fax (083) 3216-7189. E-mail: coordenacao@ets.ufpb.br DADOS DO CURSO EIXO TECNOLÓGICO: Ambiente e Saúde NOME DO CURSO: Técnico em Meio Ambiente NÍVEL: Médio MODALIDADE DE ENSINO: - Educação Profissional. - Podendo também ser ofertado por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e emprego (PRONATEC), conforme lei nº 12.513, de 26 de outubro de 2011.

FORMA DE ARTICULAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA COM A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: - Subsequente CARGA HORÁRIA: 1000h QUANTIDADE DE VAGAS OFERTADAS: 30 vagas semestrais REGIME DE MATRÍCULA: Semestral TURNO: diurno ou noturno

5.

JUSTIFICATIVA

As questões relacionadas ao meio ambiente têm ganhado lugar de destaque nos últimos anos. A necessidade da preservação ambiental é emergente, a problemática relacionada ao uso insustentável dos recursos naturais não renováveis tem acelerado a degradação do meio ambiente e, por consequência, minorado a qualidade de vida da população. Neste sentido, se faz necessário compreender as interações complexas e dinâmicas entre sociedade e natureza, pois o esgotamento dos recursos naturais não ocorre isoladamente, uma vez que o homem faz parte da natureza e também sofre com todas as consequências maléficas sobre ela. Atualmente, o modelo de desenvolvimento do mundo não é sustentável. Mudanças do clima, perda de diversidade ecológica e cultural, pobreza e desigualdade tendem a aumentar a vulnerabilidade da vida humana e dos ecossistemas do planeta. A crise sócio-ecológica-ambiental vivenciada, repercutida pelo aumento populacional, aliada à crescente demanda por bens e serviços tem trazido sérios problemas ambientais como: desequilíbrios da exploração excessiva dos recursos naturais; desmatamento e queimadas; poluição do ar por indústrias e automóveis; poluição de corpos hídricos em geral (rios, lagos, mares) e extinção de espécies; danos permanentes ao solo pelo uso de pesticidas e outras substâncias danosas; mudanças climáticas; aquecimento global; derretimento de geleiras; secas; inundações, dentre outras. Todos esses agravos resultam em um efeito prejudicial enorme ao meio ambiente e à saúde humana, visto que os problemas ambientais são também problemas de saúde pública,

pois afetam os seres humanos e as sociedades em todas as suas dimensões, evidenciando suas consequências no espaço construído. Assim, ações de preservação, melhoria e recuperação do meio ambiente são fundamentais para garantir a vida e sua qualidade, uma vez que a desordem do meio ambiente, em algum grau, gerará desordem na saúde individual e coletiva. A proteção ambiental deixa de ser considerada responsabilidade exclusiva dos órgãos oficiais de meio ambiente e passa a ser compartilhada por todos os demais setores da sociedade, que tendem a rever o seu posicionamento, atitudes e hábitos em virtude das modificações ambientais que estão acontecendo, bem como a necessidade de formação de profissionais que atuem de maneira significativa frente aos problemas ambientais. A demanda do mercado de trabalho para o Técnico em Meio Ambiente tende a aumentar, devido à carência de profissionais com esta formação e ao crescimento de atividades relacionadas com as questões ambientais. Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pelo Ministério da Educação em 2008, o Técnico em Meio Ambiente auxilia e executa tarefas de coleta, armazenamento e interpretação de informações, dados e documentações ambientais; colabora na elaboração de laudos, relatórios e estudos ambientais; auxilia na elaboração, acompanhamento e execução de sistemas de gestão ambiental; atua na organização de programas de educação ambiental, de conservação e preservação de recursos naturais, de redução, reuso e reciclagem; identifica as intervenções ambientais, analisa suas consequências e operacionaliza a execução de ações para preservação, conservação, otimização, minimização e remediação dos seus efeitos. A Resolução CNE/CEB Nº 04/99 institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, normalizando os currículos básicos relativos às áreas profissionais e insere o Meio Ambiente como uma de suas grandes Áreas. Esta resolução traz no seu artigo 4º, como critérios para a organização e o planejamento dos cursos técnicos, o atendimento às demandas dos cidadãos, do mercado e da sociedade. A incorporação do conceito de responsabilidade social na gestão e no gerenciamento das empresas tem multiplicado a demanda por profissionais qualificados para atuar em diversas áreas ambientais. Diversos setores da sociedade necessitam de profissionais técnicos em meio ambiente, como os setores de energias renováveis, reciclagem e tratamento de resíduos, transporte público, construções de equipamentos com eficiência no uso de energia, agricultura e florestas sustentáveis, serviços ambientais, entre outros.

Diante do quadro caracterizado, verifica-se a necessidade da formação de profissionais cada vez mais qualificados visando contribuir para a melhoria da qualidade ambiental, através do desenvolvimento de atividades relacionadas à preservação de ecossistemas, redução de emissões atmosféricas, minimização de resíduos, eficiência energética, implementação de novas tecnologias, entre outras. Considerando a preocupação com a preservação e exploração racional do Meio Ambiente discutida em contexto global, a Escola Técnica de Saúde (ETS) da UFPB, se propõe a oferecer o Curso Técnico em Meio Ambiente, em consonância com as exigências locais e também mundiais na área de meio ambiente. Neste sentido, proporcionar-se-á formação profissional técnica com oportunidade de abertura para o mundo do trabalho, de acordo com as novas tendências tecnológicas, visando às inovações pertinentes ao desafio do desenvolvimento sustentável. Trazendo um enfoque diferencial e inovador para área da saúde, o curso Técnico em Meio Ambiente da ETS/UFPB, com carga horária de 1000 horas, distribuídas em três módulos sequenciais, contará com corpo docente, em sua maioria professores especialista e doutores, com ampla experiência na área de saúde em regime de dedicação exclusiva, estabelecendo novas metodologias de ensino, com o enfoque na formação de cidadãos conscientes de sua responsabilidade ética e social, trazendo a reflexão da relação indissociável de meio ambiente – sociedade atrelada à perspectiva de melhoria na qualidade de vida. De acordo com suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como das demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil.

6.

OBJETIVOS

6.1

Geral:

Formar Técnicos em Meio Ambiente, articulando ensino, pesquisa e extensão com vistas ao desenvolvimento da sensibilização, reconhecimento, valoração do ambiente natural e avaliação das intervenções antrópicas para aplicar os princípios de prevenção e recuperação ambiental.

6.2

Específicos: 

Caracterizar os sistemas e ecossistemas, com base nos elementos que os compõem e suas respectivas funções;

Propiciar a compreensão dos processos de degradação ambiental de ordem natural bem como decorrentes de ações antrópicas;

Fomentar ações de monitoramento ambiental através de atividade de coleta, armazenamento de dados e interpretação de informações em documentos ambientais;

Oferecer ferramentas que auxiliem os discentes na análise e avaliação das intervenções ambientais, bem como operacionalizar a execução de ações para preservação, conservação, otimização, minimização e remediação dos seus efeitos;

Fomentar a atuação em equipes multidisciplinares, integrando ações que envolvem elaboração, acompanhamento e execução de sistemas de gestão ambiental, contribuindo na elaboração de laudos, relatórios e estudos ambientais;

Refletir os aspectos inerentes à aplicação da legislação ambiental;

Subsidiar o planejamento e desenvolvimento de campanhas educativas para conservação e preservação do meio ambiente e qualidade de vida do ser humano;

Favorecer a formação de profissionais empreendedores para atuar no contexto das organizações públicas, privadas e terceiro setor, auxiliando no desenvolvimento de atividades sustentáveis;

Promover o desenvolvimento de profissionais éticos e comprometidos com as causas e questões ambientais regionais, nacionais e globais.

7.

REQUISITOS DE ACESSO

O ingresso no Curso Técnico em Meio Ambiente dar-se-á através de um dos seguintes processos seletivos, conforme definido pela instituição: 1 – Processo seletivo para alunos que tenham concluído o Ensino Médio, considerando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou a nota obtida em seleção organizada pela instituição para classificação dos candidatos, observando-se o limite de vagas ofertadas;

2 – Processo Seletivo por meio do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); 3 – Processo Seletivo de transferência facultativa (voluntária) de vagas remanescentes nos módulos em que houver desistência, abandono ou evasão de alunos de turmas regulares. De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os processos seletivos obedecerão ao percentual mínimo estabelecidos na lei e decreto supracitados. O processo seletivo será divulgado através de edital publicado na Imprensa Oficial, com indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo, além do número de vagas oferecidas. Os candidatos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONATEC serão selecionados em conformidade com a legislação vigente, por meio de Seleção Unificada, regido por edital publicado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica - SETEC/MEC.

8.

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

O profissional concluinte do Curso Técnico em Meio Ambiente oferecido pela Escola Técnica de Saúde da UFPB deverá apresentar um perfil profissional que atenda as exigências do mundo do trabalho, exercendo suas atividades com competência técnica, autonomia e criatividade, posicionando-se de forma significativa em relação aos problemas ambientais vigentes. O egresso poderá atuar em instituições públicas, privadas e terceiro setor, como também profissional autônomo (prestador de serviço) e empreendedor, exercendo atividades que auxiliam a fiscalização da legislação ambiental, implementação de projetos envolvendo as áreas de educação ambiental, bem como incentivo no uso de tecnologias mais limpas, através do uso sustentável dos recursos naturais. O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá consubstanciar a identidade do curso através das competências da habilitação do Técnico em Meio Ambiente, atendendo à legislação em vigor.

6.1 Competências do Técnico em Meio Ambiente: 

Caracterizar os sistemas e ecossistemas, com base nos elementos que os compõem e suas respectivas funções;

Identificar e caracterizar as grandezas envolvidas nos processos naturais de conservação;

Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos naturais (solo, água e ar);

Classificar os recursos naturais (água e solo) segundo seus usos, correlacionando às características físicas e químicas com sua produtividade.

Correlacionar às fontes e o processo de degradação natural de origem química, geológica e biológica e as grandezas envolvidas nesses processos, utilizando métodos de medição e análise.

Compreender, tomar decisões e propor soluções sobre problemas ambientais relacionados à exploração de recursos naturais renováveis e não renováveis;

Avaliar situações de risco e aplicar métodos de eliminação ou de redução de impactos ambientais;

Atuar com base nos princípios da ética, comprometidos com o desenvolvimento sustentável;

Participar de pesquisas e inovações tecnológicas na área ambiental;

Integrar equipes multidisciplinares para o desenvolvimento de atividades de elaboração e execução de planos de manejo dos recursos naturais, bem como o controle e tratamento dos resíduos e poluentes gerados pelas atividades humanas;

Atuar na organização de programas de educação ambiental, de conservação e preservação de recursos naturais, de redução, reuso e reciclagem;

Auxiliar na interpretação de informações, dados e legislações ambientais;

Contribuir

para

a

formulação,

execução

e

acompanhamento

de

projetos

empreendedores e atividades de educação ambiental nas empresas, instituições e comunidades.

9.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O Curso Técnico em Meio Ambiente está estruturado em três módulos sequenciais, apresentando carga horária total de 1000h de formação teórico-prática, concebida com base

nos objetivos e no perfil profissional do egresso, considerando as competências a serem desenvolvidas no mundo do trabalho. Para a construção da matriz curricular foram observados as determinantes legais presentes no decreto nº 5.154/2004 e parecer CNE/CEB Nº 39/2004, integradas por disciplinas, atividades acadêmicas, científicas, prática profissional e elaboração de trabalho de conclusão de curso.

9.1 Matriz Curricular

A matriz Curricular do Curso Técnico em Meio Ambiente está representada no Quadro 1. Cabe ressaltar que o Curso não apresenta pré-requisitos de disciplinas, portanto, o discente poderá cursá-las desde que as mesmas sejam oferecidas durante o semestre. Quadro 1. Matriz curricular do Curso Técnico em Meio Ambiente – ETS/UFPB Módulos

Componentes Curriculares

Métodos Computacionais para Aplicações Ambientais Módulo I Biologia Básica, Ecossistemas e Biodiversidade Português Instrumental Educação Ambiental Meio Ambiente e Sociedade Relações Interpessoais, Bioética e Cidadania Estudo de Impactos Ambientais Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Trabalhos Técnicos Carga horária total – Módulo I

Módulo II

Desenvolvimento Sustentável e Valoração Ambiental Primeiros Socorros Química Ambiental Gerenciamento de Resíduos Sólidos Segurança no Trabalho e Saúde do Trabalhador Políticas Públicas e Legislação Ambiental Meio Ambiente e Saúde Pública Gestão de Recursos Hídricos Execução de Projetos

Carga horária total 40h 60h 40h 60h 40h 40h 60h 40h 380h 48h 32h 48h 48h 32h 60h 40h 40h 40h

Carga horária total – Módulo II

388h

Oficinas de Educação Ambiental Conservação, Recuperação Ambiental e Auditoria Ambiental Microbiologia Ambiental Empreendedorismo e Planejamento Módulo III Ambiental Trabalho de Conclusão de Curso Carga horária total - Módulo III

20h 60h

72h 232h

Carga horária total curso

1000h

40h 40h

A Coordenação do Curso Técnico em Meio Ambiente e a Direção de Ensino da Escola Técnica de Saúde da UFPB organizará a oferta dos módulos, propiciando o acesso dos candidatos aprovados aos módulos integrantes dos blocos iniciais previstos no fluxograma do curso. O acesso aos demais módulos dar-se-á através de processo de matrícula, em observância à oferta.

9.2 Metodologia

Serão adotadas metodologias que propiciem ao aluno o desenvolvimento da capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa, capacidade de visualização e resolução de problemas. Para isso, serão aplicados: 

Exercícios baseados em situações concretas;

Visitas a laboratórios;

Visitas técnicas a órgãos ambientais, parques e reservas ambientais;

Análise e discussão de textos técnicos;

Debates com base na apresentação de vídeos técnicos;

Apresentação de seminários;

Trabalhos de pesquisa;

Jogos educativos;

Participação em eventos;

Trabalhos em equipe;

Relatórios de ensaios e atividades desenvolvidas em aula ou atividades de campo, oriundos de atividades de pesquisa e extensão;

Estudos de Caso;

Desenvolvimento e apresentação de projetos;

Realização de Trabalho de Conclusão de Curso ao final do último módulo, com objetivo de desenvolver e articular as competências e habilidades trabalhadas durante o curso.

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) representa a sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à área de formação profissional, pautada na interação teoria e prática, aprender por meio do fazer, através da interação constante do professor-aluno em diferentes situações de ensino-aprendizagem. A perspectiva de desenvolvimento do TCC no ensino técnico permitirá a formação de profissionais criativos, que poderão atender as diferentes demandas que a prática profissional os impõe. Ao final do Módulo III, os alunos deverão apresentar o TCC que deverá ser orientado preferencialmente por docente da ETS/UFPB, podendo ter a participação de um coorientador. Deverá ser contemplada apresentação pública do TCC que será avaliada por uma comissão composta pelo orientador e mais dois docentes. Após a apresentação do TCC deverão ser entregue 2 (duas) cópias em mídia (CD/DVD) da versão final trabalho na forma de artigo, com as devidas correções sugeridas pela banca, no prazo máximo de 30 (trinta) dias.

10.

CRITÉRIOS

DE

APROVEITAMENTO

DE

CONHECIMENTOS

E

EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

As competências desenvolvidas pelos alunos em formações prévias, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Meio Ambiente poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. Assim, poderão ser aproveitados no curso os conhecimentos e experiências desenvolvidos:

a) Em disciplinas realizadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende realizar o aproveitamento;

b) Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do aluno através do colegiado do curso; O aproveitamento de estudos por componente curricular será efetuado quando este tenha sido cursado, com aprovação, em curso do mesmo nível de ensino, observando compatibilidade de, pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária do componente curricular que o aluno deveria cumprir na Escola Técnica de Saúde. No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componentes curriculares, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos conteúdos curriculares. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a integralização do currículo do curso, sendo que o aluno é obrigado a cursar, na ETS, no mínimo 50% (cinquenta por cento) da carga horária prevista para a integralização do respectivo curso. Todo aproveitamento deve ser requerido antes do início do módulo o qual o solicitante ingressará, devendo este apresentar, para análise, o histórico escolar e o plano do curso com os conteúdos ou competências.

11.

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

A avaliação da aprendizagem do Curso Técnico em Meio Ambiente, como parte integrante do processo ensino-aprendizagem tem caráter formativo, concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva e processual. Prioriza os aspectos qualitativos sobre os quantitativos, através da verificação de competências, habilidades e atitudes, responsável por articular as dimensões essenciais da práxis pedagógica, tendo em vista a otimização das potencialidades efetivamente humanas dos educandos, tanto no âmbito psicossocial e profissional, como no científico-tecnológico.

A avaliação do desempenho escolar será realizada por componentes curriculares, considerando aspectos de assiduidade e rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do discente e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas previstas no plano de ensino de cada disciplina. Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, ressalvado o disposto no Art. 54, alínea a e b, o discente deverá apresentar frequência às atividades didáticas programadas para cada disciplina de, pelo menos, 75% da carga horária prevista, considerando os conteúdos teóricos e práticos. Será aprovado o discente que, numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), observando os indicadores de conhecimento teórico e prático de cada disciplina, obtiver média igual ou superior a 7 (sete) na disciplina, no período letivo correspondente.

11.1

Recuperação

A recuperação de estudos consiste, prioritariamente, de revisão de conteúdos ministrados, segundo dados concretos da situação do discente, com orientação e acompanhamento por parte do docente, sendo realizada de forma contínua e especial. A recuperação processar-se-á continuamente em sala de aula, na qual o docente criará novas situações de aprendizagem e dará atendimento aos discentes que dele necessitarem, mediante atividades diversificadas, ou em período extraclasse, mediante elaboração, pelo docente, de um cronograma de trabalho. Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, em cada disciplina será aprovado o aluno que obtiver média ponderada igual o superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6 (seis) a média dos exercícios escolares e peso 4 (quatro) a nota dos exercícios programados para a recuperação, ressalvado o disposto no Art. 54, alínea c, do Regimento Geral, ou seja, aqueles que passarem regularmente com média 7,0.

12.

BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

Para a formação do Técnico em Meio Ambiente o quadro de instalações da Escola Técnica de Saúde da UFPB dispõe de: biblioteca, sala de aula, laboratórios de ensino e informática. As salas de aulas são climatizadas com disposição de carteiras, quadro branco e recursos multimídia.

Na biblioteca são disponibilizados espaços para estudo individual e em grupo, com acervo de livros, manuais e periódicos, acesso a internet, além de assistência por bibliotecária. Para auxílio nas atividades práticas, os laboratórios de ensino apresentam equipamentos básicos, abaixo relacionados: 

Câmera digital para microscópio;

Microscópios Binoculares e Estereoscópios;

Quadro branco, bancadas e armários;

Centrífuga;

Phmetro de bancada;

Refrigeradores;

Agitadores de tubos e placa aquecedora;

Balança analítica;

Estufa com circulação de ar forçado;

Capela de exaustão;

Destilador e deionizador de água;

Banho-maria;

Refratômetros;

Fotômetro de chama;

Turbidímetro;

Bomba a vácuo;

Vidrarias de laboratório (placas de Petri, balões volumétricos, tubos de ensaio, pipetas volumétricas, etc.).

O laboratório de informática, além de propiciar ambiente para a aprendizagem das ferramentas computacionais propriamente ditas, funciona como sala de aula informatizada, nas quais alunos e professores desenvolvem atividades acadêmicas relacionadas aos diversos conteúdos, apoiados por softwares, recursos de multimídia e acesso à internet.

13.

PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO Os professores no Curso Técnico em Meio Ambiente pertencem ao Plano de Carreira

do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico da Escola Técnica de Saúde da UFPB, com regime de trabalho de dedicação exclusiva (DE), conforme apresentado no Quadro.

Quadro 2. Demonstrativo dos Docentes do Curso Técnico em Meio Ambiente NOME

Graduação

TITULAÇÃO

Andrea Fernanda Ramos de Paula

Ciências Biológicas

Em qualificação mestranda

Claudenice Rodrigues Nascimento

Ciências Biológicas

Especialista/ Mestranda

Eliete Alves da Silva

Enfermagem

Mestre /Doutoranda

Gildeci Alves de Lira

Ciências Biológicas

Doutora

Enfermagem

Doutora

Ismênia Mangueira Soares

Ciências da Computação

Doutora

Nilsamira da Silva Oliveira

Letras

Doutora

Ranyeri Dávila Alves Coelho

Educação Física

Mestre

Simone Helena dos Santos Oliveira

Enfermagem

Doutora

Zilda Maria Coelho Montenegro

Psicologia

Doutora

Iaponira Cortez Costa de Oliveira

Além do corpo docente, o Curso Técnico em Meio Ambiente, contará com a seguinte equipe de Técnicos Administrativos, disponibilizado no Quadro 3 abaixo:

Quadro 3. Demonstrativo de Apoio Técnico-Administrativo NOME

GRADUAÇÃO

TITULAÇÃO

Carmen Gabriella Gomes Silva

Biomedicina

Mestrado

Aline Grams Land

Administração

Mestrado

Aremita M. Gonçalves

Nível Médio

Especialização

Christine Dantas Benício

Biblioteconomia

Especialização

Maria Oselandia Rodrigues Leite

Psicologia

Especialização

Leojoan Moura Cavalcante

Informática

Especialização

Luciane Alves Coutinho Sarmento

Pedagogia

Especialização

Maria do Rosário Carvalho

Pedagogia

Especialização

Marizilda Barbosa da Silva

Pedagogia

Especialização

Mércia Ferreira de Assis

Pedagogia

Especialização

Robson Lima Palmeira

Nível Médio

Especialização

Rosa Virgínia de Oliveira

Serviço Social

Especialização

14.

CERTIFICADOS A SEREM EMITIDOS

Será conferido Certificado de Técnico em Meio Ambiente ao aluno matriculado regularmente na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I, após a conclusão de todos os módulos constantes na Estrutura Curricular do Curso, bem como apresentado o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), mediante avaliação adotada no plano de ensino. No certificado constarão ainda as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.

REFERENCIAS

ALMEIDA, F. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20/12/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. BRASIL. Lei Estadual 1.366 de 02 de dezembro de 1955. Cria a Universidade da Paraíba e dá outras providências. Disponível em: http://www.ufpb.br/sods/secretaria/Lei%201366.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. BRASIL. Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960. Federaliza a Universidade da Paraíba, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L3835.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. BRASIL. CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UFPB. Resolução Nº 12/2004. Aprova o Regimento Interno da Escola Técnica de Saúde, do Centro de Ciências da Saúde. Disponível em: http://www.ufpb.br/sods/consepe/resolu/2004/Rsep122004.htm. Acesso em: 12 de agosto de 2014. BRASIL. Lei no 12.711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/Decreto/D7824.htm. Acesso em: 03 de setembro de 2014. BRASIL. Lei Nº 12.513, de 26 de outubro de 2011. Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12513.htm. Acesso em: 28 de agosto de 2014. _________Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília: MEC/SET, 2008. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. http://censo2010.ibge.gov.br/: Acesso em 03 de outubro de 2014.

Disponível

em:

LEFF, E. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 35ª ed. Petrópolis: Vozes; 2001. MINAYO, M.C. S; HARTZ, Z.M. A; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciências e Saúde Coletiva, 5(1): 7-18, 2000. _________ Parecer CNE/CEB Nº 39/2004. Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/rede/legisla_rede_parecer392004.pdf. Acesso em: 02 de setembro de 2014. _________Resolução CNE/CEB Nº 04/99. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, 1999.

SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. SIQUEIRA. M.M.; MORAES. M. S. Saúde coletiva, resíduos sólidos urbanos e os catadores de lixo. Ciências e Saúde Coletiva. vol.14 nº6. Rio de Janeiro, 2009. SOUSA, M.N. A; ASSIS, E. V.; COSTA, K.L. P; SILVA, E. N.; ISISDÓRIO, U.A. Análise Territorial do município de João Pessoa-PB: os problemas ambientais, sociais e de saúde. FIEP Bulletin, vol 83. Special Edition. Article III, 2013. Disponível em: http://www.fielbulletion.net. Acesso em 04 de agosto de 2014. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Escola Técnica de Saúde da UFPB/Quem Somos. Disponível em: http://www.ets.ufpb.br//. Acesso em: 04 de agosto de 2014. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Apresentação/Histórico. Disponível em: http://www.ufpb.br/content/historico. Acesso em: 06 de outubro de 2014.

PLANOS DE ENSINO – MÓDULO I DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Métodos computacionais para aplicações ambientais CARGA HORÁRIA: 40h EMENTA Noções básicas de Informática. Componentes estruturais do microcomputador: hardware, software. Sistemas operacionais mais usuais: Windows© e Linux Arquivos: tipos e formatos. Utilização de Editor de Texto, Apresentações Eletrônicas, Editores Gráficos, Banco de Dados e Planilhas Eletrônicas nas práticas profissionais de Técnico Ambiental. A Internet como ambiente de pesquisa, busca de informações e meio de comunicação pessoal e profissional. Manipulação de dados ambientais, operações lógicas, estatísticas e matemáticas básicas. OBJETIVOS 

Geral:

- Oferecer subsídios para o uso dos programas básicos a serem empregados na elaboração de relatórios, seminários e projetos na área ambiental. 

Específicos:

- Identificar as principais características do computador, seu funcionamento e principais componentes; - Estabelecer relações entre os principais componentes do computador; - Inter-relacionar o hardware do computador com o sistema operacional e este com softwares e aplicativos. - Aplicar recursos para o uso de editores de texto, desenvolvimento de apresentações eletrônicas, elaborar planilhas eletrônicas e realização de pesquisa na internet; - Utilizar a internet como ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem; - Orientar a manipular de dados e estatísticas ambientais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO  Noções básicas de Informática.  Componentes estruturais do microcomputador.  Editor de Texto;  Apresentações Eletrônicas;  Editores Gráficos;  Banco de Dados;  Planilhas Eletrônicas no Excel.  Internet como ambiente de pesquisa e fonte de aprendizagem;  Manipulação de dados ambientais, operações lógicas, estatísticas e matemáticas básicas. METODOLOGIA DE ENSINO A disciplina será desenvolvida através de aulas práticas expositivas. Os conteúdos abordados envolverão os estudantes em atividade no laboratório de informática. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, computador, projetor multimídia e uso da internet. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de avaliação individual e/ou coletiva.

BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica

CAPRON, H. L; JOHNSON, J. A. Introdução à Informática. 8 ed. São Paulo: Pearson Pretince Hall, 2004. LOBO, E. J. R. BrOffice Writer – Nova solução em código aberto na editoração de textos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. MORIMOTO, C. E. Hardware – o guia definitivo. Porto Alegre: Sul editores, 2009.

Bibliografia complementar

MANZANO, André Luiz N. G.; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de informática básica. 7 ed. São Paulo: Érica, 2007.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Biologia Básica, Ecossistemas e Biodiversidade. CARGA HORÁRIA: 60h EMENTA Introdução aos conceitos básicos relacionados aos reinos dos seres vivos, com ênfase aos microrganismos. Fatores ecológicos bióticos, abióticos e valência ecológica. Padrões biogeográficos e seus determinantes. Ecologia das populações e das comunidades. Noções de ecossistema, biótopo, biocenose e ciclos biogeoquímicos. Diversidade biológica e biomas brasileiros. OBJETIVOS 

Geral:

- Favorecer a compreensão das diversas relações entre os seres vivos e a sua importância na dinâmica ambiental. 

Específicos:

- Possibilitar a analise da dinâmica do mundo vivo e a complexidade das relações entre seres vivos e não vivos, nos ecossistema para reconhecer o alto grau de interdependência que há entre os diferentes aspectos do ambiente. - Fornecer base teórica em ecologia necessária para abordar de forma correta a temática da conservação da biodiversidade em seus diferentes níveis hierárquicos: genes, espécies, comunidades e ecossistemas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO  Os cinco Reinos;  Microorganismos e sua importância;  Ecologia básica (Componentes estruturais dos ecossistemas: cadeia e teia alimentar);  Níveis tróficos;  Hábitat e nicho ecológico;  Fluxo de energia; Ciclos biogeoquímicos;  Relações ecológicas;  Sucessão ecológica;  Desequilíbrios ambientais  Fatores bióticos e abióticos;  Noções de biogeografia;  Ecossistema;  Biomas Brasileiros. METODOLOGIA DE ENSINO Experimentação, estudos do meio ambiente, jogos, seminários, debates, simulações e aulas de campo. Além de aulas expositivas e dialogadas. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, projetor multimídia, aparelho vídeo/áudio/TV e jogos educativos. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A avaliação será de forma contínua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produção de textos individuais e/ou em grupo, seminários e provas escritas.

BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Biologia. v. 1, v. 2 e v. 3. 3ª Ed. Moderna,2010. LOPES, S.; ROSSO, S. Biologia. v. único, 1ª ed. São Paulo, SP. Ed. Saraiva,2007. LAURENCE, J. Biologia. Volume único. Editora Nova Geração, 2010. LINHARES, S.; GEWANDSZNAJDER, F. Biologia. v. único.1ª ed. São Paulo,SP. Ed. Ática, 2008. Bibliografia Complementar BARNES, RSK; CALOW, P; OLIVE, PJW; GOLDING, DW; SPICER, JI. Os invertebrados. Uma Síntese. 2ªed. São Paulo - Ed. Atheneu, 2008. Guanabara Koogan. 2009.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Português Instrumental CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Estudo e reflexões sobre a língua, enquanto prática sociocultural e interativa, por meio dos diferentes gêneros discursivos, que se concretizam nas práticas de oralidade, leitura, escrita e análise linguística. Objetivos 

Geral:

- Proporcionar base teórica para a elaboração de textos crítico reflexivos, seguindo as normas gramaticais vigentes. 

Específicos:

- Viabilizar o exercício da leitura, compreensão e interpretação de textos; - Fornecer elementos para a identificação da natureza de textos (resumos, resenhas e dissertações), bem como sua produção; Conteúdo Programático  Texto (Concepções de língua, sujeito, texto e sentido).  Gênero textual;  Coerência textual;  Sequência dialogal;  Sequência descritiva;  Sequência narrativa;  Modos de citar o discurso alheio (Discurso direto; Discurso indireto);  Estudo de gênero literário;  Leitura;  Produção Textual.

Metodologia de Ensino Aula expositiva dialogada, leituras dirigidas, atividades individuais e/ou em grupo, seminários, debates, discussão, atividades escritas e produção textual com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação. Leitura e interpretação de obras representativas da literatura brasileira. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, projetor multimídia, aparelho vídeo/áudio/TV, revistas e jornais. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem A avaliação será contínua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produção de textos individuais e/ou em grupo, seminários e avaliações escritas. Bibliografia Bibliografia Básica CESCA, Cleuza G. Gimenes. Comunicação dirigida escrita na empresa: teoria e prática. 5.ed.São Paulo: Summus, 2006. MESQUITA, Roberto Melo. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo:Saraiva, 2007. PECORA, Alcir. Problemas de redação. São Paulo: Martins Fontes, 2002. SALTON, Vanilda; e outros. Atividades de leitura e escrita. Rio de Janeiro:Vozes, 2008. SARMENTO, Leila Lauar. Oficina de redação. Volume único. São Paulo:Moderna, 2009. Bibliografia Complementar

CEGALLA, Domingos Paschoal. Nova Minigramática da Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP Nacional, 2009. CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar; CLETO, Ciley. Interpretação de textos: construindo competências e habilidades em leitura. São Paulo: Atual, 2009. OLIVEIRA, José Paulo Moreira de. A redação eficaz. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Educação Ambiental CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Qualidade de vida: variáveis intervenientes e indicadores. Ciência e tecnologia: poder e ética. Biotecnologia. Cidadania e ambiente de vida: desenvolvimento sustentável. Agenda 21. Políticas públicas ambientais e demandas sociais. Educação Ambiental – Pedagogia dos Desafios: pressupostos teóricos; espaços e sujeitos pedagógicos; estratégias educativas; Objetivos 

Geral:

- Proporcionar a compreensão das noções que fundamentam a Educação Ambiental e o Ecoturismo; 

Específicos:

- Discutir a evolução do pensamento ambiental, conceitos e práticas da Educação Ambiental; - Demonstrar a importância prática da preservação ambiental; - Apreender os conceitos fundamentais necessários à elaboração de projetos na área ambiental; - Analisar a educação ambiental e sua transversalidade; - Conhecer o processo de desenvolvimento teórico e prático de atividades de ecoturismo; - Planejar a educação ambiental e atividades de ecoturismo. Conteúdo Programático  História e conceitos da Educação Ambiental.  A questão ambiental e as políticas públicas.  Política nacional de educação ambiental.  Subsídios para a prática da educação ambiental.  Técnicas e metodologias em educação ambiental.  Ética ambiental e movimentos sociais e culturais.  Educação Ambiental e cidadania.  Reciclagem.  Os cinco R(s).

 Turismo Ecológico. Metodologia de Ensino Aulas teóricas expositivas e práticas em campo por meio de visitas técnicas e aulas de campo. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro, computador, projetor multimídia, Utilização instrumentos e equipamentos pertinentes às práticas de campo. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações escritas e práticas; Trabalhos individuais e em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica ACSERALD, H. et alii. Ecologia: Direito do Cidadão. Rio de Janeiro, Gráfica JB, 1993. BOFF, L. Ecologia: Grito da Terra, Grito dos Pobres. São Paulo, Ática, 2004. FERRY, L. A Nova Ordem Ecológica - A Árvore, o Animal e o Homem. São Paulo, Difel, 2009. Bibliografia Complementar ANDRADE, A.L.C. de; D'El-Rey, D.C.H.; Loureiro, C.F.B. "A Dimensão Ambiental a Educação e Saúde". Revista Brasileira de Saúde Escolar, SP, 1995.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Meio Ambiente e Sociedade CARGA HORÁRIA: 40h Ementa A relação Sociedade, Cultura e Meio Ambiente, o campo conceitual, o individuo e a sociedade, cultura como mediadora entre o individuo e Meio Ambiente, diversidade cultural, movimentos sociais e as lutas pela preservação do meio ambiente, políticas de gestão

ambiental, impacto socioambiental, poder local e sustentabilidade, movimento social, enfrentamento e gestão ambiental. Objetivos 

Geral:

- Refletir sobre o desenvolvimento da sociedade como processo histórico de organização e produção de espaços naturais e de conflitante relacionamento socioambiental, através da relação da vida humana com a natureza, em seus desdobramentos socioeconômicos, tecnológicos e político-culturais; 

Específicos:

- Discutir os elementos econômico, sociais e culturais que constituem a identidade dos indivíduos enquanto sujeitos sociais que interagem no processo histórico, a partir da sua condição de gênero, raça e classe; - Desenvolver o conhecimento crítico, estimulando o compromisso ético e estabelecendo as responsabilidades políticas com o Meio Ambiente; - Favorecer a identificação dos impactos socioambientais do impasse ecológico, e a organização das informações críticas sob as escolhas de projetos de desenvolvimento sustentável. Conteúdo Programático  O corpo conceitual de análise sociocultural do Meio Ambiente;  A relação indivíduo e sociedade;  A Sociedade, a expansão do capitalismo e os modelos de desenvolvimentos;  O conceito de Cultura;  Discutir cultura como um processo decorrente das relações entre o ser humano e a natureza e entre si;  Os movimentos sociais e resgate a cultura e aos valores locais;  Movimentos sociais e as lutas ambientais. Metodologia de Ensino Discussão/exposição, aula expositiva dialogada; apresentação de seminários; uso de transparências, painéis, textos, músicas, dinâmicas, pesquisa de campo e bibliográfica, vídeo e debate. RECURSOS DIDÁTICOS

Utilização de branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem A avaliação ocorrerá no decorrer das aulas (discussões, debates, provas teóricas, seminários), observando- se o interesse, os questionamentos, a compreensão do tema em pauta e a capacidade que os alunos têm de fazer relações entre tema e a realidade cotidiana local. Bibliografia Bibliografia Básica DIAS, G. EcoPercepção – um resumo didático dos desafios socioambientais São Paulo: Gaia, 2004. LEFF, Enrique. Racionalidade Ambiental a Reapropriação Social da Natureza. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006. ROSS, J. Ecogeografia do Brasil: subsídios para o planejamento ambiental. São Paulo: Oficinas de textos, 2006. SANTOS, R. F. Planejamento Ambiental: Teoria e Prática. Oficina de Textos. 2004. Bibliografia Complementar FRANCO, M. A. R. Planejamento Ambiental para a cidade sustentável. 2 ed. São Paulo: Annablume: FAPESP, 2008.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Relações Interpessoais, Bioética e Cidadania CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Distinção conceitual: Eticidade, Moralidade, Legalidade e Deontologia. Bioética. Direitos individuais e coletivos, direitos sociais. Relações interpessoais; Desenvolvimento Sustentável e Epistemologia Ambiental. Paradigma Ecológico.

Objetivos 

Geral:

- Desenvolver atitude crítica e analítica das influências construtivas e destrutivas do entorno nas relações interpessoais; 

Específicos:

- Refletir sobre a importância do autoconhecimento enquanto um processo em constante desenvolvimento através da auto-observação e da automonitoria; - Desenvolver habilidades sócio-emocionais para a melhoria das relações sociais, inter e intrapessoais; - Aperfeiçoar habilidades inerentes à comunicação: escuta, empatia e feedback; - Favorecer a incorporação de valores éticos como norteadores das relações interpessoais e da compreensão da importância do crescer sem destruir. Conteúdo Programático  Introdução: Reflexão sobre a influência do entorno nas relações interpessoais;  Teorias da personalidade: Princípios e dinâmica mobilizadora da ação humana;  Psicologia Social: Bases para compreensão dos fenômenos sociais e de grupos;  Dinâmica sócio interativa em contextos laborais;  Motivação e liderança;  Comunicação  Fundamentos da ética e da vida pública  Dilemas éticos: senso critico e assertividade cidadã;  Bioética.  Direitos individuais e coletivos, direitos sociais.  Desenvolvimento Sustentável e Epistemologia Ambiental.  Paradigma Ecológico. Metodologia de Ensino Aulas expositivas e dialogadas a partir da problematização, contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos da Química em situações cotidianas por meio de atividades experimentais investigativas e aulas de campo em ambientes formais e não formais de ensino. Poderão ser utilizados recursos tecnológicos interativos como animações e simulações, RECURSOS DIDÁTICOS

Utilização de quadro, computador, projetor multimídia, televisão, DVD. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação escrita e trabalhos em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano – compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 2002. CAPRA, F. As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix, 2002. Bibliografia complementar ARENT, H. A condição humana. Tradução de Roberto Raposo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.

MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. Ed. RT. SANTOS, B. S. Para um novo censo comum: a ciência, o direito e política na transição paradigmática. São Paulo: Cortez, 2005b. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Estudo dos impactos ambientais CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Estudo da questão ambiental. Conceituação de impacto ambiental. Características e identificação dos impactos ambientais. Impactos ambientais nos principais ecossistemas brasileiros. Ações humanas e os impactos ambientais. Principais métodos de avaliação de impacto ambiental.

Objetivos 

Geral:

- Refletir o significado do estudo de impacto ambiental (EIA); 

Específicos:

- Abordar os conceitos e tipos de impactos ambientais; - Caracterizar os impactos ambientais nos diversos ecossistemas brasileiros; - Descrever os componentes de um estudo de impacto ambiental; - Aplicar os atributos de estudo dos impactos ambientais e os principais métodos de avaliação de impacto ambiental. Conteúdo Programático  A questão ambiental;  Princípios básicos para a conceituação de impacto ambiental;  Definição de impacto ambiental;  Impactos ambientais nos principais ecossistemas brasileiros;  Ações humanas e os impactos ambientais;  Principais métodos de avaliação de impacto ambiental (AIA)  Estudos de casos. Metodologia de Ensino Aulas teóricas expositivas e práticas, leituras e reflexões dos textos bibliográficos, Aula de campo interdisciplinar em algumas áreas que apresentam problemas ambientais. Práticas interdisciplinares aliadas as disciplinas de química ambiental e manejo e recuperação de áreas degradadas. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor, artigos e periódicos. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Elaboração e análise crítica de um EIA; Prova escrita; Frequências às atividades desenvolvidas.

Bibliografia Bibliografia Básica ABSY, M.L.; ASSUNÇÃO, F. N. A.; FARIA, S. C. Avaliação de Impacto Ambiental: Agentes Sociais, Procedimentos e Ferramentas. Ed. IBAMA, 1995. ROMEIRO, A. R. Avaliação e Contabilização de Impactos Ambientais. Ed. IMESP, 2006. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. São Paulo; Oficina de Textos, 2008. Bibliografia Complementar CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental. 6a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. IBAMA. Avaliação de Impacto Ambiental. Brasília, 1995. VERDUM, M.; MEDEIROS, R. M. V. Relatório de Impacto Ambiental. 3. Ed.Porto Alegre: Editora Universidade,1995.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Trabalhos Técnicos CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Conceitos básicos em pesquisa, técnicas e procedimentos metodológicos. Estruturação de Projetos, Pesquisa Qualitativa e Quantitativa. Pesquisa-ação. Redação técnica. Publicações Científicas: resumos e resenhas, comunicações técnicas, artigos. Referencial bibliográfico: estrutura e citações. Normas técnicas para redação. ABNT.

Objetivos 

Geral:

- Abordar os conteúdos necessários para a elaboração do projeto de pesquisa, relatórios técnicos e artigos científicos. 

Específicos:

- Identificar os elementos necessários para a construção dos trabalhos acadêmicos (didáticos e científicos); - Aplicar as normas da ABNT na elaboração de trabalhos e atividades acadêmicas; - Retratar as diversas fontes de estudos, suas implicações e efeitos na formação acadêmica. Conteúdo Programático  Conceitos de pesquisa;  Estudo das técnicas e procedimentos metodológicos;  Estruturação de Projetos;  Tipos de Pesquisa (Pesquisa Qualitativa e Quantitativa).  Redação técnica;  Publicações Científicas: resumos e resenhas, comunicações técnicas, artigos.  Normas técnicas da ABNT. Metodologia de Ensino Aulas teóricas expositivas e dialogadas a partir da contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos metodológicos e construção de um projeto de pesquisa de nível técnico. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações escritas; Trabalhos individuais e/ou em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica FURASTÉ, P. A. Normas técnicas para o trabalho científico: explicação das normas da ABNT. 14. ed. Porto Alegre: Dáctilo Plus, 2009. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do Trabalho Científico. 5ed. São

Paulo: Atlas, 2003. Bibliografia Complementar GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar. Como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. 8 ed. São Paulo: Ecordrio de janeiro, 2004. MARQUES, M. O. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5 ed. Ijuí: UNIJUÍ,2006. MINAYO, M. C. S. (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 14.ed. Petrópolis: Vozes, 2004. SANTOS, A. R. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 4 ed. Rio de Janeiro: DP & A editora, 2006.

PLANOS DE ENSINO – MÓDULO II

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Desenvolvimento Sustentável e Valorização Ambiental CARGA HORÁRIA: 48h Ementa •

Natureza do Valor e Valor da Natureza. Ferramentas de Valoração Ambiental. Conceito de tecnologias limpas e sua relação com a viabilidade social, econômica e ambiental. Práticas ambientais mais limpas. Modelos alternativos de agricultura: orgânica, biodinâmica, natural e agroecológica. Dinâmicas biofísicas em agroecossistemas; Desenvolvimento sustentável; Modelos de Desenvolvimento x crescimento; Estratégias de desenvolvimento sustentável. Objetivos 

Geral:

- Refletir sobre a valoração ambiental e importância das tecnologias limpas e sustentabilidade para o equilíbrio ambiental. 

Específicos:

- Aplicar as técnicas de práticas ambientais e agricultura orgânica. - Discutir as políticas públicas para promoção do desenvolvimento sustentável.

Conteúdo Programático 

O valor da natureza;

Ferramentas de Valoração Ambiental;

Conceito de tecnologias limpas e sua relação com a viabilidade social, econômica e ambiental.

Práticas ambientais mais limpas.

Modelos alternativos de agricultura: orgânica, biodinâmica, natural e agroecológica. Dinâmicas biofísicas em agroecossistemas;

Conceito de agroecossistema;

Processos ecológicos no agroecossistema;

Contexto e razões que fundamentam o surgimento da concepção sobre desenvolvimento sustentável

Diferentes enfoques e componentes que integram o desenvolvimento sustentável Dimensões e vulnerabilidades que caracterizam o desenvolvimento sustentável do bioma caatinga;

Políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável regional;

As diferentes dimensões do Desenvolvimento Sustentável (Ambiental, Econômica, Social, Política e Tecnológica);

Modelos de desenvolvimento x crescimento;

As vulnerabilidades ambientais e implicações para o desenvolvimento sustentável;

Análise das políticas públicas voltadas para o desenvolvimento regional sustentável;

Desafios do desenvolvimento sustentável. Metodologia de Ensino

Serão adotadas estratégias participativas e oficinas práticas, que permitam vivenciar e atuar de modo teórico- prático, fazendo interagir as concepções das experiências interdisciplinares juntamente com as disciplinas educação ambiental e ecoturismo. Serão contempladas ainda, aulas teóricas expositivas, aulas práticas de campo. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro, computador, projetor multimídia, retroprojetor, DVDs.

Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem •

Avaliações escritas, trabalhos individuais ou em grupo e seminários. Bibliografia Bibliografia Básica

ALTIERI, M.. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1998. BRANCO, S.M. Energia e Meio Ambiente - Col. Polêmica - 2ª Edição. 2004. LUTZENBERGER, J. (ed.) 1986. Política e Meio Ambiente. Editora Mercado Aberto, Porto Alegre, 115 p. MOTA, J. A. O valor da natureza: economia e política dos recursos naturais. Rio de Janeiro: Garamond, 2001. Bibliografia Complementar FREITAS, C.; PENTEADO, M. S. Biodiesel – energia do futuro. Editora Letra Boreal, 2009. LOVATO, P.E.; SCHMITD.(ORGS). Agroecologia e sustentabilidade no meio rural. Chapecó: Argos, 2006. MELO, M. M. Capitalismo versus Sustentabilidade. Editora da UFSC. 2006. SEBRAE. Produção Mais Limpa. Módulo 5 : Implementação de produção mais limpa na pequena e microempresa. Núcleo Sebrae DF de econegócios,

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Primeiros Socorros CARGA HORÁRIA: 32h Ementa Caracterização, funções, aspectos fundamentais em primeiros socorros. Acidentes: características e tipologia. Emergências: gravidade da lesão e condição da vítima; cuidados gerais e preliminares. Hemorragias. Ferimentos: superficiais e profundos; na cabeça; fraturas e luxações. Métodos de Respiração. Parada Respiratória. Massagem Cardíaca. Envenenamentos. Corpos estranhos. Picadas de Insetos e de Cobras. Lesões na Coluna Vertebral. Estado de Choque. Queimaduras. Transporte de Acidentados. Objetivos 

Geral:

- Propiciar a compreensão das noções básicas de primeiros socorros; 

Específicos:

- Possibilitar a realização de procedimentos básicos do primeiro atendimento; - Aplicar o conhecimento adquirido na disseminação de informações à comunidade geral sobre as medidas a serem tomadas, bem como o que não deve ser realizado, evitando-se assim o agravo da vítima; - Promover a eficiência nas situações de urgência/emergência definidas no conteúdo programático. Conteúdo Programático  Primeiros Socorros: Caracterização, funções, aspectos fundamentais.  Acidentes: Características e tipologia  Emergências: Gravidade da lesão e condição da vítima.  Cuidados gerais preliminares.  Parada Respiratória. Método de respiração.  Massagem Cardíaca.  Ferimentos: Superficiais e profundos;  Fraturas e Luxações.  Lesões na coluna vertebral.  Transportes de acidentados  Queimaduras  Hemorragias.  Estado de choque.  Envenenamentos.  Corpos estranhos.  Picadas de insetos e cobras.

Metodologia de Ensino As aulas serão organizadas em sessões teórico-práticas, com recurso ao método expositivo; dinamização de debates; seminários e realização de atividades práticas individuais ou de grupos, através de uma situação problema. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem A avaliação será contínua e cumulativa no decorrer do módulo e realizado por meio de avaliação escrita, trabalhos em grupo e seminários. Bibliografia Bibliografia Básica COMITÊ DO PHTLS DA NATIONAL ASSOCIATION. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado: básico e avançado: PHTLS. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 451 p. ISBN 85352-1362-7. HAFEN, Karen, Frandsen. Brent, Keith, Kathyr. Primeiros Socorros para estudantes. Manole, 2002, 7.ª edição. MARTINS, Herlon Saraiva, Pronto Socorro: Diagnóstico e Tratamento em Emergências. Ed:2008, São Paulo. Bibliografia Complementar ERAZO, Manual de Urgências em Pronto-Socorro. Ed. Guanabara-Koogan, 8° Ed., 2006,Rio de Janeiro. MICHEL, Osvaldo. Guia de Primeiros Socorros. Ed. Ltr, 2002, São Paulo.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Química Ambiental CARGA HORÁRIA: 48h Ementa Conceitos gerais sobre a química do ambiente, ligações químicas, funções orgânicas, soluções. Concentração. Mistura de soluções, concentração molar. Eletrólitos, ácidos e bases, equilíbrio químico, química da água, parâmetros físicos de qualidade da água, parâmetros químicos de qualidade da água.

Objetivos 

Geral:

- Possibilitar a compreensão dos processos químicos que ocorrem no ambiente, sejam eles naturais ou causados pelo homem;  Específicos: - Refletir a importância dos biocombustíveis no que ser refere à diminuição da poluição ambiental; - Aplicar os conceitos de compostos orgânicos, soluções, misturas e concentração molar. Conteúdo Programático  Introdução à química orgânica;  Características gerais dos compostos orgânicos;  Classificação das cadeias carbônicas;  Óleos e gorduras, sabões e detergentes sintéticos.  Petróleo, gás natural e carvão. Madeira e hulha.  Biocombustíveis.  Classificação da Matéria.  Dispersões.  Soluções.  Concentração.  Mistura de Soluções.  Concentração Molar. Eletrólitos. Ácidos e Bases. Equilíbrio Químico.  Química da água.  Parâmetros Físicos de Qualidade da Água.  Parâmetros Químicos de Qualidade da Água. Metodologia de Ensino Aulas expositivas e dialogadas a partir da problematização, contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos da química, do saneamento básico e gestão ambiental em situações cotidianas por meio de atividades experimentais investigativas e aulas de campo em ambientes formais e não formais de ensino. Poderão ser utilizados recursos tecnológicos interativos como animações e simulações, RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, televisão, DVD, softwares educacionais e filmes paradidáticos.

Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações escritas; Trabalhos individuais e em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica ROCHA, J.L.; ROSA, A.H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2004. Bibliografia Complementar BAIRD. C. Química Ambiental. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Gerenciamento de Resíduos Sólidos CARGA HORÁRIA: 48h Ementa Noções sobre a saúde e saneamento ambiental, nos sistemas de controle da poluição do solo. Controle dos vetores – insetos, roedores etc. Possibilita adquirir conceitos sobre os impactos ambientais bem como suas medidas de controle ambiental – poluição sonora, vibrações, resíduos sólidos etc. Avalia as atividades de limpeza pública, destinação do lixo resultante e técnicas utilizadas no mundo para minimizar o crescente uso de áreas para deposição desses resíduos. Compreender os fatores decorrentes do lixo nas cidades brasileiras e o que se faz a nível internacional; Evidenciar as práticas de controle do saneamento nos ambientes de trabalho. Objetivos 

Geral:

- Refletir sobre a importância do saneamento ambiental no sentido de evitar as patologias oriundas das relações de envolvimento com o meio ambiente através do controle da tríplice – água, ar e solo, relativos à saúde pública. 

Específicos:

- Problematizar as questões relacionadas com a água, esgotos e lixo; - Discutir sobre as possibilidades de diminuição das patologias associadas ao gerenciamento de resíduos sólidos, através de campanhas de educação ambiental. - Identificar as situações que provocam epidemias e endemias no território nacional; Conteúdo Programático  Introdução ao saneamento ambiental;  Habitação – atividades de limpeza pública  Gerenciamento de Resíduos sólidos  Disposição final de resíduos sólidos - Compostagem, incineração, aterros sanitários;  Aterros sanitários e aterros especiais;  Técnicas de tratamento de esgotos;

 Coleta seletiva;  Ferramentas metodológicas necessárias para a gestão integrada de resíduos.  Reciclagem de resíduos sólidos  Compostagem Metodologia de Ensino

Aulas expositivas e dialogadas a partir da problematização, contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos da química, do saneamento básico e gestão ambiental em situações cotidianas por meio de atividades experimentais investigativas e aulas de campo em ambientes formais e não formais de ensino. Poderão ser utilizados recursos tecnológicos interativos como animações e simulações. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, televisão, DVD, softwares educacionais e filmes paradidáticos. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações escritas; Trabalhos individuais e em grupo.

Bibliografia Bibliografia Básica

ADLER, R. et. al. Reciclagem: Mito e Realidade. ABES. CASSINI, S. T. Gestão dos resíduos sólidos orgânicos e aproveitamentos do biogás. ABES. 2003. CASTILHOS JR. A. B. Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos. ABES. 2006. DI BERNARDO, L.; DI BERNARDO DANTAS, A. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água, Volume 1 e 2, 2ª ed., Editora RIMA, São Carlos, 2005. DIAS, G. M. Cidade sustentável: fundamentos legais, política urbana, meio ambiente, saneamento básico. Natal: [s.n]. 2009. PHILIPPI JUNIOR, A.; BRUNA, G. C.; ROMÉRO, M. A. Curso de Gestão Ambiental. Manole. 2004. Bibliografia Complementar  GOMES, L. P. Estudos e características e tratabilidade de lixiviados. ABES 2009.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Segurança no Trabalho e Saúde do Trabalhador CARGA HORÁRIA: 32h Ementa Principais métodos e técnicas utilizadas na promoção da saúde e prevenção de doenças e acidentes no trabalho; Avaliação dos ambientes e condições de trabalho, Ergonomia e saúde do trabalhador; A realidade da saúde do trabalhador e da medicina do trabalho no Brasil e no mundo: aspectos epidemiológicos sobre as principais doenças e acidentes do trabalho; Legislação da Vigilância Sanitária, Legislação de Segurança e Medicina do Trabalho e Previdência Social; Objetivos 

Geral:

- Propiciar situações de aprendizagem que possibilitem o conhecimento das normas técnicas que regulam a segurança no trabalho; 

Específicos:

- Aplicar o conhecimento dos conceitos de prevenção de acidentes, preservação do meio ambiente e da saúde; - Possibilitar a utilização dos equipamentos de proteção de acordo com a área de formação. Conteúdo Programático  Histórico da Prevenção de Acidentes;  Conceito de Acidente de Trabalho;  Legislação de Segurança do Trabalho;  Serviço especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho;  Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;  Equipamento de Proteção Individual;  Mapa de Riscos;  Ergonomia;

 Proteção Contra Incêndios;  Preservação do Meio Ambiente: conceituação e importância;  Aspectos legais, institucionais e órgãos regulamentadores de Meio Ambiente;  Programa de preservação do meio ambiente;  Noções de Preservação da Saúde. Metodologia de Ensino Aulas expositivas e dialogadas a partir da contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos abordados. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro, computador e projetor multimídia. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação escrita, trabalhos em grupo e individual.

Bibliografia Bibliografia Básica

ARAÚJO, T, SILVANY, AS. Condições de trabalho e saúde dos professores da rede particular de ensino. Sindicato de Professores da Bahia. Salvador, CNTEE. Ed. Grifo, 1998. DIAS EC, MELO, E.M. Políticas públicas em segurança e saúde do trabalho. pp. 16831720. In R Mendes. Patologia do Trabalho. 2a. Ed. Atheneu, São Paulo, 2005. DIAS EC & HOEFEL, M.C. O desafio de implementar as ações de saúde do trabalhador no SUS: a estratégia da RENAST. Ciência & Saúde Coletiva 10 (4):817-828, 2005. GÓMEZ CM, LACAZ FAC. Saúde do trabalhador: novas e velhas questões. Ciência & Saúde Coletiva 10 (4):797-807, 2005. LAURELL, AC. Processo de trabalho e saúde. Saúde em Debate. no.11:8-22, 1981.

Bibliografia Complementar

SANTANA V, NOBRE L, WALDVOGEL BC. Acidentes de trabalho no Brasil entre 1994 e

2004. Ciência & Saúde Coletiva 10 (4):841-855, 2005. WISNER, A. Por dentro do trabalho: ergonomia: método & técnica. Editora FTD / Oboré, São Paulo, 1987.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Políticas Públicas e Legislação Ambiental CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Direito Constitucional e Meio Ambiente. Políticas Públicas e Legislação Ambiental. A política ambiental brasileira. Plano Diretor e subsídios legais para zoneamento ambiental. Diretrizes internacionais de meio ambiente. Legislação federal básica sobre meio ambiente. Meios administrativos e remédios judiciais de proteção ambiental. Unidades de conservação. Licenciamento ambiental. Objetivos 

Geral:

- Refletir sobre as leis de crimes ambientais, bem como a legislação vigente acerca da Política de Meio-ambiente e de Recursos Hídricos, a nível nacional, estadual e local. 

Específicos:

- Possibilitar a compreensão do processo de licenciamento ambiental; - Discutir a política nacional do meio ambiente, Lei 6.938/81, a demais legislações pertinentes. Conteúdo Programático 

A evolução histórica da Legislação Ambiental;

Conceitos básicos na Legislação Ambiental;

Constituição da República Federativa do Brasil;

Política Nacional do Meio Ambiente: Lei 6.938/81;

Política Estadual do Meio Ambiente: LC 140/96;

O município e o meio ambiente: a competência municipal ;

Administração pública;

Processo de Licenciamento Ambiental: Resolução 237/97 – CONAMA;

Política Nacional de Recursos Hídricos: Lei 9.433/87;

Política Estadual de Recursos Hídricos: Lei 6.908/96;

Responsabilidade Penal;

Crimes Ambientais: Lei 9.605/98. Infrações Administrativas Ambientais: Decreto 3.179/99.

Metodologia de Ensino Aula expositiva dialogada, trabalhos em grupos, trabalho de pesquisa e seminários. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor, artigos e periódicos. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações escritas; Trabalhos individuais e em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica ANTUNES, P. B. Direito Ambiental. 7. ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2004. 2. FARIAS, P. J. L. Competência Federativa e Proteção Ambiental. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris, 1999. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2004. FREITAS, V. P.; FREITAS, G. P. Crimes contra a natureza. 7 ed. São Paulo: Revista dos Tribuinais, 2001. MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. 12 ed. São Paulo: Malheiros, 2004. Bibliografia Complementar HELU, W. V. & MATTAR, E. O. Aspectos da Política Ambiental Integrada. São Paulo: Editoras Letras Jurídicas. 2009. MANCUSO, R. C. Ação Civil Pública: em defesa do meio ambiente, patrimônio cultural e dos consumidores. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1996. PADUA, J.A. (Ed.) 1987. Ecologia e Política no Brasil. Editora Espaço e Tempo, IUPERJ, 211 p.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Meio Ambiente e Saúde Pública CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Análise envolvendo a importância do saneamento e manejo ambiental para a promoção da saúde e suas interações com o meio ambiente, as condições sanitárias, doenças infecciosas e parasitárias e as políticas públicas relacionadas. Esta construção, que parte do reconhecimento da existência dos problemas e da insuficiência dos métodos e instrumentos utilizados na promoção da saúde, deve construir-se pela reflexão proporcionada por processos de educação permanente, com base em princípios de sustentabilidade. Objetivos 

Geral:

- Possibilitar a compreensão da relação direta entre saúde, doença e meio ambiente e disseminar os conhecimentos adquiridos. 

Específicos:

- Aplicar os conhecimentos de manejo ambiental para a promoção da saúde; - Discutir a importância do combate às doenças infeciosas e parasitárias; - Refletir sobre as políticas públicas relacionadas com a promoção da saúde. Conteúdo Programático  Importância do saneamento básico;  Manejo ambiental para a promoção da saúde;  Condições sanitárias;  Doenças infecciosas e parasitárias;  Políticas públicas relacionadas e a promoção da saúde. Metodologia de Ensino Aulas expositivas e dialogadas a partir da problematização, contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos abordados. Visitas á comunidades para vivenciar a prática local do saneamento e da educação em saúde.

RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, televisão, DVD. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação será realizada através de trabalhos em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica ALCÂNTARA, L. Desenvolvimento sustentável. Brasília: [s.n.] (Coleção ideias, 2), 2000. BIASOLI, W.M. Água e saúde: o que você gostaria de saber e não teve a quem perguntar. Fortaleza: [s.n.], 2000. CZERESNIA, D.; FREITAS, C.M. (Orgs.). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 176p. 2003. DALTRO FILHO, J. Saneamento ambiental: doença, saúde e o saneamento da água. São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira, 332p. 2004. JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z. Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Manole, 336p. 2007. LEFÈVRE, F.; LEFÈVRE, A.M.C. Promoção de saúde: a negação da negação. Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 166p. 2004. Bibliografia Complementar PHILIPPI JR., A. Saneamento, Saúde e Ambiente. Manole, 864p. 2004. POLÍTICA

NACIONAL

DE

PROMOÇÃO

DA

SAÚDE.

Disponível

em:

www.portal.saude.gov.br/portal. Acesso em: 16 jan. 2009. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & saúde. Colaboração de Naomar de Almeida Filho.

6. ed. Rio de Janeiro: Médica e Científica; Guanabara Koogan, 2003. TEIXEIRA, C. O futuro da prevenção. Salvador, BA: Casa da Qualidade Editora, 115p. 2001.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Gestão de Recursos Hídricos CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Hidrologia. Ciclo hidrológico e Bacia Hidrográfica. Qualidade da água. Conservação da água e do solo. Climatologia agrícola. Mananciais superficiais e subterrâneos. Legislação e política de Recursos Hídricos. Objetivos 

Geral:

- Possibilita a abordagem geral das políticas públicas relacionadas a gestão de recursos hídricos. 

Específicos:

- Discutir os conceitos de hidrologia, ciclo hidrológico e bacias hidrográficas; - Problematizar questões relacionadas aos mananciais, conservação e qualidade da água.

Conteúdo Programático  Hidrologia;  Ciclo hidrológico e Bacia Hidrográfica;  Qualidade da água;  Conservação da água e do solo;  Climatologia agrícola;  Mananciais superficiais e subterrâneos;  Legislação e política de Recursos Hídricos; Metodologia de Ensino Aulas teóricas expositivas e práticas em campo e laboratório RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor, equipamentos e utensílios pertinentes as práticas de campo; Artigos e periódicos.

Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações escritas e trabalhos individuais e em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica MACHADO, J.L.F. Águas subterrâneas e poços: uma jornada através dos tempos. Porto Alegre: EST Edições/Suliani-Letras &Vida, 2008. MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, Milton Felício dos. Reuso da água. São Paulo: Manole, 2003. PERELLA, R. O manifesto da água: argumentos para um contrato mundial. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. REBOUÇAS, A. C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J. G. Águas doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. São Paulo: escrituras Editora, 2006. MACHADO, J.L.F. Águas subterrâneas e poços: uma jornada através dos tempos. Porto Alegre: EST Edições/Suliani-Letras &Vida, 2008. MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, Milton Felício dos. Reuso da água. São Paulo: Manole, 2003. Bibliografia Complementar SCHIAVETTI, A; CAMARGO, A. F. M. Conceitos de bacias hidrográficas: teorias e aplicações. Ilhéus, Bahia: Editus, 2002. TAGNIN, R. A.; DOWBOR, L. Administrando a água como se fosse importante. São Paulo: Editora senac, 2005.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Execução de Projetos CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Reuniões de check point; Análise crítica do andamento de projeto; Verificação de resultados do projeto; Validação do projeto; Controle de alterações no projeto. Objetivos 

Geral:

- Propiciar a executar o projeto elaborado no módulo anterior, de acordo com o cronograma do mesmo, seguindo o esboço que foi elaborado na disciplina Metodologia da Pesquisa e elaboração de Trabalhos Técnicos. 

Específicos:

- Identificar os elementos necessários para a construção dos trabalhos acadêmicos (didáticos e científicos); - Aplicar as normas da ABNT na elaboração de trabalhos e atividades acadêmicas; - Retratar as diversas fontes de estudos, suas implicações e efeitos na formação acadêmica. Conteúdo Programático 

Educação Ambiental;

Meio Ambiente e Sociedade;

Biodiversidade;

Gestão e Sustentabilidade;

Gestão de Projetos. Metodologia de Ensino

Acompanhamento da execução e elaboração dos projetos pelo professor responsável pela disciplina. RECURSOS DIDÁTICOS Computador, projetor multimídia, retroprojetor.

Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação da participação nas oficinas. Bibliografia Bibliografia Básica KISIL, R. Elaboração de Projetos e Propostas para Organizações da Sociedade Civil. São Paulo. Global, 2001. (Coleção Gestão e sustentabilidade). KISIL, R. Manual de Elaboração de Projetos e Propostas. Universidade de São Paulo, l995. KELLEY, D. Q. Dinheiro para Sua Causa. TEXTO NOVO. 1995 MALTA, C. Elaboração de Projetos em meio Ambiente. INSTITUTO ECOAR,1995. Bibliografia Complementar MENEZES, L.C.M. Gestão de Projetos. São Paulo: Atlas, 2001. WOILER, S. Projetos: planejamento, elaboração, análise. São Paulo: Atlas, 1996

PLANOS DE ENSINOS – MÓDULO III DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Oficinas de Educação Ambiental CARGA HORÁRIA: 20h Ementa As Oficinas de Educação Ambiental tratam de quatro grandes temas: Terra, Ar, Água e Fogo, num enfoque sistêmico. Os assuntos que serão abordados partirão do cotidiano dos estudantes, tendo como pressuposto contemplar a interdisciplinaridade para a superação da visão mecanicista e fragmentada dos conhecimentos, além fomentar a utilização de alternativas tecnológicas sustentáveis e atitudes pró-ativas de boas práticas ambientais. Objetivos - Promover a participação passiva ou ativa de oficinas relacionadas aos temas abordados na ementa da disciplina. Conteúdo Programático  Reaproveitamento  Reciclagem;  Sustentabilidade;  Agricultura Orgânica;  Adubação Orgânica;  Jardinagem;  Artesanatos. Metodologia de Ensino Aulas expositivas e dialogadas a partir da contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos da metodologia científica na elaboração do projeto de pesquisa. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador , material reciclável e projetor multimídia. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação da participação nas oficinas.

Bibliografia Bibliografia Básica  DIAS, G. EcoPercepção – um resumo didático dos desafios socioambietais. São Paulo: Gaia, 2004.  PRESS, F. et. al. Para entender a Terra. Porto Alegre: Bookman, 2006. RICARDO, B.; CAMPANILI, M. Almanaque Brasil sócioambiental. Brasília: Editora Instituto Socioambiental, 2008. Bibliografia Complementar  DCL (ed). Atlas Ambiental. Editora DCL. 2008.  LOUREIRO, F. C. Trajetória e fundamentos da Educação Ambiental. São Paulo: Cortez, 2004.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Conservação, Recuperação Ambiental e Auditoria Ambiental. CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Riscos ambientais e tipologia de riscos: Técnicas para análise de risco ambiental. Administração de crises ambientais. Planos de contingência. Conceitos sobre auditoria. Tipos de auditoria. Escopo da auditoria e regulamentos para auditoria ambiental. Diretrizes para auditoria ambiental. Aspectos e impactos em auditoria ambiental. Processos de degradação de ecossistemas e estratégias de recuperação e revegetação. Proposição de medidas mitigadoras. Programa de acompanhamento e monitoramento. Estudo de casos. Conceito de recuperação ambiental; Aspectos ecológicos: sucessão ecológica, regeneração, tipos ecológicos, solo e serrapilheira; Plano de recuperação de áreas degradadas e mecanismos de avaliação da eficiência conservacionista. Parâmetros legais definidores de projetos de recuperação. Objetivos 

Geral:

- Auxiliar em estudos de identificação, manejo e recuperação de áreas degradadas, avaliando os possíveis riscos ambientais de uma localidade e traçar diretrizes biorremediativas. 

Específicos:

- Aplicar as práticas de manejo adequado do solo; - Discutir os sistemas produtivos que promovam redução nos impactos ambientais de atividades industriais; - Propiciar o desenvolvimento de práticas de prevenção à degradação. Conteúdo Programático  A degradação ambiental;  Classificação das fontes antrópicas de impactos ambientais;  Recuperação, reabilitação e restauração;  Importância da vegetação;

 Procedimentos para o sucesso da recuperação;  Questões ambientais atuais;  Gestão ambiental;  Recuperação de área degradada;  Perigos e riscos ambientais e suas tipologias;  Análises de riscos ambientais;  Planos de contingência;  Tipos de auditoria;  Regulamentos aspectos e impactos em auditoria ambiental. Metodologia de Ensino Aulas teóricas expositivas e práticas de campo por meio de visitas técnicas. Práticas interdisciplinares. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor. Utilização de equipamentos e materiais pertinentes às práticas de campo. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações escritas; Trabalhos individuais e em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica DIEGUES, Antônio Carlos. O mito moderno da natureza intocada. 3. ed. São Paulo: Hicitec, Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas, USP, 2000. HERCULANO, S.; PORTO, M. F. S.; FREITAS, C. M. Qualidade de vida & riscos ambientais. Niterói: EdUFF. 2000. LA ROVERE, E. L. Manual de Auditoria Ambiental. Editora Qualitymark. 2001. MARTINS, S. V. Recuperação de áreas degradadas. Aprenda fácil. 2009. 270p. MIRRA, A.L.V. Impacto ambiental.:aspectos da legislação brasileira. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2008. PRUSKI, F. F. Conservação de Solo e Água: Práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. 2. ed. Viçosa: UFV. 2009. 279p. RODRIGUES, D; MOERI, E. Áreas contaminadas – remediação e revitalização. São

Paulo: 2007 3 ed. Bibliografia Complementar BETTIOL, W.; CAMARGO O. A. Impacto ambiental do uso agrícola do lodo de esgoto. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2000, 312p. GOMEZ-POMPA, A; KAUSS, A. Domesticando o mito da natureza selvagem. In: Etnoconservação: novos rumos para a conservação da natureza. GUIVANT, Júlia S. Conflitos e negociações nas políticas de controle ambiental: o caso da suinocultura em Santa Catarina. Ciência e Tecnologia, Brasília, v. 16, n. 3, p. 85-128, set./dez. 2000. RODREIGUES, Efraim; PRIMACK, Richard B. - Biologia da conservação. Londrina: E. Rodrigues, 2001.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Microbiologia Ambiental. CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Introdução ao estudo da microbiologia. Microrganismos em seus habitats naturais. Estrutura e desenvolvimentos de comunidades microbianas. Microrganismos como indicadores ambientais. Controle de microrganismos no ambiente. Biofilmes e processos de corrosão. Microbiologia do solo e de água. Doenças microbianas. Objetivos 

Geral:

- Promover a discussão sobre os principais microrganismos e suas interações com o ambiente;  Específicos: - Conhecer as relações entre a diversidade microbiana e o meio ambiente; - Discutir as principais doenças microbianas, suas causas e consequências. Conteúdo Programático 

Introdução ao estudo da microbiologia;

Interações entre microrganismos e ambiente, visando o conhecimento, o controle e a prevenção dos processos de poluição do solo, água e atmosfera;

Microrganismos em seus habitats naturais;

Estrutura e desenvolvimentos de comunidades microbianas; Microrganismos como indicadores ambientais;

Controle de microrganismos;

Doenças microbianas Procedimentos Metodológicos. Metodologia de Ensino

Aulas teóricas expositivas e práticas em laboratório e campo. Práticas interdisciplinares aliadas à disciplina. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor ; Práticas com uso de equipamentos e utensílios pertinentes as aulas práticas

Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliações teóricas escritas ,trabalhos individuais e em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica TORTORA,G.J;FUNKE,B.R.;CASE,C.L. Microbiologia. 8.Ed. Porto Alegre: Artmed,2005. SIDRIM, J.J.C.; ROCHA, M.F.G. Micologia Médica a luz de Autores Contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 385p. 2004. Bibliografia Complementar WARREN, L.; JAWETZ, E. Microbiologia Médica e Imunologia. 7a. edição.Porto Alegre: Atheneu. 632p. 2007. TORTORA, G.J.; BARDELL, R.; FUNKE, R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 826p. 2008. BARBOSA, H.R.; TORRES, B.B. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu. 196p. 2006.

DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo e Planejamento Ambiental CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Teorias administrativas relacionadas à execução de planejamentos; Etapas de um planejamento;

Operacionalização

de

um

planejamento

ambiental;

Conceitos

de

empreendedorismo; Oportunidades de ecoempreedimentos. Objetivos 

Geral:

- Refletir sobre as teorias administrativas relacionadas à execução de planejamentos, compreendendo suas etapas. 

Específicos:

- Operacionalizar um planejamento ambiental; - Discutir os conceitos de empreendedorismo; - Identificar oportunidades de ecoempreedimentos. Conteúdo Programático 

Introdução à Administração e noções de TGA (Teoria Geral da Administração).

Introdução ao Planejamento - Conceitos;

Fundamentos do Planejamento;

A Estrutura do Planejamento;

Fundamentos do Planejamento Ambiental;

Operacionalização do Planejamento Ambiental;

Conceitos sobre Empreendedorismo;

Conceito sobre Ecoempreendimentos;

Cenários do Ecoempreendimentos;

Caracterização dos Ecoempreendimentos;

Identificação das oportunidades como alternativa profissional;

Aspectos mercadológicos.

Metodologia de Ensino Aulas expositivas e dialogadas a partir da problematização, contextualização, teorização e aplicação dos conhecimentos abordados. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, televisão, DVD. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação escrita e trabalhos em grupo. Bibliografia Bibliografia Básica SANTOS, R. F. DOS. Planejamento Ambiental - Teoria E Pratica. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando Idéias em Negócios. São Paulo: Ímpetus, 2005. Bibliografia Complementar DOLABELA, F. O Segredo de Luíza. São Paulo: Sextante, 2008. CAVALCANTI, A. P. B. (Org). Desenvolvimento Sustentável e Planejamento: bases teóricas e conceituais. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) CARGA HORÁRIA: 72h Ementa Reuniões de check point; Análise crítica do andamento de projeto; Verificação de resultados do projeto; Validação do projeto; Controle de alterações no projeto. Objetivos - Viabilizar a execução do projeto, de acordo com o cronograma, seguindo o esboço que foi elaborado na disciplina Elaboração e Execução de Projetos I do módulo anterior, propiciando a apresentação expositiva do resultados obtidos.

Conteúdo Programático Metodologia de Ensino Acompanhamento da execução e elaboração dos projetos pelo professor responsável pela disciplina. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem A avaliação se dará mediante a apresentação pública do trabalho de conclusão de curso. Bibliografia Bibliografia Básica KISIL, Rosana – Elaboração de Projetos e Propostas para Organizações da Sociedade Civil. São Paulo. Global, 2001. (Coleção Gestão e sustentabilidade). KISIL, Rosana - Manual de Elaboração de Projetos e Propostas - Universidade de São Paulo, l995. MALTA, Cyra e outros - Elaboração de Projetos em meio Ambiente - INSTITUTO ECOAR,1995. Bibliografia Complementar MENEZES, L.C.M. Gestão de Projetos. São Paulo: Atlas, 2001. WOILER, S. Projetos: planejamento, elaboração, análise. 2ed.São Paulo: Atlas, 1996