N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 04/2024
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, Presencial, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias/CCHSA, Campus III, desta Universidade.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (24)
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, que orientam a elaboração curricular;” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, Considerando a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, que dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, Considerando a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, que dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos...” fonte: texto · confiança alta
- REVOGA (total) · sugestão
Res. CONSEPE 76/2006 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo PPC do mesmo curso — 'ciencias agrarias' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
20 citação(ões) simples (REMETE A)
- cita
- cita
- citaConstituição Federal de 1988 em: Anexo IV“Estudos da Legislação queregula a igualdade racial, a inclusão do ensino de História, Cultura Afro-Brasileira, Africana eIndígena no currículo escolar, na perspectiva da Educação para as Relações...”
- cita
- cita
- citaRes. CNE/CP 1/2004 em: Anexo IV“Resolução CP/CNE nº 1, de 17 de junho de 2004: Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História eCultura Afro-Brasileira e Africana;”
- citaDecreto 5.154/2004 em: Anexo IV“Atualiza as Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio e para a educação profissional de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/04.”
- cita
- citaLei 10.639/2003 em: Anexo IV“Estudos da Legislação queregula a igualdade racial, a inclusão do ensino de História, Cultura Afro-Brasileira, Africana eIndígena no currículo escolar, na perspectiva da Educação para as Relações...”
- citaLei 11.645/2008 em: Anexo IV“Estudos da Legislação queregula a igualdade racial, a inclusão do ensino de História, Cultura Afro-Brasileira, Africana eIndígena no currículo escolar, na perspectiva da Educação para as Relações...”
- cita
- citaLei 12.288/2010 em: Anexo IV“Estudos da Legislação queregula a igualdade racial, a inclusão do ensino de História, Cultura Afro-Brasileira, Africana eIndígena no currículo escolar, na perspectiva da Educação para as Relações...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“Objetivo do Curso O Curso de Graduação em Ciências Agrárias tem como objetivo formar profissionais da educação Licenciados na área das Ciências Agrárias de acordo com os fins previstos no art. 2º...”
- cita
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo IV“Regulamenta o parágrafo 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da LDB 9.394/96.”
- citaPort. Interministerial MEC 284/2018 em: Anexo IV“Portaria Interministerial nº 284, de 30 de maio de 2018.”
- cita
- citaRes. CONSEPE 02/2022 em: art. 4º“§2º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE e descrita na Composição Curricular no Anexo II.”
- citaRes. CONSEPE 02/2022 em: Anexo IV“Serão destinadas 15 horas para realização de atividades de extensão em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.”
- cita
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 02/2022→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 29/2020
- norma inteira→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 76/2006 (sugestão)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 87 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 76 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 64 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 59 em comumRes. CNE/CP 4/2018
- paralela · 58 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 56 em comumRes. CNE/CEB 8/2012
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 31 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 9 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 04/2024 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, Presencial, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias/CCHSA, Campus III, desta Universidade.
O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião ordinária nº 06/2023, realizada em 13 de dezembro de 2023 (Processo nº 23074.066613/2021-90), e Considerando a necessidade de capacitação de profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área de Ciências Agrárias; Considerando os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; Considerando as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, que orientam a elaboração curricular; Considerando a Resolução nº 2 do CNE/CP, de 20 de dezembro de 2019, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial de professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a formação inicial de professores para a Educação Básica (BNC-Formação); Considerando a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal da Paraíba, Considerando a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, que dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus e modalidades no âmbito da UFPB. RESOLVE:
¶Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, modalidade Licenciatura, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, no Campus III.
§1º Compreende-se o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, como sendo o conjunto de ações sócio-políticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destinam a orientar a concretização curricular do referido Curso.
§2º As definições relativas aos objetivos do Curso, perfil profissional, e competências, habilidades e campo de atuação dos formandos encontram-se relacionadas no Anexo I.
¶Art. 2º O Curso de Ciências Agrárias tem como finalidade conferir o grau de Licenciado em Ciências Agrárias aos alunos que cumprirem as determinações constantes na presente Resolução.
¶Art. 3º O Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, funcionará no Turno Integral, com a duração mínima de 08 (oito) e máxima de 12 (doze) períodos letivos e o currículo será integralizado em 3.390 (três mil trezentas e noventa) horas/aula, equivalentes a 226 (duzentos e vinte e seis) créditos.
Parágrafo único. Será permitida a matrícula em no mínimo 285 (duzentas e oitenta e cinco) horas ou 19 (dezenove) créditos por período letivo e no máximo 420 (quatrocentas e vinte) horas ou 28 (vinte e oito) créditos.
¶Art. 4º A estrutura curricular, integrante do Projeto Pedagógico, resulta de conteúdos fixados de acordo com as especificações da tabela abaixo, sendo desdobrados conforme especificado no Anexo II.
DISTRIBUIÇÃO
CARGA HORÁRIA
CRÉDITOS
%
1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS 1.1 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA
810
54
24,0
1.2 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO GERAL
720
48
21,2
1.3 ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS
405
27
11,9
1.4 PRÁTICAS DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
405
27
11,9
2. CONTEÚDOS COMPLEMENTARES 2.1 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIOS
660
44
19,5
2.2 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS
270
18
8,0
2.3 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS
120
08
3,5
3.390h
226
100
TOTAL * Cada crédito equivale a 15 h/aula.
§1º Os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.
§2º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE e descrita na Composição Curricular no Anexo II.
¶Art. 5º Os componentes curriculares serão do tipo:
I – disciplinas;
II – atividades:
a) de iniciação à pesquisa e/ou extensão;
b) de monitoria;
c) participação em eventos.
Parágrafo único. Os componentes Trabalho de Conclusão de Curso, Estágios e os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso, através de Resolução Interna, para fins de integralização curricular.
¶Art. 6º O Curso adotará o regime de créditos.
Parágrafo único. O fluxo curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, em períodos letivos, será feita conforme especificado no Anexo III e as equivalências para este PPC estarão descritas no
Anexo V.
¶Art. 7º O Projeto Pedagógico do Curso de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso.
¶Art. 8º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 08 (oito) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sóciopolítico-educativas.
Parágrafo único. Adaptações curriculares serão aprovadas pelo Colegiado do Curso e os Departamentos envolvidos, e encaminhadas ao CONSEPE, ouvida a Pró-Reitoria de Graduação, para aprovação.
¶Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 08 de março de 2024.
Valdiney Veloso Gouveia Presidente Presidente
ANEXO I da Resolução nº 04/2024 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, do Campus III da UFPB. DEFINIÇÕES DO CURSO
• •
• • • • • •
1. Objetivo do Curso O Curso de Graduação em Ciências Agrárias tem como objetivo formar profissionais da educação Licenciados na área das Ciências Agrárias de acordo com os fins previstos no art. 2º da Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), com formação técnica-pedagógica e preparo humanístico necessários para o pleno exercício da profissão, comprometidos com a melhoria da qualidade da educação básica e profissionalizante, articulando atividades de pesquisa, ensino e extensão, garantindo-lhes um desenvolvimento profissional pautado em ações nos diferentes níveis da educação, com competência técnica, comportamento ético e responsabilidade social, sobretudo em sua região, incorporando sempre a consciência de proteção ambiental e de formação continuada para o exercício pleno da cidadania. Os Objetivos Específicos são: Possibilitar uma formação técnica-educacional em Ciências Agrárias, compatível com os saberes dominantes e as perspectivas de desenvolvimento aplicadas à realidade do mundo rural; Habilitar profissional educador-pesquisador em Ciências Agrárias, com competência técnica e domínio didático-pedagógico para o exercício da docência junto a instituições de educação básica e/ou profissionalizante, bem como de ensino superior, pública ou privada, e a organizações sociais que desenvolvem educação não escolar; Contribuir para o aperfeiçoamento dos métodos e técnicas de ensino profissionalizante na área de Ciências Agrárias, através do estímulo à investigação científica, com ênfase na análise e solução de problemas técnicos e educacionais relacionados às práticas agropecuárias e agroindustriais; Desenvolver atividades didático-pedagógicas que promovam a construção de conhecimentos multi e interdisciplinares do currículo, com ações teórico- práticas compatíveis com a realidade vivenciada e suas potencialidades de mudança e inovação; Possibilitar ao licenciando conhecimentos provenientes de matrizes didático- críticas que fundamentem o processo da produção, reelaboração e aplicação de novos conhecimentos no campo das Ciências Agrárias; Desenvolver atividades didático-pedagógicas nas quais a construção do conhecimento seja articulada a partir de uma visão interdisciplinar do currículo, priorizando a unidade teoria-prática com ênfase na proteção, preservação, conservação e recuperação do ambiente; Promover atividades didático-pedagógicas em que sejam empregados métodos ativos que contemplem a investigação, a análise, a reflexão e a solução de problemas inerentes à cidadania vivenciada nas Ciências Agrárias; Planejar e executar atividades de ensino, pesquisa e extensão que permitam a melhoria do ensino público, ensino profissionalizante e universitário com a devida especialização, bem como, da organização dos movimentos sociais.
2. Perfil do Licenciado em Ciências Agrárias Propõe-se a formação de um profissional crítico e ético, de base generalista, o qual detenha conhecimentos teórico-metodológicos que possam fundamentar o exercício da docência e a coordenação de programas que articulem as experiências educacionais e alternativas relacionadas ao mundo do trabalho no campo das Ciências Agrárias. O curso habilita o egresso a lecionar disciplinas básicas, técnicas e tecnológicas, compatíveis com suas atribuições, no Ensino Fundamental, Médio, Técnico e Tecnológico e no Ensino Superior, compreendendo uma formação geral de ensino, pesquisa e extensão e abrangendo os conteúdos curriculares de Ciência e Tecnologia em Agricultura, Zootecnia, Biologia, Química, Economia e Administração Agropecuária.
3. Competências e Habilidades Profissionais O contexto histórico atual exige, pois, que o profissional desenvolva habilidades de comunicação, iniciativa e criatividade na produção de conhecimentos e de tecnologias que resultem numa relação sustentável entre o homem e a natureza.
• • • • • • • • • • • •
Algumas dessas competências são: interpretar os determinantes políticos, sociais, econômicos, culturais e ambientais das bases produtivas, avaliando suas implicações nos meios urbano e rural; compreender a formação/operacionalização das cadeias produtivas agrícolas regionais, levando em conta sua inserção nos vários níveis de mercado; interpretar o conceito de sustentabilidade pela heterogeneidade dos seus ecossistemas e agroecossistemas e a natureza diferenciada dos agricultores locais; diagnosticar as necessidades educacionais do ponto de vista técnico, social e cultural, a partir das práticas desenvolvidas no mundo das Ciências Agrárias; apoiar o desenvolvimento de projetos institucionais, tomando em consideração as práticas desenvolvidas na área rural, visando à melhoria dos serviços educacionais prestados à comunidade; desenvolver processos e novos métodos de ensino compatíveis com as necessidades reais do mundo do trabalho; gerenciar atividades relativas a organizações educacionais e à cadeia produtiva agroindustrial; atuar em equipes multidisciplinares articulando os diferentes saberes dos grupos envolvidos. Em seu perfil, o egresso possui graduação em nível de licenciatura, com ampla formação técnica e pedagógica, preparo humanístico, sócio-político e em princípios éticos e legais na área de Ciências Agrárias, com habilidades para a construção e transmissão do saber. Atua de forma integrada como agente de pesquisa e desenvolvimento em organizações, entidades e movimentos sociais que envolvam a produção de pesquisa, extensão e o desenvolvimento de atividades educacionais no campo das Ciências Agrárias. São habilidades específicas do egresso: Exercer atividades docentes em espaços de educação formal e não formal, escolar e não escolar; Atuar no campo da gestão escolar; Pesquisar, elaborar e executar projetos em sua área de formação; Atuar em ações de desenvolvimento comunitário, desenvolvimento rural e desenvolvimento urbano nos aspectos relacionados às temáticas inerentes a sua formação; Exercer a função de extensionista rural (Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER e Assessoria Técnica Social e Ambiental – ATES) e no campo do cooperativismo, associativismo e empreendedorismo; Coordenar e articular equipes multidisciplinares.
4. Campo de Atuação Profissional Escolas de Ensino Básico (Fundamental e Médio); Escolas Técnicas Profissionalizantes e Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia; Instituições de Ensino Superior; Escolas Famílias Agrícolas, Casas Familiares Rurais e Escolas de Educação do Campo; Empresas de assistência técnica e extensão rural, social e ambiental; Cooperativas; Associações e ONG’s nas esferas municipal, estadual e federal; Instituições de pesquisas agropecuárias e agroindústria.
ANEXO II da Resolução nº 04/2024 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, do Campus III da UFPB. Composição Curricular do Curso de Licenciatura em Ciências Agrárias COMPOSIÇÃO CURRICULAR
1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS 1.1 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA COMPONENTE CURRICULAR
C. H.
PRÉ-REQUISITO
Currículo e Trabalho Pedagógico
60
-
Didática
60
-
Educação Ambiental
45
-
Educação e Inclusão Social e Direitos Humanos
60
-
Ensino da Criação Animal
45
-
Ensino de Fitotecnia
45
-
Fundamentos Antropofilosóficos da Educação
60
-
Fundamentos Biológicos e Psicossociais da Educação
60
-
Fundamentos Psicológicos da Educação
60
-
Fundamentos Sócio-Históricos da Educação
60
-
Libras - Língua Brasileira de Sinais - CCHSA
60
-
Metodologia do Ensino das Ciências Agrárias
45
-
Planejamento e Gestão Escolar
45
-
Política e Gestão da Educação
60
-
Relações Étnico-Raciais, História e Cultura AfroBrasileira, Africana e Indígena TOTAL
45
-
810
-
1.2 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO GERAL Anatomia e Fisiologia Animal
60
-
Anatomia Vegetal
45
Biologia Geral
Biologia Geral
45
-
Bioquímica
60
Química Orgânica
Elementos de Matemática
60
-
Estatística Experimental
60
Elementos de Matemática
Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
60
Ensino de Fitotecnia
Fisiologia Vegetal
45
Bioquímica
Forragicultura
30
-
Introdução à Agroindústria
30
-
Língua Portuguesa
45
-
Microbiologia Agrícola
45
Biologia Geral
Nutrição Animal
45
Anatomia e Fisiologia Animal
Química Geral
45
-
Química Orgânica
45
-
720
-
Estágio Supervisionado I – Educação Escolar
90
-
Estágio Supervisionado II – Educação Escolar
105
Estágio Supervisionado III – Extensão Rural
105
Estágio Supervisionado I – Educação Escolar -
Estágio Supervisionado IV – Extensão Rural
105
TOTAL 1.3 ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS
TOTAL
405
Estágio Supervisionado III – Extensão Rural -
1.4 PRÁTICAS DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (PICs) PIC I – Extensão e Educação do Campo
60
-
PIC II – Extensão em Comunidades Rurais
60
-
PIC III – Química e Biologia
30
Química Geral e Biologia Geral
PIC IV – Fitotecnia e Anatomia Vegetal
30
Ensino de Fitotecnia e Anatomia Vegetal
PIC V – Fruticultura e Olericultura
30
Fruticultura e Olericultura
PIC VI – Bovinos, Ovinos e Caprinos
30
PIC VII – Fitossanidade e Culturas Regionais
30
Produção de Bovinos e, Produção de Caprinos e Ovinos Fitossanidade e Culturas Regionais
PIC VIII – Aves e Suínos
30
Produção de Aves e Produção de Suínos
PIC IX – Agroindústria
30
Introdução à Agroindústria
PIC X – TCC I
30
-
PIC XI – TCC II
45
PIC X – TCC I
405
-
TOTAL
2. CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
2.1 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIOS Administração Rural
30
-
Culturas Regionais
30
-
Desenho e Topografia
45
-
Economia Rural
30
-
Fitossanidade
60
-
Fruticultura
30
-
Irrigação e Drenagem
45
-
Metodologia do Trabalho Científico
30
-
Olericultura
30
-
Produção de Abelhas
30
-
Produção de Aves
45
-
Produção de Bovinos
45
-
Produção de Caprinos e Ovinos
45
-
Produção de Suínos
45
-
Tecnologias de Produtos de Origem Animal e Vegetal – TPOAV
45
-
Zoologia
30
-
UCE – Ciências Agrárias – Extensão Rural
45
-
660
-
TOTAL
2.2 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS - Os discentes deverão integralizar um mínimo de 270 horas (18 créditos). Abate de Animais
30
-
Agroecologia e Agricultura Orgânica
60
-
Alimentos, Alimentação e Formulação de Rações
30
-
Análise de Sementes
60
-
Análise e Controle de Qualidade de Alimentos
30
-
Análise Econômica dos Sistemas de Produção Agropecuários Antropologia da Educação
30
-
45
-
Avaliação da Aprendizagem
60
-
Carcinicultura
45
-
Conservação de Produtos Agroindustriais
30
-
Construções Rurais
30
-
Cooperativismo e Associativismo
60
-
Direito e Legislação Agrária
30
-
Ecologia e Meio Ambiente
30
-
Educação e Movimentos Sociais
60
-
Educação Sexual
45
-
Estratégias Para o Ensino de Botânica nas Ciências Agrárias Empreendedorismo
60
-
60
-
Ética e Legislação Profissional
30
-
Fisiologia Pós-Colheita
30
-
Fruteiras Nativas
30
-
Gestão da Produção Agroindustrial
60
-
Indicadores de Sustentabilidade na Agricultura
30
-
Informática
30
-
Inseminação Artificial em Ruminantes
45
-
Leitura e Produção de Textos
30
-
Língua Espanhola
60
-
Língua Inglesa
60
-
Manejo e Conservação do Solo e Água
60
-
Mecanização Agrícola
60
-
Melhoramento Animal
45
-
Melhoramento Genético de Plantas e Biotecnologia
60
-
Meliponicultura
30
-
Microbiologia de Produtos Agroindustriais
30
-
Pesquisa e Cotidiano Escolar
60
-
Piscicultura
45
-
Plantas Medicinais
30
-
Processamento de Carnes e Derivados
30
-
Produção de Aves Alternativas
45
-
Produção de Bubalinos
45
-
Produção de Coelhos
45
-
Produção e Tecnologia de Sementes
60
-
Ranicultura
60
-
Sistemas Agroflorestais
60
-
Sociologia Rural
60
-
Turismo Rural e Ecoturismo
60
-
Viveiricultura, Jardinagem e Paisagismo
45
-
UCE – CCHSA – Educação Popular e Práticas de 45 Extensão UCE – Ciências Agrárias – Práticas e Técnicas de 45 Pesquisa em Extensão Universitária 2.3 CONTEÚDOS COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS - Os discentes deverão integralizar 120 horas (8 créditos). Tópicos Especiais em Ciências Agrárias I 60 Tópicos Especiais em Ciências Agrárias II
45
-
Tópicos Especiais em Ciências Agrárias III
30
-
Tópicos Especiais em Ciências Agrárias IV
15
-
Tópicos Especiais em Ciências Agrárias V Extensão Tópicos Especiais em Ciências Agrárias VI Extensão Tópicos Especiais em Ciências Agrárias VII Extensão Tópicos Especiais em Ciências Agrárias VIII Extensão
60
-
45
-
30
-
15
-
3. CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA 3.1 - DISTRIBUIÇÃO GERAL
C. H.
CRÉDITOS
COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS
225
15
COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS E CONTEÚDOS COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS TOTAL
120
8
345
23
3.2 - DISTRIBUIÇÃO DETALHADA DA CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA 3.2.1 - COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS (225h)
C. H.
CRÉDITOS
Educação Ambiental
15
1
Metodologia do Ensino das Ciências Agrárias
15
1
Microbiologia Agrícola
15
1
Relações Étnico-Raciais, História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena UCE – Ciências Agrárias – Extensão Rural
15
1
45
3
PIC I – Extensão e Educação do Campo
60
4
PIC II – Extensão em Comunidades Rurais
60
4
3.2.2 - COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS E CONTEÚDOS COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS (mínimo de 120h) UCE – CCHSA – Educação Popular e Práticas de Extensão (optativa) 45
3
UCE – Ciências Agrárias – Práticas e Técnicas de Pesquisa em Extensão Universitária (optativa) Melhoramento Genético de Plantas e Biotecnologia (optativa)
45
3
15
1
Sistemas Agroflorestais (optativa)
15
1
Tópicos Especiais em Ciências Agrárias V – Extensão (flexíveis)
60
4
Tópicos Especiais em Ciências Agrárias VI – Extensão (flexíveis)
45
3
Tópicos Especiais em Ciências Agrárias VII – Extensão (flexíveis)
30
2
Tópicos Especiais em Ciências Agrárias VII – Extensão (flexíveis)
15
1
Observação: é obrigatória a creditação em atividades curriculares de extensão de um mínimo de 345 horas (23 créditos), 10,2% do total da carga horária integralizada exigida para conclusão do curso. Desses 23 créditos, 15 (225 horas) serão creditados em componentes curriculares obrigatórios, havendo a flexibilidade para creditar os 8 créditos (120 horas) restantes em componentes curriculares optativos e conteúdos complementares flexíveis (nestes incluem-se atividades de extensão via editais PROEX, estágios supervisionados não obrigatórios e atividade profissional).
ANEXO III da Resolução nº 04/2024 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, do Campus III da UFPB. Fluxograma do Curso de Licenciatura em Ciências Agrárias 1º PERÍODO 2º PERÍODO 3º PERÍODO 4º PERÍODO 5º PERÍODO 6º PERÍODO 7º PERÍODO 8º PERÍODO Ensino da Currículo e Anatomia e Anatomia Elementos de Culturas Administração Economia Rural Criação Animal Trabalho Fisiologia Vegetal (45h) Matemática Regionais(30h) Rural(30h) (30h) (45h) Pedagógico Animal(60h) (60h) (60h) Desenho e Relações ÉtnicoEnsino de Didática(60h) Biologia Geral Bioquímica Fisiologia Topografia(45h) Educação Raciais, História e Fitotecnia(45h) (45h) (60h) Vegetal(45h) Ambiental (45h) Cultura AfroBrasileira, Africana e Indígena (45h) Fundamentos Educação e Fertilidade do Estatística PIC IX Antropofilosófic InclusãoSocial Língua Solo eNutrição Fruticultura(30h) Experimental Produção de Agroindústria(30h) osda Educação e Direitos Portuguesa (45h) de Plantas (60h) Abelhas (30h) (60h) Humanos (60h) (60h) Fundamentos Fundamentos Química Geral Forragicultura Libras – Língua Fitossanidade Tecnologias de PIC XI - TCC II Psicológicosda Biológicos e (45h) (30h) Brasileirade (60h) Produtos de (45h) Educação Psicossociais Sinais - CCHSA Origem Animal e (60h) da Educação (60h) Vegetal (60h) TPOAV (45h) Fundamentos Metodologia Química Irrigação e Microbiologia Introdução à PIC VII – Optativo (45h) Sócio- Históricos do Ensinodas Orgânica (45h) Drenagem Agrícola (45h) Agroindústria Fitossanidadee da Educação Ciências (45h) (30h) Culturas (60h) Agrárias (45h) Regionais (30h) Metodologia do Planejamento e Zoologia(30h) Nutrição Olericultura(30h) Produção de PIC VIII - Aves Optativo (60h) Trabalho Gestão Escolar Animal(45h) Aves(45h) e Suínos(30h) Científico(30h) (45h) Política e Gestão PIC I PIC II - Extensão PIC III - Produção de Produção de PIC X - TCC I Optativo (60h) da Educação Extensão e emComunidades Químicae Bovinos (45h) Suínos(45h) (30h) (60h) Educaçãodo Rurais(60h) Biologia Campo (30h) (60h) UCE - Ciências Optativo (30h) Estágio Estágio Produção de PIC V Optativo (45h) Estágio Agrárias SupervisionadoI Supervisionad Caprinose Fruticultura e SupervisionadoIV Extensão Rural – Educação o II – Educação Ovinos Olericultura – Extensão Rural (45h) Escolar (90h) Escolar (105h) (45h) (30h) (105h) PIC IV PIC VI Estágio Fitotecnia e Bovinos,Ovinos Supervisionado Anatomia e Caprinos(30h) III – Extensão Vegetal (30h) Rural (105h) Optativo (30h)
405h
420h
420h
420h
390h
405h
390h
420h
Conteúdos Complementares Flexíveis a serem integralizados ao longo do curso: 120h Carga horária total do curso: 3.390h
11
ANEXO IV da Resolução nº 04/2024 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, do Campus III da UFPB. EMENTÁRIO DO CURSO
1.
1.1
CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO BÁSICA PROFISSIONAL CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA
NOME: (4105017) Currículo e Trabalho Pedagógico Departamento: DE
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Os diferentes paradigmas no campo do currículo: as tendências tradicionais, crítica e pós-crítica. O processo de seleção, organização e distribuição do conhecimento. O currículo, as normas e a política educacional brasileira. O currículo e a construção do Projeto Pedagógico do Curso no cotidiano da escola.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA SACRISTAN, Gimeno. O Currículo, uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: EditoraArtmed, 2000. SILVA, Tomaz Tadeu (org). Documentos de Identidade: Uma introdução às teorias docurrículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Projeto Pedagógico do Curso: Uma construção possível. 24ª e. Campinas-SP, Papirus, 1995. – (Coleção Magistério: Formação e TrabalhoPedagógico).
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARROYO, Miguel. Indagações sobre currículo: Educandos e Educadores seus direitos eo currículo. Organização do documento Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro Nascimento. Brasília Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2007.p52. MOREIRA, Antonio Flávio Barbosa; CANDAU, Vera Maria. Indagações sobre currículo:currículo e desenvolvimento humano. Organização do documento Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro Nascimento. Brasília Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2007.p 48. MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. 4.ed, Porto Alegre: Sulina 2011. PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural: novos itinerários para a educação.São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2004. SOMMERMAN, Américo. A Inter e a transdisciplinaridade. In: FAZENDA, Ivani C.Interdisciplinaridade na Formação de Professores. Editora da ULBRA, 2007. NOME: (4105004) Didática
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
12
✓ EMENTA Compreensão da função da Didática como elemento organizador de fatores que influem no processo de ensino e aprendizagem. Elaboração do Plano de Ensino. Visão crítica do papel do Planejamento na dinâmica da construção do conhecimento pelo educador. A didática e suas dimensões político-social, técnica, humana e as implicações no desenvolvimento do processo de ensino aprendizagem: O objeto da didática; pressupostos teóricos, históricos, filosóficos e sociais da didática; Tendências pedagógicas e a didática; Planejamento de ensino; O ato educativo e o espaço da sala de aula.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDAU, V. M. A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1989. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia- saberes necessários à prática educativa. Rio deJaneiro: Paz e Terra, 1996. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo, Cortez, 1992. LUCKESI, C.C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 2000. PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto pedagógicoda escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001. PURA, Lúcia Martins. Didática Teórica Didática Prática. S. Paulo, Loyola, 2000. TURRA, Claudia Maria Godoy et al. Planejamento de ensino e avaliação. Porto alegre:Sagra Luzzatto, 1998. VEIGA, Ilma Passos A. Repensando a Didática. 3ª ed., Campinas, Papirus, 2000.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDÃO, C. R. O que é Educação. São Paulo: Brasiliense, 2000. CANDAU, V. M. Rumo a uma nova didática. Rio de Janeiro: Vozes, 1995. CASTRO, A. D.; CARVALHO, M. P. de C. (orgs.). Ensinar a ensinar. São Paulo: Pioneira,2001. FELTRAN, A. et al. Técnicas de ensino: Por que não? São Paulo: Papirus, 1991.GHIRALDELLI, P. O que é Pedagogia. São Paulo. Brasiliense, 1996. LOPES, Antônia Osima et al. Repensando a Didática. São Paulo: Papirus, 1991. PIMENTA, Selma Garrido (org.). Didática e formação de professores: percursos eperspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 1997. SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Autores Associados, 1993. SILVA, A. M. M. (org.). Didática, currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro: DP&A,2000. TOSI, M. R. Didática Geral: um olhar para o futuro. 2. ed. Ref. e atual. Campinas, SP: ed.Alínea, 2001. VEIGA, I. P. A. A prática pedagógica do professor de didática. São Paulo: Papirus, 1994.VEIGA, I. P. A. et al. Didática: O ensino e suas relações. São Paulo: Papirus, 2000. WENZEL, R. L. Professor: Agente da educação. São Paulo: Papirus, 1994.
13
NOME: (NOVO) Educação Ambiental
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão: 15h
✓ EMENTA Emergência do Paradigma Ambiental; Histórico da Educação Ambiental; Políticas de Educação Ambiental; Sustentabilidade Ambiental, Consumo e Cidadania; Educação paraproteção do Meio Ambiente; Educação Ambiental no ambiente urbano, rural e em Unidades de Conservação; Conflitos ambientais envolvidos na gestão de recursos sólidos e recursos hídricos; Meio Ambiente e poluição. Análise das tendências em Educação Ambiental; Insustentabilidade e degradação ambiental. Princípios de Sustentabilidade. Cidadaniaambiental. Serão destinadas 15 horas para realização de atividades de extensão em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente. 7 ed. Petrópolis: vozes, 2005. CAPRA, Fritjof; CABRAL, Álvaro. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e acultura emergente. São Paulo: Cultrix, 1982, 2006. 447 p. ISBN: 8531603099. GUIMARAES, Mauro. A Formação de Educadores Ambientais. Campinas: Papirus, 2004. NUNES, Ellen Regina Mayhé. Alfabetização Ecológica: Um Caminho para aSustentabilidade. Porto Alegre: Editora do Autor, 2005. SANTOS, José Eduardo dos; SATO, Michèle. A Contribuição da educação ambiental àesperança de Pandora. 3. ed. São Carlos, SP: RiMa, 2006. 604p. ISBN: 8586552607.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMARGO, Ana Luiza de Brasil. Desenvolvimento Sustentável: Dimensões e Desafios.Campinas: Papirus, 2005. DIAS, Genebaldo Freire. Atividades Interdisciplinares de Educação Ambiental. SãoPaulo: Gaia, 2006. . Educação ambiental: princípios e práticas. 6 ed. São Paulo: Gaia,2000. SATO, Michèle; CARVALHO, Isabel. Educação ambiental: pesquisa e desafios. Portoalegre: Artmed, 2005. SETI, Arnaldo Augusto. A necessidade do uso sustentável dos recursos hídricos. Brasília:IBAMA, 1994.
NOME: (NOVO) Educação e InclusãoSocial e Direitos Humanos Departamento: DE
4 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA A noção de inclusão social e direitos humanos. Elementos constitutivos do sistema de exclusão/inclusão social: as pessoas, as instituições sociais. Desigualdade social e diversidade.
14
Processo/produto da construção do conhecimento e inclusão social. Pertenciamento social e relações sociais. Fundamentação teórica e metodológica da educação inclusiva. Práticas educacionais, estratégias de inclusão social. A inclusão como construção do indivíduo cidadão. Identidade pessoal, protagonismo social e construção do projeto de vida na escola. Educação inclusiva e políticas públicas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNANDES, L. Políticas públicas para a Educação Básica. DOURADO. São Paulo:Xamã, 2001. PIRES, J. A questão ética frente às diferenças: uma perspectiva da pessoa como valor. In:MARTINS, LUCIA, A. R. et al. (Orgs). Inclusão: Compartilhando Saberes. Petrópolis: Vozes, 2006. RODRIGUES, D. A. (Org.). Inclusão e educação: doze olhares sobre a educaçãoinclusiva. São Paulo: Summus Editorial, 2006.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Secretaria da Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações CURRICULARES. Estratégias para a Educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília: SEF: SEESP,
1998. Disponível em: https://ines.org.br/paginas/downloads/%20adaptacao.pdf. BUENO, J.G.S. Crianças com necessidades educativas especiais, política educacional e asformações de professores: generalistas ou especialistas? Revista Brasileira de Educação Especial, 1999, 3 (5), 7-26. MAZOTTA, M.J.S. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo:Cortez, 1996.
NOME: (NOVO) Ensino da Criação Animal
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA A disciplina de Ensino da Criação Animal, para os alunos do Curso de Licenciaturaem Ciências Agrarias, tem como objetivo fazer a introdução do ensino na área animal, através do uso de metodologias ativas no ensino da criação animal, princípios da domesticação, origem das espécies, aptidão animal, como trabalhar a importância dos animais domésticos: Ruminantes e não ruminantes, uso de imagens no estudo da nomenclatura animal, ensino introdutório dos sistemas de criação, criação animal e meio ambiente e como apresentar novas tecnologias na área animal.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA A. M. E. D. Afonso de; O. M. R. N. S. Alternativas no Ensino de Didática. Campinas:Papirus, 1997, 2010,
2011. 143 p. F. G. P. Costa. Produção de não ruminantes. João Pessoa: Editora UFPB, 2018. 290 p.
L. Rogerio de Paula. Nutrição e Alimentação animal: mitos e realidades. 2. ed. ver. Viçosa,MG: 2007. 344p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR S. M. E. Rozalino. Adubação de pastagens em sistemas de produção animal. Viçosa: Ed.UFV, 2016, 308 p.
15
NOME: (NOVO) Ensino de Fitotecnia
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA História e Evolução da Agricultura; Ensino de Solos e Nutrição Mineral das Plantas;Classificação Botânica.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINIZ, B. L. M. T. et al. Agroecologia e agricultura orgânica. João Pessoa: Ed. Universitária, 2011. 78 p. (Universidade Aberta do Brasil Caderno Especial 01 V 07) ISBN:9788577453368. PRIMAVESI, A. Pergunte ao solo e às raízes: uma análise do solo tropical e mais de 70casos resolvidos pela agroecologia. São Paulo: Nobel, 2014. 270 p. PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo:Nobel, 2002. 549 p. SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação dasfamílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG III. 3.ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora LTDA, 2012. 768 p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LACERDA, C.F., Fisiologia Vegetal – APOSTILA, 2006. Encontrada no sitewww.fisiologiavegetal.ufc.br PENTEADO, S. R. Adubação na agricultura ecológica: cálculo e recomendação daadubação numa abordagem simplificada. 2. ed. Campinas, SP: s.n, 2010. 168 p. SILVA, J.A.; PEREIRA, W.E. Avaliações fitotécnicas de mudas de (Punica granatum L.)submetidas à adubação nitrogenada e fosfatada. Monografia. Bacharelado em Agronomia,Centro de Ciências Agrárias, UFPB. 2018. SOUSA, R.R.P.; ASSIS, F.A.; ASSIS, G.A.; CARVALHO, F.J.; FERNANDES, M.I.S. Parâmetros Fitotécnicos e Entomofauna Associada ao Rabanete Submetido à Aplicação de Terra Diatomácea. Scientia Rural, 21ed, 2020. ISSN 2178-3608.
NOME: (4105001) Fundamentos Antropofilosóficos da Educação Departamento: DE
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução à Filosofia: mito, filosofia e ciência. O surgimento da Filosofia. Atitude filosófica. Antropologia filosófica. Ética. Filosofia Política. Educação e Linguagem. Trabalho, alienação e consumo. Filosofia da Educação: conceitos. Os fins da ação educacional. Fundamentos Antropofilosóficos da educação brasileira: das fontes da Pedagogia Latino- Americana às tendências pedagógicas. Paradigma das teorias pedagógicas: da pedagogialiberal à teoria histórico-crítico. Estudo dos saberes teóricos, do surgimento das ideias, do pensamento e das linguagens que dão suporte a ações substanciais que orientam processos de ensinoaprendizagem; O homem como ser de relações do mundo e com os outros. A educaçãocomo vivência e prática
16
social. Cidadania, a consciência crítica no dia-a-dia. Educação para asrelações étnico-raciais. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: FEU, 1999. CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2000. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/533894/mod_resource/content/1/ENP_155/ Referencias/ConviteaFilosofia.pdf GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática, 2003. Disponível em: https://docs.google.com/file/d/0B8jeXMvFHiDeXUyZjNPUVUxSGM/edit JAEGER, Werner. Paidéia: a formação do homem grego. 5.ed. São Paulo: Martins Fontes,2011. JR., Paulo Ghiraldelli. Introdução à Filosofia. Barueri: Manole, 2003. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520448168/pageid/4. LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. 14 reimp.. São Paulo: Cortez, 1994.(Coleção magistério - 2º grau. Série Formação do Professor). PERISSÉ, Gabriel. Introdução à filosofia da educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582179468/pageid/0 STRECK, Danilo R. José Martí & a Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. (ColeçãoPensadores & Educação). Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788551301364/pageid/0.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDÃO, Junito de Souza. Dicionário mítico-etimológico da mitologia grega.Petrópolis: Vozes, 2014. BUZZI, Arcangelo R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecimento, a linguagem. 35.ed.Petrópolis: Vozes, 2010. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 57.ed.São Paulo: Paz e Terra, 2018. KANT, Immanuel. Sobre a Pedagogia. Lisboa: Grupo Almedina (Portugal), 2018. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9789724422312/pageid/4. STRECK, Danilo R. Fontes da pedagogia latino-americana: uma ontologia. BeloHorizonte: Autêntica, 2010.
NOME: (NOVO) Fundamentos Biológicos e Psicossociais da Educação Departamento: DCBS
4 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Estrutura do Sistema Nervoso. O controle químico do encéfalo e o comportamento. Osmecanismos das emoções básicas (medo, tristeza, raiva, alegria, surpresa, nojo). Educação emocional. Atenção e consciência. Sistema de memória e aprendizado. Transtornos mentais e aprendizagem. O ambiente social: O fato social; Regras sociais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA 17
Lent, R. Cem bilhões de neurônios? Conceitos fundamentais de neurociência. São Paulo:Atheneu. 2ª Ed. 2010 SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. Campinas: AutoresAssociados. 12º Ed. 1996. SISTO, F.F.; MARTINELLE, S.C. Afetividade e dificuldades de aprendizagem: umaabordagem psicopedagógica. São Paulo: Vetor, 2006.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEAR, M.F.; CONNORS, B.W.; PARADISO, M.A. Neurociências: desvendando o sistemanervoso. Porto Alegre: Artmed. 4ª Ed. 2017. DAMÁSIO, A. O mistério da Consciência. São Paulo: Companhia das Letras. 2015.DURKHEIM, E. Fato social e divisão do trabalho. São Paulo: Ática. 2011. GREENBERGER, D.; PADESKY, C.A. A mente vencendo o humor. Porto Alegre: Artmed.2º Ed. 2017. SADAVA, D.; BONAN, C.D. Vida: a Ciência da Biologia. Porto Alegre: Artmed. 8ª Ed. V.1.2009
NOME: (4105002) FundamentosPsicológicos da Educação Departamento: DE
4 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Estudos dos saberes teóricos sobre o desenvolvimento psicológico e a aprendizagemhumana aplicados ao processo de ensino-aprendizagem.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 368p. ISBN: 9788502078512. DELORS, Jacques; EUFRÁZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir. 10.ed.São Paulo Brasília: Cortez Unesco, 2006. 288p. ISBN: 8524906731. MOREIRA, Marco Antonio; MASINI, Elcie F. Salzano. Aprendizagem significativa: ateoria de David Ausubel. 2. ed. São Paulo: Centauro, 2006, 2009. 111 p. ISBN: 9788588208766. PILETTI, Nelson. Psicologia educacional. 17.ed. São Paulo: Ática, 2008. 336p. ISBN:9788508013128.
Livro REGO, Teresa Cristina. Vygotsky - Uma Perspectiva Histórico-Cultural da Educação.Petrópolis: Vozes. 2007.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. SãoPaulo: Paz e Terra, 2011. 143p. (Coleção Leitura, Edição especial) ISBN: 9788577531639. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 44. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2006. 213p.ISBN: 8521900058.
18
KUPFER, Maria Cristina Machado. Freud e a educação: o mestre do impossível. 3.ed. SãoPaulo: Scipione,
1995. 103p. (Pensamento e Ação no Magistério 14) ISBN: 852621473. Artigo O modelo biológico do desenvolvimento humano. LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992, 2016. 117p. ISBN:9788532304124, 8532304125. MORIN, Edgar; JACOBINA, Eloá. A Cabeça Bem-Feita: Repensar a reforma, Reformaro pensamento.
14. ed. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2008. 128p. ISBN: 97828607642. MORIN, Edgar; ALMEIDA, Maria da Conceição de; CARVALHO, Edgard de Assis. Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2007.104p. ISBN: 8524908842. MOTA, Marinalva da Silva; FAVRE, Johnny Guedes de Lima. A psicologia da educação naformação e prática de professores: contribuições da epistemologia genética de Jean Piaget. João Pessoa: s.n., 2000. 173p. Dissertação (mestrado) - UFPB/CE. SMITH, Louis M; ALVES, Maria Leila. Frederic Skinner. Recife: Fundação JoaquimNabuco Massangana,
2010. 162p. (Educadores) ISBN: 9788570195364. RAMOZZI-CHIAROTTINO, Zélia. Psicologia e epistemologia genética de Jean Piaget.São Paulo: Epu,
1988. 87p. (Temas básicos de psicologia 19) ISBN: 8512623500. VIGOTSKY, L. S; COLE, Michael. A formação social da mente: o desenvolvimento dosprocessos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. 182p. ISBN: 9788533622647.
NOME: (4105003) Fundamentos Sócio-Históricos 4 créditos Carga Horária Total: 60h da Educação Departamento: DE Tipo de componente: disciplina. Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Relação entre educação e sociedade. A contribuição das ciências sociais e humanas para a compreensão do fenômeno educativo numa perspectiva histórica e sua aplicação na formação docente. Origem histórico-social da Sociologia e da Sociologia da Educação. As concepções de educação a partir do pensamento sociólogo de Auguste Comte, Émile Durkheim, Karl Marx, Max Weber e Antonio Gramsci. A percepção da educação escolar a partir das teorias Crítico-Reprodutivistas. Globalização, Neoliberalismo e os desafios do Estado capitalistas em adotar a educação como política social. Relações étnico-raciais e diversidade no ambiente escolar. Educação para o desenvolvimento sustentável como novo paradigma de políticas públicas na perspectiva da sociedade planetária.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, L. C. Fundamentos Sócio-Históricos da Educação. In: MEDEIROS, M.B; MACEDO, G.; ARAÚJO, L. F. (Org.). Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias:Editora Universitária UFPB, 2010, v. 4, p. 92-134. RODRIGES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 5 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004 SOUZA, João Valdir Alves de. Introdução à Sociologia da Educação. Belo Horizonte:Autêntica, 2007.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUGUSTINHO, Aline Michele Nascimento [et al.]. Sociologia da educação [recurso eletrônico]. [revisão
19
técnica: Rodrigo Schames Isoppo]. – Porto Alegre: SAGAH, 2018.ISBN978-85-9502-841-8. <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/> Acesso em 02.07.2021. DURKHEIM, Émile. Educação e Sociologia. Tradução: Lourenço Filho. 11ed. Rio deJaneiro: Melhoramentos, 1978. GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. Tradução: Carlos NelsonCoutinho. 9 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995. MARQUES, Sílvia. Sociologia da Educação. [recurso eletrônico]. (Organização Andrea Ramal). Rio de Janeiro: LTC, 2012. <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/> Acesso em02.07.2021. SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre educação e política. 32 ed. Campinas, SP: Autores Associados, 1999. - (Coleçãopolêmicas do nosso tempo;
v.S)
NOME: (4101234) Libras - LínguaBrasileira de Sinais - CCHSA Departamento: DCBS
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Aspectos sócio-históricos, linguísticos e culturais da Surdez e suas implicações; Concepções de linguagem, língua e fala e suas implicações no campo da Surdez; Elementos definidores do status linguístico da Língua de Sinais; Aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semântico-pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais; A Libras na relação fala/escrita com enfoque na escrita de sinais (Sign Writing); A pessoa Surda no contexto de trabalho. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro doProfessor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005. FERREIRA-BRITO, Lucinda. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro:Tempo Brasileiro/UFRJ, 1995. SKLIAR, C. (Org.) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6, ed. Porto Alegre: Mediação,2013.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RAMOS, Clélia R. LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros. Petrópolis: AraraAzul. Disponível em: <www.editora-arara-azul.com.br/pdf/artigo2.pdf ->
NOME: (NOVO) Metodologia do Ensinodas Ciências Agrárias Departamento: DA
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão: 15h
✓ EMENTA Metodologia do ensino e reflexão sobre o fazer pedagógico. Habilidades técnicas de ensino. Planejamento e organização do ensino nas ciências agrárias. Metodologias empregadas no ensino das ciências
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agrárias. As ferramentas de ensino: estratégias adequadas ao ensino e aprendizagem nas ciências agrárias. Educação, ambiente e aprendizagem social: possibilidades e perspectivas na escola pública do campo. Análise, produção e organização derecursos de ensino: do livro didático aos materiais concretos dos laboratórios vivos dasescolas do campo. Serão destinadas 15 horas para realização de atividades de extensão em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Monaliza Silva Amorim. Metodologias ativas no ensino de biologia: a produção de jogos didáticos como estratégia de letramento científico. In: Dissertação demestrado. UFPB.2020. BORDENAVE & PEREIRA. Estratégia de Ensino-aprendizagem. 11ª edição. Petrópolis-RJ: Editora Vozes. 1989. COSTA, Lucélio Marinho; BATISTA, Maria Do Socorro Xavier; BATISTA, Silvia Carla. Pesquisa e práticas em educação do campo da Paraíba. In: IV Encontro de pesquisa e práticas em educação do campo da Paraíba e III Seminário de pesquisa e práticas do curso depedagogia-educação do campo. Editora UFPB. 2017. GIL, A. Carlos. Metodologia do ensino Superior. 2ª edição. São Paulo-SP: Editora Atlas.1994. PIRES, Alessa Thaís Guerra; GONÇALVES, Catarina. A sala de aula invertida comometodologia ativa no ensino público: quais os saberes docentes a respeito desta proposta? Curso de pedagogia. UFPB. 2019. TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: Acadêmica, da ciência e da pesquisa. 11ªedição. Editora. UNAMA. Belém-PA. 2014
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANA, Lílian. O método dialético da didática. 2ª edição. Campinas–Sp: Editora Papirus.1991. BARBOSA, Monaliza Silva Amorim. Metodologias ativas no ensino de biologia: a produção de jogos didáticos como estratégia de letramento científico. In: Dissertação demestrado. UFPB.2020. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 9ª edição. Rio de Janeiro–Rj: Editora Paz e Terra. 1981.GIL, A. Carlos. Metodologia do ensino Superior. 2ª edição. São Paulo-Sp: Editora Atlas. 1994. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 9ª reimpressão. São Paulo-Sp: Cortez Editora. 1994.(Coleção Magistério 2º grau. Série do professor). MENEGOLLA, Maximiliano; SANT’ANNA, Ilza Martins. Porque planejar? Comoplanejar? 7ª edição. Petrópolis, RJ: Editora Vozes. 1999. OLIVEIRA et al. A análise do currículo nas escolas do campo a partir do método quaseexperimental. In: Revista Brasileira de Gestão Ambiental. Vol. Nº 4. out. – dez. 2018. PEDROSA, Camila Marques; XAVIER, Wilson José Félix. Formação continuada de professores: a utilização de trilhas interpretativas como instrumento pedagógico. Cursode ciências biológicas. UFPB. 2019.
NOME: (NOVO) Planejamento e GestãoEscolar
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
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Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Estudo das concepções teóricas e metodológicas do planejamento educacional. Aspectos políticos e técnicos do planejamento educacional. A prática do planejamento na instituição educacional e na sala de aula. Modelos organizacionais da escola e formas de gestão. Análise da gestão democrática na unidade escolar: processo administrativo e sua dimensão políticopedagógica. Educação, gestão democrática e participação popular. Cidadania e autonomia na escola. Organização e funcionamento dos conselhos.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. Goiânia: Editora Alternativa,
2001. Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias /Universidade Aberta do Brasil /Universidade Federal da Paraíba; Centro de Ciências Humanas Sociais eAgrárias. (orgs) MEDEIROS, Marcos Barros; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luiz Felipe – Autor: SOUSA,John Alex Xavier. Planejamento e Gestão da Educação. Bananeiras: Editora Universitária/UFPB, 2013. MENEGOLLA, Maximiliano; SANTANNA, Ilza Martins. Por que Planejar? ComoPlanejar? Currículoárea-aula. 7ª. Vozes. 1999.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NETA, Olímpia Cabral. Planejamento de ensino, conceitos e trajetórias: Estudo ao estágio conceitual dos professores da escola pública de Natal. (Dissertação de Mestrado) Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 1997. Filmes: Nenhum a menos; A Língua dasMariposas. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico – elementos metodológicos para elaboração e realização. 18ed.São Paulo: Editora Libertad, 2008 (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.1). ZAINKO, Maria AmeliaSabbag. O Planejamento como Instrumento de Gestão Educacional: uma análise histórico-filosófica. Aberto, Brasília, v 17, nº 72, p 125-140, fev-junho, 2000.
NOME: (4105006) Política e Gestão daEducação
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Organização do ensino brasileiro: perspectiva histórica sobre a educação brasileira. LDB Nº 9.394/96 – Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Diretrizes curriculares nacionais gerais para a educação básica. Diretrizes operacionais para a educação das escolas do/no campo. Diretrizes curriculares para a educação profissional de nível médio, técnica e tecnologia. Políticas voltadas para a Formação do Educador. Financiamento da Educação.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/96). In:MEC/CNE/CEB. Brasília-DF. 1996. BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para a formação continuada de professoresda educação básica e institui a base nacional comum para a formação continuada de professores (BNC-Formação continuada). In: Resolução nº 1/20. Brasília-DF: MEC/CNE/CEB. 2020.
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BRASIL. Fundo de manutenção e desenvolvimento da educação básica e de valorizaçãodos profissionais da educação (FUNDEB). In: Li nº 14.113/20. Brasília-DF: Presidência daRepública. 2020. BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para a educação básica. In: Conselho nacionalda educação. Brasília-DF: MEC/SEB/SECADI. 2013. BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível técnico.In: Parecer nº 16/99. Brasília-DF: MEC/CNE/CEB. 1999. BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional e tecnológica. In:Resolução nº 1/21. Brasília-DF: MEC/CNE/CP. 2021. BRASIL. Base nacional curricular comum. In: Brasília-DF: MEC/CNE/CEB. 2017. KUENZER, ACÁCIA ZENEIDA. A formação dos profissionais da educação: Proposta de diretrizes curriculares nacionais. In: Educação Brasileira. Brasília-DF. v, 21. n ,42. P, 145167. Jan/Jun. 1999. ROMANELLI, OTAÍZA DE OLIVEIRA. História da educação no Brasil. 13. ed.Petrópolis: Vozes, 1991. UFPB. Regulamento geral de graduação da Universidade Federal da Paraíba. In:Resolução nº 29/20 do Consepe. João Pessoa-PB: 2020.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Dispõe sobre os programas especiais de formação pedagógica de docentes para disciplinas do currículo do ensino fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível médio. In: Parecer nº 02/97. Brasília-DF: MEC/CNE/CEB. 1997. BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível técnico. In: resolução nº 04/99. Brasília-DF: MEC/CNE/CEB. 1999. BRASIL – Diretrizes curriculares nacionais para a educação de jovens e adultos. In: CNE/CEB. BrasiliaDF: MEC. 2000. BRASIL. Regulamenta o parágrafo 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da LDB 9.394/96. In: Parecer nº 5.154/04. Brasília-DF: MEC/CNE/CEB. 2004. BRASIL. Atualiza as Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio e para a educação profissional de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/04. In: Resolução nº 1/05. Brasília-DF: MEC/CNE/CEB. 2005.
NOME: (NOVO) Relações Étnico-Raciais, História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena
3 créditos
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga Horária Total: 45h
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:15h
✓ EMENTA História e Cultura Africana, Afro-brasileira e indígena. Movimentos negros e movimentos indígenas no Brasil, organizações e instituições. Estudos da Legislação queregula a igualdade racial, a inclusão do ensino de História, Cultura Afro-Brasileira, Africana eIndígena no currículo escolar, na perspectiva da Educação para as Relações Étnico-Raciais: Constituição Federal de 1988, LDB 9.394/96, Lei 10.639/03, Diretrizes 01/2004, Lei 11.645/08, Lei 12.288/2010 – Estatuto da Igualdade Racial. Ações afirmativas e políticas públicas de
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promoção da igualdade racial e inclusão na educação básica e superior. Formação de professores, saberes didático-pedagógico que orientam o processo de ensino e de aprendizagem na perspectiva da educação para diversidade étnica, cultural e de gênero. Serão destinadas 15 horas para realização de atividades de extensão em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Orientações e ações para a educação das relações étnico-raciais. SECAD/MEC, 2006, 256 p MUNANGA, Kabengele (Org.). Superando o racismo na escola. 2ed. edição revisada.Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005. NASCIMENTO, Claudemiro Godoy do (Org.). Versos e reversos da educação: daspolíticas ás pedagogias alternativas. Goiânia: Ed. PUC, Goiás, 2010.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, R. C.; DANTAS, F. de S. (Orgs.). Práticas educativas, culturas ediversidades. João Pessoa: Editora CCTA, 2014. BRASIL. Resolução CP/CNE nº 1, de 17 de junho de 2004: Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História eCultura Afro-Brasileira e Africana; BRASIL. Referencial curricular nacional para as escolas indígenas. Ministério daEducação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/SEF,Coordenação Geral de Apoio às Escolas Indígenas, 1998. http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/sef2001.pdf CHAGAS, Waldeci Ferreira. História e cultura Afro-brasileira, africana e indígena no currículo escolar: um caminho para efetivar a educação das relações etnicorraciais. In: LEITÃO, Claudia Oliveira. Coleção atlas do estudante: afrodescendente. São Paulo:Didática Paulista, 2006.
1.2
CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO GERAL
NOME: (4102029) Anatomia e FisiologiaAnimal
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução ao estudo da Anatomia e Fisiologia Animal. Anatomia Básica do SistemaNervoso e Endócrino. Estudos dos Ossos e dos Músculos. Anatomia e Fisiologia do Sistema Cardiovascular. Anatomia e Fisiologia do Sistema Respiratório. Anatomia e Fisiologia do Sistema Urinário. Anatomia e Fisiologia do Sistema Digestório. Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor do Macho e da Fêmea. Anatomia e Fisiologia da Glândula Mamária.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA DYCE, K. M; SACK, W. O; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. PortoAlegre: Elsevier,
2010. 834p. ISBN: 9788535236729. MOYES, Christopher D; SCHULTE, Patricia M. Princípios de fisiologia animal. 2.ed. PortoAlegre: Artmed, 2010. XXXIV, 756p. ISBN: 9788536322230.
24
OPPIDO, Terezinha et al. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo:Santos, 2002. 611p. ISBN: 9788572880428.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Ana Fontenele Urano; SENA, Valéria Cristina Silva; FARIAS, Davi Felipe. Laboratório em fisiologia animal. Fortaleza: UFCE, 2010. 132p. ISBN: 9788572823456. DONE, Stanley H et al. Atlas colorido de anatomia veterinária de equinos, volume 2. 2.ed.Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 368p v2. ISBN: 9788535250381.
NOME: (NOVO) Anatomia Vegetal
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Célula vegetal (Revisão). Histologia Vegetal. Organização interna do corpo das plantas (órgãos vegetativos e reprodutivos das Angiospermas, do embrião à planta adulta) e suas diferenças entre gimnospermas e angiospermas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUTTER DAVIS F.; CUTTER, ELIZABETH G. Anatomia Vegetal: Uma abordagemaplicada. 1° Ed. Porto Alegre, RS: Artmed. 2011. CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. Parte I (v. 1) – Células e Tecidos. 2a ed. São Paulo:Roca, 1986. EVERT, R. F.; EICHHORN, S.E.; KRAUS, J. E.. Biologia Vegetal – RAVEN. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, RJ. 8.ed, 2016. EVERT, R.F. Anatomia das plantas de Esau. Meristemas, células e tecidos do corpo daplanta: sua estrutura, função e desenvolvimento. Editora Edgard Blucher. 2013. 726 p. SOUSA, l. A. Morfologia, Anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântulas. PontaGrossa: UEPG, 2003. SOUZA, V.C. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG III. 3° ed. Instituto Plantarumde Estudos da Flora LTDA. São Paulo: Nova Odessa. 2012.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B., CARMELLO-GUERREIRO, S.M. Anatomia vegetal.Viçosa: UFV, 2006. 438 p. BONA, C.; BOEGER, M.R.; SANTOS, G.O. Guia ilustrado de anatomia vegetal. RibeirãoPreto: Holos, 2004, 80p. CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. Parte II – Órgãos. São Paulo: Roca, 1987.NABORS, Murray W. Introdução a botânica. São Paulo: Roca, 2012 .646p.
25
NOGUEIRA, R. J. M. C.; ARAÚJO, E. L.; WILLADINO, L. G.; CAVALCANTE, U. M. T. Estresses ambientais: danos e benefícios em plantas. Recife: UFRPE, ImprensaUniversitária, 2005. P.1321. PAIVA, R.; OLIVEIRA, L.M. Fisiologia e Produção Vegetal. Lavras: Editora UFLA, 2006. RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia Geral. 7 ed. Rio de Janeiro:Koogan, 2012. 830p. SOUZA, VC & LORENZI H. Introdução à botânica: morfologia. São Paulo, Institutoplantarum de Estudos da Flora. 2013. 223 p. SOUZA, LA. Anatomia do fruto e da semente. UEPG. 2006. 200p. VANNUCCI, A.L.; REZENDE, M.H. Anatomia Vegetal: noções básicas. Goiânia: Ediçãodo autor, 2003. 190 p.il.
NOME: (NOVO) Biologia Geral
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Substâncias inorgânicas e orgânicas. Microscopia. Teoria celular. Célulasprocarióticas e eucarióticas. Núcleo e divisão celular. Genética molecular. Genética mendeliana. Histologia animal. Temas atuais da Biologia.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CURTIS, H. Biologia. São Paulo: Guanabara Koogan, 1977. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. São Paulo: GuanabaraKoogan. 6ª Ed. 1997 SADAVA, D.; BONAN, C.D. Vida: a Ciência da Biologia. Porto Alegre: Artmed. 8ª Ed.
V.1. 2009
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEÇAK, W.; PAULETE, J. Técnicas de citologia e histologia. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos. 1976. NELSON, D.L. COX, K.L. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier. 3ª Ed. 2002. RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E.; KRAUS, J. E. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 8ª Ed. 2014. RICKLEFS, R.E.; BUENO, C.; LIMA-E-SILVA, P.P. A Economia da Natureza. Rio deJaneiro: Guanabara Koogan. 6ª Ed. 2011. WATSON, J.D.; BERRY, A. DNA: O segredo da vida. São Paulo: Companhia das Letras.2005.
NOME: (4101055) Bioquímica
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
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Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução à bioquímica. Estudo das principais biomoléculas presentes nos seres vivos: água, carboidratos, lipídeos, proteínas, enzimas, ácidos nucléicos e vitaminas. Estrutura e função de cada uma, interações entre elas e no metabolismo dos diferentes seres vivos. Metabolismo de Carboidratos: Via das Pentoses Fosfato. Metabolismo de Carboidratos: Glicogênio, Amido, Sacarose e Lactose. Metabolismo de Lipídios. Metabolismo de Aminoácidos. Nutrição — Os Substratos das Vias Metabólicas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEHNINGER, A. L.; SAVIER, S. A. Princípios de Bioquímica. Ed. de Livros Médicos,1991. MARZZOCO, A; TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 3 ed. Editora Guanabara Koogan,2007. MURRAY, R. K.; GRANNER, D. K.; MAYERS, P. A.; RODWELL, V. W. HARPER. Bioquímica. 9 ed. São Paulo: Atheneu Editora, 2002. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. & FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada. 3a ed. PortoAlegre: Artmed, 2007. MURRAY, R.K., B, D.A., BOTHAN, K.M et al. Bioquímica Ilustrada de Harper, 29ª ed.,Artmed, 2014.
NOME: (4101104) Elementos deMatemática
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Funções; Geometria Analítica; Sistemas Lineares; Trigonometria no Triângulo Retângulo; Noções de Derivadas e de Integrais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, Gelson et. al. Fundamentos de matemática elementar: conjuntos/funções. 7.ed.São Paulo: Atual, 2013. LANG, Serge. Cálculo. Rio de Janeiro: ALT, 2012. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÁVILA, G. Cálculo I: Funções de uma variável. Rio de Janeiro: RTC, 1994. BARBOSA, João Lucas Marques. Geometria Euclidiana Plana. Rio de Janeiro: SociedadeBrasileira de Matemática, 1995. BARROSO, J. M. Conexões com a matemática. São Paulo: Moderna, 2012.DANTE, L. R. Matemática: contexto e aplicações. São Paulo: Ática, 2003.
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RIBEIRO, Jackson. Matemática: ciência, linguagem e tecnologia. Ensino Médio I, II e III.São Paulo: Scipione, 2018.
NOME: (4101108) Estatística Experimental
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução e princípios de estatística experimental; planejamento de experimentos; princípios básicos da experimentação e medidas de dispersão; análises de variância: delineamento inteiramente ao acaso, delineamento bloco casualizado e delineamento em quadrado latino; comparações múltiplas: testes de significância e contrastes ortogonais; regressão polinomial e correlação; arranjo fatorial; experimentos em parcelas subdivididas; e recursos gráficos.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BANZATTO, David Ariovaldo.; KRONKA, Sérgio do Nascimento. Experimentação Agrícola. 4.ed. Jaboticabal: FUNEP, 2006. 237p. ISBN: 858763271 PIMENTEL-GOMES, Frederico. Curso de estatística experimental. 15.ed. Piracicaba:FEALQ, 2009. 451p. ISBN: 97871330559 VIEIRA, Sonia. Introdução à Bioestatística. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 345p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, Paulo Vanderlei. Estatística Experimental aplicada às Ciências Agrárias.Editora UFV,
2018. 588p. SAKOMURA, N.K.; Rostagno, H.S. Métodos de pesquisa em nutrição de monogástricos. 2. ed. Jaboticabal: Funep, 2016. 263p. Capitulo 1: Planejamento dos experimentos commonogástricos. SAMPAIO, I.B.M. Estatística aplicada à experimentação animal. 2ª ed. Belo Horizonte:FEPMVZ, 2002. 265p. VIEIRA, Sonia. Hoffmann, Rodolfo. Estatística experimental. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1999.185p. ISBN:8522421137.
NOME: (4102030) Fertilidade do Solo eNutrição 4 créditos Carga Horária Total: 60h de Plantas Departamento: DA Tipo de componente: disciplina. Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução ao estudo da fertilidade do solo; Conceitos básicos em fertilidade do solo e produção agrícola; O solo como fornecedor de nutrientes; Constituição do solo; Introdução aoestudo da nutrição mineral de plantas; Elementos minerais e critérios de essencialidade; Macronutrientes e suas funções nas plantas; Micronutrientes e suas funções nas plantas;Exigências e sintomas de deficiências de macro e micronutrientes; Métodos de avaliação da fertilidade do solo; Acidez do solo e sua neutralização; Leis gerais da adubação;
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Adubação das principais culturas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARAVOLTA, E.; EPSTEIN, E. (editores). Nutrição Mineral das plantas: princípios eperspectivas. 2° edição. Londrina, PR; Editora Planta, 2006. MELLO, F.A.F. Fertilidade do solo. Viçosa, MG. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo,2007. NOVAIS, R. F.; ALVAREZ V., V.H.; BARROS, N. F. de; FONTES, R. L. F.; CANTARUTTI, R. B.; NEVES, J. C. L. (Editores). Fertilidade do Solo. Viçosa, MG;Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2007. 1017p.:il.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, M. S. (Editor). Nutrição Mineral de Plantas. Viçosa, MG: SociedadeBrasileira de Ciência do Solo, 2006. 432p.:il. FONTES, P. C. R. Diagnóstico do estado nutricional das plantas. Viçosa: UFV, 2001.122p.:il. KIEHL, E.J. Fertilizantes orgânicos. São Paulo: Agronômica Ceres, 1985. 492p. LOPES, A. S. Manual Internacional de Fertilidade do Solo. 2ed. São Paulo: POTAFOS,1998. 177p (Disponível para baixar). MALAVOLTA, E., VITTI, G. C., OLIVEIRA, S. A. de. Avaliação do Estado Nutricionalda Plantas: princípios e aplicações. 2a ed. Piracicaba: POTAFOS, 1997. 319p.:il. MOREIRA, F.M de S.; SIQUEIRA,-J. O.; BRUSSAARD, L (Editores). Biodiversidade dosolo em ecosistemas brasileiros. Lavras: Ed. UFLA, 2008. RAIJ, B. van. Fertilidade do solo e adubação. São Paulo; Piracicaba: POTAFOS, 1991.343p. RIBEIRO, A. C., GUIMARÃES, P.T.G., ALVAREZ V., V.H. Recomendações para o usode corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5a Aproximação. Viçosa, MG. 1999. 359p.:il. (Disponível em Disponível em http://www.dpv24.iciag.ufu.br/new/dpv24/Apostilas/5%20%20Aproximacao%20Revisada.pdf).
NOME: (NOVO) Fisiologia Vegetal
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução e aplicações da Fisiologia Vegetal. Água e células vegetais. Balançohídrico. Nutrição Mineral. Transporte de compostos por célula no xilema e no floema. Respiração. Fotossíntese. Metabolismo secundário. Desenvolvimento vegetal: hormônios,tropismos, fatores. Controle do Florescimento. Fisiologia do estresse.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA KERBAUY, Gilberto Barbante. Fisiologia vegetal. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2008, 2017. 431p. ISBN: 9788527714457. LARCHER, W. Ecofisiologia Vegetal. São Carlos: Rima, 2000. 531 p.
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TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo; DIVAN JUNIOR, Armando Molina. Fisiologia Vegetal.6.ed.. Porto Alegre: Artmed, 2017. 819p. ISBN: 9788582713662.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUTTER, E.G. Anatomia vegetal. Parte III – Órgãos – experimentos e interpretações.São Paulo: Roca,
1987. 336p. MARENCO, R.A.; LOPES, N.F. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relaçõeshídricas e nutrição mineral. Viçosa: UFV, 2009. RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia Geral. 7 ed. Rio de Janeiro:Koogan, 2012. 830p. SANDAVA, D.; HELLER, C.; ORIANS, G.; PUVES, B.; HILLIS, D. Vida: a ciência da biologia. Plantas e animais. Vol. III ´8 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 1252 p. WANDERLEY, M.J.A. Anatomia e Eco-Fisiologia Vegetal. In: MEDEIROS, M.B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L.F. Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias. Vol. 2. JoãoPessoa: Universitária UFPB,
2009. p. 315-394.
NOME: (NOVO) Forragicultura
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância das pastagens: identificação das principais gramíneas e leguminosas forrageiras tropicais; fatores climáticos e produção forrageira; valor nutritivo das plantas forrageiras; características morfofisiológicas das forrageiras; formação, manejo e recuperação de pastagens; consorciação de pastagens; produtividade das pastagens; manejo e utilização de capineiras; conservação de forragens: Ensilagem e Fenação. Caracterização dos sistemas de produção com base na utilização de pastagem, enfocando os aspectos de variabilidade genética, edafoclimáticas e de intervenções de manejo.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA D., FERMINO. Pastejo Rotativo em Capim – Elefante. Viçosa: CPT, 2008. 246 p. J. JOSIVALDO. Produção de Silagem. Viçosa: CPT, 2007. 234 p. R., HUMBERTO; B., HENRIQUE. Formação e manejo de capineira. Viçosa: CPT, 2007.216p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
L. Rogerio de Paula. Nutrição e Alimentação animal: mitos e realidades. 2. ed. ver. Viçosa,MG: 2007. 344p. S. M. E. ROZALINO. Adubação de pastagens em sistemas de produção animal. Viçosa:Ed. UFV, 2016, 308 p.
NOME: (4103074) Introdução àAgroindústria
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
30
Departamento: DGTA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Definição e tipos de agroindústria. Situação da agroindústria brasileira. Componentes químicos dos alimentos. Qualidade das matérias-primas como parte fundamental no processamento agroindustrial. Qualidade e alterações dos alimentos. Importância das análises de alimentos. Embalagens de alimentos e rotulagem. Higiene e Boas Práticas de Fabricação. Empreendimentos agroindustriais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA GAVA, Altanir Jaime; SILVA, Carlos Alberto Bento da; FRIAS, Jenifer Ribeiro Gava. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. 511p. OETTERER, Marília; REGITANO-D’ARCE, Marisa Aparecida Bismara; SPOTO, MartaHelena Filet. Fundamentos de ciência e tecnologia de alimentos. Barueri: Manole, 2006. 611p. ORDÓÑEZ, Juan A. Tecnologia de alimentos. Componentes dos alimentos e processos.Vol. 1. Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUGUSTO, Pedro Esteves Duarte. Princípios de tecnologia de alimentos. Vol. 3. Rio deJaneiro: Atheneu,
2018. 410p. EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2 edição. Rio de Janeiro: Atheneu, 2001.690p. SÃO JOSÉ, Jackeline Freitas Brilhante de; ABRANCHES, Monise Viana. Microbiologia ehigiene de alimentos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Rubio, 2019. 272 p. TEIXEIRA, Eliana M.; TSUSUKI, Natália; FERNANDES, Célia A.; MARTINS, Reginaldo M. Produção Agroindustrial. Noções de processos, tecnologias de fabricação de alimentos de origem animal e vegetal e gestão industrial. São José dos Campos: Érica,2015. 136p. ZIBETTI, Darcy Walmor; BARROSO, Lucas Abreu. Agroindústria. Uma análise nocontexto socioeconômico e jurídico brasileiro. São Paulo: Leud, 2009. 327p.
NOME: (NOVO) Língua Portuguesa
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Concepções de língua e linguagem. Escrita e graus de formalidade. Constituintes do texto. Argumentação. Coesão. Períodos, orações e constituintes. Gêneros acadêmico- científicos.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2009. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4.ed.São Paulo: Atlas, 1999.
31
RIOLFI, C.; ROCHA, A.; CANADAS, M. A.; BARBOSA, M.; MAGALHÃES, M.; RAMOS, R. Ensino de língua portuguesa. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASILEIRO, Ada Magaly Matias. Como produzir textos acadêmicos e científicos. SãoPaulo: Contexto, 2021. BRITO, Luiz Percival Leme. Língua e ideologia: a reprodução do preconceito. In:BAGNO, Marcos (Org.). Linguística da norma. São Paulo: Loyola 2002. p. 179-199. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 10. ed. São Paulo:Contexto, 2016. POSSENTI, Sírio. Questões de linguagem: passeio gramatical dirigido. São Paulo:Parábola Editorial, 2011. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática do período e dacoordenação. São Paulo: Parábola, 2020. VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: texto e discurso. São Paulo:Parábola, 2019.
NOME: (NOVO) Microbiologia Agrícola
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão: 15h
✓ EMENTA Características gerais e relevância de bactérias, fungos e vírus voltados ao sistema agrícola. Influências dos fatores ambientais, físicos e químicos no desenvolvimento da população microbiana do solo. Ciclos biológicos onde os microrganismos do solo estãoenvolvidos (processos metabólicos). Micorrizas. Técnicas microbiológicas de coleta e identificação de bactérias e fungos de solo. Importância econômica dos microrganismos do solo. Serão destinadas 15 horas para realização de atividades de extensão em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIGUEIREDO, Márcia do Vale Barreto. Microrganismos e agrobiodiversidade: o novodesafio para a agricultura. Editora Agrolivros: Guaíba. 2008. MICHAEL T. Madigan, JOHN M. Martinko, KELLY S. Bender, DANIEL H. Buckley,David A. Stahl, FLÁVIO Guimarães da Fonseca. Microbiologia e Brock. 14° Edição. Editora Artmed: Rio de Janeiro. 2016. PRIMAVESI, A. Manejo Ecológico do Solo: a agricultura em regiões tropicais. SãoPaulo: Nobel, 9 ed.,
2002. 549p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORZANI, Walter; LIMA, Urgel de Almeida; Aquarone, Eugênio. Biotecnologia. EditoraEdgar Blucher: São Paulo. PINHEIRO, Sebastião; NARS, Nasser Yossef; LUZ, Dioclécio. A agricultura ecológica e amáfia dos agrotóxicos no Brasil. Editora Fundação Juquira Candirú: Rio de Janeiro, 1998. SIQUEIRA, José Oswaldo. Micorrizas: 30 anos de pesquisas no Brasil. Editora UFLA:Lavras. 2010. TAIZ, L. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed. 5a ed. 2013.
32
NOME: (NOVO) Nutrição Animal
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Estudar os aspectos históricos relacionados à nutrição animal, conceitos básicos de nutrientes, ingredientes, ração, dieta e digestibilidade; principais características anatômicas e fisiológicas do aparelho digestivo, o processo fermentativo nos ruminantes e digestivo em ruminantes e não ruminantes; a água na nutrição, classificação e funções dos nutrientes no metabolismo, alimentos e alimentação dos animais, exigência nutricional, formulações de dietas e premix para ruminantes e não ruminantes. Importância dos aditivos na nutrição animal. Processamento industrial de dietas para animais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERCHIERI, Pires, Oliveira, Nutrição de Ruminantes. Ed. FUNEP. MILLER, ER., Ullrey, DE. Swine Nutrition, Ed. Taylor and Francis, 2001. 1032p. PESTI, GM., Bakalli, RI., DRIVER, JP. et al. Poultry Nutrition and Feeding, 2005. SAKOMURA, NK, Vilar da Silva, JH., COSTA, FGP. Et al. Nutrição de Não Ruminantes.Ed. FUNEP, Jaboticabal, SP, 2013. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR D’ MELLO, JPF. Farm Animal Metabolism and Nutrition. Cabi Ed., Wallingford, UK,2000. 438p. KLEYN, R. Chicken Nutrition. Ed. Contexto, Leicestairshire, UK. 2013. 347p. KORNEGAY, ET. Nutrient Management of Food Animals to Enhance and Protect theEnvironment. Taylor and Francis, 1996. 368p. NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient Requirements of Horses: SixthRevised Edition. Washington, DC: The National Academies Press. 2007. NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient Requirements of Small Ruminants.Washington, DC: The National Academies Press. 2007. NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient Requirements of Dairy Cattle.Washington, DC: The National Academies Press. 2021. NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient Requirements of Beef Cattle.Washington, DC: The National Academies Press. 2016. ROSTAGNO et al. Tabelas Brasileiras para Suinos e Aves. 2017. VILAR DA SILVA, JH., Perazzo Costa, FG. Tabela para codornas japonesas e europeias.2009. 160p.
NOME: (NOVO) Química Geral
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
33
✓ EMENTA Introdução à Química Geral. Teoria Atômica. Tabela periódica e ligação química. Estequiometria. Funções inorgânicas. Soluções. Cinética química. Equilíbrio químico. Equilíbrio iônico. Ácidos e bases em solução aquosa. Eletroquímica. Estado gasoso.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E., Química Geral Vol 2, 2ª ed, Editora LTC, 2002. MASTERTON, W.L. e HURLEY, C.N. Química - Princípios e Reações. 2a ed. Rio deJaneiro. RUSSEL, J. B., Química Geral, Vol. 2, 2ª ed, São Paulo: Pearson Makron Books, 2001.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROWN, T. L. BROWN, T.; LEMAY, E.; BURSTEN, B. E. Química, A Ciência Central, 9ª ed.; São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. CHANG, R. Química Geral. Conceitos essenciais. AMGH Editora Ltda, 4ª ed. 2010. KOTZ, J. C. TREICHEL, Jr. P. M.; WEAVER, G. C. Química Geral e Reações Químicas Vol. 1, 9ª ed., 2015.
NOME: (4101097) Química Orgânica
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução à Química Orgânica. Estruturas e propriedades dos compostos orgânicos. Funções Orgânicas. Hidrocarbonetos, Funções Orgânicas Oxigenadas e Funções Orgânicas Nitrogenadas. Reações orgânicas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALLINGER, N.L. Química Orgânica. 2ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 1976. BOYD R. e MORRISON, R. Química Orgânica. 14 a Ed. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 2005. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 7a. Ed. Rio de Janeiro: LTC,2002.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, L. C. A. Química orgânica: uma introdução para as ciências agrárias ebiológicas. Viçosa: UFV, 2000. CAMPOS, M. M. Fundamentos de Química Orgânica. 2. ed. São Paulo: Editora EdgardBlucher Ltda., 2000. ENGEL, Randall G; VISCONTI, Solange Aparecida (Tradutora). Química orgânica experimental: técnicas de escala pequena. 3.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. FELTRE, R. Química Orgânica. Vol.3. São Paulo: Editora Moderna Ltda., 2005. FELTRE, R. Yoshinaga, S. Química Orgânica. Vol. 4. São Paulo: Editora Moderna LTDA.,2006. FONSECA, M. R. M. Química Orgânica. São Paulo: FTD. 2002.
34
GARCIA, Cleverson Fernando. Química orgânica: estrutura e propriedades. Porto Alegre:Bookman, 2015. MORRISON, R.; BOYD, R. Química orgânica. 6. ed. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian. 1996. RICHEY, JR.; HERMAN G. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,1986. SCHETZ, R.D. Química Orgânica. São Paulo: Campus, 1983. SIENKO, Nichell; PLANE, Robert A. Química. 2. Ed. São Paulo: Ática, 1978. SOLOMONS, T. W. Organic Chemistry. New York – USA: Edited by John Wiley & Sons.,1996.
1.3
ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS
NOME: (NOVO) Estágio Supervisionado I – Educação Escolar Departamento: DE
6 créditos
Carga Horária Total: 90h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 90h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA O Estágio Curricular Supervisionado I deverá atender ao eixo “observação e reflexão em relação às práticas pedagógicas escolares”, contemplando um conjunto de atividades em relação aos seguintes aspectos: conhecimento da realidade educacional, diagnóstico e análise da escola; reflexão em relação às políticas públicas educacionais; determinantes econômico- político-sociais e modalidades de educação; apresentação de alternativas ao Projeto Pedagógico da escola; regimento escolar e Plano de Desenvolvimento da Escola.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Lei nº 11.788/08. Altera o artigo 428 da consolidação das leis do trabalho – CLT e rege o estágio curricular. Brasília-DF: Presidência da República. 2008. LIMA, Maria Socorro Lucena; PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência. São Paulo:Cortez Editora, 7.ed. 2012. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade entre teoria eprática? São Paulo: Cortez, 11.ed. 2012. SOUSA, Breno Henrique; REBOLÇAS, Aiene Fernandes. Estágio Supervisionado emCiências Agrárias I e II. Org. MEDEIROS, M.B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L.F. JoãoPessoa: Editora Universitária da UFPB, 2011. UFPB. Regulamento geral de graduação da Universidade Federal da Paraíba. In:Resolução nº 29/20 do Consepe. João Pessoa-PB: 2020. UFPB. RESOLUÇÃO nº 02/11. Aprova o regulamento do estágio curricular supervisionadodo curso de graduação em ciências agrárias – licenciatura à distância. 2011.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIANCHI, Anna Cecilia De Moraes, et al. Orientação para Estágio em Licenciatura.Cengage Learning Brasil, 2012.
35
BIANCHI, Anna Cecilia De Moraes, et al. Manual de Orientação - EstágioSupervisionado. Cengage Learning Brasil, 2012. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/96). In: MEC/CNE/CEB. Brasília-DF. 1996. BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para a educação básica. In: Conselhonacional da educação. Brasília-DF: MEC/SEB/SECADI. 2013. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo:Cengage Learning, v. 1, p. 149, 2012. MARTINS, Sergio Pinto. Estágio e relação de emprego. São Paulo: Atlas, 3.ed. 2012. PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas:Papirus Editora, 21.ed. 2012.
NOME: (NOVO) Estágio Supervisionado II – Educação Escolar Departamento: DE Carga Horária Teórica:
7 créditos
Carga Horária Total: 105h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaPrática: Carga Horária 105h EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA O Estágio Curricular Supervisionado II será materializado pelo eixo “realização da prática pedagógica e projeto de intervenção na escola”; neste momento será realizada aparticipação no planejamento da escola, a observação participativa nas atividades de sala de aula, que auxiliarão ao estagiário na elaboração das atividades que serão concretizadas na referida turma. Deverá contemplar um conjunto de atividades relacionadas aos seguintes aspectos: a prática educativa; planejamento e avaliação; intervenção didáticopedagógica e reelaboração da ação educativa.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, Maria Socorro Lucena; PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência. São Paulo:Cortez Editora, 7.ed. 2012. SOUSA, Breno Henrique; REBOLÇAS, Aiene Fernandes. Estágio Supervisionado emCiências Agrárias I e II. Org. MEDEIROS, M.B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L.F. JoãoPessoa: Editora Universitária da UFPB, 2011. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade entre teoria eprática? São Paulo: Cortez, 11.ed. 2012.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIANCHI, Anna Cecilia De Moraes, et al. Orientação para Estágio em Licenciatura.Cengage Learning Brasil, 2012. BIANCHI, Anna Cecilia De Moraes, et al. Manual de Orientação - EstágioSupervisionado. Cengage Learning Brasil, 2012. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo:Cengage Learning, v. 1, p. 149, 2012. MARTINS, Sergio Pinto. Estágio e relação de emprego. São Paulo: Atlas, 3.ed. 2012.
36
PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas:Papirus Editora, 21.ed. 2012. NOME: (4105100) Estágio SupervisionadoIII – Extensão Rural Departamento: DE Carga Horária Teórica:
7 créditos
Carga Horária Total: 105h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaPrática: Carga Horária 105h EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA O Estágio Curricular Supervisionado III deverá ser concretizado através do eixo “observação e reflexão em relação às práticas pedagógicas das entidades de extensão eeducação do campo e projeto de intervenção no campo”. Será realizada a observação, diagnóstico da realidade e a elaboração de um projeto de intervenção e diagnóstico das práticas de extensão rural das entidades que atuem nesse setor, como ONG’s, Órgãos públicose empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Deverá contemplar um conjunto de atividades didático-pedagógicas, preferencialmente em instituiçõesgovernamentais ou não governamentais que atuem em comunidades tradicionais (comunidades rurais, quilombolas, tribos indígenas, assentamentos rurais, etc.) com enfoque na extensão rural, desenvolvimento rural sustentável e educação do campo.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, Maria Socorro Lucena; PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência. São Paulo:Cortez Editora, 7.ed. 2012. SOUSA, Breno Henrique; REBOLÇAS, Aiene Fernandes. Estágio Supervisionado em Ciências Agrárias
III. Org. MEDEIROS, M.B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L.F. João Pessoa:Editora Universitária da UFPB, 2012. STEIN, Ronei T. Fundamentos da Extensão Rural. Grupo A, 2021.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Gilberto Luiz. Educação no campo: recortes no tempo e no espaço. AutoresAssociados, 2009. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo:Cengage Learning, v. 1, p. 149, 2012. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade entre teoria eprática? São Paulo: Cortez, 11.ed. 2012. RIBEIRO, Marlene. Movimento camponês, trabalho e educação - liberdade, autonomia,emancipação: princípios/fins da formação humana. 1 ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. 456 p. SILVA, Rui Corrêa D. Extensão Rural. Editora Saraiva, 2014. NOME: (4105101) Estágio SupervisionadoIV – Extensão Rural Departamento: DE
7 créditos
Carga Horária Total: 105h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 105h
Carga Horária Extensão:
37
✓ EMENTA O Estágio Curricular Supervisionado IV deverá ser concretizado através do eixo“realização da prática em extensão rural e educação não escolar”. Aqui o estágio se volta para contemplar os espaços de educação não escolar, ampliando as possibilidades de diálogo da prática educativa, que vai além dos muros da escola e chega aos assentamentos e às comunidades do campo, ou ainda através das instituições e organizações que estejam em plena atividade nas comunidades do campo ou assentamentos. Deverá contemplar um conjunto de atividades relacionadas aos seguintes aspectos: a prática educativa não escolar através da extensão rural; planejamento e avaliação; intervenção didático-pedagógica emcomunidades rurais; intervenção didáticopedagógica em entidades de ATER e reelaboração da ação educativa.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, Maria Socorro Lucena; PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência. São Paulo:Cortez Editora, 7.ed. 2012. SOUSA, Breno Henrique; REBOLÇAS, Aiene Fernandes. Estágio Supervisionado em Ciências Agrárias
III. Org. MEDEIROS, M.B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L.F. João Pessoa:Editora Universitária da UFPB, 2012. STEIN, Ronei T. Fundamentos da Extensão Rural. Grupo A, 2021.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Gilberto Luiz. Educação no campo: recortes no tempo e no espaço. AutoresAssociados, 2009. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo:Cengage Learning, v. 1, p. 149, 2012. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade entre teoria eprática? São Paulo: Cortez, 11.ed. 2012. RIBEIRO, Marlene. Movimento camponês, trabalho e educação - liberdade, autonomia,emancipação: princípios/fins da formação humana. 1 ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. 456 p. SILVA, Rui Corrêa D. Extensão Rural. Editora Saraiva, 2014.
1.4
PRÁTICAS DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (PICs)
NOME: (NOVO) PIC I – Extensão eEducação do 4 créditos Carga Horária Total: 60h Campo Departamento: DCBS Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Teórica:
Carga Horária Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão: 60h
✓ EMENTA Importância da relação Universidade/Sociedade. Papel da Extensão Universitária na promoção do Desenvolvimento Sustentável. Histórico e impactos da Extensão Universitária na Educação do Campo. Concepções e práticas da educação do campo. ExtensãoUniversitária e Educação do Campo face à BNCC. Práticas extensionistas na promoção da identidade cultural do campo. A educação do campo na formação dos sujeitos. A educação docampo como formação humana para o desenvolvimento sustentável. Papel da Extensão Universitária na valorização do respeito às características do campo. Elaboração e execução de atividades de
38
extensão voltadas para a Educação do Campo em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAÚJO, S. R. M. A Alternância na formação do jovem do campo: o caso da escola Família Agrícola de Angical (BA). In. Educação na Alternância: cidadania, e inclusão Social no meio Rural Brasileiro. (orgs).Oliveira, ADÃO, Francisco de. e NASCIMENTO,Claudemiro Godoy do. – Goiânia: Ed. Da UCG, 2007.p. 162. DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO DAS ESCOLAS DOCAMPO: CNE/MEC, Brasília, 2001. GIMONET, C. J. Praticar e compreender a pedagogia da alternância dos CEFFAs –tradução de Thierry Burgrave – Petrópolis , RJ, Vozes, Paris: AIMFR – Associação Internacional dos Movimentos Familiares de Formação Rural , 2007, p162.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997. GONÇALVES, N. G.; QUIMELLI, G. A. Princípios da extensão universitária:contribuições para uma discussão necessária. Editora CRV, 110 p. 2020. QUEIROZ, João Batista p. de. Construção das Escolas Famílias Agrícolas no Brasil: Ensino Médio e Educação Profissional. Brasília, Departamento de Sociologia, 2004, 210p. Tese de Doutorado. SARTORI, M. A.; TAVARES, S. M.; PINATO, T. B. Objetivos de DesenvolvimentoSustentável: práticas para o alcance da agenda 2030. Editora: Metodista, 142p. 2020. WEIL, Pierre, D’AMBROSIO, Ubiratan, CREMA, Roberto. Rumo à nova transdisciplinaridade: sistemas abertos de conhecimento. – São Paulo:Summus, 1993.
NOME: (NOVO) PIC II – Extensão em Comunidades Rurais Departamento: DA
4 créditos
Carga Horária Teórica:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Prática:
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão: 60h
✓ EMENTA Disciplina de caráter prático. Extensão Universitária. Promover atividade de interação dialógica entre o discente e a sociedade. Aplicação e troca dos conhecimentos adquiridos no curso em face das questões complexas do contexto social contemporâneo. Avaliação das demandas sociais de comunidades rurais. Pesquisa-ação. Elaboração e execução de propostas de ação pautadas na interdisciplinaridade e transdisciplinaridade entre os diferentes campos de conhecimento das Ciências Agrárias, objetivando o desenvolvimento social. As atividades de extensão serão realizadas em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROSE, Markus. Participação na extensão rural: experiências inovadoras dedesenvolvimento local. Tomo, 2004.
39
DA SILVA, R. C. Extensão Rural. São Paulo: Editora Érika, 2014. RAMOS, G. L.; SILVA, A. P. G. S.; BARROS, A. A. F. Manual de metodologia deextensão rural. Recife: IAP, 2013. SÁ SOBRINHO, Rosivaldo Gomes de; RÊGO, Elizanilda Ramalho do; SOUZA, ThiagoSiqueira Paiva de. Pesquisa, Desenvolvimento e Sustentabilidade: Por uma nova perspectiva de extensão rural. CCA/UFPB. Areia – PB. 2009. SILVA, Rui Correia. Extensão Rural. Série Eixos. Érica, 1º Edição. São Paulo – SP. 2014.Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, A. P. (Org). Ciências agrárias: inovação, tecnologia, desenvolvimento eextensão. GEPRA, 2021. CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e extensão rural: contribuiçõespara a promoção do desenvolvimento rural sustentável. Brasília: MDA/SAF/DATER-IICA, 2004. CAPORAL, Francisco Roberto; COSTABEBER, José Antônio. Agroecologia e sustentabilidade. Base conceptual para uma nova Extensão Rural. In: World Congress ofRural Sociology. 2001. p. 114-123. SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Editora Garamond, 2000. STEIN, Ronei Tiago. et al. Fundamentos da Extensão Rural. Sagah 1º Edição. Porto Alegre – RS. 2020. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/
NOME: (NOVO) PIC III – Química e Biologia Departamento: DCBS Carga Horária Teórica:
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaPrática: Carga Horária 30h EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Boas práticas em laboratório de Química; Noções do uso de vidraria e instrumentos delaboratório; Pesagem, transferência de sólidos e líquidos, aferição de volume; Preparação de soluções; Introdução a métodos de separação: Decantação, Filtração e Destilação; Volumetria de complexação; Volumetria de precipitação. Boas práticas em laboratório de Biologia; Rotina e organização do laboratório; Planejamento de aulas práticas; Criação de protocolos de aulas práticas; Microscopia; Preparação de lâminas; Histologia.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E., Química Geral, Vol 2, 2ª ed, Editora LTC, 2002.CURTIS, H. Biologia. São Paulo: Guanabara Koogan, 1977. RUSSEL, J. B., Química Geral, Vol. 2, 2ª ed, São Paulo: Pearson Makron Books, 2001.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEÇAK, W.; PAULETE, J. Técnicas de citologia e histologia. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos. 1976. CHANG, R. Química Geral. Conceitos essenciais. AMGH Editora Ltda, 4ª ed. 2010.
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JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. São Paulo: GuanabaraKoogan. 6ª Ed. 1997. KOTZ, J. C. TREICHEL, Jr. P. M.; WEAVER, G. C. Química Geral e Reações Químicas Vol. 1, 9ª ed., 2015. RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E.; KRAUS, J. E. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 8ª Ed. 2014. NOME: (NOVO) PIC IV – Fitotecnia eAnatomia 2 créditos Carga Horária Total: 30h Vegetal Departamento: DA Tipo de componente: disciplina. Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga HoráriaTeórica:
✓ EMENTA Amostragem, coleta e análise de solos – conduzidas em campo (Setor de Agricultura/CCHSA) e no Laboratório de Solos do CCHSA/Campus III. Serão analisados os atributos físicos e químicos do solo conforme os critérios do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos - SiBCS (EMBRAPA, 2018). Coleta de partes de órgãos das plantas superiores: raízes, caules e folhas - realização de cortes anatômicos em laboratório para visualização de célula vegetal e as suas organelas. Cortes anatômicos para visualização dos tecidos vegetais: meristema, epiderme, parênquima, colênquima, esclerênquima, tecidos vasculares, estruturas secretoras. Coleta e cortes de flores,frutos e sementes para a identificação dos tecidos inerentes a sua formação.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais, 5aaproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359p. CUTTER DAVIS F.; CUTTER, Elizabeth G. Anatomia vegetal: uma abordagem aplicada.Porto Alegre: Artmed, 2011. 304 p. ISBN: 9788536324968. CUTTER, Elizabeth G. Anatomia vegetal. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 2v. ISBN:0713126398, 0713123028. ESAU, Katherine; MORRETES, Berta Lange. Anatomia das Plantas com Sementes. SãoPaulo: Blucher,
2013. 293p. EVERT, Ray F et al. Raven | Biologia Vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2016. 856 p. PENTEADO, Silva Roberto. Adubação na agricultura ecológica: cálculo e recomendaçãoda adubação numa abordagem simplificada. 2. ed. Campinas, SP: s.n, 2010. 168 p. ISBN:9788590788201. PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. SãoPaulo: Nobel, 2002. 549 p. ISBN: 9788521300042. SANTOS, Raphael David dos. Manual de descrição e coleta de solo no campo. 5. ed. rev. eampl. Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2005. 92 p. ISBN: 9788586504037.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S. M. (Eds). Anatomia vegetal. Editora da UFV. Viçosa, 1a ed. 2003.
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AZEVEDO, A. A.; GOMIDE, C. J.; DA SILVA, E. A. M.; DA SILVA, H.; MARIA, J.; MEIRA, R. M. S. A.; OTONI, W. C.; VALE, F. H. A.; GONÇALVES, L. A. Anatomia das espermatófitas: material de aulas práticas. 2ª edição, 3ª reimpressão. Editora daUniversidade Federal de Viçosa, Viçosa. 94p. 2007. BONA, C.; BOEGER, M.R.; SANTOS, G.O. Guia ilustrado de anatomia vegetal. RibeirãoPreto: Holos, 2004, 80p. BRASIL. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. Glossário ilustrado de morfologia.Brasília: Mapa/ACS,
2009. 406 p. ISBN: 9788599851746. CURTIS, H., RAVEN, P. H.; EVERT, R. F. Biologia Vegetal. Guanabara Koogan. 6.ed,2001. EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Sistema Brasileiro deClassificação de Solos. 5ª ed. Rio de Janeiro: Embrapa Solos. 2018. 353p. EVERT, Ray F. Anatomia das plantas de Esau: meristemas, células e tecidos do corpo daplanta: sua estrutura, função e desenvolvimento. São Paulo: Blucher, 2013. 726p. ISBN: 9788521207122. LACERDA, C.F., Fisiologia Vegetal – APOSTILA, 2006. Disponível em: <https://www.fisiologiavegetal.ufc.br> RODRIGUES, A. C; AMANO, E.; ALMEIDA, S L de. Anatomia vegetal. Florianópolis Biologia/EaD/UFSC, 2015. SOUSA, L. A. Morfologia, Anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântulas. PontaGrossa: UEPG, 2003. VANNUCCI, A.L.; REZENDE, M.H. Anatomia Vegetal: noções básicas. Goiânia: Ediçãodo autor, 2003. 190 p.il. NOME: (NOVO) PIC V – Fruticultura e Olericultura Departamento: DA
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga HoráriaTeórica:
✓ EMENTA Fruticultura: Práticas em viveiro frutícola, propagação sexuada e assexuada dasfrutíferas, implantação e manejo do pomar, colheita e pós-colheita de frutas. Olericultura: Práticas na implantação de hortas, propagação sexuada e assexuada dashortaliças, adubação, tratos culturais, controle de plantas infestantes e colheita.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, N. P. da. Fruticultura. In: Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias. Vol. 03.Org. MEDEIROS, M. B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L. F. – Bananeiras: Editora Universitária/UFPB, 2009. 438 p; v 3. ISBN: 9788577454327. FACHINELLO, J. C; NACHTIGAL, J. C.; KERSTEN E. Fruticultura: Fundamentos e práticas. Publicação online Série Livro Embrapa Clima Temperado. Disponível em: http://www.cpact.embrapa.br/publicacoes/download/livro/fruticultura_fundamentos_pratica/in dex.htm
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FILGUEIRA, Fernando Antonio Reis. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 3. ed., rev. e ampl. Viçosa, MG:UFV, 2008. 421p. ISBN: 9788572693134. FONTES, Paulo Cezar Rezende. Olericultura: teoria e prática. Viçosa, MG: UFV, 2005.486 p. NEVES, Leandro Camargo. Manual pós-colheita da fruticultura Brasileira. Londrina:Eduel, 2009. 485 p. ISBN: 9788572165006. PENTEADO, Sílvio Roberto. Fruticultura orgânica: formação e condução. 2.ed. Viçosa,MG: Aprenda Fácil, 2010. 309 p. ISBN: 9788562032127. SOUSA, J. S. Inglez de. Poda das plantas frutíferas. 2.ed.rev.amp. São Paulo: Nobel, 2005.191 p. ISBN: 9788521312970 SIQUEIRA, Dalmo Lopes; PEREIRA, Walter Esfrain. Planejamento e implantação depomar. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000. 171p. ISBN: 9788588216523.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, Raumira da Costa et al (Orientadora). Feiras agroecológicas: desafios à produção e comercialização de alface orgânica no agreste paraibano. Bananeiras: s.n, 2013. 96 f. Universidade Federal da Paraíba. Centro De Ciências Humanas Sociais e Agrárias.Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Produção Agroalimentar. BORGES, Ana Lúcia. O cultivo da bananeira. Cruz das AlmasBA: Embrapa Mandioca eFruticultura, 2004. 279p. ISBN: 8571580103. CUNHA, Getúlio Augusto Pinto da; SANCHES, Nilton Fritzons; MEDINA, Valdique Martins. Abacaxi: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: EmbrapaInformação Tecnológica, 2004. 186 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 8573832797. DANTAS, Jorge Luiz Loyola; JUNGHANS, Davi Theodoro; LIMA, Juliana Firmino de. Mamão: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa InformaçãoTecnológica, 2003. 151 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 857383207. ESPÍNOLA, J. E. F. Olericultura. In: MEDEIROS, Marcos Barros de; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luís Felipe de. Cadernos de licenciatura em ciências agrárias, V.4. Bananeiras:Universitária/UFPB, 2010. 446 p; v 4. ISBN: 9788577454327. MANICA, Ivo. Goiaba: do plantio ao consumidor: tecnologia de produção, pós- colheita, comercialização. Porto Alegre: Cinco Continentes, 2001. 142 p. ISBN: 9788586466174. MANICA, Ivo. Maracujá: tecnologia de produção, pós-colheita, agroindústria, mercado.Porto Alegre: Cinco Continentes, 2001, 2005. 471p. PEREIRA, Márcio Eduardo Canto; FONSECA, Nelson; SOUZA, Fernanda Vidigal Duarte. Manga:o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica,
2005. 184 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 9788573832940. PAULO, Henz Gilmar; ALCÂNTARA, Flávia Aparecida; RESENDE, Francisco Vilela. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília:Embrapa Informação Tecnológica,
2007. 308p. ISBN: 9788573833850. VIANA, Pedro Henrique Feliciano. Práticas pedagógicas interdisciplinares no ensino infantil através de hortas. Bananeiras: UFPB, 2018. 22 p.
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NOME: (NOVO) PIC VI – Bovinos, Ovinose Caprinos Departamento: DCA Carga Horária Teórica:
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaPrática: Carga Horária 30h EAD:
Carga Horária Teórica:
✓ EMENTA Bovinos: Práticas e instalações para contenção dos animais; Avaliação de desempenhoe de Escore de Condição Corporal - ECC; Manejo em sala de ordenha, controle de mastite e análises da qualidade do leite; Cuidados com as crias (colostragem, cura de umbigo, identificação e descorna); Métodos de aplicação de medicamentos e Controle de endo e ectoparasitas. Ovinos e Caprinos: Práticas de manejo reprodutivo; Manejo em sala de ordenha e controle de mastite; Cuidados com as crias (colostragem, cura de umbigo, identificação e descorna); Avaliação de desempenho e de Escore de Condição Corporal – ECC; Cuidados sanitário (instalações, casqueamento e vacinação); Controle de endo e ectoparasitas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Armando; RIBEIRO, Antônio Cândido. Ordenha mecânica: Implantação eoperação. Viçosa: CPT, 2008. 214p. CHAPAVAL, Lea (Autor). Manual do produtor de cabras leiteiras. Viçosa: Aprenda fácil,2011. 214 p. MEDEIROS, Marcos Barros de; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luís Felipe de. Cadernos de licenciatura em ciências agrárias, V.4. Bananeiras: Universitária/UFPB, 2010. 446 p; v4. ISBN: 9788577454327. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, Oriel Fajardo de; MIRANDA, João Eustáquio Cabral. Gado de leite: o produtorpergunta a EMBRAPA responde, 3.ed. Brasilia, DF - EMBRAPA, 2012, 311 p. OLIVEIRA, Ronaldo Lopes; BARBOSA, Marco Aurélio A. F. Marco Aurélio Alves de Freitas. Bovinocultura de corte: desafios e tecnologias. 2. ed. Salvador: EDUFBA, 2014.725p. RIBEIRO, Silvio Doria de Almeida. Caprinocultura: criação racional de caprinos. SãoPaulo: Nobel,
1997. 318p. SILVA, José Carlos Peixoto Modesto da; VELOSO, Cristina Mattos. Manejo e administração em bovinocultura leiteira. 2. ed. ampliada e atualizada. Viçosa, MG:Suprema, 2014. 596 p. NOME: (NOVO) PIC VII – Fitossanidade e Culturas Regionais Departamento: DA Carga Horária Teórica:
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaPrática: Carga Horária 30h EAD:
Carga Horária Teórica:
✓ EMENTA Culturas Regionais: Práticas de propagação, preparo do solo, plantio, adubação, tratos culturais, colheita, armazenamento e comercialização das culturas do milho (Zeamays), algodão (Gossypium hirsutum), feijão (Phaseolus vulgaris), mandioca (Manihot esculenta), batata-doce (Ipomoea batatas), gergelim (Sesamum indicum), agave (Agave sisalana) e cana de açúcar (Saccharum officinarum). Fitossanidade: Identificação e práticas de manejo de doenças de plantas cultivadas. Aplicação de métodos de proteção de plantas. Práticas de manejo de plantas espontâneas. Produção e aplicações de
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defensivos naturais e alternativos: fertiprotetores e fitoprotetores.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMORIM, Lilian; REZENDE, Jorge Alberto Marques; BERGAMIN FILHO, Armando. Manual de fitopatologia: volume 1: princípios e conceitos. 4. ed. São Paulo: AgronômicaCeres, 2011. XX, 704p, 24p de estampas. ISBN: 9788531800528. BORÉM, Aluízio; FREIRE, Eleusio C. Algodão: do plantio à colheita. Viçosa: Ed. UFV,2014. 312 p. ISBN: 9788572695053. BORÉM, Aluízio; GALVÃO, João Carlos Cardoso. Milho: do plantio à colheita. 2. ed. Viçosa MG: Ed. UFV, 2017. ISBN: 9788572695831. MATTOS, Pedro Luiz Pires de; FARIAS, Alba Rejane Nunes; FERREIRA FILHO, José Raimundo. Mandioca: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: EmbrapaInformação Tecnológica,
2006. 176 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 8573833688. MEDEIROS, Marcos Barros de; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luís Felipe de. Cadernos de licenciatura em ciências agrárias, V.6. Bananeiras: Universitária/UFPB, 2011. 358 p; v6. ISBN: 9788577453368. OLIVEIRA NETO, Aroldo Antonio de; SANTOS, Candice Mello Romero. A cultura dofeijão. Brasília: Conab, 2018. 244 p. ISBN: 9788562223129.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, José Aloisio; MOREIRA, Luis Fernando Stone; BIAVA, Marina. Feijão: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa, Informação Tecnológica,2003. 203p. (Coleção. 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 9788573832037. ANDREI, Edmond. Compendio de defensivos agrícolas: guia prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 8.ed. São Paulo: Organização Andrei, 2009. 448p. ISBN:9788574763651. BERGAMIN FILHO, Armando; AMORIM, Lilian. Doenças de plantas tropicais: epidemiologia e controle econômico. São Paulo: Agronômica Ceres, 1996. 299 p: il. ISBN:8531800072. GALLO, Domingos. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p. (Biblioteca deCiências agrárias Luiz de Queiroz 10) ISBN: 8571330115. KIMATI, Hiroshi. Manual de fitopatologia: volume 2: doenças das plantas cultivadas.4.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 2005. 662 p. MORAES, Gilberto José de; FLECHTMANN, Carlos Holger Wenzel. Manual de acarologia: acarologia básica e ácaros de plantas cultivadas no Brasil. Ribeirão Preto, SP:Holos, 2008. 288p. ISBN: 9788586699627. OLIVEIRA, Lanna Cecília Lima de. Tradição e esperança na história do algodão Mocó naParaíba compromisso com a conservação on farm em Solânea e Casserengue. Bananeiras: UFPB, 2014. 83 p. Dissertação (mestrado) – UFPB / CCHSA. SANTOS, Fernando; BORÉM, Aluízio; CALDAS, Celso. Cana-de-açúcar: bioenergia, açúcar e álcool: tecnologia e perspectivas. 2. ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2012. 637p. ISBN: 9788560249398. TRIGIANO, Robert N; WINDHAM, Mark T; WINDHAM, Alan S. Fitopatologia: conceitose exercícios de laboratório. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. XIV, 575p. ISBN: 9788536323428.
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NOME: (NOVO) PIC VIII – Aves e Suínos
2 créditos
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga Horária Teórica:
Carga Horária Total: 30h
Carga HoráriaPrática: Carga Horária 30h EAD:
Carga Horária Teórica:
✓ EMENTA Aves: Planejamento das instalações para criação de aves; anatomia e fisiologia do aparelho digestivo e reprodutor das aves; manejo das aves de corte, postura e alternativas. Alimentos e equipamentos da fábrica de ração. Fabricação de dietas para animais. Seleção de ovos para incubação. Processo de incubação. Prevenção de doenças das aves. Controle de endo e ectoparasitas das aves. Programa de limpeza e desinfecção das instalações avícolas. Manejo de galinhas no sistema “cage free”. Implantação de piquetes para criação de galinhas. Suínos: Manejo reprodutivo de fêmeas e machos suínos. Manejo de suínos de produção de carne. Programa de limpeza e desinfecção das instalações. Programa de bioseguridade em granjas de suínos. Controle do meio ambiente e bem-estar para suínos. Dietas e Fabricação de ração. Gerenciar a suinocultura (planeja, organiza, controla e avalia a atividade de produção).
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICAAVES: COSTA, FGP., SILVA, JHV. Produção de Não Ruminantes. 2018. 350p. FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola. Manejo de frangos. 2004. FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola. Manejo de matrizes de corte.2005. FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola. Manejo de poedeiras. 1994. MENDES, A A; NAAS, I. A; MACARI, M. Produção de Frangos de Corte. Campinas:FACTA, 2004. 356 p. MORENG, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. São Paulo: Roca,1990.380 p. SUÍNOS: ABCS. Produção de suínos: teoria e prática / Coordenação editorial Associação Brasileirade Criadores de Suínos; Coordenação Técnica da Integrall Soluções em Produção Animal.- Brasília, DF, 2014. 908p.: il.: color. (vários autores). BERTECHINI, Antonio Gilberto. Nutrição de monogástricos, Editora UFLA, 2006, 301 p. BRASIL. Manual Brasileiro de Boas Práticas Agropecuárias na Produção de Suínos /Revisão técnica Armando Lopes do Amaral ... [et al.]. – Brasília, DF: ABCS; MAPA; Concórdia: Embrapa Suínos e Aves,
2011. 140 p. BRASIL. Suinocultura: uma saúde e um bem-estar / Secretaria de Inovação, Desenvolvimento RURAL e Irrigação. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. – Brasilía: AECS, 2020. 500 p. (vários autores). FERREIRA, Rony Antonio. Maior produção com melhor ambiente: para aves, suínos ebovinos. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2011. 401 p. ISBN: 9788562032318.
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DIAS, C.P. SILVA, C.A., MANTECA, X. Bem estar dos suínos. Londrina: o Autor, 2014,403 p. FIALHO, Elias Tadeu. Alimentos alternativos para suínos. Lavras, MG: UFLA, 2009. 232p. ISBN: 9788587692726. MARTINS, T.D.D. Suinocultura. In: Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias, UAB,UFPB, 1 ed. João Pessoa: Editora: Universitária/UFPB, v.6, 2011, p.61-118. SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, I.; SILVEIRA, P. R. S. da; SESTI, L. A. eds. Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília: EMBRAPA, Serviço deProdução de Informação, 1998. 388 p.
✓
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTARAVES: ALBINO, LFT, VARGAS JR., JG., VILAR DA SILVA, JH. Criação de frango e galinhacaipira. Ed. Aprenda Fácil, Viçosa, MG, 2001. 123p. PESTI, GM., Bakalli, RI., Driver, JP. et al. Poultry Nutrition and Feeding, 2005. SAKOMURA, NK, VILAR DA SILVA, JH., Costa, FGP. Et al. Nutrição de NãoRuminantes. Ed. FUNEP, Jaboticabal, SP, 2013. SANDILAND, V. HOCKING, PM. Alternative Systems for Poultry. Cabi, Oxfordshire,UK. 2012. 359p. SUÍNOS: BORTOLOZZO, F.P.; WENTZ, I. Suinocultura em ação: Inseminação artificial nasuinocultura tecnificada. Porto Alegre, Editora Paloti, 2005. 185p. BORTOLOZZO, F.P.; WENTZ, I. Suinocultura em ação: a fêmea suína em lactação. PortoAlegre, Gráfica da UFRS, 2010. 234p. SEBRAE. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE); Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS). Mapeamento da suinoculturabrasileira. Brasília-DF: Qualytá, 2016. 368p. SEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. 1.ed.. Brasília: EMBRAPAInformação Tecnológica, 2007. 302p. SOBESTIANSKY, J. Sistema intensivo de produção de suínos: programa debiossegurança. Goiânia: Sobestiansky J (ed.), 2002, 108 p. EMBRAPA. Emprapa suínos e aves. Disponível em: http://www.cnpsa.embrapa.br. NOME: (NOVO) PIC IX – Agroindústria
2 créditos
Departamento: DGTA
Tipo de componente: disciplina.
Carga Horária Total: 30h
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga HoráriaTeórica:
✓ EMENTA Práticas em tecnologia de alimentos de origem animal. Práticas em tecnologia de alimentos de origem vegetal. Práticas em controle de qualidade de alimentos com noções de análise físico-química, microbiológica e sensorial de alimentos. Práticas em conservação de alimentos e bebidas. Práticas em embalagens de alimentos.
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✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAUVAIN, Stanley P. Tecnologia da panificação. Barueri: Manole, 2009. 440p. CHAVES, José Benício Paes. Práticas de laboratório de análise sensorial de alimentos ebebidas. Viçosa: UFV, 2005. FELLOWS, P. J. Tecnologia do Processamento de Alimentos: princípios e prática. PortoAlegre: Artmed,
2006. 602p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRUZ, Adriano. G.; ZACARCHENCO, Patrícia B., OLIVEIRA, Carlos Augusto F.; CORASSIN, Carlos H. Processamento de produtos lácteos. Vol. III. GEN LTC, 2017.360p. INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Métodos físico-químicos para análise de alimentos. SãoPaulo: Instituto Adolfo Lutz, 2008. 1020p. NESPOLO, Cássia Regina; OLIVEIRA, Fernanda Arboite de; PINTO, Flávia Santos Twardowski; OLIVEIRA, Florencia Cladera. Práticas em Tecnologia de Alimentos. PortoAlegre: Artmed,
2014. 220p. SILVA, Neusely; JUNQUEIRA, Valéria C.; SILVEIRA, Neliane F. A.; TANIWAKI, MartaH.; GOMES, Renato A. R.; OKAZAKI, Margarete M. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos e água. São Paulo: Blucher, 2017. 535p. SENAI-SP Editora (org.). Industrialização de carnes e derivados. São Paulo: SENAI, 2016.200p. SENAI-SP Editora (org.). Industrialização de frutas e hortaliças. São Paulo: SENAI, 2017.180p. NOME: (NOVO) PIC X – TCC I
2 créditos
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga Horária Teórica:
Carga HoráriaPrática: Carga Horária 30h EAD:
Carga Horária Total: 30h
Carga Horária Teórica:
✓ EMENTA Planejamento de um trabalho científico que envolve o levantamento, a análise e a difusão de conteúdos obtidos na pesquisa realizada pelo discente, dentro do que é preconizado pela metodologia científica. Orientação escrita para elaboração do projeto de trabalho de conclusão de curso.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, I. S. Como escrever artigos científicos – sem arrodeio e sem medo da ABNT. 7ªEd. São Paulo: Saraiva, 126p, 2010. AQUINO, I. S. Como ler artigos científicos – da graduação ao doutorado. São Paulo:Saraiva, 94p, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23ª Ed. São Paulo: Cortez, 279p,2007.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Informação e documentação -Trabalhos acadêmicos – Apresentação. ABNT NBR 14724:2011.
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ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Informação e documentação -Referências – Elaboração. ABNT NBR 6023:2018. ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Informação e documentação – Resumo Apresentação. ABNT NBR 6028:2003. ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 9ª Ed. São Paulo:Atlas, 160p, 2009. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 175p, 2009. NOME: (NOVO) PIC XI – TCC II
3 créditos
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga Horária Total: 45h
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Trabalho de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sob a supervisão e acompanhamento de um professor orientador. Aprofundamento do conhecimento teórico-prático em atividades de interesse específico do estudante.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, I. S. Como escrever artigos científicos – sem arrodeio e sem medo da ABNT. 7ªEd. São Paulo: Saraiva, 126p, 2010. AQUINO, I. S. Como ler artigos científicos – da graduação ao doutorado. São Paulo:Saraiva, 94p, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23ª Ed. São Paulo: Cortez, 279p,2007.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Informação e documentação -Trabalhos acadêmicos – Apresentação. ABNT NBR 14724:2011. ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Informação e documentação –Referências – Elaboração. ABNT NBR 6023:2018. ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Informação e documentação – Resumo – Apresentação. ABNT NBR 6028:2003. ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 9ª Ed. São Paulo:Atlas, 160p, 2009. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 175p, 2009.
2. 2.1
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIOS
NOME: (4101113) Administração Rural
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
49
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Características básicas do setor agropecuário. Estudo da administração rural. Normas gerais da administração rural. A empresa rural. Organização administrativa da empresa rural. Administração na empresa agrícola. Necessidade de planejamento e controle financeiro. Sistemas de custos. Fatores de produção. Patrimônio da empresa rural. Tomada de decisões naempresa rural. Planejamento e gestão na empresa rural. Informática na fronteira da administração rural. Cooperativismo e crédito rural.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FORNARI, Enami. Agricultura Alternativa. 1ª Ed. São Paulo, SP. Sol Nascente, 1982. OLIVEIRA, Cantalício Preto de. Economia e Administração Rural. 3ª Ed. Porto Alegre,RS. Sulina, 1976. VALLE, Francisco. Manual de Contabilidade Agrária. 1ª Ed. São Paulo, SP. Atlas, 1983.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREIRE, L. Empreendedorismo: fundamentos conceituais. In: ENCONTRO NACIONALDE EMPREENDEDORISMO, 3., Florianópolis-SC. Anais...Florianópolis, 2001. CD-ROM. HOFMAN, et al. Administração da Empresa Agrícola. 3ª Ed. São Paulo, SP, 1981.HOFFMAN, R. Administração da empresa agrícola. São Paulo: Pioneira, 1976. MAXIMIANO,A. C. A. Introdução à administração. São Paulo: Atlas, 1995. MUNHOZ, Dácio. Economia Agrícola. Rio de Janeiro, RJ. Editora Vozes, 1982.
NOME: (NOVO) Culturas Regionais
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Produção das Culturas: Uma perspectiva histórica; Introdução, importância econômica, origem, classificação botânica e morfologia, propagação, noções de melhoramento, exigências climáticas e edáficas, exigências nutricionais, preparo do solo, plantio, tratos culturais, pragas e doenças, colheita, beneficiamento, armazenamento e comercialização das culturas do milho (Zea mays), algodão (Gossypium hirsutum), feijão (Phaseolus vulgaris), mandioca (Manihot esculenta), batata-doce (Ipomoea batatas), cana de açúcar (Saccharum officinarum), dentre outras culturas regionais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORÉM, Aluízio; FREIRE, Eleusio C. Algodão: do plantio à colheita. Viçosa: Ed. UFV,2014. 312 p. ISBN: 9788572695053. BORÉM, Aluízio; GALVÃO, João Carlos Cardoso. Milho: do plantio à colheita. 2. ed.Viçosa MG: Ed. UFV, 2017. ISBN: 9788572695831. KLUGE, Ricardo A. Ecofisiologia de cultivos anuais: trigo, milho, soja, arroz e mandioca.São Paulo: Nobel, 1999. 126p. ISBN: 8521310781. MATTOS, Pedro Luiz Pires de; FARIAS, Alba Rejane Nunes; FERREIRA FILHO, José Raimundo. Mandioca: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: EmbrapaInformação Tecnológica,
2006. 176 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN:
50
8573833688. OLIVEIRA NETO, Aroldo Antonio de; SANTOS, Candice Mello Romero. A cultura dofeijão. Brasília: Conab, 2018. 244 p. ISBN: 9788562223129.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, José Aloisio; MOREIRA, Luis Fernando Stone; BIAVA, Marina. Feijão: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa, Informação Tecnológica,2003. 203p. (Coleção. 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 9788573832037. EPAMIG. Efeito das mudanças climáticas na Agricultura. Informe Agropecuário. BeloHorizonte, v. 29, n.246. 2008. 112p. Disponível em: <https://www.epamig.br/download/informe-agropecuario-246-efeito-das-mudancas- climaticas-naagricultura-2008/?wpdmdl=2463&refresh=60db7bf3e916b162499685>. Acessoem: 29 jul. 2021. FRANCELLI, Antonio Luiz; DOURADO NETO, Durval. Produção de feijão. Piracicaba:livroceres, 2007. 386 p. LOPES, Ângela Celis de Almeida Lopes; GOMES, Regina Lucia Ferreira; ARAÚJO, AdemirSérgio Ferreira de. A cultura do feijão-fava no Meio Norte do Brasil. Teresina, PI: EDUFPI, 2010. 272p. ISBN: 9788574632919. OLIVEIRA, Lanna Cecília Lima de. Tradição e esperança na história do algodão Mocó naParaíba compromisso com a conservação on farm em Solânea e Casserengue. Bananeiras: UFPB, 2014. 83 p. Dissertação (mestrado) – UFPB / CCHSA. SANTOS, Fernando; BORÉM, Aluízio; CALDAS, Celso. Cana-de-açúcar: bioenergia, açúcar e álcool: tecnologia e perspectivas. 2. ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2012. 637p. ISBN: 9788560249398. SILVA, Milena Kelly Cruz da. Produção e bromatologia de biomassa de batata doce emdiferentes épocas de corte. Bananeiras: UFPB, 2018. 18p. Licenciatura em Ciências Agrárias.
NOME: (4103079) Desenho e Topografia
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DGTA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Conceito, objetivo e divisão da topografia. Trabalhos topográficos. Geometria plana. Uso de esquadros, compasso e transferidor. Polígonos. Triângulos. Cálculo de perímetro e deárea. Desenho em escala. Equipamentos topográficos. Diastímetro. Teodolito. Planimetria. Estadimetria. Altimetria.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio. Topografia geral.4.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2011. 208p. ISBN: 9788521615613. DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2.ed. São Paulo: Érica,2014. 120 p. ISBN: 9788536506586.
51
MCCORMAC, Jack; SILVA, Daniel Carneiro da. Topografia. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 389p. ISBN: 9788521615231. JOAO M. Topografia Geral. Editora: LTC. 4ª Edição,2007. 208p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3ª edição revista e ampliada. SãoPaulo: Edgard Blucher, 1975, 1984, 1989, 2011. 192 p. MEDEIROS, Marcos Barros de; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luís Felipe de. Cadernos de licenciatura em ciências agrárias, V.3. Bananeiras: Universitária/UFPB, 2009. 438 p; v3. ISBN: 9788577454327. SILVA, Arlindo; PERTENCE, Antônio Eustáquio de Melo; KOURY, Ricardo Nicolau Nassar (Tradução). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006, 2011, 2016.475 p. ISBN: 9788521615224, 8521615221. TAHAN, Malba. O homem que calculava. 72.ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. 300p: il.ISBN: 9788501061966. TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de topografia. Porto Alegre: Bookman,2014. 308 p. ISBN: 9788582601198.
NOME: (4101112) Economia Rural
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Economia como ciência social; Os problemas econômicos centrais; O processo de formação de preços agrícolas; Mercado agrícola; Produção agrícola: sistemas de produção, tecnologias, custos de produção, contabilidade rural e eficiência produtiva; Políticas públicas para a agricultura; Agronegócio e agricultura familiar.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACHA, Carlos José Caetano. Economia e política agrícola no Brasil. São Paulo: EditoraAtlas, 2012. 2ª edição. BARBOSA, Françoise de Fátima. Manual de Agronegócio e Economia Rural. MontesClaros: Editora da UNIMONTES, 2001. Apostila. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. São Paulo: Editora Atlas, 1991.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GEPAI: Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais. Coordenador: BATALHA, MárioOtávio. Gestão Agroindustrial, 2.ed. v.1 e 2. São Paulo: Atlas, 2001. HOFFMANN, R. et al. Administração da empresa agrícola. São Paulo: Pioneira, 1987.325p. MARION, José C. Contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária, imposto de rendapessoa jurídica. 8a. Ed. São Paulo: Atlas, 2005. SILVEIRA, Caius Marcellus Reis. Agronegócio – Introdução ao agronegócio. MontesClaros: Editora da UNIMONTES, 2010.
52
NOME: (4102003) Fitossanidade
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução a Fitossanidade, Conceitos e importância da Fitossanidade, Noções de relações ecológicas entre plantes artrópodes e microrganismos. Introdução e história da Fitopatologia. Causa de Doenças, Sintomatologia, Principais Doenças de Plantas Cultivadas, Manejo de Doenças de Plantas Cultivadas. Introdução a Entomologia, Morfologia e Identificação das Principais classes de Insetos de Importância Agrícola, Métodos de Proteção de Plantas. Introdução à Ciência de Plantas Daninhas, Identificação e Manejo de Plantas Daninhas. Noções de alelopatia e trofobiose aplicada a proteção de plantas. Segurança e Tecnologia de Aplicação de Defensivos Agrícolas, Noção de Acarologia Agrícola. Produção eaplicações de defensivos naturais e alternativos: fertiprotetores e fitoprotetores.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMORIM, Lilian; REZENDE, Jorge Alberto Marques; BERGAMIN FILHO, Armando. Manual de fitopatologia: volume 1: princípios e conceitos. 4. ed. São Paulo: AgronômicaCeres, 2011. XX, 704p, 24p de estampas. ISBN: 9788531800528. ANDREI, Edmond. Compendio de defensivos agrícolas: guia prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 8.ed. São Paulo: Organização Andrei, 2009. 448p. ISBN:9788574763651. BERGAMIN FILHO, Armando; AMORIM, Lilian. Doenças de plantas tropicais: epidemiologia e controle econômico. São Paulo: Agronômica Ceres, 1996. 299p: il. ISBN:8531800072.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GALLO, Domingos. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p. (Biblioteca deCiências agrárias Luiz de Queiroz 10) ISBN: 8571330115. KIMATI, Hiroshi. Manual de fitopatologia: volume 2: doenças das plantas cultivadas.4.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 2005. 662 p. MEDEIROS, Marcos Barros de; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luís Felipe de. Cadernos de licenciatura em ciências agrárias, V.6. Bananeiras: Universitária/UFPB, 2011. 358 p; v6. ISBN: 9788577453368. MORAES, Gilberto José de; FLECHTMANN, Carlos Holger Wenzel. Manual de acarologia: acarologia básica e ácaros de plantas cultivadas no Brasil. Ribeirão Preto, SP:Holos, 2008. 288p. ISBN: 9788586699627. TRIGIANO, Robert N; WINDHAM, Mark T; WINDHAM, Alan S. Fitopatologia: conceitose exercícios de laboratório. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. XIV, 575p. ISBN: 9788536323428.
NOME: (NOVO) Fruticultura
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
53
✓ EMENTA Histórico; Importância; Centros de origem; Distribuição; Classificação; Panorama; Propagação; Implantação, manejo e colheita das culturas de bananeira, mamoeiro, maracujazeiro, abacaxizeiro, citros, gravioleira, mangueira, goiabeira e cajueiro.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Ana Lúcia. O cultivo da bananeira. Cruz das Almas BA: Embrapa Mandioca eFruticultura,
2004. 279p. ISBN: 8571580103. COSTA, N. P. da. Fruticultura. In: Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias. Vol. 03. Org. MEDEIROS, M. B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L. F. – Bananeiras: EditoraUniversitária/UFPB, 2009. 438 p; v 3. ISBN: 9788577454327. CUNHA, Getúlio Augusto Pinto da; SANCHES, Nilton Fritzons; MEDINA, Valdique Martins. Abacaxi: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: EmbrapaInformação Tecnológica, 2004. 186 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 8573832797. FACHINELLO, J. C; NACHTIGAL, J. C.; KERSTEN, E. Fruticultura: Fundamentos e práticas. 2008. Disponível em:<https://wp.ufpel.edu.br/fruticultura/files/2017/05/Livro-de-Fruticultura-Geral.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2021. MANICA, Ivo. Goiaba: do plantio ao consumidor: tecnologia de produção, pós- colheita, comercialização. Porto Alegre: Cinco Continentes, 2001. 142 p. ISBN: 9788586466174. PENTEADO, Silvio Roberto. Manual de fruticultura ecológica: cultivo de frutas orgânicas. 2. ed. Campinas, SP: Edição do Autor, 2010. 240 p. ISBN: 9788590788225. PEREIRA, Márcio Eduardo Canto; FONSECA, Nelson; SOUZA, Fernanda Vidigal Duarte.Manga: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2005. 184 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 9788573832940. SALOMÃO, Luiz Carlos Chamhum. Cultivo do mamoeiro. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2007.74p. (Soluções) ISBN: 9788572693110. SANTOS FILHO, Hermes Peixoto; MAGALHÃES, Antonia Fonseca de Jesus; COELHO,Ygor da Silva. Citros: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2005. 221p. (500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 857383319. SIQUEIRA, Dalmo Lopes; PEREIRA, Walter Esfrain. Planejamento e implantação depomar. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000. 171p. ISBN: 9788588216523. SOUSA, J. S. Inglez de. Poda das plantas frutíferas. 2.ed.rev.amp. São Paulo: Nobel, 2005.191 p. ISBN: 9788521312970
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BNB. Apoio do BNB à pesquisa e desenvolvimento da fruticultura regional. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2009. (BNB. Ciência e Tecnologia, 04) ISBN: 9878577910571. CASTRO, Paulo R. C; KLUGE, Ricardo A. Ecofisiologia de fruteiras tropicais: abacaxizeiro, maracujazeiro, mangueira, bananeira e cacaueiro. São Paulo: nobel, 1998.111p. ISBN: 9788521309791. DANTAS, Jorge Luiz Loyola; JUNGHANS, Davi Theodoro; LIMA, Juliana Firmino de. Mamão: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa InformaçãoTecnológica, 2003. 151 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 857383207.
54
FIGUEIREDO, Wennia Rafaelly Souza. Moscas-das-frutas: índice de infestação, análise faunística e flutuação populacional na microrregião do Brejo paraibano. Bananeiras:UFPB, 2014. 72 p. Dissertação (Mestrado) – UFPB/CCHSA. LIMA, Marcelo Bezerra; SILVA, Sebastião de Oliveira e; FERREIRA, Cláudia Fortes. Banana: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa InformaçãoTecnológica, 2003. 182 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) ISBN: 9788573832061. MANICA, Ivo. Maracujá: tecnologia de produção, pós-colheita, agroindústria, mercado.Porto Alegre: Cinco Continentes, 2001, 2005. 471p. NEVES, Leandro Camargo. Manual pós-colheita da fruticultura Brasileira. Londrina:Eduel, 2009. 485 p. ISBN: 9788572165006. PENTEADO, Sílvio Roberto. Fruticultura orgânica: formação e condução. 2.ed. Viçosa,MG: Aprenda Fácil, 2010. 309 p. ISBN: 9788562032127. SAÚCO, Víctor Galán; MANICA, Ivo. Cultivo de frutas em ambiente protegido: abacaxi,banana, carambola, cherimólia, lichia, mamão, manga, maracujá, nêspera / Vítor Galán Saúco; Tradução Ivo Manica. Porto Alegre, RS: Cinco Continentes, 2002. 81 p. ISBN: 9788586466220. SILVA, John Lennon de Lima. Preferência sensorial, caracterização microbiológica e química de frutos de quatro cultivares de bananeiras Musa spp. in natura das cidades deBananeiras e Solânea - PB. Bananeiras: UFPB, 2016. 28p. Graduação em agroindústria. SILVA FILHO, Jaime Barros da; Lima Francisca Zenaide de; Lopes José Demerval Saraiva.Produção de banana: do plantio à pós-colheita. Viçosa: CPT, 2008. 382p. ISBN: 9788576012498. ZAMBOLIM, Laércio. Manejo integrado: produção integrada: fruteiras tropicais:doenças e pragas. Viçosa: o autor, 2003. 587 p.
NOME: (GDPAG0009) Irrigação eDrenagem
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Conceito histórico e importância; água no solo; Relação-água-solo-planta atmosfera; fatores que afetam as necessidades hídricas das culturas; medição de água para irrigação; qualidade da água para irrigação; fertirrigação; métodos de irrigação; drenagem agrícola. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MANTOVANI, E. C. Manual de irrigação. 8. ed. Viçosa(MG): Ed. UFV, 625p. 2006. GHEYL, H. G.; DIAS, N. S.; LACERDA, C. F. Manejo da salinidade na agricultura:Estudos básicos e aplicados. 2 ed. Fortaleza: INCT Sal, 2016. MANTOVANI, E. C; BERNARDO, S; PALARETTI, L. F. Irrigação: princípios e métodos.3. ed. Viçosa,
2009. 355p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
55
ALBUQUERQUE, F. O; DURÃES, F. M. Uso e manejo de irrigação. Brasília, DF.Embrapa Informação Tecnológica. 2008. 528 p. AZEVEDO NETO, J. M. Manual de hidráulica. 8 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998.669p. DOORENBOS, J.; PRUITT, W. O. Necessidades hídricas das culturas. Paraíba-PB: UFPB,FAO. Estudos de irrigação e drenagem, Boletim 24. 1997. 204p. MILLAR, A. Drenagem de Terras Agrícolas: bases agronômicas. São Paulo: Mc-Graw-Hill, 1978 OLIVEIRA, R. A; VIEIRA, R. F. Aplicação de fertilizantes e defensivos via água deirrigação. Viçosa, CPT. 2010. 328p OLIVERA, R. A; RAMOS, M. M; LIMA, F. Z; LOPES, J. D. S. Irrigação em pequenas emédias propriedades. Viçosa, 2007.292p. OLIVERA; R. A; VIEIRA, R.; RAMOS, M. M; LOPES, J. D. S; LIMA, F. Z. Irrigação em fruteiras. Viçosa, CPT. 2011, 260p. PENTEADO, S. R. Manejo da água e da irrigação em propriedades ecológicas. 2ed.Campinas: Via Orgânica 2010. 208p RAMOS, M. M.; OLIVEIRA, R. A; LOPES, J. D. Manejo de irrigação: quando e quantoirrigar. Viçosa, CPT., 2009. 228p. RHOADES, J.; KANDIAH, A.; MASHALI, A. M. Uso de águas salinas na produção agrícola. Campina Grande: UFPB, 2000. 117p. (Estudos FAO: Irrigação e Drenagem, 48).
NOME: (GDCSO0100) Metodologia doTrabalho Científico Departamento: DCBS
2 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Ciência: conceito, divisão e classificação. Níveis de conhecimento: popular/empírico, religioso/teológico, filosófico, científico. Pesquisa científica: abordagem, natureza, objetivos, procedimentos. Normalização: normas técnicas segundo a ABNT. Pré-projeto e Projeto de pesquisa.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, I. S. Como escrever artigos científicos: sem “arrodeio” e sem medo da ABNT.São Paulo: Editora Saraiva, 2010. 126 p. AQUINO, I. S. Como ler artigos científicos: da graduação ao doutorado. São Paulo:Editora Saraiva,
2012. 94 p. ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:elaboração de trabalhos na pós-graduação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991. LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. SãoPaulo: Atlas, 1991.
56
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AQUINO, I. S. Como preparar seu curriculum vitae – através da plataforma lattes. JoãoPessoa: Editora Universitária/UFPB, 2014. 140 p. BRASILEIRO, A. M. M. Como produzir textos acadêmicos e científicos. São Paulo:Contexto, 2021. DE SORDI, J. O. Elaboração de pesquisa científica: seleção, leitura e redação. São Paulo:Saraiva, 2013. MATTAR, J. Metodologia científica na era digital. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. MATTOS, S. M. N. de. Conversando sobre metodologia da pesquisa científica. PortoAlegre, RS: Editora Fi, 2020. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:Cortez, 2011.
NOME: (NOVO) Olericultura
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Definição, divisão e importância socioeconômica da Olericultura; Características de uma exploração olerícola e tipos de empresas olerícolas; Classificação das hortaliças; Clima;Adubação mineral e orgânica; Irrigação; Propagação; Tratos culturais; Principais pragas e doenças e seu controle; Colheita e comercialização; Implantação e condução de hortas (Prática).
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FILGUEIRA, F.A.R. Novo Manual de Olericultura – Agrotecnologia moderna naprodução e comercialização de hortaliças. 3 e.d. UFV; 2008. 421 p. FONTES, P.C.R. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: UFV, 2005. 486p. PENTEADO, S.R. Introdução à agricultura orgânica. Viçosa: Aprenda fácil, 2003. 235p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, R.L. Cebola: ciência, arte e história. Brasília: Embrapa InformaçãoTecnológica, 2007. 150p. ESPÍNOLA, J.E.F. Olericultura. In: MEDEIROS, M.B.; MACEDO, G.; ARAÚJO, L.F. Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias. João Pessoa: Universitária UFPB. HENZ, G.P.; ALCÂNTARA, F.A.; RESENDE, F.V. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica. 207,308 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas) LOPES, C.A.; ÁVILA, A.C. Doenças do pimentão: diagnose e controle. Brasília: EmbrapaHortaliças,
2003. 97p. NEVES, M.C.P.; ALMEIDA, D.L.; DE-POLLI, H.; GUERRA, J.G.M.; RIBEIRO, R.L.D.
57
Agricultura orgânica: uma estratégia para o desenvolvimento de sistemas agrícolassustentáveis. Rio de Janeiro: Seropédica. 2004, 98 p. SOUZA, C.M.; PIRES, F.R. Adubação verde e rotação de culturas. Viçosa: UFV. 2002.72p. (Cadernos didáticos, 96).
NOME: (NOVO) Produção de Abelhas
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Biologia da abelha, fisiologia e morfologia das abelhas, diferenças entre apicultura e meliponicultura, processo de africanização das abelhas Apis, pastagem apícola, localização e instalação de apiário, indumentária do apicultor, material apícola, equipamentos debeneficiamento de mel e cera, manejo das abelhas, produtos e benefícios das abelhas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, I. S. Abelhas nativas da Paraíba. João Pessoa: Editora Universitária, 96 p., il.,2006. COUTO, R. H. N.; Couto, L. A. Apicultura: manejo e produtos. Jaboticabal: FUNEP, 191p., 2002. WIESE, H. Novo manual de apicultura. Guaíba: Agropecuária, 292p.:il., 1995.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KERR, W. E.; Carvalho, G. A.; V. A. Nascimento. Abelha uruçú: biologia, manejo econservação. Belo Horizonte: Acangaú, 144p.: il., 1996. KERR, W. E. Biologia e Manejo da Tiúba: A Abelha do Maranhão. São Luís: EDUFMA,156 p., 1996. MAGALHÃES, Tatiana Lobato de & VENTURIERI, Giorgio Cristino. (2010) Aspectoseconômicos da criação de abelhas indígenas sem ferrão (Apidae: Meliponini) no Nordeste Paraense. – Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental, 36 p. il. ; 21cm. – (Documentos / Embrapa Amazônia Oriental, ISSN19830513;364) Disponível em:https//www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/83922/1/Doc364.pdf NOGUEIRA-NETO, P. (1997) Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão. Ed.Nogueirapis, São Paulo.445p. Disponível em: https://issuu.com/marcoacuna/docs/vida_e_cria_de_abelhas_indigenas_se/417 SILVEIRA, F.A; MELO, G.A.R.; Almeida, E.A.B. (2002) As abelhas brasileiras: Sistemática e Identificação. Belo Horizonte, Fundação Araucária. 253p. Disponível em: https://www.meliponas.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Abelhas-Brasileiras-Sistematica- eIdentificacao.pdf
NOME: (NOVO) Produção de Aves
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância econômica e social da avicultura no Brasil e Nordeste brasileiro. Noções básicas de
58
anatomia e fisiologia das aves. Cadeias produtivas das aves comerciais. Instalações e equipamentos para incubação e produção de aves. Técnicas de incubação e produção de aves. Operações de manejo e de ambiência. Nutrição aplicada às aves em geral. Profilaxia das principais doenças. Técnicas de planejamento, gerenciamento e controle da produção. Inter- relações entre diferentes setores de produção.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, FGP., SILVA, JHV. Produção de Não Ruminantes. 2018. 350p. FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola. Manejo de frangos. 2004. FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola. Manejo de matrizes de corte.2005. FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola. Manejo de poedeiras. 1994.MORENG, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. São Paulo: Roca,1990.380 p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBINO, LFT, VARGAS JR., JG., VILAR DA SILVA, JH. Criação de frango e galinhacaipira. Ed. Aprenda Fácil, Viçosa, MG, 2001. 123p. MENDES, A A; NAAS, I. A; MACARI, M. Produção de Frangos de Corte. Campinas:FACTA, 2004. 356 p. PESTI, GM., Bakalli, RI., Driver, JP. et al. Poultry Nutrition and Feeding, 2005. SAKOMURA, NK, Vilar da Silva, JH., Costa, FGP. Et al. Nutrição de Não Ruminantes. Ed. FUNEP, Jaboticabal, SP, 2013. SANDILAND, V. HOCKING, PM. Alternative Systems for Poultry. Cabi, Oxfordshire,UK. 2012. 359p.
NOME: (NOVO) Produção de Bovinos
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância da bovinocultura de corte e de leite no Brasil e no mundo, principais raças, sistemas de criação e de produção, aspectos da fisiologia digestiva, requerimentos nutricionais e manejo alimentar, desenvolvimento da glândula mamária e manejo de ordenha, reprodução e manejo reprodutivo, escrituração zootécnica e índices produtivos, melhoramentoanimal, manejo sanitário e Manejo com bezerras, instalações e bem-estar.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, Oriel Fajardo de; MIRANDA, João Eustáquio Cabral. Gado de leite: o produtorpergunta a EMBRAPA responde. 3.ed. Brasília, DF - EMBRAPA, 2012, 311 p. LANA, Rogério de Paula. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. 2. ed. rev.,Viçosa, MG,
2007. 344 p. MEDEIROS, Marcos Barros de; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luís Felipe de. Cadernos de licenciatura em ciências agrárias, V.4. Bananeiras, Ed. Universitária - UFPB, 2010. 446p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Armando; RIBEIRO, Antônio Cândido. Ordenha mecânica: Implantação eoperação. Viçosa: CPT, 2008. 214p.
59
KOZLOSKI, Gilberto Vilmar. Bioquímica dos ruminantes. 3.ed. Santa Maria-RS: UFSM,2011. 212 p. OLIVEIRA, Ronaldo Lopes; BARBOSA, Marco Aurélio A. F. Marco Aurélio Alves de Freitas. Bovinocultura de corte: desafios e tecnologias. 2. ed. Salvador: EDUFBA, 2014.725p. SILVA, José Carlos Peixoto Modesto da. Bem-estar do gado leiteiro: a importância do conforto térmico para o alto desempenho do gado. 1. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil,2012. 125p. SILVA, José Carlos Peixoto Modesto da; VELOSO, Cristina Mattos. Manejo e administração em bovinocultura leiteira. 2. ed. ampliada e atualizada. Viçosa, MG:Suprema, 2014. 596 p.
NOME: (NOVO) Produção de Caprinos eOvinos
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância da caprinocultura e ovinocultura, escolha e avaliação dos animais, principais raças de caprinos e ovinos, sistemas de criação, morfofisiologia do sistema digestivo e nutrição, alimentos e alimentação, instalações, reprodução e manejo reprodutivo, manejo sanitário, escrituração zootécnica, melhoramento genético e mercado e tecnologia de processamento.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAPAVAL, Lea (Autor). Manual do produtor de cabras leiteiras: Lea Chapaval... etal... Viçosa: Aprenda fácil, 2011. 214 p. EMPRESA ESTADUAL DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DA PARAÍBA. Caprinos e ovinos: produção e processamento. João Pessoa: Emepa, 2005. 135 p. XIMENES, Luciano J. F (Coordenador). Ciência e tecnologia na pecuária de caprinos eovinos. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2010. 732p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Elizabete Cristina Batista da; ARAÚJO, Gherman Garcia Leal de. Efeito de diferentes concentrações de sais sobre os parâmetros ruminais de bovinos e caprinos.Areia, PB: s.n., 2016. 60 p. LIMA JÚNIOR, Agenor Correia de; PIMENTA FILHO, Edgard Cavalcanti. Atuação deintermediário e do marchante no mercado de carne caprina e ovina no estado da Paraíba. Areia, PB: s.n, 2012. 53 p. RIBEIRO, Silvio Doria de Almeida. Caprinocultura: criação racional de caprinos. SãoPaulo: Nobel,
1997. 318p. SOARES, Adriana Trindade; LEMOS, Paulo Fernanda Barbosa de Araújo. Manejo reprodutivo em caprinos: inseminação artificial. João Pessoa: EMEPA/PB, 2013. 123 p. TELES, Vanessa Oliveira; SOUSA, Wandrick Hauss de. Caracterização da base alimentarpara caprinos e ovinos no cariri paraibano. Areia, PB: s.n., 2016. 79 p. Dissertação (Mestrado) - UFPB/CCA.
NOME: (NOVO) Produção de Suínos
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
60
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Produção de suínos no Brasil e no mundo; Ambiência na produção de suínos; bem- estar animal; Sistemas de produção e instalações para suínos; Melhoramento genético aplicado à produção de suínos; Manejo reprodutivo; Manejo produtivo; Manejo nutricional e estratégias de alimentação; Gestão de resíduos; Bioseguridade; Gerenciamento da produção.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABCS. Produção de suínos: teoria e prática / Coordenação editorial Associação Brasileirade Criadores de Suínos; Coordenação Técnica da Integral Soluções em Produção Animal.-- Brasília, DF, 2014. 908p. : il. : color. (vários autores). AECS. Suinocultura: uma saúde e um bem-estar / Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. –Brasília: AECS, 2020. 500 p. (vários autores). BERTECHINI, Antonio Gilberto. Nutrição de monogástricos. Editora UFLA, 2006, 301 p. BRASIL. Manual Brasileiro de Boas Práticas Agropecuárias na Produção de Suínos /Revisão técnica Armando Lopes do Amaral. [et al.] . – Brasília, DF: ABCS; MAPA; Concórdia: Embrapa Suínos e Aves,
2011. 140 p. DIAS, C.P. SILVA, C.A., MANTECA, X. Bem estar dos suínos. Londrina: o Autor, 2014,403 p. FERREIRA, Rony Antonio. Maior produção com melhor ambiente: para aves, suínos ebovinos. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2011. 401 p. ISBN: 9788562032318. FIALHO, Elias Tadeu. Alimentos alternativos para suínos. Lavras, MG: UFLA, 2009. 232p. ISBN: 9788587692726. MARTINS, T.D.D. Suinocultura. In: Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias, UAB,UFPB, 1 ed. João Pessoa: Editora: Universitária/UFPB, v.6, 2011, p.61-118. SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, I.; SILVEIRA, P. R. S. da; SESTI, L. A. eds. Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília: EMBRAPA, Serviço deProdução de Informação, 1998. 388 p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE SUÍNOS (ABCS). Mapeamento da suinocultura brasileira. Brasília-DF: Qualytá, 2016. 368p. BORTOLOZZO, F.P.; WENTZ, I. Suinocultura em ação: Inseminação artificial nasuinocultura tecnificada. Porto Alegre, Editora Paloti, 2005. 185p. BORTOLOZZO, F.P.; WENTZ, I. Suinocultura em ação: a fêmea suína em lactação. PortoAlegre, Gráfica da UFRS, 2010. 234p. EMBRAPA. Emprapa suínos e aves. Disponível em: http://www.cnpsa.embrapa.br.SEBRAE. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro E Pequenas Empresas (SEBRAE); SEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. 1.ed.. Brasília: EMBRAPAInformação Tecnológica, 2007. 302p.
61
SOBESTIANSKY, J. Sistema intensivo de produção de suínos: programa debiossegurança. Goiânia: Sobestiansky J (ed.), 2002, 108 p.
NOME: (4103076) Tecnologias de Produtosde Origem Animal e Vegetal – TPOAV Departamento: DGTA
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas para o processamento de alimentos de origem animal e vegetal. Matérias-primas de origem animal (leite, pescado e carne). Os principais processos usados nas indústrias de produtos de origem animal. Matérias-primas de origem vegetal. Os principais processos de produção, beneficiamento e conservação utilizados na industrialização de diferentes produtos de origem vegetal, contextualizando para realidade do semiárido e a sustentabilidade dos sistemas de produção. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2 edição. Rio de Janeiro: Atheneu, 2001.690p. ORDÓÑEZ, Juan A. Tecnologia de alimentos. Componentes dos alimentos e processos.Vol. 1. Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p. ORDOÑEZ, J. A. Tecnologia de alimentos. Alimentos de origem animal. v. 2, PortoAlegre: Artmed, 2007.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUGUSTO, Pedro Esteves Duarte. Princípios de tecnologia de alimentos. Vol. 3. Rio deJaneiro: Atheneu,
2018. 410p. CENCI, S. A. Processamento mínimo de frutas e hortaliças. Tecnologia, qualidade e sistemas de embalagem. Rio de Janeiro: Embrapa Agroindústria de Alimentos, 2011. 144p. FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. 2 ed.Porto Alegre, Artmed, 2006. 602p. GAVA, Altanir Jaime; SILVA, Carlos Alberto Bento da; FRIAS, Jenifer Ribeiro Gava. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. 511p. OLIVEIRA, E. N. A.; SANTOS, D. C. Tecnologia e processamento de frutos e hortaliças.Natal: IFRN,
2015. 234p.
NOME: (4101098) Zoologia
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Características gerais dos filos Porifera, Cnidaria, Platyhelminthes, Nematoda,Mollusca, Annelida, Arthropoda, Echnodermata e Chordata.
62
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2ª Ed.2015. POUGH, F. H.; HEISER, J.B.; JANIS, C.M.; SOUZA, A.M. A Vida dos Vertebrados. São Paulo: Atheneu. 4ª Ed. 2008. RUPPERT, E.E.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados. São Paulo: Roca. 6ª Ed.1996. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CURTIS, H. Biologia. São Paulo: Guanabara Koogan, 1977. HILDEBRAND, M.; GOSLOW JR., G.E.; SOUZA, A.M.; SCHLENZ, É.; HILDEBRAND,
V. Análise da Estrutura dos Vertebrados. São Paulo: Atheneu. 2ª Ed. 2006. RICKLEFS, R.E.; BUENO, C.; LIMA-E-SILVA, P.P. A Economia da Natureza. Rio deJaneiro: Guanabara Koogan. 6ª Ed. 2011. SADAVA, D.; BONAN, C.D. Vida: a Ciência da Biologia. Porto Alegre: Artmed. 8ª Ed.
V.1. 2009 WANDERLEY, I. C. Zoologia. In: Marcos Barros de Medeiros; Geralda Macedo; Luis Felipe de Araújo. (Org.). Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias. 1 ed. João Pessoa: Editora Universitária - UFPB, 2009,
v. 3, p. 217-250. NOME: (NOVO) UCE – Ciências Agrárias – Extensão Rural Departamento: DA
3 créditos
Carga Horária Teórica:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Prática:
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão: 45h
✓ EMENTA Histórico e origens da Extensão Rural (ER) no Mundo. A influência dos Estados Unidos no surgimento e modelo de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) no Brasil. Períodos e vertentes da ER e sua trajetória como política pública. Difusionismo e Revolução Verde. O repensar da ER a partir da reabertura democrática na década de 1980. Processos de Comunicação e Metodologias participativas na ATER. Influência teórica da Agroecologia, Teoria Sistêmica (Redes) e Desenvolvimento Territorial Sustentável. ATER para a Agricultura Familiar e Camponesa. Reconhecimento da importância do compromisso social na formação integral do estudante, estimulando sua formação como cidadão crítico e responsável. Reflexão ética quanto à dimensão social do ensino e da pesquisa. A extensão universitária como processo interdisciplinar e transdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico com ênfase na capacidade de intervir em benefício da sociedade. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA SÁ SOBRINHO, Rosivaldo Gomes de; RÊGO, Elizanilda Ramalho do; SOUZA, ThiagoSiqueira Paiva de. Pesquisa, Desenvolvimento e Sustentabilidade: Por uma nova perspectiva de extensão rural. CCA/UFPB. Areia – PB. 2009. TAVARES, E.D. Da agricultura moderna à agroecológica: análise da sustentabilidade desistemas agrícolas familiares. 1° ed. Banco do Nordeste do Brasil: Fortaleza, CE. 2009. THEODORO, Suzi Huff; DUARTE, Laura Maria Goulart; DE SOUZA, VIANNA, JoãoNildo (Ed.). Agroecologia: um novo caminho para a extensão rural sustentável. Garamond, 2009.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 63
BROSE, Markus. Participação na extensão rural: experiências inovadoras dedesenvolvimento local. Tomo, 2004. CAPORAL, Francisco Roberto; COSTABEBER, José Antônio. Agroecologia e sustentabilidade. Base conceptual para uma nova Extensão Rural. In: World Congress ofRural Sociology. 2001. p. 114-123. SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Editora Garamond, 2000. SÁ SOBRINHO, Rosivaldo Gomes de.; RÊGO, Elizanilda Ramalho do.; SILVA, Elisiane. Etal. Assistência Técnica e Extensão Rural. Sagah 1º Edição. Porto Alegre – RS. 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/ SILVA, Rui Correia. Extensão Rural. Série Eixos. Érica, 1º Edição. São Paulo – SP. 2014.Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/ STEIN, Ronei Tiago. et al. Fundamentos da Extensão Rural. Sagah 1º Edição. Porto Alegre
– RS. 2020. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/ 2.2
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS
NOME: (NOVO) Abate de Animais
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Estabelecimento
de
abate
(legislação;
estrutura
física
de
um
abatedouro;
64
equipamentos); Processo higiênico-sanitário de abate; Abate humanitário; Linha de abate de bovinos, suínos e aves; Inspeção sanitária; Controle de qualidade da carne no processo de abate; Noções gerais de avaliação e tipificação de carcaças.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento. Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Brasília, 2017, Decreto nº9.013, de 29 de março de 2017, 108p. BRIDI, A. M.; SILVA, C. A. Métodos de avaliação da carcaça e da carne suína. Londrina:Midiograf, 2006, 97 p. CASTILLO, C.J.C. et al. Qualidade da carne. São Paulo: Varela, 2006. 240 p. GOMIDE, L. A. M.; RAMOS, E. M.; FONTES, P. R. Tecnologia de abate e tipificação decarcaças. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 2014, 336 p. 2a edição.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOGGS, D.L.; MERKEL, R.A.; DOUMIT, E.M. Livestock and carcasses. An integrated approach to evaluation, grading, and selection, 5th ed. London: Kendall/Hunt, 1998. 589 p. LAWRIE, R. A; RUBENSAM, Jane Maria; GONÇALVES, Alex Augusto. Ciência da Carne.6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 384p. ORDÓÑEZ PEREDA, Juan A; MURAD, Fátima. Tecnologia de Alimentos: alimentos deorigem animal.
v. 2. Porto Alegre: Artmed, 2007. PINTO, P. S. A. Inspeção e Higiene de Carnes. Viçosa. Editora UFV, 2014. 2ª edição. 389p. TRECENTI, A. S., ZAPPA, V. Abate Humanitário: Revisão de literatura. RevistaCientifica Eletrônica de Medicina Veterinária. Ano XI, Nº 21. Garça-SP, 2013. 12 p.
NOME: (4102060) Agroecologia eAgricultura Orgânica Departamento: DA
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Formas de Agricultura: Convencional e Agroecológica; Princípios e Conceitos;Evolução, Práticas Adotadas, Resultados e Problemas. Segmentos da Agroecologia: Orgânica, Biodinâmica, Natural, Biológica, Permacultura e Sistemas Agroflorestais; Princípios Ecológicos na Agricultura: dinâmica de nutrientes, da água e da energia, biologia do solo e biodiversidade.A Ciclagem de Nutrientes e Práticas de Manejo em groecossistema através de Adubação Verde e da Compostagem, Manejo Sustentável do Solo: cultivo em faixas, cordões de contorno, cultivo mínimo, plantio direto, “mulching”. Certificação Orgânica: certificação por auditoria e certificação participativa.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGROECOLOGIA e os desafios da transição agroecológica. 2.ed. São Paulo: ExpressãoPopular, 2013. ISBN: 978-85-743-131-1. AQUINO e ASSIS. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânicasustentável. 2005. Embrapa Informação Tecnológica, ISBN: 85-7383-312-2. DINIZ, Belísia Lúcia Moreira Toscano et al. Agroecologia e agricultura orgânica. João Pessoa: Ed.
65
Universitária, 2011. 78 p. (Universidade Aberta do Brasil Caderno Especial 01 V07) ISBN:9788577453368.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, J.B.S. Agroecologia e agricultura orgânica: cenários, atores, limites e desafios.Uma contribuição do CONSEPA. CONSEPA, 2004. DANTAS, I.P. Agricultura familiar: receitas agroecológicas, cultivos orgânicos e outrasalternativas. Aquarela, 2005. PENTEADO, Silvio Roberto. Introdução à agricultura orgânica. Aprenda Fácil, 2003. PENTEADO, Silvio Roberto. Defensivos alternativos e naturais: para uma agriculturasaudável. 4 ed. Campinas, SP: Via Orgânica, 2010. 176 p. ISBN: 788590788270. Site Informe Agropecuário. PENTEADO, Silvio Roberto. Implantação do cultivo orgânico: planejamento e plantio. 2ed. Campinas, SP: Edição do Autor, 2010. 192p. ISBN: 9788590788256.
NOME: (NOVO) Alimentos, Alimentação e Formulação de Rações Departamento: DCA
2 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução ao estudo dos alimentos e importância da alimentação animal; Princípios nutritivos dos alimentos; Classificação dos alimentos; Avaliação nutricional dos alimentos. Aspectos qualitativos das matérias primas empregadas na alimentação animal; Caracterização nutricional dos ingredientes utilizados em raçoes; Utilização de alimentos e suplementos em rações animais; Utilização de suplementos em rações animais. Utilização de aditivos em rações animais; Princípios de processamento, do preparo e da conservação de alimentos; Métodos de cálculo de rações para animais; Softwares para formulação de rações.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA COUTO, Humberto Pena. Fabricação de rações e suplementos para animais: gerenciamento e tecnologias. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2012. 289 p. ISBN:9788576012634. LANA, Rogério de Paula. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. 2. ed. rev.Viçosa, MG: R. de Paula Lana, 2007. 344 p. ISBN: 9788590506720. MACHADO, Luiz Carlos; GERALDO, Adriano. Nutrição animal fácil. Bambuí, MG:Edição do autor,
2011. 96 p. ISBN: 9788591238804. NUNES, Ilton José. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. Belo Horizonte: FEP-MVZ, 1998. 185p:
il. ROSTAGNO, Horácio Santiago. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. 2.ed. Viçosa, MG: UFV, Departamento de Zootecnia,2005. 186p: il.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIALHO, Elias Tadeu. Alimentos alternativos para suínos. Lavras, MG: UFLA, 2009. 232p. ISBN: 9788587692726.
66
JARDIM, Walter Ramos. Alimentos e alimentação do gado bovino. São Paulo: AgronômicaCeres, 1976. 338p:il. MONTARDO, Otaliz de Vargas. Alimentos e alimentação do rebanho leiteiro. Guaíba:Agropecuária,
1998. 209p. MORRISON, Frank B; VEIGA, João Soares. Alimentos e alimentação dos animais: elementos essenciais para alimentar, cuidar e explorar os animais domésticos, incluindoaves. 2.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1966. 892p: il. MUNIZ, Evandro Neves. Alternativas alimentares para ruminantes II. Aracaju: EmbrapaTabuleiros Costeiros, 2008. 267p. ISBN: 9788585809317.
NOME: (NOVO) Análise de Sementes
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Objetivos da análise de sementes. Regras para análise de sementes. Obtenção deamostras, análise de pureza, exame de sementes silvestres nocivas; teste de germinação; determinação de teor de umidade; teste de tetrazólio; teste de envelhecimento acelerado, teste frio; teste de condutividade elétrica; Testes de vigor baseados no desempenho de plântulas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL, Ministério da Agricultura e da Reforma Agrária. Regras para análise de sementes.Brasília: Mapa/ACS, 2009. 399p. CARVALHO, N.M. & NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 4a ed.Jaboticabal: Funep, 2000. 588p. FERREIRA, A.G.; BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre:Artmed, 2004. 323p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, N.M. de. A secagem de sementes. Jaboticabal: FUNEP. 1994.165p. KRZYZANOWSKI, F.C.; VIEIRA, R.D.; FRANÇA-NETO, J.B. Vigor de sementes: conceitos e testes. Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes, Comitê de Vigor deSementes. Londrina: ABRATES, 1999. 218p. MARCOS FILHO, Júlio; CICERO, Silvio Moure; SILVA, Walter Rodrigues da. Avaliaçãoda qualidade das sementes. Piracicaba, SP: Fealq, 1987. 230 p. MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba, SP: FEALQ.2005. 495p.
NOME: (NOVO) Análise e Controle deQualidade 2 créditos Carga Horária Total: 30h de Alimentos Departamento: DGTA Tipo de componente: disciplina.
67
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução à análise de alimentos, métodos de análise e amostragem. Determinação dos constituintes dos alimentos. Medidas físicas (densimetria, refratometria e pH). Qualidade:conceitos fundamentais. Controle de qualidade. Programas e sistemas de controle de qualidade. Técnicas de controle. Legislação. Emprego de métodos estatísticos para controle de qualidade. Testes rápidos em controle de qualidade. Vida de prateleira de alimentos.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, A. F. B.; EPPRECHT, E.K.; CARPINETTI, L. C. R. Controle estatístico dequalidade. 2 edição. São Paulo: Atlas. 2005. 336p. GOMES, José Carlos; OLIVEIRA, Gustavo Fonseca. Análises físico-químicas de alimentos.Viçosa: UFV,
2011. 303p. SILVA, D. J.; QUEIROZ, A. C. Análise de alimentos. Métodos químicos e biológicos. 3edição. Viçosa: UFV, 2002. 235p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEREDO, D. R. P. Inocuidade dos alimentos. Vol. 1. São Paulo: Atheneu, 2015. 352p. ANDREWS, W. Manual of Food Quality Control. No. 4. Microbiological analysis. FAOFood Nutrition Paper. Nº 14, Rome, Italy. 1992. 338p. CHAVES, J.B.P. Controle de Qualidade para Indústrias de alimentos. Boletim nº 48.Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 1987. 94p. INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Métodos físico-químicos para análise de alimentos. SãoPaulo: Instituto Adolfo Lutz, 2008. 1020p. PICÓ, Y. Análise química de alimentos: técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier,2015. 368p.
NOME: (4101121) Análise Econômica dos Sistemas de Produção Agropecuários Departamento: DCBS
2 Créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA O objetivo principal desta disciplina é promover a leitura e a discussão de textos didáticos e científicos sobre os sistemas de produção agropecuários, relacionando conteúdos que são estudados nas ciências agrárias com as ciências econômicas. Dessa forma pretende-se estudar as diferentes categorias, conceitos e atribuições que são específicos do campo das ciências agrárias, mas que transcendem os seus limites e repercutem no plano econômico de uma região ou país. A partir disso, far-se-á uma interação dos conhecimentos dessas duas ciências para o estudo e a análise mais criteriosos dos temas tratados. Através desta disciplina aspira-se articular e construir conhecimentos em torno da análise dos diversos sistemas de produção agropecuários, vinculando-os aos aspectos econômicos e possibilitando a compreensão da sua dinâmica em uma empresa rural. O ementário compõe-se de: conceito de sistemas agrários; tipificação e caracterização dos sistemas de produção; indicadores técnicos e econômicos para avaliação desses sistemas; indicadores de viabilidade
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econômica dossistemas de produção; estudos de caso.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARBAGE, Alessandro P. Fundamentos de Economia Rural. Chapecó: Argos, 2006. 272 p. GOUVEIA, Alfredo de; BOARETTO, Luiz C. Análise Econômica da Recomposição Florestal Visando o Desenvolvimento da Apicultura. In: MARTN, Thomas N.; ZIECH,Magnos F. (Org.). Sistema de Produção Agropecuária (Ano 2008). Sistema de Produção Agropecuária da UTFPR, Campus Dois Vizinhos – Dois Vizinhos, PR, 2008. p. 09 – 23 SANTOS, G. J. dos; MARION, J. C.; SEGATTI, S. Administração de custos naagropecuária. 3ªed. São Paulo: Atlas, 2002.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAZOYER, Marcel; MIGUEL, Lovois de Andrade. A Abordagem Sistêmica no Âmbito das Ciências Agrárias. In: MIGUEL, Lovois de Andrade (Org.). Dinâmica e diferenciação de sistemas agrários / Lovois de Andrade Miguel; coordenado pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – 1ªed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. p.17-25. MAZOYER, Marcel; ROUDART, Laurence. A Teoria dos Sistemas Agrários. In: MIGUEL, Lovois de Andrade (Org.). Dinâmica e diferenciação de sistemas agrários / Lovoisde Andrade Miguel; coordenado pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – 1ª ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. p. 25-31. MIGUEL, Lovois de Andrade. A Operacionalização do Conceito de Sistema Agrário. In: MIGUEL, Lovois de Andrade (Org.). Dinâmica e diferenciação de sistemas agrários / Lovoisde Andrade Miguel; coordenado pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – 1ª ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. p.31-35.
NOME: (4105014) Antropologia daEducação
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Diálogo entre antropologia e educação, enfatizando diversidade, alteridade e suasrepercussões no debate sobre diferenças e desigualdades relacionado a multiculturalismo, interculturalidade, alternativas e políticas de reconhecimento, com ênfase em processos de socialização, práticas educativas, escola e temas curriculares.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUCHE, Denys. A Noção de cultura nas Ciências Sociais. Bauru, EDUSC, 1999. HALL, Stuart. Da Diáspora. Identidades e mediações culturais. São Paulo: Humanitas,2003 MARTUCELLI, Danilo. As contradições políticas do multiculturalismo. Revista Brasileira de Educação. Maio a Agost de 1996, nº 2 ANPED SEMPRINI, Andrea. Multiculturalismo. Bauru; EDUSC, 1999
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KUPER, Adam Cultura. A visão dos antropólogos. Bauru: EDUSC, 2002.
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VIEIRA, Ricardo. Da multiculturalidade à educação intercultural A Antropologia daEducação na formação dos professores. Educação, Sociedade & Culturas, n. 12, 1999; WIEVIORKA, Michel. Será que o multiculturalismo é resposta? Educação, Sociedade eCulturas. nº 12. Rev. da Associação de Sociologia e Antropologia da Educação. Porto: Afrontamento, 1999.
NOME: (4105019) Avaliação daAprendizagem
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Perspectiva histórica das concepções de avaliação e seus modelos teóricos-práticos. Principais abordagens, pressupostos conceitos e estratégias da avaliação. Implicações das concepções de educação e aprendizagem no processo avaliativo escolar. Avaliação da aprendizagem, planejamento, instrumentos e operacionalização. Relação entre o projeto pedagógico e o sistema de avaliação das escolas e da avaliação externa.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA . Avaliação da Aprendizagem: componente do ato pedagógico.São Paulo: Cortez, 2011. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia:Alternativa, 2001 LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar: estudos e proposições.22 ed. São Paulo: Cortez, 2010. VASCONCELOS, Celso. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico elementos metodológicos para elaboração e realização. São Paulo:Libertad, 2008. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v 1).
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ESTEBAN, Maria Teresa (org). Escola Currículo e Avaliação. São Paulo: Cortez, 2003. HOFFMANN, Jussara Maria Lerc. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação e realidade, 1993. FERNANDES, Cláudia de Oliveira; FREITAS, Luis Carlos. Indagações sobre o Currículo:currículo e avaliação. Brasília, MEC/SEB, 2008. MENDES, Juan Manuel Alvárez. Avaliação em prática crítica. Revista Pátio, Ano VII Nº27, ago/out, 2003. MOÇO, Anderson. Prova à prova de cola. www.novaescola.org.br. Setembro, 2011. Acesso em 12.04.2013. VASCONCELOS, Celso. Mudar a avaliação sem essa de exclusão!. Revista Mundo Joven;julho de 2001.
NOME: (NOVO) Carcinicultura
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
70
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução a Carcinicultura: Histórico e espécies cultiváveis; Aspectos biológicos dos camarões relevantes à engorda; Sistemas de cultivo em carcinicultura; Manejo do solo e preparo dos viveiros de cultivo. Qualidade da água em carcinicultura; Transporte e Aclimatação das pós-larvas de camarões. Povoamento dos camarões. Manejo dos viveiros durante a fase de engorda. Alimentação e manejo alimentar dos camarões durante o cultivo. Despesca e Pós-colheita. Dados Zootécnicos de cultivo.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBIERI Júnior, R. C.; Ostrensky Neto, A. Camarões Marinhos – Reprodução,Maturação e Larvicultura. 1ª ed. Viçosa – MG. Aprenda Fácil, 2001. BARBIERI Júnior, R. C.; Ostrensky Neto, A. Camarões Marinhos - Engorda. 1ª ed. Viçosa
– MG. Aprenda Fácil, 2002. VALENTI, W. C. Carcinicultura de água doce – Tecnologia para a produção de camarões. 1ª ed. Brasília – DF. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos RecursosNaturais Renováveis, 1998.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANA, L. V. Fundamentos de Aquicultura. 1ª ed. Florianópolis – SC. Ed. da UFSC,2004. ESTEVES, F.A. Fundamentos de limnologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Interciência.1988, 602p. KUBITZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. 1ª ed. Jundiaí, 2003.LOBÃO, V. L. Camarão-da-malásia: Larvicultura. 1ª ed. Brasília – DF. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA, 1997. SÁ, M.V.C. Limnocultura: limnologia para aquicultura. Fortaleza: UFC, 2012. 218p.
NOME: (NOVO) Conservação de Produtos Agroindustriais Departamento: DGTA
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução ao estudo da conservação de produtos agroindustriais. Alterações dos alimentos e envenenamento alimentar. Princípios e métodos de conservação de alimentos: calor, frio, controle da umidade e conservantes. Processos combinados. Processos não convencionais, irradiação de alimentos e novas tendências. Perdas de nutrientes e de qualidadedurante os diversos tipos de processamento e conservação. Conservação de alimentos de origem animal e vegetal.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. 2 ed.Porto Alegre: Artmed, 2006. 602p. GAVA, Altanir Jaime; SILVA, Carlos Alberto Bento da; FRIAS, Jenifer Ribeiro Gava. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. 511p.
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ORDÓÑEZ, Juan A. Tecnologia de alimentos. Componentes dos alimentos e processos.Vol. 1. Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. Rio de Janeiro: Atheneu, 2001. 690p. ISHIHARA Y. M. Conservação de Produtos Agroindustriais. Caderno de licenciatura emCiências Agrárias, Vol. 7. UAB Editora Universitária/UFPB: Bananeiras, 2011. KUROZAWA, L. E.; COSTA, S. R. R. Tendências e inovações em ciência, tecnologia eengenharia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 2014. 300p. OETTERER, Marília; REGITANO-D’ARCE, Marisa Aparecida Bismara; SPOTO, Marta Helena Filet. Fundamentos de ciência e tecnologia de alimentos. Barueri: Manole, 2006.611p. VASCONCELOS, M. A. S.; MELO FILHO, A. B. Conservação de alimentos. Recife:EDUFRPE, 2010. 122p.
NOME: (4103087) Construções Rurais
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DGTA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Necessidade e importância das construções rurais. Elementos estruturais e esforços mecânicos nesses elementos. Propriedades dos materiais de construção. Materiais litóides, cerâmicos, madeira, concretos e argamassas. Principais etapas de uma construção. Algumas instalações rurais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções: volume 1. 9ª ediçãorevista e ampliada. São Paulo: Blucher, 2009. 385p. ISBN: 9788521204817. PEREIRA, Milton Fischer. Construções rurais. São Paulo: Nobel, 1986. 330p. ISBN:9788521315384. SALGADO, Julio Cesar Pereira. Técnicas e práticas construtivas para edificação. 3. ed.São Paulo: Érica,
2014. 320 p. ISBN: 9788536502182.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABCP. Guia de Construções Rurais, v1 (Livre Acesso) - Benfeitorias de Uso Geral. Disponível em:<https://www.abcp.org.br/wp-content/uploads/2016/01/GCR_volume_01.pdf>Acesso em 12/07/2021. ABCP. Guia de Construções Rurais, v2 (Livre Acesso) - Como Usar os Materiais. Disponível em: https://abcp.org.br/wp-content/uploads/2016/01/GCR_volume_02.pdf. Acessoem 12/07/2021. ABCP. Guia de Construções Rurais, v3 (Livre Acesso) – Benfeitorias paraBovinocultura. Disponível em:https://www.abcp.org.br/wp- content/uploads/2016/01/GCR_Volume_03.pdf>. Acesso em 12/07/2021. MYRRHA, Marco Aurélio de Lima e. Guia de Construções Rurais. Benfeitorias de UsoGeral. Vol. 1. ABCP, 2016. 115p. MYRRHA, Marco Aurélio de Lima e. Guia de Construções Rurais. Como usar osmateriais. Vol. 2. ABCP, 2016. 55p.
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MYRRHA, Marco Aurélio de Lima e. Guia de Construções Rurais. Benfeitorias parabovinocultura. Vol.
3. ABCP, 2016. 64p. PETRUCCI, Eládio G. R. Materiais de construção. 8.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1987. 435p.ISBN: 8525000361. PINHEIRO, Antônio Carlos da F. B; CRIVELARO, Marcos. Materiais de Construção.Série Eixos. 3 edição. Editora Érica, 2020. 184p.
NOME: (4101120) Cooperativismo e Associativismo Departamento: DCBS
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Associativismo, cooperativismo, economia moral, economia solidária, liberalismo econômico, empreendimentos de economia solidária e incubadoras de empreendimentos de economia solidária.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil. São Paulo:Editora Cortez, 2007. LECHAT. Noelle Marie Paule. Economia moral: um conceito bom para pensar aeconomia solidária? Ijuí: Editora da Unijuí, 1997. LOUREIRO, Maria Rita. Cooperativismo e reprodução camponesa. São Paulo: EditoraCortez, 1981. SINGER, Paul. Globalização e desemprego: diagnóstico e perspectivas. São Paulo: EditoraContexto,
1999. 3ª edição. SINGER, Paul. Introdução à economia solidária. São Paulo: Editora da Fundação PerseuAbramo, 2008. SCHNEIDER, João Elmo. O cooperativismo na dinâmica social do desenvolvimentoperiférico dependente: o caso brasileiro. In: LOUREIRO, Maria Rita. Cooperativas agrícolas e capitalismo no Brasil. São Paulo: Editora Cortez, 1981. TIRIBA, Lia. Economia popular e cultura do trabalho: pedagogia(s) da produçãoassociada. Unijui: Editora da Unijui, 2001.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABERS, Rebecca. Do clientelismo à cooperação: governos locais, políticas participativase organização da sociedade civil em Porto Alegre. Cadernos da Cidade, n°7, volume 5, maio/2000. ARATO, Andrew; COHEN, Jean. Sociedade civil e teoria social. In: VRITZER, Leonardo (coord.). Sociedade civil e democratização. Belo Horizonte: Del Rey, 1994. ARAUJO, Margarete Panerai. Orçamento Participativo e a formação para a cidadania.Porto Alegre: PUC/RS, 1999. (Dissertação de Mestrado apresentada no Curso de Pós- Graduação em Serviço Social). BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. 5. ed. Vol. 2. São Paulo: Ed. Atlas, 2009. BRUNSTEIN, I. Economia de empresas: gestão econômica de negócios. São Paulo: Atlas,2005.
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CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. 3. ed. São Paulo: Makron,2000. ROEHLICH, J. M. Desenvolvimento Rural: Tendência e Debates Contemporâneos. Ijuí:Unijuí, 2006. SCHNEIDER, José Odelso. Cooperativismo: um pouco de história – aspectos de identidade cooperativista, p. 123-127. In: HARTMANN, Atílio, et al. Sonhos que a torreinspirou. São Leopoldo: UNISINOS, 1999, 350p. TESCH, W. Dicionário Básico do Cooperativismo. Brasília: SESCOOP, 2000.
NOME: (4101117) Direito e LegislaçãoAgrária
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Direito; Legislação; O Estatuto da Terra. INCRA e a reforma agrária; A propriedadeda Terra.Tributação; Contratos Agrários; A CLT e o trabalhador rural. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, F. D. Direito agrário: política fundiária no Brasil. Belo horizonte: UFMG, 1995.LIMA, R. A. M. Direito agrário. Rio de Janeiro: Forense, 1997. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACHADO, J. S. D. A parceria agrícola no Direito Brasileiro. Porto Alegre: SérgioAntônio Fabris Editor. 2004. OLIVEIRA, H. M. Princípios de direito agrário na constituição vigente. Curitiba: Juruá,2011.
NOME: (NOVO) Ecologia e MeioAmbiente
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Conceitos básicos, finalidades e relações interdisciplinares. Ecossistemas: componentes bióticos e abióticos e suas inter-relações. Conservação e preservação dos recursos naturais. Origem e evolução dos problemas ambientais, considerando os aspectos biológicos, físicos, químicos, sócioeconômicos, políticos e culturais. Efeitos da tecnologia sobre o equilíbrio ecológico. Legislação ambiental. Avaliação dos impactos ambientais. Desenvolvimento sustentável e qualidade de vida.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2005, 520p. MEC – Ministério de Educação e do Desporto. Educação Ambiental. MEC – ParâmetrosCurriculares Nacionais. Ciências Naturais. Brasília, DF. 1998. PHILIPPI JR., A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental e sustentabilidade. 2 ed.Barueri, SP: Manole, 2009. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora, 2008.
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SANCHÉZ, L.E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2 ed. São Paulo:Oficina de Textos, 2015. SEABRA, G. Educação ambiental no mundo globalizado. João Pessoa: EditoraUniversitária/UFPB, 2011, 268p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ART, H.W. Dicionário de ecologia e ciências ambientais. São Paulo: Editora UNESP: Companhia Melhoramentos, 1998, 583p. FAVARETTO & MERCADANTE. Biologia. Prazer de Ensinar; prazer de aprender. 1ªed. São Paulo. Editora Moderna. V.u. 1999. MEC/PRONEA – Programa Nacional de Educação Ambiental. Acordo MEC/UNESCO.1997. OLIVEIRA & WYKROTA. Ciências; Descobrindo o ambiente. Brasília, DF. MEC/PNLD.Formato didático. V. 3. 2000. REVISTA nova escola. Fundação Victor Civita. São Paulo.
NOME: (4105022) Educação e MovimentosSociais 4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Os movimentos sociais como espaço educativo na formação da cidadania. A relação entre poder e saber no processo de construção e apropriação do conhecimento, no âmbito dos movimentos sociais. A questão da articulação da educação não formal com o sistema formal de ensino e o papel dos movimentos sociais. As tendências e perspectivas da educação dos movimentospopulares na realidade brasileira hoje. O caráter educativo e a especificidade do movimento sindical na atualidade brasileira.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOHN, Maria da Glória. História dos Movimentos Sociais: a construção da cidadania dosbrasileiros. 5.ed. São Paulo: Loyola, 1995. , Movimentos Sociais e Educação. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2009. . Teorias dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. 7ed. SãoPaulo: Loyola, 2008.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Ricardo L.C. O que é sindicalismo. São Paulo: Brasiliense, 1985. ARROYO, Miguel Gonzalez; CALDART, Roseli Salete; MOLINA, Mônica Castagna (org). Por uma educação popular do campo. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 2009. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Educação popular na escola cidadã. Petrópolis: Vozes, 2002. ENGELS, Friedrich; MARX, Karl. Manifesto do partido comunista. 7 ed. Petrópolis:Vozes, 1995.
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. JEZINE, Edineide. (Orgs.) Educação popular e movimentos sociais. JoãoPessoa: Editora UFPB, 2006.
NOME: (4101212) Educação Sexual
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Fundamentos básicos da Educação Sexual. O ensino da sexualidade como TemaTransversal, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Formação dos educadores sexuais; formação continuada e o modelo reflexivo de formação. Estratégias de ensino para o trabalho com adolescentes e jovens. Educação Sexual e escola inclusiva.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Ciências Naturais / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC / SEF, 1998. 138 p. JUNQUEIRA, R.D. Diversidade sexual na educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação continuada,Alfabetização e Diversidade, UNESCO, 2009. LOURO, G.L.; FELIPE, J.; GOELLNER, S.V. Corpo, gênero e sexualidade: um debatecontemporâneo na educação. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Saúde sexual e saúde reprodutiva. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. JUNQUEIRA, R.D. Diversidade sexual na educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação continuada,Alfabetização e Diversidade, UNESCO, 2009. MEYER, D.E.; SOARES, R.F.R. Corpo, gênero e sexualidade. Porto Alegre: Mediação,2004.
NOME: (NOVO) Estratégias para o Ensinode Botânica nas Ciências Agrárias Departamento: DA
4 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância da botânica para as Ciências Agrárias; Percepção da biodiversidade como ferramenta para o ensino-aprendizagem em botânica. Diversidade dos grupos vegetais com ênfase nas Angiospermas. Estruturas externas dos vegetais superiores (órgãos vegetativos e reprodutivos) e suas funções. Estratégias metodológicas para o ensino da botânica: confecção de jogos didáticos, confecção de álbuns, maquetes, exsicatas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROSO, G.M.; MORIM, M.P.; PEIXOTO, A.L.; ICHASO, C.L.F. Frutos e sementes:
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morfologia aplicada à sistemática de dicotiledônea. Editora UFV, 2012. CARVALHO, N.M. & NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 4ª ed.Jaboticabal: FUNEP, 2000, 588p. FERRI, M.G.; MENEZES, N.L.; MONTENEGRO, W.R. Glossário ilustrado de botânica.São Paulo: Nobel, 1981.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL, Ministério da Agricultura e da Reforma Agrária. Regras para análise de sementes.Brasília: MAPA/ACS, 2009, 399p. CASTRO, N.M.; ROMERO, R. Morfologia vegetal (externa). Disponível em: http://www.anatomiavegetal.ib.ufu.br. DAMIÃO FILHO, C.F.; MÔRO, F.V. Morfologia vegetal. 2ª ed. Jaboticabal:FUNEP/UNESP, 2005. FERREIRA, A.G. & BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre:Artmed, 2004, 323p. VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica: organografia. 3ª ed. Viçosa: UFV, 1990.
NOME: (GDPSA0119) Empreendedorismo
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCSA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA História e evolução do Empreendedorismo. Habilidades, atitudes e características dos empreendedores. Educação empreendedora. Plano de Negócios. Etapas do Processo de Criação de uma Empresa. Empreendedorismo social. Estudos de Casos sobreEmpreendedores. Empreendimentos de Sucesso do Brejo Paraibano.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA DORNELAS, José. Empreendedorismo, transformando ideias em negócios. 6ª ed.Empreende/Atlas. São Paulo 2016. DRUCKER, Peter F. Inovação e Espirito Empreendedor Prática e Princípios. Ed. rev. SãoPaulo: Cengage Learning, 2016. SALIM, César Simões; SILVA, Nelson Caldas. Introdução ao empreendedorismo:Despertando a atitude empreendedora. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LOPES, Rose Mary A. Educação Empreendedora: Conceitos, modelos e práticas. Rio deJaneiro. Elsevier, 2010.
NOME: (4101116) Ética e LegislaçãoProfissional 2 créditos
Carga Horária Total: 30h
77
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Concepção da Ética. Ética no sentido filosófico, valores pessoais e éticos. Ética geral, empresarial e profissional. O exercício da profissão contábil aprovado pelo decreto-lei 9295 de 27/5/46 e Resoluções Complementares. Órgãos Normativos e de Fiscalização da profissão contábil (Conselho Federal de Contabilidade e Conselho Regional de Contabilidade) e os órgãos representativos da classe (Sindicatos, Clubes, Associações, Federações, Institutos). Valorização do Bacharel em Ciências Contábeis (Contador). A profissão contábil e a análise do código de ética. Responsabilidade civil, criminal, fiscal e social.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIPECAFI - Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Ética geral eprofissional em contabilidade. Coordenação [de] Lázaro Plácido Lisboa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 174 p. LOPES DE SÁ, Antonio. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 1996. 193 p. NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 8. ed. São Paulo: São Paulo: RT, 2011. 588p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NASH, Laura L. Ética nas empresas: boas intenções à Parte. São Paulo: Makron Books,1993. 239 p. NASH, Laura L. Ética nas empresas: guia prático para soluções de problemas éticos nasempresas. São Paulo: Makron, 2011. 240 p. VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. 9 ed. São Paulo: Brasiliense, 2003. 82 p.
NOME: (4102061) Fisiologia Pós-Colheita
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Entendimento das causas das deteriorações e perdas pós-colheita. Conhecimento dos princípios fisiológicos e bioquímicos envolvidos nos processos de maturação, senescência e das injúrias pós-colheita. Entendimento das técnicas de preservação da qualidade e aumentoda vida útil de frutas e hortaliças, bem como dos efeitos do processamento na qualidade de tecidos vegetais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHITARRA, M.I.J.F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. 2ed. Lavras: Editora UFLA, 2005. 785p. CHITARRA, M.I.J.F. Processamento mínimo de frutos e hortaliças. Editora Viçosa. 2007.ISBN: 978-857601-220-7
78
TAIZ, Lincoln; et al. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6 ed. Porto Alegre: Artmed,2017. 819p. ISBN: 978-85-8271-366-2
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KADER, A.A. Postharvest Technology of Horticultural Crops. University of California:Division of Agriculture and Natural Resources Publication, 3.ed. 2002. p.535. PANTASTICO, Er. B. Postharvest physiology, handling and utilization of tropical andsubtropical fruits and vegetables. Westport: AVI Publ. Co., 1975. p.560. SEYMOUR, G.B.; TAYLOR, J.E.; TUCKER, G.A. Biochemistry of fruit ripening.Cambridge: Chapman e Hall, 1993. TEIXEIRA, G.H.A., DURIGAN, J.F., SANTOS, L.O., OGASSAVARA, F.O. Postharvest decay development on guava stored under several controlled atmosphere conditions.Acta Horticulturae, n.934, p.213-220, 2012. WILLS, R.; McGLASSON, B.; GRAHAM, D.; JOYCE, D. Postharvest: an introduction tothe physiology & handling of fruit, vegetables & ornamentals. Sydney: UNSW Press, 1998. 262p.
NOME: (NOVO) Fruteiras Nativas
2 créditos
Carga Horária Total:30h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Considerações gerais e problemas especiais relativos a biodiversidade, nutrição esegurança alimentar; Importância socioeconômica das fruteiras nativas; Fruteiras nativas da sociobiodiversidade brasileira; Aspectos gerais das fruteiras nativa da região Nordeste de valor alimentício atual ou potencial (Biribá, Murici, Pequi-branco, Pitanga, Jenipapo, Mangaba, Buriti, Maracujá-da-Caatinga, Bacurí, Araçã, Umbu-cajá, Cajá, Umbu e outras); Alimentos regionais a base de frutas nativas. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORADIN, Lidio; VIEIRA, Roberto Fontes; CAMILI, Julcéia (Editor). Espécies nativas daflora brasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro- Região Centro-Oeste. Brasília: MMA,
2016. 1159p. (MMA-Biodiversidade, 44) ISBN: 9788577383092. CORADIN, L.; CAMILLO, J.; PAREYN, F. G. C. (Ed). Espécies nativas da flora brasileirade valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro: região Nordeste. Ministériodo Meio Ambiente, Secretaria de Biodiversidade. – Brasília, DF: MMA, 2018. Disponível em: <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/189688/1/Livro-Nordeste-1- 2018.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2021. CORADIN, Lidio; SIMINSKI, Alexandre; REIS, Ademir (Editor). Espécies nativas da florabrasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro- Região Sul. Brasília: MMA, 2011. 934p. (MMA-Biodiversidade, 40) ISBN: 9788577381531. MANICA, Ivo. Frutas nativas, silvestre e exóticas 2: técnicas de produção e mercado feijão, figo-daíndia, fruta-pão, jaca, lichia, mangaba. Porto Alegre: Cinco Continentes,2002. 541p. SANTIAGO, R. de A. C.; CORADIN, L. (Ed). Biodiversidade Brasileira: sabores e aromas. Ministerio do Meio Ambiente, Secretaria de Biodiversidade. – Brasilia, DF: MMA,2018. Disponível em: <http://redesans.com.br/rede/wp-content/uploads/2019/08/Livro-de- Receitas-03-07-2019.pdf>. Acesso em:
79
29 jul. 2021.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Portaria Interministerial nº 284, de 30 de maio de 2018. Diário Oficial da União,Brasília, DF, 10 julho 2018. Seção 1, n.92, p. 92. Disponível em: <https://alimentusconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2018/07/PORTARIA- INTERMINISTERIALN%C2%BA-284-DE-30-DE-MAIO-DE-2018-Di%C3%A1rioOficial-da-Uni%C3%A3o-Imprensa-Nacional.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2021. CORADIN, L.; SIMINSKI, ALEXANDRE.; REIS, ADEMIR. Pitangueira. Recife: EmpresaPernambucana de Pesquisa Agropecuária-IPA, 2007. 87p. Disponível em: <https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Repositorio/Livro+Pitangueira+Final_000h70en20j0 2wx7ha0bjxel5pl1bej2.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2021. COCOLO, Ana Cristina. Brasil subexplora biodiversidade alimentar. Entreteses, n. 11, junho de 2019. Disponível em: <https://https://www.unifesp.br/reitoria/dci/edicao-atual- entreteses/item/3920-brasilsubexplora-biodiversidade-alimentar>. Acesso em: 29 jul. 2021. FRANZON, R. C. Fruteiras nativas do Cerrado têm potencial para exploração.Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2009. Disponível em: <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/75732/1/art-007.pdf>. Acesso em: 29jul. 2021. GAMARRA-ROJAS, G.; FREIRE, A. G.; MOREIRA, J. M.; ALMEIDA, P. Frutas nativas: de testemunhos da fome a iguarias na mesa. Agriculturas, v. 1, n.1, novembro de 2004. Disponível em: <https://aspta.org.br/files/2014/10/Artigo-5-Frutas-nativas-de-testemunhos-da-fome-a-iguarias-namesa1.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2021. SACRAMENTO, Célio Kersul do. Cajá Spondias mombin L. Jaboticabal. SP: Funep,2000. 42 p. (Série Frutas Nativas 4) ISBN: 9788587632132. VIEIRA, R. F.; COSTA, T. da S. A.; SILVA, D. B. da; SANO, S. M.; FERREIRA, F. R. (Ed.). Frutas nativas da região Centro-Oeste do Brasil. Brasília: Embrapa InformaçãoTecnológica, 2010.Disponível em: <http://www.agabrasil.org.br/_Dinamicos/livro_frutas_nativas_Embrapa.pdf>. Acesso em: 29jul. 2021.
NOME: (4103080) Gestão da Produção Agroindustrial Departamento: DGTA
4 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Noções de Administração e Organização. Agronegócio. Gerenciamento de Sistemas Agroindustriais. Noções de Commodity System Approach. Análise de filière. Complexo Agroindustrial. Clusters e Arranjo produtivos Locais – APL. Planejamento e Controle de Produção. Sistema Agroindustrial brasileiro. Mecanismo de comercialização. Arranjos produtivos. Custo de produção. Políticas públicas. Marketing aplicado ao agronegócio. Logística agroindustrial. Gestão da Qualidade na agroindústria. Desenvolvimento agrícola sustentável.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABE, M. Manual de análise técnica: Essência e Estratégias Avançadas. São Paulo:Novatec, 2009. 256p. ARAÚJO, Massilon. J. Fundamentos de Agronegócios. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
80
MEGIDO, José Luiz Tejon; XAVIER, Coriolano. Marketing & Agribusiness. 4 ed. SãoPaulo: Atlas, 2003.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BATALHA, Mário Otávio (org.) Gestão Agroindustrial. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2021. BELTRÃO, F. A. S. Gestão da Produção Agroindustrial. João Pessoa: EditoraUniversitária UFPB, 2011. CALLADO, Antônio André Cunha (Org.). Agronegócio. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2014. NEVES, M. F.; CASTRO, L. T.. Agronegócios e Desenvolvimento Sustentável: uma agenda para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. 1 ed. São Paulo:Atlas, 2011. PALADINI, E. P. Gestão Estratégica da Qualidade – Princípios, Métodos e Processos. 2ed. São Paulo: Atlas, 2009. SANTOS, G. J; MARION, J. C. Administração de custos na agropecuária. 3 ed. SãoPaulo: Atlas, 2008. VIEIRA, P. R. C. Gestão Agroindustrial. Recife: ADUFRPE, 2012.
NOME: (NOVO) Indicadores deSustentabilidade na Agricultura Departamento: DA
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Fundamentos e conceitos sobre desenvolvimento e sustentabilidade com ênfase no setor agrícola. Origem e evolução do uso de indicadores na mensuração da sustentabilidade. Dados primários ou brutos, dados analisados ou agregados, indicadores e índices. Sistemas deindicadores para a agricultura. A Teoria Sistêmica e sua contribuição para os sistemas de indicadores. Uso dos Princípios de Bellagio para a avaliação de Sistemas de Indicadores.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDIDO, Gesinaldo Ataíde Cândido. Desenvolvimento Sustentável e Sistemas deIndicadores de Sustentabilidade: Formas de aplicações em contextos geográficos diversos e contingências específicas. Ed. UFCG, 2010. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2008 Brasil. IBGE - Diretoria de Geociências.: IBGE, Rio de Janeiro – RJ. 2008. SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Editora Garamond, 2000.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOCCA, Dagny. GUIMARÃES, Caroline Kruger. Indicadores de Sustentabilidade. In:Sustentabilidade: princípios e estratégias. PHILIPPI JR, Arlindo (Org.). Série Sustentabilidade. Manole 1º Edição. 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/.
81
MALHEIROS, Tadeu Fabricio; PHLIPPI JR, Arlindo; COUTINHO, Sonia Maria Viggiani. Agenda 21 nacional e indicadores de desenvolvimento sustentável: contexto brasileiro.Saúde e Sociedade, v. 17, p. 720, 2008. MARZALL, K.; ALMEIDA, J. Indicadores de Sustentabilidade para Agroecossistemas:Estado da arte, limites e potencialidades de uma nova ferramenta para avaliar o desenvolvimento sustentável. Cadernos de Ciência & Tecnologia, v. 17, n. 1, p. 41–59, 2000. VAN BELLEN, Hans Michael. Indicadores de Sustentabilidade: Uma análise comparativa. Tese de Doutorado em Engenharia de Produção: Universidade Federal de SantaCatarina, 235p. 2002. VEIGA, José Eli da. Indicadores de sustentabilidade. Estudos avançados, v. 24, n. 68, p.39-52, 2010.
NOME: (NOVO) Informática
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Os computadores e sua arquitetura; A História dos computadores; Principais conceitosdos Sistemas Operacionais; Evolução das Interfaces; Sistemas de arquivos; Periféricos; Conceitos e características dos componentes do sistema computacional: Hardware e de Software; Representação digital de dados; Muito além dos motores de busca: o que o Google pode oferecer. Suítes de Edição de Escritório; Aplicação de ferramentas eletrônicas para busca de informação na Internet, navegação na web e envio e e-mails com arquivos em anexo. Ferramentas utilitárias (antivírus, desfragmentadores, otimizadores de sistemas em geral); Utilização de softwares específicos para as ciências agrárias. Aspectos da profissão e do mercado de trabalho na área de informática.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTIN, A. L.; Administração de informática: funções e fatores críticos de Sucesso.ed. São Paulo, SP: Atlas S.A., 2004. CARDOSO, M.; Desenvolvimento WEB para o Ensino Superior. Rio de Janeiro, RJ: AxcelBooks do Brasil, 2004. CELIO, E. R. de M. Introdução à Informática. In: MEDEIROS, M. B. de.; MACEDO G.;ARAÚJO, L. F. de. (Orgs.). Caderno de Licenciatura em Ciências Agrárias. 2. ed. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2011.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, L. M.; ENGEL, A.; Informática na agropecuária. Guaíba, RS: Livraria eEditoria Agropecuária Ltda., 1996. CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução à informática. 8. Ed. São Paulo, SP:Perarson Prentice Hall, 2004. LASTRES, H. M. M., ALBAGLI, S. Informação e globalização na era do conhecimento.Rio de Janeiro, RJ: Editora Campus, 1999. LEMOS, A.; PALÁCIOS, M. As Janelas do ciberespaço. 2. ed. Porto Alegre, RS: EditoraSulina, 2001.
82
NOME: (NOVO) Inseminação Artificial em Ruminantes Departamento: DCA
3 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Histórico e importância da inseminação artificial; Anatomia do aparelho reprodutivoda fêmea e do macho; Fisiologia do ciclo estral; Métodos de Indução e sincronização do estro; Métodos de visualização de cio; Manuseio do sêmen e aparelhos; Manuseio doBotijão de nitrogênio; Técnicas de inseminações artificiais em ruminantes.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUSCHI, José Henrique; VERNEQUE, Rui da Silva. Inseminação artificial. Viçosa: CPT,2001. 130p. GONÇALVES, Paulo Bayard Dias; FIGUEIREDO, José Ricardo de; FREITAS, Vicente Joséde Figueiredo. Biotecnias aplicadas à reprodução animal. 2.ed. São Paulo: Roca, 2008. 395p. SOARES, Adriana Trindade; LEMOS, Paulo Fernanda Barbosa de Araújo. Manejo reprodutivo em caprinos: inseminação artificial. João Pessoa: EMEPA/PB, 2013. 123 p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASBIA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL. Manual do inseminador. Uberaba, 2010. 46p. MIES FILHO, Antônio. Inseminação artificial. 2.ed. - Porto Alegre: Sulina, c1987. 2v.(Técnica rural). SILVA, José Carlos Peixoto Modesto da; VELOSO, Cristina Mattos. Manejo e administração em bovinocultura leiteira. 2. ed. ampliada e atualizada. Viçosa, MG:Suprema, 2014. 596 p.
NOME: (NOVO) Leitura e Produção deTextos
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Linguagem acadêmico-científica. Concepções de leitura e escrita. Critérios de textualização. Estratégias de leitura. Etapas implicadas no processo de escrita. Textos acadêmico-científicos: mapa conceitual, fichamento, resumo, artigo.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCEZ, L. H. do C. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. 3. ed.São Paulo: Martins Fontes, 2012. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4.ed.São Paulo: Atlas, 1999. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:Cortez, 2011.
83
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASILEIRO, A. M. M. Como produzir textos acadêmicos e científicos. São Paulo:Contexto, 2021. ELIAS, V. Maria; KOCH, Ingedore Villaça. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2010. MACHADO, A. R.; LOUSADA, E.; ABREL-TARDELLI. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:Parábola Editorial, 2008. MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G. R. Produção textual na universidade. São Paulo:Parábola, 2010.
NOME: (4101085) Língua Espanhola
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução ao estudo das estruturas básicas da Língua Espanhola em seus aspectos morfológicos, sintáticos, semânticos, lexicais, fonológicos e pragmáticos, desenvolvendo habilidades de compreensão e expressão oral e escrita, utilização de expressões familiares e cotidianas que visam satisfazer as necessidades concretas sem entrar em detalhes. Variação linguística em língua espanhola e questões de poder. Colonialidade e perspectivas decoloniais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española. Real Academia Española. Ed.Spasa Calpe: Madrid, 1995. GOMEZ TORREGO, L. Gramática didáctica del español. SM ediciones, 2011. GONZÁLES HERMOSO, A. Conjugar es fácil en español de España y de América.Edelsa, 1997. SEÑAS. Diccionario para la enseñanza de español para brasileños. Ed. Martins Fontes,2000.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORACINI, Maria José. Leitura: decodificação, processo discursivo…? In: CORACINI,Maria José (org.). O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira. Campinas: Pontes, 1995. p. 13-19. LAGARES, Xoán Carlos. Há espaço para o multilinguismo no mundo globalizado? In: LAGARES, Xoán Carlos. Qual política linguística? Desafios glotopolíticos contemporâneos.São Paulo: Parábola, 2018. MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños. São Paulo: Parábola, 2010. MIGLIEVICH-RIBEIRO, Adelia; ROMERA, Edison. Orientações para uma descolonização do conhecimento: um diálogo entre Darcy Ribeiro e Enrique Dussel. Sociologias, Porto Alegre, v. 20, n. 47, jan./abr. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/soc/a/CzbFsXMPpHf8sNt5QyDbtXh/?lang=pt. Acesso em: 26 maio2021. RAJAGOPALAN, Kanavillil. Língua estrangeira e autoestima. In: RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma linguística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo:Parábola Editorial, 2003. p. 65-70.
84
NOME: (4101084) Língua Inglesa
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Língua inglesa, globalização e imperialismo linguístico. Hegemonia da língua inglesa nos universos acadêmico e científico. Noções básicas das principais características morfossintáticas da língua inglesa. Vocabulário básico. Estratégias de leitura e compreensão de textos em língua inglesa. Compreensão e expressão oral e escrita em contextos diversos.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTINEZ, Ron. Como dizer tudo em inglês: fale a coisa certa em qualquer situação.Rio de Janeiro, Elsevier, 2000. MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental: estratégias de leitura: módulo I. São Paulo:Textonovo, 2000. SOUZA, Adriana Grade Fiori. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental.São Paulo: Disal, 2005. SOUZA, Eduardo Murin Coutinho & OPPENHEIMER, Milton James Prado. Vocabuláriopara Ciências Agrárias: inglês/português. São Paulo: SBS, 2004. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORACINI, Maria José. Leitura: decodificação, processo discursivo…? In: CORACINI,Maria José (org.). O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira. Campinas: Pontes, 1995. p. 13-19. HARDING, Keith. English for Specific Purposes. Oxford: OUP, 2007. LAGARES, Xoán Carlos. Há espaço para o multilinguismo no mundo globalizado? In: LAGARES, Xoán Carlos. Qual política linguística? Desafios glotopolíticos contemporâneos.São Paulo: Parábola, 2018. MURPHY, Raymond. Essential grammar in use. 2. ed. Cambridge: Cambridge, 2010. RAJAGOPALAN, Kanavillil. Língua estrangeira e autoestima. In: RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma linguística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo:Parábola Editorial, 2003. p. 65-70. VAN DIJK, Teun. Estruturas do discurso e estruturas do poder. In: VAN DIJK, Teun.Discurso e poder.
2. ed. São Paulo: Contexto, 2012. p. 39-85.
NOME: (4102045) Manejo e Conservaçãodo Solo 4 créditos Carga Horária Total: 60h e Água Departamento: DA Tipo de componente: disciplina.
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Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Formação dos solos; Noções da gênese, morfologia e classificação dos solos; Interrelação entre manejo e atributos químicos, físicos e biológicos do solo; O solo e o ciclo hidrológico; Matéria orgânica do solo; Erosão do solo; Práticas conservacionistas do solo e daágua; Organismos e ecologia do solo; Ciclagem de nutrientes e fertilidade do solo e Manejo prático de nutrientes; Manejo do solo em cultivos orgânicos ou em trasição agroecológica.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRADY, Nyle C; WEIL, Ray R.; LEPSCH, Igo Fernando. Elementos da natureza e propriedades dos solos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. 685 p. ISBN: 9788565837743. PIRES, Fabio Ribeiro; SOUZA, Caetano Marciano de. Práticas mecânicas de conservaçãodo solo e da água. 2.ed. Minas Gerais: suprema gráfica, 2006. 216p. PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. SãoPaulo: Nobel, 2002. 549 p. ISBN: 9788521300042. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KIEHL, Edmar José. Fertilizantes orgânicos. São Paulo: Agronômica Ceres, 1985. 492p.(Ceres 33) MOREIRA, Fátima M. S; SIQUEIRA, José O; BRUSSAARD, Lijbert (editor). Biodiversidade do solo em ecossistemas brasileiros. Lavras, MG: Editora Ufla, 2008. 769p. ISBN: 9788587692504. PENTEADO, Silva Roberto. Adubação na agricultura ecológica: cálculo e recomendaçãoda adubação numa abordagem simplificada. 2. ed. Campinas, SP: s.n, 2010. 168 p. ISBN:9788590788201. PRIMAVESI, Ana. Pergunte ao solo e às raízes: uma análise do solo tropical e mais de 70casos resolvidos pela agroecologia. São Paulo: Nobel, 2014. 270 p. ISBN: 9788521318378. WHITE, Robert E; SILVA, Iara Fino; DOURADO NETO, Durval. Princípios e práticas da ciência do solo: o solo como um recurso natural. 4.ed. São Paulo: Andrei, 2009. 426p. ISBN:9788574763781.
NOME: (4103045) Mecanização Agrícola
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DGTA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução às máquinas agrícolas. Segurança na utilização de máquinas agrícolas. Mecanização tração animal. Mecanização tração mecânica. Operação e manutenção das máquinas agrícolas.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA MIALHE, Luiz Geraldo. Manual de mecanização agrícola. São Paulo: Agronômica Ceres,1974. 301p. (Ceres 11) PEDROTTI, Alceu; SOUZA NETO, Miguel David de. Mecanização agrícola: fontes mecanizadas como contribuição aos sistemas de produção agrícola. - São Cristóvão: UFS,2008. 204p. ISBN: 9788578220020. SAAD, Odilon. Máquinas e técnicas de preparo inicial do solo. 4.ed. São Paulo: Nobel,1984. 99 p. (Biblioteca Rural) ISBN: 8521302487.
86
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASÃO JUNIOR, Ruy; ARAÚJO, Augusto Guilherme de; LLANILLO, Rafael Fuentes.Plantio direto no Sul do Brasil: fatores que facilitam a evolução do sistema e o desenvolvimento da mecanização conservacionista. Londrina, PR: FAO IAPAR, 2012.77p. ISBN: 9788588184404 MIALHE, Luiz Geraldo. Máquinas motoras na agricultura. São Paulo: EPU EDUSP, 1980.v2. PROVENZA, Francisco. Profetista de Máquinas. 71ª ed. Reimpressão. São Paulo-SP. Ed.7ª. Provenza. 1996. SILVA, Rui Corrêa D. Mecanização e Manejo do Solo. Editora Saraiva, 2019. [MinhaBiblioteca]. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536528397/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd. vst.idref%3Dcover.xhtml%5D!/4/2%5Bcover-image%5D/2%5Bvst-image-button468559%5D%400:0.0830> SILVA, Rui Corrêa D. Máquinas e Equipamentos Agrícolas. Editora Saraiva, 2019. [MinhaBiblioteca]. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536530994/pageid/0
NOME: (NOVO) Melhoramento Animal
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Princípios básicos de genética de populações. Variação contínua. Estimativas de parâmetros genéticos. Seleção e Ganho Genético. Consanguinidade e Cruzamento. Fatores ambientais que afetam o desempenho de animais domésticos. Métodos de seleção. Melhoramento genético de suínos e aves. Melhoramento genético de gado de corte e gado de leite. Melhoramento genético de outras espécies.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOWMAN, John Christopher. Introdução ao melhoramento genético animal. São Paulo: E. P. U., 1981. v. (Temas de Biologia) CAMPOS, Oriel Fajardo de; MIRANDA, João Eustáquio Cabral. Gado de leite: o produtorpergunta a EMBRAPA responde. 3.ed. Brasilia, DF: EMBRAPA, 2012. 311 p. ISBN: 9788570350831. VALENTE, José. Melhoramento genético de bovinos de leite. Juiz de Fora, MG:EMBRAPA Gado de Leite, 2001. 255p. ISBN: 858574829.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LASLEY, John F. Genética do melhoramento animal. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 1977. 413p. LOBO, Raysildo Barbosa. Programa de melhoramento genético da raça Nelore. 3.ed.Ribeirão Preto: P. M. G. R. N., 1996. 88p. PASSOS, Leônidas P; CARVALHO, Margarida Mesquita; CAMPOS, Oriel Fajardo de. Embrapa gado de leite: 20 anos de pesquisa. Juiz de Fora: Centro Nacional de Pesquisa deGado de Leite, Àrea de Difusão e Trasferência de Tecnologia, 1997. 359p. ISBN: 8585748788. SANTOS, Carlos Alberto dos; CARVALHO, Limírio de Almeida; ARCURI, Pedro Braga.Embrapa gado de leite: 30 anos de pesquisa e conquista para o Brasil. Juiz de Fora: Embrapa gado de Leite, 2006. 262p. ISBN: 8585748788.
87
SILVA, Roberto Gomes da. Métodos de genética quantitativa aplicados ao melhoramentoanimal. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 1982. 162p.
NOME: (NOVO) Melhoramento Genéticode Plantas e Biotecnologia Departamento: DA
créditos
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão: 15h
✓ EMENTA Natureza, perspectivas e objetivos do melhoramento genético. Avanços da Biotecnologia aplicados as Ciências Agrárias. Processos Biotecnológicos aplicados ao melhoramento de plantas. Variabilidade genética e conservação do exemplar melhorado.Potencial econômico das espécies cultivadas/criadas. Melhoramento visando resistência a doenças e condições adversas. Serão destinadas 15 horas para realização de atividades de extensão em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUCKNER, C H; SANTOS, C. E. M. Melhoramento de fruteiras tropicais. MinasGerais: UFV, 1° ed., 2002. HOBBELINK, H. Biotecnologia: muito além da revolução verde: as novas tecnologiasgenéticas para a agricultura: desafio ou desastre?. Porto Alegre: RioCell, 1° ed., 1990 NELSON, D. L.; COX, M. LEHNINGER. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 6ªed., 2014.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORÉM, A.; MIRANDA, G.V.; FRITSCHE-NETO, R. Melhoramento de plantas. 7° Ed.Minas Gerais: Editora UFV, 2017. 543 p. BURNS, GEORGE W. - BOTTINO, PAUL J. Genética. 6° Ed. São Paulo: Guanabara, 1991. CRUZ, C.D.; REGAZZI, A.J.; CARNEIRO, P.C.S. Modelos biométricos aplicados aomelhoramento genético, 3ª. ed. Viçosa: UFV, 2004. 480 p. MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; PARKER, J. Brock Biology of Microorganisms.9ed. Prentice Hall, 2000. PEREIRA, J.C.C. Melhoramento genético aplicado à produção animal. 3ª. ed. BeloHorizonte: FEPMVZ,
2001. 555 p. WATSON, JAMES D. DNA: o segredo da vida. 1° ed. 4° reimpressão. São Paulo:Companhia das Letras, 2005.
NOME: (NOVO) Meliponicultura
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA 88
Origem dos meliponíneos. Espécies de meliponíneos. Dispersão pelo mundo. Organização social e defesa. Hábitos de nidificação e arquitetura dos ninhos. Reprodução. Meliponicultura e instalação do meliponário. Captura de colônias. Manejo e alimentação artificial. Inimigos naturais e controle. Mel de meliponíneos - técnicas de colheita e beneficiamento. Regulamentação para a Meliponicultura.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, Italo de Souza. (2006) Abelhas Nativas da Paraíba - Um convite ao conhecimento e preservação das abelhas sem ferrão. 1a. ed. JOÃO PESSOA, PB: EditoraUniversitária/UFPB, 91p. KERR, W. K., CARVALHO, G. A. & NASCIMENTO, V. A. (1996). Abelha uruçu: biologia, manejo e conservação. Paracatu: Acangaú. 144 p MAGALHÃES, Tatiana Lobato de & VENTURIERI, Giorgio Cristino. (2010) Aspectoseconômicos da criação de abelhas indígenas sem ferrão (Apidae: Meliponini) no Nordeste Paraense. – Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental, 36 p. il. ; 21cm. – (Documentos / Embrapa Amazônia Oriental, ISSN19830513;364) Disponível em:https//www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/83922/1/Doc364.pdf NOGUEIRA-NETO, P. (1997) Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão. Ed.Nogueirapis, São Paulo.445p. Disponível em: https://issuu.com/marcoacuna/docs/vida_e_cria_de_abelhas_indigenas_se/417 SILVEIRA, F.A; MELO, G.A.R.; Almeida, E.A.B. (2002) As abelhas brasileiras: Sistemática e Identificação. Belo Horizonte, Fundação Araucária. 253p. Disponível em: https://www.meliponas.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Abelhas-Brasileiras-Sistematica- eIdentificacao.pdf VENTURIERI, Giorgio Cristino. (2008) Criação de abelhas indígenas sem ferrão. - 2. ed. rev. atual. Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental. 60 p.: il. color. ISBN 978-85-87690-76-0 Disponível em: https://www.embrapa.br/documents.pdf
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREITAS, B.M., OLIVEIRA FILHO, J.H. de. (2001) Criação racional de mamangavas:para polinização em áreas agrícolas. Fortaleza: Banco do Nordeste. 96p. Disponível em: https://www.bnb.gov.br/s482dspace/bitstream/123456789/715/1/2001_LIV_CRM.pdf OLIVEIRA, F.F.; RICHERS, T.T.; SILVA, J.R.; FARIAS, R.C.; MATOS, T.A. (2013) Guia ilustrado das abelhas “sem-ferrão” das Reservas Amanã e Mamirauá, Amazonas, Brasil(Hymenoptera, Apidae, Meliponini). Tefé: IDSM. 267 p SEELEY, T.D. (2006) Ecologia da abelha: Um estudo da Adaptação na vida social (Tradução de C. A. Osowski). Porto Alegre: Paixão Editores LTDA. 256 pTAUTZ, J. (2010) O Fenômeno das abelhas. Artmed: Porto Alegre. 288p VILLAS-BOAS, J. (2012) Manual tecnológico Mel de abelhas sem ferrão. 1a. ed. Brasília,DF. 100p. 100p. Disponível em: http://www.ispn.org.br/arquivos/mel008_31.pdf
NOME: (NOVO) Microbiologia de Produtos Agroindustriais Departamento: DGTA
2 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução à microbiologia e aos microrganismos. Importância dos microrganismos nos alimentos. Fontes de contaminação. Fatores que controlam o desenvolvimento dos microrganismos nos alimentos. Microrganismos indicadores. Doenças transmitidas por alimentos. Microbiologia da água e de produtos agroindustriais. Controle do desenvolvimentodos microrganismos nos alimentos.
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✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da segurança dos alimentos. Porto Alegre: Artmed,2013. 602p. FRANCO, Bernadette D. Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dosalimentos. São Paulo: Atheneu, 2006. 182p. JAY, James M; RECH, Rosane; TONDO, Eduardo Cesar. Microbiologia de Alimentos.Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AQUARONE, Eugênio; BORZANI, Walter; SCHIDELL, Willibaldo; LIMA, Urgel de A. Biotecnologia Industrial - volumes 1 a 4. São Paulo: Blucher, 2001. GAVA, Altanir Jaime; SILVA, Carlos Alberto Bento da; FRIAS, Jenifer Ribeiro Gava. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. 511p. SÃO JOSÉ, Jackeline Freitas Brilhante de; ABRANCHES, Monise Viana. Microbiologia ehigiene de alimentos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Rubio, 2019. 272 p. SILVA, Neusely; JUNQUEIRA, Valéria C.; SILVEIRA, Neliane F. A.; TANIWAKI, MartaH.; GOMES, Renato A. R.; OKAZAKI, Margarete M. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos e água. São Paulo: Blucher, 2017. 535p. TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. PortoAlegre: Artmed, 2012. 964p.
NOME: (4105015) Pesquisa e CotidianoEscolar
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Impactos da pesquisa educacional sobre as práticas escolares. O espaço da pesquisa no cotidiano escolar. Profissão docente e epistemologia da prática. A/O educadora/educadorpesquisadora/pesquisador.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAGNO, M. Pesquisa na escola. O que é como se faz. São Paulo: Loyola, 1998. FAZENDA, L. (org.). A Metodologia da pesquisa educacional. 2. ed. São Paulo: Cortez.1991. (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 2. ed. São Paulo: Cortez,1992.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, A. J. P; LEHFELD, N. A. S. Projeto de pesquisa - proposta metodológica.Petrópolis, RJ: Vozes, 1991. GRESSLER, L. A. Pesquisa educacional: importância, modelos, validades, variáveis,hipóteses, amostragem, instrumentos. São Paulo: Loyola, 1979. JÚNIOR, C. A. S. et al. Medodologia da pesquisa educacional. 2. ed. São Paulo: Cortez,1991.
90
(Orgs.). Os lugares dos sujeitos na pesquisa educacional. 2. ed. CampoGrandeMS:UFMS, 2001.
NOME: (NOVO) Piscicultura
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Características dos sistemas de criação: extensivo, semi-intensivo, intensivo e superintensivo; Espécies nativas e exóticas de peixes cultivadas; Instalações e equipamentos necessários para a criação de peixes; Transporte e aclimatação de peixes; Preparo de viveiros escavados: calagem e adubação; Qualidade de água para a piscicultura: avaliação das principais variáveis limnológicas que diretamente influenciam na qualidade da água em sistemas de criação de peixes; Princípios da nutrição e alimentação de peixes em cativeiro; Manejo de cultivo em tanque rede; Despesca; Sistemas integrados aquicultura-agricultura: aquaponia – aquicultura com hidroponia; Reprodução em cativeiro.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L.C. Espécies nativas para piscicultura no Brasil. SantaMaria: ed. da UFSM, 2005. 468p. CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. 1 ed, São Paulo: TecArt, 2004.533p. KUBITZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. 1ª ed. Jundiaí: F.Kubitza, 2003 LOGATO, P. V. R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. Viçosa: Aprenda fácil,2000. 128p. RODRIGUES, M.L.; BRITO, M.J.M.; PEDROSA, R.U. Produção de Peixes. In: COSTA, F.G.P.; SILVA, J.H.V. (Org.). Produção de não ruminantes. João Pessoa: editorauniversitária-UFPB, 2018. p.203-223. SÁ, M. V. C. Limnocultura: limnologia para aquicultura. Fortaleza: UFC, 2012. 218p. SANTOS, A.C.S.; Tilápia: criação sustentável em tanques-rede. Aprenda Fácil. 2011.244p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EMBRAPA Amapá. Manejo e sanidade de peixes em cultivo. Organizador: Marcos TavaresDias. Macapá:
2009. 723p. KUBITZA, F. A água na aquicultura: Parte 2 – A relação entre pH, gás carbônico, alcalinidade e dureza e sua influência no desempenho e saúde dos peixes e camarões.Panorama da Aquicultura. v 27, n 163, p 14-18, 2017. KUBITZA, F. A água na aquicultura: Parte 3 – O impacto da amônia, do nitrito e do nitrato sobre o desempenho e a saúde dos peixes e camarões. Panorama da Aquicultura. v27, n 164, p 14-27, 2017. KUBITZA, F. Tilápia: tecnologia e planejamento na produção comercial. Jundiaí: 2ª Ed.revisada e ampliada, 2011. 316p. KUBITZA, F. Manejo na produção de peixes: parte 6 – Boas práticas nas despescas, manuseio e classificações dos peixes. Panorama da Aquicultura. v.19, n.113, p.14-23, 2009.
91
KUBITZA, F. Manejo na produção de peixes: parte 7 – Boas práticas no transporte depeixes vivos. Panorama da Aquicultura. v.19, n.114, p.14-23, 2009. ONO, E. A.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes:
Parte 1 – Planejamento, seleção das áreas, fontes de água, demandahídrica e propriedades dos solos. Panorama da Aquicultura, v.12, n.72, p. 35-48, 2005. ONO, E.A.; CAMPOS, J.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes: Parte 2 - Lay out das pisciculturas, design dosviveiros e trabalhos de construção. Panorama da Aquicultura, v.12, n.73, 2002. ONO, E.A.; CAMPOS, J.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes: Parte 3 - As estruturas hidráulicas. Panorama daAquicultura, v.12, n.74, 2002. ONO, E.A.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes:
Parte 4 - O reaproveitamento da água e o manejo do solo. Panorama daAquicultura, v.13, n.75, 2003. TEIXEIRA, R.N.G.; CORRÊA, R.O.; FARIA, M.T.; MEYER, G. Piscicultura em tanquesrede. Brasília: Embrapa Amazônia Oriental, 2009. 120 p.
NOME: (4102046) Plantas Medicinais
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 30h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Aspectos históricos de plantas medicinais e aromáticas. Etnobotânica e etnofarmacologia. Importância econômica e social. Constituintes químicos e sua importância. Principais espécies domesticadas e silvestres. Formas de preparo e uso. Produção e manejo agroecológico. Colheita e processamento. Noções de Fitoterapia.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORREA JÚNIOR, C.; MING, L.C.; SCHEFFER, M.C. Cultivo de plantas medicinais,aromáticas e condimentares. 2 ed. Jaboticabal: FUNEP, 2003. 162p. LORENZI, H.; MATOS, F.J.A. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. 2. ed.Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. 544p. SARTORIO, M.L. et al. Cultivo Orgânico de Plantas Medicinais. Viçosa: Ed. Aprendafácil, 2000. 258 p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABÍLIO, G. M. F. Plantas Medicinais. In: ¨Medeiros, M. B.; Macedo, G. & Araújo, L.F.(Org.). Cadernos de Licenciatura em Ciências Agrárias. Universidade Aberta do Brasil, Universidade Federal da Paraíba, 2011.
V. 06. Caderno especial 3. CARAVACA, HUGO DE, Plantas que curam. Virtual Books. In: https://www.vegetall.com.br/wpcontent/uploads/2015/05/plantas-que-curam-hugo-caravaca.pdf . 2019. (Em 25/05/2019). GRANDI, T. S. M. Tratado de plantas medicinais. Mineiras, nativas e cultivadas. 1a. Ed.In. https://drive.google.com/file/d/0B57kOBoZkiWjcUZFd1lwUTBhaXM/view Em 25/05/2019. LORENZI, H. Manual de Identificação e Controle de Plantas Daninhas. 6ª. ed. EditoraPlantarum, 2006. 362p. MARTINS, E.R.; CASTRO, D.; CASTELLANI, D.C.; DIAS, J.E. Plantas Medicinais.
92
Viçosa: Editora UFV, 5ª ed. 2000. 220p.
NOME: (NOVO) Processamento de Carnese Derivados Departamento: DGTA
2 créditos
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA A indústria cárnea no Brasil e no mundo. Etapas da obtenção da carne. Qualidade da carne como matéria-prima. Princípios do processamento de carnes e derivados. Ingredientes utilizados na elaboração dos derivados cárneos. Tecnologia de elaboração de embutidos, salgados, restruturados, curados, emulsionados e defumados. Fermentação. Tratamento térmico de produtos cárneos. Congelamento e refrigeração de carnes e derivados. Outras tecnologias para processamento e conservação de carnes e derivados.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ORDÓÑEZ PEREDA, Juan A.; MURAD, Fátima. Tecnologia de Alimentos: alimentos deorigem animal.
v. 2. Porto Alegre: Artmed, 2007. 280p. PINTO, Paulo Sérgio de Arruda. Inspeção e Higiene de Carnes. Viçosa: UFV, 2012. SHIMOKOMAKI, Massami. Atualidades em Ciência e Tecnologia de Carnes. São Paulo:Varela, 2006. 236p. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GAVA, Altanir Jaime; SILVA, Carlos Alberto Bento da; FRIAS, Jenifer Ribeiro Gava. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. 511p.LAWRIE, R. A. Ciência da carne. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. PRATA, Luiz Francisco. Fundamentos de higiene e inspeção de carnes. Jaboticabal:Funep, 2001. PARDI, Miguel Cione; SANTOS, Iacir Francisco dos; SOUZA, Elmo Rampini de; PARDI,Henrique Silva. Ciência, higiene e tecnologia da carne. Editora UFG, 2005. SENAI-SP Editora (org.). Industrialização de carnes e derivados. São Paulo: SENAI, 2016.200p. NOME: (NOVO) Produção de AvesAlternativas
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância e Econômica e Social da Criação de Aves Alternativas (Codornas, Avestruz, Aves Ornamentais e Aves em Sistema Caipira). Anatomia e Fisiologia das aves. Raças e linhagens de aves alternativas e suas origens. Instalações e equipamentos para aves alternativas. Manejo produtivo de aves alternativas. Manejo nutricional e exigências nutricionais de aves (Codornas, Avestruz, Aves Ornamentais e
93
Aves em Sistema Caipira). Ambiência e Bem-Estar de aves. Manejo sanitário e biossegurança de aves e principaisdoenças. Legislação para a criação de aves caipiras, orgânicas e não convencionais.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBINO, Luiz Fernando Teixeira. Criação de codornas: para produção de ovos e carne.Viçosa: Aprenda Fácil, 2003. 289p. ISBN: 9788588216361. NERY, Lídson Ramos et al. Criação de frango e galinha caipira: avicultura alternativa.3.ed. rev. ampl. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2010. 208p. ISBN: 9788576300184. SOUZA, Joana D'Arc Silveira; ÁLVARES, Érico Furtado. Criação de avestruz. Viçosa:Aprenda Fácil,
2004. 211p. ISBN: 8576300087.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERCHIERI JÚNIOR, Ângelo. Doenças das aves. 2.ed. Campinas: Fundação APINCO deCiência e Tecnologia Avícolas, 2009. 1104p. ISBN: 9788589327046. COTTA, Tadeu. Alimentação de aves. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2003. 242p. EVANGELISTA, Genyson Marques; DÁLIA, Paulino Raíssa; MORAIS, Raimundo Erikson Kadoshe de; FERREIRA, Silva Leomácio; AZEVDEO, Lucena Carmelita Érica de. Manual de criação de galinhas caipira. João Pessoa: UFPB, 2018. 92p. ISBN: 9788582371497. FERREIRA, Rony Antonio. Maior produção com melhor ambiente: para aves, suínos ebovinos. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2011. 401 p. ISBN: 9788562032318. ROSTAGNO, Horácio Santiago. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentosos e exigências nutricionais. 2.ed. Viçosa, MG: UFV, Departamento de Zootecnia,2005. 186p:il. NOME: (NOVO) Produção de Bubalinos
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância da criação de búfalos no Brasil e no mundo, principais raças, sistemas de produção, aspectos da fisiologia digestiva, requerimentos nutricionais e manejo alimentar, manejo de ordenha, manejo sanitário e cuidados com as crias, reprodução e manejo reprodutivo, escrituração zootécnica e índices produtivos, instalações e bem-estar.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARQUES, José Ribamar Felipe. BÚFALOS: 500 perguntas - 500 respostas. EmbrapaAmazônia Oriental, 2000, 176 p. MOURA, Jose Carlos de; CORSINI, Joao Paulo Matos. Bubalinocultura. Campinas, SP:Fundação Cargill,
1981. 57p. ZAVA, Marco. Produção de búfalos. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino agrícola,1987. 273p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Armando; RIBEIRO, Antônio Cândido. Ordenha mecânica: Implantação e operação. Viçosa: CPT, 2008. 214p. KOZLOSKI, Gilberto Vilmar. Bioquímica dos ruminantes. 3.ed. Santa Maria -RS: UFSM,2011. 212 p.
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RAMOS, Alcides de Amorim. Contribuição ao Estudo dos Bubalinos: Resumo depesquisas de 19722001. Palestras. ............................................... Botucatu, SP: UNESP, 2003. 578p. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BUBALINOCULTURA. O búfalo no Brasil. Cruz dasAlmas, BA: UFBA/EA, 1996. 236p.
NOME: (NOVO) Produção de Coelhos
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Importância Social e Econômica da cunicultura: Características dos coelhos; Raças e material genético; Reprodução de coelhos; Sistemas de criação utilizados na cunicultura; Nutrição e alimentação de coelhos; Instalações e equipamentos da cunicultura; Manejo produtivo na cunicultura; Produção de coelhos Pets, Industrialização da carne, pele e pelo; Principais doenças em criação de coelhos.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLUM, J. C; LECLERCQ, B; HENRY, Y. Alimentação dos animais monogástricos:suínos, coelhos e aves. 2.ed. São Paulo: roca, 1999. 245p. ISBN: 9788572412689. COSTA, Fernando G. Perazzo (José Humberto Vilar da Silva org). Produção de nãoruminantes. João Pessoa: Editora UFPB, 2018. 290 p. ISBN: 9788523713294. MEDEIROS, Marcos Barros de; MACEDO, Geralda; ARAÚJO, Luís Felipe de. Cadernos de licenciatura em ciências agrárias, V.6. Bananeiras: Universitária/UFPB, 2011. 358 p; v6. ISBN: 9788577453368. MELLO, Helcio Vaz de; SILVA, Jose Francisco da. Criação de coelhos. Viçosa: AprendaFácil, 2003. 266 p. ISBN: 9788576300044.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, A., PINTO, SC., OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório: criação e experimentação [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2002. 388 p. ISBN: 85-7541-015-6. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>. DE BLAS, C., WISEMAN, J. Nutrition of the Rabbit. 2nd ed. Cambridge: CABInternational, 325p. 2010. VIEIRA, Marcio Infante. Produção de coelhos: caseira - comercial - industrial. São Paulo:prata editora,
1995. 368p. ISBN: 9788586307106. VIEIRA, M.I. Doenças dos coelhos: manual prático. 9. ed. São Paulo: Nobel, 1986, 241p.WEGLER, M. Coelhos Anões. 3. ed. Lisboa, Portugal: Presença, 2006. 83 p.
NOME: (GDPAG0040) Produção eTecnologia de 4 créditos Carga Horária Total: 60h Sementes Departamento: DA Tipo de componente: disciplina. Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
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✓ EMENTA Histórico, importância da semente, a formação das sementes, estrutura da semente, composição química, maturação, dispersão de sementes, germinação, dormência, vigor, produção de sementes, colheita, beneficiamento, secagem, armazenamento.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROSO, G.M.; MORIM, M.P.; PEIXOTO, A.L. ICHASO, C.L.F. Frutos e sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledônea. Editora da UFV. 2012. BRASIL. Ministério da Agricultura e Pesquisa Agropecuária e Reforma Agropecuária. Regras para Análise de Sementes. Brasília: SNDA/LANARV, 2009. 365p. FERREIRA, A. G.; BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre:Artmed, 2004. 323 p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AGUIAR, I.B. de., PIÑA-RODRIGUES, F.C.M., FIGLIOLIA, M.B. Sementes florestais Tropicais. Brasília: ABRATES, 1993. 350p. CARVALHO, N.M., NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 4 ed.Jaboticabal: FUNEP, 2012. 588p. CARVALHO, N.M. de. A secagem de sementes. Jaboticabal: FUNEP. 1994.165p. FERRI, M.G., MENEZES, N.L., MONEIRO, W.R. Glossário Ilustrado de Botânica. SãoPaulo: NOBEL,
1981. 198p. MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba: FEALQ,2005. 495p. PINA-RODRIGUES, F.C.M.; FIGLIOLIA, M.B.; SILVA, A. da (Org). Sementes florestais tropicais: da ecologia à produção. Londrina, PR: ABRATES, 2015. 477p. PUZZI, D. Abastecimento e armazenagem de grãos. Campinas, São Paulo: InstitutoCampineiro de Ensino Agrícola. 666p. 2000.
NOME: (4102044) Ranicultura
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Características gerais de anfíbios anuros e particularidades de rãs de interesse zootécnico. Caracterização dos tipos de criação de rãs e modelos de ranários com seusrespectivos manejos de criação. Cuidados para abertura de ranários e código de conduta da atividade. Enfermidades na ranicultura. Setores produtivos do ranário (apoio, reprodução, girinos e recria). Estudo da cadeia produtiva da ranicultura. Noções de abate de rãs.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA 96
CRIBB, André Yves; Afonso Andre Muniz; Ferreira Cláudia Maris. Manual técnico deranicultura. Brasília: Embrapa, 2013. 73p. ISBN: 9788570352750. LIMA, Samuel Lopes; CRUZ, Tancredo Almada; MOURA, Onofre Maurício de. Ranicultura: análise da cadeia produtiva. Viçosa-MG: Folha de Viçosa, 1999. 172p. LIMA, Samuel Lopes; FIGUEIREDO, Mário Roberto Chim; MOURA, Onofre Maurício de.Diagnóstico da ranicultura: problemas, propostas de soluções e pesquisas prioritárias. Viçosa: ABETRA, 1994. 170p.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; LIMA, S. L. Rações comerciais e o rendimento de carcaça e subprodutos de rã-touro. Ciência Rural, Santa Maria, v. 35, n. 5, p. 1172-1178,2005. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/cr/v35n5/a29v35n5.pdf . Acesso em 14/07/2021 CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; LIMA, S. L.; SILVA, J. H. V. Avaliação de rações comerciais nas fases de crescimento e terminação da recria de rã-touro. Boletim do Instituto de Pesca, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 37-43, 2005. Disponível em:http://www.scielo.br/pdf/rbz/v34n6/27234.pdf . Acesso em 14/07/2021 CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; MENDES, R. R. B. ; CAMPOS, V. M. . Efeito da Densidade de Estocagem no Desempenho de Rã-Touro (Rana catesbeiana) em Recria.Revista Brasileira de Zootecnia-Brazilian Journal of Animal Science, Viçosa, v. 34, n. 6, p.1828-1834, 2005. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbz/a/BSBNKB5fTwSCCY5bD9RMJTp/?lang=pt# Acesso em 14/07/2021 LIMA, S. L.; CASALI, A. P.; AGOSTINHO, C. A. Desempenho zootécnico e tabela de alimentação de girinos de rã-touro (Rana catesbeiana) criados no sistema anfigranja.Revista Brasileira de Zootecnia, n. 3 v. 32, p. 512-518, 2003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbz/a/ryhMXGngQjNLHvGLdcHwfkB/?lang=pt Acesso em 14/07/2021 LIMA, S. L.; CASALI, A. P.; AGOSTINHO, C. A. Desempenho zootécnico e percentual deconsumo de alimento de rã-touro (Rana catesbeiana) na fase de recria (pós- metamorfose) do Sistema Anfigranja. Revista Brasileira de Zootecnia, n. 3 v. 32, p. 505- 511, 2003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbz/a/rxrJcwyxQ7YnhsLbLznLnCv/?lang=pt Acesso em 14/07/2021 SEIXAS FILHO, José T. de; PEREIRA, Marcelo M.; MELLO, Silvia C. R. Pereira. Manualde Ranicultura para o Produtor. Disponível em: http://www.fiperj.rj.gov.br/index.php/arquivo/download/194. H. P. Comunicação Editora. 2017 Acesso em 14/07/2021.
NOME: (4102042) Sistemas Agroflorestais
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 45h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão: 15h
✓ EMENTA Conceitos, características, classificação, sistemas agroflorestais simultâneos e sistemasagroflorestais sequenciais. Seleção de espécies agrícolas, espécies florestais e espécies de animais para os sistemas agroflorestais. Instalação e manejo dos sistemas agroflorestais. Potencialidade e limitações dos SAFs. Identificação dos principais sistemas agroflorestais: agricultura migratória, sistema taungya, agricultura de plantas perenes. Cercas vivas. Cortina quebra ventos. Considerações econômicas, sociais e ecológicas dos SAFs. Sustentabilidade daprática dos SAFs para o desenvolvimento da agricultura familiar. Serão destinadas 15 horas para realização de atividades de extensão em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
97
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, M. M. et al. Sistemas agroflorestais pecuários: opções de sustentabilidade para áreas tropicais e subtropicais. EMBRAPA Gado de Leite, 2001. ISBN: 85-85748-31-1 FERNANDEZ, V. S. et al. Sistemas agroflorestais. Ed. Universitária, 2011. ISBN: 978-85-7745-336-8 GAMA-RODRIGUES, A. C. et al. Sistemas agroflorestais: bases científicas para o desenvolvimento sustentável. Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro,2006. ISBN: 978-85-894779-07-2
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COPIJN, A. N. Agrossilvicultura sustentada por sistemas agrícolas ecologicamente eficientes. Rio de Janeiro: Fundação de Órgãos para Assistência Social e Educacional, 1988,46p. DUBOIS, J. C. L. Agrosilvicultura e efeito estufa. Informativo Agroflorestal, V. 2, n.1, nov.1990. FASSBERDER, H. W. Bases edafológicas de los sistemas de producción agroforestales.Turrialba: CATIE/Departamento de Recursos Naturales Renovables, 1984. 182p. (Série Materiales de Enseñnza). HART, R. D. Agroecosistemas, conceptos básicos. Turrialba: CATIE, 1980. 211 p. JANES, R. J. Bases conceptuales para la aplicación del enfoque de sistemas a laagroforesteria. Turrialba: CATIE, 1983. 16p.
NOME: (4101115) Sociologia Rural
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DCBS
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 60h Prática:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Principais aspectos do espaço agrário brasileiro; conflitos sociais no campo; aquestão agráriabrasileira; o “continum” rural-urbano; e rural contemporâneo. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA AUME, D. J. O MST e os assentamentos da Reforma Agrária: a construção de espaçossociais modelares. Passo Fundo: Editora UPF, 2006. BAUINAIN, A. M. Agricultura familiar e inovação tecnológica no Brasil: característica,desafios e atores. Campinas: Unicamp, 2007. CAUME, D. J. Reforma agrária na contemporaneidade brasileira: novos termos paraum velho debate. Goiânia: Revista UFG, n1, 2015. P-14-17.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDEMBURG, A. Ciências Sociais e a questão rural: principais temas e 83perspectivas analíticas. Ambiente & Sociedade, Vol. VIII, no. 1, jan/jun. 2005.
98
BRANDEMBRG, A. Do rural tradicional ao rural socioambiental. Ambient. soc. [online].2010, vol.13, n.2, pp. 417-428. MOREIRA, R. Ruralidades e globalizações: ensaiando uma interpretação. In Moreira, R.(org.). Identidades sociais. Ruralidades no Brasil contemporâneo. R.J. D. P. & A, 2005. SOUZA, J. (Org.) - Os Batalhadores Brasileiros - Nova Classe MédiaOu Nova Classe Trabalhadora. Editora UFMG (2012)
NOME: (NOVO) Turismo Rural eEcoturismo
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Departamento: DE
Tipo de componente: disciplina.
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 60h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Conceitos, origens e evolução do ecoturismo, turismo rural e de aventura. A construção do Rural: oposição rural/urbano, identidade e cultura. Produção turística no espaçorural e em áreas naturais: aspectos econômicos e socioculturais. O mercado do turismo rural e ecoturismo. Avaliação de potencial turístico de propriedades rurais e áreas ecológicas. Planejamento e implantação de projetos e empreendimentos de turismo rural e ecológico. Comunidades tradicionais e o turismo. Metodologias de planejamento ambiental: uso, controle e zoneamento do ambiente, determinação da capacidade de carga, planejamento de trilhas e infraestrutura em áreas rurais e naturais. ✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA DE MORAES, Werter Valentim. Ecoturismo: planejamento, implantação e administraçãodo empreendimento. Aprenda Fácil, 2000. MACHADO, João A. Dessimon. Teoria e prática do turismo no Espaço Rural. Rosa dosVentos, v. 3, n. 1, p. 105-112, 2011. PORTUGUEZ, Anderson Pereira. Turismo no espaço rural: enfoques e perspectivas.Editora Roca, 2006.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NEIL, John; WEARING, Stephen. Ecoturismo: impactos, potencialidades epossibilidades. Trad: Carlos David Szlak, Manole, Barueri, 2001. NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa (Ed.). Turismo e meio ambiente no Brasil.Manole, 2010. PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo; RUSCHMANN, Doris van de Meene. Gestão ambiental esustentabilidade no turismo. 2010. SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de. Teoria e prática do turismo noespaço rural. Barueri, SP, p. 170-190, 2010. VEZZANI, Marco Antônio. Turismo rural e responsabilidade ambiental e ecológica noespaço rural brasileiro. Caderno Virtual de Turismo, v. 8, n. 1, p. 27-39, 2008.
NOME: (4102043) Viveiricultura,Jardinagem e Paisagismo Departamento: DA
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: disciplina.
99
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: 45h
Carga Horária Extensão:
✓ EMENTA Introdução a viveiricultura; Importância da viveiricultura; Classificação das plantas quanto ao ciclo de vida e quanto ao grupo que pertencem; Obtenção e armazenamento de sementes e estudo da dormência e da germinação; Tipos de viveiros; Planejamento técnico e econômico dos viveiros; Técnicas especiais de viveiros; Formação de mudas: semeadura, repicagem e enxertia; Manejo dos viveiros; Legislação de sementes e mudas; Importância social e econômica da jardinagem; Histórico da jardinagem; Ferramentas utilizadas na jardinagem; Implantação de jardins; Manutenção de jardins; Conceituando paisagens; Historiando a paisagem; Funções sociais das paisagens; Comunicando através da paisagem; Solo, planta e água na formação da paisagem; Elementos utilizados para fazer um jardim; Princípios de estética aplicados ao paisagismo.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, José Geraldo; LOPES, Luiz Carlos. Propagação de plantas ornamentais.Viçosa: UFV, 2007. 183 p. ISBN: 9788572693097. GATTO, Alcides; PAIVA, Haroldo Nogueira Gonçalves Wantuelfer. Implantação de jardins e áreas verdes. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2002. 174p. (Coleção Jardinagem ePaisagismo. Série implantação de Jardins, v.2) ISBN: 8588216302. LORENZI, Harri; SOUZA, Hermes Moreira de. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas,herbáceas e trepadeiras. 4. ed. Nova Odessa, SP: instituto plantarum, 2008. 1088 p. ISBN: 8586714306. LORENZI, Harri. Plantas para jardim no Brasil: herbaceas, arbustivas e trepadeiras.Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2013. 1120 p. ISBN: 9788586714405. LORENZI, Harri. Plantas para jardim no Brasil: herbaceas, arbustivas e trepadeiras.Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2015. 1120 p. ISBN: 9788586714474. SEKIYA, Roselaine Faraldo Myr. Composição de plantas ornamentais em jardins. 1. ed.São Paulo: Érica,
2014. 136 p. (Eixos) ISBN: 9788536508689.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDÃO, Hélio Abdalla. Manual prático de jardinagem. Viçosa, MG: Aprenda Fácil,2002. 185p. COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS. Manual de arborização. BeloHorizonte: Cemig / Fundação Biodiversitas, 2011. 112 p. ISBN: 978-85-87929-46-4. Disponível em: <https://www.cemig.com.br/wp-content/uploads/2020/10/manual-arborizacao-cemig-biodiversitas.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2021. FORTES, Vânia Moreira. Planejamento de manutenção de jardins. Viçosa-MG: AprendaFácil, 2001. 156p. ISBN: 8588216035. KÄMPF, Atelene Normann. Produção comercial de plantas ornamentais. Guaíba: Livrariae Editora Agropecuária, 2000. 255 p. ISBN: 8585347449. LIRA FILHO, José Augusto. Paisagismo: princípios básicos. Viçosa, MG: Aprenda Fácil,2001. 163p. (Planejamento Paisagístico v. 1) LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil, vol. 1. 5.ed. Nova Odessa, SP: Plantarum, 2008. 368p. ISBN:858671416. TAKANE, Roberto Jun; PIVETTA, Kathia F. Lopes; YANAGISAWA, Sergio Shoji. CultivoTécnico de Cactos & Suculentas Ornamentais. Fortaleza: GrafHouse, 2009. 172p:il. ISBN:9788577910700.
100
TOFANI, Sandra Regina Menezes. Acervo Botânico do Sítio Roberto Burle Marx: valorização e conservação. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Rio de Janeiro, 2015. Disponível em:<http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Mestrado_em_Preservacao_Disserta cao_TOFANI_Sandra_R_Menezes.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2021. WENDLING, Ivar; GATTO, Alcides. Substrato, adubação e irrigação na produção demudas. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2002. 165p. (Produção de Mudas Ornamentais, v. 2)ISBN: 9788588216329. NOME: (NOVO) UCE – CCHSA – Educação Popular e Práticas de Extensão Departamento: DE
3 créditos
Carga Horária Teórica:
Carga Horária EAD:
Carga Horária Prática:
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: disciplina. Carga Horária Extensão: 45h
✓ EMENTA Educação popular: concepções, metodologias e experiências. A dimensão popular e não-popular da educação. As tendências da extensão universitária. Extensão universitária e extensão popular. Possibilidades de educação popular nas práticas educativas da extensão universitária e nos movimentos sociais. Extensão popular e a produção de conhecimento em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEZERRA, Aída e BRANDÂO. Carlos Rodrigues (org.). A questão política da educaçãopopular. São Paulo: Brasiliense, 1984. MELO NETO, José Francisco de. Extensão Popular. João Pessoa: Editora da UFPB, 2014. SCOCUGLIA, Afonso Celso e MELO NETO, José Francisco de (org.) Educação popular:outros caminhos. João Pessoa, PB: Universitária/UFPB, 1999. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Marisa Vorraber (org.) Educação popular hoje: variações do tema. São Paulo:Loyola, 1998. FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido.Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. GADOTTI, Moacir e TORRES, Carlos Alberto. Educação Popular: utopia latino-americana. São Paulo: Cortez, 1994. JEZINE, Edineide. A crise da universidade e o compromisso social da extensãouniversitária. João Pessoa: UFPB, 2006. MELO NETO, José Francisco de; CRUZ, Pedro José Santos (org.). Extensão popular:educação e pesquisa. João Pessoa: Editora do CCTA, 2017. NOME: (NOVO) UCE – Ciências Agrárias – Práticas e Técnicas de Pesquisa emExtensão Universitária
3 créditos
Departamento: DA
Tipo de componente: disciplina.
Carga Horária Total: 45h
Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD:
Carga Horária Extensão: 45h
✓ EMENTA 101
Extensão rural. Política pública. Agricultura familiar. Pesquisa. Desenvolvimento rural. Elaboração e execução de atividades de pesquisa voltadas para ações de extensão rural que contribuam com o desenvolvimento rural, especialmente na agricultura familiar, com capacidade de aplicabilidade e replicabilidade. Comunicação rural e difusão de inovações através da extensão rural. As atividades de extensão serão realizadas em conformidade com a Resolução nº 02/2022 do Consepe.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, J. A. Pesquisa em extensão rural. Brasília: ABEAS, 1989. ALTAFIN, I. Diagnóstico participativo no desenvolvimento local sustentável. BRASÍLIA,1998, apostila. BARROS, A. P. (Org). Ciências agrárias: inovação, tecnologia, desenvolvimento eextensão. GEPRA, 2021. BORSATTO, R. S. O papel da extensão no fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia – textos introdutórios. São Paulo: Ed UFSCAR, 2016. CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e extensão rural: contribuiçõespara a promoção do desenvolvimento rural sustentável. Brasília: MDA/SAF/DATER-IICA, 2004. PEREIRA, M. N. (Coord.). Métodos e meios de comunicação em extensão rural –Glossário. Porto Alegre: Emater, 2019. ✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DA SILVA, R. C. Extensão Rural. São Paulo: Editora Érika, 2014. DOS SANTOS, A. F.; BARBOSA, G. J. (Org.). Extensão rural: experiências, pesquisa esindicalismo. João Pessoa: EMPAER, 2019, Vol. II. RAMOS, G. L.; SILVA, A. P. G. S.; BARROS, A. A. F. Manual de metodologia deextensão rural. Recife: IAP, 2013. SCHMITZ, H. Agricultura familiar: extensão rural e pesquisa participativa. São Paulo:Annablumme, 2010. THEODORO, S. H et all. Agroecologia: um novo caminho para a extensão rural. SãoPaulo: Garamond, 1989.
2.3
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS
NOME: (4101236) Tópicos Especiais emCiências 4 créditos Carga Horária Total: 60h Agrárias I Departamento: DCBS Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga HoráriaTeórica: Carga Horária Carga Horária Carga Horária 60h Prática: EAD: Extensão:
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades acadêmicas realizadas livremente pelo aluno no decorrer do curso, como seminários, congressos, colóquios, oficinas, cursos de formação continuada, tópicos especiais e flexíveis ou em forma de projetos de ensino, de pesquisa, de extensão, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
102
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica.
NOME: (NOVO) Tópicos Especiais emCiências Agrárias II Departamento: DCBS
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: Carga Horária 45h Extensão:
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades acadêmicas realizadas livremente pelo aluno no decorrer do curso, como seminários, congressos, colóquios, oficinas, cursos de formação continuada, tópicos especiais e flexíveis ou em forma de projetos de ensino, de pesquisa, de extensão, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica.
NOME: (NOVO) Tópicos Especiais emCiências Agrárias III Departamento: DCBS Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 30h Prática:
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga Horária Carga Horária EAD: Extensão:
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades acadêmicas realizadas livremente pelo aluno no decorrer do curso, como seminários, congressos, colóquios, oficinas, cursos de formação continuada, tópicos especiais e flexíveis ou em forma de projetos de ensino, de pesquisa, de extensão, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica.
NOME: (NOVO) Tópicos Especiais emCiências Agrárias IV
1 créditos
Carga Horária Total: 15h
103
Departamento: DCBS Carga HoráriaTeórica: Carga Horária 15h Prática:
Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga Horária Carga Horária EAD: Extensão:
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades acadêmicas realizadas livremente pelo aluno no decorrer do curso, como seminários, congressos, colóquios, oficinas, cursos de formação continuada, tópicos especiais e flexíveis ou em forma de projetos de ensino, de pesquisa, de extensão, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica.
NOME: (NOVO) Tópicos Especiais emCiências Agrárias V – Extensão Departamento: DCBS
4 créditos
Carga Horária Total: 60h
Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: Carga Horária Extensão: 60h
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades de extensão via editais PROEX comprovadas com certificado de conclusão como membro da equipe sendo bolsista ou voluntário; estágiossupervisionados não obrigatórios segundo os critérios estabelecidos na Resolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, II, alínea a, atestado por relatório do preceptor/orientador e professor orientador do estágio; ou, experiência profissional segundo os critérios estabelecidos naResolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, V, e, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica.
NOME: (NOVO) Tópicos Especiais emCiências Agrárias VI – Extensão Departamento: DCBS
3 créditos
Carga Horária Total: 45h
Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: Carga Horária Extensão: 45h
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades de extensão via editais PROEX comprovadas com certificado de conclusão como membro da equipe sendo bolsista ou voluntário; estágiossupervisionados não obrigatórios segundo os critérios estabelecidos na Resolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, II, alínea a, atestado por relatório
104
do preceptor/orientador e professor orientador do estágio; ou, experiência profissional segundo os critérios estabelecidos naResolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, V, e, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica. NOME: (NOVO) Tópicos Especiais emCiências Agrárias VII – Extensão Departamento: DCBS
2 créditos
Carga Horária Total: 30h
Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga HoráriaTeórica: Carga HoráriaPrática: Carga HoráriaEAD: Carga Horária Extensão: 30h
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades de extensão via editais PROEX comprovadas com certificado de conclusão como membro da equipe sendo bolsista ou voluntário; estágiossupervisionados não obrigatórios segundo os critérios estabelecidos na Resolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, II, alínea a, atestado por relatório do preceptor/orientador e professor orientador do estágio; ou, experiência profissional segundo os critérios estabelecidos naResolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, V, e, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica. NOME: (NOVO) Tópicos Especiais emCiências Agrárias VIII – Extensão Departamento: DCBS Carga Horária Teórica:
Carga Horária Prática:
1 créditos
Carga Horária Total: 15h
Tipo de componente: atividade especialcoletiva ou individual. Carga Horária Carga Horária EAD: Extensão: 15h
✓ EMENTA Aproveitamento de atividades de extensão via editais PROEX comprovadas com certificado de conclusão como membro da equipe sendo bolsista ou voluntário; estágiossupervisionados não obrigatórios segundo os critérios estabelecidos na Resolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, II, alínea a, atestado por relatório do preceptor/orientador e professor orientador do estágio; ou, experiência profissional segundo os critérios estabelecidos naResolução CONSEPE nº 2/2022, art. 7º, V, e, relacionadas com o curso de Ciências Agrárias.
✓ BIBLIOGRAFIA BÁSICA Não se aplica.
✓ BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Não se aplica.
ANEXO V da Resolução nº 04/2024 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Agrárias, Licenciatura, do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, do Campus III da UFPB. EQUIVALÊNCIAS PARA O NOVO CURRÍCULO
105
Componente Curricular (CURRÍCULO 00382012)
CH
Componente Curricular(Currículo NOVO)
CH
Estágio Supervisionado I Educação Escolar - Lic. em Ciências Agrárias (4105098)
105
Estágio Supervisionado I - Educação Escolar (NOVO)
90
Planejamento e Gestão Escolar (4105016) Apicultura (4102040) Avicultura (4102011) Bovinocultura (4102012) Caprinocultura e Ovinocultura (4102010) Suinocultura (GDCAN0013) Biologia Geral (4101053)
60
Planejamento e Gestão Escolar (NOVO)
45
30
Produção de Abelhas (NOVO)
30
60
Produção de Aves (NOVO)
45
60
Produção de Bovinos (NOVO)
45
60
Produção de Caprinos e Ovinos (NOVO)
45
60
Produção de Suínos (NOVO)
45
60
Biologia Geral (NOVO)
45
Fundamentos Biológicos da Educação (4101213)
60
Fundamentos Biológicos e Psicossociais da Educação (NOVO)
60
Língua Portuguesa (4101043)
60
Língua Portuguesa (NOVO)
45
Química Geral (4101042)
60
Química Geral (NOVO)
45
Seminário de Educação Ambiental (4105024)
45
Educação Ambiental (NOVO)
45
Anatomia e Ecofisiologia Vegetal (4102031)
60
Anatomia Vegetal (NOVO)
45
Culturas Regionais (4102037)
60
Culturas Regionais (NOVO)
30
Fruticultura (4102005)
60
Fruticultura (NOVO)
30
Metodologia do Ensino das Ciências Agrárias (4105005) Olericultura (4102150)
60
Metodologia do Ensino das Ciências Agrárias (NOVO)
45
45
Olericultura (NOVO)
30
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
Emitido em 13/12/2023 RESOLUÇÃO Nº 04/2023 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 4) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 08/03/2024 10:13 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234
Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 4, ano: 2023, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 08/03/2024 e o código de verificação: bfd44e52a7
