N7 · Conselhos superiores · CONSEPE
Res. CONSEPE 20/2021
Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, do Centro de Tecnologia, Campus I, desta Universidade.
Quem a altera, revoga, supera ou cita (4)
- ALTERA
Res. CONSEPE 31/2023 nesta norma: norma inteira → na outra: art. 1ºefeito desde 22/12/2023“Art. 1º. Alterar o Anexo II, Composição Curricular, da Resolução no 20/2021 do CONSEPE que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, do Centro de Tecnologia, Campus I, desta Universidade, conforme Anexo I desta Resolução.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
- ALTERA
Res. CONSEPE 31/2023 nesta norma: norma inteira → na outra: art. 2ºefeito desde 22/12/2023“Art. 2º Alterar o Anexo III, Fluxograma, da Resolução no 20/2021 do CONSEPE que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, do Centro de Tecnologia, Campus I, desta Universidade, conforme Anexo II desta Resolução.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
- ALTERA
Res. CONSEPE 31/2023 nesta norma: norma inteira → na outra: art. 3ºefeito desde 22/12/2023“Art. 3º Alterar o Anexo IV, Ementário, da Resolução no 20/2021 do CONSEPE que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, do Centro de Tecnologia, Campus I, desta Universidade, conforme Anexo III desta Resolução.” fonte: texto + SIGRH · confiança alta
1 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CONSEPE 31/2023 “O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em a aprovação Ad Referendum pelo Reitor, em 30 de outubro de 2023...”
Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (7)
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CNE/CES 2/2019 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de abril de 2019, que institui as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Engenharia;” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, que orientam a elaboração curricular;” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Res. CONSEPE 29/2020 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“Considerando a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, que orienta a elaboração e reformulação dos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFPB.” fonte: texto · confiança alta
- REVOGA (total) · sugestão
Res. CONSEPE 25/2008 nesta norma: norma inteira → na outra: norma inteirasugestão (inferida: novo PPC do mesmo curso — 'engenharia de materiais' — sem revogação expressa) fonte: inferência · confiança baixa
3 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CNE/CES 7/2018 em: Anexo IV“Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES...”
- citaLei 13.005/2014 em: Anexo IV“Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES...”
- citaPortaria MTB 3.214/1978 em: Anexo IV“Portaria 3.214 de 8 de junho de 1978 e as Normas Regulamentadoras - Segurança e Medicina do Trabalho.”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CNE/CES 2/2019→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996→ FUNDAMENTA-SE EM Res. CONSEPE 29/2020
- norma inteira→ REVOGA (total) Res. CONSEPE 25/2008 (sugestão)← ALTERA Res. CONSEPE 31/2023← ALTERA Res. CONSEPE 31/2023← ALTERA Res. CONSEPE 31/2023
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 23 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 18 em comumRes. CONSEPE 05/2026
- paralela · 18 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 16 em comumRes. CNE/CP 4/2018
- paralela · 15 em comumRes. CONSEPE 63/2025
- paralela · 15 em comumRes. CONSEPE 14/2026
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 20 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 9 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 20/2021 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, do Centro de Tecnologia, Campus I, desta Universidade. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada em 27 de abril de 2021 (Processo nº 23074.090599/2020-43), e Considerando a necessidade de capacitação de profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área de engenharia de materiais; Considerando os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; Considerando a importância de um Projeto Pedagógico de Curso dinâmico e atualizado em constante processo de avaliação; Considerando as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, que orientam a elaboração curricular; Considerando a Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de abril de 2019, que institui as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Engenharia; Considerando a Resolução nº 29/2020 do CONSEPE, que orienta a elaboração e reformulação dos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFPB. RESOLVE:
¶Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I.
§1º. Compreende-se o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, Bacharelado, como sendo o conjunto de ações sócio-políticas e técnico-pedagógicas relativas à formação profissional que se destinam a orientar a concretização curricular do referido Curso.
§2º. As definições relativas aos objetivos do Curso, perfil profissional, e competências, habilidades e campo de atuação dos formandos encontram-se relacionadas no Anexo I.
¶Art. 2º O Curso de Engenharia de Materiais tem como finalidade conferir o grau de bacharel aos alunos que cumprirem as determinações constantes na presente Resolução.
¶Art. 3º O Curso de Engenharia de Materiais, Bacharelado, funcionará no turno diurno, com a duração mínima de 10 (dez) e máxima de 15 (quinze) períodos letivos e o currículo será
integralizado em 4.230 (quatro mil duzentos e trinta) horas/aula, equivalentes a 282 (duzentos e oitenta e dois) créditos.
Parágrafo único. Será permitido a matrícula em no mínimo 19 (dezenove) créditos por período letivo e no máximo 30 (trinta) créditos.
¶Art. 4º A estrutura curricular, integrante do Projeto Pedagógico, resulta de conteúdos fixados de acordo com as especificações abaixo, sendo desdobrados conforme especificado no
Anexo II. ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO Componentes Básicos e Profissionais C/H Conteúdos Obrigatórios 2865 Estágio Supervisionado em Engenharia de Materiais 285 Sub-total 3150 Componentes Complementares C/H Conteúdos Complementares Obrigatórios 720 Conteúdos Complementares Optativos 180 Conteúdos Complementares Flexíveis 180 Sub-total 1080 TOTAL DO CURSO 4230 * Cada crédito equivale a 15 h/aula.
Créditos 191 19 210 Créditos 48 12 12 72 282
§1º. O Estágio Supervisionado está incluído nos conteúdos básicos profissionais, com um total de 285 (duzentas e oitenta e cinco) horas/aula, equivalentes a 19 (dezenove) créditos.
§2º.Nos conteúdos curriculares serão incluídas as disciplinas Metodologia do Trabalho Científico e Pesquisa Aplicada à Engenharia de Materiais que constituirão a base para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão do Curso – TCC.
§3º. Os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.
¶Art. 5º As modalidades de componentes curriculares serão as seguintes:
I – disciplinas;
II – atividades:
a) de iniciação à pesquisa e/ou extensão;
b) de monitoria;
c) elaboração de trabalho de conclusão de curso;
d) participação em eventos;
III – estágios.
Parágrafo único. A modalidade de componente previsto no Inciso III e os conteúdos complementares flexíveis serão regulamentados pelo Colegiado do Curso para fins de integralização curricular.
¶Art. 6º O Curso adotará o regime de créditos.
Parágrafo único. A estruturação curricular, resultante da lógica de organização do conhecimento, em períodos letivos, será feita conforme especificado no Anexo III.
¶Art. 7º O Projeto Pedagógico do Curso de que trata a presente Resolução será acompanhado e avaliado pelo Colegiado do Curso.
¶Art. 8º Serão vedadas alterações, num prazo inferior a 10 (dez) períodos letivos, ressalvados os casos de adaptação às normas emanadas pelo CNE e pelo CONSEPE, considerando também as emergências sócio-político-educativas.
Parágrafo único. Adaptações curriculares serão aprovadas pelo Colegiado do Curso e os Departamentos envolvidos, e encaminhadas ao CONSEPE, ouvida a Pró-Reitoria de Graduação, para aprovação.
¶Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 12 de maio de 2021.
Valdiney Veloso Gouveia Presidente
ANEXO I da Resolução nº 20/2021 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, do Centro de Ciências de Tecnologia, do Campus I da UFPB. DEFINIÇÕES DO CURSO
1. Objetivo do Curso A formação proposta nesse documento para o curso de Engenharia de Materiais tem os seguintes objetivos: 1) Formar Engenheiros de Materiais com perfil generalista, tendo uma visão abrangente com relação à concepção, desenvolvimento e processamento dos mais diversos tipos de materiais; 2) Formar engenheiros capazes de resolver problemas de engenharia aplicando conhecimentos básicos de física, química, meio ambiente, economia, administração gestão e análise de conjuntura econômica, política e social; 3) Conscientizar o futuro profissional de Engenharia de Materiais sobre o seu papel na proposição de alternativas que contemplem um desenvolvimento sustentável preocupado com a questão ambiental; 4) Desenvolver a capacidade de formular e solucionar problemas da indústria/pesquisa de forma crítica e criativa, por meio de estudos de casos e discussões de problemas vivenciados pelos próprios alunos em suas atividades de pesquisa, extensão e trabalhos de campo; 5) Sensibilizar para a importância da educação continuada e da pesquisa, através do estímulo as atividades de iniciação científica; 6) Capacitar para o planejamento e gestão de serviços, políticas, assessoria e consultoria em projetos de diversas ordens nas áreas pertinentes; 7) Ampliar as oportunidades de formação humanística, crítica, ética e empreendedora para desenvolver no egresso maior habilidade com as questões de gerenciamento de equipes nas relações profissionais e pessoais; 8) Capacitar para o trabalho em equipes multidisciplinares ou para facilidade de comunicar-se eficientemente, através da realização e apresentação de seminários e/ou trabalhos em grupos; 9) Desenvolver habilidades de comunicação oral e escrita pela elaboração de resumos, relatórios e seminários individuais; 10) Desenvolver habilidades de autoaprendizagem, formando profissionais capazes de construir o conhecimento, a partir de uma relação de ensino/aprendizagem eficaz desenvolvida com o professor.
2. Perfil do Engenheiro de Materiais O curso deverá dar condições a seus egressos para adquirir um perfil profissional compreendendo: 1) Sólida formação básica, com metodologia da investigação científica e os fundamentos científicos e tecnológicos da engenharia; 2) Formação profissional abrangente que contemple assuntos que possibilitem o sólido conhecimento dos fundamentos, materiais, sistemas e processos característicos da área de habilitação em Engenharia de Materiais, aliada à capacidade para enfrentar e solucionar problemas da área; 3) Formação profissional que incentive a criatividade, a autoaprendizagem e a busca contínua por atualização e aperfeiçoamento; 4) Formação profissional generalista mediante o aprofundamento ou desdobramento de componentes curriculares pertinentes às principais áreas da Engenharia de Materiais (metais, polímeros, cerâmicas e compósitos); 5) Formação multidisciplinar que propicie: • Conhecimentos básicos de gerenciamento de seres humanos e da ética no exercício da profissão;
• Capacidade de utilização da informática como ferramenta no exercício da atividade de engenheiro; • Capacidade de compreensão e expressão oral e escrita; • Sensibilidade para as questões humanísticas (ética, solidariedade e cidadania), sociais (melhoria do bem estar do homem) e ambientais (danos causados ao meio ambiente durante a execução do projeto e pela sua utilização); • Capacidade para o trabalho em equipes multidisciplinares; • Capacidade prática de abordagem experimental; Censo econômico-financeiro.
3. Competências e Habilidades Profissionais O Curso pretende desenvolver competências técnicas de supervisão, estudo, projeto, especificação, assistência, consultoria, perícia e pareceres técnicos; ensino, pesquisa, ensaio, padronização, controle de qualidade; montagem, operação e reparo de equipamentos e outras atividades referentes aos procedimentos tecnológicos na fabricação de materiais para a indústria e suas transformações industriais; e equipamentos destinados a essa produção industrial especializada, seus serviços afins e correlatos. Somado aos aspectos técnicos da Engenharia de Materiais, o gerenciamento de equipe, orçamentos e projetos, assim como o controle de qualidade de produtos, processos e serviços também são habilidades paralelas do dia a dia dos engenheiros. A atitude ética e crítica, considerando os direitos humanos, as diferenças étnica-raciais e sustentabilidade também são habilidades a serem aprimoradas durante a formação do discente.
4. Campo de Atuação Profissional O Engenheiro de Materiais tem a função de atuar nas indústrias de extração de matériasprimas, de produção e transformação dos diferentes tipos de materiais. Sua prática profissional vai desde a atividade de rotina nas diferentes indústrias da cadeia produtiva dos materiais até o desenvolvimento de inovações em materiais, processos e produtos nas mais diversificadas áreas do conhecimento. A prestação de serviço especializada com foco na cadeia produtiva de cada tipo de material também faz parte da atuação do engenheiro de materiais. Testes de laboratório voltados para a caracterização dos materiais nas mais diversificadas escalas de observação é outro campo de atuação do Engenheiro de Materiais. Logo, a atividade do engenheiro de materiais abrange áreas de fornecimento de matériasprimas, indústrias de transformação, prestação de serviços, assistência e consultoria, controle de qualidade, ensino, pesquisa e desenvolvimento de materiais e produtos. Esse profissional pesquisa e aperfeiçoa produtos e aplicações, tanto para novos materiais como para produtos já existentes. Entre as principais classes dos materiais destacam-se: materiais metálicos, cerâmicos, poliméricos e compósitos.
ANEXO II da Resolução nº 20/2021 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais, do Centro de Ciências de Tecnologia, do Campus I da UFPB. Composição Curricular do Curso de Engenharia de Materiais COMPONENTES CURRICULARES
CR
CH
PRÉ-REQUISITOS
1. Conteúdos Básicos e Profissionais
210 3150
1.1 Conteúdos Básicos
103
1545
Administração para Engenharia
03
45
▪ Nenhum
Cálculo das Probabilidades e Estatística I
04
60
▪ Cálculo Diferencial e Integral I
Cálculo Diferencial e Integral III
04
60
▪ Cálculo Diferencial e Integral II
Cálculo Diferencial e Integral I
04
60
▪ Nenhum
Cálculo Diferencial e Integral II
04
60
▪ Cálculo Diferencial e Integral I ▪ Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
04
60
▪ Nenhum
Desenho Técnico para Engenharia de Materiais
04
60
▪ Nenhum
Introdução à Economia
04
60
▪ Nenhum
Fenômenos de Transporte
04
60
▪ Mecânica dos Materiais I
Física Experimental I
02
30
▪ Física Geral I
Física Experimental II
02
30
▪ Física Geral III
60
Co-requisitos: ▪ Cálculo Diferencial e Integral I ▪ Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
Física Geral I
04
Física Geral II
04
60
▪ Física Geral I
Física Geral III
04
60
▪ Física Geral II
Geologia e Mineralogia
04
60
▪ Introdução à Ciência dos Materiais
Introdução à Álgebra Linear
04
60
▪ Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
Introdução à Programação
04
60
▪ Nenhum
Mecânica dos Materiais I
04
60
▪ Cálculo Diferencial e Integral III ▪ Séries e Equações Diferenciais Ordinárias ▪ Física Geral II
Mecânica dos Materiais II
04
60
▪ Mecânica dos Materiais I
Meio Ambiente e Reciclagem de Materiais
04
60
▪ Introdução à Ciência dos Materiais
Química Básica – Estrutura
04
60
▪ Nenhum
Química Básica - Transformações
04
60
▪ Nenhum
Química Básica Experimental
04
60
▪ Nenhum
Química Orgânica Teórica A
04
60
▪ Química Básica – Estrutura
Educação das relações étnico-raciais no Brasil
02
30
▪ Nenhum
Seminário Direitos Humanos
02
30
▪ Nenhum
Séries e Equações Diferenciais Ordinárias
04
60
▪ Cálculo Diferencial e Integral II ▪ Introdução à Álgebra Linear
Termodinâmica
04
60
▪ Fenômenos de Transporte
1.2 Conteúdos Profissionais
88
1320
Biomateriais
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Caracterização Mecânica dos Materiais
04
60
▪ Propriedades Mecânicas dos Materiais
Caracterização Microestrutural dos Materiais
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Corrosão e Degradação de Materiais
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Introdução à Ciência dos Materiais
04
60
▪ Química Básica – Estrutura
Introdução à Engenharia de Materiais
02
30
▪ Nenhum
Materiais Cerâmicos
04
60
▪ Introdução à Ciência dos Materiais ▪ Geologia e Mineralogia
Materiais Compósitos
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Materiais e Dispositivos Eletro-eletrônicos
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais
Materiais Metálicos
04
60
▪ Introdução à Ciência dos Materiais
Materiais Poliméricos I
04
60
▪ Introdução à Ciência dos Materiais ▪ Química Orgânica Teórica A
Propriedades Físicas dos Materiais
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Propriedades Mecânicas dos Materiais
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Reologia dos Materiais
04
60
Co-requisito: ▪ Mecânica dos Materiais II Pré-requisito: ▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Transformações de Fases
04
60
▪ Termodinâmica
Tratamentos Térmicos
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia I
04
60
▪ Regulamento específico do Curso
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia II
02
30
▪ Regulamento específico do Curso
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia III
04
60
▪ Regulamento específico do Curso
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia IV
04
60
▪ Regulamento específico do Curso
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia V
04
60
▪ Regulamento específico do Curso
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia VI
04
60
▪ Regulamento específico do Curso
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia VII
02
30
▪ Regulamento específico do Curso
Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia VIII
02
30
▪ Regulamento específico do Curso
1.3 Estágio Supervisionado
19
285
Estágio Supervisionado em Engenharia de Materiais
19
285 ▪ Regulamento específico do Curso ▪
2. Conteúdos Complementares
72
1080
2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios
48
720
Cerâmicas Avançadas
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais
Conformação Plástica de Metais
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais ▪ Reologia dos Materiais
Fundição de Metais
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais
Materiais Poliméricos II
04
60
▪ Materiais Poliméricos I
60
▪ Nenhum
Metodologia do Trabalho Científico
04
Pesquisa Aplicada à Engenharia de Materiais
04
60
▪ Cálculo Diferencial e Integral II ▪ Cálculo das Probabilidades e Estatística I
Processamento de Elastômetros e Termofixos
04
60
▪ Reologia dos Materiais
Processamento de Materiais Cerâmicos
04
60
▪ Reologia dos Materiais
Processamento de Termoplásticos
04
60
▪ Reologia dos Materiais
Produtos Cerâmicos Industriais
04
60
▪ Processamento de Materiais Cerâmicos
Soldagem de Metais
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais
Trabalho de Conclusão de Curso
04
60
▪ Regulamento específico do Curso
2.2 Conteúdos Complementares Optativos – Mínimo de 12 CR / 180 CH Blendas Poliméricas
04
60
▪ Materiais Poliméricos II
Cerâmicas Refratárias
04
60
▪ Materiais Cerâmicos
Gestão da Qualidade
04
60
▪ Materiais Cerâmicos ▪ Materiais Poliméricos II ▪ Materiais Metálicos
Laboratório de Instrumentação Científica II
04
60
▪ Materiais e Dispositivos Eletroeletrônicos ▪ Física Experimental II
Libras
04
60
▪ Nenhum
Materiais Cimentícios
04
60
▪ Materiais Cerâmicos
Mecânica dos Materiais III
04
60
▪ Mecânica dos Materiais II
Metalurgia do Pó
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais
Modelagem de Materiais
04
60
▪ Mecânica dos Materiais II ▪ Fenômenos de Transporte
Nanotecnologia de Polímeros
04
60
▪ Materiais Poliméricos II
Seleção de Materiais
04
60
▪ Propriedades Mecânicas dos Materiais ▪ Propriedades Físicas dos Materiais
Segurança do Trabalho
04
60
▪ Nenhum
Siderurgia
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais
Tecnologia de Vidros
04
60
▪ Materiais Cerâmicos
Técnicas Espectroscópicas para Polímeros
04
60
▪ Materiais Poliméricos II
Usinagem de Metais
04
60
▪ Propriedades Físicas dos Materiais
2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis1
12
180
Tópicos Especiais em Engenharia de Materiais I
2
30
▪ Regulamento específico do Curso
Tópicos Especiais em Engenharia de Materiais II
2
30
▪ Regulamento específico do Curso
Tópicos Especiais em Engenharia de Materiais III
4
60
▪ Regulamento específico do Curso
Tópicos Especiais em Engenharia de Materiais IV
4
60
▪ Regulamento específico do Curso
TOTAL DO CURSO
282
4230
1
Componentes Complementares Flexíveis - 180 horas serão integralizadas ao longo do Curso.
ANEXO III da Resolução nº 20/2021 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais do Centro de Ciências de Tecnologia, do Campus I da UFPB. PERÍODO
COMPONENTES CURRICULARES
H/C
1o
Cálculo Cálculo Química Química Básica Metodologia Introdução à Seminário Introdução Diferencial Vetorial e Básica – – do Trabalho Engenharia de Direitos à e Integral I Geometria Estrutura Transformações Científico Materiais Humanos Programaçã Analítica o 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 2 cr 2 cr 4 cr Cálculo Introduçã Física Geral Química Básica Química Introdução à UCE em Diferencial oà
I Experimental Orgânica Ciência dos Engenharia e Integral II Álgebra Teórica A Materiais
I Linear 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr Cálculo Séries e Física Geral Física Geologia e Materiais Desenho UCE em Diferencial Equações
II Experimental I Mineralogia Poliméricos I Técnico Engenharia e Integral III Diferencia para
II is Engenharia Ordinárias de Materiais 4 cr 4 cr 4 cr 2 cr 4 cr 4 cr 4 cr 2 cr Cálculo das Mecânica Física Geral Meio Ambiente Materiais Materiais Materiais Probabilida dos
III e Reciclagem Cerâmicos Poliméricos II Metálicos des e Materiais de Materiais Estatística I
I 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr Fenômenos Mecânica Propriedade Física Caracterizaçã Reologia dos Pesquisa Educação de dos s Mecânicas Experimental II o Materiais Aplicada à das Transporte Materiais dos Microestrutur Engenharia Relações
II Materiais al dos de Materiais ÉtnicoMateriais Raciais no Brasil 4 cr 4 cr 4 cr 2 cr 4 cr 4 cr 4 cr 2 cr Tratamentos Termodin Propriedade Corrosão e Caracterizaçã Processament UCE em Térmicos âmica s Físicas Degradação de o Mecânica o de Engenharia dos Materiais dos Materiais Elastômetros
III Materiais e Termofixos 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr Biomateriai Processa Transforma Optativa Fundição de Processament Materiais e s mento de ções de A Metais o de Dispositivos Materiais Fases Termoplástico EletroCerâmico s eletrônicos s 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr Materiais Produtos Cerâmicas Optativa Soldagem de Conformação Introdução Compósitos Cerâmico Avançadas B Metais Plástica de à Economia s Metais Industriais 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr Trabalho de Administr Optativa UCE em UCE em UCE em UCE em UCE em Conclusão ação para
C Engenharia IV Engenharia V Engenharia Engenharia Engenharia de Curso Engenhari
VI VII VIII a 4 cr 3 cr 4 cr 4 cr 4 cr 4 cr 2 cr 2 cr Estágio Supervision ado em Eng. de Materiais 19 cr 1 Componentes Complementares Flexíveis - 180 horas a serem integralizadas ao longo do Curso.
420 h 28 cr
2o
3o
4o
5o
6o
7o
8o
9o
10o
420 h 28 cr
420 h 28 cr
420 h 28 cr
420 h 28 cr
420 h 28 cr
420 h 28 cr
420 h 28 cr
420 h 27 cr
285 h 19 cr
ANEXO IV da Resolução nº 20/2021 do CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Materiais do Centro de Ciências de Tecnologia, do Campus I da UFPB. EMENTÁRIO DO CURSO COMPONENTES CURRICULARES BÁSICOS Administração para Engenharia Créditos: 03 Teórica - 100% Departamento de Administração Ementa Uma visão sistêmica da empresa e dos vários entornos que influenciam e recebe influência do funcionamento da mesma. Procedimento e concepção de modelo de gestão a partir desse relacionamento e montagens de uma estrutura capaz de implementá-lo. Definição de alguns sub-sistemas de apoio a essa estrutura. Alguns princípios da conduta da gestão (análise histórica) e recomendações sobre o comportamento do gestor. Bibliografia DAFT, R. L. Administração. 2a ed. São Paulo: Cengage, 2009. SOBRAL, F.; PECI, A. Administração Teoria e Prática no Contexto Brasileiro. 6ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução a Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. CARAVANTES, G. R; PANNO, C. C; KLOECKNER, M. C. Administração: teorias e processo. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
Créditos: 04 Ementa
Bibliografia
Cálculo das Probabilidades e Estatística I Teórica -100% Departamento de Estatística Conceitos Fundamentais; Distribuição de Frequência; Tabelas e Gráficos; Medidas de Posição; Medidas de Dispersão; Introdução à Probabilidade; Variáveis Aleatórias Unidimensionais; Esperança Matemática; Distribuições Discretas; Distribuições Contínuas; Noções Elementares de Amostragem; Estimativa Estatística; Decisão Estatística; Regressão correlação. BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017. MEYER, P. L. Probabilidade - Aplicações à Estatística. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1983. COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2ª ed. São Paulo: Blücher, 2002. WALPOLE, R. E.; MYERS, R. H.; MYERS, S. L.; YE, K. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
Cálculo Diferencial e Integral I Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Matemática Ementa Funções reais de uma variável real. Limites. Continuidade. Derivadas. Regras de derivações. Aplicações da derivada. Bibliografia ÁVILA, G. S. Cálculo das Funções de uma Variável. Vol. 1. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. THOMAS, G. B. et al. Cálculo. Vol 1. 12ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. MUNEM, M.; FOULIS, D. Cálculo. Vol. 1. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol. 1. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
Cálculo Diferencial e Integral II Teórica - 100% Departamento de Matemática Integração de funções reais de uma variável real. Funções de várias variáveis reais a valores reais. Limites. Continuidades. Derivadas parciais. Diferenciabilidade. Máximos e mínimos de funções de várias variáveis. Derivação implícita. Bibliografia ÁVILA, G. S. Cálculo: Funções de Várias Variáveis. Vol. 3. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A - Funções, Limites, Derivação, Integração. 6ª ed. São Paulo: Pearson Universidades, 2006. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol. 2. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019. Cálculo Diferencial e Integral III Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Matemática Ementa Integração múltipla. Integração tripla. Cálculo com funções vetoriais. Bibliografia GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo B. Vol. 2. 2ª ed. São Paulo: Pearson Universidades, 2007. STEWART, J. Cálculo. Vol. 2. 4ª ed. São Paulo: Cengage, 2017. THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J. Cálculo. Vol. 2. 12ª ed. São Paulo: Pearson Universidades, 2012. Créditos: 04 Ementa
Cálculo Vetorial e Geometria Analítica Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Matemática Ementa Matrizes. Vetores. Retas e planos. Cônicas e quádricas. Bibliografia STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria analítica. São Paulo: McGrawHill, 1987. Murdoch, D. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1971. WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Pearson Makron Books, 2009. Santos, N. M. Vetores e Matrizes. Rio de Janeiro: LTC, 1970. Desenho Técnico para Engenharia de Materiais Prática - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Introdução aos programas computacionais de desenho. Normas técnicas. Projeções. Vistas. Cortes. Perspectivas. Regras básicas de cotagem. Leitura de desenhos técnicos. Criação de geometrias 3D a partir de entidades geométricas usando computador. Bibliografia SCHNEIDER, W. Desenho Técnico Industrial. Curitiba: Hemus, 2009. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P.; IZIDORO, N. Curso de Desenho Técnico e Autocad. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
Créditos: 04 Ementa
Fenômenos de Transporte Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Transporte de momento: lei de Newton da viscosidade, dependência da viscosidade com pressão e temperatura, equação da continuidade, equação do movimento, equação da energia mecânica, regimes de escoamento. Transporte de energia: transporte de calor por condução, transporte de calor por convecção, transporte de calor por radiação térmica. Transporte de massa: transporte de massa por difusão no estado sólido, transporte de massa em fluidos.
Bibliografia
MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISH, T. H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. ÇENGEL, Y. A; CIMBALA, J. M. Mecânica dos Fluidos: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGrawHill, 2015. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. BERGMAN, T. L.; LAVINE, A. S.; INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
Física Experimental I Créditos: 02 Prática - 100% Departamento de Física Ementa Medidas físicas: teoria dos erros. Aplicações diversas. Elaboração de gráficos e ajustes de curvas. Experimentos relativos às disciplinas de Física Geral I. Bibliografia TAYLOR, J. R. Introdução à Análise de Erros. O Estudo de Incertezas em Medições Físicas. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. Conceitos básicos da Teoria de Propagação de Erros. Apostila. Joinvile: UDESC. Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/1480354/mefcb-propagacao-de-erros. LIMA, C. R. A.; ZAPPA, F. Análise de dados para Laboratório de Física. Juiz de Fora: UFJF. Disponível em: https://www.ufjf.br/carlos_lima/files/2019/01/analisedados.pdf FREITAS NETO, U. Guia para Física Experimental I. João Pessoa: UFPB,
2014. Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/65074971/roteirosde-laboratorio-de-fisica-experimental-i-ufpb. Física Experimental II Prática - 100% Departamento de Física Multímetro: amperímetro, voltímetro e ohmímetro. Experimentos relativos à disciplina de Física Geral III. Bibliografia TAYLOR, J. R. Introdução à Análise de Erros. O Estudo de Incertezas em Medições Físicas. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. Conceitos básicos da Teoria de Propagação de Erros. Apostila. Joinvile: UDESC. Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/1480354/mefcb-propagacao-de-erros. CARLOS R A LIMA, C. R. A.; ZAPPA, F. Análise de dados para Laboratório de Física. Juiz de Fora: UFJF. Disponível em: https://www.ufjf.br/carlos_lima/files/2019/01/analisedados.pdf. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física: Eletromagnestico. Vol. 3. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020.
Créditos: 02 Ementa
Física Geral I Teórica - 100% Departamento de Física Movimento de uma partícula em 1-D, 2-D e 3-D. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação da energia. Impulso e momento linear. Conservação do momento linear. Rotação de corpos rígidos. Equilíbrio e elasticidade. Bibliografia YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I. 12a ed. São Paulo: Pearson, 2008. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica 1: mecânica. 5ª ed. São Paulo: Blucher, 2013. RESNICK, R. et al. Fundamentos de física. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
Créditos: 04 Ementa
Créditos: 04 Ementa
Física Geral II Teórica – 100% Departamento de Física Gravitação. Mecânica dos fluidos. Oscilações. Ondas mecânicas. Termodinâmica.
Bibliografia TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 2. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. RESNICK, R. et al. Fundamentos de física. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física II: termodinâmica e ondas. 14a ed. São Paulo: Pearson, 2015. Física Geral III Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Física Ementa Carga elétrica e campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica e força eletromotriz. Circuitos. Campo magnético e forças magnéticas. Lei de Ampère. Indução magnética e Lei de Faraday. Indutância. Corrente alternada. Bibliografia YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: eletromagnetismo. 14a ed. São Paulo: Pearson Universidades, 2008. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de física: eletromagnestismo. Vol.
3. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: eletromagnetismo. Vol. 3. 2a ed. São Paulo: Blucher, 2015. Introdução à Álgebra Linear Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Matemática Ementa Espaços vetoriais. Aplicações lineares e matrizes. Diagonalização de operadores. Produto interno. Bibliografia LANG, S. Álgebra Linear. 1a ed. São Paulo: Ciência Moderna, 2003. BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra Linear. 3a ed. São Paulo: Harbra, 1986. ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 8a ed. Porto Alegre: Bookman. 2001. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. 2a ed. São Paulo: Pearson Universidades, 1995. Introdução à Economia Créditos: 04 Teórica – 100% Departamento de Economia Ementa Economia e método. Mercado. Fundamentos de microeconomia. Fundamentos de macroeconomia. Bibliografia PINHO, D. B.; VASCONCELLOS, M. A. S.; TONETO JUNIOR, R. (Orgs). Manual de Economia. 7ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017. MANKIW, N. G. Introdução à economia. 8a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2020. KRUGMAN, P.; WELLS, R. Introdução à Economia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2014. GREMAUD, A. P.; DIAZ, M. D. M.; AZEVEDO, P. F.; TONETO JUNIOR, R. Introdução a Economia. São Paulo: Atlas, 2007. Introdução à Programação Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Informática Ementa Histórico das linguagens de programação. Descrição de algoritmos. Construção de algoritmos, utilizando uma linguagem algorítmica. Aplicações. Introdução a uma linguagem de programação estruturada. Metodologia de programação. Bibliografia DAMAS, L. Linguagem C. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. OLIVEIRA, U. Programando em C. Vol. II. 1ª ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010. FARRER, H. et al. Algoritmos Estruturados. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
Mecânica dos Materiais I Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Método de análise: meios contínuos, hipótese do contínuo, propriedades macroscópicas, sistemas fechados e abertos (superfície e volume de controle). Revisão de cálculo vetorial e noções de cálculo tensorial. Cinemática dos meios deformáveis: movimento, coordenadas materiais e espaciais, derivada material, vetor posição, campo de velocidade, dilatação, derivada material da dilatação, relação com o divergente da velocidade, teorema do transporte de Reynolds, princípio da conservação da massa, gradiente da velocidade, tensor taxa de deformação e tensor vorticidade. Dinâmica dos meios deformáveis: forças de campo e de superfície; princípio da tensão de Cauchy, tensor tensão, círculo de Mohr em 2 e 3 dimensões, lei da conservação da quantidade de movimento, equação do movimento de Cauchy. Princípio da conservação da energia para meios deformáveis (1° lei da termodinâmica): potência mecânica, vetor densidade de fluxo de calor (caso particular: condução, lei de Fourier), propriedades termodinâmicas: energia interna, entalpia, equações da energia mecânica e térmica. Elasticidade linear: Equação constitutiva (lei de Hooke generalizada), cálculo das tensões a partir das deformações elásticas. Bibliografia SIMÕES, F. M. F. Introdução à Mecânica dos Meios Contínuos. Lisboa: IST Press, 2017. OLIVELLA, X. O.; BOSCH, C. A. S. Mecánica de Medios Continuos para Ingenieros. Barcelona: UPC, 2000. SADD, M. H. Continuum Mechanics Modeling of Material Behavior. London: Academic Press, 2019.
Créditos: 04 Ementa
Mecânica dos Materiais II Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Noções de resistência dos materiais: carregamento axial e vaso de pressão. Torção e carregamento de flexão. Anisotropia do comportamento elástico. Termoelasticidade linear. Elasticidade plana e a função tensão de Airy. Plasticidade: curva tensão-deformação, critérios de escoamento, tensão de cisalhamento octaédrica e deformação de cisalhamento, tensão e deformação efetiva. Equações tensão-deformação no domínio plástico. Viscoelasticidade linear: modelo de Maxwell e sólido padrão linear de Maxwell, modelo de Kelvin e sólido padrão linear de Kelvin, modelo de quatro parâmetros e viscoelasticidade dinâmica. Noções de Viscoplasticidade. Bibliografia DIETER, G. E. Metalurgia Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1981. PHILPOT, T. A. Mecânica dos materiais - um sistema integrado de ensino. Rio de Janeiro: LTC, 2013. SIMÕES, F. M. F. Introdução à Mecânica dos Meios Contínuos. Lisboa: IST Press, 2017. SHIGLEY, J. E.; MISCHKE, C. R.; BUDYNAS, R. G. Projeto de Engenharia Mecânica. Porto Alegre: Bookman, 2008.
Créditos: 04 Ementa
Meio Ambiente e Reciclagem de Materiais Créditos: 04 Ementa
Teórica - 75% e Prática – 25%
Departamento de Engenharia de Materiais
Noções básicas sobre ecologia, ecossistemas e ciclos biogeoquímicos. Recursos naturais renováveis e não-renováveis. Efeitos da tecnologia sobre o equilíbrio ecológico. Desenvolvimento sustentável. Tipos de resíduos e destino. Noções sobre gestão ambiental e análise do ciclo de vida. Tipos e processos de reciclagem convencional de metais, polímeros, papel e materiais da construção
Bibliografia
civil. CAMPBELL, N. A; REECE, J. N. Biology. São Francisco: Ed. Pearson Education Inc., 2008. WORRELL, E.; REUTER, M. Handbook of Recycling State-of-the-art for practitioners, analysts and scientists. Londres: Elsevier, 2014. MANO, E. B.; PACHECO, E. B. A. V.; BONELLI, C. M. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. ANDRADE, R.; CARVALHO, A. B.; TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental: enfoque Estratégico aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: MAKRON Books, 2002.
Química Básica - Estrutura Teórica - 100% Departamento de Química Estrutura do átomo. Tabela periódica. Ligações químicas. Ligações intermoleculares. Estados de agregação da matéria. Bibliografia ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. 3ª ed. Porto Alegre: BookMan, 2002. MYERS, R. J. et al. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. OTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P. Química e Reações Químicas, Trad. da 4ª ed. Inglesa. Rio de Janeiro: LTC. 1999. EBBING, D. Química Geral. Rio de Janeiro: 1999. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC. 1999.
Créditos: 04 Ementa
Créditos: 04 Ementa
Bibliografia
Química Básica - Experimental Prática – 100% Departamento de Química Noções elementares de segurança. Materiais de laboratório. Introdução às técnicas básicas de trabalho em laboratório. Aplicações práticas de alguns princípios fundamentais em química. HARRIS, D. C. Química Analítica Quantitativa. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC. 2012. Manual de laboratório: química básica experimental. Apostila. João Pessoa: UFPB, 2018. Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/60831380/apostila-quimica-basicaexperimental-ufpb. SILVA, R. R.; BOCCHI, N.; ROCHA FILHO, R. C. Introdução à química experimental. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. SZPOGANICZ, B., DEBACHER, N. A., STADLER, E., Experiências de Química Geral, Editora da UFSC: Florianópolis, 2001.
Química Básica Transformações Teórica - 100% Departamento de Química Matéria e sua composição. Reações químicas. Cálculos químicos. Soluções. Energia e reações químicas. Equilíbrio químico. Bibliografia ATKINS, P., JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 7ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2018 BROWN, T. L., LEMAY JR., H.E., BURSTEN, B. E., WOODWARD, P. M.; STOLTZFUS, M. W. Química: a ciência central. 13ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016. CHANG, R. Química Geral: conceitos essenciais. 4ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2010.
Créditos: 04 Ementa
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química geral e reações químicas. Vol. 1. 9ª ed. São Paulo: Cengage Learning. 2016. BRADY, J. E., HUMISTON, G. E. Química Geral. Vol. 1. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. Química Orgânica Teórica A Teórica - 100% Departamento de Química Estrutura atômica e ligações; nomenclatura de compostos orgânicos; forças intermoleculares; ácidos e bases; estereoquímica; tipos de reações orgânicas e seus mecanismos; reações de substituição alifática nucleofílica e eliminação; reações de adição eletrofílica a alcenos e alcinos. Bibliografia SOLOM MCMURRY, J.; MATOS, R. M. Química orgânica. Vol. 1. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. ONS, T. W. G.; FRYLE, C. B.; SILVA, E. C. Química orgânica. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. ALLINGER, N. L. et al. Química orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. CAREY, F. A. Química orgânica. Porto Alegre: AMGH, 2011.
Créditos: 04 Ementa
Créditos: 04 Ementa Bibliografia
Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Teórica – 100% Departamento de Matemática Sequências. Séries. Equações diferenciais ordinárias. MATOS, M. P. Séries e Equações Diferenciais. Ciência Moderna. 2016. ÁVILA, G. S. Cálculo: Funções de Várias Variáveis. Vol. 3. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006 LEIGHTON, W. Equações Diferenciais Ordinárias. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1978. THOMAS, G. B; WEIR, M. D.; HASS, J. Cálculo. Vol. 2. 12ª ed. São Paulo: Pearson education do Brasil, 2012.
Seminário Direitos Humanos Teórica - 100% Departamento de Ciências Sociais Afirmação histórica dos direitos humanos. Fundamentos dos direitos humanos. Democracia, cidadania e direitos humanos. Direitos humanos, multiculturalismo e diversidade humana. Desenvolvimento e direitos humanos: desenvolvimento humano e sustentável. Os direitos humanos na sociedade brasileira. Bibliografia BOBBIO, N. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 2004. CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: um longo caminho. 4ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2000.
Créditos: 02 Ementa
Educação das relações étnico-raciais no Brasil Créditos: 02 Teórica - 100% Departamento de Ciências Sociais Ementa Conceitos de etnia, raça, diáspora, identidade, diversidade e diferença. Trajetória histórica da construção do racismo, discriminação, manifestações de etnocentrismo. Estudos das relações étnico-raciais no Brasil. Políticas públicas, relações étnico-raciais e educação. Bibliografia GUIMARÃES, A. S. A. A descoberta do preconceito racial. Vol. 6. In: Preconceito Racial: modos, temas e tempos. São Paulo: Cortez, 2012. JARDIM, D. F.; LÓPEZ, L. C. Políticas da Diversidade. Porto Alegre: UFGRS editora, 2013.
OLIVEIRA, J. P. Uma etnologia dos “índios misturados”? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais. In: OLIVEIRA, J. P. (org.) A viagem da volta: Etnicidade, política e reelaboração cultural no Nordeste Indígena. Rio de Janeiro: Contracapa/Laced, 2004. p. 13-42.
Créditos: 04 Ementa
Bibliografia
Termodinâmica Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Introdução. Leis da Termodinâmica e suas aplicações químicas. Potencial químico. Conceitos de energia livre. Termodinâmica estatística. Condições de equilíbrio. Termodinâmica de soluções. Termodinâmica de superfícies. Aplicação da termodinâmica a problemas de materiais. LEE, H. G. Chemical Thermodynamics for Metals and Materials. London: Imperial College Press, 1999. SILVA, C. A.; SILVA, I. A.; CASTRO, L. F. A.; TAVARES, R. P.; SESHADRI, V. Termodinâmica Metalúrgica: Balanços de energia, soluções e equilíbrio químico em sistemas metalúrgicos. São Paulo: Blucher, 2018. LEANDRO, C. A. S. Termodinâmica Aplicada à Metalurgia - teoria e prática. São Paulo: Érica, 2013. ADAMIAN, R.; ALMENDRA, E. Físico-Química: uma aplicação aos materiais. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 2002.
COMPONENTES CURRICULARES PROFISSIONAIS Biomateriais Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Definição de biomateriais. Evolução dos biomateriais. Tipos de biomateriais e suas propriedades físicas, químicas e mecânicas. Respostas biológicas à presença dos biomateriais. Resposta do biomaterial ao meio fisiológico. Testes in vitro e in vivo. Aplicações dos biomateriais. Dispositivos de liberação controlada. Sensores e biossensores. Bioética, normas e legislação. Bibliografia ORÉFICE, R. L.; PEREIRA, M. M.; MANSUR, H. S. Biomateriais Fundamentos & Aplicações. 1ª ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica. 2012. RATNER, B. D.; HOFFMAN, A. S.; SCHOEN, F. J.; LEMONS, J. E. Biomaterials Science. 3ª ed. Londres: Academic Press, 2013. IMANISHI, Y. Synthesis of biocomposites Materials. Boca Raton: CRC Press, 2017.
Créditos: 04 Ementa
Caracterização Mecânica dos Materiais Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Normas, procedimentos e recomendações de ensaios. Normas técnicas brasileiras. Equipamentos de laboratório e de campo. Instrumentos de medição. Medidas de carga e deformação. Ensaios destrutivos de materiais. Ensaios não destrutivos de materiais. Ensaios especiais. Aulas Práticas. Bibliografia SOUZA, S. A. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. São Paulo: Edgard Blucher, 1982. GARCIA, A.; SPIM, J. A.; SANTOS, C. A. Ensaios de Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2012. CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1986. DAVIM, J. P.; MAGALHÃES, A. G. Ensaios Mecânicos e Tecnológicos. 3ª ed. Porto: Publindústria, 2010.
Créditos: 04 Ementa
Caracterização Microestrutural dos Materiais Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Escopo das técnicas de caracterização microestrutural. Microscopia dos materiais: metais, cerâmicos e polímeros. Microscopia ótica. Microscopia eletrônica (transmissão e varredura). Difração de raios X. Microanálise. Progressos recentes em microscopia. Técnicas de análises de pós. Técnicas de análises térmicas dos materiais. Aulas Práticas. Bibliografia SANTOS, P. S. Ciência e Tecnologia de Argilas. São Paulo: Edgard Blucher, 1992. PAVIA, D. L.; BARROS, P.; SANTOS, P. S.; VYVYAN, J. R.; KRIZ, G. S.; LAMPMAN, G. M. Introdução à espectroscopia. São Paulo: Cengage Learning, 2015. LENG, Y. Materials Characterization. Introduction to microscopic and spectroscopic methods. New York: John Wiley & Sons, 2013. MONTHÉ, C.; AZEVEDO, A. Análise Térmica de Materiais. São Paulo: Artliber, 2009. PADILHA, A. F.; AMBRÓSIO FILHO, F. Técnicas de Análise Micro Estrutural. São Paulo: Hemus, 2004.
Créditos: 04 Ementa
Bibliografia
Corrosão e Degradação de Materiais Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Princípios de corrosão. Cinética de corrosão. Eletroquímica. Ataque localizado em metais. Oxidação em altas temperaturas. Envelhecimento de materiais. Degradação de materiais poliméricos. Degradação de materiais cerâmicos. Proteção contra corrosão. GENTIL, V. Corrosão. Rio de Janeiro: LTC, 2006. De PAOLI, M. A. Degradação e Estabilização de Polímeros. São Paulo: Artliber, 2009. RABELLO, M. Aditivação de Polímeros. São Paulo: Artliber. 2000. RABELLO, M.; De PAOLI, M. A. Aditivação de Termoplásticos. São Paulo: Artliber, 2013.
Geologia e Mineralogia Teórica – 100% Departamento de Engenharia de Materiais Introdução à Geologia. Crosta terrestre. Descrição dos processos de formação das rochas e os principais exemplos de ocorrência das três famílias de rochas. Rochas magmáticas. Rochas Sedimentares. Rochas metamórficas. Utilização de materiais geológicos na engenharia. Minerais. Propriedades dos minerais. Classificação dos minerais quanto à composição química. Histórico e divisão da mineralogia. Conceitos: mineral, cristal, sólido cristalino, mineralóide, minério e rocha. Formas de cristalização de minerais e cristais. Estrutura interna dos minerais e suas evidências no manuseio. Simetria, lei de Simetria, célula unitária, retículos espaciais e sistemas cristalinos. Lei de Hauy, relação axial e índices de Miller. Formas e hábitos dos cristais. Lei de Steno. Geminação e formas dos geminados. Bibliografia TILLEY, R. J. D. Cristalografia: cristais e estruturas cristalinas. São Paulo: Oficina de Textos, 2014. CULLITY, B. D.; STOCK, S. R. Elements of X-Ray Diffraction. New York: Prentice Hall, 2001. POPP, J. H. Geologia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
Créditos: 04 Ementa
KLEIN, C.; DUTROW, B. Manual de Ciência dos Minerais. Porto Alegre: Bookman, 2012. Introdução à Ciência dos Materiais Créditos: 04 Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Materiais para engenharia. Estrutura atômica e dos sólidos. Estrutura cristalina e não cristalina. Imperfeições. Difusão. Diagrama de equilíbrio. Estrutura dos metais, cerâmicas, polímeros e compósitos. Introdução às propriedades dos materiais. Bibliografia CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Rio de Janeiro: LTC, 2012. CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais – Uma Abordagem Integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2020. Van VLACK, L. H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro: Campus, 1988. ntrodução à Engenharia de Materiais Teórica - 75% e Prática - 25% Departamento de Engenharia de Materiais A engenharia de materiais. Atuação profissional. Mercado de trabalho. Regulamentação. Apresentação do corpo docente e suas linhas de pesquisa. Apresentação da estrutura do Curso. Visita aos laboratórios do curso. Bibliografia COCIAN, L. F. E. Introdução à engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2017. HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. DAN. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2013. ALEXANDER, C.; WATSON, J. Habilidades para uma Carreira de Sucesso na Engenharia. Porto Alegre: AMGH, 2014.
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Materiais Cerâmicos Teórica -75% e Prática -25% Departamento de Engenharia de Materiais Introdução aos materiais cerâmicos. Matérias primas cerâmicas. Estrutura cristalina de óxidos e silicatos. Estruturas vítreas. Composições de corpos cerâmicos. Diagramas de equilíbrio de fases cerâmicos: princípios, sistemas binários e aplicações. Reações em altas temperaturas: reações termoquímicas e termofísicas, variações polimórficas, desenvolvimento de novas fases, princípios de sinterização e densificação. Microestruturas cerâmicas: características e análise da microestrutura de cerâmicos avançados e tradicionais. A indústria cerâmica, processos e produtos cerâmicos. Propriedades de materiais cerâmicos. Práticas de laboratório: realização de práticas laboratoriais envolvendo a teoria da disciplina. Bibliografia SMITH, W. F.; HASHEMI, J. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. Porto Alegre: AMGH, 2012. Van VLACK, L. H; SILVEIRA, C.; ONIKI, S. Propriedades dos materiais cerâmicos. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. SANTOS, P. S.; SANTOS, H. S. Ciência e tecnologia de argilas. São Paulo: Edgard Blucher, 1992. CARTER, C. B.; NORTON, M. G. Ceramic Materials: Science and Engineering. New York: Springer, 2013.
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Materiais Compósitos Teórica – 100% Departamento de Engenharia de Materiais
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Definição, classificação dos compósitos e aplicações gerais. Reforços: tipos, estrutura, fabricação, propriedades e aplicações. Matrizes: tipos, propriedades e peculiaridades de interesse em materiais compósitos. Interface: características superficiais do reforço; Interações na interface; tratamento superficial do reforço; ângulo de contato. Processamento de compósitos com matrizes poliméricas, metálicas, cerâmicas e com matriz de carbono/fibra de carbono: métodos manuais e automatizados; variáveis de processo, limitações, vantagens; preparação de préimpregnados e pré-formas; Aplicações. Micromecânica: regra da mistura. Predições: densidade, constantes elásticas na direção longitudinal e transversal do compósito com fibra longa, razão entre a carga da fibra e a carga da matriz. Comportamento tensão-deformação dos compósitos. Volume mínimo e volume crítico do reforço. Compósito com fibra curta: transferência de tensão fibramatriz; comprimento crítico da fibra. Resistência e fratura: resistência sob tração de compósitos fibrosos unidirecionais. Modo de fratura e mecanismos de fratura dos compósitos. Fadiga: curvas de tensão versus número de ciclos. Características gerais dos compósitos sob fadiga. Bibliografia NETO, F. L.; PARDINI, L. C. Compósitos Estruturais: Ciência e Tecnologia. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. CHAWLA, K. K. Composite Materials: Science and Engineering. New York: Springer, 2011. CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Materiais e Dispositivos Eletro-Eletrônicos Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Eletricidade básica (Lei de Ohm, leis de Kirchhoff, análises de circuitos resistivo e reativos), sensores de Efeito Hall. Materiais cerâmicos e poliméricos aplicados em: dispositivos semicondutores (diodos e transistores), dispositivos opto eletrônicos, materiais dielétricos (capacitores, piezoelétricos e ferroelétricos). Materiais termoelétricos, materiais magnetoresistivos e gravação magnética. Bibliografia REZENDE, S. M. Materiais e Dispositivos Eletrônicos. São Paulo: Livraria da Física, 2015. GUSSOW, M. Eletricidade Básica. Porto Alegre: Bookman, 2009. MARKUS, O. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada: teoria e exercícios. São Paulo: Érica, 2011. Materiais Metálicos Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Sistema ferro-carbono: aços e ferros fundidos. Diagramas, transformações, curvas TTT, microestruturas e propriedades. Produção de metais não ferrosos: alumínio, cobre, metais nobres, zinco, chumbo, metais refratários. Alumínio e suas ligas: propriedades e aplicação. Cobre e suas ligas: propriedades e aplicação. Titânio e suas ligas: propriedades e aplicação. Ligas para altas temperaturas. Práticas de laboratório: realização de práticas laboratoriais envolvendo a teoria da disciplina. Bibliografia SILVA, A. L. V. C.; MEI, P. R. Aços e ligas especiais. São Paulo: Blucher, 2011. CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica. Vol. 1. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica. Vol. 2. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1986.
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Materiais Poliméricos I Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais
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Introdução geral. Definição e conceitos fundamentais. Plásticos, fibras e borrachas. Principais polímeros comerciais e suas aplicações. Introdução à físicoquímica de polímeros. Estados físicos de polímeros. Relação estruturapropriedade de polímeros. Polímeros em solução. Massa molar e determinação da massa molar. Cristalização e cristalinidade em polímeros. Viscoelasticidade de polímeros. Elasticidade de borrachas. Práticas de laboratório: realização de práticas laboratoriais envolvendo a teoria da disciplina. Bibliografia RUDIN, A.; CHOI, P. Ciência e Engenharia de Polímeros. Rio de Janeiro: Gen LTC, 2016. AKCELRUD, L. Fundamentos da Ciência dos Polímeros. Barueri: Manole, 2006. CANEVAROLO Jr, S. V. Ciência dos Polímeros: um texto básico para tecnólogos e engenheiros. São Paulo: Artliber, 2010.
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Propriedades Físicas dos Materiais Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais Condução eletrônica e iônica. Modelos do elétron livre e teoria de bandas de energia. Metais. Semicondutores. Magnetismo. Supercondutividade. Propriedades elétricas (interpretação atômica e macroscópica). Propriedades térmicas. Propriedades ópticas de materiais (efeito fotovoltaico, absorção e transmissão de radiações). REZENDE, S. M. Materiais e Dispositivos Eletrônicos. São Paulo: Livraria da Física, 2015. EISBERG, R.; RESNICK, R. Física Quântica. Rio de Janeiro: Campus, 1994. SMITH, W. F.; HASHEMI, J. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. Porto Alegre: AMGH, 2012. Propriedades Mecânicas dos Materiais Teórica – 85% e Prática – 15% Departamento de Engenharia de Materiais Deformação elástica. Deformação plástica. Falha: fratura, fadiga e fluência. Mecanismos de deformação plástica dos materiais: deformação por escorregamento, maclação mecânica e microfibrilamento. Mecanismos de fluência dos materiais: mecanismos difusionais, escorregamento viscoso e escorregamento de contornos de grão. Mecanismos de fratura dos materiais: mecanismos de fratura dúctil e mecanismos de fratura frágil. Mecanismos de tenacificação e aumento de resistência dos materiais. Aulas práticas. SCHON, C. G. Mecânica dos Materiais: fundamentos e tecnologia do comportamento. Rio de Janeiro: Campus, 2013. DIETER, G. E. Metalurgia Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981. CRAIG Jr, R. R. Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
Reologia dos Materiais Créditos: 04 Teórica – 85% e Prática – 15% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Introdução à reologia. Equações fundamentais da reologia. Comportamento reológico dos fluidos newtonianos e fluidos não-newtonianos. Reologia de polímeros. Reologia de suspensões. Reologia de metais semi-sólidos. Reometria. Aplicações de Reologia em materiais. Bibliografia SCHRAMM, G. Reologia e Reometria: Fundamentos Teóricos e Práticos. São Paulo: Artliber, 2006. BRETAS, R. E. S.; D´ÁVILA, M. A. Reologia de Polímeros fundidos. São Carlos: EdUFSCar, 2006. HEINRICH, J. G.; GOMES, C. M. Introduction to Ceramics Processing. Clausthal-Zellerfeld: TU Clausthal, 2014.
HIRT, G.; KOPP, R. Thixoforming: Semi-solid Metal Processing. Weinheim: Wiley‐VCH, 2009. KIRKWOOD, D. H.; SUÉRY, M.; KAPRANOS, P.; ATKINSON, H. V.; YOUNG, K. P. Semi-solid Processing of Alloys. Berlin: Springer, 2010.
Transformações de Fases Teórica – 100% Departamento de Engenharia de Materiais Diagramas de fases: curvas de energia livre, diagramas binários (tipos de diagramas e modelos termodinâmicos) e ternários, decomposição espinoidal. Conceitos de estado metaestável: estados metaestáveis em transições líquido-gás, estados metaestáveis em transições sólido-líquido, conceito de metaestabilidade. Solidificação: nucleação, refino, estruturas de solidificação. Precipitação, recuperação e recristalização. Bibliografia CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Rio de Janeiro: LTC, 2012. GARCIA, A. Solidificação: fundamentos e aplicações. Campinas: Unicamp, 2007. SANTOS, R. G. Transformação de Fases: em materiais Metálicos. Campinas: Unicamp, 2006.
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Tratamentos Térmicos Teórica – 85% e Prática – 15% Departamento de Engenharia de Materiais Tratamentos térmicos: Curvas CCT e TTT, alívio de tensões, recozimento, têmpera e revenimento, martêmpera e austêmpera. Tratamentos termoquímicos e de superfície: Boretação, nitretação, cementação. Aulas Práticas. Bibliografia CHIAVERINI, V. Aços e ferros fundidos: características gerais, tratamentos térmicos, principais tipos. São Paulo: ABM, 1996. SILVA, A. L. V. C.; MEI, P. R. Aços e ligas especiais. São Paulo: Blucher, 2010. CHIAVERINI, V. Tratamento térmico das ligas metálicas. São Paulo: ABM, 2008.
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Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia I Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015. Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia II Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de
Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015.
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Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia III Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015. Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia IV Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015. Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia V Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015. Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia VI Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015.
Créditos: 02 Ementa Bibliografia
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Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia VII Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015. Unidade Curricular de Extensão (UCE) em Engenharia VIII Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Unidade curricular destinada à creditação de atividades de extensão, conforme Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 - Resolução CNE/CES no. 7 de 18 de dezembro de 2018. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras – FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Florianópolis: Imprensa Universitária, 2015.
Estágio Supervisionado em Engenharia de Materiais Créditos: 19 Prática– 100% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Contato com a área industrial e/ou com a pesquisa, aplicação dos conhecimentos adquiridos, relacionamento profissional, desenvolvimento da competência técnico-científica, criatividade aplicada, essa disciplina terá como meta consolidar a colocação do graduando no mercado de trabalho após a conclusão do curso. COMPONENTES CURRICULARES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIOS
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Bibliografia
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Cerâmicas Avançadas Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Definições. Métodos de preparação e sínteses de pós cerâmicos. Preparação de filmes finos e espessos. Técnicas avançadas de sinterização. Microestruturas e propriedades aplicações de cerâmicas avançadas. Práticas de laboratório: realização de práticas laboratoriais envolvendo a teoria da disciplina. SETZ, L. F. G.; SILVA, A. C. O Processamento Cerâmico sem Mistério. São Paulo: Blucher, 2019. LEE, B.; KOMARNENI, S. Chemical Processing of Ceramics, 2nd Ed. Boca Raton: CRC Press, 2005. SARKAR, D. Nanostructured Ceramics: Characterization and Analysis. Boca Raton: CRC Press, 2018. Conformação Plástica de Metais Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Classificação dos processos de conformação: quanto ao tipo de esforço predominante, quanto à temperatura de trabalho. Influência da taxa de
deformação na conformação dos metais. Atrito e lubrificação. Cálculo de esforços mecânicos nos processos de conformação: método da deformação homogênea e método dos blocos. Forjamento livre e em matriz fechada, laminação, trefilação e extrusão. Projeto para conformação. Estamparia de corte e repuxo de chapas e folhas laminadas. Aulas Práticas. Bibliografia HELMAN, H.; CETLIN, P. R. Fundamentos da conformação mecânica dos metais. São Paulo: Artliber, 2010. DIETER, G. E. Metalurgia Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981. GOUVEIA, B.; RODRIGUES, J.; MARTINS, P.; Tecnologia Mecânica. Tecnologia da Deformação Plástica. Vol. III. 1ª ed. Forte da Casa: Escolar, 2011. Fundição de Metais Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Principais processos de fundição: moldagem em areia, fundição por cera perdida, moldes permanentes por gravidade, fundição sob pressão e fundição centrífuga. Aspectos metalúrgicos da fundição: Propriedades dos metais líquidos, solidificação dos metais e suas ligas, análise microestrutural e solubilidade dos gases. Defeitos de fundição. Projeto de fundição. Aulas Práticas. Bibliografia BALMAM, R. L., VIEIRA, E. A. Fundição: Processos e Tecnologias Correlatas. 2ª ed. São Paulo: Érica, 2014. FERREIRA, J. M. G. C. Tecnologia da Fundição. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007. CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1986. Materiais Poliméricos II Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Reações de polimerização e copolimerização. Técnicas de polimerização e reações químicas em polímeros; modificação de polímeros. Misturas poliméricas. Polímeros de Engenharia. Espumas. Aditivos para sistemas poliméricos. Resistência química. Práticas de laboratório: realização de práticas laboratoriais envolvendo a teoria da disciplina. Bibliografia RUDIN, A.; CHOI, P. Ciência e Engenharia de Polímeros. Rio de Janeiro: Gen LTC, 2016. RABELLO, M. S. Aditivação de Termoplásticos. São Paulo: Artliber, 2013. De PAOLI, M. A. Degradação e Estabilização de Polímeros. São Paulo: Artliber, 2009. Metodologia do Trabalho Científico Teórica - 50% e Prática - 50% Departamento de Engenharia de Materiais Desenvolvimento de um trabalho de pesquisa. Métodos e técnicas de pesquisa. Elaboração de monografias, relatórios, artigos e projetos científicos. Bibliografia ANDRADE, M. M.; MARTINS, J. A. A. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de Trabalhos na Graduação. São Paulo: Atlas, 2010. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2011. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2017.
Créditos: 04 Ementa
Créditos: 04
Pesquisa Aplicada à Engenharia de Materiais Teórica - 100% Departamento de Engenharia de Materiais
Ementa
Normalização da produção acadêmica. Planejamento de experimentos: análise fatorial de experimentos. Modelagem empírica: modelo matemático, análise de variância e significância estatística. Otimização experimental: método de superfície de resposta, método simplex básico e método simplex modificado, simplex lattice. Estudos de casos. Apresentação de projetos. Bibliografia MOORE, D. S.; NOTZ, W. I.; FLINGNER, M. A. A Estatística Básica e sua Prática. Rio de Janeiro: LTC, 2017. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2016. MARTINS, G. A.; DOMINGUES, O. Estatística geral e aplicada. São Paulo: Atlas, 2017. Processamento de Elastômeros e Termofixos Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Introdução. Composição de elastômeros e borrachas. Vulcanização de borrachas. Propriedades e aplicações de elastômeros e borrachas. Extrusão. Injeção. Calandragem. Fabricação de Pneus. Composição de termofixos. Processo de Cura. Processos de moldagem de Termofixos. Propriedades e aplicações. Tintas sintéticas e adesivos. Bibliografia HOFMANN, W. Rubber Technology Handbook. Munich: Hanser, 1989. DODIUK, H.; GOODMAN, S. H. Handbook of Thermoset Plastics, San Diego: William Andrew, 2013. SPERLING, L. H. Introduction to Physical of Polymer Science. New York: WileyInterscience, 2005. SPERLING, L. H. Polymeric Multicomponent Materials: An Introduction, New York: Wiley-Interscience, 1997. Processamento de Materiais Cerâmicos Teórica -75% e Prática -25% Departamento de Engenharia de Materiais Introdução ao processamento cerâmico. Características das matérias primas e aditivos de processamento. Processos gerais de fabricação de componentes cerâmicos. Conformação por pressão axial e isostática. Conformação plástica por extrusão e injeção. Conformação líquida por colagem. O processo de secagem. O processo de sinterização. Processos de acabamento. Práticas de laboratório: realização de práticas laboratoriais envolvendo a teoria da disciplina. Bibliografia FONSECA, A. T. Tecnologia do Processamento Cerâmico. Lisboa: Universidade Aberta, 2000. REED, J. S. Principles of Ceramic Processing. New York: Wiley Intersciense, 1995. NORTON, F. H. Introdução à Tecnologia Cerâmica. São Paulo: Edgard Blucher, 1973.
Créditos: 04 Ementa
Produtos Cerâmicos Industriais Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Ensaios cerâmicos, classificações, normas, especificações, certificação e controle de qualidade para revestimentos cerâmicos, louças sanitárias, cimentos, vidros, abrasivos, materiais refratários, cerâmica estrutural e cerâmicas avançadas; argilas e minerais para diversas finalidades na indústria (cerâmica, borracha, plásticos, tintas, papel, fluidos de perfuração de poços de petróleo, aglomerantes de areias de moldagem para fundição e pelotização de finos de minérios de ferro). Controle de qualidade dos produtos e processos cerâmicos.
Bibliografia
SANTOS, P. S. Ciência e Tecnologia de Argilas. São Paulo: Edgard Blucher, 1992. SETZ, L. F. G.; SILVA, A. C. O Processamento Cerâmico sem Mistério. São Paulo: Edgard Blucher, 2019. AMBROZEWICZ, P. H. L. Materiais de Construção. Normas, Especificações, Aplicação e Ensaios de Laboratório. São Paulo: PINI, 2012. NORTON, F. H. Introdução à Tecnologia Cerâmica. São Paulo: Edgar Blucher, 1973. Van VLACK, L. H. Propriedades dos materiais cerâmicos. São Paulo: Edgard Blucher, 1973.
Processamento de Termoplásticos Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Introdução. Extrusão e processos baseados em extrusão. Moldagem por injeção. Moldagem por compressão. Calandragem. Termoformagem. Moldagem rotacional. Fabricação de plásticos celulares. Técnicas de acabamento superficial para plásticos. Fabricação de fibras poliméricas. Práticas de laboratório: realização de práticas laboratoriais envolvendo a teoria da disciplina. Bibliografia HARADA, J.; UEKI, M. M. Injeção de Termoplástico: produtividade com qualidade. São Paulo: Artiber, 2012. MANRICH, S. Processamento de Termoplásticos: rosca única, extrusão & matrizes, injeção & moldes. São Paulo: Artiber, 2013. TADMOR, Z.; GOGOS, C. G. Principles of Polymer Processing. New York: Wiley-Interscience, 2006. ROSATO, D. V. Plastics Processing Data Handbook. New York: Springer, 1997. RABELLO, M.; De PAOLI, M. A. Aditivação de Termoplásticos. São Paulo: Artliber, 2013. Soldagem de Metais Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Principais processos de soldagem: Soldagem com arco elétrico, soldagem e corte com gás e processos não convencionais de soldagem. Aspectos metalúrgicos da soldagem: Transferência de calor na soldagem, solidificação da poça de fusão, macroestrutura de soldas por fusão, características da zona termicamente afetada e descontinuidades comuns em soldas. Tensões residuais e distorções na soldagem. Aulas Práticas. Bibliografia WAINER, E.; BRANDI, S. D.; MELLO, F. D. H. Soldagem - Processos e Metalurgia. São Paulo: Blucher, 1992. MARQUES, P. V.; MODENESI, P. J.; BRACARENSE, A. Q. Soldagem Fundamentos e Tecnologia. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2009. SANTOS, C. E. F. Processos de Soldagem: conceitos, equipamentos e normas de segurança. São Paulo: Érica, 2015.
Créditos: 04 Ementa
Trabalho de Conclusão de Curso Prática – 100% Departamento de Engenharia de Materiais Trabalho de pesquisa e/ou desenvolvimento tecnológico.
COMPONENTES CURRICULARES COMPLEMENTARES OPTATIVOS
Blendas Poliméricas Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Conceitos fundamentais sobre blendas poliméricas. Termodinâmica de soluções polímero-polímero. Miscibilidade. Compatibilidade em blendas poliméricas. Métodos de preparação e caracterização de blendas poliméricas. Plásticos modificados com elastômeros. Principais blendas poliméricas. Aulas Práticas. Bibliografia UTRACKI, L. A. Polymer Alloys and Blends. New York: Hanser, 1990. UTRACKI, L. A. Polymer Blends Handbook. Vol. 1-2. New York: Springer, 2003. PAUL, D. R.; BUCKNALL, C. B. Polymer blends. New York: Wiley, 2000. SPERLING, L. H. Introduction to Physical of Polymer Science. New York: Wiley-Interscience, 2005. Cerâmicas Refratárias Créditos: 04 Teórica– 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Definição, caracterização e aplicações. Classificação e normalização. Refratários de sílica. Refratários de alumina e silico-aluminosos. Refratários de magnésia e cromita. Ensaios e análise do desempenho. Bibliografia SEGADÃES, A. M. Refractários. Fund. João Jacinto de Magalhães, Universidade de Aveiro, 1997. CALLISTER, W. D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais. Uma Abordagem Integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2013. SMITH, W. F. Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais, New York: McGraw-Hill, 1998. Gestão da Qualidade Créditos: 04 Teórica – 100% Departamento de Engenharia de Produção Ementa Evolução histórica do conceito e da prática de gestão da qualidade. Controle da qualidade total: produto, processos e pessoas. Gestão da qualidade total: modelos de excelência em desempenho organizacional, gerenciamento das diretrizes, por processos e da rotina. Qualidade em Serviços. Ferramentas e métodos de gestão, de controle e de melhoria contínua da qualidade. Modelos normalizados de sistema de gestão: conceitos, padronização e certificações. Bibliografia GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2002 CARVALHO, M. M.; PALADINI, E. P. Gestão da qualidade. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011. CARPINETTI, L. C. R.; GEROLAMO, M. C. Gestão da Qualidade ISO 9001: 2015: Requisitos e Integração com a ISO 14001:2015. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2016 BERGAMO FILHO, V. Gerência econômica da qualidade através do TQC. Controle Total de Qualidade. São Paulo: Makrom Books, 1991.
Créditos: 04 Ementa
Laboratório de Instrumentação Científica II Teórica – 100% Departamento de Física Circuitos digitais TTL e CMOS, lógica, multivibradores, Conversão de sinais Analógicos/Digitais – A/D e Digitais/Analógicos – D/A. Especificar, dimensionar e aplicar dispositivos e sensores, transdutores, controladores e condicionadores de sinais. Noções básicas de aquisição e técnicas de processamento de sinais.
Bibliografia
TOKHEIM, R. L.; ALBUQUERQUE, I. J. Princípios digitais. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. 256p. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 10ª ed. São Paulo: Érica, 2008. 524p. GARCIA, P. A.; MARTINI, J. S. C. Eletrônica digital: teoria e laboratório. 2ª ed. São Paulo: Érica, 2008. 182p. SILVA, E. A. B. et al. Processamento digital de sinais: projeto e análise de sistemas. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2014. 976p.
Libras Teórica – 100% Departamento de Língua e Sinais Aspectos sócio históricos, linguísticos identitários e culturais da comunidade surda. Legislação e surdez. Filosofias educacionais para surdo. Aspectos linguísticos da Libras: fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticopragmáticos da Língua Brasileira de Sinais. Prática de conversação em Libras. Bibliografia STRÖBEL, K. L. As imagens do outro sobre a cultura surda. 1a. Florianópolis: UFSC, 2009. COUTINHO, D. Libras e língua Portuguesa (Semelhanças e Diferenças). 3ª ed. João Pessoa: Ideia, 2015. FELIPE, T. A.; MONTEIRO, M. S. LIBRAS em Contexto: Curso Básico. 8ª ed. Rio de Janeiro: WalPrint Gráfica e Editora, 2007. Disponível em: http://www.librasgerais.com.br/materiais-inclusivos/downloads/libras-contextoestudante.pdf QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. 3ª ed. Cidade: Artmed, 2004. FERREIRA-BRITO, L. Por uma Gramática de Língua de Sinais. 1a ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. SKLIAR, C. A. Surdez: um olhar sobre as diferenças. 1ª ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 2013. MEC. BRASIL. Lei 12.319. DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO de 1 de Setembro de 2010, 1ª seção.
Créditos: 04 Ementa
Materiais Cimentícios Teórica– 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Conceitos fundamentais sobre a química e características microestruturais dos cimentos Portland e seu papel nas propriedades mecânicas e no desempenho de materiais cimentícios. Histórico e fabricação do cimento Portland. Composição e propriedades das fases do clinquer. Hidratação das fases do clinquer. Composição e características dos cimentos Portland. Hidratação do cimento Portland. Propriedades no estado fresco e endurecido de materiais à base de cimento Portland. Reações pozolânicas e efeito filler. Adições industriais e fibras: efeito na microestrutura de materiais cimentícios. Cimentos especiais: resistentes ao calor, expansivos e de poço de petróleo. Durabilidade de materiais cimentícios. Bibliografia MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto Microestrutura, Propriedades e Materiais. 2ª ed. Cidade: Ibracon, 2008. NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2015. NEVILLE, A. M. Tecnologia do concreto. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
Créditos: 04 Ementa
Créditos: 04
Mecânica dos Materiais III Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais
Ementa
Mecânica da fratura linear elástica: Balanço energético de Griffith, instabilidade e curva R, modificação da equação de Griffith, análise de tensões em trincas, plasticidade na frente da trinca, medida experimental de KIC. Mecânica da fratura elastoplástica: CTOD, integral J, relação entre integral J e CTOD, medida experimental do CTOD e da integral J. Noções de mecânica do dano isotrópico: Definição escalar da variável dano, definição tensorial da variável dano, tensão efetiva e evolução do dano. Aulas Práticas. Bibliografia VOYIADJIS, G. Z.; KATTAN, P. I. Damage Mechanics. Boca Raton: CRC Press, 2005. PASTOUKHOV, V. A.; VOORWALD, H. J. C. Introdução à Mecânica de Integridade Estrutural. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1995. ANDERSON, T. L. Fracture Mechanics. Fundamentals and Applications. Boca Raton: CRC Press, 2005. BRANCO, C. A. G. M.; CASTRO, P. M. S. T.; FERNANDES, A. A. Fadiga de Estruturas Soldadas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1999. Metalurgia do Pó Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Produção de pós metálicos. Características dos pós metálicos: pureza e composição química, microestrutura da partícula, tamanho e forma da partícula, densidade aparente, velocidade de escoamento, superfície específica, compressibilidade e resistência verde. Mistura, homogeneização e lubrificação. Compactação. Sinterização. Produtos da metalurgia do pó: metais refratários e suas ligas, metal duro, aços sinterizados, metais e ligas não ferrosas sinterizadas. Aulas Práticas. Bibliografia CHIAVERINI, V. Metalurgia do Pó. Técnica e Produtos, São Paulo: ABM, 1992. SAMAL, P. K.; NEWKIRK, J. W. (Eds). ASM Handbook - Powder Metallurgy. Vol 7. Novelty: ASM International, 2015. GROOVER, M. P. Introdução aos Processos de Fabricação. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
Créditos: 04 Ementa
Modelagem de Materiais Créditos: 04 Prática – 100% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Introdução aos métodos de simulação numérica. Introdução ao uso de aplicativos computacionais para problemas de mecânica computacional. Aplicações. Bibliografia RAPPAZ, M.; BELLET, M.; DEVILLE, M. Numerical Modeling in Materials Science and Engineering. Berlin: Springer-Verlag, 2003. WELLE, R. M. R. Apostila de Cristalização de Polímeros, UFPB, 2019. GEDDE, U. W. Polymer Physics. Berlin: Springer-Verlag, 1999. Nanotecnologia de Polímeros Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Introdução a nanotecnologia. Conceitos básicos. Polímeros e nanotecnologia. As abordagens top-down, bottom-up, auto-montagem, Langmuir-Blodgett. Métodos de preparação e caracterização de nanopartículas, nanowhiskers e nanofibras poliméricas. Nanocompósitos poliméricos. Métodos de preparação de nanocompósitos. Aplicações de nanomateriais e principais mercados. Questões ambientais, éticas e sociais envolvendo tecnologias emergentes. Aulas Práticas. Bibliografia RÓZ, A. L.; LEITE, F. L.; FERREIRA, M.; OLIVEIRA Jr, O. N. Nanoestruturas. Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2014.
RÓZ, A. L.; LEITE, F. L.; FERREIRA, M.; OLIVEIRA Jr, O. N. Grandes Áreas da Nanociência. Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2014. RÓZ, A. L.; LEITE, F. L.; FERREIRA, M.; OLIVEIRA Jr, O. N. Técnicas de Nanocaracterização. Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2014. ANADÃO, P. Tecnologia de Nanocompósitos. Polímero/argila. São Paulo: Artliber, 2012. LINDSAY, S. M. Introduction to Nanoscience. New York: Oxford University Press, 2009. TIMP, G. L. Nanotechnology. New York: Springer, 1999. CAO, G.; WANG, Y. Nanostructures and nanomaterials: Synthesis, Properties, and Applications. London: Imperial College Press, 2011. Segurança do Trabalho Créditos: 04 Teórica – 100% Departamento de Engenharia de Produção Ementa Aspectos introdutórios da Segurança e Saúde do Trabalho: histórico, evolução e conceitos básicos. Acidentes do trabalho: conceitos, causas e custos. Tipologia de riscos. Métodos de Identificação e avaliação de riscos. Metodologia de ação prevencionista. Sistema de gestão da segurança do trabalho. Aspectos legais. Bibliografia BREVIGLIERO, E.; POSSEBON, J.; SPINELLI, R. Higiene ocupacional: agentes biológicos, químicos e físicos. 7ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2014. MATTOS, U. A. O.; MÁSCULO, F. S. (Org.). Higiene e segurança do trabalho. Rio de Janeiro: Abepro, 2011. SALDANHA, M. C. W. Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho. Apostila. Joao Pessoa: UFPB, 2012. Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/1765082/apostila-seguranca-industrialufpb-2012/3. CLT – Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar. Portaria 3.214 de 8 de junho de 1978 e as Normas Regulamentadoras - Segurança e Medicina do Trabalho. SALIBA, T. M. Manual prático de avaliação e controle do ruído: PPRA. 11ª ed. São Paulo: LTr, 2019. ZOCCHIO, A. Prática da prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1996. Seleção de Materiais Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Critérios de decisão para a seleção de materiais. Seleção de materiais com base nas propriedades mecânicas. Seleção de materiais com base nas propriedades superficiais. Estudos de caso específicos de seleção de materiais. Aulas Práticas. Bibliografia ASHBY, M. Seleção de Materiais no Projeto Mecânico. Rio de Janeiro: LTC, 2012. FERRANTE, M. Seleção de Materiais. São Carlos: EdUSFCar, 2013. PAHL, G.; BEITZ, W.; FELDHUSEN, J.; GROTE, K. H. Projeto na engenharia - fundamentos do desenvolvimento eficaz de produtos - métodos e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
Siderurgia Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Processos de preparação de matérias-primas siderúrgicas: as matérias-primas nos processos siderúrgicos integrados e semi-integrados, características físicas e químicas das matérias-primas e processos de preparação. Processos de redução do minério de ferro: Alto forno e redução direta. Refino primário do aço:
conversor LD e fornos elétricos a arco. Refino secundário do aço. Lingotamento contínuo e convencional. Laminação de produtos planos e não planos. Aulas Práticas. Bibliografia RIZZO, E. M. S. Processo de Fabricação de Ferro-Gusa em Alto-forno. São Paulo: ABM, 2009. MOURÃO, M. B.; YOKOJI, A.; MALYNOWSKYJ, A.; LEANDRO, C. A. S.; TAKANO, C.; QUITES, E. E. C.; GENTILE, E. F.; SILVA, G. F. B. L.; BOLOTA, J. R.; GONÇALVES, M.; FACO, R. J. Introdução à Siderurgia. São Paulo: ABM, 2007. RIZZO, E. M. S. Introdução aos Processos de Lingotamento dos Aços. São Paulo: ABM, 2006. Técnicas Espectroscópicas para Polímeros Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Espectroscopia no Ultravioleta-visível (UV-Vis): Introdução geral, natureza da radiação, níveis de energia e modos de excitação eletrônica; Apresentação dos dados, preparação das amostras; Grupos cromóforos, auxocromos e espectros de substâncias modelo; Aplicações da espectroscopia de UV-Vis. Espectroscopia no Infravermelho (IV): Introdução e princípios gerais; Fundamentos e regras de seleção; Espectrômetros de IR clássicos e com transformada de Fourier; Bandas de absorção características; Interpretação de espectros representativos; Preparação de amostras; Análises específicas (determinação de microestrutura, degradação, cristalinidade e orientação); Uso de acessórios especiais [refletância interna múltipla (MIR), refletância interna difusa (DRIFT) e reflexão total atenuada (ATR)]; Noções de espectroscopia Raman. Ressonância Magnética Nuclear (RMN): Introdução, princípios gerais, deslocamento químico; Ressonância magnética nuclear do ¹H, do ¹³C e de outros núcleos; Acoplamento e desacoplamento spin-spin; RMN clássica (onda contínua) e técnicas de pulsos; Instrumentação e preparação de amostras; Isomerismo nas cadeias poliméricas; Análise de copolímeros; RMN a duas dimensões; RMN do estado sólido. Bibliografia SILVERSTEIN, R. M.; WEBSTER, F. X.; KIEMLE, D. J.; BRYCE, D. L. Identificação Espectrométrica de Compostos Orgânicos. Rio de Janeiro: LTC, 2019. PAVIA, D. L.; LAMPMAN, G. M.; KRIZ, G. S.; VYVYAN, J. R. Introdução à Espectroscopia. São Paulo: Cengage Learning, 2015. CANEVAROLO Jr., S. V. Técnicas de Caracterização de Polímeros. São Paulo: Artlieber, 2004. CAMPBELL, D.; WRITE, J. R. Polymer Characterization. London: Chapman & Hall, 1989. ATKINS, P.; PAULA, J.; KEELER, J. Atkins’ Physical Chemistry. Oxford: Oxford University Press, 2018. Tecnologia de Vidros Teórica - 75% e Prática - 25% Departamento de Engenharia de Materiais Preparação de matérias primas. Energia para fusão e sua transmissão. Fusão, homogeneização e refino. Tratamentos térmicos e químicos. Fabricação de vidro ótico. Fabricação de vidro plano. Estiramento de tubos e barras. Fabricação de vidro oco. Fabricação de fibras de vidro. Vidrados e vidros especiais. Bibliografia MAIA, S. B. O Vidro e sua Fabricação. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. NAVARRO, J. M. F. El Vidrio. Constitución, fabricación, propriedades. Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Cientificas (C.S.I.C.), 2003. REUTER, J. Vidro: técnicas em vidro. Porto: Ufp, 1994.
Créditos: 04 Ementa
Usinagem de Metais Créditos: 04 Teórica – 75% e Prática – 25% Departamento de Engenharia de Materiais Ementa Principais operações de usinagem. Grandezas físicas no processo de corte. Geometria da ferramenta de corte. Mecanismos de formação de cavacos. Força e potência de usinagem. Temperatura no processo de usinagem. Fluidos de corte. Materiais para ferramentas de corte. Ensaios de usinabilidade dos metais. Aulas Práticas. Bibliografia MACHADO, A. R.; ABRÃO, A. M.; COELHO, R. T.; SILVA, M. B. Teoria da Usinagem dos Materiais. São Paulo: Blucher, 2015. FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo: Blucher, 1970. ALMEIDA, P. S. Processos de Usinagem: Utilização e Aplicações das Principais Máquinas Operatrizes. São Paulo: Érica, 2015.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA FOLHA DE ASSINATURAS SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
Emitido em 12/05/2021 RESOLUÇÃO Nº 20/2021 - REITORIA SODS (11.01.74) (Nº do Documento: 20) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 21/05/2021 21:27 ) VALDINEY VELOSO GOUVEIA REITOR 6338234
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