N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 36/2018
Aprova o Curso Técnico em Meio Ambiente na modalidade de Educação Profissional à Distância, sob a responsabilidade da Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (24)
- FUNDAMENTA-SE EM
Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) nesta norma: preâmbulo → na outra: artigo 28, incisos XV e XVI“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 15 de...” fonte: texto · confiança alta
23 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CNE/CEB 6/2012 em: Anexo I“A Resolução CNE/CEB Nº 06/2012 institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a 1Educação Profissional de Nível Técnico, normalizando os currículos básicos relativos às áreas profissionais e...”
- cita
- citaDecreto 5.154/2004 em: Anexo I, art. 54“Para a construção da matriz curricular foram observadas as determinantes legais presentes no decreto nº 5.154/2004 e parecer CNE/CEB Nº 39/2004, integradas por disciplinas, atividades acadêmicas,...”
- citaDecreto 5.622/2005 em: Anexo I“A metodologia EAD, ampara-se no Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, no Capítulo I, Das Disposições Gerais, especificamente no Art. 1º, que nos traz a seguinte informação: “Para os fins...”
- citaDecreto 7.824/2012 em: Anexo I“De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os processos seletivos obedecerão...”
- citaDecreto-Lei 875/1953 em: Anexo I“A Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba – ETS/UFPB, localizada no Campus I, criada através do Decreto Lei Nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com sede em João Pessoa, vem, ao...”
- citaRes. FNDE 18/2010 em: Anexo I“EQUIPE ACADÊMICA E ÓRGÃO COLEGIADO A equipe acadêmica do curso será estabelecida em conformidade com a Resolução CD/FNDE nº 18, de 16 de junho de 2010 a qual altera a Resolução CD/FNDE nº 36 de 13...”
- citaRes. FNDE 36/2007 em: Anexo I“EQUIPE ACADÊMICA E ÓRGÃO COLEGIADO A equipe acadêmica do curso será estabelecida em conformidade com a Resolução CD/FNDE nº 18, de 16 de junho de 2010 a qual altera a Resolução CD/FNDE nº 36 de 13...”
- citaLei 10.419/2002 em: Anexo I“A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande.”
- citaLei 11.445/2007 em: Anexo I, art. 54“● Origem e características do lixo ● LEI 11.445/07 - Saneamento Básico Lei12.305/2010 – Gerenciamento de Resíduos Sólidos.”
- citaLei 12.305/2010 em: Anexo I, art. 54“● Origem e características do lixo ● LEI 11.445/07 - Saneamento Básico Lei12.305/2010 – Gerenciamento de Resíduos Sólidos.”
- cita
- citaLei 12.711/2012 em: Anexo I“De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os processos seletivos obedecerão...”
- cita
- citaLei 3.835/1960 em: Anexo I“Posteriormente, com a sua federalização, aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960, foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas...”
- cita
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“De acordo com suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I, art. 54“Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências.”
- citaLei PB 1.366/1955 em: Anexo I“APRESE NTAÇÃO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de...”
- cita
- citaRes. CONSEPE 01/2014 em: Anexo I“Segundo a 3ª edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pelo Ministério da Educação pela resolução nº 01/2014, o Técnico em Meio Ambiente auxilia e executa tarefas de coleta,...”
- cita
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 54“Art. 54, alínea c, do Regimento Geral, ou seja, aqueles que passarem regularmente com média 7,0.”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 42 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 35 em comumRes. CONSUNI 01/2025
- paralela · 33 em comumRes. CONSUNI 02/2015
- paralela · 31 em comumRes. CONSUNI 14/2024
- paralela · 30 em comumRes. CONSUNI 10/1998
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 23 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 5 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 36/2018 Aprova o Curso Técnico em Meio Ambiente na modalidade de Educação Profissional à Distância, sob a responsabilidade da Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 15 de junho de 2018, (Processo nº 23074.035575/2017-31), R E S O L V E:
¶Art. 1º Aprovar o Curso Curso Técnico em Meio Ambiente, em nível técnico, denominado Curso Técnico em Meio Ambiente, na modalidade à distância, a ser ministrado pela Escola Técnica de Saúde da UFPB, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I.
¶Art. 2º O Projeto Pedagógico do Curso passa a fazer parte da presente Resolução através dos Anexos I.
¶Art. 3º Fica aprovada a realização e programação pela Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde, o Curso Técnico em Meio Ambiente na modalidade de Educação profissional à Distância, Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde, com carga horária de 1.200 horas
¶Art. 4º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, na Escola Técnica de Saúde da UFPB e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução;
¶Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 29 de agosto de 2018.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 36/2018
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Cidade Universitária - Campus Universitário I - João Pessoa –PB – CEP 58.059-900 - Telefone (083) 3216 7400 fax (083) 3216.7189, e-mail: coordenacao@ets.ufpb.br
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM MEIO AMBIENTE MODALIDADE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
EIXO TECNOLÓGICO AMBIENTE E SAÚDE
João Pessoa – PB
2017
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE Cidade Universitária - Campus Universitário I - João Pessoa –PB – CEP 58.059-900 - Telefone (083) 3216 7400 fax (083) 3216.7189, e-mail: coordenacao@ets.ufpb.br
REITORA Profa. Dra. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz VICE-REITORA Profa. Dra. Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Prof. Dr. João Euclides Fernandes Braga VICE-DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Prof. Fabiano Gonzaga Rodrigues DIRETORA GERAL DA ESCOLA TÉCNICA Profa. Dra. Ivanilda Lacerda Pedrosa VICE-DIRETORA DA ESCOLA TÉCNICA Profa. Dra. Maria Soraya Pereira Franco Adriano DIREÇÃO GERAL DE ENSINO Profa. Dra. Maria Soraya Pereira Franco Adriano COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Theóffillo da Silva Lopes TÉCNICA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS Mércia Ferreira de Assis
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE
Profa. Claudenice Rodrigues do Nascimento Profa. Andrea Fernanda Ramos de Paula
Conteúdo
1. APRESENTAÇÃO................................................................................................................................... 5
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................................................. 8
3. JUSTIFICATIVA ..................................................................................................................................... 9
4. OBJETIVOS ......................................................................................................................................... 12 4.1
Geral: ........................................................................................................................... 12
4.2
Específicos: .................................................................................................................. 12
5. REQUISITOS DE ACESSO .................................................................................................................... 13
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .................................................................................................. 14 7.COMPETÊNCIAS DO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE: ......................................................................... 14
8. METODOLOGIA.................................................................................................................................. 16
9. EQUIPE ACADÊMICA E ÓRGÃO COLEGIADO ..................................................................................... 18
10. FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA ......................................................................... 23
11. ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM ........................................................... 23 11.1 Processo de Comunicação-interação Entre Alunos, Professor Mediador (Tutore) e Professores Formadores ao Longo do Curso. ......................................................................... 24 11.2 O Papel da Tutoria (Professor mediador) ao Longo do Curso......................................... 25 11.3 Relação Numérica Professor Mediador (tutor) /Aluno, Número de Professores/Hora e Tutores/Hora Disponíveis para o Atendimento ao Curso. .................................................................... 26 11.4 Frequência, Função e a Estrutura dos Momentos Presenciais Planejados para o curso 26 11.4.1 Abertura do semestre letivo .................................................................................... 27
12. PERSPECTIVA DA AVALIAÇÃO DO ALUNO ....................................................................................... 27
13. RECUPERAÇÃO ................................................................................................................................ 27 14.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ........................................................................................................... 28 14.1 Matriz Curricular ............................................................................................................. 28
15. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ............... 30
16. BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ............................................................................... 31
17. CERTIFICADOS A SEREM EMITIDOS ................................................................................................ 32
18. REFERÊNCIAS ................................................................................................................................... 33
1.
APRESE NTAÇÃO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366,
de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização, aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960, foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. A partir de sua federalização, a UFPB desenvolveu uma crescente estrutura multicampi, distinguindo-se, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema de ensino superior do país que, em geral, têm suas atividades concentradas num só espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras. No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete Campus. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A partir de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa) a serem incorporados pela UFCG. Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior, denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFPB criou em 2005 mais um campus, no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape e Rio Tinto. Em 2014, a UFPB estruturou-se da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ); Centro de Biotecnologia (CBiotec); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA); Centro de Informática (CI) e Centro de Energias Alternativas Renováveis
(CEAR); o Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro deCiências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) e o Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). Nos últimos cinco anos, com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de tamanho e, hoje, já é a instituição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a oferecer o maior número de vagas no seu processo seletivo. Em 2005, a UFPB oferecia cerca de 3.700 vagas por ano. Para 2012 foram 8.020 vagas distribuídas pelo Processo Seletivo Seriado (PSS) e pelo ENEM/SISU. Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino superior e técnico profissionalizante, além da pesquisa e extensão. Em 2017 a UFPB está estruturada da seguinte forma: Campus I- João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ); Centro de Biotecnologia (CBiotec); Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA); Centro de Informática (CI) e Centro de Energias Alternativas Renováveis (CEAR); Campus II – Areia,compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); Campus III – Bananeiras,abrangendo o Centro deCiências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA); Campus IV – Rio tinto e Mamanguape, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). A Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba – ETS/UFPB, localizada no Campus I, criada através do Decreto Lei Nº 875 de 24 de janeiro de 1953, com sede em João Pessoa, vem, ao longo de sua história, profissionalizando Técnicos em Enfermagem, Técnicos em Prótese Dentária, Técnicos em Análises Clínicas e mais recentemente Técnicos em Cuidados de Idosos, contribuindo, assim, com o desenvolvimento da região onde está inserida. O corpo docente é formado por professores qualificados como especialistas, mestres e doutores, com títulos obtidos em Universidades Nacionais e Estrangeiras,
tendo como consequência direta o envolvimento dos alunos em trabalhos de ensino, pesquisa e extensão. Desde 2012, a ETS/UFPB através da Bolsa Formação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONATEC, vem contribuindo de forma significativa com a formação profissional em Cursos de Formação Inicial e Continuada – FIC, com a expansão de vagas nos eixos tecnológicos, Produção Cultural e Design, Ambiente e Saúde, Desenvolvimento Educacional e Social, Informática e Comunicação. Esta iniciativa tem apresentado resultados positivos no âmbito institucional e regional, favorecendo a inserção de profissionais qualificados no mundo do trabalho, com vista a atender à demanda competitiva do mercado. O emprego de novas tecnologias da informação tem delineado um novo cenário no processo ensino-aprendizado, parte significativa desta transformação está relacionada ao uso da Educação à Distância, como forma de atingir novos públicos por meio de metodologias inovadoras para o ensino, onde o aluno é sujeito ativo no processo de construção do conhecimento. Nesse cenário, sendo responsável pela indução de políticas educacionais da Educação Profissional, o Ministério da Educação reforça a implementação do Ensino a distância, com o propósito da oferta da educação profissional técnica de nível médio na modalidade de Educação a distância articulado, de forma concomitante, destinada aos alunos que estejam cursando o Ensino Médio presencial regular. A UFPB e particularmente a Escola Técnica de Saúde, apresenta papel relevante de contribuição com formação profissional neste novo cenário da Educação. Com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento sócio-econômico, cultural e o pleno exercício da cidadania, a ETS/UFPB vem embasando e reestruturando seus currículos com base no princípio da flexibilidade, contemplando práticas inovadoras, visando a constante elevação da qualidade no Ensino nesta nova modalidade. Neste sentido, propõem-se avançar na oferta da Educação à Distância com o curso técnico em Meio Ambiente, o qual consiste em uma das propostas de formação associada à melhoria do meio ambiente, à preservação e utilização dos recursos naturais e ao desenvolvimento e inovação do desenvolvimento tecnológico de suporte e atenção a saúde, acreditando que otimizaremos a educação aos jovens do Ensino Médio, que após concluir essa etapa de ensino, estarão aptos a se inserir no mundo do trabalho e renda somada a uma formação técnica.
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
LOCALIZAÇÃO VINCULAÇÃO INSTITUCIONAL: Universidade Federal da Paraíba – UFPB NOME DA ISTITUIÇÃO: Escola Técnica de Saúde da UFPB ENDEREÇO: Cidade Universitária - Campus Universitário I - João Pessoa –PB – CEP 58.059-900 TELEFONE (083) 3216-7400 fax (083) 3216-7189. E-mail: coordenacao@ets.ufpb.br DADOS DO CURSO EIXO TECNOLÓGICO: Ambiente e Saúde NOME DO CURSO: Técnico em Meio Ambiente NÍVEL: Médio MODALIDADE DE ENSINO: Integrado ao Ensino Médio modalidade EAD. FORMA DE ARTICULAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA COM A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: Integrado ao Ensino Médio Modalidade EAD CARGA HORÁRIA: 1200h QUANTIDADE DE VAGAS OFERTADAS: até100 vagas semestrais por turma/polo. REGIME DE MATRÍCULA: Semestral TURNO: matutino, vespertino ou noturno.
3. JUSTIFICATIVA As questões relacionadas ao meio ambiente têm ganhado lugar de destaque nos últimos anos. A necessidade da preservação ambiental é emergente, a problemática relacionada ao uso insustentável dos recursos naturais não renováveis tem acelerado a degradação do meio ambiente e, por consequência, diminuido a qualidade de vida da população. Neste sentido, se faz necessário compreender as interações complexas e dinâmicas entre sociedade e natureza, pois o esgotamento dos recursos naturais não ocorre isoladamente, uma vez que o homem faz parte da natureza e também sofre com todas as consequências maléficas sobre ela. Atualmente, o modelo de desenvolvimento do mundo não é sustentável. Mudanças do clima, perda de diversidade ecológica e cultural, pobreza e desigualdade tendem a aumentar a vulnerabilidade da vida humana e dos ecossistemas do planeta. A crise sócio-ecológica-ambiental vivenciada, repercutida pelo aumento populacional, aliada à crescente demanda por bens e serviços tem trazido sérios problemas ambientais como: desequilíbrios da exploração excessiva dos recursos naturais; desmatamento e queimadas; poluição do ar por indústrias e automóveis; poluição de corpos hídricos em geral (rios, lagos, mares) e extinção de espécies; danos permanentes ao solo pelo uso de pesticidas e outras substâncias danosas; mudanças climáticas; aquecimento global; derretimento de geleiras; secas; inundações, dentre outras. Todos esses agravos resultam em um efeito prejudicial enorme ao meio ambiente e à saúde humana, visto que os problemas ambientais são também problemas de saúde pública, pois afetam os seres humanos e as sociedades em todas as suas dimensões, evidenciando suas consequências no espaço construído. Assim, ações de preservação, melhoria e recuperação do meio ambiente são fundamentais para garantir a vida e sua qualidade, uma vez que a desordem do meio ambiente, em algum grau, gerará desordem na saúde individual e coletiva. A proteção ambiental deixa de ser considerada responsabilidade exclusiva dos órgãos oficiais de meio ambiente e passa a ser compartilhada por todos os demais setores da sociedade, que tendem a rever o seu posicionamento, atitudes e hábitos em
virtude das modificações ambientais que estão acontecendo, bem como a necessidade de formação de profissionais que atuem de maneira significativa frente aos problemas ambientais. A demanda do mercado de trabalho para o Técnico em Meio Ambiente tende a aumentar, devido à carência de profissionais com esta formação e ao crescimento de atividades relacionadas com as questões ambientais. Segundo a 3ª edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pelo Ministério da Educação pela resolução nº 01/2014, o Técnico em Meio Ambiente auxilia e executa tarefas de coleta, armazenamento e interpretação de informações, dados e documentações ambientais; colabora na elaboração de laudos, relatórios e estudos ambientais; auxilia na elaboração, acompanhamento e execução de sistemas de gestão ambiental; atua na organização de programas de educação ambiental, de conservação e preservação de recursos naturais, de redução, reuso e reciclagem; identifica as intervenções ambientais, analisa suas consequências e operacionaliza a execução de ações para preservação, conservação, otimização, minimização e remediação dos seus efeitos. A Resolução CNE/CEB Nº 06/2012 institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a 1Educação Profissional de Nível Técnico, normalizando os currículos básicos relativos às áreas profissionais e insere o Meio Ambiente como uma de suas grandes Áreas. Esta Resolução traz no seu artigo 4º, como critérios para a organização e o planejamento dos cursos técnicos, o atendimento às demandas dos cidadãos, do mercado e da sociedade. A incorporação do conceito de responsabilidade social na gestão e no gerenciamento das empresas tem multiplicado a demanda por profissionais qualificados para atuar em diversas áreas ambientais. Diversos setores da sociedade necessitam de profissionais técnicos em meio ambiente, como os setores de energias renováveis, reciclagem e tratamento de resíduos, transporte público, construção de equipamentos com eficiência no uso de energia, agricultura e florestas sustentáveis, serviços ambientais, entre outros. Diante do quadro caracterizado, verifica-se a necessidade da formação de profissionais cada vez mais qualificados visando contribuir para a melhoria da qualidade ambiental, através do desenvolvimento de atividades relacionadas à preservação de ecossistemas, redução de emissões atmosféricas, minimização de resíduos, eficiência energética, implementação de novas tecnologias, entre outras.
Considerando a preocupação com a preservação e exploração racional do Meio Ambiente discutida em contexto global, a Escola Técnica de Saúde (ETS) da UFPB, se propõe a oferecer o Curso Técnico em Meio Ambiente, em consonância com as exigências locais e também mundiais na área de meio ambiente. Neste sentido, proporcionar-se-á formação profissional técnica com oportunidade de abertura para o mundo do trabalho, de acordo com as novas tendências tecnológicas, visando às inovações pertinentes ao desafio do desenvolvimento sustentável. Trazendo um enfoque diferencial e inovador, o curso Técnico em Meio Ambiente da ETS/UFPB, consta de uma carga horária de 1200 horas, distribuídas em três módulos sequenciais, contará com corpo docente com ampla experiência na área ambiental, estabelecendo novas metodologias de ensino, com o enfoque na formação de cidadãos conscientes de sua responsabilidade ética e social, trazendo a reflexão da relação indissociável de meio ambiente e sociedade atrelada à perspectiva de melhoria na qualidade de vida. De acordo com suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como das demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil. A EAD vem sendo utilizada pelo governo em todas as esferas como ferramenta educacional para atender numerosos segmentos da população visando à diminuição de processos de exclusão social e atendendo grandes contingentes que não podem frequentar os ambientes acadêmicos tradicionais por inúmeros motivos. Assim é que a Escola Técnica de Saúde da UFPB, diante de uma sociedade moderna, caracterizada pelos avanços da ciência e da mídia eletrônica, vinculadas ao processo produtivo, onde estão sendo alteradas não só as metodologias de aprendizagem, mas o comportamento das pessoas, não poderia se omitir como instituição no cumprimento de seu papel social, em prol de uma educação mais democrática, oportunizando aos cidadãos a qualificação/re-qualificação necessária ao ingresso no mundo do trabalho e, portanto, a uma vida mais digna a que todos têm direito.
4. OBJETIVOS 4.1 Geral:
Formar Técnicos em Meio Ambiente, articulando ensino, pesquisa e extensão com vistas ao desenvolvimento da sensibilização, reconhecimento, valoração do ambiente natural e avaliação das intervenções antrópicas para aplicar os princípios de prevenção e recuperação ambiental.
4.2 Específicos: ▪
Caracterizar os sistemas e ecossistemas, com base nos elementos que os compõem e suas respectivas funções;
▪
Propiciar a compreensão dos processos de degradação ambiental de ordem natural bem como decorrentes de ações antrópicas;
▪
Fomentar ações de monitoramento ambiental através de atividade de coleta, armazenamento de dados e interpretação de informações em documentos ambientais;
▪
Oferecer ferramentas que auxiliem os discentes na análise e avaliação das intervenções ambientais, bem como operacionalizar a execução de ações para preservação, conservação, otimização, minimização e remediação dos seus efeitos;
▪
Fomentar a atuação em equipes multidisciplinares, integrando ações que envolvem elaboração, acompanhamento e execução de sistemas de gestão ambiental, contribuindo na elaboração de laudos, relatórios e estudos ambientais;
▪
Refletir os aspectos inerentes à aplicação da legislação ambiental através de intervenções no âmbito da educação ambiental, nas áreas habitadas e com problemas causados por Impactos Ambientais urbanos;
▪
Subsidiar o planejamento e desenvolvimento de campanhas educativas para conservação e preservação do meio ambiente e qualidade de vida do ser humano;
▪
Favorecer a formação de profissionais empreendedores para atuar no contexto das
organizações
públicas,
privadas
e terceiro setor,
auxiliando no
desenvolvimento de atividades sustentáveis; ▪
Promover o desenvolvimento de profissionais éticos e comprometidos com as causas e questões ambientais regionais, nacionais e globais.
5. REQUISITOS DE ACESSO
O Curso Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio é destinado a estudantes concluintes do Ensino Fundamental, e iniciantes do ensino médio regulamente matriculados em uma instituição de ensino, tendo essas observações como pré-requisito. O ingresso ao curso ocorre por meio de Processo Seletivo, de caráter eliminatório e classificatório, com o aproveitamento dos candidatos até o limite das vagas fixadas para o curso em Edital, conforme regulamentação específica e mediante inscrição em períodos divulgados em edital. De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os processos seletivos obedecerão ao percentual mínimo estabelecidos na lei e decreto supracitados. O processo seletivo será divulgado através de edital publicado na Imprensa Oficial, com indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo, além do número de vagas oferecidas.
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O profissional concluinte do Curso Técnico em Meio Ambiente oferecido pela Escola Técnica de Saúde da UFPB deverá apresentar um perfil profissional que atenda as exigências do mundo do trabalho, exercendo suas atividades com competência técnica, autonomia e criatividade, posicionando-se de forma significativa em relação aos problemas ambientais vigentes. O egresso poderá atuar em instituições públicas, privadas e terceiro setor, como também profissional autônomo (prestador de serviço) e empreendedor, exercendo atividades que auxiliam a fiscalização da legislação ambiental, implementação de projetos envolvendo as áreas de educação ambiental, bem como incentivo no uso de tecnologias mais limpas, através do uso sustentável dos recursos naturais. O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá consubstanciar a identidade do curso através das competências da habilitação do Técnico em Meio Ambiente, atendendo à legislação em vigor.
7.COMPETÊNCIAS DO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE: ▪
Caracterizar os sistemas e ecossistemas, com base nos elementos que os compõem e suas respectivas funções;
▪
Identificar e caracterizar as grandezas envolvidas nos processos naturais de conservação;
▪
Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos naturais (solo, água e ar);
▪
Classificar os recursos naturais (água e solo) segundo seus usos, correlacionando às características físicas e químicas com sua produtividade.
▪
Correlacionar às fontes e o processo de degradação natural de origem química, geológica e biológica e as grandezas envolvidas nesses processos, utilizando métodos de medição e análise.
▪
Compreender, tomar decisões e propor soluções sobre problemas ambientais relacionados à exploração de recursos naturais renováveis e não renováveis;
▪
Avaliar situações de risco e aplicar métodos de eliminação ou de redução de impactos ambientais;
▪
Atuar com base nos princípios da ética, comprometidos com o desenvolvimento sustentável;
▪
Participar de pesquisas e inovações tecnológicas na área ambiental;
▪
Integrar equipes multidisciplinares para o desenvolvimento de atividades de elaboração e execução de planos de manejo dos recursos naturais, bem como o controle e tratamento dos resíduos e poluentes gerados pelas atividades humanas;
▪
Atuar na organização de programas de educação ambiental, de conservação e preservação de recursos naturais, de redução, reuso e reciclagem;
▪
Auxiliar na interpretação de informações, dados e legislações ambientais;
▪
Contribuir para a formulação, execução e acompanhamento de projetos empreendedores e atividades de educação ambiental nas empresas, instituições e comunidades.
8. METODOLOGIA O presente curso adota como metodologia na modalidade a distância, o modelo intitulado Ensino Presencial Virtual, dentro de uma perspectiva de educação interativa, significativa e flexível que vem se tornando realidade em muitas instituições de ensino, onde os recursos tecnológicos apresentam-se como suporte alternativo e eficiente. O mesmo trabalhará com uma plataforma de internet para interação via comunicação síncrona e assíncrona. Neste ambiente torna-se possível tirar dúvidas, conhecer necessidades e problemas, numa abrangência global, vencendo as barreiras geográficas de espaço e as de tempo. Assim, o ambiente eletrônico é propagador dos conhecimentos tecnológicos, mas também de aspectos culturais, próprios dos tempos modernos, definindo-se assim, como veículo permanente de apoio às mudanças. A presente metodologia de trabalho está baseada numa concepção de aluno e de conhecimento que o entenda como um ser ativo e construtor de seu conhecimento. Assim, acreditamos que, como bem colocou Freire (2005), ensinar não é transferir conhecimento, mas criar condições para que ele ocorra. Os momentos presenciais serão desenvolvidos nos polos de apoio presencial. A metodologia EAD, ampara-se no Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, no Capítulo I, Das Disposições Gerais, especificamente no Art. 1º, que nos traz a seguinte informação: “Para os fins deste Decreto, caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didáticopedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e
tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos:
§ 1º “A educação a distância organiza-se segundo metodologia, gestão e avaliação peculiares...”, portanto, para a metodologia a EAD utiliza tempo/espaço na sua peculiaridade. Os estudos à distância são apoiados em atividades complementares (Atividades
online
disciplinares
objetivas
e
Atividades
supervisionadas
interdisciplinares discursivas) compostas por reflexões sobre pontos apresentados nos materiais didáticos, orientações para o desenvolvimento de pesquisas, leituras complementares e trabalhos em grupos.
Todos os questionamentos podem ser
efetuados através do Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA. Está contemplado ainda o trabalho com a Tutoria que é a ferramenta fundamental no desenvolvimento do ensino a distância. É através dela, que se garante a interrelação personalizada e contínua do aluno com o curso, bem como se viabiliza a articulação entre os envolvidos no processo para a consecução dos objetivos propostos atendendo as especificidades da clientela incorporando como complemento às Tecnologias de Informação e Comunicação - TICs. Para cada unidade curricular serão disponibilizados tutores a distância para atendimento das atividades desenvolvidas a distância. Este atendimento acontecerá todos os dias da semana, conforme cronograma da coordenação de curso e previamente informado aos estudantes. A comunicação com a tutoria poderá acontecer através do telefone institucional e do AVA. Além dos ambientes físicos, o aluno e os tutores têm disponíveis os Ambientes Virtuais que auxiliam no aprendizado e na comunicação com os coordenadores, tutores, orientadores educacionais e com os próprios estudantes. São eles: ●
Ambiente virtual de comunicação: Esse ambiente tem como objetivo realizar a
comunicação síncrona entre os estudantes, os tutores e os professores, tutores e coordenadores. ●
Ambiente virtual de aprendizagem: O objetivo desse ambiente é propiciar
recursos para consulta de material didático, textos complementares, realizar tarefas e outras atividades relacionadas ao curso. É uma ferramenta acessada com senha individual, que funciona como ambiente de apoio pedagógico. Além de um sistema de perguntas e respostas que serão respondidas pelo tutor e professor, permite o acesso aos serviços de: Informações Acadêmicas, notas, calendários, informações pedagógicas, cronogramas, arquivos disponíveis, slides das tele aulas, textos complementares e contatos em geral.
O Curso prevê ainda que o aluno receba o material didático elaborado por professores da ETS/UFPB ou por professores selecionados/convidados. Esse material é um recurso situado numa dimensão estratégica, em que a escolha e o planejamento de atividades contribuam efetivamente para que o aluno interaja de modo dinâmico com que lhe é proposto.
9. EQUIPE ACADÊMICA E ÓRGÃO COLEGIADO A equipe acadêmica do curso será estabelecida em conformidade com a Resolução CD/FNDE nº 18, de 16 de junho de 2010 a qual altera a Resolução CD/FNDE nº 36 de 13 de julho de 2007. Conforme estabelecido pela ODP da Educação a Distância, os professores e tutores serão selecionados e regidos por meio de edital público. A equipe gestora do curso será composta de acordo com o quadro abaixo de acordo com as necessidades da instituição: Descrição
Quantidade
Função -
COORDENAÇÃO DE CURSO
1
Exercer
as
atividades
típicas
de
coordenador de curso na Instituição de Ensino; - Coordenar e acompanhar o curso; - Coordenar a elaboração do projeto do curso;
- Realizar a gestão acadêmica das turmas; -Realizar
o
planejamento
e
desenvolvimento, em conjunto com o coordenador geral, dos processos seletivos de estudantes; -Realizar
o
desenvolvimento
planejamento das
atividades
e de
capacitação dos profissionais envolvidos no curso; -Acompanhar e supervisionar as atividades de tutoria, as atividades dos professores, coordenador de tutoria e coordenadores de polo; - Acompanhar o registro acadêmico dos estudantes matriculados no curso. - Coordenar e acompanhar as ações dos COORDENAÇÃO DE TUTORIA
1
tutores; - Apoiar os tutores das disciplinas no desenvolvimento de suas atividades; Supervisionar e acompanhar as atividades do ambiente virtual de Aprendizagem (AVA); - Acompanhar os relatórios de regularidade dos estudantes; -Acompanhar os relatórios de desempenho do Coordenador de tutoria; - Analisar com os tutores os relatórios das turmas e orientar os encaminhamentos mais adequados; - Supervisionar a aplicação das avaliações; - Dar assistência pedagógica aos tutores das turmas; -Supervisionar a realização das atividades presenciais, se necessário acompanhando os tutores e/ou professores.
PROFESSOR FORMADOR
1 a distância por
-Planejar, desenvolver e avaliar novas
componente curricular metodologias de ensino adequadas aos cursos, podendo ainda atuar nas atividades de formação; - Adequar e sugerir modificações na metodologia de ensino adotada, bem como conduzir análises e estudos sobre o desempenho dos cursos; -Elaborar e sugerir ações necessárias de suporte tecnológico durante o processo de formação; -Desenvolver, em colaboração com o coordenador
de
curso,
sistema
e
metodologia de avaliação de estudantes mediante uso de recursos previstos nos planos de curso; -Desenvolver, em colaboração com a equipe da informática, metodologia para a utilização
das
novas
tecnologias
de
informação e comunicação (NTIC) para a modalidade a distância; -Desenvolver a pesquisa
de
acompanhamento
das
atividades de ensino desenvolvidas nos cursos na modalidade a distância; -Participar de grupo de trabalho para o desenvolvimento
de
metodologia
de
materiais didáticos para a modalidade a distância; - Aplicar pesquisa de acompanhamento das atividades de ensino desenvolvidas nos cursos na modalidade a distância; -Elaborar relatórios semestrais sobre as atividades de ensino na esfera de suas atribuições,
para
secretarias do MEC;
encaminhamento
às
-Realizar as atividades de docência nas capacitações
dos
coordenadores,
professores e tutores; -Realizar as atividades de docência das disciplinas curriculares do curso; -Planejar, ministrar e avaliar todas as atividades
de
formação
incluindo
as
presenciais; -Organizar os seminários e encontros com os
tutores
para
acompanhamento
e
encontros
a
avaliação do curso; -Participar
dos
coordenação
sempre
com
que
houver
convocação; -Articular-se com o coordenador de curso e com o coordenador de tutoria; -Encaminhar ao coordenador de curso a frequência dos cursistas. - Registrar o plano de curso antes do início das aulas; - Preencher a caderneta no prazo máximo de cinco dias corridos após finalizar a disciplina. -Exercer as atividades típicas de professorPROFESSOR
1 por componente que
CONTEUDISTA
necessitar de
pesquisador; - Elaborar os conteúdos para os módulos do
elaboração de material curso; didático
- Realizar a adequação dos conteúdos dos materiais
didáticos
para
as
mídias
impressas e digitais; -Realizar a revisão de linguagem do material didático desenvolvido para a modalidade a distância; - Realizar as atividades de docência das
disciplinas curriculares do curso. ● 1 tutor presencial por polo
- Exercer as atividades típicas de tutoria a distância ou presencial;
PROFESSOR
- Assistir aos estudantes nas atividades; -
MEDIADOR
Mediar a comunicação de conteúdos entre o professor e os cursistas.
(TUTOR)
- Cumprir a carga horária presencial de 20 hs.
● 1 tutor a distância
Apoiar o professor da disciplina nas
por componente cur-
atividades do curso;
ricular.
- Acompanhar e corrigir as atividades do AVA,
seguindo
as
orientações
do
professor; - Coordenar as atividades presenciais; - Elaborar os relatórios de regularidade dos estudantes; - Elaborar os relatórios de desempenho dos estudantes nas atividades; - Aplicar avaliações; - Estabelecer e promover contato com os estudantes cumprindo a carga horária mínima exigida. COORDENADOR DE POLO
1 por polo
-
Exercer
as
atividades
típicas
de
coordenação do polo; - Coordenar e acompanhar as atividades dos tutores no polo; - Acompanhar e gerenciar a entrega dos materiais no polo; - Gerenciar a infraestrutura do polo; Relatar situação do polo ao coordenador do curso; - Realizar a articulação para o uso das
instalações do polo de apoio presencial para o desenvolvimento das atividades de ensino presenciais; - Realizar a articulação de uso das instalações para o uso pelos diversos cursos e instituições ofertantes de cursos.
10. FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Para o desenvolvimento do curso, alguns procedimentos metodológicos, foram incluídos visando à melhoria da formação e da aprendizagem dos estudantes. A Formação Inicial em Educação a Distância é ofertada na primeira disciplina, onde os estudantes receberão todas as orientações para realização do curso, enfatizando os procedimentos metodológicos para formação na modalidade a distância. As principais recomendações feitas aos alunos dizem respeito a formação da capacidade de desenvolver sua autonomia intelectual a fim de que o mesmo possa atingir os objetivos de aprendizagem propostos no curso.
11. ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM Um dos pontos de maior relevância na educação à distância diz respeito aos processos avaliativos, é a partir deles que será possível fazer as devidas adequações tanto nos processos de ensino-aprendizagem quanto no sistema e na modalidade. Por meio desses indicadores serão avaliados aspectos da qualidade na execução da proposta político-pedagógica dos cursos. A avaliação deve ser vista como um processo global, onde todos os seus componentes devem ser avaliados, permitindo verificar como está o andamento do curso, possibilitando agilidade na resolução dos problemas surgidos. É na ação pedagógica que se inscreve a avaliação da aprendizagem. Num sistema de educação à distância um aluno não conta com a presença física do professor. Daí a importância de se utilizar um método de trabalho que desenvolva um grau elevado de confiança, e ao mesmo tempo proporcione aos alunos a possibilidade de também se auto
avaliarem. O trabalho dos professores ao selecionar os conteúdos e organizar o material didático básico para orientar as atividades discentes dever ser, principalmente e, sobretudo, o de contribuir para que todos possam questionar o que já sabem, bem como os conhecimentos novos que estão sendo apresentados nas unidades curriculares. Esse processo de conquista da aprendizagem é dinâmico, entre as pessoas que têm alvos comuns de ação adicionados às estratégias individuais para atingi-los. Nesse sentido cabe evidenciar a diferença entre critérios de produto e critérios de processo: no primeiro caso se aplicam critérios extrínsecos às questões a serem avaliadas e ao segundo, critérios intrínsecos. Não é tarefa simples, estabelecer a distinção entre a avaliação feita durante o processo educacional e a avaliação realizada após o mesmo, os papéis são diferentes. Enquanto a avaliação realizada durante o processo tem a finalidade de aprimorar o ensino e a aprendizagem (função formativa) a avaliação realizada ao final, tem a finalidade de emitir parecer de julgamento e tomar decisão. A avaliação da aprendizagem é considerada, portanto, como um processo continuado, compreensivo e descritivo que permite analisar criticamente em que dimensão os objetivos dos alunos foram atingidos, mediante atitudes individuais de desafios, no processo de cognição do sistema, tanto de educação à distância como no ensino presencial. A duração máxima de cada avaliação será de três horas e aplicada pelo tutor, nos laboratórios de informática dos polos.
11.1 Processo de Comunicação-interação Entre Alunos, Professor Mediador (Tutore) e Professores Formadores ao Longo do Curso. Durante cada período letivo, o processo de comunicação-interação será realizado por, no mínimo dois encontros presenciais por disciplina, para orientação, avaliação e apresentação de trabalhos, um no início e outro no final do período, por componente curricular. Cada um desses encontros contará com a presença do professor formador e/ou do tutor a distância, e será realizado em cada Município polo. O número de horasaula presenciais, será no mínimo o equivalente a 20% da carga horária total de cada disciplina. Alunos, professores mediadores e professores formadores poderão interagir no processo de construção cognitiva. Por este mesmo ambiente serão disponibilizados todos os materiais didáticos que serão utilizados pelos alunos. Também será disponibilizado ao aluno, no ato da matrícula, o Manual do Aluno que contemplará as
orientações mais relevantes sobre a organização didático-pedagógica do curso, organização curricular, postura do aluno de educação a distância, infraestrutura disponível, critérios de avaliação, entre outras informações básicas para que o aluno possa ter sempre uma acessibilidade. A tutoria a distância e o professor formador ficarão encarregados de motivar o aluno para que não perca o interesse pelo curso evitando sua evasão. Para que a motivação obtenha sucesso o aluno será contatado até por telefone em caso de necessidade comprovada.
11.2 O Papel da Tutoria (Professor mediador) ao Longo do Curso A presença e a disponibilidade do professor mediador têm-se mostrado importantes não somente como elementos motivadores, mas também, como estratégias de diminuição da evasão. Um papel que a tutoria deve desempenhar é o de espaço de articulação e suporte ao estudo cooperativo, de modo a garantir a construção coletiva do conhecimento. Em função dos princípios que norteiam esta proposta curricular, a tutoria adquire uma importância fundamental, com a característica de orientação de estudos, de organização das atividades individuais e grupais, de incentivo ao prazer das descobertas. Esta proposta prevê dois tipos de tutorias: a tutoria presencial e a tutoria a distância. A tutoria presencial será realizada nos polos, através de professores capacitados para exercê-la, e será individual e/ou grupal. A tutoria presencial individual estará disponível todos os dias da semana, inclusive aos sábados, e visará, sobretudo, à orientação de estudos e aos acompanhamentos do aluno na sua adaptação à modalidade de ensino. O tutor presencial terá o papel de ajudá-lo na organização dos horários, na maneira de estudar, na superação das dificuldades de ser um “aluno a distância”. A tutoria presencial grupal ocorrerá sempre que as atividades das competências exigirem trabalhos coletivos. Neste caso o mesmo terá o papel de organização e dinamização dos grupos, estimulando o trabalho cooperativo. Assim sendo, o atendimento individual se dará uma vez por semana ao aluno que o procure, mas também será grupal, organizando e promovendo o compartilhamento de experiências, o confronto das ideias, a formação de atitudes. Está tutoria será exclusivamente desempenhada por profissionais que demonstrem não só conhecimento do conteúdo da área, mas também competência para trabalhar com grupos, orientar e estimular estudos. Pretende-se que o tutor seja não somente um professor, mas, sobretudo, um incentivador. O mesmo será selecionado entre professores da rede de ensino, alunos das pós-graduações ou outros profissionais de nível superior que apresentem os requisitos citados, sendo preferencialmente
residente no polo de apoio presencial e possuam disponibilidade de cumprir 20 horas presenciais semanais. A tutoria a distância será exercida em conjunto com o professor formador responsável pela competência. Ela deverá dar suporte ao tutor presencial nas questões específicas da área, orientá-lo na realização das atividades práticas e grupais e participar na aplicação das avaliações presenciais. Coordenar as atividades presenciais (presencialmente). Cumprir a carga horária presencial estabelecida pela coordenação de curso, seguindo orientações da legislação.
11.3 Relação Numérica Professor Mediador (tutor) /Aluno, Número de Professores/Hora e Tutores/Hora Disponíveis para o Atendimento ao Curso. O atendimento ao aluno será realizado por um (1) tutor presencial para o mínimo de cinquenta (50) alunos, que os acompanhará nas atividades já especificadas. Na tutoria a distância, o professor formador da competência será o responsável por sua equipe de acompanhamento, que consta de um Professor mediador (tutor) a distância, que deverá cumprir uma carga horária de 20 horas semanais, onde entrará em contato direto com o professor da disciplina, coordenação de curso e coordenação de tutoria, objetivando acompanhamento personalizado ao aluno. Os Professores mediadores (tutores) presenciais, serão contratados para a carga horária de 20 horas semanais, durante 5 dias na semana, que poderá vir a incluir o sábado. A carga horária dos professores de dedicação ao curso será de acordo com a carga horária das disciplinas especificadas nos quadros apresentados no item da organização curricular, levando-se em conta a sua formação profissional, que deverá estar de acordo com a disciplina a ser ministrada.
11.4 Frequência, Função e a Estrutura dos Momentos Presenciais Planejados para o curso Além dos momentos de interação com o tutor presencial e as atividades grupais previstas no desenvolvimento das competências, os alunos disporão de outros momentos presenciais, descritos a seguir. Em cada período letivo, o aluno deverá frequentar o mínimo de oito horas semanais no polo presencial ao qual está vinculado.
11.4.1 Abertura do semestre letivo Momento de confraternização e espaço para apresentação dos dados sobreo funcionamento do curso. Neste evento, os alunos serão apresentados aos professores das competências e aos novos tutores, quando for o caso. Este momento também deverá ser aproveitado para conferências e seminários de interesse ao aprendizado dos alunos. A cada início de período letivo, haverá uma aula presencial, com data a ser definida pela coordenação do curso, para a apresentação das normas de funcionamento do curso, da metodologia de estudos e de utilização do espaço virtual de aprendizagem e interatividade.
12. PERSPECTIVA DA AVALIAÇÃO DO ALUNO A avaliação será contínua e cumulativa, possibilitando o diagnóstico sistemático do processo de ensino aprendizagem sendo que os critérios de avaliação para cada unidade curricular serão estabelecidos nos respectivos planos. A avaliação levará em conta o desempenho do aluno e assimilação dos conhecimentos da ciência e das tecnologias apropriadas para cada situação. As avaliações serão periódicas e específicas de acordo com os objetivos do plano de ensino de cada unidade curricular através.
13. RECUPERAÇÃO A recuperação de estudos consiste, prioritariamente, de revisão de conteúdos ministrados, segundo dados concretos da situação do discente, com orientação e acompanhamento por parte do docente, sendo realizada de forma contínua e especial. A recuperação processar-se-á continuamente em sala de aula virtual, na qual o docente criará novas situações de aprendizagem e dará atendimento aos discentes que dele necessitarem, mediante atividades diversificadas, ou em período extraclasse, mediante elaboração, pelo docente, de um cronograma de trabalho. Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, em cada disciplina será aprovado após a recuperação o aluno que obtiver média ponderada igual ou superior a
5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6 (seis) a média dos exercícios escolares e peso 4 (quatro) a nota dos exercícios programados para a recuperação, ressalvado o disposto no
Art. 54, alínea c, do Regimento Geral, ou seja, aqueles que passarem regularmente com média 7,0.
14.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Curso Técnico em Meio Ambiente está estruturado em três módulos sequenciais, apresentando carga horária total de 1200h de formação teórico-prática, concebida com base nos objetivos e no perfil profissional do egresso, considerando as competências a serem desenvolvidas no mundo do trabalho. Para a construção da matriz curricular foram observadas as determinantes legais presentes no decreto nº 5.154/2004 e parecer CNE/CEB Nº 39/2004, integradas por disciplinas, atividades acadêmicas, científicas, prática profissional e elaboração de trabalho de conclusão de curso.
14.1 Matriz Curricular A matriz Curricular do Curso Técnico em Meio Ambiente está representada no Quadro 1. Cabe ressaltar que o Curso não apresenta pré-requisitos de disciplinas, portanto, o discentepoderá cursá-las desde que as mesmas sejam oferecidas durante o semestre. Quadro 1. Matriz curricular do Curso Técnico em Meio Ambiente – ETS/UFPB Módulos
Componentes Curriculares
Carga horária total
Ambientação
em
Educação
a
60h
Distancia Módulo I
Português Instrumental
30h
Introdução a Informática
30h
Introdução
ao
estudo
do
meio
40h
Ambiente Ecologia dos Ecossistemas
45h
Educação Ambiental
60h
Relações Interpessoais, Bioética e
40h
Cidadania Análise dos Impactos Ambientais
60h
Planejamento e Elaboração de Projetos
60h
e Relatórios Ambientais Carga horária total – Módulo I
Módulos
425h
Componentes Curriculares
Carga horária total
Desenvolvimento Sustentável
60h
Anatomia e Fisiologia vegetal
40h
Inglês Instrumental
30h
Geografia Ambiental
60h
Química Ambiental
45h
Sistema Integrado de Gestão
60h
Meio Ambiente e Saúde Pública
40h
Recursos
45h
Hídricos
e
saneamento
básico. Carga horária total – Módulo II
380h
Oficinas de Educação Ambiental
40h
Recuperação de Áreas Degradadas
45h
Microbiologia Ambiental
40h
Empreendedorismo e Planejamento
40h
ambiental Módulo III
Geologia Ambiental
40h
Gestão Integrada de Resíduos
75h
Economia para o Meio Ambiente
30 h
Empreendedorismo e ecoturismo
40h
Matemática e Estatística aplicada
45h
Carga horária total - Módulo III
Carga horária total curso
395h
1200h
A Coordenação do Curso Técnico em Meio Ambiente da Escola Técnica de Saúde da UFPB organizará a oferta dos módulos, propiciando o acesso dos candidatos aprovados aos módulos integrantes dos blocos iniciais previstos no fluxograma do curso. O acesso aos demais módulos dar-se-á através de processo de matrícula, em observância à oferta.
15. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES As competências desenvolvidas pelos alunos em formações prévias, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Meio Ambiente poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. Assim, poderão ser aproveitados no curso os conhecimentos e experiências desenvolvidos:
a) Em disciplinas realizadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende realizar o aproveitamento;
b) Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do aluno através do colegiado do curso; O aproveitamento de estudos por componente curricular será efetuado quando este tenha sido cursado, com aprovação, em curso do mesmo nível de ensino, observando compatibilidade de, pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária do componente curricular que o aluno deveria cumprir na Escola Técnica de Saúde.
No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componentes curriculares, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos conteúdos curriculares. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a integralização do currículo do curso, sendo que o aluno é obrigado a cursar, na ETS, no mínimo 50% (cinquenta por cento) da carga horária prevista para a integralização do respectivo curso. Todo aproveitamento deve ser requerido antes do início do módulo o qual o solicitante ingressará, devendo este apresentar, para análise, o histórico escolar e o plano do curso com os conteúdos ou competências.
16. BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Para a formação do Técnico em Meio Ambiente o quadro de instalações da Escola Técnica de Saúde da UFPB dispõe de: biblioteca, sala de aula, laboratórios de ensino e informática. As salas de aulas são climatizadas com disposição de carteiras, quadro branco e recursos multimídia. Na biblioteca são disponibilizados espaços para estudo individual e em grupo, com acervo de livros, manuais e periódicos, acesso à internet, além de assistência por bibliotecária. Para auxílio nas atividades práticas, os laboratórios de ensino apresentam equipamentos básicos, abaixo relacionados: ▪ Câmera digital para microscópio; ▪ Microscópios Binoculares e Estereoscópios; ▪ Quadro branco, bancadas e armários; ▪ Centrífuga; ▪ Autoclaves; ▪ Phmetro de bancada;
▪ Refrigeradores; ▪ Agitadores de tubos e placa aquecedora; ▪ Balança analítica; ▪ Estufa com circulação de ar forçado; ▪ Capela de exaustão; ▪ Destilador e deionizador de água; ▪ Banho-maria; ▪ Refratômetros; ▪ Fotômetro de chama; ▪ Turbidímetro; ▪ Bomba a vácuo; ▪ Vidrarias de laboratório (placas de Petri, balões volumétricos, tubos de ensaio, pipetas volumétricas, etc.).
O laboratório de informática, além de propiciar ambiente para a aprendizagem das ferramentas computacionais propriamente ditas, funciona como sala de aula informatizada, nas quais alunos e professores desenvolvem atividades acadêmicas relacionadas aos diversos conteúdos, apoiados por softwares, recursos de multimídia e acesso à internet. Cada polo terá infraestrutura própria sendo responsável pelo suporte às atividades presenciais.
17. CERTIFICADOS A SEREM EMITIDOS Será conferido Certificado de Técnico em Meio Ambiente ao aluno matriculado regularmente na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I, após a conclusão de todos os módulos constantes na Estrutura Curricular do Curso, sendo exigido o documento comprobatório de conclusão do ensino médio. No certificado constarão ainda as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnico
18. REFERÊNCIAS ALMEIDA, F. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20/12/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. BRASIL. Lei Estadual 1.366 de 02 de dezembro de 1955. Cria a Universidade da Paraíba e dá outras providências. Disponível em: http://www.ufpb.br/sods/secretaria/Lei%201366.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. BRASIL. Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960. Federaliza a Universidade da Paraíba, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L3835.htm. Acesso em: 09 de setembro de 2014. BRASIL. CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UFPB. Resolução Nº 12/2004. Aprova o Regimento Interno da Escola Técnica de Saúde, do Centro de Ciências da Saúde. Disponível em: http://www.ufpb.br/sods/consepe/resolu/2004/Rsep122004.htm. Acesso em: 12 de agosto de 2014. BRASIL. Lei no 12.711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2012/Decreto/D7824.htm. Acesso em: 03 de setembro de 2014. BRASIL.Lei Nº 12.513, de 26 de outubro de 2011. Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12513.htm. Acesso em: 28 de agosto de 2014. _________Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. 3ª ed. Brasília: MEC/SET, 2014. BRASIL. DECRETO Nº 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo, 2005 IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. http://censo2010.ibge.gov.br/: Acesso em 03 de outubro de 2014.
Disponível
em:
LEFF, E. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 35ª ed. Petrópolis: Vozes; 2001. MINAYO, M.C. S; HARTZ, Z.M. A; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciências e Saúde Coletiva,5(1): 7-18, 2000. ________ PARECER CNE/CEB Nº 39/2004. Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio. _________ Parecer CNE/CEB Nº 39/2004. Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdflegislacao/rede /legislaredeparecer392004.pdf. Acesso em: 02 de setembro de 2014. _________Resolução CNE/CEB Nº 06/2012. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, 2012. SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. SIQUEIRA. M.M.; MORAES. M. S. Saúde coletiva, resíduos sólidos urbanos e os catadores de lixo. Ciências e Saúde Coletiva. vol.14 nº6. Rio de Janeiro, 2009. SOUSA, M.N. A; ASSIS, E. V.; COSTA, K.L. P; SILVA, E. N.; ISISDÓRIO, U.A.Análise Territorial do município de João Pessoa-PB: os problemas ambientais, sociais e de saúde. FIEP Bulletin, vol 83. Special Edition. Article III, 2013. Disponível em: http://www.fielbulletion.net. Acesso em 04 de agosto de 2014. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Escola Técnica de Saúde da UFPB/Quem Somos. Disponível em: http://www.ets.ufpb.br//. Acesso em: 04 de agosto de 2014. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Apresentação/Histórico. Disponível em: http://www.ufpb.br/content/historico. Acesso em: 06 de outubro de 2014
PLANOS DE ENSINO – MÓDULO I DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Ambientação em Educação a Distancia CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Evolução histórica da educação a distância; Legislação e Regulamentação da Educação a Distância no Brasil; Ambientes Virtuais de Aprendizagem na Educação a Distância, Ferramentas para navegação e busca na Internet. Metodologias de estudo baseadas nos princípios de autonomia, interação e cooperação. Objetivos Objetivo Geral ● Proporcionar ao discente as condições básicas para o manuseio das ferramentas utilizadas no ensino a distância. Objetivos Específicos ● Realizar a ambientação dos alunos com todas as ferramentas passíveis de serem utilizadas pelas disciplinas do curso; ● Familiarizar o aluno com o Ambiente Virtual de aprendizagem- AVA. Conteúdo Programático • Evolução histórica da educação a distância; • Educação a Distância: perspectivas e características; • Legislação e Regulamentação da Educação a Distância no Brasil; • Utilização e importância do material didático na Educação a Distância; • Teoria e Prática com Mídias e Ferramentas na Educação a Distância; • Ambientes Virtuais de Aprendizagem na Educação a Distância; • Avaliação na Educação a Distância; METODOLOGIA DE ENSINO Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais;
● Avaliação Presencial. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica LITWIN, Edith.(org.) Educação a Distância: temas para o debate de uma nova agenda educativa. Porto Alegre: Artmed. 2001.110 p. PALLOFF, R; & PRATT, K. O Aluno Virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Tradução: Vinícius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2004, 216 p. PALLOFF, R & PRATT, K. Construindo Comunidades de Aprendizagem no Ciberespaço: estratégias eficientes para a sala de aula on-line. Tradução: Vinícius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2002, 247p. PETERS, Ofo. DidáticadoEnsinoaDistância:experiênciaeestágiodadiscussão numa visão internacional. Tradução: Ilson Kayser. S.Leopoldo: Editora UNISINOS. 2001. 401 p. Bibliografia complementar PETERS, Ofo. EducaçãoaDistânciaemTransição. Tradução: Leila Ferreira de Souza Martins. S.Leopoldo: Editora UNISINOS. 2004. 400 p. PRETI, Oreste(Org.) Educação a Distância: construindo significados. Brasília: Ed.Plano. 2000. 268 p. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Português Instrumental CARGA HORÁRIA: 30h Ementa Leitura e compreensão de textos da área profissional. Níveis de linguagem e adequação linguística. Comunicação oral e escrita. Gramática aplicada. Redação técnica. Objetivos Objetivo Geral ● Proporcionar ao discente as condições básicas para a construção e interpretação de textos na área Ambiental. Objetivos Específicos ● Familiarizar o com textos específicos da área ambiental, como resoluções e leis ambientais; ● Desenvolver a construção de textos na área do meio ambiente, abordando temas atuais como: Aquecimento global, impactos ambientais, gestão de resíduos, saneamento básico e preservação do meio ambiente. Conteúdo Programático
Construção textual voltada para a área; Interpretação de texto referentes ao tema Meio ambiente entre eles a legislação ambiental; Concordância nominal e verbal; Regência. METODOLOGIA DE ENSINO Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa, 37ª edição, Editora Lucerna, 2001. GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 23ª ed. Editora Editora FGV, 2000. MARTINS, Dileta Silveira. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 24ª ed. Editora Sagra Luzzatto, 2003. Bibliografia complementar GERALDI, João Wanderlei. Org. O texto na sala de aula - leitura e produção. 4ª ed.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Introdução a Informática CARGA HORÁRIA: 30h EMENTA Noções básicas de Informática. Componentes estruturais do microcomputador: hardware, software. Sistemas operacionais mais usuais: Windows e Linux Arquivos: tipos e formatos. Utilização de Editor de Texto, Apresentações Eletrônicas, Editores Gráficos, Banco de Dados e Planilhas Eletrônicas nas práticas profissionais de Técnico Ambiental. A Internet como ambiente de pesquisa, busca de informações e meio de comunicação pessoal e profissional. Manipulação de dados ambientais. OBJETIVOS Objetivo Geral: Oferecer subsídios para o uso dos programas básicos de informática a serem empregados na elaboração de relatórios, seminários e projetos na área ambiental. Objetivos Específicos: Identificar as principais características do computador, seu funcionamento e principais componentes; Estabelecer relações entre os principais componentes do computador; Inter-relacionar o hardware do computador com o sistema operacional e este com softwares e aplicativos. Aplicar recursos para o uso de editores de texto, desenvolvimento de apresentações eletrônicas, elaborar planilhas eletrônicas e realização de pesquisa na internet; Utilizar a internet como ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem; Orientar a manipular de dados e estatísticas ambientais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● Noções básicas de Informática. ● Componentes estruturais do microcomputador. ● Editor de Texto; ● Apresentações Eletrônicas; ● Editores Gráficos; ● Banco de Dados; ● Planilhas Eletrônicas no Excel. ● Internet como ambiente de pesquisa e fonte de aprendizagem; ● Manipulação de dados ambientais, operações lógicas, estatísticas e matemáticas básicas. METODOLOGIA DE ENSINO Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial.
BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica CAPRON, H. L; JOHNSON, J. A. Introdução à Informática.8 ed. São Paulo: Pearson Pretince Hall, 2004. LOBO, E. J. R. BrOffice Writer – Nova solução em código aberto na editoração de textos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. MORIMOTO, C. E. Hardware – o guia definitivo. Porto Alegre: Sul editores, 2009. Bibliografia complementar MANZANO, André Luiz N. G.; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de informática básica. 7 ed. São Paulo: Érica, 2007. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao Estudo do Meio Ambiente CARGA HORÁRIA: 40h EMENTA Meio Ambiente: considerações gerais. A energia na Natureza. O ciclo da Matéria no Ambiente. O clima e sua influência sobre a vida na Terra. A água na Natureza. O solo e sua importância para a vida. Relações Homem e Natureza. Conservação e Preservação do Meio Ambiente. Poluição Ambiental. OBJETIVOS Objetivo Geral: Oferecer subsídios para uma compreensão sobre a dinâmica geral e equilibrada do ciclo do meio ambiente. Objetivos Específicos: Compreender o ciclo da matéria no ambiente; Analisar a influência do clima, da água e do solo na natureza; Estudar as relações do homem com a natureza. Entender a importância da conservação e preservação do meio ambiente; Conhecer os tipos de poluição ambiental e seus efeitos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● Meio Ambiente e sua importância; ● O ciclo da Matéria no Ambiente; ● O clima e sua influência sobre a vida na Terra; ● A água na Natureza; ● O solo e sua importância para a vida; ● Relações Homem e Natureza; ● Conservação e Preservação do Meio Ambiente; ● Tipos de Poluição Ambiental. METODOLOGIA DE ENSINO Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z. Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Manole, 336p. 2007. RODREIGUES, Efraim; PRIMACK, Richard B. - Biologia da conservação. Londrina: E. Rodrigues, 2001. PRUSKI, F. F. Conservação de Solo e Água: Práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. 2. ed. Viçosa: UFV. 2009. 279p.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Ecologia dos Ecossistemas CARGA HORÁRIA: 45h EMENTA Noções gerais de ecologia, níveis de organização ecológica, ecossistema, ciclos biogeoquímicos, Ecologia de Populações, ecologia Global. OBJETIVOS ● Geral: - Proporcionar a compreensão das organizações ecológicas. ● Específicos: - Discutir os níveis de organizações ecológicas e sua influência no ecossistema; - Compreender os ciclos biogeoquímicos; - Apreender os conceitos fundamentais da ecologia de populações e sua importância. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Níveis de organização ecológica; Ecossistema; Níveis tróficos do ecossistema; A energia nos ecossistemas; Ciclos biogeoquímicos; Comunidades biológicas; Biodiversidade; Relações ecológicas; Sucessão ecológica; Tipos de biomas; biomas brasileiros. METODOLOGIA DE ENSINO Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de Atividades na plataforma e avaliação presencial. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo; ROMERO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda Collet. Curso de gestão ambiental. São Paulo: Manole, 2004. ODUM, EUGENE P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. 434p. MIRANDA, E. E. A Ecologia. São Paulo: Loyola, 1995. Bibliografia Complementar FÁBIO, FELDMAN (COORD. GERAL [DO] SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DE SÃO PAULO) SECRETÁRIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE. ENTENDENDO O MEIO AMBIENTE. SP. SMA. 1997. CONVENÇÃO DA BIODIVERSIDADE VOL. III. P.16 - CAPELETTO, ARMANDO JOSE. BIOLOGIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ROTEIROS DE TRABALHO. SÃO PAULO: ÁTICA, 1992. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Educação Ambiental CARGA HORÁRIA: 60h Ementa • A evolução histórica e teórica da Educação Ambiental; A Educação Ambiental no Brasil. ; Princípios, estratégias e objetivos da educação ambiental para o alcance da sustentabilidade; As implicações da Sociedade de Consumo ao Meio ambiente; Projetos de Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável; fundamentos básicos de educação para o futuro, métodos e técnicas de aprendizagem ; Conceitos de Educação e Educação Ambiental; Princípios orientadores da Educação Ambiental; A controvérsia entre a sociedade de consumo e a conservação do meio ambiente; Aspectos teórico-metodológicos da Educação Ambiental; A transdiciplinaridade da Educação Ambiental; Objetivos ●
Geral:
- Proporcionar a compreensão das noções que fundamentam a Educação Ambiental e o Ecoturismo; ● Específicos: - Discutir a evolução do pensamento ambiental, conceitos e práticas da Educação Ambiental; - Demonstrar a importância prática da preservação ambiental; - Apreender os conceitos fundamentais necessários à elaboração de projetos na área ambiental; - Analisar a educação ambiental e sua transversalidade; - Conhecer o processo de desenvolvimento teórico e prático de atividades de ecoturismo; - Planejar a educação ambiental e atividades de ecoturismo. Conteúdo Programático ● História e conceitos da Educação Ambiental. ● A questão ambiental e as políticas públicas. ● Política nacional de educação ambiental. ● Subsídios para a prática da educação ambiental. ● Técnicas e metodologias em educação ambiental. ● Ética ambiental e movimentos sociais e culturais. ● Educação Ambiental e cidadania. ● Reciclagem. ● Os cinco R(s). ● Turismo Ecológico. Metodologia de Ensino
Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de Atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ACSERALD, H. et alii. Ecologia: Direito do Cidadão. Rio de Janeiro, Gráfica JB, 1993. BOFF, L. Ecologia: Grito da Terra, Grito dos Pobres. São Paulo, Ática, 2004. DIAZ, Alberto Pardo. Educação Ambiental: como projeto. Porto Alegre RS: Artmed, 2002. PEDRINI, Alexandre de Gusmão. Educação ambiental: reflexões e pratica Contemporânea. BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2004. FERRY, L. A Nova Ordem Ecológica - A Árvore, o Animal e o Homem. São Paulo, Difel, 2009. Bibliografia Complementar ANDRADE, A.L.C. de; D'El-Rey, D.C.H.; Loureiro, C.F.B. "A Dimensão Ambiental a Educação e Saúde". Revista Brasileira de Saúde Escolar, SP, 1995. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Relações Interpessoais, Bioética e Cidadania CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Distinção conceitual: Eticidade, Moralidade, Legalidade e Deontologia. Bioética. Direitos individuais e coletivos, direitos sociais. Relações interpessoais; Desenvolvimento Sustentável e Epistemologia Ambiental. Paradigma Ecológico. Objetivos ● Geral: - Desenvolver atitude crítica e analítica das influências construtivas e destrutivas do entorno nas relações interpessoais; ● Específicos: - Refletir sobre a importância do autoconhecimento enquanto um processo em constante desenvolvimento através da auto-observação; - Desenvolver habilidades socioemocionais para a melhoria das relações sociais, inter e intrapessoais; - Aperfeiçoar habilidades inerentes à comunicação: escuta, empatia e feedback; - Favorecer a incorporação de valores éticos como norteadores das relações interpessoais e da compreensão da importância do crescer sem destruir. Conteúdo Programático ● Introdução: Reflexão sobre a influência do entorno nas relações interpessoais; ● Teorias da personalidade: Princípios e dinâmica mobilizadora da ação humana; ● Psicologia Social: Bases para compreensão dos fenômenos sociais e de grupos; ● Dinâmica sócio interativa em contextos laborais; ● Motivação e liderança; ● Comunicação ● Fundamentos da ética e da vida pública ● Dilemas éticos: senso crítico e assertividade cidadã; ● Bioética. ● Direitos individuais e coletivos, direitos sociais. ● Desenvolvimento Sustentável e Epistemologia Ambiental. ● Paradigma Ecológico.
Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano – compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 2002. CAPRA, F. As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix, 2002. Bibliografia complementar ARENT, H. A condição humana. Tradução de Roberto Raposo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. Ed. RT. SANTOS, B. S. Para um novo censo comum: a ciência, o direito e política na transição paradigmática. São Paulo: Cortez, 2005b. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Análise dos Impactos Ambientais CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Estudo da questão ambiental. Conceituação de impacto ambiental. Características e identificação dos impactos ambientais. Impactos ambientais nos principais ecossistemas brasileiros. Ações humanas e os impactos ambientais. Principais métodos de avaliação de impacto ambiental. Objetivos ● Geral: - Refletir o significado do estudo de impacto ambiental (EIA); ● Específicos: - Abordar os conceitos e tipos de impactos ambientais; - Caracterizar os impactos ambientais nos diversos ecossistemas brasileiros; - Descrever os componentes de um estudo de impacto ambiental; - Aplicar os atributos de estudo dos impactos ambientais e os principais métodos de avaliação de impacto ambiental. Conteúdo Programático ● ● ● ● ● ● ●
A questão ambiental; Princípios básicos para a conceituação de impacto ambiental; Definição de impacto ambiental; Impactos ambientais nos principais ecossistemas brasileiros; Ações humanas e os impactos ambientais; Principais métodos de avaliação de impacto ambiental (AIA) ; Estudos de casos. Metodologia de Ensino
Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada,
interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Básica ABSY, M.L.; ASSUNÇÃO, F. N. A.; FARIA, S. C. Avaliação de Impacto Ambiental: Agentes Sociais, Procedimentos e Ferramentas. Ed. IBAMA, 1995. ROMEIRO, A. R. Avaliação e Contabilização de Impactos Ambientais. Ed. IMESP, 2006. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. São Paulo; Oficina de Textos, 2008. Bibliografia Complementar CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental. 6a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. IBAMA. Avaliação de Impacto Ambiental. Brasília, 1995. VERDUM, M.; MEDEIROS, R. M. V. Relatório de Impacto Ambiental. 3. Ed.Porto Alegre: Editora Universidade,1995.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Planejamento e Elaboração de Projetos e Relatórios Ambientais CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Conceitos básicos em pesquisa, técnicas e procedimentos metodológicos. Estruturação de Projetos, Pesquisa Qualitativa e Quantitativa. Pesquisa-ação. Redação técnica. Publicações Científicas: resumos e resenhas, comunicações técnicas, artigos. Referencial bibliográfico: estrutura e citações. Normas técnicas para redação. ABNT. Objetivos ●
Geral:
- Abordar os conteúdos necessários para a elaboração do projeto de pesquisa, relatórios técnicos e artigos científicos. ● Específicos: - Identificar os elementos necessários para a construção dos trabalhos acadêmicos (didáticos e científicos); - Aplicar as normas da ABNT na elaboração de trabalhos e atividades acadêmicas; - Retratar as diversas fontes de estudos, suas implicações e efeitos na formação acadêmica. Conteúdo Programático ● ● ● ● ● ● ● ●
Conceitos básicos em metodologia; Estrutura de projetos profissionais; Estrutura de relatórios profissionais; Elaboração de projetos e relatórios; Redação técnica. Redação oficial; Tipos de documentos preenchidos em auditoria ambiental; Tipos de documentos exigidos em licenciamentos ambientais.
Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de Atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica FURASTÉ, P. A. Normas técnicas para o trabalho científico: explicação das normas da ABNT. 14. ed. Porto Alegre: Dáctilo Plus, 2009. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do Trabalho Científico. 5ed. São Paulo: Atlas, 2003. WATANABE, C. B.; MORETO, C. E. N.; DUTRA, R.R. C. Normas para elaboração de trabalhos acadêmicos do Instituto Federal do Paraná (IFPR). Curitiba: IFPR, 2010. Bibliografia Complementar GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar. Como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. 8 ed. São Paulo: Ecordrio de janeiro, 2004. MARQUES, M. O. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5 ed. Ijuí: UNIJUÍ,2006. SANTOS, A. R. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 4 ed. Rio de Janeiro: DP & A editora, 2006.
PLANOS DE ENSINO – MÓDULO II
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DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Desenvolvimento Sustentável CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Natureza do Valor e Valor da Natureza. Ferramentas de Valoração Ambiental. Conceito de tecnologias limpas e sua relação com a viabilidade social, econômica e ambiental. Práticas ambientais mais limpas. Modelos alternativos de agricultura: orgânica, biodinâmica, natural e agroecológica. Dinâmicas biofísicas em agroecossistemas; Desenvolvimento sustentável; Modelos de Desenvolvimento x crescimento; Estratégias de desenvolvimento sustentável. Objetivos ● Geral: - Refletir sobre a valoração ambiental e importância das tecnologias limpas e sustentabilidade para o equilíbrio ambiental. ● Específicos: - Aplicar as técnicas de práticas ambientais e agricultura orgânica. - Discutir as políticas públicas para promoção do desenvolvimento sustentável. Conteúdo Programático ● Teoria Política e Políticas Públicas: o significado de República, bem público e Democracia, Cidadania e Sociedade Civil. ● O processo de surgimento das Políticas Públicas. ● Estatuto da Cidade, Plano Diretor e a função social do espaço urbano. ● Políticas Urbanas de Saneamento, Habitação e responsabilidade Socioambiental.Conceito de tecnologias
limpas e sua relação com a viabilidade social, econômica e ambiental. ● Práticas ambientais mais limpas. ● Modelos alternativos de agricultura: orgânica, biodinâmica, natural e agroecológica. Dinâmicas biofísicas em agroecossistemas; ● Conceito de agroecossistema; ● Processos ecológicos no agroecossistema; ● Contexto e razões que fundamentam o surgimento da concepção sobre desenvolvimento sustentável ● Diferentes enfoques e componentes que integram o desenvolvimento sustentável dimensões e vulnerabilidades que caracterizam o desenvolvimento sustentável do bioma caatinga; ● As diferentes dimensões do Desenvolvimento Sustentável (Ambiental, Econômica, Social, Política e Tecnológica); ● Modelos de desenvolvimento x crescimento; ● As vulnerabilidades ambientais e implicações para o desenvolvimento sustentável; ● Análise das políticas públicas voltadas para o desenvolvimento regional sustentável; ● Desafios do desenvolvimento sustentável. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ALTIERI, M. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1998. BRANCO, S.M. Energia e Meio Ambiente - Col. Polêmica - 2ª Edição. 2004. LUTZENBERGER, J. (ed.) 1986. Política e Meio ambiente. Editora Mercado Aberto, Porto Alegre, 115 p. MOTA, J. A. O valor da natureza: economia e política dos recursos naturais. Rio de Janeiro: Garamond, 2001. Bibliografia Complementar FREITAS, C.; PENTEADO, M. S. Biodiesel – energia do futuro. Editora Letra Boreal, 2009. LOVATO, P.E.; SCHMITD.(ORGS). Agroecologia e sustentabilidade no meio rural. Chapecó: Argos, 2006. MELO, M. M. Capitalismo versus Sustentabilidade. Editora da UFSC. 2006. SEBRAE. Produção Mais Limpa. Módulo 5 : Implementação de produção mais limpa na pequena e microempresa. Núcleo Sebrae DF de econegócios, DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Anatomia e Fisiologia Vegetal CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Célula vegetal. Tecidos vegetais primários e secundários. Organização anatômica dos órgãos vegetativos em Angiospermas. Relações hídricas; nutrição mineral das plantas; fotossíntese; hormônios vegetais (auxina e citocinina). Objetivos
Geral Analises os mecanismos morfofuncional dos vegetais. Específicos Compreender a morfologia dos vegetais Entender os mecanismos fisiológicos dos vegetais. Conteúdo Programático ● Célula vegetal Meristemas/Epiderme ● Tecidos fundamentais / Tecidos vasculares ● Raiz e Caule ● Estrutura primária Folha ● Água e Relações hídricas ● Relações Hídricas e Fotossíntese ● Fotossíntese ● Nutrição mineral ● Hormônios vegetais Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S. M. (eds.). Anatomia Vegetal. 2a ed. Viçosa: Editora UFV. 2006 KERBAUY, G.B. Fisiologia Vegetal. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2004 RAVEN, Bibliografia Complementar P.H., EVERT, R.F., EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7a ed. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan. 2007. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Inglês Instrumental CARGA HORÁRIA: 30h Ementa • Leitura e compreensão de textos técnico-científicos. Expressão oral. Objetivos Objetivo Geral Capacitar o aluno a apropriar-se da língua estrangeira de maneira crítica, estimulando sua percepção do idioma pela compreensão. Objetivos Específicos Propiciar o aumento do repertório vocabular pela leitura e interpretação de textos de diferentes tipos. Levar o aluno a uma reflexão sobre as relações entre as diferentes culturas e sobre a pluralidade de visões de mundo permitidas pela linguagem em seus contextos de uso. Levar o aluno a perceber a importância da língua inglesa como ferramenta de sua área profissional. Conteúdo Programático Leitura de textos gerais e específicos da área de meio ambiente Técnicas de leitura, compreensão e interpretação textual
Identificação de assunto e temática Processos de tradução e interpretação textual Conectivos e outros marcadores textuais Conjugação verbal - verbos auxiliares, regulares, irregulares e modais - Formas afirmativa, negativa, interrogativa e interrogativa-negativa Pronomes pessoais sujeito e objeto - Pronomes demonstrativos e indefinidos - Adjetivos e pronomes possessivos Metodologia de Ensino ● A aula será expositiva e dialogada. Discussões em sala de aula, elaboração de trabalhos individuais extraclasse, atividades didáticas empregando meios lúdicos e vídeos. Exercícios gramaticais, exercícios de tradução com aplicação dos tópicos desenvolvidos em aula a partir dos textos, e com apoio da língua materna. Construção de glossário técnico da área de tecnologia de alimentos. Exercícios individuais, em duplas e em pequenos grupos. Uso de trechos de filmes, de músicas e de textos de naturezas variadas em que se pode identificar e aplicar o conteúdo aprendido. Leitura de revistas especializadas e de textos gerais de fontes diversas. Sites e publicações em inglês. Recursos: TV e DVD player; aparelho de áudio para CD; data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica FÜRSTENAU, E. Novo Dicionário de Termos Técnicos Inglês-Português. Vols. 1 e 2. 25ª Edição. Ed. Globo, São Paulo, 2001. FÜRSTENAU, E. Inglês Instrumental - Estratégias de Leitura. et alli - Theresina Halley S. A. Gráfica e Editora, 1996. Bibliografia Complementar FLORENZANO, E. Dicionário Ediouro. Ed. Ediouro, São Paulo, 2001. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Geografia Ambiental CARGA HORÁRIA: 60h Ementa • Geografia: espaço geográfico e suas representações (Elementos de Cartografia); Elementos Naturais da Paisagem; Paisagem Geográfica (a Interação dos elementos naturais e antrópicos); Urbanização e Produção do Espaço Urbano. Objetivos Objetivo Geral Saber operar com os conceitos básicos da Geografia para análise e representação do espaço em suas múltiplas escalas, utilizando das linguagens próprias da ciência geográfica e compreender o espaço geográfico, a partir das múltiplas interações entre sociedade e natureza. Objetivos Específicos Articular os conceitos da Geografia com a observação, descrição, organização de dados e informações do espaço geográfico considerando as escalas de análise; Analisar os espaços considerando a influência dos eventos da natureza e da sociedade; Observar a possibilidade de predomínio de um ou de outro tipo de origem do evento; Verificar a inter-relação dos processos sociais e naturais para produção e organização do espaço geográfico em suas diversas escalas; Identificar os fenômenos geográficos expressos em diferentes linguagens; Utilizar mapas e gráficos resultantes de diferentes tecnologias e Reconhecer variadas formas de representação do espaço: cartográfica e tratamentos gráficos, matemáticos, estatísticos e icnográficos. CONTEÚDO PROGRAMÁ Conteúdo Programático ● Conceitos cartográficos: Espaço; Lugar.; Paisagem; Região;Território; Territorialidade; Escala. ● Representação do espaço geográfico: Linguagem e sistematização da cartográfica; Escala; Localização, coordenadas geográficas e fusos horários; Mapas, gráficos e tabelas. ● Aspectos naturais da paisagem e sua dinâmica: Atmosfera e clima; Dinâmica da litosfera e relevo. ● Distribuição dos recursos naturais pelo planeta. 4.2 Recursos naturais como fontes de energia e matéria-
prima.
Metodologia de Ensino A aula será expositiva e dialogada. Discussões em sala de aula, elaboração de trabalhos individuais extraclasse, atividades didáticas empregando meios lúdicos e vídeos. Exercícios gramaticais, exercícios de tradução com aplicação dos tópicos desenvolvidos em aula a partir dos textos, e com apoio da língua materna. Construção de glossário técnico da área de tecnologia de alimentos. Exercícios individuais, em duplas e em pequenos grupos. Uso de trechos de filmes, de músicas e de textos de naturezas variadas em que se pode identificar e aplicar o conteúdo aprendido. Leitura de revistas especializadas e de textos gerais de fontes diversas. Sites e publicações em inglês. Recursos: TV e DVD player; aparelho de áudio para CD; data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica CARLOS, Ana Fani. A Cidade. São Paulo, Contexto, 1992. CORRÊA, R. L. A rede urbana. São Paulo: Ática,
1989. 96p. (série princípios). _______. O Espaço Urbano. São Paulo: Ática (Série Princípios), 1989. Bibliografia Complementar CUNHA, S. B.; GUERRA, A J. T. (Orgs.). A questão Ambiental. Diferentes abordagens. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Química Ambiental CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Conceitos gerais sobre a química do ambiente, ligações químicas, funções orgânicas, soluções. Concentração. Mistura de soluções, concentração molar. Eletrólitos, ácidos e bases, equilíbrio químico, química da água, parâmetros físicos de qualidade da água, parâmetros químicos de qualidade da água. Objetivos ● Geral: - Possibilitar a compreensão dos processos químicos que ocorrem no ambiente, sejam eles naturais ou causados pelo homem; ● Específicos: - Refletir a importância dos biocombustíveis no que ser refere à diminuição da poluição ambiental; - Aplicar os conceitos de compostos orgânicos, soluções, misturas e concentração molar. Conteúdo Programático ● Introdução à química orgânica; ● Características gerais dos compostos orgânicos; ● Classificação das cadeias carbônicas; ● Óleos e gorduras, sabões e detergentes sintéticos. ● Petróleo, gás natural e carvão. Madeira e hulha. ● Biocombustíveis. ● Classificação da Matéria. ● Dispersões. ● Soluções. ● Concentração. ● Mistura de Soluções. ● Concentração Molar. Eletrólitos. Ácidos e Bases. Equilíbrio Químico. ● Química da água. ● Parâmetros Físicos de Qualidade da Água. ● Parâmetros Químicos de Qualidade da Água. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de
analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ROCHA, J.L.; ROSA, A.H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2004. Bibliografia Complementar BAIRD. C. Química Ambiental. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Sistema Integrado de Gestão CARGA HORÁRIA: 60h Ementa A gestão ambiental e a qualidade da produção. Certificação ambiental. Mercados de produtos ambientalmente corretos. Ferramentas de gestão. A questão ambiental sob o enfoque econômico. Sistema de Gestão Ambiental (ISO-14001 e 14004): objetivos, finalidades, fundamentos e princípios. Modelos de SGA na micro e pequena empresa e no ambiente urbano e rural. Avaliação ambiental inicial (ISO-14004). Política ambiental. Planejamento do processo de um SGA. Gestão Ambiental dos Municípios. Sistema de gestão ambiental e estratégia de produção limpa. Objetivos ● Geral: - Refletir sobre a importância do da Gestão ambiental adequada. ● Específicos: - Problematizar as questões relacionadas ao sistema de gestão ambiental; - Discutir sobre os modelos de SGA na micro e pequena empresa e no ambiente urbano e rural - Identificar as estratégias de produção limpa; - Compreender a aplicabilidade da ISO-14004; Conteúdo Programático A gestão ambiental e a qualidade da produção. Certificação ambiental. Mercados de produtos ambientalmente corretos. Ferramentas de gestão. A questão ambiental sob o enfoque econômico. Sistema de Gestão Ambiental (ISO-14001 e 14004): objetivos, finalidades, fundamentos e princípios. Modelos de SGA na micro e pequena empresa e no ambiente urbano e rural. Avaliação ambiental inicial (ISO-14004). Política ambiental. Planejamento do processo de um SGA. Gestão Ambiental do Município. Sistema de gestão ambiental e estratégia de produção limpa. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las
como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de Atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ARAÚJO, Emerson Diego da Costa; ISONI, Miguel Maurício. Implantação do Sistema Integrado de Gestão SIG na UFPB: um estudo de caso. João Pessoa: s.n, 2013. 108f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal da Paraíba - Centro de Educação/ Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Programa de Pós - Graduação em Gestão em Organizações Aprendentes. CAIÇARA JUNIOR, Cícero. Sistemas integrados de gestão - ERP: uma abordagem gerencial. 4ª edição revista, atualizada e ampliada. Curitiba: Ibpex, 2011. 204p. ISBN: 9788578387259. LEAL, Aimée Malzac; COELHO, Ana Lúcia de Araújo Lima. Educação para a sustentabilidade e sistema de gestão integrado. João Pessoa: s.n, 2016. 111f : il. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCSA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Meio Ambiente e Saúde Pública CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Análise envolvendo a importância do saneamento e manejo ambiental para a promoção da saúde e suas interações com o meio ambiente, as condições sanitárias, doenças infecciosas e parasitárias e as políticas públicas relacionadas. Esta construção, que parte do reconhecimento da existência dos problemas e da insuficiência dos métodos e instrumentos utilizados na promoção da saúde, deve construir-se pela reflexão proporcionada por processos de educação permanente, com base em princípios de sustentabilidade. Objetivos ● Geral: - Possibilitar a compreensão da relação direta entre saúde, doença e meio ambiente e disseminar os conhecimentos adquiridos. ● Específicos: - Aplicar os conhecimentos de manejo ambiental para a promoção da saúde; - Discutir a importância do combate às doenças infeciosas e parasitárias; - Refletir sobre as políticas públicas relacionadas com a promoção da saúde. Conteúdo Programático ● Importância do saneamento básico; ● Manejo ambiental para a promoção da saúde; ● Condições sanitárias; ● Doenças infecciosas e parasitárias; ● Políticas públicas relacionadas e a promoção da saúde. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a
compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de Atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ALCÂNTARA, L. Desenvolvimento sustentável. Brasília: [s.n.] (Coleção ideias, 2), 2000. BIASOLI, W.M. Água e saúde: o que você gostaria de saber e não teve a quem perguntar. Fortaleza: [s.n.], 2000. CZERESNIA, D.; FREITAS, C.M. (Orgs.). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 176p. 2003. DALTRO FILHO, J. Saneamento ambiental: doença, saúde e o saneamento da água. São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira, 332p. 2004. JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z. Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Manole, 336p. 2007. LEFÈVRE, F.; LEFÈVRE, A.M.C. Promoção de saúde: a negação da negação. Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 166p. 2004. Bibliografia Complementar PHILIPPI JR., A. Saneamento, Saúde e Ambiente. Manole, 864p. 2004. POLÍTICA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA SAÚDE. Disponível em: www.portal.saude.gov.br/portal. Acesso em: 16 jan. 2009. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & saúde. Colaboração de Naomar de Almeida Filho. 6. ed. Rio de Janeiro: Médica e Científica; Guanabara Koogan, 2003. TEIXEIRA, C. O futuro da prevenção. Salvador, BA: Casa da Qualidade Editora, 115p. 2001. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Gestão de Recursos Hídricos CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Ciclo hidrológico e Bacia Hidrográfica e seu planejamento integral. Qualidade da água Mananciais superficiais e subterrâneos. Legislação e política de Recursos Hídricos Aspectos legais e políticos. Recursos hídricos. Distribuição dos Recursos hídricos. Usos da água. Recursos hídricos, planejamento e desenvolvimento. Balanço Hídrico. O Gerenciamento de RH. Objetivos ● Geral: - Possibilita a abordagem geral das políticas públicas relacionadas a gestão de recursos hídricos. ● Específicos: - Discutir os conceitos de hidrologia, ciclo hidrológico e bacias hidrográficas; - Problematizar questões relacionadas aos mananciais, conservação e qualidade da água. - Analisar Legislação e política de Recursos Hídricos e os aspectos legais e políticos. Conteúdo Programático ● Hidrologia; ● Ciclo hidrológico e Bacia Hidrográfica; ● Qualidade da água; ● Conservação da água e do solo; ● Mananciais superficiais e subterrâneos; ● Legislação e política de Recursos Hídricos; ● Distribuição dos Recursos hídricos. ● Usos da água. ● Recursos hídricos, planejamento e desenvolvimento. ● Balanço Hídrico. ● O Gerenciamento de RH. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica BEEKMAN, Gertjan B. Gerenciamento integrado dos recursos hídricos. Brasília: IICA, 19. 64p :il. DI MAURO, Cláudio Antonio; ROSOLEN, Vânia; FERREIRA, Vanderlei de Oliveira. Planejamento e gestão de recursos hídricos: exemplos mineiros. Uberlândia, MG: Assis Editora, 2012. 436p. ISBN: 9788562192418. MACHADO, J.L.F. Águas subterrâneas e poços: uma jornada através dos tempos. Porto Alegre: EST Edições/Suliani-Letras &Vida, 2008. MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, Milton Felício dos. Reuso da água. São Paulo: Manole, 2003. PERELLA, R. O manifesto da água: argumentos para um contrato mundial. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. REBOUÇAS, A. C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J. G. Águas doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. São Paulo: escrituras Editora, 2006. Bibliografia Complementar MACHADO, J.L.F. Águas subterrâneas e poços: uma jornada através dos tempos. Porto Alegre: EST Edições/Suliani-Letras &Vida, 2008. MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, Milton Felício dos. Reuso da água. São Paulo: Manole, 2003. Bibliografia Complementar SCHIAVETTI, A; CAMARGO, A. F. M. Conceitos de bacias hidrográficas: teorias e aplicações. Ilhéus, Bahia: Editus, 2002. TAGNIN, R. A.; DOWBOR, L. Administrando a água como se fosse importante. São Paulo: Editora senac, 2005.
PLANOS DE ENSINO – MÓDULO III PLANOS DE ENSINOS – MÓDULO III DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Oficinas de Educação Ambiental CARGA HORÁRIA: 40h Ementa As Oficinas de Educação Ambiental tratam de quatro grandes temas: Terra, Ar, Água e Fogo, num enfoque sistêmico. Os assuntos que serão abordados partirão do cotidiano dos estudantes, tendo como pressuposto contemplar a interdisciplinaridade para a superação da visão mecanicista e fragmentada dos conhecimentos, além fomentar a utilização de alternativas tecnológicas sustentáveis e atitudes pró-ativas de boas práticas ambientais. Objetivos Promover a participação passiva ou ativa de oficinas relacionadas aos temas abordados na ementa da disciplina. Conteúdo Programático ● Reaproveitamento ● Reciclagem; ● Sustentabilidade; ● Agricultura Orgânica; ● Adubação Orgânica; ● Jardinagem; ● Artesanatos. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de
atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ● DIAS, G. EcoPercepção – um resumo didático dos desafios socioambietais. São Paulo: Gaia, 2004. ● PRESS, F. et. al. Para entender a Terra. Porto Alegre: Bookman, 2006. RICARDO, B.; CAMPANILI, M. Almanaque Brasil sócioambiental. Brasília: Editora Instituto Socioambiental, 2008. Bibliografia Complementar ● DCL (ed). Atlas Ambiental. Editora DCL. 2008. ● LOUREIRO, F. C. Trajetória e fundamentos da Educação Ambiental. São Paulo: Cortez, 2004. DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Recuperação de Áreas Degradadas. CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Riscos ambientais e tipologia de riscos: Técnicas para análise de risco ambiental. Administração de crises ambientais. Planos de contingência. Conceitos sobre auditoria. Tipos de auditoria. Escopo da auditoria e regulamentos para auditoria ambiental. Diretrizes para auditoria ambiental. Aspectos e impactos em auditoria ambiental. Processos de degradação de ecossistemas e estratégias de recuperação e revegetação. Proposição de medidas mitigadoras. Programa de acompanhamento e monitoramento. Estudo de casos. Conceito de recuperação ambiental; Aspectos ecológicos: sucessão ecológica, regeneração, tipos ecológicos, solo e serrapilheira; Plano de recuperação de áreas degradadas e mecanismos de avaliação da eficiência conservacionista. Parâmetros legais definidores de projetos de recuperação. Objetivos Geral: Auxiliar em estudos de identificação, manejo e recuperação de áreas degradadas, avaliando os possíveis riscos ambientais de uma localidade e traçar diretrizes biorremediativas. Específicos: Aplicar as práticas de manejo adequado do solo; Discutir os sistemas produtivos que promovam redução nos impactos ambientais de atividades industriais; Propiciar o desenvolvimento de práticas de prevenção à degradação. Conteúdo Programático ● A degradação ambiental; ● Classificação das fontes antrópicas de impactos ambientais; ● Recuperação, reabilitação e restauração; ● Importância da vegetação; ● Procedimentos para o sucesso da recuperação; ● Questões ambientais atuais; ● Gestão ambiental; ● Recuperação de área degradada; ● Perigos e riscos ambientais e suas tipologias; ● Análises de riscos ambientais; ● Planos de contingência; ● Tipos de auditoria; ● Regulamentos aspectos e impactos em auditoria ambiental. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de
atividades na plataforma e avaliação presencial Bibliografia Bibliografia Básica DIEGUES, Antônio Carlos. O mito moderno da natureza intocada. 3. ed. São Paulo: Hicitec, Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas, USP, 2000. HERCULANO, S.; PORTO, M. F. S.; FREITAS, C. M. Qualidade de vida & riscos ambientais. Niterói: EdUFF. 2000. LA ROVERE, E. L. Manual de Auditoria Ambiental. Editora Qualitymark. 2001. MARTINS, S. V. Recuperação de áreas degradadas. Aprenda fácil. 2009. 270p. MIRRA, A.L.V. Impacto ambiental.:aspectos da legislação brasileira. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2008. PRUSKI, F. F. Conservação de Solo e Água: Práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. 2. ed. Viçosa: UFV.
2009. 279p. RODRIGUES, D; MOERI, E. Áreas contaminadas – remediação e revitalização. São Paulo: 2007 3 ed. Bibliografia Complementar BETTIOL, W.; CAMARGO O. A. Impacto ambiental do uso agrícola do lodo de esgoto. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2000, 312p. GOMEZ-POMPA, A; KAUSS, A. Domesticando o mito da natureza selvagem. In: Etnoconservação: novos rumos para a conservação da natureza. GUIVANT, Júlia S. Conflitos e negociações nas políticas de controle ambiental: o caso da suinocultura em Santa Catarina. Ciência e Tecnologia,Brasília, v. 16, n. 3, p. 85-128, set./dez. 2000. RODREIGUES, Efraim; PRIMACK, Richard B. - Biologia da conservação. Londrina: E. Rodrigues, 2001.
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DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Microbiologia Ambiental. CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Introdução ao estudo da microbiologia. Microrganismos em seus habitats naturais. Estrutura e desenvolvimentos de comunidades microbianas. Microrganismos como indicadores ambientais. Controle de microrganismos no ambiente. Biofilmes e processos de corrosão. Microbiologia do solo e de água. Doenças microbianas. Objetivos Geral: Promover a discussão sobre os principais microrganismos e suas interações com o ambiente; Específicos: Conhecer as relações entre a diversidade microbiana e o meio ambiente; Discutir as principais doenças microbianas, suas causas e consequências. Conteúdo Programático ● Introdução ao estudo da microbiologia; ● Interações entre microrganismos e ambiente, visando o conhecimento, o controle e a prevenção dos processos de poluição do solo, água e atmosfera; ● Microrganismos em seus habitats naturais; ● Estrutura e desenvolvimentos de comunidades microbianas; Microrganismos como indicadores ambientais; ● Controle de microrganismos; ● Doenças microbianas Procedimentos Metodológicos. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial.
Bibliografia Bibliografia Básica TORTORA,G.J;FUNKE,B.R.;CASE,C.L. Microbiologia. 8.Ed. Porto Alegre: Artmed,2005. SIDRIM, J.J.C.; ROCHA, M.F.G. Micologia Médica a luz de Autores Contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 385p. 2004. Bibliografia Complementar WARREN, L.; JAWETZ, E. Microbiologia Médica e Imunologia. 7a. edição.Porto Alegre: Atheneu. 632p. 2007. TORTORA, G.J.; BARDELL, R.; FUNKE, R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 826p. 2008. BARBOSA, H.R.; TORRES, B.B. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu. 196p. 2006.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo e Planejamento Ambiental CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Teorias administrativas relacionadas à execução de planejamentos; Etapas de um planejamento; Operacionalização de um planejamento ambiental; Conceitos de empreendedorismo; Oportunidades de ecoempreedimentos. Objetivos ● Geral: - Refletir sobre as teorias administrativas relacionadas à execução de planejamentos, compreendendo suas etapas. ● Específicos: - Operacionalizar um planejamento ambiental; - Discutir os conceitos de empreendedorismo; - Identificar oportunidades de ecoempreedimentos. Conteúdo Programático ● Introdução à Administração e noções de TGA (Teoria Geral da Administração). ● Introdução, fundamentos e estrutura do planejamento; ● Fundamentos do Planejamento Ambiental; ● Operacionalização do Planejamento Ambiental; ● Conceitos sobre Empreendedorismo; ● Conceito sobre Ecoempreendimentos; ● Cenários do Ecoempreendimentos; ● Identificação das oportunidades como alternativa profissional; ● Aspectos mercadológicos. ● Ecoturismo. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia
Bibliografia Básica SANTOS, R. F. DOS. Planejamento Ambiental - Teoria E Pratica. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando Idéias em Negócios. São Paulo: Ímpetus, 2005. Bibliografia Complementar Bibliografia Complementar DOLABELA, F. O Segredo de Luíza. São Paulo: Sextante, 2008. CAVALCANTI, A. P. B. (Org). Desenvolvimento Sustentável e Planejamento: bases teóricas e conceituais.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Geologia Ambiental CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Geologia: conceituação, objetivos e campo de atuação. O planeta Terra: composição e estrutura. Minerais e Rochas. Rochas Ígneas ou magmáticas, rochas Sedimentares e metamórficas. Objetivo Propiciar a compreensão da importância do embasamento geológico e a sua utilização nas construções urbanas, bem como identificar problemas geológicos decorrentes dessa utilização. Conteúdo Programático ● Importância e conceitos fundamentais sobre geologia. ● Gênese, constituição e propriedades importantes dos minerais. ● Rochas magmáticas: Conceituação, rochas magmáticas intrusivas e extrusivas. ● Principais estruturas das rochas magmáticas. ● Rochas sedimentares: tipos de Rochas sedimentares, principais estruturas das rochas sedimentares. ● Rochas metamórficas: metamorfismos e tipos de rochas metamórficas, estrutura das rochas metamórficas. ● Intemperismo físico e químico. Influência climática no intemperismo ● Processo de formação dos solos. ● Tipos de taludes e nomenclatura. Noções sobre estabilidade de maciços. A influência da água na instabilizarão de maciços Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. ● Aulas expositivas utilizando data show e lousa, com eventual complementação audiovisual. ● Trabalhos de pesquisa bibliográfica, relatórios e visitas a obras. ● Aulas práticas de identificação de rochas. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica ABGE – Associação Brasileira de Geologia de Engenharia. Geologia de engenharia. São Paulo. 1998. 587p. SANTOS, A. R. dos. ABGE – Associação Brasileira de Geologia de Engenharia. Geologia de engenharia: conceitos, método e pratica. São Paulo. 2002. 222p. WILSON, T. et al. Decifrando a Terra - 2ª ed. São Paulo: Editora Oficina do Texto, 2009. Bibliografia Complementar SCHNAID, F. Editora Oficina de Textos. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. São Paulo. 2000. 208p. MASSAD, F. Obras de Terra – Curso Básico de Geotecnia - 2ª ed. Editora Oficina do Texto,
2010. ABGE – Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. Curso de geologia aplicada ao meio ambiente. São Paulo. 1995. 247p. A.C.McLean and
C.D.Gribble. Geology For Civil Engineers Second Edition. Taylor & Francis e-Library, 2005.
PLANOS DE ENSINOS – MÓDULO III DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS CARGA HORÁRIA:75h Ementa Sistema de limpeza pública. Classificação e origem dos resíduos. Características física, química e bacteriológica dos resíduos. Impactos dos resíduos no meio ambiente. Tratamento dos resíduos. Equipamentos para identificar, controlar, minimizar ou eliminar os resíduos. Esgoto doméstico e industrial. Resultados analíticos. Gestão de resíduos no Brasil. Gerenciamento Integrado. Origem definição, caracterização e classificação dos resíduos. Tratamento e disposição final dos resíduos. Legislação, normas técnicas e resoluções na área de resíduos. Objetivos Objetivo Geral Fornecer subsídios teóricos e práticos para capacitar o aluno para elaborar o fluxo completo da gestão de resíduos sólidos, da prevenção à disposição final, buscando minimizar os impactos ambientais e aperfeiçoar a utilização dos recursos naturais, de modo a atender aos requisitos legais aplicáveis. Objetivos Específicos Comparar e diferenciar lixo de resíduos, a partir das normas da ABNT. Identificar causas e consequências da falta de gerenciamento de resíduos sólidos. Conhecer e analisar as leis ambientais e a normas brasileiras (NBR) que envolvem os resíduos sólidos. Avaliar a degradação de recursos hídricos em função do manejo inadequado de resíduos sólidos. Conteúdo Programático ● Conceitos: lixo, resíduo, tipos de resíduos ● Geração de resíduos sólidos urbanos: causas e conseqüências; ● Tipos de resíduos Problemas ambientais decorrentes da falta de tratamento de resíduos. ● Origem e características do lixo ● LEI 11.445/07 - Saneamento Básico Lei12.305/2010 – Gerenciamento de Resíduos Sólidos. ● DECRETO Nº 7.404, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010, que regulamenta a Lei . 12.305/2010 ● NBR 10007 e 10004 ● Ferramentas metodológicas necessárias para a gestão integrada de resíduos. ● Componentes recicláveis: coleta de lixo urbano; coleta seletiva ● Matéria orgânica; decomposição aeróbia e anaeróbia. ● Compostagem: fases do processo, fatores que aceleram a decomposição, tipos de compostagens e usos do composto. ● Aterro sanitário (disposição de resíduos sólidos): aterros sanitários e aterros especiais (resíduos perigosos). ● Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos ● Educação Ambiental para a gestão de resíduos sólidos Metodologia de Ensino As aulas serão desenvolvidas a partir de discussões que auxiliem os estudantes à reflexão, tendo como um dos pilares de sustentação a investigação da realidade ambiental. Assim, todas as ações: produções em grupos, estudo do meio, observações do ambiente, reflexões e elaboração de relatórios, buscam desenvolver competências e habilidades para diagnosticar e propor alternativas que contribuam para amenizar os problemas ambientais existentes. Como procedimentos didáticos serão utilizados documentários relacionados ao assunto, visitas técnicas, trabalhos em grupos e trabalhos práticos. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica CASTILHOS JR. A. B. Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos. ABES. 2006. LIMA, J. D. Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal. ABES. 2003. PHILIPPI Jr. A. Saneamento, saúde e ambiente. Rio de Janeiro: ABES, 2004. Bibliografia Complementar CASSINI, S. T. Gestão dos resíduos sólidos orgânicos e aproveitamentos do biogás. ABES. 2003. GOMES, L. P. Estudos e características e tratabilidade de lixiviados. ABES 2009. MANUAL de Reciclagem: coisas simples que você pode fazer. 2. ed. Trad. Outras Palavras. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000. PEREIRA, J. A. R. Saneamento ambiental em áreas urbanas. Rio de Janeiro: ABES, 2003. RAPHAEL, T. B., V. et al. Manual de saneamento e proteção ambiental para os municípios. Belo Horizonte: UFMG, 1995. ADLER, R. et. al. Reciclagem: Mito e Realidade. ABES. LIMA, L. M. Q. Lixo: tratamento e biorremediação. São Paulo: Hemus, 1995.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: ECONOMIA PARA O MEIO AMBIENTE CARGA HORÁRIA:30h Ementa Noções de economia, microeconomia e macroeconomia. Oferta procura e produção de bens e de serviços e as relações com o meio ambiente. Economia ambiental. Avaliação custo-benefícios, análise financeira e viabilidade econômica de projetos ambientais. Métodos de fiscalização e proteção dos recursos naturais. Impacto da globalização da economia. Visão holística do Meio Ambiente. Objetivos - Promover o contato do discente com o lado da economia direta ou indiretamente voltado ao meio ambiente. Conteúdo Programático Noções de economia, microeconomia e macroeconomia. Oferta procura e produção de bens e de serviços e as relações com o meio ambiente. Classificação dos recursos naturais; Teoria dos recursos naturais exauríveis; Teoria dos recursos naturais renováveis; Análise de custo-benefício; Métodos para valoração econômica ambiental Análise financeira e viabilidade econômica de projetos ambientais Métodos de fiscalização e proteção dos recursos naturais. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica PHILIPPI JR, A. Saneamento, Saúde e Ambiente. Ed. Manole. São Paulo. 2005. PHILIPPI JR, A. BRUNA, G. C. Curso de Gestão Ambiental. Ed. Manole. São Paulo. 2004. MONTIBELLER, F. G. Empresas, Desenvolvimento e Ambiente - Diagnóstico e Diretrizes de Sustentabilidade. Editora Manole. São Paulo. 2005. Bibliografia Complementar AQUINO, A. R. Análise de Sistema de Gestão Ambiental. Editora: THEX Editora. 1. Ed., 2008. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001 - Sistema de Gestão
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo e ecoturismo. CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Teorias administrativas relacionadas à execução de planejamentos; Conceitos de empreendedorismo; Oportunidades de ecoempreedimentos. Ecoturismo.
Objetivos Geral: Refletir sobre as teorias administrativas relacionadas à execução de planejamentos DE empreendimentos na área ambiental. Específicos: - Discutir os conceitos de empreendedorismo; - Identificar oportunidades de ecoempreedimentos. Conteúdo Programático ● Introdução à Administração e noções de TGA (Teoria Geral da Administração). ● Introdução, fundamentos e estrutura do planejamento; ● Conceitos sobre Empreendedorismo; ● Conceito sobre Ecoempreendimentos; ● Cenários do Ecoempreendimentos; ● Identificação das oportunidades como alternativa profissional; ● Aspectos mercadológicos. ● Ecoturismo. Metodologia de Ensino Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica SANTOS, R. F. DOS. Planejamento Ambiental - Teoria E Pratica. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando Ideias em Negócios. São Paulo: Ímpetus, 2005. Bibliografia Complementar DOLABELA, F. O Segredo de Luíza. São Paulo: Sextante, 2008. CAVALCANTI, A. P. B. (Org). Desenvolvimento Sustentável e Planejamento: bases teóricas e conceituais.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR CURSO: Técnico em Meio Ambiente COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo e ecoturismo. CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Razão e proporção. Regra de três. Porcentagem. Potenciação. Fração. Unidades de medida. Área e volume. Introdução à estatística. Tabelas e gráficos. Análise de dados e indicadores. Probabilidade. Objetivos Geral: Proporcionar ao aluno habilidades necessárias ao desenvolvimento de projetos e análises ambientais. Específicos: Aprimorar as habilidades matemáticas dos docentes; Ampliar os conhecimentos com a interpretação e realização de tabelas e gráficos.
Conteúdo Programático ● ● ● ● ● ● ● ● ● ● ●
Razão e proporção. Regra de três. Porcentagem. Potenciação. Fração. Unidades de medida. Área e volume. Introdução à estatística. Tabelas e gráficos. Análise de dados e indicadores. Probabilidade. Metodologia de Ensino
Adotar-se-á a metodologia de trabalhos interdisciplinares como meio de construir no aluno as capacidades de analisar, explicar, prever, planejar, intervir, supervisionar, na sua área de atuação, sem, no entanto, encará-las como elementos estanques e separados. Será obrigatório o estudo de problemas concretos, a realização de projetos de investigação, roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada, interdisciplinar e transdisciplinar, princípios que são inerentes a um processo de aprendizagem novo, participativo e autônomo, através de: ● Atividades desenvolvidas na plataforma virtual; ● Atividades Presenciais; ● Avaliação Presencial. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação se desenvolverá numa perspectiva processual, contínua e cumulativa, explicitando a compreensão dos educandos quanto aos conhecimentos e sua operacionalização (teoria-prática) através de atividades na plataforma e avaliação presencial. Bibliografia Bibliografia Básica GOLBERT, Clarissa S. Novos rumos na aprendizagem da matemática: conflito, reflexão e situaçõesproblemas. Porto Alegre: Mediação, 2002. 134p. ISBN: 858706360. Bibliografia Complementar SHOKRANIAN, Salahoddin; SOARES, Marcus; GODINHO, Hemar. Teoria dos números. 2.ed. rev. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999. 325p. ISBN: 8523003681.
