N7 · Conselhos superiores · CONSUNI
Res. CONSUNI 08/2018
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Guia de Turismo na modalidade de Educação Profissional à Distância.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (21)
21 citação(ões) simples (REMETE A)
- cita
- cita
- citaConstituição Federal de 1988 em: Anexo I“Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988.”
- cita
- cita
- cita
- cita
- citaDecreto 946/1993 em: Anexo I“Decreto N.º 946/93, de 01 de Outubro de 1993.O Decreto regulamenta a Lei nº 8.623, de 28 de janeiro de 1993.”
- citaLei 8.623/1993 em: Anexo I“Decreto N.º 946/93, de 01 de Outubro de 1993.O Decreto regulamenta a Lei nº 8.623, de 28 de janeiro de 1993.”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“Conforme a Lei n° 9.394/96, Lei Darcy Ribeiro Diretrizes e Bases da Educação”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências.”
- citaPort. Interministerial MEC 1.082/2009 em: Anexo I“Portaria Interministerial n° 1.082 de 20 de novembro de 2009.”
- citaPortaria MTUR 127/2011 em: Anexo I“Portaria 127, de 28 de Julho de 2011- Dispõe sobre delegação de competência do Ministério do Turismo - MTur a órgãos da administração pública estadual, municipal e do Distrito Federal, para...”
- citaPortaria MTUR 130/2011 em: Anexo I“.Portaria 130, de 26 de Julho de 2011- Institui o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos - Cadastur, o Comitê Consultivo do Cadastur CCCad e dá outras providências.”
- citaPortaria MTUR 162/2015 em: Anexo I“Portaria 162, de 22 de setembro de 2015 Instituí o Grupo de Trabalho com o objetivo de identificar, discutir e avaliar a viabilidade de integração das competências do Ministério do Turismo, da...”
- citaPortaria MTUR 197/2013 em: Anexo I“Portaria 197, de 30 de Julho de 2013 - Disciplina o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos – Cadastur, o Comitê Consultivo do Cadastur – CCCad e dá outras providências.”
- citaPortaria MTUR 27/2014 em: Anexo I“Portaria 027, de 30 de Janeiro de 2014 - Estabelece requisitos e critérios para o exercício da atividade de Guia de Turismo e dá outras providências.”
- citaPortaria MTUR 27/2014 em: Anexo I“Portaria 058, de 15 de abril de 2015 - Dá nova redação ao inciso V do art 9º da Portaria nº 27, de 30 de janeiro de 2014, que estabelece requisitos e critérios para o exercício da atividade de...”
- citaPortaria MTUR 311/2013 em: Anexo I“Portaria 311, de 03 de Dezembro de 2013 - Institui a forma e os procedimentos de fiscalização dos prestadores de serviços turísticos pelo Ministério do Turismo e seus órgãos delegados.”
- citaPortaria MTUR 312/2013 em: Anexo I“Portaria 312, de 03 de Dezembro de 2013 - Estabelece as regras e condições a serem observadas pelos prestadores de serviços de transporte turístico de superfície terrestre nacional e internacional.”
- citaPortaria MTUR 58/2015 em: Anexo I“Portaria 058, de 15 de abril de 2015 - Dá nova redação ao inciso V do art 9º da Portaria nº 27, de 30 de janeiro de 2014, que estabelece requisitos e critérios para o exercício da atividade de...”
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 45 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 40 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 33 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 30 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 29 em comumRes. CNE/CP 4/2018
- paralela · 26 em comumParecer CNE/CEB 2/2005
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 19 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 4 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO NO 08/2018 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Guia de Turismo na modalidade de Educação Profissional à Distância. O Conselho Universitário, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista deliberação na reunião realizada no dia 27 de março de 2018, (Processo no 23074.034542/2017-74), RESOLVE:
¶Art. 1º Fica aprovada a realização e programação pela Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde, o Curso Técnico em Guia de Turismo na modalidade de Educação Profissional à Distância, Eixo Tecnológico: Turismo, Hospitalidade e Lazer, com carga horária de 800 horas.
¶Art. 2º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, na Escola Técnica de Saúde da UFPB e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução;
¶Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 10 de maio de 2018. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
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ANEXO I da RESOLUÇÃO Nº 08/2018 DO CONSUNI SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURAL SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS I
Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Guia de Turismo Concomitante ao Ensino Médio-MEDIOTEC
Modalidade: Educação à Distância - EAD
HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO EIXO TECNOLÓGICO: TURISMO,
HOSPITALIDADE
E
LAZER
MODALIDADE:
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL À DISTÂNCIA FORMA DE ARTICULAÇÃO: CONCOMITANTE COM O ENSINO MÉDIO – MÉDIOTEC
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ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
REITORA MARGARETH DE FÁTIMA FORMIGA MELO DINIZ VICE-REITOR BERNARDINA MARIA JUVENAL FREIRE DE OLIVEIRA DIRETORA GERAL DA ESCOLA IVANILDA LACERDA PEDROSA
TÉCNICA
VICE-DIRETORA DA ESCOLA TÉCNICA MARIA SORAYA FRANCO ADRIANO DIREÇÃO GERAL DE ENSINO MARIA SORAYA FRANCO ADRIANO COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DA SILVA LOPES
THEÓFFILLO
TÉCNICA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS MÉRCIA FERREIRA DE ASSIS COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO ICLÉIA HONORATO DA SILVA CARVALHO MANUEL RUFINO DA SILVA NETO RONALDO RODRIGUES SARMENTO INSTITUIÇÃO: Universidade Federal da Paraíba UNIDADE DE ENSINO: Escola Técnica de Saúde CURSO: Técnico em Guia de Turismo CARGA HORÁRIA: 800h Nº DE VAGAS: 200 MODALIDADE: Educação à distancia - EAD
3
SUMÁRIO
1.
INTRODUÇÃO
5
2.
JUSTIFICATIVA
6
3.
OBJETIVOS
8
3.1
GERAL
8
3.2
ESPECIFICOS
8
4.
REQUISITOS DE ACESSO
9
5.
METODOLOGIA
9
5.1
LINGUAGENS E MÍDIAS COMPATÍVEIS COM O PROJETO E COM 10 O CONTEXTO SOCIOECONÔMICO DO PÚBLICO ALVO CONVERGÊNCIA E INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES MÍDIAS. 10
5.2 5.3
OS MATERIAIS A SEREM UTILIZADOS PELOS ESTUDANTES PARA APOIO E DESENVOLVIMENTO DO APRENDIZADO-GUIAS 10 PARA ESTUDANTES, TUTORIAIS E AFINS.
6.
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS
10
7.
AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM
12
8.
INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA
13
8.1
ACERVO BIBLIOGRÁFICO
13
9
PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
13
10.
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO
15
11
DESCRICÃO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
16
12
CERTIFICADOS E DIPLOMAS
17
REFERÊNCIAS
18
ANEXO I – MATRIZ CURRICULAR GUIA DE TURISMO
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1. INTRODUÇÃO O cenário socioeconômico político atual do Estado da Paraíba e do Brasil, aponta a nova ordem no padrão de relacionamento econômico entre os Estados da nação e outros países, assinalando o deslocamento da produção para outros mercados. A diversidade e multiplicação de produtos e de serviços, a tendência à conglomeração das empresas, à crescente quebra de barreiras comerciais entre as nações, à formação de blocos econômicos regionais, a busca de eficiência e de competitividade industrial através do uso intensivo de tecnologias de informação e de novas formas de gestão do trabalho, são entre outras, evidências das transformações estruturais que modificam os modos de vida, as relações sociais como também as do mundo do trabalho, consequentemente, estas demandas impõem novas exigências às instituições responsáveis pela formação profissional dos cidadãos. O avanço dos conhecimentos científicos e tecnológicos mostra a necessidade e a possibilidade de formar os jovens capazes de lidar com o avanço da ciência e da tecnologia, os preparando para se situar no mundo contemporâneo e dele participar de forma proativa na sociedade e no mundo do trabalho. Percebe-se, entretanto, na realidade paraibana e brasileira um déficit na oferta de Educação Profissional, principalmente na modalidade de educação de nível médio, para a formação Técnica em Guia de Turismo A oferta do curso Técnico em Guia Turismo, concomitante ao ensino médio, se apresenta como uma forma de atender as demandas lo1co - regionais e das capitais brasileiras, além de favorecer a elevação da escolaridade da população adolescente, jovem e adulta através da educação profissional comprometida com as transformações da realidade na perspectiva da igualdade e justiça social. A educação profissional passou por diversas mudanças nos seus direcionamentos filosóficos e pedagógicos, passa a ter um espaço delimitado na própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, configurando‐se em uma modalidade da educação nacional. A Escola Técnica de Saúde (ETS) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no âmbito estadual, se dispõe a ofertar o curso de técnico de nível médio concomitante com o ensino médio em Guia de Turismo, na modalidade à distância, para atender ao potencial das localidades turísticas da capital João Pessoa e do Estado da Paraíba, ainda pouco explorada, como é o caso do interior. Como as diretrizes do Ministério do Turismo, na Política Nacional de Turismo, apontam para a regionalização e interiorização da 5
atividade, espera-se que o planejamento do turismo continue acontecendo, de forma a levar o turismo enquanto alternativa de desenvolvimento para todo o Estado.
2. JUSTIFICATIVA A Paraíba é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Localiza-se no Leste da Região Nordeste. Limita-se com três estados: Rio Grande do Norte(norte), Pernambuco(sul) e Ceará (oeste). Sua área é de 56.469,778 km². Está dividida em quatro mesorregiões, 23 microrregiões e 223 municípios. Com uma população de aproximadamente quatro milhões de habitantes, a Paraíba é o 13º estado mais populoso do Brasil. A capital e município mais populoso é João Pessoa. O ponto mais a leste da Paraíba, a Ponta do Seixas, em João Pessoa, é também o ponto mais oriental do Brasil e das Américas. O relevo da Paraíba é diversificado, e varia desde planícies no litoral a depressões no sertão, onde estão presentes belas áreas litorâneas e as riquezas do interior. Segundo o Portal da Paraíba, de 08 de maio de 2013, o turismo é uma importante fonte de renda econômica na Paraíba. Foi eleito melhor destino nacional do ano em 2013, apresenta cerca de um milhão de turistas que visitam o estado todos os anos. O estado possui 55 praias, com litoral de aproximadamente 154 quilômetros de extensão, estendendo-se desde a divisa com o estado do Rio Grande do Norte, até a divisa com Pernambuco. As praias não são apenas de aspecto primitivo ou localizadas em área urbana, como também abrigam parte do patrimônio histórico estadual, como a Fortaleza de Santa Catarina em Cabedelo, uma das cidades mais portuárias do país. Mas a mais famosa de todas elas é a de Tambaba, cercada por falésias e matas densas, localizada no município de Conde, primeira praia de naturismo da Região Nordeste e a segunda do Brasil, atraindo milhares de visitantes anualmente. O interior paraibano possui diversos atrativos turísticos naturais e culturais como sítios arqueológicos, artesanato e conta com hotéis. O principal destino turístico do interior acontece no município de Campina Grande, como “O Maior São João do Mundo”, o festival de Inverno, o Encontro da Nova Consciência, abrigando, junto com João Pessoa os principais eventos realizados na Paraíba. O Estado da Paraíba é berço de vários notáveis poetas, pintores e escritores 6
brasileiros como Augusto dos Anjos, José Américo de Almeida, José Lins do Rêgo, Pedro
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Américo, Ariano Suassuna, entre muitos outros. O estado também deu origem a um dos economistas mais influentes da história latino-americana: Celso Furtado. Assim, as políticas públicas vêm atuando no sentido de investir em infraestrutura nas localidades e criar novos produtos turísticos, os quais tenham o poder não apenas de atrair novas demandas, mas de trazer o aumento do tempo de permanência nos destinos, fazendo assim com que a economia do turismo tenha um impacto ainda mais significativo. Paralelamente a esses investimentos, a Paraíba conta com outro importante aliado para o acréscimo do quantitativo e qualitativo de turista, que é a receptividade e alegria do povo paraibano. No entanto, para oferecer uma hospitalidade comercial de qualidade, faz-se necessário um engajamento de todos os atores sociais envolvidos nessa atividade, tais como o poder público, a iniciativa privada e as instituições responsáveis pela formação profissional, convergindo para o mesmo objetivo que é assegurar o desenvolvimento loco regional e nacional do turismo de forma sustentável economicamente, mas também com responsabilidade sociocultural. Para tal, é imprescindível capacitar os profissionais para atuar no mercado, assim como requalificar aquele que já estão atuando nele. É preciso perceber a necessidade do desenvolvimento de habilidades básicas, portanto essenciais, nos diversos profissionais que atuam ou que venham a atuar na área; tais habilidades devem se referir a procedimentos profissionais de hospitalidade, mas também é necessário procurar desenvolver nesses profissionais competências que envolvam habilidades pessoais e interpessoais. A proliferação de cursos profissionalizantes na área de turismo parece ainda não ter resolvido os problemas relacionados à qualidade na prestação de serviços no setor de turismo e hospitalidade. Serviços de recepção, acomodação, guiamento, informações e animação devem ser desenvolvidas por profissionais capazes de praticá-los com noções claras de ética e cidadania. D e acordo com o Censo Demográfico 2010, na Paraíba 186.838 pessoas cursavam o ensino médio, distribuídas em 156.962 frequentavam o ensino médio regular e 29.876 frequentavam o EJA Médio. Esse dado nos revela uma potencial demanda por formação profissional de jovens e adultos. Isso representa para essas pessoas uma oportunidade de ter uma profissão e adentrar ao mercado de trabalho. Esta formação profissional se mostra importante ao capacitando pessoas a desenvolverem uma atividade profissional com qualidade e competência. Com a globalização e a tecnologia da informação cada vez mais pulsante na sociedade, os consumidores tornam-se mais exigentes e uma mão de obra 8
especializada é fundamental para desenvolver a contento o turismo, considerando a qualidade como palavra de ordem na atualidade, devendo se esmerar na excelência dos serviços. Dados do Cadastro Central de Empresas, 2014, expõe estatística de empreendedorismo no estado da Paraíba, com indicador insipiente, referente a “ Taxa de unidades locais de empresas de alto crescimento para a atividade de artes, cultura, esporte, recreação, alojamento e alimentação”. Essa estatística demonstra que o turismo na Paraíba está em expansão, e exige a formação do profissional Técnico em Guia de Turismo para atender a demanda crescente do mercado turístico. Nesse sentido, a Escola Técnica de Saúde, vinculada a Universidade Federal da Paraíba, alinhada à promoção de curso técnico do Eixo Tecnológico: Hospitalidade e Lazer, oferta o curso de Guia de Turismo, por entender que contribuirá para a elevação da qualidade dos serviços turísticos prestados ao mercado potencial de crescimento, favorecerá a formação cidadã e geração de empregos, e consequentemente contribuirá para o desenvolvimento socioeconômico loco - regional.
3. OBJETIVOS 3.1 Geral Formar o Técnico em Guia de Turismo com competências profissionais necessárias ao desenvolvimento profissional pautado na autonomia, nas habilidades básicas, gerais e específicas da área e prática ética, para o desempenho de atividades ligadas ao setor de hospitalidade e turismo. 3.2 Específicos
Contribuir para a formação crítica e ética frente às inovações tecnológicas, avaliando seu impacto no desenvolvimento e na construção da sociedade;
Estabelecer relações entre trabalho, ciência, cultura, tecnologia e suas implicações para a educação profissional e tecnológica, além de comprometer-se com a formação humana, buscando responder às necessidades do mundo do trabalho;
Possibilitar reflexões acerca dos fundamentos científico-tecnológicos da formação técnica, relacionando teoria e prática nas diversas áreas do saber;
Mostrar o setor de serviços, notadamente o eixo hospitalidade e lazer, enquanto 9
uma área ampla, que permite diversas possibilidades de atuação profissional;
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Qualificar profissionais que tenham condições de atuar de forma adequada com os diversos grupos de pessoas, com os mais diversos perfis, sempre prezando pela prestação de serviços de qualidade e com ética profissional;
Formar guias de turismo que possam refletir sobre as atividades de hospitalidade e turismo desenvolvidas em sua realidade local, sempre prezando pela sustentabilidade das ações efetivadas em seu cotidiano.
Atender as exigências do perfil profissional Técnico em Guia de Turismo, levando em consideração a identificação de problemas e necessidades atuais e perspectivas da sociedade, assim como da legislação vigente.
4. REQUISITOS DE ACESSO O ingresso no Curso Técnico em Guia de Turismo dar-se-á:
No primeiro período do curso, por meio de Processo Seletivo de responsabilidade da Secretaria de Educação do Estado da Paraíba (SEDUC) ou outro por processo seletivo realizado pela Escola Técnica de Saúde. Poderão participar do Processo seletivo os alunos da rede pública, privada que estão cursando o Ensino Médio regular ou equivalente.
Por transferência ou reingresso no período compatível.
5. METODOLOGIA O curso possui carga horária de 800h distribuídas em dois semestres- períodos, cada um com 400 h, totalizando dezesseis disciplinas, dentre elas, 250 horas de Prática Profissional. A organização curricular está composta por disciplinas com conteúdos que vão abordar todos os temas pertinentes a atividades de hospitalidade e turismo desenvolvidas em sua realidade local, sempre prezando pela sustentabilidade das ações efetivadas em seu cotidiano, preparando o profissional para a execução de um trabalho eficaz, eficiente e com efetividade. Considerando-se o potencial de infraestrutura e de pessoal existente na Instituição, o presente curso ocorrerá com encontros presenciais e a distância, utilizando‐ se os recursos tecnológicos disponíveis nas instituições parceiras e de acordo com o planejamento prévio. O curso terá um formato de organização por período semestral dentro de um núcleo temático, em que as disciplinas serão desenvolvidas por módulos separadamente. 11
Os estudantes terão dois encontros presenciais para cada disciplina, por período letivo, mediados por professores formadores (um encontro no início do módulo de cada disciplina e outro na avaliação). Essa proposta está orientada a viabilizar o processo de conhecimento e a interação de educadores e educandos por meio da utilização de tecnologias da informação e comunicação, compreendendo os tópicos a seguir. 5.1 Linguagens e mídias compatíveis com o projeto e com o contexto socioeconômico do público alvo. Compreende-se a educação a distância como um diálogo mediado por objetos de aprendizagem, os quais são projetados para substituir a “presencialidade” do professor. Nesse sentido, os materiais e objetos didáticos adquirem uma importância fundamental no planejamento de cursos a distância. A escolha das mídias a serem utilizadas pode interferir no aprendizado do estudante, se não for levada em consideração a sua realidade socioeconômica. 5.2 Convergência e integração das diferentes mídias. Serão utilizados vários meios específicos, que se complementam entre si, para mediar os conteúdos e propiciar interação entre os participantes do curso e seus tutores. O material impresso será a base principal para o estudante, entretanto, serão utilizados materiais específicos tais como: vídeo e material digital a serem utilizados durante as visitas presenciais ao município. 5.3 Os materiais a serem utilizados pelos estudantes para apoio e desenvolvimento do aprendizado-guias para estudantes, tutoriais e afins. Além do material didático do curso, o estudante receberá um manual ou guia específico que o orientará para ser um estudante na modalidade de educação a distância. Esse material também traz todas as informações sobre a instituição na qual ele está ingressando, sua estrutura física e administrativa.
6. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS, CONHECIMENTOS ANTERIORES As competências anteriormente desenvolvidas pelos alunos, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Guia de Turismo que poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente.
Assim, poderão ser aproveitados no curso os estudos realizados, conhecimentos e experiências desenvolvidos:
a) Em disciplinas cursadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende realizar o aproveitamento;
b) Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do aluno através do colegiado do curso; A avaliação para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, com indicação de eventuais complementações ou dispensas, será de responsabilidade da coordenação de curso, que deverá nomear um relator para analisar o pedido de aproveitamento de conhecimentos e competências indicando a documentação comprobatória desses conhecimentos e habilidades desenvolvidos anteriormente e as estratégias adotadas para avaliação e dos resultados obtidos pelo aluno. O aproveitamento de estudos por componente curricular será efetuado quando este tenha sido cursado, com aprovação, em curso do mesmo nível de ensino, observando compatibilidade de, pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária do componente curricular que o aluno deveria cumprir no curso. No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componente curricular, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos conteúdos curriculares. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a integralização do currículo do curso, sendo que o aluno é obrigado a cursar, na ETS, no mínimo 50% (cinquenta por cento) da carga horária prevista para a integralização do respectivo curso. Todo aproveitamento deve ser pedido antes do início do período o qual o solicitante deveria cursar.
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7.
AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM
A avaliação, parte integrante do processo de aprendizagem, tem como objetivo o acompanhamento e a verificação de construção de competências trabalhadas pela escola. Constitui-se um processo permanente e contínuo, utilizando-se de instrumentos diversificados de análise do desempenho do aluno, nas diferentes situações de aprendizagem, consideradas as 2ompetências propostas para cada uma delas. A avaliação em cada disciplina será resultante de diversos instrumentos que permitam o diagnóstico e a verificação do rendimento escolar e deverão estar previstos no plano de ensino de cada componente curricular, definida (a avaliação) no planejamento estabelecido nas reuniões do Conselho de Análise de cada módulo. A aprovação do aluno dar-se-á por:
Verificação de frequência;
Avaliação do aproveitamento acadêmico; Conforme a Lei n° 9.394/96, Lei Darcy Ribeiro Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, art. 24, inciso VI, “o controle de frequência fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a frequência mínima de setenta e cinco por cento do total de horas letivas para aprovação”. Terá direito a seguir o itinerário programado no projeto de curso, o aluno que tenha concluído com êxito o(s) módulo(s) previsto(s) no período letivo no qual esteja matriculado. A avaliação da aprendizagem tem por finalidade promover a melhoria da realidade educacional do estudante, priorizando o processo de ensino-aprendizagem, tanto individual quanto coletivamente. A avaliação deverá ser contínua e processual assumindo a função diagnóstica, com vistas a proporcionar melhorias no processo de ensino- aprendizagem. Terão preponderância os aspectos qualitativos sobre os quantitativos. A avaliação dos aspectos qualitativos compreende, além da acumulação de conhecimentos, o diagnóstico, a orientação e reorientação do processo de ensinoaprendizagem, visando ao aprofundamento dos conhecimentos e ao desenvolvimento de habilidades e atitudes dos estudantes. A avaliação do desempenho escolar é feita por componentes, considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à frequência às 14
aulas teóricas, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e atividades práticas. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do estudante e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas. Os instrumentos avaliativos deverão estar previstos no plano de ensino de cada componente curricular e deverá ser explicado aos estudantes quando de seu ingresso no programa EAD observando as normas contidas nesta Organização Curricular e na Organização Didática Pedagógica.
8. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA O Curso Técnico em Guia de Turismo utilizará o ambiente EAD pela plataforma MOODLE, assim como as salas de aulas disponíveis nos polos EAD das cidades que os cursos técnicos serão ofertados e a estrutura da UFPB e da Escola Técnica de Saúde, a sua biblioteca, videoteca, com acervo específico e atualizado. Auditório, Sala de vídeo conferência, laboratório de informática com acesso à internet e programas específicos, computadores e impressoras, projetores multimídia, TV, DVD, tela para projeção, laboratórios equipados necessários ao desenvolvimento curricular para a formação profissional com a finalidade de atingir um padrão mínimo de qualidade. 8.1
ACERVOS BIBLIOGRÁFICOS
A Escola Técnica de Saúde é integrante da Universidade Federal da Paraíba, possui biblioteca com acervo bibliográfico diversificado, dividido por áreas de conhecimento, facilitando a procura por títulos específicos, contemplando todas as áreas de abrangência do curso que dará suporte ao Curso Técnico em Guia de Turismo. Além disso, o Curso Superior em Turismo e o Centro de Comunicação de Turismo e ArtesCCTA possuem um acervo próprio de títulos específicos, que serve de suporte bibliográfico e técnico para o curso. As bibliotecas setoriais da ETS e da UFPB oferecem serviços de empréstimos, renovação e reserva de material, consultas informatizadas a bases de dados e ao acervo, assim como a orientação na normatização de trabalhos acadêmicos. 9.
PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO O pessoal docente e administrativo para o curso técnico, serão selecionados por
meio de Processo Seletivo por análises de títulos, como determinam as normas próprias 15
das Instituições Federais de ensino básico, técnico e tecnológico. Quadro Demonstrativo dos Coordenadores Geral, Coordenador Geral Adjunto, Coordenador de Curso, Coordenador de polo, Docentes, Coordenador de Tutoria, Tutores por pólo e pessoal Técnico Administrativo do Curso Técnico em Guia de Turismo segue abaixo: CARGO
PESSOAL ADMINISTRATIVO
TÉCNICO
Professor da ETS-CAVN( Colégio Agrícola Vital de Negreiros) pela instituição
Coordenador Geral Coordenador Adjunto
Geral
Coordenador Curso
de
Coordenador de polo
Docentes
Docentes
Docentes
Docentes Tutores por polo a cada 50 alunos
Apoio Acadêmico Técnico Administrativo
Professor da ETS-CAVN( Colégio Agrícola de Negreiros) indicado pela instituição
Quantidade
indicado
01
Vital 02
Professor ou Servidor técnico Administrativo da ETS selecionado por processo seletivo
01
Professor, Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo
01
Professor, Servidor técnico Administrativo selecionado por processo seletivo com graduação plena em Língua Portuguesa, História, Geografia, Artes, Língua Inglesa e Língua Espanhola
14
Professor, Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo com graduação 01 na área de informática ou áreas correlata Professor, Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo com graduação em Psicologia, Direito. Professor, Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo com graduação em Turismo, Administração, Curso Técnico em Guia de Turismo ou áreas correlatas. Professor, Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo com nível médio com experiência em secretaria para auxiliar e organizar o curso de Guia de Turismo.
01
02
14
01
16
Apoio Acadêmico Técnico Administrativo Apoio Acadêmico Técnico Administrativo
10.
Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo com graduação em Pedagogia Servidor técnico Administrativo ou profissional selecionado por processo seletivo com graduação em Informática e áreas correlatas
01 01
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO O profissional concluinte do Curso Técnico Concomitante em Guia de
Turismo, na modalidade a distância, oferecida pela ETS/UFPB deve apresentar um perfil de egresso que o habilite a desempenhar atividades voltadas para o mercado da hospitalidade e do turismo. Esse profissional deverá demonstrar as capacidades de:
Conhecer e utilizar as formas contemporâneas de linguagem, com vistas ao exercício da cidadania e à preparação para o trabalho, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
Compreender a sociedade, sua gênese e transformação e os múltiplos fatores que nela intervêm como produtos da ação humana e do seu papel como agente social;
Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e representações, estabelecendo estratégias de solução e articulando os conhecimentos das várias ciências e outros campos do saber;
Refletir sobre os fundamentos científico-‐tecnológicos dos processos produtivos, relacionando teoria e prática nas diversas áreas do saber;
Aplicar e adequar conhecimentos e técnicas de relações humanas para o acolhimento e condução do turista;
Adequar os procedimentos relativos aos serviços turísticos, aos interesses e expectativas dos diferentes públicos;
Identificar, avaliar e selecionar informações geográficas, históricas, artísticas, recreativas e de entretenimento, atividades de lazer e eventos, folclóricas, artesanais, de transporte, gastronômicas e de hospedagem no contexto local e regional;
Promover a venda de produtos e serviços turísticos;
Elaborar roteiros e relatórios;
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11. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS A atividade prática poderá ser realizada por meio de Estágio Curricular (não obrigatório) e/ou desenvolvimento de projetos de pesquisa e/ou projetos de extensão, podendo ser desenvolvidos no polo de ensino, na comunidade e/ou em locais de trabalho, objetivando a integração entre teoria e prática, com base na interdisciplinaridade, e resultando em relatórios sob o acompanhamento e supervisão de um orientador. O estudante pode realizar o estágio com uma carga‐horária de até 250 horas, e, após a conclusão das atividades desenvolvidas, deve elaborar um relatório de estágio, a partir do modelo disponibilizado na Coordenação do Curso. A prática profissional terá carga horária mínima de 250 horas, deverá ser devidamente planejada, acompanhada e registrada, a fim de que se configure em aprendizagem significativa, experiência profissional e preparação para os desafios do exercício profissional, ou seja, uma metodologia de ensino que atinja os objetivos propostos. Para tanto, deve ser supervisionada como atividade própria da formação profissional e ser registrada pelo estudante. Os Trabalhos acadêmicos produzidos como trabalho de Conclusão de Curso (Artigos Científicos, relatórios técnicos de estagio, relatórios de projetos de pesquisa e/ou extensão) deverão ser escritos de acordo com as normas da ABNT estabelecidas para a redação de trabalhos técnicos e científicos, e farão
parte do acervo bibliográfico da Instituição. No curso de Guia de Turismo, será desenvolvido um trabalho a partir das atividades de campo. Durante o último período do curso, são realizadas três aulas de campo: podendo ser na Capital do Estado, no Litoral Norte, no Litoral Sul, no interior do Estado ou mesmo para outro destino turístico, como também podendo haver ser realizada uma atividade com pernoite. Estas aulas de campo são planejadas pelos alunos, em conjunto com os professores, quando eles organizam todo o planejamento e execução das aulas, desde a elaboração do roteiro da viagem, até a execução e avaliação da mesma, o que passa pelo planejamento das distâncias, dos destinos, dos espaços a serem visitados, das informações a serem repassadas ao grupo, dinâmicas de integração, bem como a utilização dos equipamentos de restauração, hospedagem, entretenimento e a visita aos recursos e atrativos turísticos. Todas estas atividades devem gerar um relatório final, que pode ser contabilizado 18
como a prática profissional do estudante, posto que, através deste aprendizado, foram desenvolvidas todas as principais questões relacionadas à prática cotidiana de um guia de turismo.
12. CERTIFICADOS E DIPLOMAS Será conferido Diploma de Técnico em Guia de Turismo ao aluno matriculado regularmente na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I e demais polos de EAD, após a conclusão de todas as disciplinas constantes na Estrutura Curricular do Curso Técnico em Guia de Turismo, incluindo as atividades presenciais e à distância, mediante avaliação adotada pela Instituição de ensino. No diploma constará a qualificação e disposição a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Assim, após a total integralização curricular do Curso Técnico em Guia de Turismo, na forma concomitante ao ensino médio, na modalidade à distância, será conferido ao egresso o diploma Técnico em Guia de Turismo.
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REFERÊNCIAS BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Poder Executivo, Brasília, DF, 06 out. 1988. n° 191 A. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20/12/1996 . Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. . Decreto Nº 5.154, de 23 de julho de 2004 . Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. Brasília/DF: 2004. . Decreto N.º 946/93, de 01 de Outubro de 1993.O Decreto regulamenta a Lei nº 8.623, de 28 de janeiro de 1993. .Decreto N.º 6.095, de 24 de abril de 2007. Estabelece diretrizes para fins de constituição dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia – IF, no âmbito da Rede Federal de Educação Tecnológica. Brasília: 2007.
.Deliberação Normativa n.º 427, de 04 de Outubro de 2001- A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) adota critérios para a regulamentação do plano de curso das instituições de formação técnica e profissional para Guias de Turismo. Instituições que buscam a apreciação do Instituto devem, primeiramente, ter o plano devidamente aprovado no órgão de ensino e comprovar o cumprimento de todas as exigências quanto a instalações, equipamentos e pessoal qualificado. ..Lei n.º 8.623/93, de 28 de Janeiro de 1993- A Lei valida o exercício da profissão de Guia de Turismo. . Lei nº 11.892, de 29/12/2008 . Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e dá outras providências. Brasília/DF: 2008. , Parecer CNE/CEB nº 17/97. Estabelece as diretrizes operacionais para a educação profissional em nível nacional. Brasília, 03 de dezembro de 1997. ,Parecer CNE/CEB 16/99 do Conselho Nacional de Educação. ,Parecer nº 40/2004 do Conselho Nacional de Educação. . Parecer CNE/CEB nº 39/2004. Trata da aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio.Brasília/DF: 2004. 20
. Parecer CNE/CEB nº. 11/2008. Trata da proposta de instituição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília/DF: 2008. Parecer n. 6/2012 do Conselho Nacional de Educação. . Plano de Desenvolvimento da Educação: Um novo modelo de educação profissional e tecnológica. Brasília: 2000. . Portaria Interministerial n° 1.082 de 20 de novembro de 2009. . Portaria 127, de 28 de Julho de 2011- Dispõe sobre delegação de competência do Ministério do Turismo - MTur a órgãos da administração pública estadual, municipal e do Distrito Federal, para cadastramento, classificação e fiscalização dos prestadores de serviços turísticos. .Portaria 130, de 26 de Julho de 2011- Institui o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos - Cadastur, o Comitê Consultivo do Cadastur CCCad e dá outras providências. . Portaria 312, de 03 de Dezembro de 2013 - Estabelece as regras e condições a serem observadas pelos prestadores de serviços de transporte turístico de superfície terrestre nacional e internacional. . Portaria 311, de 03 de Dezembro de 2013 - Institui a forma e os procedimentos de fiscalização dos prestadores de serviços turísticos pelo Ministério do Turismo e seus órgãos delegados. . Portaria 197, de 30 de Julho de 2013 - Disciplina o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos – Cadastur, o Comitê Consultivo do Cadastur – CCCad e dá outras providências. . Portaria 027, de 30 de Janeiro de 2014 - Estabelece requisitos e critérios para o exercício da atividade de Guia de Turismo e dá outras providências. . Portaria 058, de 15 de abril de 2015 - Dá nova redação ao inciso V do
¶art 9º da Portaria nº 27, de 30 de janeiro de 2014, que estabelece requisitos e critérios para o exercício da atividade de Guia de Turismo. . Portaria 162, de 22 de setembro de 2015 Instituí o Grupo de Trabalho com o objetivo de identificar, discutir e avaliar a viabilidade de integração das competências do Ministério do Turismo, da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT e da Polícia Rodoviária Federal PRF. Para efetivar, em suas respectivas esferas de atuação, a fiscalização dos serviços turísticos. 21
. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico. Brasília: 2000. . Resolução CNE/CEB nº 01/2004. Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Ed ucação profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e educação de Jovens e Adultos. Brasília/DF: 2004. . Resolução CNE/CEB nº 01/2005. Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004. Brasília/DF: 2005 . CNI. Confederação Nacional das Indústrias. Estatística. Disponivel em www.cni.org.br. Acesso em 03.10.2012 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CNE/CEB nº 36/2004. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação de Jovens e Adultos.Brasília/DF: 2004. DOLABELA, F. O Segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. FAZENDA, I.C.A. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 1991. FRIGOTTO, G. Estrutura e sujeito e os fundamentos da relação trabalho e educação. In: LOMBARDI, J. C, SAVIANI, D. e SANFELICE, J. (Org.). Capitalismo, trabalho e educação. 2 ed. Campinas SP: Autores Associados, 2004. IBGE, Censo Demográfico 2010. Acesso em 15 de maio de 2017: http\\cod.ibge.gov.br\\NG IBGE, Censo Demográfico 2010. Acesso em 15 de maio de 2017 http\\ cod.ibge.gov.br\\7D7 IBGE, Cadastro Central de Empresas 2014.” Incremento “ Acesso em 15 de maio de 2017 http\\ cod.ibge.gov.br IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por amostra de Domicílios Contínua 2016. Acesso em 15 de maio de 2017 22
http\\ cod.ibge.gov.br IFTO, Instituto Federal do Tocantins. Instruções Normativas nº 04/2010 e 09/2011.. MARTINS, H.T. Gestão de carreiras na era do conhecimento: abordagem conceitual e resultados de pesquisa. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001 INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (IFRN). Projeto Pedagógico do CursoTécnico de Nível Médio emGuia de Turismona forma Subsequente, modalidade a distância uma construção coletiva. Natal/RN: IFRN, 2013. MEC/SETEC. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos. Disponível em www.mec.gov.br (Acesso em 01/07/2011). Brasília/DF: 2008.
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Matriz Curricular Eixo Tecnológico: Hospitalidade e Lazer Curso: Técnico em Guia de Turismo Carga horária: 800 horas PERFIL
TÉCNICO- PERFIL
PROFISSIONAL O técnico em Guia de Turismo é o profissional que atua em sua Unidade da Federação nas operações de planejamento, execução de traduzindo o patrimônio material e imaterial para os visitantes, bem como prestando suporte a eles, durante sua estada. Valoriza as características ambientais da como desenvolvimento turismo Desempenha considerando do homem e do meio ambiente, atuando dinâmica, tendo em vista a sua adaptação às novas situações do
TÉCNICO-
PROFISSIONAL
Usa diferentes possibilidades de aprendizagem mediada por tecnologias no contexto do processo produtivo e da sociedade do conhecimento, desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual, pensamento crítico, espírito investigativo e criativo. Possui visão sistêmica da sua área de atuação e dos processos que lhe são inerentes
COMPETÊNCIA TÉCNICACOGNITIVA Compreende os conceitos de EaD e suas características básicas. Conhece e compreende a dinâmica do ambiente virtual e suas diferentes interfaces. Compreende a língua portuguesa e suas técnicas de comunicação oral e escrita. Conhece e diferencia as variantes linguísticas adequadas a cada contexto de situação real de
HABILIDADES
Utiliza adequadamente as interfaces do ambiente virtual, sistemas operacionais e aplicativos. Utiliza o Ambiente Virtual de Ensinoaprendizagem para argumentar, discutir e expressar opiniões com clareza e coerência lógica. Expressa ideias de forma clara empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação.
BASES TECNOLÓGICAS
Modalidade de Educação a Distância (EaD) Ambiente Virtual de EnsinoAprendizagem (AVEA) Sistemas operacionais Aplicativos Técnicas e ferramentas de comunicação Leitura, interpretação e redação de textos Variantes da língua no contexto de situação comunicativa
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EMENTAS
Ambientação em Educação a Distância (30h) Concepções e legislação em EaD. Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem. Ferramentas de navegação e busca na Internet. Metodologias de estudo baseadas nos princípios de autonomia, interação e cooperação. Português Instrumental (40h) Leitura e compreensão de textos da área profissional. Níveis de linguagem e adequação linguística. Comunicação oral e escrita. Gramática 21
mundo produtivo, à luz dos valores estéticos, políticos e éticos.
Entende e valoriza a leitura como objeto cultural que promove a inserção no mundo do trabalho. Valoriza e respeita as variações linguísticas compreendendo-as na dimensão histórico-cultural. Valoriza a língua como marca identitária dos sujeitos e como objeto que possibilita a interação dos indivíduos nas organizações. Valoriza atitudes da boa comunicação, acolhimento, atenção e cuidado com o turista. Atua social e profissionalmente de forma ética, competente e emocionalmente equilibrado. Possui visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua
comunicação oral e escrita. Conhece os fundamentos e estruturas principais da língua inglesa. Compreende e se comunica com fluência e precisão no idioma de forma a atender às demandas específicas da área de atuação profissional. Compreende os rituais relativos à hospitalidade nas dimensões sociais de acolher, alimentar, entreter e hospedar. Compreende a importância do respeito, da preservação e da interpretação das manifestações culturais e dos recursos ambientais como produto de uma realidade histórico-social.
Aplica a variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita. Faz uso apropriado das normas gramaticais da variante em determinado contexto de comunicação. Utiliza ferramentas instrumentais na leitura de textos da área profissional em língua inglesa. Utiliza as estruturas básicas do idioma para se expressar com fluência e precisão em situações pertinentes à área de atuação profissional. Comunica-se fluentemente (na forma oral e escrita) na língua inglesa.
Normas linguísticas Normas e procedimentos legais específicos da área Língua inglesa Língua Espanhola Elaboração de programas roteiros e itinerários Técnicas de comunicação Legislação aplicável à área Ética Serviços e produtos turísticos. Primeiros socorros
Técnicas de comunicação
Legislação aplicável à área
Ética
Serviços e produtos turísticos.
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aplicada. Redação técnica. Inglês Aplicado (40h) Leitura e compreensão de textos técnicos. Expressão oral e escrita. Comunicação técnica. Espanhol Aplicado (40h) Leitura e compreensão de textos técnicos. Expressão oral e escrita. Comunicação técnica. Introdução à Informática (30h) Conceitos básicos de informática. Ferramentas para produção e edição de textos, planilhas eletrônicas e apresentação de slides. Matemática e Estatística Aplicada ao Turismo (40h) Razão. Proporção. Regra de Três. Unidades de medida, de comprimento, de área, de volume, de capacidade, de tempo. Estatística. Método Estatístico: definição e fases. Séries 22
atuação profissional na sociedade. É inovador e eficiente na solução dos problemas. Possui visão contextualizada de sua área de atuação profissional em termos econômicopolítico-sociais, culturais e ambientais. Apresenta-se adequadamente no exercício das suas atividades profissionais. Valoriza a atuação cooperativa, democrática, em equipes multiprofissionais e a formação permanente como forma de auto qualificação. Respeita a diversidade sociocultural. Demonstra iniciativa, liderança, cortesia e presteza no exercício de sua profissão.
Adapta os procedimentos relativos aos serviços de guia turístico aos interesses e expectativas de diferentes públicos. Conhece o processo de venda e prestação de produtos e serviços turísticos. Interpreta adequadamente mapas e guias turísticos. Efetua cálculos de distância e estimativa de tempo. Conhece, analisa e interpreta o patrimônio natural e cultural de seu Estado de atuação, em especial, e do Brasil, em geral. Compreende a repercussão sóciopolítica de sua atuação profissional.
Age de forma respeitosa em face da diversidade cultural em diferentes situações relativas à sua ação profissional. Executa o guiamento turístico de acordo com o planejamento estabelecido. Age demonstrando equilíbrio emocional diante de situações de conflito e de emergência. Aplica questionários e outras ferramentas de pesquisa. Aplica a legislação pertinente às atividades da área do turismo e da hospitalidade. Executa procedimentos de primeiros socorros e segurança do trabalho.
Primeiros socorros
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Estatísticas. Representação tabular. Representação gráfica de dados. Principais medidas características: média, moda e mediana. História da Arte (40h) Arte: construção e desconstrução. Funções da arte na sociedade. O acesso à arte na sociedade contemporânea (política cultural - leis de incentivo à cultura). Turismo cultural e patrimônio artístico. Turismo cultural, museologia e desenvolvimento. Patrimônio cultural bens móveis e imóveis. Formas de museus: histórico, artístico, científico, etnográfico, antropológico, arqueológico, patrimônio natural, ecomuseu, museu comunitário, centro de cultura científica e técnica. Tendências estéticas da arte. O Naturalismo. A estética 23
Desenvolve suas atividades de forma equilibrada, respeitando os princípios da sustentabilidade
Domina conhecimentos inerentes ao seu Estado de atuação, em especial, do ponto de vista geográfico, histórico, artístico, esportivo, recreativo, comercial, folclórico, artesanal, gastronômico, religioso, entre outros e do Brasil, em geral. Conhece as normas e ética profissionais. Planeja e elabora questionários, roteiros, relatórios e outras ferramentas de pesquisas. Conhece a legislação pertinente às atividades da área do turismo e da hospitalidade. Conhece procedimentos de primeiros socorros e segurança do
Utiliza as ferramentas básicas da informática.
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moderna. Arte Regional. Relações Humanas (20h) Relações interpessoais. Formas de comunicação. Relacionamentos e atuação profissional. Liderança. Cidadania, conduta e apresentação pessoal. Fundamentos do Turismo e da Hospitalidade (40h) História da hospitalidade. A hospitalidade e o lazer. Cultura, Lazer e Turismo. Aspectos históricos do Turismo. O setor de serviços. Cenário do Turismo. Recursos Ambientais aplicados ao Turismo e à Legislação (40h) Recursos ambientais. Turismo sustentável. Geologia. Ambientes naturais. Ambientes mistos (natural/artificial). Aspectos Jurídicos da Atividade Turística. Política nacional do turismo. Direito 24
trabalho em ambientes urbanos e rurais. Conhece e domina as ferramentas básicas da informática.
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Ambiental: política nacional do meio ambiente. Turismo como atividade impactante. História Regional e da Paraíba (50h) Revolução industrial, liberalismo e desenvolvimento turístico. Transformações políticas, econômicas e sociais e seus reflexos no turismo. Modernidade: modernização e modernismo. A crise do mundo capitalista. O Estado/Região pré e pós ocupação europeia. Eventos significativos do Estado/Região. Geografia Regional e da Paraíba (40h) Geopolítica mundial. A divisão mundial e suas características naturais, históricas e culturais. Globalização e turismo. As diferenças socioeconômicas mundiais e seus reflexos sobre o turismo. Potencial 25
turístico regional. A cartografia do Estado/Região. Atrativos turísticos naturais. Aspectos geográficos do Estado/Região. Segurança, Meio Ambiente e Saúde (20h) Segurança no trabalho. Legislação e Normas Regulamentadoras. Primeiros Socorros. Gerenciamento Ambiental. Manifestações Culturais (40h) Concepções sobre cultura. Cultura popular. Artesanato, arte e folclore. Manifestações culturais e turismo. Políticas culturais e diversidade cultural do Estado/Região. Formas de manifestações culturais: eventos esporádicos. Arte. Culinária. Festas. Feiras livres. Contos. Mitos e lendas. Espaços artísticocultural, públicos e privados. UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
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Técnica de Trabalho para Guias de Turismo (40h) Mercado turístico. Segmentação e serviços oferecidos. Agências e Operadoras de Turismo. Agências de turismo receptivo. Regulamentação da profissão. Categorias profissionais. Perfil do guia de turismo regional. Prática Profissional para Guia de Turismo Regional (250h) Atuação como guia de turismo no exercício das atividades inerentes à profissão.
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