N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 41/2016
Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Jornalismo, modalidade Bacharelado, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes, Campus I, desta Universidade.
vigência diferida: "entra em vigor no Período letivo 2016"
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (19)
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CNE/CES 2/2007 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“a Resolução CNE/CES 02/2007 que estabelece a carga horária mínima para a integralização dos cursos presenciais de Graduação - Bacharelado a Resolução N 1 de 17 de junho de 2004 CNE/CES, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“a Lei 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;” fonte: texto · confiança alta
- REVOGA (total) · sugestão
Res. CONSEPE 93/2011 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo PPC do mesmo curso — 'jornalismo' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
16 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CFE 2/1985 em: Anexo I“A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução Nº 09/78- CONSEPE, a segunda foi regida pela resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e Resolução 16/85 do CONSEPE.”
- citaRes. CNE/CES 1/2013 em: preâmbulo“a Resolução CNE Nº 02 de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Ambiental a Resolução CNE/CES Nº 1, de 27 de setembro de 2013, que instituiu as...”
- citaRes. CNE/CES 10/2007 em: Anexo I“A ruptura acadêmica já existia com a criação de novos cursos, como exemplo, Cinema e Audiovisual, desmembrados da Comunicação e de suas Diretrizes Curriculares Comuns pelo Conselho Nacional de...”
- citaRes. CNE/CP 1/2004 em: preâmbulo“a Resolução CNE/CES 02/2007 que estabelece a carga horária mínima para a integralização dos cursos presenciais de Graduação - Bacharelado a Resolução N 1 de 17 de junho de 2004 CNE/CES, que...”
- citaRes. CNE/CP 2/2012 em: preâmbulo“a Resolução CNE Nº 02 de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Ambiental a Resolução CNE/CES Nº 1, de 27 de setembro de 2013, que instituiu as...”
- citaRes. CONAES 1/2010 em: Anexo I“NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O Núcleo Docente Estruturante – NDE - será constituído por no mínimo 5 (cinco) professores do corpo docente do curso e terá como atribuições, conforme Resolução CONAES...”
- citaPortaria MEC 203/2009 em: Anexo I“no campo do Jornalismo, no sentido de revitalizar suas práticas sociais e culturais que as originaram e as justificam como profissão e evolução do campo acadêmico, por isso, o Colegiado do antigo...”
- citaPortaria MEC 68/1980 em: Anexo I“O reconhecimento do curso ocorreu dois anos depois com o parecer 1543/79 – CFE, e a portaria do MEC n° 68, de 15 de janeiro de 1980.”
- citaRes. CONSEPE 01/2013 em: Anexo I“ESTÁGIO SUPERVISIONADO O estágio supervisionado com vistas ao perfil desejado conforme a Resolução nº 1, de 27 de dezembro de 2013 que trata das Diretrizes Nacionais para Curso de Graduação em...”
- citaRes. CONSEPE 09/1978 em: Anexo I“A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução Nº 09/78- CONSEPE, a segunda foi regida pela resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e Resolução 16/85 do CONSEPE.”
- citaRes. CONSEPE 16/1985 em: Anexo I“A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução Nº 09/78- CONSEPE, a segunda foi regida pela resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e Resolução 16/85 do CONSEPE.”
- citaRes. CONSEPE 16/2015 em: preâmbulo“a Resolução CONSEPE/UFPB 16/2015, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba;”
- citaRes. CONSEPE 16/2015 em: Anexo I“ESTÁGIO SUPERVISIONADO O estágio supervisionado com vistas ao perfil desejado conforme a Resolução nº 1, de 27 de dezembro de 2013 que trata das Diretrizes Nacionais para Curso de Graduação em...”
- citaRes. CONSEPE 24/1977 em: Anexo I“HISTÓRIA DO CURSO O Curso de Graduação em Jornalismo criado pela resolução 87/2011 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE – é oriundo da habilitação Jornalismo do Curso de...”
- citaRes. CONSEPE 87/2011 em: Anexo I“HISTÓRIA DO CURSO O Curso de Graduação em Jornalismo criado pela resolução 87/2011 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE – é oriundo da habilitação Jornalismo do Curso de...”
- citaRes. CONSEPE 93/2011 em: Anexo I“Ao atender as recomendações do Relatório da Comissão de Especialistas instituída pelo Ministério da Educação, o CONSEPE aprovou atual Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Jornalismo através...”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CNE/CES 2/2007→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996
- norma inteira→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 93/2011 (sugestão)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 22 em comumRes. CONSEPE 21/2026
- paralela · 21 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 18 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 16 em comumRes. CONSEPE 53/2018
- paralela · 15 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 14 em comumRes. CNE/CEB 8/2012
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 18 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 8 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N° 41/2016 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Jornalismo, modalidade Bacharelado, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes, Campus I, desta Universidade. A Senhora Presidente do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, mediante o parecer favorável da relatora (Processo nº 23074.028724/2016-25), Ad Referendum deste Conselho, CONSIDERANDO: os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; a importância de um Projeto Político Pedagógico dinâmico e atual que estará em constante processo de avaliação; a Lei 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; a Resolução CNE/CES 02/2007 que estabelece a carga horária mínima para a integralização dos cursos presenciais de Graduação - Bacharelado a Resolução N 1 de 17 de junho de 2004 CNE/CES, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. a Resolução CNE Nº 02 de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Ambiental a Resolução CNE/CES Nº 1, de 27 de setembro de 2013, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Jornalismo, na modalidade de Bacharelado; a Resolução CONSEPE/UFPB 16/2015, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba;
R E S O L V E:
¶Art. 1º Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Jornalismo do Centro de Comunicação, Turismo e Artes, Campus I, desta Universidade, na modalidade Bacharelado.
§ 1º Compreende-se o Projeto Político Pedagógico do Curso como sendo o conjunto de ações sóciopolíticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destina a orientar a concretização curricular do referido Curso.
§ 2º As definições relativas a História do Curso, Justificativa, Marco Teórico- metodológico, Objetivos, Perfil do Profissional/ Egresso, Competências e Habilidades, Campo de Atuação, Estágio, entre outros relacionados no Anexo I.
¶Art. 2º O Curso de Graduação em Jornalismo, modalidade Bacharelado, do CCTA, tem como finalidade conferir o grau de Bacharel em Jornalismo aos alunos que cumprirem as determinações constantes da presente Resolução.
¶Art. 3º O Curso de Graduação em Jornalismo, na modalidade Bacharelado, terá a duração mínima de 08 períodos e máximo de 12 períodos letivos, no turno diurno, e o currículo será integralizado em 3180 (Três mil cento e oitenta horas/aula, equivalentes a 212 (duzentos e doze) créditos.
Parágrafo único. Será permitida a matrícula em no máximo 27 créditos (vinte e sete) por período letivo e nos períodos nos quais os alunos estejam cursando os estágios poderão cursar 33 créditos; a matrícula no mínimo será de 14 (quatorze) créditos por período letivo.
¶Art. 4º A composição curricular, integrante do Projeto Político-Pedagógico, resulta de componentes curriculares fixados de acordo com as especificações abaixo, que são desdobrados conforme especificado no Anexo II e, o Anexo III, relaciona as ementas dos componentes curriculares e referências. COMPOSIÇÃO CURRICULAR Carga Horária Total: Bacharelado: 3.180horas/aula ou 212créditos. Diurno Noturno Mínimo 08 (oito) períodos letivos -------------------------------Máximo 12 (doze) períodos letivos -------------------------------Limite de Créditos por Período Letivo
Mínimo Máximo
Diurno 16 (dezesseis) créditos 27(vinte e sete) créditos por período letivo e 33 créditos nos períodos em que os alunos estejam cursando os Estágios
Noturno -----------------------------------------------------------------
¶Art. 5º As modalidades de componentes curriculares serão as seguintes:
I–
II –
disciplinas; atividades;
a) atividades de iniciação à pesquisa e/ou extensão;
b) seminários - discussões temáticas; 2
c) atividades de monitoria;
d) elaboração de trabalho de conclusão de curso;
e) participação em projetos de iniciação cientifica e extensão;
f) participação em eventos;
g) oficinas e congêneres;
III –
estágios.
§ 1º O Estágio Supervisionado de Ensino para o Curso de Jornalismo terá duração de 300 horas-aula, correspondente a 20 créditos.
§ 2º As modalidades de componentes complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.
¶Art. 6º O Curso adotará o regime acadêmico de créditos.
¶Art. 7º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 08 períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sóciopolítico-educativas.
¶Art. 8º Esta Resolução entra em vigor no Período letivo 2016.1. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 02 de junho de 2016.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
3
ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 41/2016 DO CONSEPE História do Curso, Justificativa, Marco Teórico- metodológico, Objetivos, Perfil do Profissional/ Egresso, Competências/Habilidades, Campo de Atuação, Estágio, entre outros relacionados. HISTÓRIA DO CURSO O Curso de Graduação em Jornalismo criado pela resolução 87/2011 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE – é oriundo da habilitação Jornalismo do Curso de Comunicação Social de 1977, pertencente ao antigo Departamento de Artes e Comunicação – DAC – CCHLA, conforme a resolução 24/77, de 24 de março de 1977, do CONSEPE. Conjunturalmente, a criação do Curso de Comunicação Social na UFPB, situa-se no contexto de proliferação dos cursos de Jornalismo no Pais à lógica do “milagre econômico” e, neste entrecruzamento, o crescimento incontestável da UFPB sobre o espírito empreendedor do Reitor Lynaldo Cavalcanti. O reconhecimento do curso ocorreu dois anos depois com o parecer 1543/79 – CFE, e a portaria do MEC n° 68, de 15 de janeiro de 1980. A primeira estrutura curricular foi estabelecida pela Resolução Nº 09/78- CONSEPE, a segunda foi regida pela resolução CFE 002, de 24 de janeiro de 1985 e Resolução 16/85 do CONSEPE. E, a terceira data da Resolução CNE/CES Nº 1, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Jornalismo, Bacharelado, e dá outras providências, dispositivo que demanda esta reforma curricular para o Curso de Graduação em Jornalismo, que passa de 2.700 horas para 3.000 mil horas de duração no mínimo, pra atender determinação das Diretrizes de 2013. Atualmente ingressam no Curso de Jornalismo 70 alunos a cada ano em duas turmas de 35 alunos por semestre. A iniciativa em conferir identidade às habilitações do curso de Comunicação Social em curso de graduação partiu da reunião pedagógica com a ex- Coordenadora de Currículos e Programas, Milva Barreto Hernández Pereira, a respeito dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação, no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, realizada em março de 2011, com a presença da ex-Vice- Diretora e atual Diretora de Centro Mônica Nóbrega e dos coordenadores dos cursos de Comunicação Social, Filosofia, História, Ciências Sociais, Serviço Social e outros, cuja pauta constava com a seguinte temática: “Habilitações transformadas em áreas de aprofundamento, linhas de estudos, etc;” (ponto 1.5) e “Discussões no MEC em relação às denominações dos cursos de Bacharelado e Licenciatura” (ponto 4), que em seu relato informou que as habilitações de cursos como Comunicação Social (Relações Púbicas, Radialismo, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Editoração, Cinema etc), como tendência atual do MEC, estão se transformando em cursos de bacharelado. Tendência que se impõe como realidade em correção a inadequação que considera a Comunicação Social como uma profissão de novo tipo, e consequentemente um profissional hibrido: o comunicador polivalente, como bem percebeu José Marques de Melo, no seu livro Contribuições para uma pedagogia da Comunicação (Paulinas, 1974). Além de se constatar que a Comunicação Social não é profissão, mas um campo que reúne várias e diversificadas profissões e uma área acadêmica que abrange várias disciplinas, 4
como várias outras ciências no âmbito das ciências aplicadas (Nutrição, Medicina, Odontologia, Enfermagem, Matemática, Engenharias – Civil, Mecânica, de Minas, Alimentos, Produção, etc), portanto , assim como não existe um profissional genérico de saúde ou na engenharia, é incorreto considerar o Jornalismo, Radialismo, Relações Públicas, Cinema, a Editoração e Publicidade e Propaganda como habilitações da Comunicação Social; devemos considerá-los como profissões reconhecidas internacionalmente. Por muito tempo a manutenção da estrutura curricular de ensino em Comunicação Social representou a dissolução das profissões já consolidadas pelo próprio campo da Comunicação Social, visto que a considerada era da informação e comunicação impõe, cada vez mais, a necessidade do conhecimento especializado. Portanto, o desmembramento das habilitações de Comunicação Social em cursos de bacharelado foi o reconhecimento do equívoco histórico cometido, inclusive pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que argumentou no período da Guerra Fria, que os países do Terceiro Mudo não necessitavam do jornalismo como nas sociedades desenvolvidas, daí a implantação de cursos de Comunicação Social e o profissional polivalente, contudo, já reparou seu equívoco ao apresentar suas recomendações para o ensino de Jornalismo, considerando-o como um campo autônomo da comunicação social e uma profissão realmente existente. A ruptura acadêmica já existia com a criação de novos cursos, como exemplo, Cinema e Audiovisual, desmembrados da Comunicação e de suas Diretrizes Curriculares Comuns pelo Conselho Nacional de Educação, através da Resolução nº 10 de 27 de julho de 2007. Além da aprovação do curso de graduação em Mídias Digitais para a UFPB, aspectos que valorizam a necessidade do estudo de questões específica no campo do Jornalismo, no sentido de revitalizar suas práticas sociais e culturais que as originaram e as justificam como profissão e evolução do campo acadêmico, por isso, o Colegiado do antigo Curso de Comunicação Social, considerando as Novas Diretrizes para o curso de Jornalismo (Comissão do MEC instituída pela Portaria nº 203/2009 de 12 de fevereiro de 2009), recomendou o desmembramento dessa habilitação existente no curso de Comunicação Social em área específica do conhecimento e formação profissional em curso de bacharelado em Jornalismo, tal qual como já estava sendo realizado pelo antigo concurso de vestibular da UFPB, desde o início da década de 1990, do século passado. Além disso, no Plano de Desenvolvimento Institucional /UFPB/ 2009-2012, considerava que a ruptura como ato descontínuo, constituise em processo “de novidades ordenadas nas práticas institucionais que reforçam a ideia de que a instituição é um sistema vivo e, portanto, integrado e aberto a novos mecanismos (p.38).” Livres da mentalidade e dos processos político-ideológicos conservadores, os membros do antigo colegiado do curso de graduação em Comunicação Social aprovaram o desmembramento, criando o curso de graduação com formação profissional especifica em Jornalismo, na perspectiva de criação de novas identidades na produção da cultura cientifica na UFPB. Ao atender as recomendações do Relatório da Comissão de Especialistas instituída pelo Ministério da Educação, o CONSEPE aprovou atual Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Jornalismo através da Resolução n° 93/ 2011, currículo considerado de transição para as futuras Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Jornalismo de 2013. 5
JUSTIFICATIVA A reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Jornalismo da UFPB ancora-se em um pressuposto básico e fundamental: a Resolução CNE/CES Nº 1, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013 que “Instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Jornalismo, Bacharelado, e dá outras providências.” Dentre as mudanças fundamentais instituiu 3.000 horas mínima para a duração do curso; e disciplinas direcionadas a instrumentalização dos conhecimentos e ao debate crítico que alicerçam hoje o campo do jornalismo em todo o mundo, sob os impactos da tecnologia digital. De fato, as tecnologias digitais impõem um novo cenário no mundo do trabalho, exigindo na formação profissional dos jornalistas novas habilidades para adoção das novas ferramentas que propiciaram o fenômeno da digitalização da informação jornalística. A reformulação do atual projeto pedagógico de curso na qual se baseia na proposição que busca ajustar às exigências impostas para se exercer a profissão de jornalista no século XXI com o advento da sociedade digital cresce sob o signo da interconexão e da inter-relação em escala planetária. A digitalização alterou significativamente a identidade profissional impondo alterações nas rotinas de produção da notícia, novas plataformas e consequentemente novas possibilidades de interações no campo jornalístico. Entre essas mudanças, podemos constatar é que quaisquer pessoas e não apenas o jornalista, poderá transformar-se em produtor de notícias. Trata-se do jornalismo participativo, jornalismo cidadão, jornalismo colaborativo, jornalismo de fonte aberta, entre tantas terminologias utilizadas por pesquisadores na classificação dessa prática. Ao apresentar proposta pedagógica e curricular buscando a formação de um jornalista apto a atuar nas diferentes mídias e plataformas, preparando-o para os desafios tecnológicos, também se destaca neste projeto a formação de um profissional crítico, capaz de refletir sobre a importância da ética, da responsabilidade social, dos direitos e cidadania no contexto da sociedade digital, de modo a possibilitar que o bacharel em Jornalismo, ultrapasse os aspectos utilitários da tecnologia, estabelecendo a conexão entre o Jornalismo e a sociedade, a cultura e o conhecimento dos processos midiáticos contemporâneos. Refletindo sobre esse novo cenário do Jornalismo digital na Paraíba, observa-se que a maioria dos jornais impressos migrou para a plataforma digital, assim como inúmeros jornalistas que fizeram fama no impresso, no rádio ou tevê, mantêm hoje seus blogs. MARCO TEÓRICO METODOLÓGICO O século XX marcou, no Ocidente, a constituição do campo da comunicação, envolvendo o incremento da chamada era audiovisual, assim como o debate teórico com respeito ao estabelecimento dessa 6
jovem ciência como um campo de saber autônomo, com um recorte epistemológico inter e multidisciplinar. A contemporaneidade, marcada pelos chamados processos digitais da informação, alicerçados no modelo de desenvolvimento tecnológico, impõe aos cursos de formação profissional, a necessidade permanente de revisão e atualização da reflexão teórica com respeito ao fazer jornalístico, bem como no que se refere aos impactos da esfera midiática no cotidiano dos indivíduos e grupos sociais. Definimos com precisão o objeto do jornalismo: a notícia, seus desdobramentos e implicações na sociedade, seus processos, estruturação e relações de poder, regulação dos meios, interação entre linguagens e técnicas, seus discursos e processos históricos, configurando-se em um cenário em permanente mutação. Cenário que exige reflexões teóricas sobre a diversidade discursiva do jornalismo para que possamos apreender na malha conceitual, algo dessa realidade. O jornalista, além da competência nos campos teóricos e técnicos da sua formação, deve ser instrumentalizado para o cumprimento do seu papel de cidadão, capacitando-se não para uma mera reprodução do saber adquirido, mas antes, tornando-se apto a observar, associar, refletir e atuar de forma competente como um mediador, produtor de sentidos, na tradução dos fatos da realidade onde se encontra inserido. Assim, devem-se adotar posturas pedagógicas que enfatizem a formação deste agente social, a capacidade empreendedora de conceber, executar e avaliar projetos inovadores que visem novos campos de atuação profissional e domínio científico para exercer com competência teórica, técnica, estética, ética o jornalismo, aprimorando a prática profissional expressa pelo compromisso à liberdade de expressão, direito à informação, interesse público e dignidade no exercício profissional, concebendo a graduação em jornalismo continuada e permanente ao aprofundar o compromisso da profissão e seus valores à elevação da autoestima com ênfase a formação do jornalista como intelectual produtor de conhecimento e articulador de informação sobre a atualidade nos mais diversos aspectos da vida social e seus desdobramentos nas esferas econômica, política e cultural. O Projeto Pedagógico de Curso ao agregar metodologias, conteúdos práticos e teóricos, flexibiliza saberes que visam capacitar o futuro jornalista a uma intervenção social que apreenda no seu fazer cotidiano, a realidade local e suas especificidades. OBJETIVOS . Geral - Oferecer ao estudante de graduação em Jornalismo uma formação generalista, embasada formação humanística, crítica, ética técnica e reflexiva, capacitando-o a atuar como produtor intelectual e agente de cidadania, com discernimento para entender a complexidade e pluralidade da sociedade e da cultura 7
contemporâneas, através dos fundamentos teóricos e técnicos. Habilitando-o para exercer com perspicácia sua profissão e a função social que dela se origina de forma específica, a construir identidade profissional única e diferenciada em relação ao campo da comunicação social. Específicos - Formar profissionais visando as exigências da sociedade digital; - Garantir, na formação do estudante, o compromisso humanístico, ético e social com sua prática profissional; - Estreitar a relação entre a graduação e a pós-graduação em Jornalismo; - Integrar o ensino, a pesquisa e extensão como instâncias de um mesmo processo de construção do conhecimento do curso; - Apoiar iniciativas multidisciplinares que fortaleçam uma compreensão transversal do campo jornalístico nas suas perspectivas contemporâneas; - Fortalecer os vínculos entre a formação acadêmica e o mercado profissional do Jornalismo; - Incluir as rotinas de trabalho em assessorias e instituições de todos os tipos; - Garantir estágio supervisionado em ambiência profissional. PERFIL DO PROFISSIONAL/EGRESSO O egresso do Curso de Graduação Jornalismo deverá ser um profissional capaz de produzir, analisar e disseminar diversos processos midiáticos, numa perspectiva multidisciplinar, considerando a complexidade do contexto em que tais processos estão inseridos. Perfil que se caracteriza:
a) pela capacidade de criação, produção, distribuição, recepção, e análise crítica referente às mídias, às práticas profissionais e sociais relacionadas ao Jornalismo, e a suas inserções políticas e econômicas;
b) pela habilidade em refletir a variedade e mutabilidade de demandas sociais da sociedade, relacionandose com a complexidade e velocidade do mundo contemporâneo;
c) pela visão integradora e horizontalizada, genérica e ao mesmo tempo especializada de seu campo de trabalho, possibilitando o entendimento da dinâmica das diversas modalidades jornalísticas e de suas relações com os processos sociais que as originam e que destas decorrem;
d) por poder utilizar criticamente o instrumental teórico-técnico oferecido pelo curso, sendo, portanto competente para posicionar-se ético, político a respeito dos malefícios que a profissão pode causar sobre a realidade da sociedade que atua. O perfil específico do profissional egresso do curso em Jornalismo é caracterizado:
a) pela produção de informações relacionadas a fatos, circunstâncias e contextos do momento presente;
b) pelo exercício da objetividade na apuração, interpretação, registro e divulgação dos fatos sociais; 8
c) pelo exercício da tradução e disseminação de informações de modo a qualificar o senso comum;
d) pelo exercício de relações com outras áreas sociais, culturais e econômicas com as quais o jornalismo faz interface no processo de recepção das mensagens e seu impacto sobre os diversos setores da sociedade COMPETÊNCIAS/HABILIDADES Para exercer a profissão de jornalista, o egresso deve demonstrar as seguintes habilidades de acordo com as Diretrizes Nacionais: Competências gerais
a) Compreender e valorizar, como conquistas históricas da cidadania e indicadores de um estágio avançado de civilização, em processo constante de riscos e aperfeiçoamento: o regime democrático, o pluralismo de ideias e de opiniões, a cultura da paz, os direitos humanos, as liberdades públicas, a justiça social e o desenvolvimento sustentável;
b) Conhecer, em sua unicidade e complexidade intrínsecas, a história, a cultura e a realidade social, econômica e política brasileira, considerando especialmente a diversidade regional, os contextos latino-americano e ibero-americano, o eixo sul-sul e o processo de internacionalização da produção jornalística;
c) Identificar e reconhecer a relevância e o interesse público entre os temas da atualidade;
d) Distinguir entre o verdadeiro e o falso a partir de um sistema de referências éticas e profissionais;
e) Pesquisar, selecionar e analisar informações em qualquer campo de conhecimento específico;
f) dominar a expressão oral e a escrita em língua portuguesa;
g) Ter domínio instrumental de, pelo menos, dois outros idiomas – preferencialmente inglês e espanhol, integrantes que são do contexto geopolítico em que o Brasil está inserido;
h) Interagir com pessoas e grupos sociais de formações e culturas diversas e diferentes níveis de escolaridade;
i) Ser capaz de trabalhar em equipes profissionais multifacetadas;
j) Saber utilizar as tecnologias de informação e comunicação;
k) Pautar-se pela inovação permanente de métodos, técnicas e procedimentos;
l) Cultivar a curiosidade sobre os mais diversos assuntos e a humildade em relação ao conhecimento;
m) Compreender que o aprendizado é permanente;
n) Saber conviver com o poder, a fama e a celebridade, mantendo a independência e o distanciamento necessários em relação a eles;
o) Perceber constrangimentos à atuação profissional e desenvolver senso crítico em relação a isso;
p) Procurar ou criar alternativas para o aperfeiçoamento das práticas profissionais;
q) Atuar sempre com discernimento ético. 9
Competências cognitivas
a) Conhecer a história, os fundamentos e os cânones profissionais do jornalismo;
b) Conhecer a construção histórica e os fundamentos da cidadania;
c) Compreender e valorizar o papel do jornalismo na democracia e no exercício da cidadania;
d) Compreender as especificidades éticas, técnicas e estéticas do jornalismo, em sua complexidade de linguagem e como forma diferenciada de produção e socialização de informação e conhecimento sobre a realidade;
e) Discernir os objetivos e as lógicas de funcionamento das instituições privadas, estatais, públicas, partidárias, religiosas ou de outra natureza em que o jornalismo é exercido, assim como as influências do contexto sobre esse exercício. Competências pragmáticas
a) Contextualizar, interpretar e explicar informações relevantes da atualidade, agregando-lhes elementos de elucidação necessários à compreensão da realidade;
b) Perseguir elevado grau de precisão no registro e na interpretação dos fatos noticiáveis;
c) Propor, planejar, executar e avaliar projetos na área de jornalismo;
d) Organizar pautas e planejar coberturas jornalísticas;
e) Formular questões e conduzir entrevistas;
f) Adotar critérios de rigor e independência na seleção das fontes e no relacionamento profissional com elas, tendo em vista o princípio da pluralidade, o favorecimento do debate, o aprofundamento da investigação e a garantia social da veracidade;
g) Dominar metodologias jornalísticas de apuração, depuração, aferição, além das de produzir, editar e difundir;
h) Conhecer conceitos e dominar técnicas dos gêneros jornalísticos;
i) Produzir enunciados jornalísticos com clareza, rigor e correção e ser capaz de editá-los em espaços e períodos de tempo limitados;
j) Traduzir em linguagem jornalística, preservando-os, conteúdos originalmente formulados em linguagens técnico-científicas, mas cuja relevância social justifique e/ou exija disseminação não especializada;
k) Elaborar, coordenar e executar projetos editoriais de cunho jornalístico para diferentes tipos de instituições e públicos;
10
l) Elaborar, coordenar e executar projetos de assessoria jornalística a instituições legalmente constituídas de qualquer natureza, assim como projetos de jornalismo em comunicação comunitária, estratégica ou corporativa;
m) Compreender, dominar e gerir processos de produção jornalística, bem como ser capaz de aperfeiçoá-los pela inovação e pelo exercício do raciocínio crítico;
n) Dominar linguagens midiáticas e formatos discursivos, utilizados nos processos de produção jornalística nos diferentes meios e modalidades tecnológicas de comunicação;
o) Dominar o instrumental tecnológico – hardware e software – utilizado na produção jornalística;
p) avaliar criticamente produtos e práticas jornalísticas. Competências comportamentais
a) Perceber a importância e os mecanismos da regulamentação político-jurídica da profissão e da área de comunicação social;
b) Identificar, estudar e analisar questões éticas e deontológicas no jornalismo;
c) Conhecer e respeitar os princípios éticos e as normas deontológicas da profissão;
d) Avaliar, à luz de valores éticos, as razões e os efeitos das ações jornalísticas;
e) Atentar para os processos que envolvam a recepção de mensagens jornalísticas e o seu impacto sobre os diversos setores da sociedade;
f) Iimpor aos critérios, às decisões e às escolhas da atividade profissional as razões do interesse público;
g) Exercer, sobre os poderes constituídos, fiscalização comprometida com a verdade dos fatos, o direito dos cidadãos à informação e o livre trânsito das ideias e das mais diversas opiniões. CAMPO DE ATUAÇÃO O Bacharel Graduado em Jornalismo atua:
a) Na gestão e administração de empreendimentos jornalísticos tradicionais;
b) Na área de multimídia e em novas tecnologias da comunicação, planejamento e produção de materiais gráficos, eletrônicos e on-line dirigidos à mídia;
c) Nas interfaces de seu campo com áreas afins, consolidando novos espaços no mercado de trabalho;
d) Em consultorias, na docência e na pesquisa, atendendo à demanda de crescimento de ensino superior na região;
e) Em assessorias a sindicatos, partidos políticos, Organizações Não-Governamentais, etc;
f) Em mercados alternativos como Rádios e TV comunitárias.
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ESTÁGIO SUPERVISIONADO O estágio supervisionado com vistas ao perfil desejado conforme a Resolução nº 1, de 27 de dezembro de 2013 que trata das Diretrizes Nacionais para Curso de Graduação em Jornalismo em seu Art. 12, e conforme Resolução do CONSEPE/UFPB nº16/2015, Título VII, Capítulo I, do Art. 61 ao Art. 82 é um componente básico profissional obrigatório, indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais inerentes ao perfil do egresso, devendo orientar-se por meio do regulamento de estágio, com suas diferentes modalidades de operacionalização, dentro ou fora da UFPB, em empresa de caráter público ou privado, assessorias de imprensa em sindicatos, partidos políticos, Organizações Não-Governamentais, pequenas empresas e em rádios e TVs comunitárias, e não haverá equivalência com atividade de estágio supervisionado não obrigatório. Regulamentado pelo Colegiado de Curso. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação de aprendizagem no Curso de Jornalismo baseia-se nas competências e habilidades exigidas pelas Diretrizes Nacionais Curriculares, Resolução do CONSEPE/UFPB nº 16/2015, que considera aprovado no componente curricular o aluno que tenha frequentado no mínimo 75% as atividades programadas para o semestre letivo e obtiver nota igual ou superior a 5 (cinco). NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O Núcleo Docente Estruturante – NDE - será constituído por no mínimo 5 (cinco) professores do corpo docente do curso e terá como atribuições, conforme Resolução CONAES nº 1 de 17 de junho de 2010:
a) contribuir para a consolidação do perfil do profissional do egresso do curso, assim como, ouvir e avaliar suas demandas na proposição por mudanças, de modo a permitir a melhor adequação para o funcionamento didático e cientifico do curso;
b) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo;
c) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisas e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
d) propor mecanismos de avaliação do curso;
e) averiguar o cumprimento do planejamento acadêmico; 12
f) propor mudanças na estrutura curricular do curso;
g) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Jornalismo. LABORATÓRIOS
O Curso de Graduação em Jornalismo deverá ter os seguintes laboratórios:
a) Laboratório de Impresso Laboratório de Impresso - a disciplina Oficina de Impresso em cumprimento as exigências das Diretrizes Curriculares, deverá editar um jornal-Laboratório alternando com uma revista impressa. O jornal deve ter mínimo oito páginas cada um, formato tablóide ou standard, correspondente ao produto usual na indústria jornalística regional. A revista impressa deverá ter o número de pagina a ser definido de acordo com o projeto editorial a ser definido pelo professor(a) da disciplina. Tanto o jornal quanto a revista deverá ter sua versão editada para suportes multiplataformas.
b) Laboratório de Radiojornalismo (Estúdio de Radio de uso compartilhado com o Curso de Radialismo); A disciplina Oficina de Radiojornalismo produzirá programas nos diversos formatos radiofônicos aplicados ao radiojornalismo, tanto para o rádio convencional quanto para emissão da webrádio.
c) Laboratório de Telejornalismo (Estúdio de TV de uso compartilhado com o Curso de Radialismo); O Laboratório de Telejornalismo contemplara a disciplina Oficina de Telejornalismo com equipamentos para realização de programas como documentários, programas, debates e outras produções jornalísticas televisivas.
d) Laboratório de Projetos Fotográficos O Laboratório de Fotografia é necessário para a realização de trabalhos práticos nas disciplinas Fotojornalismo, bem como, para uso dos alunos que pretendam realizar seus trabalhos de conclusão de curso na área objeto do laboratório. O Laboratório de Edição em Fotografia é o principal espaço do Laboratório de Projetos Fotográficos, deverá ter capacidade para atender oito alunos editando simultaneamente fotografias, com orientação do 13
técnico e (ou) do professor. O espaço do laboratório contará ainda com trabalhos fotográficos de estúdio, desenvolvimento de workshops, entre outras atividades de ensino e/ou extensão.
f) Laboratório de Jornalismo Multiplataforma Os Laboratórios, necessariamente, resultarão em produtos específicos dos meios que trata as disciplinas de caráter laboratorial em simulação do trabalho na elaboração prático-teórica do conhecimento adquirido nos períodos anteriores, prática essencial na formação do aluno para exerce a profissão e por ser fundamental no processo de avaliação formativa. Deverá atender as necessidades do jornalismo para as diversas plataformas tecnológicas como um laboratório de experimentação síntese para plataforma móveis e web.
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A estrutura/composição curricular do Curso em Jornalismo demanda a integralização de 3.180 horas/aula, equivalentes a 212 créditos, distribuídas da seguinte maneira:
Conteúdos Curriculares 1 Eixo de Fundamentação Humanística 2 Eixo de Fundamentação Específica 3 Eixo de Fundamentação Contextual 4 Eixo de Formação Profissional 5 Eixo de Aplicação Processual 6 Eixo de Prática Laboratorial Conteúdos Complementares Optativos Conteúdos Complementares Optativos Flexiveis Estágio Supervisionado TOTAL COMPOSIÇÃO CURRICULAR
Créditos
Carga Horária
24 20 16 35 21 40 16 20 20 212
360 300 240 525 315 600 240 300 300 3180
Eixo de Fundamentação Humanística
Disciplinas
Créditos
C Horária
Metodologia do trabalho científico
04
60
Estudos culturais em comunicação
04
60
Estética e linguagens midiáticas
04
60
Relações Étnico-raciais
04
60
04
60
04
60
24
360
Créditos
C Horária
Teorias do Jornalismo
04
60
Ética e deontologia em jornalismo
04
60
Pesquisa aplicada ao jornalismo
04
60
História do Jornalismo
04
60
Trabalho de Conclusão de Curso I
04
60
TOTAL
20
300
Créditos
C Horária
04
60
Jornalismo e sociedade Jornalismo, cidadania e direitos humanos TOTAL
Pré-requisitos
Eixo de Fundamentação Específica Disciplinas
Pré-requisitos
Pesquisa aplicada ao jornalismo
Eixo de Fundamentação Contextual Disciplinas Jornalismo Especializado
Pré-requisitos
15
Leitura, Redação e Expressão Oral em jornalismo Mercado de Trabalho e empreendimento profissional Teorias da Comunicação
04
60
04
60
04
60
Total
16
240
Créditos
C Horária
Gêneros jornalísticos
05
75
Planejamento e Produção em Radiojornalismo Jornalismo Multiplataforma I
04
60
04
60
Jornalismo Multiplataforma II
04
60
Jornalismo Multiplataforma I
Trabalho de conclusão de curso II
18
270
Trabalho de conclusão de curso
I TOTAL
35
525
Disciplinas Jornalismo fotográfico Técnicas de reportagem e investigação jornalística Editoração e programação visual Técnica de reportagem em base de dados Assessoria de imprensa TOTAL Eixo de Prática Laboratorial
Créditos 04 05
C Horária 60 75
04
60
04
60
04 21
60 315
Disciplinas
Créditos
C Horária
10
150
Oficina de jornalismo impresso Oficina de radiojornalismo Oficina de telejornalismo
10
150
Técnicas de reportagem e investigação jornalística e Editoração e programação visual Oficina de jornalismo impresso
10
150
Oficina de radiojornalismo
Oficina de webjornalismo
10
150
Oficina de telejornalismo
TOTAL
40
600
Eixo de Formação Profissional Disciplinas
Pré-requisitos
Eixo de Aplicação Processual Pré-requisitos Gêneros jornalísticos
Pré-requisitos
Conteúdos Complementares Optativos (o aluno deverá cursar um mínimo de 16 créditos/ 240 carga horária) Disciplinas Créditos C Horária Pré-requisitos Mídia, gênero e sexualidade 04 60 Estudos temáticos em jornalismo 04 60 16
Estudos em Novas Mídias Estudos em História dos Meios Prática de Administração em Jornalismo Estudos em Folkcomunicação Estudos em Cultura Midiática Estudos em Estética da Comunicação Produção de Notícias Jornalismo para o Terceiro Setor Jornalismo Investigativo Educomunicação Grande reportagem em Videodocumentário Jornalismo Empresarial Sociologia da Mídia Libras
04 04 04
60 60 60
_ _ _
04 04 04
60 60 60
_ _ _
04 04 04 04 04
60 60 60 60 60
_ _ _ _ _
04 04 04
60 60 60
_ _ _
Produção de Reportagens 04 60 _ Produção de Grande Reportagem 04 60 _ Análise dos Discursos Midiáticos 04 60 _ Estudos em Ética Jornalística 04 60 _ Economia da Cultura 04 60 _ Cidadania e Direitos Humanos em 04 60 _ meios de Comunicação de massa Sociologia do Trabalho 04 60 _ Acessibilidade às mídias 04 60 _ audiovisuais Crítica Cinematográfica 04 60 _ Comunicação e Literatura 04 60 _ Antropologia da Comunicação 04 60 _ Visual Estudos do cotidiano e da Mídia 04 60 _ Jornalismo esportivo 04 60 TOTAL 16 240 Conteúdos Complementares Optativos Flexíveis ( Maximo de 20 créditos/300 de carga horária ) Disciplinas
Créditos
C Horária
Tópicos Especiais em Jornalismo I
10
150
Tópicos Especiais em Jornalismo II
10
150
TOTAL
20
300
Pré-requisitos
Estágio Supervisionado Disciplinas
Créditos
C Horária
Estágio Supervisionado I
10
150
Estágio Supervisionado II
10
150
Total
20
300
Total Geral
212
3180
Pré-requisitos Estágio Supervisionado I
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[página 18 — sem camada de texto; texto obtido por OCR] UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE JORNALISMO
COORDENAÇÃO DO CURSO DE JORNALISMO
ANEXO Il À RESOLUÇÃO Nº 41/2016 DO CONSEPE
Organização e Composição Curricular
1º PERÍODO 2º PERÍODO 3º PERÍODO [21 CRÉDITOS) [21 CRÉDITOS] [20 CRÉDITOS] TÉCNICAS DE REPORTAGEM EDITORAÇÃO E GÊNEROS E INVESTIGAÇÃO PROGRAMAÇÃO JORNALISTICAS VISUAL EIXO 4 EIXO $ EIXO $ 05 05 04 mo | | | | RR EM JORNALISMO BASE DE DADOS EIXO $ EIXO 2 EIXO $ 04 04 TEORIAS DA TEORIAS DO JORNALISMO COMUNICAÇÃO JORNALISMO ESPECIALIZADO EIXO 3 EIXO 2 EIXO 3 04 LEITURA, REDAÇÃO ap HISTÓRIA DO E EXPRESSÃO ORAL DO TRABALHO JORNALISMO EM JORNALISMO CIENTÍFICO EIXO 3 HP (OB EIXO 2
pe LINGUAGENS DITAITo
AD ÇO
OPTATIVA
04
JORNALISMO, CIDADANIA E
DA EIXO 1
04
4º PERÍODO
OFICINA DE LN) tada
EIXO 6
quo s ENTOEITA TO
HCO Mi
LATAS E SOCIEDADE
EIXO I
04
ESTUDOS ART]
COMUNICAÇÃO EIXO I
5º PERÍODO [32 CRÉDITOS]
OFICINA DE RADIOJORNALSIMO
EIXO 6
6º PERÍODO 32 CRÉDITOS
fo did) PTI
EIXO 6
7º PERÍODO 22 CREDITOS
OFICINA DE
ST)
1 o.(O No)
JORNALISMO JORNALISMO ASSESSORIA DE MULTIPLATAFORMA ,|MULT! IMPRENSA eo 4 FO 4 EIXO $ OPTATIVA “morssiom | | OPTATIVA EIXO 3 04 04 04
ES L(Ao SUAS]
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O aluno deverá obter ao longo do curso 300 horas de Conteúdos Complementares Flexíveis (denominados Tópicos Especiais em Jornalismo | e 11), equivalentes a 20 créditos.
FLUXOGRAMAJO RNALISMO
8º PERÍODO [22 CRÉDITOS]
OPTATIVA
04
18 [fim da página 18]
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS EM JORNALISMO 1 Gêneros Jornalísticos 2 Jornalismo Fotográfico 3 Teorias da Comunicação 4 Leitura, redação e expressão oral em jornalismo 5 Estética e linguagens midiática 6 Técnicas de reportagem e investigação jornalística 7 Ética e Deontologia em Jornalismo 8 Teorias do Jornalismo 9 Metodologia do Trabalho Científico 10 Editoração e Programação Visual 11 Técnica de reportagem em Base de dados 12 Jornalismo Especializado 13 História do Jornalismo 14 Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos 15 Oficina de Jornalismo Impresso 16 Relações étnico-raciais 17 Jornalismo e Sociedade 18 Estudos Culturais 19 Oficina de Radiojornalismo 20 Planejamento e produção em Radiojornalismo 21 Jornalismo Multiplataforma I 22 Estágio I 23 Oficina de Telejornalismo 24 Pesquisa Aplicada ao Jornalismo 25 Jornalismo Multiplataforma II 26 Mercado de trabalho e empreendimento profissional 27 Estágio II 28 Oficina de Webjornalismo 29 Trabalho de Conclusão de Curso I 30 Assessoria de Impressa 31 Trabalho de Conclusão de Curso II
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ANEXO III À RESOLUÇÃO Nº 41/2016 DO CONSEPE Ementas e Referências 1 GÊNEROS JORNALÍSTICOS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 05 créd. 75 ch A atividade jornalística: conceituação. Os fundamentos do jornalismo: a notícia e sua formulação linguística: o lead; a pauta, a apuração, a reportagem, a linha editorial, a entrevista, a checagem de informações, o planejamento de cobertura dos fatos e eventos jornalísticos. Concepções de gêneros jornalísticos. Processo de composição do texto e sua função no discurso jornalístico. Gêneros jornalísticos: classificação e sua inserção em três grandes categorias (informativo opinativo e interpretativo). A linguagem jornalística: categorias, gêneros e formatos. REFERÊNCIAS BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: Estética da criação verbal. São. Paulo: Martins Fontes, 2003. BELTRÃO, Luiz. Jornalismo Opinativo. Porto Alegre: Sulina, 1980. BELTRÃO, Luiz. Jornalismo Interpretativo. Porto Alegre: Sulina, 1976. CASASÚS, J. M.; NUÑEZ LADEVÉZE, L. Estilo y géneros periodísticos. Barcelona: Ariel, 1991. CHARAUDEAU, Patrick. Visadas discursivas, gêneros situacionais e construção textual. In: MACHADO, I.; MELLO, R. (Orgs.) Gêneros: Reflexões em Análise do Discurso. Belo Horizonte: NAD/FALE/UFMG, 2004. DUARTE, Elisabeth Bastos; CASTRO, Maria Lilia Dias de (Orgs.). Comunicação audiovisual: gêneros e formatos. Porto Alegre: Sulina, 2007. ERBOLATO, Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo: redação, captação e edição no jornal diário. São Paulo: Ática, 2003. 256p. HENN, Ronald César. A pauta e a notícia: uma abordagem semiótica. Canoas-RS: Editora Ulbra, 1996. LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1998. 64 p. ___. Ideologia e técnica da notícia. Florianópolis: Insular, 2001. ___. Linguagem jornalística. São Paulo: Ática, 2002. 78p. ___. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. 3.ed. Rio de Janeiro: Record. 2003. MACHADO, Irene A. Gêneros no contexto digital. In: Interlab. Labirintos do Pensamento Contemporâneo, Lúcia Leão (org.), São Paulo, Iluminuras, 2002. MARQUES DE MELO, José. A Opinião no Jornalismo Brasileiro. 3. ed. Campos do Jordão: Mantiqueira, 2003. MOTTA-ROTH, Désirée. Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola, 2005, pp. 108-129. SODRÉ, Muniz; FERRARI, M. Helena - Técnica de Redação (O Texto nos Meios de Informação): Rio de Janeiro: Liv. Francisco Alves, 1977. ___. Técnica de Reportagem: Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. TODOROV, Tzvetan. Os gêneros do discurso. Lisboa: Edições 70, 1981. 2 JORNALISMO FOTOGRÁFICO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch A fotografia como fenômeno e processo histórico-social e o ato de fotografar. Registro, reprodução e análise fotográfica. Origem estética e evolução da linguagem e da técnica fotográfica. A fotografia aplicada ao jornalismo e a relação imagem/texto na contemporaneidade. A fotorreportagem, metodologia e abordagem temática. A fotograficidade. REFERÊNCIAS AMAR. Pierre-Jean. História da fotografia. Lisboa: Edições 70, 2011. DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins fontes, 2000.
FATORELLI, Antonio, Fotografia contemporânea entre o cinema, o vídeo e as novas mídias. São Paulo: Senac, 2013. FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios pra uma futura filosofia da fotografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002. FREUND, Gisèle. Fotografia e sociedade. Lisboa: Vega, 2ª ed., 1995. GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. Rio de Janeiro: Editora Gama Filho, 1999. JOLY, Martine. Introdução à análise da imagem. Campinas: Papirus, 1996.
20
KOSSOY, Boris. Realidades e ficções na trama fotográfica. Cotia: Ateliê Editorial, 2009. KOSSOY, Boris. Os tempos da fotografia. Cotia: Ateliê Editorial, 2014. KUBRUSLY, Cláudio A. O que é fotografia. São Paulo: Brasiliense, 2003. LIMA, Ivan. A fotografia é sua linguagem. Rio de Janeiro: Espaço e tempo, 1988. LIMA, Ivan. Fotojornalismo brasileiro, realidade e linguagem. Rio de Janeiro: Fotografia Brasileira, 1989. OLIVEIRA, Erivam Morais; VICENTINE, Ari. Fotojornalismo: uma viagem entre o analógico e o digital. São Paulo: Cengage, 2009. SOULAGES, Francois. Estética da fotografia: perda e permanência. São Paulo: Senac, 2010. SONTAG, Susan. Sobre fotografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. SOUSA, Jorge Pedro. Uma história crítica do fotojornalismo ocidental. Florianópolis: Grifos/Letras Contemporâneas, 2000.
3 TEORIAS DA COMUNICAÇÃO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch As teorias clássicas sobre a comunicação e a constituição do objeto da comunicação. A epistemologia e a problemática cientifica do campo teórico da comunicação. As sociedades e as teorias contemporâneas da comunicação e das mídias: análise e crítica. REFERÊNCIAS CAPRINO, Mônica Pegurer (Org.). Comunicação e inovação: reflexões contemporâneas. São Paulo: Paulinas, 2008. DALLA COSTA, Rosa Maria Cardoso. Teoria da comunicação na Americana Latina: da herança cultural à uma identidade própria. Curitiba: UFPR, 2006. DEFLEUR, Melvin L; BALLROKEACH, Sandra. Teorias da comunicação de massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. FAUSTO NETO, Antonio; PRADO, José Luiz Aidar; PORTO, Sérgio Dayrrel (Orgs). Campo da comunicação: caracterização, problematizações e perspectivas. João Pessoa: UFPB, 2001. HOHLFELDT, A; MARTINO, Luiz C; FRANÇA, Vera Veiga (Orgs). Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2007. INGLIS, Fred. A teoria dos media. Lisboa: Vega, 1993. LEÃO, Lucia (Org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: SENAC, 2003. LIMA, Luiz Costa (Org.) Teoria da cultura de massa. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1982. LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Loyola, 2003. MIÈGE, Bernard. O pensamento comunicacional. Petrópolis: Vozes, 2000. WEBER, Maria Helena; BENTZ, Ione; HOHLFELDT, Antonio. Tensões e objetos: da pesquisa em comunicação. Porto alegre: Sulina, 2002. WOLF, Mauro. Teorias das comunicações de massa. São Paulo: Martins Fontes, 2003. WOLTON, Dominique. Pensar a comunicação. Brasília: Universidade de Brasília, 2004 4 LEITURA, REDAÇÃO E EXPRESSÃO ORAL EM JORNALISMO - Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo - 04 cr. 60 h. Estudos dos aspectos linguísticos, textuais, discursivos e pragmáticos fundamentais à leitura e prática de gêneros textuais orais, escritos e/ou multimodais aplicados ao campo do jornalismo. Linguística textual. Análise do discurso aplicada ao campo midiático. Coesão e coerência textuais. Fonologia, morfologia e sintaxe aplicadas ao discurso jornalístico. A linguagem jornalística e sua estrutura: características e potencialidades. Linguagens jornalísticas e linguagem literária: arte, técnica, realidade e ficção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHARADEAU, Patrick. O discurso das mídias. São Paulo: Contexto, 2006. Cortez Editora, 2005. FÁVERO, Leonor Lopes e KOCH, Ingedore G. V. Linguística textual: introdução. São Paulo: Editora Cortez, 2007. FIORIN, José Luiz. Linguagem e ideologia. São Paulo: Ática, 2005. 21
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 8ª ed. S/d. GREGOLIN, M. R. Discurso e mídia: a cultura do espetáculo. São Carlos/SP: Clara Luz, 2003. KOCK, Ingedore G. V. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 2004. ___. A coerência textual. São Paulo: Editora Contexto, 1998. ___. A coesão textual. São Paulo: Editora Contexto, 1990. LANDOWSKI, Eric. A sociedade refletida. São Paulo: EDUC/Pontes, 1992. LUCENA, Y. OLIVEIRA, M. A. e BARBOSA, R. E. (orgs.) Análise do discurso. João Pessoa: Ideia, 2004. MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez Editora, 2005. NASCIMENTO, Edônio Alves. As ligações perigosas: relações entre literatura e jornalismo na década de 70 no Brasil. João Pessoa: Editora da UFPB, 2006. MOYSÉS, Carlos Alberto. Língua portuguesa: atividades de leitura e produção de texto. São Paulo: Saraiva, 2009. ORLANDI, Eni. Análise de discurso. Campinas: Pontes, 2002. PINTO, Milton. Comunicação e discurso. São Paulo: Hacker, 1999. VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
5 ESTÉTICA E LINGUAGENS MIDIÁTICAS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Bases conceituais da estética em sua relação com linguagens midiáticas. Fundamentos da linguagem midiática em produtos do jornalismo, do cinema, da publicidade e da televisão. Linguagem jornalística, construção social da realidade e construção de atualidade. Narrativa clássica, cinema intelectual e os cinemas novos. Linguagem publicitária. Linguagem audiovisual televisiva, telenovela e reality shows. Vínculos entre as linguagens midiáticas e as relações raciais, as relações de gênero, as relações de classe e as relações com o meio ambiente. REFERÊNCIAS ANDREW, J. DUDLEY. As principais teorias do cinema: uma introdução. Rio de janeiro: Zahar, 2002. BARTHES, Roland. Análise estrutural da narrativa. Rio de Janeiro: Vozes, 2006. BAUDRILLARD, Jean. A Significação da Publicidade. In: LIMA, Luís Costa (org.). Teoria da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. BAZIN, Andre. O cinema, ensaios. São Paulo: Brasiliense, 1986. BERGER, John et alii. Modos de Ver. SP: Martins Fontes, 1987. BORGES, Roberto Carlos da Silva e BORGES, Rosane (orgs.). Mídia e racismo. Petrópolis, RJ : DP et Alii ; Brasília, DF : ABPN, 2012. COSTA, SIMÕES e KEHL. Um País no Ar – História da TV brasileira em três canais. SP: Brasiliense/Funarte, 1986. EISENSTEIN, Serguei. Reflexões de um cineasta. Rio de Janeiro: Zahar, 1969. GARDIES, René. Compreender o cinema e as imagens. Lisboa: Texto & Grafia, 2007. LEONE, Eduardo. Reflexões sobre a montagem cinematográfica. Belo Horizonte: Editora: UFMG, 2005. ORTIZ, BORELLI e RAMOS. Telenovela – História e produção. SP: Brasiliense, 1988. TARKOVSKI, Andrei. Esculpir o tempo. São Paulo: Martins Fontes, 1998. VESTERGAARD, Torben e SCHRODER, Kim. A Linguagem da Propaganda. SP: Martins Fontes, 2ª ed., 1994. VIANA, Silvia. Rituais de sofrimento. São Paulo: Boitempo, 2012. WILLIAMS, Raymond. Palavras-chave: um vocabulário de cultura e sociedade. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007.
6 TÉCNICAS DE REPORTAGEM E INVESTIGAÇÂO JORNALÍSTICA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 05 créd. 75 ch O conceito de reportagem. As características da reportagem enquanto gênero jornalístico. Os modelos de reportagem: dissertativo, narrativo, analítico-interpretativo e dialógico. Os elementos estruturais da narrativa: o narrador; o foco narrativo; o personagem; o tempo e o espaço como elementos diegéticos. O dialogismo na reportagem: a polifonia de vozes estabelecida entre o narrador e os personagens-fontes; a diferenciação entre autor e narrador. As fontes como personagens da notícia. A caracterização dos personagens-fontes. A dinâmica da redação jornalística. A equipe de redação e suas atribuições. A edição de matérias: critérios de seleção, classificação e organização das matérias no espaço editorial. Teoria e prática do texto jornalístico: determinantes de textualidade para jornal e revista. As normas de redação jornalística. Os títulos e as legendas. 22
O papel dos títulos. Classificação dos títulos. Normas editoriais para títulos. Legenda e texto-legenda. A editoração eletrônica. Uso dos aplicativos de Editoração Eletrônica. A impressão e a distribuição de produtos jornalísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALTMAN, Fabio. A arte da entrevista. São Paulo: Boitempo, 2004. CAPOTE, Truman. A Sangue Frio. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. CAPUTO, Stela Guedes. Sobre entrevistas: teoria, prática e experiências. Petrópolis: Vozes, 2006. CASTRO, Ruy. O anjo pornográfico. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. COIMBRA, Osvaldo. O Texto da Reportagem Impressa: um curso sobre sua estrutura. São Paulo, Ática, 1993. ERBOLATO, Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo: redação, captação e edição no jornal diário. São Paulo: Ática, 2003. 256p. FORTES, Leandro. Jornalismo investigativo. São Paulo: Contexto, 2005 GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 8ª ed. S/d. LAGE, Nilson. Estrutura da Notícia. São Paulo, Ática, 1987. LAGE, Nilson Linguagem Jornalística. São Paulo, Ática, 1990. LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2001. LIMA, Eduardo Pereira. Páginas ampliadas: o livro-reportagem como extensão do jornalismo e da literatura. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1993. MEDINA, Cremilda. Entrevista: O diálogo possível. São Paulo, Ática, 1990. 4ª ed. – Campinas, SP: Pontes, 1996 MODERNELL, Renato. A notícia como fábula. São Paulo: Mackenzie/Summus, 2012. MORAIS, Fernando. Chatô: o rei do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. NASCIMENTO, Edônio Alves. As ligações perigosas: relações entre literatura e jornalismo na década de 70 no Brasil. João Pessoa: Editora da UFPB, 2006. SILVEIRA, Joel. A milésima segunda noite na Avenida Paulista. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de Redação: o texto nos meios de informação. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1978. TALESE, Gay. O reino e o poder. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. 7 ÉTICA E DEONTOLOGIA EM JORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Ética, moral e deontologia. Direitos fundamentais, liberdade de expressão e o direito à informação jornalística. Responsabilidade de informar e o dever da verdade. A neutralidade como ideologia técnica do jornalismo. Estudo dos aspectos da ética nas coberturas jornalísticas. Ética e meio ambiente. Códigos deontológicos brasileiros: digressão histórica. Códigos deontológicos estrangeiros. Referência BERTRAND, Claude-Jean. A deontologia das mídias. Bauru: Edusc, 1999. BUCCI, Eugênio. A imprensa e o dever de liberdade: a independência editorial e suas fronteiras com a indústria do entretenimento, as fontes, os governos, os corporativos, o poder econômico e as ONGs. São Paulo: Contexto, 2008. CORNU, Daniel. Jornalismo e verdade: para uma ética da informação. Lisboa: Instituto Piaget, 1994. CHRISTOFOLETTI, Rogério. Ética no jornalismo. São Paulo: Contexto, 2008. KARAM, Francisco José. Jornalismo, ética e liberdade. São Paulo: Summus, 1997. KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo na era virtual: ensaios sobre o colapso da razão ética.: São Paulo, Perseu Abramo: Unesp, 2005. NUNES JUNIOR, Vidal Serrano. Jornalismo e direito. São Paulo: Verbatim, 2011. SINGER, Paul. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 8 TEORIAS DO JORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch 23
A autonomia do campo jornalístico e suas relações com a comunicação social. A constituição histórica do campo do jornalismo. Jornalismo e ideário: o ethos profissional. Teorias do jornalismo: correntes e tendências, no presente e no passado. O jornalismo como fenômeno social. O jornalismo como forma de conhecimento. Vínculos entre o jornalismo e as relações raciais, as relações de gênero, as relações de classe e as relações com o meio ambiente. REFERÊNCIAS ALSINA, Miquel Rodrigo. A construção da notícia. Petrópolis: Vozes, 2009. AMARAL, Luiz. Objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra, 1996. BASTOS, Hélder. Jornalismo electrónico. Internet e reconfiguração de práticas nas redacções. Colecção Comunicação, Coimbra, MinervaCoimbra, 2000. BERGER, Christa; MAROCCO, Beatriz (Org.). A era glacial do jornalismo: teorias sociais da imprensa. Porto Alegre: Sulina, 2008. v. 2 BERGER, Christa; MAROCCO, Beatriz (Org.). O jornalismo e os novos meios de comunicação social. Comunicação e Sociedade. São Bernardo do Campo: UMESP, v. 9-10, n. 1, 2006a. p. 15-37. BURKE, Peter e BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia: de Gutenberg à internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. FONSECA, Virgínia. Indústria de notícias: capitalismo e novas tecnologias no jornalismo contemporâneo. Porto Alegre: UFRGS, 2008. GENRO FILHO, Adelmo. O Segredo da Pirâmide – Por uma teoria marxista do jornalismo. Florianópolis: Insular, 2012. KUNCZIK, Michael. Conceitos de Jornalismo: norte e sul. São Paulo: Edusp, 2002. LAGE, N. Ideologia e técnica da notícia. Petrópolis: Vozes, 1979. MACHADO, Elias; PALÁCIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador: Calandra, 2004. MACHADO, Elias; PALÁCIOS, Marcos (Orgs.). O Ensino do Jornalismo em Redes de Alta Velocidade: Metodologias & Softwares. Salvador: EDUFBA, 2007. MARCONDES FILHO, Ciro. Comunicação e Jornalismo: a saga dos cães perdidos. São Paulo: Hacker, 2002. MARCONDES FILHO, Ciro. O capital da notícia. São Paulo: Ática, 1986. MEDINA, Cremilda. Notícia: um produto à venda: jornalismo na sociedade urbana e industrial. São Paulo: Summus, 1988. MEDITSCH, E. O conhecimento do jornalismo. Florianópolis: UFSC, 1992. PENA, Felipe. Teorias do Jornalismo. São Paulo: Contexto, 2005. SCHUDSON, Michael. Descobrindo a Notícia – Uma história social dos jornais nos Estados Unidos. RJ: Vozes, 2010. SOUSA, Jorge Pedro. Notícias e os seus efeitos: as teorias do jornalismo e dos efeitos sociais dos medias jornalísticos. Coimbra: Minerva, 2000. TRAQUINA, Nelson. Teorias do Jornalismo – Volume I: Por que as notícias são como são. Florianópolis: Insular, 2ª ed., 2005. TRAQUINA, Nelson. Jornalismo: questões, teorias e estórias. 2ª ed.. Lisboa: Veja, 1999. Volume 1. WOLF, Mauro. “Da sociologia dos emissores ao newsmaking” in Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 5ª ed., 1999.
9 METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO – Disciplina oferecida pelo DCI – 04 créd. 60ch Natureza do trabalho científico. Estrutura dos diversos tipos de trabalho científicos. Etapas da pesquisa bibliográfica. Principais órgãos de normalização. Aplicação das normas técnicas de documentação. Meios de acesso ao documento. 10 EDITORAÇÃO E PROGRAMAÇÃO VISUAL – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Elementos e processos da comunicação visual. Princípios de diagramação e composição. Sistema de composição. Design gráfico. Diagramação de projetos gráficos impressos. Montagem e finalização de publicações. História da escrita. Tipologia. Tipografia digital: o impacto das tecnologias. Leiturabilidade, legibilidade e pregnância. O papel do papel. Projetos de design gráfico. Desenvolvimento de projetos em editoração eletrônica. REFERÊNCIAS AMBROSE, Gavin; HARRIS, Paul. Fundamentos de la tipografia. Barcelona, Parramón, 2007. BARNICOAT, J. Los carteles: su historia e lenguaje. Barcelona, Editorial Gustavo Gilli, 1972. BENSE, Max. Pequena estética. São Paulo: Perspectiva, 1971. BRINGHURST, Robert. Elementos do estilo tipográfico. São Paulo: Cosac Naify, 2005. CARVALHO, Nelly. Publicidade: a linguagem da sedução. São Paulo: Ática, 1996. DONDIS, D. A. La sintaxis de la imagen: introducción al alfabeto visual. Barcelona, Editorial Gustavo Gilli, 1976. ESCOREL, Ana Luísa. O efeito multiplicador do design. São Paulo: Editora Senac, 2000. FARIAS, Priscila. Tipografia digital. Rio de Janeiro: 2AB, 2001. FERNANDES, José David C. Alltype: informação, cognição e estética no discurso tipográfico. João Pessoa : Editora da UFPB, UFRN, Marca de Fantasia, 2006. 24
GOMES, Luiz Vidal. Desenhando: um panorama dos sistemas gráficos. Santa Maria: Editora da UFSM,1998. HORCADES, Carlos. A evolução da escrita. Rio de Janeiro: Editora Senac, 2007. JOLY, Matine. A imagem e os signos. Edições 70, Lisboa, 2005 JOLY, Martine. Introdução à análise da imagem. Campinas, Papirus, 1996. JURY, David. O que é a tipografia? Barcelona, Editorial Gustavo Gilli, 2007. MOLES, Abraham. O cartaz. São Paulo: Perspectiva, 1978. PEON, Luísa. Sistemas de identidade visual. Teresópolis: 2AB, 2009. PEREZ, Clotilde. Signos da marca: expressividade e sensorialidade. São Paulo: Pioneira Thomsom Learning, 2004. PETERMANN, J. Imagens na publicidade: significações e persuasão. Unirevista. v. 1, n. 3 (julho 2006). Unisinos, São Leopoldo. PIETROFORTE, Antonio. Semiótica visual. São Paulo: Contexto, 2004. SANTAELLA, Lúcia. Estética: de Platão a Peirce. 2. ed. São Paulo: Experimento, 1994. SILVEIRA, Jane Rita. A Imagem: interpretação e comunicação. In: Linguagem em (Dis)curso, volume 5, número especial, 2005. WHEELER, Alina. Design da marca. Porto Alegre: Bookman, 2008.
11 TÉCNICA DE REPORTAGEM EM BASE DE DADOS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch O fenômeno contemporâneo dos dados (“Big Data”) e sua aplicação no Jornalismo. A base de dados como dispositivo informacional. Os fundamentos da reportagem assistida por computador. A pauta, as fontes, a entrevista, a checagem e reportagem em jornalismo de banco de dados. O conceito prospectivo de notícia tendo como característica de operação a sua fundamentação em bases de dados. A utilização de aplicativos de operação com base de dados. A concepção da base de dados como uma nova forma cultural. REFERENCIA ARNT, Héris. Palavras, bytes, linguagens – Os caminhos do jornalismo. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2005. BARBOSA, Suzana (Org.). Jornalismo Digital de Terceira Geração. Covilhã, Portugal: Universidade de Beira Interior: Livros Labcom, 2007. BARBOSA, Suzana. Banco de Dados como metáfora para o jornalismo digital de terceira geração. Anais VI LUSOCOM, 2004. CANAVILHAS, João. Webjornalismo: 7 caraterísticas que marcam a diferença. Covilhã, Portugal: Universidade de Beira Interior: Livros Labcom, 2014. LIMA, Walter T. Jornalismo computacional em função da “Era do Big Data”. Líbero, 2011. MACHADO, Elias. O Jornalismo digital em Base de Dados. Florianópolis, Calandra, 2006. MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para jornalistas. Salvador, Calandra, 2003.
12 JORNALISMO ESPECIALIZADO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Jornalismo especializado: uma epistemologia em construção. Visão teórico-prática do jornalismo nas editorias específicas: política, economia, tecnologia, cultura, esportes, segurança pública, variedades. Contextualização das mudanças sociais, políticas, econômicas e tecnológicas na evolução da especialização jornalística. Público e formas de atuação em diferentes áreas de mercado. Gêneros, linguagens e meios em jornalismo especializado. REFERÊNCIAS 25
ANGRIMANI, D. Espreme que sai sangue: um estudo do sensacionalismo na imprensa. São Paulo: Summus, 1995. CALDAS, Suely. Jornalismo econômico. São Paulo: Contexto, 2003. ERBOLATO, M. Jornalismo Especializado. São Paulo, Atlas. 1981. F ORTES, L. Jornalismo investigativo. São Paulo: Contexto, 2005 MARTINS, Franklin. Jornalismo Político. São Paulo: Contexto, 2005. TAVARES, F.M Brandão. O jornalismo especializado e a especialização periodística. Estudos em Comunicação, n 5, 115-133, maio de 2009 TAVARES, F.M Brandão. O jornalismo especializado e a mediação de um ethos contemporâneo na sociedade. EM QUESTÃO, Porto Alegre, v. 13, n. 1, p. 41-56, jan/jun 2007 PIZA, Daniel. Jornalismo Cultural. São Paulo: Editora Contexto, 2003. 13 HISTÓRIA DO JORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch O surgimento do jornalismo. Digressão histórica e política do jornalismo no Brasil. Mudanças técnicas e tecnológicas e suas implicações no fazer jornalismo. A formação dos sistemas de comunicação e as relações de poder na sociedade. Jornalismo, mercado de trabalho e ambiência profissional. A regulamentação da profissão: trajetória histórica do trabalho do jornalista como profissão. O ser jornalista, a formação acadêmica e as mudanças no mundo do trabalho, as novas práticas e identidades profissionais. A constituição e a democratização dos meios; os Conselhos de Comunicação e a Constituição estadual. Sociedade e memória: jornalistas e reportagens que marcaram o jornalismo. REFERÊNCIAS ABREU, Alzira Alves; LATTMAN-WELTMAN, Fernando; ROCHA, Dora (Orgs.). Eles mudaram a imprensa: depoimentos ao CPDOC. Rio de Janeiro: FGV,2003. ALTMAN, Fábio. A arte da entrevista. São Paulo: Boitempo, 204. ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaios sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2009. CAVALCANTI, Carolina. A cobertura internacional do Jornal nacional: correspondentes, enviados especiais e usos de tecnologia. Florianópolis: Insular, 2014. CORREIA NETO, Alarico; PONTES, Juca. A União, 120 anos: uma viagem no tempo. João Pessoa: A União Editora; Campina Grande: Eduepb, 2013. DINES, Alberto. O papel do jornal e a profissão de jornalista. São Paulo: Summus, 2009. FÍGARO, Roseli (Org.). As mudanças no mundo do trabalho do jornalista. São Paulo: Salta, 2013. FUSER, Igor (Org.). A arte da reportagem. São Paulo; Scritta, 1996. LOPES, Fernanda Lima. Ser jornalista no Brasil: identidade profissional e formação acadêmica. São Paulo: Paulus, 2013. MEDINA, Cremilda. Notícia, um produto à venda: jornalismo na sociedade urbana e industrial. São Paulo: Summus,1988. MARCONDES FILHO, Ciro. Ser jornalista: a língua como barbárie e a notícia como mercadoria. São Paulo: Paulus, 2009. MARTINS, Eduardo. A União, jornal e história da Paraíba: sua evolução gráfica e editorial. João Pessoa: A União Cia. Editora, 1978. MELO, José Marques de. História do jornalismo: itinerário crítico, mosaico contextual. São Paulo: Paulus, 2012. ROMANCINI, Richard; LAGO, Cláudia. História do jornalismo no Brasil. Florianópolis: Insular, 2007. TRAQUINA, Nelson. O estudo do jornalismo no século XX. São Leopoldo: Unissinos, 2005. TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo, porque as notícias são como são. Florianopólis: insular, 2005. TRAVANCAS, Isabel Siqueira. O mundo dos jornalistas. São Paulo: Summus, 1993 SILVA, Carlos Eduardo Lins da. O adiantado da hora: a influência americana sobre o jornalismo brasileiro. São Paulo: Summus,1991. SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. Rio de Janeiro; Graal,1997. 26
14 JORNALISMO, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch A prática do jornalismo na constituição do processo de cidadania e dos direitos humanos. O direito à opinião e à verdade. A relação entre jornalismo, Estado e sociedade na estruturação do poder e na formulação de políticas públicas que visem a conquista, manutenção e ampliação dos direitos civis, direitos sociais e direitos políticos. Discursos jornalísticos e respeitos a diversidade étnica, cultural, geracional, religiosa, econômica, de gênero, orientação sexual entre outros. O exercício profissional voltado para a manutenção e ampliação desses direitos na sociedade da informação. Cidadania, desenvolvimento e meio ambiente. REFERÊNCIAS BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.212p CARVALHO, José Murilo. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.236p. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: o poder da identidade. 2. São Paulo: Paz e Terra, 1999. COELHO, Vera Schattan; NOBRE, Marcos (Orgs.) Participação e deliberação: teoria democrática e experiências institucionais no Brasil contemporâneo. São Paulo: 34, 2004.368p. COVRE, M. de L. M. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1993. DAGNINO, E. Os movimentos sociais e a emergência de uma nova noção de cidadania. In: DAGNINO, E. (Org.). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1994. DIJK, Teun A. Van. Discurso e poder. São Paulo: Contexto, 2008.281p. GARCIA, Wilton. Corpo, mídia e representação: estudos contemporâneos. São Paulo: Thomson, 2005.167p. GOMES, Ângela de Castro. Direito e cidadania: justiça, poder e mídia. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2007. 332p. LOURO, Guacira Lopes(Org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. 176p. LOURO, Guacira Lopes; NECKEL, Jane Filipe; GOELLNER, Silvana Vilodre (Orgs.). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. 191p. PINSKY, Jayme (Org.). Práticas de cidadania. São Paulo: Contexto, 2004283p. TARGINO, Maria das Graças. Jornalismo cidadão: informa ou deforma? Brasília: Ibict: Unesco, 2009. 260p. 15 OFICINA DE JORNALISMO IMPRESSO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 10 créd. 150 h pré-requisitos: gêneros jornalísticos e técnica de reportagem e investigação jornalística A atividade jornalística: conceituação. Os fundamentos do jornalismo impresso em jornal e revista: a notícia, a reportagem, a linha editorial, a pauta, a apuração, a entrevista, a checagem de informações, o planejamento de cobertura dos fatos e eventos e a edição de matérias. A dinâmica da redação jornalística. A equipe de redação e suas atribuições. Critérios de seleção e classificação das notícias. A linguagem jornalística em ação. Teoria e prática do texto jornalístico: determinantes de textualidade para jornal e revista. As normas de redação jornalística. Os títulos e as legendas. O papel dos títulos. Classificação dos títulos. Normas editoriais para títulos. Legenda e texto-legenda. A editoração eletrônica. Uso dos aplicativos de Editoração Eletrônica. A impressão e a distribuição jornalísticas. REFERÊNCIA ALTMAN, Fabio. A arte da entrevista. São Paulo: Boitempo, 2004. CAPOTE, Truman. A Sangue Frio. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. CASTRO, Ruy. O anjo pornográfico. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. CONTI, Mario Sergio. Notícias do planalto. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. DANTAS, Audálio. BARCELLOS, Caco. WAGNER, Carlos. Repórteres. São Paulo: Senac, 1997. ERBOLATO, Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo: redação, captação e edição no jornal diário. São Paulo: Ática, 2003. 256p. FORTES, Leandro. Jornalismo investigativo. São Paulo: Contexto, 2005 KOTSCHO, Ricardo. Do golpe ao planalto. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1998. 64 p. LAGE, Nilson. Ideologia e técnica da notícia. Florianópolis: Insular, 2001. 27
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. São Paulo: Ática, 2002. 78p. LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. 3.ed. Rio de Janeiro: Record. 2003. MORAIS, Fernando. Chatô: o rei do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. MODERNELL, Renato. A notícia como fábula. São Paulo: Mackenzie/Summus, 2012. SILVEIRA, Joel. A milésima segunda noite na Avenida Paulista. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. SODRÉ, Muniz; FERRARI, M. Helena - Técnica de Redação (O Texto nos Meios de Informação): Rio de Janeiro: Liv. Francisco Alves, 1977. SODRÉ, Muniz; FERRARI, M. Helena. Técnica de Reportagem: Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. TALESE, Gay. O reino e o poder. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. TALESE, Gay. Fama & Anonimato. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. THOMPSON, Hunter S. Medo e delírio em Las Vegas: uma jornada selvagem ao coração do sonho americano. Porto Alegre-RS: Editora L&PM, 2011. TALESE, Gay. Rum: diário de um jornalista bêbado. Porto Alegre-RS: Editora L&PM, 2011. VILAS BOAS, Sérgio. Biografias & biógrafos: jornalismo sobre personagens. São Paulo: Summus, 2002. WEINGARTEN, Marc. A turma que não escrevia direito. Tradução de Bruno Casotti. Rio de Janeiro, Record, 2010. WOLF, Tom. Radical chique: o novo jornalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. 16 RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch 17 JORNALISMO E SOCIEDADE – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch As articulações do Jornalismo com a política e estruturação de poder na sociedade. A constituição do Estado, da sociedade, da democracia e a função do jornalismo. O trabalho do jornalista na sociedade, a cobertura política e os processos eleitorais. Discursos e espaço público: a formação histórica da opinião pública. O Jornalismo e os movimentos sociais no Brasil. Os media e a política regulatória, a sociedade civil e o fenômeno dos observatórios sociais. Leitura e análise de reportagem. REFERÊNCIAS BÀSICAS CASTELLS, Manuel. O poder da comunicação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2015. GOMES, Wilson. Transformações da política na era da comunicação de massa. São Paulo: Paulus, 2004. LOPES, Fernanda Lima. Ser jornalista no Brasil: identidade profissional e formação acadêmica. São Paulo: Paulus, 2013. GUIMARAES, Juarez; AMORIM, Ana Paula. A corrupção da opinião pública; uma defesa republicana da liberdade de expressão. São Paulo: Boitempo, 2013. MIGUEL, Luiz Felipe. Democracia e representação. São Paulo Unesp, 2014. MORAES, Dênis de. Vozes abertas da américa latina: estados políticas e democratização da comunicação. Rio de Janeiro: Mauad X, 2011. 18 ESTUDOS CULTURAIS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch O sistema de produção, consumo e recepção das culturas midiáticas. A globalização da cultura. O pensamento colonial e pós-colonial. Os métodos dos estudos culturais e multiculturalismo. A comunicação e a cultura de massas na constituição da hegemonia política e ideológica nos processos identitários. A cultura popular e a indústria da cultura: confrontos e resistências. REFERÊNCIAS BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar,
2008. 199p. 28
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 1998. BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp. 1998. CANCLINI, Nestor Garcia. Diferentes, desiguais e desconectados: mapas da intercultural idade. Rio de Janeiro: UFRJ, 2007. CONNOR, Steven. Teoria e valor cultural. São Paulo: Loyola, 1994. EAGLETON, Terry. Depois da teoria: um olhar sobre os estudos culturais e o pós-modernismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. FEATHERSTONE, Mike. Cultura global: nacionalismo, globalização e modernidade. Petrópolis: Vozes, 1994.437p. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. HOLLANDA. Heloisa Buarque (Org.). Pós-modernismo e política. Rio de Janeiro; Rocco, 1992. JAMESON, Fredric. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996. KELLNER, Douglas. A cultura da mídia. Estudos culturais: identidade e política entre o moderno e o pósmoderno. Bauru: Edusc, 2001. MARTIN-BARBERO, JESÚS. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: UFRJ, 2008. MATTELART, Armand. Introdução aos estudos culturais. São Paulo: Parábola, 2004. ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira: cultura brasileira e indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 1988. SHOHAT, Ella; STAM, Robert, Crítica da imagem eurocêntrica: multiculturalismo e representação. São Paulo: Cosacnaif, 2006. 19 OFICINA DE RADIOJORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 10 créd. 150 h A linguagem radiofônica e radiojornalismo. Os formatos radiofônicos aplicados ao radiojornalismo. Os processos de produção em radiojornalismo – planejamento, equipe, captação e emissão. (A webrádio) Possibilidades do radiojornalismo face às inovações tecnológicas. REFERÊNCIAS CÂMARA JR., J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis: Vozes, 1985. CHANTLER, Paul; HARRIS. Sim, Radiojornalismo. São Paulo: Summus, 1998 CRAWFORD, Doug. ABC da gravação. São Paulo: Summus, 1988. DEL BIANCO, Nélia R.; MOREIRA, Sônia Virgínia. Rádio no Brasil: tendências e perspectivas. Rio: Eduerj; Brasília: UnB, 1999. DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. São Paulo: Summus, 1986. FELICE, Mauro de. Jornalismo de rádio. Brasília: Thesaurus, 1981. FERRARETTO, Luiz A.; KOPPLIN, Elisa. Técnica de redação radiofônica. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzatto, 1992. HAUSMAN, Carl et alli. Rádio: produção, programação e performance. São Paulo: Cengage Learning, 2010. HOHENBERG, John. O jornalista profissional. Rio: Interamericana, 1981. KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo na era vrtual: ensaios sobre o colapso da razão ética. São Paulo: Perseu Abramo; Unesp, 2005. MCLEISH, Robert. Produção de rádio: um guia abrangente de produção radiofônica. São Paulo: Summus, 2001. ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A informação no rádio. São Paulo: Summus, 1985. ORTRIWANO, Gisela Swetlana. Radiojornalismo no Brasil:10 estudos regionais.São Paulo: Com-Arte, 1987. PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de jornalismo. São Paulo: Panda, 2000. PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa. A Apuração da Notícia. Petrópolis: Vozes, 2010. PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa.Guia para a edição jornalística. Petrópolis: Vozes, 2009. PORCHAT, Maria Elisa. Manual de radiojornalismo Jovem Pan. São Paulo: Brasiliense, 1986. PRADO, Emílio. Estrutura da informação radiofônica. São Paulo: Summus, 1989. SAMPAIO, Walter. Jornalismo audiovisual. Petrópolis: Vozes, 1977. 29
VASCONCELOS, Sílvia Inês C. C. de (Org.). Os discursos jornalísticos. Itajaí: Univale; Maringá: Univali; Eduem: 1999. 20 PLANEJAMENTO E PRODUÇÃO EM RADIOJORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch O planejamento em Radiojornalismo: coberturas, reportagens especiais, documentários radiofônicos. Formatos e possibilidades de expressão do jornalismo no rádio e em mídia sonora. A equipe. As ferramentas do produtor. Etapas de produção. REFERÊNCIA
FERRARETTO, Luiz A. e KOPPLIN, Elisa - Técnica de redação radiofônica, Porto Alegre, Sagra-DC Luzzatto, 1992. HAUSMAN, Carl et al – Rádio: produção, programação e performance, S. Paulo, Cengage Learning, 2010. MCLEISH, Robert – Produção de rádio, São Paulo, Summus, 2001. 21 JORNALISMO MULTIPLATAFORMA I – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Dinâmicas do Jornalismo na contemporaneidade. Sociedade em rede. Jornalismo frente às novas realidades tecnológicas e econômicas. Principais conceitos - aproximações e diferenças: Transmídia, Multimidia e Multiplataforma. Convergências Jornalísticas -
midiáticas e hipermdiáticas. Dilemas conceituais sobre
Jornalismo Multiplataforma. Processos de hibridização da notícia e a discussão sobre as reconfigurações de modelos jornalísticos. REFERÊNCIAS BAIENSE, Carla. Jornalismo e distribuição multiplataforma: rupturas e continuidades com a tradição do impresso . Disponível em: <http://www.portalintercom.org.br/anais/sudeste2014/resumos/R43-1434-1.pdf>. BARBOSA, Suzana; SILVA, Fernando Firmino da; NOGUEIRA, Leila. Análise da convergência de conteúdos em produtos jornalísticos com presença multiplataforma. Revista Mídia e Cotidiano, v. 2, n. 2, p. 241-264, 2013. BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. BAUMAN, Zygmunt. 44 cartas do mundo líquido moderno. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. CASTELLS, Manuel. Redes de indignação e esperança. Movimentos sociais na era da internet. Riode Janeiro: Zahar, 2013. 22 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I – Atividade de responsabilidade do Departamento de Jornalismo. 10 créd. 150 ch O Estágio supervisionado I tem por objetivos, embasar a formação do discente com o desenvolvimento de estudos e práticas supervisionados em atividades externas aos espaços de sala de aulas do Curso de Jornalismo. Integra as atividades complementares realizadas sob a supervisão de um docente, assim como de um jornalista na empresa, visando dar oportunidade ao estudante de vivenciar a realidade social e seu contexto, exercitando suas potencialidades nos saberes e práticas do jornalismo. 23 OFICINA DE TELEJORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 10 créd. 150 h Redação e edição de telejornais: o texto, a imagem e o som. Reportagens externas diretas ou gravadas. Script de telejornais. Noções técnicas: filmagens em externas e estúdio; gravação de som; espectro eletromagnético. Sistemas de transmissão: microondas, satélites, tv a cabo, tv digital terrestre. Produção, realização e pós30
produção de programas jornalísticos na televisão. Produção experimental de programas de telejornalismo. Realização de documentário audiovisual jornalístico. REFERÊNCIAS BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo. Manual de telejornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2002. BAUDRILLARD, J. Tela total: mitos e ironias da era virtual e das imagens. Porto Alegre: Sulina, 1997. BISTAME, Luciana; BACELLAR, Luciane. Jornalismo de tv. São Paulo: Contexto. 2005. BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção e direção. 2002 BUCCI, Eugênio. Brasil em tempo de tv. São Paulo: Boitempo. 2000 CARDOSO, João Batista Freitas. A semiótica do cenário televisivo. São Paulo: Annablume, 2008 COMPARATO, Doc. Roteiro: arte e técnica de escrever para cinema e televisão. Rio de Janeiro: Nórdica, 1983. CURADO, Olga. A notícia na TV. São Paulo: Allegro, 2001. DIAZ, Wilfredo Maldonado. Ayrton Senna do Brasil: uma analise semiótica da atualização do mítico no telejornalismo. (dissertação de mestrado) São Paulo, PUC, 1997. HOINEFF, Nelson. TV em expansão. Rio de Janeiro: Record, 1991. MACHADO, Arlindo. Televisão levada a sério. São Paulo: Senac. 2000 MACIEL, Pedro. Jornalismo de televisão: normas práticas. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzatto,1995. NOVAES, Adauto (Org.). Rede imaginária: televisão e democracia. São Paulo: Companhia das Letras. 1991. PARTERNOSTRO, Vera Íris. O texto na TV. São Paulo: Brasiliense, 1987. REZENDE, Guilherme Jorge de. telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São Paulo: Summus, 2000. ROSA, Sandra C. Telejornalismo em Manchete: o mundo em flashes descontínuos. São Paulo: dissertação Mestrado, PUC-SP, 1989. TEMER, A.C.R.P. Notícias & Serviços nos telejornais da Rede Globo. Rio de Janeiro, Sotese, 2002 SOUZA, José Carlos A. de. Gêneros e formatos na televisão brasileira. São Paulo: Summus. 2004. SQUIRRA, Sebastião. Aprender Telejornalismo. São Paulo: Brasiliense, 1993. YORK, Ivor. Jornalismo diante das câmeras. São Paulo: Summus, 1998. 24 PESQUISA APLICADA AO JORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Os métodos etnográfico, sociológico e histórico aplicados ao jornalismo. A pesquisa com imagem e som: antropologia audiovisual. Teorias da linguagem: análise de discurso; análise de conteúdo. REFERÊNCIAS ABRAMO, Cláudio. A regra do jogo: o jornalismo e a ética do marceneiro. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. BARROS, Antonio, DUARTE Jorge (Orgs). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo, Editora Atlas, 2005. BAUER, Martin W. Análise de conteúdo clássica. In: BAUER, Martin W. & GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, 2002. BERGER, Christa. Jornalismo na comunicação. In: WEBER, Maria H. et alli. (Orgs.). Tensões e objetos da pesquisa em comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2002, p. 137-163. KUNCZIK, Michael. Conceitos de jornalismo: norte e sul. São Paulo: Edusp, 1997. HALL, Stuart et ai. A produção social das notícias: o mugging nos media. In: TRAQUINA, Nelson (Org.). Jornalismo: questões, teorias e estórias. Lisboa: Vega, 1993. DURHAM, Eunice. A pesquisa antropológica com populações urbanas: problemas e perspectivas. In: CARDOSO, Ruth (org.). A aventura antropológica. São Paulo: Paz e Terra, 1986. HOHLFELDT, Antonio (Org.). Teorias da comunicação: conceitos, escolas e 31
tendências., Vozes, Petrópolis, Rio de Janeiro, 2002. LAGO, Cláudia. Românticos e burocráticos: pontos para uma etnografía do campo jornalístico LAGO, Cláudia. Metodologia de pesquisa em jornalismo. Petrópolis: Vozes, 2007. MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para Jornalistas. Editora Calandras, Bahia, 2003 MACHADO, Elias; PALÁCIOS, Marcos (Orgs.). Modelos digitais de jornalismo. Calandra: Salvador, 2007. SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e pesquisa. Hacker Editores, São Paulo, 2001. SODRÉ, Muniz: As Estratégias Sensíves. Mídia, Afeto e Política. Petrópolis, Vozes, 2006 25 JORNALISMO MULTIPLATAFORMA II – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch pré-requisito Jornalismo multiplataforma I Práticas do Jornalismo em ambientes Multiplataforma. Conteúdo jornalístico para diferentes mídias e plataformas. Mobilidades no Jornalismo. Uso de drones no processo de produção Jornalísticas. Reconfigurações de modelos jornalísticos: das rotinas de produção da noticia aos mecanismos de circulação e movimentações em rede. Estudos teórico-aplicados sobre jornalismo multiplataforma. REFERÊNCIAS BARBOSA, Suzana et al. A atuação jornalística em plataformas móveis. Brazilian journalism research, v. 9, n. 2-2013, p. 10, 2013. CANAVILHAS, JOÃO. Notícias e Mobilidade: O Jornalismo na Era dos Dispositivos Móveis. Porugal: Labcom, 2013. CANAVILHAS, João; COLUSSI, Juliana. Jornalismo em Ambientes Multiplataforma: Diálogos Convergentes. ÂNCORA-Revista Latino-americana de Jornalismo, v. 3, n. 1, 2016. 26 MERCADO DE TRABALHO E EMPREEDIMENTO PROFISSIONAL – Disciplina ofertada pelo Departamento de Jornalismo. 10 créd. 150 ch Trabalho e empregabilidade do Jornalista na sociedade digital, Gestão de negócio e empreendedorismo. Tendências de mercado de trabalho profissional. Jornalismo e financiamento civil e estatal. Startups de jornalismo, crossmedia e transmidia, blogs, sites especializados, revista eletrônica, canais de TV e rádio online. Conteúdo para celular, redes sociais e aplicativos móveis. Assessoria especializada, free lancer e terceiro setor. Jornalismo colaborativo. REFERÊNCIAS FÍGARO, Roseli (Org.) As mudanças no mundo do trabalho do jornalista. São Paulo: Salta. 2013. GROHMANN, Rafael. Os manuais para se dar bem na profissão de jornalista: prescrições discursivas em um mundo do trabalho em mutação. Comunicação & Inovação. Vol 14, n. 26, p. 65-72, 2013. RAINHO, José Marcos. Jornalismo Freelance: empreendedorismo na comunicação. São Paulo: Summus, 2008 27 ESTÁGIO SUPERVISIONADO II – Atividade oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 10 crédito150 horas Pré-requisito: Estágio Supervisionado I Estágio supervisionado II busca ampliar as ações pedagógicas desenvolvidas do Estágio supervisionada I, visando promover a interação do estudante com o mundo do trabalho e do conhecimento com objetivos de propiciar a iniciação do aluno sob a supervisão de um docente, assim como de um jornalista na empresa, no campo. 32
28 OFICINA DE WEBJORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 10 créd. 150 h Webjornalismo: tendências e perspectivas. Os gêneros jornalísticos no ambiente digital. Hipertextualidade, interatividade, personalização de conteúdo, multimidialidade, memória, instantaneidade, atualização continua. Apuração, redação e edição da informação jornalística para as várias plataforma digitais. A estrutura da notícia no ambiente digital. A confluência das linguagens: texto, som e imagem. Produção de conteúdos digitais para dispositivos móveis. Tipos e conteúdos digitais. REFERÊNCIAS BORGES, Juliano. Webjornalismo: política e jornalismo em tempo real. Rio de Janeiro, 2009. DALMONTE, Edson Fernando. Pensar o discurso no webjornalismo. Salvador: UFBA, 2009. FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2003. MACHADO, ELIAS. O ciberespaço como fonte para os jornalistas. Salvador: Calandra, 2003. MACHADO, ELIAS. Jornalismo digital em base de dados. Salvador: Calandra, 2007 MORETZSOHN, Sylvia. Jornalismo em “tempo real”: o fetiche da velocidade. Rrio de Janeiro: Revan, 2002. MOURA, Leonardo. Como escrever na rede: manual de conteúdo e redação para a internet. Rio de Janeiro: Record, 2002. MOHERDAUI, Luciana. Guia de estilo web: produção e edição de notícias online. São Paulo: SENAC. São Paulo: 2000. MACHADO, Elais; PALÁCIOS, Marcos (Orgs.). Modelos de jornalismo digital. Salvador, Calandra, 2003. PINHO, J. B. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo: Summus, 2003. RODRIGUES, Carla. Jornalismo on-line: modos de fazer. Porto Alegre: Sulinas, 2009. TRAQUINA, Nelson. O Estudo do jornalismo no século XX. Porto Alegre: Unisinos, 2001. 29 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Elaboração de projeto de pesquisa em Jornalismo, ou de atividade prática de comunicação, a ser desenvolvido como trabalho de conclusão de curso enfocando as etapas e processos de: definição do objeto, formulação do problema e hipóteses que serão observadas com a realização da pesquisa/atividade. 30 ASSESSORIA DE IMPRENSA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch História e conceituação das assessorias de imprensa e comunicação. O trabalho em assessoria de imprensa. As técnicas de redação: o release – classificação e características. Os textos jornalísticos em assessoria de imprensa e nos diferentes meios de comunicação. O campo de atuação da assessoria de imprensa e comunicação. Política de comunicação e linha editorial: a pesquisa e o planejamento. O trabalho do assessor com as mídias digitais. REFERÊNCIAS AZEVEDO, Sandra Raquew dos Santos (Org.). Assessoria de Comunicação na Paraíba. JOÃO PESSOA. 2016 . DUARTE, Jorge (Org.). Assessoria de Imprensa e relacionamento com a mídia. São Paulo: Atlas, 2008. FERRARETO, Luiz Artur e KOPPLIN, Elisa. Assessoria de imprensa: Teoria e Prática. Porto Alegre: SagraLuzzatto, 2000. 33
LUCAS, Luciane (Org.). Media training: como agregar valor ao negócio melhorando a relação com a imprensa. São Paulo: Summus Editorial, 2007. 30 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II – Atividade de orientação. 18 créd. 225 ch pré-req. Trabalho de Conclusão de Curso I Execução de atividade final do curso, desenvolvida sob a forma trabalho prático de cunho jornalístico ou reflexão teórica sobre temas relacionados à atividade jornalística.
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DISCIPLINAS COMPLEMENTARES OPTATIVAS DE JORNALISMO, CRÉDITOS E CARGA HORÁRIA
1 Estudos em Novas Mídias 2 Prática de Administração em Jornalismo 3 Estudos em Folkcomunicação 4 Estudos em Cultura Midiática 5 Estudos em Estética da Comunicação 6 Produção de Notícias 7 Jornalismo de Revista 8 Jornalismo para o Terceiro Setor 9 Sociologia da Mídia 10 Libras 11 Produção de Reportagens 12 Produção de Grande Reportagem 13 Análise dos Discursos Midiáticos 14 Estudos em Ética Jornalística 15 Estudos em Economia da Cultura 16 Cidadania e Direitos Humanos em meios de Comunicação de massa 17 Sociologia do Trabalho 18 Acessibilidade às mídias audiovisuais 19 Jornalismo e Literatura 20 Antropologia da Comunicação Visual 21 Estudos do cotidiano e da Mídia 22 Gênero, Mídia e Sexualidade 23 Estudos temáticos em Jornalismo 24 Comunicação e Culturas Contemporâneas 25 Atividades Complementares em Radiojornalismo 26 Jornalismo esportivo
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DISCIPLINAS COMPLEMENTARES OPTATIVAS PARA JORNALISMO 1 ESTUDOS EM NOVAS MÍDIAS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Abordagem das renovações tecnológicas relacionadas as mídias existentes e as mídias que por ventura venham a existir. 2 PRÁTICA DE ADMINISTRAÇÃO EM JORNALSIMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Aprofundamento do estudo em administração de empresa de jornalismo. 3 ESTUDOS EM FOLKCOMINICAÇÃO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Abordagem dos aspectos da cultura popular brasileira. 4 ESTUDOS EM CULTURA MIDIÁTICA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Abordagem dos aspectos significativos dos fenômenos midiáticos na constituição do modo de vida na sociedade contemporânea. 5 ESTUDOS EM ESTÉTICA DA COMUNICAÇÃO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Abordagem e experimentação das linguagens nos fenômenos arte-mídia. 6 PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Produção especial de notícias para as diversas plataformas jornalísticas. 7 JORNALISMO DE REVISTA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Conceituação e contextualização do jornalismo de revista; leitura crítica de produtos do jornalismo de revista; linguagem, ilustrações, fotos e composição no jornalismo de revista. Segmentação e mercado. REFERÊNCIAS A REVISTA NO BRASIL. São Paulo: Abril, 2000. BARROS, Mariana. Câmera e ação. IstoÉ, São Paulo, n.1796, p.82, 10 mar. 2004. BERGER, Christa, MAROCCO, Beatriz. A era glacial do jornalismo: teorias sociais da imprensa. Porto Alegre: Sulina, 2008. v.1 BORELLI, Silvia Helena Simões. Ação, suspense, emoção: literatura e cultura de massa no Brasil. São Paulo: Educ/Estação Liberdade, 1996. BRANCO, Lúcia Castello. O que é escrita feminina. São Paulo: Brasiliense, 1991. 83p. BUITONI, Dulcília Schroeder. Imprensa feminina. São Paulo: Ática, 1990. 96p. ______ Mulher de papel: a representação da mulher pela imprensa feminina. São Paulo: Loyola, 1981. 150p. CAMBARÁ, Isa. Através das revistas a trajetória da mulher no Brasil. Revista de Comunicação, Rio de Janeiro, ano 06, n. 22, p. 24-25, 1990. MAROCCO, Beatriz, BERGER, Christa. A era glacial do jornalismo: teorias sociais da imprensa. Porto Alegre: Sulina, 2006. v.2 MIRA, Maria Celeste. O leitor e a banca de revistas: a segmentação da cultura no século XX. São Paulo: Olho d’Água/Fapesp, 2001. 228p. 36
RÜDIGER, Francisco. Literatura de auto-ajuda e individualismo. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1996. 295p. SCALZO, Marília. Jornalismo de revista. São Paulo: Contexto, 2003. 112p. 8 JORNALISMO PARA O TERCEIRO SETOR – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Jornalismo no terceiro setor e sua relação com a mídia. O jornalismo como atividade estratégica no sistema econômico. Jornalismo e cidadania: relações com os movimentos sociais, ONGs, OCIPs, institutos, fundações, associações, cooperativas. Imprensa e poder público. Jornalismo comunitário. Comunicação e processos de participação e mudança social. Políticas de comunicação e a participação comunitária. Características e perspectivas do Jornalismo Comunitário. Meios de comunicação e produtos jornalísticos e sua apropriação por comunidades e organizações. REFERÊNCIAS COELHO, Simone de Castro Tavares. Terceiro setor: um estudo comparado entre Brasil e Estados Unidos. São Paulo: SENAC, 2000. Terceiro Setor GOHN, Maria da Glória. Midia terceiro setor e MST: impactos sobre o futuro das cidades e do campo. Petrópolis: Vozes, 2000. QUINTEIRO, Eudosia Acuna. Um sensível olhar sobre o terceiro setor. São Paulo: Summus, 2006. 9 SOCIOLOGIA DA MÍDIA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch As características da informação midiática. Os paradigmas midiáticos como formas de conhecimento e poder. Métodos de análise dos discursos das mídias. As relações entre a mídia, o estado, o consumo, o lazer e a produção de bens simbólicos. O universo social midiático. As formas estéticas veiculadas nas mídias. O campo retórico das mídias. Como os meios de comunicação de massa reproduzem a vida cotidiana. REFERÊNCIAS BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. BOCCEGA, Maria Aparecida (Org.). Comunicação e culturas do consumo. São Paulo: Atlas, 2008. BRETON, Philippe; PROULX, Serge. Sociologia da comunicação. São Paulo: Loyola, 2002. CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização, Rio de Janeiro: UFRJ, 2006. MAIGRET, Eric. Sociologia da comunicação e das mídias. São Paulo: SENAC, 2010. MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX. O espírito do tempo: neurose. Rio de Janeiro, forense Universitária, 1997. MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX. O espírito do tempo: necrose. Rio de Janeiro, forense Universitária, 2006. THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Petrópolis: Vozes, 1998. THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis: Vozes, 1995. ROCHER, Guy. Sociologia geral 3. Lisboa: Editorial Presença, 1971. SEVCENKO, Nicolau. A corrida para o século XXI: no loop da montanha-russa. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. SILVERSTONE, Roger. Por que estudar a mídia? São Paulo: Loyola, 202. 10 LIBRAS – Disciplina oferecida pelo DLCV 04 créd 60 ch Aspectos sócio-históricos, lingüísticos e culturais da Surdez. Concepções de linguagem, língua e fala e suas implicações no campo da surdez. Elementos definidores do status linguístico da Língua de sinais. Aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos-pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. A LIBRAS na relação fala/escrita. 37
11 PRODUÇÃO DE REPORTAGENS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Aperfeiçoamento da aprendizagem das técnicas de reportagens na produção de reportagens, visando variedade temática das reportagens e gêneros do jornalismo contemporâneo. 12 PRODUÇÃO DE GRANDE REPORTAGEM – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Aperfeiçoamento da aprendizagem das técnicas de reportagens na produção de uma grande reportagem com conteúdos relevantes para a sociedade. 13 ANÁLISE DOS DISCURSOS MIDIÁTICOS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Discussão aprofundada de temas na área temática em análise dos discursos midiáticos. 14 ESTUDOS EM ÉTICA JORNALÍSTICA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Discussão aprofundada de temas na área temática da ética jornalística na produção de conteúdos para as mídias. 15 ESTUDOS EM ECONOMIA DA CULTURA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Discussão aprofundada de temas na área da Economia da Cultura e Indústrias Criativas. 16 CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS EM MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA - – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Estudo da cidadania e direitos humanos através da produção da cultura de massa em especial nos meios audiovisuais. 17 SOCIOLOGIA DO TRABALHO – Disciplina oferecida pelo DCS. 04 Créd. 60 Ch O conceito de trabalho; processo de trabalho, a organização como forma de dominação. A resistência ao trabalho. Tecnologia e racionalização. As mutações da classe trabalhadora. Mercado de trabalho, Sindicato e trabalhadores. 18 ACESSIBILIDADE ÀS MÍDIAS AUDIOVISUAIS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Focada nos eixos da inclusão e da acessibilidade à comunicação e à informação, com aportes teóricos da Tradução intersemiótica, a disciplina discute, no contexto das mídias audiovisuais e digitais, a constituição de novos grupos consumidores/usuários do acesso à informação, particularmente as pessoas com deficiência. Apresenta os diversos aspectos da acessibilidade à comunicação/produção/distribuição de produtos informacionais, no tocante à contextualização da temática, sua legislação, suas correntes de desenvolvimento, assim como as estratégias para o seu tratamento. Analisa criticamente a produção cultural audiovisual com vistas à acessibilidade e cidadania e propicia a vivência de práticas no campo da audiodescrição, legendagem, acessibilidade na web, entre outras. REFERÊNCIAS IANNI, Octávio. A sociedade global. Nova Civilização, 1992. Johnson, Steven. Cultura da Interface. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. LÉVY, Pierre. O que é o virtual? Porto Alegre: Editora 34, 1996. . 38
RESENDE, Ana Paula Crosara de; VITAL, Flávia Maria de Paiva . A Convenção da Onu comentada. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência /CORDE, 2008. SANTAELLA, Lúcia. Matrizes da linguagem e pensamento sonora, visual verbal. São Paulo: Iluminuras, 2001. SANTAELLA, Lúcia. Uma teoria semiótica. São Paulo: Experimento, 1998. SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e pesquisa: projetos para mestrado e doutorado. São Paulo: Hacker Editores, 2001. SOUSA, Joana Belarmino de. A natureza semiótica do relevo Braille. In: PAIVA, C; Diretivas para a Acessibilidade na Web 1.0 do w3C. Disponível em: http://www.w3.org/TR/WAIWEBCONTENT Planejando a Implementação da Acessibilidade à Web Expandido. Disponível em: http://www.w3.org/WAI/impl/expanded.html 19 JORNALISMO E LITERATURA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Narrativas, mídia e mito. Ficção, comunicação e produção de sentido. Estética da recepção. Literatura no jornalismo. Narrativa e interatividade: narrativas transmidiáticas. Discursos informativo e poético. Processos de adaptação cinema-literatura-tv. REFERÊNCIAS BARTHES, Roland. Mitologias. São Paulo: Difel, 1982. BRAGA, José Luiz A sociedade enfrenta sua mídia – dispositivos sociais de crítica midiática . São Paulo: Paulus, 2006. BRITO, João Batista de. Literatura e cinema: narrativas em conflito. São Paulo: Unimarco, 2005. CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo:Companhia das Letras, 2002. JACOBSON, Roman. Linguística e comunicação. trad. I. Blikstein e J Paulo Paes. São Paulo: Cultrix, s/d. MACHADO, Arlindo. Sujeito na tela – modos de enunciação no cinema e no ciberespaço. São Paulo: Paulus, 2007. SCALZO, Marília. Jornalismo de revista. São Paulo: Contexto, 2003. SOUZA, Mauro W. de Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo: Brasiliense, 1995. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003. ZILBERMAN, Regina. Estética da recepção e da história da literatura. São Paulo: Ática, 1989. 20 ANTROPOLOGIA DA COMUNICAÇÃO VISUAL– Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch A Antropologia visual como campo do saber científico. Atualidade do pensamento antropológico e as culturas visuais/sonoras. Formas de percepção, formas de recepção nos estudos antropológicos de base tecnológica no campo da comunicação. Visualidade e sonoridade da comunicação e suas interfaces com o saber antropológico. REFERÊNCIAS AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas: Papirus Editora, 2004. BARBOSA, Andréa; CUNHA, Edgar; HIKIJI, Rose. (Org.). Imagem-Conhecimento: Antropologia, cinema e outros diálogos. Campinas: Papirus, 2009. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaio sobre literatura e história da cultura – Obras escolhidas volume I. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1994. CANVACCI, Massimo. Antropologia e cinema. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1984. CANVACCI. Antropologia da comunicação visual. Rio de Janeiro: Ed. DP&A, 2001. CANVACCI, Massimo. Comunicação visual. São Paulo: Brasiliense, 2009. CLIFFORD, James. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. 2ª ed. Rio de FRANCE, Claudine. Cinema e antropologia. Campinas – SP: Ed. UNICAMP, 1998. FRANCE, Claudine. org. Do filme etnográfico à antropologia fílmica. Campinas – SP: Ed. UNUCAMP, 2000. FURTADO Beatriz. (Org.). Imagem contemporânea. Cinema, TV, documentário, fotografia, videoarte, games. São Paulo: Editora Hedra Ltda., 2009. 39
GEERTZ , Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989. 21 ESTUDOS DO COTIDIANO E DA MIDIA – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch As teorias na constituição do campo de estudos do cotidiano: sua epistemologia. A representação da vida cotidiana na mídia e suas implicações na vida comum. As tecnologias do imaginário e ativismo midiático. As práticas cotidianas como práticas culturais: hábito e repetição do conhecimento comum. REFERÊNCIAS CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: 1.Artes do fazer. Petrópolis: Vozes, 1994. EMILIANI, Francesca. A realidade das pequenas coisas: a psicologia do cotidiano. São Paulo: Senac, 2009. HELLER, Agnes. O cotidiano e a história. São Paulo: Paz e Terra, 1992. NOVAES, Adauto. Rede imaginária: televisão e democracia. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. LFEBVRE, Henri. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo Ática, 1991. MATTELART, Armand; MATTELART, Michéle. O carnaval das imagens: a ficção na TV. São Paulo: Brasiliense, 1998. 206p. MININNI, Giuseppe. Psicologia cultural da mídia. São Paulo: A Girafa, 2008. SILVA, Juremir Machado. As tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulinas, 2003. TEDESCO, João Carlos. Paradigmas do cotidiano: introdução à constituição de um campo de análise social. Santa Cruz do Sul: Edunisc: Passo Fundo: UPF, 2003. TRIGUEIRO, Osvaldo Meira. Folkcomunicação e ativismo midiático. João Pessoa: UFPB, 2008. 22 MÍDIA, GÊNERO E SEXUALIDADE – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Introdução as teorias de gênero, feminismo e identidades. Interculturalidade entre mídia e a produção de representação e auto-representações de gênero e sexualidades. Mídia como prática simbólica de identidades. Conexões de gênero, desejo, subjetividades e culturas digitais. Tecnologias do corpo. Ciberativismos feministas e Lgbtts. Análise de discursos sobre a produção de sentidos de gênero e sexualidades midiáticos. Mídia queer e subversão das identidades. ESCOSTEGUY, Ana Carolina D. (Org.). Comunicação e gênero [recurso eletrônico] : a aventura da pesquisa– Porto Alegre : EDIPUCRS, 2008. GARCIA, Wilton. Corpo, mídia e representação: estudos contemporâneos. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2005. LOURO, Guacira Lopes. O corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. MORENO, Rachel. A imagem da mulher na mídia: controle social comparado. São Paulo, Publisher Brasil, 2012. PELÚCIO, Larissa (Org.) Olhares plurais para o cotidiano: gênero, sexualidade e mídia . Marília: Oficina Universitária ; São Paulo : Cultura Acadêmica, 2012 PAIT, Heloisa; PELÚCIO, Larissa; SABATINE, Thiago. No emaranhado da rede: gênero, sexualidade e mídia, desafios teóricos e metodológicos do presente. São Paulo, Annablume, 2015 23 ESTUDOS TEMÁTICOS EM JORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Estudo aprofundado de um autor ou tema na especialização temática do campo jornalístico e/ou da cultura midiática visando um ou mais eixos de formação profissional. 24 COMUNICAÇÃO E CULTURAS CONTEMPORÂNEAS – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch
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O paradigma tecnológico, a problematização da técnica e da ideologia nas mudanças estruturais das sociedades e as transfigurações no cotidiano. As novas mídias, seus processos narrativos e interatividade: a hipermídia. A comunicação, as redes e grupos virtuais. Arte e política na era da cultura digital. REFERÊNCIAS BRETON, Philippe. A utopia da comunicação. Lisboa; Instituto Piaget, 1992. CARAMELA, Elaine; NAKAGAWA, Fábio Sadao; KUTSCHAT, Daniela; FOGLIANO, Fernando (Orgs.). Mídias: multiplicação e convergências. São Paulo: Senac, 2009. CREMADES, Javier. Micropoder: a força do cidadão na era digital. São Paulo: SENAC, 2009. DUSEK, Val. Filosofia da tecnologia. São Paulo: Loyola, 2009. FERREIRA, Jairo (Org.). Cenários, teorias e epistemologias da comunicação. Rio de Janeiro: E-papers, 2007. GALIMBERTI, Umberto. Psiche e techne: o homem na idade da técnica. São Paulo: Paulus, 2006. GIANNETTI, Claudia. Estética digital: sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: C/Arte, 2006. HABERMAS, Jürgen. Técnica e ciência como “tecnologia”. Lisboa: 70, 2006. KEEN, Andrew. O culto do amador: como blogs, myspace, youtube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. LAFONTAINE, Celine.O império cibernético. Lisboa: Instituto Piaget, 2007. LEÃO, Lucia (Org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: SENAC, 2003. LEÃO, Lucia (Org.). Derivas: cartografias do ciberespaço: São Paulo: SENAC; Annablume, 2004. RÜDIGER, Francisco. Introdução às teorias da cibercultura: tecnocracia, humanismo e crítica ao pensamento contemporâneo. Porto alegre, 2007. SFEZ, Lucien. Técnica e ideologia: uma questão de poder. Lisboa: Instituto Piaget, 2002. TRIVINHO, Eugênio. A dromocracia cibercultural: lógica da vida humana na civilização midiática avançada. São Paulo: Paulus, 2007. WIENER, Nobert. Cibernética e sociedade: o uso humano dos seres humanos. São Paulo: Cultrix. 1973. 25 ATIVIDADES JORNALÍSTICAS EM RADIOJORNALISMO – Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 04 créd. 60 ch Planejamento e execução de reportagens para jornalismo de rádio e webradialismo JORNALISMO ESPORTIVO Disciplina oferecida pelo Departamento de Jornalismo. 4 créd. 60 h. Optativa. EMENTA: Os desafios do Jornalismo Esportivo no contexto da Comunicação Social e sua história. A compreensão dos aspectos históricos do Esporte como fenômeno sociocultural. O desenvolvimento da capacidade de gerar produtos de mídia adequados capazes de atrair, divulgar e promover as correntes esportivas. A promoção de uma consciência crítica sobre os aspectos culturais do esporte e a relação com os meios de comunicação (impressos, eletrônicos e virtuais). A reflexão sobre o discurso jornalístico e sua interferência nos espetáculos esportivos de modo a viabilizar uma aproximação com as questões próprias do jornalismo, no que se refere a sua produção e veiculação. A aproximação entre o universo esportivo e o jornalístico de forma a demonstrar a especificidade desse campo, distinguindo-o de outras formas do fazer jornalístico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOURDIEU, P. Como ser esportivo. In: Bourdieu, P. Questões de sociologia. Rio de Janeiro, Marco Zero, 1983. CALDAS, Waldenyr. O pontapé inicial: memória do futebol brasileiro/1894-1933. São Paulo: Ibrasa, 1990. Da MATTA, Roberto. Antropologia do óbvio. Revista USP, n. 22, p. 8, jun./ago. 1994. FRANZINE, Fábio. Corações na ponta da chuteira: capítulos iniciais da história do futebol brasileiro (1919-1938). Rio de Janeiro: DP&A, 2003. GIULIANOTTI, Richard. Sociologia do futebol: dimensões históricas e socioculturais do jogo das multidões. Trad. Wanda Nogueira Caldeira Brant e Marcelo de Oliveira Nunes. São Paulo: Nova Alexandria, 2002. HOLLANDA, B.B Bernardo e MELO, Victor de Andrade. Orgs. O esporte na imprensa e a imprensa esportiva no Brasil. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2012. 41
HUIZINGA, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. Tradução de João Paulo Monteiro. São Paulo: Perspectiva/EdUSP, 1971. MELO, Victor Andrade de. Cinema & esporte: diálogos. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2006. ___. [et al.]. História(s) do Sport: uma estratégia de difusão científica. 1. Ed. – Rio de Janeiro: 7 Letras, 2015. LIMA, Luiz César Cunha. Direito Desportivo. Belo Horizonte: Del Rey Editora, 2014 MURAD, Maurício. Dos pés à cabeça: elementos básicos de sociologia do futebol. Rio de Janeiro: Irradiação Cultural, 1996. MURRAY, W. J. Uma história do futebol. Trad. Carlos Szlak. São Paulo: Hedra, 2000. NASCIMENTO, Edônio Alves. A esfera como metáfora: representações do futebol no campo da literatura. Rio de Janeiro: Editora Multifoco, 2015. PEREIRA, Leonardo Affonso de Miranda. Footballmania: uma história social do futebol no Rio de Janeiro – 19021938. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. RIBEIRO, André. Os donos do espetáculo: histórias da impressa esportiva brasileira. São Paulo: Ediora Terceiro nome, 2007. ROSENFELD, Anatol. Negro, macumba e futebol. São Paulo: Perspectiva, 2007. (Coleção Debates; nº 258) ALBUQUERQUE, Clara. A linha da bola: tudo o que as mulheres precisam saber sobre futebol e os homens nunca souberam explicar. Rio de Janeiro, Gryphus, 2007. SANTOS NETO, José Moraes dos. Visão de jogo: primórdios do futebol no Brasil. São Paulo: Cosac & Naify, 2002. WISNIK, José Miguel. Veneno remédio: o futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
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