N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 23/2024
Revoga a Resolução CONSEPE nº. 49/2017 aprova e dá nova redação ao Regulamento e à Estrutura Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Gestão nas Organizações Aprendentes, sob a responsabilidade do Centro de Educação.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (17)
- REVOGA (total) · sugestão
Res. CONSEPE 49/2017 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteiraefeito desde 2024não aplicada à vigência (registro do SIGRH não confirmado pelo texto) fonte: SIGRH (observação) · confiança média
16 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaPortaria CAPES 17/2009 em: Anexo I, art. 52“§1º. Entende-se por Trabalho Final a Dissertação, o Relatório Técnico Aplicado, o protótipo, a Patente, bem como outros tipo de trabalho final inovadores, previstos no §3º. da Portaria...”
- cita
- citaPortaria CNPQ 85/2011 em: Anexo I, art. 55“ter apresentado declaração na qual afirme ter observado, para elaboração do trabalho final, as diretrizes do Relatório da Comissão de Integridade de Pesquisa do CNPq, instituída pela Portaria...”
- citaDecreto-Lei 1.044/1969 em: Anexo I, art. 38“aos(às) alunos(as) em condição física incompatível com a frequência às aulas e atividades programadas, como disposto no Decreto-Lei Nº. 1.044, de 2 de outubro de 1969, desde que por período que...”
- citaLei 6.202/1975 em: Anexo I, art. 38“à aluna gestante, por quatro meses a partir do oitavo mês de gestação ou a critério médico, como disposto na Lei Nº. 6.202, de 17 de abril de 1975;”
- cita
- cita
- citaRes. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 1º“o Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB, aprovado pela Resolução n° 79/2013 do Consepe, e alterações, doravante denominado também Regulamento Geral;”
- citaRes. CONSEPE 79/2013 em: Anexo I, art. 44“§2º. O cálculo das médias será expresso pelo Coeficiente de Rendimento Acadêmico – CRA, adotando-se os procedimentos previstos no art. 66, §2 do Regulamento Geral (Resolução Consepe nº. 79/2013,...”
- cita
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 13“Parágrafo único. As competências da Secretaria são as constantes do Regimento Geral da UFPB.”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 23“Art. 23. O corpo discente, constituído por todos(as) os(as) alunos(as) matriculados(as) no Programa, classificados(as) como regular e especial, deverá comportar-se considerando os direitos e...”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 25“Art. 25. Cada membro do corpo discente regular terá as seguintes obrigações, além dos deveres previstos pelo Regimento Geral da UFPB:”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 26“Art. 26. Alunos(as) especiais são aqueles matriculados apenas em disciplinas isoladas, de acordo com o art. 170 do Regimento Geral da UFPB.”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 51“Art. 51. Além dos casos previstos no Regimento Geral da UFPB, será desligado do Programa o(a) aluno(a) que:”
- citaRegimento Geral da UFPB em: Anexo I, art. 63“Art. 63. Para a outorga do grau respectivo, deverá o(a) aluno(a), dentro do prazo regimental, ter satisfeito as exigências do Regimento Geral da UFPB, do Regulamento Geral dos programas de...”
Por dispositivo desta norma
- norma inteira→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 49/2017 (sugestão)
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 197 em comumRes. CONSUNI 14/2024
- paralela · 175 em comumRes. CONSUNI 02/2015
- paralela · 175 em comumRes. CONSUNI 25/2025
- paralela · 168 em comumEstatuto da UFPB (Res. CONSUNI 07/2002)
- paralela · 168 em comumRes. CONSUNI 10/1998
- paralela · 167 em comumRes. CONSUNI 01/2025
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 17 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 70 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº. 23/2024 Revoga a Resolução CONSEPE nº.49/201,7 aprova e dá nova redação ao Regulamento e à Estrutura Acadêmica do Programa de PósGraduação em Gestão nas Organizações Aprendentes, sob a responsabilidade do Centro de Educação. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da Universidade Federal da Paraíba, através da Câmara de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão e no uso de suas atribuições, em conformidade com a legislação em vigor, tendo em vista deliberação adotada no plenário, na reunião realizada no dia 26 de junho de 2024 (Processo n° 23074.046486/2022-25): RESOLVE:
¶Art. 1º. Aprovar a nova redação do Regulamento e da Estrutura Acadêmica do Programa de Pós- Graduação em Gestão nas Organizações Aprendentes, em nível de Mestrado Profissional, sob a responsabilidade do Centro de Educação da UFPB.
Parágrafo único. O Programa de que trata o caput deste artigo oferece uma única área de concentração, denominada Gestão e Aprendizagens, e duas linhas de pesquisa: a) Linha 1: Gestão, Inovação e Tecnologias digitais; e b) Linha 2: Aprendizagem nas Organizações.
¶Art. 2º. O novo Regulamento e a nova Estrutura Acadêmica do Programa de Pós- Graduação em Gestão nas Organizações Aprendentes, em anexo, passam a fazer parte da presente Resolução.
¶Art. 3º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em JoãoPessoa, 23 de julho de 2024.
Valdiney Veloso Gouveia Presidente
ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 23/2024 DO CONSEPE
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO NAS ORGANIZAÇÕES APRENDENTES, EM NÍVEL DE MESTRADO PROFISSIONAL,SOB A RESPONSABILIDADE DO CENTRO DE EDUCAÇÃO
CAPÍTULO I DA NATUREZA E DO OBJETO DO PROGRAMA
¶Art. 1º. O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gestão nas Organizações Aprendentes, em nível de Mestrado Profissional, vinculado ao Centro de Educação e em parceria com o Centro de Ciências Sociais Aplicadas, ambos da UFPB, será regido de acordo com o que dispõem:
I. a Legislação Federal de Ensino Superior;
II. o Estatuto e o Regimento Geral da UFPB;
III. o Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB, aprovado pela Resolução n° 79/2013 do Consepe, e alterações, doravante denominado também Regulamento Geral; e
IV. este Regulamento.
¶Art. 2º. O Programa de Pós-Graduação em Gestão nas Organizações Aprendentes – PPGOA – tem como área de concentração Gestão e Aprendizagem, entendida no sentido de práticas de aprendizagem e espaço de criação, baseadas no diálogo e desenvolvidas nas organizações que aprendem e inovam.
Parágrafo único: A oferta do Curso é originalmente na modalidade presencial, mas também podeser ofertada de forma on-line desde que atenda as diretrizes maiores da UFPB, da CAPES e do MEC;
¶Art. 3º. O PPGOA tem por objetivos:
I.
Geral: contribuir para o desenvolvimento de experiências, pesquisas, processos e práticas de aprendizagem nas diversas áreas de atuação das organizações, com foco em gestão, inovação, tecnologias digitais e aprendizagem nas organizações.
II. Específicos:
a) difundir a perspectiva da aprendizagem organizacional, dos ciclos de aprendizagem edasorganizações que aprendem;
b) trabalhar as competências e habilidades para uma gestão aprendente que envolve, além das organizações que apredem, a gestão e a inteligência coletiva;
c) formar profissionais para atuação inovadora no planejamento, monitoramento, execução de tarefas e avaliação do desempenho em instituições públicas, privadas e do terceiro setor;
d) desenvolver competências para elaborar projetos ou promover negociações levando em conta os crescentes ambientes complexos, internacionais, interculturais e de culturadigital;
e) promover a gestão de dados, informações e conhecimento visando ao seu adequado uso e comunicação em ambientes complexos, tecnológicos, de, tanto na perspectiva organizacional regional como na internacional e intercultural;
f)propiciar subsídios para o aprender na participação profissional, social, e na gestão democrática;
g) avaliar as tendências das redes sociotécnicas e comunicacionais e as mudanças de comportamento nas organizações e na sociedade em geral;
h) abordar as novas formas de trabalho, do agir profissional e das relações em equipe nas organizações;
i) promover a equidade e melhoria contínua do processo gerencial, a multifuncionalidade ea perspectiva holística;
j) estudar as tendências da sociedade, da organização, da produção e do compartilhamento do conhecimento;
k)
promover estudos transdisciplinares e transversais sobre sustentabilidade, inclusão, internacionalização e cultura organizacional e na sociedade, bem como tendências sociais e organizacionais.
¶Art. 4º. As linhas de pesquisa constituir-se-ão no eixo principal das atividades acadêmico-científicasdo PPGOA, agregando grupos de docentes e discentes com objetos de pesquisa comuns, assim denominadas:
I.
II.
Linha 1: Gestão, Inovação e Tecnologias digitais; e Linha 2: Aprendizagem nas Organizações.
CAPÍTULO II DA ESTRUTURA DO PROGRAMA
SEÇÃO I DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
¶Art. 5º. A estrutura organizacional do PPGOA é composta:
I.
II.
III.
IV.
pelo Colegiado, como órgão deliberativo; pela Coordenação, como órgão executivo do Colegiado; pela Secretaria, como órgão de apoio administrativo; e pela Assembleia Geral de Docentes e Discentes, como órgão consultivo.
Parágrafo único. O funcionamento da Assembleia Geral de Docentes e Discentes será regulado através de resolução interna do Programa aprovada pelo Colegiado do Programa.
¶Art. 6º. O Colegiado será constituído por:
I.
II.
III.
Coordenador, como Presidente; Vice-coordenador, como Vice-Presidente; um terço do corpo docente permanente credenciado do Programa e seus respectivos suplentes;
IV. um representante docente colaborador e seu respectivo suplente;
V. um representante técnico-administrativo e seu respectivo suplente;
VI. um representante discente e seu respectivo suplente.
§1º. A presidência do Colegiado será exercida pelo Coordenador do Programa e, na sua ausência, pelo Vicecoordenador.
§2º. Os representantes dos docentes, juntamente com seus suplentes, que os substituirão em suas ausências e impedimentos, serão indicados por seus pares para um mandato de dois anos.
§3º. O representante técnico-administrativo, juntamente com seu suplente, que o substituirá em suas ausências e impedimentos, será escolhido entre os servidores designados para atuar no Programa,ou, na ausência destes, por servidores do Centro a que pertence o Programa, para um mandato deum ano, permitida a recondução para um mandato consecutivo.
§4º. O representante discente, juntamente com seu suplente, que o substituirá em suas ausências e impedimentos, será indicado pelos discentes pertencentes ao Programa, para um mandato de um ano, permitida a recondução para um mandato consecutivo.
§5º. Somente poderão participar do Colegiado docentes e técnicos que não estejam afastados de suas atividades regulares na UFPB, bem como discentes regularmente matriculados no Programa.
¶Art. 7º. São atribuições do Colegiado:
I.
coordenar, orientar e acompanhar o funcionamento acadêmico, pedagógico, didático e orçamentário do Programa;
II. aprovar, em primeira instância, alterações no regulamento e estrutura acadêmica do Programa;
III.
aprovar as indicações de professores internos ou externos à instituição, em comissão ou isoladamente, para cumprirem atividades concernentes a:
a) seleção de candidatos;
b) orientação acadêmica;
c) orientação de Trabalho Final;
d) avaliação de projeto de Trabalho Final;
e) exame de adaptação curricular;
f)exame (banca) de qualificação;
g) exame de Trabalho Final;
h) outros interesses do Programa.
IV. estabelecer normas de ingresso e manutenção de docentes no programa e definir critérios para credenciamento, descredenciamento e recredenciamento de docentes nas categorias permanente, colaborador ou visitante, bem como o limite máximo de orientandos por orientador, observadas as recomendações da respectiva coordenação de área da Capes;
V. aprovar o edital de seleção para a admissão de novos discentes do programa;
VI. decidir sobre a equivalência de disciplinas de pós-graduação, cursadas na UFPB ou em outras Instituições de Ensino Superior (IES), desde que em curso credenciado, com disciplinas da estrutura acadêmica do programa;
VII. decidir sobre a aceitação de créditos obtidos em outros programas de pós-graduação da UFPB ou de outra IES, desde que o curso seja credenciado;
VIII. fixar o número máximo de vagas no programa para o período seguinte, com base na capacidade instalada do quadro docente para orientação de trabalho final;
IX. decidir sobre o desligamento de discentes, nos casos previstos nas normas em vigor;
X. decidir sobre os pedidos de interrupção de estudos, nos casos previstos nas normas em vigor;
XI. decidir sobre a aceitação de aluno(a) especial;
XII. decidir sobre a aceitação de discente de convênio firmado pela UFPB ou de acordo internacional do governo federal, com base na capacidade instalada do quadro docente para orientação de trabalho final;
XIII. decidir sobre a transferência de discentes segundo critérios específicos estabelecidos nas normas em vigor;
XIV. decidir sobre proposta apresentada por comissão constituída para o cumprimento das alíneas do inciso III deste artigo;
XV. apreciar o relatório anual das atividades do programa;
XVI. apreciar o plano de aplicação de recursos financeiros atribuídos ao programa, elaborado pela coordenação;
XVII. propor convênios e acordos de cooperação;
XVIII. decidir sobre a passagem de discente do mestrado para o doutorado, antes do término do curso de mestrado;
XIX. implantar determinações emanadas dos órgãos superiores da UFPB;
XX. apreciar, quando for o caso, as sugestões encaminhadas por escrito por colegiados departamentais, conselhos de centro, docentes e discentes, relativas ao funcionamento do programa;
XXI. opinar sobre infrações disciplinares, quando for o caso;
XXII. decidir sobre requerimentos e recursos a ele impetrados;
XXIII. homologar os pareceres de comissões examinadoras relativos aos processos de reconhecimento de títulos de pós-graduação obtidos em instituições estrangeiras encaminhadas pela PRPG;
XXIV. homologar nomes de docentes indicados individualmente ou em comissões pelo coordenadorpara lhes prestarem apoio no desempenho de suas atribuições;
XXV.homologar a distribuição de bolsas de estudo realizada pela comissão de bolsas do programa, referentes às cotas concedidas pelas agências de fomento e pela UFPB.
¶Art. 8º. O Colegiado reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês ou extraordinariamente por convocação do coordenador do Programa ou por 2/3 (dois terços) de seus membros e deliberará por maioria simples de votos dos membros presentes.
§1º. Em caso de empate nas deliberações do Colegiado, caberá ao coordenador do Programa o voto de desempate.
§2º. O Colegiado é a instância de recurso inicial contra decisões da Coordenação, no prazo de dez dias úteis, sem efeito suspensivo.
SEÇÃO II DA COORDENAÇÃO
¶Art. 9º. A Coordenação do Programa é o órgão responsável pela organização e funcionamento do Curso, ao mesmo tempo em que responde pela execução das decisões e pela aplicação das diretrizesdecididas pelo Colegiado e órgãos superiores.
¶Art. 10. A Coordenação do Programa será exercida por um Coordenador e um Vice- coordenador, seu substituto eventual e principal colaborador nas tarefas de caráter permanente.
¶Art. 11. O Coordenador e o Vice-coordenador serão escolhidos e nomeados de acordo com o Estatuto em vigor na Instituição.
¶Art. 12. São atribuições da Coordenação do Programa:
I. convocar e presidir as reuniões do colegiado, cabendo-lhe o direito de voto, inclusive o voto de desempate;
II. submeter à apreciação do colegiado do programa, para credenciamento, descredenciamento ou recredenciamento, nomes de professores e ou pesquisadores queirão compor o corpo docente do programa;
III. apreciar os pedidos de trancamento de matrículas em disciplinas individualizadas, com base na justificativa do discente e com a anuência de seu orientador;
IV. submeter à apreciação do colegiado do programa os pedidos de interrupção de estudos;
V. submeter à apreciação do colegiado do programa os processos de aproveitamento deestudos e os de transferência de alunos(as);
VI. submeter à análise do colegiado do programa os pedidos de matrícula de discente especiale de aluno(a) oriundo de convênio;
VII. indicar ao colegiado do programa professores para o cumprimento das atividades referidasno inciso III do art. 7º. deste regulamento;
VIII. propor ao colegiado do programa, com a ciência do orientador, o desligamento de discente,garantindo a este o direito de ampla defesa;
IX. supervisionar, no âmbito do programa, a manutenção do controle acadêmico em consonância com as diretrizes estabelecidas pela PRPG;
X. remeter à PRPG a documentação exigida, em forma de processo, para a expedição de diploma;
XI. comunicar à PRPG os desligamentos de discentes;
XII. preparar os relatórios anuais – coleta Capes – necessários à avaliação do programa no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação e submetê-lo à homologação da PRPG, dentro dos prazos estabelecidos;
XIII. elaborar os planos de aplicação referentes aos recursos financeiros recebidos pelo programa e submetê-los à apreciação do colegiado;
XIV. organizar, conjuntamente com o(s) departamento(s) de base do programa, estágios, seminários, encontros e outras atividades equivalentes;
XV. promover, em comum acordo com a(s) diretoria(s) do(s) centro(s) e com a administração superior, entendimentos com instituições nacionais e estrangeiras, objetivando a obtenção de recursos para dinamizar as atividades do programa;
XVI. promover, a autoavaliação do programa com a participação de docentes e discentes.
XVII. comunicar à PRPG o cancelamento, a renovação e a substituição de bolsistas;
XVIII. solicitar as providências que se fizerem necessárias para o melhor funcionamento do programa, em matéria de instalações, equipamentos e pessoal;
XIX. organizar o calendário acadêmico anual do programa a ser homologado pelo colegiado;
XX.
definir e divulgar, ouvidos os docentes, as disciplinas a serem oferecidas em cada período letivo, bem como havendo limites de vagas, estabelecer as prioridades de matrícula entre os discentes que as pleitearem;
XXI. orientar a matrícula e a execução dos serviços de escolaridade, de acordo com a sistemática estabelecida pelos órgãos centrais competentes;
XXII. fiscalizar o cumprimento das atividades acadêmicas, apresentando aos órgãos competentesos casos de irregularidades ou infrações disciplinares;
XXIII. propor ao colegiado a abertura de novas vagas para o exame de seleção, considerando a relação entre discentes e docentes recomendada pela coordenação de área de avaliação da Capes a qual o programa está vinculado;
XXIV. submeter ao colegiado para aprovação a chamada pública de cada processo seletivo;
XXV. cumprir e fazer cumprir as decisões dos órgãos superiores sobre matérias relativas ao programa;
XXVI. aprovar ad referendum, em casos de urgência, decisões que se imponham em matéria de sua competência, submetendo seu ato à ratificação do colegiado na primeira reunião subsequente;
XXVII. acompanhar e incentivar a qualificação e a atualização dos docentes do programa;
XXVIII. zelar pelos interesses do programa de pós-graduação junto aos órgãos superiores;
XXIX. observar as normas vigentes no Código de Ética Profissional do Servidor
XXX. Público Civil do Poder Executivo Federal.
XXXI. atender as demandas e exigências da CAPES e demais órgãos governamentais aplicáveisao Programa.
SEÇÃO III DA SECRETARIA
¶Art. 13. O PPGOA terá uma Secretaria subordinada à Coordenação do Programa, constituindo órgão de apoio administrativo para exercer as funções burocráticas, atendimento de demandas diversas e de controle acadêmico direto.
Parágrafo único. As competências da Secretaria são as constantes do Regimento Geral da UFPB.
¶Art. 14. Compete ao Secretário, além de outras atribuições conferidas pela Coordenação do Programa:
I.
proceder ao recebimento, à distribuição e ao controle da tramitação da correspondência oficial e de outros documentos, organizando-os e mantendo-os atualizados;
II. organizar e manter coletâneas de portarias, resoluções, regulamentos, instruções normativas, leis, decretos, atas e outros documentos de interesse do Programa;
III. atender o público em geral e informar os docentes e os discentes sobre as atividades da Coordenação;
IV. organizar os processos de inscrição dos candidatos e de matrícula, bem como o eventual trancamento de matrícula ou de disciplina de alunos(as);
V. manter, em arquivo, os documentos de inscrição dos candidatos e de matrícula dos alunos(as);
VI. manter atualizado um arquivo dos trabalhos finais, bem como dos respectivos projetos e de toda documentação acessória;
VII. manter atualizado o cadastro do corpo docente e discente;
VIII. manter atualizado o sistema de gestão de informação acadêmica com as informações pertinentes ao Programa;
IX. guardar e manter atualizadas as informações dos convênios celebrados com outras instituições, controlando os dispêndios financeiros e suas respectivas rubricas;
X. assessorar a elaboração dos relatórios anuais necessários à avaliação do Programa no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação e encaminhá-lo à CAAPG, dentro dos prazos legais;
XI. manter atualizadas as informações pertinentes à Plataforma Sucupira da CAPES;
XII. assessorar as reuniões do Colegiado e as apresentações e defesas de trabalho final.
CAPÍTULO III
DO CORPO DOCENTE
SEÇÃO I CLASSIFICAÇÃO DO CORPO DOCENTE
¶Art. 15. O corpo docente do Programa será constituído por docentes portadores do título de doutorou livre docente nas seguintes categorias:
I.
docentes permanentes: constituem o núcleo principal de docentes do Programa e deverão atender aos requisitos descritos no art. 16 deste Regulamento.
II. docentes colaboradores: integram esta categoria os demais membros do corpo docente do Programa que não atendam a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes, e que participam de forma sistemática no desenvolvimento de projetos de pesquisa, nas linhas de pesquisa do Programa ou atividades de ensino ou orientação de alunos(as) do PPG, cumpridas as exigências de credenciamento;
III. docentes visitantes: docentes com vínculo funcional com outras instituições que sejam liberados das atividades correspondentes a tal vínculo para colaborarem por período contínuo de tempo e em regime de dedicação integral em projeto de pesquisa e/ou atividades de ensino,orientação e extensão.
¶Art. 16. Docentes permanentes deverão atender aos seguintes requisitos:
I.
II.
III.
IV.
desenvolver atividades de ensino na pós-graduação e graduação; participar de projeto(s) de pesquisa vinculado às Linhas de Pesquisa do Programa; orientar alunos(as); ter vínculo docente funcional com a UFPB ou de outra Instituição de Ensino Superior (IES), desde que seja um profissional com a devida titulação, de qualificação e experiência em campo pertinente a proposta do Programa.
V. manter regime de dedicação integral à instituição, caracterizada pela prestação de quarenta horas semanais de trabalho, admitindo-se que parte não majoritária desses docentes tenharegime de dedicação parcial.
§1º. Docentes que não atendam ao inciso I e/ou V do caput deste artigo poderão fazer parte do quadro de docentes permanentes do Programa nas seguintes situações:
I.
II.
III.
quando estiverem exercendo cargos de direção (CD) ou funções gratificadas (FG); quando do não oferecimento de disciplina sob sua responsabilidade; afastamento para a realização de estágio pós-doutoral, estágio sênior ou atividades consideradas relevantes pelo Colegiado do Programa, em todos os casos, desde que atendidostodos os demais requisitos fixados por este artigo para tal enquadramento.
§2º. Em caráter excepcional, consideradas as especificidades da área, poderão ser considerados como docentes permanentes professores e ou profissionais que, mesmo não tendo vínculo funcional com a UFPB, se enquadrem em uma das seguintes condições especiais:
I.
receber bolsa de fixação de docentes ou pesquisadores de agências federais ou estaduais de fomento;
II. ser professor ou pesquisador aposentado, com termo de compromisso firmado com a instituição para participar como docente do Programa;
III. e ou ter sido cedido mediante convênio por outra instituição de ensino superior pública para atuar como docente do Programa;
§3º. O corpo docente do Programa será formado dentro dos parâmetros definidos como aceitáveis pelo comitê de área da Capes.
SEÇÃO II
DO CREDENCIAMENTO E DESCREDENCIAMENTO DO CORPO DOCENTE
¶Art. 17. A manutenção do conjunto de docentes declarados como permanentes e colaboradores pelo Programa será objeto de acompanhamento e avaliação sistemática realizada pela Comissão de Credenciamento e Descredenciamento, devidamente autorizada pelo Colegiado, segundo os critérios estabelecidos na Resolução própria do PPGOA.
§1º. O credenciamento e recredenciamento serão analisados por comissão, designada pela Coordenação e referendada pelo Colegiado do Programa, composta por dois docentes pertencentes ao NDP e mais um docente de outro programa de pós-graduação stricto sensu da UFPB, que estejam credenciados pela CAPES.
§2º. Os membros do corpo docente do Programa serão credenciados, descredenciados e recredenciados pelo julgamento da Comissão, nas categorias fixadas no art. 15 deste regulamento, por meio de candidatura própria, devendo atender, obrigatoriamente aos critérios definidos por Resolução própria do PPGOA.
¶Art. 18 A permanência na condição de professor credenciado no Programa dependerá do seu desempenho docente conforme exigências institucionais e da Capes e respaldados pelo Colegiado do Programa, substanciado por relatório produzido por Comissão interna de credenciamento e recredenciamento, tendo por base os processos de acompanhamento anuais.
§1º. O descredenciamento pelo Colegiado deverá ser baseado na avaliação do desempenho acadêmico em conformidade com o que estabelece o art. 17.
§2º. O docente ou pesquisador poderá solicitar seu descredenciamento do Programa a qualquer tempo.
SEÇÃO III DO ORIENTADOR: INDICAÇÃO E ATRIBUIÇÕES
¶Art. 19. Será garantido a todo(a) aluno(a) do Programa um orientador, de acordo com as normas de orientação estabelecidas neste regulamento.
§1º. O orientador de que trata o caput deste artigo será escolhido dentre os membros do corpo docente credenciados no Programa.
§2º. Havendo necessidade, competirá ao coordenador fazer a indicação do orientador em comum acordo com o(a) aluno(a) e o docente orientador, para a subsequente homologação do Colegiado aténo máximo 06 meses da primeira matrícula no Programa.
§3º. O orientador do(a) aluno(a) deverá manifestar, formal e previamente à matrícula institucional do(a) aluno(a), sua concordância na orientação, a qual será homologada pelo Colegiado.
§4º. De acordo com a natureza do trabalho, poderá ser designado um coorientador.
§5º. Para efeito do §4º. deste artigo, o coorientador será um docente da UFPB, do Programa ou de outros programas de pós-graduação stricto sensu da UFPB ou de outra Instituição de EnsinoSuperior (IES), desde que seja um profissional com a devida titulação pertinente, de qualificação e experiência em campo pertinente a proposta do Programa, indicado pelo orientador, em comum acordo com o(a) aluno(a), para auxiliá-lo na orientação, com a aprovação do Colegiado do Programa.
§6º. Nos casos em que haja a necessidade de coorientação, o Colegiado do Programa deverá considerar as seguintes condições em sua aprovação:
I.
II.
somente poderá ser indicado um único coorientador por aluno(a) de pós-graduação; o coorientador contribuirá com tópicos específicos, complementando a orientação dotrabalho final do(a) aluno(a);
III. a escolha do coorientador será específica para cada aluno(a), não implicando seu credenciamento pleno junto ao Programa.
§7º. Em caso de ausência do orientador da instituição, por período superior a três meses, verificadaa necessidade, o Colegiado deverá indicar um membro do corpo docente credenciado para supervisionar as atividades desenvolvidas pelo(a) aluno(a) no Programa.
§8º. Em caso de descredenciamento do orientador, deverá ser escolhido um novo orientador nos termos do caput deste artigo.
¶Art. 20. Compete ao orientador:
I.
diagnosticar problemas e dificuldades que estejam interferindo no desempenho do(a) orientando (a) e orientá-lo na busca de soluções;
II. propor ao Colegiado o desligamento do(a) orientando(a) que não cumprir o seu programa acadêmico de estudos previamente planejado, assegurando-lhe ampla defesa;
III. escolher, de comum acordo com o(a) orientando(a), quando se fizer necessário, um coorientador de trabalho final;
IV.
acompanhar o(a) orientando(a) na execução da Dissertação, ou Relatório de Projeto Técnico Aplicado, em todas suas etapas, fornecendo os subsídios necessários e permanecendo disponível, conforme agenda pré-estabelecida, para as consultas e discussões;
V. recomendar a apresentação ou defesa do trabalho final pelo(a) orientando(a);
VI. autorizar a realização das avaliações/exames constantes nas alíneas “d”, “f” e “g” do art. 7 deste regulamento;
VII. opinar nas decisões sobre o cancelamento de bolsa do(a) orientando(a) sob sua orientação, nos casos previstos nas normas pertinentes no âmbito da UFPB, das agências de fomento ou oriundas de aporte financeiro dos convênios existentes;
VIII. tomar conhecimento no caso dos procedimentos administrativos de desligamento e abandono de seu(sua) orientando(a);
IX. autorizar o(a) orientando(a) a encaminhar o projeto de trabalho final para aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da UFPB, quando tratar-se de pesquisa envolvendo sereshumanos;
X. assistir o(a) orientando (a) na preparação do projeto de trabalho final;
XI. sugerir nomes para a composição das bancas examinadoras e acompanhar a preparaçãodas sessões de defesa de trabalhos finais;
XII. apreciar o relatório final das atividades acadêmicas do(a) orientando(a), a ser homologado pelo Colegiado;
XIII. atestar o cumprimento das alterações exigidas pela banca examinadora de trabalho final na entrega dos exemplares definitivos, quando couber.
¶Art. 21. Faculta-se ao(à) aluno(a) o direito de mudança de orientador com a anuência expressa do orientador atual e do novo orientador, com aprovação pelo Colegiado, obedecido o prazo constante do §2º. do art. 19.
¶Art. 22. Faculta-se ao orientador o direito de abdicar da orientação do(a) aluno(a), mediantejustificativa e aprovação pelo Colegiado obedecido o prazo constante no §2º. do art. 19.
Parágrafo Único. A abdicação de que trata o caput deste artigo deverá ser justificada com base nos relatórios periódicos do(a) aluno(a) apreciados pelo orientador.
CAPÍTULO IV DO CORPO DISCENTE
¶Art. 23. O corpo discente, constituído por todos(as) os(as) alunos(as) matriculados(as) no Programa, classificados(as) como regular e especial, deverá comportar-se considerando os direitos e deveres definidos neste Regulamento e no Regimento Geral da UFPB.
SEÇÃO I DOS ALUNOS REGULARES
¶Art. 24. Serão considerados(as) alunos(as) regular(es) do Programa todos os discentes que tenham realizado a matrícula institucional após sua aprovação e classificação no processo seletivo ou aqueles admitidos por transferência em conformidade à decisão colegiada do Programa e que, a cada início de período letivo, se matriculem regularmente de acordo com o calendário divulgado pela Coordenação.
¶Art. 25. Cada membro do corpo discente regular terá as seguintes obrigações, além dos deveres previstos pelo Regimento Geral da UFPB:
I.
ser assíduo, cumprindo rigorosamente as atividades planejadas, nos termos do art. 20, incisos I e II deste regulamento;
II. Manter o seu Currículo Lattes e o seu Orcid atualizados;
III. participar das atividades acadêmicas oficiais do Programa;
IV. acatar as propostas acadêmicas e sugestões do(s) orientador(es);
V. dedicar-se ao desenvolvimento de seu trabalho final, sob a supervisão do(s) orientador(es);
VI. encaminhar o Projeto de Dissertação ou Projeto Técnico Aplicado que se constituir em pesquisa envolvendo seres humanos e/ou animais previamente ao seu desenvolvimento, para a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da UFPB ou de Instituição associada, em consonância com as diretrizes e normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Saúde.
VII. apresentar à Coordenação do Programa os exemplares do trabalho final conforme determina o art. 57 deste regulamento.
Parágrafo único. O não atendimento, por parte do(a) aluno(a), das obrigações indicadas nos incisos deste artigo implicará sanções disciplinares previstas no Regimento Geral da UFPB, quando couber.
SEÇÃO II DOS ALUNOS(as) ESPECIAIS
¶Art. 26. Alunos(as) especiais são aqueles matriculados apenas em disciplinas isoladas, de acordo com o art. 170 do Regimento Geral da UFPB.
Parágrafo único. Aos(às) aluno(a)s especiais não serão concedidos os mesmos direitos de vínculo institucional dos(as) alunos(as) regulares.
¶Art. 27. Dentro do limite de vagas a ser fixado pelo Colegiado do Programa, por período letivo, a Coordenação poderá aceitar a inscrição de alunos(as) especiais, desde que os interessados apresentem os seguintes documentos:
I.
II.
requerimento ao coordenador solicitando a matrícula como aluno especial; cópia do diploma de graduação ou certidão de colação de grau em curso reconhecido pelo CNE/MEC, dentro da validade, ou diploma de graduação emitido por IES estrangeira;
III. histórico escolar da graduação;
IV. currículo na Plataforma Lattes e ter currículo também cadastrado no Orcid;
§1º. Somente serão abertas vagas para alunos(as) especiais em disciplinas ofertadas pelo Programa no período letivo pertinente.
§2º. A aceitação do(a) aluno(a) especial deverá ser aprovada pelo Colegiado do Programa, ouvido odocente responsável pela disciplina.
§3º. O(a) aluno(a) especial poderá cursar um máximo de até 09 (nove) créditos da matriz curricular do Programa.
§4º. As disciplinas cursadas na qualidade de aluno(a) especial não contarão créditos para a integralização da estrutura acadêmica do PPGOA enquanto ele(a) for considerado(a) aluno(a)especial.
§5º. As disciplinas cursadas por aluno(a) especial nos 36 meses anteriores a data da matrícula inicialcomo aluno(a) regular poderão, a critério do orientador, ser objeto de aproveitamento de estudos, nos termos do
¶art. 50 deste regulamento, devendo o resultado da análise ser registrado no histórico escolar do(a) aluno(a), já classificado como regular, no mesmo período da homologação peloColegiado.
§6º. Os(as) alunos(as) especiais terão direito a um certificado de aprovação em disciplinas, a ser expedido pela Coordenação do PPGOA.
CAPÍTULO IV DA ADMISSÃO AO PROGRAMA
SEÇÃO I DA INSCRIÇÃO E SELEÇÃO
¶Art. 28. O processo de inscrição e de seleção para ingresso no PPGOA é normatizado por este regulamento e pelo edital público de seleção, que deverá ser aprovado pelo Colegiado com o conhecimento da Direção de Centro, e publicado por meio da página eletrônica do PROGRAMA e da UFPB, com antecedência mínima de 30 (trinta dias) do início do prazo de inscrição.
§1º. O edital público de seleção de que trata o caput deste artigo deverá obedecer às normas legais e institucionais vigentes e definirá expressamente todos os aspectos referentes ao processo seletivotais como:
I.
especificações dos diplomas de graduação que serão aceitos desde que outorgados por instituições credenciadas pelo CNE/MEC;
II. comprovante da taxa de inscrição, caso exista, com as especificações para seu pagamento por meio da guia de recolhimento da união (GRU), bem como instruções para o pedido de dispensa do pagamento da taxa conforme legislação Federal;
III. outros aspectos ou documentos julgados pertinentes pelo Colegiado.
§2º. Além dos documentos julgados pertinentes pelo Colegiado e especificados no respectivo edital público de seleção, será obrigatória a apresentação, pelo(a) candidato(a), por ocasião da inscriçãono processo seletivo, dos seguintes documentos:
I.
II.
requerimento ao coordenador solicitando a inscrição no processo seletivo; formulário de inscrição devidamente preenchido, assinado e contendo uma fotografia 3x4 recente (em casos de inscrição online, se previstos no edital, a fotografia deve ser inserida digitalmente no formulário);
III. cópia do diploma de graduação ou certidão de colação de grau em curso reconhecido pelo CNE/MEC, dentro da validade, ou diploma de graduação emitido por IES estrangeira;
IV. histórico escolar da graduação;
V. currículo na Plataforma Lattes, ORCID e documentos comprobatórios e de produções referentes aos últimos três anos.
§3º. Compete ao coordenador deferir a solicitação de inscrição do candidato, com base na regularidade da documentação exigida.
§4º. Fica assegurada a inscrição de candidato que, apesar de não apresentar diploma de graduação ou certidão de colação de grau exigido(a), esteja apto a obtê-lo(a) antes da matrícula institucional no Programa, se por acaso for selecionado.
§5º. Para efeito do disposto na alínea “a” do §1º, nas alíneas “c” e “d” do §2º. e no §4º. deste artigo, são considerados programas de graduação, nos termos das normas vigentes, os bacharelados, as licenciaturas e os programas superiores de tecnologia ou de formação de tecnólogos.
§6º. O número máximo de vagas oferecidos em cada processo seletivo será fixado pelo Colegiado, observando-se:
I.
II.
a capacidade de orientação de trabalho final dos docentes permanentes; a relação orientando-orientador considerando as recomendações do comitê de avaliação da CAPES;
III. o fluxo de entrada e saída de discentes nos últimos anos;
IV. a capacidade de pesquisa instalada do Programa.
§7º. No caso das inscrições via correio, os(as) candidatos(as) devem enviar uma cópia digital do comprovante de envio por via expressa para o e-mail da Secretaria do Programa.
§8º. Em formas diferenciadas de inscrições online o edital de seleção deverá prever as exigências adicionais.
¶Art. 29. A admissão ao Programa far-se-á após aprovação e classificação em processo seletivo, ressalvado o disposto no art. 7, incisos XII e XIII, deste regulamento.
§1º. O processo seletivo será composto por:
I.
II.
III.
Análise de projetos; Entrevista com defesa do projeto; Análise do curriculo Lattes ou similar (comprovado)
§2º. Serão observados em caso de empate entre os candidatos, ao final da seleção, os seguintes critérios, em ordem de preferência:
I.
II.
Idade mais elevada; Renda inferior a 10 (dez) salários mínimos, ou menor renda familiar, quando houver mais de um candidato com renda inferior à indicada;
III. Maior pontuação do projeto;
IV. Maior pontuação na entrevista;
V. Maior pontuação na análise de currículo;
§3º. O modelo de avaliação se presencial ou virtual e a quantidade de itens que compõe o processo seletivo do §1º. deste artigo podem ser ajustados conforme necessidade pelo edital específico para a respectiva seleção.
¶Art. 30. O processo seletivo para o ingresso de novos(as) alunos(as) no Programa será feito por comissão constituída na forma que estabelece o art. 7, inciso III, linha “a”, deste regulamento.
§1º. O processo seletivo será eliminatório e classificatório.
§2º. A concessão de bolsas de estudo está condicionada à liberação de quotas, sendo distribuídas conforme os requisitos das agências de fomento ou de convênios firmados, obedecidos os critérios vigentes e aprovados pela comissão de bolsas e referendado pelo Colegiado, devendo ocorrer em momento posterior ao processo seletivo.
¶Art. 31. O Programa somente abrirá processo seletivo público para admissão de novos(as) alunos(as) enquanto perdurar seu credenciamento pelo MEC/CNE.
Parágrafo único. Se ocorrer descredenciado pelo MEC/CNE os(as) alunos(as) que estejam cursando o Programa e cumprirem seus prazos legais terão seus direitos garantidos quanto à conclusão das disciplinas, defesa de dissertações ou Projeto Técnico Aplicado, bem como a expedição de diploma conforme portaria do MEC de autorização de funcionamento, anterior ao descredenciamento.
SEÇÃO II DA MATRÍCULA
¶Art. 32. O(a) candidato(a) aprovado(a) e classificado(a) na seleção deverá efetuar sua matrícula institucional,
dentro dos prazos fixados pelo calendário acadêmico do Programa, mediante apresentação da documentação exigida no edital de seleção, como exigência para vinculação ao Programa, recebendo um número de matrícula que o identificará como aluno(a) regular da UFPB.
§1º. A matrícula institucional será feita na Secretaria do Programa constituindo-se condição para a realização da primeira matrícula em disciplinas.
§2º. Os(as) candidatos(as) inscritos para seleção na forma do disposto no §4º. do art. 28 deste regulamento deverão, quando da matrícula institucional de que trata o caput deste artigo, satisfazer à exigência da apresentação do diploma ou certidão de colação de grau de graduação, no prazo de validade, reconhecido pelo MEC/CNE.
§3º. Caso, no ato da matrícula institucional, o(a) candidato(a) aprovado(a) e classificado(a) no processo seletivo enquadrado(a) no disposto do art. 28, §5º. não apresente o diploma ou certidão de colação de grau dentro do prazo de validade, perderá o direito à matrícula, e será chamado em seu lugar o próximo(a) candidato(a) na lista dos aprovados(as) e classificados(as).
§4º. A não efetivação da matrícula no prazo fixado implica a desistência do(a) candidato(a) de se matricular no Programa, o qual perderá todos os direitos decorrentes da aprovação e classificaçãono processo seletivo, sendo chamado(a) em seu lugar o(a) próximo(a) candidato(a) na lista dos aprovados e classificados.
§5º. Em casos excepcionais, a critério do Colegiado, será permitida a matrícula de candidato(a) aprovado(a) e classificado(a) na seleção antes da integralização de 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária prevista para o período letivo.
¶Art. 33. Nos casos em que os(as) candidatos(as) aprovados(as) no processo seletivo que tenham obtido o diploma de graduação em país estrangeiro, os diplomas apresentados deverão estar revalidados no Brasil, salvo os casos previstos em acordos institucionais ou com órgãos vinculados ao MEC, ou outros órgãos superiores e que prevêm/autorizam a excepcionalidade de aceite de diplomas expedidos no exterior.
§1º. Para os(as) candidatos(as) aprovados(as) no processo seletivo que visem unicamente à realização de estudos de pós-graduação stricto sensu na UFPB que tenham obtido o diploma de graduação no exterior, a aceitação do diploma poderá ser feita pelo Colegiado do Programa.
§2º. Embora dispensados da revalidação, os diplomas dos candidatos que se enquadram na categoria especificada no §1º. deste artigo deverão estar acompanhados de documento emitido pela instituição que outorgou o diploma de graduação comprovando sua acreditação no sistema educacional do país em que foi realizado e que toda a documentação apresentada tenha sidoautenticada pela devida autoridade educacional e consular, baseado no acordo de autenticação pela Apostila de Haia ou equivalente.
¶Art. 34. Na época fixada no calendário escolar do Programa, antes do início de cada período letivo, o(a) aluno(a) regular ou especial fará sua matrícula em disciplinas na Coordenação do Programa, salvo os casos de interrupção de estudos previstos no art. 37 deste regulamento.
§1º. Para efeito do disposto no caput deste artigo, o trabalho final será considerado como atividade curricular, sendo anotada no histórico escolar do(a) aluno(a) uma das expressões "trabalho de dissertação", "projeto técnico de intervenção" cursado pelo(a) aluno(a), e o período letivo correspondente.
§2º. Não será permitida, no período de integralização do programa, a matrícula em disciplina emque o(a) aluno(a) já tenha sido aprovado(a).
¶Art. 35. Será admitida a transferência de alunos(as) regulares de mestrados, matriculados em programa de pós-graduação de mesma área ou de áreas afins, da UFPB ou de outras instituições, exigindo-se a comprovação das seguintes condições mínimas:
I.
I - ser aluno(a) regular, há pelo menos seis meses, de programa de pós-graduação de conceito igual ou superior ao PPGOA, reconhecido pelo MEC/CNE;
II.
III.
II - ser formalmente aceito por um orientador do Programa;
III - ter o pedido de transferência aprovado pelos colegiados de ambos os programas.
SEÇÃO III DO TRANCAMENTO, INTERRUPÇÃO DE ESTUDOS E CANCELAMENTO DE MATRÍCULA
¶Art. 36. Será permitido ao(à) aluno(a) regularmente matriculado(a) o trancamento de matrícula em uma ou mais disciplinas e ou atividades acadêmicas, individualizadas, desde que ainda não se tenham integralizado 30% (trinta por cento) das atividades previstas para a disciplina e ou atividade acadêmica, salvo caso especial, a critério do Colegiado do Programa.
§1º. O pedido de trancamento de matrícula em uma ou mais disciplinas e/ou atividades acadêmicas, individualizadas, deverá ser solicitado por meio de requerimento do(a) aluno(a) ao coordenador, com as devidas justificativas e a anuência do orientador, no prazo fixado no caput deste artigo.
§2º. É vedado o trancamento da mesma disciplina e ou atividade acadêmica mais de uma vez, salvo casos excepcionais, a critério do Colegiado.
¶Art. 37. O trancamento de matrícula do período letivo em execução corresponde à interrupção de estudo e só poderá ser concedido por motivo de viagem de trabalho, de doença ou de licença maternidade, devidamente comprovado, por solicitação do(a) aluno(a) com pronunciamento expresso do orientador e aprovação do Colegiado.
§1º. O prazo máximo permitido de interrupção de estudos será de um período letivo.
§2º. O trancamento de que trata o caput deste artigo constará, obrigatoriamente, no histórico escolar do(a) aluno(a) com a menção "Interrupção de Estudos" acompanhada do período letivo de ocorrência e da data de homologação da autorização pelo Colegiado do Programa, não sendo computado no tempo de integralização do Programa.
§3º. Caberá ao Colegiado do Programa decidir sobre os pedidos de interrupção de estudos.
§4º. Para aluno(a) bolsista, a “Interrupção de Estudos” implicará a suspensão imediata da bolsa.
§5º. Constitui exceção ao que estabelece o parágrafo anterior deste artigo o direito à licençamaternidade da bolsista como estabelecido pela legislação dos concedentes das bolsas.
¶Art. 38. Será assegurado regime acadêmico especial mediante atestado médico apresentado àCoordenação do Programa:
I.
à aluna gestante, por quatro meses a partir do oitavo mês de gestação ou a critério médico, como disposto na Lei Nº. 6.202, de 17 de abril de 1975;
II. aos(às) alunos(as) em condição física incompatível com a frequência às aulas e atividades programadas, como disposto no Decreto-Lei Nº. 1.044, de 2 de outubro de 1969, desde que por período que não ultrapasse o máximo considerado admissível para a continuidade do processo pedagógico.
Parágrafo Único. Para admissibilidade do afastamento, conforme item II do caput deste artigo, será consultado formalmente o professor da disciplina a ser cursada em regime acadêmico especial, para que o mesmo opine sobre o período pedido.
¶Art. 39. Admitir-se-á o cancelamento de matrícula, em qualquer tempo, por solicitação do(a) aluno(a), correspondendo à sua desvinculação do Programa.
CAPÍTULO V
DO REGIME DIDÁTICO-CIENTÍFICO
SEÇÃO I DO FUNCIONAMENTO E DOS PRAZOS
¶Art. 40. O PPGOA deverá ser concluído no prazo mínimo de 12 (doze) meses e máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir do mês e ano de início do primeiro período letivo no Programa até a data da efetiva defesa da dissertação ou trabalho equivalente.
¶Art. 41. Em caráter excepcional o Colegiado poderá prorrogar o prazo para a defesa do trabalhofinal por período não superior a seis meses, contados a partir do prazo final estabelecido, isto é 24 meses. Considera-se caráter excepcional a viagem à trabalho atestado pelo empregador por período superior a 3 (três) meses e a doença atestada por médico.
§1º. Para a concessão da prorrogação, deverão ser atendidos os seguintes requisitos:
I.
requerimento, formalizado pelo aluno, mediante processo dirigido à Coordenação, antes do término do prazo regular estabelecido no respectivo regulamento;
II. justificativa da solicitação e documentos comprobatórios;
III. parecer circunstanciado do orientador;
IV. versão preliminar do Trabalho;
V. cronograma indicativo das atividades a serem desenvolvidas no período da prorrogação.
§2º. A Coordenação deverá encaminhar o requerimento do(a) aluno(a) juntamente com a documentação exigida para avaliação e decisão final do Colegiado.
SEÇÃO II DA ESTRUTURA ACADÊMICA
¶Art. 42. No Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Aprendentes e nesse caso do Curso de Mestrado Profissional em Gestão nas Organizações Aprendentes funcionará em regime semestral exigindose um número mínimo de 26 (vinte e seis) créditos para sua integralização.
§1º. Não serão computados nos limites de créditos estabelecidos os créditos atribuíveis às atividades de preparação para exames de banca de qualificação, bem como de atividades de elaboração edefesa de trabalho final.
§2º. Cada crédito corresponde a 15 (quinze) horas-aula teóricas/práticas ou a 30 (trinta) horas-aula teórico/práticas.
§3º. Os créditos do Programa serão distribuídos da seguinte forma:
I.
II.
10 (dez) créditos em disciplinas obrigatórias comuns a todas as linhas de pesquisa; 04 (quatro) créditos em disciplinas obrigatórias da linha de pesquisa à qual o(a) discente está vinculado(a).
III. 04 (quatro) em disciplinas optativas comuns a todas as linhas de pesquisa;
IV. 04 (quatro) créditos em disciplinas optativas da linha de pesquisa à qual o(a) discente está vinculado(a).
V. 04 (quatro) créditos de escolha livre podendo serem feitos em disciplinas optativas da própria linha de pesquisa à qual o(a) discente está vinculado(a), ou feitos com disciplinas de outra linha do Programa, ou de disciplinas do rol de optativas comuns a todas as linhas doPrograma, ou também podem ser feitos/aproveitados de disciplinas de outro PPG com mesmanota ou superior ao Programa, ou fruto de intercâmbio de pós-graduação, desde que se justifique por agregar na pesquisa do aluno para o trabalho final, com a concordância do orientador e seja aprovado no Colegiado.
§4º. O Programa deve oferecer ao menos uma quantidade mínima de optativas que permita ao estudante ter
condições de optar, com a concordância de seu orientador, e concluir os créditos no tempo estabelecido.
§5º. As disciplinas, quando possível, também poderão ser ministradas em formato on-line.
SEÇÃO III DA VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO
¶Art. 43. O(a) aluno(a) deve atender às exigências de rendimento acadêmico, frequência mínima e desempenho durante a integralização das disciplinas integrantes da estrutura acadêmica, bem como de dedicação e assiduidade durante a elaboração do trabalho final.
¶Art. 44. Em cada disciplina, o rendimento acadêmico para fins de registro será avaliado pelos meiosprevistos na sua programação acadêmica e expressos mediante nota, variando de 0 (zero) a 10 (dez).
§1º. O aluno que obtiver nota igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) será considerado aprovado.
§2º. O cálculo das médias será expresso pelo Coeficiente de Rendimento Acadêmico – CRA, adotando-se os procedimentos previstos no art. 66, §2 do Regulamento Geral (Resolução Consepe nº. 79/2013, ou a que vier a substitui-la).
§3º. Constarão no histórico escolar do(a) aluno(a) as notas obtidas em todas as disciplinas.
¶Art. 45. A entrega das notas finais atribuídas aos(às) alunos(as) matriculados nas disciplinas deve ser efetuada no prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias contados a partir do encerramento do semestre letivo, conforme calendário aprovado pelo Colegiado do Programa.
¶Art. 46. Será reprovado o(a) aluno(a) que não atingir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas disciplinas estabelecidas pelo Currículo do Programa, sendo atribuída a nota zero para efeito do cálculo do CRA e registrado no histórico escolar como reprovado.
¶Art. 47. A verificação do desempenho acadêmico do(a) aluno(a) matriculado(a) em elaboração de trabalho final será feita por seu orientador ou por comissão constituída pelo Colegiado do Programa,por meio de relatório circunstanciado, ao final de cada período letivo regular do Programa com atribuição dos seguintes conceitos:
I.
II.
III.
IV.
excelente; bom; regular; insuficiente.
Parágrafo único. Caso o(a) aluno(a) obtenha conceito regular por duas vezes ou insuficiente uma vez, deverá ser desligado do Programa, a critério do Colegiado, ouvidos o(a) orientando(a) e seu orientador.
¶Art. 48. Sobre a capacidade de leitura e interpretação da Língua Inglesa ou da Língua Espanhola, o aluno deve entregar documento comprobatório de proficiência no ato da matrícula, ou no máximo em até doze (12) meses contados do dia da efetivação da matrícula, exceto quando previsto em edital como item de seleção.
§1º. o documento comprobatório de proficiência em língua estrangeira deve ter sido expedido por entidade educacional especialista no idioma.
§2º. O resultado do exame tratado no caput deste artigo constará no histórico escolar do(a) aluno(a) com a expressão "aprovado", juntamente com a data de sua realização.
§3º. Para alunos(as) estrangeiros, não nativos de países de língua portuguesa, o exame de que trata o caput deste artigo deverá ser feito em língua portuguesa.
SEÇÃO IV DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS EM DISCIPLINAS
¶Art. 49. A critério do Colegiado poderão ser aceitos créditos, com o aproveitamento de estudos, obtidos em disciplinas isoladas cursadas pelo aluno regular no Programa no qual se encontramatriculado ou em outro programa ou programa de pós-graduação stricto sensu recomendado pela Capes.
§1º. Considera-se aproveitamento de estudos, para os fins previstos neste regulamento:
I.
a equivalência de disciplina já cursada e aprovada anteriormente pelo(a) aluno(a) à disciplina da estrutura acadêmica do Programa;
II. a aceitação de créditos relativos a disciplinas já cursadas e aprovadas anteriormente pelo(a) aluno(a), mas que não fazem parte da estrutura acadêmica do Programa.
III. Disciplinas cursadas em outro PPGs e que tem vinculação e aplicabilidade com a pesquisa que será realizada pelo aluno no Programa.
§2º. No processo de equivalência de disciplinas de que trata a alínea “a” do §1º. deste artigo, deverão ser observados o conteúdo e a carga horária da disciplina a ser aproveitada, podendo haver necessidade de complementação curricular.
§3º. A aceitação de créditos em disciplinas de que trata a alínea “b” do §1º. deste artigo somenteserá feita caso as disciplinas sejam consideradas pelo Colegiado de real importância para a formação do(a) aluno(a).
§4º. O aproveitamento de estudos tratado no caput deste artigo somente poderá ser feito quando as disciplinas tiverem sido concluídas há, no máximo, cinco anos, contados a partir do final do períodono qual a disciplina foi ofertada.
§5º. Deverão, obrigatoriamente, ser registrados no histórico escolar do(a) aluno(a) o nome do programa e da instituição de origem, se for o caso, nos quais o(a) aluno(a) cursou a(s) disciplina(s) objeto de aproveitamento e a data de homologação pelo Colegiado.
§6º. O número máximo de créditos que poderá ser aceito será de até 09 créditos.
§7º. As disciplinas devem ter sido cursadas em programas de pós-graduação stricto sensu com nota igual ou maior que a do Programa.
§8º. O aproveitamento de estudos obtidos em disciplinas mencionado no caput deste artigo deverá ser solicitado pelo(a) aluno(a) mediante requerimento à Coordenação, acompanhado do histórico escolar e do programa da disciplina cujos estudos o aproveitamento está sendo solicitado, devidamente autenticados pelo coordenador do programa de pós-graduação onde a disciplina foi cursada.
¶Art. 50. A equivalência de disciplinas e a aceitação de créditos obtidos na forma do disposto no art. 49 e aprovados nos termos do art. 7, incisos VII e VIII deste regulamento, no aproveitamento de estudos, serão observadas as seguintes normas relativas à disciplina cursada em outra instituição:
I.
serão consideradas somente disciplinas cuja nota obtida pelo(a) aluno(a) tenha sido igual ou superior a 7,0 (sete), conforme determina o art. 45, §1º, deste regulamento.
II. a contagem dos créditos será feita sempre na forma disposta no art. 42, §2º. deste regulamento;
III. a nota obtida, que servirá para o cálculo do CRA, será anotada no histórico escolar do(a) aluno(a), observando-se, caso necessário, a seguinte equivalência entre notas e conceitos: A = 9,5; B = 8,5 e C = 7,5.
IV. caso haja outra escala de conceito, o Colegiado do Programa decidirá sobre a equivalência.
SEÇÃO V
DO DESLIGAMENTO E DO ABANDONO
¶Art. 51. Além dos casos previstos no Regimento Geral da UFPB, será desligado do Programa o(a) aluno(a) que:
I.
II.
não tenha efetuado a matrícula institucional, nos termos do art. 32, §4º. deste regulamento; for reprovado duas vezes, quer na mesma disciplina quer em disciplinas diferentes, durante a integralização da estrutura acadêmica do Programa;
III. obtiver, em qualquer período letivo, o CRA inferior a 7,0 (sete);
IV. tiver cometido plágio, seja nos trabalhos desenvolvidos para as disciplinas cursadas, seja trabalho final, como também na preparação desse trabalho;
V. obtiver o conceito "reprovado" por duas vezes na banca de qualificação que antecede a defesa trabalho final;
VI. não houver integralizado seu currículo no prazo máximo estabelecido por este regulamento;
VII. obtiver o conceito "reprovado" na defesa do trabalho final;
VIII. enquadrar-se no que estabelece o parágrafo único do art. 48 deste regulamento;
IX. não efetuar sua matrícula em disciplina(s) ou trabalho final.
X. não entregar a versão final do trabalho final no prazo estipulado no art. 61.
Parágrafo único. O(a) aluno(a) desligado do Programa somente poderá voltar a se matricular após aprovação em novo processo seletivo.
CAPÍTULO VI DO TRABALHO FINAL
SEÇÃO I DO PROJETO DE TRABALHO FINAL
¶Art. 52. O Trabalho Final, requisito para obtenção do grau de Mestre, deverá evidenciar domínio dotema escolhido e capacidade de sistematização e de pesquisa aplicada.
§1º. Entende-se por Trabalho Final a Dissertação, o Relatório Técnico Aplicado, o protótipo, a Patente, bem como outros tipo de trabalho final inovadores, previstos no §3º. da Portaria NormativaNº. 17, de 28 de dezembro de 2009, da CAPES; ou outras Portarias que tratem do tema, desde que seja aplicável a esse PPG:
I.
Dissertação trata-se da comunicação dos resultados de uma pesquisa científica empírica ou teórica, versando sobre um tema único e delimitado, devendo ser elaborada de acordo com asdiretrizes metodológicas, técnicas e lógicas do trabalho científico e normatizada segundo as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
II. Relatório Técnico Aplicado trata-se de um relatório circunstanciado que demonstra a busca de respostas teóricas ou metodológicas a um problema ou demanda específica nas organizações, contendo a descrição da situação problema e o diagnóstico que demonstra a necessidade do desenvolvimento da ação para superação do problema, e a proposta de ação em si, devendo ser elaborado em acordo com as diretrizes metodológicas, técnicas e lógicas do trabalho científico e normatizado segundo as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
III. Protótipo trata do desenvolvimento de uma proposta de solução original ou evolução de uma anterior para uma determinada demanda de aprendizagem, melhoria ou inovação para organizações, grupos específicos ou sociedade em geral. Podem ser manuais, modelos, desenvolvimento de padrões, propostas de produtos ou serviços inovadores, de softwares, aplicativos, propostas de startups, de tecnologias digitais ou outro tipo de aplicativo.
IV. Patente trata-se da patente e/ou registros de propriedade intelectual e de softwares, inclusive depósito de software livre em repositório reconhecido ou obtenção de licenças alternativas ou flexíveis para produção intelectual, desde que demonstrado o uso pela comunidade acadêmica ou pelo setor produtivo.
§2º. Para a realização do Trabalho Final, o aluno contará com orientador conforme estabelecido pelo art.
19 deste regulamento.
¶Art. 53. As normas de elaboração e apresentação dos projetos para o trabalho final serão regulamentadas por resolução interna do Programa.
SEÇÃO II DOS EXAMES DE BANCA DE QUALIFICAÇÃO
¶Art. 54. O exame de banca de qualificação para aluno(a) do PPGOA constitui-se requisito obrigatório anterior à defesa do trabalho final.
§1º. O exame de banca de qualificação deverá ser realizado:
I.
II.
Até 18º. mês de ingresso no Programa. O exame de qualificação pode ser antecipado desde que o aluno tenha completado as disciplinas obrigatórias oferecidas pelo PPGOA, podendo ser exceção as disciplinas de Prática da Pesquisa I e Prática da Pesquisa II, se o projeto estiver pronto tendo a concordância do orientador para essa antecipação.
III. A prorrogação de prazo da banca de qualificação somente pode ocorrer se tiver a concordância do orientador e o pedido for aprovado no Colegiado, ou estiver autorizado por portaria especial da PRPG da UFPB.
§2º. A comissão examinadora do exame banca de qualificação será composta pelo(a):
I.
II.
orientador(a), como presidente, por, no mínimo, dois doutores, sendo que pelo menos um deles deverá ser preferencialmente do quadro permanente do Programa e que tenham afinidade com o tema apresentado.
III. Para fins de banca, excepcionalmente, poderá suprir a exigência do Título de Doutor o notório saber na temática ou livre docência na área do estudo, em casos reconhecidos por instituição competente.
IV. A indicação de membro de banca como notório saber ou livre docência virá acompanhada de justificativa feita e assinada pelo orientador(a), acompanhada do Currículo do indicado e documentação comprobatória, e encaminhada para aprovação da indicação por parte doColegiado do Curso.
§3º. No exame de banca de qualificação o(a) aluno(a) obterá conceito “aprovado” ou “reprovado”, não havendo atribuição de nota ou crédito, sendo considerado “aprovado” quando obtiver aprovaçãoda maioria dos membros da comissão examinadora.
§4º. O(a) aluno(a) que obtiver conceito “reprovado” no exame de banca de qualificação poderá repeti-lo apenas uma única vez, em prazo não superior a sessenta dias, contados a partir da data da realização do primeiro exame.
§5º. As recomendações da comissão examinadora dos exames de que trata o caput deste artigo deverão ser registradas em relatório assinado por todos os membros da banca e seu cumprimento supervisionado pelo orientador do(a) aluno(a).
SEÇÃO III DA DEFESA E JULGAMENTO DO TRABALHO FINAL
¶Art. 55. Para a defesa do trabalho final de Dissertação, Projeto Técnico Aplicado, ou Patente deverá o(a) aluno(a), dentro dos prazos estabelecidos nos art. 40 e 41, deste regulamento, satisfazer aos seguintes requisitos:
I.
II.
ter recomendação formal do orientador para a defesa do trabalho final; ter cumprido o número mínimo de créditos em conformidade com caput do art. 42, deste
regulamento, ou seja, ter feito todos os créditos.
III.
IV.
ter sido aprovado no exame de banca de qualificação; ter um artigo oriundo de atividades desenvolvidas no PPG, aceito ou submetido em periódicos com Qualis B1 ou superior ou um capítulo de livro com conselho editorial; ou encaminhamento de registro de uma patente.
V. ter apresentado declaração na qual afirme ter observado, para elaboração do trabalho final, as diretrizes do Relatório da Comissão de Integridade de Pesquisa do CNPq, instituída pela Portaria PO-085/2011 de 5 de maio de 2011, ou a que a substituir, assumindo total responsabilidade por eventuais problemas decorrentes.
§1º. Nos impedimentos do orientador, havendo um coorientador este ficará responsável pela recomendação formal mencionada na alínea “a” deste artigo, bem como pela assistência ao(à) aluno(a).
§2º. Nos impedimentos do orientador e na ausência de um coorientador, caberá ao Colegiado do Programa indicar um docente que possa substituir o orientador na atribuição indicada na alínea “a” deste artigo, bem como na assistência ao(à) aluno(a).
§3º. Havendo parecer do orientador não recomendando a defesa do trabalho final, o(a) aluno(a) poderá requerer ao Colegiado o exame de seu trabalho, quando então o Colegiado designará uma comissão formada por docentes do Programa e ou externos para emitir parecer conclusivo acerca domérito do trabalho.
§4º. A banca do trabalho final deve ocorrer até o 24º. mês do Curso, sendo prorrogações admitidas apenas nos casos excepcionais previstos por essa Resolução e as resoluções de pós-graduação da UFPB e da Capes.
§5º. O aluno pode antecipar a defesa do trabalho final se houver concordância do orientador e todos os requisitos exigidos por este artigo e os demais artigos da presente resolução já estiverem sido atendidos pelo aluno como requisito para defesa de trabalho final, e este tiver ao menos estiver concluído todas os créditos exigidos, com excessão da disciplina de Prática da Pesquisa II, onde basta que esteja ao menos constando como matriculado/cursando.
¶Art. 56. A defesa do trabalho final será feita em sessão pública.
Parágrafo único. Admitir-se-á a defesa de trabalho final por meio do sistema de videoconferência, seguindo os mesmos preceitos da defesa presencial como estabelecidos por este regulamento, podendo haver as adaptações de natureza operacional que se fizerem necessárias.
¶Art. 57. Para fins de defesa do trabalho final, deverá o(a) aluno(a) requerer formalmente, aocoordenador do Programa, a sua apresentação pública.
§1º. O requerimento do(a) aluno(a) deverá estar acompanhado de autorização formal do orientador ou orientadores, de acordo com o art. 55, alínea a, deste regulamento, atestando que o trabalho final se encontra em condições de ser apresentado e defendido.
§2º. Deverá o aluno encaminhar à Coordenação do Programa um exemplar do Trabalho Final, junto com documentos pertinentes à produção científica, quando couber.
§3º. Caberá ao aluno e/ou orientador a entrega, aos membros da banca, da dissertação para a avaliação;
§4º. Caberá ao orientador as providências de indicação da Banca Examinadora através do Sistema SIGAA.
§5º. As bancas examinadoras deverão ser compostas por doutores.
¶Art. 58. O trabalho final será julgado por uma comissão examinadora escolhida na forma estabelecida no
art. 7, inciso III, alínea “g” deste regulamento, composta pelo(s) orientador(es), semdireito a julgamento, e por no mínimo dois especialistas, sendo um externo ao Programa, e dois suplentes, sendo também um dos suplentes um externo ao Programa.
§1º. A presidência da comissão examinadora será exercida pelo orientador, e na ausência deste pelo co-
orientador ou alguém designado pelo Colegiado.
§2º. Os especialistas a que se refere o caput deste artigo deverão ser portadores do título de doutor ou livre docente, que tenham produção acadêmica relacionada ou expertise com o tema, sem que sejam, necessariamente, docentes ou pertencentes a programas de Pós-Graduação;
I.
Excepcionalmente, pode substituir a exigência do Título de Doutor o notório saber natemática ou livre docência na área do estudo, em casos reconhecidos por instituição competente.
II. A indicação de membro de banca como notório saber ou livre docência precisará vir acompanhada de justificativa feita e assinada pelo orientador(a), acompanhada do Currículo do indicado e documentação comprobatória, e encaminhada para aprovação da indicação por parte do Colegiado do Curso.
§3º. No caso de impossibilidade da presença do(s) orientador(es), o Colegiado ou o coordenador deverá nomear um docente do Programa para presidir a comissão examinadora.
§4º. A data para a apresentação e defesa do trabalho final será publicada pelo coordenador, a partir do cadastramento da Banca no SIGAA pelo orientador, no prazo de 15 a 45 dias, contado da recepção, pela Coordenação, do requerimento e demais documentos que deverão acompanhá-lo, mencionados no caput do
¶art. 58 deste regulamento.
§5º. Encerrada a sessão pública de apresentação e de defesa do trabalho final, a comissão examinadora, em sessão secreta, deliberará sobre o resultado do exame, que será registrado em ata, devidamente assinada pelos membros da comissão e pelo(a) aluno(a), ao tomar ciência do resultado.
§6º. A ata de que trata o parágrafo anterior deverá ser homologada pelo Colegiado do Programa no prazo máximo de trinta dias.
§7º. Após a defesa do trabalho final, sendo o pós-graduando aprovado, a Coordenação somente emitirá documento de aprovação após a homologação do relatório final do orientador pelo Colegiado do Programa.
¶Art. 59. Para o julgamento do trabalho final será atribuída uma das seguintes menções:
I.
II.
III.
- Aprovado; - Insuficiente; - Reprovado.
§1º. O candidato somente será considerado aprovado quando receber a menção “Aprovado” pela maioria dos membros da banca examinadora.
§2º. As menções de que trata o caput deste artigo deverão ser baseadas em pareceres individuais dos membros da comissão examinadora.
§3º. A atribuição do conceito "Insuficiente" implicará o estabelecimento do prazo máximo de noventa dias para a reelaboração e apresentação do trabalho final, de acordo com as recomendações da banca examinadora.
§4º. No caso de ser atribuída a menção "Insuficiente", a comissão examinadora registrará na ata da sessão pública da defesa os motivos da sua atribuição e estabelecerá o prazo, dentro dos prazos máximos constantes no §3º. deste artigo, para reelaboração do trabalho final.
§5º. Na nova apresentação pública do trabalho final, a comissão examinadora deverá ser preferencialmente a mesma e atenderá os ditames do art. 59 e seus respectivos parágrafos e não mais se admitirá a atribuição da menção “Insuficiente”.
¶Art. 60. Após a defesa com aprovação do trabalho final e feitas as devidas correções, quando necessárias, deverá o(a) aluno(a) entregar na Secretaria do Programa uma cópia em mídia digital da versão final,
contendo, obrigatoriamente, a ficha catalográfica fornecida pelo Sistema de Bibliotecas da UFPB, no prazo máximo de 90 (noventa) dias, contados da data da defesa.
§1º. O aluno entregará ainda, declaração do orientador que comprove o atendimento das possíveis solicitações de mudanças exigidas pela banca, a conformidade de revisões linguísticas, das normas da ABNT;
§2º. O (a) aluno(a) deverá também entregar um exemplar impresso da versão final do trabalho euma cópia em mídia digital ao Sistema de Bibliotecas da UFPB;
§3º. O (a) aluno(a) deverá também entregar uma cópia em mídia digital a cada membro da banca examinadora de defesa;
§ 4° A homologação do relatório final do Orientador pelo Colegiado, somente poderá ser feita apósa entrega dos exemplares do tranbalho na versão final. CAPÍTULOVIII DO PLÁGIO
¶Art. 61. Para o propósito deste Regulamento, entende-se como plágio acadêmico a apropriação indevida da produção de outrem, sem o devido crédito à fonte.
Parágrafo único. Para efeito do disposto no caput deste artigo, o plágio poderá ocorrer em qualquer trabalho acadêmico apresentado pelo aluno perante as atividades regulares desse Programa.
¶Art. 62. Em casos de denúncia de indícios de plágio, o Programa formará comissão composta por professores vinculados ao corpo docente próprio ou externo ao Programa, que sejam especialistas naárea temática do trabalho acadêmico indiciado.
§1º. A comissões designada para apuração de caso de plágio será formada em um prazo de 15 (quinze) dias, contados a partir do conhecimento formal da denúncia pela Coordenação do Programa.
§2º. O parecer da comissão designada para apuração de plágio, após homologação pelo Colegiado do Programa, será encaminhado às devidas instâncias administrativas.
§3º. Diante da constatação de plágio, o Colegiado do Programa poderá adotar o desligamento definitivo do aluno regularmente matriculado, desde que ao mesmo tenha sido assegurado o princípio do contraditório e da ampla defesa em todas as etapas do processo.
§4º. Nos casos de constatação de plágio de aluno egresso, o parecer da comissão será encaminhado mediante processo para apreciação pelo Conselho do Centro, devendo ser assegurado àquele que cometeu a infração o princípio do contraditório e da ampla defesa em todas as etapas do processo.
§5º. O processo com a constatação de plágio de aluno egresso com a decisão do Conselho do Centroserá encaminhado à Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPG), que o enviará ao Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE). Caberá ao Consepe, em casos de constataçãode plágio, decidir sobre a anulação do diploma do egresso.
§6º. Caberá à PRPG realizar os procedimentos administrativos necessários à anulação do diploma.
§7º. O aluno egresso que tiver anulado seu diploma por constatação de plágio será comunicado oficialmente da anulação pelo(a) Reitor(a) da UFPB.
§8º. O parecer da comissão designada para análise e julgamento do plágio não é vinculante,permitindo a apuração do ato por parte de outros órgãos institucionais da própria universidade, quando estiver entre as suas competências materiais e observados os princípios constitucionais e de ampla defesa.
CAPÍTULO VII DA OBTENÇÃO DO GRAU E EXPEDIÇÃO DO DIPLOMA
¶Art. 63. Para a outorga do grau respectivo, deverá o(a) aluno(a), dentro do prazo regimental, ter satisfeito as exigências do Regimento Geral da UFPB, do Regulamento Geral dos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu e deste regulamento.
§1º. A outorga do grau a que se refere o caput deste artigo pressupõe a homologação, peloColegiado, da ata da sessão pública de defesa do trabalho final e do relatório final do orientador.
§2º. O relatório final do orientador, em formulário padrão da PRPG, terá como anexos:
I.
II.
III.
cópia da ata da sessão pública de defesa do trabalho final; histórico escolar final do(a) aluno(a); declaração expedida pela Coordenação do Programa comprovando a entrega dos exemplares do trabalho na versão final, contendo, obrigatoriamente, a ficha catalográfica fornecida pelo sistema de bibliotecas da UFPB, bem como de cópias de produções artísticas vinculadas paraa área das artes, caso existam;
IV. declaração expedida pelo sistema de bibliotecas da UFPB de quitação e depósito de um exemplar impresso do trabalho na versão final e de sua cópia em mídia digital.
§3º. Somente será aceita a versão final se a mesma estiver de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
¶Art. 64. A expedição de diploma de mestre será efetuada pela PRPG, satisfeitas as exigências doart. 63 deste regulamento.
§1º. A Coordenação do Programa encaminhará à Coordenação-Geral de Pós-Graduação (CGPG) daPRPG processo devidamente protocolizado, solicitando a expedição do diploma de que trata o caput deste artigo, instruído dos seguintes documentos:
I.
II.
memorando do coordenador do Programa ao pró-reitor de pós-graduação; requerimento do(a) aluno(a) ao coordenador do Programa solicitando as providências cabíveis para a expedição do diploma;
III. relatório final do Orientador.
IV. certidão de homologação da ata da sessão pública de defesa do trabalho final;
V. cópia legível do diploma de graduação;
VI. cópia legível da carteira de identidade e do CPF;
VII. documento comprobatório em caso de alteração do nome.
§2º. O relatório final do orientador terá como anexos:
I.
II.
III.
cópia da ata da sessão pública de defesa do trabalho final; histórico escolar final do(a) aluno(a) declaração expedida pela Coordenação do Programa comprovando a entrega dos exemplares do trabalho na versão final, contendo, obrigatoriamente, a ficha catalográfica fornecida pelo sistema de bibliotecas da UFPB;
IV. declaração expedida pelo sistema de bibliotecas da UFPB de quitação e depósito de um exemplar impresso do trabalho na versão final e de sua cópia em mídia digital.
¶Art. 65. O registro do diploma de mestre em Gestão nas Organizações Aprendentes será processadopela PRPG, por meio da COAPG por delegação de competência do MEC, na forma da legislação específica.
Parágrafo único. Deverá constar nos diplomas a área de conhecimento em que foi concedido o título,bem como da respectiva área de concentração.
CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
¶Art. 66. Antes do final de cada período letivo em execução, a Coordenação convocará o respectivo Colegiado com o objetivo de fixar as datas relacionadas ao calendário escolar e programar o próximo período letivo.
Parágrafo único. Após a deliberação do Colegiado, a Coordenação deverá dar ampla divulgação ao calendário escolar aprovado, contendo:
I.
prazos e períodos definidos para a seleção de novos(as) aluno(a)s regulares e de alunos(as) especiais;
II. início e término do próximo período letivo;
III. matrícula institucional dos novos alunos(as);
IV. matrícula em disciplinas e atividades acadêmicas dos(as) alunos(as);
V. trancamento de matrícula em disciplinas e atividades acadêmicas;
VI. demais atividades acadêmicas a critério do Colegiado.
¶Art. 67. O Programa manterá atualizada sua página eletrônica na Internet, dando ampla divulgaçãoa todas as atividades desenvolvidas no seu âmbito, tais como corpo docente e discente, estrutura acadêmica, calendários, processo seletivo, produção intelectual e técnica, dissertações e trabalhos técnicos aplicados defendidos, editais, normas, espaço do egresso, procedimentos e formas de contato com o público interno e externo.
Paragrafo Único: O Programa disponibilizará as intervenções com discursos qualificadosproduzidos no âmbito do Programa nas Plataformas Digitais e nas suas Redes sociais Virtuais.
¶Art. 68. Ressalvados os direitos emanados da Lei de Direitos Autorais e de Propriedade Intelectual, os resultados da pesquisa de trabalho final serão de propriedade da universidade, e na sua divulgação, qualquer que seja o meio, constará obrigatoriamente a menção à universidade, ao(s) orientador(es) e ao(à) aluno(a).
§1º. No caso da pesquisa de trabalho final ter sido realizada fora da universidade, com orientação conjunta de docente da UFPB e de outra instituição, ambas as instituições partilharão a propriedade dos resultados da pesquisa e os direitos do que reza o caput deste artigo.
§2º. É obrigatória a menção à agência financiadora da bolsa e/ou do projeto de pesquisa, tanto na dissertação/trabalho técnico de intervenção quanto em qualquer publicação dela resultante.
¶Art. 69. Os casos omissos a este regulamento serão decididos em primeira instância pelo Colegiado do Programa e suas decisões pelo conselho de centro e pelo Consepe.
Paragrafo único. O prazo para a interposição de recurso será de dez dias úteis a partir da data de ciência do interressado.
¶Art. 70. Este Regulamento do Mestrado Profissional em Gestão nas Organizações Aprendentes entrará em vigor na data de sua publicação, depois de sua aprovação por Resolução específica do CONSEPE, revogadas as disposições em contrário.
ANEXO II À RESOLUÇÃO Nº 23/2024 DO CONSEPE DEFINIÇÕES, ATUAÇÃO E LINHAS DO PPGOA
Área 27 da CAPES - Área de Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e TurismoÁrea de concentração - Gestão e Aprendizagem O ENTENDIMENTO DE ORGANIZAÇÃO APRENDENTE O nome do Programa de Pós-Graduação em Organizações Aprendentes (PPGOA) remete primeiramente a “aprendizagem organizacional” e “ciclos de aprendizagem” que é uma facetateórica na linha de Chris Argyris & Schon e a “organizações que aprendem” que é vertente aplicada na linha de Peter Senge. E as competências e habilidades para uma gestão aprendente pensadas para o curso levam em conta basilares como organizações que aprendem; gestão; e inteligência coletiva. Por essa razão, o conceito de aprendizagem é transversal nas Linhas e nas propostas de pesquisa do PPGOA considerando os grandes princípios da literatura na área. Entende-se as organizações como locais onde as pessoas continuamente aprendem e aprimoram sua criatividade. Isso porque os blocosde construção de uma organização aprendente são, inicialmente, indivíduos, e depois equipes, que criam, compartilham e atuam na aprendizagem coletiva. Uma organização assim opera ciclos de aprendizagem organizacional onde conhecimentos são criados, desenvolvidos, compartilhados e implementados. Envolve uma comunidade colaborativa de aprendizagem que se sustenta ao longodo tempo. Nesse sentido, as aprendizagens nas organizações se desenvolvem em paralelo com a gestão do conhecimento, vinculadas em suas definições e práticas, por meio da interação social e colaboração em equipe. Cabe a gestão organizacional garantir o ambiente e o clima adequado para que isso ocorra. Organizações que fomentam a cultura da aprendizagem e incentivam práticas baseadas em dados, informações e conhecimento, permitem não apenas aprendizado, mas, também,a melhoria e a criação contínua, motivando as equipes e motivando seus quadros de colaboradores a aprender e aplicar continuamente o que aprenderam. A apropriação do que é criado e inovado pertence as pessoas e/ou as organizações, levando em conta o que foi acordado e/ou contratado. LINHA 1: GESTÃO, INOVAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS Ementa da Linha: Gestão organizacional. Processos decisórios. Desenvolvimento organizacional, setorial, regional e globalização. Comunicação em ambientes internacionais, interculturais e inovadores. Planejamento e estratégias de inovação. Tecnologia e cultura digital. Usos e efeitos das tecnologias emergentes nas organizações que aprendem. Gestão de dados, informação e conhecimento. Cultura digital, inteligência artificial e redes. Acordos internacionais e internacionalização das organizações. Atualidades e tendências. LINHA 2: APRENDIZAGEM NAS ORGANIZAÇÕES Ementa da linha: Aprendizagem organizacional e ciclos de aprendizagem. Culturas, políticas e práticas em organizações que aprendem. Desenvolvimento de Competências. Desenho organizacional e aprendizagem. Aspectos cognitivos, comportamentais, relacionais e éticos de organizações e sociedades que aprendem. Aprendizagem em rede. Indicadores de aprendizagem em processos contínuos de desenvolvimento organizacional e profissional. Desenvolvimento humano e relações de poder em organizações aprendentes. Liderança e Desenvolvimento Gerencial. Tópicos atuais e tendências na área.
ANEXO III À RESOLUÇÃO Nº 23/2024 DO CONSEPE ESTRUTURA ACADÊMICA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO NAS ORGANIZAÇÕES APRENDENTES, EM NÍVEL DE MESTRADO PROFISSIONAL
I – MATRIZ CURRICULAR
De acordo com os termos do art. 42 do Regulamento do PPGOA, o(a) aluno(a) deverá cumprir no mínimo 26 (vinte e seis) créditos assim distribuídos: §3º. Os créditos do Programa serão distribuídos da seguinte forma: 10 (dez) créditos em disciplinas obrigatórias comuns a todas as linhas de pesquisa; 04 (quatro) créditos em disciplinas obrigatórias da linha de pesquisa à qual o(a) discente está vinculado(a); 04 (quatro) em disciplinas optativas comuns a todas as linhas de pesquisa; 04 (quatro) créditos em disciplinas optativas da linha de pesquisa à qual o(a) discente está vinculado(a); e 04 (quatro) créditos de escolha livre conforme consta no Artigo 3, §3º. deste Regulamento; e que estão indicados nas Tabelas A, B, C, D e E. Tabela A: DISTRIBUIÇÃO CARGA HORÁRIA NO CURSO OBRIGATÓRIA OPTATIVAS OBRIGATÓRIAS OPTATIVAS DA LINHA COMUNS COMUNS DA LINHA 10 cr. Mín. 4 cr. 4 cr. Mín. 4 cr. Obs.: Mín.: Carga horária Mínima exigida. cr.: créditos. (*) De escolha livre conforme consta no Artigo 3, §3º. deste Regulamento
OPTATIVAS LIVRE TRÂNSITO* Mín. 4 cr.
Tabela B: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS COMUNS ÀS LINHAS DE PESQUISA Nº IDENTIFICAÇÃO CRÉDITOS** TEÓRICO PRÁTICO TOTAL 01 Abordagens Contemporânea da Gestão 4 0 4 Organizacional
TOTAL CRÉDITOS Mín. 26 cr.
CARGA HORÁRIA 60
02 Pesquisa Social
4
0
4
60
03 Prática da Pesquisa I (Elaboração do Projeto Qualificação) 04 Prática da Pesquisa II (Pesquisa e Elaboração do Trabalho Final)
0
1
1
30
0
1
1
30
Obs.: (**) 1 crédito teórico equivale a 15 horas-aula de atividades teóricas de ensino. 1 crédito prático equivale a 30 horas-aula de atividades práticas de ensino. Tabela C – DISCIPLINAS ESPECÍFICAS OBRIGATÓRIAS POR LINHA DE PESQUISA LINHA 1 – GESTÃO, INOVAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS Nº IDENTIFICAÇÃO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA TEÓRICO PRÁTICO TOTAL
5 Estratégia e Inovação
4
0
4
LINHA 2 – APRENDIZAGEM NAS ORGANIZAÇÕES Nº IDENTIFICAÇÃO CRÉDITOS TEÓRICO PRÁTICO TOTAL
6 Cultura e Aprendizagem nas Organizações
4
0
Tabela D – SEMESTRALIDADE LÓGICA DA MATRÍCULA Semestre Disciplina Créditos Disciplinas 1º 4 cr Abordagens Contemporânea da Gestão Organizacional
60 CARGA HORÁRIA
4
Observação Obrigatória comum
60
1º
1º
2º 2º 1º. ou 2º 3º
4º
Estratégia e Inovação (p/linha 1) ------- e ----Cultura e Aprendizagem nas Organizações (p/linha 2) Disciplinas Optativas Comuns a todas as linhas Pesquisa Social Disciplinas Optativas das linhas 1 --------- e -----Disciplinas Optativas das linhas 2 Disciplina de Livre Escolha*
Obrigatória da Linha 1 -------Obrigatória da Linha 2
4 cr
2 cr. ou 4 cr. = Total matrícula p/isso: 4 cr
Oferecer número de disciplinas de modo apermitir opçãos de escolha
4 cr
Obrigatória comum Oferecer número de disciplinas de modo apermitir opçãos de escolha
2 cr. ou 4 cr. = total 4 cr
Livre escolha
2 cr. ou 4 cr. = total 4 cr
Prática da Pesquisa I (Elaboração do Projeto Qualificação)
No final do semestre deve encaminhar abanca de qualificação
1 cr
Prática da Pesquisa II (Pesquisa e Elaboração do Trabalho Final)
No final do semestre deve encaminhar abanca de defesa
1 cr
Total 26 Créditos * Entre o primeiro e segundo semestre o aluno terá que escolher entre as optativas ofertadas nas linhas ou no geral mais disciplina(s) que totalizem 4 créditos. Também pode matricular em outro PPG ou aproveitar algo já feito em outro lugar desde que obedeça ao que está previsto nesse regulamento. Tabela E – DISCIPLINAS OPTATIVAS COMUNS Nº IDENTIFICAÇÃO
CRÉDITOS TEÓRICO PRÁTICO
CARGA HORÁRIA TOTAL
Teorias da Aprendizagem
4
0
4
60
Democracia e Organizações Aprendentes
4
0
4
60
Redes sociotécnicas nas organizações
4
0
4
60
Transformação Digital
4
0
4
60
Pesquisa de Abordagem Qualitativa Pesquisa de Abordagem Quantitativa Redação Científica Educação para o Desenvolvimento Sustentável Internacionalização das Organizações e das Profissões Conduta Ética nas Organizações e nas Profissões Gestão de processos e mapeamento dos fluxos documentais Propriedade Intelectual Tópicos Especiais I Tópicos Especiais II
2 2 2 2 2
0 0 0 0 0
2 2 2 2 2
30 30 30 30 30
2 2
0 0
2 2
30 30
2 2 4
0 0 0
2 2 4
30 30 60
Tabela F – DISCIPLINAS OPTATIVAS POR LINHA DE PESQUISA
LINHA 1 – GESTÃO, INOVAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS NºIDENTIFICAÇÃO
CRÉDITOS TEÓRICO PRÁTICO
CARGA HORÁRIA TOTAL
Mapeamento e Melhoria Contínua dos Processos de Gestão
2
0
2
30
Gestão da Segurança da Informação
2
0
2
30
Cidades Inteligentes
2
0
2
30
Gestão da Informação e do Conhecimento
4
0
4
60
Negociações, Interculturalidade e Cultura Digital Acessibilidade, Inclusão e Tecnologias Assistivas nasOrganizações
4
0
4
60
2
0
2
30
Tecnologias Digitais nas Organizações
4
0
4
60
Infocomunicação
2
0
0
30
Ciência dos Dados e Inteligência Artificial
4
0
0
60
Tópicos em Gestão, Inovação e Tecnologias digitais I Tópicos em Gestão, Inovação e Tecnologias digitais II
2
0
2
30
4
0
4
60
LINHA 2 – APRENDIZAGENS NAS ORGANIZAÇÕES NºIDENTIFICAÇÃO Cultura, política e relações de poder nas organizações Aprendizagens em Rede
II CRÉDITOS TEÓRICO PRÁTICO 4 0
CARGA HORÁRIA TOTAL 4
60
2
0
2
30
Planejamento criativo
4
0
4
60
Monitoramento e avaliação nas organizações públicas e privadas Competências e Aprendizagens nas Organizações Liderança e Aprendizagem nas Organizações
2
0
0
30
4
0
4
60
2
0
0
30
Humanização: Indivíduos, Organizações e Sociedade Tópicos em Aprendizagem nas Organizações I
2
0
0
30
2
0
2
30
Tópicos em Aprendizagem nas Organizações II
4
0
4
60
- EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS
A – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS COMUNS A.1 - Abordagens Contemporâneas da Gestão Organizacional 4 cr – 60 h Ementa: História do desenvolvimento administrativo e configurações organizacionais contemporâneas. Teoria geral dos sistemas e perspectiva sociotécnica dos sistemas de trabalho. Processo decisório, racionalidade, intuição e espiritualidade nas organizações. Criatividade e inovação. Sistemas integrados de gestão, indústria 4.0, inteligência e sabedoria artificiais. Ética empresarial, relações institucionais e negócios globais. Novidades e tendências na área. Bibliografia: DAFT, R. Organizações: Teoria e projeto. Cengage Learning, 2013. DAVENPORT, T., MARCHAND., D. Dominando a gestão da informação. Tradução: C. G. P. Bellini e C. A. S. N. Soares. Porto Alegre: Bookman, 2004. KAPLAN, R.S.; NORTON, D.P. A estratégia em ação: Balanced Scorecard. Rio de Janeiro:Campus, 1997. MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia. Tradução: N. Montingelli Jr. Porto
Alegre: Bookman, 2000. A.2 - Pesquisa Social 4 cr – 60 h Ementa: Introdução à prática investigativa. Os fundamentos teórico-metodológicos da pesquisa e daprodução de conhecimentos. Tipologia e planejamento de pesquisa. Instrumentos e técnicas na investigação científica. Ética na pesquisa social. Bibliografia: GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019. RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2017. MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato. Metodologia da InvestigaçãoCientífica para Ciências Sociais Aplicadas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2016. RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2017. Complementares: GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2022. MARCONI Maria de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho Científico: projetos de pesquisa, pesquisa bibliográfica, teses de doutorado, dissertações de mestrado, trabalhos de conclusão de curso. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2022. SANTOS, Pedro Antônio dos; KIENEN, Nádia; CASTIÑEIRA, Maria Inês. Metodologia da Pesquisa Social.
1. ed. São Paulo: Atlas, 2015. VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de Pesquisa em Administração. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2015. A.3 - Prática da Pesquisa I (Elaboração do Projeto Qualificação) 1 cr – 30h (práticas) Ementa: Pesquisa para o aprimoramento do projeto de trabalho de conclusão de Curso. Ajustes de objetivos, metodologia e ferramentas de pesquisa. Desenvolvimento de instrumentos de coleta de dados. Pré-testes. Pesquisa bibliográfica, de campo e outras pesquisas. Discussão e apresentação dos dados/resultados da pesquisa teórica e/ou empírica. Modelos e normas de escrita científica/acadêmica. Redação do trabalho. Zelo acadêmico e ético da pesquisa. Bibliografia: Flexível, baseado na pesquisa feita pelo aluno sob a supervisão do professor. A.4 - Prática da Pesquisa II (Pesquisa e Elaboração do Trabalho Final) 1 cr – 30h (práticas) Ementa: Pesquisa para o trabalho de conclusão de Curso. Coleta, tratamento e análise dos dados. Discussão e apresentação dos dados/resultados da pesquisa teórica e/ou empírica. Modelos e normas de escrita científica/acadêmica. Redação do trabalho final. Zelo acadêmico e ético da pesquisa. Bibliografia: Flexível, baseado na pesquisa feita pelo aluno sob a superpervisão do professor. B – DISCIPLINA OBRIGATÓRIA POR LINHA DE PESQUISA LINHA 1 – GESTÃO, INOVAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS
B.1
- Estratégia e Inovação 4 cr – 60 h
Ementa: Estratégia, inovação e competição; Tecnologia, sustentabilidade e vantagem competitiva; tipologias de estratégias de inovação; estratégias e inovações para transformação digital; estratégia einovação disruptiva; recursos, capacidades e inovação. Tópicos atuais e tendências na área. Bibliografia: AGUNE, Roberto... [et al.]. Dá pra fazer - Gestão do conhecimento e inovação no Setor Público. SãoPaulo: Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, 2014. AULET, B. Disciplined entrepreneurship workbook. Editora John Wilwy & Sons, Inc, 2017. BARNEY, J. Recursos da empresa e vantagem competitiva sustentada. In: LACERDA, D. P. et al (orgs.). estratégia baseada em recursos: 15 artigos clássicos para sustentar vantagens competitivas. Porto Alegre: Bookman, 2014. Cap. 3. CHANDLER, A. D. Introdução a strategy and structure. In: . Ensaios para uma teoria histórica da grande empresa. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1998, p. 119-140. CHEN, Yan. Dynamic ambidexterity: How exploitation. Business Horizons, v.60, n.3, p. 385-394, 2017.
innovators
manage
explorationand
CHRISTENSEN, C. M. Como podemos vencer nossos concorrentes. In: BURGELMAN, R. A. CHRISTENSEN, C. M.; WHEELWRIGTH, S. C. (orgs.). Gestão estratégica da tecnologia e da inovação: conceitos e soluções. 5. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. p. 136-157. CHRISTENSEN, C. M. Como podemos vencer nossos concorrentes. In: BURGELMAN, R. A. CHRISTENSEN, C. M.; WHEELWRIGTH, S. C. (orgs.). Gestão Estratégica da Tecnologia e da Inovação: conceitos e soluções. 5. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. p. 136-157. DJELLAL, F.; GALLOUJ, F.; MILES, I. Duas décadas de pesquisa sobre inovações em serviços: qual o lugar dos serviços públicos? In.: Inovação no Setor Público: teoria, tendências e casos no Brasil. Brasília: Enap: Ipea, 2017. Cap. 4, p. 59-94. FREEMAN, C.; SOETE, L. A economia da inovação industrial. Campinas: Editora da Unicamp, 2008. cap. 11. KENSKI, V. W. RBV – Mais de 30 anos, mas ainda atual – uma análise circunstanciada. RevistaCientífica Hermes, vol. 16, p. 3-26, 2016. Instituto Paulista de Ensino e Pesquisa. LASI, H., FETTKE, P., KEMPER, HG. ET AL. (2014) Industry 4.0. Business & Information Systems Engineering. 6, 239–242. https://doi.org/10.1007/s12599-014-0334-4 MATT, C., H., T. & BENLIAN, A. Digital transformation strategies. Business & Information Systems Engineering, 2015, 57, 339–343. https://doi.org/10.1007/s12599-015-0401-5 NOSRATABADI, S.; MOSAVI, A.; SHAMSHIRBAND, S.; KAZIMIERAS ZAVADSKAS, E.; RAKOTONIRAINY, A.; CHAU, K.W. Sustainable Business Models: A Review. Sustainability, 2019,11,
1663. https://doi.org/10.3390/su11061663 ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (OCDE). Manual de Oslo: Proposta de diretrizes para coleta e interpretação de dados sobreinovação tecnológica. 3. ed. Brasília: FINEP, 2005. Cap.3, p.55-74. PETTIGREW, Andrew M. Context and action in the transformation of the firm. Journal ofManagement Studies, 1987, v. 24, n.6, p. 649-670. PRAHALAD, C. K.; HAMEL, G. A. Competência central da empresa. In: BURGELMAN, R. A. CHRISTENSEN, C. M.; WHEELWRIGTH, S. C. (orgs.). Gestão estratégica da tecnologia e da inovação:
conceitos e soluções. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012, p. 34-45. STRAUHS, Faimara do Rocio... [et al.]. Gestão do conhecimento nas organizações. Curitiba.: Aymará Educação, 2012 TEECE, D. J.; PISANO, G.; SHUEN, A. Capacidades dinâmicas e gestão estratégica. In: LACERDA, D. P. et al (orgs.). Estratégia baseada em recursos: 15 artigos clássicos para sustentar vantagens competitivas. Porto Alegre: Bookman, 2014. cap 7. LINHA 2 – APRENDIZAGENS NAS ORGANIZAÇÕES – Cultura e Aprendizagem nas Organizações 4 cr. - 45 horas Ementa: Conceitos de cultura na análise organizacional. Cultura organizacional: formação, tipologias e influências. Cultura local, cultura organizacional, cultura digital: características e suas ferramentas. Componentes da cultura: valores, artefatos e ritos. Processos formais e informais de aprendizagem nas organizações. Teorias e Modelos de Aprendizagem Conceitos de cultura na análise organizacional. Níveis de aprendizagem: individual, grupal, organizacional e interorganizacional. Relação cultura-aprendizagem nas organizações a partir das transformações digitais. Tópicos atuais e tendências na área.
B.2
Bibliografia: ALVESSON, M; WILLMOTT, H (eds). Studying Management Critically. London: Sage, 2003. COEHEN, A. R; FINK. S. L. Comportamento Organizacional: Conceitos e Estudos de Casos. 7. ed.Rio de Janeiro: Campus, 2003. CHANLAT, J. F. (Org.) O indivíduo nas organizações: dimensões esquecidas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996. CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional: A dinâmica do sucesso das organizações. São Paulo: Thomson, 2004. GONZALEZ, I. V. D. P.; CAMPOS, F. C. de. Proposta de Modelo Conceitual de Formação de Estratégia de negócio a partir da integração da aprendizagem organizacional e a gestão da inovação.Gestão & Planejamento, Salvador, v.16, n.3, p.473-493, set./dez., 2015. HATCH, M. J. Organization Theory. Modern, Symbolic and Postmodern Perspective. Oxford University Press: Oxford, 1997. ROBBINS, S. P. Fundamentos do Comportamento Organizacional. 7 ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. ROBBINS, S. P; JUDGE, T. A; SOBRAL. F. Comportamento organizacional: teoria e prática nocontexto brasileiro.14 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. SILVA, S. B.; GONZALEZ, I. V. D. P. Gestão da Manutenção na busca de Aprendizagem Significativa: Um estudo de caso no setor de transporte ferroviário. Gestão Contemporânea, v.2, n.1,2015. WAGNER, J. A.; HOLLENBECK, J. R. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. 3. Ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2012. Xii, 539 p. ISBN 9788502175150. WOOD JR., T. (Coord.). Mudança organizacional. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.Complementares: HITT, M. A.; MILLER, C. C.; COLELLA, A. Comportamento organizacional: uma abordagemestratégica. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
KANAANE, R. Comportamento Humano nas Organizações: O homem rumo ao século XXI. SãoPaulo: 1994. MOTTA, F. C. P.; ALCADIPANI, R. Jeitinho Brasileiro, Controle Social e Competição. RAE - Revista de Administração de Empresas, v. 39, n. 1, Jan./Mar. 1999. PALASSI, M. P. Ações coletivas e consciência política no mundo do trabalho: dilemas subjetivos da participação nos processos de privatização. Curitiba: Juruá, 2011. ROWE, W. G. Liderança estratégica e criação de valor. Revista de Administração de Empresas, v. 42, n.1, p. 7-19, 2002 SENGE, Peter M. A Quinta Disciplina: Arte e prática da organização que aprende. 10. ed. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda., 2002.
C – DISCIPLINAS OPTATIVAS COMUNS
C.1
- Teorias da Aprendizagem 4 cr. – 60 horas Ementa: Ser humano, educação e processos mentais. Aprendizagem pessoal e aprendizagem organizacional. Aprendizagem e desenvolvimento de competências pessoal e organizacional.Tendências de gestão de pessoas com foco na aprendizagem organizacional. Bibliografia: ARGYRIS, C. On organizational learning. Massachussets: Blackwell, 1992. ASSMANN, H. Reencantar a educação: Rumo à sociedade aprendente. 10. ed. Petrópolis: EditoraVozes. 2007. AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Plátano Edições Técnicas. Tradução de: The acquisition and retention of knowledge: a cognitive view. 2000. BOCK, A.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. L. T. Psicologia da Aprendizagem. In:
;
; . Psicologias: uma introdução aos estudos da Psicologia. São Paulo: Atlas, 2018. DAFT, R. L. Organizações: Teoria e projetos. 7. ed americana. São Paulo: Pioneira Thomson Learrning. 2002. DAVEL, E.; VERGARA, C. V. Gestão com pessoas e subjetividade. São Paulo: Atlas.2010. DUTRA, J. S. Gestão de Pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2012. FLEURY, A.; FLEURY, M. T. L. Estratégias empresariais e formação de competências: umquebra-cabeça caleidoscópico da indústria brasileira. São Paulo: Atlas, 2000. FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. São Paulo: Paz e Terra, 2011. GARVIN, David A. Construindo a organização que aprende: gestão do conhecimento.Harvard Business Review. Rio de Janeiro: Campus, 2001. KIM. O elo entre a aprendizagem individual e a aprendizagem organizacional - A gestão estratégicado capital intelectual: recursos para uma economia baseada em conhecimento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998. MOREIRA, M. A. Aprendizagem significativa crítica. In: Encontro Internacional sobre Aprendizagem Significativa,
III. Atas... Lisboa (Peniche). 2000, pp.47-65. Disponível em: http://www.mlrg.org/memberpublications/LivroPeniche2000.pdf.
PRESTES, E. M; CATÃO, M. F. Aprendizagem de jovens e adultos e exclusão/Inclusão. OLH@RES - Revista Eletrônica do Departamento de Educação da Unifesp, 2016. SENGE, P. A quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende.. Rio de Janeiro: Editora Best Seller LTDA, 2013. VASCONCELOS, M. J. E. Pensamento Sistêmico: o novo paradigma da ciência. Campinas. SP: Papirus, 2013. VIGOTSKI, S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes. 2001. ZARIFIAN, P. Objetivo competência: por uma nova lógica. São Paulo: Atlas, 2001.
C.2
- Democracia e Organizações Aprendentes
4 cr. – 60 horas Ementa: Democracia e instituições: crises e desafios. O atual papel do Estado na recuperação do desenvolvimento sustentável. Estado aberto, governo digital, gestão pública e cidadania. O espaço das instituições para o fortalecimento da democracia. Os novos rumos da democracia planetária. Cidades sustentáveis e revolução digital inclusiva. Soberania em saúde, E-science e ecoinovação. Novidades e tendências sobre o tema. Bibliografias: CARELI, R. L. Et al. O futuro do trabalho: os efeitos da revolução digital na sociedade. Diponível em: http://35.238.111.86:8080/jspui/bitstream/123456789/411/1/Carelli_Rodrigo_Futuro%20do%20trab alho.pdf. CONTI, D. M; VIEIRA, V.L.R. O futuro_das_cidades_sustentabilidade_inteligencia_urbana. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Diego-De-Melo-Conti/publication/350021013. KNIES, C; et al. Inovação urbana e recursos humanos para gestão de cidades sustentáveis. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/hGBFX7XC748v3YrKDJLvdkL/abstract/?lang=pt&format=html. LEVITSKY, S.; ZIBLAT, D. Como morrem as democracias. Amadora (Pt): Vogais, 2020. MIGUEL, Luís Felipe. Democracia e representação: territórios em disputa. São Paulo: Editora daUNESP. 2018 POLICARPO P.; BRENNAND, E. Cibercrimes na e-democracia. 2.ed. Belo Horizonte: D'Plácido,2018. REIS, S.R. Desenho de uma política de governo digital com base no paradigma de governo aberto: uma proposta a partir do modelo de integração de agendas. Disponível em: http://desafios2.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/view/829.
C.3
- Redes sociotécnicas nas organizações 4 cr. – 60 horas Ementa: Análise dos processos de aprendizagem gerados por redes sociotécnicas, ressaltando as interações entre humanos e não-humanos e a materialidade na vida organizacional a partir da mediação de objetos técnico (híbridos). Novidades e tendências sobre o tema. Bibliografia: AKRICH, M. Como descrever os objetos técnicos? Boletim Campineiro de Geografia, v. 4, n. 1, p. 161-182,
2014. Disponível em: http://agbcampinas.com.br/bcg/index.php/boletim-campineiro/article/view/147. ALVARENGA, G. L. A Practice Turn nos Estudos Organizacionais Brasileiros: Uma Análise de Publicações
entre os Anos 2006 – 2015. Pensamento & Realidade, v. 32, n. 1, p. 93-106, 2017. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/pensamentorealidade/article/view/28260 BENNERTZ, R. Constituindo coletivos de humanos e não humanos: a ordenação do mundo. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 18, n. 3, p. 949-954, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/hcsm/a/fbNQ76z5nBq9tnCfGNdNCrp/?lang=pt BENNETT, J. Thing-Power. In: BRAUN, B.; WHATMORE, S. J. Political Matter: Technoscience, Democracy, and Public Life. Minnesota: Univerversity of Minnesota Press, 2010. p. 35-62. CASTANHEIRA, M. A concepção de objeto e a interação humana em Bruno Latour. In: MAMEDE-NEVES, M. A.; . As coisas são coisas até que os jovens em rede provem ocontrário. Rio de Janeiro; Arara Azul, 2008. p. 17-26. DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil platôs - capitalismo e esquizofrenia. Rio de Janeiro: 34, 1996.
V. 3. DIAS, R. L. L. S. (Org.). Redes, sociedades e territórios - 3. ed., rev. e ampl. – Santa Cruz do Sul : EDUNISC, 2021. FENWICK, T. Sociomateriality and learning: a critical approach. In: SCOTT, D; HARGREAVES, E. The SAGE Handbook of learning. London: SAGE Publications, 2015. p. 83-93. FREIRE, L. L. Seguindo Bruno Latour: notas para uma antropologia simétrica. Comum, Rio de Janeiro, v. 11, n. 26, p. 46-65, 2006. Disponível em: http://lemetro.ifcs.ufrj.br/pesquisadores/Leticia%20de%20Luna%20Freire/latour.pdf INGOLD, T. Trazendo as coisas de volta à vida: emaranhados criativos num mundo de materiais. Horizontes antropológicos,
v. 18, n. 37, p. 25-44, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ha/a/JRMDwSmzv4Cm9m9fTbLSBMs/?lang=pt LATOUR, B. Reagregando o Social: uma introdução à teoria do Ator-rede. Salvador: Edufba, 2012. MILANÊS, R. Seguindo as Redes de Bruno Latour: uma síntese da antropologia simétrica e da teoria do atorrede. INTER-LEGERE, v. 4, n. 31, p. 1-21, 2021. MONTERROZA, A. Una revisión crítica a la teoría del Actor-red para el estudio de los artefactos. Trilogía Ciencia Tecnología Sociedad, v. 9, n. 17, p. 49-62, 2017. MORAES, M. R. O. O conceito de rede na filosofia mestiça. Informare: Cadernos do Programa dePósGraduação em Ciência da Informação, v. 6, n. 1, p. 12-20, 2000. Disponível em:http://www.necso.ufrj.br/MM/O%20Conceito%20de%20Rede%20na%20Filosofia%20Mestica. htm. NEVES, J. P. Seres humanos e objetos técnicos: a noção de “concretização” em Gilbert Simondon. Comunicação e Sociedade, v. 12, p. 67-82, 2007. SALES, M. V. S. (Org.). Tecnologias digitais, redes e educação: perspectivas contemporâneas. Salvador: EDUFBA, 2020. SANTAELLA, L. Breve acerto de contas com a ontologia. 2014. https://transobjeto.wordpress.com/2014/10/15/breve-acerto-de-contas-com-a-ontologia/.
Disponível em:
SANTAELLA, L.; CARDOSO, T. O desconcertante conceito de mediação técnica em Bruno Latour. Matrizes, São Paulo, v. 9, n. 1, p. 167-185, jan./jun., 2015. SILVA, D. S. G. Diagnóstico da Rede Sociotécnica de uma Instituição Federal de Ensino Superior. 2018. 208f. Tese (Doutorado em Ciência, Tecnologia e Sociedade) - Centro de Educação e Ciências Humanas, da
Universidade Federal de São Carlos, 2018. TOZONI-REIS, M. F. C. A pesquisa e a produção de conhecimentos. Cadernos de Formação: Formação de Professores. Educação, Cultura e Desenvolvimento, São Paulo, v. 3, p. 111-148, 2010.
C.4
- Transformação Digital 4 cr. - 60 horas Ementa: Ergonomia ambiental, cognição e comportamento no uso das tecnologias de informação e comunicação. Cultura, inclusão, igualdade, efetividade e transformação na sociedade digital. Ciência do design e interfaces pessoa-computador. Teoria sociocognitiva, tomada de decisão e sobrecarga de informações. Tecnologias digitais como mediadoras da informação, conscientização individual, melhoria organizacional e desenvolvimento regional. Indústria 4.0, inteligência e sabedoria artificiais. Bibliografias: BELLINI, C.G.P. The ABCs of effectiveness in the digital society. Communications of the ACM,2018. 61(7), 84-91. DAVENPORT, T., MARCHAND., D. Dominando a gestão da informação. Tradução: C. G. P. Bellini e C. A. S. N. Soares. Porto Alegre: Bookman, 2004. EPPLER, M. J., & MENGIS, J. The concept of information overload: A review of literature from organization science, accounting, marketing, MIS, and related disciplines. The Information Society,2004. 20(5), 325-344. JENNEX, M. E. Big data, the Internet of things, and the revised knowledge pyramid. The DATA BASE for Advances in Information Systems, 2017. 48(4), 69-79. JESTE, D., GRAHAM, S., NGUYEN, T., DEPP, C., LEE, E., & KIM, H. Beyond artificial intelligence: Exploring artificial wisdom. International Psychogeriatrics, 2020. 32(8), 993-1001. TUOMI, I. Data is more than knowledge: Implications of the reversed knowledge hierarchy for knowledge management and organizational memory. Journal of Management Information Systems, 2000. 16(3), 103-117. VENKATESH, V., THONG, J.Y.L., & XU, X. Unified theory of acceptance and use of technology:A synthesis and the road ahead. Journal of the AIS, 2016. 17(5), 328–376.
C.5
- Pesquisa de Abordagem Qualitativa 2 cr. – 30 horas Ementa: Pesquisa qualitativa: paradigmas e perspectivas ontológicas e epistemológicas. Princípios, conceitos e delineamento da pesquisa qualitativa. Estratégias de pesquisa qualitativa: estudo de caso,grounded theory, pesquisa-ação, etnografia, netnografia, fenomenologia, história oral, fenomenografia. Métodos de coleta e análise de material empírico: focus group, entrevista, documentos, vinhetas, técnicas de observação, análise e interpretação de dados e uso de recursos computacionais na pesquisa qualitativa. Validade e confiabilidade na pesquisa qualitativa. A ética napesquisa qualitativa. Novidades e tendências em pesquisa qualitativa. Bibliografia: ALVES-MAZZOTTI, A J.; GEWANDDSZNAJER, F. Os Métodos nas Ciências e Naturais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Thompson, 1999. BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Ed. Revista e Ampliada. São Paulo: Edições 70, 2011. BAUER, M. W. e GASKELL, G. Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som. Petropolis/RJ:Vozes, 2002. COFFEY, A.; ATKINSON, P. Making sense of qualitative data: complementary research Strategies.Thousand Oaks (California): Sage, 1996. CRESWELL, J.W. Qualitative Inquiry & Research Design: choose among five approaches. 3. ed.Thousand Oaks (California): Sage, 2013.
FLICK, U. Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. GODOI, C. K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R.; SILVA, A. A Pesquisa Qualitativa em EstudosOrganizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006. GRAY, D.E. Pesquisa no Mundo Real. 2. Ed. Porto Alegre: Penso, 2012. KVALE, S.; BRINKMANN, S. Interviews. Learning the Craft of Qualitative Research Interviewing.Thousand Oaks (California): Sage, 2009. LÓPEZ, Á.J.G.; PASCUAL, A.S. Estrategias Y Práticas Cualitativas de Investigacion Social.Madrid: Pearson, 2008. MAXWELL, J. A. Qualitative reseach design: an interactive approach.3. ed. Thousand Oaks(California): Sage, 2013. MERRIAM, S.B. Qualitative Research: a guide to design and interpretation. San Francisco:JosseyBass, 2009. RUBIN, H. J.; RUBIN, I. S. Qualitative Interviewing: the heart of hearing data. 3. Ed. California: Sage Publications, 2012 SEIDMAN, I. Interviewing as Qualitative Research: a guide for researchersin educacion and the social sciences. 3. ed. New York: Teachers College Press, 2006. STAKE, R.E. Pesquisa Qualitativa: estudando como as coisas funcionam. Porto Alegre: Penso, 2011. TAYLOR, S.J.; BOGDAN, R. Introduction to Qualitative Research Methods: a guidebook and resource. 3.ed. New York: John Wiley & Sons: 1998. TAYLOR, S.J.; BOGDAN, R. Introduction to Qualitative Research Methods: a guidebook andresource. 3.ed. New York: John Wiley & Sons: 1998.
C.6
- Pesquisa de Abordagem Quantitativa 2 cr. – 30 horas Ementa: Método científico. Projeto de pesquisa quantitativa. Técnicas de coleta e análise de dados quantitativos. Análise estatística descritiva. Conceitos para aplicação e interpretação de testes estatísticos básicos. Princípios de amostragem estatística. Instrumentos de coleta de dados quantitativos. Relatórios de resultados da análise de dados. Uso de software estatístico. Novidades etendências na área. Bibliografia: CORREA, Sonia Maria Barros Barbosa. Probabilidade e estatística. 2. ed. Belo Horizonte: PUCMinas Virtual, 2003. 116 p. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002 GUIMARÃES, Paulo Ricardo Bittencourt. Métodos quantitativos estatísticos. Curitiba: IESDEBrasil, 2008 SALSA, Ivone da Silva. Probabilidade e estatística. 2. ed. Natal: EDUFRN, 2014.Complementar: FERREIRA, Valéria. Estatística básica. Rio de Janeiro: SESES, 2015. GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA Denise Tolfo. Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editorada UFRGS, 2009 ZANELLA, Liane Carly Hermes. Metodologia de pesquisa. 2. ed. Florianópolis: Departamento deCiências da Administração/UFSC, 2013.
C.7
- Redação Científica 2 cr. – 30 horas Ementa: Tipos de escrita científica. Estilo científico. Gênero do discurso acadêmico-científico. Redação estruturada, composição e edição. Organização e estratégias do processo de escrita (pesquisa, planejamento, resumo, referências, revisão). Estrutura geral de um artigo científico. Uso de software de gerenciamento bibliográfico. Plagiarismo. Novidades e tendências na área. Bibliografias: ABREU, Kélvya Freitas; FIGUEREDO-GOMES, João Bosco. Gêneros acadêmicos: reflexões teóricas e metodológicas. Petrolina: IF Sertão Pernambucano, 2020. BALTAR, Marcos Antonio Rocha. CERUTTI-RIZZATTI, Mary Elizabeth. ZANDOMENEGO,Diva. Leitura e produção textual acadêmica. Florianópolis: LLV/CCE/UFSC, 2011. BARRASS, Robert. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas, engenheiros e estudantes. 2. ed. São Paulo: T.A. Queiroz, 1994. BARROS, Susane. ROSA, Flávia. RIBEIRO, Elizabeth M. Princípios e técnicas para elaboração detextos acadêmicos. 1. Ed.. Salvador: UFBA, 2017. MENDES, Ana Maria Coelho Pereira; POMPERMAYER, Cleonice Bastos; LAGO, DanielleFrancesca Lopes. Guia de redação científica. Curitiba: FAE Centro Universitário, 2014. PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2011. SOARES, Maria do Carmo Silva. Manual de redação técnica e científica. São José dos Campos:INPE, 2011.
C.8
- Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2 cr. – 30 horas Ementa: Educação e Desenvolvimento Sustentável. Educação para a Cidadania Global (EpCG). Agenda 2030 e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Conceitualização e marco legal. Análise das interrelações e dependência entre as múltiplas dimensões que englobam os ODS. Abordagem dos ODS desde políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação. Diagnóstico, monitoramento e seguimento de práticas sustentáveis. Novidades e tendência sobre o tema. Bibliografias: BLUM, Nicole et al. Balancing the Tensions and Meeting the Conceptual Challenges of Education for Sustainable Development and Climate Change. Environmental Education Research, v. 19, págs. 206-217.
2013. Disponível em: https://bit.ly/2SBOC2E. Acesso em: 19 jun. 2021. BONI, Alejandra et al. Adaptando los ODS a lo Local mediante la Educación para el Desarrollo. LaExperiencia de la Estrategia de la Ciudad de Valencia. Revista Internacional de Educación para la Justicia Social, 2019, 8(1), 117-134.
2019. Disponível em: https://bit.ly/3IYrfWf. Acesso em: 19 jun. 2021. LEFF, Enrique. Saber ambiental: Sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 8. ed.Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. 3. ed. Porto Alegre: Sulina, 2007. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: ONU, 2015. Disponível em: https://brasil.un.org/pt- br/sdgs. Acesso em: 23 mai. 2021.
SCHOT, Johan; BONI, Alejandra; RAMIREZ, Matias; STEWARD, Fred. ‘Addressing SDGs through Transformative Innovation Policy’, TIPC Research Briefing 2018-01. 2018. Disponível em: https://bit.ly/3yBNcpr. UNESCO. Educação para o desenvolvimento sustentável: objetivos de aprendizagem. Brasília:Representação da UNESCO no Brasil, 2017. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000247444_eng. Acesso em: 21 jun. 2021. Webgrafia:
- Educação para sustentabilidade: http://blog.pucsp.br/educasustentabilidade/ - ODS Brasil: https://odsbrasil.gov.br/ - Web Nações Unidas para a Agenda 2030: https://bit.ly/3dvQktJ - Observatório ODS de Políticas Públicas: https://www.odsobservatorio.com.br/ - Observatório América Latina: https://observatorioamericalatina.com/
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- Internacionalização das Organizações e das Profissões 2 cr. – 30 horas Ementa: A internacionalização como um processso necessário em tempos de globalização e interculturalidade. A internacionais como diferencial competitivo e indutor da inovação. Formas e estratégias de internacionalização das organizações com ou sem fins lucrativos, públicas, privadas ou do terceiro setor. A internacionalização do conhecimento, da ciência, da educação, dos produtos, dos serviços e das profissões. O trabalho no exterior e o trabalho para o exterior. Trabalho em equipes internacionais e interculturais. A internacionalização das exigências, dos padrões e dos produtos e serviços. Os acordos internacionais. Parcerias internacionais. O intercâmbio e a cooperação internacional como diferencial inovador e competitivo. Ampliação de horizontes para o além fronteiras. Aspectos da imigração, diferenças culturais e adaptações. A negociação e a mediação intercultural. Atualidades, tendências e novidades na área. Bibliografias: BORINI, F. M. Multinacionais Sem Fins Lucrativos Internacionais – Discussões e Implicações paraos Estudos de Estratégia Internacional. Encontro de Estudos em Estratégia, III – ANPAD. Anais... Disponível em: http://www.anpad.org.br/admin/pdf/3ES468.pdf CRAIDE, A; SILVA, F. B. A mobilidade e a gestão intercultural nas organizações. RPCA (Revista Pensamento Contemporâneo em Administração). Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, jan./mar. 2012, p. 105123. Disponível em: https://periodicos.uff.br/pca/article/view/11086. CAPARROS JÚNIOR, J. B. Internacionalização da educação. Curitiba: Contentus, 2020.FEIJÓ, Rodolpho Zannin. Internacionalização de cidades. Curitiba: Contentus, 2020. FISCHER, T. M. D.; GONDIM, S. G.; PEREIRA, M. E.; RODRIGUES, G. K. M.; CRAIDE, A.; PINHEIRO, L. L Competências na Gestão Intercultural: Desafios para a Aprendizagem e Qualificação.
XXXIII Encontro da EnAPAD, 19-23 set. 2009. Disponível em: http://www.anpad.org.br/diversos/down_zips/45/EOR2210.pdf. MAÇÃES, M. A. R. Estratégias e Processos de Internacionalização – v. VI. Lisboa (Pt): ConjunturaActual Editora, 2017. MARCELINO, J. M.; LAUXEN, S. L. Internacionalização da educação superior e a construção dacidadania global: existem conexões possíveis? Porto Alegre: EdiPucrs, 2021. MARTINELLI, D. P; VENTURA, C. A. A; MACHADO, J. R. Negociação internacional. São Paulo: Atlas, 2012. MELO, L. M. C. O. Estratégias de internacionalização. Curitiba: Contentus, 2020.
MINERVINI, N. O exportador: construindo seu projeto de internacionalização. 7.ed. São Paulo: Pearson, 2019. MIURA, I. K.; GONÇALVES, G. A. O papel da organização no ajustamento do expatriado. In: DANTAS, S. D. (org.). Diálogos interculturais: reflexões interdisciplinares e intervenções psicossociais. São Paulo: IEA/USP, 2012. Disponível em: http://www.iea.usp.br/pesquisa/grupospesquisa/dialogosinterculturais/publicacoes/dialogosinterculturais.pdf MOROSINI, M. (org.). Guia para a internacionalização universitária. Porto Alegre: EdiPucrs, 2019. OBRA SOCIAL ”LA CAIXA”. Convivencia social e intercultural en territorios de alta diversidade: encuesta 2010 sobre convivencia intercultural en el ámbito local. INFORMEGLOBALCASTELLANO.indd5 3. Barcelona: Edicions 62, S.A. 15/05/2012. https://www.academia.edu/1810123/Convivencia_social_e_intercultural_en_territorios_de_alta_div ersidad_Encuesta_2010?email_work_card=view-paper SATUR, R. V.. Negociações e negociadores no mercado internacional: reflexões sobre epistemologia, interculturalidade e cultura digital. João Pessoa: Editora do CCTA, 2021. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/ciencias-sociais-aplicadas/negociacoes-e- negociadoresno-mercado-internacional-reflexoes-sobre-epistemologia-interculturalidade-e-cultura- digital/livro-11-ebooknegociacoes-e-negociadores-no-mercado-internacional-1.pdf; DUARTE, E. N. Negociadores internacionais: Atuação profissional com competência. JoãoPessoa: Editora do CCTA, 2020. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/administracao/negociadoresinternacionais- atuacao-profissional-com-competencia. ; SILVA, A. M. (orgs.). A negociação como processo infocomunicacional e intercultural: Oque os negociadores precisam Saber em Países de Língua Portuguesa. João Pessoa: Editora do CCTA, 2021. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/letras-1/a-negociacao-como-processo infocomunicacional-e-intercultural-o-que-os-negociadores-precisamsaber-em-paises-de-linguaportuguesa/livro-9-ebook-cplp-a-negociacao-como-processo- infocomunicacional-e-intercultural-em-paiseslp.pdf ; . Atuação em ambientes interculturais: guia de competências profissionais, infocomunicacionais e digitais para negociar. João Pessoa: Editora do CCTA, 2021. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/ciencias-sociais-aplicadas/atuacao-emambientesinterculturais-guia-de-competencias-profissionais-infocomunicacionais-e-digitais-para- negociar WEISSMANN, L. Interculturalidade e vínculos familiares. São Paulo: Blucher, 2019
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- Conduta Ética nas Organizações e nas Profissões 2 cr. – 30 horas Ementa: A ética e a moral. Deontologia e teleologia. Deveres e direitos. Princípios e valores. Respeito, consideração e inclusão. A conduta ética aplicada nas profissões e nas organizações. Códigos de conduta profissional ou organizacional. Caráter e reputação. Aprender, aplicar e compartilhar com ética. A ética ao criar e inovar. Ética em tempos de tecnologia. Compliance. Direito autoral, propriedade intectual e o combate a cópia e ao plágio. Aplicações éticas no cotidiano. Temas transversais. Atualildades, novidades e tendências das aplicações éticas. Bibliografias: BAUMAN, Zygmunt; COSTA, João Rezende. Ética pós-moderna. 3.ed. São Paulo: Paulus, 2006. CAPURRO, R. Ética intercultural de la información. In: GOMES, H. F.; BOTTENTUIT, A. M.; OLIVEIRA, M. O. E. (Orgs.). A ética na sociedade, na área da informação e da atuação profissional: olhar da filosofia, da sociologia, da Ciência da Informação e da formação e do exercício profissional do Bibliotecário no Brasil.
(Capítulo 3) Brasília: CFB, 2009. (p. 43-64). CORTINA, Adelia. Ética mínima. São Paulo: Martins Fontes, 2009 DUPAS, Gilberto. Ética e poder na Sociedade da Informação: de como a autonomia das novas tecnologias obriga a rever o mito do progresso. 2.ed. São Paulo: UNESP, 2001. ÉTNOR, Fundación. ¿Cómo aplicar la ética a la empresa? Disponível em: https://www.etnor.org/aplicandola-etica/. KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes e outros escritos. São Paulo: Martin Claret: 2004. PALETTA, F. C.; PASSARELLI, B.; ANGELUCI, A. C. B; JUNQUEIRA, A. H. Gestão do conhecimento, criatividade e ética no acesso e uso da informação. Conference: I Congresso ISKO Espanha e Portugal / XI Congresso ISKO Espanha. Anais... Porto (Portugal): FLUP U.Porto, 2013, p. 834-844. Disponível em: http://www.youblisher.com/p/749221-I-Congresso-ISKO-Espanha-e- PortugalXI-Congreso-ISKO-Espana/. SATUR, Roberto Vilmar., DIAS, Guilherme Ataíde, SILVA, Armando Malheiro da. Direito autoral,plágio e coautoria: questões acadêmicas e éticas. Brazilian Journal of Information Science: Researchtrends. v. 14 n. 1 jan.-mar. 2020 pp. 57-87. Disponível em: http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/view/8889. WEBER, Max; SZMRECSANYI, M. Irene de G. F; SZMRECSANYI, Tamas J. M. K. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
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- Gestão de processos e mapeamento dos fluxos documentais 2cr. – 30 h Ementa: Abordagem epistemológica da Gestão Documental. Fluxos documentais: mapeamento e planejamento estratégico. Diretrizes e normativas para gestão de processos arquivísticos em organizações públicas, privadas e do terceiro setor. Implantação de sistemas de gestão documental: SIGAD e o e-ARQ Brasil. Tópicos atuais e tendências na área. Bibliografias: BERNARDES, I. P; DELATORRE, H. Gestão Documental Aplicada. São Paulo: Arquivo Públicodo Estado de São Paulo, 2008, 54 p. BUENO, D. A.; RODRIGUES, A. C. Mapeamento de fluxos documentais como elemento deidentificação arquivística em ambientes empresariais. Prisma.com (Portugual), n. 32, p. 16-45, 2016. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/72977. Acesso em: 19 fev. 2022. BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI). CONARQ. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. Câmara Técnica de DocumentosEletrônicos. e-ARQ BRASIL: Modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos. 1.1 Versão. Rio de Janeiro: 2011. 136 p. CORNELSEN, Julce Mary. Gestão Integrada da informação Arquivística: o diagnóstico de arquivo. Arquivística.net, Rio de Janeiro, v.2, n.2, p. 70-84, ago/dez. HELDMAN, K. Gerência de projetos: fundamentos, um guia prático para quem quer certificaçãoem gerência de projetos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. INDOLFO, Ana Celeste. Gestão de Documentos: uma renovação epistemológica no universo da Arquivologia. Arquivístia.net. Rio de Janeiro, v.3, n. 2, p. 28-60, jul/dez. 2007.
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- Propriedade Intelectual 2 cr. – 30 horas Ementa: Propriedade Intelectual: histórico; Fundamentos da Propriedade Intelectual; Direito Autoral; Propriedade Industrial; Propriedade Sui Generis; A Propriedade Intelectual no Ordenamento Jurídico Nacional e Internacional; Propriedade Intelectual, contemporaneidade e Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC); Licenças Públicas Gerais; PropriedadeIntelectual e inovação; Propriedade Intelectual como Informação. Novidades e tendências na área. Bibliografias: BARBOSA, Cláudio Roberto. Propriedade Intelectual: introdução à propriedade intelectual como informação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
BARBOSA, Denis Borges. Tratado da Propriedade Intelectual – Tomo I. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2017. . Tratado da Propriedade Intelectual – Tomo II. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2017. . Tratado da Propriedade Intelectual – Tomo III. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2017. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF:Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. BRASIL. Lei nº. 9.279, de 14 de maio de 1996. Regula direitos e obrigações relativos à propriedadeindustrial. Publicada no Diário Oficial da União em 15 de maio de 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9279.htm. Acesso em: 24 fev. 2022. BRASIL. Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Publicada no Diário Oficial da União em 20 fev. 1998. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm. Acesso em: 24 fev. 2022. DIAS, Guilherme Ataíde; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregório. Arquitetura da Informação no Ambiente Digital: avaliando as relações com o Direito da Propriedade Intelectual. Informação & Sociedade: estudos, v. 2, p. 115-132, 2012. SOUSA, Rosilene Paiva Marinho de; DIAS, Guilherme Ataíde. A Informação e a Proteção da Propriedade Intelectual. João Pessoa: Editora UFPB, 2018. VIEIRA, Américo Augusto Nogueira; DIAS, Guilherme Ataíde. Tecnologias digitais da informação e comunicação: a garantia dos direitos civis relativos à propriedade do software. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 19, p. 53-67, 2014. WACHOWICZ, Marcos; GRAU-KUNTZ, Karin. Estudos de propriedade intelectual em homenagem ao Prof. Dr. Denis Borges Barbosa. Curitiba: IODA, 2021.
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- Tópicos Especiais I 2 cr. – 30 horas Ementa: Temas flexíveis e diversos com relevância direta ou indireta para a gestão das organizações aprendentes com ementas abertas que deverão ser propostas por docentes do PPGOA ou convidadose matrícula à escolha do aluno, em função dos interesses de pesquisas. Bibliografias: Flexível conforme o tema escolhido para ser abordado
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- Tópicos Especiais II 4 cr. – 60 horas Ementa: Temas flexíveis e diversos com relevância direta ou indireta para a gestão das organizações aprendentes com ementas abertas que deverão ser propostas por docentes do PPGOA ou convidadose matrícula à escolha do aluno, em função dos interesses de pesquisas. Bibliografias: Flexível conforme o tema escolhido para ser abordado D – DISCIPLINAS OPTATIVAS POR LINHA DE PESQUISA LINHA 1 – GESTÃO, INOVAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS
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- Mapeamento e Melhoria Contínua dos Processos de Gestão 2cr – 30h Ementa: Mapeamento de processos como instrumento para documentação e aprendizagem organizacional. Abordagens da melhoria contínua de processos de gestão. Aplicações de metodologias para análise e melhoria dos processos em organizações públicas, privadas e doterceiro setor. Novidades e tendências na área.
Bibliografias: ABMP Brasil. Bpm Cbok Version 3.0: Guide to the business process management common body of knowledge. 1. Association of Business Process Management Professional - Brasil. 2013 ARAÚJO, W. J.; CASIMIRO, A. H. T.; Métodos e Técnicas para análise e melhoria de processos:estudo de caso em organizações. João Pessoa: Editora Idéia, 2021. DUMAS, M.; LA ROSA, M.; MENDLING, J.; REIJERS, H. A. Fundamentals of business process Management. 2. ed. Berlin: Springer, 2018. (eBook). MINTZBERG, H.; BRANDÃO, A. B. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008, 2009, 2011. 334p. ISBN: 9788522433995. INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO/TR 26122 IN Informação e documentação. Análise do processo de trabalho para registros. Genebra: ISO, 2008.
D.2
- Gestão da Segurança da Informação 2 cr. - 30 h Ementa: Sistemas de gestão da Segurança da Informação. Políticas de segurança da informação. Segurança da informação sob a perspectiva da tecnologia da informação. Segurança da informação sob a perspectiva dos processos organizacionais. Segurança da informação sob a perspectiva dos recursos humanos das organizações. Código de prática para a gestão da segurança da informação. Novidades e tendências na área. Bibliografias: ARAÚJO, Sueny Gomes Léda; ARAÚJO, Wagner Junqueira de. A dimensão humana no processo de gestão da segurança da informação: um estudo aplicado à Pro-Reitoria de Gestão de Pessoas da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa: s.n., 2016. 154f. Dissertação (Mestrado)-UFPB/CCSA. FERREIRA, Josivan de Oliveira; ARAÚJO, Wagner Junqueira de. Análise de risco no Sistema de Concessão de diárias e Passagens SCDP: estudo de caso sob a ótica da segurança da informação no Departamento Contábil da UFPB. João Pessoa: s.n., 2013. 123f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal da Paraíba - Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Programa de Pós - Graduação em Ciência da Informação. MASCARENHAS NETO, Pedro Tenório; ARAÚJO, Wagner Junqueira de. Segurança da informação: uma visão sistêmica para implantação em organizações. figshare. Book. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.6084/m9.figshare.11825559 MITINICK, kevin D.; SIMON, William L. A arte de invadir. Prantice Hall. 2006 PELTIER, Thomas R. Information Security Risk Analysis. 3. ed. CRC Press. 2010
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- Cidades Inteligentes (Smart Cities) 2 cr. – 30 h Ementa: Origem, conceitos, características e tipos de cidades inteligentes (Smart Cities) no mundo eno Brasil; Tecnologia da internet das coisas, tecnologias sustentáveis, os desafios das cidades do futuro, outras aplicações do conceito de cidades inteligentes: smart campus (cidade universitária/campus inteligente), smart campus hospital, Environment (hospital inteligente), smart environment (ambientes inteligentes). Tópicos atuais, novidades e tendências na área. Bibliografias: ATIF, Y.; MATHEW, S.; LAKAS, A. Building a smart campus to support ubiquitous learning.Journal of Ambient Intelligence and Humanized Computing¸ Berlin, 2015. v.6, n., p.223–238. BANDEIRA, L. K. R., ARAÚJO NETO, M. S. (2020). Smart campus no Brasil: a percepção dosgestores das ifes. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, 10(3), 189-204.
BATES, O.; FRIDAY, A. Beyond data in the Smart City: Repurposing Existing Campus IoT. IEEEPervasive Computing, Adelaide, 2017. v.16, n.2, p.54 - 60. Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. Disponível em: br/assuntos/desenvolvimento-urbano/carta-brasileira-para-cidades-inteligentes
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CARNEIRO, Leandro Alves Carneiro; et al (orgs.). Cidades inteligentes [recurso eletrônico]: uma abordagem humana e sustentável / relatores Francisco Jr. (coordenador) ... [et al.] ; equipe técnica–
1. ed. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2021. – (Série estudos estratégicos ; n.12) CHEN, Y.; ZHANG, R.; ZHANG, S. Service encapsulation-based model for Smart Campus.Journal of Electronic Commerce in Organizations, Sidney, 2012. v.10, n.4, p.31–41. DONG, X.; KONG, X.; ZHANG, F.; CHEN, Z.; KANG, J. On Campus: a mobile platform towardsa smart campus. SpringerPlus, Berlin, 2018. v.5, n.1, p.974. GEORGE, G., LAKHANI, K. R., & PURANAM, P. What has changed? The impact of Covid pandemic on the technology and innovation management research agenda. Journal of ManagementStudies. 2020. 57(8), 1754-1758. GIBSON, D. V.; KOZMETSKY, G.; SMILOR, R. W. The Technopolis Phenomenon: Smart Cities, Fast Systems, Global Networks. Rowman & Littlefield, New York (SMART CITY COUNCIL), 1992. KWOK, L. A vision for the development of i-campus lam for work. Smart Learning environments. 2,2. 2015. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s40561-015-0009-8 PORTO, A. G. et al (orgs.). O Futuro é das chics [livro eletrônico]: como construir agora as cidadeshumanas, inteligentes, criativas e sustentáveis. 1. ed. Brasília: IBCIHS, 2020. PRANDI, C.; MONTI, L.; CECCARINI, C.; SALOMONI, P. Smart campus: fostering the community awareness through an intelligent environment. Mobile networks and applications, Berlin, 2019. v.25, n.1, p.945–952. SÁNCHEZ TORRES, B.; RODRÍGUEZ RODRÍGUEZ, J.; GUERRERO, C. D.; RICO BAUTISTA, D. W. Smart Campus: Trends in cybersecurity and future development. Revista Facultad de Ingeniería, Tunja-Boyacá, 2018. v. 27, n. 47, p. 93-101.
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- Gestão da Informação e do Conhecimento 4cr. – 60 h Ementa: Conceitos e abordagens sobre informação e conhecimento. Tipos de conhecimento. Conhecimento experimental. Definição e área de abrangência da gestão da informação e do conhecimento. Escolas de estratégia e modelos de gestão da informação e do conhecimento. A gestão estratégica da informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. Informação e conhecimento como ativos organizacionais. A importância da informação e do conhecimento para as pessoas, as profissões e as organizações que aprendem. Competências e forma de melhor gerir a informação e o conhecimento visando a aprendizagem e inovação organizacional e profissional. Informação e conhecimento em ambientes de cultura digital e interculturalidade. A tecnologia auxiliando na gestão da informação e do conhecimento. Tópicos atuais e tendências na área. Bibliografias: CHOO, C. W.; ROCHA, E. A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. 3. ed. São Paulo: Ed. Senac São Paulo, 2003. DAVENPORT, T. H; PRUSAK, L.; PERES, L. Conhecimento empresarial: Como as organizaçõesgerenciam o seu capital intelectual. 13. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
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D.5
- Negociações, Interculturalidade e Cultura Digital 4 cr. - 60 h Ementa: A diversidade cultural nos ambientes organizacionais, profissionais e sociais. A tendência a convivência cada vez maior em ambientes interculturais e de cultura digital. A negociação como forma estratégica de melhorar os resultados das organizações, e da melhoria do convívio emcoletividade em tempos de infosfera. A negociação em ambientes interculturais na sociedade da informação. A mediação em ambientes organizacionais e interculturais na era da informação e do digital. A ética em ambientes organizacionais, profissionais, interculturais e digitais. A informação e o conhecimento nas negociações em ambientes organizacionais, interculturais e digitais. A influência da cultura digital sobre as culturas dos povos e das organizações. A importância da aprendizagem diferenciada nos ambientes interculturais e digitais. Atualidades, novidades e tendências na área. Bibliografias: CASTELLS, M. A galáxia internet: reflexões sobre internet, negócios e sociedade. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. DOURADO FILHO, F. Ao redor do mundo: convivência e negociação com culturas estrangeiras para brasileiros. Monna Lisa, 2000. FLORIDI, L. The Blackwell guide to the philosophy of computing and information. 350 Main Street,Malden, MA, USA; Oxford, UK; Carlton, Australia: Blackwell philosophy guides: 2004. GARCIA-LOMAS; O. L.; CHURRUCA, A. N. Negociación internacional: estrategias y casos. Madrid: Pirámide S.A., 2002.
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D.6
- Acessibilidade, Inclusão e Tecnologias Assistivas nas Organizações 2 cr. – 30h Ementa: Promoção da inclusão e acessibilidade no contexto das organizações. Legislação de acessibilidade e implicações para sistemas computacionais. Norma ISO 9241-171. Políticas públicas em inclusão e acessibilidade. Recursos computacionais de Tecnologia Assistiva para pessoas com deficiência. Avaliação da acessibilidade de sistemas e serviços computacionais. Novidades e tendências na área. Bibliografias: AMARAL, Lucas Costa. Pessoa com deficiência: inclusão e acessibilidade na sociedadecontemporânea. Legis Augustus, v.12, n. 1, p. 33-52, 2019. JOHNSON, Stefanie K. Inclusifique: Como a inclusão e a diversidade podem trazer mais inovação à sua empresa. São Paulo: Saraiva, 2021. RANCHER, Vantoir Roberto; DA ROSA, Denise Ferreira; BARTH, Maísa Gisieli. Acessibilidade etecnologia assistiva: pensando a inclusão sociodigital de pessoas com necessidades especiais. Revista da Faculdade de Educação, v. 22, n. 2, p. 173-175, 2014.
D.7
-Tecnologias Digitais nas Organizações 4 cr. - 60 horas Ementa: A sociedade em rede: características, matrizes teóricas e cenários no século XXI. Transformação digital. Cultura digital nas organizações. Tecnologias emergentes e disruptivas(Blockchain, Smart Robots, Inteligência Artificial, Internet das coisas, Big Data). Acessibilidade, inclusão e tecnologias assistivas nas organizações. Novidades e tendências na área. Bibliografias: ARMSTRONG, Paul. Dominando as tecnologias disruptivas: aprenda a compreender, avaliar e tomar melhores decisões sobre qualquer tecnologia que possa impactar o seu negócio. Autêntica Business, 2019.
LEVY, Pierre. Cibercultura. Editora 34, 2010. ROGERS, David L. Transformação digital: repensando o seu negócio para a era digital. Autêntica Business, 2017.
D.8
- Infocomunicação 2cr. – 30 h Ementa: A ciências da informação e da comunicação e a interdisciplinaridade através do fenômeno infocomunicacional. Conceito de infocomunicação e e-infocomunicação. Hipertexto e hipermídia. As novas formas de informar e se informar, de comunicar e ser comunicado. Informação compartilhada e comunicada de forma síncrona ou assíncrona, direcionada e multidirecionada nas mídias e plataformas digitais. Formas mais indicadas para as organizações que aprendem a prover a sua infocomunicação interna e externa. Novidades e Tendências na área. Bibliografias: CÂMARA, Fábio; IVANOFF, Gregorio. Tecnologias que educam: ensinar e aprender com astecnologias de informação e comunicação. São Paulo: Perarson, 2009. CONDEMI, Suzana; SAVATIER, François. Últimas notícias do Sapiens. Lisboa: Círculo deLeitores, 2019. FERRARI, Polyana, et al. Hipertexto, hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital. SãoPaulo: Contexto, 2007. GOUVEIA, Luís Borges. O Conceito de rede face ao digital e aos media sociais. Multimed: revistado Reseau Mediterraneen de Centres d' Etudes et de Formation. 1 (2012) p. 85-103. .; SILVA, Armando Malheiro da. A infocomunicação ou a convergência das Ciências da Informação e da Comunicação para um objeto comum. VI Workshop de Pós-Graduação em Ciênciada Informação, em 2019. PASSARELLI, Brasilina; SILVA; Armando Malheiro da; RAMOS, Fernando (orgs.). e- Infocomunicação: estratégias e aplicações. São Paulo: SENEC; Escola do Futuro-USP, 2014. RIBEIRO, Fernanda; SILVA, Armando Malheiro da. A Infocomunicação como projeto comum de diálogo e prática = Infocommunication as a common dialogue and practice project. In: Congressoda SOPCOM, 10º, Viseu, 2017 - Ciências da Comunicação: vinte anos de investigação em Portugal : Atas ... Ed. Teresa Antas de Barros… [et al.]. Viseu: SOPCOM; Instituto Politécnico de Viseu, 2019, p. 66-76.
D.9
- Ciência dos Dados e Inteligência Artificial 4 cr. – 60 h Ementa: Introdução aos dados: definições e tipologias. Megadados e Sociedade da Informação; Ciclo de Vida dos Dados (CVD). Planos de Gestão de Dados (PGD). Técnicas estatísticas. Mineração de dados. Inteligência artificial e aprendizagem de máquina. Visualização de dados e ferramentas. Atualidades e tendências na área. Bibliografias: ABU-MOSTAFA, Yaser S. Learning from Data: A Short Course. AMLbook, 2012. BRUCE, Peter et al. Practical Statistics for Data Scientists: 50+ Essential Concepts Using R and Python. Sebastopol: O’Reilly Media, 2020. DIAS, Guilherme Ataíde; OLIVEIRA, Bernardina Maria Juvenal Freire de. Dados Científicos:perspectivas e desafios. João Pessoa: Editora UFPB, 2019. HASTIE, Trevor et al. The Elements of Statistical Learning: Data Mining, Inference, and Prediction.Second
Edition, Springer, 2009. HAYKIN, Simon. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2ª Edição, Porto Alegre: Bookman, 2007. KNAFLIC, Nussbaumer Knaflic. Storytelling com Dados: um Guia Sobre Visualização de Dados Para Profissionais de Negócios. 2ª Edição, Rio de Janeiro: Alta Books, 2019. NORVIG, Peter; RUSSELL, Stuart. Artificial Intelligence: A Modern Approach. Fourth Edition, Harlow: Pearson Education Limited: 2021. SILVA, Fabiano Couto Corrêa da. Gestão de Dados Científicos. Rio de Janeiro: Editora Interciência.2019. SOUZA, Edna Alves de; BROENS, Mariana Claudia; GONZALES, Maria Eunice Quilici (Orgs.).Big Data: implicações epistemológicas e éticas. Campinas: FiloCzar, 2020 (Coleção CLECLE- UNICAMP/FiloCzar, Volume 88). Disponível em: https://www.cle.unicamp.br/ebooks/index.php/publicacoes/catalog/view/8/7/29
D10 - Tópicos em Gestão, Inovação e Tecnologias digitais I 2 cr. – 30 horas Ementa: Temas flexíveis e diversos com relevância direta ou indireta para a gestão das organizações aprendentes, especialmente da linha em questão, com ementas abertas que deverão ser propostas pordocentes do PPGOA ou convidados e matrícula à escolha do aluno, em função dos interesses de pesquisas. Bibliografias: Flexível conforme o tema escolhido para ser abordado D.11 - Tópicos em Gestão, Inovação e Tcnologias digitais II4 cr. – 60 horas Ementa: Temas flexíveis e diversos com relevância direta ou indireta para a gestão das organizações aprendentes, especialmente da linha em questão, com ementas abertas que deverão ser propostas pordocentes do PPGOA ou convidados e matrícula à escolha do aluno, em função dos interesses de pesquisas. Bibliografias: Flexível conforme o tema escolhido para ser abordado LINHA 2 – APRENDIZAGENS NAS ORGANIZAÇÕES
D.13
- Cultura, política e relações de poder nas organizações 4 cr. – 60 h Ementa: Visão geral sobre cultura, política e poder nas organizações. Heterogeneidade cultural e política no mundo globalizado. Globalização cultural e econômica e as consequências para as organizações. As novas faces do poder e sua articulação com as organizações públicas e privadas.As instituições como produtora de poder. Dilemas contemporâneos para a democratização e as sociabilidades nas organizações. Temas atuais e tendências sobre o assunto. Bibliografias: FERNANDES, Ciro Antonio; ERCOLIN, Eliza Helena; VIDAL, Fabiana Rodrigues Pereira; LEME, Fabrício Augusto Aguiar; SANTOS, Wellington Luiz. Revista Don Domênico. Revista Eletrônica de Divulgação Científica da Faculdade Don Domênico. 8. ed., jun. 2016. Disponível em: http://www.faculdadedondomenico.edu.br/revista_don/artigos8edicao/1ed8.pdf INNERARITY, Daniel. O novo espaço público. Tradução Manoel Ruas. Lisboa: Teorema, 2006.
MARTINS, Estevão C. de Rezende. Cultura e poder. São Paulo: Saraiva. 2012.SAID, Edward C. Cultura e
política. São Paulo: Boitempo, 2003.
D.14
- Aprendizagens em Rede 2cr – 30 h Ementa: História da aprendizagem em rede. Processos de aprendizagem, conhecimento e Educação.Redes Sociais Digitais. Abordagens contemporâneas da Aprendizagem. As teorias de Aprendizagens Contemporâneas e os Ambientes de Aprendizagens Contemporâneos. Conectivismoe Aprendizagens. Tópicos atuais e tendências na área. Bibliografias:
SIEMENS, George. Uma breve história do conectivismo. 2008. Disponível em: <https://pt.slideshare.net/augustodefranco/uma-breve-historia-da-aprendizagem-emrede>. – Planejamento Criativo 4cr. – 60 h Ementa: Novidades e tendências do planejamento criativo nas organizações aprendentes.Planejamento criativo em organizações e sua importância para a ação. Planos, programas e projetos:elementos conceituais. Tipos de planejamento e tipos de projetos. Do planejamento à ação: principais etapas de um planejamento; análises estruturais e conjunturais; estratéias planejadas; desenvolvimento e acompanhamento da execução do planejamento. Análises parciais e finais das etapas planejadas: cumprimento dos objetivos e metas; envolvimento da equipe na proposta; identificação dos riscos; cronograma físico e financeiro e prestação de contas. Padrões internacionais de projetos e de gerenciamento; metodologia para organização de planejamentoeducacional e organizacional. Gestão de projetos criativos e sua interface com a cultura flexível, dinâmica, expansível e sustentável. Exiquidade e viabilidade do projeto. Função social e econômica do planejamento.
D.15
Bibliografias: ABOGABIR, Ximena; Metodologías de Participación en Programas y Proyectos de Desarrollo Sustentable. Disponivel em: http://www.comunicacionparaeldesarrollo.org/media/uploads/cyclope_old/adjuntos/Metodologiasde ParticipacionenProgramasyProyectosdeDesarrolloSustentable.doc. BELLONI, Isaura; MAGALHÃES, Heitor; SOUSA, Luzia. Metodologia de avaliação em políticaspúblicas. São Paulo: Cortez, 2000. (Coleção Questões de Nossa Época). BORDIGNON, O
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D.16
- Monitoramento e avaliação nas organizações públicas e privadas 2 cr. – 30 h Ementa: O monitoramento e a avaliação como estratégia de aprendizagem das organizações. Concepções teóricas e metodológicas do monitoramente e da avaliação. As organizações públicas e privadas e os processos de monitoramento e avaliação. Monitoramento e avaliação de políticas, planos, programas e projetos. Modelos de monitoramento e de avaliação institucioanis. O monitoramento e a a avaliação como instrumentos de aperfeiçoamento dos processos de aprendizagens das organizações. O monitoramento e a avaliação como suportes para a gestão das organizações públicas e privadas. Novidades e tendências na área. Bibliografias: BAPTISTA, T. V. F.; REZENDE, M. A Ideia do Ciclo da Análise de Políticas Públicas. In: MATTOS, R. A.; BAPTISTA, T. V. F (org.). Caminhos para Análise das Políticas de Saúde. PortoAlegre: Editora Rede Unida, 2011, p. 221-273. COSTA, F. L.; CASTANHAR, J. C. Avaliação de programas públicos: desafios conceituais e metodológicos. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro, v. 37, n. 5, p. 969-992, 2003. Disponível em: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rap/article/view/6509. Acesso em: 20maio 2020. CASSIOLATO, M.; GUERESI, S. Como elaborar modelo lógico: roteiro para formular programase organizar avaliação. Brasília: Ipea, 2010. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5810. Acesso em: 23 jun. 2020. CONFORTO, E. C.; AMARAL, D. C.; SILVA, S. L. Roteiro para revisão bibliográfica sistemática:aplicação no desenvolvimento de produtos e gerenciamento de projetos. XIII Congresso Brasileiro de Gestão de Desenvolvimento de Produto. Anais... Porto Alegre – RS, 2011, p. 01-12. Disponível em: http://www.ufrgs.br/cbgdp2011/downloads/9149.pdf. Acesso em: 6 set. 2020. DRAÍBE, S. M. Avaliação de implementação: esboço de uma metodologia de trabalho em políticaspúblicas. In: BARREIRA, M. C. R. N.; CARVALHO, M. C. B. (org.). Tendências e perspectivas naavaliação de políticas e programas sociais. São Paulo: IEE/PUC-SP, 2001, p. 13-43. DALFIOR, E. T.; LIMA, R.C. D.; ANDRADE, M. A. C. Reflexões sobre análise de implementaçãode políticas de saúde. Saúde Debate, v. 39, n. 104, p. 210-225, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0103110420151040201. Acesso em: 11 set. 2020. FREITAS, G.; SILVEIRA, S. F. R. Programa luz para todos: uma representação da teoria doprograma por meio do modelo lógico. Planejamento e Políticas públicas, n. 45, p. 178 -198,2015. HAWKINS, A. J. et al. Best practices in family life education program evaluation. FamilyRelations. v. 69, n. 3, p. 479-496, 2020. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/fare.12420. Acesso em: 15 maio. 2020. HOURNEAUX JUNIOR, Flávio; CUNHA, Julio Araujo Carneiro da. Sistemas de Mensuração e Avaliação de Desempenho Organizacional: Diferentes Usos nas Empresas Industriais do Estado de São Paulo. IV
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- Tópicos em Aprendizagens nas Organizações I 2 cr. – 30 h Ementa: Temas flexíveis e diversos com relevância direta ou indireta para a gestão das organizações aprendentes, especialmente da linha em questão, com ementas abertas que deverão ser propostas pordocentes do PPGOA ou convidados e matrícula à escolha do aluno, em função dos interesses de pesquisas. Bibliografias: Flexível conforme o tema escolhido para ser abordado
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- Tópicos em Aprendizagens nas Organizações II 4 cr. – 60 h Ementa: Temas flexíveis e diversos com relevância direta ou indireta para a gestão das organizações aprendentes, especialmente da linha em questão, com ementas abertas que deverão ser propostas pordocentes do PPGOA ou convidados e matrícula à escolha do aluno, em função dos interesses de pesquisas. Bibliografias: Flexível conforme o tema escolhido para ser abordado
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
Emitido em 26/06/2024 RESOLUÇÃO Nº 23/2024 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 23) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 22/08/2024 11:03 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234
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