N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 31/2004
Altera o Anexo II da Resolução nº 42/2002 do CONSEPE e dá nova redação à Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Engenharia Urbana, sob a responsabilidade do Centro de Tecnologia.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (2)
- REVOGA (total)
Res. CONSEPE 05/2007 nesta norma: norma inteira → na outra: art. 4ºefeito desde 30/03/2007 · regime de transição: será permitido ao aluno de mestrado regularmente matriculado no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Engenharia Urbana enquadrar-se aos termos desta Resolução“Art. 4º Revogam-se as Resoluções do CONSEPE nº 42/2002, 03/2004, 31/2004 e 39/2006 e demais disposições em contrário.” fonte: texto · confiança alta
- REVOGA (total)
Res. CONSEPE 55/2007 nesta norma: norma inteira → na outra: art. 5ºefeito desde 09/11/2007 · regime de transição: será permitido ao aluno de mestrado regularmente matriculado no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Engenharia Urbana enquadrar-se aos termos desta Resolução“Art. 5º Revogam-se as Resoluções do CONSEPE nº 42/2002, nº 03/2004, nº 31/2004, nº 39/2006 e nº 05/2007, bem como as demais disposições em contrário.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (3)
- ALTERA
Res. CONSEPE 42/2002 nesta norma: art. 1º → na outra: norma inteiraefeito desde 2004“Art. 1º Alterar o texto do Anexo TM da Resolução nº 42/2002 do CONSEPE, propondo nova redação da Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação Stricio Sensu em Engenharia Urbana, com a oferta do Curso de Mestrado, do Centro de Tecnologia da UFPB.” fonte: texto · confiança alta
2 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CONSEPE 26/1999 em: Anexo“A atividade acadêmica do Estágio Docência será desenvolvida pelo aluno nos termos da Resolução nº 26/99 do CONSEPE, no que se refere ao acompanhamento pelo Orientador, o desenvolvimento da...”
- citaRes. CONSEPE 42/2002 em: preâmbulo“Altera o Anexo H da Resolução nº 42/2002 do CONSEPE e dá nova redação à Estrutura Acadêmica do Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Engenharia Urbana, sob a”
Por dispositivo desta norma
- art. 1º→ ALTERA Res. CONSEPE 42/2002
- norma inteira← REVOGA (total) Res. CONSEPE 05/2007← REVOGA (total) Res. CONSEPE 55/2007
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- irmã · 11 em comumRegimento Geral da UFPB
- irmã · 5 em comumRes. CONSUNI 02/2007
- irmã · 3 em comumRes. CONSEPE 30/2000
- irmã · 3 em comumRes. CONSEPE 39/2006
- irmã · 2 em comumLei 6.938/1981
- irmã · 2 em comumLei 9.433/1997
- paralela · 6 em comumRes. CONSEPE 03/2004
- paralela · 4 em comumRes. CONSEPE 39/2006
- paralela · 3 em comumRes. CONSEPE 28/2014
- paralela · 3 em comumRes. CONSEPE 30/2002
- paralela · 3 em comumRes. CONSEPE 47/2016
- paralela · 3 em comumRes. CONSEPE 60/2010
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 4 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 1 artigo(s) com âncora.
RS , For Ea queen Ar SE a + f: Se E E/FSS,ES AS PE FFESSAS,
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA . CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 31/2004
Altera o Anexo H da Resolução nº 42/2002 do CONSEPE e dá nova redação à Estrutura Acadêmica do Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Engenharia Urbana, sob a
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do Í. Sriro de' Tecnologia.
a Ariss assisto Es isici ensino
Federai da Paraiba, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legisiação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada pelo plenário em reunião do dia 16 de julho de 2004 (Processo nº 23074 013581/04-24) e considerando a recomendação da CAPES para a atualização da Estrutura Acadêmica do Programa,
ES O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão-CONSEPE da Universidade — ai
RESOLVE:
¶Art. 1º Alterar o texto do Anexo TM da Resolução nº 42/2002 do CONSEPE, propondo nova redação da Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação Stricio Sensu em Engenharia Urbana, com a oferta do Curso de Mestrado, do Centro de Tecnologia da UFPB.
Parágrafo único. À nova Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação Siricto Sensu de que trata o caput deste artigo passará a fazer parte, em anexo, da presente Resolução.
+»
em João Pess
Ea
a, 16 de julho de 2004.
Presidente
ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 31/2004 DO CONSEPE
NOVA REDAÇÃO DA ESTRUTURA ACADÊMICA DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ENGENHARIA URBANA, COM A OFERTA DO
CURSO DE MESTRADO, MINISTRADO PELO CENTRO DE TECNOLOGIA
[- DISCIPLINAS E ATIVIDADES DA ESTRUTURA ACADÊMICA
A — DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS:
IDENTIFICAÇÃO DAS ao ERR | TONA pe CRÉDITOS CARGA | DEPARTAMENTO DISCIPLINAS TOTAL Paige tn Ed
Engenharia Urbana e o Projeto da | Cidade | : | : |
6 Geopr ocessamento
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EN EAÇÃO. DAS Í É DEPARTAMENTO
FO MEEE FAr : FE r i E> á E rs 2r é é nercranno Lermr ZE BISCIPLINAS ne EE. IVA | RESTUSNSAVERIACS!
Fotointerpretação e Sensoriamento
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| Usbançe e Edificações
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Obras Urbanas com Materiais Não
| Convencionais
Qualidade e Durabilidade das Obras | Urbanas
| Clima e Planejamento Urban
| Ss ls | DAU ACE SE O E A dade e Espaço ntm-Urbano | d& BRECE H | Estudo do impacto Ambiental 3 45 DSE | 12 | Hidrologia Aplicada EMEA Ga O. | 45 DTCC
B — DISCIPLINAS ELETIVAS
EE do Quadro B: IDENTIFICAÇÃO DAS ARGA | DEPARTAMENTO DISCIPLINAS TEOR | PRÁT | TOTAL] HOR RESPONSÁVEL() nada Múltiplos, Poluição e Proteção dos Recursos Hídricos 45 DTCC ló | Sistemas Urbanos de Abastecimento de Água Ras
Tópicos Especiais(***) e EC E 15-45 Es
C — ATIVIDADES ACADÊMICAS OPTATIVAS:
A atividade acadêmica do Estágio Docência será desenvolvida pelo aluno nos termos da Resolução nº 26/99 do CONSEPE, no que se refere ao acompanhamento pelo Orientador, o desenvolvimento da atividade em sala até o limite de carga horária permitido e a aprovação do relatório final a ser submetido ao Colegiado do Programa. Será uma atividade obrigatória para os alunos-bolsista da demanda social da CAPES.
Os Estudos Especiais obedecem ao disposto no artigo 41 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.
Quadro €:
IDENTIF ICAÇÃO DAS NUMERO DE CREDITOS | CARGA | DEPARTAMENTO ATIVIDADES HOR”) | RESPONSÁVEL) 0 1 1
Estágio Docência Estudos Especiais(***)
Obs.: Legenda referente aos Quadros A, Be €:
& DTCC — Departamento de Tecnologia da Construção Civil do CT DAU -— Departamento de Arquitetura e Urbanismo do CT DGC — Departamento de Geociências do CCEN DSE — Depariamento de Sistemática e Ecologia do CCEN
(**) Il crédito teórico = 15 horas-aula de atividades teóricas de ensino 1 crédito prático = 30 horas-aula de atividades práticas de ensino
1X dis = ormnriito hor mo
í j disciplina com creqiro c carga horária vaniáveis Gninimo-máximo
II - EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS E ATIVIDADES ACADÊMICAS
A — DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS:
1. A Cidade e o Urbanismo
A história da cidade pré-industrial; A cidade após a industrialização; A dinâmica da urbanização contemporânea; Evolução das morfologias urbanas; A problemática ambiental urbana; A questão habitacional; A cidade na estruturação territorial.
2. Metodologia da Pesquisa Desenvolvimento de um trabalho de pesquisa; Métodos e técnicas de pesquisa; Elaboração de artigos científicos. Apresentação de projeto de dissertação.
3. Introdução à Engenharia de Transportes Urbanos
Introdução aos fundamentos dos sistemas de transportes urbanos; introdução à metodologia do planejamento de transportes; métodos de otimização aplicados a transportes; introdução aos fluxos de redes; análise e operação de sistemas de transportes; características tecnológicas de diferentes modalidades.
4. Introdução ao Saneamento e Drenagem Urbana
Fundamentos teóricos da hidráulica; Generalidades sobre rede de distribuição de água; Tratamento da água para consumo humano. Generalidades sobre esgotamento sanitário; Aspectos gerais sobre resíduos sólidos; Generalidades sobre drenagem urbana; Inserção do saneamento urbano no planejamento da cidade; Tópicos sobre revitalização de rios urbanos.
5. Engenharia Urbana e o Projeto da Cidade
Inter-relações do urbanismo com projetos urbanos. O sistema viário, de saneamento e de abastecimento d'água e o projeto da cidade. A integração dos diversos projetos. Estudos de casos.
6. Geoprocessamento
Introdução ao Geoprocessamento (conceitos básicos); Representação espacial de dados geográficos; Noções cartográficas necessárias para o trabalho com geoprocessamento; Tipos de dados geográficos; Georreferenciamento da base de dados; Técnicas de entrada e conversão de dados em SIG's; Representação computacional de dados geográficos; Modelos de estrutura de dados em SIG's; Técnicas de análise espacial em SIG's; Consulta a bancos de dados espaciais; Produção cartográfica; Integração Sensoriamento Remoto - SIG; Aplicações a Áreas Urbanas.
B - DISCIPLINAS ELETIVAS:
1. Fotointerpretação e Sensoriamento Remoto
Importância, origem e evolução do sensoriamento remoto. Bases físicas do sensoriamento remoto. Comportamento espectral de alvos. Sistemas sensores e produtos. Níveis de aquisição de dados. Métodos de extração de informações. Aplicações do sensoriamento remoto. Princípios básicos da fotogrametria. Fotografia aérea. Visão binocular. Princípios de fotointerpretação. Fotointerpretação aplicada ao meio ambiente (Geomorfologia, vegetação, solo, uso atual).
2. Técnicas de Otimização Aplicadas à Engenharia Urbana
Modelos de Programação linear; O método simplex; Problemas de transporte e atribuição; Problemas de otimização em redes. Programação não linear sem restrições; método gradiente, Newton e Quasi Newton. Programação não linear com restrições: lineares, programação quadrática, programação geométrica. Fundamentos de programação dinâmica. Aplicações.
3. Vibração e Acústica em Ambientes Urbanos e Edificações
Identificação de potenciais problemas de vibração e ruído em ambientes urbanos; Conceitos básicos de um problema de vibração; Propriedades dinâmicas de sistemas; Vibrações produzidas por pedestres; Efeitos dinâmicos da ação do vento; Conceitos básicos de acústica. Isolamento e adequação acústica de ambientes. Vibração e ruído produzido por tráfego; Controle de vibração e ruído.
4. Obras Urbanas com Materiais Não Convencionais
Impacto dos materiais de construção industrializados no meio ambiente. Ciclo de vida de materiais. Conceito de materiais não convencionais. Potencial de aproveitamento de resíduos em obras urbanas. Caracterização e desempenho de elementos construtivos com resíduos. Materiais de substituição parcial do cimento. Construção com terra crua. Construção com bambu. Materiais compósitos com fibras vegetais. Aplicação a construções urbanas de baixa renda.
5. Qualidade e Durabilidade das Obras Urbanas
Qualidade na construção civil; obras de infraestrutura urbana; mecanismos de deterioração das construções; medidas preventivas para assegurar durabilidade; reabilitação das construções; fiscalização de obras.
6. Clima e Planejamento Urbano
Teoria geográfica do clima. Hierarquização dos espaços climáticos. A cidade e o Clima Urbano. As fontes de dados e o trabalho de campo. Padrões de ocupação do solo urbano e suas repercussões nas condições termoambientais locais. Ações do vento no planejamento de ocupação do solo. Ações recíprocas entre edificações e clima local resultantes de sua inserção na malha urbana.
7. Planejamento Urbano
Aspectos conceituais e estruturais da prática de Planejamento Urbano. Posturas históricas recentes de Planejamento frente à produção do Espaço Urbano. O processo do planejamento urbano participativo e integrado. Os planejamentos setoriais e sua integração. Planejamento Intersetorial. O Planejamento Habitacional. O planejamento urbano sustentável. A gestão da qualidade de vida urbana e da qualidade ambiental urbana.
8. Instrumentos do Ordenamento Urbano
Os agentes do planejamento urbano; A implantação de equipamentos e infra-estruturas; Os controles urbanísticos; Os planos estruturadores; Os planos de detalhe; O parcelamento do solo; A proteção do ambiente natural e urbano; Outros instrumentos.
9. Infraestrutura Viária Urbana
Conceitos de funcionalidade das vias no espaço urbano; classificação e hierarquização viária; elementos de projeto; concepção e traçado de vias e interseções e sua inserção no espaço urbano; medidas de moderação de tráfego.
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10. Acessibilidade e Espaço Intra-Urbano
A concepção do espaço intra-urbano e da acessibilidade; setorização espacial intra- urbana, dinâmica espacial da segregação; impactos da correlação espaço-acessibilidade urbana. O sistema viário e suas influências. Propostas de intervenção frente à realidade intra-urbana, à questão espaço-acessibilidade e à questão da qualidade e sustentabilidade intra-urbana.
11. Estudo de Impacto Ambiental
Aspectos políticos, econômicos e legislativos da avaliação de impacto ambiental. O planejamento e as fases da avaliação. Metodologia do diagnóstico ambiental. A previsão de impactos sobre os meios físicos e biológicos e as medidas mitigadoras dos efeitos negativos. A marca dos seres vivos sobre o meio. O impacto do homem e mecanismos de degradação antrópica. O estudo dos fenômenos de degradação. Riscos e calamidades. O monitoramento. Elaboração e análise de relatórios.
12. Hidrologia Aplicada Hidrometeorologia; Quantificação e distribuição das chuvas; Infiltração; Relação chuva- deflúvio; Dimensionamento e operação de reservatórios; Hidrologia Urbana.
13. Modelagem Hidrológica
Modelos e simulação: conceituação. Modelos chuva-vazão. Modelos hidrossedimentológicos. Modelos de escoamento de rios e canais. Modelos de propagação de cheias. Modelagem do fluxo subterrâneo. Aspectos práticos do uso de modelos.
14. Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos
Introdução. Aspectos do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no Brasil. Classificação dos resíduos sólidos urbanos. Caracterização. Geração. Acondicionamento. Coleta. Transporte. Tratamento. Disposição final. Aterro sanitário. Reciclagem. Compostagem. Remediação de áreas degradadas por resíduos sólidos urbanos.
15. Usos Múltiplos, Poluição e Proteção dos Recursos Hídricos
Usos múltiplos dos recursos hídricos. Requisitos de qualidade da água tratada. Eficiência dos métodos de tratamento de águas e o padrão mínimo de qualidade a ser mantido nos mananciais. Poluição de águas naturais. Controle da poluição de águas naturais que servem ao abastecimento — aspectos técnicos da Legislação Brasileira. Levantamento de cargas poluidoras — enquadramento dos cursos d'água. Assimilação de cargas poluidoras pelos cursos d'água. Noções sobre tratamento de esgotos. Faixa de segurança para proteção de mananciais — aspectos técnicos, econômicos e legais. Planejamento territorial e a preservação dos recursos hídricos.
16. Sistemas Urbanos de Abastecimento de Água
Elementos básicos para a elaboração de projetos de abastecimento urbano de água. Dimensionamento econômico de instalações de recalque e redes de distribuição. Operação de sistemas de abastecimento. Gestão da demanda de água de abastecimento.
17. Tópicos Especiais Variável.
C — ATIVIDADES ACADÊMICAS OPTATIVAS:
1. Estágio Docência
A atividade acadêmica do Estágio Docência será desenvolvida pelo aluno nos termos da Resolução nº 26/99 do CONSEPE, no que se refere ao acompanhamento pelo Orientador, o desenvolvimento da atividade em sala até o limite de carga horária permitido e a aprovação do relatório final a ser submetido ao Colegiado do Programa. Será uma atividade obrigatória para os alunos-bolsista da demanda social da CAPES.
2. Estudos Especiais Os Estudos Especiais obedecem ao disposto no artigo 41 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.
