UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 29/2026

UFPB-CONSEPE-RES-29-2026
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Revoga a Resolução nº 54/2015 do CONSEPE e aprova o novo Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF), em níveis de mestrado e doutorado acadêmicos, na modalidade presencial, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Exatas e da Natureza.

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (9)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Regimento Geral da UFPB nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (CONSEPE) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições previstas no Estatuto e no Regimento Geral da UFPB, tendo em vista a deliberação adotada em reunião realizada em 16 de junho de...” fonte: texto · confiança alta
  • REVOGA (total)
    Res. CONSEPE 54/2015 nesta norma: art. 3º → na outra: norma inteiraefeito desde 24/07/2026“Art. 3º Fica revogada a Resolução nº 54/2015 do CONSEPE.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
7 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CONSEPE 26/1999 em: Anexo II“O Estágio Docência é regulamentado pelo ar go 21 do Regulamento do PPGF, Art. 42 do Regulamento Geral e pela Resolução nº 26/99 do CONSEPE, com obrigatoriedade exigida aos alunos bolsistas da...”
  • cita
    Res. CONSEPE 26/2025 em: Anexo I, art. 13“§ 4º O trancamento de matrícula no período le vo em execução se dará conforme o Art. 59 do Regulamento Geral, com a redação alterada pela Resolução 26/2025.”
  • cita
    Res. CONSEPE 54/2024 em: Anexo I, art. 3º“Por representantes do corpo docente do PPGF, pela representação discente e pelo representante do corpo técnico-administra vo, nas proporções estabelecidas na Resolução nº 54/2024 do Consepe.”
  • cita
    Res. CONSUNI 13/1973 em: Anexo I, art. 1º“O PPGF foi criado pelas Resoluções nº 13/1973 e nº 44/1980 do Conselho Universitário.”
  • cita
    Res. CONSUNI 44/1980 em: Anexo I, art. 1º“O PPGF foi criado pelas Resoluções nº 13/1973 e nº 44/1980 do Conselho Universitário.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 3º“§ 5º Os direitos e deveres do corpo discente estão definidos no Regimento Geral da UFPB e nos ar gos que compõem o capítulo II do regulamento geral.”
  • cita
    Regimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 40“Art. 40. A outorga do tulo e a expedição do diploma observarão o Regimento Geral da UFPB, o Regulamento Geral e as normas expedidas pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação.”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

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Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 8 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 44 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO Nº 29/2026

Revoga a Resolução nº 54/2015 do CONSEPE e aprova o novo Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF), em níveis de mestrado e doutorado acadêmicos, na modalidade presencial, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Exatas e da Natureza.

O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (CONSEPE) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições previstas no Estatuto e no Regimento Geral da UFPB, tendo em vista a deliberação adotada em reunião realizada em 16 de junho de 2026, no Processo nº 23074.110033/2025-80, RESOLVE:

Art. 1º Ficam aprovados o Regulamento e a Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF), em níveis de mestrado e doutorado acadêmicos, na modalidade presencial, sob a responsabilidade do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN).

Art. 2º O Regulamento e a Estrutura Acadêmica de que trata o art. 1º constam, respec vamente, dos Anexos I e II e integram esta Resolução.

Art. 3º Fica revogada a Resolução nº 54/2015 do CONSEPE.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 24 de julho de 2026.

Terezinha Domiciano Dantas Mar ns Presidente

ANEXO I da RESOLUÇÃO Nº 29/2026 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA (PPGF), EM NÍVEIS DE MESTRADO E DOUTORADO ACADÊMICOS, NA MODALIDADE PRESENCIAL, DO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DA UFPB

CAPÍTULO I DA NATUREZA, DOS OBJETIVOS E DA ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA

Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF), vinculado ao Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), oferece cursos de mestrado e doutorado acadêmicos, na modalidade presencial, e des na-se à formação ampla e aprofundada de profissionais para atuarem na produção e na difusão do conhecimento em Física. O PPGF foi criado pelas Resoluções nº 13/1973 e nº 44/1980 do Conselho Universitário.

§ 1º O PPGF possui uma área de concentração, denominada Física Geral, que abrange as seguintes linhas de pesquisa:

I - cosmologia e gravitação;

II - sica da matéria condensada; e

III - sica de par culas e campos.

§ 2º Os cursos de mestrado e doutorado são autônomos e dis ntos.

Art. 2º O PPGF tem os seguintes obje vos:

I - no nível de mestrado, integrar ensino, pesquisa e extensão, visando ao domínio e ao aprofundamento do conhecimento em área específica ou interdisciplinar da Física, demonstrados por rigor metodológico na elaboração individual, na apresentação e na defesa, em sessão pública, de dissertação; e

II - no nível de doutorado, produzir conhecimento por meio de inves gação materializada na elaboração individual, na apresentação e na defesa, em sessão pública, de tese que represente contribuição para a área de atuação.

Art. 3º A administração do Programa de Pós-Graduação em Física, a que se refere este Regulamento, far-se-á através de:

I – Um Colegiado, como órgão delibera vo;

II – Uma Coordenação, como órgão execu vo;

III – Uma Secretaria, como órgão de apoio administra vo.

§ 1º O Colegiado será composto pelo Coordenador, como Presidente. Pelo Vice-Coordenador, como Vice-Presidente. Por representantes do corpo docente do PPGF, pela representação discente e pelo representante do corpo técnico-administra vo, nas proporções estabelecidas na Resolução nº 54/2024 do Consepe.

§ 2º A designação do Coordenador e Vice-Coordenador, suas competências e atribuições, bem como as do Colegiado e Secretaria, obedecerão ao que dispõem o Estatuto e o Regimento Geral da

UFPB e o Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB na forma dos Arts. 17, 20, 22 e seus respec vos parágrafos.

§ 3º A representação docente de que trata o §1º deste ar go, juntamente com os seus respec vos suplentes, será escolhida pelo corpo docente do PPGF em votação secreta realizada por ocasião da escolha do Coordenador e Vice-Coordenador do Programa, para o mandato de dois anos, permi da a recondução para um mandato consecu vo.

§ 4º A representação discente de que trata o §1º deste ar go, juntamente com os seus suplentes, será escolhida pelos estudantes do PPGF em votação secreta realizada por ocasião da escolha do Coordenador e Vice-Coordenador do Programa, na proporção de 1/5 (um quinto) do total dos membros do colegiado do programa, para o mandato de um ano, permi da a recondução para um mandato consecu vo.

§ 5º Os direitos e deveres do corpo discente estão definidos no Regimento Geral da UFPB e nos ar gos que compõem o capítulo II do regulamento geral.

§ 6º O representante do corpo técnico-administra vo de que trata o §1º deste ar go, juntamente com o seu suplente, será escolhido pelos servidores designados para atuar no PPGF em votação secreta realizada por ocasião da escolha do Coordenador e Vice-Coordenador do Programa, para o mandato de um ano, permi da a recondução para apenas um mandato consecu vo, salvo, quando houver apenas um servidor atuando no PPGF. Este será membro nato do Colegiado, sem restrição para recondução a mandato consecu vo.

§ 7º As reuniões do colegiado serão públicas. Entretanto, somente os membros tulares do colegiado e seus respec vos suplentes, quando subs tuindo os tulares, terão direito a voz e voto.

CAPÍTULO II DO CORPO DOCENTE

Art. 4º O corpo docente do curso de pós-graduação em Física será cons tuído por pesquisadores, portadores de tulo de Doutor, de acordo com as categorias estabelecidas no Ar go 15 do Regulamento Geral, a saber:

I - docentes permanentes;

II - docentes colaboradores; e

III - docentes visitantes.

Art. 5º Os membros do corpo docente do PPGF serão credenciados pelo Colegiado do Programa, observados o Regulamento Geral e as normas internas do PPGF.

§ 1º O credenciamento de que trata o caput deste ar go será válido por um período máximo estabelecido pelo Colegiado do Programa.

§ 2º Em carácter excepcional, e a critério do Colegiado do PPGF, além dos casos previstos no Art. 28 do Regulamento Geral, poderão ser credenciados como membros permanentes do corpo docente do PPGF profissionais sem vínculo funcional com a UFPB, que exerçam cargo de professor ou pesquisador em outra Ins tuição de Ensino Superior, e que atendam aos critérios estabelecidos pelo Colegiado para este fim.

§ 3º O Colegiado do PPGF realizará avaliação periódica do corpo docente agendada e regulamentada por resolução específica que, a cada avaliação, estabelecerá os procedimentos e os critérios adicionais para o ingresso (credenciamento), renovação de credenciamento (recredenciamento) e reingresso (novo credenciamento) de docentes no PPGF, em conformidade com os Ar gos 32 e 33 do Regulamento Geral.

§ 4º As competências do(a) orientador(a) são as estabelecidas no Regulamento Geral e neste Regulamento.

CAPÍTULO III DA INSCRIÇÃO, SELEÇÃO, MATRÍCULA E TRANCAMENTO DE MATRÍCULA

Art. 6º O período de inscrição, o número de vagas e os requisitos para ingresso no PPGF serão definidos em edital público de seleção aprovado pelo Colegiado e amplamente divulgado nas páginas eletrônicas ins tucionais.

Art. 7º Para a inscrição dos candidatos à seleção dos Cursos de Pós-Graduação em Física nos níveis de Mestrado e Doutorado, serão necessários os seguintes documentos em conformidade com o §5º Ar go 46 do Regulamento Geral:

I – Requerimento ao Coordenador, solicitando a inscrição no processo sele vo;

II – Formulário de inscrição devidamente preenchido, acompanhado de 1 (uma) foto recente;

III – Cópia auten cada do Diploma de Graduação em Física, ou área afim, previamente definida no Edital de seleção ou documento equivalente;

IV – Histórico escolar do Curso de Graduação ou documento equivalente;

V – Curriculum Vitae da plataforma La es devidamente comprovado;

VI – Cópia da carteira de iden dade ou do registro geral para brasileiros e estrangeiros, respec vamente;

Parágrafo único. O(A) coordenador(a) do curso deferirá o pedido de inscrição mediante a verificação da regularidade da documentação apresentada pelo candidato, de acordo com o Edital de Seleção.

Art. 8º O processo sele vo será conduzido pelo Colegiado do PPGF ou por comissão por ele designada.

Art. 9º A seleção dos candidatos ao mestrado e ao doutorado será feita nos seguintes moldes:

§ 1º As regras e formato para a seleção dos candidatos ao mestrado serão estabelecidas por meio de edital de seleção aprovado pelo colegiado.

§ 2º As regras e formato para a seleção dos candidatos ao doutorado serão estabelecidas por meio de edital de seleção aprovado pelo colegiado.

Art. 10. A classificação para distribuição das bolsas de estudo disponibilizadas ao PPGF será realizada pela Comissão de Bolsas, observadas a legislação vigente e as normas ins tucionais e das agências de fomento.

Art. 11. O(A) candidato(a) aprovado(a) e classificado(a) deverá efetuar a matrícula ins tucional nos prazos fixados no calendário acadêmico e no edital, após o que receberá número de matrícula e será iden ficado(a) como discente regular da UFPB.

§ 1º Para a efe vação da matrícula no curso de Pós-Graduação em Física nos níveis de Mestrado e Doutorado, além dos documentos apresentados na inscrição, serão necessários os seguintes documentos:

I – documento oficial com foto;

II – comprovante de dados bancários;

III – Comprovante de Situação Cadastral no CPF (sí o da Receita Federal).

§ 2º A não efe vação da matrícula de que trata o caput deste ar go, dentro prazo fixado, implica na desistência do candidato em matricular-se no PPGF, acarretando a perda de todos os direitos adquiridos pela aprovação e classificação no processo sele vo.

Art. 12. Na época fixada no calendário escolar, antes do início de cada período le vo, o aluno deverá fazer sua matrícula em disciplinas, junto à Coordenação do Programa, com a anuência do orientador ou, na ausência deste, com anuência da coordenação do programa.

§ 1º Não será permi da, no período de integralização do curso, a matrícula em disciplina em que o aluno já tenha sido aprovado.

§ 2º Para efeito do disposto no caput deste ar go, o trabalho final será considerado como disciplina, sem direito a crédito.

Art. 13. Será permi do o trancamento de matrículas em quaisquer disciplinas desde que ainda não tenha sido integralizado 30% (trinta por cento) do conteúdo programá co previsto para a disciplina.

§ 1º O pedido de trancamento de matrícula em quaisquer disciplinas constará de requerimento dirigido ao Coordenador do Programa com as devidas jus fica vas e aquiescência do orientador do aluno.

§ 2º É vedado o trancamento da mesma disciplina mais de 01 (uma) vez, salvo casos excepcionais, a critério do Colegiado do PPGF.

§ 3º Não será permi do o trancamento da matrícula inicial no Programa, salvo nos casos previstos em legislação específica.

§ 4º O trancamento de matrícula no período le vo em execução se dará conforme o Art. 59 do Regulamento Geral, com a redação alterada pela Resolução 26/2025.

Art. 14. O trancamento da matrícula em todo o conjunto de disciplinas equivalerá à interrupção dos estudos e somente poderá ser concedido em caráter excepcional, por um período le vo para mestrandos e por até dois períodos le vos para doutorandos. O trancamento será realizado mediante solicitação do aluno, acompanhada de jus fica va, e ficará sujeito à aprovação do Colegiado do PPGF, após consulta ao orientador do aluno.

§ 1º O prazo máximo de interrupção de estudos é de 06 (seis) e 12 (doze) meses, respec vamente, para o Mestrado e o Doutorado, não se computando no tempo de integralização do Curso.

grama.

§ 2º O aluno com matrícula trancada está impedido de par cipar de qualquer a vidade do Pro-

§ 3º Em caso de parentalidade a pica, decorrente de nascimento de filho, de adoção ou de obtenção de guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente com deficiência, os prazos máximos para o mestrado e para o doutorado, podem ser acrescidos em um período le vo.

Art. 15. Admi r-se-á o cancelamento da matrícula ins tucional, a qualquer tempo, por solicitação do(a) discente, com a consequente desvinculação do PPGF.

Art. 16. A critério do Colegiado, poderão ser admi dos(as) como alunos(as) especiais em componentes curriculares isolados(as) discentes de graduação ou pessoas graduadas, observados o Regulamento Geral e o edital específico.

Parágrafo único. A matrícula como aluno(a) especial não gera vínculo como discente regular, e os componentes curriculares cursados nessa condição somente poderão ser aproveitados após ingresso regular e aprovação do Colegiado, nos termos do Regulamento Geral.

Art. 17. Será permi do ao(a) aluno(a) de mestrado do PPGF passar para o nível de doutorado, sem a necessidade de submissão ao processo de seleção pública desse úl mo nível, mediante requerimento do interessado à coordenação e aprovação pelo Colegiado, conforme o Art. 56 do Regulamento Geral.

Art. 18. Não será admi da a transferência, para o PPGF, de discente proveniente de programa de pós-graduação da UFPB ou de outra ins tuição.

CAPÍTULO IV DA ESTRUTURA ACADÊMICA

Art. 19. As disciplinas e a vidades acadêmicas oficiais da estrutura acadêmica do PPGF deverão obedecer aos seguintes requisitos:

I – cada disciplina será ministrada na forma de aulas teóricas e/ou seminários, que poderão vir acompanhadas de aulas de laboratórios e de outros trabalhos didá cos;

II – a cada disciplina e a vidade acadêmica será atribuído um número de unidades de créditos, sendo que a unidade de crédito corresponde a 15 (quinze) horas-aula teóricas ou 30 (trinta) horas-aula prá cas.

Parágrafo único. Não será atribuído crédito à dissertação ou tese.

Art. 20. O número mínimo de créditos para integralização do Programa de Pós-Graduação em Física é de:

I – 23 (vinte e três) para nível de Mestrado, assim distribuídos:

a) Disciplinas obrigatórias de domínio conexo aos níveis de Mestrado e Doutorado: 12 (doze) créditos (v. Quadro A).

b) Disciplinas opta vas a serem escolhidas: 08 (oito) créditos ( v. Quadro B). Sendo o número de créditos nas disciplinas Tópicos Especiais de Física Contemporânea I e II limitado a 4 (quatro) créditos.

c) A vidades Acadêmicas obrigatórias comuns aos níveis de Mestrado e Doutorado: 03 (três) créditos (v. Quadro C).

II – 36 (trinta e seis) para nível de Doutorado assim distribuídos:

a) Disciplinas obrigatórias de domínio conexo aos níveis de Mestrado e Doutorado: 12 (doze) créditos (v. Quadro A).

b) Disciplinas opta vas a serem escolhidas: 18 (dezoito) créditos (v. Quadro B idem). Sendo o número de créditos nas disciplinas Tópicos Especiais de Física Contemporânea III e IV limitado a 8 (oito) créditos.

d) A vidades Acadêmicas obrigatórias comuns aos níveis de Mestrado e Doutorado: 06 (seis) créditos (v. Quadro C).

Art. 21. Será oferecida a todos os discentes regularmente matriculados no PPGF a oportunidade de realizar a a vidade acadêmica denominada Estágio de Docência como previsto no inciso VII do ar go 42, do Regulamento Geral.

§ 1º A a vidade acadêmica de que trata o caput deste ar go é obrigatória para todos os alunos, e deverá ser realizada pelos alunos-bolsistas no prazo correspondente, pelo menos, à metade do tempo fixado para a conclusão da bolsa.

§ 2º O Estágio de Docência constará de a vidades didá cas desenvolvidas pelo aluno regularmente matriculado em disciplinas de sica ofertadas em curso de Graduação.

§ 3º As a vidades de que trata o parágrafo anterior podem ser do po:

a) ministrar aulas de exercícios;

b) ministrar seminários;

c) apoiar a preparação de aulas prá cas;

d) ministrar aulas prá cas;

e) apoiar a confecção de material didá co-pedagógico.

§ 4º Caberá ao aluno encaminhar à Coordenação do Programa a solicitação para a realização do Estágio de Docência.

§ 5º Caberá ao Colegiado do PPGF determinar a(s) disciplina(s) de Graduação em que a(s) a vidade(s) do Estágio de Docência será(ão) desenvolvida(s).

§ 6º Ao final do Estágio de Docência, 1 (um) semestre le vo para o aluno de mestrado e 2(dois) para de doutorado, o aluno apresentará o relatório das a vidades desenvolvidas que, após a anuência do orientador e, quando couber, do professor responsável pela(s) disciplina(s) de Graduação, será subme do ao Colegiado do Programa para aprovação.

§ 7º Será atribuído 1 (um) crédito prá co para as a vidades do Estágio Docência desenvolvidas pelo aluno de mestrado, e 2 (dois) créditos prá cos para as desenvolvidas pelo aluno de doutorado, após a homologação do relatório pelo Colegiado do PPGF.

Art. 22. Será oferecida a todos os discentes regularmente matriculados no PPGF a oportunidade de par cipar da a vidade acadêmica oficial denominada Ciclo de Colóquios de Física.

§ 1º O Ciclo de Colóquios de Física constará de uma série de Colóquios sobre Tópicos de Física Contemporânea apresentados, 01 (um) a cada semana do semestre le vo, por Professor convidado pelo PPGF, em dia e horário que não conflite com as demais disciplinas do Programa.

§ 2º Caberá ao aluno, no período de matricula do semestre le vo, encaminhar à Coordenação do Programa a solicitação de inclusão como par cipante do Ciclo de Colóquios de Física.

§ 3º Será considerado ter cumprido 01 (um) ciclo semestral o discente que assis r a pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) dos colóquios apresentados no semestre.

§ 4º Será atribuído 1 (um) crédito teórico para cada Ciclo Semestral de Colóquios de Física cumprido pelo aluno de mestrado ou doutorado.

§ 5º A a vidade acadêmica de que trata o caput deste ar go, respaldada pelo ar go 42 do Regulamento Geral, é obrigatória para todos os alunos, devendo cumprir 02 (dois) ciclos semestrais os mestrandos e 04 (quatro) ciclos semestrais os doutorandos.

Art. 23. As disciplinas integrantes da Estrutura Acadêmica do PPGF, nos níveis de Mestrado e Doutorado, com suas caracterizações, números de créditos, Departamentos responsáveis e ementas, constam do Anexo II da Resolução que aprovou este Regulamento.

§ 1º As ementas das disciplinas Tópicos Especiais de Física Contemporânea I e II serão definidas previamente pelo Colegiado do Programa a cada semestre. Poderão ser ofertadas em um mesmo semestre mais de uma disciplina Tópicos Especiais de Física Contemporânea I ou II, desde que tenham sub tulos e conteúdos diferentes.

§ 2º A critério do Colegiado do Programa, e consultado o orientador, o aluno poderá cursar quaisquer das disciplinas Tópicos Especiais de Física Contemporânea I e II mais de uma vez, desde que aborde conteúdos diferentes, respeitados os limites estabelecidos no Art. 20 deste regulamento.

Art. 24. A juízo do Colegiado do PPGF, outras disciplinas poderão ser propostas e acrescentadas à Estrutura Acadêmica, ouvidos os Departamentos responsáveis no que diz respeito às ementas das disciplinas para posterior apreciação do Consepe.

Art. 25. Os tempos mínimo e máximo para a tulação no PPGF são, respec vamente, de 12 (doze) e 24 (vinte e quatro) meses para o nível de Mestrado e de 24 (vinte e quatro) e 48 (quarenta e oito) meses para o nível de Doutorado, contados a par r do mês da matrícula do primeiro período le vo do discente no programa.

Parágrafo único. Em casos excepcionais, e a critério do Colegiado do Programa, o mestrando ou doutorando poderá solicitar a prorrogação do tempo máximo, de até seis meses para o mestrado, e até doze meses para o doutorado, estabelecidos no caput deste ar go. Para tal, o aluno deverá encaminhar a solicitação ao Colegiado do PPGF acompanhada de jus fica va e da anuência do orientador, com antecedência mínima de 60 (sessenta dias) em relação ao tempo máximo da tulação.

Art. 26. O aproveitamento de disciplinas cursadas no próprio PPGF será ob do mediante requerimento à coordenação e aprovação pelo Colegiado.

§ 1º O aproveitamento de estudos tratado no caput deste ar go somente poderá ser feito quando as disciplinas verem sido concluídas há, no máximo, cinco anos, tanto para o mestrado como para o doutorado, contados a par r do final do período no qual a disciplina foi ofertada.

§ 2º As disciplinas cursadas por aluno especial nos 36 (trinta e seis) meses anteriores a data da matrícula inicial como aluno regular poderão, a critério do orientador, ser objeto de aproveitamento de estudos, devendo o resultado da análise ser registrado no histórico escolar do aluno, já classificado como regular, no mesmo período da homologação pelo Colegiado.

§ 3º O aluno deverá requerer o aproveitamento dos créditos ao que se refere o caput deste ar go em até 180 dias contados a par r da sua matrícula no Programa.

Art. 27. Os créditos ob dos em outras ins tuições de ensino superior, desde que em cursos ou programas credenciados pelo CNE, poderão ser aproveitados até o limite máximos de 12 (doze) créditos tanto para o mestrado, quanto para o doutorado, na forma estabelecida pelo Art. 74 do Regulamento Geral.

§ 1º A equivalência entre disciplinas e a aceitação de créditos serão decididas pelo Colegiado do PPGF. caso.

§ 2º Quando houver necessidade de adaptação curricular, o Colegiado do PPGF decidirá caso a

§ 3º O aluno deverá solicitar o aproveitamento dos créditos a que se refere o caput deste ar go em até 180 (cento e oitenta) dias, contados a par r de sua matrícula.

Art. 28. O ano escolar constará de dois períodos le vos, cujo início e fim serão determinados na programação acadêmica de cada um deles.

Parágrafo único. O Coordenador do PPGF, antes do final do período le vo em execução, convocará o Colegiado do PPGF com o obje vo de fixar datas relacionadas ao calendário escolar e programar o próximo período le vo.

CAPÍTULO V DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ACADÊMICO

Art. 29. Em cada disciplina, o rendimento escolar será avaliado por meio de provas, seminários e trabalhos escolares em geral, sendo o grau final expresso por meio de nota que variará de 0,0 (zero) a 10 (dez), em conformidade com o Ar go 69 do Regulamento Geral.

§ 1º O aluno que ob ver nota igual ou superior a 7,0 (sete) será aprovado.

§ 2º O aluno que ob ver nota inferior a 7,0 (sete) será reprovado.

§ 3º O aluno reprovado em disciplina opta va não estará obrigado a repe -la.

§ 4º Constarão no Histórico Escolar do aluno as notas ob das em todas as disciplinas cursadas.

Art. 30. Após o encerramento de uma disciplina no PPGF , fica estabelecido que o docente terá até 30 (trinta) dias para a entrega da nota final atribuída aos alunos matriculados na disciplina, conforme o §5º do Art. 70 do regulamento geral.

Art. 31. A verificação do desempenho acadêmico do aluno matriculado em elaboração de trabalho final, nos termos do Ar go 72 do Regulamento Geral, será feita pelo seu orientador ao final de cada período le vo regular do programa com atribuição dos seguintes conceitos:

I – excelente;

II – bom;

III – regular;

IV – insuficiente.

Parágrafo único. Caso o aluno obtenha conceito regular por duas vezes ou insuficiente uma vez, deverá ser desligado do programa.

CAPÍTULO VI DA DISSERTAÇÃO OU TESE E DA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE MESTRE OU DOUTOR

Art. 32. O(A) discente deverá ser aprovado(a) em exame de capacidade de leitura e interpretação em 1 (uma) língua estrangeira, no mestrado, e em 2 (duas) línguas estrangeiras, no doutorado, observado o Regulamento Geral.

§ 1º No mestrado, a língua estrangeira será o inglês.

§ 2º No doutorado, uma das línguas estrangeiras será o inglês, e a segunda poderá ser o espanhol, o francês ou o alemão.

§ 3º Os exames compreenderão prova escrita, oral ou ambas, elaborada por comissão designada pela Coordenação, ouvido o Colegiado, e serão realizados uma vez por período le vo.

§ 4º As datas dos exames serão fixadas pelo Colegiado.

§ 5º Os exames deverão ser realizados no prazo máximo de 12 (doze) meses, contado do ingresso no mestrado ou no doutorado.

§ 6º Será aprovado(a) o(a) discente que ob ver nota igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) em cada exame.

§ 7º O(A) discente reprovado(a) poderá repe r o exame dentro do prazo previsto no § 5º.

§ 8º Os exames realizados em outra ins tuição ou unidade acadêmica poderão ser aproveitados pelo PPGF a critério do Colegiado.

Art. 33. O Exame de Qualificação será obrigatório para discentes de doutorado.

§ 1º O Exame de Qualificação será elaborado por comissão designada pela Coordenação, ouvido o Colegiado, composta por, no mínimo, 3 (três) docentes do PPGF.

§ 2º O exame compreenderá 2 (duas) provas escritas: uma de Mecânica Quân ca e outra, escolhida pelo(a) discente, de Mecânica Esta s ca ou Eletromagne smo.

§ 3º As datas das provas serão fixadas pelo Colegiado.

§ 4º Será aprovado(a) o(a) discente que ob ver nota igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) em cada prova, sendo registrado no histórico escolar apenas o conceito.

§ 5º O exame deverá ser realizado no prazo máximo de 12 (doze) meses, contado do ingresso no doutorado.

§ 6º O(A) discente reprovado(a) poderá repe r o exame uma única vez, no prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias, contado da realização do primeiro exame.

Art. 34. O(A) discente deverá escolher orientador(a) entre os membros do corpo docente do PPGF até o final do primeiro período le vo do mestrado ou do segundo período le vo do doutorado, submetendo a indicação à aprovação do Colegiado.

§ 1º O(A) orientador(a), em comum acordo com o(a) discente, poderá indicar coorientador(a), cuja par cipação dependerá de aprovação do Colegiado.

§ 2º O(A) coorientador(a) deverá possuir tulo de doutor(a) em Física ou área afim e produção acadêmica compa vel com os critérios definidos em norma interna. PPGF.

§ 3º A par cipação como coorientador(a) não implica credenciamento no corpo docente do

§ 4º A solicitação de coorientação deverá ser apresentada ao Colegiado no prazo máximo de 12 (doze) meses, contado do início do mestrado, ou de 24 (vinte e quatro) meses, contado do início do doutorado.

§ 5º No início de cada quadriênio, o colegiado determinará o número máximo de orientandos que cada membro do corpo docente do PPGF poderá orientar simultaneamente, considerando tanto os níveis de mestrado quanto de doutorado.

§ 6º O(A) discente ou o(a) orientador(a) poderá solicitar mudança de orientação, mediante jus fica va e decisão do Colegiado.

Art. 35. O trabalho final será julgado por banca examinadora homologada pelo Colegiado, composta pelo(a) orientador(a) e por:

I - 3 (três) especialistas, no caso de dissertação, sendo pelo menos 1 (um) externo à UFPB e 1 (um) interno ao PPGF, além de 2 (dois) suplentes, sendo 1 (um) externo ao Programa; ou

II - 5 (cinco) especialistas, no caso de tese, sendo pelo menos 2 (dois) externos à UFPB e 1 (um) interno ao PPGF, além de 2 (dois) suplentes, sendo 1 (um) externo à UFPB.

§ 1º Cons tui requisito para a defesa de tese a publicação ou aceitação para publicação de, no mínimo, 1 (um) ar go relacionado à pesquisa, em periódico indexado com fator de impacto superior a 1,5 (um vírgula cinco).

§ 2º Cada ar go poderá ser u lizado para instruir apenas 1 (uma) solicitação de banca de doutorado.

§ 3º Os pré-requisitos para ser membro de uma banca examinadora são os mesmos exigidos para pertencer ao corpo docente do PPGF.

§ 4º O(A) orientador(a) presidirá a banca examinadora, sem direito a julgamento.

§ 5º O(A) coorientador(a), quando houver, poderá integrá-la sem direito a julgamento, hipótese em que a banca será acrescida de mais 1 (um) membro.

Art. 36. A dissertação ou a tese deverá observar as normas de apresentação definidas pelo PPGF e somente poderá ser defendida após o cumprimento dos seguintes requisitos:

I - para o mestrado, o disposto nos arts. 20, 21, 22 e 32; e

II - para o doutorado, o disposto nos arts. 20, 21, 22, 32, 33 e no § 1º do art. 35.

§ 1º No julgamento do trabalho final será atribuída uma das seguintes menções:

I - aprovado(a);

II - insuficiente; ou

III - reprovado(a).

§ 2º A menção insuficiente implicará prazo máximo de 90 (noventa) dias para a reelaboração e a nova apresentação da dissertação e de 180 (cento e oitenta) dias para a reelaboração e a nova apresentação da tese, observadas as recomendações da banca e o Regulamento Geral.

Art. 37. Para obter o tulo de mestre em Física, o(a) discente deverá cumprir os créditos e as a vidades acadêmicas previstos nos arts. 20 a 22, ser aprovado(a) no exame previsto no art. 32 e obter a menção aprovado(a) na defesa da dissertação.

Art. 38. Para obter o tulo de doutor em Física, o(a) discente deverá cumprir os créditos e as a vidades acadêmicas previstos nos arts. 20 a 22, ser aprovado(a) nos exames previstos nos arts. 32 e 33 e obter a menção aprovado(a) na defesa da tese.

Art. 39. A defesa da dissertação ou da tese será realizada em sessão pública.

Parágrafo único. A defesa poderá ser realizada por videoconferência ou por outro recurso tecnológico de transmissão de som e imagem em tempo real, observados os mesmos requisitos da defesa presencial e as adaptações operacionais necessárias.

Art. 40. A outorga do tulo e a expedição do diploma observarão o Regimento Geral da UFPB, o Regulamento Geral e as normas expedidas pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação.

CAPÍTULO VII DO DESLIGAMENTO E ABANDONO DO CURSO

Art. 41. Além das hipóteses previstas no Regulamento Geral, será desligado(a) do PPGF o(a) discente que:

I - não for aprovado(a) nos exames de capacidade de leitura e interpretação em língua estrangeira no prazo previsto no § 5º do art. 32;

II - no doutorado, não for aprovado(a) no Exame de Qualificação no prazo previsto no § 5º do art. 33;

III - for reprovado(a) na defesa da dissertação ou da tese; ou

IV - acumular 2 (duas) reprovações em componentes curriculares do Programa.

Parágrafo único. O aluno desligado do programa somente poderá voltar a se matricular novamente no PPFG, após aprovação em novo processo sele vo, decorrido o inters cio de desligamento de 2 (dois) anos para o mestrado e de 4 (quatro) anos para o doutorado.

CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 42. Para fins de melhor operacionalizar a execução do planejamento acadêmico do PPGF, após consulta ao Colegiado, a Coordenação do PPGF deverá dar ampla divulgação ao calendário escolar aprovado, contendo os prazos e os períodos definidos para a matrícula inicial, matrícula em disciplinas e a vidades acadêmicas, trancamento de matrícula em disciplinas e a vidades acadêmicas, interrupção de estudos, exames de suficiência em língua estrangeira ou disciplinas e demais a vidades acadêmicas, a critério do Colegiado.

Art. 43. O(A) discente regularmente matriculado(a) poderá optar pelo enquadramento neste Regulamento a par r do período le vo 2026.1, mediante solicitação formal.

Geral.

Art. 44. Os casos omissos serão decididos pelo Colegiado do PPGF, observado o Regulamento

ANEXO II da RESOLUÇÃO Nº 29/2026

I – DISCIPLINAS E ATIVIDADES ACADÊMICAS DA ESTRUTURA ACADÊMICA DO PROGRAMA As disciplinas e a vidades acadêmicas do Programa de Pós-Graduação em Física serão ofertadas de acordo com o estabelecido nos ar gos 21 e 22 do Regulamento do Programa. A – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DE DOMÍNIO CONEXO AOS NÍVEIS DE MESTRADO E DOUTORADO O aluno do PPGF deverá cumprir 12 créditos em disciplinas obrigatórias constantes do Quadro A, comuns aos níveis de Mestrado e Doutorado. Quadro A: Disciplinas Obrigatórias Nº IDENTIFICAÇÃO DAS NÚMERO DE CRÉDITOS DISCIPLINAS TEOR. PRÁT. TOTAL 1 2 3

Eletrodinâmica Clássica

I Mecânica Quân ca I Mecânica Esta s ca

CARGA HORÁRIA (*)

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL (**)

04

0

04

60

DF

04 04

0 0

04 04

60 60

DF DF

B – DISCIPLINAS OPTATIVAS COMUNS AOS CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO O aluno de mestrado deverá cumprir 08 créditos, e de doutorado 18 créditos, em disciplinas opta vas a serem escolhidas dentre aquelas constantes do Quadro B. Quadro B: Disciplinas Opta vas N IDENTIFICAÇÃO DAS NÚMERO DE CRÉDITOS º DISCIPLINAS TEOR. PRÁT. TOTAL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13

Teoria Clássica de Campos Teoria Quân ca de Campos I Teoria Quân ca de Campos II Teoria de Campos em Espaços Curvos Física das Par culas Elementares I Física das Par culas Elementares II Defeitos Topológicos I Defeitos Topológicos II Teoria de Grupos Eletrodinâmica Clássica

II Estado Sólido Teoria de Campos de Sistemas de Matéria Condensada Transições de Fase e

04

0

04

CARGA HORÁRIA (*) 60

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL (**)

04

0

04

60

DF

04

0

04

60

DF

04

0

04

60

DF

04

0

04

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DF

04

0

04

60

DF

04 04 04 04

0 0 0 0

04 04 04 04

60 60 60 60

DF DF DF DF

04 04

0 0

04 04

60 60

DF DF

04

0

04

60

DF

DF

14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

Fenômenos Crí cos Dinâmica Não-Linear e Caos Dinâmica Estocás ca Introdução à Dinâmica dos Fluídos Introdução à Física Biológica Métodos Computacionais em Física Teoria Quân ca de Muitos Corpos Física de Lasers Óp ca de Fourier Óp ca não Linear Introdução à Espectroscopia Óp ca Quân ca Interação MatériaRadiação Computação e Informação Quân ca Física Atômica Rela vidade Geral I Rela vidade Geral II Cosmologia Matemá ca

04

0

04

60

DF

04 04

0 0

04 04

60 60

DF DF

04

0

04

60

DF

04

0

04

60

DF

04

0

04

60

DF

04 04 04 04

0 0 0 0

04 04 04 04

60 60 60 60

DF DF DF DF

04 04

0 0

04 04

60 60

DF DF

04

0

04

60

DF

04 04 04 04

0 0 0 0

04 04 04 04

60 60 60 60

DF DF DF DF

04 04

60 60

DF DF

04 04 04

60 60 60

DF DF DF

04

60

DF

04

60

DF

04

60

DF

04

60

DF

04

60

DF

04

60

DF

04

60

DF

Quadro B: Disciplinas Opta vas (Con nuação) 31 Cosmologia Física 04 0 32 Métodos Geométricos 04 0 da Gravitação 33 Mecânica Quân ca II 04 0 34 Mecânica Avançada 04 0 35 Introdução as Teorias 04 0 Modificadas da Gravitação 36 Introdução ao 04 0 Magne smo na Matéria 37 Nanomagne smo e 04 0 Spintrônica 38 Introdução a Técnicas 04 0 de Luz Síncrotron 39 Técnicas Experimentais 04 0 em Matéria Condensada 40 Introdução à Filmes 04 0 Finos 41 Teoria dos Sistemas 04 0 Quân cos Abertos 42 Introdução à Física 04 0

43 44 45 46

Mesoscópica Tópicos Especiais de Física Contemporânea I Tópicos Especiais de Física Contemporânea II Tópicos Especiais de Física Contemporânea

III Tópicos Especiais de Física Contemporânea

IV 04

0

04

60

DF

04

0

04

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DF

04

0

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DF

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0

04

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DF

C – ATIVIDADE ACADÊMICA COMUM AOS CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO A a vidade acadêmica do Quadro C poderá ser realizada pelo aluno sob a supervisão e acompanhamento do seu orientador ou de um outro professor de sica em curso de graduação. O Estágio Docência é regulamentado pelo ar go 21 do Regulamento do PPGF, Art. 42 do Regulamento Geral e pela Resolução nº 26/99 do CONSEPE, com obrigatoriedade exigida aos alunos bolsistas da demanda social da Capes. Quadro C: A vidade Acadêmica N IDENTIFICAÇÃO DAS NÚMERO DE CRÉDITOS º DISCIPLINAS TEOR. PRÁT. TOTAL 1 2

CARGA HORÁRIA (*) 30 15

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL (**)

Estágio Docência 0 01-02 01-02 Ciclo de Colóquios de 1 0 1 Física Obs.: (*) DF – Departamento de Física do CCEN. (**) 1 crédito teórico = 15 horas-aula de a vidades teóricas de ensino 1 crédito prá co = 30 horas-aula de a vidades prá cas de ensino

DF DF

II – EMENTAS DAS DISCIPLINAS: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Eletrodinâmica Clássica I Equações de Maxwell; Eletrostá ca e Magnetostá ca; Problemas de Condições de Contorno; Dielétricos; Ondas Eletromagné cas Planas; Guias de Onda; Cavidades Ressonantes, Radiação e Antenas. Bibliografia: J.D. Jackson, Classical Electrodynamics. Johs Wilwy & Sons, Inc., New York , 1998.

Mecânica Quân ca I Conceitos fundamentais; Dinâmica Quân ca; Teoria do momento Angular; MecânicaQuân ca; Teoria de Perturbação Independente e Dependente do Tempo. Bibliografia: Sakurai, J.J., Modern Quantum Mechanics, Revised Edi on, Nouredine Ze li.,Quantum Mechanics:Concepts and Applica ons

Simetrias

na

Townsend, J. S., A Modern Approach to Quantum mechanics. Notas de Mecânica Quân ca de A.F.R. de Toledo Piza, Messiah, A., Quantum Mechanics, Merzbacher, E., Quantum Mechanics; Schiff,L., Quantum Mechanics. Mecânica Esta s ca Termodinâmica Elementar: breve revisão das leis da Termodinâmica; Mecânica Esta s ca Clássica:derivação da Termodinâmica, teorema da equipar ção, paradoxo de Gibbs e teorema H de Boltzmann;Ensembles da Mecânica Esta s ca Clássica de Equilíbrio; Ensembles e Distribuições da Mecânica Esta s ca Quân ca: postulados, terceira lei da Termodinâmica, gases ideais, distribuição de Gibbs e conceitos fundamentais; Propriedades Gerais da Função de Par ção; Gases ideais Quân cos: Férmions e Bósons; Condensação de Bose-Einstein; Sistemas com Interação e Métodos Aproxima vos; Tópicos Avançados de Mecânica Esta s ca de Equilíbrio: Teoria de transporte e equação de Boltzmann, modelo de Ising, superfluidos, relações de Onsager e fenômenos crí cos. Bibliografia: Reichl, L. E., A Modern Course in Sta s cal Physics (John Wiley & Sons). Pathria, R.K., Sta s cal Mechanics (Pergamon Press). DISCIPLINAS OPTATIVAS Mecânica Quân ca II Par culas Idên cas; Teoria do espalhamento; Mecânica Quân ca Rela vís ca. Bibliografia: Sakurai, J.J., Modern Quantum Mechanics, Revised Edi on. Townsend, J. S., A Modern Approach to Quantum mechanics. Nouredine Ze li.,Quantum Mechanics:Concepts and Applica ons. Sakurai, J.J. Advanced Quantum Mechanics. F. Gross, Rela vis c Quantum Mechanics and Field Theory. Scadron, M. S., Advanced Quantum Theory. Teoria Clássica de Campos Campos Rela vís cos; Campos Escalares Reais e Complexos; Campos Vetoriais; Campos de Dirac. Bibliografia: N.N. Bogoliubov & D.V. Shirkov: Introduc on to the Theory of Quan zed Fields, J.Wiley, New York, 1980, J.D. Bjorken & S.D. Drell: Rela vis c Quantum Mechanics, McGraw-Hill, New York, 1964,F. Gross, Rela vis c Quantum Mechanics and Field Theory.M. Barut, Electrodinamics and classical theory of fields and par cles, Dover, 1964. Classical Field Theories, Bertrand Berche & Ernesto Medina, Editora Springer, 2025 Teoria Quân ca de Campos I Formulação Lagrangeana em Teoria de Campos; Campo de Klein-Gordon; Campo Eletromagné co; Campo de Dirac; Simetrias: C, P e T; Matriz S, Diagramas de Feynman e Regras da QED. Aplicações: Espalhamento Compton, Moller, Bhabha, Produção de pares (1 + 1 - ) via e + e - , Bremstrahlung. Bibliografia:

Ma hew D. Schwartz, quantum Field Theory and the Standard model, Cambridge. S. Weinberg, “The Quantum Theory of Fields”, vol.

I M.E. Peskin and D.V. Schroeder, “An Introduc on to Quantum Field Theory” F. Mandl and G. Shaw, “Quantum Field Theory” Teoria Quân ca de Campos II Métodos funcionais em teoria quân ca do campo; Regularização e renormalizacão; Grupo de renormalizacão; Invariância de gauge não-abeliana; Quan zação de teorias não-abelianas. Bibliografia: Ma hew D. Schwartz, quantum Field Theory and the Standard model, Cambridge. S. Weinberg, “The Quantum Theory of Fields”, vol. II. M. E. Peskin and D. V. Schroeder, An Introduc on to Quantum Field Theory.

L. S. Brown, Quantum Field Theory. Teoria de Campos em Espaços Curvos Tensores: Revisão de Conceitos Básicos; Densidade Lagrangeana para Campos Escalares: Equação de Klein-Gordon; Densidade Lagrangeana para um Campo Vetorial: Equação de Maxwell. Bibliografia: Moshe Carmeli, Classical Fields: General Rela vity and Gravita on, John Wiley & Sons N. D. Birrell e P. C. W. Davies, Quantum fields in curved space, Cambridge University Press, 1999. A. A. Grib, S. G. Mamayev e V. M. Mostepanenko, Vacuum Quantum Effects in Strong Fields, Friedmann Laboratory Publishing, St. Petersburg, 1994. Física das Par culas Elementares I Introdução; Invariância de Gauge; Modelo de Glashow-Weinberg-Salam para Força eletrofraca;Cromodinâmica Quân ca(QCD). Bibliografia:

C. Quigg, “Gauge Theories of the Strong, Weak and Electromagne c Interac ons” (Benjamin/Cummings) ,

I. J. R. Aitchison e A. J. G. Hey, “Gauge Theories in Par cle Physics” (Adam Hilger) , Ta-Pei Cheng and Ling-Fong Li, gauge theory of elementary par cle physics(Oxford science publica ons). F. E. Close, “An Introduc on to quarks and Partons” (Academic Press) F. Halzen and A. D. Mar n, “Quarks and Leptons: an introductory course in modern par cle physics” (Wiley, 1984) Física das Par culas Elementares II Revisão do modelo de Glashow-Weinberg-Salam(Modelo padrão); Extensões de gauge do modelo Padrão. Bibliografia: R. N. Mohapatra, Unifica on and supersymmetry: The fron ers of quark-lepton physics (Springer). Ta-Pei Cheng and Ling-Fong Li, gauge theory of elementary par cle physics(Oxford science publica ons).

C. Quigg, “Gauge Theories of the Strong, Weak and Electromagne c Interac ons” (Benjamin/Cummings) Defeitos Topológicos I Alguns campos fundamentais; Interação entre campos; Simetrias; Modelos de um campo escalar real; Modelos de vários campos escalares reais. Bibliografia: R. Rajaraman, Solitons and Instantons (North-Holland, 1982).

C. Rebbi and G. Soliani, Solitons and Par cles (World Scien fic, 1984) S. Coleman, Aspects of Symmetry (Cambridge, 1985). A. Vilenkin and P. Shellard, Cosmic Strings (Cambridge, 1994). N. Manton and P. Sutcliffe, Topological Solitons (Cambridge, 2004). D. Bazeia, Campos Escalares em Ação, (Tese/Titular, UFPB, 2005). Defeitos Topológicos II Quebra espontânea de simetria con nua; Defeitos do magné co; Skyrmions.

po vór ces; Defeitos do

po monopólio

Bibliografia: R. Rajaraman, Solitons and Instantons (North-Holland, 1982).

C. Rebbi and G. Soliani, Solitons and Par cles (World Scien fic, 1984). S. Coleman, Aspects of Symmetry (Cambridge, 1985). A. Vilenkin and E. Shellard, Cosmic Strings (Cambridge, 1994). N. Manton and P. Sutcliffe, Topological Solitons (Cambridge, 2004). Teoria de grupos Introdução; Algumas propriedades dos grupos; Simetrias, representação de grupos e mul pletos de par culas; O grupo simétrico e par culas idên cas; SU(2), SU(3) e SU(N); Tabela de Young e simetria unitária. Bibliografia: Hamermesh, M., Group Theory, Addison-Wesley Inc. Lichtenberg, D.B, Unitary Symmetry and elementary par cles, Academic Press. Georgi, H, Lie algebras in par cle Physics, Fron ers in Physics. Jones, H.F, Groups, Representa ons and Physics, Ins tute of Physics Publishing. Eletrodinâmica Clássica II Difração; Teoria de Rela vidade Restrita; Covariante da Eletrodinâmica; Radiação de Cargas Aceleradas; Campos Mul polos; Campo Próprio de uma Par cula Carregada; Amortecimento de Radiação e Espalhamento; Absorção por Sistemas Ligados. Bibliografia: J.D. Jackson, Classical Elestrody Bassics, Johs Wiley, Son, Inc., New York,1998.

Estado Sólido Estruturas periódicas; Vibrações de rede; Fónons: propriedades térmicas; Gás de elétrons livres; Interação elétron-elétron; Dinâmica de elétrons; Propriedades ó cas magné cas e elétricas; Supercondu vidade. Bibliografia: Ziman, J.M., Principle of the Theory of Solids, (Cambridge University Press). Ku el, C., Quantum Theory of Solids, (J.Wiley & Sons Inc). Teoria de Campos de Sistemas de Matéria Condensada

Modelos Sigma; Termos topológicos e Liquidos de Spin; Teoria de Chern-Simons e estados de Spin quiral; Anyons; Supercondu vidade Anyônica; Topologia e Efeito Hall Quân co; Efeito HallFracionário. Bibliografia: E. Fradkin Field. Theories of Condensed Ma er Systems, Addison-Wesley Publishing Company-1991. Transição de Fase e Fenômenos Crí cos Breve revisão de mecânica esta s ca e termodinâmica; Teoria de campo médio; Matriz de transferência; Expansão em série; Simulação Monte-Carlo; Grupo de Renormalização; Universalidade. Bibliografia: Yeomans, J.M., Sta s cal Mechanics of Phase Transi ons (Oxford Science Publica ons). Binney, J.J., Dowrick, N.J., Fisher, A.J. e Newman, M.E.J., The Theory of Cri cal Phenomena (Oxford Science Publica ons). Stanley, H.E., Introduc on to Phase Transi ons and Cri cal Phenomena (Oxford Science Publica ons). Dinâmica não-Linear e Caos Universalidade de caos; Fluxos unidimensionais e bidimensionais; Plano de Fases; Ciclos limites; Bifurcações; Estados tridimensionais e caos; Equações de Lorenz; Mapas intera vos; Fractais; Atratores estranhos; Formação de padrões e caos espaço-temporais; Complexidade. Bibliografia: Nonlinear Dynamics and Chaos: With Applica ons to Physics, Biology, Chemistry and Engineering (S. Strogatz);Chaos and Nonlinear Dynamics (R. Hilborn) Dinâmica Estocás ca Equação de Langevin; Processos de Markov; Equações diferenciais estocás cas e cálculo de Ito; Equação de Fokker-Planck; Métodos aproxima vos para processos difusivos; Equação Mestra; Sistemas espacialmente distribuídos. Bibliografia: Gardiner, C.W., Handbook of Stochas c Methods (Spring Verlag).Tomé, T. e de Oliveira, M. J., Dinâmica Estocás ca e Irreversibilidade (Edusp). Introdução à Dinâmica dos Fluidos Propriedades Físicas dos Fluidos; Cinemá ca do Campo de Fluxo; Equações de movimento do Fluido; Fluxo de fluidos viscosos e incompressíveis; Fluidos em no limite grandes números de Reynolds; Teoria dos Fluxos irrotacionais e aplicações; Fluxos de fluidos com vor cidade. Bibliografia: G. K. Batchelor. An introduc on to Fluid Dynamics, Cambridge University Press, 2000. Introdução à Física Biológica As células e seus componentes; Difusão, caminhada aleatória e dissipação em biologia; Entropia e energia livre; Reações químicas; Cooperação em macromoléculas; Enzimas e maquinário molecular; Membranas biológicas. Bibliografia: Nelson, P., Biological Physics: enegy, informa on, life (W. H. Freeman). Métodos Computacionais em Física Erros numéricos; Diferenciação numérica; Equações não-lineares e raízes de polinômios;

Interpolação, extrapolação e ajuste de dados; Integração numérica; Resolução numérica de equações diferenciais; Método de Monte-Carlo; Autômatos celulares. Bibliografia: Hjorth-Jensen, M., Computa onal Physics (University of Oslo). Teoria Quân ca de Muitos Corpos Teoria Quân ca de Sistemas de Muitas Par culas a Temperatura Finita; Funções de Green; Teorema de Wick; Equação de Dyson e Teorias de Perturbações Diagramá ca; Métodos Não Perturba vos; Propriedades Termodinâmicas e o Limite T-0; Resposta Linear e Excitações Cole vas; Tópicos Selecionados tais como: Superfluidez e Supercondu vidade; Localização de Anderson e SistemasDesordenados; Efeito Hall Quân co e Sistemas de Baixa Dimensionalidade; Férmions Pesados;Modelos de Hubbard e Sistemas de Elétrons Fortemente Correlacionados; Magne smo; Cristais Líquidos; Polímeros. Bibliografia: J.W. Negele e H.Orland , "Quantum Many-Par cle Systems" , Addison - Wesley, 1988. A.L.Fe er, J. D. Waleska , "Quantum Theory of Many-Par cles Systems ", Mc Graw Hill, Boston, 1971. Física de Lasers Interação materia – radiação; Equações de taxa e meios de ganho; Cavidades Óp cas e Ressonâncias; Os Feixes Gaussianos; Oscilação Laser; Tipos de lasers; Lasers Semicondutores; Sistemas de controle de parâmetros de Lasers Semicondutores; Sistemas de estabilização de frequência de Lasers Semicondutores. Bibliografia: Peter W. Milonni e Joseph H. Eberly, Laser Physics, John Wiley & Sons (2008). ISBN: 780470387719 A.E. Siegman, Lasers, University Science Books (1986). ISBN 978-0935702118; A. Yariv, Quantum Electronics, John Wiley & Sons, 3a Ed. (1991). ISBN 978-0471609971. Óp ca de Fourier Análise de sistemas lineares bidimensionais; As bases da teoria de difração escalar; Difração de Fresnel e Fraunhofer; Transformadas de Fourier e propriedades de imagens de lentes; Análise de frequência de sistemas óp cos e produção de imagens; Filtragem espacial e processamento de informação óp ca; Produção de imagem por reconstrução de frentes de onda, ou holografia; Holografia digital e ferramentas computacionais de reconstrução de imagem. Bibliografia: Goodman, Joseph W., Introduc on to Fourier Op cs, Roberts and Company Publishers (2004). ISBN 9780974707723. Kedar Khare, Mansi Butola e Sunaína Rajora, Fourier Op cs and Computa onal Imaging, Springer (2023). ISBN 9783031183522. Klein, Miles V., and Furtak, Thomas E., Op cs (John Willey & Sons, Singapure, 1986). Hecht, Eugene, Op cs (Addison-Wesley, Massachuse s, 1987). Óp ca não-Linear Teoria Eletromagné ca; Propagação de raios e feixes de luz; Propagação de luz em fibras óp cas; Cavidades Ressonantes; Interação da radiação com sistemas atômicos; Bibliografia:

Yariv, A. Op cal Electronics, 4a ed. (Saunders, 1991). Mills, D. L. Nonlinear Op cs - Basic Concepts, 2a ed. (Springer, Berlin, 1998). Introdução à Espectroscopia Generalidades sobre a radiação e sistemas atômicos; A emissão espontânea de radiação; Absorção e emissão es mulada da radiação; Medida dos tempos de vida radia va dos átomos e moléculas; Instrumentação para espectroscopia; Absorção Doppler e espectroscopia de fluorescência com lasers; Espectroscopia não-linear; Alguns tópicos de espectroscopia atômica. Bibliografia: W. Demtröder, "Laser spectroscopy", 2nd Edi on, Springer (1996). A. Corney, "Atomic and Laser Spectroscopy", Oxford University Press (1977). A. Yariv, "Quantum Electronics", John Wiley & Sons, 3rd Edi on (1989). Óp ca Quân ca Processos óp cos simples; Coeficientes de Einstein; Teoria da luz estocás ca e coerente; Estados do campo de radiação quan zado; Propriedades dos estados coerentes; Representação coerente; Teoria do Laser. Bibliografia: London, R., The Quantum Theory of Light - (Clarendo Press); Nussenzweig, H.M., Introduc on to Quantum Op cs - (Gordon and Breack Inc). Interação Materia-Radiação Hamiltoniano de interação entre um campo clássico e um átomo quân co; Formalismo de Matriz densidade; Suscep bilidade elétrica e propriedades óp cas; Equações de Bloch óp cas; Aplicação ao sistema de dois níveis; Formas de linha e mecanismos de alargamento; Técnicas experimentais para obtenção de espectros livres de alargamento Doppler; Lasers, sistemas de controle de lasers, sistemas de detecção de sinais e tratamento de sinais; Ação mecânica da luz e armadilhas atômicas; Interação coerente entre matéria e radiação; Efeitos da quan zação do campo luminoso sobre sistemas atômicos. Bibliografia: John Weiner e P.-T. Ho, Light—Ma er Interac on: Fundamentals and Applica ons, John Wiley & sons (2003). ISBN:9780471253778. Peter van der Straten e Harold Metcalf, Atoms and Molecules Interac ng with Light: Atomic Physics for the Laser Era, Cambridge University Press (2016). ISBN: 9781316106242. Gilbert Grynberg, Alain Aspect e Claude Fabre, Introduc on to Quantum Op cs: From the Semi-classical Approach to Quan zed Light, Cambridge University Press (2016). ISBN: 9780521551120. Dieter Suter, The Physics of Laser-Atom Interac ons, Cambridge University Press, ISBN 9780511524172. Computação e Informação Quân ca Axiomas quân cos do ponto de vista computacional; Revisão de operadores densidade e esfera de Bloch; Entrelaçamento quân co e não-localidade. Desigualdades de Bell; Representação de Schmidt eTeorema GHJW; Estados e Medidas de Bell. Codificação Superdensa. Teletransporte; Criptografia quân ca; Formalismo de Operações Quân cas: representação de Kraus, medidas generalizadas,exemplos de canais quân cos; Descoerência e equações mestre; Noções da teoria de códigos decorreção de erro quân cos; Elementos da Teoria da Informação clássica: Entropia de Shannon;Teoremas de Shannon para compressão de informação e para a capacidade de canais

clássicos;Informação quân ca: Entropia de von Neumann; Teorema de descompressão de Schumacher; Limite de Holevo e informação acessível; Teorema de Holevo-Schumacher-Westmoreland para a capacidade clássica de canais quân cos; Manipulação de Entrelaçamento; Quan ficação de entrelaçamento; Repe dores quân cos. Bibliografia: M.A. Nielsen and I.L. Chuang, Quantum computa on and quantum informa on. Cambridge University Press (2000). J. Preskill, Notas de aula do curso "Quantum Informa on Theory" oferecido no Caltech (1997-1999), disponíveis online em h p://www.theory.caltech.edu/~preskill/ph219/ e h p://www.theory.caltech.edu/%7Epreskill/ph219/. D. Jonathan and G.Mitchison, Quantum Informa on Physics. Notas de aula de curso oferecido na Cambridge University (2001). Física Atômica O átomo de Hidrogênio; O átomo de Hélio; Átomos alcalinos; Acoplamento spin-órbita; Estrutura hyperfina e isotópica; Espectroscopia sem efeito Doppler; Análise de espectro experimental exibindo estrutura hiperfina; Interação de átomos com campos externos; Moléculas di- e poli-atômicas; Esfriamento a aprisionamento de átomos; Esfriamento evapora vo e condensado de Bose Einstein; Interferometria atômica; Introdução à computação quân ca. Bibliografia: Christoffer Foot, Atomic Physics, Oxford University Press ( 2005), ISBN: 978-0198506959. Hermann Haken, Hans Christoph e William D. Brewer The Physics of Atoms and Quanta: Introduc on to Experiments and Theory, Springer (2005) ISBN 9783540208075. B. Bransden e C. Joachain, Physics of Atoms and Molecules, Dorling Kindersley Pvt Ltd, Second Edi on (2006), ISBN 978-8177582796. Rela vidade Geral I Análise tensorial; Os princípios da rela vidade geral; As equações do campo gravitacional; O tensor momento-energia; O limite Newtoniano; A solução de Schwarzschild; Os testes experimentais da rela vidade geral; Buracos negros está cos. Bibliografia: CARROLL, Sean M. Space me and Geometry: An Introduc on to General Rela vity. Cambridge: Cambridge University Press, 2019. D’INVERNO, R.; VICKERS, J. Introducing Einstein’s Rela vity. 2. ed. New York: Oxford University Press, 2022. MISNER, Charles W; THORNE, Kip S; WHEELER, John Archibald. Gravita on. San Francisco: W. H. Freeman and Company, 1973. WALD, Robert M. General rela vity. Chicago: The University of Chicago Press, 1984. WEINBERG, Steven. Gravita on and cosmology: principles and applica ons of the general theory of rela vity. New York: John Wiley & Sons, 1972. WILL, Clifford M. Theory and experiment in gravita onal physics. Cambridge: Cambridge University Press, 1981. Rela vidade Geral II Extensão maximal e compac ficação conforme; A solução de Kerr; Os princípios variacionais da rela vidade geral; A estrutura das equações de campo; Ondas gravitacionais; Teorias alterna vas da gravitação.

Bibliografia: CARROLL, Sean M. Space me and Geometry: An Introduc on to General Rela vity (p. 389). Cambridge University Press. Edição do Kindle. D’INVERNO, R.; VICKERS, J. Introducing Einstein’s Rela vity. 2. ed. New York: Oxford University Press, 2022. MISNER, Charles W; THORNE, Kip S; WHEELER, John Archibald. Gravita on. San Francisco: W. H. Freeman and Company, 1973. WALD, Robert M. General rela vity. Chicago: The University of Chicago Press, 1984. WEINBERG, Steven. Gravita on and cosmology: principles and applica ons of the general theory of rela vity. New York: John Wiley & Sons, 1972. MAGGIORE, M. Gravita onal Waves: Theory and Experiments. New York: Oxford University Press, 2008. STEPHANI, Hans; KRAMER, Dietrich; MACCALLUM, Malcolm; HOENSELAERS, Cornelius; HERLT, Eduard. Exact Solu ons of Einstein's Field Equa ons. Cambridge: Cambridge University Press, 2003. WILL, Clifford M. Theory and experiment in gravita onal physics. Cambridge: Cambridge University Press, 1981. Cosmologia Matemá ca Formas Diferenciais; Hidrodinâmica Rela vista; Parâmetros Cinemá cos; Modelos de FriedmanRobertson-Walker; Singularidades do Espaço-Tempo; Universos Homogêneos; Colapso Gravitacional e Buracos negros. Bibliografia: ISLAM, Jamal Nazrul. Introduc on to Mathema cal Cosmology. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2001. HAWKING, S.W; ELLIS, G.F.R. The large-scale structure of space- me. Cambridge: Cambridge University Press, 1973. ELLIS, G.; MACCALLUM, M.; MAARTENS, R. Rela vis c Cosmology. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. D’INVERNO, R.; VICKERS, J. Introducing Einstein’s Rela vity. 2. ed. New York: Oxford University Press, 2022. RYDEN, B. Introduc on to Cosmology. 2. ed. New York: Cambridge University Press, 2017. Cosmologia Física O Modelo Padrão Cosmológico; O Princípio de Mach e o Princípio Cosmológico; O Universo em Expansão: Bases Observacionais; A Radiação Cósmica de Fundo; Modelos Inflacionários; Matéria Escura; Medidas da Distribuição de Galáxias; Es ma vas do Parâmetro Densidade; Dispersão da Velocidade Rela va de Galáxias e o Grupo Local; Formação de Estruturas; Testes Cosmológicos e o Universo Primi vo; A Constante Cosmológica; Energia Escura; Anisotropias na Radiação de Microondas; Lentes Gravitacionais; Cosmologias Alterna vas. Bibliografia: DODELSON, Sco . Modern Cosmology. Amsterdam: Academic Press, 2003. KOLB, Edward; TURNER, Michael. The Early Universe. Redwood City: Addison-Wesley, 1988. MUKHANOV, Viatcheslav, Physical Founda ons of Cosmology. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. PEEBLES, P. J. E. Principles of physical Cosmology. Princeton: Princeton University Press, 1993. WEINBERG, S. Cosmology. Oxford: Oxford University Press, 2008. Métodos Geométricos da Gravitação

Formas Diferenciais e Formalismo de Referenciais Móveis; Geometria Conforme; Geometria Complexa; Métrica e Topologia de Variedades de Kahler; Cohomologia de De rham; Grupos de Homotopia e Holonomia; Cálculo variacional e Funcionais de Hilbert; Spinores e Álgebra de Clifford; Causalidade e Topologia do Espaço-Tempo. Bibliografia: SCHUTZ, Bernard F. Geometrical methods of mathema cal physics. Cambridge: London, 1980. NAKAHARA, Mikio. Geometry, Topology and Physics. Bristol: Ins tute of Physics Publishing, 1990. KOBAYASHi, Shoshichi; NOMIZU, Katsumi. Founda ons of differen al geometry. New York: WileyInterscience, 1996. v. 1 e 2. NOVIKOV, S. P.; TAIMANOV, I. A. Modern Geometric Structure and Fields. Providence: Americam Mathema cal society, 2006. Mecânica Avançada Grupo de Galileu e equações de Newton; Exemplos de Sistemas Mecânicos; Princípio variacional; Equações de Lagrange, vínculos holonômicos; Teorema de Noether; Variações virtuais e o princípio de D'Alembert; Linearização de Sistemas Langranianos e pequenas oscilações; Mecânica do con nuo; Deformação dos corpos; Princípio da tensão de Gauchi e relações cons tu vas. Bibliografia Arnold, Mathema cal Methodos of Classical Mechanics - Vol. I ; Trusdell,C., A First Course in Ra onal Mechanics. Introdução as Teorias Modificadas da Gravitação Revisão de Rela vidade Geral; Os problemas na quan zacão da Rela vidade Geral e o problema da matéria e energia escuras; Algumas generalizações da ação de Einstein-Hilbert:teorema de LanczosLovelock; Teorias com invariantes geométricos de ordens superiores e altas derivadas, teoria de Starobinsky (R2 ); Teorias f(R) e escalar-tensoriais; Teorias modificadas da gravitação por um termo po Chern-Simons em 4D e algumas soluções exatas; Teoria da gravitacão modificada de Gauss-Bonnet; Teorias modificadas da gravitação com dimensões extras; compac ficação de Kaluza-Klein; soluções de branas de Randall-Sundrum; Teoria modificada da gravitação de Horava-Lifshitz e algumas soluções exatas; Teorias modificadas da gravitação com quebra espontânea da simetria local de Lorentz ; Teorias modificadas da gravitação não-locais; Algumas teorias modificadas da gravitação no formalismo métrico-afim (Pala ni); Teorias de supergravidade mínima. Bibliografia: A. Petrov; J. R. Nascimento; P. Porfirio. Introduc on to modified gravity. Springer Nature; 2023 Nov 16. S. Chandrasekhar. The mathema cal theory of black holes. Vol. 69. Oxford University Press, 1998. Olmo, Gonzalo J., and P. J. Por rio. "Comment on" A comment on metric vs metric-affine gra-vity"." arXiv preprint arXiv:2301.02016 (2023). A. De Felice and S. Tsujikawa. "f (R) theories." Living Reviews in Rela vity 13, no. 1 (2010): 1-161. R. Jackiw and S-Y. Pi. "Chern-Simons modifica on of general rela vity." Physical Review D 68, no. 10 (2003): 104012. - S. Nojiri and Sergei D. Odintsov. "Introduc on to modified gravity and gravita onal alterna ve for dark energy." Interna onal Journal of Geometric Methods in Modern Physics 4.01 (2007): 115- 145. Introdução ao Magne smo na Matéria Indução magné ca, campo H e magne zação; Momentos magné cos; Diamagne smo, Paramagne smo, Ferromagne smo, An ferromagne smo e Ferrimagne smo; Interações de troca, spinórbita e Zeeman; Teoria de Weiss; Modelo de Stoner; Anisotropias magné cas; Histerese, domínios e

paredes de domínios; Técnicas de magnetometria e imageamento; Par culas e materiais nanoestruturados; Super cies, interfaces e filmes. Bibliografia: Coey, J. M. D., “Magne sm and Magne c Materials”, Cambridge University Press (2010). Cullity, B. D. e Graham, C. D., “Introduc on to Magne c Materials”, 2nd Edi on, IEEE Press (2009). Guimarães, A. P., “Magne smo e Ressonância Magné ca em Sólidos”, Editora da Universidade de São Paulo (2009). Stöhr, J. e Siegmann, H. C., “Magne sm From Fundamentals to Nanoscale Dynamics”, Springer (2006). Nanomagne smo e Spintrônica Domínios magné cos; Magne smo de pequenas par culas; Filmes finos e mul camadas; Magnetotransporte e correntes de spin; Gravação magné ca; Efeito Hall de Spin; Efeitos termomagné cos; Magnons; Bibliografia: Guimarães, A. P., “Principles of Nanomagne sm” 2nd Edi on, Springer (2017). Stöhr, J. e Siegmann, H. C., “Magne sm From Fundamentals to Nanoscale Dynamics”, Springer (2006). Rezende, S. M., “Fundamentals of Magnonics”, Springer (2020). Krishnan, K. M., “Fundamentals and Applica ons of Magne c Materials”, Oxford University Press (2016). Hubert, A. e Schäfer, R., “Magne c domains: the analysis of magne c microstructures”, Springer (1998). Introdução a Técnicas de Luz Síncrotron Interação da radiação eletromagné ca com a matéria; Produção de radiação síncrotron; Linhas de Luz; Técnicas de espalhamento e difração de raios-X; Espectroscopias de raios-X, fluorescência e fotoemissão de elétrons; Técnicas de imageamento e tomografia com raios-X. Bibliografia: Willmo , P., “An Introduc on to Synchrotron Radia on: Techniques and Applica ons”, Wiley (2011). Als-Nielsen, J., e McMorrow, D., “Elements of Modern X-Ray Physics”, Wiley (2001). Mobilio, S., Boscherini, F. e Meneguini, C., “Synchrotron Radia on: Basics, Methods and Applica ons”, Springer (2015). Técnicas Experimentais em Matéria Condensada Síntese de materiais; Propriedades periódicas da matéria; Determinação de estruturas cristalinas por difração de raios x; Criogenia; Técnicas de vácuo; Medidas de transporte elétrico; Medidas de calor específico, transporte térmico e transições de fases; Técnicas de magnetometria; Propriedades supercondutoras da matéria; Propriedades óp cas; Técnicas espectroscópicas (ressonância nuclear magné ca, ressonância eletrônica paramagné ca e ferromagné ca, efeito Mössbauer e absorção de raios-X); Microscopias eletrônicas e de varredura com ponta. Bibliografia: Ki el, C., “Introduc on to Solid State Physics”, 8th ed., Wiley (2004). Ibach, H. e Luth, H., “Solid-State Physics: An Introduc on to Principles of Materials Science”, 4 th ed., Springer (2009). Oliveira, I. S., De-Jesus, V. L. B., “Introdução à Física do Estado Sólido”, 2ª ed. Livraria da Física (2011). Introdução a Filmes Finos Termodinâmica e ciné ca de super cies; Técnicas de ultra-alto vácuo; Técnicas de fabricação de filmes finos (pulverização catódica, epitaxia por feixe molecular, deposição por ablação à laser, eletrodeposição); Microestrutura de filmes finos; Epitaxia; Textura, rugosidade e estresse residual; Filmes policristalinos; Técnicas de caracterização de filmes finos. Bibliografia:

Freund, L. B. e Suresh, S., “Thin Film Materials: Stress, Defect Forma on and Surface Evolu on”, Cambridge University Press (2010). Ibach, H., “Physics of Surfaces and Interfaces”, Springer (2006). Venables, J. A., “Introduc on to Surface and Thin Film Processes”, Cambridge University Press (2000). Birkholz, M., “Thin Film Analysis by X-Ray Sca ering”, Wiley-VCH (2006). Teoria dos Sistemas Quân cos Abertos Revisão de Mecânica Quân ca de Sistemas Fechados; Operador Densidade; Sistemas Compostos, Dinâmica de Sistemas Abertos; Mapas Quân cos; Equação de Lindblad; Método da Vetorização e o Super Operador Liouvilliano; Sistemas Quân cos de Muitos Corpos. Bibliografia: Breuer, Heinz-Peter, and Francesco Petruccione. The Theory of Open Quantum Systems. Oxford: Oxford University Press, 2002. ISBN: 978-0199213900. Vacchini, Bassano. Open Quantum Systems: Founda ons and Theory. Springer, 2024. ISBN: 9783031582172. Introdução à Física MesoscópicaEstudo dos fenômenos quân cos de transporte em sistemas mesoscópicos. Conceitos de coerência e interferência eletrônica. Formalismos de Landauer-Bü ker e funções de Green fora do equilíbrio (NEGF). Condutância quan zada, flutuações universais e localização fraca. Efeitos de desordem e de interação: Coulomb blockade, ruído de disparo e efeito Kondo. Proximidade supercondutora e transporte em sistemas híbridos. Aplicações em nanodisposi vos, grafeno e materiais topológicos. Bibliografia: Y. Imry – Introduc on to Mesoscopic Physics (Oxford Univ. Press) S. Da a – Electronic Transport in Mesoscopic Systems (Cambridge Univ. Press) Y. V. Nazarov & Y. M. Blanter – Quantum Transport: Introduc on to Nanoscience (Cambridge Univ. Press) E. Akkermans & G. Montambaux – Mesoscopic Physics of Electrons and Photons (Cambridge Univ. Press) D. K. Ferry, S. M. Goodnick & J. Bird – Transport in Nanostructures (Cambridge Univ. Press) H. Grabert & M. H. Devoret (eds.) – Single Charge Tunneling: Coulomb Blockade Phenomena in Nanostructures (Springer) Tópicos Especiais de Física Contemporânea I Conteúdo variável. Tópicos Especiais de Física Contemporânea II Conteúdo variável. Tópicos Especiais de Física Contemporânea III Conteúdo variável. Tópicos Especiais de Física Contemporânea IV Conteúdo variável.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 16/06/2026 RESOLUÇÃO Nº 29/2026 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 24/07/2026 10:03 ) TEREZINHA DOMICIANO DANTAS MARTINS REITOR(A) 338087

Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 29, ano: 2026, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 24/07/2026 e o código de verificação: aaf62701c8