N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 27/2013
Aprova o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade, em nível de Mestrado, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Agrárias.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (1)
- REVOGA (total)
Res. CONSEPE 23/2016 nesta norma: norma inteira → na outra: ementaefeito desde 18/04/2016 · regime de transição: será permitido ao aluno regularmente matriculado no Programa enquadrar-se nos termos desta Resolução, mediante solicitação formal“Revoga a Resolução nº 27/2013 do Consepe, aprova e dá nova redação ao Regulamento e à Estrutura Acadêmica do Programa de PósGraduação em Biodiversidade, em nível de Mestrado Acadêmico, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Agrárias.” fonte: texto · confiança alta
Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (5)
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 26/2013 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando os termos da Resolução nº 26/2013 deste Conselho, que criou o Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade, em nível de Mestrado, RESOLVE: Art. 1° Aprovar o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de PósGraduação em Biodiversidade, sob...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSUNI 08/2013 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - Consepe da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada pelo plenário, em reunião do dia 02 de maio de 2013...” fonte: texto · confiança alta
3 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CONSEPE 07/2013 em: Anexo I, art. 16“Resolução Consepe 07/2013, que estabelece as condições mínimas nos editais de seleção para ingresso em Programas de Pós-Graduação na UFPB.”
- citaRes. CONSEPE 12/2000 em: Anexo I, art. 1º“Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade (PPGBio), em nível de Mestrado, é vinculado ao Centro de Ciências Agrárias (CCA), atendendo à Resolução nº 12/00 do CONSEPE que dispõe sobre o...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 29“Art. 29 A língua estrangeira aludida no artigo 99 do Regimento Geral da UFPB será o Inglês.”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 26/2013→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSUNI 08/2013
- norma inteira← REVOGA (total) Res. CONSEPE 23/2016
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- irmã · 5 em comumRes. CONSEPE 79/2013
- irmã · 3 em comumRes. CONSEPE 34/2014
- paralela · 29 em comumRes. CONSEPE 60/2002
- paralela · 28 em comumRes. CONSEPE 48/2004
- paralela · 27 em comumRes. CONSEPE 36/2007
- paralela · 27 em comumRes. CONSUNI 14/2024
- paralela · 25 em comumRes. CONSUNI 02/2015
- paralela · 25 em comumRes. CONSUNI 25/2025
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 5 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 44 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N° 27/2013 Aprova o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade, em nível de Mestrado, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Agrárias. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - Consepe da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada pelo plenário, em reunião do dia 02 de maio de 2013 (Processo nº 23074.014960/13-69) e, Considerando os termos da Resolução nº 08/2013 do Conselho Universitário, que autorizou a criação do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade, em nível de Mestrado, da UFPB; Considerando os termos da Resolução nº 26/2013 deste Conselho, que criou o Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade, em nível de Mestrado, RESOLVE:
¶Art. 1° Aprovar o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de PósGraduação em Biodiversidade, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Agrárias da UFPB.
Parágrafo único. O Curso de que trata o caput deste artigo oferecerá uma área de concentração, denominada Biodiversidade e duas linhas de pesquisa: a) Diversidade de espécies e ecossistemas; e b) Uso e conservação da biodiversidade.
¶Art. 2º O Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade, em anexos, passam a fazer parte da presente Resolução.
¶Art. 3° Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 02 de maio de 2013. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
2
ANEXO I – À RESOLUÇÃO 27/2013 CONSEPE
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIODIVERSIDADE (PPGBio)
CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
¶Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade (PPGBio), em nível de Mestrado, é vinculado ao Centro de Ciências Agrárias (CCA), atendendo à Resolução nº 12/00 do CONSEPE que dispõe sobre o Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
¶Art. 2º O PPGBio possui a Área de Concentração em Biodiversidade, com as seguintes Linhas de Pesquisa:
a) Diversidade de espécies e ecossistemas
b) Uso e conservação da biodiversidade
¶Art. 3º O PPGBio tem por objetivo geral a capacitação de docentes e/ou pesquisadores para atuação no ensino e pesquisa, na área de Biodiversidade, com uma visão aprofundada e integrada de diversos aspectos que envolvem a caracterização e conservação da diversidade biológica.
Parágrafo Único A capacitação implica em habilitar o mestrando a exercer atividades em instituições de pesquisa e/ou de ensino superior, desenvolver espírito crítico em relação à produção acadêmica de sua área de atuação, promover o desenvolvimento científico e tecnológico de sua área de conhecimento e de áreas conexas, bem como a sua difusão e aplicação.
3
CAPÍTULO II DA ESTRUTURA DO PROGRAMA
SEÇÃO I DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
¶Art. 4º O PPGBio será constituído de um Colegiado, uma Coordenação e uma Secretaria, conforme estabelecido no Art.13 do Regulamento Geral dos Programas de PósGraduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
SEÇÃO II DO COLEGIADO
¶Art. 5º O Colegiado do PPGBio será constituído de acordo com o disposto no do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB nos termos do
¶artigo 14.
§ 1º O colegiado do Programa será constituído por 03 (três) docentes do núcleo permanente do programa, além de um Coordenador, Vice-Coordenador e do representante discente.
§ 2º O Coordenador, o Vice-Coordenador e demais docentes que comporão o colegiado serão escolhidos a cada dois anos pelo corpo docente e discente do programa mediante voto.
§ 3º O representante discente será escolhido pelo corpo discente do programa.
¶Art. 6º As atribuições do Colegiado estão definidas no Art. 15 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
SEÇÃO III
4
DA COORDENAÇÃO
¶Art. 7º Além das atribuições definidas no Art. 18 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba, compete ao Coordenador:
I - Convocar Reuniões Ordinárias bimestrais do Colegiado do Programa ou Extraordinárias;
II - Convocar Reuniões Gerais com a participação de todos os Docentes do Programa e/ou Alunos regularmente matriculados, para discutir sobre questões de interesse do Programa.
SEÇÃO IV DA SECRETARIA
¶Art. 8º As competências da Secretaria, apoio administrativo da Coordenação do Programa, estão definidas nos Art. 20 e 21 do Regulamento Geral dos Programas de PósGraduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
CAPÍTULO III DO FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA SUBCAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE
¶Art. 9º O Corpo docente será constituído como disposto no Art. 22 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
¶Art. 10. Para ser credenciado como membro do corpo docente do PPGBio, o Docente deverá encaminhar requerimento ao Colegiado do mesmo acompanhado dos seguintes documentos:
I - comprovante de Título de Doutor ou equivalente.
5
II - justificativa quanto aos projetos de pesquisa que pretende desenvolver e sua adequação à área de concentração do Programa.
III - apresentação de Curriculum Vitae (Modelo Plataforma Lattes), referente à produtividade nos últimos 3 (três) anos.
§1º A duração do credenciamento será de 3 (três) anos, referente ao triênio da CAPES.
§ 2º Para o recredenciamento, o interessado deverá apresentar ao Colegiado do Programa o Curriculum Vitae (Modelo Plataforma Lattes) atualizado nos últimos 03 (três) anos.
§ 3º O Colegiado indicará uma comissão para analisar os credenciamentos e recredenciamentos de docentes, de acordo com critérios estabelecidos pelo próprio Colegiado. Esses critérios serão mediados pelos indicadores de avaliação do corpo docente, atribuídos pela área de Biodiversidade da CAPES, para cursos com conceito quatro ou mais, de acordo com a avaliação vigente do PPGBio.
§ 4º O descredenciamento do docente, em caso de não atendimento aos termos do parágrafo anterior, será feito pelo Colegiado com base nos indicadores apresentados na resolução citada no parágrafo anterior.
¶Art. 11 Os Orientadores serão escolhidos entre os membros do corpo docente credenciado, preferencialmente entre os docentes do corpo permanente.
§1º A cada seleção, o Colegiado definirá critérios para aberturas de vagas por docente, mediada por indicadores de avaliação do corpo docente atribuídos pela CAPES, de acordo com a avaliação vigente do PPGBio.
¶Art. 12 As atribuições dos Orientadores constam do Art. 24 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
SUBCAPÍTULO II DO PROJETO E DESENVOLVIMENTO DA DISSERTAÇÃO
6
¶Art. 13 A versão final do projeto de pesquisa da dissertação deverá ser entregue pelo discente, com a concordância do Orientador, à Coordenação do Programa, até no máximo 06 (seis) meses após o ingresso do aluno no Programa.
§ 1º O projeto de pesquisa a que se refere o artigo anterior deve constar, no mínimo, de Título, Introdução, Objetivos, Material e Métodos, Referências Bibliográficas e Cronograma de Atividades.
§ 2º A apresentação do projeto de pesquisa de cada discente será realizada na disciplina Seminários de Pesquisa I, no primeiro semestre letivo, que será avaliada pelo professor da disciplina e, no mínimo, outro professor indicado pelo colegiado.
¶Art. 14 O não cumprimento do prazo referido no Art. 13 implicará no desligamento do discente junto ao Programa.
¶Art. 15 O prazo para conclusão do Mestrado é de 24 (vinte e quatro) meses, podendo, em casos excepcionais, haver prorrogação por mais 06 (seis) meses.
Parágrafo Único O pedido de prorrogação, devidamente justificado e com a concordância do orientador, deverá ser encaminhado pelo mestrando ao Colegiado do Programa, até no máximo três meses antes do prazo de conclusão, para a avaliação e decisão quanto à justificativa apresentada pelo discente.
SUBCAPÍTULO III DA ADMISSÃO AO PROGRAMA
SEÇÃO I DAS INSCRIÇÕES
¶Art. 16. O Colegiado do Programa publicará Edital para a seleção de novos candidatos, como disposto no Art. 26 do Regulamento Geral, com antecedência de no mínimo 30 (trinta) dias da data de início do processo seletivo, bem como de acordo com a
7
Resolução Consepe 07/2013, que estabelece as condições mínimas nos editais de seleção para ingresso em Programas de Pós-Graduação na UFPB.
¶Art. 17 Ao PPGBio poderão candidatar-se os portadores de diploma de Graduação Plena ou certificado de conclusão de Curso de Graduação Plena, em IES credenciada pelo CNE/MEC.
Parágrafo único: Para os candidatos que ainda não possuam a titulação exigida, fica assegurada a inscrição de acordo com o Parágrafo Único do Artigo 27 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
¶Art. 18 Para inscrição dos candidatos à seleção do Mestrado, serão exigidos:
I - Formulário de inscrição devidamente preenchido;
II - Cópia do diploma ou certificado de conclusão de Curso de Graduação Plena, exceto os candidatos contemplados pelo Parágrafo Único do Artigo 27 do Regulamento Geral dos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba
III - Histórico escolar de curso de graduação;
IV - Curriculum Vitae (Modelo Plataforma Lattes) documentado;
V - Duas cartas de recomendação emitidas por professores e/ou pesquisadores de IES ou instituições de pesquisa;
VI - Carta de aceite do orientador;
VII- Declaração de IES de origem, atestando inclusão do candidato no Programa Institucional de Capacitação Docente (PICDT), se for o caso;
VIII - Declaração de empresa ou órgão público conveniente com a Universidade, indicando o candidato, se for o caso;
IX - Cópia da Carteira de Identidade para brasileiros e Passaporte para estrangeiros;
X - Prova de estar em dia com as obrigações militares e eleitorais, caso o candidato seja brasileiro;
XI - Duas fotografias recentes e tamanho 3 x 4 (recentes);
XII – Anteprojeto de dissertação do candidato, assinados por ele e pelo orientador.
8
Parágrafo Único: A coordenação do Programa deferirá o pedido de inscrição à vista da regularidade da documentação apresentada pelo candidato.
¶Art. 19 O Colegiado do Programa definirá previamente o número de vagas disponíveis por orientador, a cada ano letivo, de acordo com as disponibilidades dos Professores Orientadores Credenciados e dos recursos de infraestrutura.
SEÇÃO II DA SELEÇÃO
¶Art. 20 A admissão de candidatos ao PPGBio far-se-á após aprovação e classificação em processo seletivo, em concordância com as normas gerais estabelecidas no Capítulo III,
Seção II, Subseção I do Regulamento Geral, bem como pelo Edital de seleção.
Parágrafo Único. Além da forma de admissão estabelecida no caput deste artigo poderá haver admissão por transferência, de acordo com o inciso X do Art. 15 do Regulamento Geral.
¶Art. 21 A seleção de candidatos para o Mestrado será realizada por uma Comissão de Seleção nomeada pelo Colegiado do Programa, constituída por até 06 (seis) Membros Titulares e 02 (dois) Membros Suplentes.
¶Art. 22 A seleção contemplará as seguintes etapas:
I - Primeira Etapa: avaliação escrita de conhecimentos básicos em Biodiversidade, segundo programa previamente estabelecido no edital de seleção;
II - Segunda Etapa: exame de proficiência na língua inglesa, constituído pela interpretação de um texto científico;
III - Terceira Etapa: Avaliação do Curriculum Vitae (Modelo Plataforma Lattes);
IV - Quarta Etapa: defesa do anteprojeto do candidato, e discussão sobre a relação do anteprojeto com trajetória acadêmica e perspectivas do próprio, aspectos referentes ao Curriculum Vitae, bem como outras informações solicitadas pela Comissão.
9
§ 1º As duas primeiras etapas serão eliminatórias, sendo necessário um aproveitamento mínimo de 70% em cada.
§ 2º Detalhes sobre os temas da avaliação escrita de conhecimentos básicos, bibliografias sugeridas, peso de cada etapa em relação ao resultados final, critérios de julgamento de cada etapa, prazos para recursos, entre outros, serão especificados no edital de seleção.
§ 3º O resultado final será expresso pelo total da soma dos pontos das quatro etapas, atingindo o valor máximo de 10 pontos.
¶Art. 23 O resultado do processo seletivo será divulgado tão somente pela relação dos candidatos aprovados e classificados, em ordem decrescente da pontuação, para as vagas disponíveis.
SEÇÃO - III DA MATRÍCULA
¶Art. 24 A matrícula dos candidatos aprovados e classificados no processo de Seleção, assim como dos alunos regulares do Programa, será efetuada na forma disposta nos Art. 31 e 32 e seus respectivos parágrafos do Capítulo III, Seção II, Sub-seção II do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Strictu Sensu da UFPB.
¶Art. 25 No ato da matrícula, todo aluno ingressante receberá indicação para adquirir cópia do presente Regulamento.
¶Art. 26 Poderá haver matrícula de aluno especial, conforme o Art. 34 e seus parágrafos do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Strictu Sensu da UFPB, desde que haja disponibilidade de vagas e concordância do docente da disciplina.
SEÇÃO IV
10
DO TRANCAMENTO E CANCELAMENTO DE MATRÍCULA
¶Art. 27 Os procedimentos para trancamento e cancelamento de matrícula se enquadram nos casos previstos no Capítulo III, Seção II, Sub-seção III, Art. 36, 37 e 38 e seus respectivos parágrafos, do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
SUBCAPÍTULO IV DO REGIME DIDÁTICO-CIENTÍFICO
SEÇÃO I DA ESTRUTURA CURRICULAR
¶Art. 28 O número mínimo de créditos para integralização do Programa de PósGraduação em Biodiversidade, nível de Mestrado, é de 24 (vinte e quatro) nas disciplinas constantes no referido Programa (Anexo).
§ 1º Dos 24 créditos, 10 devem ser integralizados nas disiplinas obrigatórias e os 14 créditos restantes, no mínimo, devem ser efetivados em disciplinas eletivas ou atividades complementares.
§ 2º Estágio de docência é uma atividade complementar, obrigatória para alunos bolsista CAPES e optativa para os demais alunos, que contabiliza um crédito prático, equivalente a 30 horas por semestre.
¶Art. 29 A língua estrangeira aludida no artigo 99 do Regimento Geral da UFPB será o Inglês.
¶Art. 30 O ano escolar constará de dois períodos letivos, cujo início e fim serão determinados na programação acadêmica de cada um deles.
11
¶Art. 31 Os Discentes poderão cursar um terço dos créditos em disciplinas de domínio conexo em outros programas, por indicação do Orientador, nesta ou em outra Instituição.
¶Art. 32 O Colegiado do Programa fixará semestralmente o conjunto de disciplinas a serem oferecidas.
SEÇÃO II DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ACADÊMICO; DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS; DO DESLIGAMENTO E DO ABANDONO
¶Art. 33 A verificação do rendimento escolar será realizada na forma disposta nos artigos 45 e 46 e seus respectivos parágrafos do Regulamento Geral dos Programas de PósGraduação da UFPB.
¶Art. 34 O aproveitamento de estudos obedecerá ao que dispõem os artigos 49, 50 e 51 e seus respectivos parágrafos do Regulamento Geral dos Programas de Pós- Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba.
¶Art. 35 O Colegiado do Programa decidirá sobre a aceitação de créditos obtidos em disciplinas cursadas na UFPB ou em outra IES, comparando as ementas e conteúdo programático com aquelas da estrutura acadêmica do PPGBio.
¶Art. 36 Os casos de desligamento e abandono estão previstos nos Art. 53 e 54 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.
SEÇÃO III DA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE MESTRE
¶Art. 37 As competências do orientador do trabalho final estão definidas nos artigos 22, 23 e 24 do Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.
12
¶Art. 38 Para obtenção do título de Mestre deverá o aluno, dentro dos prazos estabelecidos, satisfazer os seguintes itens:
I - Ter Integralizado no mínimo 24 créditos em disciplinas e atividades acadêmicas;
II - Ter o projeto de pesquisa da dissertação aprovado de acordo com o artigo 14 deste Regulamento;
III - Ter no mínimo um trabalho científico, relacionado com a dissertação, comprovadamente submetido a um periódico classificado com extrato mínimo ou superior na lista Qualis, ou equivalente, da CAPES, exigido como qualidade na área de Biodiversidade (Exemplo atual: B2+).
IV - Ter sido aprovado em defesa pública de Dissertação pela Comissão Avaliadora.
¶Art. 39 A Dissertação, exigida para obtenção do título de Mestre, será julgada por uma Comissão Avaliadora composta por três membros titulares e um suplente designados pelo Colegiado do Programa, sendo um dos membros titulares necessariamente externo ao PPGBio.
Parágrafo único: A designação dos membros da banca deve ser aprovada pelo Colegiado do Programa tendo em vista a experiência com o tema objeto da dissertação, comprovada em currículo dos referidos membros.
¶Art. 40 A apresentação e a aprovação da Dissertação deverá observar os seguintes critérios:
I - A apresentação oral do discente terá a duração máxima de 40 minutos, tendo cada examinador até 40 minutos, para argüir e ouvir as respostas do discente.
II - A avaliação deverá ser feita de acordo com as normas descritas nos artigos 64 e 65 do Regulamento Geral;
III - O conceito final corresponderá à maioria dos conceitos atribuídos pelos examinadores de acordo com normas estabelecidas pelo Colegiado do Programa, os quais se reunirão em sessão privada, após a apresentação.
IV – Em casos que a Dissertação necessite de pequenas correções de erros que podem comprometer o trabalho, os membros da banca definirão um período de correção e
13
re-envio da versão final da Dissertação para os mesmos confirmarem se as correções foram realizadas.
V - O conceito final será registrado em ata pela secretaria do programa.
¶Art. 41 A declaração da defesa será fornecida imediatamente após a aprovação da dissertação pela banca examinadora.
¶Art. 42 O diploma só será expedido após o interessado cumprir o disposto no artigo 38, respeitando o prazo máximo de 30 (trinta) dias após a aprovação da Dissertação, para a entrega de 06 (seis) exemplares definitivos da mesma na Coordenação do Curso, com a aprovação documentada pelos membros da Comissão de Avaliação.
CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
¶Art. 43 Os casos omissos no presente Regulamento serão decididos pelo Colegiado de Programa, conforme o Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.
¶Art. 44 O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua publicação.
14
ANEXO I – À RESOLUÇÃO 27/2013 CONSEPE
Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biodiversidade do Centro de Ciências Agrárias, com a oferta do Curso de Mestrado.
I – Componentes curriculares integrantes da estrutura acadêmica:
I.1 - Componentes Curriculares Obrigatórios:
15
O estudante deverá cumprir 10 créditos em disciplinas obrigatórias, indicadas no quadro abaixo: Disciplina
Créditos Teórico
Prático
Horas
Departamentos
Total
Conservação da Biodiversidade
4
4
60
DCB/DFCA
Organização da Biodiversidade
4
4
60
DCB/DFCA
Seminários de Pesquisa I
1
1
30
DCB
Seminários de Pesquisa II
1
1
30
DCB
Obs. 1 crédito teórico equivale a 15 horas e um crédito prático equivale a 30 horas.
I.2 Componentes Curriculares Eletivos:
O estudante deverá cumprir, no mínimo, 14 créditos em disciplinas eletivas indicadas no quadro abaixo, ou atividades complementares.
Disciplina
Créditos
Horas
Departamentos
Teórico
Prático
Total
Bioestatística
4
0
4
60
DCFA
Sistemática e Filogenia Vegetal
3
1
4
75
DCB
Invasão Biológica
2
1
3
60
DFCA
Avaliação de Impactos Ambientais
2
1
3
60
DFCA
Ecologia de Populações e Comunidades
3
1
4
75
DFCA
16
Ecologia de Ecossistemas terrestres
3
1
4
75
DCB/ DFCA/DSE
Ecologia de Ecossistemas aquáticos continentais
3
1
4
75
DFCA
Ecologia de Campo
1
3
4
105
DCB
Princípios Básicos e Métodos em Etnoecologia
2
1
3
60
DFCA
Biogeografia
3
1
4
75
DCB
Genética de populações aplicada à conservação da biodiversidade
3
1
4
75
DCB
Citogenética
3
1
4
75
DCB
Genética Molecular aplicada a conservação da biodiversidade
3
1
4
75
DCB
Entomologia
2
1
3
60
DCB
Ictiologia
2
1
3
60
DCB/ DSE
Herpetologia
2
1
3
60
DCB/ DSE
Ornitologia
2
1
3
60
DCB
Ecofisiologia Vegetal
2
1
3
60
DCB/DFCA
Biologia reprodutiva de plantas
2
1
3
60
DCB
Metodologia e Redação Científica
2
0
2
30
DCB
Tópicos especiais I
2-4
30-60
DCB
Tópicos especiais II
2-4
30-60
DCB
Horas
Departamentos
I.3 Atividades Complementares
Disciplina
Créditos
17
Teórico
Prático
Total
0
1
30
Estágio Docência
30
DCB
II - Ementário dos Componentes Curriculares Integrantes da Estrutura Acadêmica
II.1 - Componentes Curriculares Obrigatórios
1. Seminários de Pesquisa I Participação e apresentação de projetos de dissertação de mestrado referentes ao projeto em andamento.
2. Seminários de Pesquisa II Participação e apresentação de dados e resultados preliminares de dissertação de mestrado referentes ao projeto em andamento.
3. Conservação da Biodiversidade Biologia da Conservação: Definição geral; fundamentos; medindo a diversidade biológica; extinção e economia; considerações éticas; ameaças a diversidade biológica; conservação de populações e espécies; conservação de comunidades; hotspots; populações humanas e conservação; unidades de conservação (UCs); espécies invasoras e conservação; genética da conservação; ecoturismo e biodiversidade.
4. Organização da Biodiversidade Um histórico sobre o estudo da biodiversidade; Espécie: conceitos, especiação e radiação; Seleção Natural e Variação; Genética e Seleção Natural; Árvore da vida: entendendo as ramificações; Populações e comunidades; Visão Geral de fatores limitantes da organização de populações e comunidades; Visão Geral de estrutura e funcionamento de ecossistemas: interações, ciclos e fluxos.
II.2 - Componentes Curriculares Eletivos
18
5. Bioestatística O papel da Estatística na área biológica; Análise descritiva e exploratória de dados; Introdução à probabilidade e qualidade de testes diagnósticos; Algumas distribuições de probabilidade; Introdução à inferência estatística; Comparação de dois grupos: inferência sobre duas médias; Análise de dados categorizados; Análise de variância; Análise de correlação e regressão.
6. Sistemática e Filogenia Vegetal Estudo da sistemática vegetal focado na filogenia e identificação dos grandes grupos de fanerógamas, especialmente aqueles com maior riqueza nos ambientes terrestres e epifíticos da região Nordeste.
7. Invasão Biológica Generalidades. O Processo de Invasão Biológica por Espécies Vegetais. Características e Potenciais das Espécies Invasoras. Impactos das Espécies Invasoras nas Comunidades e Ecossistemas. Interferência dos Fatores Antropogênicos. Estratégias e Métodos de Prevenção e Controle de Espécies Invasoras. Invasão Biológica na Caatinga e Ecossistemas Associados. Estudos de Caso.
8. Avaliação de Impactos Ambientais AIA: Fundamentos e Aplicações. O Processo de AIA subjacente às Ações de Empreendedorismo. Legislação Específica. Tipos, Objetivos e Metodologias Utilizadas na Avaliação de Impactos Ambientais. Previsão de Impactos Ambientais. Elaboração e Análise de EIA/RIMA. Licenciamento Ambiental. A Participação Social no processo de AIA. Estudos de Caso.
9. Ecologia de Populações e Comunidades Definições populações e comunidades em Ecologia. Parâmetros e atributos. Métodos para estudo da ecologia de populações e comunidades. Crescimento e regulação de populações: Modelos populacionais. Relações interespecíficas. Dinâmica de populações. Matrizes de projeção. Estrutura espacial: Metapopulações e inclusão do espaço nos modelos populacionais. Biodiversidade e modelos de distribuição de espécies. Fatores ecológicos e a estrutura de comunidades. Métodos empíricos para análise de estrutura de comunidades. Heterogeneidade espacial e temporal. Dinâmica de comunidades. Equilíbrio ecológico e
19
aspectos teóricos: Comunidades em equilíbrio e não equilíbrio. Metacomunidades. Aspectos de macroecologia.
10. Ecologia de Ecossistemas terrestres Revisão de conceitos; Estrutura e funcionamento de ecossistemas terrestres com ênfase em ecossistemas nordestinos; Fluxo de energia e matéria em ecossistemas terrestres; Produção primária, secundária; Fatores abióticos na formação de ecossistemas terrestres; Biomas; Ecossistemas artificiais ou alterados (Agroecossistemas); Escalas em ecossistemas terrestres continentais: Delineamento observacional e experimental; Hipóteses em estudos científicos; Mudanças climáticas e seus efeitos nos ecossistemas; Invasão biológica; Influência da forma do solo no clima; Influência da vegetação no clima; Conceitos Fundamentais em Ecologia de Paisagem. Estudo teórico-prático dos elementos que compõem as paisagens e suas interrelações. Feições das paisagens no contexto hierárquico de sistemas ecológicos com enfoque integrador. Uso de técnicas avançadas que permitem o reconhecimento, a organização, o funcionamento e a dinâmica dos elementos que reunidos compõem o mosaico heterogêneo da paisagem.
11. Ecologia de Ecossistemas aquáticos continentais Estrutura Dinâmica, funcionamento de ecossistemas aquáticos continentais, com ênfase em corpos d´água do semiárido: Escalas em ecossistemas aquáticos continentais: Delineamento observacional e experimental; Hipóteses em estudos científicos.; Caracterização dos compartimentos; Variáveis físicas e químicas; comunidades aquáticas e interações tróficas; Fluxo de energia e matéria em ecossistemas aquáticos. Produção primária, secundária. Teorias aplicáveis a ecossistemas aquáticos continentais: estados de equilibrio, hipótese do distúrbio intermediário, lagos rasos. Indices binários: conceitos e cálculos, demais análises aplicáveis. Ecossistemas aquáticos do semiárido: ambientes intermitentes e perenes. Ação antropogênica e conservação: Eutrofização, Invasões biológicas, Legislação associada aos Recursos Hídricos.
12. Ecologia de Campo Investigação científica e procedimentos de campo, tais como: zoologia, limnologia e botânica. Formulação de hipóteses, métodos de amostragem e análise de dados. Registro e interpretação de dados de campo. Elaboração de relatórios de expedições de campo. Redação e Comunicação científica, oral e escrita.
20
13. Princípios Básicos e Métodos em Etnoecologia Definição geral; populações tradicionais; etnobiologia, sustentabilidade e florestas tropicais; etnoecologia; etnozoologia; etnobotânica aplicada e histórica; encontros e desencontros em pesquisa de campo; métodos e técnicas; utilização de recursos animais e vegetais; povos e paisagens; classificação etnobiológica; saber tradicional e repartição de benefícios; etnoconservação.
14. Biogeografia Contexto histórico da biogeografia. Biogeografia Histórica e Ecológica. Padrões e processos biogeográficos. Biogeografia de ilhas. Métodos em Biogeografia Histórica: Áreas de Endemismo, Centro de Origem e Dispersão, Biogeografia Filogenética, Panbiogeografia; Biogeografia Cladística, Análise de Parsimônia de Endemismo, Análise Cladística de Distribuição e Endemismo e Filogeografia; Sistemática e Biogeografia; Biogeografia na América do Sul; Biogeografia da Conservação.
15. Genética de populações aplicada à conservação da biodiversidade Histórico Modelo Populacional, Processos de Estimação das Frequências Gênicas, Causa de Mudanças nas Frequências Gênicas, Estrutura Genética das Populações e Técnicas de Análise Genética das Populações.
16. Citogenética Essa disciplina visa inicialmente fornecer uma base geral teórica e prática da citogenética para que o aluno possa compreender o uso desse tipo de dados na caracterização das espécies. Para isso, serão abordadas as principais técnicas de investigações cromossômicas clássicas e moleculares. A partir dessa informação será discutida a variabilidade citogenética e o seu significado na taxonomia e evolução das espécies.
17. Genética Molecular aplicada a conservação da biodiversidade Estudo dos mecanismos moleculares envolvidos nos processos de replicação do DNA, transcrição e processamento do RNA, síntese protéica, endereçamento de proteínas, regulação da expressão gênica, organização e funcionamento do genoma e técnicas moleculares aplicadas à caracterização da biodiversidade e conservação das espécies em geral e com ênfase em ecossistemas nordestinos.
21
18. Entomologia Importância, diversidade e conservação dos insetos. Anatomia externa, interna e fisiologia dos insetos. Biologia, reprodução e desenvolvimento dos insetos. Ecologia e Nutrição dos insetos. Sistemática dos insetos: filogenia e classificação.
19. Ictiologia Escopo e histórico da Ictiologia, a perspectiva brasileira; generalidades sobre o plano estrutural dos peixes, distribuição, habitats, comportamentos e outros aspectos gerais, números; bases da história evolutiva dos peixes, diversidade geral e suas relações filogenéticas; diversidade da ictiofauna associada à caatinga e brejos de altitude nordestinos no contexto da ictiofauna neotropical.
20. Herpetologia Herpetologia: Definição geral e aspectos históricos; Herpetologia como estudo de campo (Métodos de amostragem, coleta e preparação de anfíbios e répteis); considerações éticas nos estudos sobre anfíbios e répteis; procedimentos gerais adotados nas coleções herpetológicas; evolução e relações filogenéticas em anfíbios e répteis; aspectos reprodutivos (reprodução e modos reprodutivos); ecofisiologia e ecologia comportamental; ecologia e biogeografia, classificação e diversidade (com ênfase na herpetofauna brasileira), biologia da conservação e etnohepetologia.
21. Ornitologia História da Ornitologia; Taxonomia e sistemática dos grupos recentes, com ênfase em aves neotropicais; Biologia de Aves: morfologia, fisiologia e parâmetros reprodutivos e de mudas. Migração. Ecomorfologia e estudos correlatos. Aspectos relacionados à extinção. Nível de sensibilidade; Biogeografia de Aves na América do Sul; Ecologia de populações de Aves: estudos de marcação e recaptura. Estimativas populacionais e seus diferentes métodos. Ecologia de comunidades: abordagens, métodos de estudo e análise. Levantamentos de aves nos neotrópicos - uso de diferentes métodos: transecções lineares, pontos de escuta, playback, mapeamento de territórios, redes de neblina, rádio monitoramento, etc. Métodos em ecologia comportamental e interações biológicas aplicados ao estudo da avifauna; Biologia da conservação e etnoornitologia.
22. Ecofisiologia Vegetal
22
O ambiente das plantas. Balanço de carbono nas plantas. Metabolismo secundário. Utilização dos elementos naturais. Relações hídricas. Influência do ambiente sobre o crescimento e o desenvolvimento. Hormônios vegetais. A planta sob estresse. Resposta vegetal as mudanças climáticas.
23. Biologia reprodutiva de plantas Biologia Floral: conceito, importância, aspectos evolutivos da flor, aplicação a processos de polinização; Polinização: conceito, importância, polinização abiótica e polinização biótica, síndromes de polinização; Recursos florais; Visitantes Florais: polinizadores e pilhadores; Biologia Reprodutiva: sistemas sexuais, sistemas reprodutivos, estratégias para evitar autopolinização e mecanismos de autoincompatibilidade; Dispersão: conceito, biologia dos diásporos, recursos frugívoros, síndromes e sistemas de dispersão; Técnicas em biologia floral e reprodutiva.
24. Metodologia e Redação Científica Introdução a Metodologia Científica. Normas para confecção de trabalhos científicos. Comunicação científica (Regras gerais para apresentação de textos científicos), variações segundo diferentes tipos de periódicos; Técnicas de redação de artigos científicos; Índice de Impacto; Sistema Qualis; uso do software "Mendeley". Redação de um artigo científico obedecendo as exigências de “Instrução de Autores” de um periódico de boa qualidade convenientemente escolhido.
25. Tópicos especiais I Tópicos atuais em Biodiversidade. Conteúdo programático variável, estabelecido em cada oportunidade, de acordo com o interesse e conveniência do corpo docente e discente.
26. Tópicos especiais II Tópicos atuais em Biodiversidade. Conteúdo programático variável, estabelecido em cada oportunidade, de acordo com o interesse e conveniência do corpo docente e discente.
