N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 51/2016
Atualiza o Projeto Pedagógico Curricular do Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura sob a responsabilidade do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, Campus IV.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (16)
16 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CNE/CEB 1/2004 em: Anexo“correspondente ao currículo, dentro do prazo de 5 anos, de acordo com o § 4º, Art. 2º da Resolução CNE/CEB 01/04 (BRASIL, 2004).”
- cita
- cita
- citaRes. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo“estando regulamentado na Lei 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996), Resolução CNE/CEB 04/99 (BRASIL, 1999) e Decreto 5.154/04 (BRASIL, 2004) que regulamentam as...”
- citaRes. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo“o médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e...”
- citaDecreto 14.118/1920 em: Anexo“Diniz DECRETO DE CRIAÇÃO DA ESCOLA: Decreto nº 14.118, de março de 1920 e Decreto nº 53.358, de 13 de fevereiro de 1964.”
- cita
- citaDecreto 5.154/2004 em: Anexo“estando regulamentado na Lei 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996), Resolução CNE/CEB 04/99 (BRASIL, 1999) e Decreto 5.154/04 (BRASIL, 2004) que regulamentam as...”
- citaDecreto 53.558/1964 em: Anexo“Diniz DECRETO DE CRIAÇÃO DA ESCOLA: Decreto nº 14.118, de março de 1920 e Decreto nº 53.358, de 13 de fevereiro de 1964.”
- cita
- cita
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo“estando regulamentado na Lei 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996), Resolução CNE/CEB 04/99 (BRASIL, 1999) e Decreto 5.154/04 (BRASIL, 2004) que regulamentam as...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo“Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências.”
- cita
- citaRes. CONSEPE 57/2006 em: Anexo“MATRIZ CURRICULAR O Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) da Universidade Federal da Paraíba...”
- citaRes. CONSEPE 58/2006 em: Anexo“MATRIZ CURRICULAR O Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) da Universidade Federal da Paraíba...”
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 42 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 30 em comumRes. CONSEPE 73/2013
- paralela · 30 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 29 em comumRes. CONSEPE 71/2013
- paralela · 29 em comumRes. CONSEPE 72/2013
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 14 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 2 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 51/2016 Atualiza o Projeto Pedagógico Curricular do Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura sob a responsabilidade do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros do Centro de Ciências Humanas,
Sociais e Agrárias, Campus IV.
O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, em conformidade com a legislação em vigor, tendo em vista a deliberação adotada pelo plenário, em reunião do dia 06 de junho de 2016 (Processo nº 23074.014903/2015-02), R E S O L V E:
¶Art. 1º. Aprovar a atualização do Projeto Pedagógico Curricular do Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura sob a responsabilidade do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, Campus IV, conforme anexo a esta resolução.
¶Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 18 de agosto de 2016.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRICOLA “VIDAL DE NEGREIROS”
ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 51/2016 DO CONSEPE
PROJETO PEDAGÓGICO CURRICULAR
CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AQUICULTURA
BANANEIRAS – PB 2016
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRICOLA “VIDAL DE NEGREIROS”
Reitora MARGARETH DE FÁTIMA FORMIGA MELO DINIZ Vice-Reitor EDUARDO RAMALHO RABENHORST Diretora do CCHSA – Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS Vice-Diretor PEDRO GERMANO ANTONINO NUNES
Diretor do CAVN – Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” GERSON ALVES DE AZEREDO Vice–Diretor EDVALDO MESQUITA BELTRÃO FILHO
Coordenador Geral de Ensino RODRIGO RONELLI DUARTE DE ANDRADE
Comissão Responsável pela Reformulação do Projeto Político Pedagógico ALBÉRIO LOPES RODRIGUES ALDA LÚCIA DE LIMA AMANCIO ALEX POETA CASALI EMANUELL FELIPE BESERRA DA SILVA DAVI STEFANI SOUSA JOSÉ JORDÃO FILHO MARINO EUGÊNIO DE ALMEIDA NETO GENYSON MARQUES EVANGELISTA JAIRO DE PONTES GOMES
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SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO .........................................................
Página 4
2. JUSTIFICATIVA ..............................................................................................
5
3. OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................
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4. REQUISITOS DE INGRESSO ........................................................................
7
5. PERFIL PROFISSIONAL ...............................................................................
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6. CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL ............................................
8
7. MATRIZ CURRICULAR ................................................................................
8
8. QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL ..............................................................
10
9. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO .........................................
12
10. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES .......................................................................
13
11. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMAÇÃO ..........................................................
13
12. RECURSOS FÍSICOS E EQUIPAMENTOS ..............................................
14
13. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO .......................
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14. REFERÊNCIAS ..............................................................................................
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15. EMENTAS DAS DISCIPLINAS ...................................................................
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1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
NOME DA INSTITUIÇÃO: Colégio Agrícola Vidal de Negreiros - CAVN CGC: 24098477/0010-00 ENDEREÇO: Campus Universitário III – UFPB - Bananeiras – PB CEP: 58220-000 TELEFONE: (83) 3367-5550 SITE DO CAVN: www.cavn.ufpb.br E-MAIL DE CONTATO: cavn@cchsa.ufpb.br RESPONSÁVEL PELA UNIDADE DE ENSINO: Prof. Gerson Alves de Azerêdo Diretor VINCULAÇÃO INSTITUCIONAL: Universidade Federal da Paraíba RESPONSÁVEL PELA INSTITUIÇÃO: Profa. Margareth de Fátima F. M. Diniz DECRETO DE CRIAÇÃO DA ESCOLA: Decreto nº 14.118, de março de 1920 e Decreto nº 53.358, de 13 de fevereiro de 1964. NÍVEL DE ENSINO: Básico (Médio). MODALIDADE DE ENSINO: Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos. FORMA DE ENSINO: Articulada (Integrada) e Subsequente. CURSO: Técnico de Nível Médio em Aquicultura CARGA HORÁRIA: 1275 horas
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2. JUSTIFICATIVA
A aquicultura vem sendo considerada como uma das melhores alternativas para diminuir a pressão da pesca sobre os estoques pesqueiros naturais, como também para reduzir os impactos negativos que a exploração pesqueira indiscriminada pode causar nos
ecossistemas
aquáticos.
Além
disso,
a
aquicultura
tem
contribuído
significativamente para aumentar o fornecimento de pescado no mercado nacional, cuja oferta não é capaz de suprir a demanda interna, indicando uma tendência de mercado bastante promissora e representando uma possibilidade de fonte de divisas para o país (ROTTA; QUEIROZ, 2003). A produção total de pescado no Brasil foi de 1.431.974,4 t em 2011, registrando um incremento de 13,2% em relação a 2010. A pesca extrativa marinha continuou sendo a principal fonte de produção de pescado nacional, sendo responsável por 553.670 t (38,7% do total de pescado), seguida, sucessivamente, pela aquicultura continental (544.490 t; 38%), pesca extrativa continental (249.600,2 t; 17,4%) e aquicultura marinha (84.214,3 t; 6 %). Em 2011, foi registrado um aumento de 31,1% na produção da aquicultura continental e marinha em relação a 2010, enquanto a produção de pescado oriundo da pesca extrativa marinha e continental apresentou um acréscimo de 2,3 % (MPA, 2013). Com relação à produção de pescado oriundo da aquicultura, no ano de 2011, as regiões Nordeste e Sul foram as mais produtivas, com 199.504 e 172.463,9,4 t de pescados, respectivamente. A região Norte apresentou produção de 94.718,5 t, a Sudeste de 86.909,9 t e a Centro-oeste de 75.107,9 t. A maior parcela da produção aquícola é oriunda da aquicultura continental, na qual se destaca a piscicultura continental representando 86,6% da produção total nacional, sendo a região Sul a maior produtora, seguida pela região Nordeste. A aquicultura marinha é representada pela produção da malacocultura (mexilhões, ostra e vieira) e carcinicultura (crustáceos), onde o Nordeste desponta como o maior produtor nacional de camarão marinho, com destaque para os estados do Ceará e Rio Grande do Norte com as maiores produções, respectivamente (MPA, 2013). O Consumo Per Capita Aparente de Pescado no país em 2010 foi de 9,75 kg/hab/ano, com crescimento de 8% em relação ao ano anterior (MPA, 2012). Apesar disso, o consumo dos brasileiros ainda está abaixo do patamar considerado ideal pela OMS (Organização Mundial de Saúde) de 12 kg/hab/ano. Estes dados demonstram que 6
o Brasil tem um grande potencial de mercado e, em virtude da variada gama de ambientes interiores e costeiros, do clima favorável para o crescimento dos organismos aquáticos e das inúmeras espécies nativas com potencial para o cultivo, entre peixes, moluscos, crustáceos, algas e anfíbios, o país pode se tornar um dos maiores produtores mundiais de pescado. Tendo em vista a importância econômica da produção de pescado para o Brasil e, principalmente para o Nordeste, e as diferentes características ecológicas e sócio econômicas de um país com as dimensões continentais do Brasil (ROTTA; QUEIROZ, 2003), torna-se necessário a formação de técnicos com conhecimento específico na área, para promover a produção de pescado em cativeiro de forma sustentável e rentável, buscando um equilíbrio entre os aspectos ambientais, econômicos e sociais. O Colégio Agrícola "Vidal de Negreiros" (CAVN) é uma instituição de ensino público, mantida pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) através do decreto n°. 62.173 de 25/01/1968, com sede e foro na cidade de Bananeiras, no Brejo Paraibano, a 141 km de João Pessoa, localizado no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, Campus III - UFPB. Em 90 anos, pode ser considerado um dos mais tradicionais colégios de Ensino Técnico Agrícola do Estado da Paraíba e o pioneiro do Ensino Técnico em Agroindústria no Brasil. Por ser vinculado à Universidade Federal da Paraíba, conta com 95% de seus professores qualificados como especialistas, mestres e doutores, com títulos obtidos em universidades nacionais e internacionais, tendo como consequência direta, o envolvimento dos alunos em trabalhos de ensino, pesquisa e extensão. O CAVN tem por objetivo ofertar à comunidade uma educação de qualidade, voltada às necessidades sócio-culturais, científicas e tecnológicas do novo milênio, pautada no desenvolvimento tecnológico e no equilíbrio do meio ambiente, dentro de um modelo dinâmico de geração, transferência e aplicação de saberes, por meio de um Projeto Pedagógico Curricular que, segue os princípios da educação pública e gratuita, congregando ensino, pesquisa e extensão, a fim de capacitar profissionais para o trabalho e prosseguimento de estudos posteriores para o exercício de atividades produtivas e sociais, visando o desenvolvimento da região.
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3. OBJETIVOS DO CURSO
3.1 Geral Formar profissionais de nível médio, cujas habilidades estarão voltadas para a operacionalização, a produção e o gerenciamento das atividades de aquicultura, buscando o aprimoramento e tecnificação da cadeia produtiva aquícola que conduzirão a sustentabilidade econômica, ambiental e social da atividade.
3.2 Específicos
I) Formar recursos humanos, com visão empreendedora, que atendam às necessidades e interesses do mercado de trabalho em relação aos aspectos da aquicultura;
II) Formar técnicos aptos para: - Atuar na criação de peixes, camarões e rãs; - Atuar na execução da reprodução, larvicultura e engorda de espécies aquáticas; - Preparar tanques e viveiros para o cultivo, realizando o controle da qualidade de água e do solo; - Realizar a preparação, a oferta e o ajuste da alimentação das espécies cultivadas, acompanhando seu desenvolvimento e sanidade; - Beneficiar o pescado, desenvolvendo produtos e subprodutos; - Planejar e elaborar projetos aquícolas; - Controlar e monitorar a qualidade de efluentes; - Elaborar e gerenciar instrumentos de comercialização e marketing do pescado.
4. REQUISITOS DE INGRESSO O ingresso no Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura dar-se-á mediante o atendimento dos seguintes requisitos: - Conclusão do Ensino Médio; - Classificação no Exame de Seleção conforme calendário estabelecido pelo Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, que constará de uma prova escrita e/ou entrevista.
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5. PERFIL PROFISSIONAL O Técnico em Aquicultura é um profissional de nível médio com formação técnico-científica direcionada ao conhecimento e à previsão do comportamento das explorações de organismos aquáticos, capacitado para atuar nas atividades de uso e exploração racional de recursos aquáticos continentais e litorâneos. O profissional técnico formado na área de aquicultura deterá conhecimentos para implantar e gerenciar os sistemas de controle de qualidade na produção aquícola, apresentando as seguintes competências: - Elaborar e implantar projeto de uma atividade aquícola, respeitando a legislação e normas ambientais vigentes, com base a manter a sustentabilidade ambiental; - Planejar, orientar e acompanhar as atividades no manejo produtivo e reprodutivo de organismos aquáticos; - Aplicar as técnicas do sistema produtivo, buscando a experimentação inovativa e as adaptações às necessidades do mercado; - Avaliar e acompanhar o manejo nutricional e sanitário de organismos aquáticos criados em cativeiro; - Monitorar o uso racional da água para produção de organismos aquáticos; - Acompanhar obras de construções e instalações voltadas para aquicultura; - Aplicar e desenvolver técnicas de beneficiamento de pescado, bem como estabelecer programas de controle de qualidade na indústria pesqueira.
6. CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL O profissional formado no Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura poderá atuar em instituições públicas e privadas do setor aquícola, empresas de beneficiamento de pescado, laboratórios de reprodução, larvicultura e engorda ou de forma autônoma como empreendedor.
7. MATRIZ CURRICULAR O Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) da Universidade Federal da Paraíba foi criado em 2006 através das resoluções, 57/2006 e 58/2006 do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da UFPB, 9
estando regulamentado na Lei 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996), Resolução CNE/CEB 04/99 (BRASIL, 1999) e Decreto 5.154/04 (BRASIL, 2004) que regulamentam as diretrizes curriculares nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. O currículo do curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura oferecido aos egressos do ensino médio será organizado em: - componentes curriculares agrupados em fases, que após a conclusão destes, resultará na obtenção da habilitação profissional; - eixos tecnológicos de qualificação, com certificação, que permitirão saídas horizontais. As fases serão completadas no período de 01 ano letivo. FASES
COMPONENTES CURRICULARES
Introdução a Aquicultura Ecologia Aquática e Sustentabilidade Fundamentos de Limnologia e Oceanografia 1. Bases da Biologia de Organismos Aquáticos Produção Patologia de Organismos Aquáticos Aquícola Construções de Viveiros Escavados e Pequenas Edificações Nutrição e Alimentação de Organismos Aquáticos Reprodução e Larvicultura de peixes
2. Piscicultura Alevinagem e Engorda de Peixes Reprodução e Larvicultura de Camarões
3. Carcinicultura Biologia e Cultivo de Plâncton Manejo e engorda de camarões Reprodução de Rãs
4. Ranicultura Criação de Girinos (Girinagem) Recria de Rãs (Engorda)
5. Ciência e Tecnologia e Controle de Qualidade do Tecnologia do Pescado Pescado Planejamento e Elaboração de Projetos 6. Gestão, Gestão do Empreendimento Rural Planejamento, Projetos e Extensão Aplicada à Aquicultura Extensão Legislação Aquícola e Ambiental CARGA HORÁRIA TOTAL DAS DISCIPLINAS ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
Carga horária (horas) 30 30
Carga horária/fase (horas)
45 45 30
300
45 75 60 75 75 45 75 45 60 60 75
135 195
165
75
60 45
165
30 30 1035 240 1275 10
8. QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL No curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura do CAVN, serão oferecidos três eixos tecnológicos de qualificação (Piscicultura, Carcinicultura e Ranicultura), com caráter de terminalidade, que poderão ser cursados pelos alunos matriculados no curso. O eixo tecnológico de qualificação em Piscicultura será composto pelos componentes curriculares das fases 1, 2, 5 e 6 da matriz curricular, totalizando carga horária de 675 horas; Carcinicultura será composto pelos componentes curriculares das fases 1, 3, 5 e 6, com carga horária de 735 horas; e Ranicultura será composto pelos componentes curriculares das fases 1, 4, 5 e 6, com carga horária de 705 horas, como descriminado abaixo.
Eixos Tecnológicos Piscicultura Carcinicultura Ranicultura
FASES DA MATRIZ CURRICULAR (Carga horária) Bases da Específicas Ciência e Gestão, Total Produção Tecnologia Planejamento, (Carga Aquícola do Pescado Projetos e horária) Extensão 300 135 75 165 675 300 195 75 165 735 300 165 75 165 705
EIXOS TECNOLÓGICOS DE QUALIFICAÇÃO
1. PISCICULTURA Compreende o grupo das seguintes fases:
1. BASES DA PRODUÇÃO AQUÍCOLA Compreende os componentes curriculares: Introdução a Aquicultura; Ecologia Aquática e Sustentabilidade; Fundamentos de Limnologia e Oceanografia; Biologia de Organismos Aquáticos; Patologia de Organismos Aquáticos; Construções de Viveiros Escavados e Pequenas Edificações; e Nutrição e Alimentação de Organismos Aquáticos.
2. PISCICULTURA Compreende os componentes curriculares específicos da atividade como: Reprodução e Larvicultura de peixes; e Alevinagem e Engorda de Peixes.
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3. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PESCADO Compreende o componente curricular: Tecnologia e Controle de Qualidade do Pescado.
4. GESTÃO, PLANEJAMENTO, PROJETOS E EXTENSÃO Compreende os componentes curriculares: Planejamento e Elaboração de Projetos; Gestão do Empreendimento Rural; Extensão Aplicada à Aquicultura; e Legislação Aquícola e Ambiental.
2. CARCINICULTURA Compreende o grupo das seguintes fases:
1. BASES DA PRODUÇÃO AQUÍCOLA Compreende os componentes curriculares: Introdução a Aquicultura; Ecologia Aquática e Sustentabilidade; Fundamentos de Limnologia e Oceanografia; Biologia de Organismos Aquáticos; Patologia de Organismos Aquáticos; Construções de Viveiros Escavados e Pequenas Edificações; e Nutrição e Alimentação de Organismos Aquáticos.
2. CARCINICULTURA Compreende os componentes curriculares específicos da atividade como: Reprodução e Larvicultura de Camarões; Biologia e Cultivo de Plâncton; e Engorda de Camarões.
3. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PESCADO Compreende o componente curricular: Tecnologia e Controle de Qualidade do Pescado.
4. GESTÃO, PLANEJAMENTO, PROJETOS E EXTENSÃO Compreende os componentes curriculares: Planejamento e Elaboração de Projetos; Gestão do Empreendimento Rural; Extensão Aplicada à Aquicultura; e Legislação Aquícola e Ambiental.
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3. RANICULTURA Compreende o grupo das seguintes fases:
1. BASES DA PRODUÇÃO AQUÍCOLA Compreende os componentes curriculares: Introdução a Aquicultura; Ecologia Aquática e Sustentabilidade; Fundamentos de Limnologia e Oceanografia; Biologia de Organismos Aquáticos; Patologia de Organismos Aquáticos; Construções de Viveiros Escavados e Pequenas Edificações; e Nutrição e Alimentação de Organismos Aquáticos.
2. RANICULTURA Compreende os componentes curriculares específicos da atividade como: Reprodução de Rãs; Criação de Girinos (Girinagem); e Recria de Rãs (Engorda).
3. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PESCADO Compreende o componente curricular: Tecnologia e Controle de Qualidade do Pescado.
4. GESTÃO, PLANEJAMENTO, PROJETOS E EXTENSÃO Compreende os componentes curriculares: Planejamento e Elaboração de Projetos; Gestão do Empreendimento Rural; Extensão Aplicada à Aquicultura; e Legislação Aquícola e Ambiental.
9. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade individualizada por educando, com orientação direta por um docente do curso, sendo a condução e a forma de avaliação determinada por regulamento, de acordo com o manual do estagiário. O estágio deverá ser realizado em laboratórios, fazendas ou unidades de cultivo, indústrias de processamento de pescado, instituições e empresas prestadoras de serviços ou de pesquisa, que tenha afinidade com a área de estudo do aluno e ser gerenciado ou supervisionado por profissional que possui nível de instrução igual ou superior ao de Técnico de Nível Médio em Aquicultura ou áreas afins. O aluno será encaminhado para o estágio através da carta de referência emitida pela instituição. Sua supervisão ficará a cargo da empresa que o recebe e findo o período o aluno irá elaborar e defender o relatório sob orientação do docente do curso. 13
10.
CRITÉRIOS
DE
APROVEITAMENTO
DE
CONHECIMENTOS
E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Será oferecida ao discente a oportunidade de requerer o aproveitamento dos conhecimentos e experiências anteriores, sendo que o estudante deverá solicitar reconhecimento da(s) competência(s) em questão. Estes conhecimentos do aluno deverão estar diretamente relacionados com o perfil de conclusão do curso e da respectiva qualificação. Os conhecimentos e experiências a serem avaliados poderão ter sido adquiridos no ensino médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e reconhecidos em processos formais de certificação profissional, de acordo com o que estabelece o Art. 11, inciso IV e V, da Resolução CNE/CEB no 04/99. Para o encaminhamento da solicitação o discente deverá:
a) preencher, formulário próprio especificando o(s) componente(s) curricular(es) ou eixo(s) tecnológico(s) em que deseja a dispensa;
b) anexar justificativa para a pretensão;
c) anexar, quando houver, documento(s) comprobatório(s) da(s) experiência(s) anterior (es). O Conselho Pedagógico do CAVN designará uma comissão para realizar o processo avaliativo que após análise emitirá parecer informando os resultados do processo.
11. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMAÇÃO A Secretaria da escola é o setor de Registro, Escrituração e Arquivo responsável pela expedição de Certificados e/ou Diplomas inerentes à conclusão do Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura ao aluno que tenha cumprido com aproveitamento e demonstrado
evidências
de
competências
à
integralidade
de
carga
horária
correspondente ao currículo, dentro do prazo de 5 anos, de acordo com o § 4º, Art. 2º da Resolução CNE/CEB 01/04 (BRASIL, 2004). De acordo com o desenho da matriz curricular, são facultadas saídas intermediárias, que proporcionam ao educando a qualificação profissional, onde ele receberá “Certificado de Qualificação Profissional”.
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A qualificação profissional será ministrada em forma de eixos tecnológicos, que serão formados por grupo de fases, compreendendo os respectivos componentes curriculares. O curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura está voltado para a formação de profissionais ligados à produção, desta forma, colocará a disposição de seus alunos intermediariamente três qualificações profissionais assim identificadas: •
Certificado de Qualificação Profissional em Piscicultura
•
Certificado de Qualificação Profissional em Carcinicultura
•
Certificado de Qualificação Profissional em Ranicultura
Quando o educando cumprir todo o roteiro do curso, completando todas as competências gerais e específicas, que a instituição proporciona, receberá o diploma de TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AQUICULTURA, desfrutando de todas as prerrogativas do título.
12. RECURSOS FÍSICOS E EQUIPAMENTOS O CAVN utiliza toda a infra-estrutura da UFPB em diferentes setores no que tange o espaço físico e equipamentos, para promover a execução de aulas práticas, visando um bom aprendizado do aluno, bem como servir de suporte para pesquisa e extensão, nas áreas de Qualidade de Água, Métodos de Produção Aquícola, Nutrição de Organismos Aquáticos, Qualidade e Produtividade Animal, Tecnologia de Pescados e Produtos Derivados. O Laboratório de Aquicultura dispõe de tanques de alvenaria (alevinagem de peixes), viveiros escavados (reprodução, larvicultura e, engorda de peixes e camarões), pavilhão de incubação (propagação artificial de peixes) e laboratório de análise de água, que serão utilizados nas aulas práticas, realização de pesquisas e execução de projetos de extensão relacionados a reprodução artificial, nutrição, sistemas de produção, produção de alevinos e análises de água. Além dessas estruturas, o Laboratório de Aquicultura dispõe de sala de aula, escritório, alojamento para alunos, sala de informática e biblioteca setorial O Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aquicultura está estruturado com: 1) Setor de girinos: dois tanques de alvenaria de 10 mil litros e dois tanques de fibra de vidro com capacidade para 5 mil litros, além de uma bateria de 10 tanques com 2 mil litros para experimentação; 2) Setor de recria: com bloco de experimentos (40 15
minibaias), e galpão de recria (10 baias) com capacidade para até 10.000 rãs; 3) Setor de Reprodução: Composto de sala de manutenção de reprodutores com controle de temperatura e fotoperíodo e sala de indução hormonal e fertilização artificial; 4) Setor de Apoio: laboratório de produção de alimentos vivos (moscário e larvário), banheiros, depósito de ração, escritórios, biblioteca setorial, sala de informática e sala de aula; 5) Setor de abate e processamento: composto de entreposto de pescado (abatedouro), com câmara fria de estocagem e laboratório de novos produtos (processamento). O Setor de Agroindústria dispõe de Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial, Laboratório de Análises Físico-Químicas dos Alimentos e Laboratório de Microbiologia dos Alimentos. Estes laboratórios darão suporte às aulas práticas e pesquisa sobre processamento e controle de qualidade do pescado. O CCHSA dispõe ainda de Laboratório de Nutrição Animal e Análise Avançada de Alimentos, Laboratório de Topografia Agrícola, Laboratório de Biologia e Fábrica de Ração que serão utilizados nas aulas práticas sobre nutrição de organismos aquáticos, construções para aquicultura, análises de água e biologia de organismos aquáticos. Outras instalações: Residência para alunos dos Cursos Técnicos; Restaurante; Bloco de salas de aula dos Cursos Técnicos; Auditório CAVN; Direção do CAVN; Salas de Professores; Departamentos e LABINF (Laboratório de Informática); Grêmio Livre; Guarita; Capela; Biblioteca; Quadra de esporte; e Ginásio Poliesportivo.
Tabela 1. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Topografia Agrícola Descrição Teodolito Analógico Ótico Marca MOM BUDAPEST Modelo Te– B43/360º Tripé MOM BUDAPEST Madeira Teodolito Eletrônico Marca FOIF Modelo DT – 205D Tripé FOIF Alumínio Estádia Madeira 4 m Estádia Alumínio 5 m GPS Marca GARMIN Modelo GPSMAP 60CSx Balizas de Ferro Cores vermelha e branca
Quantidade 4 2 2 2 1 4 1 5
16
Tabela 2. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Aquicultura Descrição Quantidade Balança de precisão eletrônica CAP 1000g 1 Balança eletrônica CAP. 50 kg DIV. 5G 1 Balança Digital CAP 15 kg 1 Balança Marca Bioprecisa 1 3000g/0,1g Balança Gehaka analítica – min de 1mg 1 Destilador de água 1 Lupa Instrutemp LP-600 1 Microscópio Bioval modelo L1000 4 Microscópio Instruthum 1 Microscópio Axygen T-400 2 Freezer vertical CAP 173 l, Cor branca, 220 v 1 Freezer horizontal220v, capacidade aproximada 500 l 2 Geladeira Consul biplex 480 L Degelo 1 Medidor portátil de oxigênio dissolvido 2 Medidor de cor com maleta de transporte 1 Refratômetro manual portátil para medição de salinidade em água com 3 escala de 1-100 acompanhado de estojo com conta gotas e chave de calibração Condutivimetro Instrutemp 1 Esteriomicroscópio em metal reforçado, abertura para inserção de um 1 disco de vidro fosco ou plástico, pintura eletrostática, duplo sistema de iluminação Medidor de pH e umidade do solo 1 Fotocolorimetro, tipo digital, tensão alimentação 110/220 v 1 Conjunto motor bomba para irrigação trifásica15 cv 2 Conjunto motor bomba para irrigação trifásica7,5 cv 1 Calhas de reversão sexual de tilápias 8 Incubadoras para reprodução artificial de peixes reofílicos 13 Conjunto de Peneiras para analises granulométricas 1 Pluviômetro escala 150 mm 1 Rede de arrasto com abertura de malha de 0,50 mm 1 Rede de arrasto com abertura de malha de 10 mm 2 Rede de arrasto com abertura de malha de 20 mm 2 Tarrafas 6 Puçás 5 Hapas com abertura de malha de 1 mm 82 Hapas com abertura de malha de 2 mm 38
17
Tabela 3. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aquicultura Descrição Máquina fotográfica Sony DSC W310 Microscópio trinocular com câmera Medidor de pH de bancada DIGIMED DMPH-1 Balança Analítica Eletrônica AM-220 Balança Triunfo DST-1515 kg Balança KN Waagen KN5000 5Kg Balança Toledo 9094-1 15 kg Termômetro Infravermelho Estufa a Vácuo Fanem Mod. 099EV Lupa Coleman Fritadeira industrial Liquidificador Industrial de Alta Rotação Skynsem Poli Processador de Alimentos Skynsem Poli Batedeira Skynsem Poli Dosador Epex Mod. 1 a 15 L/h Fogão 4 Bocas Civic Automático Geladeira Industrial de 600 litrosTermisa Freezer horizontal – Prosdócimo Multishop H30 Freezer Vertical Cônsul CVU-30 Refrigerador 342L Cônsul CVU-34C Câmara frigorífica de congelamento Máquina de gelo Everest modelo EGC 50 Balcão Frigorífico Friger Mesa em aço inox 340 AISI Mesa Inox Servinox Bomba de Vácuo Mesa Coletora de Resíduos em Aço Inox 304 Centrífuga Insensibilizador para abate de rãs Nora (transportador aéreo de 10m linear) Máquina desossadora Embaladora a vácuo JETVAC Seladora RBAIAO- para embalagens plásticas-calor/contato Bombas de aquário de 30W Aquecedores de 1800W Aquecedores com termostato Luxímetro Datalogguer de temperatura para 2 sensores Timer digital
Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 3 1 1 1 1 1 1 1 1 5 2 4 1 1 2
18
Tabela 4. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Análises Físico-Químicas dos Alimentos Descrição Agitador Magnético Com aquecimento Agua Lab 4 te Banho Maria Balança Semi-analítica Balança Balança Analítica Bomba a vácuo Banho Ultratermostatiado Chapa Aquecedora Centrífuga Destilador de Nitrogênio Digestor de Proteína Estufa de determinação de umidade Estufa de Secagem de Vidrarias Espectrofotômetro Extrator de Gorduras/Lipídio Mufla Manta Aquecedora Peagâmetro
Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 2
Tabela 5. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Microbiologia dos Alimentos Descrição Estufa de cultura Banho-Maria Banho-Maria digital Estufa de secagem e esterilização Câmara UV Deionizador 10 BAR Esterioscópio com monitor Esterioscópio Microscópio optico Chapa aquecedora Manta aquecedora 1000 ml Destilador de água Autoclave vertical Balança semi-analitica 2 kg Balança semi-analitica 6 kg Contador de colônias Estufa de cultura Câmara de fluxo laminar Classe II Geladeira
Quantidade 5 3 1 1 1 1 1 1 2 1 2 1 2 1 1 2 1 1 1
19
Tabela 6. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Nutrição Animal e Análises Avançadas de Alimentos Descrição Balança KN5000 Balança analítica Shimadzu AY220 Balança analítica Gehaka AG220S Balança analítica Gehaka AG200 Balança Manual Balança Manual Zeiss Stemeci2000-C Balança semi-analítica Shimadzu BL320H Banho Maria Fanem MOD.100 Banho Termostatizado Tecnal TCN-4108 Bloco digestor de proteínas Bomba Calorimétrica Parr6100Calorimeter Bomba de vácuo Tecnal TE-0581 Bomba para alto vácuo Liotop IP21 Capela Centrífuga Excelsa Fanem BabyI206 Compressor Fanem089-CL Destilador de água Marte Destilador de nitrogênio Determinador de fibra Tecnal TE-149 Determinador de umidade GehakaAGRI G600 Espectrofotômetro Coleman SP295 Estufa com circulação de ar Extrator de óleos Fotômetro de Chama Digimed DM-62 Freezer/cooler Eletrolux H400 Genetic Detectation System Bio Control Assure GDS Leitora de microplacas BioClin MR-96A Liofilizador Liotop L101 Microscópio Coleman XSZ107BN Moinho refrigerado Tecnal TE-631/2 Moinho tipo Willye Tecnal TE-650 Mufla grande Mufla média Jung 0210 Mufla pequena EDGEquipamentos EDGCON1P Peagâmetro Ávila Científica mPA-210 Refrigerador Biplex Consul CRD45DBBNA Refrigerador frost free Eletrolux DF46 Seladora de Plástico R.Baião313710 Seladora de Plásticos de bancada Scareli M300TG3 Texturômetro Stable Micro Systems TAXT-Express
Quantidade 1 2 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 2 1 1 1 3 1 1 1 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
20
Tabela 7. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Biologia Descrição Refrigerador 430 L, Mod. DC 46, ELECTROLUX Projetor multimídia Datashow, 2200 Lumens, EPSON Câmera fotográfica digital, Sony Unidade Mestra para Biologia Geral, Ref. EQ 103, NILKO Modelo de célula animal ampliada, EDUTEC Modelo de célula vegetal ampliada, EDUTEC Modelo molecular de DNA, dupla hélice, EDUTEC Modelo de esqueleto humano em plástico, ANATOMIC Torso Anatômico Modelo humano em plástico, ANATOMIC Modelo anatômico de meiose, EDULAB Fonte de alimentação digital Nadal, CIDEPE Microscópio estereoscópio binocular, Mod. HG, PHYSIS Microscópio estereoscópio binocular, COLEMAN Microscópio estereoscópio binocular, Mod. HG, PHYSIS Microscópio biológico, Mod. Top Light, BEL ENGNEERING Microscópio biológico trinocular com câmera de vídeo, Mod. XS60T, DIAGTECH Microscópio biológico binocular, STUDARLAB Microscópio biológico binocular, Mod. Q708S-4, QUIMIS Estufa para secagem e dessecação, TE 393/2-MP, SOLAB Estufa bacteriológica, Mod. SL 101, SOLAB Chapa aquecedora Mod. TE-0181, TECNAL Banho Maria, Mod. SL150/22, SOLAB Desumidificador e purificador de ar, Mod. EA16MR, ARTEL Autoclave vertical Mod. CS 75L, PRISMATEC Dessecador à vácuo Mod. SL-175, SOLAB Bomba de vácuo Mod. DT8300, DIAGTECH Destilador/Purificador de água portátil, Mod. BioWater ODONTOBRAS Reservatório de água destilada 50 L, CASALABOR Manta aquecedora 250 ml, EDULAB Centrífuga de bancada, Mod. 206-BL, FANEM Capela de exaustão AMAZONLAB Medidor de pH e temperatura MPH 1200, digital portátil, TECNOPON Balança eletrônica, Mod. MARK 210 A, BEL ENGNEERING Contador eletrônico de colônias, Mod. 1362, TK EI Paquímetro digital, ZAAS PRECISION Bico de Bunsen, METALIC
Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 10 1 1 10 1 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 6 1 1 1 1 1 2 22
21
Tabela 8. Equipamentos pertencentes à Fábrica de Ração Descrição
Quantidade
Balança eletrônica Filizola capacidade 15 kg Balança eletrônica Toledo capacidade 300 kg Balança eletrônica Lider capacidade 250 kg Triturador Osório Misturador Osório capacidade 1000 kg Misturado tipo Y Pereira capacidade 50 kg Peletizadora Chavante Extrusora EXTEEC (EX-30R)
1 1 1 1 1 1 1 1
Tabela 9. Equipamentos pertencentes ao Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial Descrição Fogão 4 bocas Esmaltec Geladeira Electrolux Freezer vertical Electrolux Forno elétrico Venax Chapa a gás Progás Microondas Esmaltec
Quantidade 1 1 1 1 1 1
13. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO O Curso Técnico de Nível Médio em Aquicultura possui em seu núcleo docente nove professores efetivos e, nos laboratórios que poderão ser utilizados nas aulas práticas, possui 13 técnicos administrativos, conforme apresentado nos quadros abaixo.
Quadro 1. Distribuição dos Docentes, formação e titulação. Nº
NOME
FORMAÇÃO
TITULAÇÃO
01
Albério Lopes Rodrigues
Bacharel em Medicina Veterinária
Doutor
02
Albertina Maria R. de Brito
Bacharel em Administração
Doutora
03
Alda Lúcia de Lima Amancio
Bacharel em Zootecnia
Doutora
04
Alex Poeta Casali Bacharel em
Bacharel em Zootecnia
Doutor
05
Davi Stefanni Souza
Bacharel em Ciências Econômicas
Doutorando
06
Emanuell Felipe B. da Silva
Bacharel em Engenheiro de Pesca
Doutor
07
Genyson M. Evangelista
08
José Jordão Filho
Licenciado em Ciências Agrárias
Doutor
09
Marino Eugênio de A. Neto
Licenciado em Ciências Biológicas
Doutor
Doutor
22
Quadro 2. Distribuição dos técnicos administrativos. Nº
NOME
CARGO
01
Álvaro George R. de A. Junior
Técnico em Tecnologia da Informação
02
Bruno Ferreira Matos
03
Cláudia Bene Batista da Silva
Pedagoga
04
Danilo Alexandre Barbosa
Analista de Tecnologia da Informação
05
Diego Isaias Dias Marques
Químico
06
Douglas Rodrigues Fernandes
Analista de Tecnologia da Informação
07
Emmanuel Moreira Pereira
Técnico em Agropecuária (Agronomia)
08
Jerônimo Galdino dos Santos
Técnico em Laboratório
09
João Alberto Ferreira Rangel
Técnico em Agropecuária (Agronomia)
10
José Miguel Luciano
Barqueiro
11
Maria Nair Solano M. de Lima
Pedagoga
12
Pedro Thiago Barbosa de Oliveira
Biólogo
13
Petrônio Duarte Santos
14
Renata Soares
15
Reutemann A. de Almeida
16
Sinara Pereira Fragoso
Engenheira de Alimentos
17
Valquiria Cardoso da Silva Ferreira
Engenheira de Alimentos
Técnico em Agropecuária
Assistente Administrativo Técnica em Laboratório (Química) Químico
23
14. REFERÊNCIAS BRASIL. Decreto nº 5154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília,
DF,
26
jul.
2004.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm>. Acesso em: 12 mar. 2013.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm>. Acesso em: 12 mar. 2013.
BRASIL. Resolução nº 04, de 05 de outubro de 1999. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/RCNE_CEB04_99.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2013.
BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 01, de 21 de janeiro de 2004. Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação
de
Jovens
e
Adultos.
Disponível
em:
<
http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/tecnico/legisla_tecnico_resol1_2 1jan_2004.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2013.
MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA – MPA. Boletim Estatístico da Pesca e Aquicultura: Brasil 2010. 2012. 128p. Disponível em: <http://www.mpa.gov.br>. Acesso em: 23 abr. 2012.
MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA – MPA. Boletim Estatístico da Pesca e Aquicultura 2011. 2013. 60p. Disponível em: <http://www.mpa.gov.br>. Acesso em: 20 fev. 2014.
ROTTA, M. A.; QUEIROZ, J. F. Boas práticas de manejo (BPMs) para a produção de peixes em tanques-redes. Corumbá: Embrapa Pantanal, 2003. 27p. 24
15. EMENTAS DAS DISCIPLINAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS
ECOLOGIA AQUÁTICA E SUSTENTABILIDADE CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
30h
10h
20h
EMENTA Conceitos básicos da ecologia (habitat, nicho ecológico, fatores limitantes bióticos e abióticos, populações, comunidades); Fatores bióticos (relações entre os seres vivos); Fatores abióticos x Influência sobre os seres vivos; Formação da terra, tectônica de placas e formação de mares; Processos geológicos na margem continental; Formação da planície costeira; Drenagem continental; Ecossistemas e Biomas do Brasil; Fluxo de energia e matéria nos ecossistemas; Interações inter e intra-específicas; Sucessão ecológica; Ciclos biogeoquímicos; Ciclagem de nutrientes; Produção primária e secundária em ecossistemas aquáticos; Metapopulações; Diversidade, estabilidade e maturidade dos ecossistemas naturais e dos ecossistemas sob ação antrópica; Aquicultura ecológica; Matas ciliares e áreas de preservação permanente; Biodiversidade, conservação e impactos ambientais; Importância ecológica, social e econômica da zona costeira; Principais problemas ambientais presentes e manejo dos recursos aquáticos; Possíveis riscos ambientais em laboratórios de reprodução e beneficiamento de pescado e contaminação de efluentes. REFERÊNCIAS DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. RAVEN, P.H.; EVERT, R. F.; CURTIS, H. Biologia vegetal. 6ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. ANDRADE, M. C. O desafio ecológico: utopia e realidade. São Paulo: Haucitec, s/d. TOWNSEND, B.; HARPER. Fundamentos em ecologia. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. DANI, S. U. Ecologia e Organização do Ambiente Antrópico. Fundação Acangau Editora Littera Maciel, 1994. LAROCA, S. Ecologia: princípios & métodos. Petrópolis: Ed. Vozes, 1995. 197 p. RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos invertebrados. 7ed. São Paulo: Roca, 2005. NOGUEIRA, M. G.; HENRY, R.; JORCIN, A. Ecologia de Reservatórios: Impactos Potenciais, Ações de Manejo e Sistemas em Cascata – 2ed. São Carolos: RiMa, 2006. 472p. McGRATH, D.G. Manejo de lagos de várzea e o desenvolvimento sustentável da pesca na Amazônia. NAEA-UFPA, Belém.1996.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS
PATOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
30h
10h
20h
EMENTA Impactos causados pelas doenças na aquicultura; Relação patógeno-hospedeiro-ambiente; Fisiologia do estresse; Enfermidades de maior frequência: parasitoses, micoses, bacterioses e viroses; Profilaxia e tratamento; Produtos comumente empregados no tratamento de enfermidades; Riscos e limitações ao uso de substâncias químicas aplicadas no cultivo de organismos aquáticos; Vacinação; Noções básicas de imunologia, hematologia, histologia e toxicologia; Quarentena; Doenças de etiologia nutricional. REFERÊNCIAS COSTA, A.B. Estratégias para o estudo de bactérias potencialmente patogênicas na piscicultura. In: CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. São Paulo: TecArt, 2004. p.387-403. DIAS, M. T. Manejo e sanidade de peixes em cultivo. Embrapa Amapá: Macapá, 2009. 723p.
FIGUEIREDO, H.C.P.; LEAL, C.A.G. Manejo sanitário na larvicultura: como evitar e prevenir a disseminação de doenças. Panorama da Aquicultura. v.20, n.117, p.24-29, 2010. FIGUEIREDO, H.C.P.; CASTRO, G.A.C.; LEAL, C.A.G. et al. Uso de vacinas na piscicultura: verdades, mitos e perspectivas. Panorama da Aquicultura. v.19, n.115, p.22-31, 2009. MORAES, F.R.; MARTINS, M.L. Condições predisponentes e principais enfermidades de teleósteos em piscicultura intensiva. In: CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. São Paulo: TecArt, 2004. p.343-386. MORALES, V.; CUÉLLAR-ANJEL, Y J. Guía Técnica - Patología e Inmunología de Camarones Penaeidos. Rep. de Panamá: Programa CYTED Red II-D Vannamei, Panamá, 2008. 270 p. PAVANELLI, G.C.; EIRAS, J.C.; TAKEMOTO, R.M. Doenças de peixes: profilaxia, diagnóstico e tratamento. Maringá: Nupelia, 1999. 264p.
26
RANZANI-PAIVA, M.J.T.; TAKEMOTO, R.M.; LIZAMA, M.A.P. Sanidade de organismos aquáticos. São Paulo: Varela, 426p. SCHALCH, S. H.C.; GARCIA, F. Enfermidade de peixes. In: AYROZA, L.M.S. Piscicultura. Campinas: CATI, 2011. p.99-130. TAVARES-DIAS, M.; ARAUJO, C. S. O.; PORTO, S. M. A.; VIANA, G. M.; MONTEIRO, P.C. Sanidade do Tambaqui Colossoma macropomum nas Fases de Larvicultura e Alevinagem. Macapá: Embrapa Amapá, 2013. 46p. TAVARES-DIAS, M.; MORAES, F.R. Hematologia de peixes teleósteos. Ribeirão Preto: M. Tavares-Dias, 2004. 144p.
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INTRODUÇÃO A AQUICULTURA CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
30h
10h
20h
EMENTA Histórico da aquicultura; Conceito e importância econômica; Aquicultura: conceitos básicos; Produção da aquicultura mundial e nacional; Campos da aquicultura; Aproveitamento dos ambientes naturais e artificiais; Sistemas de cultivos; Espécies cultivadas; Seleção de organismos cultiváveis. REFERÊNCIAS AYROZA, L.M.S.; SCORVO, C.M.D.F.; AYROZA, D.M.M.R.; GARCIA, F.; GONÇALVES, G.S.; SCORVO FILHO, J.D.; QUEIROZ, J.F.; AYROZA, L.M.S.; LOSEKANN, M.E.; MARTINS, M.I.E.G.; VIDOTTI, R.M.; SCHAKCH, S.H.C. Piscicultura. Campinas: CATI, 2011. 246p. BORGHETTI, N. R. B.; OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J. R. Aquicultura: uma visão geral sobre a produção de organismos aquáticos no Brasil e no mundo. Curitiba: Grupo Integrado de Aqüicultura e Estudos Ambientais, 2003. 128p. CYRINO, J. E. P.; URBINATI, E. C.; FRACALOSSI, D. M.; CASTAGNOLLI, R. Tópicos Especiais em Piscicultura de Água Doce Tropical Intensiva. São Paulo: TecArt, 2004. 533p. MANZONI, G. C. Pectens: aspectos bioecológicos e técnicas de cultivos. Itajaí: CGMA, 2001. 20p. MANZONI, G. Ostras: aspectos bioecológicos e técnicas de cultivo. Itajaí: CGMA, 2001. 30p. MOREIRA, H. L. M.; VARGAS, L.; RIBEIRO, R. P.; ZIMMERMANN, S. Fundamentos da Moderna Aquicultura. Canoas: Ulbra, 2001. 200p.
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FUNDAMENTOS DE LIMNOLOGIA E OCEANOGRAFIA CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
60h
20h
40h
EMENTA Limnologia: Histórico da limnologia; Ciclo da água na biosfera; Gênese dos lagos; Sistemas lacustres brasileiros; Lagos artificiais (reservatórios e seus impactos); Propriedades físicas e químicas da água; Ciclo dos principais nutrientes aquáticos (nitrogênio e fósforo); Eutrofização artificial; limnologia biótica (plâncton, neuston, necton e benton). Oceanografia: Introdução à oceanografia; O ambiente marinho; Propriedades físicas e químicas da água do mar; Dinâmica do ambiente marinho; Estrutura da vida no ambiente marinho. REFERÊNCIAS ESTEVES, F. A. Fundamentos de Limnologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602p. FONTELES-FILHO, A.A. Oceanografia, Biologia e Dinâmica Populacional de Recursos Pesqueiros. Expressão Gráfica e Editora. 2011. GARRISON, T. Fundamentos de Oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. KUBITZA, F. Qualidade da Água na Produção de Peixes. 3 ed. Jundiaí: F. Kubitza, 1999. 97p. MARGALEF, R. Ecologia. Barcelona: Omega, 1991. 951p. MARGALEF, R. Limnologia. Barcelona: Omega, 1983. 1010p. PEREIRA, R.C.; SOARES-GOMES, A. Biologia Marinha. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2009. SÁ, M.V.C. Limnocultura: limnologia para aquicultura. Fortaleza: UFC, 2012. 218p. SCHMIEGELOW, J.M.M. O Planeta Azul. Uma introdução às Ciências Marinhas. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2004. SIPAÚBA-TAVARES, L.H. Limnologia Aplicada à Aquicultura. Jaboticabal: FUNEP, 1994. 70p.
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LEGISLAÇÃO AQUÍCOLA E AMBIENTAL CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
30h
10h
20h
EMENTA Legislação Geral de Pesca e Aquicultura; Legislação Geral de Aquicultura; Legislação exclusiva de Maricultura; Legislação de Meio Ambiente; Legislação de gestão do recurso água. REFERÊNCIAS Instrução normativa SEAP/PR No. 03; Instrução normativa IBAMA No. 57; Lei No. 11.959. Portaria IBAMA No. 136; Portaria IBAMA No. 145; Decreto No. 4.895; Resolução CONAMA No. 413. Resolução CONAMA No. 312; Instrução Normativa MMA No. 03. Lei No. 6.938; Lei No. 9.605 – Lei dos crimes ambientais; Portaria IBAMA No. 02; Resolução CONAMA No. 303; Lei No. 12.651 – Novo código florestal. Resolução CONAMA No. 357; Resolução CNRH No. 65; Resolução CNRH No. 91.
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BIOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
30h
10h
20h
EMENTA Conceitos básicos, morfologia e fisiologia das principais classes de organismos aquáticos; Ciclo de vida, hábitos alimentares e formas de reprodução das principais classes de organismos aquáticos; Grupos de valor comercial dos principais invertebrados e vertebrados aquáticos. REFERÊNCIAS BARBIERI JÚNIOR, R.C.; OSTRENSKY NETO, A. Camarões Marinhos: reprodução, maturação e larvicultura. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 255p. BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. 4 ed. Roca, 1990. 1179p. ECKERT, R. Fisiologia animal: mecanismos e adaptações / Eckert; David Randall, Warren Burggren, Kathleen French; com a colaboração de Russel Fernald. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 729p. HICKMAN, JR. C. P.; ROBERT, L. S.; LARSON, A. Princípios Integrados de Zoologia. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. PINHEIRO, M.A.A.; HEBLING, N.J. Biologia de Macrobrachium rosenbergii (De Man, 1879). In: VALENTI, W.C. Carcinicultura de Água Doce: tecnologia para a produção de camarões. Brasília: IBAMA, 1998. 383p. POUGH, H.; HEISER, M. A Vida dos Invertebrados. São Paulo: Ateneu, 1993. 835p. RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados – Manual de aulas Práticas. 2 ed, Ribeirão Preto: Holos editora, 2002. 226 p. RUPPERT, E.E., FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. 7 ed. São Paulo: Editora Roca, 2005. 1145 p. VAL, A.L.; ALMEIDA-VAL, V.M.; RANDALL, D.J. The Physiology of Tropical Fishes. v.21. Oxford: Elsevier, 2006. 634p.
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CONSTRUÇÕES DE VIVEIROS ESCAVADOS E PEQUENAS EDIFICAÇÕES CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
60h
20h
40h
EMENTA O solo como elemento de construção; Partes componentes de pequenas barragens, canais e viveiros; Sistemas de abastecimento e drenagem dos viveiros; Dimensionamento de viveiros, canais, filtros e bombas; Noções de hidráulica; Máquinas e equipamentos; Mão de obra e orçamentos; Estrutura de um laboratório de propagação artificial de peixes; Estrutura de um laboratório de larvicultura de camarão; Instalações para ranicultura; Construção de depósito de ração; Equipamentos e utensílios usados no cultivo de peixes, camarões e rãs; Elaboração e execução de instalações; Montagem e instalação de tanques-rede. REFERÊNCIAS OLIVEIRA, P.N. Engenharia para aquicultura. Recife: UFRPE, 1999.294p. ONO, E.A.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes: planejamento, seleção das áreas, fontes de água, demanda hídrica e propriedades dos solos. Panorama da Aquicultura, v.12, n.72, 2002. ONO, E.A.; CAMPOS, J.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes: lay out das pisciculturas, design dos viveiros e trabalhos de construção. Panorama da Aquicultura, v.12, n.73, 2002. ONO, E.A.; CAMPOS, J.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes: as estruturas hidráulicas. Panorama da Aquicultura, v.12, n.74, 2002. ONO, E.A.; KUBITZA, F. Construção de viveiros e de estruturas hidráulicas para o cultivo de peixes: o reaproveitamento da água e o manejo do solo. Panorama da Aquicultura, v.13, n.75, 2003. ONO, E.A.; KUBITZA, F. Cultivo de peixes em tanques-rede. 2 ed. Jundiaí: F. Kubitza, 1999.68p. PROENÇA, C.E.M.; BITTENCOURT, P.R.L. Manual de Piscicultura Tropical. Brasília: IBAMA, 1994. 196p.
32
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REPRODUÇÃO E LARVICULTURA DE PEIXES CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
45h
15h
30h
EMENTA Biologia reprodutiva dos peixes de água doce; tipos de reprodução; técnica de reprodução induzida e produção de monossexo, bem como, os cuidados durante a larvicultura. REFERÊNCIAS CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M. et al. Tópicos Especiais em Piscicultura de Água Doce Tropical Intensiva. Editora TecArt, São Paulo – SP, 2004. 533p. FIGUEIREDO, H.C.P.; LEAL, C.A.G. Manejo sanitário na larvicultura: como evitar e prevenir a disseminação de doenças. Panorama da Aquicultura. v.20, n.117, p.24-29, 2010. FIGUEIREDO, H.C.P.; CASTRO, G.A.C.; LEAL, C.A.G. et al. Uso de vacinas na piscicultura: verdades, mitos e perspectivas. Panorama da Aquicultura. v.19, n.115, p.22-31, 2009. INOUE, L.A.K.A.; CECCARELLI, P.S.; ENHORINI, J.A. A larvicultura e a alevinagem do pintado e do cachara. Rev. Panorama da Aquicultura, março/abril, Rio de Janeiro, n. 76, 2003. KUBITZA, F. Tilápia: tecnologia e planejamento na produção comercial. Jundiaí: 2000, 285p. KUBITZA, F. Manejo na produção de peixes: parte 3 – o preparo dos tanques, estocagem dos peixes e manutenção da qualidade da água. Panorama da Aquicultura. v.19, n.110, p.14-25, 2009a. KUBITZA, F. Manejo na produção de peixes: parte 7 – Boas práticas no transporte de peixes vivos. Panorama da Aquicultura. v.19, n.114, p.14-23, 2009e. KUBITZA, F. O uso da metiltestosterona na masculinização de tilápias: um desafio para o MPA. Panorama da Aquicultura. v.19, n.116, p.14-21, 2009f. VENTURIERI, R. BERNARDINO, G. Hormônios na reprodução artificial de peixes. Panorama da Aquicultura, set./out., Rio de Janeiro, v. 9, n. 55, p. 39-48p, 1999. ZANIBONI FILHO, E.; WEINGARTNER, M. Técnicas de indução da reprodução de peixes migradores. Revista Brasileira de Reprodução Animal, v.31, n.3, p.367-373, 2007. 33
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ALEVINAGEM E ENGORDA DE PEIXES CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
75h
25h
50h
EMENTA Aspectos fisiológicos dos peixes importantes à produção; Preparo e abastecimento de viveiros; Transporte e povoamento de peixes; Espécies de peixes; Sistema de produção em fases; Alimentação; Qualidade da água; Espécies ornamentais que podem ser criadas em tanques ou viveiros escavados. REFERÊNCIAS BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L.C. Espécies nativas para piscicultura no Brasil. Santa Maria: ed. da UFSM, 2005. 468p. BOYD, C.E. Manejo do solo e da qualidade da água em viveiro para a aquicultura. Campinas: ASA, 1997. 55p. CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M. et al. Tópicos Especiais em Piscicultura de Água Doce Tropical Intensiva. Editora TecArt, São Paulo – SP, 2004. 533p. KUBTIZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. 1 ed. Jundiaí: F. Kubtiza,
2003. 265p. KUBITZA, F. Tilápia: tecnologia e planejamento na produção comercial. Jundiaí: 2000, 285p. KUBITZA, F. Manejo na produção de peixes: parte 1 – A conservação e o uso da água. Panorama da Aquicultura. v.18, n.108, p.14-21, 2008. KUBITZA, F. Manejo na produção de peixes: parte 3 – o preparo dos tanques, estocagem dos peixes e manutenção da qualidade da água. Panorama da Aquicultura. v.19, n.110, p.14-25, 2009a. KUBITZA, F. Manejo na produção de peixes: parte 7 – Boas práticas no transporte de peixes vivos. Panorama da Aquicultura. v.19, n.114, p.14-23, 2009b.
34
KUBITZA, F. Produção de tilápias em tanque de terra: estratégias avançadas de manejo. Panorama da Aquicultura. v.19, n.115, p.14-21, 2009c. QUEIROZ, J. F.; BOEIRA, R. C. Boas Práticas de Manejo (BPMs) para Reduzir o Acúmulo de Amônia em Viveiros de Aquicultura. Comunicado Técnico 44. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2007. 5p. ROTTA, M. A.; QUEIROZ, J.F. Boas Práticas de Manejo (BPM) para a produção de peixes em tanques-redes. (Documentos/Embrapa Pantanal), Corumbá: Embrapa Pantanal. 2003. 27p. AYROZA, L.M.S. Piscicultura. Campinas: CATI, 2011. 246p. SILVA, C.A. Boas Práticas de Manejo na criação de tambaqui em viveiros no Baixo São Francisco. Circular Técnica 64. Aracaju: Embrapa Tabuleiros, 2011. 8p. SILVA, J. W. B. Tilápias: Biologia e Cultivo. Evolução, situação atual e perspectivas da tilapicultura no Nordeste Brasileiro. Fortaleza: UFC, 2009. 326p.
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NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO DE ORGANISMOS AQUÁTICOS CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
90h
30h
60h
EMENTA Introdução, conceitos e definições; biologia alimentar; nutrição x desempenho e sanidade; nutrientes e especificações nutricionais; alimentos e suas composições; suplementos e aditivos; controle de qualidade na produção de ração; formulação de ração; processamento de rações; manejo alimentar. REFERÊNCIAS ANDRIGUETTO, J.M.; PERLY, L.; MINARDI, I. et al. Nutrição animal. 4ª ed. São Paulo: Nobel, 1990. BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L.C. Espécies nativas para piscicultura no Brasil. Santa Maria: ed. da UFSM, 2005. 468p. BERBIERI JR, R.C.; OSTRENSKY NETO, A. Camarões marinhos: engorda. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. BERBIERI JR, R.C.; OSTRENSKY NETO, A. Camarões marinhos: reprodução, maturação e larvicultura. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos. Lavras: Editora UFLA, 2006. 301p. BUTOLO, J.E. Qualidade de ingredientes na alimentação animal. Campinas: CBNA. 2002, 430p. COUTO, H. P. Fabricação de rações e suplementos para animais. 1ª ed. Viçosa: Aprenda Fácil. 2008, 263p. CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M. et al. Tópicos Especiais em Piscicultura de Água Doce Tropical Intensiva. Editora TecArt, São Paulo – SP, 2004. 533p. DIAS, M.T. Manejo e sanidade de peixes em cultivo. 1ª ed. Embrapa: Macapá, 2009. FURUYA, W.M.; PEZZATO, L.E.; BARROS, M.M. et al. Tabelas brasileiras para a nutrição de tilápias. Toledo: GFM, 2010. 100p. 36
JORDÃO FILHO, J. Nutrição e alimentação de rãs. Apostila. CCHSA/CAVN/UFPB, 2010. 10p. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades). 2ª ed. revista, Viçosa: UFV,
2005. 344p. LIMA, S.L.; AGOSTINHO, C.A. A tecnologia de criação de rãs. Piracicaba: Ceres, 1992, 186p. LOGATO, P.V.R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. Viçosa: Aprenda Fácil. 2000, 128p. LONGO, A. . Manual de ranicultura: uma nova opção da pecuária. 5ª ed. São Paulo: Icane. 1991, 219p KUBITZA, FE. Manejo na produção de peixes: parte 4 – Manejo nutricional e alimentar. Panorama da Aquicultura. v.19, n.111, p.15-27, 2009. KUBITZA, F. Micotoxinas e seus efeitos sobre os peixes. Panorama da Aquicultura. v.20, n.121, p.14-23, 2010. KUBITZA, F. Tilápia: tecnologia e planejamento na produção comercial. Jundiaí: 2000, 285p. Manual de carcinicultura de água doce. Tecnologia de criação do camarão da malásia (Macrobrachium rosenbergii). Sebrae, vitoria: ES, 2005. 58p. NUNES, A.J.P. Fundamentos da engorda de camarões marinhos. 2ª Ed. Purina. Colab.: SANTANA JR., A.L.V.; BORBA JR., G.C.; Waldige, V. São Lourenço da Mata: PE. 2004. NUNES, A.J.P.; GESTEIRA, T.C.V.; OLIVEIRA, G.G. et al. Princípios para boas práticas de manejo (BPM) na engorda de camarão marinho no Estado do Ceará. Fotaleza: Labomar. 2005. 124p. NUNES, A.J.P. et al. Rações para camarão marinho: ingredientes alternativos podem substituir farinha de peixe. Panorama da Aquicultura. v.21, n.123, p.24-35, 2011. Simpósio Sobre Ingredientes na Alimentação Animal. Anais... Campinas: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. 2001, 354p. VALENTI, W.C. Carcinicultura de água dose: tecnologia para produção de camarões. Brasília: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA,
1998. 383p.
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REPRODUÇÃO E LARVICULTURA DE CAMARÕES CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
75h
25h
50h
EMENTA Princípios básicos de reprodução; Estágios larvais; Formação de plantel de reprodutores; Manutenção dos reprodutores em laboratório; Desova e eclosão; Larvicultura; Cultivo de microalgas; Artêmia; Assepsia e desinfecção; Captação e filtragem de água e Larvicultura do Macrobrachiumrosenbergii. REFERÊNCIAS BARBIERI JÚNIOR, R. C.; OSTRENSKY NETO, A. Camarões Marinhos – Reprodução, Maturação e Larvicultura. 1ª ed. Viçosa – MG. Aprenda Fácil, 2001. KUBITZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. 1ª ed. Jundiaí – SP, 2003. ARANA, L. V. Fundamentos de Aquicultura. 1ª ed. Florianópolis – SC. Ed. da UFSC, 2004. LOBÃO, V. L. Camarão-da-malásia: Larvicultura. 1ª ed. Brasília – DF. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA, 1997. VALENTI, W. C.; FERREIRA, D. G. DA S.; FERREIRA, R. G. S. Cultivo de camarões de água doce. Manual. Viçosa – MG. CPT, 2009. BARBIERI JÚNIOR. R. C.; OSTRENSKY NETO, A.; LOPES, J. D. S. Cultivo de camarões marinhos. Manual. Viçosa – MG. CPT, 2003.
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4
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BIOLOGIA E CULTIVO DE PLÂNCTON CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
60h
20h
40h
EMENTA Características gerais do plâncton; Aspectos biológicos das microalgas (Fitoplâncton); Cultivo de microalgas; Aspectos biológicos do zooplâncton; Cultivo de zooplâncton. REFERÊNCIAS BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados. USA: Pennsylvania, Saunders College/olt, Rinehart and Wilson, 1984. 1179p. BICUDO, C. E. M. & BICUDO, R. T. M. Algas de Águas Continentais Brasileiras. São Paulo: FUNBEC, II ed. EGRT, 1970. 228p. BICUDO, C.E.M.; MENEZES, M. Gêneros de algas de águas continentais do Brasil. 2 ed. São Carlos: RiMa, 2006. 502p. BRANDINI, F. P.; LOPES, R. M.; GUTSEITT, K. S.; SPACH, H. L. & SASSI, R. Planctonologia na plataforma continental do Brasil: diagnose e revisão bibliográfica. MMA. CIR. FEMAR, 1997.196p. ESTEVES, F. A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro. Ed. Interciência: FINEP, 1988. 575p. HELENA, L. SIPAÚBA; ROCHA, O – Produção de Plâncton – Fitoplâncton e Zooplâncton para Alimentação de Organismos Aquáticos – FAPSEP – 2001. SILVA-CUNHA, M. G. G. & ESKINAZI-LEÇA, E. Catálogo das diatomáceas (Baccilariophyceae) da Plataforma Continental de Pernambuco. Recife: SUDENE, 1990. 367p. SILVA, N. M. L. & SABÓIA, M. F. Fitoplâncton Marinho. Rio de Janeiro. CaboFrio. Apostila.
1987. 30p.
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MANEJO E ENGORDA DE CAMARÕES CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
75h
25h
50h
EMENTA Aspectos biológicos dos camarões relevantes à engorda; Manejo do solo e preparo dos viveiros;Transporte e Aclimatação das pós-larvas; Povoamento; Manejo dos viveiros durante a fase de engorda; Alimentação e manejo alimentar; Despesca e Pós-colheita; Sistemas de cultivo; Engorda do Macrobrachiumrosenbergii. REFERÊNCIAS BARBIERI JÚNIOR, R. C.; OSTRENSKY NETO, A. Camarões Marinhos - Engorda. 1ª ed. Viçosa – MG. Aprenda Fácil, 2002. KUBITZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. 1ª ed. Jundiaí – SP, 2003. ARANA, L. V. Fundamentos de Aquicultura. 1ª ed. Florianópolis – SC. Ed. da UFSC, 2004. VALENTI, W. C. Carcinicultura de água doce – Tecnologia para a produção de camarões. 1ª ed. Brasília – DF. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 1998. VALENTI, W. C.; FERREIRA, D. G. S.; FERREIRA, R. G. S. Cultivo de camarões de água doce. Manual. Viçosa – MG. CPT, 2009. BARBIERI JÚNIOR. R. C.; OSTRENSKY NETO, A.; LOPES, J. D. S. Cultivo de camarões marinhos. Manual. Viçosa – MG. CPT, 2003.
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REPRODUÇÃO DE RÃS CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
45h
15h
30h
EMENTA Diferenciação entre machos e fêmeas de rãs. Escolha de animais para serem reprodutores e escolhas de reprodutores para indução. Estudo das técnicas de reprodução natural e do uso de indução hormonal e fertilização artificial de rãs. Cuidados básicos nos primeiros estágios de desenvolvimento das desovas (larvicultura). REFERÊNCIAS CASALI, A. P. ; MOURA, O. M.; LIMA, S. L. Rações comerciais e o rendimento de carcaça e subprodutos de rã-touro. Ciência Rural, Santa Maria, v. 35, n. 5, p. 1172-1178, 2005. CASALI, A. P. ; MOURA, O. M.; LIMA, S.l L.; SILVA, J. H. V. Avaliação de rações comerciais nas fases de crescimento e terminação da recria de rã-touro. Boletim do Instituto de Pesca, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 37-43, 2005. CASALI, A. P. ; MOURA, O. M.; MENDES, R. R. B. ; CAMPOS, V. M. . Efeito da Densidade de Estocagem no Desempenho de Rã-Touro (Rana catesbeiana) em Recria. Revista Brasileira de ZootecniaBrazilian Journal of Animal Science, Viçosa, v. 34, n. 6, p. 1828-1834, 2005. CRUZ, T. A . Levantamento da comercialização. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. LIMA, S. L . Levantamento da produção. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. LIMA, S. L. Criação de Rãs Novas tecnologias. Viçosa: CPT, 2012. 260 p. LIMA, S. L. Criação de Rãs Novas tecnologias. Viçosa: CPT, 2012. DVD 1 e 2. (Duração: 223 minutos). LIMA, S. L.; AGOSTINHO, C. A. A tecnologia de criação de rãs. Viçosa: Imprensa Universitária, 1992. 168 p. MOURA, O. M. Levantamento do abate e processamento. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p.
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CRIAÇÃO DE GIRINOS (GIRINAGEM) CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
60h
20h
40h
EMENTA Manejo de girinos em ranicultura. Preparação de tanques para receber girinos Cuidados específicos no início da girinagem. Manejo de limpeza e troca de água dos tanques durante todas as fases dos girinos. Manejo alimentar na diferentes fases de crescimento. Triagens e transporte de girinos. Manejos específicos para a fase G5 dos girinos. Distribuição dos manejos de rotina do setor de girinos. REFERÊNCIAS CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; LIMA, S. L. Rações comerciais e o rendimento de carcaça e subprodutos de rãtouro. Ciência Rural, Santa Maria, v. 35, n. 5, p. 1172-1178, 2005. CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; LIMA, S. L.; SILVA, J. H. V. Avaliação de rações comerciais nas fases de crescimento e terminação da recria de rã-touro. Boletim do Instituto de Pesca, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 37-43, 2005. CASALI, A. P. ; MOURA, O. M.; MENDES, R. R. B. ; CAMPOS, V. M. . Efeito da Densidade de Estocagem no Desempenho de Rã-Touro (Rana catesbeiana) em Recria. Revista Brasileira de Zootecnia-Brazilian Journal of Animal Science, Viçosa, v. 34, n. 6, p. 1828-1834, 2005. CRUZ, T. A . Levantamento da comercialização. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. LIMA, S. L . Levantamento da produção. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. LIMA, S. L.; CASALI, A. P.; AGOSTINHO, C. A. Desempenho zootécnico e tabela de alimentação de girinos de rãtouro (Rana catesbeiana) criados no sistema anfigranja. Revista Brasileira de Zootecnia, n. 3 v. 32, p. 512-518, 2003. LIMA, S. L. Criação de Rãs Novas tecnologias. Viçosa: CPT, 2012. 260 p. LIMA, S. L. Criação de Rãs Novas tecnologias. Viçosa: CPT, 2012. DVD 1 e 2. (Duração: 223 minutos). LIMA, S. L.; AGOSTINHO, C. A. A tecnologia de criação de rãs. Viçosa: Imprensa Universitária, 1992. 168 p. MOURA, O. M. Levantamento do abate e processamento. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p.
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RECRIA DE RÃS (ENGORDA) CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
60h
20h
40h
EMENTA Manejo de rãs em estágio pós-metamórfico. Preparação de baias para entrada de animais. Cuidados específicos no início da recria. Manejo de limpeza e troca de água. Manejo alimentar na diferentes fases de crescimento. Triagens e transporte de rãs. Distribuição dos manejos de rotina da recria. REFERÊNCIAS CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; LIMA, S. L. Rações comerciais e o rendimento de carcaça e subprodutos de rãtouro. Ciência Rural, Santa Maria, v. 35, n. 5, p. 1172-1178, 2005. CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; LIMA, S. L.; SILVA, J. H. V. Avaliação de rações comerciais nas fases de crescimento e terminação da recria de rã-touro. Boletim do Instituto de Pesca, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 37-43, 2005. CASALI, A. P.; MOURA, O. M.; MENDES, R. R. B. ; CAMPOS, V. M. . Efeito da Densidade de Estocagem no Desempenho de Rã-Touro (Rana catesbeiana) em Recria. Revista Brasileira de Zootecnia-Brazilian Journal of Animal Science, Viçosa, v. 34, n. 6, p. 1828-1834, 2005. CRUZ, T. A. Levantamento da comercialização. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. LIMA, S. L. Levantamento da produção. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p. LIMA, S. L.; CASALI, A. P.; AGOSTINHO, C. A. Desempenho zootécnico e percentual de consumo de alimento de rã-touro (Rana catesbeiana) na fase de recria (pós-metamorfose) do Sistema Anfigranja. Revista Brasileira de Zootecnia, n. 3 v. 32, p. 505-511, 2003. LIMA, S. L. Criação de Rãs Novas tecnologias. Viçosa: CPT, 2012. 260 p. LIMA, S. L. Criação de Rãs Novas tecnologias. Viçosa: CPT, 2012. DVD 1 e 2. (Duração: 223 minutos). LIMA, S. L.; AGOSTINHO, C. A. A tecnologia de criação de rãs. Viçosa: Imprensa Universitária, 1992. 168 p. MOURA, O. M. Levantamento do abate e processamento. In: LIMA, S. L.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: Análise da cadeia produtiva. Viçosa: Folha de Viçosa, 1999. 172 p.
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CONTROLE DE QUALIDADE DO PESCADO E MICROBIOLOGIA CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
20h
05h
15h
EMENTA Avaliação e controle de qualidade do pescado. Microbiologia do pescado. REFERÊNCIAS GOLÇALVES, A. Tecnologia do Pescado: Ciência, Tecnologia, Inovação e Legislação. Editora Atheneu, 2011. MACHADO, Z. Tecnologia de recursos pesqueiros: parâmetros, processos, produtos. Recife, SUDENE, Divisão de Recursos Pesqueiros, 1984. OGAWA, M. Maia, E. Manual de Pesca – Ciência e Tecnologia de Pescados vol. 1 1999. Edição de 1987.
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TECNOLOGIA DO PESCADO CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
75h
25h
50h
EMENTA Situação atual da produção de pescado. Métodos de obtenção do pescado pela pesca e aquicultura. Características específicas do pescado como alimento. Componentes do Pescado: macro e micro constituintes. Alterações Pós-morte do Pescado. Conservação de produtos pesqueiros. Tecnologia do Pescado. REFERÊNCIAS GOLÇALVES, A. Tecnologia do Pescado: Ciência, Tecnologia, Inovação e Legislação. Editora Atheneu, 2011. LANIER, T.; Lee, C.M. Surimi Technology, 1992. MACHADO, Z. Camarão marinho, cultivo, captura, conservação, comercialização. Recife, SUDENE, 1989. MACHADO, Z. Tecnologia de recursos pesqueiros: parâmetros, processos, produtos. Recife, SUDENE, Divisão de Recursos Pesqueiros, 1984. OGAWA, M. Maia, E. Manual de Pesca – Ciência e Tecnologia de Pescados vol. 1 1999. Edição de 1987.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS
PLANEJAMENTO E PROJETOS CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
60h
20h
40h
EMENTA A importância do planejamento. Tipos e Planejamento. Etapas de Planejamento. Projetos: Conceitos e Procedimentos. Processo de concepção de projetos. Fontes de financiamento de Projetos. Análise mercadológica. Análise Financeira. Estudo de Viabilidade Econômica. REFERÊNCIAS CASAROTTO FILHO, NELSON. Elaboração de Projetos Empresariais – Análise. São Paulo: Atlas, 2008. DOLABELA, FERNANDO. O segredo de Luisa . São Paulo: Cultura, 2006. MARTINS, W., WOILER, S. Projetos – Elaboração e Análise. 2. ed. - São Paulo: Atlas, 2008. WOILER, SANSAO. MARTINS, WASHINGTON FRANCO. Projetos Planejamento, elaboração e análise. 2. ed. - São Paulo: Atlas, 2008. ZOTES, L. SPRITZER,E. Viabilidade Econônico – Financeira de Projetos.- São Paulo: FGV, 2005.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS
GESTÃO DO EMPREENDIMENTO RURAL CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
60h
20h
40h
EMENTA O sistema econômico e o empreendedorismo rural. A produção, os fatores e os custos de produção. O mercado e a formação dos preços dos produtos agropecuários. A estrutura do mercado e a comercialização dos produtos agrícolas. A política agrícola e seus efeitos no desempenho da agricultura brasileira. REFERÊNCIAS ARBAGE, A.P. Fundamentos de Economia Rural. Chapecó: Argos, 2006. BATALHA, M.O. (Coord.) Gestão Agroindustrial: Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2001. CALADO, A.A.C. (Org.) Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2006 . HOFFMANN, R. et al .Administração da Empresa Agrícola. São Paulo: Pioneira, 1987. OLIVEIRA, O.J. (Org.) Gestão da Qualidade – Tópicos avançados. São Paulo: Pioneira Thomson, 2006. SILVA, R. A. G. DA. Administração Rural - Teoria e Prática. Curitiba (PR): Juruá Editora, 2009.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS
EXTENSÃO APLICADA À AQUICULTURA
CURSO: Subsequente
C.H. ANUAL
C.H. PRÁTICA
C.H. TEÓRICA
45h
15h
30h
EMENTA Aquicultura; Extensão universitária; Economia; Desenvolvimento econômico e extensão rural.
Economia
rural;
Agricultura
familiar;
REFERÊNCIAS ALMEIDA, Joaquim Anécio. Pesquisa em extensão rural: um manual de metodologia. Brasília: ABEAS, 1989. BRASIL. Coopera Brasil: Agricultura familiar. Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego. DVD nº 3. CARNEIRO, Maria Aparecida Barbosa et al (Orgs). Extensão universitária: espaço de inclusão, formação e socialização do conhecimento. João Pessoa: Editora da UFPB, 2009. MALUF, Renato S. et al (Orgs). Agricultura familiar: multifuncionalidade e desenvolvimento territorial no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad X, 2009. MASSELLI, Maria Cecília. Extensão rural entre os sem-terra. Piracicaba: Editora da UNIMEP, 1998. OLIVEIRA, Persio Santos de. Introdução à economia. São Paulo: Ática, 1993. PETERSON, Paulo e ROMANO, Jorge O. Abordagens participativas para o desenvolvimento local. Rio de Janeiro: Actionaid – Brasil, 1999. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. São Paulo: Atlas, 20ª edição, 1980. THIOLLENT, Michel et al (Orgs.). Extensão universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro: Editorada UFRJ, 2003.
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