UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSUNI

Res. CONSUNI 34/2018

UFPB-CONSUNI-RES-34-2018
vigente Ver na Teia Ir ao texto integral

Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso técnico de nível médio em informática modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN).

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (9)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Decreto 5.154/2004 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
7 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CNE/CEB 1/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo I“o médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e...”
  • cita
    Decreto 5.154/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
  • cita
    Lei 12.603/2012 em: Anexo I“No que diz respeito à Educação a Distância pela Lei nº 12.603/2012.”
  • cita
    Lei 170/2012 em: Anexo I“Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade...”
  • cita
    Lei 68/2012 em: Anexo I“Tendo sua institucionalização por meio da Lei Municipal Nº 68/2012 de 26/10/2012.”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

camada de texto do PDF oficial (pdftotext) · original (texto publicado no SIGRH; alterações posteriores não incorporadas)

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 10 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 2 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

RESOLUÇÃO N° 34/2018 Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso técnico de nível médio em informática modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN). O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, no uso das suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada em 28 de agosto de 2018(Processo nº 23074.014726/2018-07), CONSIDERANDO que o PPC ao se constituir democrático está centrado tanto na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão; CONSIDERANDO os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; CONSIDERANDO a importância de um Projeto Pedagógico de Curso dinâmico e atualizado que estará em constante processo de avaliação; CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação Profissional Técnica de Nível Médio; RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Projeto Curricular do Curso Técnico em informatica modalidade concomitante à Distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba, 03 de dezembro de 2018.

Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente

ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 34/2018 PROJETO CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA

COLÉGIO AGRÍCOLA “VIDAL DE NEGREIROS” CGE | COORDENAÇÃO GERAL DE ENSINO CPG | COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, CAMPUS DE BANANEIRAS

PROJETO CURRICULAR DE CURSO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA MODALIDADE CONCOMITANTE À DISTÂNCIA - MEDIOTEC

BANANEIRAS, PB MAIO DE 2017

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MINISTRO DA EDUCAÇÃO | MEC Mendonça Filho

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA | SETEC Eline Neves Braga Nascimento

DIRETOR DO CAVN | UFPB Edvaldo Mesquita Beltrão Filho

VICE-DIRETOR DO CAVN | UFPB Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade

COORDENADOR GERAL DE ENSINO | CGE Alex da Silva Barbosa

COORDENAÇÃO PEGAGÓGICA | CPG Alice d'Albuquerque Torreão Janaina Lima Luna Rodrigues Maria Nair Solano Macedo de Lima

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SUMÁRIO

1.APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO ...................................................................... 5 1.1 APRESENTAÇÃO..................................................................................................................................................5 1.1 JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................................... 5 1.2 OBJETIVOS DO CURSO ...................................................................................................................................... 6

2. REQUISITOS DE ACESSO .................................................................................................................................... 6

3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO ........................................................................................................ 6 3.1 PERFIL PROFISSIONAL DAS QUALIFICAÇÕES ............................................................................................ 6

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ....................................................................................................................... ...7 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA ........................................................ ...7 . 4.2 PERFIL TÉCNICO PROFISSIONAL…………………………………………………………….................….....7 4.3 COMPETÊNCIA COMPORTAMENTAL-ATITUDINAL…….………………………………...........................8 4.4 COMPETÊNCIA TÉCNICA-COGNITIVA………………………………………………………........................8 4.5 HABILIDADES………………………………………………………………………...........................................8 4.6 BASES TECNOLÓGICAS……………………………………………………………..........................................8 4.7 EMENTAS………………………………………………………………………………………...................…….9

5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES….......10

6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO…………………....10 6.1. DA RECUPERAÇÃO............................................................................................................................................11

7. RECURSOS HUMANOS………………..…………………………………………...............……………........…11

8 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA………………....................................................……………...14

9. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E DIPLOMA..................18

10. ACERVO BIBLIOGRÁFICO……………………………………………………………………………………18

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1.

APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO

1.1 APRESENTAÇÃO O presente manuscrito constitui-se da proposta pedagógica curricular para implementação e desenvolvimento para o Curso Técnico de Nível Médio em Informática do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, na forma Concomitante, modalidade de Educação a Distância (EAD) do programa Mediotec e referente ao Eixo de Informação e Comunicação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Ele está fundamentado nas bases legais, nos princípios norteadores e níveis de ensino explicitados pelas leis LDBEN nº 9394/96, nº 11.741/2008 e de nº 13.415/2017, no tocante à Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), com foco na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e, Formação Técnica e Profissional. No que diz respeito à Educação a Distância pela Lei nº 12.603/2012. Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema educacional brasileiro. A Escola Técnica Aberta do Brasil – E-Tec - Brasil – foi um programa criado no âmbito da política de expansão da educação profissional, do Ministério da Educação, por meio da articulação da Secretaria de Educação a Distância e Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Essa ação constitui-se uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). A política traduz-se numa etapa primordial para a democratização do acesso ao ensino técnico público de qualidade, através da modalidade à distância, visando levar cursos técnicos a regiões distantes das instituições de ensino técnico e para a periferia das grandes cidades brasileiras, incentivando os jovens e concluírem uma formação profissional. Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/1996) Este Projeto Político-Pedagógico ao se constituir democrático está centrado não só na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também, na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão. 1.2 JUSTIFICATIVA O Colégio Agrícola Vidal de Negreiros é uma instituição de ensino público mantida pela Universidade Federal da Paraíba através do decreto n°. 62.173 de 25/01/1968, com sede e foro na cidade de Bananeiras, no Brejo Paraibano, a 141 km de João Pessoa, localizado no Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, Campus III - UFPB. Aos seus 93 anos, pode ser considerado um dos mais tradicionais Colégios de Ensino Técnico Agrícola do Estado da Paraíba e o pioneiro do Ensino Técnico em Agroindústria no Brasil. Por ser vinculado à Universidade Federal da Paraíba, conta com 95% de seus professores qualificados como especialistas, mestres e doutores, com títulos obtidos em Universidades Nacionais e Estrangeiras devidamente reconhecidas pelo MEC, tendo como consequência direta, o envolvimento dos alunos em trabalhos de ensino, pesquisa e extensão. Seu início data de 7 de setembro de 1924, sob a responsabilidade de Dulphe Pinheiro Machado, e dos auspícios do então Presidente Epitácio Pessoa. Em 1918, já haviam sido feitos os primeiros estudos para a instalação de instituições patronais em todo o Brasil, por autorização do Presidente Wenceslau Braz, a começar pelo Rio de Janeiro e São Paulo, objetivando assim, livrar da marginalidade os menores, que viviam na promiscuidade, os filhos órfãos e os desamparados. Não fosse a sensibilidade de homens tão devotados à causa social, contando com apoios de entidades federais e de instituições públicas, o projeto não teria sido concretizado. Quando, em 1920, o governo brasileiro determinou as instalações de Patronatos em Núcleos Agrícolas, Postos Zootécnicos e estabelecimentos adquiridos pelo Ministério da Agricultura viu-se nascer um modelo de aprendizado que levaria o país ao lugar de destaque que hoje ocupa no cenário da agricultura internacional. Nesse mesmo ano, deu-se início à implantação do Patronato na Paraíba, mais especificamente em Bananeiras, tendo à frente o Inspetor Agrícola Federal Dr. Diógenes Caldas e o Dr. José Augusto Trindade, que foi nomeado diretor em setembro de 1924. Naquele ano, inaugurou-se, na presença de autoridades federais, estaduais e municipais, a referida entidade patronal.

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Os objetivos das autoridades de dotarem o município de Bananeiras de uma instituição desse nível foram alcançados, possibilitando assim, que os menores dispusessem de uma unidade de ensino rural, e as instituições agrícolas, de um laboratório de pesquisa e desenvolvimento. Em 1976, a então Escola Agrícola Vidal de Negreiros, foi vinculada à UFPB, quando se criou o Centro de Formação de Tecnólogos, juntamente com o Curso Técnico de Nível Superior em Cooperativismo, hoje chamado de Curso de Bacharelado em Administração. Em março de 2008, por meio de consulta democrática, a comunidade acadêmica determinou a mudança do nome do Centro de Formação de Tecnólogos - CFT para Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias – CCHSA, sendo a mudança do nome culminada com a política institucional de crescimento de expansão da Universidade Federal da Paraíba. O CAVN tem por objetivo ofertar à comunidade uma educação profissionalizante de qualidade, voltada às necessidades socioculturais, científicas e tecnológicas do novo milênio, pautada no desenvolvimento tecnológico e no equilíbrio do meio ambiente, dentro de um modelo dinâmico de geração, transferência e aplicação de saberes, por meio de Projetos Pedagógicos Curriculares que, seguem os princípios da educação pública e gratuita, congregando ensino, pesquisa e extensão, a fim de capacitar profissionais para o trabalho e prosseguimento de estudos posteriores, para o exercício de atividades produtivas e sociais, visando o desenvolvimento da região geográfica do Agreste e estado da Paraíba. Recentemente o Ministério da Educação editou em seu manual de referência a necessidade de qualificação profissional como forma de minimizar a baixa oferta de mão-de-obra qualificada em nosso país, nesste sentido apresentou uma nova ação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o Mediotec EaD, o qual ofertará vagas em cursos técnicos concomitantes ao ensino médio para alunos regularmente matriculados nas redes públicas de educação. Nesse contexto, a proposta do desenvolvimento do Curso Técnico de Nível Médio em Informatica na modalidade concomitante à distância pelo o CAVN apresenta-se como forte parceira dada a capacidade de recursos humanos instaladas na instituição. 1.2 OBJETIVOS DO CURSO  Formar profissionais Técnicos em Informática para trabalhar no desenvolvimento de sistemas de informática e manutenção de computadores com perfil profissional compente, ético e socialmente responsável.  Captar, tratar e disseminar informações técnicas e tecnológicas na área de tecnologia da informação.  Formar profissionais de nível técnico em Informática para atender às demandas na área de TI dos municípios da Paraíba e da região Nordeste.  Desenvolver sites de internet, suporte de sistemas e desenvolvimento de programas.

2. REQUISITOS DE ACESSO O ingresso no curso oferecido dar-se-á de acordo com as normas a seguir especificadas: 1.

Inscrição ao processo seletivo aberto ao público;

2. 3.

Poderão ingressar no curso alunos que estejam cursando a 1ª ou a 2ª séries do ensino médio; A seleção para ingresso no curso será feita através de análise do Histórico Escolar e/ou Prova escrita feita pela Secretaria de Educação do Estado da Paraíba e/ou pelo CAVN.

As matrículas dos candidatos aprovados estarão de acordo com determinações da lei nº 9.394 de 20/12/96, do Decre to nº 5.154, de 23/07/2004.

3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO 

Realizar a montagem e manutenção de computadores, montar e manter rede de computadores, dar suporte e administrar sistema operacional de redes de computadores com responsabilidade social, ética e compromisso.

3.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Para nortear a organização curricular do Curso Tecnico em Informatica, organizou-se os conteúdos curriculares em 3 semestres, a partir dos seguintes módulos: I – Suporte e montagem e manutenção de computadores; II – Administração e suporte de redes de computadores; III – Programação de computadores, conforme descrito a seguir.

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1 1.1 1.2 1.3

Habilitação : Carga Horária: Módulo: I Carga Horária: Módulo: II Carga Horária: Módulo: III Carga Horária:

HABILITAÇÃO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA 1.200horas SUPORTE, MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES 400 h ADMINISTRAÇÃO E SUPORTE DE REDES DE COMPUTADORES 400 h PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES 400 h

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO INFOMÁTICA DURAÇÃO: 1,5 ANO/ 03 SEMESTRES DURAÇÃO DO MÓDULO/AULA: 50 minutos CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1.200 HORAS

I 1 2 3 4 5

MODULO: Suporte, Montagem e manutenção de computadores Educação a Distância e E-Tec Inglês Instrumental Introdução a Informática Aplicativos e internet Montagem e manutenção de computadores

II 6 7 8 9

TOTAL MÓDULO: Administração e suporte de redes de computadores Redes de computadores Cabeamento estruturado Redes sem fio Sistemas operacionais de redes

10 Projetos de redes de computadores

III 11 12 13

TOTAL MÓDULO: Programação de computadores Logica de programação Banco de dados Linguagem de programação

HORAS 40 60 60 120 120 400 60 75 75 120 70 400 70 90 120

14 Desenvolvimento de sistemas

120

TOTAL TOTAL DO CURSO

400 1200

4.2 PERFIL TÉCNICO PROFISSIONAL O Técnico em Informática é o profissional com visão sistêmica de montagem, manutenção de computadores, administração, suporte de redes e de programação de computadores, que atua de forma autônoma e inovadora, acompanhando a evolução da profissão. Contribui para o desenvolvimento de projetos e ações que visam diminuir as desigualdades sociais, através da educação e da inserção das comunidades nas atividades produtivas.

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4.3 COMPETÊNCIA COMPORTAMENTAL-ATITUDINAL  Usa diferentes possibilidades de aprendizagem mediada por tecnologias no contexto do processo produtivo e da sociedade do conhecimento, desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual, pensamento crítico, espírito investigativo e criativo.  Revela autonomia e facilidade para se adaptar a novas situações e novas tecnologias.  Entende e valoriza a leitura como objeto cultural que promove a inserção no mundo do trabalho.  Valoriza e respeita as variações linguísticas compreendendo-as na dimensão histórico-cultural.  Valoriza a língua como marca identitária dos sujeitos e como objeto que possibilita a interação dos indivíduos nas organizações.  Atua social e profissionalmente de forma ética, consciente de sua responsabilidade social.  É inovador e eficiente na solução dos problemas.  Atua de forma democrática e cooperativa em equipes multidisciplinares. Valoriza a cultura e a história local. 4.4 COMPETÊNCIA TÉCNICA-COGNITIVA  Compreende os conceitos de EaD e suas características básicas.  Conhece e compreende a dinâmica do ambiente virtual e suas diferentes interfaces.  Compreende a língua portuguesa e suas técnicas de comunicação oral e escrita.  Conhece e diferencia as variantes linguísticas adequadas a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita.  Conhece os fundamentos da língua inglesa.  Compreende e se comunica no idioma inglês de forma a atender as demandas específicas na área de atuação profissional.  Conhece as relações entre os aspectos técnicos, sociais, econômicos, legais e éticos da sua profissão.  Compreende a dinâmica das relações interpessoais produzidas no ambiente de trabalho. 4.5 HABILIDADES  Utiliza adequadamente as interfaces do ambiente virtual, sistemas operacionais e aplicativos.  Utiliza o Ambiente Virtual de Ensino-aprendizagem para argumentar, discutir e expressar opiniões com clareza e coerência lógica.  Expressa ideias de forma clara empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação.  Aplica a variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita.  Faz uso apropriado das normas gramaticais da variante em determinado contexto de comunicação.  Utiliza ferramentas instrumentais na leitura de textos específicos da área profissional em língua inglesa.  Utiliza as estruturas básicas da língua inglesa para se expressar operacionalmente.  Elabora relatórios técnicos de procedimentos e atividades. 4.6 BASES TECNOLÓGICAS           

Modalidade de Educação a Distância (EaD) Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem (AVEA) Sistemas operacionais Aplicativos Ferramentas de comunicação Leitura, interpretação e redação de textos Variantes da língua no contexto de situação comunicativa Normas linguísticas Leitura e interpretação de textos técnico-científicos em inglês Vocabulário técnico em inglês Níveis de organização

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4.7 EMENTAS Educação a Distância e E-Tec (40h) Concepções e legislação em EaD. Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem. Ferramentas para navegação e busca na Internet. Metodologias de estudo baseadas nos princípios de autonomia, interação e cooperação. Introdução à Informatica (60h) Conhecer a história do desenvolvimento dos computadores e da informática identificando as principais mudanças ocorridas; Identificar os componentes que constituem o Hardware entendendo o seu funcionamento e a interação entre eles; Classificar os Softwares segundo a sua finalidade. Inglês Instrumental (60) Leitura e compreensão de textos técnico-científicos. Expressão oral. Aplicativos e Internet (120 h) Produzir textos, planilhas eletrônicas e apresentações usando programas de escritório; Navegar em sites da Internet; Enviar, receber, encaminhar e anexar arquivos em mensagens de correio eletrônico (E-mail); Efetuar buscas nos mecanismos de buscas mais significativos da Internet. Montagem e manutenção de computadores (120 h) Montar microcomputadores observando critérios de segurança eletrostática, produtividade e eficiência; Diagnosticar os principais defeitos apresentados pelos computadores apresentando soluções de reparação; Instalar o sistema operacional e os principais programas; Instalar e utilizar programas utilitários de compactação e anti-vírus. Redes de Computadores (60) Conhecer os princípios básicos de funcionamento de uma rede de computadores; Classificar as redes em locais, metropolitanas e globais; Conhecer as topologias usadas em redes; Conhecer o modelo de referência OSI entendendo as funções de cada camada; Conhecer o protocolo de baixo nível Ethernet entendendo como ele atua para possibilitara a comunicação entre duas estações da rede; Conhecer o protocolo TCP-IP entendendo como ele interage com os protocolos de nível superior e inferior. Cabeamento estruturado (75 ) Implantar infra-estrutura de rede cabeada usando cabo par trançado segundo as 12 normas técnicas vigentes; Certificar infra-estrutura de cabeamento implantada corrigindo os eventuais problemas encontrados. Redes sem fio (75) Implantar infra-estrutura de redes sem fio analisando o cenário de instalação para definir qual o tipo de antena e de equipamentos serão necessários; Configurar recursos de segurança de dados e de acesso visando evitar comprometimento do sigilo e do acesso indevido a rede. Sistemas operacionais (120) Administrar contas de usuários definindo permissões e restrições no uso da rede; Definir e implantar política de segurança dos serviços da rede; Instalar e manter serviços de rede tais como DHCP, DNS e LOGIN; Instalar serviço de compartilhamento de acesso a Internet. Projeto de redes de coputadores (70) Projetar a infra-estrutura e os serviços de uma rede local de computadores. Logica de programação (70) Entender os conceitos básicos da programação estruturada; Usar um programa para escrita e visualização da execução dos algoritmos; Escrever algoritmos usando a linguagem Portugol; Depurar algoritmos acompanhando o estado de variáveis de memória.

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Banco de dados (90) Analisar, projetar e implementar um modelo de banco de dados baseando-se em um modelo do mundo real; Instalar e manter um servidor de banco de dados SQL; Implementar consultas usando linguagem SQL; Gerenciar um banco de dados; Definir e implantar uma política de segurança de dados. Linguagem de Programação (120) Desenvolver programas de computador utilizando uma linguagem de programação. Desenvolvimento de sistemas de computadores (120) Desenvolver sistema de informação automatizado a partir das requisições de uma estrutura organizacional.

5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES O Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” poderá aproveitar estudos e experiências, inclusive de trabalho, independente de escolarização anterior, para complementação e/ou continuidade de estudos, mediante avaliação que busque definir o grau de desenvolvimento e experiência do candidato, sendo constituído de:

I. requerimento do interessado acompanhado da devida comprovação legal;

II. parecer do Conselho Pedagógico em consonância com as normas estabelecidas;

III. homologação da direção do CAVN.

6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO O Sistema de Avaliação tem por objetivo acompanhar o processo de ensino-aprendizagem, visando ao desenvolvimento do aluno e ao aprimoramento dos métodos e instrumentos de ensino, além de criar condições para a superação de problemas identificados pela avaliação. Algumas questões devem ser consideradas no processo de avaliação da aprendizagem:

I – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem é contínua e cumulativa e tem por fundamento uma visão crítica sobre o ser humano, a sociedade, a natureza, a educação, a ciência, a cultura, a tecnologia e a arte.

II – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve criar condições para a participação e desenvolvimento dos alunos, considerando-os como sujeitos da ação educativa.

III – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve contemplar os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo da aprendizagem, considerando seus aspectos qualitativos e quantitativos. Além disso, o processo avaliativo deve considerar, ainda, as competências constantes no perfil profissional de conclusão previsto no projeto de cada curso, bem como os aspectos a seguir:

I . compreensão e aplicação dos conhecimentos;

II . análise, síntese e avaliação ou julgamento de valores;

III . capacidade de trabalho em equipe e socialização;

IV . criatividade;

V . raciocínio lógico e capacidade de interpretação;

VI . criticidade. A avaliação da aprendizagem poderá ser realizada através dos diversos instrumentos (avaliação e atividades), sendo definidos pelo professor, de acordo com a necessidade de cada disciplina, com base no

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projeto vigente de cada curso. A quantidade de avaliações também será definida pelo professor da disciplina, considerando-se os aspectos apresentados neste capítulo. O sistema de avaliação para todas as disciplinas dar-se-á por pontos cumulativos, totalizando 100 (cem) pontos em avaliações periódicas, distribuídos ao longo do semestre letivo de acordo com o plano de ensino, a especificidade, a disciplina e o projeto vigente de cada curso. 6.1. DA RECUPERAÇÃO O processo de avaliação de ensino-aprendizagem demanda que o professor acompanhe o desenvolvimento dos alunos no decorrer de todo o ano, buscando sanar, corrigir, melhorar as dificuldades verificadas no aproveitamento dos conteúdos através de uma recuperação continuada. Os estudos de Recuperação Continuada consistem em um conjunto de atividades que devem ser realizadas pelo aluno, acompanhado pelo professor da disciplina ao longo de todo ano letivo. Cabe a cada professor definir os métodos e instrumentos de recuperação continuada, tendo sempre em vista que o maior objetivo do processo de ensino-aprendizagem não é o lançamento de notas, mas a aprendizagem dos alunos, sendo o primeiro consequência desse último. A recuperação continuada se configura, portanto, na recuperação da aprendizagem do aluno. Para a recuperação de rendimento escolar das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos é oferecida ao aluno a Recuperação Final do Rendimento. Terá direito à Recuperação Final do Rendimento das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos subseqüentes e/ou concomitantes, o aluno que obtiver aproveitamento igual ou superior a 40% (quarenta por cento) e inferior a 60% (sessenta por cento) dos pontos distribuídos no semestre letivo e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas.

I – Na avaliação de Recuperação Final do Rendimento serão distribuídos 100 (cem) pontos.

II – Os instrumentos e atividades utilizados nas avaliações da Recuperação Final do Rendimento serão definidos pelo professor da disciplina.

III- A Nota Final (NF) do aluno corresponderá à méd ia aritmética da nota obtida durante o semestre letivo (NS) e da nota obtida na Recuperação Final do Rendimento (NR), conforme: NF= (NS+ NR) / 2 Ao término da Recuperação Final do Rendimento, será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver Nota Final (NF) igual ou superior a 60 (sessenta) pontos. O aluno terá direito à avaliação de Recuperação Fin al do Rendimento em, no máximo, 3 (três) disciplinas. Ao ser reprovado em t rês ou mais disciplinas, o aluno deverá cursar todo o módulo novamente. Ao ser reprovado em até duas disciplinas, o aluno deverá cursar novamente apenas as disciplinas em que foi reprovado.

7. RECURSOS HUMANOS Pessoal Docente Área de Produção Agroalimentar SERVIDOR

TITULAÇÃO

Ademir Guilherme de Oliveira

Mestre

Albério Lopes Rodrigues

Doutor

Alda Lúcia de Lima Amâncio

Doutor

Alex da Silva Barbosa

Mestre

11

Alexandre Eduardo de Araújo

Doutor

Ana Patrícia Almeida Bezerra

Doutora

Belísia Lúcia Moreira Toscano Diniz

Doutora

Fernando Antônio Amaral Lins

Mestre

Fillipe Silveira Marini

Doutor

George Rodrigo Beltrão da Cruz

Doutor

Gerson Alves de Azeredo

Doutor

Hemmannuella Costa Santos

Doutora

Ítalo de Souza Aquino

Doutor

José Eduardo Ferreira Espínola

Mestre

José Humberto Vilar da Silva

Doutor

José Jordão Filho

Doutor

Jussara Ellen Morais Frazão

Doutora

Leonardo Augusto Fonseca Pascoal

Doutor

Leonardo Dantas da Silva

Doutor

Marcelo Luís Gomes Ribeiro

Doutor

Marcos Barros de Medeiros

Doutor

Marcos Paulo Carrera Menezes

Doutor

Maria José Araújo Wanderley

Doutora

Marino Eugênio de Almeida Neto

Doutor

Nivânia Pereira da Costa

Doutora

Otávio do Carmo de Oliveira Neto

Doutor

Raunira da Costa Araújo

Doutora

Roberto Germano da Costa

Doutor

Silvestre Fernandez Vásquez

Doutor

Terezinha Domiciano Dantas Martins

Doutora

Tiago Jardelino Dias

Doutor

Silvânia Maria de Sousa Gomes Nascimento

Doutora

Área de Tecnologia Agroalimentar SERVIDOR Alex Poeta Casali Alexandre José Soares Miná Anderson Ferreira Vilela Antônio Eustáquio Resende Travassos Carlos Roberto Marinho da Silva Filho Celene dos Santos Ataide Cleber Brito de Souza

Doutorando Doutor Mestre Doutor Doutorando Mestre Doutor

Davi Stefani Sousa Edvaldo Mesquita Beltrão Filho Elisandra Costa Almeida Erivaldo Neves Silva

TITULAÇÃO

Mestre Doutor Doutoranda Especialista

12

Fabiana Augusta Santiago Beltrão

Mestre

Genyson Marques Evangelista Gisely Maria Freire Abílio Esmeralda Paranhos dos Santos Gilsandro Alves da Costa

Doutorando Mestre Doutora

Jarbas Sobreira Moreira João Maria Pereira do Nascimento

Mestre

Kadidja Ferreira Santos

Doutoranda

Laesio Pereira Martins Maria José de Figueiredo Neiva Maria de Almeida

Doutor Mestre

Onofre Maurício de Moura Pedro Germano Antonino Nunes Solange de Sousa

Doutor Doutor Doutoranda

Mestre Mestre

Doutora

Área de Ciência Básica e Tecnologia SERVIDOR Ada Neuza de Oliveira Catarina de Medeiros Bandeira Esmeraldo Fernando Castro da Cunha Fábio de Sousa Dantas

Especialista Mestre Mestre Mestre

Inaldo Soares dos Anjos Isabelle da Costa Wanderley Maria Bezerra França José Francisco Correia dos Santos

Especialista Mestre Graduação Mestre

José Pessoa Cruz Josineide da Silva Bezerra Manoel Luis Melo Maria do Socorro Ferreira dos Santos

Especialista Mestre Mestre Mestre

Maria do Socorro Lopes Cavalcanti Maria do Socorro Silva Max Rocha Quirino

Doutora Mestre Doutor

Olga Maria Rocha Marques Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade Rogério Alves de Paiva Vênia Camelo de Souza Verônica de Fátima Gomes de Moura Zenóbio Imperiano da Silva

Especialista Doutor Mestre Doutora Doutora Mestre

Área de Ciências Sociais Aplicadas SERVIDOR Antônia do Desterro Gomes César Emanoel Barbosa de Lima Chateaubriand Pinto Bandeira Júnior Cláudio Germano dos Santos Oliveira Emiliano Rostand de Morais Célio Hélio Luiz Beretta Dal Monte - Doutor Jairo de Pontes Gomes

TITULAÇÃO

TITULAÇÃO Mestre Doutor Mestre Mestre Mestre Doutor Mestre

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João Luiz Fonseca dos Santos José Mancinelli Ledo do Nascimento Josemar Jeremias Bandeira de Souza Kilder Barbosa da Silva Luciene Laranjeira Diniz Lucinaldo dos Santos Rodrigues Luis Carlos dos Santos Lima Sobrinho Luiz Gonzaga Targino de Moura Milene Félix de Almeida Raissa Dália Paulino

Doutor Doutor Mestre Doutor Mestre Doutor Mestre Graduação Mestre Mestre

Área de Educação SERVIDOR Aiene Fernandes Rebouças Albertina Maria Ribeiro Brito de Araújo Ana Cláudia da Silva Rodrigues Breno Henrique de Sousa

Mestre Doutoranda Doutoranda Mestre

Diogo Fernandes da Silva Edson Brito Guedes Efigênia Maria Dias Costa Fabrícia Sousa Montenegro

Mestre Mestre Mestre Mestre

Francisca Alexandre de Lima Gabriel de Medeiros Lima

Mestre Mestre

Geralda Macedo Jalmira Linhares Damasceno Ferreira John Alex Xavier de Souza Lucicléa Teixeira Lins Luciene Chaves Aquino

Doutora Mestre Doutorando Mestre Doutora

Luis Felipe de Araújo Maria Aparecida Valentim Afonso

Mestre Mestre

Nilvânia dos Santos Silva Rita Cristiana Barbosa Saimonton Tinoco da Silva Vivian Galdino de Andrade

Doutora Doutoranda Mestre Mestre

Pessoal Técnico Administrativo SERVIDOR Almany Rodrigues Negromonte Edjane Maria Girão de Brito Elza Santos Guimarães Ivan Teixeira Maia José Pires Ribeiro Nóbrega Maria Lúcia Medeiros Arlindo Maria José Nunes Cirne Maurílio Fidélis da Silva Ronaldo Pereira Gomes

TITULAÇÃO

FUNÇÃO Técnico Laboratório Telefonista Técnico Assuntos Educacional Técnico Agropecuária Agrônomo Auxiliar de Secretária Telefonista Assistente Administração Operador Caldeira

8 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” O CAVN possui 64.455,57 m² de área coberta distribuídos em estruturas como: Diretoria do CCHSA e do CAVN, coordenações de cursos, salas de aula, departamentos, entre outros. Abaixo

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encontram-se relacionados dados quantitativos específicos sobre as áreas ocupadas e construídas no CCHSA - CAVN. Setor de Agricultura - Produção Vegetal  Ambiente da coordenação e sala de aula  Laboratório de Entomologia  Laboratório de Frutas  Laboratório de Sementes  Laboratório de Mecanização  Sala de equipamentos e fertilizantes  Estufa 01  Estufa 02  Galpão do Viveiro  Reservatório  Caixa d'água  Cozinha Setor de Zootecnia - Produção Animal  Laboratório de Suinocultura  Laboratório de Cunicultura  Laboratório de Apicultura  Laboratório de Bovinocultura  Laboratório de Ranicultura  Laboratório de Caprinocultura  Laboratório de Avicultura de corte  Laboratório de Avicultura de postura  Laboratório de Piscicultura Setor de Agroindústria - Beneficiamento e Processamento de Alimentos  Laboratório de Controle de Qualidade  Coluna de Refrigeração para gás  UPEDA e SINTESPB  Abatedouro  Fornalha Residências  Residência Cursos técnicos  Residência Funcionários  Residência Professores  Residência Diretor do CAVN Pavilhões  Salas de aula do Superior, Restaurante e coordenações  Pavilhão de aula dos Cursos Técnico  Auditório CAVN, Direção do CAVN e Salas de Professores  Direção do CCHSA/UFPB  Departamentos e LABINF  Grêmio Livre e Laboratório de Análises  Consultório médico, Salas de aula e dispensa  Prédio da Pós-Graduação, Laboratório de Química e Biologia  Padaria e Lanchonete  Alojamento, Lavanderia e PROLICEN Outras Estruturas  Caixa d'agua 01  Caixa d'água 02  Banheiro  Sala dos professores  Guarita 01  Guarita 02  Guarita 03

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              

Guarita 04 Capela Grãozinho Estação de Tratamento da água Biblioteca ADUF Quadra de esporte Ginásio de esporte Garagem Vestuário do Campo de Futebol Casa de festa (ASCAMB) Restaurante Novo Setor de Eletricidade Sala de Pedagogia Casa de Máquinas Laboratórios - O CAVN dispõe de 35 laboratórios didáticos distribuídos nos quatros departamentos de acordo com a área de atuação (Tabela 07), que tem como finalidade o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão. Departamento de Agropecuária  Laboratório de Agricultura  Laboratório Apícola  Laboratório de Aquicultura  Laboratório de Avicultura  Laboratório de Bovinocultura  Laboratório de Caprinocultura  Clínica Fitossanitária  Laboratório de Cunicultura  Laboratório de Entomologia  Laboratório de Fruticultura  Laboratório de Nutrição Animal e Análise Avançada de Alimentos  Laboratório de Olericultura  Laboratório de Produção de Mudas  Laboratório de Reprodução Animal  Laboratório de Solos  Laboratório de Suinocultura  Laboratório de Tecnologias Agroecológicas e Desenvolvimento Sócio-Ambiental  Laboratório de Sementes Departamento de Ciências Básicas e Sociais  Laboratório de Biologia  Laboratório de Química  Laboratório de Prolicen Departamento de Ciências Sociais Aplicadas  Laboratório do Grãozinho (SR)  Laboratório de informática (SR) Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial  Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial – DPAS  Laboratório de Análise Físico-química dos Alimentos – LFQA  Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Bebidas Fermento-Destiladas – PDB  Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos Cárneos – PDPC  Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Frutohortícolas – PDFRUTHO  Laboratório de Tecnologia da Panificação – LTP  Laboratório de pesquisa e desenvolvimento de laticínios – PDLAT  Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aquicultura – PRPA  Laboratório Pós Colheita  Laboratório de Microbiologia dos Alimentos – LMA  Laboratório de Topografia Agrícola (SR)

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Laboratório de Irrigação e Drenagem (SR) Transportes – O CAVN dispõe de veículos de pequeno e grande porte que servem para transportar professores, alunos e funcionários para o atendimento de atividades acadêmicas e administrativas. As máquinas agrícolas e as motos servem aos laboratórios didáticos para aperfeiçoar o atendimento das necessidades mais emergentes. POLOS DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Polo de Araruna - Paraíba Dados Gerais O Polo UAB Araruna está localizado na Rua Fausto Hermínio de Araújo, S/N, centro, CEP: 58233-000, Araruna/PB. Este município brasileiro do estado da Paraíba está localizado na microrregião do Curimataú Oriental, distante 165 quilômetros de João Pessoa. Atualmente o Polo UAB Araruna oferece 7 (sete) cursos de nível superior e está em parceria com duas Instituições de Ensino Superior, a UFPB e o IFPB. Através dessas duas instituições o Polo UAB Araruna oferece seus cursos à distância para todos aqueles que desejam ingressar no Ensino Superior. O Polo UAB Araruna (mantido pela Prefeitura Municipal de Araruna) é integrante do Sistema Universidade Aberta do Brasil e tem por finalidade a interiorização e a expansão de cursos de graduação, extensão e pós-graduação na modalidade à distância (modalidade educacional prevista no Art. 80 da LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como para formação continuada dos docentes da Rede Pública de Ensino. O polo UAB Araruna foi inaugurado em 1º de outubro de 2007. Tendo sua institucionalização por meio da Lei Municipal Nº 68/2012 de 26/10/2012. O CNPJ do Polo UAB Araruna tem como Nº: 17.197.588/0001-18 e Código INEP: UAB00035. Polo de Alagoa Grande - Paraíba Dados Gerais O Polo de Municipal de Apoio Presencial Manuel Rodrigues da Silva, com sede no município de Alagoa Grande, Estado da Paraíba, foi criado pelo edital de seleção nº 1/2006-SEED/MEC/2006/2007 e está localizado à Rua Francisco Carlos da Silva s/n, prédio do CAIC, Conjunto CEHAP I, CEP 58.388000, Alagoa Grande PB, subordinado à Universidade Aberta do Brasil – UAB, tendo como mantenedora a Secretaria de Educação e abrange uma área privilegiada apresentando ótimas condições para se desenvolver um bom trabalho pedagógico, por dispor de uma infraestrutura favorável. O Polo firmou parceria no ano 2010 com a UFPB VIRTUAL abrindo edital de vestibular para os cursos de Licenciatura em Pedagogia, Ciências Biológicas e Ciências Naturais com entrada para o semestre 2010.2 e Ciências Agrárias e Matemática com entrada para o semestre 2011.1. No segundo semestre de 2011 foi aberto edital para os cursos de Letras (Português) e Letras Libras para entrada em 2012.1. Em maio de 2012, firmou parceria com o IFPB para ofertar o curso de Bacharelado em Administração Pública com entrada em 2013.1. Atualmente, o Polo de Alagoa Grande atende 341 alunos de graduação com previsão para atender mais 50 alunos de pós-graduação, totalizando, assim, 391 alunos. Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade de Brasília – UnB e Universidade Federal da Paraíba – UFPB Virtual desde agosto de 2007. Inicialmente, o Polo teve como sede a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Maria Dutra que foi adaptada para o atendimento dos alunos dos cursos ofertados a priori (Pedagogia, Matemática e Educação Física). Com as novas ofertas de cursos e abertura de novas vagas para os cursos já existentes, a estrutura da escola já não atendia os requisitos necessários para o atendimento das necessidades dos cursistas. No início de 2012, a Prefeitura Municipal de Duas Estradas iniciou a reforma de uma escola, adequando os espaços para a instalação da nova sede do Polo. Neste ano letivo de 2013, o Polo iniciou suas atividades na nova sede situada à Rua Presidente Médici, 154 Centro de Duas Estradas – PB. Atualmente, o Polo através das IES parceiras tem obtido resultados positivos nas avaliações do MEC/CAPES e esse resultado vem sendo demonstrado através do crescimento na oferta de cursos e na credibilidade que o mesmo vem conquistando ao longo desses anos. Atualmente, o Polo está na 3ª oferta do Curso de Licenciatura em Educação Física e se mantendo na oferta dos cursos de Pedagogia, Letras, Matemática, Ciências Biológicas e Letras/Libras. Pela responsabilidade com a qual o Polo desempenha as atividades, foi ofertado para o próximo semestre o Curso de Especialização em Gestão Pública. O objetivo principal do Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas é elevar a Universidade Aberta do Brasil mostrando a qualidade do ensino superior das IES

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parceiras, promover o conhecimento e lutar por uma educação de qualidade e para todos. Polo de Mari - Paraíba Dados Gerais O Polo Mari, foi inaugurado no dia 10 de Abril de 2008, em sede própria, localizado à Rua Tereza Sales de Pontes S/N, no Bairro José Américo, CEP: 58345 -000, oferecendo os seguintes cursos de Licenciatura: Letras (habilitação em língua portuguesa), Pedagogia, Ciências Naturais, Matemática e Ciências Agrárias, e Pós Graduação em Gestão Pública Municipal oferecidos pela UFPB VIRTUAL. A partir de Janeiro de 2013, através de convênio realizado com o IFPB, o Polo Mari, passou a oferecer o Curso de Bacharelado em Administração e Pós Graduação em Gestão Pública.

9. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E DIPLOMA Ao aluno que concluir todos os módulos do curso e ter concluído o Ensino Médio, será conferido o Diploma de Técnico em Informática, devidamente registrado no Setor de Registro Escolar do CAVN | UFPB com validade em todo território nacional. Será oferecida ao discente a oportunidade de requerer o aproveitamento dos conhecimentos e experiências anteriores, sendo que o estudante deverá solicitar reconhecimento da(s) competência(s) em questão. Estes conhecimentos do aluno deverão estar diretamente relacionados com o perfil de conclusão do curso e da respectiva qualificação. Os conhecimentos e experiências a serem avaliados poderão ter sido adquiridos no ensino médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e reconhecidos em processos formais de certificação profissional, de acordo com o que estabelece o Art. 11, inciso IV e V, da Resolução CNE/CEB no 04/99. Para o encaminhamento da solicitação o discente deverá:

a) preencher, formulário próprio especificando o(s) componente(s) curricular(es) ou eixo(s) tecnológico(s) em que deseja a dispensa;

b) anexar justificativa para a pretensão;

c) anexar, quando houver, documento(s) comprobatório(s) da(s) experiência(s) anterior (es). O Conselho Pedagógico do CAVN designará uma comissão para realizar o processo avaliativo que após análise emitirá parecer informando os resultados do processo 10 ACERVO BIBLIOGRÁFICO BARROS, Simone; MARTINS, Angélica. Cibercampus: experiências em educação a distância. Recife: Editora Contraluz, 2003. 85 p. ISBN: 8590390519. BEGON, Michael; TOWNSEND, Colin R; HARPER, John L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. x, 740p, 8p de estampas. (Biblioteca Artmed) ISBN: 9788536308845. CAMPOS, Fred Leite Siqueira; TARGINO, Ivan; MOUTINHO, Lúcia Maria Góes. A economia paraibana: estratégias competitivas e políticas públicas. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2006. 427 p. CAPRON, H. L; JOHNSON, J. A; SANTOS, José Carlos Barbosa dos. Introdução à informática. 8.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004, 2006. xv, 350p. ISBN: 9788587918888. COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO, BRASÍLIA-DF. A Implantação da Educação Ambiental no Brasil. Brasília: s.n, 1998. 166p. DIAS, Maria Luiza Jaborandy Maia; DIAS, Guilherme Ataíde. Ambiente virtual de aprendizagem e usabilidade: uma esperiência com educação a distância no SENAC-AL. João Pessoa: s.n, 2005. 117p. Dissertação (mestrado) - UFPB/CE-CEFET-AL. FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução a arquitetura da paisagem com o paradigma ecológico. 2.ed. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2008. 224 p. ISBN: 8574195944.

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LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637p. ISBN: 9788576053729. LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637p. ISBN: 9788576053729. MACEDO, Edison Flávio; PUSCH, Jaime Bernardo. Código de ética profissional comentado. 4.ed. João Pessoa: CONFEA/CREA, 2011. 254p. MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de áreas degradadas: ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2013. 264 p. ISBN: 9788562032905. MAY, Peter H; LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da. Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 318p. ISBN: 85352096549788535209655. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 438p. ISBN: 8522457618. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1995. 259p. ISBN: 8522410569. MINGOTI, Sueli Aparecida. Análise de métodos através de métodos de estatística multivariada: uma abordagem aplicada. -Belo Horizonte: UFMG, 2005. 295p :il. (Didática) ISBN: 857041451. MIZUGUCHI, Yoshito; ALMEIDA, Yoshito; PEREIRA, Josimar Ribeiro de. Introdução à ecologia. 1.ed. São Paulo: Moderna, 1982. 215p : il. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura, módulo I. São Paulo: Centro Paula Souza Textonovo, 2003. 111p. ISBN: 8585734367. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Ed. reform. rev. São Paulo: Centro Paula Souza Textonovo, 2004. 111p. ISBN: 8585734367. NORTON, Peter; RATTO, Maria Claudia Santos Ribeiro; ANTUNES, Álvaro Rodrigues. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Makron Books, c1996, c1997, 2008, 2010, 2011. 619p. ISBN: 9788534605151. PARAÍBA GOVERNO DO ESTADO Secretária De Estado Dos Recursos Hídricos, Do Meio Ambiente E Da Ciência E Tecnologia - Serhmact. Plano de gestão integrada de resíduos sólidos do estado da Paraíba. João Pessoa: A União, 2015. 230 p. ISBN: 9788582370414. POMERANZ, Lenina. Elaboração e análise de projetos. São Paulo: HUCITEC, 1985. 246p. (Economia & Planejamento. Obras Didáticas) ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução a química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p. ISBN: 9788577804696. ROSINI, Alessandro Marco. As novas tecnologias da informação e a educação a distância. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 132p. ISBN: 8522105421. SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Sistemas de gestão ambiental ISO 14001 e saúde e segurança ocupacional OHSAS 18001: vantagens da implantação integrada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 201p. ISBN: 9788522460496. SILVA, Alessandra Maria; WATANABE, Takako. Análise dos usos múltiplos dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do rio Água Boa: subsídio para gestão. João Pessoa: s.n, 2005. 118p. Dissertação (mestrado) - UFPB/PRODEMA. SILVA, Michel Robinson de Oliveira; GORLACH-LIRA, Krystyna; COSTA, Cristiane Francisca da. Percepção ambiental e turismo sustentável: análise dos impactos da atividade turística em zonas costeiras da grande João Pessoa-PB. João Pessoa: s.n, 2014. 126f. Dissertação (Mestrado) UFPB/PRODEMA.

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