UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSEPE

Res. CONSEPE 30/2023

UFPB-CONSEPE-RES-30-2023
alterada Ver na Teia Ir ao texto integral

Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde/CCS, Campus I, desta Universidade.

Base da situação: alterada por Res. CONSEPE 27/2025

Quem a altera, revoga, supera ou cita (1)

  • ALTERA
    Res. CONSEPE 27/2025 nesta norma: Artigo 4º → na outra: art. 1ºefeito desde 26/05/2025“Art. 1º. Alterar o Artigo 4º da Resolução Consepe nº 30/2023, que passa a ter a seguinte redação: Art. 4º O Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, funcionará no Turno Integral, com a duração mínima de 10 (dez) e máxima de 15 (quinze) períodos letivos e o...” fonte: texto + SIGRH · confiança alta

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (8)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CNE/CES 5/2002 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução CNE/CES nº 5, de 19 de fevereiro de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Fonoaudiologia;” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CNS 610/2018 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução CNS nº 610, de 13 de dezembro de 2018, que aprova o parecer técnico nº 458/2018 que dispõe sobre as recomendações do CNS a proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação Bacharelado em Fonoaudiologia;” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, que orientam a elaboração curricular;” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 02/2022 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, que dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus e modalidades no âmbito da UFPB.” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal daParaíba;” fonte: texto · confiança alta
  • REVOGA (total) · sugestão
    Res. CONSEPE 37/2009 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo PPC do mesmo curso — 'fonoaudiologia' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
2 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CNS 610/2018 em: Anexo I“Com base na Resolução CNS 610/2018, o profissional egresso do Curso de Fonoaudiologia deve ter uma formação que o permita ser capaz de prevenir, promover, avaliar, planejar, gerenciar e intervir...”
  • cita
    Res. CONSEPE 02/2022 em: art. 5º“§2º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE e descrita após a Composição Curricular no Anexo II.”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

camada de texto do PDF oficial (pdftotext) · original (texto publicado no SIGRH; alterações posteriores não incorporadas)
1 artigo(s) com anotação de vigência. Logo abaixo do caput, a anotação diz qual norma altera, revoga ou supera o artigo, com link para o texto dela. Este texto é a redação originalmente publicada: a redação nova está na norma alteradora, não aqui.

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 7 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 10 artigo(s) com âncora; 1 com anotação de vigência.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO 30/2023 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde/CCS, Campus I, desta Universidade. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista a aprovação Ad Referendum pelo Reitor, em 30 de outubro de 2023 (Processo nº 23074.091325/2022-29), e Considerando a necessidade de capacitação de profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área de Fonoaudiologia; Considerando os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; Considerando as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, que orientam a elaboração curricular; Considerando a Resolução CNE/CES nº 5, de 19 de fevereiro de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Fonoaudiologia; Considerando a Resolução CNS nº 610, de 13 de dezembro de 2018, que aprova o parecer técnico nº 458/2018 que dispõe sobre as recomendações do CNS a proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação Bacharelado em Fonoaudiologia; Considerando a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, aprova o Regulamento Geral de Graduação da Universidade Federal daParaíba; Considerando a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE, que dispõe sobre a Política de Creditação da Extensão Universitária nos currículos da graduação em todos os graus e modalidades no âmbito da UFPB. RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde/CCS, no Campus I.

§1º Compreende-se o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, como sendo o conjunto de ações sócio-políticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destinam a orientar a concretização curricular do referido Curso.

§2º As definições relativas aos objetivos do Curso, perfil profissional, e competências, habilidades e campo de atuação dos formandos encontram-se relacionadas no Anexo I.

Art. 2º O Curso de Fonoaudiologia tem como finalidade conferir o grau de Bacharel em Fonoaudiologia aos alunos que cumprirem as determinações constantes na presente Resolução.

Art. 3º O Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, ofertará 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) por semestre, para ingresso de discentes.

Art. 4 O Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, funcionará no Turno Integral, com a duração mínima de 10 (dez) e máxima de 15 (quinze) períodos letivos e o currículo será integralizado em 4.410 (quatro mil quatrocentas e dez) horas/aula, equivalentes a 294 (duzentos e noventa e quatro) créditos.

Vigência deste artigo · registrado na base
ALTERARes. CONSEPE 27/2025na outra: art. 1º · efeito desde 26/05/2025 · fonte: texto + SIGRH · confiança alta“Art. 1º. Alterar o Artigo 4º da Resolução Consepe nº 30/2023, que passa a ter a seguinte redação: Art. 4º O Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, funcionará no Turno Integral, com a duração mínima de 10 (dez) e máxima de 15 (quinze) período…”

Parágrafo único. Será permitida a matrícula em no mínimo 405 (quatrocentas e cinco) horas ou 27 (vinte e sete) créditos por período letivo e no máximo 480 (quatrocentas e oitenta) horas ou 32 (trinta e dois) créditos.

Art. 5º A estrutura curricular, integrante do Projeto Pedagógico, resulta de conteúdos fixados de acordo com as especificações da tabela abaixo, sendo desdobrados conforme especificado no

Anexo II. Conteúdo

Carga Horária

%

Conteúdos Básicos Profissionais

2760

62,58%

Estágio Supervisionado

1005

22,78%

Conteúdos Complementares Obrigatórios

195

4,42%

Conteúdos Complementares Optativos

360

8,17%

Conteúdos Complementares Flexíveis

90

2,05%

TOTAL

4410

100%

§1º Os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.

§2º A Extensão Universitária será integrada à Matriz Curricular conforme a Resolução nº 02/2022 do CONSEPE e descrita após a Composição Curricular no Anexo II.

Art. 6º Os componentes curriculares serão do tipo:

I – disciplinas;

II – atividades:

a) de iniciação à pesquisa e/ou extensão;

b) de monitoria;

c) participação em eventos;

Parágrafo único. Os componentes Trabalho de Conclusão de Curso, Estágios e os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso, através de Resolução Interna, para fins de integralização curricular.

Art. 7º O Curso adotará o regime de créditos.

Parágrafo único. O fluxo curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, em períodos letivos, será feita conforme especificado no Anexo III.

Art. 8º O Projeto Pedagógico do Curso de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso.

Art. 9º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 10 (dez) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sócio-político-educativas.

Parágrafo único. Adaptações curriculares serão aprovadas pelo Colegiado do Curso e os Departamentos envolvidos, e encaminhadas ao CONSEPE, ouvida a Pró-Reitoria de Graduação, para aprovação.

Art. 10 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 22 de dezembro de 2023.

Valdiney Veloso Gouveia Presidente Presidente

ANEXO I da Resolução nº 30/2023 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde/CCS, do Campus I da UFPB. DEFINIÇÕES DO CURSO

1. Objetivo do Curso O curso de Fonoaudiologia da UFPB tem por objetivo geral formar fonoaudiólogos generalistas e qualificados para exercer a profissão, numa perspectiva humanista, autônoma, crítica e reflexiva. Além disso, por meio de sua formação acadêmica, a qual está pautada em princípios éticos, de cidadania e solidariedade, sejam capazes de identificar e intervir sobre os problemas/situações de saúde/doença dos indivíduos, famílias e comunidades, considerando as dimensões biopsicossociais, culturais, espirituais, de diversidade, políticas e ambientais, assegurando assim, a integridade e a qualidade do atendimento ofertado (MEC/CNE, 2002; BRASIL, 2018). Os objetivos específicos do curso de Fonoaudiologia da UFPB são: ● Propiciar, durante a formação acadêmica, a articulação do ensino, pesquisa e extensão, tendo como cerne o processo saúde-doença e seus determinantes sociais, políticos, econômicos, culturais e ambientais; ● Estimular, a partir da formação acadêmica, o desenvolvimento de competências e habilidades para prestar cuidado integral, interprofissional e humanizado, nos diferentes níveis de atenção à saúde, atendendo a diversidade de demandas individuais e coletivas das comunidades; ● Desenvolver, a partir da formação acadêmica, competências de comunicação, liderança, tomada de decisão, diagnóstico e solução de problemas, tendo em vista a intervenção no processo de trabalho em saúde-fonoaudiologia; ● Conduzir a formação do discente para desenvolver habilidades e competências técnico-científica, ético-política, socioeducativa, a fim de responder às especificidades macro e locorregionais mediante as intervenções planejadas estrategicamente para a atenção à saúde dos diferentes indivíduos, famílias e comunidades; ● Capacitar o discente para atuar nos diferentes cenários de sua prática profissional, considerando os pressupostos dos modelos clínico-epidemiológico e os princípios e diretrizes das políticas públicas de educação, saúde, cultura e meio ambiente; ● Preparar o discente para a práxis interprofissional, direcionada para as diferentes interfaces do perfil epidemiológico nacional e locorregional.

2. Perfil do Bacharel em Fonoaudiologia A atuação do Fonoaudiólogo(a) se circunscreve nas áreas de saúde e educação. O profissional egresso do Curso de Fonoaudiologia da UFPB será formado tendo como base as necessidades da saúde e da educação nos níveis local, regional e nacional, para atuar com a comunicação humana em suas múltiplas dimensões: históricas, sociais, políticas, afetivoemocionais, cognitivas, motoras e sensoriais. Com base na Resolução CNS 610/2018, o profissional egresso do Curso de Fonoaudiologia deve ter uma formação que o permita ser capaz de prevenir, promover, avaliar, planejar, gerenciar e intervir na realidade sociocultural, visando a promoção do bem-estar individual e social bem como a integralidade da assistência, no que diz respeito à saúde da comunicação humana. Será capaz de agir de forma preventiva com o intuito de evitar agravos de saúde, como também, de avaliar, de planejar, de gerenciar e de intervir nas patologias que estejam em seu domínio de conhecimento, a fim de proporcionar a melhor condição para que se processe a comunicação humana. O fonoaudiólogo deve alcançar uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva da realidade científica e social. Com formação ético-filosófica, de natureza epistemológica em consonância com os princípios e valores que regem o exercício profissional, pautada em princípios éticos e bioéticos, tem o dever de atuar no processo de saúde-doença-cuidado; com

ações voltadas à promoção da saúde, à prevenção de agravos, à recuperação, à habilitação e à reabilitação, considerando a integralidade, a equidade e a universalidade em todo o processo assistencial (BRASIL, 2018).

3. Competências e Habilidades Profissionais O Fonoaudiólogo deve ser um profissional com competência técnica e política, sensibilidade, proatividade e criatividade, voltado para a responsabilidade coletiva, assumindo sua função social a fim de contribuir para a saúde, educação, cultura, lazer, trabalho, entre outros, tendo como referência os princípios e diretrizes do SUS, abrangendo o Sistema de Educação, Assistência Social, Trabalho e Justiça vigentes. Precisa atuar tanto em caráter individual quanto coletivo, contribuindo com a melhoria da assistência, respeitando a diversidade sociocultural, histórica e regional do país (BRASIL, 2018). Além disso, deve ser um profissional qualificado para intervir, sempre que necessário, nas patologias promovendo a manutenção da saúde, bem estar e qualidade de vida das pessoas, famílias e comunidade, considerando as circunstâncias éticas, políticas, sociais, econômicas, ambientais e biológicas; preparado para atuar de maneira interprofissional e colaborativa com diferentes equipes de profissionais; capacitado para 20 ter uma visão holística e integrada da ação e da relação paciente-família-ambiente social e profissional; apto a desenvolver ações de avaliação, diagnóstico, orientação, terapia (habilitação e reabilitação) e aperfeiçoamento com relação aos distúrbios fonoaudiológicos da função auditiva (periférica e central, vestibular), da linguagem (oral e escrita), da voz, da fluência, da articulação da fala, dos sistemas miofuncional orofacial e cervical e de deglutição e suas alterações, promoção e proteção da saúde em uma coletividade, intervindo nos casos das dificuldades da aprendizagem até o processo de envelhecimento do ser humano, utilizando-se de técnicas, instrumentos e métodos técnicocientíficos para atuar nas diferentes áreas da Fonoaudiologia; seguro com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em Fonoaudiologia (BRASIL, 2018).

4. Campo de Atuação Profissional A Fonoaudiologia marca a sua consolidação enquanto profissão devidamente reconhecida em face do próprio movimento de desenvolvimento social que cria dinâmicas novas, transformações e perspectivas sociais. Essa expansão da profissão passa a contribuir de forma significativa no atendimento das demandas derivadas dessas novas dinâmicas. A ampliação do mercado de trabalho, novos formatos de assistência à saúde e educação, ferramentas de trabalho cada vez mais inovadoras são fatores que, associados ao avanço científico, têm exigido do profissional uma maior atenção para as tendências do mercado, como estar inserido nesse contexto e como conquistar novos espaços de maneira ética, responsável e competente (ALMEIDA, 2008). O reconhecimento oficial da Fonoaudiologia como curso de nível superior no ano de 1981, marcou o processo de crescimento da profissão e consequentemente a ampliação do campo de atuação do fonoaudiólogo para além dos domínios da fonoaudiologia educacional e clínico–terapêutica. Expande-se a atuação em comunicação, audição e voz humana (CFFa, 2021). Face ao crescimento das áreas de atuação, consequentemente, fortaleceu-se o processo de ensino e da pesquisa. Atualmente, o empreendedorismo e ações no campo da saúde coletiva tem crescente destaque. Dessa forma, a formação do profissional fonoaudiólogo da atualidade é bastante desafiadora, pois, para além do conhecimento, o desenvolvimento de novas habilidades e competências é essencial (GARCIA, 2020). O fonoaudiólogo desenvolve suas ações em unidades básicas de saúde, ambulatórios de especialidades, hospitais, maternidades, consultórios, clínicas, home care, instituições de longa permanência para idosos e casas de saúde, creches, berçários, escolas regulares e especiais, instituições de ensino superior, empresas dos mais diversos ramos, meios de comunicação, associações compostas pela sociedade civil organizada e em todos os espaços que o homem necessite de usar da comunicação. O profissional também encontra um grande espaço na gerência de serviços fonoaudiológicos em diversos setores fora dos consultórios, tanto no

serviço público quanto em empresas privadas, além da prestação de serviços de forma autônoma em assessoria e consultorias especializadas (CFFa, 2007). Com esse cenário de expansão da Fonoaudiologia, tornou-se primordial o avanço cultural, científico e tecnológico de seus profissionais, sendo indispensável o intercâmbio entre teoria e prática vivenciadas e o conhecimento das novas descobertas da área (e áreas 22 afins) e das mais recentes experiências de sucesso. Fato que define, posteriormente, a competência e a qualidade de atuação do profissional (ALMEIDA, 2008). Assim, o fonoaudiólogo conta com um amplo mercado de trabalho que atinge diversos âmbitos.

ANEXO II da Resolução nº 30/2023 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde/CCS, do Campus I da UFPB. Composição Curricular do Curso de Bacharelado em Fonoaudiologia CONTEÚDOS OBRIGATÓRIOS BÁSICOS PROFISSIONAIS COMPONENTE CURRICULAR

CH

PRÉ-REQUISITO

Anatomia Humana

60 h

—

Embriologia

30 h

—

Histologia

30 h

—

Fundamentos da Fonoaudiologia

30 h

—

Saúde e Sociedade

30 h

—

Psicologia do Desenvolvimento

60 h

—

LIBRAS

60 h

—

Linguística Aplicada à Fonoaudiologia

60 h

—

Desenvolvimento da Audição e do Equilíbrio

30 h

—

Desenvolvimento da Linguagem Oral e Escrita

60 h

—

Desenvolvimento da Voz e das FunçõesOrofaciais

60 h

—

Fundamentos da Saúde Coletiva

30 h

—

Fisiologia Humana II

90 h

—

Anatomia Aplicada à Fonoaudiologia

90 h

Anatomia Humana

Políticas Públicas e Atenção à Saúde

30 h

Fundamentos de Saúde Coletiva

Avaliação da Voz

60 h

Desenvolvimento da Voz eFunções Orofaciais

Avaliação dos Transtornos da Linguagem na Infância

60 h

Desenvolvimento da linguagemoral e escrita

Avaliação Audiológica Básica

60 h

Desenvolvimento da Audição edo Equilíbrio

Neuroanatomia

60 h

Anatomia Aplicada a Fonoaudiologia

Intervenção nos Distúrbios da MotricidadeOrofacial I

60 h

Desenvolvimento da Voz e dasFunções Orofaciais

Psicologia da Saúde

30 h

—

Distúrbios da Voz

60 h

Avaliação da Voz

Atenção Primária à Saúde

30 h

Políticas Públicas de Atenção àSaúde

Saúde, Educação e Diversidade

30 h

Saúde e Sociedade

Intervenção nos Distúrbios da MotricidadeOrofacial II

60 h

Intervenção nos Distúrbios daMotricidade Orofacial I

Avaliação dos Transtornos dos Sons da Fala naInfância

45 h

—

Ortodontia, Ortopedia Facial e Cirurgia Bucomaxilofacial Aplicadas à Fonoaudiologia

60 h

Anatomia

Intervenção Fonoaudiológica em Voz I

45 h

Aplica da à Fonoaudiologia Distúrbios da Voz

Avaliação do Processamento Auditivo Central e Zumbido

60 h

Desenvolvimento da Audição edo Equilíbrio

Terapia Fonoaudiológica dos Transtornos da Linguagem na Infância

30 h

Transtornos e Avaliação da Aprendizagem

45 h

Avaliação dos Transtornos da Linguagem na Infância Psicologia do Desenvolvimento

Terapia Fonoaudiológica dos Transtornos dosSons da Fala na Infância

30 h

Avaliação dos Transtornos dosSons da Fala na Infância

Fonoaudiologia e Educação

30 h

—

Intervenção nos Distúrbios da Motricidade Orofacial III

60 h

Intervenção nos Distúrbios daMotricidade Orofacial II

Intervenção Fonoaudiológica em Fluência e Seus Transtornos

60 h

—

Avaliação dos Transtornos Neurológicos da Linguagem e Fala no Adulto e Idoso

45 h

Neuroanatomia

Reabilitação Auditiva I

30 h

Avaliação Eletroacú stica e Eletrofisiológica da Audição Intervenção Fonoaudiológica emVoz I

Intervenção Fonoaudiológica em Voz II

60 h

Avaliação Eletroacústica e Eletrofisiológica da Audição

30 h

Comunicação Alternativa

30 h

—

Tecnologia e Intervenção em Motricidade Orofacial

30 h

Intervenção nos Distúrbios daMotricidade Orofacial III

Disfagia Orofaríngea I

30 h

Neuroanatomia

Terapia Fonoaudiológica nos Transtornos da Leitura e da Escrita

30 h

Transtornos e Avaliação da Aprendizagem

Epidemiologia em Saúde Coletiva

30 h

Fundamentos da Saúde Coletiva

Reabilitação Auditiva II

45 h

Reabilitação Auditiva I

Planejamento e Gestão em Saúde

30 h

Epidemiologia em Saúde Coletiva

Avaliação Audiológica Básica

Disfagia Orofaríngea II

45 h

Disfagia Orofaríngea I

Terapia Fonoaudiológica nos Distúrbios Neurológicos da Linguagem no Adulto e Idoso

30 h

Avaliação dos Transtornos Neurológicos da Linguagem e da Fala no adulto e idoso

Avaliação Otoneurológica

30 h

Desenvolvimento da Audição edo Equilíbrio

Intervenção Fonoaudiológica no Transtorno do Espectro Autista

45 h

Disfagia Orofaríngea III

45 h

UCE - Ações de Promoção em Saúde e Educação

75 h

---

UCE - Ações de Fonoaudiologia em Gerontologia

75 h

---

UCE - Ações de Promoção e Reabilitação em Audiologia

75 h

---

UCE - Ações Fonoaudiológicas em Voz e Comunicação Profissional

75 h

UCE - Linguagens do Cuidado e Educação em Saúde

75 h

UCE - Assistência Fonoaudiológica em Disfagia Orofaríngea

75 h

TOTAL

2760

—

Disfagia Orofaríngea II

Avaliação da Voz

---

Disfagia Orofaríngea I

ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS COMPONENTE CURRICULAR

CH

Estágio Supervisionado de Observação em Saúde Coletiva

30 h

PRÉ-REQUISITO(S) Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia

Estágio Supervisionado de Observação Clínica em Audiologia

30 h

Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Avaliação Audiológica Básica Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Fonoaudiologia e Educação

Estágio Supervisionado em Fonoaudiologia Educacional

30 h

Estágio Supervisionado em Motricidade Orofacial I

30 h

Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Tecnologia e intervenção em Motricidade Orofacial

Estágio Supervisionado em Voz I

45 h

Estágio Supervisionado em Linguagem I

60 h

Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Intervenção Fonoaudiológica em Voz II. Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Terapia Fonoaudiológica dos Transtornos da Linguagem na Infância

Estágio Supervisionado em Voz II

45 h

Estágio Supervisionado em Voz I

Estágio Supervisionado em Motricidade Orofacial II

60 h

Estágio Supervisionado em Reabilitação Auditiva

60 h

Estágio Supervisionado em Motricidade Orofacial

I Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Reabilitação Auditiva II

Estágio Supervisionado em Linguagem II

30 h

Estágio Supervisionado em Linguagem I

Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I

60 h

Estágio Integrado em Fonoaudiologia I

105 h

Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Atenção Primária à Saúde; Planejamento e Gestão em Saúde Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I

Estágio Supervisionado em Disfagia I

60 h

Disfagia Orofaríngea III

Estágio Supervisionado em Audiologia I

60 h

Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva II

60 h

Estágio Integrado em Fonoaudiologia II Estágio Supervisionado em Disfagia II

120 h 60 h

Estágio Supervisionado em Audiologia II

60 h

TOTAL

1005

Avaliação Audiológica Básica; Avaliação Eletroacústica e Eletrofisiológica da Audição Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I Estágio Integrado em Fonoaudiologia I Estágio Supervisionado em Disfagia I Estágio Supervisionado em Audiologia I; Avaliação do Processamento Auditivo Central e Zumbido

CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIOS COMPONENTE CURRICULAR

CH

PRÉ-REQUISITO

Metodologia do Estudo

30 h

—

Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia

30 h

—

Pesquisa Aplicada à Fonoaudiologia

30 h

—

Estatística Vital

60 h

—

Trabalho de Conclusão de Curso I – TCC I

30 h Pesquisa Aplicada à Fonoaudiologia

Trabalho de Conclusão de Curso II – TCC II

15 h Trabalho de Conclusão de Curso I TCC I 195

TOTAL

CONTEÚDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS DO CURSO – mínimo de 360 h / 24 cr* COMPONENTE CURRICULAR

CH

PRÉ-REQUISITO

Saúde Mental

60 h

—

Fundamentos de Psicopatologia

60 h

—

Tópicos Atuais em Fonoaudiologia

60 h

—

Fonética e Fonologia da Língua Portuguesa Aperfeiçoamento da Voz e Comunicação Profissional Fundamentos de Genética Administração para Ciências da Vida I Administração para Ciências da Vida II

60 h 30 h 30 h 60 h 60 h

— — — — —

CONTEÚDOS COMPLEMENTARES FLEXÍVEIS COMPONENTE CURRICULAR Tópicos Especiais em Fonoaudiologia I

CH PRÉ-REQUISITO 30 h —

Tópicos Especiais em Fonoaudiologia II

30 h

—

Tópicos Especiais em Fonoaudiologia III

30 h

—

TOTAL

90 h UNIDADES DE CREDITAÇÃO DA EXTENSÃO

COMPONENTE CURRICULAR

CH

UCE – Ações de Fonoaudiologia em Gerontologia

75 h

UCE – Ações de Promoção e Reabilitação em Audiologia

75 h

UCE – Ações de Promoção em Saúde e Educação

75 h

UCE – Linguagens do Cuidado e Educação em Saúde

75 h

UCE – Assistência Fonoaudiológica em Disfagia Orofaríngea

75 h

UCE – Ações Fonoaudiológicas em Voz e Comunicação Profissional

75 h

TOTAL

450 h

ANEXO III da Resolução nº 30/2023 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde/CCS, do Campus I da UFPB. Fluxograma do Curso de Bacharelado em Fonoaudiologia 1º PERÍODO 2º PERÍODO Fundamentos da Desenvolvimento Fonoaudiologia da Audição e do (30 h) Equilíbrio (30 h)

3º PERÍODO 4º PERÍODO Políticas Públicas Distúrbios da Voz e Atenção à Saúde (60 h) (30 h)

Desenvolvimento Metodologia do da linguagem oral e Estudo (30 h) escrita (60 h)

Avaliação da Voz (60 h)

Atenção Primária à Saúde (30 h)

Desenvolvimento Saúde e da voz e das Sociedade (30 h) funções orofaciais (60 h)

Avaliação dos Transtornos da Linguagem na Infância (60 h)

Saúde, Educação e Diversidade (30

h)

Anatomia Fundamentos da Saúde Humana (60 h) Coletiva (30h)

Avaliação Audiológica Básica (60 h)

PsicologiaFisiologia do Humana II (90 Desenvolvimento

h) (60h)

Neuroanatomia (60 h)

Embriologia (30 Anatomia Aplicada

h) à Fonoaudiologia (90 h)

Estágio Histologia (30 h) Supervisionado de Observação em Saúde Coletiva (30

h)

LIBRAS (60 h)

Optativa (30 h)

Intervenção nos Distúrbios da Motricidade Orofacial I (60 h)

Psicologia da Saúde (30 h)

Optativa (60 h)

Linguística Aplicada à Fonoaudiologia (60 h)

420 horas (28 créditos)

UCE – Ações de Promoção em Saúde e Educação (75 h)

420 horas (28 créditos)

420 horas (28 créditos)

Avaliação do Processamento Auditivo Central e Zumbido (60 h) Terapia Fonoaudiológic a dos Transtornos da Linguagem na Infância (30 h) Transtornos e Avaliação da Aprendizagem (45 h)

Intervenção nos Distúrbios da Motricidade Orofacial II (60 h) Avaliação dos Pesquisa Transtornos dos Aplicada à Sons da Fala na Fonoaudiologia Infância (30 h) (45 h) Estágio Terapia Supervisionado de Fonoaudiológic Observação a dos Clínica em Transtornos dos Audiologia (30 h) Sons da Fala na Infância (30 h) Ortodontia, Ortopedia Facial e Cirurgia Fonoaudiologia Bucomaxilofacial e Educação (30 Aplicadas à

h) Fonoaudiologia (60 h) Avaliação Intervenção nos Eletroacústica e Distúrbios da Eletrofisiológica Motricidade da Audição (30 h) Orofacial III (60 h)

Optativa (60 h)

Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia (30 h)

5º PERÍODO Intervenção Fonoaudiológic a em Voz I (45

h)

480 horas (32 créditos)

Intervenção Fonoaudiológic a em Fluência e seus Transtornos (60

h) UCE – Ações de Fonoaudiologia em Gerontologia (75 h)

465 horas (31 créditos)

6º PERÍODO 7º PERÍODO 8º PERÍODO 9º PERÍODO 10º PERÍODO Avaliação dos Estágio Disfagia Estágio Estágio Transtornos Supervisionado Orofaríngea III Integrado em Integrado em Neurológicos em Motricidade (45 h) Fonoaudiologia I Fonoaudiologia da Linguagem Orofacial I (30 (105 h) II (120 h) e Fala no

h) Adulto e Idoso (45 h) UCE – Reabilitação Reabilitação Estágio Assistência Trabalho de Auditiva I (30 Auditiva II (45 h) Supervisionado Fonoaudiológica Conclusão de

h) em Voz II (45 h) em Disfagia Curso II (15 h) Orofaríngea (75

h) Intervenção Estágio Fonoaudiológi Planejamento e Supervisionado Estágio Estágio ca em Voz II Gestão em Saúde em Motricidade Supervisionado Supervisionado (60 h) (30 h) Orofacial II (60 em Disfagia I (60 em Disfagia II

h)

h) (60 h)

Estágio Avaliação Estágio Supervisionado Estágio Estágio Otoneurológic Supervisionado em Reabilitação Supervisionado Supervisionado a (30 h) em Voz I (45 h) Auditiva (60 h) em Audiologia I em Audiologia II (60 h) (60 h) Estatística Vital (60 h)

Disfagia Estágio Estágio Optativa (30 h) Orofaríngea II Supervisionado Supervisionado (45 h) em Linguagem II em Saúde (30 h) Coletiva II (60 h) Estágio Comunicação Estágio Supervisionado Optativa (30 h) Alternativa (30 Supervisionado em Saúde

h) em Linguagem I Coletiva I (60 h) (60 h)

Terapia Tecnologia e Fonoaudiológica Intervenção nos Distúrbios Optativa (60 h) em Neurológicos da Motricidade Linguagem no Orofacial (30 Adulto e Idoso

h) (30 h) UCE – Ações UCE – Disfagia Fonoaudiológica Linguagens do Orofaríngea I s em Voz e Cuidado e (30 h) Comunicação Educação em Profissional Saúde (75 h) (75 h) Terapia Intervenção Fonoaudiológi Fonoaudiológica Trabalho de ca nos no Transtorno do Conclusão de Transtornos da Espectro Autista Curso I (30 h) Leitura e da (45h) Escrita (30 h) Epidemiologia em Saúde Optativa (30 h) Coletiva (30 h)

Estágio Supervisionad o em Fonoaudiologi a Educacional (30 h) UCE – Ações de Promoção e Reabilitação em Audiologia (75 h) 480 horas (32 435 horas (29 créditos) créditos)

465 horas (31 créditos)

Conteúdos Complementares Flexíveis a serem integralizados ao longo do Curso: 90 hora Carga Horária Total do Curso: 4.410 horas

Optativa (60 h)

450 horas (30 créditos)

285 horas (19 créditos)

ANEXO IV da Resolução nº 30/2023 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, Bacharelado, do Centro de Ciências da Saúde/CCS, do Campus I da UFPB. EMENTÁRIO DO CURSO

1º PERÍODO DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA FONOAUDIOLOGIA PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Histórico da Fonoaudiologia. Regulamentação da profissão. Áreas de atuação.Interrelação da Fonoaudiologia com áreas afins. Mercado de trabalho. Formação profissional do fonoaudiólogo. Entidades de classe. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Ministério da Saúde. 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. (Cadernos de Atenção Básica, n. 39). Ministério da Saúde. 2014. CÉSAR, ADM; Lima, MD. Fundamentos e práticas em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Thieme Revinter Publicações, 2021. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; TOMÉ, M.C. (Organização). Tratado das especialidades em fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2016. 1118 p. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CAPPELLETTI, I.F. A Fonoaudiologia no Brasil: reflexões sobre os seus fundamentos. Rio de Janeiro: Cortez. 1985. BERBERIAN, A.P. Fonoaudiologia e Educação: um encontro histórico. Curitiba: Plexus. 2000. BRITO, A.T.B.O. Livro de Fonoaudiologia. São José dos Campos: Pulso. 2005.

DISCIPLINA: METODOLOGIA DO ESTUDO PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

EMENTA: Métodos de estudo e elaboração de trabalhos acadêmicos.

REFERÊNCIAS BÁSICAS:

CH EXTENSÃO: --

AZEVEDO, I.B. O prazer da produção científica. Descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 10 ed. São Paulo: Hagnos, 2001. LAKATOS, E. M. Metodologia do Trabalho Científico. Rio de Janeiro: Grupo GEN,2021. E-book. 9788597026559. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597026559/. Acesso em: 31 ago.2022. RAMPAZZO, L. Metodologia científica: para alunos de graduação e pós-graduação. 6ed. São Paulo: Loyola, 2002. VIEIRA, S. HOSSNE. Metodologia científica para a área da saúde. 13 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: AQUINO, I.S. Como escrever artigos científicos. Sem arrodeio e sem medo da ABNT. São Paulo: Saraiva, 2010. BURSZTYN, M. DRUMMOND, J.A. NASCIMENTO, E.P. Como escrever (e publicar) um trabalho científico – dicas a pesquisadores e jovens cientistas. Rio de Janeiro: Garamond, 2010. DISCIPLINA: SAÚDE E SOCIEDADE PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Saúde, cultura, ambiente, sociedade, cidadania e suas repercussões individuais e coletivas. Determinantes Sociais da Saúde. Participação e controle social. A saúde- doença-cuidado como processo social. Família e sua relação com a saúde-doença. Redesde apoio. Relações étnico-raciais e história da cultura afro-brasileira, africana, dos povos tradicionais e indígenas. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALMEIDA FILHO, N. O que é saúde? 1 ed. 2 reimp. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2018. BARATA, R.B. Como e por que as desigualdades sociais fazem mal à saúde [online]. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009. CZERESNIA, D.; MACIEL, E.M.G.S.; OVIEDO, A.M. Os sentidos da saúde e da doença. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2013. GOHN, M.G. Movimentos sociais e redes de mobilizações civis no Brasil contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2010. HELMAN, C.G. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2009. MENDES-GONÇALVES, R.B. Saúde, Sociedade & História. AYRES, J.R.C.M.; SANTOS, L. (org.) São Paulo: Hucitec; Porto Alegre: Rede Unida, 2017. NUNES, E.D. Sobre a sociologia da saúde: origens e desenvolvimento. São Paulo: Hucitec, 1999. PALÁCIOS, M. Bioética, Saúde e Sociedade. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2019.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BUSS P.M. PELLEGRINI, A. F. A Saúde e seus Determinantes Sociais. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1):77-93, 2007. CUNHA, M.C.; CESARINO, P. N. Políticas culturais e povos indígenas. 1 ed. São Paulo: Editora Unesp, 2016. KALY, A. P. et al. Ensino de história e culturas Afro-brasileiras e indígenas. Rio de Janeiro: Editora Pallas, 2012.

RADICCHI, A.L.A.; LEMOS, A.F. Saúde Ambiental. 2 ed. Belo Horizonte: NESCON/UFMG, 2013. SCHUCH, P.; FERREIRA, J. Direitos e ajuda humanitária: perspectivas sobre família, gênero e saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2010. SEGRE, M.; FERRAZ, F. C. O conceito de saúde. Rev. Saúde Pública. 31(5): 538-42, 1997. SOUZA, A.N.; PITANGUY. J. (Org.). Saúde, Corpo e Sociedade. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2006. DISCIPLINA: ANATOMIA HUMANA PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 4 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: 30h DEPARTAMENTO: Morfologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Estudo dos diferentes sistemas do corpo humano, identificação dos principais órgãos, estruturas macroscópicas e suas correlações anatomoclínicas. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CASTRO, S.V. Anatomia Fundamental. 3 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1985, 586p. DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3 ed.São Paulo: Atheneu, 2000, 671p. MOORE, K.L; DALLEY, A.F.; AGUR, A.M.R. Moore Anatomia Orientada para a Clínica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019, 1120 p. SOBOTTA, J.; BECHER, H. Atlas de Anatomia Humana. 24 ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2018, 1168 p. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ALMULLER, G et al. Anatomia. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 2009,1317 p. GARDNER et al. Anatomia: Estudo Regional do Corpo Humano-Métodos de Dissecação. 4 ed. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan,1978, 830 p. KAPPIT. Anatomia um Livro para Colorir. 4 ed. Rio de Janeiro: Roca, 384 p MARTINI, F.; TIMMONS, M.; TALLITSCH, R. Anatomia Humana. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, 870p. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. São Paulo: Elsevier, 2015. ROHEN, W. J.; YOKOCHI, C.; LÜTJEN-DRECOLL, E. Atlas Fotográfico de Anatomia Humana Sistêmica e Regional. 7 ed. São Paulo: Manole, 2016. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E; SCHUMACHER, U. Prometheus Atlas de Anatomia.Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2006. SNELL, R. S. Anatomia para Estudantes de Medicina. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, 852p SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica. São Paulo. Ed. Manole, 2001, 248p. TESTUT, L.; JACOB, O. Compêndio de Anatomia Topográfica. 9 ed. Rio de Janeiro: Labor do Brasil, 1947. TORTORA, G.J. Princípios de Anatomia Humana. 12 ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro,2010, 1017 p. DISCIPLINA: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 4 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

(CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Introdução à Psicologia. Introdução ao estudo do desenvolvimento humano. Ciclos da vida. Principais teorias psicológicas do desenvolvimento e da aprendizagem. Atualidades em desenvolvimento humano e saúde. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEE, H.; BOYD, D. A criança em desenvolvimento. 12 ed. Porto Alegre/RS: Artmed,

2011. 567 p. BERGER, K. S. O desenvolvimento da pessoa: da infância à terceira idade. 5 ed. Riode Janeiro/RJ: LTC, 2003. 570 p. CAMPOS, D. M. S. Psicologia da Aprendizagem. 38 ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2010. 302p. LEFRANÇOIS, G. R. Teorias da aprendizagem. 5 ed. São Paulo/SP: Cengage Learning, 2008. 479 p. MOREIRA, M. A. Teorias de Aprendizagem. 3 ed. Rio de Janeiro/RJ: LTC, 2021. 430p. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. L. T. Psicologias: uma introduçãoao estudo de Psicologia. 13 ed. São Paulo/SP: Saraiva, 2002. 368 p. LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. K.; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 22 ed. São Paulo/sp: Summus, 1992. 118 p. MACHADO, L. R. et al. Pedagogia, Andragogia e Gerontologia: utilizando objetos de aprendizagem ao longo da vida. Práticas em Informática na Educação, Porto Alegre,v. 1, n. 1, p. 89-98, 2010. DISCIPLINA: EMBRIOLOGIA PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 15h CH PRÁTICA: 15h DEPARTAMENTO: Morfologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Estudo da estrutura das modificações morfológicas e dos mecanismos biológicos do desenvolvimento do humano desde o zigoto até o nascimento. Descrição da placenta e anexos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: SADLER, T.W. Langman, Embriologia Médica. 14 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2021. (Biblioteca Virtual) MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N.; TORCHIA, M.G. Embriologia Clínica. 10 ed. Riode Janeiro: Elsevier. 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CORREA, E. M. Embriologia e Histologia em Fonoaudiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011. CARDOSO, A. C. V. Reflexões sobre o Desenvolvimento Auditivo. Verba Volant, v.4, n. 1. 2013. Acesso: http://letras.ufpel.edu.br/verbavolant/sexto/archivos_sexto13/cardoso.pdf GIACHETI, C.M., GIMENIZ-PASCHOAL, S.R. Perspectivas Multidisciplinares em Fonoaudiologia: da Avaliação à Intervenção. São Paulo: Cultura Acadêmica. 2013.

DISCIPLINA: HISTOLOGIA PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 15h CH PRÁTICA: 15h DEPARTAMENTO: Morfologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Estudo da morfologia dos tecidos. Aspectos morfofuncionais dos tecidos epiteliais, conjuntivo propriamente dito, muscular e nervoso. REFERÊNCIAS BÁSICAS: JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica – Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2017. OLIVEIRA, A.F.B.; PEREIRA, A.M.B.C.; PEREIRA, F.R.; VIEIRA, G.C.; BEZERRA, T.F.M. Atlas Colorido: Histologia dos Tecidos http://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/book/875. 1. UFPB. 2020 PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e atlas. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CORREA, E. M. Embriologia e Histologia em Fonoaudiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011. HIATT, J. L. et al. Atlas Colorido de Histologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014; 2017. 494p. DISCIPLINA: LIBRAS PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 4 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: 30h DEPARTAMENTO: Línguas de Sinais (CCHLA)CÓDIGO: GDLS0024

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Aspectos sócio-históricos, linguísticos identitários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguísticos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintáticos e semântico-pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. Prática de conversação em Libras. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BRASIL. Secretaria de Educação Especial/Deficiência auditiva /organizado por Giuseppe Rinaldi et al. – Brasília: SEESP, 1997. Alfabetização: Aquisição do Português escrito por surdos, VI (Série Atualidades Pedagógicas, n. 4, v. 2, Fascículo5). BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, 1998. BRITO, L. F. Língua Brasileira de Sinais. Brasília: SEESP, 1997. FELIPE, T.; MONTEIRO, M. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4 ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005. FERNANDES, E. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003. FERNANDES, S. As gírias surdas. Revista Língua: Segmento. Publicado em 23/02/2010. Disponível em: Acesso em: jul. 2010. FERREIRA-BRITO, L. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro/UFRJ, 1995. FERREIRA-BRITO, L. Estrutura Linguística da LIBRAS. In: BRASIL. Educação

Especial Deficiência Auditiva: Série Atualidades Pedagógicas. Brasília: MEC/SEESP, 1997. FERREIRA-BRITO, L. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: GOLDFELD, M. A criança surda. São Paulo: Plexus, 1997. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008. KARNOPP, L.B. O ensino da língua portuguesa para surdos a partir de uma perspectiva bilíngue. In: Forum de pesquisa científica e tecnológica. Canoas: Ed. Ulbra, 2001. KARNOPP, L.B. Aquisição do parâmetro configuração de mão dos sinais da línguade sinais da língua de sinais brasileira: estudo sobre quatro crianças surdas filhas de pais surdos. Dissertação (Mestrado em Letras) PC/RS, Porto Alegre, 1994. OLIVEIRA, D.M.M.; OLIVEIRA, D.M. Língua brasileira de sinais: maior marca de identidade do surdo brasileiro. In: CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA, 16. Anais. Rio de Janeiro: Instituto de Letras da Universidade do Estadodo Rio de Janeiro, 2012. Disponível em: http://www.filologia.org.br/xvi_cnlf. Acesso em: 06 fev. 2015. QUADROS, R.M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. QUADROS, R.M.; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. RAMOS, C.R. LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros. Petrópolis: Arara Azul, 2010. SANTOS, E.F.; SANTOS, C.F.; SANTOS, R.C. Sintaxe da Libras e a (re) afirmação da linguística: o óbvio que ainda precisa ser dito. Interdisciplinar, edição especial, ano 7, v. 17, 2013. STRÖBEL, K.L. História dos surdos: representações “mascaradas” das identidades surdas. In: QUADROS, R.M.; PERLIN, G. (Orgs.). Estudos Surdos II. Petrópolis: Arara Azul, 2007. STRÖBEL, K.L. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: UFSC, 2009. SUTTON-SPENCE, R. The Role of Sign Language Narratives in Developing Identityfor Deaf Children. Journal of Folklore Research, v. 47, n. 3, p. 265-305, 2010. ZYCH, A. C. Avaliação do processo de escolaridade e de pessoas surdas em suas interações no contexto social. 2003. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, Campinas, SP. DISCIPLINA: LINGUÍSTICA APLICADA À FONOAUDIOLOGIA PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Língua Portuguesa e Linguística (CCHLA) CÓDIGO: NOVO EMENTA: Noções de comunicação, linguagem, língua. Objeto de estudo, história e áreas da linguística. Linguagem e pensamento. Linguagem e Sociedade. Capacidade linguística das crianças. Teorias da aquisição de linguagem. Linguística e clínica fonoaudiológica. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BAGNO, M. Língua, linguagem, linguística: pondo os pingos nos ii. São Paulo: Parábola Editorial, 2014.

FRANÇA, A. I. (org.) Linguística para Fonoaudiologia. São Paulo: Contexto, 2021. LAMPRECHT, R. R. et al. (orgs). Aquisição fonológica do português: perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: ARTMED, 2004. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: MONTENEGRO, A. C. et al. (orgs). Fonoaudiologia e Linguística: Teoria e Prática. São Paulo: Appris, 2016. SCARPA, E. M. Aquisição da Linguagem. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (Orgs.) Introdução à linguística. v. 2. São Paulo: Cortez, 2004 MARTELOTTA, M. E. (Org.) Manual de linguística. São Paulo: Contexto, 2008. DISCIPLINA: ÉTICA E BIOÉTICA APLICADA À FONOAUDIOLOGIA PERÍODO: 1º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Fundamentos da Ética. O pensamento moral e as reflexões éticas. Ética e comportamento social. Código de Ética da Fonoaudiologia. Conduta ética profissional: Paciente/Educando/Família/Instituições/Mídias Digitais. Conceito de confidencialidade na relação profissional. Fundamentos da Bioética: pesquisa envolvendo seres humanos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ANGERAMI-CAMON, V.A. Ética na saúde. São Paulo: Pioneira, 2002. CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA. Código de Ética da Fonoaudiologia. Brasília, 2021. CORTINA, A; MARTINEZ, E. Ética. São Paulo: Loyola, 2005. EL- GUINDY, MM. Metodologia e Ética na Pesquisa Científica. São Paulo: Santos, 2004. FERIGOTTI, A.C.M. O fonoaudiólogo e questões éticas na prática profissional. São Paulo: Annablume, 2001. JONSEN, A.R. et al. Ética clínica. Porto Alegre: AMGH, 2012. LA TAILLE, Y. Moral e Ética: Dimensões Intelectuais e Afetivas. 1 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. LOLAS, F. Bioética: o que é, como se faz. 2 ed. São Paulo: Loyola, 2005. VAZQUEZ, A. S. Ética. 39 ed. São Paulo: Editora Civilização Brasileira, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: LESSA, J. A clínica como exercício dos encontros afetivos. São Luiz, EDUFMA, 2014 LIPOVETSKY, G.; DEUTSCH, T.M. A era do vazio: ensaios sobre o individualismo contemporâneo. Barueri, SP: Manole, 2006. PASSOS, E. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas, 2008.

2º PERÍODO DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO DA AUDIÇÃO E DO EQUILÍBRIO PERÍODO: 2º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

(CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Fisiologia do sistema auditivo e do equilíbrio. Biofísica da audição. Desenvolvimento das habilidades auditivas e do equilíbrio. Comportamento auditivo infantil. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BONALDI, L.V. et al. Bases anatômicas da audição e do equilíbrio. São Paulo: Santos, 2004. FAYOUX, P.; COULOIGNER, V. Otorrinolaringologia Pediátrica. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2018. NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição na infância. 5. ed. São Paulo: Manole, 2004. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: GOLDENBERG, D.; GOLDSTEIN, B.J. Handbook of Otolaryngology, Head and Neck Surgery. 2. ed. New York: Thieme Medical Association, 2018. KATZ, J. et al. (Ed.). Handbook of Clinical Audiology. 7 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2015. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A. M. C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2020. DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA PERÍODO: 2º CRÉDITOS: 4 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Desenvolvimento dos subsistemas linguísticos, seus marcos e dinâmica neurobiológica. Teorias, modelos e hipóteses de aquisição da linguagem oral e escrita. Aspectos biopsicossociais, família e escola. REFERÊNCIAS BÁSICAS: LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Book Toy, 2017. LAMPRECHT, R. R. Aquisição Fonológica do Português. Artmed: Grupo A, 2017. Ebook. 9788582710715. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710715/. Acesso em: 24 ago. 2022. LENT, R. O cérebro aprendiz: neuroplasticidade e educação. Rio de Janeiro: Atheneu, 2018. MARTELOTTA, M. E. et al. Manual de linguística. São Paulo: Contexto, 2011. QUEIROGA, B.A.M.; GOMES, A.O.C.; SILVA, H.J. Desenvolvimento da comunicação humana nos diferentes ciclos de vida. São Paulo: Pró-Fono, 2015.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BARROS, I. R. et al. Aquisição, desvios e práticas de linguagem. CRV: Curitiba, 2014. DEL RÉ, A. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolinguística. São Paulo: Contexto, 2006. ZORZI, J.L.; HAGE, S.R.V. Protocolo de observação comportamental: avaliação de linguagem e aspectos cognitivos infantis. São José dos Campos: Pulso, 2004.

DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO DA VOZ E DAS FUNÇÕES OROFACIAIS PERÍODO: 2º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: 15h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Desenvolvimento do sistema estomatognático no ciclo vital. Hábitos orais e implicaçõesno desenvolvimento das funções orofaciais. Anatomofisiologia da Voz. Controle neurológico da produção da voz. Teorias da Fonação. Voz em todo ciclo vital. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMARAL, A. K. F. J. Interface da Motricidade Orofacial com a Gerontologia. In: PERNAMBUCO, L. A. et al. Atualidades em Motricidade Orofacial. Rio de Janeiro: Revinter, 2011. BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol I. Rio de Janeiro, Revinter. 2001. BUSANELLO-STELLA, AR; STEFANI, FM; GOMES, R; SILVA, HJ; TESSITORE,A; MOTTA, AR; CUNHA, DA; BERRETIN-FELIX, G; MARCHESAN, IQ Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. KOWALSKI, L.P. et al. Laringologia e Voz: guia prático de otorrinolaringologia e cirurgia de cabeça e pescoço. Rio de Janeiro: Revinter, 2022. PINHO, S.M.R; TSUJI, D.H; BOHADANA, S.C. Fundamentos em laringologia e voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2006. SILVA, H.J.; CUNHA, D.A. (Orgs) O sistema estomatognático: anatomofisiologia e desenvolvimento. São José dos Campos: Pulso editorial, 2011. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ALKHAFAJI, M. R.; EMAM, D. Physiology of the Voice and Clinical Voice Assessment. Textbook of Clinical Otolaryngology, p. 515–520, 2021. Acesso em: 6 fev. 2022. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. KREIMAN, J.; AUSZMANN, A.; GERRATT, B. R. What Does It Mean for a Voice to Sound “Normal”? p. 83–99, 2021. Acesso em: 8 ago. 2022. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2019. ZHANG, Z. Mechanics of human voice production and control. The Journal of the Acoustical Society of America, v. 140, n. 4, p. 2614–2635, out. 2016. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27794319/>. Acesso em: 28 ago. 2022. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA SAÚDE COLETIVA PERÍODO: 2º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Conceitos básicos da Saúde Coletiva. Saúde Pública e Saúde Coletiva. A saúde-doença no Brasil. Modelos assistenciais em saúde. Reforma Sanitária Brasileira. Conformação do Sistema Único de Saúde. Níveis de Atenção à Saúde. Processo de trabalho em saúde.Práticas

intersetoriais, colaborativas e interprofissionais em saúde. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALMEIDA FILHO, N.; BARRETO, M. L. Epidemiologia & Saúde: fundamentos, métodos e aplicações. São Paulo: Guanabara Koogan, 2012. BERTOLLI FILHO, C. História da saúde pública no Brasil. 5. ed. São Paulo: Ática, 2011. CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 1 reimp. Rio de Janeiro: Hucitec/ Fiocruz, 2009. COMISSÃO NACIONAL SOBRE DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE. As Causas Sociais das Iniquidades em Saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008. CZERESNIA, D.; MACIEL, E.M.G.S.; OVIEDO, A.M. Os sentidos da saúde e da doença. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2013. ESCOREL, S.; NASCIMENTO, D.R.; EDLER, F.C. As Origens da Reforma Sanitária edo SUS. In.: LIMA, N.T. et al. Saúde e Democracia: história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005. GIOVANELLA, L. et al. Políticas e Sistemas de Saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008. MENDES, E. V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americanada Saúde, 2011. PAIM, J.S. Reforma Sanitária Brasileira: contribuições para a compreensão e crítica. Salvador: EDUFBA; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008. PAIM, J.S. O que é o SUS. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2009. PAIM, J. S.; ALMEIDA-FILHO, N. Saúde Coletiva: teoria e prática. Rio de Janeiro: Medbook, 2014. PAIM, J.S. Sistema Único de Saúde: tudo o que você precisa saber. Rio de Janeiro/São Paulo: Atheneu, 2019. TEIXEIRA, C.F.; PAIM, J.S.; VILASBÔAS, A.L. SUS: modelos assistenciais e Vigilância da Saúde. In: ROZENFELD, S. org. Fundamentos da Vigilância Sanitária [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2000. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ANDRADE, S.M.; SOARES, D.A.; CORDONI JÚNIOR, L. Bases da saúde coletiva. Londrina: EDUEL, 2001. BATISTA, N.A. Educação interprofissional em saúde: concepções e práticas. Cad FNEPAS, vol. 2, 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de planejamento do SUS: uma construção coletiva: instrumentos básicos. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. BUSS, P.M.; PELLEGRINI, A.F. A Saúde e seus Determinantes Sociais. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 77-93, 2007. HEINMANN, L.S. et al. Descentralização do Sistema Único de Saúde: trilhando a autonomia municipal. São Paulo: Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos,2000. HERZLICH, C. Saúde e doença no século XXI: entre a experiência privada e a esfera pública. Physis, Rio de Janeiro, v. 14, n. 2, p.383-394, 2004. PEDUZZI, M. O SUS é interprofissional. Debates. Interface. 20 (56), Jan-Mar 2016. TEIXEIRA, L.A.; PAIVA, C.H.A. Reforma sanitária e a criação do Sistema Único de Saúde: notas sobre contextos e autores. Hist. cienc. saude. Manguinhos v.21, n1, 2014. TRIGUEIRO, J.V.S. et al. Múltiplos olhares sobre o trabalho interprofissional e a formação em saúde. In: PESSOA, T.R.R.F. et al. Aprendizagem interprofissional: o PET-Saúde na atenção básica. João Pessoa: Editora UFPB, 2021.

DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA II PERÍODO: 2º CRÉDITOS: 6 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 90h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fisiologia e Patologia (CCS)CÓDIGO: 1611194

CARGA HORÁRIA: 90 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Estudo analítico do funcionamento dos diferentes sistemas do corpo humano, com ênfaseao estudo da fisiologia geral dos sistemas nervoso, renal, digestório, muscular, cardiovascular, respiratório, endócrino e reprodutor e dos mecanismos de integração destes diferentes sistemas objetivando a manutenção da homeostasia do organismo comounidade. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AIRES, M.M. Fisiologia. 4ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2017. BERNE e LEVY. Fisiologia. 7 ed. São Paulo: Elsevier. 2018. COSTANZO, L.S. Fisiologia. 6 ed. São Paulo: Elsevier. 2018. GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. SILVERTHORN, D. Fisiologia Humana: Uma Abordagem Integrada. 7ed. Artmed. 2017. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BORON, W.F. BOULPAEP, E. L. Fisiologia. 5 ed. Elsevier. 2014. MALAQUIAS, A.P.Q.; ALBUQUERQUE, F.S. Fisiologia humana: o essencial em destaque. Appris. 2014. DISCIPLINA: ANATOMIA APLICADA À FONOAUDIOLOGIA PERÍODO: 2º CRÉDITOS: 6 PRÉ-REQUISITO: Anatomia HumanaTIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: 60h DEPARTAMENTO: Morfologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 90 horas

CH EAD: --

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EMENTA: Estudo das estruturas da cabeça e pescoço. Reflexões anátomo-funcionais da audição, equilíbrio, deglutição, fonação e respiração. REFERÊNCIAS BÁSICAS: HIATT. Netter Atlas de Cabeça e Pescoço. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. MADEIRA, M.C. Anatomia da Face: Bases Anatomofuncionais para a Prática Odontológica. 8 ed. Sarvier, 2013. PALMER, J.M. Anatomia para a Fonoaudiologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. SOBOTTA, J. BECHER, H. Atlas de Anatomia Humana. 24 ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2018. TEIXEIRA, L; REHER, P. Anatomia Aplicada à Odontologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: KAPPIT. Anatomia um Livro para Colorir. 4 ed. Rio de Janeiro: Roca, 384p. KÖPF, M.; PETRA, W.H. Atlas de Anatomia Humana. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006,876 p. LOPES, A. Anatomia da Cabeça e Pescoço. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 204,244 p. LUZ, H.P; SGROTT, E. A. Anatomia da Cabeça e Pescoço. São Paulo: Santos,2010, 244 p. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. São Paulo: Elsevier, 2015. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica: Terminologia Anatômica Internacional. São Paulo: Manole, 2001, 248p.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE OBSERVAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA PERÍODO: 2º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 30h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Observação do processo de trabalho nos serviços de saúde dos diferentes níveis da Redede Atenção à Saúde. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALMEIDA FILHO, N. O que é saúde? 1 ed. 2 reimp. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2018. CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 1a. reimp. Rio de Janeiro: Hucitec/ Fiocruz, 2009. CZERESNIA, D.; MACIEL, E.M.G.S.; OVIEDO, A.M. Os sentidos da saúde e da doença. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2013. MENDES, E. V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americanada Saúde, 2011. OLIVEIRA, N.R.C. Redes de Atenção à Saúde: a atenção à saúde organizada em redes. São Luís: EDUFMA/UNASUS, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: MARCHESAN, I. Q.; JUSTINO, H.; TOMÉ, M. C. Tratado das especialidades em Fonoaudiologia. 1 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2014. REGO, S.; PALÁCIOS, M.; SIQUEIRA-BATISTA, R. Bioética para profissionais da saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009.

3º PERÍODO DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS E ATENÇÃO À SAÚDE PERÍODO: 3º CRÉDITOS: 2 PRÉ-REQUISITO: Fundamentos da Saúde ColetivaTIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Observação do processo de trabalho nos serviços de saúde dos diferentes níveis da Redede Atenção à Saúde. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 1a. reimp. Rio de Janeiro: Hucitec/ Fiocruz, 2009. COHN, A.; ELIAS, P.E. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviços. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001. GIOVANELLA, L. (org). Políticas e Sistemas de Saúde no Brasil. Editora Fiocruz, Rio de Janeiro, 2008. MENDES, E. V. As redes de atenção à saúde. Belo Horizonte: Escola de Saúde Pública de Minas Gerais; 2009. PAIM, J.S. O que é o SUS. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2009. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: MERHY, E.E. A saúde pública como política: os movimentos sanitários, os modelos tecno-assistenciais e a formação das políticas governamentais. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2006. SERRA, J. Ampliando o possível: a política de saúde do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2002. SILVEIRA, M. M. Política Nacional de Saúde Pública. A trindade desvelada: economia-saúde-população. 2 ed. Rio de Janeiro: Revan, 2008. TEIXEIRA, L.A.; PAIVA, C.H.A. Reforma sanitária e a criação do Sistema Único de Saúde: notas sobre contextos e autores. Hist. cienc. saude. Manguinhos v21, n1, 2014. DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DA VOZ PERÍODO: 3º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Desenvolvimento da Voz e das Funções Orofaciais TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação multidimensional da voz. Semiologia e entrevista inicial na clínica vocal. Treinamento em julgamento perceptivo-auditivo da voz com diferentes escalas. Treinamento em análise acústica quantitativa e qualitativa do sinal vocal. Análise estrutural e vibratória da laringe. Procedimentos de avaliação aerodinâmica da voz. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol I. Rio de Janeiro, Revinter. 2001. LOPES, L.; MORETI, F.; RIBEIRO, L.L.; PEREIRA, E.C. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: KEMPSTER, G. B. et al. Consensus auditory-perceptual evaluation of voice: development of a standardized clinical protocol. Am J Speech-Lang Pathol, v. 18, n. 2, p. 124–132, maio, 2009. Disponível em: <http://pubs.asha.org/doi/10.1044/10580360%282008/08-0017%29>. Acesso em: 17 abr. 2022. PATEL, R. R. et al. Recommended protocols for instrumental assessment of voice: American speech-language-hearing association expert panel to develop a protocol for instrumental assessment of vocal function. American Journal of Speech-Language Pathology, v. 27, n. 3, p. 887–905, 1 ago, 2018.

LOPES, L.W. et al. Cepstral measures in the assessment of severity of voice disorders. SciELO Brasil, [S.d.]. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/codas/a/HDHK66jLGChyNKxJvdQwHBw/?format=html&lan g=en>. Acesso em: 6 fev. 2022.

DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DOS TRANSTORNOS DA LINGUAGEM NA INFÂNCIA PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Desenvolvimento da Linguagem Oral e Escrita TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Caracterização, classificação e diagnóstico dos Transtornos de Linguagem: Transtorno Desenvolvimental da Linguagem (TDL), Transtorno de Linguagem associado a uma condição do neurodesenvolvimento (TLx) e atrasos de linguagem (os casos dos falantes tardios). REFERÊNCIAS BÁSICAS: American Psychiatric Association. DSM-5 – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artmed; 2014. BEFI-LOPES, D.M. et al. Avanços no diagnóstico diferencial dos Distúrbios Específicos de Linguagem. In: Silva HJ, Marchesan IQ, Tome MC. (Org.). Tratado dasEspecialidades em Fonoaudiologia. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda.; 2014.p. 627-631. BISHOP, D.V.M. et al. CATALISE: a multinational and multidisciplinary Delphi consensus study. Identifying language impairments in children. PLoS One.11(7):e0158753, 2016. BISHOP, D.V.M. Phase 2 of CATALISE: a multinational and multidisciplinary Delphi consensus study of problems with language development: Terminology. J Child Psychol Psychiatry. 58(10):1068-80, 2017. CÁCERES-ASSENÇO, A.M. et al. Por que devemos falar sobre transtorno do desenvolvimento da linguagem. Audiol Commun Res. 25:e2342, 2020. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BISHOP, D.V.M. Why is it so hard to reach agreement on terminology? The case of developmental language disorder (DLD). Int J Lang Commun Disord. 52(6):671-680, 2017. CIRILO, B. et al. Classificação Internacional de Funcionalidade e transtornos da linguagem, 2021. Distúrb Comun, São Paulo, v. 33, n. 4, p. 583-595, dez. 2021. NORBURY, C.F. et al. The impact of nonverbal ability on prevalence and clinical presentation of language disorder: evidence from a population study. J Child Psychol Psychiatry, v. 57, n. 11, p. 1247-57, 2016. WESTBY, C.; WASHINGTON, K.N. Using the International Classification of Functioning, Disability and Health in Assessment and Intervention of School-Aged Children With Language Impairments. Lang Speech Hear Serv Sch., v. 48, n. 3, p. 137-52, 2017. DISCIPLINA: AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA BÁSICA PERÍODO: 3º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Desenvolvimento da audição e do equilíbrio TIPO DE COMPONENTE: disciplina

CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Anamnese em Audiologia. Inspeção visual do meato acústico externo. Audiometria tonale vocal. Medidas de imitância acústica. Diagnóstico diferencial das perdas auditivas. Procedimentos subjetivos da avaliação audiológica infantil. Saúde auditiva do trabalhador. Perícia auditiva. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALVARENGA, K.F.; CORTELETTI, L.C.B.J. O mascaramento na avaliação audiológica: um guia prático. São José dos Campos: Pulso, 2006. ANDRADE, W.T.L.; FEITOSA, A.L.F.; DEPOLLI, G.T. Mapas Conceituais em Fonoaudiologia: Audiologia. Ribeirão Preto: Booktoy, 2022. LOPES, A.C.; GONÇALVES, C.G.O.; ANDRADE, W.T.L. Fonoaudiologia e Saúde Auditiva do Trabalhador. Ribeirão Preto: Booktoy, 2019. MOMENSOHN-SANTOS, T.M.; RUSSO, I.C.P. (Org.) Prática da Audiologia clínica.

6. ed. São Paulo: Cortez, 2007. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3. ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/. Acesso em: 25 Aug2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ALMEIDA, K.; RUSSO. I.C.P.; MOMENSOHN-SANTOS, T.M. A aplicação do mascaramento em Audiologia. 2 ed. São Paulo: Lovise, 2001. BESS, F.H.; HUMES, L.E. Audiology: the fundamentals. 4.ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2008. BONALDI, L.V. et al. Bases anatômicas da audição e do equilíbrio. São Paulo: Santos, 2004. FROTA, S. Fundamentos em Fonoaudiologia: Audiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. GOLDENBERG, D.; GOLDSTEIN, B.J. Handbook of Otolaryngology, Head and Neck Surgery. 2. ed. New York: Thieme Medical Association, 2018. GRAHAM, J.; MARTIN, M. Surdez de Ballantyne. 6 ed. São Paulo: Santos, 2005. KATZ, J. et al. (Ed.). Handbook of Clinical Audiology. 7 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2015. LEVY, C.C.A.C. (Coord.). Manual de Audiologia Pediátrica. Barueri: Manole, 2015. MARTIN, M. Logoaudiometria. 2 ed. São Paulo: Santos, 2005. MARTIN, F.N.; CLARK, J.G. Introduction to Audiology. 11 ed. Boston: Pearson, 2012. MENEZES, P.L.; CALDAS NETO, S.; MOTTA, M.A. Biofísica da audição. São Paulo: Lovise, 2005. MUNHOZ, M.S.L. et al. (Ed.) Audiologia clínica. vol. 2. São Paulo: Atheneu, 2000. NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição na infância. 5 ed. São Paulo: Manole, 2004. RIBAS, A. (Org.). Utilizando material padronizado e gravado na avaliação da percepção auditiva da fala. Curitiba: Universidade Tuiuti do Paraná, 2009. SEIKEL, J.A.; KING, D.W.; DRUMRIGHT, D.G. Anatomy & Physiology for Speech, Language and Hearing. 4 ed. New York: Delmar Cengage Learning, 2010. SILMAN, S.; SILVERMAN, C.A. Auditory diagnosis: principles and applications. San Diego: Singular, 1997. STACH, B.A. Clinical Audiology: an introduction. 2 ed. New York: Delmar Cengage Learning, 2010. VALENTE, M.; VALENTE, L.M. Adult Audiology Casebook. New York: Thieme, 2015.

DISCIPLINA: NEUROANATOMIA PERÍODO: 3º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Anatomia Aplicada à Fonoaudiologia TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: 30h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Morfologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Anatomia macroscópica, microscópica, funcional do sistema nervoso central e periférico, órgãos dos sentidos e aspectos funcionais da audição, equilíbrio, deglutição, fala, fonaçãoe linguagem. REFERÊNCIAS BÁSICAS: COSENZA, R.M. Fundamentos de Neuroanatomia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MACHADO, A.B. Neuroanatomia Funcional. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2022. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. São Paulo: Elsevier, 2015. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: HEIDEGGER, W. Atlas de Anatomia Humana. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. MELO, S.R. Neuroanatomia-Pintar para Aprender. Rio de Janeiro: Roca, 2010. MENESES, M. S. Neuroanatomia Aplicada. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. SOBOTTA, J.; BECHER, H. Atlas de Anatomia Humana. 24 ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2018. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica: Terminologia Anatômica Internacional. São Paulo: Manole, 2001. TWIETMEYER, T.A.; McCRACKEN, T. Manual de Anatomia Humana para Colorir. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. YOUNG, P.A. YOUNG.P. H. Bases da Neuroanatomia Clínica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

DISCIPLINA: INTERVENÇÃO

NOS

DISTÚRBIOS DA MOTRICIDADE

OROFACIAL I PERÍODO: 3º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Desenvolvimento da Voz e das Funções Orofaciais TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação, diagnóstico e intervenção dos distúrbios da motricidade orofacial relacionadosà infância. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos: Pulso, 2019. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020.

PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em Motricidade Orofacial: como eu faço. São José dos Campos: Pulso, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2019. ISBN: 978-85-8298-032-3. SILVA, H.J.; CUNHA, D.A. (Orgs) O sistema estomatognático: anatomofisiologia e desenvolvimento. São José dos Campos: Pulso editorial, 2011. DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA SAÚDE PERÍODO: 3º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Psicologia da saúde: teoria, método e aplicabilidade. Saúde e doença. Fatores biopsicossociais da prevenção de doenças e da promoção e reabilitação da saúde. O enfrentamento da morte. Interprofissionalidade. Temas atuais em Psicologia da Saúde. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ANGERAMI-CAMON, V. A. (Org.). Atualidades em Psicologia da Saúde. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. 185p. CASTRO, E. K.; REMOR, E. A. Bases Teóricas da Psicologia da Saúde. Curitiba: Appris, 2018. 251p. GIOIA-MARTINS, Dinorah Fernandes (Org.) Psicologia e Saúde: formação, pesquisae prática profissional. São Paulo: Vetor, 2012. 244p. SPINK, M. J. Psicologia Social e Saúde: práticas, saberes e sentidos. Petrópolis: Vozes, 2009. 339p. STRAUB, R. O. Psicologia da Saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2013. 528p. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ANGERAMI-CAMON, V. A. (Org.). Novos rumos na Psicologia da Saúde. São Paulo: Pioneira, 2002. 187 p. BRAGA, F. C. Psicologia e Saúde: Repensando Práticas. 2 ed. São Paulo: Hucitec;

2010. 150 p. CANGUILHEM, G. O normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária,

1995. 294 p.

4º PERÍODO DISCIPLINA: DISTÚRBIOS DA VOZ PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Avaliação da Voz TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Classificação das disfonias. Caracterização multidimensional das disfonias comportamentais e orgânicas. Características e princípios da reabilitação nas disfonias comportamentais com

e sem lesão laríngea. Características e princípios da reabilitação nas disfonias orgânicas. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol I. Rio de Janeiro, Revinter. 2001. LOPES, L.; MORETI, F.; RIBEIRO, L.L.; PEREIRA, E.C. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol II. Rio de Janeiro, Revinter. 2001. KOWALSKI, L.P.et al. Laringologia e Voz: guia prático de otorrinolaringologia e cirurgia de cabeça e pescoço. Rio de Janeiro: Revinter, 2022. MARCHESAN, I.Q; SILVA, H.J; TOMÉ, M.C. (Org.). Tratado das especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2016. SPEYHER. Effects of voice therapy: a systematic review. J Voice. 2008 Sep;22(5):565-80. doi: 10.1016/j.jvoice.2006.10.005. DISCIPLINA: ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Políticas Públicas e Atenção à Saúde TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Princípios conceituais e legais da Atenção Primária à Saúde/Atenção Básica. Estratégia Saúde da Família. Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB). Interprofissionalidade e práticas colaborativas. Ações conjuntas na Atenção Primária à Saúde/Atenção Básica. Dispositivos tecno-assistenciais e Programas vigentes da Atenção Básica. Atuação do fonoaudiólogo na Atenção Primária à Saúde/Atenção Básica. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 1 reimp. Rio de Janeiro: Hucitec/ Fiocruz, 2009. CASTRO, C.P.; CAMPOS, G.W.S.; FERNANDES, J.A. Atenção Primária e Atenção Especializada no SUS: análise das redes de cuidado em grandes cidades brasileiras. São Paulo: Editora Hucitec, 2021. GOMES, E.D.P.; FERNANDES, M.P.R.; DIAS, A.F.G. Fonoaudiologia na Saúde Coletiva: reflexões, práticas e saberes. Curitiba: CRV, 2019. MARCOLINO, J.; ZABOROSKI, A.P.; OLIVEIRA, J.P. Perspectivas atuais em Fonoaudiologia refletindo sobre ações na comunidade. São José dos Campos: Pulso, 2010. MENDES, E. V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americanada Saúde, 2011. MENDONÇA, M.H.M. et al. Atenção primária à saúde no Brasil: conceitos, práticase pesquisa. 1 ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2018. OLIVEIRA, N.R.C. Redes de Atenção à Saúde: a atenção à saúde organizada em redes. São Luís: EDUFMA/UNASUS, 2016. SILVA, V.L. et al. A prática fonoaudiológica na Atenção Primária à Saúde. São José dos Campos-SP: Pulso, 2013. STARFIELD, B. Atenção Primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviço e tecnologia. Brasília: UNESCO/Ministério da Saúde, 2002.

TOMÉ, M.C. Dialogando com o coletivo – Dimensões da saúde em Fonoaudiologia. São Paulo: Editora Santos, 2009. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: AGRELI, H.F.; SILVA, J.A.M.; ANDRADE, M.S. Prática interprofissional colaborativa: contribuições para/da fonoaudiologia. In: ANDRADE, M.S. et al. Cuidado em saúde e práticas fonoaudiológicas. João Pessoa: Editora UFPB, 2021. BATISTA, N.A. Educação interprofissional em saúde: concepções e práticas. Cad FNEPAS, vol. 2, 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Avaliação da implantação e funcionamento do programa de saúde da família – PSF. Brasília: Secretaria de Assistência à Saúde, 2000. BRASIL Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde,2014. LIMA, B.P.S.; GARCIA, V.L.; AMARAL, E.M. Atividades profissionais do fonoaudiólogo na Atenção Primária à Saúde no Brasil: consenso de especialistas. Distúrbios da Comunicação. São Paulo, v. 33, n. 4, p. 751-761, dez. 2021. MACEDO, P.H.S. et al. O Núcleo Ampliado de Saúde da Família como espaço estratégico de aprendizagem interprofissional em saúde. Distúrbios da Comunicação. São Paulo. 34(1): e54130, 2022. MANO, M.A.M.; PRADO, E.V. Vivências de Educação Popular na Atenção Primária à Saúde: a realidade e a utopia. São Carlos: EdUFSCar, 2013. PEDUZZI, M. et al. Educação interprofissional: formação de profissionais de saúde para o trabalho em equipe com foco nos usuários. Rev Esc Enferm. USP. 47(4):97783, 2013. DISCIPLINA: SAÚDE, EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horasPRÉ-REQUISITO: SAÚDE E SOCIEDADE TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: A história da escola e educação no Brasil. Interface Saúde e Educação. Legislação e Programas Educacionais. Políticas Públicas de Educação. Aspectos conceituais e históricos da Educação Especial. Educação Inclusiva. Educação e Diversidade. Medicalização da Educação. Educação e vulnerabilidade social. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BOLTANSKI, L. As classes sociais e o corpo. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2004. BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. 1. ed., 1. reimp. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. FEITOSA, C. Políticas públicas LGBT e construção democrática no Brasil. 1 ed. Curitiba: Appris, 2017. MOYSES, M.A.A. A institucionalização invisível: Crianças que não-aprendem-naescola. Campinas-SP: Mercado das Letras, 2001. RIBEIRO, M.L.S.; BAUMEL, R.C.R.C. (Org.) Educação Especial: do querer ao fazer. São Paulo: Avercamp, 2003. SILVA, T.T. (Orgs.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petropolis-RJ: Vozes, 2009.

SKLIAR, C. A Pedagogia (improvável) da diferença: E se o Outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A, 2003. TORRES, M.A. A diversidade sexual na educação e os direitos de cidadania LGBTna escola. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora; Ouro Preto-MG: UFOP, 2013. VALLA, V.; STOTZ, E. N. (orgs.). Educação, saúde e cidadania, 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1996. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CÁRNIO, M.S.; BERBERIAN, A.P.; TRENCHE, M.C.B.; GIROTO, C.R.M. Escola em tempo de inclusão: ensino comum, educação especial e ação do fonoaudiólogo. Distúrbios da Comunicação, v. 24, p. 249-256, 2012. FIGUEIREDO, L.C. O outro na escola: algumas representações a respeito das diferenças [tese doutorado]. São Paulo: CAPES, 2015. GIROTO, C.R.M.; ARAÚJO, L.A.; VITTA, F.C.F. Discursivização sobre “doenças do não aprender” no contexto educacional inclusivo: o que dizem os professores de educação infantil?. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, [S.l.], p. 807-825, mai 2019. PEREIRA, R.M.R.; JOBIM-E-SOUZA, S. Infância, conhecimento e contemporaneidade. In: KRAMER, S.; LEITE, M.I. (Orgs.) Infância e produção cultural. Campinas: Papirus, 1998. POKER, R.B. NASCIMENTO BAB, GIROTO CRM. Inclusão e formação docente: com a palavra, os professores das salas de recursos multifuncionais. Doxa: Revista Brasileira de Psicologia e Educação. 21(2): 297- 313, 2019. SARTI, T.D. et al. Diversidade e Direitos Humanos na Atenção Primária à Saúde. Revista Brasileira de Medicina da Família e Comunidade. v.14, n.41, 2019. SILVA, S.B.; RAPOPORT, A. Desempenho escolar de crianças em situação de vulnerabilidade social. Revista Educação em Rede. 2(2): 1-16, 2013.

DISCIPLINA: INTERVENÇÃO

NOS

DISTÚRBIOS DA MOTRICIDADE

OROFACIAL II PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Intervenção nos Distúrbios da Motricidade Orofacial I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação, diagnóstico e intervenção dos distúrbios da motricidade orofacial em todos os ciclos de vida relacionados às alterações dento-oclusais e perda de elementos dentários e processo de reabilitação oral protética; doenças respiratórias; e estética facial. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: SILVA, H. J. CUNHA, D. A. (Orgs) O sistema estomatognático: anatomofisiologia e desenvolvimento. São José dos Campos: Pulso editorial, 2011. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2019.

DISCIPLINA: AVALIAÇÃO ELETROACÚSTICA E ELETROFISIOLÓGICA DA AUDIÇÃO PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 2 PRÉ-REQUISITO: Avaliação Audiológica BásicaTIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Triagem auditiva neonatal. Emissões otoacústicas. Potencial auditivo evocado do tronco encefálico. REFERÊNCIAS BÁSICAS: GRASEL, S.; BECK, R. Eletrofisiologia: Vias Auditivas e Vestibulares, Monitoramento Intraoperatório. Rio de janeiro: Thieme Brazil, 2019. E-book. ISBN 9788554652180. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554652180/. Acesso em: 08 set.2022. MENEZES, P.L. et al. Tratado de eletrofisiologia para a audiologia. Ribeirão Prreto.Ed Booktoy, 2018. PERNAMBUCO, L.D.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro. Thieme Brazil, 2020. 9786555720228. Cap 8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555720228/. Acesso em: 24 Aug 2022. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3 ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/. Acesso em: 25 Aug2022. SOUSA, L.C.A. et al. Eletrofisiologia da audição e emissões otoacústicas. 3 ed. Ribeirão Preto: Booktoy, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: DURRANT, J.D. et al. Basic Concepts of clinical electrophysiology in audiology. San Diego. Plural Publishing, 2022. HALL, J.W. New Handbook of auditory evoked responses. Pearson, Boston, 2006. HALL, J.W. Handbook of otoacoustics emissions. San Diego Singular Publishing, 2000.

DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DOS TRANSTORNOS DOS SONS DA FALA NA INFÂNCIA PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 3 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 45 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Classificação, caracterização e diagnóstico diferencial dos Transtornos dos Sons da Fala - TSF: Transtorno Fonológico, Erros Residuais de Fala e Transtornos Motores da Fala - TMF (Apraxia de Fala na Infância - AFI, Disartria Infantil - DI e Atraso Motor de Fala -AMF).

REFERÊNCIAS BÁSICAS: ASHA: American Speech and Hearing Association. Childhood apraxia of speech: position statement [Internet]. Rockville: American Speech- Language-Hearing Association; 2007. Disponível em: http://www.asha.org/policy/PS2007-00277.html MURRAY, E. et al. Differential diagnosis of children with suspected childhood apraxiaof speech. J Speech Lang Hear Res. 58(1):43-60, 2015. http://dx.doi.org/10.1044/2014_JSLHR-S-12-0358. PMid:25480674. SHRIBERG, L. D. et al. Initial studies of the phenotype and persistence of Speech Motor Delay (SMD). Clinical Linguistics & Phonetics. 2019. WERTZNER, H.F. Fonologia. In: ANDRADE, C.R.F. et al. ABFW: teste de linguagem infantil nas áreas de fonologia, vocabulário, fluência e pragmática. Carapicuíba: Pró-Fono, 2000. YAVAS, M.; HERNANDORENA, C.L.M.; LAMPRECHT, R.R. Avaliação fonológica da criança: reeducação e terapia. Porto Alegre: ArtMed, 2002. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: DODD, B. Differential diagnosis of pediatric speech sound disorder. Curr Dev Disord Rep. 1(3):89-196., 2014. doi:10.1007/s40474-014-0017-3. GUBIANI, M.B. et al. Adaptation of the dynamic evaluation of motor speech skill from English to Brazilian Portuguese. Folia Phoniatr Logop. 2018. RVACHEW, S. Developmental phonological disorder. In: Cummings L, editor. The Cambridge handbook of communication disorders. Cambridge: Cambridge University, p.61-72, 2013. doi:10.1017/CBO9781139108683. STRAND, E.A. et al. A motor speech assessment for children with severe speech disorders: reliability and validity evidence. Journal Speech Lang Hear Res. 2013. WERTZNER, H.F. et al. Evidence for Speech Sound Disorder (SSD) assessment. In: Fernandes F.D.M. (Org.). Advances in speech-language pathology. London: IntechOpen; 2017. p.275-98. doi:10.5772/ intechopen.70036.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE OBSERVAÇÃO CLÍNICA EM AUDIOLOGIA PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia, Avaliação Audiológica Básica. TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 30h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Observação de atendimentos clínicos em Audiologia. Discussão de casos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: FROTA, S. Fundamentos em Fonoaudiologia: Audiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. LEVY, C.C.A.C. (Coord.). Manual de Audiologia Pediátrica. Barueri: Manole, 2015. MOMENSOHN-SANTOS, T.M.; RUSSO, I.C.P. (Org.) Prática da Audiologia clínica.

6. ed. São Paulo: Cortez, 2007. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3 ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/. Acesso em: 25 Aug2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BESS, F.H.; HUMES, L.E. Audiology: the fundamentals. 4 ed. Philadelphia: Lippincott

Williams & Wilkins, 2008. BONALDI, L.V. et al. Bases anatômicas da audição e do equilíbrio. São Paulo: Santos, 2004. GOLDENBERG, D.; GOLDSTEIN, B.J. Handbook of Otolaryngology, Head and Neck Surgery. 2 ed. New York: Thieme Medical Association, 2018. GRAHAM, J.; MARTIN, M. Surdez de Ballantyne. 6 ed. São Paulo: Santos, 2005. KATZ, J. et al. (Ed.). Handbook of Clinical Audiology. 7 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2015. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; TOMÉ, M.C. Tratado de Especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Guanabara Koogan, 2014. MARTIN, F.N.; CLARK, J.G. Introduction to Audiology. 11 ed. Boston: Pearson, 2012. MOR, R. (Org.) Conhecimentos essenciais para entender uma avaliação auditiva básica. São José dos Campos: Pulso, 2003. MUNHOZ, M.S.L. et al. (Ed.) Audiologia clínica. vol. 2. São Paulo: Atheneu, 2000. NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição na infância. 5 ed. São Paulo: Manole, 2004. PERNAMBUCO, L.D.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. [Digite o Local da Editora]: Thieme Brazil, 2020. 9786555720228. Cap 8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555720228/. Acesso em: 24 Aug 2022. RUSSO, I.C.P.; SANTOS, T.M.M. Audiologia infantil. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2001. SILMAN, S.; SILVERMAN, C.A. Auditory diagnosis: principles and applications. San Diego: Singular, 1997. STACH, B.A. Clinical Audiology: an introduction. 2 ed. New York: Delmar Cengage Learning, 2010. VALENTE, M.; VALENTE, L.M. Adult Audiology Casebook. New York: Thieme, 2015.

DISCIPLINA:

ORTODONTIA,

ORTOPEDIA

FACIAL

E

CIRURGIA

BUCOMAXILOFACIAL APLICADAS À FONOAUDIOLOGIA PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Anatomia Aplicada à Fonoaudiologia TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Clínica e Odontologia Social (CCS) CÓDIGO: NOVO EMENTA: Introdução da Ortodontia – conceito, classificação e interrelação com a Fonoaudiologia nas abordagens preventiva, interceptadora e corretiva; Crescimento e desenvolvimento craniofacial; Tipos/padrões faciais; Desenvolvimento e fisiologia da oclusão normal; Classificação e etiologia das más oclusões; Cefalometria e análise facial; Recursos terapêuticos mecânicos e funcionais destinados ao equilíbrio morfofuncional do sistema estomatognático; Disfunção da articulação temporomandibular (DTM) de origem oclusale muscular; Planejamento ortodôntico e cirúrgico das deformidades esqueléticas; Interdisciplinaridade entre a Ortodontia, Cirurgia bucomaxilofacial e a Fonoaudiologia no âmbito da motricidade orofacial.

REFERÊNCIAS BÁSICAS: FERREIRA, F. V. Ortodontia- Diagnóstico e Planejamento Clínico. Editora Artes Médicas, 2018.

GRABER, T.M. Ortodoncia - teoria y practica. 1 ed. Interamericana, México, 1974. INTERLANDI, S. Ortodontia - Bases para a iniciação. Editora da Universidade de São Paulo,1977. MOYERS, R.E. Ortodontia. 4 ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1991.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ENLOW, D.H. Noções Básicas sobre Crescimento Facial. Editora Santos. MAIA, F.A. Ortodontia Preventiva e Interceptadora – Manual Prático.Editora Santos. PEREIRA, C.B. et al. Introdução à cefalometria radiográfica. Editora da Universidade, UFRGS, Porto Alegre, 1984. PROFFIT, W.R.; FIELDS, H.W.JR. Ortodontia contemporânea. Mosby Co. Saint Louis, 1986. VAN DER LINDEN. Ortodontia – Desenvolvimento da Dentição. Editora Quintessence. VIGORITO, J.W. Ortodontia clínica preventiva. São Paulo: Panamed, 1984. The Angle Orthodontist. Jornal Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Maxilar – JBO. Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics Journal Clinicals of Orthodontics DISCIPLINA: UCE - AÇÕES DE PROMOÇÃO EM SAÚDE E EDUCAÇÃO PERÍODO: 4º CRÉDITOS: 5 CARGA HORÁRIA: 75 horas TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: 75h DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Desenvolvimento de ações de Promoção da Saúde e Educação relacionadas à Fonoaudiologia em diferentes contextos, com ênfase na família-comunidade-coletivos humanos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CRUZ, P.J.S.C. Educação popular em saúde: desafios atuais. São Paulo: Editora Hucitec, 2018. LEITE, M.M.J.; PRADO, C.; PERES, H.H.C. Educação em saúde: desafios para uma prática inovadora. São Caetano do Sul-SP: Difusão editora, 2017. LIMA-SILVA, M.F.B.; LUCENA, B.T.L.; FIGUEIREDO, L.C. Educação Popular: construindo outra saúde na escola. In: CRUZ, P.J.S.C.; LACERDA, D.A.L. (org.). Pesquisa e Educação Popular: construindo conhecimentos em saúde a partir da extensão. João Pessoa: Editora UFPB, 2019. MANO, M. A. M.; PRADO, E.V. Vivências de Educação Popular na Atenção Primária à Saúde: a realidade e a utopia. São Carlos: EduFSCar, 2013. MARCHESAN IQ, JUSTINO H, TOMÉ, MC, ORGS. Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. 1 ed. São Paulo: Guanabara Koogan; 2014. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.761: Institui a Política Nacional de Educação Popular em Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (PNEPSSUS). Brasília: Diário Oficial da União, 2013. COSTA, M. D. A potência da educação interprofissional para o desenvolvimento de competências colaborativas no trabalho em saúde. In: TOASSI, R. F. C.

(org.). Interprofissionalidade e formação na saúde: onde estamos? 1 ed. Porto Alegre: Rede UNIDA, p. 14-27, 2017. FLORES, O. A Educação em Saúde numa Perspectiva Transformadora. In: BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Diretrizes de educação em saúde visando à promoçãoda saúde: Documento base/Fundação Nacional de Saúde. Brasília: FUNASA, 2007. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 14 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985. MANCOPES R., et al. Interdisciplinaridade na Fonoaudiologia: a concepção do professor. Rev CEFAC, v.11, Supl2, 175-182, 2009. MOREIRA D.R. Fonoaudiologia: sentido produzido por acadêmicos da área da saúde. Estudos. 33(3):397-424, 2006. TRIGUEIRO, J.V.S. et al. Práticas intersetoriais entre saúde e educação: relato de experiência no Estágio em Saúde Coletiva. In: ANDRADE, M. S. et al. Cuidado em saúde e práticas fonoaudiológicas. João Pessoa: Editora UFPB, 2021. VASCONCELOS, E. M. Redefinindo as práticas de saúde a partir de experiências de educação popular nos serviços de saúde. Interface-Comunic., Saúde, Educ., v. 5, n. 8, 2001.

5º PERÍODO DISCIPLINA: INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM VOZ I PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 3 PRÉ-REQUISITO: Distúrbios da Voz TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 45 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Bases teóricas da reabilitação na área de voz. Sistema de Especificação do Tratamento de Reabilitação na área de Voz (SETR-Voz). Pedagogia e aconselhamento. Metaterapia. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol lI. Rio de Janeiro, Revinter. 2005. BEHLAU, M.; PONTES, P.; MORETI, F. Higiene vocal: cuidando da voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2018. LOPES, L. et al. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ALMEIDA, A.A.; LOPES, L.W. Reabilitação Vocal. In: FEITOSA, A.L.F.; DEPOLLI, G.T.; GUIMARÃES, M.F. Mapas Mentais em Fonoaudiologia: Voz. Ribeirão Preto: Booktoy, 2022. VAN STAN, J.H.; WHYTE, J. et al. Rehabilitation treatment specification system: Methodology to identify and describe unique targets and ingredients. Elsevier, [S.d.]. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0003999320310200>. Acesso em:26 jan. 2022. VAN STAN, J.H.; DIJKERS, M.P. et al. The rehabilitation treatment specification system: implications for improvements in research design, reporting, replication, and synthesis. Elsevier, [S.d.]. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0003999318313133>. Acesso em:26 jan. 2022.

DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL E ZUMBIDO PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Desenvolvimento da audição e do equilíbrio TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação e diagnóstico da função auditiva central e do zumbido. REFERÊNCIAS BÁSICAS: PEREIRA, L.D.; SCHOCHAT, E. Testes Auditivos Comportamentais para Avaliação do Processamento Auditivo Central. São Paulo: Pró-fono. 2011 MACHADO, S.F. Processamento Auditivo: uma nova abordagem. São Paulo: PlexusEditora, 2003. SANCHEZ, T.G. Quem disse que zumbido não tem cura? São Paulo, Brasil: Máxima editora. 2006. SAMELLI, A.G. Zumbido: Avaliação, diagnóstico e reabilitação – Abordagens atuais. São Paulo: Lovise. 2004: p. 80-5. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: FERREIRA, L.M.B.M. Manual de diagnóstico e tratamento do zumbido: uma visão interdisciplinar. Natal: Caule de Papiro, 2021. FIGUEIREDO, R.R.; AZEVEDO, A.A. Zumbido. Rio de Janeiro: Revinter, 2013. FROTA, S. Fundamentos em Fonoaudiologia: Audiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Manole, 2022.

DISCIPLINA: TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA DOS TRANSTORNOS DA LINGUAGEM NA INFÂNCIA PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Avaliação dos Transtornos da Linguagem na Infância TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Terapias centradas na comunicação e centradas na fala. Estimulação dos níveis linguísticos. Educação parental, manejo comportamental, plano compartilhado com família e equipe interdisciplinar e suporte educacional. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-5 – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artmed, 2014. BISHOP, D.V.M. et al. Phase 2 of CATALISE: a multinational and multidisciplinary Delphi consensus study of problems with language development: Terminology. J Child Psychol Psychiatry. 58(10):1068-80, 2017. PARSONS, L. et al. A systematic review of pragmatic language interventions for children with autism spectrum disorder. PLoS ONE. 2017; 12(4): e0172242

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: WESTBY, C.; WASHINGTON, K.N. Using the International Classification of Functioning, Disability and Health in Assessment and Intervention of School-Aged Children With Language Impairments. Lang Speech Hear Serv Sch. jul; 26; 48(3):137-52, 2017. https://doi.org/10.1044/2017_ LSHSS-16-0037. DISCIPLINA: TRANSTORNOS E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 3 PRÉ-REQUISITO: Psicologia do DesenvolvimentoTIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 45 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Conceituação, caracterização, diagnóstico diferencial e avaliação das dificuldades e transtornos da aprendizagem. Funções Neuropsicológicas. Baterias e testes-padrão neuropsicológicos inerentes à área da aprendizagem. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM-V. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. BUZETTI, M.C.; CAPELLINI, S.A. Habilidades preditoras para alfabetização: contribuições para a sala de aula. Ribeirão Preto: Book Toy, 2020. DIAS, N.M.; MALLOY-DINIZ, L. F. Funções Executivas: Modelos e Aplicações. Coleção Neuropsicologia na Prática Clínica. São Paulo: Pearson Clinical Brasil, 2020.LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Book Toy, 2017. NICOLAU, C.C.; NAVAS, A.L.G.P. Avaliação das habilidades preditoras do sucesso de leitura em crianças de 1º e 2º anos do ensino fundamental. Rev CEFAC. 17(3):917-26, 2015. SALLES, J.F.; NAVAS, A.L. Avaliação da Linguagem Oral, Escrita e de Habilidades Relacionadas. Panorama Nacional de Instrumentos. São Paulo: Vetor Editora, 2021. SANTOS, M.T.M.; NAVAS, A.L.G.P. Transtornos de Linguagem Escrita: teoria e prática. Barueri-SP: Manole, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BATISTA, A.O.; CHIARAMONTE, T.C.; CAPELLINI, S.A. Compreendendo os Transtornos Específicos de Aprendizagem: Compreendendo a disortografia. Vol 2. Ribeirão Preto: Booktoy, 2019. CARDOSO, M.H.; CAPELLINI, S.A. Compreendendo os Transtornos Específicos de Aprendizagem: compreendendo a disgrafia. vol 1. Ribeirão Preto: Book Toy; 2017. GERMANO, G.D.; CAPELLINI, S.A. Compreendendo os Transtornos Específicos de Aprendizagem: Compreendendo a Discalculia. Vol 3. Ribeirão Preto: Booktoy, 2019. SANTOS, B.; CAPELLINI, S.A. Compreendendo os Transtornos Específicos de Aprendizagem: compreendendo a dislexia. Vol. 4. Ribeirão Preto: Book Toy; 2020.

DISCIPLINA: PESQUISA APLICADA À FONOAUDIOLOGIA PERÍODO: 5º

CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA: 30 horas

TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Histórico e bases da pesquisa científica em Fonoaudiologia. Método científico e delineamento de estudo. Perfil da produção fonoaudiológica no Brasil. REFERÊNCIAS BÁSICAS: GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6 ed.: Grupo GEN, 2017. E-book.

9788597012934. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597012934/. Acesso em: 31 ago. 2022. SAMPIERI, R. H. et al. Metodologia de Pesquisa. MC Gaw Hill: Grupo A, 2013. Ebook. 9788565848367. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788565848367/. Acesso em: 31 ago. 2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: AMBROSE, Gavin; HARRIS, Paul. Design thinking. (Design básico). Bookman: Ebook. 2011. TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 8ª ed. Petrópolis: Vozes, 2010. VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Metodologia científica para a área de Saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

DISCIPLINA: TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA DOS TRANSTORNOS DOS SONS DA FALA NA INFÂNCIA PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Avaliação dos Transtornos dos Sons da Fala na Infância TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Abordagens, modelos, programas terapêuticos e práticas baseadas em Evidências para os Transtornos dos Sons da Fala - TSF: abordagem fonológica, terapia motora de fala, terapias híbridas, manejo comportamental e educação parental. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CERON, M.I.; KESKE-SOARES, M. Terapia fonológica: a generalização a itens não utilizados no tratamento (outras palavras). Revista CEFAC. v.9. ed.4. 2007. CERON, M.I. Mudanças fonológicas obtidas no tratamento pelo modelo de oposições múltiplas. Rev CEFAC. 15(2):314–23, 2013. KESKE-SOARES, M.; BRANCALIONI, A. Eficácia da terapia para desvios fonológicos com diferentes modelos terapêuticos. Pró-Fono. 20(3):153–9, 2008. MOTA, H.B.; SILVA, A.P.S.; MEZZOMO, C.L. Mudanças fonológicas na terapia de sujeitos com desvio fonológico utilizando ‘contraste’ e ‘reforço’ do traço [voz]. Let Hoje, v. 43, n. 3, p. 7-14. 2008. MURRAY, E.; LUZZINI-SEIGEL, J. Tratamento eficaz de crianças com apraxia de fala na infância de acordo com a classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde. Perspectivas dos Grupos de Interesse Especial da ASHA, v. 2,n. 2, p. 61-76,

2017. https://doi.org/10.1044/persp2.SIG2.61 PRESTON, Jonathan L.; LEECE, Megan C.; MAAS, Edwin. Motor-based treatment with and without ultrasound feedback for residual speech-sound errors. International Journal of Language & Communication Disorders, [S.L.], v. 52, n. 1, p. 80-94, 14 jun. 2016. Wiley. http://dx.doi.org/10.1111/1460-6984.12259. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BAKER, E.; WILLIAMS, A.L.; MCLEOD, S.; MCCAULEY, R. Elements of phonological interventions for children with speech sound disorders: The development of a taxonomy. American Journal of Speech-Language Pathology, v. 27. 2018. MORGAN, A. T.; MURRAY, E.; LIÉGEOIS, F. J. Interventions for childhood apraxia of speech. Cochrane Database of Systematic Reviews. Issue 5, Art.No.:CD006278 Wiley & Sons Ltd, 2018. MORRISETTE, M.L.; Complexity Approach. In: WILLIAMS, A.L.; McLEOD, S.; Mc CAULEY, R.J. Interventions for speech sound disorders in children. Second edition. Baltimore, Maryland: Paul H. Brookes Publishing Co., 2020. NAMASIVAYAM, A. K. et al. Investigating intervention dose frequency for children with speech sound disorders and motor speech involvement. International Journal Of Language & Communication Disorders, [S.L.], p. 673-686, 2 abr. Wiley, 2019. SUGDEN, E. et al. Involvement of parents in intervention for childhood speech sound disorders: a review of the evidence. International Journal Lang Commun Disord. 2016 THOMAS, D.; McCABE, P.; BALLARD, K.J. Rapid Syllable Transitions (ReST) treatment for Childhood Apraxia of Speech: The effect of lower dose‐frequency. Journal of Communication Disorders, 51,29‐42, 2014.

DISCIPLINA: FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Atuação do fonoaudiólogo na Educação. Concepções e perspectivas das práticas fonoaudiológicas em Educação. Legislação profissional e exercício da Fonoaudiologia Educacional. Promoção da saúde fonoaudiológica em contextos educacionais. Atuação fonoaudiológica na Educação Inclusiva. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BERBERIAN, A.P. Fonoaudiologia e Educação: um encontro histórico. São Paulo: Plexus, 2ª ed, 2007. BORTOLOZZI, K.B.B. Fonoaudiologia e educação. A construção de uma parceria responsiva ativa. 2013. 160p. Tese (Doutorado em Distúrbios da Comunicação). Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba, 2013. CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA. Resolução n. 387: Sobre as atribuições e competências do profissional especialista em Fonoaudiologia Educacional reconhecido pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia. Brasília: Diário Oficial, 2010. CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA. Resolução n° 605: Dispõe sobre a atuação do fonoaudiólogo no ambiente escolar [base de dados da internet] Brasília: CFFa; 2021. GIROTO, C.R.M. Perspectivas atuais da fonoaudiologia na escola. São Paulo: Plexus, 2001.

MARCHESAN IQ, JUSTINO H, TOMÉ, MC, Orgs. Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. 1 ed. São Paulo: Guanabara/Koogan; 2014. OLIVEIRA, D.P.C. Concepções e práticas na fonoaudiologia educacional: reflexões sobre a atuação do fonoaudiólogo na rede básica de ensino [Dissertação]. Salvador (BA): Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Educação; 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CELESTE, L.C. et al. Mapeamento da Fonoaudiologia Educacional no Brasil: formação, trabalho e experiência profissional. CoDAS, v. 29, p. e20160029, 2017. CONSELHO REGIONAL DE FONOAUDIOLOGIA – 2ª REGIÃO. Fonoaudiologia na Educação: políticas públicas e atuação do fonoaudiólogo. 2010. FIGUEIREDO, L.; LIMA, I.L.B.; SILVA, H.S.E. Representações dos profissionais da educação acerca do fonoaudiólogo educacional. Distúrbios da Comunicação. 30(1): 186-93, 2018. LIMA, I.L.B. et al. Contribuições da realização do diagnóstico institucional para a prática fonoaudiológica nas escolas. Distúrbios da Comunicação, v. 27, p. 213-224, 2015. MOURA, C.S.C. et al. Fonoaudiologia educacional nas grades curriculares dos cursosde fonoaudiologia do Brasil. Revista CEFAC. 22(3): 1-9, 2020. OLIVEIRA, L.F., et al. Formação do fonoaudiólogo para atuação educacional: o que referem os estudantes de fonoaudiologia. Revista CEFAC. 23(1): 1-10, 2021.

DISCIPLINA: INTERVENÇÃO

NOS

DISTÚRBIOS DA MOTRICIDADE

OROFACIAL III PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Intervenção nos Distúrbios da Motricidade Orofacial II TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação, diagnóstico e intervenção dos distúrbios da motricidade orofacial relacionadosàs deformidades dentofaciais; às disfunções temporomandibulares e dores orofaciais; aos traumatismos faciais e paralisia facial em todos os ciclos de vida. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos/SP: Pulso editorial, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: SILVA, H.J.; CUNHA, D.A. (Org.) O sistema estomatognático: anatomofisiologia e desenvolvimento. São José dos Campos: Pulso editorial, 2011. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos, SP: Pulso Editorial, 2019.

DISCIPLINA: INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM FLUÊNCIA E SEUS TRANSTORNOS

PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 4 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Avaliação, diagnóstico e terapia fonoaudiológica nos casos de transtornos, alterações, desenvolvimento e otimização da fluência. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM-V. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. ANDRADE, C.R.F.; Fluência. In: ANDRADE, C.R.F. et al. ABFW: Teste de linguagem infantil nas áreas de fonologia, vocabulário, fluência e pragmática. 2 ed. Barueri (SP): Pró-Fono, 2004. GIACHETI, C.M. Avaliação da fala e da linguagem: perspectivas interdisciplinares em Fonoaudiologia. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2020. LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Book Toy, 2017. LIMA, M.M.O. et al. Atuação clínica fonoaudiológica no cuidado às pessoas que gaguejam. In: ARAÚJO, A.N.; LUCENA, J.A.; STUDART-PEREIRA, L. Relatos de Experiências em Fonoaudiologia. Recife: Editora UFPE, 2020. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ANDRADE, C.R.F. Gagueira infantil: risco, diagnóstico e programas terapêuticos. São Paulo: Pró-Fono, 2012. ANDRADE, C.R.F. Adolescentes e adultos com gagueira: fundamentos e aplicações clínicas. São Paulo: Pró-Fono, 2017. ANJOS, H.O; MARCONATO, E.; OLIVEIRA, C.M.C. Terapia fonoaudiológica para pré-escolar com gagueira. São Paulo, BookToy, 2022. DISCIPLINA: UCE - AÇÕES DE FONOAUDIOLOGIA EM GERONTOLOGIA PERÍODO: 5º CRÉDITOS: 5 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 75 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: 75h

EMENTA: O processo de envelhecimento e seus determinantes biopsicossociais, bem como suas repercussões na comunicação humana. Envelhecimento ativo. Promoção de saúde e qualidade de vida para a pessoa idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 192 p. DÁTILO, G.M.P.A. CORDEIRO, A.P. (orgs.). Envelhecimento humano: diferentes olhares. 3 ed. Marília: Oi cina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015. FREITAS, E. V. [et al.]. Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. - [Reimpr.]. - Riode Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:

FONSECA, S. C. (organizadora). O Envelhecimento ativo e seus fundamentos. ed. -São Paulo: Portal Edições : Envelhecimento, 2016. GARCIA, E. [et al.](Org.) Essências em geriatria clínica [recurso eletrônico]. Dados eletrônicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2018. Recurso on-line. Modo de acesso: http://www.pucrs.br/edipucrs/ GOLDENBERG, M. A invenção de uma bela velhice: projetos de vida e a busca da felicidade. 1a edição. Rio de Janeiro: Record, 2020. BRASIL 2050 [recurso eletrônico]: Desafios de uma nação que envelhece. Câmara dos Deputados, Centro de Estudos e Debates Estratégicos, Consultoria Legislativa; relator Cristiane Brasil; consultores legislativos Alexandre Cândido de Souza (coord.)Alberto Pinheiro [et al.]. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2017.

6º PERÍODO DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DOS TRANSTORNOS NEUROLÓGICOS DA LINGUAGEM E FALA NO ADULTO E IDOSO PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 3 CARGA HORÁRIA: 45 horas PRÉ-REQUISITO: Neuroanatomia TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Transtornos no funcionamento da linguagem e fala na pessoa adulta e idosa. Abordagem teórica e prática em procedimentos e uso de protocolos de avaliação fonoaudiológica. Diagnóstico da patologia de linguagem e fala. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CAPOVILLA, A.G.S.; CAPOVILLA, F. C. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Mennon, 2007. CASARIN, F.S. et al. Bateria Mac Breve – MACB: Bateria Montreal de avaliação da comunicação. Barueri- São Paulo: Pró Fono, 2014. FREITAS, E.V.; PY, L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 2 ed. JAKUBOVICZ, R. Teste de Reabilitação das Afasias. Rio de Janeiro: Revinter, 2005 KAGAN, A; SALING, MM. Uma introdução à afasiologia de Luria: teoria e aplicação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. MAC-KAY, A.P.M.G. et al. Afasia e demências: avaliação e tratamento fonoaudiológico. São Paulo: Santos, 2003. MURDOCH, B.E. Desenvolvimento da fala e distúrbios da linguagem: uma abordagem neuroanatômica e neurofisiológica. São Paulo: Revinter, 1997 ORTIZ, K.Z. (Org.) Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. São Paulo: Manole, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BALLARD, K. J.; GRANIER, J. P.; ROBIN, D. A. Understanding the nature of apraxia of speech: Theory, analysis, and treatment. Aphasiology, v. 14, n. 10, p. 969– 995, 2000. DUFFY, J.R.; STRAND, E.A.; JOSEPHS, K.A. Motor speech disorders associated with primary progressive aphasia. Aphasiology, v. 28, n. 8–9, p. 1004-1017, 2014.

KENT, R. D.; ROSENBEK, J. C. Acoustic patterns of apraxia of speech. Journal of Speech and Hearing Research, v. 26, n. 2, p. 231–249, 1983. MAAS, E. et al. Principles of motor learning in treatment of motor speech disorders. 2008. OVERVIEW, A. et al. Apraxia of speech: an overview. Taylor & Francis, v. 11, n. 6,p. 427–432, dez. 2005. PLAJA, C.J.I.; RABASSA, O.B.; SERRAT, M.M. Neuropsicologia da linguagem: funcionamento normal, patológico e reabilitação. São Paulo: Santos, 2006. ROSENBEK, J.

C. et al. A treatment for apraxia of speech in adults. Journal of Speechand Hearing Disorders, v. 38, n. 4, p. 462–472, 1973. TALARICO, T. et al. Perfil populacional de pacientes com distúrbios da comunicação humana decorrentes de lesão cerebral, assistidos em hospital terciário. SciELO Brasil, [s.d.]. DISCIPLINA: REABILITAÇÃO AUDITIVA I PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Avaliação Eletroacústica e Eletrofisiológica da Audição TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Dispositivos eletrônicos de auxílio à audição. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALMEIDA, K.; IORIO, M.C. Próteses Auditivas: Fundamentos Teóricos e Aplicações Clínicas. São Paulo: Lovise, 2003 BENTO, R. et al. (org.). Tratado de Implante Coclear e Próteses Auditivas Implantáveis. 2 ed. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3. ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022. WALTZMAN, S.B; ROLAND JR, J.B. Implantes Cocleares. 3. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2016.

DISCIPLINA: INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM VOZ II PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Intervenção Fonoaudiológica em Voz I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Princípios, estratégias, recursos e programas de reabilitação fonoaudiológica na área de voz. Tecnologias leves, leve-duras e duras para apoio à intervenção fonoaudiológica em voz. Métodos e Técnicas de reabilitação e treinamento vocal. Elaboração e implementação de planejamento terapêutico em voz. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol II. Rio de Janeiro, Revinter, 2005. LOPES, L. et al. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BATISTA, D.J. et al. Mapping of the Execution of Resonance Tubes Phonation Immersed in Water Exercise in Adults: A Scoping Review. J Voice. 2022 Jul 11:S08921997(22)00162-X. BEHLAU, M.; PONTES, P.; MORETI, F. Higiene vocal: cuidando da voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2018. BEHLAU, M. et al. Presentation of the Comprehensive Vocal Rehabilitation Programfor the treatment of behavioral dysphonia. CoDAS [online] v. 25, n. 05, pp. 492-496, 2013. SPEYER, R. Effects of voice therapy: a systematic review. J Voice, v. 22, n. 5, p. 56580, 2008.

DISCIPLINA: AVALIAÇÃO OTONEUROLÓGICA PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Desenvolvimento da Audição e do Equilíbrio TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação do equilíbrio corporal. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BITTAR, R.S.M.; GANANÇA, M.M.; GANANÇA, F.F. Otoneurologia Clínica.2ª edição. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, ,2020. BRONSTEIN, A.; LEMPERT, T. Tonturas: Diagnóstico e Tratamento - Uma Abordagem Prática. 2ª edição. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2018. FELIPE, L. Tonturas: Guia Prático de Avaliação e Tratamento. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2021. GANANÇA, F.F.; PONTES, P. Manual de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. São Paulo: Editora Manole, 2011. pp 505-609. PERNAMBUCO, L.D.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico.Rio de Janeiro:Thieme Brazil, 2020. PP 93-105. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: JACOBSON, G.P; SHEPARD, N.T. Balance Function Assessment and Management.2ª edição. San Diego: Plural Publishing. 2016. MARANHÃO FILHO, P.; MARANHÃO, E.T. VPPB Vertigem Posicional Paroxística Benigna e Reflexos Vestibulares: Testes e Manobras à Beira do Leito. Riode Janeiro: Thieme Brazil, 2016. McCASLIN, D.L. Electronystagmography/ Videonystagmography (ENG/VNG) 2ª edição. San DiegoL Plural Publishing, 2020

DISCIPLINA: ESTATÍSTICA VITAL PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 4 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Estatística (CCEN)CÓDIGO: 1108116

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: 15h

EMENTA: Análise de Dados Estatísticos; Coeficientes Vitais; Probabilidades; Distribuição de Probabilidades; Teoria Elementar da Amostragem; Teste de Hipótese e Intervalos de Confiança; Regressão; Análise de Variância. REFERÊNCIAS BÁSICAS: VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Guanabara Koogan, 2021. ARANGO, H.G. Bioestatística teórica e computacional. In: Bioestatística teórica e computacional, 2012. MARTINEZ, E. Z. Bioestatística para os cursos de graduação da área da saúde. Editora Blucher, 2015. MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. Saraiva Educação SA, 2017. CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Artmed Editora, 2009. PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de Bioestatística. 2ª edição. São Paulo: Thomson Learning, 2006. TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 9ª edição. Rio de Janeiro: LTC. BIBLIOG, 2005. REFERÊNCIA COMPLEMENTAR: DANIEL, W. W.; CROSS, C. L. Biostatistics: a foundation for analysis in the health sciences. Wiley, 2018.

DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS) CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Indicação do uso da comunicação aumentativa e/ou alternativa nos diferentes ciclos de vida. Avaliação funcional da matriz de comunicação. Sistemas alternativos de comunicação. Processo de seleção e implementação do Sistema de Comunicação Aumentativo/Alternativo (SCA). REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEZ, M. R. et al. COMUNICAR PARA INCLUIR. 1 ed. Mato Grosso do Sul: Editora ABPEE, 2015. BRAUM, P. et al. Comunicar é preciso: em busca das melhores práticas na educaçãodo aluno com deficiência. Marília: ABPEE, 2020. CHUN, R.Y.S.; MOREIRA, E.C.; REILY, L. Comunicação Alternativa (ocupando territórios). Campo Grande: ABPEE, 2015. CHUN, R.Y.S. et al. Diálogos na diversidade e o alcance da comunicação alternativa. Timburi: Editora Cia do eBook, 2019. DELIBERATO, D.; MACEDO, E.C.; GONÇALVES, M.J. Comunicação Alternativa: teoria, prática, tecnologias e pesquisa. 2 ed. São Paulo: Memnon, 2020.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: DELIBERATO, D.; NUNES, D.R.P.; GONÇALVES, M.J. Trilhando juntos a Comunicação Alternativa. Campo Grande: ABPEE, 2017.

LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Booktoy, 2017. NUNES, L.R.O.P.; SCHIRMER, C.R. Salas Abertas: formação de professores e práticas pedagógicas em comunicação alternativa e ampliada nas salas de recurso multifuncionais. Rio de Janeiro: EDURJ, 2017.

DISCIPLINA:

TECNOLOGIA

E

INTERVENÇÃO

EM

MOTRICIDADE

OROFACIAL PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Intervenção nos Distúrbios da Motricidade Orofacial III TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Aspectos conceituais. Tipos de tecnologia e sua utilização na área da saúde, na Fonoaudiologia e na Motricidade Orofacial. Tecnologia leves, leves-duras e duras e Telefonoaudiologia na prática clínica em Motricidade Orofacial. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BERRETIN-FELIX, G. et al. Interfaces e Tecnologias em Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso editorial, 2016. BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. MARTINELLI, R.L. C. et al. Telefonoaudiologia: experiências em motricidade orofacial. São Paulo: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Departamento de Motricidade Orofacial; Associação Brasileira de Motricidade Orofacial, 2020. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2019.

DISCIPLINA: DISFAGIA OROFARÍNGEA I PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 2 PRÉ-REQUISITO: Neuroanatomia TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Anatomofisiologia e controle neurológico da deglutição. Caracterização da disfagia orofaríngea em diferentes patologias de base.

REFERÊNCIAS BÁSICAS: DEDIVITIS, R.A.; SANTORO P.P.; ARAKAWA-SUGUENO, L. Manual Prático de Disfagia. Rio de Janeiro: Revinter. 2017. JOTZ, G.P.; CARRARA-DE ANGELIS, E.; BARROS, A.P.B. Tratado da deglutição e disfagia: no adulto e na criança. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. LOGEMANN, J. Trato superior digestivo - anatomia e fisiologia. In: BAILEY, B.J.; JOHNSON, J.T. Otorrinolaringologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço - Vol. 2: vias aéreas, deglutição e voz. Rio de Janeiro: Revinter. 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: LOGEMANN, J. A. Evaluation and treatment of swallowing disorders. San Diego: Pro Ed: 1998. MATSUO, K.; PALMER, J. B. Anatomy and physiology of feeding and swallowing: normal and abnormal. Physical medicine and rehabilitation clinics of North America, v. 19, n. 4, p. 691-707, 2008. SASEGBON, A.; HAMDY, S. The anatomy and physiology of normal and abnormal swallowing in oropharyngeal dysphagia. Neurogastroenterology & Motility, v. 29, n. 11, p. e13100, 2017.

DISCIPLINA: TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA NOS TRANSTORNOS DA LEITURA E DA ESCRITA PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Transtornos e Avaliação da Aprendizagem TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Terapia fonoaudiológica frente às dificuldades e transtornos de aprendizagem. Modelose programas clínicos e educacionais de intervenção em leitura e escrita. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM-V. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. DIAS, N.M.; MALLOY-DINIZ, L. F. Funções Executivas: Modelos e Aplicações. Coleção Neuropsicologia na Prática Clínica. São Paulo: Pearson Clinical Brasil, 2020. LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Book Toy, 2017. SANTOS, M.T.M.; NAVAS, A.L.G.P. Transtornos de Linguagem Escrita: teoria e prática. Barueri: Manole, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BARBEIRO, L.F. Aprendizagem da ortografia: Princípios, dificuldades e problemas. Lisboa: Asa Editores, 2007. CAPELLINI, A.S.; SALGADO, C.A. Avaliação fonoaudiológica do distúrbio específico da leitura e escrita e distúrbio da aprendizagem: critérios diagnósticos, diagnóstico diferencial e manifestações clínicas. In: CIASCA, S.M. et al. Distúrbio de aprendizagem: proposta de avaliação interdisciplinar. São Paulo: Casa do psicólogo, 2003. CIASCA, S.M. et al. Transtornos de Aprendizagem: Neurociência e interdisciplinaridade. Ribeirão Preto: Book Toy, 2015. p. 259-66.

ZORZI, J.L. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: ArtMed, 1998. ZORZI, J.L.; CIASCA, S.M. Caracterização dos erros ortográficos em crianças com transtornos de aprendizagem. Rev CEFAC, v. 10, n. 3, p. 321-31, 2008.

DISCIPLINA: EPIDEMIOLOGIA EM SAÚDE COLETIVA PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 2 PRÉ-REQUISITO: Fundamentos da Saúde ColetivaTIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Aspectos históricos e conceituais da Epidemiologia. Fundamentos teóricos e metodológicos da Epidemiologia. Delineamento dos estudos epidemiológicos. Aplicações da Epidemiologia. Indicadores de saúde. Informação em saúde. Vigilância emSaúde. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALMEIDA FILHO, N.; BARRETO, M. L. Epidemiologia e saúde: fundamentos, métodos, aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M.Z. Introdução à epidemiologia. 4 ed. Riode Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. MEDRONHO, R.A. et al. Epidemiologia. 2 ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2008. ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & Saúde. 8 ed. Rio de Janeiro: Editora Medbook, 2017. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BARATA, R. B. et al. Equidade e saúde: contribuições da epidemiologia. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1997. BUSATO, I.M.S. Epidemiologia e processo saúde-doença. Curitiba: Editora Intersaberes, 2016. CANTO-SOARES N. et al. Causalidade e Fonoaudiologia: abordagem epidemiológica. CoDAS. 31(5):e20190004, 2019.

DISCIPLINA:

ESTÁGIO

SUPERVISIONADO

EM

FONOAUDIOLOGIA

EDUCACIONAL PERÍODO: 6º PRÉ-REQUISITO:

CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas Fonoaudiologia e Educação, Ética e Bioética Aplicada àFonoaudiologia TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 30h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Vivência no cotidiano escolar. Diagnóstico/Análise Institucional. Planejamento eexecução de ações de promoção da saúde, aprendizagem e inclusão. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BERBERIAN, A.P. Fonoaudiologia e Educação: um encontro histórico. São Paulo: Plexus, 2 ed, 2007.

MARCHESAN, I.Q.; JUSTINO, H.; TOMÉ, M.C. Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. 1 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2014. TRENCHE, M.C.B.; BIZERRA, M.P.; FERREIRA, L.P. Interface entre Fonoaudiologiae Educação: análise da produção em periódicos científicos. Distúrbios da Comunicação, v. 23, n. 3, p. 357-63, 2011. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: MANCOPES, R. et al. Interdisciplinaridade na Fonoaudiologia: a concepção do professor. Revista CEFAC, v.11, Supl2, 175-182, 2009. MOREIRA, D.R. Fonoaudiologia: sentido produzido por acadêmicos da área da saúde. Estudos, v. 33, n. 3, p. 397-424, 2006. PENTEADO, R.Z.; SERVILHA, E.A.M. Fonoaudiologia em saúde pública/coletiva: compreendendo a prevenção e o paradigma da promoção da saúde. Distúrbios da Comunicação, n. 15, v. 1. 107-116, 2004.

DISCIPLINA: UCE - AÇÕES DE PROMOÇÃO E REABILITAÇÃO EM AUDIOLOGIA PERÍODO: 6º CRÉDITOS: 5 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 75 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: 75h

EMENTA: Ações de promoção, prevenção e/ou reabilitação do sistema auditivo e vestibular.

REFERÊNCIAS BÁSICAS: GONÇALVEZ, A.F.D. S. Descomplicando a Perda Auditiva. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2022. 9786555721379. OLIVEIRA, M.H. D. Reabilitação Vestibular. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2019. 9788554652104. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: PERNAMBUCO, L.D.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro:: Thieme Brazil, 2020. 9786555720228. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555720228/. Acesso em: 25 Aug 2022 SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3 ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022.

7º PERÍODO

DISCIPLINA:

ESTÁGIO

SUPERVISIONADO

EM

MOTRICIDADE

OROFACIAL I PERÍODO: 7º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Ética e Bioética Aplicadas à Fonoaudiologia; Tecnologia e Intervenção em Motricidade Orofacial TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 30h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Práticas clínicas na habilitação e reabilitação das funções orofaciais.

REFERÊNCIAS BÁSICAS: BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos/SP: Pulso editorial, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: SILVA, H.J. CUNHA, D.A. (Orgs) O sistema estomatognático: anatomofisiologia e desenvolvimento. São José dos Campos: Pulso editorial, 2011. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos, SP: Pulso Editorial, 2019. DISCIPLINA: REABILITAÇÃO AUDITIVA II PERÍODO: 7º CRÉDITOS: 3 PRÉ-REQUISITO: Reabilitação Auditiva ITIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 45 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Reabilitação do processamento auditivo. (Re)Habilitação da comunicação da pessoa comperda auditiva. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEVILACQUA, M.C., FORMIGONI, G. Audiologia Educacional: uma opção terapêutica para a criança deficiente auditiva. São Paulo: Pró-Fono, 1997. BEVILACQUA, M.C., MORET, A.L.M. Deficiência Auditiva: conversando com a família e profissionais da saúde. São Paulo: Pulso, 2005. ESTABROOKS, W.; MORRISON, H.M.; MACIVER-LUX, K. (Org.) Auditoryverbal therapy: science, research and practice. San Diego, CA: Plural; 2020. FERREIRA, L.P., BEFI-LOPES, D.M., LIMONGI, S.C.O. Tratado de Fonoaudiologia. 2 ed. São Paulo: Rocca, 2009. LOPES FILHO, O. et al. Novo Tratado de Fonoaudiologia. Barueri: Manole, 2013.Ebook. 9788520452189. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3. ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: FONSECA, V.R.J.R.M. (org.). Surdez e Deficiência Auditiva: a trajetória da infânciaà idade adulta. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. FROTA, S., GOLDFELD, M. (orgs.). Enfoques em Audiologia e Surdez. São Paulo: Editora AM3 Artes, 2006. LICHTIG, I. (org). Programa de Intervenção Fonoaudiológica com Famílias de Crianças Surdas (Pifics). Barueri:Pró-Fono, 2004.

DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE PERÍODO: 7º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Epidemiologia em Saúde Coletiva TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Teorias, modelos e tecnologias de planejamento e gestão em saúde. Avaliação dos Programas e serviços de saúde. Planejamento e gestão descentralizada no Sistema Únicode Saúde. Planejamento e gestão como ferramenta na implantação das Políticas Públicas. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: Hucitec/Fiocruz, 2009. FERREIRA, S.C.C. Gestão em Saúde - contribuições para a análise da integralidade. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz, 2009. RIVERA, F.J.U.; ARTMANM, E. Planejamento e gestão em saúde: conceitos, história e propostas. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2012. ZANOVELLO, A.L. Gestão de serviços de saúde. Da Estratégia à Operação. São Caetano do Sul-SP: Editora Yendis, 2015. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BRUTSCHER, V.J.; CARNEIRO, D.G.B.; PEREIRA, R.C.F.G. Gestão do SUS na Paraíba - estratégias de educação e apoio. Recife: Fiocruz/PE, 2017. HEINMANN, L.S. et al. Descentralização do Sistema Único de Saúde: trilhando a autonomia municipal. São Paulo: Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos,2000. MARCHESAN, I. Q.; JUSTINO, H.; TOMÉ, M. C. Tratado das especialidades em Fonoaudiologia. 1 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2014. SOUZA, M. K.B.; TAVARES, J. S.C. Temas em saúde coletiva: gestão e atenção no SUS em debate. Cruz das Almas, BA: Editora UFRB, 2014. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM VOZ I PERÍODO: 7º PRÉ-REQUISITO:

CRÉDITOS: 3 CARGA HORÁRIA: 45 horas Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; IntervençãoFonoaudiológica em Voz II TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 45h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Habilitação, reabilitação, aperfeiçoamento e prevenção individual e em grupo nosdistúrbios da voz e na comunicação profissional.

REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol lI. Rio de Janeiro, Revinter. 2005. BEHLAU, M.; PONTES, P.; MORETI, F. Higiene vocal: cuidando da voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2018. LOPES, L.; MORETI, F.; RIBEIRO, L.L.; PEREIRA, E.C. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BEHLAU, M. et al. Presentation of the Comprehensive Vocal Rehabilitation Programfor the treatment of behavioral dysphonia. CoDAS [online] v. 25, n. 05, pp. 492-496, 2013. FERREIRA, L.P.; SILVA, M.A.A.; GIANNINI, S.P.P. (Org.) Distúrbio de voz relacionado ao trabalho: práticas fonoaudiológicas. 1 ed. São Paulo: Roca, 2015. STAN, J.H.V.; WHYTE, J. et al. Rehabilitation treatment specification system: Methodology to identify and describe unique targets and ingredients. Elsevier, [S.d.]. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0003999320310200>.

DISCIPLINA: DISFAGIA OROFARÍNGEA II PERÍODO: 7º CRÉDITOS: 3 CARGA HORÁRIA: 45 horas PRÉ-REQUISITO: Disfagia Orofaríngea ITIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: 15h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Disfagia orofaríngea na população infantil: procedimentos para avaliação e diagnóstico; princípios, estratégias, recursos e programas de reabilitação fonoaudiológica; tecnologias leves, leve-duras e duras para apoio ao diagnóstico e intervenção; tomada de decisão clínica. REFERÊNCIAS BÁSICAS: DEDIVITIS, R.A.; SANTORO P.P.; ARAKAWA-SUGUENO, L. Manual Prático de Disfagia. Rio de Janeiro: Revinter. 2017. JOTZ, G.P.; CARRARA-DE ANGELIS, E.; BARROS, A.P.B. Tratado da deglutição e disfagia: no adulto e na criança. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. LOGEMANN, J. Trato superior digestivo - anatomia e fisiologia. In: BAILEY, B.J.; JOHNSON, J.T. Otorrinolaringologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço - Volume 2:vias aéreas, deglutição e voz. Rio de Janeiro: Revinter. 2010. p-3-10. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: LOGEMANN, J. A. Evaluation and treatment of swallowing disorders. 1998. MATSUO, K.; PALMER, J. B. Anatomy and physiology of feeding and swallowing: normal and abnormal. Physical medicine and rehabilitation clinics of North America,v. 19, n. 4, p. 691-707, 2008. SASEGBON, A.; HAMDY, S. The anatomy and physiology of normal and abnormal swallowing in oropharyngeal dysphagia. Neurogastroenterology & Motility, v. 29, n. 11, p. e13100, 2017.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LINGUAGEM I PERÍODO: 7º

CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA: 60 horas

PRÉ-REQUISITO: Ética e bioética aplicada à Fonoaudiologia; Terapia Fonoaudiológica dos Transtornos da Linguagem na Infância. TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Intervenção supervisionada da prática fonoaudiológica nos transtornos das linguagens oral e escrita, fluência e fala. Educação parental e suporte educacional. Elaboração de relatórios, encaminhamentos, laudos, pareceres e alta. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ACOSTA, V. M. et al. Avaliação da linguagem: teoria e prática do processo de avaliação do comportamento linguístico infantil. São Paulo: Santos, 2003. ANDRADE, C. R. F. Gagueira infantil: risco, diagnóstico e programas terapêuticos. Barueri, SP: PRÓ-FONO, 2012. CHEVRIE-MULLER, C.; NARBONA, J. A Linguagem da Criança: aspectos normaise patológicos. 2 ed. São Paulo: Artmed, 2005. LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D. B. de O. Tratado de linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Editora Book Toy, 2017. SANTOS, M. T. M.; NAVAS, A.L.G.P. Transtornos de linguagem escrita: teoria e prática. São Paulo: Manole, 2016. WILLIAMS, E.M.O.; DENUCCI, M.A.M. Marcos do Desenvolvimento da Linguagem de 0 a 6 Anos nos Aspectos fonológico, semântico, morfossintático e pragmático. Rio de Janeiro: Encontrografia, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ANDRADE, C.R.F. et al. ABFW: teste de linguagem infantil. 2 ed. São Paulo: Prófono, 2004 CUNHA, V. L. O.; CAPELLINI, S. A. Prohmele: provas de habilidades metalinguísticas e de leitura. Rio de Janeiro, Editora Revinter, 2009. GOLDFELD, M. Fundamentos em Fonoaudiologia: Linguagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MANSUR, L.L. Terapia de afásico: desafios do novo século. In: LIMONGI, S.C.O. Fonoaudiologia, informação para formação: procedimentos terapêuticos em linguagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. YAVAS, M.; HERNANDORENA, C. L.; LAMPRECHT, R. Avaliação Fonológica da Criança: Reeducação e Terapia. São Paulo: Artmed, 2005.

DISCIPLINA:

TERAPIA

FONOAUDIOLÓGICA

NOS

DISTÚRBIOS

NEUROLÓGICOS DA LINGUAGEM NO ADULTO E IDOSO PERÍODO: 7º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Avaliação dos Transtornos Neurológicos da Linguagem e da Fala no Adulto e Idoso TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Patologias de linguagem e fala nos quadros clínicos em pessoas adultas e idosas.Intervenção terapêutica fonoaudiológica nos transtornos da linguagem e fala na pessoa adulta e idosa. REFERÊNCIAS BÁSICAS:

ACIOLI, M.D. et al. Narrativas sobre os impactos subjetivos de ser portador de afasia. In: BARROS, I. do R. (org). Aquisição, desvios e práticas de linguagem. Curitiba: CRV, 2014. CARDOSO, M.C.de A. F. (org). Fonoaudiologia no envelhecimento. São Paulo: Roca, 2012. LAMONICA, D.A.C. et al. Conversando sobre afasia: guia familiar. São Paulo: EDUSC, 2000. MACEDO, H. de O. Enunciação discursiva na clínica fonoaudiológica com afásicos. In: PASTOLELLO, L.M.; ROELA, A.C.O. (Org.) Fonoaudiologia e linguagem oral: práticas do diálogo. Rio de Janeiro: Revinter, 2006. MAC-KAY, A.P.M.G. et al. Afasia e demências: avaliação e tratamento fonoaudiológico. São Paulo: Santos, 2003. ORTIZ, K.Z. (Org.) Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. São Paulo: Manole, 2010. PLAJA, C.J.I.; RABASSA, O.B.; SERRAT, M.M. Neuropsicologia da linguagem: funcionamento normal, patológico e reabilitação. São Paulo: Santos, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: COUDRY, M. I. H. Diário de narciso: discurso e afasia. 3 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. FREITAS, E. V.; PY, L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. KAGAN, A; SALING, MM. Uma introdução à afasiologia de Luria: teoria e aplicação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. MARCHESAN, I.Q. (org) et al. Tratado das especialidades. Rio de Janeiro: Guanabara Kogan, 2014. NERI, A. L. (org). Qualidade de vida e idade madura. 8 ed. São Paulo: Papirus, 1993. STEELE, C.D. Cuidados na demência em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2021.

DISCIPLINA: INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA NO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA PERÍODO: 7º CRÉDITOS: 3 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 45h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 45 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Avaliação fonoaudiológica da linguagem nos transtornos do espectro autista. Propostas terapêuticas nos quadros de autismo. Autismo, família e sociedade. Autismo e vida escolar. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BAPTISTA, C.R.; BOSA, C. (org). Autismo e educação: reflexões e propostas de intervenção. Porto Alegre: Artmed, 2002. DELIBERATO, D.; MACEDO, E.C.; GONÇALVES, M.J. Comunicação alternativa: teoria, prática, tecnologias e pesquisa. 2 ed. São Paulo: Editora MEMNON, 2020. FARREL, M. Dificuldades de comunicação e autismo. Porto Alegre: Artmed, 2009. MONTENEGRO, M.A., et al. Transtorno de Espectro Autista – TEA: manual prático de diagnóstico e tratamento. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2018. SCHWARTZMAN J. S.; ARAÚJO, C. A. de (org). Transtorno do espectro do autismo. São Paulo: Mennon, 2011. VOLKMAN, F; WIESNER, L. A. Autismo: guia essencial para compreensão e tratamento. Porto Alegre: Artmed, 2019. WHITMAN, T. O desenvolvimento do autismo. São Paulo: M Books do BR, 2015.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ALBUQUERQUE, J.D. et al. A linguagem no autismo: amostras de casos clínicos respaldados na teoria sociointeracionista - Estimulação de linguagem no autismo. In: DAL MOLIN, R.S. (org.). Saúde em foco: temas contemporâneos. 1 ed. Guarujá: Editora Científica Digital, 2020. BRAUM, P. et al. Comunicar é preciso: em busca das melhores práticas na educaçãodo aluno com deficiência. 1 ed. Marília: Editora ABPEE, 2020. MARCHESAN, I.Q. et al. Tratado das especialidades. São Paulo: Roca, 2014. RÊGO, F.L.C. et al. Transtorno do Espectro do Autismo: relato de experiência de uma atuação fonoaudiológica em uma perspectiva multidisciplinar. In: ANDRADE, M.S. (org). Cuidado em Saúde e Práticas fonoaudiológicas [E-book]. João Pessoa: EditoraUFPB, 2021.

DISCIPLINA:

UCE

-

AÇÕES

FONOAUDIOLÓGICAS

EM

VOZ

E

COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL PERÍODO: 7º CRÉDITOS: 5 PRÉ-REQUISITO: Avaliação da Voz TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 75 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: 75h

EMENTA: Desenvolvimento de ações de promoção da saúde vocal e prevenção do distúrbio de vozem diferentes contextos. Avaliação multidimensional da voz e intervenção em voz e comunicação profissional. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CZERESNIA, D.; FREITAS, C.M. (org.). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2003. FERREIRA, L.P.; SILVA, M.A.A.; GIANNINI, S.P.P. (Org.). Distúrbio de voz relacionado ao trabalho: práticas fonoaudiológicas. 1 ed. São Paulo: Roca, 2015. LIMA-SILVA, M.F.B. et al. Professional Voice: integrated practices of teaching, research and university extension. Ponta Grossa: Atena, 2022 LOPES, L. et al. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. SIQUEIRA, M.C.C. et al. Fonoaudiólogo: o que fazer com a voz do professor? Curitiba: Universidade Tuiuti do Paraná, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: LAW, T. et al. The effectiveness of group voice therapy: a group climate perspective. Journal of Voice. 26(2):e41-e48, 2012. MASSON, M.L.V. et al. Aquecimento e desaquecimento vocal em estudantes de pedagogia. Distúrbios da Comunicação, v. 25, n. 2, 2013. SOUZA, A.P.R. et al. O grupo na fonoaudiologia: origens clínicas e na saúde coletiva. Rev. CEFAC, v. 13, n. 1, p. 140-51, 2011.

8º PERÍODO

DISCIPLINA: DISFAGIA OROFARÍNGEA III PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 3 CARGA HORÁRIA: 45 horas PRÉ-REQUISITO: Disfagia Orofaríngea IITIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: 15h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Disfagia orofaríngea em pessoas adultas: procedimentos para avaliação e diagnóstico; princípios, estratégias, recursos e programas de reabilitação fonoaudiológica; tecnologias leves, leve-duras e duras para apoio ao diagnóstico e intervenção; tomada de decisão clínica. REFERÊNCIAS BÁSICAS: DEDIVITIS, R.A.; SANTORO P.P.; ARAKAWA-SUGUENO, L. Manual Prático de Disfagia. Rio de Janeiro: Revinter. 2017. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; THOME, M.C. (Org). Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2015. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: LOGEMANN, J.A. Treatment of oral and pharyngeal dysphagia. Physical medicine and rehabilitation clinics of North America, v. 19, n. 4, p. 803-816, 2008. MARTINO, R.; MCCULLOCH, T. Therapeutic intervention in oropharyngeal dysphagia. Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology, v. 13, n. 11, p. 665-679,2016. SPEYER, R. et al. Behavioural Interventions in People with Oropharyngeal Dysphagia:A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomised Clinical Trials. Journal of Clinical Medicine, v. 11, n. 3, p. 685, 2022.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM VOZ II PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 3 CARGA HORÁRIA: 45 horas PRÉ-REQUISITO: Estágio Supervisionado em Voz ITIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 45h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Habilitação, reabilitação, aperfeiçoamento e prevenção individual e em grupo nosdistúrbios da voz e na comunicação profissional. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEHLAU, M. Voz: O livro do Especialista. Vol lI. Rio de Janeiro, Revinter. 2005. BEHLAU, M.; PONTES, P.; MORETI, F. Higiene vocal: cuidando da voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2018. LOPES, L.; MORETI, F.; RIBEIRO, L.L.; PEREIRA, E.C. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BEHLAU, M. et al. Presentation of the Comprehensive Vocal Rehabilitation Programfor the treatment of behavioral dysphonia. CoDAS [online]. v. 25, n. 05, pp. 492-496,2013. FERREIRA L.P.; SILVA, M.A.A.; GIANNINI, S.P.P. (Org.) Distúrbio de voz

relacionado ao trabalho: práticas fonoaudiológicas. 1 ed. São Paulo: Roca, 2015. STAN, J.H. V. et al. Rehabilitation treatment specification system: Methodology to identify and describe unique targets and ingredients. Elsevier, [S.d.]. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0003999320310200>.

DISCIPLINA:

ESTÁGIO

SUPERVISIONADO

EM

MOTRICIDADE

OROFACIAL II PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Estágio Supervisionado em Motricidade Orofacial I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Práticas clínicas na habilitação e reabilitação das funções orofaciais REFERÊNCIAS BÁSICAS: BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos/SP: Pulso editorial, 2019. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos: Pulso editorial, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: SILVA, H.J. CUNHA, D.A. (Orgs) O sistema estomatognático: anatomofisiologia e desenvolvimento. São José dos Campos: Pulso editorial, 2011. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2019.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM REABILITAÇÃO AUDITIVA PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Ética e Bioética Aplicadas à Fonoaudiologia; Reabilitação AuditivaII TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação e intervenção fonoaudiológica no deficiente auditivo e no transtorno do processamento auditivo. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BEVILACQUA, M.C., FORMIGONI, G. Audiologia Educacional: uma opção terapêutica para a criança deficiente auditiva.São Paulo: Pró-Fono, 1997. BEVILACQUA, M.C., MORET, A.L.M. Deficiência Auditiva: conversando com a família e profissionais da saúde. São Paulo:Pulso, 2005. ESTABROOKS, W.; MORRISON, H.M.; MACIVER-LUX, K. (Org.) Auditoryverbal therapy: science, research and practice. San Diego, CA: Plural, 2020. FERREIRA, L.P.; BEFI-LOPES, D.M.; LIMONGI, S.C.O. Tratado de Fonoaudiologia. 2 ed. São Paulo:Rocca, 2009. LOPES FILHO, O. et al. Novo Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Manole, 2013. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3. ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: FONSECA, V.R.J.R.M. (org.). Surdez e Deficiência Auditiva: a trajetória da infância à idade adulta. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. LICHTIG, I. (org). Programa de Intervenção Fonoaudiológica com Famílias de Crianças Surdas (Pifics). Barueri: Pró-Fono, 2004. FROTA, S., GOLDFELD, M. (orgs.). Enfoques em Audiologia e Surdez. São Paulo: AM3 Artes, 2006.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LINGUAGEM II PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horasPRÉ-REQUISITO: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LINGUAGEM I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 30h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Intervenção fonoaudiológica supervisionada nas alterações de linguagens oral e escrita, fluência e fala: avaliação, diagnóstico e terapia. Educação parental e suporte educacionale o desenvolvimento de habilidades terapêuticas. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ANDRADE, C.R.F. Adolescentes e adultos com gagueira. Barueri-SP: PRÓ-FONO, 2017. LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Editora Book Toy, 2017. MURDOCH, B. E. Desenvolvimento da Fala e Distúrbios da Linguagem. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 2012. ORTIZ, K. Z. (Org.) Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. São Paulo: Manole, 2010. PUYUELO, M.; RONDAL, J.A. Manual de desenvolvimento e alterações da linguagem na criança e no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2007. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: HENRIQUE, A.; RELVAS, M. P. Atividades para estimulação cognitiva: memória e linguagem. Rio de Janeiro: Editora WAK, 2017. FONSECA, R.P. et al. Bateria MAC - Bateria Montreal de Avaliação da Comunicação. São Paulo, Pró-Fono, 2008. FONTOURA, D.R. et al. Neuropsicologia da Linguagem: bases para avaliação e reabilitação. São Paulo: Vetor Editora, 2019.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE COLETIVA I PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Ética e Bioética Aplicadas à Fonoaudiologia; Atenção Primária à Saúde; Planejamento e Gestão em Saúde TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

EMENTA: Vivência na rede de atenção à saúde local. Enfoque na Atenção Primária à Saúde/Atenção Básica. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 1 reimp. Rio de Janeiro: Hucitec/ Fiocruz, 2009. CAMPOS, G.W.S.; GUERRERO, A.V.P. Manual de práticas de atenção básica – saúde ampliada e compartilhada. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2010. MARCOLINO, J.; ZABOROSKI, A.P.; OLIVEIRA, J.P. Perspectivas atuais em Fonoaudiologia: refletindo sobre ações na comunidade. São José dos Campos: Pulso, 2010. MERHY, E.E; ONOCKO, R. Agir em saúde: um desafio para o público. 3 ed. São Paulo: Hucitec, 2007. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CAMARGO, D.S.; CASTANHEIRA, E.R.L. Ampliando o acesso: o Acolhimento por Equipe como estratégia de gestão da demanda na Atenção Primária à Saúde (APS). Interface (Botucatu). 24(Supl. 1): e190600, 2020. LIMEIRA, R.R.T. et al. Estágio em Saúde Coletiva: formação em Fonoaudiologia. Rev Ciênc Plural, v. 3, n. 3, p. 93-110, 2018. LOURINHO, L.A. et al. A formação do fonoaudiólogo e a sua interlocução com a Saúde Coletiva. Rev. Bras. Pesq. Saúde, Vitória, v. 20, n. 3, p. 17-25, jul-set, 2018. MEIRA, M.O.B.; SANTANA, J.A.T.; SILVA, M.G. Atenção à saúde no contexto doSUS. Salvador: EDUNEB, 2009. MENDES E V. Distrito sanitário: o processo social de mudança das práticas sanitáriasdo Sistema Único de Saúde. 3. ed. Rio de Janeiro: Hucitec/Abrasco, 1995. PEDUZZI, M. et al. Educação interprofissional: formação de profissionais de saúde para o trabalho em equipe com foco nos usuários. Revista Escola de Enfermagem daUSP, v. 47, n. 4, p. 977-83, 2013. TRIGUEIRO, J.V.S. et al. Mapa Vivo da Fonoaudiologia: relato de experiência do estágio supervisionado em saúde coletiva. In: SOUSA, J.R.; CRUZ, F.M.P.; ROCHA, D.Y.S. Temas multidisciplinares em ciências da saúde. João Pessoa: Creative, 2021. VASCONCELOS, E.M. Redefinindo as práticas de saúde a partir de experiências de educação popular nos serviços de saúde. Interface-Comunic., Saúde, Educ., v. 5, n. 8, 2001.

DISCIPLINA: UCE - LINGUAGENS DO CUIDADO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 5 CARGA HORÁRIA: 75 horas TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: 75h DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Práticas de educação em saúde na esfera comunicacional direcionada a pessoas com queixas ou transtornos relacionados à linguagem e/ou seus cuidadores e apoiadores. Atuação fonoaudiológica em linguagem junto a pessoas e/ou grupos negligenciados psicologicamente e vulneráveis quanto à saúde da comunicação. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-5 – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artmed; 2014.

ANDRADE, C. R. F. Fluência. In: ANDRADE, C. R. F. et al. ABFW: Teste de linguagem infantil nas áreas de fonologia, vocabulário, fluência e pragmática. 2 ed. Barueri (SP): Pró-Fono, 2004. LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Book Toy, 2017. STRAUB, R. O. Psicologia da Saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2013. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: FREITAS, E. V. de; PY, L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. NICOLAU CC, NAVAS ALGP. Avaliação das habilidades preditoras do sucesso de leitura em crianças de 1º e 2º anos do ensino fundamental. Rev CEFAC. 17(3):917-26, 2015. SALLES, J.F.; NAVAS, A.L. Avaliação da Linguagem Oral, Escrita e de Habilidades Relacionadas. Panorama Nacional de Instrumentos. São Paulo: Vetor Editora, 2021.

DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I PERÍODO: 8º CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÉ-REQUISITO: Pesquisa Aplicada à Fonoaudiologia TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Elaboração de projeto de pesquisa relacionado com a temática do trabalho de conclusão de curso do discente, que se configure como contribuição para consolidar a visão do papelda Fonoaudiologia, em consonância com o perfil profissional almejado no curso. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ANDRADE, C.R.F. TCC em Fonoaudiologia: tenha sucesso nesse grande desafio. Barueri: Pró-fono, 2012. GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2010. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Metodologia do trabalho científico. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2017. SILVA, R.F.; SILVA, E.D. A pesquisa no currículo do curso de Fonoaudiologia: contribuições à construção de conhecimentos em uma área de fronteira. In: ROCKLAND, A.; BORBA, J. Conhecimentos Essenciais para Entender Bem Primeiros Passos na Fonoaudiologia. São José dos Campos: Pulso, 2006. VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Metodologia científica para a área de Saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BARROS, A.J.S.; LEHFELD, N.A.S. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. LUDWIG, A.C.W. Fundamentos e prática de metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2009. TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Metodologia científica para a área de Saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

9º PERÍODO DISCIPLINA: ESTÁGIO INTEGRADO EM FONOAUDIOLOGIA I PERÍODO: 9º CRÉDITOS: 7 CARGA HORÁRIA: 105 horas PRÉ-REQUISITO: Ética e Bioética Aplicada à Fonoaudiologia; Estágio Supervisionadoem Saúde Coletiva I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 105h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Práticas clínicas na habilitação, reabilitação e aperfeiçoamento em Fonoaudiologia.

REFERÊNCIAS BÁSICAS: BUSANELLO-STELLA, A.R, et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos-SP: Pulso editorial, 2019. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. FISH, M. Como tratar apraxia de Fala da Infância. Carapicuíba: Pró-Fono, 2019. LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Book Toy, 2017. PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos/SP: Pulso editorial, 2019. SALLES, J.F.; NAVAS, A.L. Avaliação da Linguagem Oral, Escrita e de Habilidades Relacionadas. Panorama Nacional de Instrumentos. São Paulo: Vetor Editora, 2021. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2019.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ANDRADE, C.R.F. et al. ABFW: Teste de Linguagem Infantil nas áreas de Fonologia, Vocabulário, Fluência e Pragmática. Carapicuíba: Pró-Fono, 2000. CASTRO, M.M. Descrição da estimulabilidade e da consistência de fala em criançascom transtorno fonológico. Tese de Doutorado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. São Paulo, 2009.

DISCIPLINA: UCE - ASSISTÊNCIA FONOAUDIOLÓGICA EM DISFAGIA OROFARÍNGEA PERÍODO: 9º CRÉDITOS: 5 PRÉ-REQUISITO: Disfagia Orofaríngea ITIPO DE COMPONENTE: disciplina

CARGA HORÁRIA: 75 horas

CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: 75h

EMENTA: Desenvolvimento de ações de prevenção, rastreamento, avaliação, diagnóstico, intervenção e gerenciamento fonoaudiológico em disfagia orofaríngea para populações e cenários diversos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: DEDIVITIS, R.A.; SANTORO P.P.; ARAKAWA-SUGUENO, L. Manual Prático de Disfagia. Rio de Janeiro: Revinter. 2017. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; THOME, M.C. (Org). Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2015. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico.Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CHRISTMAS, C.; ROGUS‐PULIA, N. Swallowing disorders in the older population. Journal of the American Geriatrics Society, v. 67, n. 12, p. 2643-2649, 2019. SPEYER, R. et al. White paper by the European society for Swallowing Disorders: Screening and non-instrumental assessment for dysphagia in adults. Dysphagia, v. 37,n. 2, p. 333-349, 2022. UMAY, E. et al. Pediatric dysphagia overview: best practice recommendation study by multidisciplinary experts. World Journal of Pediatrics, p. 1-10, 2022.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DISFAGIA I PERÍODO: 9º CRÉDITOS: 4 PRÉ-REQUISITO: Disfagia Orofaríngea IIITIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60 horas

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Prática fonoaudiológica na assistência aos casos de disfagia orofaríngea em populações e cenários diversos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: DEDIVITIS, R.A.; SANTORO P.P.; ARAKAWA-SUGUENO, L. Manual Prático de Disfagia. Rio de Janeiro: Revinter. 2017. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; THOME, M.C. (Org). Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2015. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CHRISTMAS, C.; ROGUS‐PULIA, N. Swallowing disorders in the older population. Journal of the American Geriatrics Society, v. 67, n. 12, p. 2643-2649, 2019. KREKELER, B. N. et al. Patient adherence to dysphagia recommendations: a systematic review. Dysphagia, v. 33, n. 2, p. 173-184, 2018. UMAY, E. et al. Pediatric dysphagia overview: best practice recommendation study by multidisciplinary experts. World Journal of Pediatrics, p. 1-10, 2022.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AUDIOLOGIA I PERÍODO: 9º PRÉ-REQUISITO:

CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas Avaliação Audiológica Básica; Avaliação Eletroacústica eEletrofisiológica da Audição TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação audiológica básica infantil e adulta. Diagnóstico diferencial das perdasauditivas. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALVARENGA, K.F.; CORTELETTI, L.C.B.J. O mascaramento na avaliação audiológica: um guia prático. São José dos Campos: Pulso, 2006. FROTA, S. Fundamentos em Fonoaudiologia: Audiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. LEVY, C.C.A.C. (Coord.). Manual de Audiologia Pediátrica. Barueri: Manole, 2015. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; TOMÉ, M.C. Tratado de Especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Guanabara Koogan, 2014. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3 ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ALMEIDA, K.; RUSSO. I.C.P.; MOMENSOHN-SANTOS, T.M. A aplicação do mascaramento em Audiologia. 2 ed. São Paulo: Lovise, 2001. BESS, F.H.; HUMES, L.E. Audiology: the fundamentals. 4 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2008. GOLDENBERG, D.; GOLDSTEIN, B.J. Handbook of Otolaryngology, Head and Neck Surgery. 2 ed. New York: Thieme Medical Association, 2018. GRAHAM, J.; MARTIN, M. Surdez de Ballantyne. 6 ed. São Paulo: Santos, 2005. KATZ, J. et al. (Ed.). Handbook of Clinical Audiology. 7 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2015. MARTIN, M. Logoaudiometria. 2 ed. São Paulo: Santos, 2005. MARTIN, F.N.; CLARK, J.G. Introduction to Audiology. 11 ed. Boston: Pearson, 2012. MOMENSOHN-SANTOS, T.M.; RUSSO, I.C.P. (Org.) Prática da Audiologia clínica. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2007. MUNHOZ, M.S.L. et al. (Ed.) Audiologia clínica. vol. 2. São Paulo: Atheneu, 2000. NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição na infância. 5 ed. São Paulo: Manole, 2004. RUSSO, I.C.P.; SANTOS, T.M.M. Audiologia infantil. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2001. STACH, B.A. Clinical Audiology: an introduction. 2 ed. New York: Delmar Cengage Learning, 2010. VALENTE, M.; VALENTE, L.M. Adult Audiology Casebook. New York: Thieme, 2015. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE COLETIVA II PERÍODO: 9º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia

(CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Vivência na rede de atenção à saúde local. Enfoque na Atenção Primária à Saúde/Atenção Básica. REFERÊNCIAS BÁSICAS: CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 1 reimp. Rio de Janeiro: Hucitec/ Fiocruz, 2009. CAMPOS, G.W.S.; GUERRERO, A.V.P. Manual de práticas de atenção básica – saúde ampliada e compartilhada. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2010. MARCOLINO, J.; ZABOROSKI, A.P.; OLIVEIRA, J.P. Perspectivas atuais em Fonoaudiologia: refletindo sobre ações na comunidade. São José dos Campos: Pulso, 2010. MERHY, E.E; ONOCKO, R. Agir em saúde: um desafio para o público. 3 ed. São Paulo: Hucitec, 2007. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CAMARGO, D.S.; CASTANHEIRA, E.R.L. Ampliando o acesso: o Acolhimento por Equipe como estratégia de gestão da demanda na Atenção Primária à Saúde (APS). Interface (Botucatu). 24(Supl. 1): e190600, 2020. LIMEIRA, R.R.T. et al. Estágio em Saúde Coletiva: formação em Fonoaudiologia. Rev Ciênc Plural. 2018;3(3):93-110. LOURINHO, L.A. et al. A formação do fonoaudiólogo e a sua interlocução com a Saúde Coletiva. Rev. Bras. Pesq. Saúde, Vitória, 20(3): 17-25, jul-set, 2018. MEIRA, M.O.B.; SANTANA, J.A.T.; SILVA, M.G. Atenção à saúde no contexto do SUS. Salvador: EDUNEB, 2009. MENDES E V. Distrito sanitário: o processo social de mudança das práticas sanitáriasdo Sistema Único de Saúde 3 ed. Rio de Janeiro: Hucitec/Abrasco, 1995. PEDUZZI, M. et al. Educação interprofissional: formação de profissionais de saúde para o trabalho em equipe com foco nos usuários. Rev Esc Enferm. USP, v. 47, n. 4, p.977-83, 2013. TRIGUEIRO, J.V.S et al. Mapa Vivo da Fonoaudiologia: relato de experiência do estágio supervisionado em saúde coletiva. In: SOUSA, J.R.; CRUZ, F.M.P.; ROCHA, D.Y.S. Temas multidisciplinares em ciências da saúde. 1 ed. João Pessoa: editora Creative, 2021. VASCONCELOS, E. M. Redefinindo as práticas de saúde a partir de experiências de educação popular nos serviços de saúde. Interface-Comunic., Saúde, Educ., v. 5, n. 8, 2001.

10º PERÍODO DISCIPLINA: ESTÁGIO INTEGRADO EM FONOAUDIOLOGIA II PERÍODO: 10º CRÉDITOS: 8 CARGA HORÁRIA: 120 horas PRÉ-REQUISITO: Estágio Integrado em Fonoaudiologia I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 120h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Práticas clínicas na habilitação, reabilitação e aperfeiçoamento em Fonoaudiologia.

REFERÊNCIAS BÁSICAS:

BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos/SP: Pulso editorial, 2019. FELÍCIO, C.M. Motricidade Orofacial: teoria, avaliação e estratégias terapêuticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020. FISH, M. Como tratar apraxia de Fala da Infância. Carapicuíba: Pró-Fono, 2019. LAMÔNICA, D.A.C.; BRITTO, D.B.O. Tratado de Linguagem: perspectivas contemporâneas. Ribeirão Preto: Book Toy, 2017. PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos/SP: Pulso editorial, 2019. SALLES, J.F.; NAVAS, A.L. Avaliação da Linguagem Oral, Escrita e de Habilidades Relacionadas. Panorama Nacional de Instrumentos. São Paulo: Vetor Editora, 2021. SILVA, H.J. et al. Tratado de Motricidade Orofacial. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2019. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ANDRADE, C.R.F. et al. ABFW: Teste de Linguagem Infantil nas áreas de Fonologia, Vocabulário, Fluência e Pragmática. Carapicuíba: Pró-Fono, 2000. CASTRO, M.M. Descrição da estimulabilidade e da consistência de fala em crianças com transtorno fonológico. Tese de Doutorado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. São Paulo, 2009. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II PERÍODO: 10º CRÉDITOS: 1 CARGA HORÁRIA: 15 horas PRÉ-REQUISITO: Trabalho de Conclusão de Curso I TIPO DE COMPONENTE: atividade de orientação individual CH TEÓRICA: 15h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Finalização do Trabalho de Conclusão de Curso e sua organização metodológica para apresentação. REFERÊNCIAS BÁSICAS: APOLINÁRIO, F. Dicionário de Metodologia Científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2007. CERVO, A. L. Metodologia científica. 6 ed. São Paulo: Person Prentice Alcino, 2010. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. LUDWIG, A. C. W. Fundamentos e prática de metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2009. TEIXEIRA, E. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 8ª ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DISFAGIA II PERÍODO: 10º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Estágio Supervisionado em Disfagia I TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: --

DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Prática fonoaudiológica na assistência aos casos de disfagia orofaríngea em populações e cenários diversos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: DEDIVITIS, R.A.; SANTORO P.P.; ARAKAWA-SUGUENO, L. Manual Prático de Disfagia. Rio de Janeiro: Revinter. 2017. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; THOME, M.C. (Org). Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2015. PERNAMBUCO, L.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CHRISTMAS, C.; ROGUS‐PULIA, N. Swallowing disorders in the older population. Journal of the American Geriatrics Society, v. 67, n. 12, p. 2643-2649, 2019. KREKELER, B. N. et al. Patient adherence to dysphagia recommendations: a systematic review. Dysphagia, v. 33, n. 2, p. 173-184, 2018. UMAY, E. et al. Pediatric dysphagia overview: best practice recommendation study by multidisciplinary experts. World Journal of Pediatrics, p. 1-10, 2022.

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AUDIOLOGIA II PERÍODO: 10º CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas PRÉ-REQUISITO: Estágio Supervisionado em Audiologia I; Avaliação doProcessamento Auditivo Central e Zumbido. TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: -CH PRÁTICA: 60h CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO EMENTA: Avaliação eletrofisiológica da audição, pesquisa das emissões otoacústicas, avaliação do processamento auditivo, avaliação otoneurológica. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BITTAR, R.S.M.; GANANÇA, M.M.; GANANÇA, F.F. Otoneurologia Clínica. Riode Janeiro: Thieme Revinter, 2019. FELIPE, L. Tonturas: Guia Prático de Avaliação e Tratamento. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2020. FIGUEIREDO, M.S. Emissões otoacústicas e BERA. São José dos Campos: Pulso. 2003. FROTA, S. Fundamentos em Fonoaudiologia: Audiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3 ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022. SOUSA, L.C.A. et al. Eletrofisiologia da audição e emissões otoacústicas Princípios e aplicações clínicas. 2 ed. São Paulo: Novo Conceito, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: GANANÇA, F.F.; PONTES, P. Manual de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Barueri: Editora Manole, 2011.

MENEZES, P.L. et al. Manual de Eletrofisiologia e Eletroacústica: Um guia para casos clínicos. Ribeirão Preto: Booktoy, 2021. MENEZES, P.L. et al. Tratado de Eletrofisiologia para a Audiologia. 1 ed. Ribeirão Preto: Booktoy, 2018. PERNAMBUCO, L.D.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2020.

OPTATIVAS DISCIPLINA: SAÚDE MENTAL PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 04 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Introdução ao estudo da saúde mental. Personalidade, meio social e adoecimento psíquico. Políticas públicas e rede de atenção em saúde mental no Brasil. Epidemiologiaem saúde mental. Intervenção interprofissional. Atualidades em Saúde Mental. REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-V – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2014. FERNANDES, A.D.S.A. et al. Saúde Mental de Crianças e Adolescentes e Atenção Psicossocial. São Paulo: Manole, 2021. FERNANDES, C.L. et al. Saúde Mental na Atenção Primária. São Paulo: Manole, 2021. OLIVEIRA, A.G.B.; VIEIRA, M.A.M.; ANDRADE, S.M.R. Saúde mental na saúde da família: subsídios para o trabalho assistencial. São Paulo: Olho d’Água, 2011. SOARES, M. H.; BUENO, S. M. V. (Orgs.) Saúde mental: novas perspectivas. São Caetano do Sul: Yendis, 2011. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: ALBERTI, S.; FIGUEIREDO, A. C. (Orgs). Psicanálise e saúde mental: uma aposta. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2006. DUMAS, J. E. Psicopatologia da infância e da adolescência. Porto Alegre: Artmed, 2011. LYKOUROPOULOS, C.; HERRERO, E. Fonoaudiologia saúde mental: no trem da reforma. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2015.

DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE PSICOPATOLOGIA PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 04 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Evolução histórica da psicopatologia. Etiologia dos transtornos mentais. Diagnóstico fenomenológico descritivo. Classificação dos transtornos mentais. Principais transtornos mentais e do comportamento. Elementos básicos de Psiquiatria e Psicofarmacologia.

REFERÊNCIAS BÁSICAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-V – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2014. BARLOW, D. H.; DURAND, V. M. Psicopatologia: uma abordagem integrada. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010. DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2008. PLISZKA, S. R. Neurociência para o clínico de saúde mental. Porto Alegre: Artmed, 2004. STAHL, S. M. Fundamentos de Psicofarmacologia de Stahl: Guia de Prescrição. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: DUMAS, J.E. Psicopatologia da infância e da adolescência. Porto Alegre: Artmed, 2011. LIMA, C. B. Perturbações do Neurodesenvolvimento: manual de orientações diagnósticas e estratégias de intervenção. Lisboa: Lidel, 2015. FALCÃO, D. V.S.; ARAÚJO, L. F. (Orgs.) Idosos e saúde mental. Campinas: Papirus, 2010.

DISCIPLINA: TÓPICOS ATUAIS EM FONOAUDIOLOGIA PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 04 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Temas contemporâneos considerados relevantes para a formação e pesquisa na ciência fonoaudiológica e áreas afins. REFERÊNCIAS BÁSICAS BUSANELLO-STELLA, A.R. et al. Evidências e perspectivas em motricidade orofacial. São José dos Campos/SP: Pulso editorial, 2019. CAMPOS, G. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 1 reimp. Rio de Janeiro: Hucitec/ Fiocruz, 2009. DELIBERATO, D.; MACEDO, E. C.; GONÇALVES, M.J. Comunicação alternativa: teoria, prática, tecnologias e pesquisa. 2 ed. São Paulo: Editora MEMNON, 2020. FREITAS, E. V. et al. Tratado de geriatria e gerontologia. 3 ed. - [Reimpr.]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. LOPES, L.; MORETI, F.; RIBEIRO, L.L.; PEREIRA, E.C. Fundamentos e Atualidades em Voz Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2019. PERNAMBUCO, L.D.A.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia: Avaliação e Diagnóstico. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2020. SCHOCHAT, E. et al. Tratado de Audiologia. 3. ed. Santana de Parnaíba: Manole, 2022.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: FONTOURA, D.R. et al. Neuropsicologia da Linguagem: bases para avaliação e reabilitação. São Paulo: Vetor Editora, 2019. MARCHESAN, I.Q.; SILVA, H.J.; THOME, M.C. (Org). Tratado de especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2015.

PICINATO-PIROLA, M. et al. Terapia em motricidade orofacial: como eu faço. São José dos Campos-SP: Pulso editorial, 2019. SALLES, J.F.; NAVAS, A.L. Avaliação da Linguagem Oral, Escrita e de Habilidades Relacionadas. Panorama Nacional de Instrumentos. São Paulo: Vetor Editora, 2021.

DISCIPLINA:

APERFEIÇOAMENTO

DA

VOZ

E

COMUNICAÇÃO

PROFISSIONAL PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Fonoaudiologia (CCS)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: Avaliação e intervenção fonoaudiológica junto aos grupos heterogêneros dos profissionais da voz, relacionado ao comportamento vocal e as especificidades de uso dacomunicação e demanda vocal de cada categoria. Aprimoramento vocal. Saúde Vocal e Emergência Vocal em profissionais da voz. REFERÊNCIAS BÁSICAS: LIMA-SILVA, M.F. et al. Avaliação e diagnóstico fonoaudiológico em comunicação profissional. In: PERNAMBUCO, L.; ASSENÇO, A.M.C. Fonoaudiologia – avaliaçãoe diagnóstico. 1 ed. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. LOPES, L. et al. Fundamentos e Atualidades em Voz Profissional. 1 ed. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2022. MARCHESAN, i. et al. (org). Tratado das Especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2014. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BEHLAU, M. Teste de Autoavaliação da Competência Comunicativa [Internet], 2012. LIMA-SILVA, M.F.B et al. Professional Voice: integrated practices of teaching, research and university extension. Ponta Grossa: Atena, 2022. SANTOS, T.D.; FERREIRA, L.P. Expressividade do profissional da voz: processo de construção de um roteiro fonoaudiológico de observação. CoDAS ; 32(2): 2020. SIQUEIRA, M.C.C. et al. Fonoaudiólogo: o que fazer com a voz do professor? Curitiba: Universidade Tuiuti do Paraná, 2021.

DISCIPLINA: FONÉTICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -CH EAD: -CH EXTENSÃO: -DEPARTAMENTO: Língua Portuguesa e Linguística (CCHLA) CÓDIGO: NOVO EMENTA: Estabelecimento da interface entre Fonética e Fonologia. Caracterização das unidades segmentais e suprassegmentais da Língua Portuguesa. Estudo da relação entre a perspectiva estruturalista e as pós-estruturalistas. Análise dos traços articulatórios envolvidos nos

processos fonológicos. Discussão dos fenômenos de aquisição e de variação. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BISOL, L. (Org.). Introdução a Estudos de Fonologia do Português Brasileiro. 3. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001. BISOL, L.; BRESCANCINI, C. (Org.). Fonologia e Variação: recortes do português brasileiro. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. HORA, D.; PEDROSA, J. L. R. (Org.) Introdução à Fonologia do Português Brasileiro. João Pessoa: Editora da UFPB, 2012. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: LAMPRECHT, R. R. et al. Aquisição fonológica do português: perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: ARTMED, 2004. SILVA, T. C. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2001. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE GENÉTICA PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 2 TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 30h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Biologia Molecular (CCEN)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 30 horas CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: A Genética em uma perspectiva histórica. Bases cromossômicas da herança. Estrutura, função e expressão do material genético. Doenças humanas de origem genética que afetam a fala e a audição. REFERÊNCIAS BÁSICAS: NUSSBAUM, R.L.; McLNNES, R.R.; WILLARD, H.E. Thompson & Thompson Genética Médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. PIERCE, B. A. Genética: um enfoque conceitual. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: GRIFFITHS, A. J. et al. Introdução à genética. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. SCITABLE BY NATURE EDUCATION. A Collaborative Learning Space for Science. Disponível em: https://www.nature.com/scitable/ SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO PARA CIÊNCIAS DA VIDA I PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 4 horasPRÉ-REQUISITO: — TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Administração (CCSA)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: A evolução do pensamento em Administração. Ambiente organizacional. Processo decisório e tomada de decisão em Administração. Atividades do processo gerencial (planejamento, organização, direção e controle). Principais funções organizacionais. Tópicos e vivências contemporâneas em Administração para Ciências da Vida (gestão de conflitos, liderança,

empreendedorismo). REFERÊNCIAS BÁSICAS: MAXIMINIANO, A. C. A. Fundamentos da Administração: introdução à teoria Geral e aos Processos da Administração. 3 ed. São Paulo: LTC, 2014. ROBBINS, S. O., DECENZO, D. A. Fundamentos da Administração: conceitos essenciais e aplicações. 4 ed. Rio de Janeiro: Pearson, 2012. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: DAFT, R. L. Organizações: teoria e projetos. São Paulo: Cengage Learning. 2008. HALL. R. H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. KAPLAN, R. S. NORTON, D. P. A execução premium: a obtenção de vantagem competitiva através do vínculo da estratégia com as operações do negócio. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações.2 ed. São Paulo: Atlas, 2009. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO PARA CIÊNCIAS DA VIDA II PERÍODO: optativa CRÉDITOS: 4 horasPRÉ-REQUISITO: — TIPO DE COMPONENTE: disciplina CH TEÓRICA: 60h CH PRÁTICA: -DEPARTAMENTO: Administração (CCSA)CÓDIGO: NOVO

CARGA HORÁRIA: 60

CH EAD: --

CH EXTENSÃO: --

EMENTA: As funções convencionais da organização (Administração de Operações, Marketing, Recursos Humanos, Contábil Financeira). Gestão estratégica (modelos, processo e aplicações). Modelos Integrativos de desempenho. Gestão analítica e baseada em evidências. Gestão por projetos. Gestão de processos. Tendências em Administração para Ciências da vida. REFERÊNCIAS BÁSICAS: KAPLAN, R. S. NORTON, D. P. A execução premium: a obtenção de vantagem competitiva através do vínculo da estratégia com as operações do negócio. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. MAXIMINIANO, A. C. A. Fundamentos da Administração: introdução à Teoria Geral e aos processos da Administração. 3 ed. São Paulo: LTC, 2014. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: DAFT, R. L. Organizações: teoria e projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2008. DAVENPORT, T.H. HARRIS, J. G. Competição analítica: vencendo através da novaciência. Rio de Janeiro: Alta Books, 2020. KEELING, R. BRANCO, R. H. F. Gestão de projetos uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2017. MINTENZBERG, H. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. ROBBINS, S. O., DECENZO, D. A. Fundamentos da Administração: conceitos essenciais e aplicações. 4. Ed. Rio de Janeiro: Pearson, 2012.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS

Emitido em 30/10/2023 RESOLUÇÃO Nº 30/2023 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 30) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)

(Assinado digitalmente em 22/12/2023 11:55 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234

Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.ufpb.br/documentos/ informando seu número: 30, ano: 2023, documento (espécie): RESOLUÇÃO, data de emissão: 22/12/2023 e o código de verificação: d228d14c9d