UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 52/2016

UFPB-CONSEPE-RES-52-2016
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Revoga a Resolução nº 80/2011 do Consepe, aprova e dá nova redação ao Regulamento e à Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia.

regime de transição: "será permitido ao aluno regularmente matriculado no Programa enquadrar-se nos termos desta Resolução, mediante solicitação formal"

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (28)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 79/2011 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando os termos da Resolução nº 79/2011 deste Conselho, que criou o Programa de Pós-Graduação Graduação Biotecnologia, Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia;” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 79/2013 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a necessidade de atualização acadêmico-administrativa acadêmico administrativa do atual Programa de Pós-Graduação Graduação em Biotecnologia aos termos da Resolução nº 79/2013, alterada pela Resolução nº 34/2014, ambas do Consepe;” fonte: texto · confiança média
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSUNI 44/2011 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Pesquisa e Extensão (Consepe), da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, em conformidade com a legislação islação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada pelo plenário, em reunião do dia 11 de agosto de 2016 (Processo nº...” fonte: texto · confiança alta
  • REVOGA (total) · sugestão
    Res. CONSEPE 38/2014 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo regulamento do mesmo programa — 'biotecnologia' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
  • REVOGA (total)
    Res. CONSEPE 80/2011 nesta norma: ementa → na outra: norma inteiraefeito desde 18/08/2016 · regime de transição: será permitido ao aluno regularmente matriculado no Programa enquadrar-se nos termos desta Resolução, mediante solicitação formal“Revoga a Resolução nº 80/2011 do Consepe, aprova e dá nova redação ao Regulamento e à Estrutura Acadêmica do Programa de PósPós Graduação em Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
23 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Portaria CNPQ 85/2011 em: Anexo I, art. 60“f) ter apresentado declaração na qual afirme ter observado, para elaboração da tese, as diretrizes do Relatório da Comissão de Integridade de Pesquisa do CNPq, instituída pela Portaria PO-085/2011...”
  • cita
    Res. CONSEPE 26/1999 em: Anexo I, art. 49“Art. 49. O Estágio Docência será obrigatório e constará da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do seu orientador e do professor da...”
  • cita
    Res. CONSEPE 34/2014 em: preâmbulo“Considerando a necessidade de atualização acadêmico-administrativa acadêmico administrativa do atual Programa de Pós-Graduação Graduação em Biotecnologia aos termos da Resolução nº 79/2013,...”
  • cita
    Res. CONSEPE 34/2014 em: Anexo I, art. 10“§3º Os membros constantes no item III, obedecendo ao Art. 3º do §2º da Resolução 34/2014, serão formados pelo corpo docente permanente de cada área de concentração do Programa, terão um mandato de...”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: art. 3º“Art. 3º. Em observância ao parágrafo único do Art. 96 do Anexo à Resolução nº 79/2013 do Consepe, será permitido ao aluno regularmente matriculado no Programa enquadrar-se nos termos desta...”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 8º“Art. 8º. No âmbito da administração superior, o regulamento da PPGBRENORBIO da UFPB obedecerá ao art.13 da Resolução 79/2013 do CONSEPE da UFPB.”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 9º“Art. 9º. O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, do Ponto Focal no Estado da Paraíba, pertencente à Rede Nordeste de Biotecnologia – RENORBIO, terá a seguinte organização...”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 10“Art. 10. O Colegiado do Programa de Pós-Graduação será composto pelos seguintes membros conforme Art. 14 da Resolução Nº 79/2013 do CONSEPE: I - coordenador;”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 11“Art. 11. Conforme o Art. 15 da Resolução CONSEPE Nº 79/2013, são atribuições do Colegiado do PPGB-RENORBIO: I - coordenar, orientar e acompanhar o funcionamento acadêmico, pedagógico, didático e...”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 12“§1º As atribuições do coordenador são as constantes no Art. 18 da Resolução nº 79/2013 do Consepe.”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 16“Art. 16. O programa está organizado para funcionar, conforme consta no Art. 22, do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba, Resolução nº 79/2013.”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 27“§1º Dentro dos prazos fixados pelo calendário escolar do Programa, todos os alunos regulares estarão obrigados a atender aos demais requisitos de matrícula especificados no Art. 50 da Resolução...”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 29“Art. 29. Alunos especiais são aqueles matriculados apenas em disciplinas isoladas, de acordo com o art. 170 do Regimento Geral da UFPB e dos Art. 40, 41, 42, e 43 da Resolução 79/2013 do Consepe da UFPB.”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 38“Art. 38. No caso de aluno estrangeiro, residente em outro país, a seleção será realizada pela Coordenação Geral do PPGB-RENORBIO, mediante referendo do Colegiado e segundo as normas da Resolução...”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 40“§5º Dentro dos prazos fixados pelo calendário escolar do Programa, todos os alunos regulares estarão obrigados a atender aos demais requisitos de matrícula especificados no art. 50 do Regulamento...”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 42“Art. 42. Será permitido trancamento, podendo ser em disciplinas isoladas, interrupção de estudos e cancelamento de matrículas, de acordo com os artigos de 55 a 58 da Resolução Consepe nº 79/2013.”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 60“§15. As demais menções para o julgamento final da defesa de tese serão seguidas conforme o Art. 83 da Resolução Consepe nº 79/2013.”
  • cita
    Res. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 61“Art. 61. A Obtenção do Grau e expedição do diploma será conduzida, segundo o Capítulo VII da Resolução Consepe nº 79/2013.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 13“Parágrafo único. As competências da secretaria são as constantes do Regimento Geral da UFPB e deste Regulamento.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 26“Art. 26. O corpo discente, constituído por todos os alunos matriculados nos PPGB-RENORBIO da UFPB, classificados como regular e especial, deverá comportarse considerando os direitos e deveres...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 28“Art. 28. Cada membro do corpo discente regular terá as seguintes obrigações, além dos deveres previstos pelo Regimento Geral da UFPB: I - ser assíduo, cumprindo rigorosamente as atividades...”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 29“Art. 29. Alunos especiais são aqueles matriculados apenas em disciplinas isoladas, de acordo com o art. 170 do Regimento Geral da UFPB e dos Art. 40, 41, 42, e 43 da Resolução 79/2013 do Consepe da UFPB.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 40“§7º As transferências de alunos de doutorado desta ou de outras IES, seguirão as normas estabelecidas pelo Regimento Geral da UFPB e pelo Regulamento Geral, desde”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

camada de texto do PDF oficial (pdftotext) · original (texto publicado no SIGRH; alterações posteriores não incorporadas)

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 28 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 65 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO Nº 52/2016 /2016

Revoga a Resolução nº 80/2011 do Consepe, aprova e dá nova redação ao Regulamento e à Estrutura Acadêmica do Programa de PósPós Graduação em Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia. O Conselho onselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, em conformidade com a legislação islação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada pelo plenário, em reunião do dia 11 de agosto de 2016 (Processo nº 23074.005616/2016-84) 23074.005616/2016 e Considerando os termos da Resolução nº 44/2011 do Consuni, que autorizou a criação, no âmbito da Universidade Universidade Federal da Paraíba, do Programa de Pós-Graduação Pós em Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia; Considerando os termos da Resolução nº 79/2011 deste Conselho, que criou o Programa de Pós-Graduação Graduação Biotecnologia, Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia; Considerando a necessidade de atualização acadêmico-administrativa acadêmico administrativa do atual Programa de Pós-Graduação Graduação em Biotecnologia aos termos da Resolução nº 79/2013, alterada pela Resolução nº 34/2014, ambas do Consepe;

R E S O L V E:

Art. 1º. Aprovar a nova redação do Regulamento e da Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação Graduação em Biotecnologia, em nível de Doutorado, sob a responsabilidade do Centro de Biotecnologia da UFPB. UFPB

Parágrafo único. O Programa de que trata o caput deste artigo ofertará oferta as seguintes áreas de concentração, com as respectivas linhas de pesquisa: 1) Biotecnologia em Agropecuária, Agropecuária que abrange as linhas de pesquisa “Genética e Transgênese”, “Conservação Conservação e Multiplicação de Germoplasma” e “Sanidade”; 2) Biotecnologia em Recursos Naturais, Naturais com as linhas “Bioprospecção, Bioprospecção, Biodiversidade e Conservação” e “ Purificação, Caracterização e Produção de Insumos Biotecnológicos em Sistemas Heterólogos”;; 3) Biotecnologia em Saúde, com a linha “Desenvolvimento Desenvolvimento

de Agentes Profiláticos, Terapêuticos e Testes Diagnósticos”; e 4) Biotecnologia Industrial, com a linha “Bioprocessos”.

Art. 2º. O novo Regulamento e a nova Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, anexos, passam a fazer parte da presente Resolução.

Art. 3º. Em observância ao parágrafo único do Art. 96 do Anexo à Resolução nº 79/2013 do Consepe, será permitido ao aluno regularmente matriculado no Programa enquadrar-se nos termos desta Resolução, mediante solicitação formal.

Art. 4º. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua assinatura, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 18 de agosto de 2016.

Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente

ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 52/2016 DO CONSEPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA (PPGB-RENORBIO) DA REDE NORDESTE DE BIOTECNOLOGIA (RENORBIO), EM NÍVEL DE DOUTORADO, SOB A RESPONSABILIDADE DO CENTRO DE BIOTECNOLOGIA

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA

Art. 1º. A UFPB, por meio do Centro de Biotecnologia, oferta o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGB-RENORBIO), em nível de doutorado, destinado à formação de docentes e pesquisadores na área de Biotecnologia.

Parágrafo único. O PPGB-RENORBIO representa, no Estado da Paraíba, a sede Nucleadora da Pós-Graduação da Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO).

Art. 2º. O PPGB-RENORBIO está associado a várias Instituições de Ensino e Pesquisa da Região Nordeste e do Estado do Espírito Santo, como Ponto Focal e Instituição Nucleadora da RENORBIO, conforme publicação no DOU número 162, de 22 de agosto de 2013, páginas 15 e 16.

§1º O Ponto Focal, como é o caso do PPGB-RENORBIO, é a instituição responsável pela administração dos Docentes e Discentes vinculados às Instituições Nucleadoras e Colaboradoras estaduais e neste particular, o PPGB-RENORBIO é a Instituição representante do Estado da Paraíba junto ao Colegiado Geral da Rede.

§2º Instituições Nucleadoras são instituições diplomadoras, cujos coordenadores fazem parte do Colegiado Geral da RENORBIO.

§3º O Colegiado Geral é composto pelos Pontos Focais e pelas Instituições nucleadoras.

§4º Instituições Colaboradoras são as Instituições do Estado, indicadas pelo Colegiado do PPGB-RENORBIO, que participam de forma sistemática das atividades do Programa, disponibilizando infraestrutura adequada e recursos humanos, como membros do corpo Docente (permanentes, visitantes e colaboradores), além do oferecido exclusivamente pelas Instituições Nucleadoras.

§5º As Instituições Colaboradoras da Paraíba poderão ser credenciadas ou descredenciadas no PPGB-RENORBIO, de acordo com o Colegiado Geral da RENORBIO e aprovação do Conselho Diretor da RENORBIO.

Art. 3º. São objetivos gerais do PPGB-RENORBIO:

I - a formação de pessoal qualificado para o exercício da pesquisa e do magistério superior, considerados indissociáveis no campo da Biotecnologia;

II - incentivo à pesquisa na área da Biotecnologia, sob uma perspectiva multi e interdisciplinar;

III- a produção, difusão e aplicação do conhecimento da Biotecnologia na realidade econômica e cultural do estado da Paraíba e na região Nordeste do país.

Art. 4º. As linhas de pesquisa constituem o eixo principal das atividades acadêmico científicas do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia.

Art. 5º. O PPGB-RENORBIO possui as seguintes Áreas de Concentração: Biotecnologia em Saúde, Biotecnologia em Agropecuária, Biotecnologia em Recursos Naturais e Biotecnologia Industrial.

Parágrafo único. Novas áreas de concentração poderão ser criadas de acordo com a necessidade do PPGB-RENORBIO.

Art. 6º. O PPGB-RENORBIO poderá desenvolver atividades em uma ou mais áreas de concentração, de acordo com o perfil dos pesquisadores vinculados ao mesmo.

Parágrafo único. As Instituições associadas ao PPGB-RENORBIO deverão disponibilizar pesquisadores para compor o Corpo Docente do Programa nas áreas de concentração.

Art. 7º. A Coordenação Geral e secretaria do Programa da RENORBIO têm endereço itinerante, e poderá ser sediada no PPGB-RENORBIO, em função da deliberação do Colegiado Geral da RENORBIO.

Parágrafo único. A sede será definida, a cada dois anos, pelo Colegiado Geral da RENORBIO, podendo este período ser prorrogado por mais dois anos, a critério do Colegiado Geral da RENORBIO.

TÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO GERAL DO PROGRAMA

CAPÍTULO I DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR

Art. 8º. No âmbito da administração superior, o regulamento da PPGBRENORBIO da UFPB obedecerá ao art.13 da Resolução 79/2013 do CONSEPE da UFPB.

CAPÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E ADMINISTRAÇÃO

Art. 9º. O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, do Ponto Focal no Estado da Paraíba, pertencente à Rede Nordeste de Biotecnologia – RENORBIO, terá a seguinte organização didático-administrativa e funcionamento na UFPB em conformidade com Art. 13 da Resolução Nº 79/2013 do Consepe:

I - um colegiado do Programa, como órgão superior deliberativo;

II - uma coordenação, como órgão executivo do Colegiado;

III - uma secretaria, como órgão de apoio administrativo;

IV - uma representação setorial de cada área de concentração, que atuará como assessora consultiva e representativa do Colegiado;

V - uma comissão de bolsa, como órgão consultivo do Colegiado.

Seção I Do Colegiado do Programa

Art. 10. O Colegiado do Programa de Pós-Graduação será composto pelos seguintes membros conforme Art. 14 da Resolução Nº 79/2013 do CONSEPE:

I - coordenador;

II - vice-coordenador;

III - Pelo menos um representante setorial de cada área de concentração, do corpo docente permanente, escolhido por seus pares;

IV - um representante técnico-administrativo do corpo de servidores designados para atuar no programa de pós-graduação;

V - um representante do corpo docente colaborador, juntamente com um suplente;

VI - pela representação discente, na proporção de 1/5 (um quinto) do total de membros do Colegiado.

§1º A eleição de membros do Colegiado, visando a sua renovação, será convocada pelo respectivo Coordenador na forma deste Regulamento, até 30 (trinta) dias antes do término do mandato a vencer.

§2º Os membros constantes nos itens I e II serão eleitos pelo corpo docente, discente e de funcionários do PPGB-RENORBIO, para um mandato de dois anos, podendo ser reconduzido apenas uma vez por igual período, sendo informado ao Colegiado Geral do Programa como representantes Estadual do Ponto Focal da Paraíba.

§3º Os membros constantes no item III, obedecendo ao Art. 3º do §2º da Resolução 34/2014, serão formados pelo corpo docente permanente de cada área de concentração do Programa, terão um mandato de dois anos.

§4º O membro constante no item IV, e seu suplente, serão escolhidos pela coordenação entre os servidores designados para atuar no programa de pós-graduação, para um mandato de um ano, permitida a recondução para um mandato consecutivo.

§5º O membro constante no item V, e seu suplente, serão eleitos pelos seus pares colaboradores do Programa e terá o mandato de dois anos, permitida a recondução para um mandato consecutivo.

§6º O membro constante no item VI, e seu suplente, serão eleitos pelo corpo discente regularmente matriculado no Programa e terá mandato de um ano, permitida a recondução para um mandato consecutivo.

§7º Para o disposto no §3º deste artigo, entende-se também como membro titular, o coordenador e membro suplente, o vice-coordenador, junto ao Colegiado Geral do Programa, que é o órgão deliberativo interinstitucional da Pós-graduação da Rede Nordeste de Biotecnologia- RENORBIO.

Art. 11. Conforme o Art. 15 da Resolução CONSEPE Nº 79/2013, são atribuições do Colegiado do PPGB-RENORBIO:

I - coordenar, orientar e acompanhar o funcionamento acadêmico, pedagógico, didático e orçamentário do programa;

II - aprovar, em primeira instância, alterações no regulamento e estrutura acadêmica do programa;

III – aprovar, em primeira instância, a criação e modificação de linhas de pesquisa com base nos recursos humanos e na produção científica existentes;

IV - aprovar as indicações de professores internos ou externos à instituição, em comissão ou isoladamente, para cumprirem atividades concernentes a:

a) seleção de candidatos;

b) orientação acadêmica;

c) orientação de trabalho final;

d) avaliação de projeto de trabalho final;

e) exame de adaptação curricular;

f) exames de qualificação;

g) exame de trabalho final;

h) reconhecimento de títulos de pós-graduação obtidos em instituições estrangeiras encaminhadas pela PRPG; outros interesses do programa.

V - decidir sobre proposta apresentada por comissão constituída para o cumprimento das alíneas do inciso IV deste artigo;

VI - homologar nomes de docentes indicados individualmente ou em comissões pelo coordenador para lhes prestarem apoio no desempenho de suas atribuições;

VII - homologar e encaminhar os pedidos de credenciamento, descredenciamento e recredenciamento de docentes, segundo categorias descritas no

Art. 13 deste regulamento, ao Colegiado Geral da RENORBIO, desde que atenda aos critérios estabelecidos pelo Comitê da Área de Biotecnologia da Capes;

VIII - estabelecer normas quanto ao limite máximo de orientandos por orientador, observada as recomendações do comitê da área de Biotecnologia da Capes;

XIX - fixar o número máximo de vagas no programa para o período seguinte, com base na capacidade instalada do quadro docente para orientação de trabalho final;

X - decidir sobre documentos e critérios a serem utilizados na seleção dos candidatos ao Programa, apresentados em edital próprio;

XI - aprovar o edital de seleção para a admissão de novos(as) alunos(as) do programa;

XII - definir a oferta de disciplinas em cada período letivo;

XIII - decidir sobre o aproveitamento de créditos obtidos em outros Programas de Pós-Graduação de Instituições nacionais ou estrangeiras nos limites estabelecidos por este regulamento;

VIV - decidir sobre a equivalência de disciplinas de pós-graduação, cursadas na UFPB ou em outras Instituições de Ensino Superior (IES), desde que em curso credenciado, com disciplinas da estrutura acadêmica do programa;

XV - decidir sobre a aceitação de créditos obtidos em outros programas de pósgraduação da UFPB ou de outra IES, desde que o curso seja credenciado;

XVI - homologar os pareceres de comissões examinadoras relativos aos processos de reconhecimento de títulos de pós-graduação obtidos em instituições estrangeiras encaminhadas pela PRPG;

XVII - propor a criação, alteração e extinção de disciplinas constantes da Estrutura Acadêmica do Programa;

XVIII - decidir sobre a admissão de alunos especiais;

XIX - decidir sobre a aceitação de aluno(a) de convênio firmado pela UFPB ou de acordo internacional do governo federal, com base na capacidade instalada do quadro docente para orientação de trabalho final;

XX - decidir sobre a transferência de alunos(as) segundo critérios específicos estabelecidos nas normas em vigor;

XXI - decidir sobre o desligamento de alunos(as), nos casos previstos nas normas em vigor;

XXII - decidir sobre os pedidos de interrupção de estudos, nos casos previstos nas normas em vigor;

XXIII - analisar e decidir sobre as solicitações de alunos, para realização de qualificação e Defesa de Tese;

XXIV - acompanhar os indicadores de desempenho e produtividade dos docentes do Programa junto à Comissão de Acompanhamento e Avaliação Executiva da RENORBIO;

XXV - analisar e decidir, na época devida, sobre os relatórios do Programa a serem encaminhados aos órgãos superiores das Universidades Associadas, e aos órgãos de financiamento e de fomento à pesquisa;

XXVI - apreciar o relatório anual das atividades do programa;

XXVII - analisar e decidir, previamente, sobre os planos de utilização de recursos financeiros vinculados ao Programa;

XXVIII - apreciar o plano de aplicação de recursos financeiros atribuídos ao programa, elaborado pela coordenação;

XXIX - homologar as distribuições , renovações e os cancelamentos de bolsas de estudo realizada pela comissão de bolsas do programa, referentes às cotas concedidas pelas agências de fomento e pela UFPB;

XXX - propor convênios e acordos de cooperação;

XXXI - homologar pedidos de credenciamento de novas Instituições Colaboradoras no Estado a serem encaminhadas ao Colegiado Geral do Programa de Pós-graduação da RENORBIO;

XXXII - implantar determinações emanadas dos órgãos superiores da UFPB;

XXXIII - apreciar, quando for o caso, as sugestões encaminhadas por escrito por colegiados departamentais, conselhos de centro, professores e alunos(as), relativas ao funcionamento do programa;

XXXIV - opinar sobre infrações disciplinares e encaminhá-las, quando for o caso, aos órgãos competentes;

XXXV - decidir sobre requerimentos e recursos a ele impetrados.

§1º Para o cumprimento do disposto nas alíneas c e d do inciso IV deste artigo, entende-se por trabalho final a Tese.

§2º As decisões do Colegiado do Programa se darão por maioria simples, observando-se o quórum de, no mínimo, 50% mais um, de seus membros.

§3º O Colegiado do Programa reunir-se-á na modalidade, ordinariamente ao menos uma vez por mês ou extraordinariamente, quando convocado pelo seu Presidente ou por 2/3 (dois terços) de seus membros, com a presença da maioria de seus membros e deliberará por maioria simples de votos dos membros presentes.

§4º O Colegiado do Programa poderá convocar Assembleia Geral, de caráter consultivo, com participação de todo corpo docente, discente e de funcionário, para discutir assuntos de interesse geral.

a) Quando convocada, a Assembleia Geral reunir-se-á com a presença de metade mais um de seus membros, em primeira convocação, e, após 30 minutos, em segunda convocação, com qualquer número.

Seção II Da Coordenação do Programa

Art. 12. A coordenação do programa de pós-graduação assegura a organização e o funcionamento do Colegiado e, ao mesmo tempo, responde pela execução de suas decisões e pela aplicação de suas diretrizes.

§1º As atribuições do coordenador são as constantes no Art. 18 da Resolução nº 79/2013 do Consepe.

§2º O Vice-Coordinador auxiliará o Coordenador nas atividades acadêmicoadministrativas e o substituirá em suas faltas ou impedimentos nas representações do

Programa nos colegiados e reuniões Institucionais, assim como, nas Representações Estadual do Ponto Focal da Paraíba, junto ao Colegiado Geral da RENORBIO.

Seção III Da Secretaria do Programa

Art. 13. A secretaria do programa de pós-graduação dará apoio administrativo, incumbindo-lhe as funções burocráticas e do controle acadêmico direto.

Parágrafo único. As competências da secretaria são as constantes do Regimento Geral da UFPB e deste Regulamento.

Art. 14. Compete ao(à) secretário(a), além de outras atribuições conferidas pelo coordenador:

I - proceder ao recebimento, à distribuição e ao controle da tramitação da correspondência oficial e de outros documentos conforme normas administrativas da UFPB, organizando-os e mantendo-os atualizados;

II - organizar e manter coletâneas de portarias, resoluções, regulamentos, instruções normativas, leis, decretos e outras normas do interesse do programa;

III - informar aos docentes e aos discentes sobre as atividades da coordenação;

IV - organizar os processos de inscrição e de matrícula dos candidatos e alunos(as);

V - manter em arquivo os documentos de inscrição dos candidatos e de matrícula dos alunos(as);

VI - manter atualizado um arquivo dos trabalhos finais, bem como dos respectivos projetos e de toda a documentação de interesse do programa;

VII - manter atualizado o cadastro do corpo docente e discente;

VIII - manter atualizado o sistema de gestão de informação acadêmica com as informações pertinentes ao programa de pós-graduação;

XIX - secretariar a elaboração dos relatórios anuais necessários à avaliação do programa no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação e encaminhá-lo à CGPG, dentro dos prazos por ela estabelecidos.

XX - secretariar as reuniões do colegiado, os exames de qualificações e defesas de trabalho final.

CAPÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO GERAL DO PROGRAMA

Art. 15. O programa de pós-graduação em Biotecnologia (nível de Doutorado) está estruturado nas seguintes áreas de concentração e linhas de pesquisa:

I - Biotecnologia em Agropecuária: a - Genética e Transgênese; b - Conservação e Multiplicação de Germoplasma;

c - Sanidade;

II - Biotecnologia em Recursos Naturais: a - Bioprospecção, Biodiversidade e Conservação; b - Purificação, Caracterização e Produção de Insumos Biotecnológicos em Sistemas Heterólogos;

III - Biotecnologia em Saúde:

a - Desenvolvimento de Agentes Profiláticos, Terapêuticos e Testes Diagnósticos.

IV - Biotecnologia Industrial: a - Bioprocessos.

Parágrafo único. A critério do Colegiado Geral, e submetida ao Consepe para aprovação, poderá ser criada nova área de concentração e linha de pesquisa.

Art. 16. O programa está organizado para funcionar, conforme consta no Art. 22, do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba, Resolução nº 79/2013.

Parágrafo único. O PPGB-RENORBIO oferecerá dois períodos acadêmicos por ano civil.

CAPÍTULO IV DA CONSTITUIÇÃO DO CORPO DOCENTE

Seção I Classificação do Corpo Docente

Art. 17. O corpo docente do Programa será constituído por docentes e pesquisadores com título de Doutor obtido ou reconhecido em instituições credenciadas e habilitadas pela CAPES/MEC, que atendam aos requisitos indicados pelo Colegiado Geral da RENORBIO quanto à qualificação e produção técnico-científica que constituirá as seguintes categorias:

a) Docentes Permanentes – docentes ou pesquisadores vinculados ao Programa e com dedicação integral às atividades de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão;

b) Docentes Visitantes – docentes ou pesquisadores com vínculo funcional com outras instituições, que sejam liberados das atividades correspondentes a tal vínculo, convidados, por indicação do Colegiado Geral do Programa, para participar das atividades de ensino, orientação e pesquisa no curso, por um período contínuo de tempo e em regime de dedicação integral;

c) Docentes Colaboradores – docentes ou pesquisadores convidados por indicação do Colegiado Geral do Programa que não se enquadram nem como docentes permanentes nem como visitantes, mas que participam de forma sistemática de atividades do Programa, independente de terem vínculo ou não com a Instituição.

§1º Os docentes vinculados a Instituições Consorciadas a RENORBIO, selecionados e cadastrados pelo Colegiado Geral da RENORBIO, poderão participar de coorientações.

§2º A critério do Colegiado Geral da RENORBIO, docentes e pesquisadores doutores com atuação internacional de notório saber poderão integrar o corpo docente de colaboradores do Programa.

Seção II Do Credenciamento e Descredenciamento do Corpo Docente

Art. 18. Para integrar o corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, o docente e/ou pesquisador precisará ser credenciado pelo Colegiado Geral da RENORBIO, com base em parecer de um dos seus membros, indicado pelo

Coordenador Geral para esta finalidade, conforme critérios definidos pelo Comitê de Área de Biotecnologia da Capes.

§lº A solicitação de ingresso como docente será realizada por meio de formulário, acrescido pelo currículo “lattes”, dirigida ao Coordenador Estadual do Programa, que por sua vez, encaminhará ao Colegiado Geral do Programa, para apreciação do candidato.

§2º O credenciamento dos membros do corpo docente tem validade pelo período de quatro anos, ao final do qual é feita uma avaliação do desempenho do docente, segundo indicadores disponibilizados pela Capes.

§3º Para a renovação do credenciamento, cada docente será avaliado pelo Colegiado Geral do Programa, quanto à produção científica e de inovação.

§4º O docente poderá ser desligado antes do vencimento do prazo, mediante solicitação do próprio ou por decisão do Colegiado Geral do Programa, em função de sua produção acadêmico-científica consideravelmente abaixo da média dos demais professores membros do Programa e conforme os critérios da Capes.

Art. 19. Docentes permanentes constituem o núcleo principal de docentes do programa e deverão atender aos seguintes requisitos:

I - desenvolver atividades de ensino na pós-graduação e graduação;

II - participar de projeto(s) de pesquisa do programa;

III - orientar alunos do programa;

IV - ter vínculo funcional ou acadêmico com a UFPB;

V - manter regime de dedicação integral à instituição, caracterizada pela prestação de quarenta horas semanais de trabalho, admitindo-se que parte não majoritária desses docentes tenha regime de dedicação parcial.

§1º Docentes que não atendam ao inciso I e/ou V do caput deste artigo poderão fazer parte do quadro de docentes permanentes do programa nas seguintes situações: quando estiverem exercendo cargos de direção (CD) ou funções gratificadas (FG); quando da não programação de disciplina sob sua responsabilidade; afastamento para a realização de estágio pós-doutoral, estágio sênior ou atividades consideradas relevantes pelo colegiado do programa, em todos os casos, desde que atendidos todos os demais requisitos fixados por este artigo para tal enquadramento.

§2º Em caráter excepcional, consideradas as especificidades de áreas, poderão ser considerados como docentes permanentes professores e ou profissionais que, mesmo não tendo vínculo funcional com a UFPB, enquadrem-se na condição especial de professor ou pesquisador aposentado, com termo de compromisso firmado com a instituição para participar como docente do programa; e/ou ter sido cedido mediante convênio para atuar como docente do programa.

§3º Docentes ou pesquisadores, que não tem vínculo funcional com a UFPB, mas estão vinculados academicamente, a partir das Instituições Colaboradoras da Rede no Estado da Paraíba, poderão fazer parte da PPGB-RENORBIO da UFPB, desde que sejam credenciados, segundo o Art. 18 desta Resolução.

Art. 20. Docentes visitantes compreendem os docentes ou pesquisadores com vínculo funcional com outras instituições que sejam liberados das atividades correspondentes a tal vínculo para colaborarem, por um período contínuo de tempo e em regime de dedicação integral, em projeto de pesquisa, podendo desenvolver atividades de ensino, orientação e extensão, de acordo com o plano aprovado pelo colegiado.

Parágrafo único. Enquadram-se como visitantes os docentes que atendam ao estabelecido no caput deste artigo e tenham sua atuação no programa viabilizada por

contrato de trabalho por tempo determinado com a instituição ou por bolsa concedida, para esse fim, por essa instituição ou por agência de fomento.

Art. 21. Integram a categoria de docentes colaboradores os demais membros do corpo docente do programa que não atendam a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes ou como visitantes, mas que participem de forma sistemática do desenvolvimento de projetos de pesquisa ou atividades de ensino ou extensão e ou da orientação de estudantes, independentemente do fato de possuírem ou não vínculo com a instituição, conforme Art. 19 desta Resolução.

Seção III Do Orientador: Indicação e Atribuições

Art. 22. Será garantido a todo aluno de pós-graduação da UFPB um orientador.

§1º O orientador de que trata o caput deste artigo será escolhido dentre os membros do corpo docente credenciados no PPGB-RENORBIO.

§2º Havendo necessidade, competirá ao coordenador fazer a indicação do orientador, em comum acordo com o aluno e o docente orientador, para a subsequente homologação do colegiado do ponto focal.

§3º O orientador do aluno deverá manifestar, formal e previamente à matrícula institucional desse aluno, sua concordância na orientação.

§4º De acordo com a natureza do trabalho, poderá ser designado pelo orientador, um coorientador, que deverá encaminhar justificativa, acrescido de cópia do currículo “lattes” do pretenso coorientador ao colegiado do ponto focal, além da concordância do aluno.

§5º O aluno poderá ter um segundo orientador, designado pelo colegiado do ponto focal e justificada a natureza interdisciplinar do trabalho.

§6º Para efeito do parágrafo anterior, o segundo orientador será um docente ou pesquisador doutor interno ou externo à UFPB, com produção científica complementar à temática interdisciplinar da pesquisa, com a mesma responsabilidade do orientador.

§7º Para efeito do §4º deste artigo, o coorientador será um doutor docente do Programa ou de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da UFPB ou de outra Instituição de Ensino Superior (IES), bem como profissional de qualificação e experiência em campo pertinente a proposta do curso, indicado pelo orientador, em comum acordo com o aluno, para auxiliá-lo na orientação, com a aprovação do colegiado do ponto focal.

§8º No caso de haver mais de um orientador, incluídos os casos das modalidades de doutorado sanduíche e cotutela, todos os orientadores deverão declarar formalmente sua anuência com a orientação conjunta.

§9º Em caso de ausência do(s) orientador(es) da instituição, por período superior a três meses, verificada a necessidade, o colegiado do ponto focal deverá indicar um membro do corpo docente credenciado para supervisionar as atividades desenvolvidas pelo aluno no programa.

§10 Em caso de descredenciamento do orientador, deverá ser escolhido um novo orientador nos termos do caput deste artigo.

Art. 23. Compete ao orientador:

I - assistir o orientando no planejamento de seu programa acadêmico de estudo;

II - assistir o orientando na escolha de disciplinas no ato de cada matrícula;

III - autorizar o orientando a encaminhar o projeto de trabalho final para aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da UFPB, quando tratar-se de pesquisa envolvendo seres humanos e/ou da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da UFPB, quando tratar-se de pesquisa com animais;

IV- assistir o orientando na preparação do projeto de trabalho final;

V - acompanhar e avaliar o desempenho do orientando nas atividades acadêmicas;

VI - diagnosticar problemas e dificuldades que estejam interferindo no desempenho do orientando e orientá-lo na busca de soluções;

VII - emitir, por solicitação do coordenador do programa, parecer prévio em processos iniciados pelo orientando para apreciação do colegiado;

VIII - autorizar, a cada período letivo, a matrícula do orientando(a), de acordo com o estabelecido no planejamento de seu programa acadêmico de estudo;

IX - propor ao colegiado o desligamento do orientando que não cumprir o seu programa acadêmico de estudos previamente planejado, assegurando-lhe ampla defesa;

X - escolher, de comum acordo com o orientando, quando se fizer necessário, um coorientador de trabalho final;

XI - acompanhar o orientando na execução da tese, em todas suas etapas, fornecendo os subsídios necessários e permanecendo disponível para as consultas e discussões que lhe forem solicitadas;

XII - recomendar a apresentação da qualificação e da defesa do trabalho final pelo orientando;

XIII - autorizar o orientando no caso de cumprimento de créditos complementares;

XIV - avalizar, quando necessário, os procedimentos de trancamento e interrupção de estudos do orientando;

XV - tomar conhecimento no caso dos procedimentos administrativos de desligamento e abandono de seu orientando;

XVI - sugerir nomes para a composição das bancas examinadoras e acompanhar a preparação das sessões de qualificação e de defesa de tese;

XVII - apreciar o relatório final das atividades acadêmicas do orientando, a ser homologado pelo colegiado;

XVIII - atestar o cumprimento das alterações exigidas pela banca examinadora de trabalho final na entrega dos exemplares definitivos, quando couber.

Art. 24. Faculta-se ao aluno o direito de mudança de orientador com a anuência do orientador corrente e do novo orientador, com aprovação pelo colegiado do ponto focal.

Parágrafo Único. Em caso de não haver concordância entre os orientadores, assim como, entre o orientando e o orientador, competirá ao colegiado do ponto focal a decisão final.

Art. 25. Faculta-se ao orientador o direito de abdicar da orientação do aluno, mediante justificativa e aprovação pelo colegiado.

CAPÍTULO V DO CORPO DISCENTE

Art. 26. O corpo discente, constituído por todos os alunos matriculados nos PPGB-RENORBIO da UFPB, classificados como regular e especial, deverá comportarse considerando os direitos e deveres definidos no Regimento Geral da UFPB.

Seção I Dos Alunos Regulares

Art. 27. Serão considerados alunos regulares de pós-graduação todos os discentes que tenham realizado a matrícula prévia após sua aprovação e classificação no processo seletivo ou aqueles admitidos por transferência por decisão colegiada do programa e que, a cada início de período letivo, se matriculem regularmente, de acordo com o calendário divulgado pela coordenação do PPGB-RENORBIO.

§1º Dentro dos prazos fixados pelo calendário escolar do Programa, todos os alunos regulares estarão obrigados a atender aos demais requisitos de matrícula especificados no Art. 50 da Resolução Consepe nº 79/2013.

§2º É vedada a matrícula simultânea em mais de um curso de mestrado ou de doutorado na UFPB.

Art. 28. Cada membro do corpo discente regular terá as seguintes obrigações, além dos deveres previstos pelo Regimento Geral da UFPB:

I - ser assíduo, cumprindo rigorosamente as atividades planejadas juntamente com o orientador;

II - participar das atividades acadêmicas oficiais do programa;

III - acatar as propostas acadêmicas e sugestões do orientador;

IV - dedicar-se ao desenvolvimento de seu trabalho final, sob a supervisão do(s) orientador(es);

V - encaminhar o projeto de tese que se constituir em pesquisa envolvendo seres humanos e ou animais, previamente ao seu desenvolvimento, para a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da UFPB ou de Instituição associada, em consonância com as diretrizes e normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Saúde e/ou pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA);

VI - apresentar à coordenação do programa o exemplar do trabalho final;

VII - realizar estágios de docência I e II, independente de ser ou não bolsista.

Parágrafo único. O não atendimento, por parte do aluno, das obrigações indicadas nos incisos deste artigo implicará sanções disciplinares previstas no Regimento Geral da UFPB, quando couber.

Seção II Dos Alunos Especiais

Art. 29. Alunos especiais são aqueles matriculados apenas em disciplinas isoladas, de acordo com o art. 170 do Regimento Geral da UFPB e dos Art. 40, 41, 42, e 43 da Resolução 79/2013 do Consepe da UFPB.

§1º Não será permitida matrícula de graduandos como alunos especiais nesse Programa, mas poderão se matricular mestres ou doutorandos.

§2º O aluno especial poderá cursar um máximo de 15% dos 48 créditos que são necessários para a integralização das disciplinas desse Programa.

CAPÍTULO VI DA ADMISSÃO AO PROGRAMA

Seção I

Da Inscrição

Art. 30. A inscrição para o processo de seleção, que visa à admissão anual de uma ou mais turmas ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, terá seu período determinado em Editais próprios pelo Colegiado Geral do Programa.

Art. 31. Poderão inscrever-se, em cada Coordenação Estadual, via Sistema Acadêmico Eletrônico apropriado, para a seleção do Programa, portadores de diploma de curso de nível superior, reconhecido pelo CNE/MEC a critério do Colegiado Geral.

Parágrafo único. Não será considerado pré-requisito para ingressar no PPGBRENORBIO, ser o candidato portador de Diploma de Mestrado.

Art. 32. O Colegiado Geral do Programa, bem como as Nucleadoras, fixará, fazendo constar no Edital de seleção, o número de vagas em cada linha de pesquisa, levando em consideração a capacidade de orientação do corpo docente, distribuído por Instituições associadas.

Art. 33. Para a inscrição dos candidatos à seleção do Programa, exigir-se-ão:

I – requerimento ao coordenador, solicitando a inscrição no processo seletivo;

II - formulário de inscrição devidamente preenchido, assinado e contendo uma fotografia 3x4 recente;

III - cópia do Diploma de Graduação ou documento equivalente, desde que emitidos por instituições credenciadas pelo CNE/MEC;

IV - histórico escolar da graduação;

V - cópia de documento comprobatório de identidade;

VI- prova de estar em dia com suas obrigações militares e eleitorais, no caso do candidato brasileiro;

VII- curriculum vitae com a produção acadêmica devidamente comprovada, em plataforma Lattes;

VIII - Proposta de pesquisa.

§lº Além dos documentos constantes no caput deste artigo, poderão ser solicitados outros documentos, a critério do Colegiado Geral do Programa, que deverão ser especificados no Edital de seleção.

§2º A Coordenação do PPGB-RENORBIO da UFPB, homologará o pedido de inscrição do candidato, em vista da documentação apresentada, e informará à Coordenação Geral.

§3º Será obrigatória à apresentação dos documentos, de acordo com a especificação do Edital ou Chamada Pública de seleção.

Art. 34. A admissão ao PPGB-RENORBIO da UFPB será realizada após o processo de seleção, o qual será cumulativamente eliminatório e classificatório.

§lº Uma vez selecionado, o aluno deverá realizar a sua matrícula na sede da Instituição a qual está vinculado o seu orientador e permanecerá a ela ligado até o final do Curso.

§2º O aluno selecionado também deverá se matricular no portal da RENORBIO, para garantir seu vínculo formal com a Rede, passando a ter acesso a toda a estrutura acadêmica e de laboratórios dos pontos focais.

Seção II Da Seleção

Art. 35. A admissão ao PPGB-RENORBIO será realizada após o processo de seleção, de candidato vinculado à Nucleadora, o qual será cumulativamente eliminatório e classificatório.

Art. 36. A seleção de discentes do PPGB-RENORBIO será vinculada ao processo de seleção constante nos Editais da Secretaria Geral do Programa de Pósgraduação da RENORBIO e constará de, no mínimo:

I - Análise do Curriculum Vitae;

II - Análise da proposta de pesquisa.

Parágrafo único. Outras etapas poderão ser adicionadas ao Edital ou Chamada Pública do processo seletivo do PPGB-RENORBIO, a critério do Colegiado do Programa.

Art. 37. A seleção dos candidatos inscritos estará a cargo de uma comissão composta de docentes da RENORBIO.

Art. 38. No caso de aluno estrangeiro, residente em outro país, a seleção será realizada pela Coordenação Geral do PPGB-RENORBIO, mediante referendo do Colegiado e segundo as normas da Resolução Consepe nº 79/2013.

Art. 39. Os resultados dos processos seletivos são divulgados amplamente após cada etapa, admitindo-se recurso em prazo estabelecido nos Editais de Seleção.

Seção III Da Matrícula

Art. 40. O candidato aprovado e classificado na seleção deverá efetuar sua matrícula no Portal eletrônico da RENORBIO, nos prazos fixados do calendário escolar, recebendo um número de inscrição que o identificará como aluno regular da Rede.

§1º O candidato vinculado ao docente da Nucleadora UFPB, também deve se matriculará Institucionalmente, encaminhando a documentação necessária para efetivação de sua matrícula.

§2º A não efetivação da matrícula prévia, no prazo fixado, implicará a desistência do candidato em matricular-se no Programa, perdendo todos os direitos adquiridos pela aprovação e classificação no processo de seleção.

§3º No ato da matrícula, o aluno deverá apresentar cópia autenticada do diploma do curso de graduação.

§4º Serão também considerados alunos regulares desse Programa, os discentes admitidos por transferência, segundo decisão colegiada do Programa.

§5º Dentro dos prazos fixados pelo calendário escolar do Programa, todos os alunos regulares estarão obrigados a atender aos demais requisitos de matrícula especificados no art. 50 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu da Universidade Federal da Paraíba, Resolução nº 79/2013.

§6º Também serão considerados alunos regulares de pós-graduação, os discentes admitidos por transferência, a partir de decisão colegiada do Programa.

§7º As transferências de alunos de doutorado desta ou de outras IES, seguirão as normas estabelecidas pelo Regimento Geral da UFPB e pelo Regulamento Geral, desde

que haja vaga no Programa e disponibilidade de orientador, ressalvado o disposto pela legislação federal.

§8º Para a contagem do tempo de aluno transferido, será considerada a partir da data da matrícula no Programa de origem, devendo a transferência ser comunicada à UFPB para mudança no registro do estudante.

§9º O estudante transferido deverá obter, nas disciplinas do Programa, no mínimo, 3/5 (três quintos) dos créditos exigidos, independente do número de créditos obtidos na Instituição de origem.

Art. 41. Na época fixada no calendário escolar, antes do início de cada período letivo, cada aluno fará, junto à nucleadora UFPB, sua inscrição em disciplinas, salvo os casos de interrupção de estudos.

Seção III Do Trancamento, Interrupção de Estudos e Cancelamento de Matrículas

Art. 42. Será permitido trancamento, podendo ser em disciplinas isoladas, interrupção de estudos e cancelamento de matrículas, de acordo com os artigos de 55 a 58 da Resolução Consepe nº 79/2013.

§1º O aluno regularmente matriculado poderá requerer, junto à coordenação, o trancamento de matrícula em uma ou mais disciplinas e ou atividades acadêmicas, individualizadas, desde que ainda não se tenham integralizado 30% (trinta por cento) das atividades previstas para a disciplina e/ou atividade acadêmica.

§2º É vedado o trancamento da mesma disciplina e/ou atividade acadêmica mais de uma vez, salvo em casos excepcionais, nos quais o aluno deverá embasar seu pedido, com anuência do orientador, e encaminhar ao colegiado para apreciação.

CAPÍTULO VII DO REGIME DIDÁTICO-CIENTÍFICO

Seção I Do Funcionamento e dos Prazos

Art. 43. A estrutura acadêmica do PPGB-RENORBIO é constituída de disciplinas obrigatórias e optativas, e atividades acadêmicas, além da orientação relativa às atividades programadas.

Parágrafo único. Cabe ao orientador do discente a indicação das disciplinas optativas, além da orientação relativa às atividades programadas.

Art. 44. O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia compreende as seguintes atividades curriculares:

I - disciplinas obrigatórias e optativas;

II - estudos individuais e em equipe;

III - projetos de pesquisa;

IV- estágios.

V – atividades acadêmicas

Art. 45. A conclusão do Programa de doutorado dar-se-á mediante a aprovação do aluno nas atividades que compõem a estrutura acadêmica do Programa e na aprovação de uma tese inédita por uma banca examinadora.

Art. 46. O aluno deverá integralizar um mínimo 48 (quarenta e oito) créditos em disciplinas e atividades acadêmicas com o que se segue:

I - 26 (vinte e seis) créditos em disciplinas obrigatórias do núcleo comum a todas as áreas de concentração;

III - 04 (quatro) créditos nas atividades acadêmicas obrigatórias do núcleo comum, Estágio de Docência I e II (ambas com dois créditos cada);

IV - 18 (dezoito) créditos, no mínimo, em disciplinas eletivas gerais pertencentes a qualquer uma das áreas de concentração.

§1º Os doutorandos do PPGB-RENORBIO deverão ser aprovados em exame de capacidade de leitura e interpretação em duas línguas estrangeiras, sendo uma delas obrigatoriamente a língua inglesa e a outra poderá ser espanhol, francês, alemão ou italiano.

§2º Os discentes poderão realizar os exames de capacidade de leitura e interpretação em língua estrangeira até o penúltimo semestre de defesa da tese.

§3º Alunos estrangeiros, cuja língua nativa não é o português, deverão fazer exame na referida língua e em outra língua, distinta do país de origem do aluno.

Art. 47. Cada crédito corresponde a 15 horas de aula teórica ou 30 horas de aula prática.

Art. 48. A duração mínima e máxima do PPGB-RENORBIO será, respectivamente, de 24 meses e 48 meses, incluindo o tempo de preparação e de apresentação da tese.

§1º Para fins do disposto no caput deste artigo, o tempo de integralização do doutorado será computado a partir do mês e ano de início do primeiro período letivo no Programa até a data da efetiva defesa da tese.

§2º O Colegiado Geral do Programa poderá autorizar, quando julgar procedente, a prorrogação da duração prevista no caput deste artigo por um período máximo de 12 meses, mediante solicitação fundamentada do aluno e parecer favorável do professor orientador.

§3º A solicitação mencionada no parágrafo anterior, deverá ser encaminhada, inicialmente, à coordenação do PPGB-RENORBIO.

Seção II Da Estrutura Acadêmica e Aproveitamento de Estudos

Art. 49. O Estágio Docência será obrigatório e constará da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do seu orientador e do professor da respectiva disciplina, os quais atribuirão o conceito final do aluno na forma do disposto neste regulamento e na Resolução nº 26/99Consepe, creditando 04 (quatro) créditos, sendo 02 (dois) créditos por atividade acadêmica: Estágio Docência I e Estágio Docência II.

Art. 50. As disciplinas Seminários de Tese em Andamento I e II deverão ser realizadas no segundo e quarto semestre, respectivamente.

§1º A apresentação do projeto no Seminário de Tese em Andamento I deverá, obrigatoriamente, contemplar informações referentes ao monitoramento tecnológico do objeto da pesquisa.

§2º Em Seminário de Tese em Andamento II, o discente deverá apresentar os resultados obtidos até o momento, o andamento da pesquisa e eventuais dificuldades encontradas para a sua execução.

§3º Em casos excepcionais e após aprovação pelo colegiado, o aluno que qualificar antes de 24 meses, terá a qualificação equivalente à disciplina Seminário de Tese em Andamento II.

§4º Nas disciplinas de Seminário de Tese em Andamento I e II, os discentes apresentarão o andamento do trabalho de tese, a uma Banca composta por três Docentes designados pelo Coordenador ou colegiado do Programa, que emitirá parecer em formulário próprio, com a respectiva nota, de zero a dez.

§5º As disciplinas do §4º poderão ter avaliação realizada em congresso científico e/ou de inovação, desde que o Colegiado do PPGB-RENORBIO indique o evento.

§6º A avaliação em Congresso Científico será realizada por avaliador especialista presente no evento, a partir de formulário próprio distribuído ao avaliador.

§7º Havendo dificuldade em designar mais de um avaliador especialista em congresso científico e/ou de inovação, o aluno poderá requerer ao colegiado do PPGBRENORBIO, pedido de avaliação por mais dois avaliadores, até o prazo máximo de um mês, a contar da data de finalização do evento.

§8º O Discente que for reprovado ou não comparecer à apresentação das disciplinas de Seminário de Tese em Andamento I ou II, poderá, excepcionalmente, reapresentar o mesmo, encaminhando proposta fundamentada pelo orientador e apreciação do Colegiado do PPGB-RENORBIO, no prazo máximo de três meses.

§9º O Discente que não for aprovado em segunda apresentação do Seminário de Tese em Andamento I ou II, ou que deixar de comparecer na data e horário estipulados para tal apresentação, será compulsoriamente desligado do Programa.

Art. 51. A verificação do rendimento escolar será realizada na forma disposta nos artigos 65, 66, 67 e 68 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu da UFPB.

Art. 52. O aproveitamento de estudos obedecerá aos artigos 70 e 71 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu da Universidade Federal da Paraíba.

Parágrafo único O aluno só poderá aproveitar no máximo 12 créditos em disciplinas.

Art. 53. Os casos de desligamento e abandono estão previstos no art. 72 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu da UFPB.

Art. 54. Os casos de mudança de orientação estão previstos nos artigos 33 e 34 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu da UFPB.

Seção III Do Projeto Para o Trabalho Final e Do Exame de Qualificação

Art. 55. O formato de apresentação dos projetos para o trabalho final de

tese deve ser composto de, no mínimo, os seguintes elementos:

a) Introdução;

b) Objetivos;

c) Material e método;

d) Revisão da literatura

e) Referências Bibliográficas.

Art. 56. Atendidas as exigências de aprovação nas disciplinas do curso e demais atividades programadas, o discente solicitará a Defesa do Exame de Qualificação, perante uma Banca de Avaliação.

§1º O orientador, com anuência do orientando, indicará a banca de qualificação para aprovação do Colegiado do PPGB-RENORBIO, que deverá ser composta de 03 membros titulares e 02 suplentes.

§2º O aluno deverá apresentar 01 (um) artigo submetido ou aceito em periódicos Qualis (Biotecnologia) B1, A2 ou A1, ou comprovante de pedido de depósito de patente submetida no núcleo de inovação Institucional, dentro do tema de sua tese.

§3º O orientador não participará da avaliação desse exame, podendo apenas presenciar a defesa.

Art. 57. A Qualificação deverá ser realizada em até 36 meses após o ingresso no PPGB-RENORBIO, contados a partir da primeira matrícula. Em casos excepcionais, a serem julgados pelo Colegiado do PPGB-RENORBIO, poderá haver prorrogação de, no máximo, nove meses.

§1º O aluno só pode ter uma única reprovação na defesa de qualificação e poderá reapresentar novamente, desde que observados os prazos definidos no Art. 76 do Regulamento Geral de Pós-Graduação da UFPB.

§2º O aluno será desligado do PPGB-RENORBIO, caso tenha duas reprovações na defesa de qualificação ou exceda os prazos definidos no Art. 76 do Regulamento Geral da Pós-Graduação da UFPB.

Seção IV Da Verificação do Desempenho Acadêmico e Defesa de Tese

Art. 58. O sistema de avaliação discente no PPGB-RENORBIO abrange:

I - avaliações relativas às disciplinas do primeiro ao quarto períodos do Programa;

II - avaliações relativas às atividades programadas a partir do quinto período do Programa e de disciplinas obrigatórias eventualmente frequentadas pelos discentes;

III- avaliação do exame de qualificação;

IV- avaliação da defesa de tese.

Art. 59. As avaliações relativas do primeiro ao quarto períodos do curso ocorrem em cada disciplina, por meio de aplicação de provas e exames específicos ou preparação de trabalhos individuais abordando o conteúdo das disciplinas, a critério do docente responsável, sendo que são expressos em notas que variam de zero a dez pontos.

§1º Será considerado aprovado em determinada disciplina o discente que lograr média igual ou superior a 7,0 (sete) nas avaliações realizadas, e frequentar, no mínimo, 75 % (setenta e cinco por cento) das aulas e atividades programadas.

§2º O discente que for reprovado em determinada disciplina poderá solicitar revisão de avaliação, que será submetida à análise de uma banca de professores, no prazo de cinco dias úteis da divulgação da média, podendo ser, excepcionalmente, reavaliada pelo respectivo docente, desde que tenha a expressa concordância do Colegiado do PPGB-RENORBIO.

§3º O discente que for reprovado por mais de uma vez, por motivo de faltas ou nota em qualquer disciplina será compulsoriamente desligado do Programa.

§4º Aplicam-se os mesmos critérios de avaliação aos discentes matriculados em disciplinas e outras atividades programadas do curso nos demais períodos.

Art. 60. Atendidas as exigências de aprovação nas disciplinas do PPGBRENORBIO, aprovação no exame de qualificação, apresentação de produção científica e de inovação, e demais atividades programadas, o discente estará apto a requerer a defesa de tese para obtenção do título de Doutor em Biotecnologia, perante banca de avaliação.

§1º A solicitação de defesa da tese deverá ser realizado em, no mínimo, 21 dias após aprovação do exame de qualificação.

§2º Para solicitar a defesa de tese o aluno deverá comprovar uma das quatro situações a seguir:

a) Dois artigos submetidos em periódicos Qualis-Biotecnologia B1, A2 ou A1.

b) Um artigo aceito em periódicos Qualis-Biotecnologia B1 e um artigo submetido em Qualis-Biotecnologia B1, A2 ou A1.

c) Um artigo aceito em periódico A1 ou A2.

d) Comprovante de solicitação de, pelo menos, um depósito de patente submetida no núcleo de inovação Institucional.

§3º No(s) artigo(s) submetido(s), que deve está relacionado com o projeto de tese, o aluno deve ser o primeiro autor de, ao menos, um artigo.

§4º Para requerer a defesa da tese, se deverá protocolar a solicitação, junto à Secretaria Local, anexando:

a) cópia autenticada do histórico escolar do curso;

b) recomendação da defesa pelo docente orientador;

c) título da tese, palavras chaves e resumo de seu conteúdo;

d) ter cumprido o número mínimo de créditos em conformidade com o art. 46 deste Regulamento;

e) ter sido aprovado no Exame de Qualificação;

f) ter apresentado declaração na qual afirme ter observado, para elaboração da tese, as diretrizes do Relatório da Comissão de Integridade de Pesquisa do CNPq, instituída pela Portaria PO-085/2011 de 5 de maio de 2011.

g) indicação, pelo orientador e com anuência do aluno, dos membros para composição de banca de avaliação, observadas as exigências regulamentares quanto à titulação e qualificação destes componentes.

§5º A banca de defesa de tese deverá ter, pelo menos, cinco membros titulares, sendo o orientador do discente e quatro especialistas doutores, e dois suplentes. Dentre os quatro especialistas, dois devem ser externos ao PPGB-RENORBIO, sendo um deles necessariamente externo à instituição. Dentre os dois suplentes, um deve ser externo à instituição.

§6º Os membros externos ao PPGB-RENORBIO devem ter, pelo menos, 03 artigos Qualis-Biotecnologia B1, A2 ou A1 nos últimos três anos.

§7º Ao menos um docente que participou da qualificação, deverá participar da defesa de tese.

§8º A banca de defesa poderá ter a participação do coorientador e/ou do segundo orientador, se for o caso.

§9º Cabe ao Colegiado do PPGB-RENORBIO homologar ou vetar a indicação dos membros da banca avaliadora, consubstanciando seu parecer, cabendo nova indicação, no caso de veto, no prazo de cinco dias de comunicação pelo Presidente do Colegiado.

§10. O presidente da banca de avaliação será, preferencialmente, o docente orientador da tese.

§11. A defesa da tese pelo discente deverá ocorrer em uma sessão de avaliação, podendo ser:

a) Defesa com dados sob depósito de patente devidamente encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), da qual participarão o discente, os membros da banca de avaliação e convidados, que assinarão termo de confidencialidade, podendo o aluno não divulgar os dados sigilosos;

b) Defesa pública, em sessão pública, da qual participará o discente, os membros da banca de avaliação, convidados e interessados no tema da tese, além do público em geral.

§12. Poderá haver participação de membro da banca por vídeoconferência, em caráter excepcional, devidamente justificado e apreciado pelo Colegiado;

§13 Os resultados das avaliações da defesa da tese pelo discente, serão registrados em formulários próprios pela banca de avaliação, e registrados em Ata, assinada por seus membros e pelo discente, e enviada ao Colegiado do PPGBRENORBIO, para os devidos assentamentos.

§14. Poderá pleitear o Diploma de Doutor em Biotecnologia o discente que for declarado aprovado em todas as disciplinas e atividades programadas do curso, e obtiver conceito aprovado na apresentação da tese.

§15. As demais menções para o julgamento final da defesa de tese serão seguidas conforme o Art. 83 da Resolução Consepe nº 79/2013.

SEÇÃO V Obtenção do Grau e Expedição do Diploma

Art. 61. A Obtenção do Grau e expedição do diploma será conduzida, segundo o Capítulo VII da Resolução Consepe nº 79/2013.

SEÇÃO VI Do Acompanhamento do Egresso do Programa

Art. 62. O Acompanhamento dos egressos do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da RENORBIO da UFPB ocorrerá por meio dos procedimentos estabelecidos pelo Colegiado do PPGB-RENORBIO, que poderá propor instrumentos e formas complementares para a realização de um banco de dados relativos aos ex-alunos.

CAPÍTULO VIII Das Disposições Gerais e Transitórias

Art. 63. Para melhor operacionalizar a execução do planejamento acadêmico do Programa de acordo com os termos deste regulamento, a Coordenação do PPGBRENORBIO, antes de cada período letivo a ser executado, deverá elaborar e dar ampla divulgação a um calendário escolar, contendo os prazos e os períodos definidos para a matrícula prévia, matrícula em disciplinas, ajustamento de matrícula, trancamento de matrícula em disciplinas, interrupção de estudos, exames da capacidade leitora em línguas estrangeiras ou disciplinas e demais atividades acadêmicas.

Art. 64. Alterações deste regulamento poderão ser propostas a qualquer momento, por qualquer membro do Programa, sendo discutidas e homologadas pelo Colegiado do PPGB-RENORBIO e enviadas para fins de aprovação junto ao Consepe, por meio da PRPG.

Art. 65. Os casos omissos serão decididos pelo Consepe, mediante consulta ao colegiado do programa, ouvido o conselho do Centro de Biotecnologia e PRGA, quando couber.

ANEXO II À RESOLUÇÃO Nº 52/2016 DO CONSEPE ESTRUTURA ACADÊMICA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA (PPGB-RENORBIO), DA REDE NORDESTE DE BIOTECNOLOGIA (RENORBIO), EM NÍVEL DE DOUTORADO, SOB A RESPONSABILIDADE DO CENTRO DE BIOTECNOLOGIA

I – COMPONENTES CURRICULARES INTEGRANTES DA ESTRUTURA ACADÊMICA ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO: BIOTECNOLOGIA EM SAÚDE, BIOTECNOLOGIA EM RECURSOS NATURAIS, BIOTECNOLOGIA EM AGROPECUÁRIA E BIOTECNOGIA INDUSTRIAL Nos termos do Art. 46 do Regulamento do PPGB-RENORBIO, os doutorandos deverão cursar: 26 créditos em disciplinas obrigatórias do núcleo comum às quatro áreas de concentração; 04 créditos em atividades acadêmicas obrigatórias do núcleo comum, Estágio de Docência I e II; 18 (dezoito) créditos, no mínimo, em disciplinas eletivas gerais pertencentes a qualquer uma das áreas de concentração, totalizando 48 créditos.

A.1 - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO DISCIPLINA Avanços em Biologia Celular e Molecular Avanços em Bioquímica e Biofísica Bioinformática Bionegócios e Marcos Legais em Biotecnologia Seminários de Tese em Andamento I Seminários de Tese em Andamento II

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 4 0 4

CARGA HORÁRIA 60

4 3 3

0 0 0

4 3 3

60 45 45

6 6

0 0

6 6

90 90

A.1.1 - ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO ATIVIDADE Estágio Docência I Estágio Docência II

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 2 0 2 2 0 2

CARGA HORÁRIA 30 30

A.1.2 - DISCIPLINAS ELETIVAS DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO

DISCIPLINA Bioética e Biossegurança Comunicação de Resultados de Pesquisa Empreendedorismo de Base Tecnológica Redação de Trabalho Científico I Seminário I Seminário II Tópicos Especiais em Biotecnologia I Tópicos Especiais em Biotecnologia II

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL 2 0 2 1 0 1 4 0 4 2 0 2 1 0 1 2 0 2 2 0 2 2 0 2

CARGA HORÁRIA 30 15 60 30 15 30 30 30

A.2 - DISCIPLINAS ELETIVAS GERAIS Nos termos do Regulamento do PPGB-RENORBIO, os doutorandos de todas as quatro áreas de concentração poderão cursar as disciplinas de qualquer uma das Áreas de concentração, totalizando o mínimo de 18 créditos. A.2.1. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Agropecuária NÚMERO DE CARGA HORÁRIA CRÉDITOS TEOR. PRÁT. TOTAL Avanços em Biotecnologia na Agropecuária 2 0 2 30 Bioinformática na Evolução Molecular 2 2 4 90 Biologia do Desenvolvimento e Células-Tronco 2 1 3 60 em Modelos Animais Biotecnologia Aplicada à Agropecuária 4 0 4 60 Biotecnologia Aplicada à Produção de Plantas 3 1 4 75 Medicinais e Aromáticas Biotecnologia da reprodução aplicada à fêmea 3 1 4 75 Biotecnologia do Sêmen dos Animais 2 1 3 60 Domésticos Biotecnologia do Solo 4 0 4 60 Biotecnologia na Reprodução de Espécies 2 1 3 60 Aquícolas Marinhas Citogenética clássica e molecular vegetal 4 0 4 60 Citogenética de Peixes Neotropicais 4 0 4 60 Controle Microbiológico e Biotecnologia no 4 0 4 60 Agronegócio Cultura de Tecidos e Células Vegetais 3 1 4 75 Doenças Bacterianas de Mamíferos 2 0 2 30 Doenças infecciosas virais 3 0 3 45 Fisiologia de plantas sob estresses ambientais 4 0 4 60 Imunodiagnóstico e Imunoprofilaxia 3 0 3 45 Interação do meio ambiente e reprodução de 4 0 4 60 animais de interesse zootécnico Mecanismos de Tolerância e Estresses 2 0 2 30 Melhoramento Genético Aplicado à Produção 4 0 4 60 Animal Melhoramento Genético Vegetal 4 0 4 60 DISCIPLINA

Métodos de estudo aplicados ao potencial antimicrobiano de produtos naturais Princípios e aplicações da transgênese em animais de produção Produção Animal e Manejo Nutricional Proteômica de Plantas Técnicas de detecção imune e por hibridização com sondas moleculares em tecidos Técnicas Físico-Químicas Aplicadas à Biotecnologia Tópicos Avançados em Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução Tópicos Avançados em Reprodução de Carnívoros

2

0

2

30

3

0

3

45

4 2 2

0 2 1

4 4 3

60 90 60

2

2

4

90

2

0

2

30

3

0

3

45

Tópicos Especiais em Genética Molecular Tópicos Especiais em Metabolismo de Minerais e Vitaminas

3 3

0 0

3 3

45 45

A.2.2. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Recursos Naturais DISCIPLINA

NÚMERO DE CARGA CRÉDITOS HORÁRIA. TEOR. PRÁT. TOTAL Biocatálise 2 0 2 30 Bioeletroquímica 2 0 2 30 Biogeoquímica Marinha 2 0 2 30 Bioquímica Aplicada aos Recursos Naturais 3 0 3 45 Bioquímica de Lectinas 2 0 2 30 Bioquímica de Plantas 3 0 3 45 Biossíntese de Produtos Naturais 3 0 3 45 Biotecnologia em Ecossitemas Aquáticos 3 0 3 45 Biotecnologia Vegetal e Produtos Naturais 3 0 3 45 Coleção de Culturas: gerenciamento, métodos de 1 2 3 75 preservação e reativação de culturas de fungos Computação Aplicada ao Estudo dos Recursos 2 2 4 90 Naturais Ecologia de Ecossistemas Aquáticos 3 0 3 45 Ecologia de Peixes em Regiões Estuarinas 3 0 3 45 Ecologia Microbiana 3 0 3 45 Ecologia Química 2 0 2 30 Estereoquímica 1 0 1 15 Estudos de Comunidades de Peixes Demersais e 2 0 2 30 Pelágicos Etnofarmacologia 3 0 3 45 Farmacologia e Toxicologia Pré-Clínica de 3 0 3 45 Produtos Naturais Impacto Ambiental 2 0 2 30 Marcadores Biológicos 2 0 2 30 Métodos Físicos de Análise 2 1 3 60

Microbiologia Ambiental Aplicada à Biotecnologia Mineralogia e Geoquímica Polipeptídeos Naturais Farmacologicamente Ativos e seus Usos em Biologia Celular Polissacarídeos de Algas Marinhas Poluição Marinha Processos Agroindustriais Processos de Extração, Purificação e Quantificação de Produtos Naturais Prospecção de Produtos Naturais Bioativos Proteínas de Vegetais Proteínas Tóxicas de Origem Vegetal Quimica e Biotecnologia de Glicoconjugados Química Orgânica Avançada Seminário I - Introdução à Biossegurança e Bioterismo Técnicas para Identificação e Seleção de Culturas de Aspergillus e Penicillium Produtoras de Enzimas de Interesse Biotecnológico Tópicos de Biotecnologia em Recursos Naturais Tópicos em Ciências Fisiológicas Aplicados ao Estudo de Produtos Naturais Tópicos em Recursos Naturais

3

0

3

45

3 3

0 0

3 3

45 45

3 2 3 2

0 0 0 1

3 2 3 3

45 30 45 60

2 3 4 3 2 1

0 0 0 0 0 0

2 3 4 3 2 1

30 45 60 45 30 15

2

2

4

90

2 3

0 0

2 3

30 45

1

0

1

15

A.2.3. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Saúde DISCIPLINA

Análise Proteômica Bases Moleculares da Regulação Gênica Bioinformática Aplicada à Saúde Biologia Molecular Aplicada à Saúde Bionegócios e Tecnologia de Informação em Biotecnologia Biossensores Controle Nutricional na Regulação Gênica Desenvolvimento de Bioprodutos Diagnóstico Molecular em Saúde Ecotoxicologia Epidemiologia Analítica Eventos Moleculares da Resposta Imune Fármaco-Cinética Clínica Imunidade Inata e Doenças Infecciosas Imunoinformática Imunologia Imunomodulação das Alergias e Doenças Autoimunes

NÚMERO DE CARGA CRÉDITOS HORÁRIA TEOR. PRÁT. TOTAL 2 1 3 60 4 0 4 60 2 2 4 90 4 0 4 60 4 0 4 60 3 4 2 3 3 4 3 3 3 3 3 3

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

3 4 2 3 3 4 3 3 3 3 3 3

45 60 30 45 45 60 45 45 45 45 45 45

Inovação Tecnológica em Cirurgia Endovascular e em Pesquisa na Aterosclerose Lectinas como Marcadores no Processo de Diferenciação Celular Mecanismo de Ação e Resistência aos Antimicrobianos Modelagem Molecular de Biomoléculas Modelos Computacionais Aplicados à Biotecnologia Mutagênese e Reparo de DNA Nanotecnologias Aplicadas à Saúde Oncologia Experimental e Clínica Pesquisa Clínica de Produtos Biotecnológicos Produção de Vacinas Terapêuticas e Preventivas Química Orgânica e Biomolecular Reações de Hipersensibilidade Alérgica a Medicamentos Teoria e Prática de Anticorpos Monoclonais e Policlonais Terapia Gênica Terapia Gênica e Celular Tópicos Avançados em Biotecnologia da Saúde Trangênese e Nocaute Gênico em Animais de Experimentação Validação Internacional de Instrumentos de Qualidade de Vida

2

0

2

30

3

0

3

45

2

0

2

30

3 4

0 0

3 4

45 60

3 3 3 3 3 4 2

0 0 0 0 0 0 0

3 3 3 3 3 4 2

45 45 45 45 45 60 30

2

2

4

90

3 2 4 4

0 0 0 0

3 2 4 4

45 30 60 60

4

0

4

60

A.2.4. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia Industrial DISCIPLINA

Biologia Molecular Aplicada à Engenharia Química Biorreatores Biotratamento de Resíduos Caracterização e Viabilização de Suportes Poliméricos (Polissacarídeos) para Imobilização de Moléculas Biologicamente Ativas Ciência e Inovação Engenharia de Processos Biotecnológicos Extração e Purificação de Biomoléculas Isolamento e Identificação de Fungos Produtores de Metabolitos Microbiologia Industrial Planejamento de Experimentos Processos Biotecnológicos Prospecção Tecnológica Química de Carboidratos Tópicos Avançados em Biotecnologia

NÚMERO DE CARGA CRÉDITOS HORÁRIA TEOR. PRÁT. TOTAL 3 0 3 45 2 3 3

1 0 0

3 3 3

60 45 45

2 2 2 2

0 2 1 1

2 4 3 3

30 90 60 60

2 3 3 2 3 3

1 0 0 0 0 0

3 3 3 2 3 3

60 45 45 30 45 45

A.3 – ATIVIDADE ELETIVA DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO. DISCIPLINA

Atividade de Pesquisa

NÚMERO DE CRÉDITOS TEOR. PRÁT TOTAL . 0 0 0

CARGA HORÁRI A -

TIPO

Eletiva

II - EMENTÁRIO DOS COMPONENTES CURRICULARES INTEGRANTES DA ESTRUTURA ACADÊMICA A.1 - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Avanços em Biologia Celular e Molecular Aplicação dos conhecimentos básicos de ciclo celular e ácidos nucléicos, no entendimento das técnicas de biologia molecular e de seu emprego nos diferentes estudos científicos. Inclui estrutura celular de eucariontes e procariontes, ciclo celular, ácidos nucléicos, conceito e estrutura de gene, tradução de mRNA e código genético. Técnicas de PCR, RFLP, RAPD, PCR em tempo real, RT-PCR, cDNA, microssatélites, sequenciamento de DNA e bioinformática. Avanços em Bioquímica e Biofísica Características estruturais e funcionais das biomoléculas. Aspectos mecanísticos das reações enzimáticas; vantagens e desvantagens em biocatálise. Sinalização celular, sua importância para a homeostagem. Bioenergética. Métodos bioquímicos e biofísicos para extração, purificação e caracterização de biocompostos: cromatografia, eletroforese, termociclagem espectrometria, espectroscopia, ressonância magnética nuclear de próton e espectrometria de massas, difração de raio x, microscopia eletrônica de transmissão e varredura, dentre outras. Bioinformática A disciplina visa propiciar ao discente noções fundamentais sobre os principais programas aplicados às ciências biológicas, com ênfase nas ciências biomédicas e agrárias. A programação inclui principais etapas para manejo e acesso a bancos de dados e ferramentas para análise computacional de sequências gênicas e protéicas. Introdução à modelagem e simulação computacional; técnicas de Inteligência computacional, busca por domínios conservados e assinaturas gênicas e protéicas, bem como análise fenética e filogenética. Bionegócios e Marcos Legais em Biotecnologia Estudo dos princípios e conceitos fundamentais da bioética, da relação entre a ética, o comportamento humano, a moral e o direito e como estes podem ser aplicados na análise reflexiva do mundo técnico-científico atual, com ênfase no desenvolvimento de pesquisas na área de biotecnologia e bionegócios. Análise e interpretação dos códigos, da legislação e declarações nacionais e internacionais sobre ética, bioética e biossegurança adequando-os à pesquisa biotecnológicas. Biossegurança pessoal e do ambiente. Procedimentos indispensáveis, tipos de material manuseado e níveis de biossegurança em laboratórios, empresas, dentre outros. Propriedade intelectual, desenvolvimento de planos de negócios relativos a biotecnologia e utilização de

recursos relacionados biotecnolágicos.

a

tecnologia

de

informação

envolvendo

produtos

Seminários de Tese em Andamento I Apresentação e discussão dos projetos de tese em andamento: hipótese de trabalho, aspectos metodológicos e perspectivas para geração de bioprodutos e/ou bioprocessos. Atividade obrigatória para alunos cursando o 3º. semestre. Seminários de Tese em Andamento II Apresentação e discussão dos projetos de tese em andamento: hipótese de trabalho, aspectos metodológicos, resultados e perspectivas para geração de bioprodutos e/ou bioprocessos. Atividade obrigatória para alunos cursando o 5º semestre.

A.1.1 ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO Estágio Docência I Consta da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do orientador e do professor da respectiva disciplina, durante um semestre. Estágio Docência II Consta da preparação e ministração em disciplinas de cursos de graduação em área afim, com a supervisão do orientador e do professor da respectiva disciplina, durante um semestre. A.1.2 DISCIPLINAS ELETIVAS DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO. Bioética e Biossegurança Biossegurança: Definição, Níveis, EPIs e EPCs. Lei de Biossegurança e Resoluções Normativas da CTNBio . Apresentação e Discussão de processos da CTNBio. Gerenciamento de resíduos de laboratório e no meio ambiente. Biossegurança em Ambiente de Laboratório. Comunicação de Resultados de Pesquisa Questionamentos sobre a comunicação de resultados, as atividades básicas da pesquisa, a relação do cientista com a informação e a comunicação no mundo científico. Empreendedorismo de Base Tecnológica Análise da evolução da indústria brasileira: revolução tecnológica e de informática, desenvolvimento da biotecnologia. Caracterização do empreendedorismo de base tecnológicas como meio de avançar num contexto industrial. Legislação nacional de apoio ao desenvolvimento de empresas de base tecnológica, dados sobre possíveis focos de desenvolvimento regional. Análise da experiência brasileira e de outros países no processo de geração de empresas de base tecnológica: estatísticas, impactos na geração de patentes e no processo de transferência de tecnologia. Redação de Trabalho Científico I

Estruturação de um artigo científico, exemplos de Jornais Internacionais (T). – Fatores de impacto –. Encontrando as “Instruções para Autores” via Internet (P). Organizando um banco de dados de bibliografia (P). Usando o END NOTE para organizar bibliografia (P). Pesquisando bibliografia via banco de dados e transportando para o programa END NOTE (P). Organização de bibliografia científica (T). Usando o END NOTE para alterar formato de bibliografia (P). Usando o END NOTE para escrever em word (P) . Como estruturar um TÍTULO e RESUMO (ABSTRACT) (T). Estudo Dirigido TÍTULO e RESUMO, como identificar (P). Estudo Dirigido TÍTULO e RESUMO, o correto e o errado (P). Como estruturar o corpo do artigo obedecendo às regras de edição do periódico (Introdução – Materiais e Métodos – Resultados e Discussão – Conclusão – Bibliografia) (T e P). Organizando o artigo pessoal de cada aluno: Tema, estrutura, início de redação (como fazer?). Como estruturar o TÍTULO (TITLE) ou uma PÁGINA DE TÍTULO (TITLE PAGE) (T e P) – Achando os “Símbolos” no computador. O que deve contemplar uma INTRODUÇÃO (T) . O que deve contemplar a seção de MATERIAIS E MÉTODOS (T). Escrevendo o artigo – Introdução e Materiais e Métodos (P). O que deve contemplar a seção de RESULTADOS E DISCUSSÃO (T). O que deve contemplar a seção de CONCLUSÃO (T). Escrevendo o artigo – Resultados e Discussão e Conclusão (P). ORIENTAÇÃO DE REDAÇÃO INDIVIDUAL. Organizando um banco de dados de bibliografia (P). Organizando o artigo pessoal de cada aluno: Submetendo artigos “on line”. Como organizar as Figuras e Tabelas (T e P) . Como organizar o corpo do artigo para impressão e envio (P). Seminário I Disciplina de discussão dos dados da tese e laboratório do aluno. Seminário II Disciplina com ênfase nos dados da tese do aluno. Tópicos Especiais em Biotecnologia I Disciplina de tópico aberto, para atender a participação em eventos ou aulas especiais da Rede Nordeste de Biotecnologia. Tópicos Especiais em Biotecnologia II Disciplina de tópico aberto, para atender a participação em eventos ou aulas especiais da Rede Nordeste de Biotecnologia. A.2 – DISCIPLINAS ELETIVAS GERAIS A.2.1. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Agropecuária Avanços em Biotecnologia na Agropecuária Através de tópicos ministrados por professores e pesquisadores serão discutidos temas relacionados a pesquisa básica e aplicada na área biotecnológica, bioquímica e proteômica, com intuito de informar e treinar os alunos em temas estratégicos como a obtenção de alimentos funcionais em especial peptídeos com atividade biológica, utilização de técnicas proteômicas em pesquisas agropecuárias, embalagens biodegradáveis, identificação e caracterização de proteases vegetais de interesse agroindustrial.

Bioinformática na Evolução Molecular A disciplina visa introduzir o discente aos princípios e às ferramentas usadas na análise da evolução molecular, com o uso de marcadores moleculares, seqüências de DNA (gênicas e nãogênicas) e/ou proteínas, associados ou não a caracteres morfológicos e fisiológicos. Desdobramentos, vantagens, desvantagens e limitações dos procedimentos existentes serão discutidos, no que tange aos mais diversos grupos, desde humanos a animais, vegetais e microorganismos. O desenho experimental de um projeto envolvendo sistemática molecular será discutido e simulado em conjunto. Biologia do Desenvolvimento e Células-Tronco em Modelos Animais Biologia do desenvolvimento animal: aspectos morfofuncionais comparados. Potencialidade e plasticidade dos anexos embrionários. Conceito e características gerais das células-tronco embrionárias e adultas. Fontes de células-tronco e progenitores celulares nos diferentes tecidos. Cultivo, caracterização e diferenciação celular. Banco de células-tronco animais. Aplicação em modelos animais. Biotecnologia Aplicada à Agropecuária Manipulação de microorganismos visando aumento da produção de alimentos. Os processos fermentativos. Uso de microorganismos na Biorremediação. Microorganismos como fábricas produtoras de substâncias úteis ao homem. O Bioterrorismo. Marcadores moleculares, mapeamento genético e transgenia de plantas. Métodos básicos de biologia celular e molecular utilizados na transformação genética de plantas. Cultura e conservação in vitro de células, tecidos e órgãos de plantas. Isolamento, clonagem e sequenciamento de genes de interesse em plantas. Aclimatização de plantas. Micropropagação. Biotecnologia na conservação de germoplasma. Alterações fisiológicas e bioquímicas do produto vegetal minimamente processado. Biotecnologia Aplicada à Produção de Plantas Medicinais e Aromáticas Biossíntese de produtos secundários. Noções gerais de botânica. Fatores climáticos. Métodos de propagação. Nutrição mineral de plantas medicinais e aromáticas. Tecnologia agrícola na produção de plantas medicinais e aromáticas. Recursos genéticos de plantas medicinais e aromáticas. Pragas e doenças. Bioprospecção para desenvolvimento de inseticidas, fungicidas, acaricidas e nematicidas naturais. Colheita, beneficiamento, armazenamento e comercialização. Análises químicas para quantificar os princípios ativos. Produção in vitro de princípios ativos. Transgenia usada em plantas medicinais e aromáticas. Biotecnologia da reprodução aplicada à fêmea Controle hormonal da função reprodutiva na fêmea. Biologia e técnicas para análise do óvulo. Avanços das biotécnicas de transferência de embriões, fertilização in vitro, clonagem e MOIFOPA (manipulação de óocitos inclusos em folículos pré-antrais). Produção e conservação de embriões de animais de interesse zootécnico in vivo e in vitro; Objetivos e importância da conservação de recursos genéticos animal. Conceitos e métodos básicos de conservação genética: Técnicas de preservação "ex situ" e "in situ". Microinjeção de DNA em embriões pró-nucleares; caracterização morfológica de células mononucleares do cordão umbilical; Sexagem de embriões e de fetos. Reconhecimento materno da gestação. Biotecnologia do Sêmen dos Animais Domésticos

Técnicas in vitro para avaliação da capacidade fertilizante dos espermatozóides; criopreservação e avaliação do sêmen para inseminação artificial; métodos de sexagem do sêmen; congelação do sêmen sexado para inseminação artificial. Biotecnologia do Solo Biotecnologia do solo: Passado e presente; Diversidade e interações no solo: habitat, biota e processos; Métodos de estudos da diversidade e da interação solomicrorganismo-planta: bioquímicos, fisiológicos e moleculares; Coleção de microrganismos de interesse agroindustrial; Modificação das respostas biológicas do sistema planta-solo pelo emprego de microrganismo; Produção de inoculantes microbianos: importância, legislação e método de avaliação; Potencial biotecnológico de microrganismos: avanços e perspectivas na agricultura e na agroindústria. Biotecnologia na Reprodução de Espécies Aquícolas Marinhas Morfologia geral e biologia reprodutiva de espécies aquícolas marinhas, incluindo camarões, peixes e moluscos. Mecanismos de regulação endócrina e desenvolvimento gonadal de espécies aquícolas marinhas. Critérios de seleção da origem, idade, tamanho e sanidade de reprodutores. Técnicas de indução à maturação gonadal, balanço hormonal, marcação e análise do grau de maturação de fêmeas e machos. Técnicas histológicas para determinação avaliação da maturação gonadal e sanidade de espécies aquícolas marinhas. Tecnologias utilizadas para análise de imagens, contagem e medição de células em cortes histológicos. Métodos de obtenção e preservação rápida e prolongada (criopreservação) de espermatozóides. Métodos utilizados para inseminação artificial e fertilização in vitro. Hibridização interespecífica e suas implicações. Aplicações e técnicas de poliploidia. Estratégias de seleção genética na formação de linhagens de reprodutores em cativeiro. Programas de seleção para otimização do crescimento, desempenho reprodutivo e sanidade. Citogenética clássica e molecular vegetal Cromossomos metafásicos e ciclo celular. Organização molecular da cromatina de plantas. Heterocromatina e bandeamento cromossômico. Aberrações cromossômicas numpericas e estruturais. Evolução cariotipica vegetal. Hibridização in situ. Tipos e obtenção de sondas. Citometria de fluxo, microdissecção e pintura cromossômica em plantas. Sistemas de marcação e detecção simultânea de sondas. Mapeamento físico cromossômico. Hibridização genômica in situ (GISH). Identificação de genomas alopoliplóides. Citogenética de Peixes Neotropicais Aspectos Zoogeográficos e Bioecológicos dos principais grupos de peixes. Evolução cariotípica. Conservadorismo Macroestrutural. Diversidade Macroestrutural. Variabilidade Cariotípica. Variação Numérica. Cromossomos supranumerários. Poliploidia Natural. Variação numérica estrutural. Evolução por Fissões e Fusões Cêntricas. Variação estrutural. Citotaxonomia. Determinação do sexo em peixes. Sistemas de cromossomos sexuais. Sistemas simples e múltiplos. Manipulação cromossômica em peixes. Controle Microbiológico e Biotecnologia no Agronegócio Introdução às bases do controle biológico. Bases ecológicas e fundamentos econômicos;

Patogênese e epidemiozoopatias causadas por microorganismos. Agentes do controle biológico; Uso de microorganismos no controle biológico de pragas e doenças de plantas. Medidas de segurança e assepsia. Produção de inseticidas biológicos: técnicas básicas e aplicações. Padrões de qualidade. Avaliação da eficiência dos agentes de controle biológico: métodos de pesquisa e análise estatística. Legislação brasileira. Cultura de Tecidos e Células Vegetais Técnicas de esterilização e desinfestação. . Meios de cultura. . Micropropagação: organogênese e embriogênese somática. . Cultura de meristemas. . Cultura de células em suspensão. . Cultura de protoplastos. . Cultura de embriões. . Produção de haplóides e duplo-haplóides. . Variação somaclonal. . Sistemas de cultivo semiautomatizados para micropropagação de plantas. . Aclimatização. . Conservação de germoplasma in vitro. . Intercâmbio de germoplasma. . Biofábricas Doenças Bacterianas de Mamíferos Esta disciplina abrange tópicos gerais de imunidade e patogênese de doenças bacterianas, e mais especificamente aspectos clínicos, patológicos, diagnósticos, terapêuticos e profiláticos de doenças causadas por Gram positivos e Gram negativos aeróbios e anaeróbios. O meta a ser atingida é fornecer subsídios para melhor entendimento dos mecanismos bacterianos das doenças abordadas, criando senso crítico de como usar os melhores métodos diagnósticos, terapêutico e profiláticos da doenças bacterianas de mamíferos domésticos. Doenças infecciosas virais Taxonomia, replicação, e patogenia das infecções víricas. Abordando a estrutura genética sua relação com a replicação e patogenia no hospedeiro . As famílias de vírus serão representadas por Picornaviridae, Togaviridae, Rhabdoviridae, Paramyxovridae, Orhomyxoviridae, Bunyaviridae, Arenaviridae, Adenoviridae, Retroviridae e Poxviridae. Conceito de Prions. Avanços no diagnostico molecular na área de virologia. Vacinas: Aspectos relacionados a imunidade. Novas tecnologias na produção. Fisiologia de plantas sob estresses ambientais Considerações gerais sobre os processos fisiológicos (Fotossíntese, Relações hídricas, Absorção e transporte de nutrientes, Crescimento); Estresses Abióticos (seca, salinidade, luz e temperatura); Percepção dos estresses pelas plantas; Mecanismos de tolerância à seca e salinidade; Indução de estresse hídrico e salino; montagem de experimentos abordando o conteúdo programático; Parâmetros biométricos, das trocas gasosas e das relações hídricas; utilizado para avaliação do grau de injúria provocado pela seca e salinidade; uso de equipamentos e métodos para avaliar o estresse em plantas; Elaboração de ficha de descritores fisiobioquímicos que sirvam de indicadores de tolerância/sensibilidade de genótipos sob estresses abióticos.

Imunodiagnóstico e Imunoprofilaxia Imunidade natural e adaptativa. Mecanismos de escape dos microrganismos. Imunodiagnóstico – aplicação, execução e interpretação de testes de imunodiagnóstico. Imunoterapia e imunoprofilaxia

Interação do meio ambiente e reprodução de animais de interesse zootécnico Estudo dos fatores individuais e ambientais que interferem na eficiência reprodutiva de animais de interesse zootécnico. Avaliação das modernas biotécnicas aplicadas à reprodução animal. Mecanismos de Tolerância e Estresses Definição de estresse biótico e abiótico. Bases moleculares da resposta aos diferentes tipos de estresse em leveduras (Saccharomyces cerevisiae) e em plantas. Sistemas biológicos de proteção - barreiras físicas e químicas. Expressão gênica em respostas a sinais de estresse. Proteínas de estresse e de defesa e seus papéis na tolerância. Bases bioquímicas e moleculares dos processos fisiológicos em diferentes condições de estresse. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal Estimação de parâmetros genéticos e ambientais em animais. Seleção. Interação genótipo x ambiente e suas implicações no melhoramento animal. Biotécnicas aplicadas ao melhoramento animal. Melhoramento genético animal assistido por marcadores moleculares. Exploração de dados experimentais para uso em programas de melhoramento animal. Melhoramento genético de animais de interesse zootécnico. Melhoramento Genético Vegetal Técnicas experimentais aplicadas ao melhoramento genético de plantas. Natureza e objetivos do melhoramento de plantas. Sistema reprodutivo e métodos de melhoramento de plantas. Bases genéticas do melhoramento de plantas. Seleção individual, massal, recorrente, retrocruzamento, endogamia, variedade híbridas, variedade sintéticas, poliplóidia, hibridação interespecíficas. Métodos de melhoramento para resistência a doenças. Biotecnologia no melhoramento de flores e plantas ornamentais. Elaboração de projetos de melhoramento genético de plantas. Melhoramento genético de ideótipos. Conservação de germoplasma. Domesticação de plantas. Melhoramento de plantas alógenas e autógenas. Métodos de estudo aplicados ao potencial antimicrobiano de produtos naturais Conceitos gerais sobre atividade antimicrobiana de compostos químicos; mecanismos de resistência a antibióticos; atividade antimicrobiana de produtos naturais; atividade antimicrobiana x toxicidade; modelos de estudo in vitro; modelos de estudo in vivo; ética experimental animal; avaliação dos mecanismos de ação de um composto. Princípios e aplicações da transgênese em animais de produção A arte transgênica, genoma, estrutura do gene, principais técnicas de engenharia genética, mutagênese experimental em genomas. Técnicas de transgênese em animais: transferência em gametas/embriões, vetores. Aplicações da transgênese: pesquisa básica, produção farmacêutica. Limites e riscos da transgênese: limites técnicos e teóricos, biossegurança em áreas confinadas. Transgênese e bem-estar animal. Patentes.

Produção Animal e Manejo Nutricional Aspectos gerais da fisiologia digestiva e dos metabolismos energético e protéico dos ruminantes; abordagem diagnóstica e terapêutica das principais carências de minerais e distúrbios metabólicos em ruminantes; Desempenho reprodutivo dos animais em

relação à disponibilidade de nutrientes em ambientes tropicais e temperados; Nutrição e gestação; Nutrição na puberdade e na maturação sexual dos reprodutores; Nutrição e foliculogênese; Influência da nutrição sobre os principais hormônios envolvidos na reprodução; Principais métodos na avaliação do estado nutricional; Controle nutricional em animais leiteiros; Influência do controle nutricional no sucesso das principais biotécnicas da reprodução. Biodisponibilidade, absorção, transporte e inter-relações de minerais e vitaminas para os animais domésticos. Tolerância e toxidez de minerais e vitaminas. Proteômica de Plantas Consiste numa introdução à proteômica e à espectrometria de massa e suas aplicações à biologia de plantas, particularmente à sementes.Os assuntos abordados consistirão de uma apresentação dos princípios da espectrometria de massa e interpretação de espectros; ferramentas de bioinformática em proteômica e modificação pós-traducional de proteínas. Embora a disciplina não tenha pré-requisitos, é desejável que os estudantes matriculados tenham uma boa base de bioquímica e de botânica. Técnicas de detecção imune e por hibridização com sondas moleculares em tecidos Antígenos e anticorpos, técnicas imunoenzimáticas, preservação e processamento de tecidos, recuperação de antígenos, detecção de antígenos, “background” (coloração inespecífica), células inflamatórias, uso da imuno-histoquímica em patologia diagnóstica: imunohistoquímica na detecção de populações de células inflamatórias e do sistema imune, imunohistoquímica na detecção de células em apoptose, imunohistoquímica no estudo de agentes infecciosos, imunohistoquímica no estudo das nefropatias. Introdução ao estudo da biologia molecular, técnicas de hibridização “in situ”. Técnicas Físico-Químicas Aplicadas à Biotecnologia Radiação. Radiações na natureza. Radiação artificial Interação das radiações ionizantes com a matéria viva. Transferência de energia. Estados temporais da ação da radiação. Processos primários de absorção de energia. Raios gama, raios-X, nêutrons, partículas carregadas. Absorção de energia pelas moléculas. Proteção radiológica: Grandezas e unidades de física das radiações. Limites máximos permissíveis, exposição, precauções. Efeitos biológicos das radiações: fenômenos elementares, estádios, mecanismos. Radiações ionizantes e não ionizantes: critérios de distinção. Ação direta e indireta da radiação. Processos primários de absorção de energia; absorção por moléculas. Efeitos somáticos e hereditários, lesões moleculares, cromossomos. Conceitos básicos sobre radiossensitividade. Dose letal. Técnicas experimentais utilizadas na análise de materiais biológicos, tais como microscopia eletrônica de transmissão e varredura, ressonância magnética, difração de Raios-X, espectrofotometria, espectroscopia Mossbauer e Raman, cromatografia, entre outras. Tópicos Avançados em Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução Conceitos em fisiologia e biotecnologia da reprodução: tópicos em gametogênese, fecundação e biologia do desenvolvimento, incluindo desenvolvimento embrionário pré- e pós-implantacional, desenvolvimento do concepto e fisiologia placentária, e associação de certos eventos pré-natais com consequências pós-natais. Aspectos históricos da evolução e impacto das quatro gerações de biotécnicas da reprodução animal (inseminação artificial, transferência de embriões, fecundação in vitro e clonagem animal) e tecnologias correlacionadas (criopreservação de gametas e

embriões, ultrasonografia, transgênese, células-tronco, etc.) e perspectivas presentes e futuras de suas aplicações. Discussões em nível de biologia celular e molecular, metabolismo e fisiologia integrativa. Tópicos Avançados em Reprodução de Carnívoros Fisiologia Reprodutiva da fêmea canina . Fisiologia Reprodutiva da fêmea felina . Fisiologia Reprodutiva do macho canino . Fisiologia Reprodutiva do macho felino . Biotécnicas da Reprodução Aplicadas aos Carnívoros Domésticos. Tópicos Especiais em Genética Molecular São abordados aspectos práticos da Genética Molecular. A disciplina é essencialmente prática, visando enfocar as técnicas básicas em Genética Molecular. Compreensão das novas metodologias utilizadas na análise laboratorial de marcadores genéticos. Marcadores moleculares na tipagem de animais. ISSR, Microssatélites, SNPs, e sequenciamento de regiões do mtDNA e nDNA. Publicações recentes em revistas indexadas serão abordados. Tópicos Especiais em Metabolismo de Minerais e Vitaminas Biodisponibilidade, absorção, transporte e inter-relações de minerais e vitaminas para os animais domésticos. Tolerância e toxidez de minerais e vitaminas. A.2.2. Quadro das Disciplinas da Área de Biotecnologia em Recursos Naturais Biocatálise Princípios gerais sobre Enzimas; Vantagens e Desvantagens em Biocatálise, Propriedades Enzimáticas, Aspectos mecanísticos das reações enzimáticas, Classificação, Nomenclatura, Coenzimas, Fonte de Enzimas; Principais Tipos de Reações Enzimáticas: hidrólise, redução, oxidação, formação de ligações carbono-carbono. Métodos de detecção de reações enzimáticas; Aplicações Biocatalíticas, Métodos de detecção de reações enzimáticas. Bioeletroquímica Transferência de cargas em Processos Biológicos. Métodos Eletroquímicos: Voltametria: cíclica, Varredura Linear, AC e etc. Metódos amperométricos. Biogeoquímica Marinha Modelos conceituais em Biogeoquímica Marinha, ciclos biogeoquímicos marinhos, ciclo dos nutrientes e da matéria orgânica em estuários e regiões costeiras, ciclo dos metais traço em estuários e regiões costeiras, traçadores químicos de processos oceanográficos, conexões rioestuário-mar. Bioquímica Aplicada aos Recursos Naturais Tópicos selecionados de Bioquímica e de Biologia Molecular serão abordados com o objetivo de permitir a compreensão sobre a estrutura e a função de processos celulares que ocorrem na maioria dos organismos. Além disso, de uma maneira integrada será enfatizado os inúmeros compostos químicos produzidos a partir desses processos biológicos e seu potencial de utilização em diversos setores da Biotecnologia. Bioquímica de Lectinas

Isolamento, purificação e caracterização de lectinas autóctones; desenvolvimento, purificação e caracterização de anti-soros anti-lectinas.; utilização de lectinas para avaliação e aplicações em superfícies celulares. Bioquímica de Plantas Estudo dos mecanismos utilizados pelas plantas para se defenderem contra herbívoros e microorganismos. Biossíntese de Produtos Naturais Processos metabólicos primários. Ocorrência e função de produtos naturais micromoleculares. Principais rotas biossintéticas. Mecanismo das reações biossintéticas. Variação estrutural de policetídeos, terpenóides, esteróides, cumarinas, lignóides, flavonóides e alcalóides. Biotecnologia em Ecossitemas Aquáticos Início de tudo, histórico do DNA, processo de formação de um transgênico, projeto genoma terapia gênica, farmacogenômica, animais transgênicos, plantas transgênicas, biotecnologia das plantas aplicadas à produção de metabólitos, matriz de origem microbiana para uso biotecnológico – produção e aplicações, estabilizantes e potenciadores do sabor, perfumes. Biotecnologia Vegetal e Produtos Naturais Início de tudo, histórico do DNA, processo de formação de um transgênico, projeto genoma terapia gênica, farmacogenômica, animais transgênicos, plantas transgênicas, biotecnologia das plantas aplicadas à produção de metabólitos, matriz de origem microbiana para uso biotecnológico – produção e aplicações, estabilizantes e potenciadores do sabor, perfumes. Coleção de Culturas: gerenciamento, métodos de preservação e reativação de culturas de fungos Coleções de culturas. Definições. Principais coleções de culturas de microrganismos nacionais e internacionais. Objetivos das coleções. Acervo. Tipos de coleções de culturas. Serviços prestados. Recomendações para Operação e Gerenciamento de Coleções de Culturas de Microrganismos. Documentos. Métodos de preservação de culturas de fungos: vantagens e desvantagens. Reativação de culturas de fungos preservadas por diferentes métodos de preservação. Computação Aplicada ao Estudo dos Recursos Naturais Introdução ao Processamento de Dados; Internet; Pesquisa eletrônica científica; Introdução á Quimiometria; Noções de Modelagem Molecular; Tópicos em Inteligência Artificial; Computação aplicada ao Ensino de Ciências; Softwares Aplicativos Utilizados no Curso. Ecologia de Ecossistemas Aquáticos Principais conceitos de ecologia de vertebrados e invertebrados, com ênfase em peixes e crustáceos de ambientes fluviais, estuarinos e marinhos. Principais técnicas de coleta e processamento de amostras de larvas e adultos de vertebrados e invertebrados. Principais grupos e seus hábitos nos rios, regiões estuarinas e marinhas. Análise dos aspectos da ecologia aplicada relacionada a essas espécies.

Ecologia de Peixes em Regiões Estuarinas Principais conceitos de ecologia de larvas e peixes adultos, com ênfase em ambientes estuarinos e marinhos. Principais técnicas de coleta e processamento de amostras de larvas e peixes adultos. Principais grupos de peixes e seus habitas nas regiões estuarinas e marinhas. Análise dos aspectos da ecologia aplicada relacionada a essas espécies. Ecologia Microbiana Importância dos microrganismos na evolução dos seres vivos e na sustentabilidade dos ecossistemas. . Sistemática microbiana. . Ciclos biogeoquímicos. . Microrganismos decompositores e remineralizadores. . Metabolismo microbiano. Métodos para avaliar a produção microbiana. . Efeitos da tecnologia industrial sobre o equilíbrio ecológico. . Riscos ambientais globais. . Equilíbrio de comunidades microbianas e a sustentabilidade ambiental Ecologia Química nterações ecológicas plantas/plantas, plantas/insetos, plantas/microorganismos e as micromoléculas envolvidas.

insetos/insetos,

Estereoquímica Estrutura e Simetria - (teoria de grupo);. Estereoisomerismo; Quiralidade e Proquiralidade; Estereoquímica em moléculas contendo centro de quiralidade Estereoquímica em moléculas desprovida de centro de quiralidade; Análise conformacional; Métodos de determinação da propoção de estereoisômeros numa mistura; Racemização e Resolução, Métodos quiropticos; Estereoquímica em reações orgânicas. Estudos de Comunidades de Peixes Demersais e Pelágicos Técnicas de operação de redes de emalhe e de arrasto com portas, cálculo da área arrastada, cálculos de densidade e biomassa a partir da captura por unidade de área (CPUA), operações com o Sistema de Posicionamento Global (GPS). Etnofarmacologia Introdução à etnofarmacologia: conceitos, histórico, métodos de investigação. A legislação brasileira e a pesquisa de plantas medicinais. Acesso ao conhecimento tradicional. Abordagem integrada da química, ecologia e etnofarmacologia como ferramentas na descoberta de produtos ativos de origem vegetal, com ênfase para as plantas medicinais e alucinógenas. Farmacologia e Toxicologia Pré-Clínica de Produtos Naturais Estudos das diretrizes farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos com plantas medicinais, bem como sobre a Legislação que regulamenta os testes farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos. Abordagens de métodos de estudo farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos de produtos bioativos. Impacto Ambiental Conhecer e analisar os instrumentos, técnicos e legais, de gestão ambiental disponível para o controle e monitoramento dos impactos ambientais, nos processos de desenvolvimento e qualidade ambiental. Recuperação de áreas degradadas, utilizando-

se resíduo sólido urbano e industrial. Política e legislação de impacto ambiental, como AIA, EIA, RIMA, Resoluções CONAMA, entre outros. Marcadores Biológicos Importância das substâncias fósseis; Diagênese, catagênese e metagênese; Fundamentos de separação e análises de biomarcadores; Uso de biomarcadores na correlação fonte e ambiente deposicional; Uso de biomarcadores nas avaliações de maturidade e biodegradação; Uso de biomarcadores nos estudos de cinética, migração e correlações. Métodos Físicos de Análise Conceituação básica indispensável ao estudo dos métodos físicos de análise orgânica. Análise e interpretação de espectros de compostos orgânicos. Microbiologia Ambiental Aplicada à Biotecnologia A disciplina visa isolar e caracterizar os microrganismos de poluições ambientais, avaliando o seu emprego nos processos de biorremediação de ambientes contaminados com rejeitos urbanos e industriais, como também o emprego de metodologias biotecnológicas para o tratamento de efluentes urbanos e industriais, além dos conceitos farmacológicos de toxicidade. carcinogenicidade. mutagenicidade. Mineralogia e Geoquímica Introdução; Noções básicas de mineralogia (cristalolomorfologia, cristalofísica, cristaloquímica); Biominerais Inorgânicos; Técnicas de estudo em mineralogia, geoquímica e de materiais biogênicos; Os Componentes do Sistema Terra; Meios Ambientais Geoquímicos (de profundidade e superficial); Ciclos Biogeoquímicos; Dispersão e Mobilidade Biogeoquímica; Associação de Elementos; Classificação, Caracterização e Formas dos Principais Modelos de Dispersão (Anomalias); Meio Superficial e Intemperismo; Fatores que Influenciam o Processo de Meteorização e Biointemperismo: Resistência, Clima, Topografia e Relevo; Produtos da Meteorização; Propecção Biogeoquímica; Escala e Meio de Amostragem em Pesquisa Biogeoquímica. Polipeptídeos Naturais Farmacologicamente Ativos e seus Usos em Biologia Celular Serão abordados e examinados os grupos de toxinas polipeptídicas naturais já isolados, seus alvos celulares, seus mecanismos bioquímicos e moleculares de ação, bem como o emprego dirigido em Biologia Celular e em Medicina Experimental e Aplicada. Polissacarídeos de Algas Marinhas Trabalho individual ou em grupo, abordando aspectos teóricos e práticos relacionados com o isolamento e possíveis aplicações biológicas de polissacarídeos de algas marinhas. Poluição Marinha Definições e conceitos básicos em poluição marinha, População vs. Recursos Naturais vs. Poluição, fontes de poluição para os ambientes costeiros e para o mar, poluentes consumidores de oxigênio dissolvido na água, poluentes persistentes, hidrocarbonetos de petróleo, metais traço, conceitos básicos de toxicologia aquática, programas de monitoramento da poluição em ambientes aquáticos, biomonitoramento, panorama dos instrumentos legais vigentes na esfera federal, estudos de caso em poluição marinha.

Processos Agroindustriais Propriedades físicas e químicas das matérias-primas vegetais, processos químicos, biológicos e físicos de transforamação estabilização e conservação. Processos de Extração, Purificação e Quantificação de Produtos Naturais Aplicação de técnicas para isolar e purificar as diversas substâncias encontradas em vegetais com vistas ao possível aproveitamento dessas substâncias na terapêutica. Preparação de extratos, concentração e secagem. Métodos cromatográficos aplicados na separação, purificação e quantificação de produtos naturais (cromatografia em camada delgada, em coluna, cromatografia líquida de baixa, média e alta pressão, cromatografia gasosa, cromatotron, entre outros). Outros métodos de purificação (destilação, microsublimação, recristalização). Preparação de derivados (acetilação, metilação, hidrólise, oxidação e redução). Prospecção de Produtos Naturais Bioativos Prospecção e reconhecimento de seres vivos com finalidade da diagnose de produtos naturais. Introdução a conceitos de bioensaios. Aplicação e utilização de modelos experimentais in vitro e in vivo para estimar e quantificar a atividade biológica de compostos bioativos em diferentes alvos moleculares, enzimáticos e celulares, através de bioensaios. Proteínas de Vegetais Visão geral dos principais grupos de proteínas que ocorrem em plantas, principalmente em sementes, suas propriedades gerais e possíveis funções nos vegetais superiores. Proteínas Tóxicas de Origem Vegetal Lectinas. Inibidores de proteases - inibidores de ?-amilases. Arcelinas e proteínas relacionadas. Defensinas vegetais. Toxinas (CNTX. SBTX, ureases etc.). Proteínas inibidoras de ribossomos (RIPs). Química e Biotecnologia de Glicoconjugados Fundamentos teóricos sobre carboidratos, métodos empregados para a elucidação da estrutura de glicoconjugados e usos biotecnológico de glicoconjugados. Fornecer aos alunos uma visão aprofundada da química de carboidratos e glicoconjugados e avanços recentes no seu emprego biotecnológico. Química Orgânica Avançada Ligações Químicas. Estereoquímica. Intermediário de reações Orgânicas. Métodos para determinação dos mecanismos das reações Orgânicas.Ácidos e bases. Efeitos da estrutura na reatividade. Substituição nucleofílica alifática. Substituição eletrofílica em compostos insturados. Substituição eletrofílica aromática. Adição e ligação múltipla Carbono-heteroátomo. Rearranjos. Oxidação e redução. Reações. Seminário I - Introdução à Biossegurança e Bioterismo Seminários concernentes a biossegurança e bioterismo em pesquisas de interesse biotecnológico, na área de recursos naturais.

Técnicas para Identificação e Seleção de Culturas de Aspergillus e Penicillium Produtoras de Enzimas de Interesse Biotecnológico Taxonomia de Aspergillus e Penicillium. Técnicas de identificação de Aspergillus e Penicillium. Técnicas utilizadas para seleção de fungos produtores de enzimas de interesse biotecnológico. Caracterização de fungos produtores de enzimas de interesse biotecnológico. Tópicos de Biotecnologia em Recursos Naturais Disciplina de ementa livre para atender demandas discentes e para a participação ocasional de docentes que venham contribuir com novas técnicas e avanços teóricometodológicos em ciências ambientais, sociedade e saúde. Tópicos em Ciências Fisiológicas Aplicados ao Estudo de Produtos Naturais A disciplina apresenta uma visão básica introdutória dos princípios da fisiologia, farmacologia e imunologia e da fisiologia de órgãos e sistemas, sob o enfoque de um funcionamento integrado de partes de um todo que funciona harmoniosamente para promover a homeostase. Tópicos em Recursos Naturais Disciplina de ementa livre para atender demandas discentes e para a participação ocasional de docentes que venham contribuir com novas técnicas e avanços teóricometodológicos em ciências ambientais, sociedade e saúde. (Oferta a ser definida pelo colegiado).

A.2.3 - Disciplinas Eletivas da Área de Biotecnologia em Saúde Análise Proteômica Estudo da Proteômica; Métodos de extração, homogeneização e preparação de amostras a partir de material biológico; Sistemas de cromatografia e suas aplicações na proteômica; Eletroforese Bidimensional (2D); Espectometria de massas; modelos de estudo em proteômica e projetos protemas . Bioinformática em proteômica. Bases Moleculares da Regulação Gênica Regulação gênica em procariotos. Regulação gênica em eucariotos. Regulação e Diferenciação. Regulação e Desenvolvimento. Oncogenes. Bioinformática Aplicada à Saúde Bioinformática e evolução molecular, aplicando a tecnologia da informação ao gerenciamento de dados biológicos; Conceitos sobre as bases moleculares da evolução de seqüências nucleotídicas e protéicas, substituições sinônimas e não sinônimas, algoritmos e inferências filogenéticas, pesquisa biológica na WEB e manejo de Banco de Dados; Utilização da WEB para pesquisa biomédica em bioinformática, planejamento, construção, alimentação e análises utilizando banco de dados, métodos de alinhamentos múltiplos, modelos de substituições nucleotídicas, métodos de distância, verossimilhança máxima e testes estatísticos para suporte filogenético, além da utilização das ferramentas para analise computacional de seqüências protéicas; Coalescência, Genética de Populações, Epidemiologia, Evolução Molecular, Filogenética, Filogeografia, Genômica Funcional e Proteômica. Biologia Molecular Aplicada à Saúde

Histórico. Técnicas Básicas de Biologia Molecular. DNA Recombinante. Marcação de DNA. Vetores de Expressão. Enzimas de Restrição.Transformação Bacteriana. Construção de Vetores e Bibliotecas. Técnicas de Análise de DNA e RNA. Transgênicos. Gene Targeting. Aplicações da Tecnologia do DNA Recombinante. Bionegócios e Tecnologia de Informação em Biotecnologia Desenvolvimento de planos de negócios relativos a biotecnologia; Utilização de recursos relacionado a tecnologia de informação envolvendo vacinas e fármacos. Biossensores Elementos sensores aplicados em saúde, transdutores, técnicas de imobilização de proteínas, aplicações em clínica médica, imunossensores, sensores enzimáticos e genossensores. Tecnologia da informação voltada para o controle remoto de dispositivos médicos. Controle Nutricional na Regulação Gênica Bioquímica nutricional, Genes alvos da ação de nutrientes, metabolismo e regulação da proliferação celular, sindrome de resistência à insulina, polimorfismos de enzimas e proteínas transportadoras de nutrientes, nutrigenômica comparativa, compostos bioativos em nutrição e alimentos transgênicos. Desenvolvimento de Bioprodutos Origem de novos medicamentos. Desenvolvimento pré-clínico de medicamentos, Desenvolvimento clínico de medicamentos. Cultura de células animais como ferramenta de prospecção de novas moléculas com atividade terapêutica. Planejamento racional e modelagem molecular. Novos alvos terapêuticos. Prospecção de novas moléculas com atividade farmacológica através do high-throughput screening (HTS). Uso de anticorpos monoclonais no desenvolvimento de novos medicamentos. DNA recombinante no desenvolvimento de novos medicamentos. biorreatores animais e vegetais na pesquisa de novos medicamentos. Farmacogenética Identificação de grupos farmacológicos e agentes biológicos, correlação do agente a ser estudado com alvo potencial, identificação e caracterização biológica e funcional do tipo celular ou tecidual, aplicação metodológica teórico-pratica. Diagnóstico Molecular em Saúde Processos celulares básicos em nível molecular, conhecimento da tecnologia envolvida nos avanços da genética; genomas, proteomas e moleculomas, transgênicos, célulastronco, clonagem e terapia gênica. Aplicações biotecnológicas no campo de estudo das infecções parasitárias, doenças genéticas e dos vetores de parasitas, com o intuito de estudar novas alternativas de tratamento, diagnóstico e de controle de vetores. Ecotoxicologia Ecotoxicologia. Agentes Químicos no Ambiente. Biotransformação. Bioacumulação. Biodegradação. Ensaios ecotoxicológicos. Genotoxicidade Ambiental. Legislação. Análise de risco.

Epidemiologia Analítica

Fundamentos da estatística e da epidemiologia em sua aplicação no campo da saúde.Desenhos de estudos, medidas de morbidade e de associação, probabilidade de risco, marcadores moleculares e análise populacional. Eventos Moleculares da Resposta Imune Mecanismos celulares e moleculares da resposta imune; Fundamentos básicos que regem a imunologia atual; Mecanismos utilizados pela resposta imune celular no controle de infecções que acontece quando se tem ausência ou excesso desse tipo de resposta imune. Fármaco-Cinética Clínica Transporte através de membranas biológicas. Trajeto do medicamento no organismo em direção à circulação sistêmica: absorção e efeito de primeira passagem. Destino do medicamento após alcançar a circulação sistêmica: noções de distribuição e clearance. Metabolização de medicamentos, metabólitos ativos. Eliminação de medicamentos do organismo. Parâmetros Farmacocinéticos. Dose, freqüência de administração e adaptação posológica. Influência das doenças nas variações farmacocinéticas. Farmacocinética e interações medicamentosas. Biodisponibilidade, bioequivalência e suas aplicações. Farmacocinética dos medicamentos administrados por via parenteral. Medicações de liberação prolongada. Regimes terapêuticos: resposta terapêutica e toxicidade, regime de dose única, regime de doses repetidas e regime de administração contínua. Monitorização de fármacos. Particularidades farmacocinéticas: farmacocinética compartimental e não compartimental e farmacocinética em grupos especiais. Imunidade Inata e Doenças Infecciosas A disciplina visa ampliar os conhecimentos sobre a imunidade inata e as bases imunológicas das doenças infecciosas como AIDS, hepatite, infecção pelo HPV, dentre outras. O foco principal será em fatores genético envolvidos na modulação da susceptibilidade ao desenvolvimento de doenças infecçosas. Novas abordagens moleculares para estudos sobre o genoma humano em relação à doenças multifatoriais. Novas estratégias vacinais baseadas sobre célula da imunidade inata. Imunoterapia com células dendriticas e fatores genéticos responsáveis da resposta do hospedeiro ao imuno-tratamento. Imunoinformática Diversidade dos componentes do sistema imune; Complexo principal de histocompatibilidade; Vias regulatórias; Análises de sequenciamento; Sistemas computacionais; Base de dados do sistema imune; Modelagem estrutural; Modelagem matemática; Modelos laboratoriais. Imunologia Princípios básicos da Imunologia. Métodos de estudo da resposta imune. Utilização de técnicas de imunointervenção. Imunopatologia de doenças infecciosas, alérgicas e autoimunes. Imunidade em transplantes. Vacinas e imuno-intervenção. Métodos de avaliação da resposta imune. Imunomodulação das Alergias e Doenças Autoimunes Conhecimentos sobre as bases imunológicas das doenças alérgicas e auto-imunes (as células, moléculas e os agentes etiológicos envolvidos). Fatores ambientais que

modulam as reações imunes ocorridas nestas enfermidades; Modelos experimentais disponíveis para o estudo das mesmas e possíveis estratégias de intervenção (passíveis de servirem de base para o desenvolvimento de produtos biotecnológicos). Inovação Tecnológica em Cirurgia Endovascular e em Pesquisa na Aterosclerose Inovação tecnológica em pesquisas experimentais em animais. Criação de modelos experimentais de aneurismas de aorta em animais de experimentais. Criação de modelos experimentais de tratamento de aneurismas. Criação de modelos experimentais de aterosclerose em animais de experimentação. Pesquisa de substância vegetal no tratamento da aterosclerose induzida. Pesquisa de novos materiais experimentais no tratamento dos aneurismas e estenoses arteriais Lectinas como Marcadores no Processo de Diferenciação Celular Apresentar a importância e aplicações do código sacarídico e de enzimas (glicosidases, transferasesmetc.) envolvidas nos vários eventos bioquímicos inter e intra-celulares durante o desenvolvimento norma e patológico em tecidos humanos e modelos experimentais. Purificação e caracterização de lectina Destacar o papel das lectinas como ferramentas histoquímicas na determinação deste perfil carboidrático quanto a caracterização/diferenciação celular como alvo para direcionamento de drogas em tratamentod e experimentação de fármacos. Descrever as variantes das lectinas de histoquímica com lectinas, bem como sua aplicação e interpretação. Mecanismo de Ação e Resistência aos Antimicrobianos Mecanismos de ação dos antibióticos; Mecanismos distintos de resistência desenvolvidos pelos microrganismos; Técnicas de epidemiologia molecular utilizadas para a detecção de surtos hospitalares; Rumo da terapêutica antimicrobiana; Resistência bacteriana progressiva aos antibióticos representa um importante problema de saúde pública mundial nos últimos anos. Modelagem Molecular de Biomoléculas Conceitos Fundamentais. Interações Intermoleculares e Intramoleculares. Campos de Força. Introdução à Simulação Computacional (MC e MD). Estratégias para o Planejamento Racional de Fármacos. Relação Estrutura-Atividade (SAR). Aplicações de Docking. Aplicações de QSAR-3D, Desenvolvimento de Softwares para Modelagem Molecular. Ação dos fármacos: Absorção,Distribuição, Metabolismo, Eliminação e Toxicidade (ADME/T) de moléculas bioativas. Relações estruturaatividade (SAR). As membranas biológicas e o transporte de fármacos. Receptores e mensageiros. Modelos Computacionais Aplicados à Biotecnologia Agentes mutagênicos. Lesões de DNA e danos celulares. métodos de genética toxicológica. Vias de reparo de DNA em procariotos e eucariotos. Inter-relações entre reparo de DNA, ciclo celular, apoptose e câncer. Mutagênese e Reparo de DNA Agentes mutagênicos. Lesões de DNA e danos celulares. métodos de genética toxicológica. Vias de reparo de DNA em procariotos e eucariotos. Inter-relações entre reparo de DNA, ciclo celular, apoptose e câncer.

Nanotecnologias Aplicadas à Saúde A disciplina visa ampliar os conhecimentos sobre as nanotecnologias aplicadas a áreas da saúde. Serão abordadas diferentes temáticas focalizando a atenção em novos meios diagnósticos altamente automatizados e bom baixo custo. Serão apresentados exemplos de nanotecnologias já atualmente utilizada pelo diagnóstico molecular de doenças hereditárias monofatoriais e multifatoriais. As principais tecnologias serão discutidas e serão avaliados os custos/benefícios para cada aplicação nanotecnologia. Serão discutidas criticamente as possibilidades de introdução das várias nanotecnologias na área da saúde do Nordeste Brasileiro Oncologia Experimental e Clínica Carcinogênese e progressão tumoral; Invasão e metástases; Oncogenes e genes supressores no câncer; Controle do Ciclo celular; Angiogênese no câncer; Imunologia e Imunoterapia do câncer; Métodos experimentais usados na pesquisa do câncer; Pesquisa de novas moléculas com atividade anticâncer; Quimioterápicos usados no tratamento do câncer; Novas opções terapêuticas no câncer. Pesquisa Clínica de Produtos Biotecnológicos História da pesquisa farmaco-clínica. Desenho e planejamento de experimentos farmaco-clínicos. Estudos de fase I, fase II, fase III e fase IV. Elaboração de protocolos de ensaios farmacoclínicos. Recrutamento de voluntários sadios/pacientes. Ensaios farmaco-clínicos: estudo controlado, estudo não controlado, estudo aberto, estudo simples-cego, estudo duplo-cego e estudo triplo-cego. Tamanho da amostra e randomização de voluntários sadios/pacientes. Estudos multicêntricos. Interpretação dos resultados nos ensaios farmaco-clínicos. Interpretação de reações adversas. As boas práticas clínicas nos ensaios com medicamentos. Aspectos éticos e legais dos ensaios farmaco-clínicos. Condução, monitoramento e auditoria dos ensaios farmacoclínicos. Produção de Vacinas Terapêuticas e Preventivas Desenvolvimento de vacinas terapêuticas e preventiva, observando as tecnicas de isolamento, purificação, cultivo celular e utilização delaboratório de nível biológico 3. Analises imunológicas e de proteomica em animais e no homem. Testes clínicos com fases I,II, III e IV. Química Orgânica e Biomolecular Características estruturais das biomoléculas. Ligações químicas e forças inter- e intramoleculares. Estequiometria: relações quantitativas nas reações químicas. Ácidos e Bases. Efeitos da estrutura química sobre a reatividade de biomoléculas. Compostos organometálicos. Fotoquímica:transformação abiótica, degradação e fototransformação. Caracterização de compostos orgânicos: espectroscopia no infravermelho, ressonância magnética nuclear de próton e espectrometria de massas. Reações de Hipersensibilidade Alérgica a Medicamentos Revisão dos Mecanismos imunológicos da hipersensibilidade. Introdução à alergia a medicamentos. Epidemiologia das reações alérgicas a medicamentos. Diagnóstico laboratorial das reações alérgicas a medicamentos. Manifestações cutâneas da alergia a fármacos.

Teoria e Prática de Anticorpos Monoclonais e Policlonais

Embasamento teórico e prático para indução da resposta imune humoral em animais de laboratório; Avaliação da resposta obtida a produção e caracterização de anticorpos monoclonais e policlonais. Terapia Gênica Recombinação molecular, genética do desenvolvimento, Genética do câncer, Análise da expressão gênica, Farmacoterapia experimental,Medicina genômica, Clonagem de expressão, Definição de Terapia Gênica: vacinas gênicas, anticorpos monoclonais, small interfering RNA, dentre outros. Mecanismos básicos da transferência de genes via vetores virais e não virais. Análise de polimorfismos, assinatura gênica e biomarcadores, dentre.Terapia gênica como ferramenta de estudo. Aspectos éticos e futuras perspectivas relacionadas com a terapia gênica.. Terapia Gênica e Celular Diversidade dos componentes do sistema imune; Complexo principal de histocompatibilidade; Vias regulatórias; Análises de sequenciamento; Sistemas computacionais; Base de dados do sistema imune; Modelagem estrutural; Modelagem matemática; Modelos laboratoriais. Tópicos Avançados em Biotecnologia da Saúde Análise e discussão de temas que abordem aspectos relevantes e atualizados em Biotecnologia da saúde. Trangênese e Nocaute Gênico em Animais de Experimentação Conhecimento atual sobre trangênese em animais de experimentação, em especial em camundongos, visando ao desenvolvimento de modelos experimentais de doenças humanas. Validação Internacional de Instrumentos de Qualidade de Vida A avaliação da Qualidade Vida tem se tornando um parâmetro cada vez mais utilizado e valorizado na pesquisa clínica, tendo orientado nos últimos anos as decisões de médicos e pacientes, principalmente nas doenças crônico-degenerativa. . Na avaliação das intervenções para a melhora do estado de saúde, a qualidade de vida pode refletir aspectos que não eram analisados anteriormente, a ênfase era dada aos aspectos laboratoriais e clínicos, parâmetros estes que não refletiam a avaliação do ponto de vista do paciente. . Para avaliação da qualidade de vida destes pacientes se faz necessários a utilização de questionários que no Brasil temos poucos validados. . A criação ou a validação de questionários internacionais é uma etapa importante para a aplicação no nosso país com fases que compreende: tradução lingüística e cultural, aplicação e pesquisa científica. . A criação ou validação de questionários para estudo da qualidade de vida gera patente e marca possíveis de registro nacional e desenvolvimento de conhecimento nesta área.

A.2.4 - Disciplinas Eletivas da Área de Biotecnologia Industrial

Biologia Molecular Aplicada à Engenharia Química Engenharia genética e a produção de serviços e produtos. O impacto na geração de vacinas, drogas e outros produtos recombinantes. Discussão de tópicos básicos de biologia molecular e as relações com a engenharia genética. Biorreatores Cinética enzimática. Cinética de processos bioquímicos: modelos não-estruturados e estruturados.Biorreatores: descontínuo, contínuo e descontínuo alimentado. Biorreatores ideais: equações de balanço material. Aeração e agitação de biorreatores. Instrumentação e controle de biorreatores. Biorreatores não-convencionais. Biotratamento de Resíduos Biotecnologia e Meio Ambiente. Sistemas e Processos de Biorrecuperação. Biodegradação de Hidrocarbonetos. Tratamento Biológico de Gases. Monitoramento Ambiental. Elaboração de Projeto. Caracterização e Viabilização de Suportes Poliméricos (Polissacarídeos) para Imobilização de Moléculas Biologicamente Ativas O objetivo da disciplina acima citada, visa o estudo mediante modificação química, seguida de caracterização química e fisico-química de substâncias poliméricas, com o intuito de serem utilizadas como suportes para imobilização de biomoléculas, tais como: proteinas, enzimas, antibióticos, etc., e assim, viabilizando esses polímeros como carreadores de drogas. Ciência e Inovação Transferência de conhecimento para a sociedade. Artigos científicos. Propriedade intelectual. Patentes. Transferência de tecnologia. Engenharia de Processos Biotecnológicos Introdução, Células e Enzimas como Biocatalisadores, Cinética dos bioprocessos, Biorreatores, Fenômenos de Transporte nos Bioprocessos, Estudo de casos. Extração e Purificação de Biomoléculas Conceito de recuperação e purificação de biomoléculas (RPB). Relevância. Estrutura e propriedades de biomoléculas. Proteínas e polissacarídeos com atividade biológica, enzimas, hormônios e vacinas. Operações para processos de purificação primária, secundária e de polimento de produtos bioativos. Isolamento e Identificação de Fungos Produtores de Metabolitos Técnicas especiais para o isolamento de fungos. Técnicas de identificação de fungos. Meios de cultura específicos. Caracterização produtores de enzimas. Microbiologia Industrial Identificação, atividades e caracterização de microrganismos, bactérias, leveduras e fungos. Meios de crescimento. Isolamento e classificação. Genética microbiana. Processos fermentativos industriais. Planejamento de Experimentos

Dados de planificação de experiências: planificação fatorial, escolha dos níveis de fatores. Método simplificado de planificação de uma experiência e otimização. Aplicações da metodologia de planos e otimização em problemas de tecnologia química. Processos Biotecnológicos Introdução à Engenharia Bioquímica. Cinética Enzimática. Cinética Microbiana, Modelos Matemáticos aplicados às transformações enzimáticas e microbianas. Reatores Bioquímicos ideais. Aspectos relevantes de Fenômenos de transporte em Engenharia Bioquímica. Aeração e agitação. Ampliação de escala. Esterilização. Prospecção Tecnológica Transferência de conhecimento para a sociedade. Artigos científicos. Propriedade intelectual. Patentes. Transferência de tecnologia. . Capacitar os alunos em prospecção tecnológica e em levantamento do estado da técnica para melhor alicerçar sua pesquisa e realizar prospecção tecnológica. Para isso serão dadas as bases de transferência de conhecimento científico para a sociedade através de propriedade intelectual e de serviços: artigos, patentes, marcas, contratos e outros, os resultados de pesquisa e desenvolvimentos com apropriação dos resultados. Química de Carboidratos Métodos analíticos para identificação e determinação oligossacarídeos, polissacarídeos; aplicações biotecnológicas.

de

monossacarídeos,

Tópicos Avançados em Biotecnologia Análise e discussão de temas que abordem aspectos relevantes e atualizados em Biotecnologia industrial. A.3 ATIVIDADE ELETIVA DO NÚCLEO COMUM ÀS QUATRO ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO. Atividade de Pesquisa Atividade complementar destinada à montagem da metodologia do projeto de tese.