UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 80/2011

UFPB-CONSEPE-RES-80-2011
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Aprova o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, em nível doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia.

Base da situação: revogada por Res. CONSEPE 52/2016 (com ressalva de ultratividade em Res. CONSEPE 52/2016)

Quem a altera, revoga, supera ou cita (1)

  • REVOGA (total)
    Res. CONSEPE 52/2016 nesta norma: norma inteira → na outra: ementaefeito desde 18/08/2016 · regime de transição: será permitido ao aluno regularmente matriculado no Programa enquadrar-se nos termos desta Resolução, mediante solicitação formal“Revoga a Resolução nº 80/2011 do Consepe, aprova e dá nova redação ao Regulamento e à Estrutura Acadêmica do Programa de PósPós Graduação em Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (3)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 79/2011 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando os termos da Resolução nº 79/2011 deste Conselho que aprovou a criação no âmbito da UFPB do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, do Núcleo de PósGraduação da Renorbio – Rede Nordeste de Biotecnologia, R E S O L V E: Art. 1º Aprovar o...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSUNI 44/2011 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada no plenário em reunião do dia 31 de outubro de 2011...” fonte: texto · confiança alta
1 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CONSEPE 26/1999 em: Anexo II, art. 37“Art. 37. O Estágio-Docência será obrigatório e constará da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do seu orientador e do professor da...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

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Norma revogada. revogada por Res. CONSEPE 52/2016 (com ressalva de ultratividade em Res. CONSEPE 52/2016) O texto abaixo é a redação publicada, mantida para consulta histórica.

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 3 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 50 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 80/2011 Aprova o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, em nível doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada no plenário em reunião do dia 31 de outubro de 2011 (Processo nº 23074.030628/11-61) e Considerando os termos da Resolução nº 44/2011 do Conselho Universitário que autorizou a criação no âmbito da UFPB do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, do Núcleo de Pós-Graduação da Renorbio – Rede Nordeste de Biotecnologia; Considerando os termos da Resolução nº 79/2011 deste Conselho que aprovou a criação no âmbito da UFPB do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, do Núcleo de PósGraduação da Renorbio – Rede Nordeste de Biotecnologia, R E S O L V E:

Art. 1º Aprovar o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de PósGraduação em Biotecnologia do Núcleo de Pós-Graduação da Renorbio – Rede Nordeste de Biotecnologia, do tipo associação em rede em nível doutorado, que no âmbito da UFPB funcionará sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia.

§1º O Programa de que trata o caput deste artigo será ministrado inicialmente com a oferta de vagas em quatro áreas de concentração: Biotecnologia em Saúde; Biotecnologia em Agropecuária; Biotecnologia em Recursos Naturais; e, Biotecnologia Industrial.

Art. 2º O Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, anexos, passam a fazer parte da presente Resolução.

Art. 3º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 07 de novembro de 2011. Rômulo Soares Polari Presidente

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ANEXO II À RESOLUÇÃO Nº 80/2011 DO CONSEPE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA DA REDE NORDESTE DE BIOTECNOLOGIA (RENORBIO), EM NÍVEL DE DOUTORADO, SOB A RESPONSABILIDADE DO CENTRO DE BIOTECNOLOGIA

TÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1o A UFPB, por meio do Centro de Biotecnologia, ofertará o Programa de PósGraduação em Biotecnologia - PPGBiotec, do Núcleo de Pós-Graduação da Renorbio – Rede Nordeste de Biotecnologia, em nível de doutorado, destinado à formação de docentes e pesquisadores na área de Biotecnologia.

Art. 2º O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia é parte do Núcleo de PósGraduação da RENORBIO – Rede Nordeste de Biotecnologia – a qual é constituída por uma Associação de Instituições de Ensino e Pesquisa da Região Nordeste do Brasil.

§1º As Instituições que constituem a Associação inicial do PPGBiotec são:

a) Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães – Fiocruz/PE;

b) Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz – Fiocruz/BA;

c) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa - Tabuleiros Costeiros;

d) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa - Agroindústria Tropical;

e) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa - Algodão;

f) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa – Caprinos;

g) Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária – IPA;

h) Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – Incaper;

i) Universidade Católica de Pernambuco – Unicap;

j) Universidade de Pernambuco – UPE;

k) Universidade de Fortaleza – UNIFOR;

l) Universidade Tiradentes – UNIT;

m) Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN;

n) Universidade Estadual do Ceará – UECE;

o) Universidade Estadual do Maranhão – UEMA;

p) Universidade Estadual do Piauí – UEPI;

q) Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB;

r) Universidade Salvador – UNIFACS;

s) Universidade Federal da Bahia – UFBA;

t) Universidade Federal da Paraíba – UFPB;

u) Universidade Federal de Alagoas – UFAL;

v) Universidade Federal de Pernambuco – UFPE;

w) Universidade Federal de Sergipe – UFS;

x) Universidade Federal do Ceará - UFC

y) Universidade Federal do Espírito Santo – UFES;

z) Universidade Federal do Maranhão – UFMA; aa) Universidade Federal do Piauí – UFPI; ab) Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN; ac) Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE.

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§2º Poderão ingressar no Programa novas instituições do Nordeste, devendo ser aprovadas pelo Colegiado Geral do Programa e obtendo sua anuência.

§3º Constituem categorias de instituições da associação:

a) Instituições Nucleadoras – são as instituições, indicadas pelo Colegiado Geral do Programa, que possuam pelo menos um curso de doutorado em área afim à Biotecnologia e que mantenham número de docentes, permanentes e colaboradores, compatíveis para assumir a liderança e responsabilidade da área de concentração do programa;

b) Instituições Colaboradoras – são as instituições, indicadas pelo Colegiado Geral do Programa, que participam de forma sistemática de atividades do Programa, disponibilizando infraestrutura adequada e recursos humanos, como membros do corpo docente, permanentes e colaboradores, para que o programa atinga um estágio diferenciado além do oferecido exclusivamente pelas instituições nucleadoras;

c) Instituições Consorciadas – são as instituições, indicadas pelo Colegiado Geral do Programa, com potencial de participação em atividades do Programa, disponibilizando infraestrutura adequada e recursos humanos, e que já atuam em Biotecnologia - pesquisa e pósgraduação - através de docentes com comprovado desempenho acadêmico.

§4º As Instituições Nucleadoras serão definidas pelo Colegiado Geral do Programa, a cada três anos, com base no número de docentes com perfil de permanentes, em cada área de concentração, utilizando critérios de desempate pautados em produtividade, aprovação de projetos e fatores estratégicos relevantes para a RENORBIO.

§5º As Instituições Colaboradoras serão definidas pelo Colegiado Geral do Programa, a cada ano, com base no potencial docente com perfil de colaborador e de infraestrutura, em cada área de concentração, utilizando como critérios de inserção a produtividade docente, a existência de projetos aprovados e fatores estratégicos relevantes para a RENORBIO.

§6º As Instituições Consorciadas serão definidas pelo Colegiado Geral do Programa, a qualquer momento, em reunião extraordinária do Colegiado Geral, com base no potencial docente e de infraestrutura, em cada área de concentração, utilzando como critérios de inserção a produtividade docente, a existência de projetos aprovados e fatores estratégicos relevantes para a RENORBIO.

Art. 3º São objetivos gerais do Programa:

I - a formação de pessoal qualificado para o exercício da pesquisa e do magistério superior, considerados indissociáveis no campo da Biotecnologia;

II - incentivo à pesquisa na área da Biotecnologia, sob perspectiva multi e interdisciplinar;

III - a produção, difusão e aplicação do conhecimento da Biotecnologia na realidade econômica e cultural da região Nordeste do país.

Art. 4º As linhas de pesquisa constituem o eixo principal das atividades acadêmicocientíficas do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia.

Art. 5º O Programa será iniciado com as áreas de concentração: Biotecnologia em Saúde, Biotecnologia em Agropecuária, Biotecnologia em Recursos Naturais e Biotecnologia Industrial.

Art. 6º Cada Instituição associada poderá desenvolver atividades em uma ou mais áreas de concentração, de acordo com o perfil de pesquisadores vinculados a mesma.

§1º A Instituição associada deverá disponibilizar pesquisadores para compor o corpo docente do Programa em cada área, conforme vocação local.

§2º O corpo docente poderá contar com a participação de docentes do país e/ou do exterior, desde que aprovados e credenciados pelo Colegiado Geral do Programa.

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§3º A instituição associada deverá disponibilizar infraestrutura acadêmica e administrativa - laboratório(s) e sala(s) de aula - suficientes para desenvolver as atividades do Programa, conforme às necessidades indicadas pela Coordenação Geral ouvido o seu Colegiado Geral, observadas as especificidades de cada área de concentração.

Art. 7º A sede administrativa do Programa terá endereço itinerante, em função da localização da instituição asssociada que abrigará a Coordenação Geral.

§1º A primeira sede foi definida em reunião da RENORBIO, conforme ata registrada.

§2º A sede será definida, a cada três anos, pelo Colegiado Geral do Programa, na mesma data de eleição do Colegiado Geral.

TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO

CAPÍTULO I DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 8º Integram a organização didático-administrativa do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia:

I - Colegiado Geral do Programa, como órgão superior deliberativo;

II - Coordenação Geral, como órgão executivo regional do Colegiado Geral composta por um Coordenador Geral, um Vice-Coordenador Geral e uma Secretária Executiva;

III - Representantes Estaduais, como órgão executivo do Colegiado Geral em cada Estado do Nordeste, composto por um Coordenador Estadual ou Local e um Vice-Coordenador;

IV - Câmaras de Área de Concentração, como órgão executivo do Colegiado Geral, composto pelos coordenadores de cada área de concentração de cada Estado sob a supervisão do representante da Instituição Nucleadora;

V - Ponto Focal, como uma secretaria local, em cada Estado, responsável direto pela gestão acadêmica dos alunos no Estado;

VI - Comissão de Acompanhamento e Avaliação, como órgão executivo regional do Colegiado Geral, composta por cientísticas brasileiros e estrangeiros, não vinculados ao Programa, de notória competência internacional na área de Biotecnologia, definida para instituir e disciplinar as ações e procedimentos de acompanhamento e avaliação dos docentes vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia.

Parágrafo único. Os membros constantes no inciso IV deste artigo serão indicados a cada três anos pelo Colegiado Geral do Programa e homologados pelo Conselho Diretor da RENORBIO.

CAPÍTULO II DA COMPOSIÇÃO DO COLEGIADO

Art. 9º O Colegiado Geral do Programa é composto por:

I - Coordenador Geral;

II - Vice-Coordenador Geral;

III – um representante de cada Estado - Coordenador Estadual ou Local – total de 10 (dez);

IV - um representante de cada Câmara de Área de Concentração - Biotecnologia em Saúde, Biotecnologia em Recursos Naturais, Biotecnologia em Agropecuária e Biotecnologia Industrial – total de 4 (quatro);

V - dois representantes discentes.

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§1º Os membros constantes nos itens I, II, III e IV serão eleitos por todos os docentes permanentes e colaboradores do Programa.

§2º Os representantes de cada Estado serão eleitos pelos docentes vinculados àquele Estado.

§3º Os representantes discentes serão eleitos por todo o corpo discente regularmente matriculado no Programa.

§4º O mandato dos membros do Colegiado Geral será de três anos, podendo ser reconduzido apenas uma vez por igual período.

CAPÍTULO III DAS ATRIBUIÇÕES DO COLEGIADO

Art. 10. São atribuições do Colegiado Geral do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia:

I - aprovar a criação e modificação de linhas de pesquisa com base nos recursos humanos e na produção científica existentes;

II - credenciar e descredenciar docentes, segundo categorias descritas no Art. 12 e atendendo aos critérios estabelecidos pelo Comitê de Área da CAPES ao qual o Programa esteja vinculado;

III - determinar o número de vagas em cada processo seletivo com base na disponibilidade de orientação nas linhas de pesquisa;

IV - decidir sobre documentos e critérios a serem utilizados na seleção dos candidatos ao Programa, apresentados em edital próprio;

V - definir a oferta de disciplinas em cada período letivo;

VI - decidir sobre o aproveitamento de créditos obtidos em outras instituições de Ensino Superior, nacionais ou estrangeiras, ou em outros Programas de Pós-Graduação nos limites estabelecidos por este regulamento;

VII - propor sobre a criação, alteração e extinção de disciplinas constantes da Estrutura Acadêmica do Programa;

VIII - decidir sobre a concessão do trancamento de matrícula de alunos do Curso de Doutorado mediante requerimento prévio do interessado;

IX - decidir sobre a admissão de alunos especiais;

X - analisar e decidir sobre as solicitações de alunos, para realização de Pré-defesa e Defesa de Tese;

XI - analisar e decidir, na época devida, sobre os relatórios do Programa a serem encaminhados aos órgãos superiores das Universidades Associadas, e aos órgãos de financiamento e de fomento à pesquisa;

XII - analisar e decidir, previamente, sobre os planos de utilização de recursos financeiros vinculados ao Programa;

XIII - acompanhar os indicadores de desempenho e produtividade dos docentes do Programa junto à Comissão de Acompanhamento e Avaliação;

XIV - homologar a concessão de bolsas realizada pela Comissão de Bolsas;

XV - homologar as renovações e os cancelamentos de bolsas realizados pela Comissão de Bolsas;

XVI - credenciar e admitir novas Instituições do Nordeste no Programa.

§1º As decisões do Colegiado Geral de Programa se darão por maioria simples, observando-se o quorum de no mínimo de 50% mais de seus membros.

§2º O Colegiado Geral do Programa reunir-se-á na modalidade de teleconferência ou equivalente, ordinariamente, quatro vezes por semestre e, extraordinariamente, quando convocado pelo seu Presidente ou por solicitação escrita de, no mínimo, um terço dos seus membros.

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CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES E VICE-COORDENADORES

Art. 11. São atribuições do Coordenador Geral do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia:

I - dirigir e supervisionar a Secretaria Geral do Programa;

II - encaminhar, na época devida, aos professores de cada área do Programa a documentação necessária ao processo seletivo, recebendo destes, em tempo hábil, a documentação e os resultados do referido processo seletivo;

III - elaborar e submeter à apreciação do Colegiado Geral, na época devida, as documentações necessárias, os relatórios e os planos previstos neste regulamento;

IV - por em execução as decisões do Colegiado Geral do Programa;

V - representar o Programa junto a entidades de caráter cultural e científico;

VI - representar o Programa em congressos, colóquios e outros eventos de caráter cultural e científico;

VII - delegar a membros do corpo docente a representação do Programa;

VIII - cuidar do cumprimento das normas disciplinares e éticas no âmbito do programa, ouvido o Colegiado Geral;

IX - presidir as reuniões do Colegiado Geral;

X - coordenar a formação de bancas de defesa de teses e dissertações;

XI - organizar o calendário de atividades do Programa.

§1º O Vice-Coordenador Geral tem as seguintes atribuições:

a) substituir o Coordenador Geral do Programa em suas faltas ou impedimentos;

b) auxiliar o Coordenador Geral do Programa nas atividades acadêmico-administrativas do Curso de Doutorado em Biotecnologia.

§2º O Coordenador Estadual ou Local tem as seguintes atribuições:

a) atender as diretrizes do Coordenador Geral do Programa em seu Estado;

b) ser representante legal do Programa em seu Estado;

c) auxiliar o Coordenador Geral do Programa nas atividades acadêmico-administrativas do Curso de Doutorado em Biotecnologia.

§3º O Vice-Coordenador Estadual ou Local tem as seguintes atribuições:

a) substituir o Coordenador Estadual em suas faltas ou impedimentos;

b) auxiliar o Coordenador Estadual nas atividades acadêmico-administrativas do Programa.

CAPÍTULO V DAS ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Art. 12. São atribuições da Comissão de Acompanhamento e Avaliação:

I - instituir sistemática contínua de avaliação do desempenho docente no Programa;

II - contribuir com o realinhamento de ações com vista à melhoria contínua do Programa e da atuação docente;

III - avaliar a produção científica e acadêmica dos docentes com base em metas mínimas estabelecidas;

IV - estimular o envolvimento dos docentes com as questões do programa e da RENORBIO;

V - possibilitar a emissão de relatório avaliativo do desempenho docente para subsidiar rientações e deliberações de colegiado do Programa.

§lº A Comissão de Acompanhamento e Avaliação reune-se ordinariamente a cada ano, e, extraordinariamente, quando convocada pelo Presidente do Colegiado Geral do Programa.

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§2º Os instrumentos e formas de avaliação docente devem considerar, necessariamente, os mesmos dados contidos no formulário “Curriculum Lattes” sendo exigido de cada docente, a cada período, a comprovação das informações prestadas.

§3º O acompanhamento e avaliação abrangem e sistematizam os dados relativos ao corpo docente do Programa, a saber:

a) atuação no ensino;

b) orientação a discentes;

c) desenvolvimento de pesquisas;

d) atuação acadêmica – apoio à RENORBIO;

e) captação de recursos.

CAPÍTULO VI DA CONSTITUIÇÃO DO CORPO DOCENTE

Art. 13. Constituem o corpo docente do Programa os docentes e pesquisadores com título de Doutor obtido ou reconhecido em instituições credenciadas e habilitadas pela Capes/MEC, que atendam aos requisitos indicados pelo Colegiado Geral do Programa quanto à qualificação e produção técnico-científica.

§lº Constituem categorias docentes do Programa:

a) Docentes Permanentes – docentes ou pesquisadores vinculados ao Programa e com dedicação integral às atividades de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão;

b) Docentes Visitantes – docentes ou pesquisadores com vínculo funcional com outras instituições, que sejam liberados das atividades correspondentes a tal vínculo, convidados, por indicação do Colegiado Geral do Programa, para participar das atividades de ensino, orientação e pesquisa no curso, por um período contínuo de tempo e em regime de dedicação integral;

c) Docentes Colaboradores – docentes ou pesquisadores convidados por indicação do Colegiado Geral do Programa que não se enquadram nem como docentes permanentes nem como visitantes, mas que participam de forma sistemática de atividades do Programa, independente de terem vínculo ou não com a Instituição.

§2º Os docentes vinculados a Instuituições Consorciadas, selecionados e cadastrados pelo Colegiado Geral do Programa, poderão participar de coorientações, porém não serão responsáveis por disciplinas que integram a estrutura acadêmica do Programa.

§3º A critério do Colegiado Geral, docentes e pesquisadores doutores internacionais de notório saber poderão integrar o corpo docente de colaboradores do Programa.

Art. 14. Para integrar o corpo docente do Programa, o docente e/ou pesquisador precisará ser credenciado pelo Colegiado Geral do Programa, com base em parecer de um dos seus membros, indicado pelo Coordenador Geral para esta finalidade, conforme critérios definidos pelo Comitê de Área da Capes.

§lº A solicitação de ingresso como docente é realizada através de carta-programa dirigida ao Coordenador Geral do Programa, que por sua vez reunirá o Colegiado Geral para assistir a apresentação do candidato sobre a sua proposta de trabalho.

§2º O credenciamento dos membros do corpo docente tem validade pelo período de 3 (três) anos, ao final do qual é feita uma avaliação do desempenho do docente, segundo indicadores disponibilizados pela Capers.

§3º Para a renovação do credenciamento cada docente deverá apresentar, ao Colegiado do Curso, um relatório de atividades, onde constem sua produção acadêmico-científica nos últimos 3 anos e um novo plano de trabalho a ser desenvolvido no próximo período de credenciamento.

§4º O docente poderá ser desligado antes do vencimento do prazo dos 3 (três) anos, mediante solicitação sua ou por decisão do Colegiado Geral do Programa, em função do não

8 cumprimento do plano de trabalho apresentado quando de seu credenciamento, ou devido a uma produção acadêmico-científica consideravelmente abaixo da média dos demais professores membros do Programa.

CAPÍTULO VII DA ADMISSÃO AO CURSO

SEÇÃO I DA INSCRIÇÃO

Art. 15. A inscrição para o processo de seleção, que visa a admissão anual de uma ou mais turmas ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, terá seu período determinado em Editais próprios pelo Colegiado Geral do Programa.

Art. 16. Poderão inscrever-se, em cada Coordenação Estadual, via Sistema Acadêmico Eletrônico apropriado, para a seleção do Programa, portadores de diploma de curso de nível superior, reconhecido pelo CNE/MEC a critério do Colegiado Geral.

Art. 17. O Colegiado Geral do Programa fixará, fazendo constar no Edital de seleção, o número de vagas em cada linha de pesquisa, levando em consideração a capacidade de orientação do corpo docente, distribuído por Instituições associadas.

Art. 18. Para a inscrição dos candidatos à seleção do Programa, exigir-se-ão:

I - formulário de inscrição devidamente preenchido;

II - cópia do Diploma de Graduação ou documento equivalente;

III - cópia de documento comprobatório de identidade;

IV - prova de estar em dia com suas obrigações militares e eleitorais, no caso de candidato brasileiro;

V - curriculum vitae com a produção acadêmica devidamente comprovada, em plataforma Lattes;

VI - anteprojeto.

§lº Além dos documentos constantes no caput deste artigo, poderão ser solicitados outros documentos, a critério do Colegiado Geral do Programa, que deverão ser especificados no Edital de seleção.

§2º A Coordenação Geral deferirá o pedido de inscrição, em vista da regularidade da documentação apresentada.

§3° Será obrigatória a apresentação dos documentos devidamente autenticados em cartório.

SEÇÃO II DA SELEÇÃO

Art. 19. A admissão ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia será realizada após o processo de seleção, o qual será cumulativamente eliminatório e classificatório.

Parágrafo único. Uma vez selecionado, o aluno deverá realizar a sua matrícula na sede da Instituição a qual está vinculado o seu orientador e permanecerá a ela ligado até o final do seu Curso.

Art. 20. A seleção dos candidatos inscritos estará a cargo de uma comissão composta de, no mínimo, 01 (um) professor permanente do Programa por Estado, indicada pelo Colegiado Geral do Programa.

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Art. 21. O processo de seleção do Programa constará de:

I - prova de compreensão em duas línguas estrangeiras;

II - apresentação anteprojeto de pesquisa;

III – entrevista;

IV - análise do curriculum vitae.

Parágrafo único. Não será considerado pré-requisito para ingressar no Programa de PósGraduação em Biotecnologia ser o candidato portador de Diploma de Mestrado.

Art. 22. No caso de aluno estrangeiro, residente em outro país, a seleção será realizada através da Coordenação Geral do Programa, mediante carta de aceitação do professor orientador e referendo do Colegiado Geral.

Art. 23. A Coordenação Geral do Programa, ouvida a Comissão de Seleção, poderá exigir do candidato o cumprimento de estudos complementares, em prazo que lhe for fixado, concomitantemente ou não com as atividades do Programa e sem direito a crédito.

Art. 24. Os resultados dos processos seletivos são divulgados amplamente após cada etapa, admitindo-se recurso em prazo estabelecido nos Editais de Seleção.

SEÇÃO III DA MATRÍCULA

Art. 25. O candidato aprovado e classificado na seleção deverá efetuar sua matrícula junto ao Ponto Focal de seu Estado, obedecendo aos prazos fixados no seu calendário escolar e recebendo um número de inscrição que o qualificará como aluno regular do Programa.

§1º O Ponto Focal de cada Estado encaminhará, para a instituição de origem do orientador do aluno, a documentação necessária para efetivação de sua matrícula.

§2º A não efetivação da matrícula prévia, no prazo fixado, implicará a desistência do candidato em matricular-se no Programa, perdendo todos os direitos adquiridos pela aprovação e classificação no processo de seleção.

§3º No ato da matrícula, o aluno deverá apresentar cópia autenticada em Cartório do diploma do curso de graduação.

Art. 26. Na época fixada no calendário escolar, antes do início de cada período letivo, cada aluno fará, junto à Coordenação Estadual do Programa, sua inscrição em disciplinas, salvo os casos de interrupção de estudos previstos neste regulamento.

Parágrafo único. Para efeito do disposto no caput deste artigo, a atividade relacionada ao desenvolvimento da Tese será considerada como disciplina, na forma de Seminários de Tese.

Art. 27. Poderá ser aceita a transferência de alunos matriculados regularmente em outros Programas de Pós-Graduação.

Parágrafo único. A aceitação de transferência somente poderá ser realizada após concluído, pelo menos, o primeiro período de estudos na Instituição de origem.

SEÇÃO IV DO TRANCAMENTO E CANCELAMENTO DE MATRÍCULA

Art. 28. Será permitido trancamento de matrícula em uma ou mais disciplinas, desde que ainda não tenham sido realizados 30% das atividades previstas para a disciplina, salvo caso especial a critério do Colegiado Geral do Programa.

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§lº O pedido de trancamento em uma ou mais disciplinas, constará de um requerimento feito pelo aluno e dirigido à Coordenação Estadual do Programa.

§2º O deferimento do pedido compete à Coordenação Estadual do Programa, ouvidos, previamente, o orientador do aluno e o professor da disciplina, respeitadas as disposições em vigor.

§3º Não constará no Histórico Escolar do aluno, referência ao trancamento de matrícula em qualquer disciplina.

§4º É vedado o cancelamento de matrícula na mesma disciplina mais de uma vez, salvo casos excepcionais, a critério do Colegiado Geral do Programa.

Art. 29. O trancamento da matrícula em todo o conjunto de disciplinas corresponde à interrupção de estudo e só poderá ser concedido em caráter excepcional e por solicitação do aluno e justificativa expressa do orientador, a critério do Colegiado Geral do Programa.

§1º O prazo máximo permitido de interrupção de estudos será de um ano, não sendo computado no tempo de integralização do Programa.

§2º O trancamento concedido será mencionado no Histórico Escolar do aluno com a menção “Interrupção de Estudos”, acompanhada do período letivo de ocorrência e da data de homologação pelo Colegiado Geral do Programa.

CAPÍTULO VII DO REGIME DIDÁTICO-CIENTÍFICO

SEÇÃO I DA ESTRUTURA ACADÊMICA

Art. 30. A estrutura acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biotecnoplogia é constituída de disciplinas obrigatórias e optativas, além da orientação relativa às atividades programadas.

Parágrafo único. Cabe ao orientador do discente a indicação de suas disciplinas optativas, além da orientação relativa às atividades programadas.

Art. 31. O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia compreende as seguintes atividades curriculares:

I - disciplinas obrigatórias e optativas;

II - estudos individuais e em equipe;

III - projetos de pesquisa;

IV - seminários;

V - tópicos especiais e avançados;

VI - estágios.

Art. 32. A conclusão do Programa de doutorado dar-se-á mediante a aprovação do aluno nas atividades que compõem a estrutura acadêmica do Programa e na aprovaçãoção de uma tese inédita por banca examinadora.

Art. 33. O Programa de doutorado pode ser ministrado em forma modular, concentrado em determinados períodos do ano, inclusive férias e recessos escolares, ou distribuídos ao longo dos períodos letivos regulares.

Art. 34. O aluno deverá integralizar um mínimo 48 (quarenta e oito) créditos em disciplinas e atividades acadêmicas com o que se segue:

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I - 14 (quatorze) créditos em disciplinas obrigatórias do núcleo comum a todas as áreas de concentração;

II - 12 (doze) créditos nas disciplinas obrigatórias do núcleo comum, Seminários de Tese I e II, cujos créditos somente serão conferidos quando da aprovação da Tese pela banca examinadora.

III - 04 (quatro) créditos nas atividades acadêmicas obrigatórias do núcleo comum, Estágio de Docência I e II;

IV - 18 (dezoito) créditos, no mínimo, em disciplinas eletivas gerais pertencentes a qualquer uma das áreas de concentração.

Parágrafo único. Os doutorandos do PPGBiotec deverão ser aprovados em exame de proficiências em duas linguas estrangeiras, sendo uma delas obrigatoriamente a língua inglesa.

Art. 35. Cada crédito corresponde a l5 horas de aula teórica ou 30 horas de aula prática ou trabalho equivalente.

Art. 36. A duração máxima e mínima da Pós-Graduação em Biotecnologia será, respectivamente, de 48 meses e 24 meses, incluindo o tempo de preparação e de apresentação da tese.

§1º Para fins do disposto no caput deste artigo, o tempo de integralização do doutorado será computado a partir da data da primeira matrícula no Programa, respeitado o disposto neste regulamento.

§2º O Colegiado Geral do Programa poderá autorizar, quando julgar procedente, a prorrogação da duração prevista no caput deste artigo por um período máximo de 12 meses, mediante solicitação fundamentada do aluno e parecer favorável do professor orientador.

Art. 37. O Estágio-Docência será obrigatório e constará da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do seu orientador e do professor da respectiva disciplina, os quais atribuirão o conceito final do aluno na forma do disposto neste regulamento e na Resolução nº 26/99-Consepe, acreditando 04 (quatro) créditos, sendo 02 (dois) créditos por atividade acadêmica: Estágio Docência I e Estágio Docência II.

SEÇÃO II DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR

Art. 38. O sistema de avaliação discente no Programa abrange:

I - avaliações relativas às disciplinas do primeiro ao quarto períodos do Programa;

II - avaliações relativas às atividades programadas a partir do quinto período do Programa e de disciplinas obrigatórias eventualmente frequentadas pelos discentes;

III - avaliação da defesa de tese.

Art. 39. As avaliações relativas do primeiro ao quarto períodos do curso ocorrem em cada disciplina, por meio de aplicação de provas e exames específicos ou preparação de trabalhos individuais abordando o conteúdo das disciplinas, a critério do docente responsável, sendo que são expressos em notas que variam de zero a dez pontos.

§1º Será considerado aprovado em determinada disciplina o discente que lograr média igual ou superior a 6,0 (seis) pontos nas avaliações realizadas, e frequentar, no mínimo, 85 % (oitenta e cinco por cento) das aulas e atividades programadas.

§2º Nas disciplinas optativas de caráter de nivelamento, será considerado aprovado o discente que obtiver 85 % (oitenta e cinco por cento), ou mais, de freqüência nas aulas e demais atividades programadas, sendo tais disciplinas declaradas optativas e de nivelamento na sua oferta, pelo orientador do discente.

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§3º O discente que for reprovado em determinada disciplina poderá solicitar revisão de avaliação, que será submetida à análise de uma banca de professores, no prazo de cinco dias úteis da divulgação da média, podendo ser, excepcionalmente, reavaliada pelo respectivo docente, desde que tenha a expressa concordância do Colegiado Geral do Programa.

§4º O discente que for reprovado por motivo de faltas ou nota em determinada disciplina será compulsoriamente desligado do curso.

§5º Aplicam-se os mesmos critérios de avaliação aos discentes matriculados em disciplinas e outras atividades programadas do curso nos demais períodos.

Art. 40. As avaliações relativas às atividades programadas do Programa ocorrem por meio de seminários de avaliação programados, a cada período, e apresentados pelos discentes a bancas compostas, cada uma, por três docentes do curso, designados pelo do Colegiado Geral do Programa.

§1º A avaliação dos seminários programados, apresentados pelos discentes, será expressa em nota que varia de zero a dez pontos, emitida pela banca de professores.

§2º Será considerado aprovado em cada seminário o discente que obtiver nota igual ou superior a sete pontos, emitida pela banca de professores.

§3º Será obrigatória, como atividade programada, a aceitação de um artigo científico em periódico Qualis A, com relevante Fator de Impacto para a área.

§4º O discente que for reprovado na apresentação de seminário, poderá, expcionalmente, reapresentar o mesmo, por proposta fundamentada pelo orientador e aceitação da banca de professores, que define a nova data.

§5º O discente que não obtiver média igual ou superior a sete em segunda apresentação do seminário de avaliação, ou que deixar de comparecer na data e horário estipulados para tal apresentação, será compulsoriamente desligado do curso.

Art. 41. Atendidas as exigências de aprovação nas disciplinas do Programa e demais atividades programadas, o discente estará apto a requerer a defesa de tese para obtenção do título de Doutor em Biotecnologia, perante banca de avaliação.

§1º Para requerer a defesa da tese o discente deverá protocolar a solicitação, em formulário próprio, junto à Secretaria Local, anexando:

a) cópia autenticada do histórico escolar do curso;

b) recomendação da defesa pelo docente orientador, emitida em formulário próprio;

c) título da tese e súmula de seu conteúdo;

d) indicação, pelo orientador, em formulário próprio, dos componentes para composição de banca de avaliação, observadas as exigências regulamentares quanto à titulação e qualificação destes componentes.

§2º A banca de avaliação deverá ser constituída:

a) pelo(s) orientador(es) do discente;

b) por dois outros docentes vinculados ao Programa;

c) por dois outros docentes, pesquisadores o profissionais externos ao Programa, que satisfaçam as exigências quanto às respectivas titulações e qualificações.

§3º Os membros da banca de avaliação deverão:

a) possuir o título de doutor, ou de notório saber, obtidos em instituições credenciadas e habilitadas para a emissão de tais títulos, na área temática da tese;

b) estar atuando no mercado de trabalho, ou na docência, na área temática da tese, no mínimo nos últimos três anos.

§4º Cabe ao Colegiado Geral do Programa homologar ou vetar a indicação dos membros da banca avaliadora, no prazo máximo de dez dias do protocolo de indicação, consubstanciando seu parecer, cabendo nova indicação, no caso de veto, no prazo de cinco dias de comunicação pelo Presidente do Colegiado Geral.

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§5º O presidente da banca de avaliação será sempre o docente orientador da tese;

§6º A defesa da tese pelo discente ocorrerá em duas sessões de avaliação distintas:

a) pré-defesa, em sessão privada, da qual participarão apenas o discente e os membros da banca de avaliação, que emitirão parecer consubstanciado sobre adequações necessárias à defesa pública da tese, podendo os pareceres dos membros não residentes no Estado em questão serem encaminhados por escrito ao Presidente da banca;

b) defesa pública, em sessão pública, da qual participarão o discente, os membros da banca de avaliação, convidados e interessados no tema da tese, além do público em geral.

§7º Os resultados das avaliações da prédefesa e defesa pública da tese pelo discente, serão registrados em atas próprias pela banca de avaliação, assinadas por seus membros e pelo discente, e enviada ao Colegiado Local do Programa, para os devidos assentamentos.

§8º A prédefesa e a defesa pública da tese ocorrem após o prazo mínimo de vinte dias corridos, da data de comunicação de aceitação do pedido pelo Presidente do Colegiado Geral do Programa.

§9º A defesa pública de tese ocorre no prazo máximo de noventa dias corridos, a contar da data da prédefesa.

§10. Poderá pleitear o Diploma de Doutor em Biotecnologia o discente que for declarado aprovado em todas as disciplinas e atividades programadas do curso, e obtiver nota mínima equivalente a sete na apresentação pública da tese.

§11. O discente reprovado na prédefesa de tese poderá realizar nova apresentação dentro do prazo de trinta dias corridos, sendo que uma segunda reprovação excluirá o discente do Programa.

§12. O discente reprovado na defesa pública de tese, pelo não atendimento às recomendações emitidas pela banca avaliadora na prédefesa, ou por outro motivo, não poderá pleitear o título de Doutor em Biotecnologia, podendo, todavia, solicitar o histórico escolar das disciplinas do curso concluídas com aproveitamento.

§13. Não haverá recurso contra a avaliação e parecer emitido pela banca de avaliação de tese.

§14. O texto final da tese de Doutorado deverá ser protocolado pelo discente na Secretaria Local, em cinco vias impressas e uma via digital (em CD), com antecedência mínima de 15 (quinze) dias da data prevista para a defesa pública, sendo que, após a defesa pública, o discente deverá protocolar na Secretaria Local, no prazo máximo de trinta dias, a versão definitiva do texto final da tese de Doutorado, em seis vias impressas e duas vias digitais -2 CDs - e do formulário preenchido, do Banco de Teses do Ministério da Educação (MEC).

§15. A tese de Doutorado deverá obedecer às “Normas para Elaboração de Tese de Doutorado”, documento orientativo e normativo do Programa disponível na Secretaria Local.

SEÇÃO III DO ACOMPANHAMENTO DO EGRESSO DO CURSO

Art. 42. O Acompanhamento dos egressos do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia ocorre por meio dos procedimentos estabelecidos pelo Colegiado Geral do Programa, que poderá propor instrumentos e formas complementares para a realização de um banco de dados relativos aos exalunos.

SEÇÃO IV DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

Art. 43. A critério do Colegiado Geral do Programa poderão ser aproveitados créditos em disciplinas já cursadas anteriormente pelo aluno em outro Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu, desde que recomendado pela Capes, e que sejam semelhantes, quanto ao conteúdo

14 programático e carga horária, a disciplinas da estrutura acadêmica do Programa de PósGraduação em Biotecnologia, até o limite de 12 (doze) créditos.

Parágrafo único. Só poderão ser aproveitados estudos em disciplinas cursadas com avaliações concluídas há, no máximo, 5 (cinco) anos.

SEÇÃO V DO DESLIGAMENTO E DO ABANDONO

Art. 44. Além dos casos previstos neste regulamento, será desligado do Programa o aluno que não atender às determinações dispostas aos requerimentos de prazos máximos estabelecidos pela Coordenação Geral do Programa.

Art. 45. Será considerado em abandono do Programa o aluno que, em qualquer período letivo regular, não efetuar sua inscrição em disciplina(s) ou quaisquer outras atividades programas.

Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo não se aplicará ao aluno que estiver com os estudos interrompidos, na forma deste regulamento.

SEÇÃO VI DA EXPEDIÇÃO DO DIPLOMA

Art. 46. A expedição e registro do Diploma serão efetuados pelas Instituições Nucleadoras.

Parágrafo único. Num prazo máximo de 2 (dois) meses após a entrega dos exemplares da tese em versão final, a Coordenação Geral do Programa deverá encaminhar à Coordenação Estadual o processo devidamente protocolado autorizando a expedição do Diploma pela Instituição devida de que trata o caput deste artigo, instruído com os demais documentos exigidos pelo Programa.

TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 47. Para melhor operacionalizar a execução do planejamento acadêmico do Programa de acordo com os termos deste regulamento, a Coordenação Geral, antes de cada período letivo a ser executado, deverá elaborar e dar ampla divulgação a um calendário escolar, contendo os prazos e os períodos definidos para a matrícula prévia, matrícula em disciplinas, ajustamento de matrícula, trancamento de matrícula em disciplinas, interrupção de estudos, exames de capacidade leitora em línguas estrangeiras ou disciplinas e demais atividades acadêmicas.

Art. 48. Alterações deste regulamento poderão ser propostas a qualquer momento, por qualquer membro do Programa, sendo discutidas e homologadas pelo Colegiado Geral do Programa.

Art. 49. Os casos omissos serão decididos pelo Colegiado Geral do Programa mediante consulta ao Conselho Diretor da RENORBIO.

Art. 50. Este regulamento entra em vigor na data da sua publicação.

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ANEXO II À RESOLUÇÃO Nº 80/2011 DO CONSEPE ESTRUTURA ACADÊMICA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA, DA REDE NORDESTE DE BIOTECNOLOGIA (RENORBIO), EM NÍVEL DE DOUTORADO, SOB A RESPONSABILIDADE DO CENTRO DE BIOTECNOLOGIA

I – COMPONENTES CURRICULARES INTEGRANTES DA ESTRUTURA ACADÊMICA ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO: BIOTECNOLOGIA EM SAÚDE, BIOTECNOLOGIA EM RECURSOS NATURAIS, BIOTECNOLOGIA EM AGROPECUÁRIA E BIOTECNOGIA INDUSTRIAL Nos termos do Art. 34 do Regulamento do PPGBiotec, os doutorandos deverão cursar: 14 créditos em disciplinas obrigatórias do núcleo comum às quatro áreas de concentração; 04 créditos em atividades acadêmicas obrigatórias do núcleo comum, Estágio de Docência I e II; 18 (dezoito) créditos, no mínimo, em disciplinas eletivas gerais pertencentes a qualquer uma das áreas de concentração; e, 12 créditos relativos às disciplinas obrigatórias do núcleo comum, Seminários de Tese em Andamento I e II, totalizando 48 créditos. A.1.1 – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO. DISCIPLINA Avanços em Biologia Celular e Molecular Avanços em Bioquímica e Biofísica Bioinformática Bionegócios e Marcos Legais em Biotecnologia Estágio-Docência I Estágio-Docência II Seminários de Tese em Andamento I Seminários de Tese em Andamento II

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 4 0 4 4 0 4 3 0 3 3 0 3 2 0 2 2 0 2 6 0 6 6 0 6

CARGA HORÁRIA 60 60 45 45 30 30 90 90

TIPO Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória

A.1.2 – DISCIPLINAS ELETIVAS DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO. DISCIPLINA Atividade de Pesquisa Atividade de Pesquisa 2 Atividade de Pesquisa 3 Atividade de Pesquisa 4 Atividade de Pesquisa 5 Atividade de Pesquisa 6 Atividade de Pesquisa 7 Atividade de Pesquisa 8 Bioética e Biossegurança Comunicação de Resultados de Pesquisa Empreendedorismo de Base Tecnológica Redação de Trabalho Científico I Seminário I

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 2 1 0 1 4 0 4 2 0 2 1 0 1

CARGA HORÁRIA 30 15 60 30 15

TIPO Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva Eletiva

16 Seminário II

2

0

2

30

Eletiva

17 A.2 – DISCIPLINAS ELETIVAS GERAIS: Nos termos do Regulamento do PPGBiotec, os doutorandos de todas as quatro áreas de concentração poderão cursar as disciplinas de qualquer uma das Áreas de concentração, totalizando o mínimo de 18 créditos. A.2.1. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Agropecuária DISCIPLINA Avanços em Biotecnologia na Agropecuária Bioinformática na Evolução Molecular Biologia do Desenvolvimento e Células-Tronco em Modelos Animais Biotecnologia Aplicada à Agropecuária Biotecnologia Aplicada à Produção de Plantas Medicinais e Aromáticas Biotecnologia da reprodução aplicada à fêmea Biotecnologia do Sêmen dos Animais Domésticos Biotecnologia do Solo Biotecnologia na Reprodução de Espécies Aquícolas Marinhas Citogenética clássica e molecular vegetal Citogenética de Peixes Neotropicais Controle Microbiológico e Biotecnologia no Agronegócio Cultura de Tecidos e Células Vegetais Doenças Bacterianas de Mamíferos Doenças infecciosas virais Fisiologia de plantas sob estresses ambientais Imunodiagnóstico e Imunoprofilaxia Interação do meio ambiente e reprodução de animais de interesse zootécnico Mecanismos de Tolerância e Estresses Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal Melhoramento Genético Vegetal Métodos de estudo aplicados ao potencial antimicrobiano de produtos naturais Princípios e aplicações da transgênese em animais de produção Produção Animal e Manejo Nutricional Proteômica de Plantas Técnicas de detecção imune e por hibridização com sondas moleculares em tecidos Técnicas Físico-Químicas Aplicadas à Biotecnologia Tópicos Avançados em Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução Tópicos Avançados em Reprodução de Carnívoros Tópicos Especiais em Genética Molecular Tópicos Especiais em Metabolismo de Minerais e Vitaminas

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 2 0 2 2 2 4 2 1 3

CARGA HORÁRIA 30 90 60

4 3

0 1

4 4

60 75

3 2

1 1

4 3

75 60

4 2

0 1

4 3

60 60

4 4 4

0 0 0

4 4 4

60 60 60

3 2 3 4 3 4

1 0 0 0 0 0

4 2 3 4 3 4

75 30 45 60 45 60

2 4

0 0

2 4

30 60

4 2

0 0

4 2

60 30

3

0

3

45

4 2 2

0 2 1

4 4 3

60 90 60

2

2

4

90

2

0

2

30

3

0

3

45

3 3

0 0

3 3

45 45

18

A.2.2. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Recursos Naturais DISCIPLINA Biocatálise Bioeletroquímica Biogeoquímica Marinha Bioquímica Aplicada aos Recursos Naturais Bioquímica de Lectinas Bioquímica de Plantas Biossíntese de Produtos Naturais Biotecnologia em Ecossitemas Aquáticos Biotecnologia Vegetal e Produtos Naturais Coleção de Culturas: gerenciamento, métodos de preservação e reativação de culturas de fungos Computação Aplicada ao Estudo dos Recursos Naturais Ecologia de Ecossistemas Aquáticos Ecologia de Peixes em Regiões Estuarinas Ecologia Microbiana Ecologia Química Estereoquímica Estudos de Comunidades de Peixes Demersais e Pelágicos Etnofarmacologia Farmacologia e Toxicologia Pré-Clínica de Produtos Naturais Impacto Ambiental Marcadores Biológicos Métodos Físicos de Análise Microbiologia Ambiental Aplicada à Biotecnologia Mineralogia e Geoquímica Polipeptídeos Naturais Farmacologicamente Ativos e seus Usos em Biologia Celular Polissacarídeos de Algas Marinhas Poluição Marinha Processos Agroindustriais Processos de Extração, Purificação e Quantificação de Produtos Naturais Prospecção de Produtos Naturais Bioativos Proteínas de Vegetais Proteínas Tóxicas de Origem Vegetal Quimica e Biotecnologia de Glicoconjugados Química Orgânica Avançada Seminário I - Introdução à Biossegurança e Bioterismo Técnicas para Identificação e Seleção de Culturas de Aspergillus e Penicillium Produtoras de Enzimas de Interesse Biotecnológico Tópicos de Biotecnologia em Recursos Naturais Tópicos em Ciências Fisiológicas Aplicados ao Estudo de Produtos Naturais Tópicos em Recursos Naturais

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 2 0 2 2 0 2 2 0 2 3 0 3 2 0 2 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 1 2 3

CARGA HORÁRIA. 30 30 30 45 30 45 45 45 45 75

2

2

4

90

3 3 3 2 1 2

0 0 0 0 0 0

3 3 3 2 1 2

45 45 45 30 15 30

3 3

0 0

3 3

45 45

2 2 2 3

0 0 1 0

2 2 3 3

30 30 75 45

3 3

0 0

3 3

45 45

3 2 3 2

0 0 0 1

3 2 3 3

45 30 45 60

2 3 4 3 2 1

0 0 0 0 0 0

2 3 4 3 2 1

30 45 60 45 30 15

2

2

4

90

2 3

0 0

2 3

30 45

1

0

1

15

19 A.2.3. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Saúde DISCIPLINA Análise Proteômica Bases Moleculares da Regulação Gênica Bioinformática Aplicada à Saúde Biologia Molecular Aplicada à Saúde Bionegócios e Tecnologia de Informação em Biotecnologia Biossensores Controle Nutricional na Regulação Gênica Desenvolvimento de Bioprodutos Diagnóstico Molecular em Saúde Ecotoxicologia Epidemiologia Analítica Eventos Moleculares da Resposta Imune Fármaco-Cinética Clínica Imunidade Inata e Doenças Infecciosas Imunoinformática Imunologia Imunomodulação das Alergias e Doenças AutoImunes Inovação Tecnológica em Cirurgia Endovascular e em Pesquisa na Aterosclerose Lectinas como Marcadores no Processo de Diferenciação Celular Mecanismo de Ação e Resistência aos Antimicrobianos Modelagem Molecular de Biomoléculas Modelos Computacionais Aplicados à Biotecnologia Mutagênese e Reparo de DNA Nanotecnologias Aplicadas à Saúde Oncologia Experimental e Clínica Pesquisa Clínica de Produtos Biotecnológicos Produção de Vacinas Terapêuticas e Preventivas Química Orgânica e Biomolecular Reações de Hipersensibilidade Alérgica a Medicamentos Teoria e Prática de Anticorpos Monoclonais e Policlonais Terapia Gênica Terapia Gênica e Celular Tópicos Avançados em Biotecnologia da Saúde Trangênese e Nocaute Gênico em Animais de Experimentação Validação Internacional de Instrumentos de Qualidade de Vida

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 2 1 3 4 0 4 2 2 4 4 0 4 4 0 4

CARGA HORÁRIA 60 60 90 60 60

3 4 2 3 3 4 3 3 3 3 3 3

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

3 4 2 3 3 4 3 3 3 3 3 3

45 60 30 45 45 60 45 45 45 45 45 45

2

0

2

30

3

0

3

45

2

0

2

30

3 4

0 0

3 4

45 60

3 3 3 3 3 4 2

0 0 0 0 0 0 0

3 3 3 3 3 4 2

45 45 45 45 45 60 30

2

2

4

90

3 2 4 4

0 0 0 0

3 2 4 4

45 30 60 60

4

0

4

60

20 A.2.4. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia Industrial DISCIPLINA Biologia Molecular Aplicada à Engenharia Química Biorreatores Biotratamento de Resíduos Caracterização e Viabilização de Suportes Poliméricos (Polissacarídeos) para Imobilização de Moléculas Biologicamente Ativas Ciência e Inovação Engenharia de Processos Biotecnológicos Extração e Purificação de Biomoléculas Isolamento e Identificação de Fungos Produtores de Metabolitos Microbiologia Industrial Planejamento de Experimentos Processos Biotecnológicos Prospecção Tecnológica Química de Carboidratos Tópicos Avançados em Biotecnologia

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 3 0 3

CARGA HORÁRIA 45

2 3 3

1 0 0

3 3 3

60 45 45

2 2 2 2

0 2 1 1

2 4 3 3

30 90 60 60

2 3 3 2 3 3

1 0 0 0 0 0

3 3 3 2 3 3

60 45 45 30 45 45

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II - EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES INTEGRANTES DA ESTRUTURA ACADÊMICA A.1 - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS E A.2 - ELETIVAS GERAIS

1. Atividade de Pesquisa Atividade complementar destinada à montagem da metodologia do projeto de tese.

2. Atividade de Pesquisa 2 Atividade complementar destinada à montagem da metodologia do projeto de tese.

3. Atividade de Pesquisa 3 Atividade complementar destinada à montagem da metodologia do projeto de tese.

4. Atividade de Pesquisa 4 Atividade complementar destinada à montagem da metodologia do projeto de tese.

5. Atividade de Pesquisa 5 Atividade complementar destinada à montagem da metodologia do projeto de tese.

6. Atividade de Pesquisa 6 Atividade complementar destinada à montagem da metodologia do projeto de tese

7. Atividade de Pesquisa 7 Atividade complementar destinada à realização do projeto de tese.

8. Atividade de Pesquisa 8 Atividade complementar destinada à realização do projeto de tese.

9. Avanços em Biologia Celular e Molecular Aplicação dos conhecimentos básicos de ciclo celular e ácidos nucléicos, no entendimento das técnicas de biologia molecular e de seu emprego nos diferentes estudos científicos. Inclui estrutura celular de eucariontes e procariontes, ciclo celular, ácidos nucléicos, conceito e estrutura de gene, tradução de mRNA e código genético. Técnicas de PCR, RFLP, RAPD, PCR em tempo real, RT-PCR, cDNA, microssatélites, sequenciamento de DNA e bioinformática..

10. Avanços em Bioquímica e Biofísica Características estruturais e funcionais das biomoléculas. Aspectos mecanísticos das reações enzimáticas; vantagens e desvantagens em biocatálise. Sinalização celular, sua importância para a homeostagem. Bioenergética. Métodos bioquímicos e biofísicos para extração, purificação e caracterização de biocompostos: cromatografia, eletroforese, termociclagem espectrometria, espectroscopia, ressonância magnética nuclear de próton e espectrometria de massas, difração de raio x, microscopia eletrônica de transmissão e varredura, dentre outras.

11. Bioética e Biossegurança Biossegurança: Definição, Níveis, EPIs e EPCs. Lei de Biossegurança e Resoluções Normativas da CTNBio . Apresentação e Discussão de processos da CTNBio. Gerenciamento de resíduos de laboratório e no meio ambiente. Biossegurança em Ambiente de Laboratório

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12. Bioinformática A disciplina visa propiciar ao discente noções fundamentais sobre os principais programas aplicados às ciências biológicas, com ênfase nas ciências biomédicas e agrárias. A programação inclui principais etapas para manejo e acesso a bancos de dados e ferramentas para análise computacional de sequências gênicas e protéicas. Introdução à modelagem e simulação computacional; técnicas de Inteligência computacional, busca por domínios conservados e assinaturas gênicas e protéicas, bem como análise fenética e filogenética.

13. Bionegócios e Marcos Legais em Biotecnologia Estudo dos princípios e conceitos fundamentais da bioética, da relação entre a ética, o comportamento humano, a moral e o direito e como estes podem ser aplicados na análise reflexiva do mundo técnico-científico atual, com ênfase no desenvolvimento de pesquisas na área de biotecnologia e bionegócios. Análise e interpretação dos códigos, da legislação e declarações nacionais e internacionais sobre ética, bioética e biossegurança adequando-os à pesquisa biotecnoógicas. Biossegurança pessoal e do ambiente. Procedimentos indispensáveis, tipos de material manuseado e níveis de biossegurança em laboratórios, empresas, dentre outros. Propriedade intelectual, desenvolvimento de planos de negócios relativos a biotecnologia e utilização de recursos relacionados a tecnologia de informação envolvendo produtos biotecnolágicos

14. Estágio-Docência I Consta da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do orientador e do professor da respectiva disciplina, durante um semestre.

15. Estágio-Docência II Consta da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do orientador e do professor da respectiva disciplina, durante um semestre.

16. Redação de Trabalho Científico I Estruturação de um artigo científico, exemplos de Jornais Internacionais (T) . – Fatores de impacto – . Encontrando as “Instruções para Autores” via Internet (P) . Organizando um banco de dados de bibliografia (P) . Usando o END NOTE para organizar bibliografia (P) . Pesquisando bibliografia via banco de dados e transportando para o programa END NOTE (P) . Organização de bibliografia científica (T) . Usando o END NOTE para alterar formato de bibliografia (P) . Usando o END NOTE para escrever em word (P) . Como estruturar um TÍTULO e RESUMO (ABSTRACT) (T) . Estudo Dirigido TÍTULO e RESUMO, como identificar (P) . Estudo Dirigido TÍTULO e RESUMO, o correto e o errado (P) . Como estruturar o corpo do artigo obedecendo às regras de edição do periódico (Introdução – Materiais e Métodos – Resultados e Discussão – Conclusão – Bibliografia) (T e P) . Organizando o artigo pessoal de cada aluno: Tema, estrutura, início de redação (como fazer?). Como estruturar o TÍTULO (TITLE) ou uma PÁGINA DE TÍTULO (TITLE PAGE) (T e P) – Achando os “Símbolos” no computador . O que deve contemplar uma INTRODUÇÃO (T) . O que deve contemplar a seção de MATERIAIS E MÉTODOS (T) . Escrevendo o artigo – Introdução e Materiais e Métodos (P) . O que deve contemplar a seção de RESULTADOS E DISCUSSÃO (T) . O que deve contemplar a seção de CONCLUSÃO (T) . Escrevendo o artigo – Resultados e Discussão e Conclusão (P) . ORIENTAÇÃO DE REDAÇÃO INDIVIDUAL . Organizando um banco de dados de bibliografia (P) . Organizando o artigo pessoal de cada aluno: Submetendo artigos “on line” . Como organizar as Figuras e Tabelas (T e P) . Como organizar o corpo do artigo para impressão e envio (P).

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17. Seminário I Disciplina de discussão dos dados da tese e laboratório do aluno

18. Seminário II Disciplina com ênfase nos dados da tese do aluno

19. Seminários de Tese em Andamento I Apresentação e discussão dos projetos de tese em andamento: hipótese de trabalho, aspectos metodológicos e perspectivas para geração de bioprodutos e/ou bioprocessos. Atividade obrigatória para alunos cursando o 3o. semestre.

20. Seminários de Tese em Andamento II Apresentação e discussão dos projetos de tese em andamento: hipótese de trabalho, aspectos metodológicos, resultados e perspectivas para geração de bioprodutos e/ou bioprocessos. Atividade obrigatória para alunos cursando o 5o. semestre. A.3 – DISCIPLINAS ELETIVAS GERAIS DE ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: A.3.1 - Disciplinas Eletivas da Área de Biotecnologia em Agropecuária

1. Avanços em Biotecnologia na Agropecuária Através de tópicos ministrados por professores e pesquisadores serão discutidos temas relacionados a pesquisa básica e aplicada na área biotecnológica, bioquímica e proteômica, com intuito de informar e treinar os alunos em temas estratégicos como a obtenção de alimentos funcionais em especial peptídeos com atividade biológica, utilização de técnicas proteômicas em pesquisas agropecuárias, embalagens biodegradáveis, identificação e caracterização de proteases vegetais de interesse agroindustrial.

2. Bioinformática na Evolução Molecular A disciplina visa introduzir o discente aos princípios e às ferramentas usadas na análise da evolução molecular, com o uso de marcadores moleculares, seqüências de DNA (gênicas e nãogênicas) e/ou proteínas, associados ou não a caracteres morfológicos e fisiológicos. Desdobramentos, vantagens, desvantagens e limitações dos procedimentos existentes serão discutidos, no que tange aos mais diversos grupos, desde humanos a animais, vegetais e microorganismos. O desenho experimental de um projeto envolvendo sistemática molecular será discutido e simulado em conjunto.

3. Biologia do Desenvolvimento e Células-Tronco em Modelos Animais Biologia do desenvolvimento animal: aspectos morfofuncionais comparados. Potencialidade e plasticidade dos anexos embrionários. Conceito e características gerais das células-tronco embrionárias e adultas. Fontes de células-tronco e progenitores celulares nos diferentes tecidos. Cultivo, caracterização e diferenciação celular. Banco de células-tronco animais. Aplicação em modelos animais.

4. Biotecnologia Aplicada à Agropecuária Manipulação de microorganismos visando aumento da produção de alimentos. Os processos fermentativos. Uso de microorganismos na Biorremediação. Microorganismos como fábricas produtoras de substâncias úteis ao homem. O Bioterrorismo. Marcadores moleculares, mapeamento genético e transgenia de plantas. Métodos básicos de biologia celular e molecular

24 utilizados na transformação genética de plantas. Cultura e conservação in vitro de células, tecidos e órgãos de plantas. Isolamento, clonagem e seqüenciamento de genes de interesse em plantas. Aclimatização de plantas. Micropropagação. Biotecnologia na conservação de germoplasma. Alterações fisiológicas e bioquímicas do produto vegetal minimamente processado.

5. Biotecnologia Aplicada à Produção de Plantas Medicinais e Aromáticas Biossíntese de produtos secundários. Noções gerais de botânica. Fatores climáticos. Métodos de propagação. Nutrição mineral de plantas medicinais e aromáticas. Tecnologia agrícola na produção de plantas medicinais e aromáticas. Recursos genéticos de plantas medicinais e aromáticas. Pragas e doenças. Bioprospecção para desenvolvimento de inseticidas, fungicidas, acaricidas e nematicidas naturais. Colheita, beneficiamento, armazenamento e comercialização. Análises químicas para quantificar os princípios ativos. Produção in vitro de princípios ativos. Transgenia usada em plantas medicinais e aromáticas.

6. Biotecnologia da reprodução aplicada à fêmea Controle hormonal da função reprodutiva na fêmea. Biologia e técnicas para análise do óvulo. Avanços das biotécnicas de transferência de embriões, fertilização in vitro, clonagem e MOIFOPA (manipulação de óocitos inclusos em folículos pré-antrais). Produção e conservação de embriões de animais de interesse zootécnico in vivo e in vitro; Objetivos e importância da conservação de recursos genéticos animal. Conceitos e métodos básicos de conservação genética: Técnicas de preservação "ex situ" e "in situ". Microinjeção de DNA em embriões pró-nucleares; caracterização morfológica de células mononucleares do cordão umbilical; Sexagem de embriões e de fetos. Reconhecimento materno da gestação.

7. Biotecnologia do Sêmen dos Animais Domésticos Técnicas in vitro para avaliação da capacidade fertilizante dos espermatozóides; criopreservação e avaliação do sêmen para inseminação artificial; métodos de sexagem do sêmen; congelação do sêmen sexado para inseminação artificial.

8. Biotecnologia do Solo Biotecnologia do solo: Passado e presente; Diversidade e interações no solo: habitat, biota e processos; Métodos de estudos da diversidade e da interação solo-microrganismo-planta: bioquímicos, fisiológicos e moleculares; Coleção de microrganismos de interesse agroindustrial; Modificação das respostas biológicas do sistema planta-solo pelo emprego de microrganismo; Produção de inoculantes microbianos: importância, legislação e método de avaliação; Potencial biotecnológico de microrganismos: avanços e perspectivas na agricultura e na agroindústria.

9. Biotecnologia na Reprodução de Espécies Aquícolas Marinhas Morfologia geral e biologia reprodutiva de espécies aquícolas marinhas, incluindo camarões, peixes e moluscos. Mecanismos de regulação endócrina e desenvolvimento gonadal de espécies aquícolas marinhas. Critérios de seleção da origem, idade, tamanho e sanidade de reprodutores. Técnicas de indução à maturação gonadal, balanço hormonal, marcação e análise do grau de maturação de fêmeas e machos. Técnicas histológicas para determinação avaliação da maturação gonadal e sanidade de espécies aquícolas marinhas. Tecnologias utilizadas para análise de imagens, contagem e medição de células em cortes histológicos. Métodos de obtenção e preservação rápida e prolongada (criopreservação) de espermatozóides. Métodos utilizados para inseminação artificial e fertilização in vitro. Hibridização interespecífica e suas implicações. Aplicações e técnicas de poliploidia. Estratégias de seleção genética na formação de linhagens de reprodutores em cativeiro. Programas de seleção para otimização do crescimento, desempenho reprodutivo e sanidade.

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10. Citogenética clássica e molecular vegetal Cromossomos metafásicos e ciclo celular. Organização molecular da cromatina de plantas. Heterocromatina e bandeamento cromossômico. Aberrações cromossômicas numpericas e estruturais. Evolução cariotipica vegetal. Hibridização in situ. Tipos e obtenção de sondas. Citometria de fluxo, microdissecção e pintura cromossômica em plantas. Sistemas de marcação e detecção simultânea de sondas. Mapeamento físico cromossômico. Hibridização genômica in situ (GISH). Identificação de genomas alopoliplóides.

11. Citogenética de Peixes Neotropicais Aspectos Zoogeográficos e Bioecológicos dos principais grupos de peixes. Evolução cariotípica. Conservadorismo Macroestrutural. Diversidade Macroestrutural. Variabilidade Cariotípica. Variação Numérica. Cromossomos supranumerários. Poliploidia Natural. Variação numérica estrutural. Evolução por Fissões e Fusões Cêntricas. Variação estrutural. Citotaxonomia. Determinação do sexo em peixes. Sistemas de cromossomos sexuais. Sistemas simples e múltiplos. Manipulação cromossômica em peixes.

12. Controle Microbiológico e Biotecnologia no Agronegócio Introdução às bases do controle biológico. Bases ecológicas e fundamentos econômicos; Patogênese e epidemiozoopatias causadas por microorganismos. Agentes do controle biológico; Uso de microorganismos no controle biológico de pragas e doenças de plantas. Medidas de segurança e assepsia. Produção de inseticidas biológicos: técnicas básicas e aplicações. Padrões de qualidade. Avaliação da eficiência dos agentes de controle biológico: métodos de pesquisa e análise estatística. Legislação brasileira. 13 Cultura de Tecidos e Células Vegetais Técnicas de esterilização e desinfestação. . Meios de cultura. . Micropropagação: organogênese e embriogênese somática. . Cultura de meristemas. . Cultura de células em suspensão. . Cultura de protoplastos. . Cultura de embriões. . Produção de haplóides e duplo-haplóides. . Variação somaclonal. . Sistemas de cultivo semiautomatizados para micropropagação de plantas. . Aclimatização. . Conservação de germoplasma in vitro. . Intercâmbio de germoplasma. . Biofábricas 14 Doenças Bacterianas de Mamíferos Esta disciplina abrange tópicos gerais de imunidade e patogênese de doenças bacterianas, e mais especificamente aspectos clínicos, patológicos, diagnósticos, terapêuticos e profiláticos de doenças causadas por Gram positivos e Gram negativos aeróbios e anaeróbios. O meta a ser atingida é fornecer subsídios para melhor entendimento dos mecanismos bacterianos das doenças abordadas, criando senso crítico de como usar os melhores métodos diagnósticos, terapêutico e profiláticos da doenças bacterianas de mamíferos domésticos. 15 Doenças infecciosas virais Taxonomia, replicação, e patogenia das infecções víricas. Abordando a estrutura genética sua relação com a replicação e patogenia no hospedeiro . As famílias de vírus serão representadas por Picornaviridae, Togaviridae, Rhabdoviridae, Paramyxovridae, Orhomyxoviridae, Bunyaviridae, Arenaviridae, Adenoviridae, Retroviridae e Poxviridae. Conceito de Prions. Avanços no diagnostico molecular na área de virologia. Vacinas: Aspectos relacionados a imunidade. Novas tecnologias na produção. 16 Fisiologia de plantas sob estresses ambientais Considerações gerais sobre os processos fisiológicos (Fotossíntese, Relações hídricas, Absorção e transporte de nutrientes, Crescimento); Estresses Abióticos (seca, salinidade, luz e

26 temperatura); Percepção dos estresses pelas plantas; Mecanismos de tolerância à seca e salinidade; Indução de estresse hídrico e salino; montagem de experimentos abordando o conteúdo programático; Parâmetros biométricos, das trocas gasosas e das relações hídricas; utilizado para avaliação do grau de injúria provocado pela seca e salinidade; uso de equipamentos e métodos para avaliar o estresse em plantas; Elaboração de ficha de descritores fisiobioquímicos que sirvam de indicadores de tolerância/sensibilidade de genótipos sob estresses abióticos 17 Imunodiagnóstico e Imunoprofilaxia Imunidade natural e adaptativa . Mecanismos de escape dos microrganismos . Imunodiagnóstico – aplicação, execução e interpretação de testes de imunodiagnóstico . Imunoterapia e imunoprofilaxia 18 Interação do meio ambiente e reprodução de animais de interesse zootécnico Estudo dos fatores individuais e ambientais que interferem na eficiência reprodutiva de animais de interesse zootécnico. Avaliação das modernas biotécnicas aplicadas à reprodução animal. 19 Mecanismos de Tolerância e Estresses Definição de estresse biótico e abiótico. Bases moleculares da resposta aos diferentes tipos de estresse em leveduras (Saccharomyces cerevisiae) e em plantas. Sistemas biológicos de proteção - barreiras físicas e químicas. Expressão gênica em respostas a sinais de estresse. Proteínas de estresse e de defesa e seus papéis na tolerância. Bases bioquímicas e moleculares dos processos fisiológicos em diferentes condições de estresse. 20 Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal Estimação de parâmetros genéticos e ambientais em animais. Seleção. Interação genótipo x ambiente e suas implicações no melhoramento animal. Biotécnicas aplicadas ao melhoramento animal. Melhoramento genético animal assistido por marcadores moleculares. Exploração de dados experimentais para uso em programas de melhoramento animal. Melhoramento genético de animais de interesse zootécnico. 21 Melhoramento Genético Vegetal Técnicas experimentais aplicadas ao melhoramento genético de plantas. Natureza e objetivos do melhoramento de plantas. Sistema reprodutivo e métodos de melhoramento de plantas. Bases genéticas do melhoramento de plantas. Seleção individual, massal, recorrente, retrocruzamento, endogamia, variedade híbridas, variedade sintéticas, poliplóidia, hibridação interespecíficas. Métodos de melhoramento para resistência a doenças. Biotecnologia no melhoramento de flores e plantas ornamentais. Elaboração de projetos de melhoramento genético de plantas. Melhoramento genético de ideótipos. Conservação de germoplasma. Domesticação de plantas. Melhoramento de plantas alógenas e autógenas 22 Métodos de estudo aplicados ao potencial antimicrobiano de produtos naturais Conceitos gerais sobre atividade antimicrobiana de compostos químicos; mecanismos de resistência a antibióticos; atividade antimicrobiana de produtos naturais; atividade antimicrobiana x toxicidade; modelos de estudo in vitro; modelos de estudo in vivo; ética experimental animal; avaliação dos mecanismos de ação de um composto; 23 Princípios e aplicações da transgênese em animais de produção A arte transgênica, genoma, estrutura do gene, principais técnicas de engenharia genética, mutagênese experimental em genomas. Técnicas de transgênese em animais: transferência em

27 gametas/embriões, vetores. Aplicações da transgênese: pesquisa básica, produção farmacêutica. Limites e riscos da transgênese: limites técnicos e teóricos, biossegurança em áreas confinadas. Transgênese e bem-estar animal. Patentes. 24 Produção Animal e Manejo Nutricional Aspectos gerais da fisiologia digestiva e dos metabolismos energético e protéico dos ruminantes; abordagem diagnóstica e terapêutica das principais carências de minerais e distúrbios metabólicos em ruminantes; Desempenho reprodutivo dos animais em relação à disponibilidade de nutrientes em ambientes tropicais e temperados; Nutrição e gestação; Nutrição na puberdade e na maturação sexual dos reprodutores; Nutrição e foliculogênese; Influência da nutrição sobre os principais hormônios envolvidos na reprodução; Principais métodos na avaliação do estado nutricional; Controle nutricional em animais leiteiros; Influência do controle nutricional no sucesso das principais biotécnicas da reprodução. Biodisponibilidade, absorção, transporte e inter-relações de minerais e vitaminas para os animais domésticos. Tolerância e toxidez de minerais e vitaminas 25 Proteômica de Plantas Consiste numa introdução à proteômica e à espectrometria de massa e suas aplicações à biologia de plantas, particularmente à sementes.Os assuntos abordados consistirão de uma apresentação dos princípios da espectrometria de massa e interpretação de espectros; ferramentas de bioinformática em proteômica e modificação pós-traducional de proteínas. Embora a disciplina não tenha pré-requisitos, é desejável que os estudantes matriculados tenham uma boa base de bioquímica e de botânica. 26 Técnicas de detecção imune e por hibridização com sondas moleculares em tecidos Antígenos e anticorpos, técnicas imunoenzimáticas, preservação e processamento de tecidos, recuperação de antígenos, detecção de antígenos, “background” (coloração inespecífica), células inflamatórias, uso da imuno-histoquímica em patologia diagnóstica: imunohistoquímica na detecção de populações de células inflamatórias e do sistema imune, imunohistoquímica na detecção de células em apoptose, imuno-histoquímica no estudo de agentes infecciosos, imunohistoquímica no estudo das nefropatias. Introdução ao estudo da biologia molecular, técnicas de hibridização “in situ”. 27 Técnicas Físico-Químicas Aplicadas à Biotecnologia Radiação. Radiações na natureza. Radiação artificial Interação das radiações ionizantes com a matéria viva. Transferência de energia. Estados temporais da ação da radiação. Processos primários de absorção de energia. Raios gama, raios-X, nêutrons, partículas carregadas. Absorção de energia pelas moléculas. Proteção radiológica: Grandezas e unidades de física das radiações. Limites máximos permissíveis, exposição, precauções. Efeitos biológicos das radiações: fenômenos elementares, estádios, mecanismos. Radiações ionizantes e não ionizantes: critérios de distinção. Ação direta e indireta da radiação. Processos primários de absorção de energia; absorção por moléculas. Efeitos somáticos e hereditários, lesões moleculares, cromossomos. Conceitos básicos sobre radiossensitividade. Dose letal. Técnicas experimentais utilizadas na análise de materiais biológicos, tais como microscopia eletrônica de transmissão e varredura, ressonância magnética, difração de Raios-X, espectrofotometria, espectroscopia Mossbauer e Raman, cromatografia, entre outras. 28 Tópicos Avançados em Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução Conceitos em fisiologia e biotecnologia da reprodução: tópicos em gametogênese, fecundação e biologia do desenvolvimento, incluindo desenvolvimento embrionário pré- e pós-implantacional, desenvolvimento do concepto e fisiologia placentária, e associação de certos eventos pré-natais

28 com consequências pós-natais. Aspectos históricos da evolução e impacto das quatro gerações de biotécnicas da reprodução animal (inseminação artificial, transferência de embriões, fecundação in vitro e clonagem animal) e tecnologias correlacionadas (criopreservação de gametas e embriões, ultrasonografia, transgênese, células-tronco, etc.) e perspectivas presentes e futuras de suas aplicações. Discussões em nível de biologia celular e molecular, metabolismo e fisiologia integrativa. 29 Tópicos Avançados em Reprodução de Carnívoros Fisiologia Reprodutiva da fêmea canina . Fisiologia Reprodutiva da fêmea felina . Fisiologia Reprodutiva do macho canino . Fisiologia Reprodutiva do macho felino . Biotécnicas da Reprodução Aplicadas aos Carnívoros Domésticos. 30 Tópicos Especiais em Genética Molecular São abordados aspectos práticos da Genética Molecular. A disciplina é essencialmente prática, visando enfocar as técnicas básicas em Genética Molecular. Compreensão das novas metodologias utilizadas na análise laboratorial de marcadores genéticos. Marcadores moleculares na tipagem de animais. ISSR, Microssatélites, SNPs, e sequenciamento de regiões do mtDNA e nDNA. Publicações recentes em revistas indexadas serão abordados. 31 Tópicos Especiais em Metabolismo de Minerais e Vitaminas Biodisponibilidade, absorção, transporte e inter-relações de minerais e vitaminas para os animais domésticos. Tolerância e toxidez de minerais e vitaminas. A.3.2 - Disciplinas Eletivas da Área de Biotecnologia em Recursos Naturais

1. Biocatálise Princípios gerais sobre Enzimas; Vantagens e Desvantagens em Biocatálise, Propriedades Enzimáticas, Aspectos mecanísticos das reações enzimáticas, Classificação, Nomenclatura, Coenzimas, Fonte de Enzimas; Principais Tipos de Reações Enzimáticas: hidrólise, redução, oxidação, formação de ligações carbono-carbono. Métodos de detecção de reações enzimáticas; Aplicações Biocatalíticas, Métodos de detecção de reações enzimáticas.

2. Bioeletroquímica Transferência de cargas em Processos Biológicos. Métodos Eletroquímicos: Voltametria: cíclica, Varredura Linear, AC e etc. Metódos amperométricos..

3. Biogeoquímica Marinha Modelos conceituais em Biogeoquímica Marinha, ciclos biogeoquímicos marinhos, ciclo dos nutrientes e da matéria orgânica em estuários e regiões costeiras, ciclo dos metais traço em estuários e regiões costeiras, traçadores químicos de processos oceanográficos, conexões rioestuário-mar.

4. Bioquímica Aplicada aos Recursos Naturais Tópicos selecionados de Bioquímica e de Biologia Molecular serão abordados com o objetivo de permitir a compreensão sobre a estrutura e a função de processos celulares que ocorrem na maioria dos organismos. Além disso, de uma maneira integrada será enfatizado os inúmeros compostos químicos produzidos a partir desses processos biológicos e seu potencial de utilização em diversos setores da Biotecnologia.

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5. Bioquímica de Lectinas Isolamento, purificação e caracterização de lectinas autóctones; desenvolvimento, purificação e caracterização de anti-soros anti-lectinas.; utilização de lectinas para avaliação e aplicações em superfícies celulares.

6. Bioquímica de Plantas Estudo dos mecanismos utilizados pelas plantas para se defenderem contra herbívoros e microorganismos.

7. Biossíntese de Produtos Naturais Processos metabólicos primários. Ocorrência e função de produtos naturais micromoleculares. Principais rotas biossintéticas. Mecanismo das reações biossintéticas. Variação estrutural de policetídeos, terpenóides, esteróides, cumarinas, lignóides, flavonóides e alcalóides.

8. Biotecnologia em Ecossitemas Aquáticos Início de tudo, histórico do DNA, processo de formação de um transgênico, projeto genoma terapia gênica, farmacogenômica, animais transgênicos, plantas transgênicas, biotecnologia das plantas aplicadas à produção de metabólitos, matriz de origem microbiana para uso biotecnológico – produção e aplicações, estabilizantes e potenciadores do sabor, perfumes.

9. Biotecnologia Vegetal e Produtos Naturais Início de tudo, histórico do DNA, processo de formação de um transgênico, projeto genoma terapia gênica, farmacogenômica, animais transgênicos, plantas transgênicas, biotecnologia das plantas aplicadas à produção de metabólitos, matriz de origem microbiana para uso biotecnológico – produção e aplicações, estabilizantes e potenciadores do sabor, perfumes.

10. Coleção de Culturas: gerenciamento, métodos de preservação e reativação de culturas de fungos Coleções de culturas. Definições. Principais coleções de culturas de microrganismos nacionais e internacionais. Objetivos das coleções. Acervo. Tipos de coleções de culturas. Serviços prestados. Recomendações para Operação e Gerenciamento de Coleções de Culturas de Microrganismos. Documentos. Métodos de preservação de culturas de fungos: vantagens e desvantagens. Reativação de culturas de fungos preservadas por diferentes métodos de preservação.

11. Computação Aplicada ao Estudo dos Recursos Naturais Introdução ao Processamento de Dados; Internet; Pesquisa eletrônica científica; Introdução á Quimiometria; Noções de Modelagem Molecular; Tópicos em Inteligência Artificial; Computação aplicada ao Ensino de Ciências; Softwares Aplicativos Utilizados no Curso.

12. Ecologia de Ecossistemas Aquáticos Principais conceitos de ecologia de vertebrados e invertebrados, com ênfase em peixes e crustáceos de ambientes fluviais, estuarinos e marinhos. Principais técnicas de coleta e processamento de amostras de larvas e adultos de vertebrados e invertebrados. Principais grupos e seus hábitos nos rios, regiões estuarinas e marinhas. Análise dos aspectos da ecologia aplicada relacionada a essas espécies.

13. Ecologia de Peixes em Regiões Estuarinas Principais conceitos de ecologia de larvas e peixes adultos, com ênfase em ambientes estuarinos e marinhos. Principais técnicas de coleta e processamento de amostras de larvas e peixes adultos. Principais grupos de peixes e seus habitas nas regiões estuarinas e marinhas. Análise dos

30 aspectos da ecologia aplicada relacionada a essas espécies.

14. Ecologia Microbiana Importância dos microrganismos na evolução dos seres vivos e na sustentabilidade dos ecossistemas. . Sistemática microbiana. . Ciclos biogeoquímicos. . Microrganismos decompositores e remineralizadores. . Metabolismo microbiano. Métodos para avaliar a produção microbiana. . Efeitos da tecnologia industrial sobre o equilíbrio ecológico. . Riscos ambientais globais. . Equilíbrio de comunidades microbianas e a sustentabilidade ambiental

15. Ecologia Química nterações ecológicas plantas/plantas, plantas/insetos, insetos/insetos, plantas/microorganismos e as micromoléculas envolvidas.

16. Estereoquímica Estrutura e Simetria - (teoria de grupo);. Estereoisomerismo; Quiralidade e Proquiralidade; Estereoquímica em moléculas contendo centro de quiralidade Estereoquímica em moléculas desprovida de centro de quiralidade; Análise conformacional; Métodos de determinação da propoção de estereoisômeros numa mistura; Racemização e Resolução, Métodos quiropticos; Estereoquímica em reações orgânicas.

17. Estudos de Comunidades de Peixes Demersais e Pelágicos Técnicas de operação de redes de emalhe e de arrasto com portas, cálculo da área arrastada, cálculos de densidade e biomassa a partir da captura por unidade de área (CPUA), operações com o Sistema de Posicionamento Global (GPS).

18. Etnofarmacologia Introdução à etnofarmacologia: conceitos, histórico, métodos de investigação. A legislação brasileira e a pesquisa de plantas medicinais. Acesso ao conhecimento tradicional. Abordagem integrada da química, ecologia e etnofarmacologia como ferramentas na descoberta de produtos ativos de origem vegetal, com ênfase para as plantas medicinais e alucinógenas.

19. Farmacologia e Toxicologia Pré-Clínica de Produtos Naturais Estudos das diretrizes farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos com plantas medicinais, bem como sobre a Legislação que regulamenta os testes farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos. Abordagens de métodos de estudo farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos de produtos bioativos.

20. Impacto Ambiental Conhecer e analisar os instrumentos, técnicos e legais, de gestão ambiental disponível para o controle e monitoramento dos impactos ambientais, nos processos de desenvolvimento e qualidade ambiental. Recuperação de áreas degradadas, utilizando-se resíduo sólido urbano e industrial. Política e legislação de impacto ambiental, como AIA, EIA, RIMA, Resoluções CONAMA, entre outros.

21. Marcadores Biológicos Importância das substâncias fósseis; Diagênese, catagênese e metagênese; Fundamentos de separação e análises de biomarcadores; Uso de biomarcadores na correlação fonte e ambiente deposicional; Uso de biomarcadores nas avaliações de maturidade e biodegradação; Uso de biomarcadores nos estudos de cinética, migração e correlações.

31 22 Métodos Físicos de Análise Conceituação básica indispensável ao estudo dos métodos físicos de análise orgânica. Análise e interpretação de espectros de compostos orgânicos.

23. Microbiologia Ambiental Aplicada à Biotecnologia A disciplina visa isolar e caracterizar os microrganismos de poluições ambientais, avaliando o seu emprego nos processos de biorremediação de ambientes contaminados com rejeitos urbanos e industriais, como também o emprego de metodologias biotecnológicas para o tratamento de efluentes urbanos e industriais, além dos conceitos farmacológicos de toxicidade. carcinogenicidade. mutagenicidade.

24. Mineralogia e Geoquímica Introdução; Noções básicas de mineralogia (cristalolomorfologia, cristalofísica, cristaloquímica); Biominerais Inorgânicos; Técnicas de estudo em mineralogia, geoquímica e de materiais biogênicos; Os Componentes do Sistema Terra; Meios Ambientais Geoquímicos (de profundidade e superficial); Ciclos Biogeoquímicos; Dispersão e Mobilidade Biogeoquímica; Associação de Elementos; Classificação, Caracterização e Formas dos Principais Modelos de Dispersão (Anomalias); Meio Superficial e Intemperismo; Fatores que Influenciam o Processo de Meteorização e Biointemperismo: Resistência, Clima, Topografia e Relevo; Produtos da Meteorização; Propecção Biogeoquímica; Escala e Meio de Amostragem em Pesquisa Biogeoquímica.

25. Polipeptídeos Naturais Farmacologicamente Ativos e seus Usos em Biologia Celular Serão abordados e examinados os grupos de toxinas polipeptídicas naturais já isolados, seus alvos celulares, seus mecanismos bioquímicos e moleculares de ação, bem como o emprego dirigido em Biologia Celular e em Medicina Experimental e Aplicada.

26. Polissacarídeos de Algas Marinhas Trabalho individual ou em grupo, abordando aspectos teóricos e práticos relacionados com o isolamento e possíveis aplicações biológicas de polissacarídeos de algas marinhas.

27. Poluição Marinha Definições e conceitos básicos em poluição marinha, População vs. Recursos Naturais vs. Poluição, fontes de poluição para os ambientes costeiros e para o mar, poluentes consumidores de oxigênio dissolvido na água, poluentes persistentes, hidrocarbonetos de petróleo, metais traço, conceitos básicos de toxicologia aquática, programas de monitoramento da poluição em ambientes aquáticos, biomonitoramento, panorama dos instrumentos legais vigentes na esfera federal, estudos de caso em poluição marinha.

28. Processos Agroindustriais Propriedades físicas e químicas das matérias-primas vegetais, processos químicos, biológicos e físicos de transforamação estabilização e conservação.

29. Processos de Extração, Purificação e Quantificação de Produtos Naturais Aplicação de técnicas para isolar e purificar as diversas substâncias encontradas em vegetais com vistas ao possível aproveitamento dessas substâncias na terapêutica. Preparação de extratos, concentração e secagem. Métodos cromatográficos aplicados na separação, purificação e quantificação de produtos naturais (cromatografia em camada delgada, em coluna, cromatografia líquida de baixa, média e alta pressão, cromatografia gasosa, cromatotron, entre outros). Outros métodos de purificação (destilação, microsublimação, recristalização). Preparação de derivados

32 (acetilação, metilação, hidrólise, oxidação e redução).

30. Prospecção de Produtos Naturais Bioativos Prospecção e reconhecimento de seres vivos com finalidade da diagnose de produtos naturais. Introdução a conceitos de bioensaios. Aplicação e utilização de modelos experimentais in vitro e in vivo para estimar e quantificar a atividade biológica de compostos bioativos em diferentes alvos moleculares, enzimáticos e celulares, através de bioensaios.

31. Proteínas de Vegetais Visão geral dos principais grupos de proteínas que ocorrem em plantas, principalmente em sementes, suas propriedades gerais e possíveis funções nos vegetais superiores.

32. Proteínas Tóxicas de Origem Vegetal Lectinas. Inibidores de proteases - inibidores de ?-amilases. Arcelinas e proteínas relacionadas. Defensinas vegetais. Toxinas (CNTX. SBTX, ureases etc.). Proteínas inibidoras de ribossomos (RIPs).

33. Quimica e Biotecnologia de Glicoconjugados Fundamentos teóricos sobre carboidratos, métodos empregados para a elucidação da estrutura de glicoconjugados e usos biotecnológico de glicoconjugados. Fornecer aos alunos uma visão aprofundada da química de carboidratos e glicoconjugados e avanços recentes no seu emprego biotecnológico.

34. Química Orgânica Avançada Ligações Químicas. Estereoquímica. Intermediário de reações Orgânicas. Métodos para determinação dos mecanismos das reações Orgânicas.Ácidos e bases. Efeitos da estrutura na reatividade. Substituição nucleofílica alifática. Substituição eletrofílica em compostos insturados. Substituição eletrofílica aromática. Adição e ligação múltipla Carbono-heteroátomo. Rearranjos. Oxidação e redução. Reações.

35. Seminário I - Introdução à Biossegurança e Bioterismo Seminários concernentes a biossegurança e bioterismo em pesquisas de interesse biotecnológico, na área de recursos naturais.

36. Técnicas para Identificação e Seleção de Culturas de Aspergillus e Penicillium Produtoras de Enzimas de Interesse Biotecnológico Taxonomia de Aspergillus e Penicillium. Técnicas de identificação de Aspergillus e Penicillium. Técnicas utilizadas para seleção de fungos produtores de enzimas de interesse biotecnológico. Caracterização de fungos produtores de enzimas de interesse biotecnológico.

37. Tópicos de Biotecnologia em Recursos Naturais Disciplina de ementa livre para atender demandas discentes e para a participação ocasional de docentes que venham contribuir com novas técnicas e avanços teórico-metodológicos em ciências ambientais, sociedade e saúde.

38. Tópicos em Ciências Fisiológicas Aplicados ao Estudo de Produtos Naturais A disciplina apresenta uma visão básica introdutória dos princípios da fisiologia, farmacologia e imunologia e da fisiologia de órgãos e sistemas, sob o enfoque de um funcionamento integrado de partes de um todo que funciona harmoniosamente para promover a homeostase.

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39. Tópicos em Recursos Naturais Disciplina de ementa livre para atender demandas discentes e para a participação ocasional de docentes que venham contribuir com novas técnicas e avanços teórico-metodológicos em ciências ambientais, sociedade e saúde. (Oferta a ser definida pelo colegiado). A.3.3 - Disciplinas Eletivas da Área de Biotecnologia em Saúde

1. Análise Proteômica Estudo da Proteômica; Métodos de extração, homogeneização e preparação de amostras a partir de material biológico; Sistemas de cromatografia e suas aplicações na proteômica; Eletroforese Bidimensional (2D); Espectometria de massas; modelos de estudo em proteômica e projetos protemas . Bioinformática em proteômica.

2. Bases Moleculares da Regulação Gênica Regulação gênica em procariotos. Regulação gênica em eucariotos. Regulação e Diferenciação. Regulação e Desenvolvimento. Oncogenes.

3. Bioinformática Aplicada à Saúde Bioinformática e evolução molecular, aplicando a tecnologia da informação ao gerenciamento de dados biológicos; Conceitos sobre as bases moleculares da evolução de seqüências nucleotídicas e protéicas, substituições sinônimas e não sinônimas, algoritmos e inferências filogenéticas, pesquisa biológica na WEB e manejo de Banco de Dados; Utilização da WEB para pesquisa biomédica em bioinformática, planejamento, construção, alimentação e análises utilizando banco de dados, métodos de alinhamentos múltiplos, modelos de substituições nucleotídicas, métodos de distância, verossimilhança máxima e testes estatísticos para suporte filogenético, além da utilização das ferramentas para analise computacional de seqüências protéicas; Coalescência, Genética de Populações, Epidemiologia, Evolução Molecular, Filogenética, Filogeografia, Genômica Funcional e Proteômica.

4. Biologia Molecular Aplicada à Saúde Histórico. Técnicas Básicas de Biologia Molecular. DNA Recombinante. Marcação de DNA. Vetores de Expressão. Enzimas de Restrição.Transformação Bacteriana. Construção de Vetores e Bibliotecas. Técnicas de Análise de DNA e RNA. Transgênicos. Gene Targeting. Aplicações da Tecnologia do DNA Recombinante.

5. Bionegócios e Tecnologia de Informação em Biotecnologia Desenvolvimento de planos de negócios relativos a biotecnologia; Utilização de recursos relacionado a tecnologia de informação envolvendo vacinas e fármacos.

6. Biossensores Elementos sensores aplicados em saúde, transdutores, técnicas de imobilização de proteínas, aplicações em clínica médica, imunossensores, sensores enzimáticos e genossensores. Tecnologia da informação voltada para o controle remoto de dispositivos médicos.

7. Controle Nutricional na Regulação Gênica Bioquímica nutricional, Genes alvos da ação de nutrientes, metabolismo e regulação da proliferação celular, sindrome de resistência à insulina, polimorfismos de enzimas e proteínas transportadoras de nutrientes, nutrigenômica comparativa, compostos bioativos em nutrição e alimentos transgênicos.

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8. Desenvolvimento de Bioprodutos Origem de novos medicamentos. Desenvolvimento pré-clínico de medicamentos, Desenvolvimento clínico de medicamentos. Cultura de células animais como ferramenta de prospecção de novas moléculas com atividade terapêutica. Planejamento racional e modelagem molecular. Novos alvos terapêuticos. Prospecção de novas moléculas com atividade farmacológica através do high-throughput screening (HTS). Uso de anticorpos monoclonais no desenvolvimento de novos medicamentos. DNA recombinante no desenvolvimento de novos medicamentos. biorreatores animais e vegetais na pesquisa de novos medicamentos. Farmacogenética Identificação de grupos farmacológicos e agentes biológicos, correlação do agente a ser estudado com alvo potencial, identificação e caracterização biológica e funcional do tipo celular ou tecidual, aplicação metodológica teórico-pratica.

9. Diagnóstico Molecular em Saúde Processos celulares básicos em nível molecular, conhecimento da tecnologia envolvida nos avanços da genética; genomas, proteomas e moleculomas, transgênicos, células-tronco, clonagem e terapia gênica. Aplicações biotecnológicas no campo de estudo das infecções parasitárias, doenças genéticas e dos vetores de parasitas, com o intuito de estudar novas alternativas de tratamento, diagnóstico e de controle de vetores

10. Ecotoxicologia Ecotoxicologia. Agentes Químicos no Ambiente. Biotransformação. Bioacumulação. Biodegradação. Ensaios ecotoxicológicos. Genotoxicidade Ambiental. Legislação. Análise de risco.

11. Epidemiologia Analítica Fundamentos da estatística e da epidemiologia em sua aplicação no campo da saúde.Desenhos de estudos, medidas de morbidade e de associação, probabilidade de risco, marcadores moleculares e análise populacional.

12. Eventos Moleculares da Resposta Imune Mecanismos celulares e moleculares da resposta imune; Fundamentos básicos que regem a imunologia atual; Mecanismos utilizados pela resposta imune celular no controle de infecções que acontece quando se tem ausência ou excesso desse tipo de resposta imune.

13. Fármaco-Cinética Clínica Transporte através de membranas biológicas. Trajeto do medicamento no organismo em direção à circulação sistêmica: absorção e efeito de primeira passagem. Destino do medicamento após alcançar a circulação sistêmica: noções de distribuição e clearance. Metabolização de medicamentos, metabólitos ativos. Eliminação de medicamentos do organismo. Parâmetros Farmacocinéticos. Dose, freqüência de administração e adaptação posológica. Influência das doenças nas variações farmacocinéticas. Farmacocinética e interações medicamentosas. Biodisponibilidade, bioequivalência e suas aplicações. Farmacocinética dos medicamentos administrados por via parenteral. Medicações de liberação prolongada. Regimes terapêuticos: resposta terapêutica e toxicidade, regime de dose única, regime de doses repetidas e regime de administração contínua. Monitorização de fármacos. Particularidades farmacocinéticas: farmacocinética compartimental e não compartimental e farmacocinética em grupos especiais.

14. Imunidade Inata e Doenças Infecciosas A disciplina visa ampliar os conhecimentos sobre a imunidade inata e as bases imunológicas das doenças infecciosas como AIDS, hepatite, infecção pelo HPV, dentre outras. O foco principal será em fatores genético envolvidos na modulação da susceptibilidade ao

35 desenvolvimento de doenças infecçosas. Novas abordagens moleculares para estudos sobre o genoma humano em relação à doenças multifatoriais. Novas estratégias vacinais baseadas sobre célula da imunidade inata. Imunoterapia com células dendriticas e fatores genéticos responsáveis da resposta do hospedeiro ao imuno-tratamento.

15. Imunoinformática Diversidade dos componentes do sistema imune; Complexo principal de histocompatibilidade; Vias regulatórias; Análises de sequenciamento; Sistemas computacionais; Base de dados do sistema imune; Modelagem estrutural; Modelagem matemática; Modelos laboratoriais.

16. Imunologia Princípios básicos da Imunologia. Métodos de estudo da resposta imune. Utilização de técnicas de imunointervenção. Imunopatologia de doenças infecciosas, alérgicas e autoimunes. Imunidade em transplantes. Vacinas e imuno-intervenção. Métodos de avaliação da resposta imune.

17. Imunomodulação das Alergias e Doenças Auto-Imunes Conhecimentos sobre as bases imunológicas das doenças alérgicas e auto-imunes (as células, moléculas e os agentes etiológicos envolvidos). Fatores ambientais que modulam as reações imunes ocorridas nestas enfermidades; Modelos experimentais disponíveis para o estudo das mesmas e possíveis estratégias de intervenção (passíveis de servirem de base para o desenvolvimento de produtos biotecnológicos).

18. Inovação Tecnológica em Cirurgia Endovascular e em Pesquisa na Aterosclerose Inovação tecnológica em pesquisas experimentais em animais. Criação de modelos experimentais de aneurismas de aorta em animais de experimentais. Criação de modelos experimentais de tratamento de aneurismas. Criação de modelos experimentais de aterosclerose em animais de experimentação. Pesquisa de substância vegetal no tratamento da aterosclerose induzida. Pesquisa de novos materiais experimentais no tratamento dos aneurismas e estenoses arteriais

19. Lectinas como Marcadores no Processo de Diferenciação Celular Apresentar a importância e aplicações do código sacarídico e de enzimas (glicosidases, transferasesmetc.) envolvidas nos vários eventos bioquímicos inter e intra-celulares durante o desenvolvimento norma e patológico em tecidos humanos e modelos experimentais. Purificação e caracterização de lectina Destacar o papel das lectinas como ferramentas histoquímicas na determinação deste perfil carboidrático quanto a caracterização/diferenciação celular como alvo para direcionamento de drogas em tratamentod e experimentação de fármacos. Descrever as variantes das lectinas de histoquímica com lectinas, bem como sua aplicação e interpretação.

20. Mecanismo de Ação e Resistência aos Antimicrobianos Mecanismos de ação dos antibióticos; Mecanismos distintos de resistência desenvolvidos pelos microrganismos; Técnicas de epidemiologia molecular utilizadas para a detecção de surtos hospitalares;Rumo da terapêutica antimicrobiana; Resistência bacteriana progressiva aos antibióticos representa um importante problema de saúde pública mundial nos últimos anos.

21. Modelagem Molecular de Biomoléculas Conceitos Fundamentais. Interações Intermoleculares e Intramoleculares. Campos de Força. Introdução à Simulação Computacional (MC e MD). Estratégias para o Planejamento Racional de Fármacos. Relação Estrutura-Atividade (SAR). Aplicações de Docking. Aplicações de

36 QSAR-3D, Desenvolvimento de Softwares para Modelagem Molecular. Ação dos fármacos: Absorção,Distribuição, Metabolismo, Eliminação e Toxicidade (ADME/T) de moléculas bioativas. Relações estrutura-atividade (SAR). As membranas biológicas e o transporte de fármacos. Receptores e mensageiros.

22. Modelos Computacionais Aplicados à Biotecnologia Agentes mutagênicos. Lesões de DNA e danos celulares. métodos de genética toxicológica. Vias de reparo de DNA em procariotos e eucariotos. Inter-relações entre reparo de DNA, ciclo celular, apoptose e câncer.

23. Mutagênese e Reparo de DNA Agentes mutagênicos. Lesões de DNA e danos celulares. métodos de genética toxicológica. Vias de reparo de DNA em procariotos e eucariotos. Inter-relações entre reparo de DNA, ciclo celular, apoptose e câncer.

24. Nanotecnologias Aplicadas à Saúde A disciplina visa ampliar os conhecimentos sobre as nanotecnologias aplicadas a áreas da saúde. Serão abordadas diferentes temáticas focalizando a atenção em novos meios diagnósticos altamente automatizados e bom baixo custo. Serão apresentados exemplos de nanotecnologias já atualmente utilizada pelo diagnóstico molecular de doenças hereditárias monofatoriais e multifatoriais. As principais tecnologias serão discutidas e serão avaliados os custos/benefícios para cada aplicação nanotecnologia. Serão discutidas criticamente as possibilidades de introdução das várias nanotecnologias na área da saúde do Nordeste Brasileiro

25. Oncologia Experimental e Clínica Carcinogênese e progressão tumoral; Invasão e metástases; Oncogenes e genes supressores no câncer; Controle do Ciclo celular; Angiogênese no câncer; Imunologia e Imunoterapia do câncer; Métodos experimentais usados na pesquisa do câncer; Pesquisa de novas moléculas com atividade anticâncer; Quimioterápicos usados no tratamento do câncer; Novas opções terapêuticas no câncer.

26. Pesquisa Clínica de Produtos Biotecnológicos História da pesquisa farmaco-clínica. Desenho e planejamento de experimentos farmaco-clínicos. Estudos de fase I, fase II, fase III e fase IV. Elaboração de protocolos de ensaios farmacoclínicos. Recrutamento de voluntários sadios/pacientes. Ensaios farmaco-clínicos: estudo controlado, estudo não controlado, estudo aberto, estudo simples-cego, estudo duplo-cego e estudo triplo-cego. Tamanho da amostra e randomização de voluntários sadios/pacientes. Estudos multicêntricos. Interpretação dos resultados nos ensaios farmaco-clínicos. Interpretação de reações adversas. As boas práticas clínicas nos ensaios com medicamentos. Aspectos éticos e legais dos ensaios farmaco-clínicos. Condução, monitoramento e auditoria dos ensaios farmacoclínicos.

27. Produção de Vacinas Terapêuticas e Preventivas Desenvolvimento de vacinas terapêuticas e preventiva, observando as tecnicas de isolamento, purificação, cultivo celular e utilização delaboratório de nível biológico 3. Analises imunológicas e de proteomica em animais e no homem. Testes clínicos com fases I,II, III e IV.

28. Química Orgânica e Biomolecular Características estruturais das biomoléculas. Ligações químicas e forças inter- e intramoleculares. Estequiometria: relações quantitativas nas reações químicas. Ácidos e Bases.

37 Efeitos da estrutura química sobre a reatividade de biomoléculas. Compostos organometálicos. Fotoquímica:transformação abiótica, degradação e fototransformação. Caracterização de compostos orgânicos: espectroscopia no infravermelho, ressonância magnética nuclear de próton e espectrometria de massas.

29. Reações de Hipersensibilidade Alérgica a Medicamentos Revisão dos Mecanismos imunológicos da hipersensibilidade. Introdução à alergia a medicamentos. Epidemiologia das reações alérgicas a medicamentos. Diagnóstico laboratorial das reações alérgicas a medicamentos. Manifestações cutâneas da alergia a fármacos.

30. Teoria e Prática de Anticorpos Monoclonais e Policlonais Embasamento teórico e prático para indução da resposta imune humoral em animais de laboratório; Avaliação da resposta obtida a produção e caracterização de anticorpos monoclonais e policlonais.

31. Terapia Gênica Recombinação molecular, genética do desenvolvimento, Genética do câncer, Análise da expressão gênica, Farmacoterapia experimental,Medicina genômica, Clonagem de expressão, Definição de Terapia Gênica: vacinas gênicas, anticorpos monoclonais, small interfering RNA, dentre outros. Mecanismos básicos da transferência de genes via vetores virais e não virais. Análise de polimorfismos, assinatura gênica e biomarcadores, dentre.Terapia gênica como ferramenta de estudo. Aspectos éticos e futuras perspectivas relacionadas com a terapia gênica..

32. Terapia Gênica e Celular Diversidade dos componentes do sistema imune; Complexo principal de histocompatibilidade; Vias regulatórias; Análises de sequenciamento; Sistemas computacionais; Base de dados do sistema imune; Modelagem estrutural; Modelagem matemática; Modelos laboratoriais.

33. Tópicos Avançados em Biotecnologia da Saúde

34. Trangênese e Nocaute Gênico em Animais de Experimentação Conhecimento atual sobre trangênese em animais de experimentação, em especial em camundongos, visando ao desenvolvimento de modelos experimentais de doenças humanas.

35. Validação Internacional de Instrumentos de Qualidade de Vida A avaliação da Qualidade Vida tem se tornando um parâmetro cada vez mais utilizado e valorizado na pesquisa clínica, tendo orientado nos últimos anos as decisões de médicos e pacientes, principalmente nas doenças crônico-degenerativa. . Na avaliação das intervenções para a melhora do estado de saúde, a qualidade de vida pode refletir aspectos que não eram analisados anteriormente, a ênfase era dada aos aspectos laboratoriais e clínicos, parâmetros estes que não refletiam a avaliação do ponto de vista do paciente. . Para avaliação da qualidade de vida destes pacientes se faz necessários a utilização de questionários que no Brasil temos poucos validados. . A criação ou a validação de questionários internacionais é uma etapa importante para a aplicação no nosso país com fases que compreende: tradução lingüística e cultural, aplicação e pesquisa científica. . A criação ou validação de questionários para estudo da qualidade de vida gera patente e marca possíveis de registro nacional e desenvolvimento de conhecimento nesta área. A.3.4 - Disciplinas Eletivas da Área de Biotecnologia Industrial

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1. Biologia Molecular Aplicada à Engenharia Química Engenharia genética e a produção de serviços e produtos. O impacto na geração de vacinas, drogas e outros produtos recombinantes. Discussão de tópicos básicos de biologia molecular e as relações com a engenharia genética.

2. Biorreatores Cinética enzimática. Cinética de processos bioquímicos: modelos não-estruturados e estruturados.Biorreatores: descontínuo, contínuo e descontínuo alimentado. Biorreatores ideais: equações de balanço material. Aeração e agitação de biorreatores. Instrumentação e controle de biorreatores. Biorreatores não-convencionais.

3. Biotratamento de Resíduos Biotecnologia e Meio Ambiente. Sistemas e Processos de Biorrecuperação. Biodegradação de Hidrocarbonetos. Tratamento Biológico de Gases. Monitoramento Ambiental. Elaboração de Projeto.

4. Caracterização e Viabilização de Suportes Poliméricos (Polissacarídeos) para Imobilização de Moléculas Biologicamente Ativas O objetivo da disciplina acima citada, visa o estudo mediante modificação química, seguida de caracterização química e fisico-química de substâncias poliméricas, com o intuito de serem utilizadas como suportes para imobilização de biomoléculas, tais como: proteinas, enzimas, antibióticos, etc., e assim, viabilizando esses polímeros como carreadores de drogas

5. Ciência e Inovação Transferência de conhecimento para a sociedade. Artigos científicos. Propriedade intelectual. Patentes. Transferência de tecnologia.

6. Engenharia de Processos Biotecnológicos Introdução, Células e Enzimas como Biocatalisadores, Cinética dos bioprocessos, Biorreatores, Fenômenos de Transporte nos Bioprocessos, Estudo de casos

7. Extração e Purificação de Biomoléculas Conceito de recuperação e purificação de biomoléculas (RPB). Relevância. Estrutura e propriedades de biomoléculas. Proteínas e polissacarídeos com atividade biológica, enzimas, hormônios e vacinas. Operações para processos de purificação primária, secundária e de polimento de produtos bioativos.

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8. Isolamento e Identificação de Fungos Produtores de Metabolitos Técnicas especiais para o isolamento de fungos. Técnicas de identificação de fungos. Meios de cultura específicos. Caracterização produtores de enzimas.

9. Microbiologia Industrial Identificação, atividades e caracterização de microrganismos, bactérias, leveduras e fungos. Meios de crescimento. Isolamento e classificação. Genética microbiana. Processos fermentativos industriais.

10. Planejamento de Experimentos Dados de planificação de experiências: planificação fatorial, escolha dos níveis de fatores. Método simplificado de planificação de uma experiência e otimização. Aplicações da metodologia de planos e otimização em problemas de tecnologia química.

11. Processos Biotecnológicos Introdução à Engenharia Bioquímica. Cinética Enzimática. Cinética Microbiana, Modelos Matemáticos aplicados às transformações enzimáticas e microbianas. Reatores Bioquímicos ideais. Aspectos relevantes de Fenômenos de transporte em Engenharia Bioquímica. Aeração e agitação. Ampliação de escala. Esterilização.

12. Prospecção Tecnológica Transferência de conhecimento para a sociedade. Artigos científicos. Propriedade intelectual. Patentes. Transferência de tecnologia. . Capacitar os alunos em prospecção tecnológica e em levantamento do estado da técnica para melhor alicerçar sua pesquisa e realizar prospecção tecnológica. Para isso serão dadas as bases de transferência de conhecimento científico para a sociedade através de propriedade intelectual e de serviços: artigos, patentes, marcas, contratos e outros, os resultados de pesquisa e desenvolvimentos com apropriação dos resultados.

13. Química de Carboidratos Métodos analíticos para identificação e determinação de monossacarídeos, oligossacarídeos, polissacarídeos; aplicações biotecnológicas.

14. Tópicos Avançados em Biotecnologia Análise e discussão de temas que abordem aspectos relevantes e atualizados em Biotecnologia industrial.