N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 23/2019
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Campus I, desta Universidade.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (12)
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 10.436/2002 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“a Lei n°.10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras;” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando as justificativas apresentadas, pelos proponentes na reformulação do atual Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Campus I, desta Universidade, no...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 07/2010 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução 07/2010 CONSEPE/UFPB – Normas de elaboração e reformulação do Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB;” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 16/2015 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução CONSEPE/UFPB 16/2015, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba.” fonte: texto · confiança alta
8 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CNE/CES 7/2002 em: Anexo I“Resolução CNE/CES 7/2002) e específicas para o Licenciado (Parecer CNE/CP 009/2001;”
- cita
- cita
- citaLei 6.684/1979 em: Anexo I“Isso se deve ao fato de que a profissão de Biólogo, bem como a de Biomédico, foi regulamentada no Brasil pela Lei número 6.684 de 03 de setembro de 1979, ou seja, é uma profissão que existe,...”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo IV“Políticas para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio no Brasil e, particularmente, na Paraíba, a partir da nova LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96).”
- citaRes. CONSEPE 02/2015 em: Anexo I“Resolução Nº 2, de 1º de julho de 2015) serão contempladas: Pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental, dignidade humana, direito à vida, justiça,...”
- citaRes. CONSEPE 04/2004 em: Anexo II“53 795 2.2 Conteúdos Complementares Optativos (Mínimo de 12 créditos a serem escolhidos entre os relacionados a seguir, sendo 04 créditos do Eixo II e 04 créditos do eixo III, de acordo com a...”
- citaRes. CONSEPE 10/2003 em: Anexo I“Campo de Atuação Profissional O licenciado em Ciências Biológicas pode atuar nas Escolas da Educação Básica (ministrando aulas no nível fundamental e médio da rede pública ou privada), além de...”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 10.436/2002→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 07/2010→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 16/2015
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 42 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 30 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CP 4/2018
- paralela · 23 em comumParecer CNE/CP 3/2006
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 11 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 9 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N° 23/2019 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Campus I, desta Universidade. O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada em 15 de abril de
2019. (Processo nº 23074.007539/2019-40), e Considerando os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; Considerando a importância de um Projeto Pedagógico dinâmico e atual que estará em constante processo de avaliação; Considerando as justificativas apresentadas, pelos proponentes na reformulação do atual Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Campus I, desta Universidade, no Processo nº Considerando a Lei 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - que orienta a elaboração curricular; Considerando a Resolução 07/2010 CONSEPE/UFPB – Normas de elaboração e reformulação do Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da UFPB; a Lei n°.10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras; Considerando a Resolução que regulamenta a oferta da disciplina de Libras nº 45/2010 CONSEPE/UFPB; Considerando a Resolução CONSEPE/UFPB 16/2015, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da Universidade Federal da Paraíba. RESOLVE:
¶Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Campus I, desta Universidade.
§ 1º Compreende-se o Projeto Pedagógico do Curso como sendo o conjunto de ações sócio-políticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destina a orientar a concretização curricular do referido Curso.
§ 2º As definições relativas aos objetivos do Curso, perfil profissional, competências, atitudes e habilidades, e campo de atuação dos formandos encontram-se relacionadas no Anexo I.
¶Art. 2º O Curso de Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, tem como finalidade conferir o grau de Licenciado aos alunos que cumprirem as determinações constantes da presente Resolução.
¶Art. 3º O Curso de Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas, terá a duração mínima de 08 (oito) períodos letivos e duração máxima de 12 (períodos) períodos letivos e o currículo será integralizado em 3.540 (três mil quinhentos e quarenta) horas/aula correspondentes a 236 (duzentos e trinta e seis).
§ 1º Será permitida a matrícula em no máximo 32 (trinta e dois) e no mínimo 18(dezoito) créditos por período letivo.
¶Art. 4º A composição curricular, integrante do Projeto Pedagógico, resulta de conteúdos fixados de acordo com as especificações abaixo, que são desdobrados conforme especificado no Anexo II. Conteúdos Curriculares
Créditos
Carga Horária
1. Conteúdos Básicos Profissionais
169
2535
2. Conteúdos Complementares 2.1 – Obrigatórios 2.2 – Optativos 2.3 - Flexíveis
67 41 12 14
1005 615 180 210
Total
236
3540
¶Art 5º As modalidades de componentes curriculares serão as seguintes:
I – disciplinas;
II – atividades;
a) atividades de iniciação à pesquisa e/ou extensão;
b) seminários - discussões temáticas;
c) atividades de monitoria;
d) elaboração de trabalho de conclusão de curso;
e) participação em projetos de iniciação cientifica e extensão;
f) participação em eventos;
g) oficinas e congêneres;
III – estágios.
§1º Os Estágios Supervisionado de Ensino para o Curso Licenciatura em Ciências Biológicas, terá duração de 420 horas, correspondentes a 28 créditos.
§2º Nos Conteúdos Complementares Obrigatórios serão incluídas as disciplinas que incorporam conteúdos de Metodologia do Trabalho Científico e Pesquisa Aplicada, que constituirão a base para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC).
§3º As modalidades de componentes previstas nos incisos II e III poderão ser utilizadas como conteúdos complementares flexíveis e serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.
§4º O componente curricular Educação das Relações Étnico-Raciais será desenvolvido como conteúdo transversal, dentro do componente Fundamentos Antropo-Filosóficos a Educação, conforme ementa constante no Anexo IV desta Resolução.
¶Art. 6º O Curso adotará o regime acadêmico de créditos.
Parágrafo único. A estruturação curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, em semestres letivos, será feita conforme especificado no Anexo III.
¶Art. 7º O Projeto Político-Pedagógico de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante.
¶Art. 8º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 08 (oito) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sócio-político-educativas.
¶Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 31 de maio de 2019.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
ANEXO I à Resolução nº 213/2019 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza Campus I da UFPB. Definições do Curso
1. Objetivo do Curso Geral Formar docentes com competência para compreender o processo ensino-aprendizagem com estreita relação entre teoria – prática; e que sejam capazes de atuar nos níveis de ensino fundamental e médio (nas disciplinas de Ciências e Biologia, respectivamente). Além disso, o curso possibilitará a constituição do professor reflexivo e crítico, como um cidadão intelectual e transformador, orientado pelos valores e princípios éticos, políticos contribuindo para a autonomia docente e para a qualidade do ensino na Educação Básica. Específicos De modo específico serão desenvolvidas diversificadas atividades didático-pedagógicas para a formação de docentes de modo a oportunizar gradativamente aos estudantes da Licenciatura em Ciências Biológicas, experiências de aprendizagens significativas, amparadas na perspectiva da educação científica que os tornarão com competência para: Formar professores de Ciências e Biologia para o Ensino Fundamental e Médio, capazes de construírem conhecimentos sobre a natureza dos seres e o meio ambiente, visando à melhoria da qualidade de vida; Desenvolver estudos colaborativos na condução de processos pedagógicos na Educação Básica, orientados pelos princípios da ética, da autonomia, exercitando a ação-reflexão-ação como filosofia de sua práxis docente; Atuar em pesquisas relacionadas às Ciências Biológicas na Educação Básica mediante investigação científica, de modo a contribuir com situações problemas contextualizados á realidade social; Contribuir com as discussões e planejamentos que se processem em função da construção de Projetos Pedagógicos nas instituições da educação básica onde atuem como docentes; Construir com os alunos uma concepção de professor-pesquisador na área de ensino de ciências e biologia, como forma de romper com o paradigma tradicional de ensino-aprendizagem-avaliação e desenvolva novas posturas frente aos desafios de ensinar na educação básica; Valorizar a pesquisa e a execução de projetos que aprimoram e desenvolvam o conhecimento, estimulando a integração entre o ensino de Ciências e Biologia com as outras áreas de conhecimento, seja na atuação em ensino, pesquisa e/ou extensão; Formar um docente que seja atuante em todos os espaços e ambientes da educação formal no ensino fundamental e médio, além de propiciar a formação continuada de professores nas séries iniciais;
2. Perfil do Profissional O Biólogo é o profissional que estuda a vida em suas diferentes formas de expressão. Ele tem uma área de atuação quase ilimitada: estuda a origem, estrutura, evolução e funções dos seres vivos, classifica as diferentes espécies animais e vegetais e estabelece sua relação com o meio ambiente. Biólogos podem, dependendo de sua formação, atuar nas mais diferentes áreas, sendo que são pelo menos cinquenta (50) as áreas de atuação do Biólogo. Mesmo assim, muitas vezes os Biólogos têm dificuldades de ingressar no mercado trabalhando nessas áreas, pois muitas delas não são exclusivas da profissão. Isso se deve ao fato de que a profissão de Biólogo, bem como a de Biomédico, foi regulamentada no Brasil pela Lei número 6.684 de 03 de setembro de 1979, ou seja, é uma profissão que existe, formalmente, há relativamente pouco tempo, e cujas atribuições pertenciam antes a agrônomos, médicos, farmacêuticos (instituiu-se este como o Dia do Biólogo). O profissional graduado em no Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas possui uma formação básica e ampla, com fundamentação teórico-prática envolvendo o conhecimento da diversidade dos seres vivos, sua organização em diferentes níveis, suas relações filogenéticas e evolutivas, suas respectivas distribuições e relações com o ambiente em que vivem. O Licenciado em Ciências Biológicas deve atuar em pesquisa da prática pedagógica devendo se dedicar ao exercício do magistério no nível fundamental e/ou médio nas disciplinas Ciências e Biologia, respectivamente. Pode também lecionar no ensino superior em qualquer área das Ciências Biológicas. Ao terminar o curso de graduação, o Biólogo inicia um curso de pós-graduação em qualquer área de pesquisa básica e aplicada e em pesquisa na área de ensino.
3. Competências Atitudes e Habilidades Para alcançar os objetivos propostos para o Curso de Ciências Biológicas, as seguintes competências e habilidades gerais do Biólogo (Parecer CNE/CES 1.301/2001; Resolução CNE/CES 7/2002) e específicas para o Licenciado (Parecer CNE/CP 009/2001; Parecer CNE/CP 027/2001; Resolução CNE/CP 1/2002; Resolução Nº 2, de 1º de julho de 2015) serão contempladas: Pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental, dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade;
Reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de forma crítica, com respaldo em pressupostos epistemológicos coerentes e na bibliografia de referência; Atuar em pesquisa da prática docente; Portar-se como educador consciente de seu papel na formação de cidadãos, inclusive na perspectiva socioambiental; Utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e sobre a legislação e políticas públicas referentes à área; Entender o processo histórico de produção do conhecimento das ciências biológicas referente aos conceitos/princípios/teorias; Estabelecer relações entre ciência, tecnologia, sociedade e ambiente; Aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e execução de processos e técnicas visando o desenvolvimento de projetos na escola e com a comunidade escolar; Utilizar os conhecimentos das ciências biológicas para compreender e transformar o contexto sócio-político e as relações nas quais está inserida a prática profissional, conhecendo a legislação pertinente; Desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de atuação profissional, preparando-se para a inserção no mercado de trabalho em contínua transformação; Orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados com a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas autóctones e à biodiversidade; Atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes especialidades e diversos profissionais, de modo a estar preparado para a contínua mudança do mundo produtivo; Avaliar o impacto potencial ou real de novos conhecimentos/tecnologias/serviços e produtos resultantes da atividade profissional, considerando os aspectos éticos, sociais e epistemológicos; Comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecidas quanto às opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional.
4. Campo de Atuação Profissional O licenciado em Ciências Biológicas pode atuar nas Escolas da Educação Básica (ministrando aulas no nível fundamental e médio da rede pública ou privada), além de Empresas Públicas, Privadas, Organização não governamental, etc. De acordo com a Resolução CFBio 10/2003, que dispõe sobre atividades, áreas e subáreas do conhecimento do Biólogo, segue-se abaixo os mais diversos campos de atuação profissional:
¶Art. 1º - São as seguintes as Atividades Profissionais do Licenciado Biólogo: 1.1 - Coordenação/orientação de estudos/projetos de pesquisa e/ou serviços; 1.2 - Supervisão de estudos/projetos de pesquisa e/ou serviços; 1.3 Ocupação de cargos técnico-administrativos em diferentes níveis; 1.9 - Atuação como responsável técnico (ART) (Desde que complemente os seus estudos relacionados à atuação requerida na ART).
¶Art. 2º - São as seguintes Áreas e Subáreas do Conhecimento do Licenciado Biólogo: 2.1 - Educação: Educação ambiental, Educação formal, Educação informal, Educação não formal. 2.2 - Ética: Bioética, Ética profissional, Deontologia, Epistemologia. Portanto, o Parecer nº 1301/2001 do CNE/CES, que aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Ciências Biológicas, diz em seu preâmbulo, que: “O estudo das Ciências Biológicas deve possibilitar a compreensão de que a vida se organizou através do tempo, sob a ação de processos evolutivos, tendo resultado numa diversidade de formas sobre as quais continuam atuando as pressões seletivas. Esses organismos, incluindo os seres humanos, não estão isolados, ao contrário, constituem sistemas que estabelecem complexas relações de interdependência. O entendimento dessas interações envolve a compreensão das condições físicas do meio, do modo de vida e da organização funcional interna próprio das diferentes espécies e sistemas biológicos. Contudo, particular atenção deve ser dispensada às relações estabelecidas pelos seres humanos, dada a sua especificidade. Em tal abordagem, os conhecimentos biológicos não se dissociam dos sociais, políticos, econômicos e culturais.” O Professor/Educador de Ciências e de Biologia deve apresentar-se como um profissional com condições de desenvolver um trabalho docente nas áreas de Ciências Naturais e de Ciências Biológicas, com as devidas competências e habilidades requeridas à profissão docente.
ANEXO II à Resolução nº 23/2019 do CONSEPE, que aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza Campus I da UFPB. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
1. Conteúdos Básicos Profissionais Disciplinas Biologia Celular Bioquímica Estrutural Bioquímica Metabólica Biofísica dos Sistemas Biológicos Genética Biologia Molecular Imunologia V
Cr. 04 04 04 04 04 04 03
C/horária 60 60 60 60 60 60 45
Evolução Biológica Fundamentos de Sistemática e Biogeografia Embriologia Anatomia Humana Biologia de Microrganismos
04 04 05 05 04
60 60 75 75 60
Parasitologia II Biologia de Fungos, Algas e Briófitas
03 04
45 60
Biologia das Plantas Vasculares Zoologia
10 10
150 150
Fisiologia Animal Comparada Histologia I Fisiologia Humana I
04 03 04
60 45 60
Ecologia Básica Ecologia de Populações e Comunidades Física para Ciências Biológicas Química para Ciências Biológicas Fundamentos de Geologia Bioestatística História, Filosofia e Ensino das Ciências Naturais Formação Docente em Ciências Biológicas Fundamentos Antropo – Filosóficos da Educação Fundamentos Sócios – Históricos da Educação Fundamentos Psicológicos da Educação Política e Gestão da Educação Didática Educação Especial Estágio Supervisionado de Ensino de Ciências I Estágio Supervisionado de Ensino de Ciências II Estágio Supervisionado de Ensino de Biologia I Estágio Supervisionado de Ensino de Biologia II
04 04 04 04 04 04 04
60 60 60 60 60 60 60
02 04
30 60
04
60
04 04 04 04 07
60 60 60 60 105
07
105
07
105
07
105
Pré-requisitos
Bioquímica Estrutural Biologia Celular Bioquímica Estrutural Biologia Celular
e
Biologia Celular e Bioquímica Metabólica Fundamentos de Sistemática e Biogeografia Fundamentos de Sistemática e Biogeografia Zoologia Biofísica dos Sistemas Biológicos e Anatomia Humana Ecologia Básica
Didática Estágio Supervisionado Ensino de Ciências I Estágio Supervisionado Ensino de Ciências II Estágio Supervisionado Ensino de Biologia I
de de de
2. Conteúdos Complementares 2.1 Complementares Obrigatórios Disciplinas Cr. C/horária Avaliação da Aprendizagem 04 60 Metodologia do Trabalho Científico 04 60 Educação em Saúde nas Escolas 04 60 Metodologia e Instrumentação para o Ensino 06 90 de Ciências e Biologia Pesquisa em Ensino de Ciências e de Biologia 04 60 Educação de Jovens e Adultos Libras Bases de Educação Ambiental Conservação da Biodiversidade Genética Aplicada
04 04 04 03 02
60 60 60 45 30
Trabalho Acadêmico de Conclusão de Curso
02
30
Pré-requisitos
Didática Metodologia do Trabalho Científico
Biologia Molecular e Genética Pesquisa em Ensino de Ciências e de Biologia
Total
53 795 2.2 Conteúdos Complementares Optativos (Mínimo de 12 créditos a serem escolhidos entre os relacionados a seguir, sendo 04 créditos do Eixo II e 04 créditos do eixo III, de acordo com a Resolução nº 04/2004 do CONSEPE. Disciplinas Cr. C/horária Pré-requisitos Divulgação Cientifica do Ensino de Biologia e 04 60 Saúde Educação Ambiental e Práticas Pedagógicas 04 60 Ensino por Investigação e Natureza da Ciência 04 60 Contextos e Práticas no Ensino de 02 30 Biodiversidade e Ecologia na Educação Básica Currículo e Trabalho pedagógico 04 04 2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis Tópicos Especiais
14
210
a) Flexíveis (210 h) Componentes curriculares livres tais como a participação em: Seminários, congressos, colóquios, oficinas, tópicos especiais, projetos de ensino, pesquisa e extensão ou componentes curriculares em áreas a fins, regulamentadas por Portaria do Colegiado do Curso.
ANEXO III à Resolução nº 23/2019 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza Campus I da UFPB. FLUXOGRAMA
As 210 (duzentas e dez) horas de Conteúdos Complementares Flexíveis devem ser integralizados ao longo do curso
ANEXO IV à Resolução nº 23/2019 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza Campus I da UFPB. EMENTÁRIO
a) Conteúdos Básicos Profissionais FUNDAMENTOS DE SISTEMÁTICA E BIOGEOGRAFIA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: não há Período de oferecimento: 1º Ementa: Biodiversidade, Sistemática, Classificação e Biologia Comparada. O desenvolvimento histórico da Biologia Sistemática. Sistemática Evolucionista, Taxonomia Numérica e Sistemática Filogenética. Teorias e métodos em Biologia Sistemática. Nomenclatura e coleções biológicas. Tectônica de placas; padrões e processos biogeográficos; distribuição geográfica de espécies; biomas terrestres; zonas biogeográficas. Referências Bibliográficas Brown, James H. Biogeografia. 2a ed. rev. Ampl. FUNPEC Editora, 2006. 691p. Cox, C. Barry. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. 7a .ed. LTC,2009.398 p. Passos, Messias Modesto dos. Biogeografia e paisagem. Universidade Estadual de Maringá, 1998. 278p. FORMAÇÃO DOCENTE EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Créditos: 02 Carga horária: 30h Pré-requisitos: Não tem Período de oferecimento: 1º Ementa: A natureza da profissão docente. Processos históricos e ideológicos que configuram a formação docente. Profissionalização enquanto competência e reconhecimento social. A dimensão ética na educação. O papel da docência em ciências biológicas e em outros cenários formativos a partir da política educacional brasileira. A Docência em Ciências Biológicas na Educação Básica: aspectos legais, éticos e pedagógicos. A educação científica mediada pelo professor pesquisador e reflexivo. Referências Bibliográficas PEREIRA, Marsílvio Gonçalves; AMORIM, Antonio Carlos Rodrigues de. Ensino de biologia: fios e desafios na construção de saberes. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB, 2008. 284p. GARRAFA, Volnei; COSTA, Sérgio Ibiapina Ferreira. A Bioética no século XXI. Brasília: Ed. UnB, 2000. 158p. KIPPER, Délio José. Ética teoria e prática: uma visão multidisciplinar. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006. 387p ALONSO,M. (org.).O trabalho Docente: teoria e prática. São Paulo: Pioneira, 2003. BIOLOGIA DE FUNGOS, ALGAS E BRIÓFITAS Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Fund, de Sistemática e Biogeografia Período de oferecimento: 2º Ementa: Morfologia, Reprodução, Ciclo de vida, Classificação, Importância ecológica e econômica dos Fungos, Algas e Briófitas, com ênfase em representantes da flora brasileira. Referências Bibliográficas ALEXOPOULOS, C. J.; MIMN, C. E. e BLACKWELL, 1995. Introductory Mycology. 4a ed, Ed John Wiley e Sons. GRAHAM, L. E. e WILCOX, L. W. 2000. Algae. Prentice-Hall, Inc 639p. PUTZKE J., PUTZKE, M. T. L. 1996. Os reinos dos fungos. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 606 P RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. e EICHHORN, S.E. 2007. Biologia Vegetal. 7a. Ed. W.H Guanabara Koogan. 830 p. REVIERS, B. de. 2006. Biologia e Filogenia de Algas. Editora Arthmed. 1ª ed. São Paulo-SP. BELL, P.R. e HEMSLEY, A.R. 2000. Green Plants. Their origin and Diversity. 2a ed. Ed. Cambridge University Press, Cambridge, 349 p. GLIME, J. M. 2006. Bryophyte Ecology. Vol 1 – Physiological Ecology. http:/www.bryoecol.mtu.edu/ HOEK, C. VAN DEN; MANN, D. G. e JAHNS, H. M. 2002. Algae An introduction to phycology. Cambridge University Press. 623 p. JOLY, A. B. 1965. Gêneros de algas marinhas da costa atlântica-americana. EDUSP. KANAGAWA, A. I. 1984. Clorofíceas marinhas bentônicas do Estado da Paraíba. Tese de Doutorado, USP. KANAGAWA, A. I. 2001. Algas. Apostila da disciplina Botânica III. DSE CCEN UFPB. LEE, R. E. 2005. Phycology. 3nd. Ed. Cambridge University Press. QUÍMICA PARA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Créditos: 04 Horas: 60 Pré-requisitos: Não há Período de oferecimento: 1º Ementa: Estrutura Atômica: Modelo Quântico do Átomo, Números Quânticos, Distribuição Eletrônica; Tabela Periódica: A Periodicidade nas Configurações Eletrônicas, Classificação e Propriedades dos Elementos Metálicos e Não-Metalicos, A Periodicidade nas Propriedades Atômicas; Ligação Química: Ligações Iônicas e Propriedades dos Compostos Iônicos. Ligação Covalente – Hibridizações de Orbitais, Formulas Eletrônicas e Estruturais. A Polaridade nas Ligações e nas Moléculas, Forças Intermoleculares, Propriedades dos Compostos Covalentes; Funções Orgânicas: Hidrocarbonetos, haletos, álcoois, éteres, ácidos carboxílicos e derivados, aminas, aldeídos e cetonas, noções de esterioquímica; Funções Inorgânicas: ácidos, bases, sais e óxidos. Força relativa dos ácidos e bases, conceitos de pH e p OH; Cálculos Químicos: unidade unificada de massas, Mol, Massa Molar, Calculo de Formulas: centesimal, mínima e molecular; calculo estequiométrico: Reagente Limitante, Grau de Pureza e Rendimento; Soluções: Conceitos e Classificação; natureza e terminologia das soluções, unidades de concentração, solubilidade e fatores que afetam a solubilidade; Propriedades Coligativas das Soluções; Noções Básicas de Laboratório: Normas de Segurança e equipamentos básicos de laboratório, medidas de massa e volume, estudos das reações químicas, calculo de rendimento, preparação de soluções e titulação Ácida-Base. Referências Bibliográficas Atkins. Princípios de Química. 5ª ed. Bookman. 2011
Ucko, David A.. Química para as ciências da saúde: uma introdução à química geral, orgânica e biológica. 2a ed. Manole. 1992 Barbosa, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à Química Orgânica. 2.ed.. Pearson Prentice Hall. 2011 ATKINS, Peter W., JONES, Loretta.. Princípios de Química - Questionando a vida moderna e o meio. 5ª ed.. Bookman. 01/2012 BIOLOGIA DE PLANTAS VASCULARES Créditos: 10 Carga horária: 150h Pré-requisitos: Não há Período de oferecimento: 5º Ementa: Morfologia, reprodução, ciclo de vida e classificação de Pteridófitas e Espermatófitas, com ênfase em representantes da flora brasileira. Célula vegetal, eristemas, tecidos de revestimento, parênquimas, tecidos de sustentação e tecidos de condução. Morfologia e estruturação dos órgãos vegetativos e reprodutivos das plantas vasculares. Absorção e transporte de água. Absorção iônica e nutrição mineral de plantas. Metabolismo de Nitrogênio. Fotossíntese e fotorrespiração. Crescimento e desenvolvimento. Reguladores de Crescimento. Referências Bibliográficas JUDD, W.S.; Campbell, C.S.; Kellog, E.A. & Stevens, P.F. Sistemática Vegetal: Um Enfoque filogenético. 3a ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. APPEZZATO-da-GLORIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S. M. (editor). 2006. Anatomia Vegetal. 2ª Ed.. Ed. UFV. ViçosaMG. CUTLER; D. F.; BOTHA; T.; STEVENSON, D. W. M. 2011. Anatomia Vegetal. 1ª edição. Artmed. Porto Alegre. 304P EVERT, R. Y. 2006. Esau´s Planta Anatomy: Copyright John Wiley & Sons. New Jersey. EVERT, R. F.; EICHORN, S.E. 2014. Raven Biologia Vegetal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 876p. FANH, A. Anatomia Vegetal. 1990. H. Blume Ediciones, Madrid. FONTES, P.C.R. (2001) Diagnóstico do Estado Nutricional das Plantas. Ed UFV. Viçosa 122p. HOPKINS, W. (1995) Introduction to Plant Physiology. John Wiley & Sons, New York. 464p. LARCHER, W. (2000) Ecofisiologia Vegetal. RiMA. São Carlos. 531p. NULTSCH, W. (2000) Botânica Geral. ARTMED. Porto Alegre. 489p. RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. & EICHORN, S.E. (2003) Biologia Vegetal. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 728p. SALISBURY, F.B. & ROSS, C. (2004) Plant Physiology. Wadsworth Publishing Company. Califórnia. 682p. SAMPAIO, E. (1998) Fisiologia Vegetal – teoria e experimentos. Ed. UEPG. Ponta Grossa. 190p. SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica Sistemática. Guia ilustrado para identificação de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG III. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2012. TAIZ, L. & ZEIGER, E. (2004) Fisiologia Vegetal. 3ed. ARTMED. Porto Alegre. 719p. EVOLUÇÃO BIOLÓGICA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Não há Período de oferecimento: 7º Ementa: O desenvolvimento do pensamento biológico. Biologia Comparada e Biologia Geral. Evolução fenotípica. Abordagens ao raciocínio científico e a refutação do criacionismo (incluindo o Planejamento Inteligente). Mecanismos Evolutivos e Microevolução. Adaptação. O método comparativo – usando hipóteses filogenéticas. Especiação. Padrões e processos evolutivos e Macroevolução. Biogeografia Evolutiva. Extinções e o Registro Fóssil. Taxas de Evolução. Evolução genômica e de moléculas. Biologia Evolutiva do Desenvolvimento. Coevolução. Origem da vida e sua diversificação (história da vida). Evolução Humana. Referências Bibliográficas EDWARDS, Kenneth John Richards; HEGENBERG, Leonidas. A evolução na biologia moderna. São Paulo: E.P.U, 1980. 70p. (Temas de Biologia) BEÇAK, Maria Luiza; BEÇAK, Willy. Biologia: genética e evolução: teoria, problemas e respostas. 18a ed. São Paulo: Nobel, 1976. v4. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia: volume único: Citologia, Histologia, Seres Vivos, Genética, Evolução, Ecologia. 5 a ed. São Paulo: Ática, 2003. 551p. I ECOLOGIA BÁSICA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Não há Período de oferecimento: 3º Ementa: Histórico da Ecologia. Importância da Ecologia. Relação com outras ciências. Os organismos e o ambiente físico. Noção de ecossistema. Estrutura e funcionamento dos ecossistemas terrestres e aquáticos. Tipos de ecossistemas. O homem e os ecossistemas. Referências Bibliográficas RICKLEFS, Robert E; BUENO, Cecília; LIMA-E-SILVA, Pedro Paulo de. A Economia da Natureza. 6a ed.. Rio de Janeiro: Guanagara Koogan, 2011 . 546p. Strong, D.R.; Simberloff, D. Ecological Communities: conceptual issues and the evidence. . Princeton University Press. 1984 Ricklefs R.E., Shluter D. Species diversity in ecological communities. . The University of Chicago Press. 1993. Ricklefs, R.E.; Miller, G.L. Ecology. . W H and Company. 1999. PIANKA, Eric R. Evolutionary ecology. 5.ed.. New York: Harper Collins College, 1994. 486p Diamond, JM; Case, T.J. Community Ecology. . Harper and Row Publishers. 1986 BEGON, Michael et al. Fundamentos em Ecologia. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. ECOLOGIA DE POPULAÇÕES E COMUNIDADES Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Ecologia Básica Período de oferecimento: 5º Ementa: Populações: reprodução, ciclos de vida, parâmetros demográficos, modelos de crescimento, interações intra e interespecíficas na regulação populacional. Dispersão e fragmentos de hábitat na dinâmica de metapopulações e modelo de conservação. Comunidades: estrutura e dinâmica espaço temporal, competição interespecífica e seu papel na estrutura das comunidades (pressão evolutiva na diversificação biológica). Interações ecológicas. Padrões históricos e biogeográficos de biodiversidade. Manejo de populações e comunidades. Referências Bibliográficas
RICKLEFS, Robert E; BUENO, Cecília; LIMA-E-SILVA, Pedro Paulo de. A Economia da Natureza. 6.ed.. Rio de Janeiro: Guanagara Koogan, 2011. 546p. BEGON, Michael; TOWNSEND, Colin R; HARPER, John L. Ecologia:de indivíduos a ecossistemas. 4.ed. Porto Alegre: Artmed,
2007. x, 740p. Cain, M. L.; Bowman, W. D. & Hacker, S. D.. Ecologia. . Artmed. 2011 Ricklefs R.E., Shluter D. Species diversity in ecological communities. . The University of Chicago Press. 1993 Strong, D.R.; Simberloff, D.. Ecological Communities: conceptual issues and the evidence. . Princeton University Press. 1984 ZOOLOGIA Créditos: 10 Carga horária: 150h Pré-requisitos: Fund. de Sist. e Biogeografia Período de oferecimento: 3º Ementa: Os grandes grupos dos serres vivos. Os reinos vivos existentes. Introdução ao estudo da zoologia: conceito e divisão da zoologia. Origem dos Metazoários, divisão dos grandes grupos zoológicos e planos e eixos corpóreos. Estudos do bauplan dos metazoários não-celomados e blastocelomados, em uma abordagem morfológica-estrutural comparativa e evolutiva elucidando os padrões estruturais estabelecidos. Evolução dos filos de Metazoarios e diversidade resultante. Abordagem de temas de zoologia na educação básica Referências Bibliográficas MARGULIS, L. & SCHWARTZ, KV. Cinco Reinos: Um Guia Ilustrado dos Filos da Vida na Terra. 1. Guanabara Koogan. 2001 BRUSCA, C. BRUSCA & BRUSCA, G. J. Invertebrados. 2aed. Editora Guanabara Koogan. 2007 RUPPERT, E. E.; BARNES, R. D.; FOX, RICHARD S. Zoologia dos Invertebrados. 7a Roca. 2005 BARNES, Richard Stephen Kent; CALOW, P. Os invertebrados: uma nova síntese. São Paulo: Atheneu, 1995. 526p. Kardong, K… Vertebrates: Comparative Anatomy, Function, Evolution. . McGraw−Hill Primis. 2009 FISIOLOGIA ANIMAL COMPARADA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Zoologia. Período de oferecimento: 5º Ementa: Estudo de mecanismos fisiológicos gerais (comuns a todos os animais) e específicos dos grupos taxonômicos discutidos na educação básica, relacionando-os aos processos de ajuste dos organismos ao ambiente, com ênfase na discussão de estratégias para sua abordagem em espaços formais e não-formais de aprendizagem, de acordo com as orientações contidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Referências Bibliográficas ALBERTS, B.; BRAY ,D.; LEWIS ,J.; RAFF, M.; ROBERTS ,K. & WATSON, J.D. Biologia Molecular da Célula. 5ª.ed. Artmed, 2009. AIRES, MARGARIDA M. Fisiologia. 4a ed. Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro. 2012. BERNE, R. M.; LEVY, M. N.; KOEPPEN, B. M.; STANTON, B. A. Fisiologia. 6ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro. 2009. BRADSHAW, D. Ecofisiologia dos vertebrados – uma introdução aos seus principios e aplicações. Santos Livraria Editora, 2007. BRUSCA R. C.; BRUSCA. G. J. Invertebrados. 2ªed. Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro. 2007 COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro. 2011. GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 12ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro. 2011. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G. Análise da estrutura dos vertebrados. 2ª Ed. Livraria Atheneu, São Paulo, 2006. HILL, R. W. Fisiologia animal. 2ª. ed Porto Alegre: Artmed, 2012. POUGH. F.H. A Vida dos vertebrados. 4ª Ed. Livraria Atheneu, São Paulo, 2008. PROSSER, C.L. Environmental and metabolic animal physiology. C.L. Prosser, ed. Wiley-Liss. 1991. PROSSER, C.L. Neural and integrative animal physiology. C.L. Prosser,ed. Wiley-Liss. 1991. RANDALL, D.; BURGGREN,W & FRENCH, K. Fisiologia animal – Mecanismos e adaptações. 4ª ed. Guanabara-Koogan, Rio de janeiro, 2011. RICKLEFS, R. E. A Economia da natureza. 6ª ed. Rio de Janeiro. RJ. Guanabara-Koogan. 2010. RIDLEY, M.; Evolução. 3ª ed. Artmed. 2006 ROMER, A. S. Anatomia comparada dos vertebrados, Livraria Atheneu, São Paulo, 1985. ROMERO, S.M.B. Fundamentos de neurofisiologia comparada – Da Recepção à integração. Holos Editora, Ribeirão Preto, 2000. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal. Adaptação e meio ambiente. 2ª ed. Santos Livraria Editora, 2002. SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana – Uma abordagem integrada. 5ª ed. Porto Alegre. Artmed, 2010. WITHERS, P.C. Comparative animal physiology. Saunders College Publishing. 1992. HISTÓRIA, FILOSOFIA E ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: não há. Período de oferecimento: 1º Ementa: A distinção entre saber científico e outros saberes (filosófico, artístico, religioso, senso comum). História e evolução das Ciências Naturais na perspectiva educacional. Epistemologia das Ciências Naturais. Obstáculos epistemológicos e a construção do conhecimento científico e suas implicações para o ensino de ciências. Ciência e método. A ideia de progresso científico. O que é uma teoria científica. Ciência, ideologia, e ética. As aplicações funcionais do conhecimento científico. Referências Bibliográficas ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: Introdução ao Jogo e a suas Regras. 11a ed. São Paulo: Edições Loyola, 2006. 223 p. ROSSI, Paolo; TORENCINI, Álvaro. A ciência e a filosofia dos Modernos :aspectos da revolução científica. São Paulo: UNESP,
1992. 389p. KUHN, Thomas S; BOEIRA, Beatriz Vianna; BOEIRA, Nelson. A estrutura das revoluções científicas. 5a ed. São Paulo: Perspectiva, 1997, 1998. 257 p. BACHELARD, Gaston 1884-1962; ABREU, Estela dos Santos. A formação do espírito científico:contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008. 314p. CHALMERS, Alan; SIDOU, Beatriz. A fabricação da ciência. São Paulo: UNESP, 1994. 185 p.
BIOLOGIA CELULAR Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: não há. Período de oferecimento: 1º Ementa: Origem da vida. Organização de Células Procarióticas e Eucarióticas. Métodos de Estudo em Biologia Celular. Membrana Plasmática, Comunicação Celular, Núcleo, Organelas celulares, Endereçamento de Proteínas, Tráfego de vesículas, Citoesqueleto, Ciclo Celular, Diferenciação e Morte Celular. Instrumentalização para o ensino/aprendizagem de Biologia Celular. Referências Bibliográficas Alberts B, Johnson A, Julian Lewis J, Raff M, Roberts K, Walter P. Biologia Molecular da Célula. 6ª edição, 2017. ARTMED, Porto Alegre, RS. Alberts B, Bray D, Hopkin K, Johnson A, Julian Lewis J, Raff M, Walter P. Fundamentos de Biologia Celular. 4ª edição, 2017. ARTMED, Porto Alegre, RS. Carvalho HF & Recco-Pimentel SM. A célula. 3ª edição, 2013. Manole, São Paulo, SP. Cooper GM & Hausman RE. A célula: uma abordagem molecular. 3ª edição, 2007. ARTMED, Porto Alegre, RS. BIOQUIMICA ESTRUTURAL Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: não há. Período de oferecimento: 1º Ementa: Introdução a bioquímica. Água, pH e Sistema Tampão. Estrutura, Ocorrência e Funções de Aminoácidos, Peptídeos, Proteínas, Carboidratos, Enzimas, Lipídeos, Nucleotídeos, Ácidos Nucleicos e Hormônios. Bioenergética. Laboratório de Bioquímica. Estratégias de ensino de Bioquímica. Referências Bibliográficas CAMPBELL, M. K. & FARREW, S. O. Bioquímica. 8ª Edição, 2015. Ed. Cengage Learning. MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica Básica, 4ª ed., Ed. Guanabara Koogan, 2015. MURRAY, R. K., GRANNER, D. K., RODWELL, V. W. Harper: Bioquímica Ilustrada. 29ª Edição, 2013. Ed. McGraw Hill – Artmed. LEHNINGER, T. M., NELSON, D. L. & COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed. STRYER, L., BERG, J. M., TYMOCZKO, J. Bioquímica. 7ª Edição, 2014. Ed. Guanabara Koogan. VOET, D., VOET, J., PRATT, C. W. Fundamentos de Bioquímica – A Vida em Nível Molecular. 4ª Edição, 2014. Ed. Artmed. BIOQUIMICA METABÓLICA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Bioquímica Estrutural Período de oferecimento: 2º Ementa: Bioquímica da digestão e absorção dos nutrientes da dieta. Introdução ao Metabolismo. Metabolismo dos carboidratos. Ciclo do ácido cítrico. Cadeia transportadora de elétrons e fosforilação oxidativa. Fotossíntese. Metabolismo dos lipídeos. Metabolismo dos nucleotídeos. Metabolismo dos aminoácidos. Noções de integração metabólica. Estratégias de ensino de bioquímica. Referências Bibliográficas CAMPBELL, M. K. & FARREW, S. O. Bioquímica. 8ª Edição, 2015. Ed. Cengage Learning. DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas, 7ª ed., Ed. Blucher, 2011. MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica Básica, 4ª ed., Ed. Guanabara Koogan, 2015. MURRAY, R. K., GRANNER, D. K., RODWELL, V. W. Harper: Bioquímica Ilustrada. 29ª Edição, 2013. Ed. McGraw Hill – Artmed. LEHNINGER, T. M., NELSON, D. L. & COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed. STRYER, L., BERG, J. M., TYMOCZKO, J. Bioquímica. 7ª Edição, 2014. Ed. Guanabara Koogan. VOET, D., VOET, J., PRATT, C. W. Fundamentos de Bioquímica – A Vida em Nível Molecular. 4ª Edição, 2014. Ed. Artmed. BIOFÍSICA DOS SISTEMAS BIOLÓGICOS Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: não há. Período de oferecimento: 2º Ementa: Bases biofísicas: grandezas e unidades; termodinâmica e fluidos; eletricidade. Bioeletricidade: potencial de repouso, potencial de ação e condução de potencial de ação; Biofísica das funções vitais: circulação, respiração e função renal; Radiações e radiobiológica numa abordagem multidisciplinar; contribuição pedagógica para o processo de aprendizagem e práticas pedagógicas do ensino da biofísica como ciência. Referências Bibliográficas Duran, Jose Henrique Rodas, Biofísica Conceitos e Aplicações 2a ed. 2011. Selkurt, Ewald E. Fisiologia Ed Guanabara Koogan, 2015 Freire Maia, Newton. Radiogenética Humana Ed Edgard Blucher Ltda, 2014 Rocha, Antônio,F.G. Medicina Nuclear Ed. Guanabara Koogan, 2010 Heneine, Ibrahim, F. Biofísica Básica Livraria Atheneu, 2000 Caldas, Cecil Choe Iberê e Okuno, Emico. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas Ed Guanabara Koogan, 2000 Garcia,Eduardo A.C. Biofísica, Editora Sarvier, 2012 Guyton, Arthur C.& Hall, John E. Tratado de Fisiologia Médica, Ed.Guanabara Koogan, 2016 GENÉTICA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Biologia Celular Período de oferecimento: 4º Ementa: Bases cromossômicas e padrões de herança. Ação e interação alélica. Interação gênica. Ligação gênica, recombinação meiótica e mapeamento genético. Alterações cromossômicas. Genética quantitativa. Genética de populações. Estratégias de ensino em Genética. Referências Bibliográficas GRIFFITHS AJF, WESSLER SR, CARROLL SB, DOEBLEY J. Introdução à Genética. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
JORDE LB, CAREY JC, BAMSHAD MJ. Genética médica. 5a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. KEAN S. O polegar do violinista: e outras histórias da genética sobre amor, guerra e genialidade. 1 a ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2013. MOALEN S, LAPLANTE MD. Herança. 1a ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. MUKHERJEE S. O gene: uma história íntima. 1a ed. São Paulo: Companhia das letras, 2016. NUSSBAUM RL, MCINNES RR, WILLARD HF. Thompson & Thompson Genética Médica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. PIERCE, BA. Genética: um enfoque conceitual. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. SNUSTAD DP, SIMMONS MJ. Fundamentos de Genética. 7a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. WATSON JD, BERRY A. DNA – O segredo da vida. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. BIOLOGIA MOLECULAR Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Não há Período de oferecimento: 5º Ementa: A natureza molecular e a organização do material genético. Manutenção do genoma: Replicação, Mutabilidade e Reparo do DNA e Recombinação. Expressão do genoma: Transcrição, Tradução, Regulação da Expressão Gênica. O ensino da genética em nível molecular. Referências Bibliográficas ALBERTS B, JOHNSON A, LEWIS J, MORGAN D, RAFF M, ROBERTS K, WALTER P. Biologia Molecular da Célula. 6a ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. GRIFFITHS AJF, WESSLER SR, CARROLL SB, DOEBLEY J. Introdução à Genética. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. SNUSTAD DP, SIMMONS MJ. Fundamentos de Genética. 7a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. WATSON JD, BAKER TA, BELL SP, GANN A, LEVINE M, LOSICK R. Biologia Molecular do Gene. 7a ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. WATSON JD, BERRY A. DNA – O segredo da vida. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. IMUNOLOGIA V Créditos: 03 Carga Horária: 45h Pré-requisito: Biologia Celular e Bioq. Estrutural Período de oferecimento: 6º Ementa: Células e Tecidos linfoides; Mecanismos naturais e adquiridos de defesa; Mecanismos de resposta imune humoral e celular; Distúrbios imunológicos (hipersensibilidades; autoimunidade e imunodeficiências); Imunoprofilaxia e Imunoterapia; Imunologia dos tumores e dos transplantes. Referências Bibliográficas: ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILAI, S. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier, 8ª edição, 2015. MURPHY, K.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Imunobiologia de Janeway. Porto Alegre: ArtMed, 8ª edição. 2014. PAHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: ArtMed, 3ª edição, 2011. DELVES, P.J.; ROITT, I.M. Fundamentos de Imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 12ª edição, 2013. KINDT, T.J.; GOLDSBY, R.A.; OSBORNE, B.A. Imunologia de Kuby. Porto Alegre, ArtMes, 6ª edição, 2008. BALESTIERI, F.M.P. Imunologia. Editora Manole, 2006. BIOLOGIA DE MICROORGANISMOS Créditos: 04 Carga Horária: 60h Pré-requisito: Biologia Celular e Bioq. Metabólica Período de oferecimento: 6º Ementa: Morfologia, citologia, fisiologia, genética e reprodução de bactérias e de fungos. Fatores de patogenicidadede bactérias e de fungos. Ação dos agentes físicos, químicos e dos antimicrobianos sobre os micro-organismos. Técnicas de coloração utilizada na rotina microbiológica, isolamento e identificação debactérias e de fungos. Noções gerais sobre vírus. Ecologia microbiana. Microorganismos do solo relacionados aos processos de transformações e a fixação biológica do nitrogênio. Referências Bibliográficas BLACK, J.G.- Microbiologia: fundamentos e perspectivas, Guanabara Koogan 4a ed. 2002. 829p. MURRAY, P.R.; ROSENTHAL, K.S.; PFALLER, M.A. Microbiologia Médica. 7a ed. Madrid: Elsevier, 2014. PELCZAR JUNIOR, M.J., CHAN, E.C.S., KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. v.1, 2a ed. São Paulo: Makron Books, 1996. 524p. PUTZKE, J., PUTZKE, M. T. L. Os Reinos dos fungos. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1998, v.1, 606p. TORTORA, G.; FUNKER, B.; CASE, C. Microbiologia. 10a ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.. TRABULSI, L.R., ALTERTHUM, F., GOMPERTZ, O.F., CANDEIAS, J.A.N. Microbiologia. 5 a ed. São Paulo: Atheneu, 2008. PARASITOLOGIA II Créditos: 03 Carga Horária: 45h Pré-requisito: Não tem Período de oferecimento: 7º Ementa: Biologia dos protozoários e helmintos parasitos e comensais de importância médica (morfologia, ciclo biológico, patogenia, diagnóstico, controle e profilaxia, transmissão e tratamento); principais vetores e ectoparasitos de importância médica (curiosidades e importância); técnicas de coleta, preparo e montagem de material parasitológico. Prática: protozoários, helmintos, vetores e ectoparasitos de importância médica (morfologia). Referências Bibliográficas NEVES, D. P. Parasitologia Humana, 12ª Ed São Paulo: Atheneu, 2013. FERREIRA, M. U. Parasitologia Contemporânea. Ed. Guanabara Koogan. 1ª ed. 2012. HIRSCH-MONTEIRO,
C. Parasitologia
II. Cap. 8. CB4. Ed. UFPB. 2013. Disponível: http://portal.virtual.ufpb.br/biologia/novo_site/Biblioteca/Livro_4/8Parasitologia.pdf. CIMERMAM, B.; FRANCO, M. A. Atlas de Parasitologia. 2a ed. São Paulo: Atheneu, 2009. REY, L. Parasitologia - Parasitos e Doenças Parasitarias do Homem nos Trópicos Ocidentais 4ª Ed. Guanabara Koogan. FISIOLOGIA HUMANA I Créditos: 04 Carga Horária: 60h Pré-requisito: Biofísica dos Sistemas Biológicos e Anatomia Humana Período de oferecimento: 4º
Ementa: Estudo analítico do funcionamento dos sistemas que compõem o organismo humano, com ênfase ao estudo da fisiologia geral dos sistemas nervoso, locomotor, cardiovascular, renal, respiratório, digestório, endócrino e reprodutor e dos mecanismos de integração dos diferentes sistemas objetivando a manutenção da homeostasia do organismo humano como unidade. Referências Bibliográficas SILVERTHORN, Dee Unglaub; JOHNSON, Bruce R; SILVERTHORN, Andrew C. Fisiologia humana:uma abordagem humana. 5a ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 260p. COSTANZO, Linda; TERENZI, Mariana Graciela; RODRIGUES, Denise Costa. Fisiologia. 5a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 502p. AIRES, Margarida de Mello; CASTRUCCI, Ana Maria de Lauro. Fisiologia. 3a ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 2011. 1232p. BIOESTATÍSTICA I Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de oferecimento: 3º Ementa: Ideias Básicas da Análise Estatística; Fases do Trabalho Estatístico; Estatística Descritiva: Tabelas e Gráficos, Meiddas de Posição, Medidas de Assimetria e Curtose, Medidas de Variabilidade, Demografia e Coeficientes Viatis; regressão e Correlação; Introdução à Probabilidade e Modelos Epdemiológicos; Modelos Probabilísticos: Binomial e Normal; Introdução a teoria de Amostragem; Inferência estatística: Estimação Pontual Intervalo de Confiança e teste de Hipótese para Média e para proporção de uma e duas Populações; Teste de Independência; Análise de Variância com um fator. Referências Bibliográficas ARANGO, H. G. Bioestatística Teórica e Computacional: com banco de dados reais em disco. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3ª Edição, 2009. CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Versão digital - Porto Alegre: Artmed, 2007. Disponível versão digital na Biblioteca Virtual da UFPB em http://integrada.minhabiblioteca.com.br/ DANIEL, W.W. Biostatics: A Foundation for Analysis in the Health Sciences. 10th Edition. Wiley, 2013. VIEIRA, S. Introdução a Bioestatística. Saõ Paulo: Editora Campus, 3a Edição, 2006. PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de Bioestatística. 2ª Edição. São Paulo: Thompson Learning, 2006. TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística: atualização da tecnologia. Rio de Janeiro: LTC, 2013. Disponível versão digital na Biblioteca Virtual da UFPB em http//integrada.minhabilbioteca. com.br/
EMBRIOLOGIA Créditos: 05 Carga Horária: 75h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 6º Ementa: Estudo dos mecanismos biológicos dos estágios iniciais do desenvolvimento dos invertebrados e vertebrados. Desenvolvimento embrionário humano desde o zigoto até o nascimento, incluindo a placenta e os anexos extraembrionários que unem o embrião à mãe. Referências Bibliográficas CARLSON, B. M. EMBRIOLOGIA HUMANA E BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO, 5ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro – RJ, 2014. GARCIA, S. M. L.; FERNANDES, C. M. – EMBRIOLOGIA, 3ª ed. Artmed Editora, 2012. GILBERT, S. F. BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO, 5ª ed. FUNPEC editora, Ribeirão Preto – SP, 2003. HIB, J. EMBRIOLOGIA MÉDICA, 8a ed. Guanabara Koogan, Rio de janeiro - RJ, 2007. LANGMAN, I.; SADLER, T. W. EMBRIOLOGIA MÉDICA, 13ª ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro – RJ, 2016. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. EMBRIOLOGIA CLÍNICA, 10a ed. Elsevier, Rio de Janeiro – RJ, 2016. ROHEN, J. W.; LUTJEN-DRECOLL, E. EMBRIOLOGIA FUNCIONAL. 2a ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro – RJ, 2005. O´RAHILLY, R.; MULLER, F. EMBRIOLOGIA & TERATOLOGIA HUMANAS, 3a ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro – RJ, 2005. ANATOMIA HUMANA Créditos: 5 Carga Horária: 75h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 3º Ementa: Estudar a morfologia macro e microscópica dos órgãos e sistemas do corpo humano e seus mecanismos reguladores, descrevendo os aspectos morfofuncionais dos sistemas esqueléticos, articular, muscular, circulatório, respiratório, digestório, urinário, genital, endócrino, tegumentar e nervoso. Referências Bibliográficas DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A.. Anatomia básica dos sistemas orgânicos.. 3a ed. Atheneu. 2004. TORTORA, G. J. Princípios de Anatomia Humana. 12ª ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2013. SOBOTTA, J.; BECHER, H. Atlas de Anatomia Humana. 23a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. vol. I e II. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica. 1a ed. São Paulo: Manole, 2001. HISTOLOGIA I Créditos: 3 Carga Horária: 45h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 6º Ementa: Estrutura histológica, classificação e histofisiologia dos tecidos epiteliais, tecidos conjuntivos. Tecidos musculares e tecido nervoso. Referências Bibliográficas JUNQUEIRA E CARNEIRO.HISTOLOGIA BASICA: TEXTO E ATLAS. 13a ed. GUANABARA KOOGAN. 2017 GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. 4a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2007. 432p. ISBN: 8527712202. SOBOTTA, Johannes; MESQUITA, Elizabeth Orneiro. Atlas de histologia:citologia, histologia e anatomia microscópica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 266 p.
FUNDAMENTOS ANTROPO-FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 1º Ementa: Estudos de saberes dos Fundamentos Antropo-Filosóficos da Educação, que orientam processos de ensino-aprendizagem, problematizando as relações sociais, políticas e culturais de gênero, raça e etnia, contribuindo para a constituição da diversidade cultural. Referências Bibliográficas ZEA, L.. Discurso desde a marginalização e a barbarie: seguido de, a filosofia latino-americana como filosofia pura e simplesmente. . Garamond. 2005. RABUSKE, E. A. Antropologia filosófica. . Vozes. 2010 OLIVEIRA, M. A. DE. Ética, direito e democracia. . Paulus. 2010 NOGARE, P. D..Humanismos e anti-humanismos: introdução à antropologia. . Vozes. 2008 MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. . Zahar. 2005 LIPMAN, M. O pensar na educação. . Vozes. 1995 LARAIA, R. DE B. Cultura: um conceito antropológico. . Zahar. 2004 LAPLANTINE, F. Antropologia da doença. 3ª edição. Martins Fontes. 2004 JASPERS, K. Introdução ao pensamento filosófico. . Cultrix. 2011 FROMM, E..Conceito Marxista do Homem. . Zahar. 1962 CHAUI, M. Convite à filosofia. . ÁTICA. 2006 ASSMANN, H. Reencantar a Educação: rumo à sociedade aprendente. . Vozes. 2007 FUNDAMENTOS SÓCIO-HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 2º Ementa: Estudo da contribuição das ciências sociais e humanas para a compreensão do fenômeno educativo e sua aplicação no processo de formação do educador. Referências Bibliográficas HOBSBAWN, Eric. A era das revoluções (1789-1848). 1a ed. Paz e Terra. 1981 Gilberto Luiz Alves. A produção da escola pública contemporânea. 1a ed. Campo Grande, MS: Ed. UFMS; Campinas, SP: Autores Associados. 2001 MANACORDA, Mario A. História da educação: da antiguidade aos nossos dias. 1a ed. Cortez: Autores Associados. 1989 SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica. 8a ed. Autores Associados. 2003 RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 1a ed. DP&A. 2004 FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 2º Ementa: Estudo dos saberes teóricos sobre o desenvolvimento psicológico e a aprendizagem humana aplicados ao processo de ensino-aprendizagem. Referências Bibliográficas POZO, Juan Ignacio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Artmed. 2002 COLL, Cesar; MARCHESI, Alvaro, PALACIOS, Jesus.. Desenvolvimento psicológico e educação. Volume 1, Psicologia Evolutiva.. . Artmed. 2004 COLL, Cesar; MARCHESI, Alvaro, PALACIOS, Jesus. Desenvolvimento psicológico e educação. Volume 3, Psicologia da Educação escolar.. . Artmed. 2004 KUPFER, Maria Cristina. Freud e a Educação: o mestre do impossível.. . Scipione. 1989 SANTOS, Carmen Sevilla Gonçalves dos Santos. Fundamentos Psicológicos da Educação. In Linguagens: usos e reflexões.. . UFPB. 2011 GALVÃO, Isabel. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Vozes. 2011 CARRARA, Kester. Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens.. Avercamp. 2006 CUNHA, Marcus Vinicius. Psicologia da Educação. DP&A. 2000 BRAGHIROLLI, Elaine Maria. et al. Psicologia geral. . Vozes. 1995 OLIVEIRA, Marta Koll. Vygotsky: Aprendizado e desenvolvimento um processo sócio-histórico.. . Scipione. 2010 DIDÁTICA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 2º Ementa: A didática e suas dimensões político-social, técnica humana e as implicações no desenvolvimento do processo de ensino aprendizagem; O objeto da didática; Pressupostos teóricos, históricos, filosóficos e sociais da didática; Tendências pedagógicas e a didática; Planejamento de ensino; O ato educativo e a relação professor-aluno. Referências Bibliográficas ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de; OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales. Alternativas no Ensino de Didática. Campinas: Papirus, 1997, 2010, 2011. CANDAU, Vera Maria. A didática em questão. 4a ed. Petrópolis: Vozes, 1985. FARIAS, I.M.S. et al. Didática e Docência: aprendendo a profissão. Brasília: Líber Livro, 2009. ZABALA, Antoni. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed. 1998 PERRENOUD, Philippe. A Prática Reflexiva no Oficio de Professor. Porto Alegre: Artmed. 2002 HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática. 1994 CASTRO, Amélia Domingues; CARVALHO, Anna Maria Pessoa (Orgs.). Ensinar a ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Thompson Learning.. 2006
POLITICA E GESTÃO DA EDUCAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 8º Ementa: O campo de estudo da disciplina e seu significado na formação do educador. A política, a legislação e as tendências educacionais para a Educação Básica, no contexto das mudanças estruturais e conjunturais da sociedade brasileira. Políticas para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio no Brasil e, particularmente, na Paraíba, a partir da nova LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96). Modelos organizacionais de escola e formas de gestão. Princípios e características da gestão escola participativa. Práticas organizacionais e administrativas na escola. Gestão educacional e desafios do cotidiano escolar. Profissionais da educação|: formação, carreira e organização política. Referências Bibliográficas Libâneo, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: Teoria e prática. 5a ed. - Goiânia:Alternativa, 2004. SILVA, Tomaz T., GENTILI, Pablo (orgs.). Escola S.A.: quem ganha e quem perde no mercado educacional do neoliberalismo. CNTE. 1996 AMARAL, Nelson Cardoso do. Para compreender o financiamento da educação básica no Brasil. . Liber Livro. 2012 SHIROMA, Eneida Oto; MORAES, Maria Célia Marcondes de; EVANGELISTA, Olinda. Política educacional. 4.ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. 128 p. OLIVEIRA, Romualdo Portela, ADRIÃO, Theresa (Orgs.). Gestão, financiamento e direito à educação. . Xamã. 2001 EDUCAÇÃO ESPECIAL Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 3º Ementa: Noções gerais sobre a Educação Especial e Educação Inclusiva. História da Educação Especial. Processos sociais para as pessoas com deficiência: exclusão, segregação, integração e inclusão. A Politica Educacional brasileira em favor da inclusão: aspectos legais. Particularidades na educação dos alunos com deficiência, com transtornos globais de desenvolvimento - TGD e altas habilidades/superdotação. A educação de alunos com deficiência: física, intelectual, auditiva, visual. A educação de alunos com TGD – transtornos globais de desenvolvimento. Referências Bibliográficas SANTIAGO Sandra. A história da exclusão da pessoa com deficiência: aspectos sócio econômicos, religiosos e educacionais. UFPB. 2011 BERSCH, R.; MACHADO. Atendimento educacional especializado do aluno com deficiência física. . Moderna. 2010 OLIVEIRA, A;OMOTE,S; GIROTO, C. Inclusão escolar: as contribuições da educação especial. FUNDEPE. 2008 SILVA, Ana Beatriz Barbosa; GAIATO, Mayra Bonifácio; REVELES, Leandro Thadeu. Mundo Singular: Entendendo o autismo. . Objetiva. 2012 Sandra Santiago Problematizando a inclusão do estudante surdo: da educação infantil ao ensino superior. . CCTA. 2015 SILVA, Izaura Maria de Andrade da, A educação profissional para pessoa com deficiência: desigualdade institucionalizada. Berlim: Novas Edições Acadêmicas, 2015. 177p. LIMA, Priscila Augusta. Educação inclusiva e igualdade social. São Paulo: Avercamp, 2006. 172p. MILANEZ,S.G; OLIVEIRA,A.A.S; MISQUIATTI,A.R.N. Atendimento educacional especializado para alunos com deficiência intelectual e transtornos globais do desenvolvimento. . Cultura Academica. 2013 ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE ENSINO DE CIÊNCIAS - I Créditos: 07 Carga horária: 105h Pré-requisito: Didática Período de Oferecimento: 4º Ementa: Aspectos teóricos, metodológicos e epistemológicos da formação, profissionalização e prática docente. A Didática das Ciências e modelos de formação docente. Os documentos legais: parâmetros, diretrizes e orientações curriculares no Ensino de Ciência. Inserção do aluno-estagiário na escola de Ensino Fundamental – anos finais (6º ao 9º ano). Desenvolvimento de estágio de observação. Planejamento de ensino na escola campo de estágio: organização do espaço e tempos escolares no Ensino Fundamental (estrutura administrativa, curricular, pedagógica e profissional). Processo de planejamento pedagógico da escola voltado ao ensino de Ciências Naturais. Abordagens metodológicas de ensino e elaboração de propostas didáticas para os anos finais do ensino fundamental. Tendências da avaliação no ensino de Ciências. Referências Bibliográficas ALONSO,M. (org.).O trabalho Docente: teoria e prática. São Paulo: Pioneira, 2003. VERHAEGHE, J.C. et al. Praticar a Epistemologia: um manual de iniciação para professores e formadores. São Paulo: Loyola, 2004. FARIAS, I.M.S. et al. Didática e Docência: aprendendo a profissão. Brasília: Líber Livro, 2009. KRASILCHIK, Myriam. Prática de Ensino de Biologia. 4ª ed. São Paulo, EDUSP, 2004. MARANDINO, Martha; FERREIRA, Márcia Serra; AMORIM, Antônio Carlos (Org.). Ensino de Biologia: conhecimentos e valores em disputa. Niterói: Eduff, 2005. OLIVEIRA, Maria Teresa Morais (Coord.). Didática da Biologia. Lisboa: Universidade Aberta, 1991. PEREIRA, Marsílvio Gonçalves & AMORIM, Antônio Carlos Rodrigues de (org.). Ensino de Biologia: fios e desafios na construção de saberes. João Pessoa: UFPB, 2008. ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE ENSINO DE CIÊNCIAS - II Créditos: 07 Carga horária: 105h Pré-requisito: Est. Sup. Ens de Ciências I Período de Oferecimento: 5º Ementa: O Ensino fundamental na educação brasileira e o ensino de Ciências. Reflexões sobre a prática docente em Ciências no contexto da sala de aula nos anos finais do ensino fundamental. Microensino. Desenvolvimento de estágio de regência no ensino de
Ciências (6º ao 9º anos). Planejamento, execução e avaliação de propostas didáticas para os anos finais do ensino fundamental, na escola campo de estágio. Referências Bibliográficas AZAMBUJA, G. (org.). Atualidades e diversidades na formação de professores. Santa Maria: Ed.da UFSM, 145p., 2007. BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Secretaria de Educação Fundamental, Brasília,DF: MEC/SEF,174p, 1998. SANTA’ANNA, F. M. Microensino e Habilidades Técnicas do Professor. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1979 KRASILCHIK, Myriam. Prática de Ensino de Biologia. 4ª ed. São Paulo, EDUSP, 2004. MARANDINO, Martha; FERREIRA, Márcia Serra; AMORIM, Antônio Carlos (Org.). Ensino de Biologia: conhecimentos e valores em disputa. Niterói: Eduff, 2005. OLIVEIRA, Maria Teresa Morais (Coord.). Didática da Biologia. Lisboa: Universidade Aberta, 1991. PEREIRA, Marsílvio Gonçalves & AMORIM, Antônio Carlos Rodrigues de (org.). Ensino de Biologia: fios e desafios na construção de saberes. João Pessoa: UFPB, 2008. ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE ENSINO DE BIOLOGIA - I Créditos: 07 Carga horária: 105h Pré-requisito: Est. Sup. Ens Ciênc. II Período de Oferecimento: 6º Ementa: Formação Docente em Biologia: abordagens teóricas, metodológicas e epistemológicas. Experiências e práticas de formação de professores de Biologia para o ensino médio. Os documentos legais: parâmetros, diretrizes e orientações curriculares no Ensino de Biologia. Habilidades e Competências no ensino de Biologia. Inserção do aluno-estagiário na escola de Ensino Médio: desenvolvimento de estágio de observação; diagnóstico da estrutura administrativa, curricular, pedagógica e profissional. Planejamento de plano de ensino na escola campo de estágio. Processo de planejamento pedagógico da escola e do ensino de Biologia. Levantamento de elementos para elaboração do plano de ação pedagógica. Tendências da avaliação no ensino de Biologia. Referências Bibliográficas GÜLLICH, Roque Ismael da Costa; HERMEL, Erica do Espírito Santo. Ensino de Biologia: construindo caminhos formativos. Curitiba: Prismas, 2013. KRASILCHIK SANTOS, L. H. S. (Org.). Biologia dentro e fora da escola: meio ambiente, estudos culturais e outras questões. Porto Alegre: UFRGS, 2000. CARVALHO, Anna Maria Pessoa (org.). Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula, São Paulo, Cengage, Learning, 2013 KRASILCHIK, Myriam. Prática de Ensino de Biologia. 4ª ed. São Paulo, EDUSP, 2004. MARANDINO, Martha; FERREIRA, Márcia Serra; AMORIM, Antônio Carlos (Org.). Ensino de Biologia: conhecimentos e valores em disputa. Niterói: Eduff, 2005. OLIVEIRA, Maria Teresa Morais (Coord.). Didática da Biologia. Lisboa: Universidade Aberta, 1991. PEREIRA, Marsílvio Gonçalves & AMORIM, Antônio Carlos Rodrigues de Ensino de Biologia: fios e desafios na construção de saberes. João Pessoa: UFPB, 2008. ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE ENSINO DE BIOLOGIA - II Créditos: 07 Carga horária: 105h Pré-requisito: Est. Sup. Ens Biol. I Período de Oferecimento: 7º Ementa: Conceitos estruturantes de Biologia no ensino médio. Formas de comunicação, realização de atividades didáticas e a natureza do diálogo professor-aluno. Microensino. Inserção do aluno-estagiário na escola de Ensino Médio. Desenvolvimento de estágio de regência. Execução e Avaliação do plano de ensino na escola campo de estágio. Referências Bibliográficas ABIB, M. L. V.S. Avaliação e melhoria da aprendizagem em física.. In Carvalho, A. M. P. e col. Ensino de Física.. . São Paulo, Cengage Learning. 2010. BIZZO, N.. Metodologia do ensino de Biologia e estágio supervisionado. . São Paulo, Ática. 2012 SANTA’ANNA, F. M. Microensino e Habilidades Técnicas do Professor. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1979- KRASILCHIK, Myriam. Prática de Ensino de Biologia. 4ª edição. São Paulo, EDUSP, 2004. MARANDINO, Martha; FERREIRA, Márcia Serra; AMORIM, Antônio Carlos (Org.). Ensino de Biologia: conhecimentos e valores em disputa. Niterói: Eduff, 2005. OLIVEIRA, Maria Teresa Morais (Coord.). Didática da Biologia. Lisboa: Universidade Aberta, 1991. PEREIRA, Marsílvio Gonçalves & AMORIM, Antônio Carlos Rodrigues de (org.). Ensino de Biologia: fios e desafios na construção de saberes. João Pessoa: UFPB, 2008. FUNDAMENTOS DE GEOLOGIA Créditos: 04 Horas: 60 Pré-requisitos: Não há Período de oferecimento: 1º Ementa: Origem e movimentos da Terra. Minerais e Rochas. Tectônica Global. Dinâmica Externa. Referências Bibliográficas Wicander, Reed. Fundamentos de geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. Cailleux, André. A geologia. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1961. (Coleção saber atual) Suguio, Kenitiro. A evolução geológica da terra e a fragilidade da vida. 2a ed. – São Paulo:Blucher, 2010. FÍSICA PARA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Créditos: 04 Pré-requisitos: Não há
Horas: 60 Período de oferecimento: 2º
Ementa: Movimento retilíneo. Deslocamento, tempo, velocidade média, velocidade instantânea, aceleração, movimento retilíneo uniforme, movimento uniformemente acelerado, queda dos corpos. Energia. Introdução, trabalho, potência, energia cinética, forças conservativas, energia potencial, conservação da energia, energia térmica, energia química e biológica, transformação de energia na biosfera. Fluidos. Hidrostática, gás ideal, gás real, efeitos fisiológicos da variação de pressão de fluidos. Hidrodinâmica, fluidos ideais e reais, tensão superficial, capilaridade, difusão, osmose, aplicações biológicas. Fenômenos elétricos na célula. Carga elétrica, campo elétrico, força elétrica, potencial elétrico, potencial de uma membrana, corrente elétrica, equilíbrio de Donnan, potencial de ação, propagação do potencial de ação através do axônio. Otica. Refração e reflexão da luz, lentes convergente, lentes divergentes, lentes e o olho humano, microscópico ótico, espectro de luz, espectroscopia. Introdução a Cinemática de partículas. Referências Bibliográficas Caldas, Cecil Choe Iberê e Okuno, Emico. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas Ed Guanabara Koogan, 2000. DURÁN, José Enrique Rodas. Biofísica:f undamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006, 2008. 318p. BUCKINGHAM, A. D. Light scatterring in physics, chemistry and biologia. London: The Royal Society, 1980. 471p.
b) Conteúdo Complementar Obrigatório BASES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Não há Período de oferecimento: 6º Ementa: Princípios fundantes e orientadores da educação ambiental crítica. Complexidade ambiental. Alfabetização Ecológica na perspectiva da sustentabilidade. Estratégias de educação ambiental em diferentes espaços educativos. O caráter interdisciplinar da educação ambiental. A educação ambiental como fundamento para o desenvolvimento sustentável. Linhas de atuação em educação ambiental: Natureza humana, Cultura e valores ambientais. Bases pedagógicas e metodológicas da Educação Ambiental. Práticas educativas para a educação ambiental. Referências Bibliográficas Dias, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. 3a ed. São Paulo: Gaia, 1998. Oliveira, Elísio Márcio de. Educação ambiental: uma possível abordagem Brasília: Edicões IBAMA, 1996. (Meio ambiente. Estudos: educação ambiental; n.1) Sato, Michèle. Educação Ambiental 3a ed. – São Carlos: RiMa, 1997. GENÉTICA APLICADA Créditos: 02 Carga horária: 30h Pré-requisitos: Biologia Molecular e Genética. Período de oferecimento: 7º Ementa: Temas atuais em genética. Genética microbiana. Técnicas de manipulação genética e suas aplicações. Doenças genéticas. Epigenética. Biologia Molecular e Sociedade. Ética na Era da Engenharia Genética. O ensino da Genética Aplicada. Referências Bibliográficas ALBERTS B, JOHNSON A, LEWIS J, RAFF M, ROBERTS K, WALTER P. Biologia Molecular da Célula. 5a ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. CARSON R. Primavera Silenciosa. 1a ed. São Paulo: Gaia, 2010. FRANCIS RC. Epigenética. 1a ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2015. GRIFFITHS AJF, WESSLER, LEWONTIN RC, GELBART WM, SUZUKI DT, MILLER JH. Introdução à Genética. 10a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. JABLONKA E, LAMB MJ. Evolução em quatro dimensões. 1a ed. São Paulo: Companhia das letras, 2010. JORDE LB, CAREY JC, BAMSHAD MJ. Genética médica. 4a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. KEAN S. O polegar do violinista: e outras histórias da genética sobre amor, guerra e genialidade. 1 a ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2013. MOALEN S, LAPLANTE MD. Herança. 1a ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 4º Ementa: Concepções de avaliação: dimensões políticas e culturais. Princípios, funções, características e modalidades da avaliação. A prática da avaliação. Avaliação e mecanismos intra-escolares: recuperação, reprovação, repetência e evasão. Avaliação nos processos de ensino-aprendizagem. Referências Bibliográficas ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas.. . Cortez. 1998 HOFFMAN, Jussara. Avaliação: mito e desafio - uma perspectiva construtivista. 14a ed. Mediação. 2000 HOFFMAN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. . Mediação. 2009 ESTEBAN, Maria Tereza (Org.). Escola, currículo e avaliação. . Cortez. 2009 ESTEBAN, Maria Tereza; AFONSO, Almerindo Janela (orgs.).. Olhares e Interfaces: reflexões críticas sobre a avaliação. . Cortez. 2010 CATANI, Denice B. E GALLEGO, Rita de C.. Avaliação.. . UNESP. 2009 CASTRO, A. D. de.; CARVALHO, A. M. Ensinar e aprender: didática para a escola fundamental e média. . Cortez/Pioneira. 2001 VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem: práticas de mudança por uma práxis transformadora. 5a ed. Libertad. 2003. METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 2º Ementa: Leitura e produção de textos, com aplicação das normas técnicas, apresentadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para a elaboração da produção científica, tais como: resumo, resenha, fichamento, ensaios, artigos, relatórios e monografias.
Referências Bibliográficas GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. 5a ed. - Campinas, SP:Alínea, 2011. CARVALHO, Maria Cecília Maringoni de. (Org.) Construindo o saber: metodologia científica - fundamentos e técnicas – 24a ed. Campinas, SP:Papirus, 2013 GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa 5a ed. - São Paulo: Atlas, 2010 POPPER, Karl R. A lógica da pesquisa científica. 2a ed. - São Paulo: Cultrix, 2013. EDUCAÇÃO EM SAÚDE NAS ESCOLAS Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 6º Ementa: Representações de Saúde produzidas pela Escola, pelos diferentes sistemas de conhecimento (tradições culturais) e pela mídia (documentários, cinemas, revistas, TV) e nos Livros Didáticos e Paradidáticos. Visão reducionista/mecanicista de saúde humana. Parasitoses Humanas no contexto do Ensino das Ciências Biológicas na educação básica. Corpo, Gênero, Sexualidade DST-AIDS versus Escola. Drogas nas Escolas. Bullying: ações físicas, verbais, psicológicas e cyberbulling no contexto da sala de aula. Alimentação escolar: os Alimentos Essenciais para o Homem. Programas de saúde nas escolas de educação básica. Questões voltadas ao saneamento básico e saúde ambiental. Referências Bibliográficas BRASIL.Orientações Curriculares para o Ensino Médio:Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Secretaria de Educação Básica. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 135p., 2008. CANDIANI, G.; LAGE, M.; VITA, S.; SOUZA, W. Educação Ambiental: percepção e práticas sobre Meio Ambiente de estudantes do ensino fundamental e médio. Revista Eletrônica Mestrado Educação Ambiental. 12º vol. 2004. PINTO, T.; TELLES, I.S. (ogs.)..AIDS e Escola: reflexões e propostas do EDUCAIDS.. . Cortez; UNICEF.. 2001 CAVALIERI, A.L.F.; EGYPTO, A.C..Drogas e Prevenção: a cena e a reflexão.. . Saraiva. 2002 BUSQUETS, M.D.; LEAL, A. A Educação para a Saúde. In: BUSQUETS, M.D. et al. (orgs.). Temas Transversais em Educação: bases para uma formação integral.. . Ática. 2003 BRASIL. Guia de livros didáticos: PNLD 2015 - Biologia - Ensino Médio. . MEC. 2014 ABÍLIO, F.J.P. In: GUERRA, R.A.T. (Org.). Ciências Biológicas: Cadernos CB Vitual. Educação, Meio Ambiente e Saúde nas Escolas. . João Pessoa: Editora Universitária - UFPB. 2010 METODOLOGIA E INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA Créditos: 06 Carga horária: 90h Pré-requisito: Didática Período de Oferecimento: 4º Ementa: A história da disciplina escolar Ciências e Biologia. A função social e objetivos do ensino de Ciências e Biologia. Natureza da Ciência e Ensino de Biologia. Políticas públicas em educação e o ensino de Ciências e Biologia: financiamento da educação, as questões de currículo, materiais didáticos, sistemas de avaliação institucional. Conhecimento científico, conhecimento escolar e processos de seleção, transposição e mediação didática. História e utilização de livros didáticos e paradidáticos no ensino de Ciências e Biologia. Tendências atuais de ensino de Ciências e Biologia. Fundamentos da metodologia e da instrumentação no ensino de Ciências e Biologia. Abordagens e modalidades didáticas no ensino de Ciências e Biologia. Os laboratórios de ensino de Ciências e Biologia. Experimentação científica e didática: planejamento, execução e avaliação de Experimentos voltados para o Ensino de Ciências e de Biologia. O tratamento pedagógico de temas curriculares no ensino de Ciências e Biologia. A educação em Ciências e Biologia em diferentes espaços e contextos de formação. Referências Bibliográficas ASTOLFI, J. P. & DEVELAY,M. A Didática das Ciências. Campinas,SP: Papirus, 1990. BLAUTH, P.R. & MIGOTTO, A.E. Excursão à praia: passeio ou aula? Revistas de Ensino de Ciências, 21: 56-60, 1988. BORDENAVE, J. D. ; PEREIRA, A. M. Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1995. DELIZOICOV, D. ; ANGOTTI, J.A. Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 1994. HENNIG, G. J. Metodologia do Ensino de Ciências. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1986. PESQUISA EM ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Met. Do Trab. Científico Período de Oferecimento: 7º Ementa: A pesquisa na formação do educador. Matrizes epistemológicas que alicerçam a pesquisa em Educação. Modalidades de Trabalhos Científicos: normas técnicas e científicas. Abordagens teórico-metodológicas na pesquisa em Educação. Métodos e Técnicas de Pesquisas Qualitativas em Educação. Alfabetização Científica. Diretrizes para a construção de um projeto de pesquisa em educação e/ou Ensino de Ciências e Biologia. Elaboração de um Projeto de Pesquisa: exemplos práticos e a teoria que fundamenta. Perspectivas para a atuação do Professor "Pesquisador" em Ciências e Biologia. Referências Bilbliográficas FROTA-PESSOA, O.; GEVERTZ, R. e SILVA, A. G. Como Ensinar Ciências. 5a ed. São Paulo:CiaEditora Nacional,1985. NARDI, R. (Org.). Educação em ciências: da pesquisa à prática docente. São Paulo: Escrituras Editora, 2001. WEISSMAN, H. (Org.). Didática das Ciências Naturais, contribuições e reflexões. Porto Alegre:artmed,1998. MARCONI, M.A., LAKATOS, E.M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 305p., 2004. SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2007. DEMO, P. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: Atlas, 2011. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não há Período de Oferecimento: 3º Ementa: Perspectivas teórico-metodológicas da educação de adultos: educação permanente, educação não-formal e educação popular. Evolução da educação de adultos como prática social no contexto da sociedade brasileira Referências Bibliográficas SOUZA, João Francisco de. A educação escolar, nosso fazer maior, des(A)fia o nosso saber: educação de jovens e adultos –
Recife: NUPEP, 2000. JEFFREY, Debora Cristina (org.). A educação de jovens e adultos: questões atuais. Curitiba:CRV, 2013 MIGUEL, José Carlos Miguel. CAMARGO, Maria Rosa Rodrigues Martins de. (org.). A educação de pessoas jovens e adultas em capítulos: contextos, desafios e práticas. São Paulo:Proex; Cultura Acadêmica, 2012. LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 4º Ementa: Aspectos sócio-históricos, linguísticos identitários e da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos Linguísticos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintáticos e semântico-pragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. Prática de conversação em Libras. Referências Bibliográficas STRÖBEL, Karin Lilian. História dos surdos: representações “mascaradas” das identidades surdas. 1ª ed. Arara Azul. 2007 RAMOS, Clélia R. LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros. 1ª ed. Arara Azul.. 2010 GESUELI, Z. M. Linguagem e surdez: questões de identidade.. 1ª ed. Horizontes, v. 26,. 2008 MEC.BRASIL. Lei Nº 13.146, de 6 de Julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).. 1ª. DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO. 2010 MEC. Alfabetização: Aquisição do Português escrito por surdos, VI. 1ª. DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO. 1997 CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE Créditos: 03 Carga horária: 45h Pré-requisito: Não tem Período de Oferecimento: 7º Ementa: Biodiversidade e seus níveis de organização. Ética da conservação. Impactos antrópicos sobre a biodiversidade. Extinções. Flora e fauna brasileiras ameaçadas de extinção. Políticas e estratégias de conservação. Referências Bibliográficas GARAY, I. & DIAS, B. Conservação da biodiversidade em ecossistemas tropicais.. 1a ed. Editora Vozes. 2001 PRIMACK, R.B. & RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Editor, 327 p.. 1a ed. Efraim Rodrigues. 2001 MEFFE, G. K. & CARROLL, C. R. Principles of Conservation Biology. . Sinauer. 1997 PRIMACK, R. B.; ROZZI, R; FEINSINGER, P.; DIRZO, R. & MASSARDO, F. Fundamentos de conservación biológica: perspectivas latinoamericanas. . Fondo de Cultura Econômica. 2001 ROCHA, C.F.D.; BERGALLO, H.G.; ALVES, M.A.S. Biologia da conservação - Essências. . Editora RIMA. 2006 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Créditos: 02 Carga horária: 30h Pré-requisito: Pesq. em Ensino de Ciências e Biologia Período de Oferecimento: 8º Ementa: Elaboração de um trabalho original a partir das experiências vivenciadas nos Estágios Supervisionados, seguindo as normas da ABNT.
c)
Conteúdo Complementar Optativo
DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO DE BIOLOGIA E SAÚDE Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisitos: Não tem. Ementa: História da Popularização da Ciência Internacional e Nacional, Conceito teórico de divulgação científica, métodos de divulgação, organização, estratégias de mercado, textualização, redação em saúde e biologia e desenvolvimento científico e social. Referências Bibliográficas AUGUSTO,L.G.S.et al. Saúde e Ambiente na perspectiva da saúde coletiva. In: Augusto,L.G.S.; Florencio, L.;Carneiro, R.M. Pesquisa(ação) em saúde ambiental: contexto, complexidade, compromisso social. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2005. - CANDIANI, G.; LAGE, M.; VITA, S.; SOUZA, W. Educação Ambiental: percepção e práticas sobre Meio Ambiente de estudantes do ensino fundamental e médio. Revista Eletrônica Mestrado Educação Ambiental. 12º vol. 2004. - DELIZOICOV, D. ;ANGOTTI ,J.A. Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 1994. - SASSERON, Lúcia Helena. Interações discursivas e investigação em sala de aula: o papel do professor. In: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. 1. ed.São Paulo: Cengage Learning, 2013, v. 1, p. 41-62. - SCARPA. Daniela; SILVA, Maíra Batistoni. A Biologia e o ensino de Ciências por investigação: dificuldades e possibilidades. In: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula.
1. ed.São Paulo: Cengage Learning, 2013, v. 1, p. 129-152. - SONCINI, Maria Isabel & CASTILHO Jr., Miguel. Biologia. São Paulo: Cortez, 1991. - TRIVELATO, José; TRIVELATO, Silvia; MOTOKANE, Marcelo; LISBOA, Júlio F.; KANTOR, Carlos. Ciências, Natureza e Cotidiano, coleção didática 6o. ao 9o. ano, FTD, São Paulo, 2014. CURRÍCULO E TRABALHO PEDAGÓGICO Créditos: 04 Carga horária: 60h Pré-requisito: Não tem Ementa: Os diferentes paradigmas no campo do currículo: as tendências tradicionais, crítica e pós-crítica. O processo de seleção, organização e distribuição do conhecimento. O currículo, as normas e a política educacional brasileira. O currículo e a construção do projeto político-pedagógico no cotidiano da escola. Referências Bibliográficas SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. 156p. HYPOLITO, Álvaro Moreira.. POLÍTICAS CURRICULARES, ESTADO E REGULAÇÃO.. . Educ. Soc., Campinas, v. 31, n.
113, p. 1337-1354,. 2010 LOPES, Alice Casimiro, MACEDO, Elizabeth.. Teorias de Currículo. . Cortez. 2011 SACRISTÁN, J. Gimeno.. O que significa o currículo? In: SACRISTÁN, J. Gimeno. Saberes e incertezas sobre o currículo. 2013.. . Porto Alegre. Penso.. 2013 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Créditos: 04. Carga horária: 60 horas. Pré-requisitos: Não tem. Ementa: Práticas educativas frente às questões ambientais: a emergência planetária e a função política e social em contextos global, nacional e local. Dimensões epistemológica, axiológica e de participação política de práticas educativas com a temática ambiental. Tendências e perspectivas para educação ambiental (EA) em diferentes contextos educativos e as possíveis relações entre EA e as teorias de currículo – processos de ambientalização curricular. Fundamentos e Concepções de meio ambiente e EA. Relação entre educação científica e EA. A temática ambiental numa perspectiva crítica e interdisciplinar. Possibilidades e limites de propostas curriculares e práticas pedagógicas que tratam a temática ambiental na perspectiva da transversalidade do currículo, dos temas controversos e questões sóciocientíficas e da pedagogia dos projetos como possibilidades para EA. Relação da EA com temas contemporâneos: biodiversidade, mudanças climáticas, resíduos sólidos, recursos hídricos, entre outros. Analisar e identificar tendências das pesquisas relacionadas com EA e práticas pedagógicas. Referências Bibliográficas ABÍLIO, F.J.P.(org.). Educação Ambiental e Ensino de Ciências. João Pessoa: Ed. Universitária da UFPB, 2010 ZABALA,A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,224p, 1998. - ZÓBOLI, G. Práticas de Ensino: subsídios para a atividade docente.São Paulo: Ática. 2004 CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. Ijuí - RS: Ed WEISSMAN, H. (Org.). Didática das Ciências Naturais, contribuições e reflexões. Porto Alegre: artmed, 1998. ENSINO POR INVESTIGAÇÃO E NATUREZA DA CIÊNCIA Créditos: 04. Carga horária: 60h. Pré-requisitos: Não tem. Ementa: Características do Ensino de Ciências e Biologia por Investigação, ENCI. Pesquisa sobre ENCI: estado da arte (tendências e perspectivas). Relações entre o ENCI e a perspectiva construtivista. Potencialidades e desafios na implementação do ENCI. Características da Natureza da Ciência, NDC. Pesquisa sobre NDC: estado da arte (tendências e perspectivas). Levantamento de concepções de NDC entre estudantes, professores e materiais didáticos e de divulgação científica. Abordagem explícita, reflexiva e contextualizada de NDC no ensino: estudos de caso. Possibilidades didáticas da integração entre ENCI, NDC e aplicações contextuais da História da Ciência e da História da Biologia no Ensino de NDC. Desenvolvimento e análise de materiais didáticos que estabeleçam a integração entre ENCI e NDC Referências Bibliográficas BARROS, M.A.M. As tecnologias da informação e comunicação e o ensino de Ciências. In: PEREIRA, M.G.; AMORIM, A.C.R. (Orgs.). Ensino de Biologia: fios e desafios na construção de saberes. João Pessoa, PB:Ed.Universitária/UFPB, 284p., 2008. GERALDO, A.C.H. Didática de Ciências Naturais: na perspectiva histórico- crítica – coleção formação de professores. Campinas, SP:Autores Associados, 2009. ROSA, M.I.P. Investigação e Ensino: articulações e possibilidades na formação de professores de Ciências.Ijuí: Editora Unijui, 2004. SASSERON, Lúcia Helena. Interações discursivas e investigação em sala de aula: o papel do professor. In: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. 1. ed.São Paulo: Cengage Learning, 2013, v. 1, p. 41-62. SCARPA. Daniela; SILVA, Maíra Batistoni. A Biologia e o ensino de Ciências por investigação: dificuldades e possibilidades. In: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. 1. ed.São Paulo: Cengage Learning, 2013, v. 1, p. 129-152. SONCINI, Maria Isabel & CASTILHO Jr., Miguel. Biologia. São Paulo: Cortez, 1991. TRIVELATO, José; TRIVELATO, Silvia; MOTOKANE, Marcelo; LISBOA, Júlio F.; KANTOR, Carlos. Ciências, Natureza e Cotidiano, coleção didática 6o. ao 9o. ano, FTD, São Paulo, 2014. CONTEXTOS E PRÁTICAS NO ENSINO DE BIODIVERSIDADE E ECOLOGIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA Créditos: 02 Carga horária: 30h. Pré-requisitos: Não tem. Ementa: A pesquisa no Ensino de Biologia com ênfase no ensino de biodiversidade e ecologia. A biodiversidade e a ecologia em livros e materiais didáticos de ensino e de divulgação científica. A biodiversidade e a ecologia em espaços não formais e na divulgação científica. A biodiversidade e a ecologia na escola. A biodiversidade e a ecologia nos currículos oficiais: elementos históricos e atuais para análise. Elementos integradores para o ensino de biodiversidade e de ecologia. O pluralismo cultural e o ensino de biodiversidade e de ecologia. O desenvolvimento histórico da proposta pedagógica baseada no Ciclo de Indagação e o Ensino de Ecologia no Pátio da Escola. Levantamento e análise de estratégias, sequências didáticas e materiais instrucionais disponíveis online. Desenvolvimento de projetos de ensino voltados para a educação básica sobre biodiversidade e ecologia. Desenvolvimento de diferentes recursos didáticos, tais como texto, multimídia, modelos, imagens, jogos, filmes, animações sobre o tema biodiversidade e ecologia na escola e em outros espaços educativos. Os grupos biológicos (microorganismos, fungos, plantas e animais) estudados na escola básica e razões para a escolha de determinados grupos. Transposição didática sobre biodiversidade e ecologia. Análise dos diferentes recursos didáticos e sua aplicação em sala de aula. Referências Bibliográficas BENSUSAN, N. et al(orgs). Biodiversidade: para comer, vestir ou passar no cabelo?. São Paulo: Editora Peirópolis, 2006. CANDIANI, G.; LAGE, M.; VITA, S.; SOUZA, W. Educação Ambiental: ercepção e práticas sobre Meio Ambiente de estudantes do ensino fundamental e médio. Revista Eletrônica Mestrado Educação Ambiental. 12º vol. 2004. BARRETO, E.S.S. Os currículos do ensino fundamental para as escolas brasileiras: coleção formação de professores. Campinas, SP: Autores Associados, 2000. CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. Ijuí - RS: Ed
WEISSMAN, H. (Org.). Didática das Ciências Naturais, contribuições e reflexões. Porto Alegre: artmed, 1998. QUESADO, H. L. C. et al. Biologia - Práticas. Fortaleza: EUFC, 1992.
