N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 32/2018
Aprova o Curso Técnico em Análises Clínicas à distância denominado Curso Técnico em Análises Clínicas na modalidade à distância, sob a responsabilidade da Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (20)
- FUNDAMENTA-SE EM
Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002) nesta norma: preâmbulo → na outra: artigo 28, incisos XV e XVI“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 13 de...” fonte: texto · confiança alta
19 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaConstituição Federal de 1988 em: Anexo“Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988.”
- citaRes. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo“Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades...”
- citaRes. CNE/CES 1/2007 em: art. 3º“Art. 3º O Curso está estruturado de acordo com o que determinam as Resoluções nº 01/07 da CES/CNE e nº 56/96 do CONSEPE, é de natureza departamental, modalidade regular e utilizará metodologia de...”
- citaDecreto 5.622/2005 em: Anexo“Esse artigo foi regulamentado posteriormente pelos Decretos 2.494 e 2.561, de 1998, mas ambos revogados pelo Decreto 5.622, em vigência desde sua publicação em 20 de dezembro de 2005.”
- cita
- cita
- citaLei 10.419/2002 em: Anexo“A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande.”
- citaLei 10.741/2003 em: Anexo“Dispositivo Leis nº 9394/1996, 10.639/2003, 11.645/2008 e a Res. CNE/CP Lei 10.741/2003”
- cita
- cita
- citaLei 3.835/1960 em: Anexo“Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo“De acordo suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes...”
- cita
- cita
- citaPort. Interministerial MEC 1.082/2009 em: Anexo“,Portaria Interministerial n° 1.082 de 20 de novembro de 2009.”
- citaLei PB 1.366/1955 em: Anexo“A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas...”
- citaRes. CONSEPE 16/2007 em: Anexo“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da Consepe 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
- citaRes. CONSEPE 40/2003 em: Anexo“Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da Consepe 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e...”
- citaRes. CONSUNI 05/2000 em: Anexo“A Escola Técnica de Saúde (outrora denominada Escola de Auxiliar de Enfermagem) foi criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, passando a ser denominada Escola Técnica de Saúde da UFPB...”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Estatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 24 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 22 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 19 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 18 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 17 em comumRes. CONSEPE 13/2015
- paralela · 17 em comumRes. CONSEPE 14/2026
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 22 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 8 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 32/2018 Aprova o Curso Técnico em Análises Clínicas à distância denominado Curso Técnico em Análises Clínicas na modalidade à distância, sob a responsabilidade da Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde, Campus I, desta Universidade.
O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições contidas no artigo 28, incisos XV e XVI do Estatuto da UFPB e tendo em vista a deliberação tomada em reunião plenária do dia 13 de dezembro de 2017, (Processo nº 23074.034549/2017-96), R E S O L V E:
¶Art. 1º Aprovar o Curso Curso Técnico em em Análises Clínicas, em nível técnico, denominado Curso Técnico em em Análises Clínicas, na modalidade à distâncai, a ser ministrado pela Escola Técnica de Saúde da UFPB, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus I.
¶Art. 2º O Regulamento e a Estrutura Curricular do Curso passam a fazer parte da presente Resolução através dos Anexos I.
¶Art. 3º O Curso está estruturado de acordo com o que determinam as Resoluções nº 01/07 da CES/CNE e nº 56/96 do CONSEPE, é de natureza departamental, modalidade regular e utilizará metodologia de ensino presencial e à distância.
¶Art. 4º A carga horária total do Curso é de 1200 horas-aula, distribuídas em vinte e quatro disciplinas.
¶Art. 5º O Curso está previsto para realizar-se, em até dois anos, nas instalações da Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba e no ambiente virtual MOODLE, na sala de aula do Curso Técnico em Análises Clínicas à distância.
§1º O período de realização do Curso será definido, mediante portaria expedida pela Pró-Reitoria de PósGraduação e Pesquisa, a partir de entendimentos com a Coordenação do Curso.
¶Art. 6ºO Curso oferecerá um total de 50 (cinquenta) vagas gratuitas por turma e polo.
¶Art. 7ºEsta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.
¶Art.9º Revogam-se as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 30 de julho de 2018.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
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ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 32/2018 DO CONSEPE PPP DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS À DISTÂNCIA DAESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE.
ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA REITORA MARGARETH DE FÁTIMA FORMIGA MELO DINIZ VICE-REITOR BERNARDINA MARIA JUVENAL FREIRE DE OLIVEIRA DIRETORA GERAL DA ESCOLA TÉCNICA IVANILDA LACERDA PEDROSA VICE-DIRETORA DA ESCOLA TÉCNICA MARIA SORAYA PEREIRA FRANCO ADRIANO DIREÇÃO GERAL DE ENSINO MARIA SORAYA PEREIRA FRANCO ADRIANO COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA THEÓFFILLO DA SILVA LOPES TÉCNICA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS MÉRCIA FERREIRA DE ASSIS COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ANA CAROLINA BERNARDES DULGHEROFF LUCIO ROBERTO CANÇADO CASTELLANO PATRÍCIA MEIRA DE ANDRADE FEITOSA
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ................................................................................................................................. 4 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................................................. 6 JUSTIFICATIVA ....................................................................................................................................... ..7 OBJETIVOS........................................................................................................................................ ..7 Geral ............................................................................................................................................................ ..7 Específicos… ............................................................................................................................................... ..8 REQUISITOS DE ACESSO .................................................................................................................... ..8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.......................................................................................................... ..8 MATRIZ CURRICULAR ........................................................................................................................ ..8 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ........................................................................................ 10 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ................................................................................................... 11 COMPETÊNCIAS GERAIS DOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL TÉCNICO DA ÁREA DE SAÚDE ........................................................................................................................................................ 11 COMPETÊNCIAS DO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS .......................................................... 12 HABILIDADES .......................................................................................................................................... 13 METODOLOGIA ............................................................................................................................... 15 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES .................................................................................................................................................. 15 CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO ..................................................................... 16 RECUPERAÇÃO ...................................................................................................................................... 16 BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS....................................................................... 17 PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ............................................................................... 21 CERTIFICAÇÃO ...................................................................................................................................... 21 REFERÊNCIAS ........................................................................................................................................ 22 ANEXOS ......................................................................................................................................................... 23
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APRESENTAÇÃO
A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. A partir de sua federalização, a UFPB desenvolveu uma crescente estrutura multicampi, distinguindose, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema de ensino superior do país que, em geral, têm suas atividades concentradas num só espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras. No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete campi. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A partir de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa) a serem incorporados pela UFCG. Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior, denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFPB criou em 2005 mais um campus, no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape e Rio Tinto, Atualmente a UFPB está estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) e Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) e o Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). Dois novos centros foram criados em 2011 pelo Conselho Universitário (Consuni). São eles: o Centro de Informática e o Centro de Energias Alternativas Renováveis. Nos últimos anos, com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de tamanho e, hoje, já é a instituição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a oferecer o maior número de vagas no seu processo seletivo. Em 2005, a UFPB oferecia cerca de 3.700 vagas por ano. Para 2012, são 8.020 vagas distribuídas pelo Processo Seletivo Seriado (PSS) e pelo ENEM/SISU. Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino superior e técnico profissionalizante, além da pesquisa e extensão. A Escola Técnica de Saúde (outrora denominada Escola de Auxiliar de Enfermagem) foi criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, passando a ser denominada Escola Técnica de Saúde da UFPB através da Resolução do Consuni 05/2000 em 28/06/2000. Inicialmente oferecia apenas o curso técnico em Enfermagem. Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da Consepe 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, através da resolução 16/2007 de 09 de abril de
2007. Por indicação do Ministério da Educação e Cultura, o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, implantado inicialmente como curso experimental, precisou convergir para o Curso Técnico em Análises Clínicas, uma vez que este curso já constava no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação e Cultura e se assemelhava ao Curso Técnico em Biodiagnóstico em muitos aspectos. Em 2015 foi aberto o Curso Técnico em Cuidados de Idosos. A Escola Técnica de Saúde (ETS) tem como finalidade formar e qualificar profissionais para atuar em diferentes campos de trabalho na área da saúde, oferecendo mecanismos para a educação permanente, através do ensino técnico profissionalizante. Considerando as demandas do Estado da Paraíba, o Curso Técnico em Análises Clínicas a Distância, beneficia a região promovendo por meio da educação profissional, melhoria da qualidade de vida, atenção à saúde, preservação e utilização da natureza e desenvolvimento e inovação em aparato tecnológico.
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Figura 1: Mapa do Estado da Paraíba.
Os serviços da área de saúde que se dedicam às atividades de Laboratórios de Análises Clínicas são encontrados em diferentes instituições, sejam elas públicas, privadas, hospitalares e não hospitalares. Na responsabilidade que recai sobre os vários tipos de profissionais na área da saúde, justifica-se a preocupação com o aprimoramento e atualização dos recursos humanos, de modo que profissionais de serviços laboratoriais possam acompanhar os avanços científicos e tecnológicos para atender às atuais exigências e preparar-se para o futuro. A crescente demanda nos últimos anos tem apontado a necessidade de uma profissionalização dinâmica e eficiente, com difusão de novas tecnologias que assegurem a atualização e a prestação de serviços de qualidade. O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação a Distância (SEED) e a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) dando sequência ao Plano de Desenvolvimento de Educação, no âmbito da política de expansão à educação profissional, instituiu o Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil, e-Tec Brasil, por meio do Decreto nº 6.301 de 12 dezembro de 2007. O e-Tec Brasil visa o desenvolvimento da educação profissional técnica na modalidade de educação a distância, com a finalidade de expandir e democratizar a oferta de cursos técnicos de nível médio, especialmente para o interior do País e para periferia das áreas metropolitanas, como também permitir a capacitação profissional inicial e continuada para os estudantes matriculados e para ao egressos do ensino médio, bem como para a educação de jovens e adultos. Busca, ainda, contribuir para o ingresso, permanência e conclusão do ensino médio por jovens e adultos. Nesse contexto e para atender às novas exigências da população brasileira e do setor de saúde, a ETS/UFPB propõe a criação do Curso Técnico em Análises Clínicas a Distância objetivando um perfil profissional de conclusão mais amplo, que propicie aos educandos uma aproximação dos conhecimentos científicos e tecnológicos intrínsecos ao mercado de trabalho. Com carga horária equivalente a 1200 horas, distribuídas em um ano e meio, sendo ofertadas 50 vagas por turma de ingresso.
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IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
LOCALIZAÇÃO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE – UFPB – CAMPUS I CNPJ 24098477000110 ENDEREÇO: CIDADE UNIVERSITÁRIA S/N CEP 58051-900 FONE(S): ):(83) 3216.7400 E-MAIL(S): coordenação@ets.ufpb.br DIRETOR GERAL: IVANILDA LACERDA PEDROSA DADOS DO CURSO EIXO TECNOLÓGICO: Ambiente e Saúde NOME DO CURSO: Técnico em Análises Clínicas NÍVEL: Fundamental. MODALIDADE:
X X Educação Profissional.
X Médio.
Superior.
Educação Básica.
Educação Superior.
Educação a Distância. Educação de Jovens e Adultos. Educação Prisional. Educação Indígena. Forma de articulação Educação Básica com a EducaçãoProfissional:
X Integrada. e.
Educação Especial. Educação Quilombola.
na mesma instituição de ensino; e/ou
Concomitant e:
Subsequent
X em instituições de ensino distintas; e/ou em instituições de ensino distintas mediante convênio intercomplementaridade.
OFERTA: Presencial. CARGA HO ÁRIA DO CURSO: TOTAL 1.200 HORAS*
X X À distância.
DURAÇÃO DO CURSO: 1 ano e meio TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO: Tempo Mínimo: 1 ano e meio* Tempo Médio:1 ano e meio Tempo Máximo: 3 anos QUANTIDADE DE VAGAS OFERTADAS/TURMA: 50 REGIME DE MATRÍCULA: Semestral* NÚMERO DE VAGAS OFERECIDAS/TURMA: 50 TURNO: será determinado em edital, podendo ser: Matutino Noturno Integral X Vespertino
Não se aplica
* Tempo de integralização será adequado ao módulo ingressante.
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JUSTIFICATIVA
O diagnóstico, o tratamento de patologias e o monitoramento da saúde incluem, dentre outros, os dados e informações obtidos por análises realizadas em amostras biológicas. A importância desses procedimentos no processo dos cuidados de saúde justifica a emergente preocupação com o aprimoramento da formação técnica profissional na área de serviço de apoio e diagnóstico. Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pelo Ministério da Educação em 2016, o técnico em análises clínicas: “Executa atividades padronizadas de laboratório necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Realiza investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas. Executa ações de rotina de trabalho em laboratório de análises clínicas. Recepciona o cliente à execução de exames laboratoriais nas diversas amostras biológicas, nas atividades de auxílio diagnóstico. Opera aparato tecnológico de laboratório de saúde. Aplica técnicas adequadas de descarte de fluidos e resíduos biológicos e químicos.” De acordo suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente e Saúde”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como das demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil. Diante do exposto, a Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba propõe a articulação da Educação Profissional com a Educação a Distância como forma de oportunizar a qualificação e atualização do indivíduo na área de Análises Clínicas, garantindo aprendizagem na flexibilidade e na interatividade próprias da Internet. No Brasil, a modalidade de educação a distância obteve respaldo legal para sua realização com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) – Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 que estabelece, em seu
artigo 80, a possibilidade de uso orgânico da modalidade de educação a distância em todos os níveis e modalidades de ensino. Esse artigo foi regulamentado posteriormente pelos Decretos 2.494 e 2.561, de 1998, mas ambos revogados pelo Decreto 5.622, em vigência desde sua publicação em 20 de dezembro de 2005. No Decreto 5.622, ficou estabelecida a política de garantia de qualidade no tocante aos variados aspectos ligados à modalidade de educação a distância, notadamente ao credenciamento institucional, supervisão, acompanhamento e avaliação, harmonizados com padrões de qualidade enunciados pelo Ministério da Educação. Considera-se que, com o oferecimento de cursos técnicos a distância, o aluno constrói conhecimento, desenvolvendo competências, habilidades, atitudes e hábitos relativos ao estudo, à profissão e a sua própria vida, adequando-os ao tempo e espaço disponíveis, rompendo com o paradigma de professor em sala de aula presencial em tempo integral. Neste cenário de EAD, a atuação do professor ocorrerá, ora a distância, ora em presença física, apoiada por suportes tecnológicos e materiais didáticos estruturados para atendimento à aprendizagem, utilizados isoladamente ou combinados e veiculados por diversos meios tecnológicos. A proposta visa formar técnicos em Análises Clínicas, cuja profissão possibilite aos profissionais competências suficientes para atuarem como técnico em análises clínicas, integrando-se com os demais profissionais da área da saúde na elucidação do diagnóstico de laboratório. OBJETIVOS
Geral O Curso Técnico em Análises Clínicas tem por objetivo formar um profissional habilitado para responder primordialmente pela organização do processo de trabalho em Análises Clínicas, com ações voltadas para o apoio ao diagnóstico, coleta e manipulação de amostras biológicas, execução supervisionada de exames laboratoriais, operação de equipamentos e utilizar com biossegurança. O curso apresenta uma perspectiva interdisciplinar com a preocupação de integração de conceitos, terminologia, metodologia, procedimentos, dados e organização, visando auxiliar e atuar no Laboratório de diagnóstico clínico. O profissional formado poderá atuar em equipes multidisciplinares, na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às análises clínicas; operar e zelar pelo bom funcionamento do aparato tecnológico laboratorial e contribuir diretamente com questões ligadas à educação para saúde e para o auto-cuidado, proteção, prevenção, promoção da saúde e segurança no trabalho.
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Específicos
Formar profissionais Técnicos em Análises Clínicas com a perspectiva de inserção no mercado de trabalho, em atendimento a uma demanda própria da região; Fornecer o conhecimento necessário para o futuro profissional orientar o cliente/paciente, receber, preparar, processar amostras biológicas e assistir ao bioquímico, ao biomédico ou médico patologista, na execução das análises clínicas; Levar o futuro profissional a colocar em suas ações a ciência, a tecnologia e a ética a serviço da vida; Integrar o futuro Técnico em Análises Clínicas com o mercado de trabalho através da convivência com o meio profissional; Contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços na área de saúde da população da Região Nordeste do Estado do Paraíba; Transmitir conhecimentos sobre a importância da ética profissional e da composição de equipes multidisciplinares no dia-a-dia da rotina de trabalho. REQUISITOS DE ACESSO
O ingresso no Curso Técnico em Análises Clínicas na modalidade à distância dar- se-á: No primeiro período do curso, por meio de Processo Seletivo de responsabilidade da Secretaria de Educação do Estado da Paraíba (SEDUC) ou outro por processo seletivo realizado pela Escola Técnica de Saúde. Poderão participar do Processo seletivo os alunos da rede pública, privada que estão cursando o Ensino Médio regular ou equivalente. Por transferência ou reingresso no período compatível.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A organização curricular tem por características: Atendimento às demandas dos cidadãos, do mercado e da sociedade; Conciliação das demandas identificadas com a vocação, a capacidade institucional e os objetivos da Escola Técnica de Saúde- Universidade Federal da Paraíba; Estrutura curricular que evidencie as competências gerais da área profissional e específicas de cada habilitação; Articulação modular das competências; Carga horária total de 1.200, consistindo em 50% do curso ministrado a distância e 50% presencial. O curso está programado em 3 módulos, de forma a otimizar o período total para a execução do curso, respeitando a carga horária mínima de cada área, de acordo com a legislação vigente. MATRIZ CURRICULAR
O Curso Técnico em Análises Clínicas na modalidade a distância será desenvolvido em três módulos, no turno matutina ou vespertino, sendo o acesso feito inicialmente pelo módulo I. O trabalho de ensino-aprendizagem é desenvolvido sob orientação dos professores e dos tutores por meio do ambiente virtual e laboratórios para aulas práticas. As aulas práticas serão desenvolvidas em laboratórios do pólo de Ensino. A combinação entre teoria e prática é considerada como forma para desenvolvimento das competências necessárias à formação técnica. A dinâmica do curso contempla o desenvolvimento da capacidade teórico, técnico e metodológico aos profissionais em Análises Clínicas, agregando a ética profissional no trabalho com a utilização da metodologia do trabalho em equipe. Os componentes curriculares do Curso Técnico em Análises Clínicas a distância foram elaborados de acordo com o CURRÍCULO REFERÊNCIA PARA O SISTEMA e-Tec BRASIL - UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA e encontram-se discriminados no quadro abaixo e o Anexo I apresenta as ementas das unidades
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curriculares, distribuído assim um conteúdo atualizado e dinâmico e uma relação entre as diversas unidades que compõem o curso, objetivando e garantindo, dessa forma, a interdisciplinaridade e uma formação holística. CARGA HORÁRIA (h) MÓDULOS
COMPONENTES CURRICULARES CH
AMBIENTAÇÃO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
45
QUÍMICA PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
45 30
INTRODUÇÃO A ANÁLISES CLÍNICAS NOÇÕES DE BIOSSEGURANÇA INGLÊS INSTRUMENTAL
60 45 30
FUNDAMENTOS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA
60
PSICOLOGIA APLICADA
45
INTRODUÇÃO Á BIOQUÍMICA
30
PRIMEIROS SOCORROS
45
ÉTICA PROFISSIONAL TÉCNICAS DE TRIAGEM E COLETA INTRODUÇÃO AO SUS
30 45 60
PARASITOLOGIA BIOQUÍMICA PARA ANÁLISES CLÍNICAS
60 75
FUNDAMENTOS DE CITOLOGIA, HISTOLOGIA E GENÉTICA
45
INTRODUÇÃO Á MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA
45
HEMATOLOGIA URINÁLISES VIGILÂNCIA EM SAÚDE PARA ANÁLISES CLÍNICAS
75 60 45
IMUNOLOGIA CONTROLE DE QUALIDADE
75 45
EMPREENDEDORISMO
45
MICROBIOLOGIA CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
60
MÓDULO I
MÓDULO II
MÓDULO III
CARGA HORÁRIA POR MÓDULO
390
405
405
1200
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MÓDULO I O MÓDULO I tem como objetivo fornecer subsídios primários para alcançar o módulo intermediário, centralizando uma introdução para o curso técnico. Nele estão compreendidas disciplinas introdutórias de cursos técnicos na área da saúde.
MÓDULO II No MÓDULO II serão oferecidas disciplinas para a aquisição do perfil intermediário que propiciará o desenvolvimento de habilidades e práticas laboratoriais relativas à aplicação dos conhecimentos científicos adquiridos ao longo do processo de aprendizagem.
MÓDULO III No MÓDULO III o aluno terá unidades curriculares com o objetivo de consolidar a formação teórica com a prática, propiciando o desenvolvimento de habilidades e destrezas relativas à aplicação dos conhecimentos científicos trabalhados ao longo do processo de aprendizagem. Após a conclusão do módulo III, o aluno terá concluído todas as disciplinas necessárias para a formação de Técnico em Análises Clínicas na modalidade a distância.
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Técnico em Análises clínicas é o profissional que executa atividades padronizadas de laboratório necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Realiza investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas. Executa ações de rotina de trabalho em laboratório de análises clínicas. Recepciona o cliente à execução de exames laboratoriais nas diversas amostras biológicas, nas atividades de auxílio diagnóstico. Opera aparato tecnológico de laboratório de saúde. Aplica técnicas adequadas de descarte de fluidos e resíduos biológicos e químicos. O concluinte deve possuir uma visão sistêmica do meio ambiente e saúde que atua de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução da profissão, aplicando e respeitando as normas de proteção e preservação do meio ambiente e saúde. Deve possuir ainda habilidades de comunicação e de trabalho em equipe multidisciplinar e agir com ética profissional, sustentabilidade, flexibilidade, responsabilidade social e domínio do saber fazer, do saber ser, do saber saber e do saber conviver. O Técnico em Análises Clínicas facilita o acesso e a disseminação dos saberes na área da saúde pública e conhece a dinâmica do Sistema Único de Saúde (SUS). É um profissional que busca a prevenção da doença, a promoção da saúde e preserva a integridade e a individualidade do ser humano, por meio da humanização da assistência e da valorização da autonomia das pessoas na recuperação da saúde. Executa com presteza e correção as ações necessárias e relacionadas à rotina de trabalho em laboratório de análises clínicas, desde a recepção do cliente até o auxílio ao profissional de nível superior na execução de exames laboratoriais nas diversas amostras biológicas, nas atividades de auxílio diagnóstico e terapêutico, colaborando com o desenvolvimento da saúde da população. O técnico atuará sob a supervisão do biomédico, bioquímico ou médico patologista clínico, desenvolvendo ações em laboratórios de análises clínicas referenciadas nas necessidades de saúde individuais e coletivas. Os profissionais deverão apresentar bom relacionamento interpessoal, senso críticoreflexivo e autocrítica, iniciativa, flexibilidade, senso de observação acurado, capacidade de auto-gestão,
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abstração e raciocínio lógico. O profissional deve ser capaz de compreender seus limites, tendo plena consciência de suas ações. Aliada a essas características, o profissional deve ser pró-ativo e conhecedor das normas e determinações do laboratório em que atuar e articular suas atividades profissionais com as ações dos demais agentes da equipe multiprofissional, assim como com os conhecimentos oriundos de várias disciplinas ou ciências, destacando o caráter interdisciplinar da prática. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O profissional de Análises Clínicas deverá ser tecnicamente competente, sendo capaz de decidir e agir em situações imprevistas. Ele deve apresentar uma postura ético-política, compromissada com os interesses dos excluídos e uma postura ética profissional direcionada ao desempenho de suas funções, exigindo cada vez mais maior capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria e espírito empreendedor, bem como capacidade de visualização e resolução de problemas. A polivalência de funções é uma exigência desse profissional. O trabalho coletivo e compartilhado deverá ser também uma prática do perfil desse profissional, bem como respeito ao bem comum, a solidariedade e a responsabilidade. O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá consubstanciar a identidade do curso através das competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde e as competências da habilitação do Técnico em Análises Clínicas, atendendo à legislação em vigor. Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho (art. 6º da Resolução CNE/CEB Nº 04/99).
COMPETÊNCIAS GERAIS DOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL TÉCNICO DA ÁREA DE SAÚDE
Compreender os conceitos de EaD e suas características básicas; Compreender a língua portuguesa e suas técnicas de comunicação oral e escrita; Utilizar adequadamente o Ambiente Virtual de Ensino-aprendizagem para ampliar seus conhecimentos na área da Saúde e aprofunda as informações na área tecnológica voltada para as Análises Clínicas. Usar diferentes possibilidades de aprendizagem mediada por tecnologias no contexto do processo produtivo e da sociedade do conhecimento,desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual, pensamento crítico, espírito investigativo e criativo; Atuar social e profissionalmente de forma ética, consciente de sua responsabilidade socioambiental; Possuir visão humanística crítica e consciente sobre o impacto de sua atuação profissional na natureza e sociedade; Ser criativo, proativo, inovador e eficiente na solução dos problemas; Atuar de forma cooperativa, democrática e solidária em equipes multidisciplinares; Entender a necessidade da Educação continuada como instrumento de atualização importante na melhoria da qualidade do serviço; Conhecer a estrutura e funcionamento do SUS; Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde/doença; Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho; Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade; Aplicar normas de biossegurança; Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental; Interpretar e aplicar a legislação referente aos direitos do usuário;
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Avaliar riscos de iatrogenias, ao executar procedimentos técnicos; Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta do profissional de saúde; Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos; Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados; Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde. Atuar como profissional de saúde em situações de emergência, realizando atendimento de primeiros socorros; Orientar a comunidade quanto aos determinantes e condicionantes do processo saúde-doença (aspectos: sociais, econômicos, políticos, culturais, biológicos, ecológicos e psicológicos), aplicando princípios e normas de biossegurança, higiene, saúde pessoal e ambiental, contribuindo para a melhoria de sua qualidade de vida; Orientar quanto à importância da conservação e preservação do meio ambiente no exercício do trabalho em saúde. Compreender a dinâmica das relações interpessoais produzidas no ambiente de trabalho; Conhecer os as relações entre os aspectos técnicos, sociais, econômicos, legais, éticos e profissionais. COMPETÊNCIAS DO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Possuir visão contextualizada da área de Análises Clínicas; Conhecer a Legislação e Normas Técnicas da sua área de atuação; Avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e controle de qualidade dos testes e equipamentos; Conhecer as técnicas de coleta dos diversos tipos de materiais biológicos, proporcionando aos pacientes melhor conforto; Conhecer as exigências legais para o funcionamento de um laboratório de análise, bem como todas as normas de biossegurança; Dominar técnicas e ações referentes a Análises Clínicas; Compreender a importância das ações e análises clínicas como complemento ao diagnóstico médico; Conhecer as necessidades de suprimento de um laboratório de análise; Conhecer as técnicas para auxiliar na realização dos exames – as diversas técnicas de preparo e conservação do material a ser analisado, das soluções e reagentes, nos diversos setores do laboratório (parasitologia, bioquímica, hematologia, microbiologia, imunologia, urinálise e hormônio); Conhecer as técnicas para triagem e conservação das amostras biológicas, bem como a importância da correta identificação e do correto preparo das amostras para análise; Compreender a importância da coleta e organização de dados relativos ao campo de atuação; Possuir maior flexibilidade, agilidade, atenção e capacidade em superar as dificuldades encontradas no desempenho da função; Possuir conhecimento básico sobre o funcionamento das máquinas e equipamentos existentes e cuidados para sua conservação; Possuir conhecimentos teóricos e práticos que possibilitem o cruzamento de dados entre os setores existentes no laboratório; Ter responsabilidade, interesse e pontualidade; Possuir conhecimentos sobre as principais técnicas de esterilização; Saber como limpar uma bancada e como desprezar materiais contaminados; Manter e promover os padrões de excelência no exercício da profissão, assim como desenvolver a arte e a ciência da mesma; Salvaguardar a dignidade e a privacidade dos pacientes, de modo que o resultado de qualquer exame executado por ele ou por outras pessoas não caia em domínio público; Saber orientar os pacientes sobre os fatores externos (dieta, uso de medicamento, esforço físico) que podem alterar o resultado do exame; Ser profissional ao receber o paciente, pois, muitas vezes seu estado emocional encontra-se fragilizado devido ao estresse da coleta;
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Saber manusear, conhecer, calibrar e principalmente conservar toda a aparelhagem necessária à rotina de seu laboratório; Estar sempre atento à data de validade e temperatura de armazenamento de reagentes imprescindíveis para a realização de exames; Documentar as análises realizadas, registrar e arquivar as cópias dos documentos e resultados de exames; Operar equipamentos, zelando por sua manutenção, identificando e avaliando suas instalações, assim como, executar procedimentos técnicos avaliando riscos de iatrogenia. HABILIDADES
Utilizar adequadamente as interfaces do ambiente virtual, sistemas operacionais e aplicativos; Utilizar o ambiente virtual de Ensino-aprendizagem para argumentar, discutir e expressar opiniões com clareza e coerência lógica; Expressar idéias de forma clara, empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação; Aplicar a variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita; Utilizar ferramentas instrumentais na leitura de textos específicos da área profissional em língua inglesa; Realizar a coleta de amostras biológicas de acordo com as normas de biossegurança, higiene e saúde pessoal; Agir segundo a perspectiva do atendimento integral e de qualidade à saúde; Executar ações em acordo com as normas de higiene e saúde pessoal e ambiental; Realizar o descarte de material biológico em acordo com as normas de biossegurança e preservação ambiental; Executar ações próprias ao exercício profissional segundo os princípios éticos que regem a conduta do profissional da saúde; Realizar os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos comtotal controle de qualidade; Agir com total segurança no descarte de amostra já analisadas e o correto armazenamento de amostras, sem causar danos ao meio ambiente nem à saúde dos envolvidos; Informar ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre serviços que tenham sido prestados, respeitando o direito individual do sigilo; Executar ações na administração de rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos; Preparar soluções, reagentes e vidrarias para a realização dos exames; Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção; Auxiliar na realização e análise dos exames em cada setor do laboratório clínico, como Parasitologia, Bioquímica, Hematologia, Microbiologia, Imunologia e Urinálise; Administra as ocorrências e serviços prestados, de acordo com as exigências do campo de atuação; Executa lavagem, secagem, esterilização e acondicionamento de materiais e amostras biológicas; Executa ações de controle e armazenamento de materiais próprios à análise clínica. Age com total segurança no descarte de amostras já analisadas e o correto armazenamento de amostras, sem causar danos ao meio ambiente nem à saúde dos envolvidos; Informa ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre serviços que tenham sido prestados, respeitando o direito individual do sigilo; Executa ações na administração de rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos; Prepara soluções, reagentes e vidrarias para a realização dos exames; Opera equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção; Auxilia na realização e análise dos exames em cada setor do laboratório clínico, como Parasitologia, Bioquímica, Hematologia, Microbiologia, Imunologia e Urinálise; Administra as ocorrências e serviços prestados, de acordo com as exigências do campo de atuação; Executa lavagem, secagem, esterilização e acondicionamento de materiais e amostras biológicas; Executa ações de controle e armazenamento de materiais próprios à análise clínica. Por fim as instituições escolares são obrigadas a atender por força de lei alguns temas transversais, devido ao que preconizam as leis, decretos, pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação – CNE em suas Câmaras de Educação Básica – CEB e Plena - CP, bem como princípios pedagógicos/andragógicos que
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norteiam a Educação brasileira. Assim, para atendimento às temáticas que tratam da inclusão social, proteção e respeito ao meio ambiente, o itinerário formativo dos estudantes perpassará pelos seguintes pontos:
Item 01
02
Temática Culturas Brasileira e indígena
afro-
Estatuto do Idoso
Dispositivo Leis nº 9394/1996, 10.639/2003, 11.645/2008 e a Res. CNE/CP Lei 10.741/2003
nº
nº
Unidades curriculares - Psicologia Aplicada - Ética Profissional - Vigilância em Saúde para Análises Clínicas
- Psicologia Aplicada - Ética Profissional - Vigilância em Saúde para Análises Clínicas
- Introdução ao SUS 03
Inclusão (necessidades específicas
Lei nº 9394/1996
- Psicologia Aplicada - Ética Profissional - Introdução ao SUS
04
Educação Ambiental
- Vigilância em Saúde para Análises Clínicas
- Biossegurança Laboratorial 05 06
Educação para o Trânsito Educação Alimentar
Lei nº9.503/1997 Lei 11.947/2009
- Primeiros Socorros nº
- Introdução a Bioquímica - Bioquímica para Análises Clínicas - Vigilância em Saúde para Análises Clínicas
07
Direito s Humanos
- Psicologia Aplicada - Ética Profissional - Vigilância em Saúde para Análises Clínicas
- Introdução ao SUS 08
Estatuto Criança e do Adolescente
da
Lei 8069/90
- Psicologia Aplicada - Ética Profissional - Vigilância em Saúde para Análises Clínicas
- Introdução ao SUS
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METODOLOGIA
A proposta metodológica apresenta um conjunto de saberes e práticas que propiciem ao aluno desenvolvimento da capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria, capacidade de visualização e resolução de problemas. O curso Técnico em Análises Clínicas a distância ocorrerá de maneira semipresencial, empregando-se os recursos tecnológicos disponíveis na Universidade Federal da Paraíba. As atividades virtuais do curso serão desenvolvidas, utilizando, primordialmente, o ambiente virtual de aprendizagem Modular Objected Distance Learning – MOODLE. Os momentos presenciais de cada disciplina serão coordenados pelo Coordenador do Curso, Coordenadores de Tutoria e Coordenadores de Polos que se encarregarão de: • organizar cronograma de atividades presenciais dos professores responsáveis; • fornecer aos professores relatório elaborado pelos tutores que subsidie sua ação nos momentos presenciais; • organizar as atas de provas e de encontros presenciais; • organizar lista de presença de alunos; • convocar os tutores para as ações pertinentes à realização de provas. O estudante será orientado por um manual impresso, postado na própria plataforma de acesso - MOODLE. Esse material trará também todas as informações sobre a Instituição na qual ele está ingressando, sua estrutura física e administrativa, além do sistema de avaliação, etc. Além da plataforma MOODLE, que será a ferramenta prioritária do curso, contaremos ainda com o sistema de webconferência, além de material impresso e de vídeos. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
As competências anteriormente desenvolvidas pelos alunos, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Análises Clínicas poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. Assim, poderão ser aproveitados no curso os conhecimentos e experiências desenvolvidos:
a) Em disciplinas cursadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende realizar o aproveitamento;
b) Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do aluno através do colegiado do curso; A avaliação para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, com indicação de eventuais complementações ou dispensas, será de responsabilidade da coordenação de curso, que deverá nomear um relator para analisar o pedido de aproveitamento de conhecimentos e competências indicando a documentação comprobatória desses conhecimentos e habilidades desenvolvidos anteriormente e as estratégias adotadas para avaliação e dos resultados obtidos pelo aluno. O aproveitamento de estudos por componente curricular será efetuado quando este tenha sido cursado, com aprovação, em curso do mesmo nível de ensino, observando compatibilidade de, pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária do componente curricular que o aluno deveria cumprir na Escola Técnica de Saúde. No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componente curricular, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos conteúdos curriculares. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a integralização do currículo do curso, sendo que o aluno é obrigado a cursar, na ETS, no mínimo 50% (cinquenta por cento) da carga horária prevista para a integralização do respectivo curso. Todo aproveitamento deve ser pedido antes do início do módulo o qual o solicitante deveria ingressar.
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CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação, parte integrante do processo de aprendizagem, tem como objetivo o acompanhamento e a verificação de construção de competências trabalhadas pela escola, além de promover a melhoria da realidade educacional do estudante, priorizando o processo de ensino-aprendizagem, tanto individual quanto coletivamente. Constitui-se um processo permanente e contínuo, utilizando-se de instrumentos diversificados de análise do desempenho do aluno, nas diferentes situações de aprendizagem, consideradas as competências propostas para cada uma delas. Terão preponderância os aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Dos aspectos qualitativos compreende, além da acumulação de conhecimentos, o diagnóstico, a orientação e reorientação do processo de ensino-aprendizagem, visando ao aprofundamento dos conhecimentos e ao desenvolvimento de habilidades e atitudes dos estudantes. A aluno será avaliado em cada componente curricular por meio de diversos instrumentos que permitam o diagnóstico e a verificação do rendimento escolar que deverão estar previstos no plano de ensino de cada componente curricular, definida no plano de ensino disponibilizado pelo docente no início da disciplina. A aprovação do aluno dar-se-á por:
Verificação de frequência; Avaliação do aproveitamento acadêmico; Conforme a Lei n° 9.394/96, Lei Darcy Ribeiro Diretrizes e Bases da Educação Nacional, art. 24, inciso VI, “o controle de frequência fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a frequência mínima de setenta e cinco por cento do total de horas letivas para aprovação”. A avaliação do desempenho escolar é feita por componentes, considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à frequência às aulas presenciais, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e atividades práticas. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do estudante e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas. Será aprovado no componente curricular, o discente que numa escala de 0 (zero) a 10 (dez) observando os indicadores de conhecimento teórico e prático em cada disciplina obtiver média aritmética igual ou superior a 7 (sete) no respectivo componente, com dispensa do exame final. Em relação ao exame final:
I. Constará de prova abrangendo o conjunto do contéudo programático da disciplina;
II. Terá direito ao exame final o discente que tiver obtido média aritmética entre à escala de 4 (quatro) e 6,9 (seis inteiros e nove décimos) na média dos exercícios escolares;
III. O discente que não atingir o mínimo de 4 (quatro) na média dos exercícios escolares, terá a média (aritmética) obtida como média final do período, sendo considerado reprovado;
IV. Se o discente estiver apto a fazer o exame final e este não comparecer, deve- se extrair a média dos exercícios, multiplicá-la pelo peso 6 (seis), dividir o produto por 10 (dez) e lançar o resultado na coluna Média Final. A média será calculada atribuindo-se peso 6 (seis) à média aritmética dos exercícios escolares e peso 4 (quatro) à nota do exame final sendo aprovado o discente que obtiver média final igual ou superior a 5 (cinco). RECUPERAÇÃO A recuperação tem por finalidade oportunizar o acompanhamento das dificuldades encontradas no decorrer do componente curricular, proporcionando condições de aprendizado, minimizando as dificuldades, sendo realizada de forma contínua e especial, acompanhada pelo docente. Processar-se-á continuamente através de novas situações de aprendizagem e atendimento aos discentes que dele necessitarem, mediante atividades diversificadas e elaboração, pelo docente, de um cronograma de trabalho. Deverá ser realizada antes do exame final.
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BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
O Curso Técnico em Análises Clínicas EAD utilizará a infraestrutura disponível na Escola Técnica de Saúde, assim como nos Pólos, incluindo, quando presente, biblioteca, laboratórios de informática e de práticas específicas dos componentes curriculares, quando necessário. ACERVO BIBLIOGRÁFICO A Escola Técnica de Saúde faz parte da Universidade Federal da Paraíba, possui biblioteca com acervo bibliográfico de vários cursos, que dará suporte ao Curso Técnico em Análises Clínicas. Abaixo segue a lista do acervo próprio do curso. ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA
TÍTULO CRUZ, Isabel Cristina Fonseca da (Trad.). Anatomia & Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. (Série Incrivelmente Fácil)
QUANTIDADE 6
DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
2
GOLDBERG, Stephen. Descomplicando… anatomia clínica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
1
GOLDBERG, Stephen. Descomplicando… fisiologia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
1
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MICHALANY, Jorge; MICHALANY, Nílceo S. Anatomia e histologia da pele. São Paulo: Lemos Editorial, 2002.
1
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.
4
OLIVEIRA, Norival Santolin de. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. (Coleção Curso de Enfermagem)
10
PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard (Ed.). Sobotta Atlas de anatomia humana. 22. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 2v. ALAQUIAS, Allan Pontes de Queiroz; ALBUQUERQUE, Fabíola da Silva (Orgs). Fisiologia Humana: o essencial em destaque. Curitiba: Appris, 2014.
5
7
4
BIOÉTICA
TÍTULO
QUANTIDADE
ENGELHARDT JR., H. Tristram. Fundamentos da bioética.
2. ed. Rio de Janeiro: Loyola, 2004.
4
FEIJÓ, Anamaria Gonçalves dos Santos; BRAGA, Luisa Maria Gomes de Macedo; PITREZ, Paulo Márcio Condessa (Org.). Animais na pesquisa e no ensino: aspectos éticos e técnicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. SCHRAMM, Fermin Roland et al. (Org.) Bioética: riscos e proteção. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; FIOCRUZ, 2005.
1
SINGER, Peter. Ética prática. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
2
DURAND, Guy. Introdução Geral à Bioética: história, conceitos e instrumentos. 5. ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo;
3
2
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BIOSSEGURANÇA
TÍTULO HIRATA, Mario Hiroyuki; MANCINI FILHO, Jorge. Manual de biossegurança. São Paulo: Manole, 2008.
QUANTIDADE 1
SALERNO, Reynolds M.; GAUDIOSO, Jennifer. Laboratory biosecurity handbook. Boca Raton, FL: CRC Press, 2007.
1
MASTROENI, Marco Fabio. Biossegurança aplicada à laboratórios e serviços de saúde. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
3
CITOLOGIA E HISTOLOGIA
TÍTULO CORMACK, David H. Fundamentos de Histologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
QUANTIDADE 6
DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de Histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
4
GARTNER, Leslie P.; Hiat, James L. Tratado de histologia em cores. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
2
HADLER, Walter A.; SILVEIRA, Sineli R. Histofisiologia dos Epitélios: correlação entre a morfologia e a função nos epitélios. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1993.
4
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; JUNQUEIRA, Luiza Maria M. Salles. Técnicas básicas de citologia e histologia. São Paulo: Santos, 1983.
4
JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia Básica.
10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
3
JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia Básica.
11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
7
LEBOFFE, Michael J. Atlas Fotográfico de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
4
WELSCH, Ulrich (ed.). Sobotta: atlas de histologia, citologia, histologia e anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
4
YOUN, Barbara et al.. Wheater Histologia Funcional: texto e atlas em cores.
4. ed. Rio de Janeiro-RJ: Guanabara Koogan, 2001.
4
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HEMATOLOGIA E BIOQUÍMICA OLIVEIRA, Raimundo Antônio Gomes. Atlas de Hematologia: da morfologia para a Clínica. São Paulo: LMP, 2014.
2
FREUND, Mathias. Hematologia: microscópica prática. 11. ed. São Paulo: Santos, 2013.
4
LORENZI, Therezinha F. Manual de hematologia: propedêutica e clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
3
LIMA, A. Oliveira et al. Métodos de Laboratório aplicado à clínica: técnica e interpretação. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
3
MCPHERSON, Richard A. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 21. ed. Barueri: Manole, 2012.
3
MOURA, Roberto de Almeida et al. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
3
VOET, Donald; VOET, Judith G.; PRATT, Charlotte W. Fundamentos de Bioquímica: a vida em nível molecular. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
1
MOTTA, Valter T. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e interpretações. 5. ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2009.
3
IMUNOLOGIA BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
2
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 14. ed. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1970.
1
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 22. Ed. São Paulo: Melhoramentos, 1982. ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogn, 2011.
1
ROITT, Ivan M. Fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
1
STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
2
3
STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Human Molecular Genetics.
4. ed. New York: Garland Science, 2011. QUÍMICA TRINDADE, Diamantino Fernandes et al. Química Básica Experimental. 5. ed. São Paulo: Ícone, 2013.
2
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA BARBOSA, Heloiza Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2005.
4
19
CIMERMAN, Benjamim; FRANCO, Marco Antonio. Atlas de parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São Paulo: Atheneu, 2005.
6
LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
8
LUZ NETO, Leonardo Severo; VOLPI, Roseli; REIS, Pedro Aguiar dos. Microbiologia e parasitologia. Goiânia: AB, 2003. (Coleção Curso de Enfermagem)
7
MACIEL, Juceli Maria. Microbiologia e parasitologia. 3. ed. Canoas: ULBRA, 2003.
2
MADIGAN, Michael T. et al. Microbiologia de Brock. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
1
MIMS, Cedric et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
2
MURRAY, Patrick R.; ROSENTAL, Ken S.; PFALLER, Michael A. Microbiologia Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
4
NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São Paulo: Atheneu, 2006.
4
OKURA, Mônica Hitomi; RENDE, José Carlos. Microbiologia: roteiro de aulas práticas. Ribeirão Preto, SP: Tecmedd, 2008.
2
PELCZAR JÚNIOR, Michael J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1997.
1
SANTOS FILHO, Lauro. Manual de microbiologia clínica. 3. ed. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2003.
1
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. 8. ed. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
5
TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. (Edit.) Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
2
TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. (Edit.) Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
3
MICROSCOPIA ÓPTICA BRADBURY, Savile; BRACEGIRDLE, Brian. Introduction to Light Microscopy. London: Bios Scientific, 1998.
2
FALK, David S.; BRILL, Dieter R.; STORK, David G. Seeing the Light : optics in nature, photography, color, vision, and holography. New York: John Wiley & Sons, 1986.
4
GOLDSTEIN, Dennis H. Polarized Light. 2. ed. rev. ampl. New York: Marcel Dekker, 2003. GONZALEZ, Rafael C.; WOODS, Richard E. Processamento de Imagens Digitais. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.
1
INOUÉ, Shinya; SPRING, Kenneth R. Video microscopy: the fundamentals. 2.ed. New York: Plenum, 1997.
3
LEAL, Luiz Henrique Monteiro. Fundamentos de Microscopia. Rio de Janeiro: EduERJ, 2000.
4
MURPHY, DOUGLAS B. Fundamentals of Light Microscopy and Electronic Imaging. New York: Wiley-Liss, 2001.
3
OLSZEWER, Efraim. Microscopia óptica como método de medida de radicais livres: (análise celular “in vivo” – HLB). 2. ed. São Paulo: Ícone, 2001.
4
2
20
SLAYTER, Elizabeth M.; SLAYTER, Henry S. Light and Electron Microscopy. Cambridge: Cambridge University Press, 1992. PATOLOGIA GERAL FARIA, José Lopes de et al. Patologia Geral: fundamentos das doenças, com aplicações clínicas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
3
4
URINÁLISE STRASINGER, Susan King; LORENZO, Marjorie Schaub. Urinálises e fluidos corporais. 5. ed. São Paulo: LMP, 2009.
2
PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
A equipe acadêmico-administrativa responsável pela execução do curso será composta por: - Coordenador-Geral; - Coordenador-Geral Adjunto; - Coordenador de Curso; - Coordenador de Tutoria; - Coordenador de Polo; - Professor-pesquisador; - Professor-pesquisador conteudista; - Tutores (presenciais e a distância); - Servidores técnico-administrativos na entidade executora; - Equipe de Suporte técnico-pedagógico e gerenciamento das TIC; - Coordenação de Tecnologias Educacionais e Ensino a Distância;
A equipe pode sofrer modificação de acordo com a legislação vigente. CERTIFICAÇÃO
Após a integralização e aprovação em todos os componentes curriculares dos três módulos que compõem a matriz curricular do curso Técnico de Nível Médio em Análises Clínicas na modalidade a distância, será conferido ao concluinte do curso, o Diploma de Técnico em Análises Clínicas. Constarão ainda as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.
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REFERÊNCIAS
BRASIL, Decreto Nº 6.095, de 24 de abril de 2007. Estabelece diretrizes para fins de constituição dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia – IF, no âmbito da Rede Federal de Educação Tecnológica. Brasília: 2007. , Lei Nº 11.892/08, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. , Lei Nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). , Ministério da Educação. Educação Profissional e Tecnológica: Projetos e Ações. Brasília: 2010. . Plano de Desenvolvimento da Educação: Um novo modelo de educação profissional e tecnológica. Brasília: 2000. . Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico. Brasília: 2000. , PARECER CNE/CEB nº 17/97. Estabelece as diretrizes operacionais para a educação profissional em nível nacional. Brasília, 03 de dezembro de 1997. ,Parecer CNE/CEB 16/99 do Conselho Nacional de Educação. ,Parecer n. 40/2004 do Conselho Nacional de Educação. , Lei no 11.892 de 28 de dezembro de 2008. ,Portaria Interministerial n° 1.082 de 20 de novembro de 2009. Parecer n. 6/2012 do Conselho Nacional de Educação.
Currículo referência para o sistema e-Tec Brasil: uma construção coletiva / Araci Hack Catapan, Clovis Nicanor Kassick, Walter Ruben Iriondo Otero, organizadores. Florianópolis: PCEADIS/CNPq, 2011. DOLABELA, F. O Segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. FAZENDA, I.C.A. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 1991. FRIGOTTO, G. Estrutura e sujeito e os fundamentos da relação trabalho e educação. In: LOMBARDI, J. C, SAVIANI, D. e SANFELICE, J. (Org.). Capitalismo, trabalho e educação. 2 ed. Campinas SP: Autores Associados, 2004. IBGE. Dados estatísticos: cidades. Disponível em www.ibge.gov.br , acesso em 17/10/2012. MARTINS, H.T. Gestão de carreiras na era do conhecimento: abordagem conceitual e resultados de pesquisa. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Poder Executivo, Brasília, DF, 06 out. 1988. n° 191 A. . Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília: MEC/SET, 2016.
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ANEXOS PLANOS DE ENSINO DO MÓDULO I Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Ambientação em Educação a Distância CARGA HORÁRIA: 45 h Ementa Conceitos gerais sobre o modelo de Educação à distância e a Tecnologia de Informação aplicada ao processo ensinoaprendizagem. Ambiente Virtual de aulas e processos de aprendizagem.
Objetivos Geral: Discutir o uso pedagógico das Tecnologias de Informação e Comunicação - Específicos: Conhecer e discutir conceitos básicos relacionados à Educação a distância. Descobrir as funcionalidades e usos de ambiente Virtual de aprendizagem (exemplo da plataforma Moodle).
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Introdução: Conceitos e aplicações dos processos de ensino e aprendizagem. - Ferramentas tecnológicas da comunicação. - Fudamentos da educação a distância. - Aspectos e elementos da educação a distância. - Os atores estratégicos da EAD. - Uso da EAD como mecanismo transformador da sociedade. - A EAD no contexto da educação continuada.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação prática de uso das ferramentas EAD. Avaliação contínua do aprendizado com a participação nas discussões.
Bibliografia Sugerida - BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Salto para o futuro: TV e informática na educação. Secretaria de Educação a Distância. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto, SEED, 1998. - BELLONI, Maria Luiza. Educação a Distância mais aprendizagem aberta. In . A formação na sociedade do espetáculo. São Paulo: Loyola, 2002 p. 151 – 168.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Química CARGA HORÁRIA: 45 h Ementa Estrutura atômica e tabela periódica. Conceitos de química orgânica e química inorgânica.
Objetivos Geral: Apresentar os conceitos básicos relacionados à química orgânica e química inorgânica, como base para o entendimento das demais disciplinas do curso. - Específicos: Conhecer a estrutura atômica. Identificar os elementos da tabela periódica. Compreender a disposição dos átomos nas soluções usadas em laboratório. Compreender os conceitos e as aplicações das teorias em química geral.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. Estrutura Atômica. Definição e modelos de átomos.
2. Tabela periódica
3. Conceitos de soluções e de preparo de soluções.
4. Teorias da reação ácido-base.
5. Nomenclatura de sais, óxidos e
6. Funções orgânicas, hidrocarbonetos e compostos aromáticos Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida - BARBOSA, L. C. A. Introdução a Química Orgânica. 2a Reimpressão, São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. - SARDELLA, A. Curso completo de Química. Vol. Único. 3a ed. São Paulo: Ática, 2005.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Português Instrumental CARGA HORÁRIA: 30h Ementa Leitura, análise e interpretação de textos. Conceituação de linguagem, língua e fala. Os elementos da Comunicação. Texto literário e não literário. Comunicação empresarial. Texto dissertativo-argumentativo. Produção de textos acadêmicos e técnicos. Objetivos - Geral:
Permitir ao educando o domínio dos recursos de leitura e escrita da língua portuguesa, preparando-o para o mercado de trabalho e o ambiente local onde habita. - Específicos: Compreender as diversas formas de linguagem. Interpretar textos acadêmicos e técnicos. Identificar a importância da correta expressão de linguagem no ambiente profissional.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. Resumo e esquema.
2. Estrutura do parágrafo.
3. Texto dissertativo.
4. Resenha.
5. Como preparar relatórios técnico-científicos.
6. Interpretando textos científicos e não científicos: abordagens de mundo. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida CARNEIRO, A. D. Texto em construção: interpretação de texto. São Paulo: Moderna, 1996. CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. HOUAIS, F. Dicionário da Língua Portuguesa. São Paulo: Perspectiva, 2003.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Introdução a Análises Clínicas CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Apresentação e definição do ambiente em laboratório. O papel do Técnico em Análises Clínicas no contexto saúde e doença e no mercado de trabalho. Características gerais da profissão. Aspectos legais da regulamentação profissional legislação. Objetivos - Geral:
Inserir o aluno no contexto de ambiente de laboratório em Análises Clínicas, apresentando as legislações pertinentes, modelo de trabalho em serviço de saúde e as áreas de atuação profissional. - Específicos:
Inserir o aluno no contexto das Análises Clínicas. Discutir o mercado de trabalho para o profissional em Análises Clínicas. Apresentar os aspectos éticos e de legislação no âmbito das Análises Clínicas.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) Introdução ao laboratório clínico. O papel do profissional técnico em Análises Clínicas como ator do sistema de saúde. Introdução aos tipos de exames laboratoriais. Orientações éticas para o exercício da profissão. Legislação em análises clínicas. Como se inserir no mercado de trabalho técnico em Análises Clínicas.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida IRIGOIN, M; VARGAS, F. Manual de competência laboral. Montevideo: Cinterfor/OIT, 2001. 43 p. MILLER, Otto. Laboratório para o clínico. 8. ed São Paulo: Atheneu, 1995. 607 p.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Noções de Biossegurança CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Compreensão dos aspectos da biossegurança com intuito de minimizar os riscos em laboratórios da área de saúde. Importância de reconhecer e saber usar os equipamentos de proteção individuais e coletivos, bem como técnicas de transporte, armazenamento, descarte de fluídos e resíduos. Identiicação dos riscos e da importância do mapa de risco para segurança em Análises Clínicas.
Objetivos Geral: Compreender os tipos de riscos à saúde existente em laboratórios clínicos e de pesquisa, as medidas de controle e os equipamentos de biossegurança necessários ao trabalho profissional Técnico em Análises Clínicas. Específicos: Conceituar biossegurança. Reconhecer, selecionar e utilizar os equipamentos de proteção individual e coletivo. Executar técnicas adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos. Identificar os diversos riscos presentes em ambientes de saúde. Elaborar mapas de risco em ambiente de laboratório de análises clínicas e áreas associadas. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
Introdução à biossegurança, histórico e legislação; Riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes em laboratórios da área de saúde; Mapa de Risco (níveis de biossegurança e sinalização de segurança); Barreiras de contenção: EPIs e EPCs; Métodos e técnicas de limpeza, desinfecção terminal e concorrente; Conceitos de assepsia, anti-sepsia, desinfecção, descontaminação e esterilização; Gerenciamento do descarte de resíduos, fluídos, agentes biológicos, físicos, químicos e radioativos. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida
- HIRATA, M., H. & MANCINI FILHO, J. Manual de Biossegurança, São Paulo, Manole, 2002. - MASTROENI, F. M. Biossegurança Aplicada a Laboratórios e Serviços de Saúde. São Paulo: Atheneu, 2005. - TEIXEIRA, P. & VALE, S. (org.). Biossegurança - Uma Abordagem Multidisciplinar. Rio Janeiro, FIOCRUZ, 1996.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Inglês Instrumental CARGA HORÁRIA: 30h Ementa Leitura e interpretação de textos gerais e técnicos em língua inglesa. Vocabulário básico e técnico na língua inglesa. Formas de discurso. Objetivos Geral: Conhecer e aplicar as estruturas da língua inglesa na atividade do Técnico em Análises Clínicas. - Específicos: Conhecer estruturas da língua inglesa, em nível básico a intermediário, assim como vocabulário relacionado à rotina do técnico. Identificar os principais termos técnicos em lingua inglesa usados em ambiente profissional técnico de laboratório.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. Artigos definidos e indefinidos.
2. Preposições de lugar.
3. Verbos e tempos verbais
4. Vocabulário referente a equipamentos e materiais utilizados pelo técnico em Análises Clínicas.
5. Textos relacionados à área de técnino em Análises Clínicas.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida Dictionary of Contemporary English. Longman House, Hallow, Essex, 1992. HOUAISS, A. Webster's Dicionário Inglês-Português. Rio de Janeiro: Record, 1982. MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge University Press, Cambridge, 1992.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Anatomia e Fisiologia Humana CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Organização da anatomia corporal humana. Aspectos microscópicos e macroscópicos. Estudo dos sistemas fisiológicos humanos. Objetivos
- Geral: Conhecer a organização estrutural dos vários sistemas e aparelhos do corpo humano, compreendendo o funcionamento dos órgãos em harmonia nos diferentes sistemas. • Específicos: Identificar os níveis de organização do corpo humano, planos de delimitação, planos de secção, eixos do corpo humano, posição anatômica, normalidade, anomalia e variações anatômicas. Descrever as estruturas constituintes e a fisiologia dos principais órgãos que integram os diversos sistemas do corpo humano. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Níveis de organização do corpo humano. - Sistema esquelético. - Sistema cardiovascular. - Sistema linfático. - Sistema respiratório. - Sistema digestório. - Sistema urinário. - Sistema reprodutor masculino e feminine. - Sistema endócrino. - Sistema nervosa. - Sistema sensorial. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida
- DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 2002. 200p. - TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Fundamentos de anatomia e fisiologia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed. 2006. 718p. - SPRINGHOUSE CORPORATION. Anatomia e Fisiologia – Série Incrivelmente Fácil. Rio de Janeiro: Guanabara.
2003. 292 p. - RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água – Tecnologia Atualizada. São Paulo: Edgard Blucher, 1991. - OLIVEIRA, W. E. Técnica de Abastecimento e Tratamento de Água. CETESB, São Paulo, 1976. SEWELL, G. H. Administração e Controle da Qualidade Ambiental. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária LTDA., 1978. - MALAQUIAS, Allan Pontes de Queiroz; ALBUQUERQUE, Fabíola da Silva (Orgs). Fisiologia Humana: o essencial em destaque. Curitiba: Appris, 2014.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Psicologia Aplicada CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Conceitos básicos de psicologia. O ser humano na perspectiva sócio-histórica. Desenvolvimento humano. Personalidade. Identidade. Relações humanas. Comunicação. Postura profissional. Objetivos Geral: Construir conhecimentos sobre o ser humano, o autoconhecimento e a análise das situações vivenciadas no ambiente de trabalho técnico em Análises Clínicas. - Específicos: Refletir sobre a importância dos conhecimentos da psicologia científica em saúde e nas relações de trabalho. Reconhecer situações geradoras de ansiedade e os mecanismos de defesa. Identificar situações-problemas relativas às relações profissionais e buscar soluções para o trabalho em equipe. Desenvolver postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. Introdução à psicologia em saúde.
2. O desenvolvimento humano ao longo da vida.
3. Estudo da personalidade humana.
4. Identidade. Estigma. Preconceito. Diversidade. Inclusão.
5. Assédio e constrangimento: Assédio Moral, Assédio Sexual, Bullying;
6. Relações humanas em ambiente de saúde e na sociedade. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida - BOCK, Ana M.B.; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo da psicologia. 13. Ed. São Paulo – SP: Saraiva, 1999. - TELES, Maria L.S. O que é Psicologia. São Paulo – SP: Brasiliense. - MILITÃO, Albigenor & Rose. Jogos, Dinâmicas e vivências grupais: como desenvolver sua melhor técnica em atividades grupais. Rio de Janeiro – RJ: qualitymark, 2000. - MILITÃO, Albigenor & Rose.S.O.S. Dinâmicas de grupo. Rio de Janeiro – RJ: qualitymark, 1999.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Introdução a Bioquímica CARGA HORÁRIA: 30h Ementa Composição química das células. Funções orgânicas. Preparo, padronização e uso de soluções em laboratório clínico. Vias metabólicas do corpo humano. Objetivos - Geral:
Proporcionar ao estudante a vivência inicial dos conhecimentos da Bioquímica. - Específicos:
Identificar as principais vias metabólicas do corpo humano e suas interações com os ambientes teciduais. Compreender as funções do corpo, as enzimas, as vitaminas e as principais vias metabólicas.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. Conceitos gerais da bioquímica.
2. Conceitos Básicos de Metabolismo e vias metabólicas do corpo humano.
3. Composição da matéria viva (água, aminoácidos, proteínas, carboidratos e lipídios).
4. Aminoácidos e Proteínas.
5. Enzimas
6. Carboidratos
7. Lipídeos
8. Vitaminas Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida CHAMPE, Pamela C; HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 4a ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. MARZZOCO, A. & TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 3a ed. Guanabara Koogan, 2007. NELSON, D.L. & COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5a ed. São Paulo: Sarvier, 2011.
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PLANOS DE ENSINO DO MÓDULO II
Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Primeiros Socorros CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Medidas iniciais e imediatas aplicadas à vítima fora do ambiente hospitalar, executada por qualquer pessoa, para garantir a vida e evitar o agravamento das lesões existentes. Objetivos - Geral:
Conhecer as ações inicias a serem realizadas em vítimas de acidentes, de diversas naturezas, a fim de evitar o agravamento de lesões existentes. - Específicos:
Conhecer os princípios gerais de primeiros socorros; Identificar os sinais vitais e a avaliar o acidentado; Executar e identificar maneiras adequadas de ação em primeiros socorros e de mobilização e transporte de acidentados. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) Princípios gerais de primeiros socorros. Material utilizado em primeiros socorros. Os sinais vitais e a prática de sua verificação. Avaliação geral do acidentado e identificação das condições e agravos do paciente; Mobilização e transporte de acidentados. O ABCDE da vida e método AVDI. Males súbitos. Corpos estranhos no nariz, ouvido e garganta. Reanimação cárdio-respiratória. Afogamento. Estado de choque. Hemorragias. Ferimentos. Luxações, distensões e entorses. Fraturas. Choque elétrico. Insolação. Queimaduras. Intoxicações. Picadas de animais peçonhentos. Humanização em primeiros socorros. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida SOUSA, Lucila Medeiros Minichello. Noções de Primeiros Socorros. Editora Iátria. 2010. 176p. GSE – CBMERJ – Manual de Socorro de Emergência. 2 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2008. ALFARO, Diego e MATTOS, Hermínio. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado / NAEMT (National Associationof Emergency Medical Technicians). 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Ética Profissional CARGA HORÁRIA: 30h Ementa Esta disciplina visa a apresentar os princípios gerais da ética aplicada às atividades na área da saúde e da pesquisa, assim como levar à compreensão dos direitos e deveres legais do técnico em análises clínicas. Objetivos
Geral: Relação entre Ética e Cidadania, Ética e Moral, Ética e Globalização. Evidenciar o papel da Ética no mundo globalizado e sua importância no mundo do trabalho de técnico em Anáises Clínicas. Aspectos éticos da profissão do técnico em laboratório de análises clínicas. Específicos: Proporcionar ao aluno conhecimentos sobre os conceitos gerais de ética e bioética. Promover reflexão crítica e criativa sobre Ética como campo da ação humana. Fornecer conhecimento sobre os direitos e deveres profissionais do técnico em Análises Clínicas. Apresentar os princípios éticos e legais da pesquisa com animais e com seres humanos. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. História e princípios da bioética.
2. Ética Aplicada à Pesquisa em Saúde.
3. Diretrizes e Normas em Pesquisa em Saúde.
4. Relação fundamental entre Ética e Moral.
5. Ética e globalização.
6. Ética profissional.
7. Ética e novas tecnologias.
8. Tópicos de Bioética: pesquisa com seres humanos; utilização de animais para pesquisa e ensino.
9. Legislação de regulamentação da profissão do Técnico em Análises Clínicas. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida GOLDIM JR. Pesquisa em Saúde: Leis, Normas e Diretrizes. 3a.ed. Porto Alegre: HCPA, 1997. GOLDIM JR. Bioética e Complexidade. Revista HCPA 2006;26(2):86- 92. GOLDIM JR. Bioética complexa: uma abordagem abrangente para o processo de tomada de decisão. Revista da AMRIGS, 2009;53(1):58-63. MARCÍLIO, M. L. e RAMOS, E. L. Ética na Virada do Século. São Paulo: LTr.1997. VALLSA. Da Ética à Bioética. Petrópolis: Vozes. 2004. Resoluções do Conselho Federal de Farmácia 464/2007, 485/2008 e 517/2009. BRASIL. Lei Nº 9605 de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. BRASIL. Resolução 466 do Conselho Nacional de Saúde de 12 de dezembro de 2012. DURAND, Guy. Introdução Geral à Bioética: história, conceitos e instrumentos. 5. ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo; Loyola, 2014.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Técnicas de Triagem e Coleta CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Conceitos básicos sobre coleta de amostras biológicas. Técnicas de pré-coleta, de coleta e pós-coleta dos materiais biológicos para a realização de exames em laboratório de Análises Clínicas. Identificação das amostras e boas práticas no laboratório. Armazenamento e transporte de amostras. Descarte correto de resíduos. Segurança pessoal em técnicas de coleta e manuseio de amostras biológicas. Objetivos Geral: Desenvolver a visão de que o técnico em análises clínicas é um profissional com responsabilidades no atendimento e coleta de amostras biológicas. - Específicos Habilitar a realizar a coleta de todos os exames solicitados pela clínica médica. Permitir a compreensão sobre a importância da correta identificação das amostras no laboratório e possibilitar a execução de boas práticas na sala de coleta. Desenvolver uma visão minuciosa quanto ao aspecto do material colhido e/ou recebido. Transmitir conhecimentos para o eficaz armazenamento e transporte das amostras biológicas, baseados em normas técnicas e de segurança para o técnico em Análises Clínicas. Possibilitar o descarte de resíduos sólidos e líquidos do laboratório clínico. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. Técnica de Coleta de amostra biológica (sangue, urina, fezes, raspado de lesões de pele, de couro cabeludo e de unhas).
2. Testes pré-analíticos e verificação das condições da amostra e do paciente.
3. Identificação do paciente e das amostras biológicas dele originadas.
4. Preparo e orientação do paciente para coleta das amostras biológicas.
5. Procedimento Operacional Padrão para coleta de sangue.
6. Instrumentos usados em coletas de amostras biológicas.
7. Erros e problemas encontrados antes, durante e depois da coleta das amostras biológicas com interferência na fase analítica.
8. Manipulação, transporte e acondicionamento das amostras biológicas.
9. Descarte de resíduos e instrumental pós-coleta das amostras biológicas. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida
- BURTIS, Carl A.; ASWOOD, Edward R. Tietz. Fundamentos de Química Clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 1998. - NAOUM, Paulo César; NAOUM, Flavio Augusto. Hematologia Laboratorial – Eritrócitos. 1. ed. São José do Rio Preto: SP. Academia de Ciência e Tecnologia.2005. - LARGURA, Álvaro. Manual de exames 2005. Cascavel:PR. www.alvaro.com.br .2005. CIRIADES, Pierre G. J. Patologia Clínica – Manual de Exames. 9. ed. São Paulo:SP. - PARDINI, Hermes. Manual de Exames 2004/2005. Belo Horizonte: MG.www.hermespardini.com.br. - FLEURY, Instituto. Manual de Exames. São Paulo:SP. www.institutofleury.org.br. - UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao SUS CARGA HORÁRIA: 60h Ementa O modelo do Sistema Único de Saúde. Marcos teóricos e legislação para a orientação das Políticas Públicas de Saúde. Modelos tecnológicos de atenção à saúde. Desenvolvimento de competências da gestão e análise das tendências e perspectivas no âmbito do SUS.
Objetivos - Geral:
Conhecer a estrutura do sistema de saúde de saúde brasileiro e a inserção do profissional técnico em Análises Clínicas. - Específicos:
Compreender o processo de gestão dos serviços de saúde no SUS. Compreender a articulação entre as diversas instâncias de governo e de gestão do SUS. Conhecer instrumentos de gestão do SUS nos diferentes níveis de governo. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) História do SUS e das políticas públicas de saúde no Brasil. Conhecendo o Sistema Único de Saúde. O setor complementar da saúde. Gestão e planejamento do SUS. Modelos de atenção e gestão da rede assistencial no SUS. Instrumentos de gestão, planejamento e programação no SUS. Sistemas de informação em saúde. Financiamento da política e do sistema de saúde.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas na plataforma Moodle e presenciais, grupos de discussão e trabalho prático com as ferramentas de ensino. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida BRASIL, Ministério da Saúde. “Reforma do Sistema de Atenção Hospitalar Brasileiro”. (cadernos de Atenção Especializada). Brasília: 2004. BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). SUS: avanços e desafios. Brasília: Conass, 2006. CAMPOS, GWS. Reforma Política e sanitária: a sustentabilidade do SUS em questão? In: Rev. Ciência & Saúde Coletiva 12(2).2007. MARQUES, RM e Ugá, MAD. Financiamento do SUS: trajetória, contexto e constrangimentos. In: Lima, NT et all. Saúde e Democracia: história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Parasitologia CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Ciclos evolutivos, reservatórios e ecologia parasitária. Técnicas de coleta, preparo e pesquisa de exames parasitológicos. Preparação de reativos e soluções para pesquisa parasitológica. Patologias correlacionadas. Fatores de interferência nos resultados dos exames.
-
Objetivos Geral: Conhecer as características gerais, ciclo biológico, doenças associadas, diagnóstico e formas de transmissão e prevenção das principais parasitoses humanas. Específicos: Conhecer os principais grupos de parasitas em sua classificação, morfologia, mecanismos de transmissão e prevenção, ciclo biológico, patologias relacionada e técnicas de diagnóstico; Conhecer a rotina do setor de parasitologia e as diversas técnicas de preparo e conservação das amostras biológicas; Identificar e caracterizar os diferentes parasitos. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Introdução a parasitologia; - Estudo das características gerais, ciclo biológico, doenças associadas, diagnóstico e formas de transmissão e prevenção das enteroparasitos causadas por protozoários e helmintos; - Exame parasitológico de fezes; - Técnicas Parasitológicas utilizadas para o diagnóstico de enteroparasitos: Hoffmann, Pons e Janer (HPJ), Kato-Kats, Faust, Baermann Moraes e demais técnicas; - Parasitos sanguíneos e teciduas: características gerais, ciclo biológico, doenças associadas, diagnóstico e formas de transmissão e prevenção. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
-
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Aulas práticas sobre as enteroparasitoses e técnicas parasitologicas; Utilização do atlas de enteroparasitoses; Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, provas teóricas e/ou práticas e relatórios; - Será realizada também uma avaliação contínua do aluno, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Sugerida - CIMERMAN, Benjamin; FRANCO, Marco Antonio (Editor). Atlas de parasitologia humana: com a descrição e imagens de artrópodes, protozoários, helmintos e moluscos. São Paulo: Atheneu, 2011. 166p. - DE CARLI, GA. Parasitologia Clínica: Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o Diagnóstico das Parasitoses Humanas. Editora Atheneu, Rio de Janeiro, RJ. 2001. 810 p. - NEVES PD, MELO AL, LINARDI PM. Parasitologia humana. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1995. - REY, Luís. Bases da Parasitologia médica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2010. 391p.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica para Análises Clínicas CARGA HORÁRIA: 75h Ementa Técnicas de preparo e dosagens bioquímicas. Semiautomação e Automação em Bioquímica. Variações nos resultados dos exames. Patologias correlacionadas. Fatores de interferência nos resultados dos exames.
Objetivos
- Conhecer os fundamentos dos principais métodos analíticos e os fatores que interferem nos resultados dos exames; - Capacitar o aluno para auxiliar na realização e análise dos exames no setor de Bioquímica do laboratório de análises clínicas; - Entender a importância dos diferentes marcadores bioquímicos no diagnóstico e monitoramento do tratamento de diversas patologias correlacionais.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) -
-
Conceitação e objetivos da Bioquímica Clínica; Princípios gerais de técnicas para doseamento de uma substância: Fotometria, espectrofotometria, eletroforese e técnicas imunoquímicas; Metabolismo e Diagnóstico Bioquímico de alterações em Carboidratos; Hormônios do metabolismo glicídico; Dosagem de Proteínas Plasmáticas; Enzimologia Clínica; Marcadores de função hepatica; Metabolismo e Alterações em Lipídeos e Lipoproteínas; Perfil lipídico; Marcadores Cardíacos; Marcadores de Função Renal; Equilíbrio Ácido-Básico; Gasometria.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Aulas práticas sobre os princípios técnicos de laboratório e dosagens.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, provas teóricas e/ou práticas e relatórios; - Será realizada também uma avaliação contínua do aluno, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida - BURTIS, Carl A; ASHWOOD, Edward R.; BRUNS, David E. Tietz – Fundamentos de Química Clínica. Tradução da 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. - COX, Michael M et al. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 1298p. - HENRY, John B. Diagnósticos Clínicos e Tratamentos por Métodos Laboratoriais. Tradução da 20. ed. Barueri/SP: Manole, 2008. - MOTTA, Valter T. Bioquímica Clínica para o Laboratório. 5. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2009.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Citologia, Histologia e Genética CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Célula: Tipos, Origem e Evolução. Organelas. Morfologia dos tecidos do corpo humano. Genética e seu papel no organismo. Objetivos
-
Proporcionar ao aluno o aprendizado sobre as células, incluindo seus componentes e funções biológicas; Oferecer informações sobre os diversos tecidos humanos e suas respectivas funções no corpo; compreender e discutir conhecimentos básicos sobre a genética humana. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Introdução à Citologia. Origem da vida. Seres eucariontes e procariontes; - Componentes químicos das células: água, proteínas, carboidratos, lipídeos e ácidos nucléicos. Diferenças entre RNA e DNA. Síntese protéica; - Estruturas celulares dos eucariontes; - Comunicação celular – princípios de transdução de sinal; - Diferenciação celular – mecanismos de especialização nas funções celulares; - Introdução à Histologia; - Tecido epitelial – características, tipos celulares, classificação e funções; - Tecido Conjuntivo - características, componentes, classificação e funções; - Tecido Cartilaginoso - características, componentes, classificação e funções; - Tecido sangüíneo - características, células do sangue e funções; - Tecido ósseo - características, tipos celulares e funções; - Estrutura do osso maduro compacto – canais de Havers; - Tecido muscular - características, tipos celulares, classificação e funções; - Tecido nervoso - características, tipos celulares, classificação e funções; - Introdução à genética básica; - Estrutura do núcleo e divisão celular;
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
-
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas e provas teóricas; - Será realizada também uma avaliação contínua do aluno, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado. Bibliografia Sugerida
- ALBERTS, Bruce; BRAY, Dennis; HOPKIN, Karen et al. Fundamentos da Biologia Celular. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. - JUNQUEIRA, Luiz C. U. & CARNEIRO, José. Biologia Celular e Molecular. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. - JUNQUEIRA, Luiz C. & CARNEIRO, José. Histologia Básica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. - ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian et al. Biologia Molecular da Célula. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Introdução a Microbiologia e Imunologia CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Estrutura e reprodução dos fungos, bactérias e vírus. Métodos gerais de estudo das bactérias, fungos e vírus. Noções de imunologia. Objetivos
- Reconhecer, diferenciar e caracterizar os principais grupos de microrganismos (bactérias, vírus e fungos). - Realizar procedimentos básicos de preparo de meio de cultura e controle de microrganismos. - Introduzir conceitos básicos de imunologia. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
-
Classificação dos seres vivos; Características Gerais das Bactérias: morfologia, coloração e estruturas da célula bacteriana; Nutrição e crescimento bacteriano; Microbiota normal; Métodos de Controle Microbiano; Tipos e Preparo de Meios de Cultura; Características Gerais dos Fungos: Morfologia, crescimento e reprodução dos fungos; Patogenia das infecções fúngicas; Propriedades gerais dos vírus; Propriedades gerais das respostas imunológicas: imunidade inata e adquirida, tipos de resposta imunológicas adquiridas, principais características das respostas imunológicas adquiridas, components celulares e teciduais do sistema imunológico, visão geral das respostas imunes aos micróbios. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
-
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Aulas práticas sobre prepare de meios de cultura e métodos de controle de microrganismos. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, provas teóricas e/ou práticas e relatórios; - Será realizada também uma avaliação contínua do aluno, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida - KONEMAN, E.W. et al. Diagnóstico microbiológico – Texto e Atlas Colorido. 6ed. Rio de Janeiro: MEDSI Editora Médica e Científica Ltda, 2008. - SIDRIM & ROCHA. Micologia médica à luz de autores contemporâneos. 1ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A.,2004. - TRABULSI, LUIZ RACHID; ALTERTHUM, FLAVIO. Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. - OPLUSTIL, C. et al. Procedimentos básicos em microbiologia clínica. 3ed. São Paulo: Sarvier, 2010.
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PLANOS DE ENSINO DO MÓDULO III Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Hematologia CARGA HORÁRIA: 75h Ementa Sistema sanguíneo: composição e formação. Preparo e dosagens hematológicas. Técnicas básicas e automação em hematologia. Coloração hematológica. Patologias correlacionadas. Fatores de interferência nos resultados dos exames. Objetivos Proporcionar ao aluno, conceitos básicos e específicos de hematologia, aplicar, executar e interpretar as técnicas laboratoriais que exploram a hematologia em condições normais e patológicas, tornando o aluno apto ao mercado de trabalho. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Estudo das células sanguíneas, origem e evolução. - Hemograma manual e automatizado: 1. Coleta, esfregaço e coloração de lâminas; 2. Série Vermelha – hemácias, hemoglobina, hematócrito, índices hematimétricos; 3. Série Branca – contagem global e diferencial das linhagens celulares; 4. Plaquetas – linhagem e contagem; 5. Fatores e Condições que podem interferir no Hemograma; 6. Doenças relacionadas a alterações do hemograma; - Realização dos exames:
1. Falcização,
2. Células LE, 3. Reticulócitos, 4. Hemossedimentação, 5. Eletroforese de hemoglobina - Algumas patologias sanguíneas. - Noções básicas de Hemostasia e Coagulação Sanguínea; - Testes para diagnóstico de distúrbios hemorrágicos; - Imunohematologia: 1- Grupos sanguíneos A, B, O; 2- Antígenos Rh; 3- Antígenos Du; 4- Coombs direto e indireto; 5- Eritroblastose fetal Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
-
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Aulas práticas no laboratório de hematologia; Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, provas teóricas e/ou práticas e relatórios; - Será realizada também uma avaliação contínua do aluno, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida:
- FREUND, Mathias. Hematologia: microscópica prática. 11. ed. São Paulo: Santos, 2013. - LORENZI, Therezinha F. Manual de hematologia: propedêutica e clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. - HENRY, J.B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais, 18. ed., São Paulo, Ed. Manole, 1995.1678p. - MOURA, Roberto de Almeida et al. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. - OLIVEIRA, R.A.G. Hemograma: Como Fazer e Interpretar. 1.ed., São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2007. - OLIVEIRA, Raimundo Antônio Gomes. Atlas de Hematologia: da morfologia para a Clínica. São Paulo: LMP, 2014. - ZAGO, M.A.; FALCÃO, R.P.; PASQUINI, R. Hematologia – Fundamentos e prática. São Paulo: Atheneu, 2004.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Urinálises CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Sistema urinário. Técnicas de preparo, conservação e pesquisa da urina. Patologias correlacionadas. Fatores de interferência nos resultados dos exames. Objetivos
- Conhecer a fisiologia do sistema urinário; - Estudar os principais elementos na composição da urina. - Aprender a realizar o exame de rotina de urina; - Interpretar os resultados obtidos nos exames, correlacionando com as possíveis patologias. Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) - Fisiologia do Sistema urinário. - Características e composição da urina. - Técnicas de preparo, conservação e realização do exame de urina: Exame físico e químco da urina e sedimentoscopia. - Interpretar os resultados dos exames correlacinando com as patologia. - Fatores de interferência nos resultados dos exames.
-
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Aulas práticas de rotina de urina; Utilização do atlas de urinálise;
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, provas teóricas e/ou práticas e relatórios; - Será realizada também uma avaliação contínua do aluno, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida - ABNT/CB – Comitê Brasileiro de Análises Clínicas e Diagnóstico in vitro. Texto-base do projeto de norma 36:002.02-006. Requisitos e recomendações para o exame de urina. - MOURA, R. A.; WADA, C. S.; PURCHIO, A; ALMEIDA, T. V. Técnicas de Laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2001. - STRASINGER, S.K., Uroanálise & Fluidos Biológicos, 5ª edição, Premier, Ribeirão Preto, 2009.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Vigilância em Saúde para Análises Clínicas CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Saúde pública. Conceitos de saúde e doença. Vigilância epidemiológica. Vigilância sanitária. Vigilância Ambiental. Epidemiologia. Método epidemiológico e de investigação. Indicadores de saúde. Bases de dados e Sistemas de informação de saúde. Objetivos Reconhecer o papel do profissional de análises clínicas enquanto trabalhador de saúde, atuando em equipe multidisciplinar, atuando de modo crítico e criativo numa abordagem epidemiológica e comunitária.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
-
Saúde pública. Conceitos de saúde e doença. Vigilância em saúde na prática laboratorial. Vigilância epidemiológica. Vigilância sanitária. Inspeção sanitária em laboratórios de análises clinicas. Vigilância Ambiental. Vigilância de contaminantes químicos ambientais. Epidemiologia. Método epidemiológico e de investigação. Indicadores de saúde. Bases de dados e Sistemas de informação de saúde.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
-
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão;
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas e prova teórica; - Será realizada também avaliação da participação do aluno nas atividades propostas nas aulas. Bibliografia Sugerida
- BRASIL. Ministério da Saúde Fundação Nacional de Saúde. Guia de vigilância epidemiológica / Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, Centro Nacional de Epidemiologia. - 4.ed. - Brasilia, D.F.: FUNASA, 2002. - BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Secretaria de Vigilância Epidemiológica, 2005. - BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Categorização das ações de vigilância em saúde. Brasília, 2006 - ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & Saúde. 6ª Edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2003. - COSTA E. A. Vigilância Sanitária. Saúde e Cidadania. Cadernos de Saúde n.4. Vigilância Sanitária. Eds. Campos, F. E et al. Belo Horizonte: Coopemed. 2001.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Imunologia CARGA HORÁRIA: 75h Ementa Técnicas de dosagens e diagnósticos imunológicos correlacionadas. Fatores de interferência nos resultados dos exames.
e
hormonais.
Patologias
Objetivos
-
Aprender as técnicas de dosagens imunológicas e hormonais; Aprender os fatores que inteferem nos exames imunológicos e hormonais; Interpretar os resultados obtidos nos exames, correlacionando com as patologias. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
Imunologia Aplicada ao Diagnóstico Clínico. Princípios Técnicos de laboratório e dosagens (reação de aglutinação, ELISA, hemaglutinação, imunofluorescência). Uso e Conservação de equipamentos básicos do setor de Imunologia. Interpretar os resultados dos exames correlacinando com as patologia. Fatores de interferência nos resultados dos exames.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
-
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Aulas práticas no laboratório de imunologia.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, prova teórica e/ou prática e relatório; - Será realizada também avaliação da participação do aluno nas atividades propostas nas aulas.
Bibliografia Sugerida
- ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; POBER, J.S. Imunologia celular e molecular. 3. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. 486 p. - JANEWAY, C.A. et al. Imunobiologia: o sistema imunológico na saúde e na doença. 4. ed. São Paulo: ARTMED, 2000. 634 p. - BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. - ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogn, 2011. - STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Qualidade CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Introdução ao controle de qualidade. Sistema da qualidade e gestão da qualidade. Padronização no laboratório clínico. Erros na realização de exames. Controle interno e externo da qualidade. Programas de acreditação ou credenciamento da qualidade. Padrões, calibradores e amostras controle. Normas e Legislação Pertinentes. Objetivos
Geral:
- Conhecer a política, a filosofia e o sistema de qualidade praticado em laboratório de
análises clínicas; Específicos: - Contribuir para diagnósticos, prevenção e prognósticos corretos por meio de análises e interpretação de materiais humanos; - Conhecer o sistema de controle de qualidade intralaboratorial e controle interlaboratorial; - Avaliar as condições funcionais dos equipamentos e aparelhos do laboratório. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Introdução ao controle de qualidade; - Sistema da qualidade e gestão da qualidade; - Padronização no laboratório clínico; - Identificar os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos de controle
de qualidade em laboratórios de análises clínicas; - Erros na realização de exames; - Controle interno e externo da qualidade; - Programas de acreditação ou credenciamento da qualidade; - Padrões, calibradores e amostras controle: materiais de referência; calibradores proteicos; materiais de controle; - Condições gerais e processos operacionais da RDC 302. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) -
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, estudos dirigidos, trabalhos e provas teóricas; - Será realizada também avaliação da participação do aluno nas atividades propostas nas aulas. Bibliografia Sugerida WESTGARD, J. O. Klee C.G. Quality management em Tietz textbook of clinical chemistry, Burts, Ashwood ER eds, W. B. Saunders Co., Philadelphia, 1994. LEVEY, S., JENNINGS, E. R. The use of control charts in the clinical laboratory. Am. J. Clin. Path., v. 20, p.1059-1966, 1950. PEREIRA, j. V., Bioquímica Clínica. Ed. Universitária/UFPB, 1998. 406p.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo CARGA HORÁRIA: 45h Ementa Fundamentos do empreendedorismo. Plano de negócios. Plano de carreira. Perfil do empreendedor. Objetivos
Geral - Compreender noções de empreendedorismo e sua aplicabilidade na vida profissional. Específicos - Adquirir conhecimentos básicos sobre empreendedorismo e gestão da vida profissional; Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) -
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Emprendedorismo: conceitos e história; o empreendedor; características empreendedoras e inovação; Plano de carreira: estrutura de um plano de carreira; oportunidades de emprego e trabalho no mercado de análises clínicas; mercado de trabalho e globalização; formação e qualificação professional; marketing pessoal; Plano de negócios: avaliação do Mercado; análise de oportunidades; planejamento e estrutura de um plano de negócios.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, estudos dirigidos, trabalhos e provas teóricas; - Será realizada também avaliação da participação do aluno nas atividades propostas nas aulas. Bibliografia Sugerida - CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao Espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004. - DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001. - HASHIMOTO, Marcos. Intraempreendedores: o motor de inovação das organizações. 2012. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira. - MOURA, Juliana G. A. Entrevista de Emprego. 2013. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/entrevista- de-emprego/69927/. - STEPHEN, Robbins, P. Comportamento Organizacional. 11. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
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Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Microbiologia CARGA HORÁRIA: 60h Ementa Meios de cultura. Técnicas de inoculação. Métodos de coloração. Técnicas de isolamento e identificação de bactérias e fungos. Diagnóstico bacteriológico e micológico. Patologias correlacionadas. Fatores de interferência nos resultados dos exames. Objetivos
- Conhecer as características gerais, doenças associadas e formas de isolamento e identificação dos principais grupos de bactérias patógenas humanas: Enterobactérias, Não- Fermentadores, Staphylococcus e Streptococcus; - Realizar procedimentos básicos de coleta, isolamento e identificação de bactérias e fungos; - Aprender como realizar teste de susceptibilidade aos antimicrobianos;
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
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Meios de cultura e processamento inicial de amostras biológicas; Características gerais, doenças associadas e formas de isolamento e identificação dos principais grupos de bactérias patógenas humanas: Enterobactérias, Não-Fermentadores, Staphylococcus e Streptococcus; Técnicas de isolamento e identificação bacteriana; Urocultura, coprocultura e hemocultura; Antibiograma; Técnicas de isolamento e identificação dos fungos; Classificação e diagnóstico laboratorial das principais micoses.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
-
Aulas, atividades e discussões utilizando ambiente virtual de aprendizagem MOODLE; Socialização do conhecimento por meio de fóruns de discussão; Aulas práticas no laboratório de microbiologia.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por atividades didáticas, provas teóricas e/ou práticas e relatórios; - Será realizada também uma avaliação contínua do aluno, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida
- MURRAY, P.R.; ROSENTHAL, KEN, S.; KOBAYASHI, G. S.; PFALLER, M.A. Microbiologia Médica, 3a. Ed. Guanabara Koogan, 2000. - OPLUSTIL, C. et al. Procedimentos básicos em microbiologia clínica. 3ed. São Paulo: Sarvier, 2010. - SIDRIM & ROCHA. Micologia médica à luz de autores contemporâneos. 1ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A.,2004. - TRABULSI, LUIZ RACHID; ALTERTHUM, FLAVIO. Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
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