N7 · Conselhos superiores · CONSUNI
Res. CONSUNI 31/2018
Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso técnico de nível médio em agropecuária modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN).
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (9)
- FUNDAMENTA-SE EM
Decreto 5.154/2004 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
7 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CNE/CEB 1/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
- citaRes. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo I“o médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e...”
- citaDecreto 5.154/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
- cita
- citaLei 170/2012 em: Anexo I“Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade...”
- citaLei 68/2012 em: Anexo I“Tendo sua institucionalização por meio da Lei Municipal Nº 68/2012 de 26/10/2012.”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Decreto 5.154/2004→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 42 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 30 em comumParecer CNE/CEB 2/2005
- paralela · 30 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CP 4/2018
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 10 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 2 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO
RESOLUÇÃO N° 31/2018 Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso técnico de nível médio em agropecuária modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN). O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, no uso das suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada em 28 de agosto de 2018 (Processo nº 23074.014732/12-56), CONSIDERANDO que o PPC ao se constituir democrático está centrado tanto na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão; CONSIDERANDO os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; CONSIDERANDO a importância de um Projeto Pedagógico de Curso dinâmico e atualizado que estará em constante processo de avaliação; CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação Profissional Técnica de Nível Médio; RESOLVE:
¶Art. 1º Aprovar o Projeto Curricular do Curso Técnico em Agropecuária modalidade concomitante à Distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, o qual segue em anexo à esta Resolução.
¶Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba, 03 de dezembro de 2018.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 31/2018 PROJETO CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA
COLÉGIO AGRÍCOLA “VIDAL DE NEGREIROS” CGE | COORDENAÇÃO GERAL DE ENSINO CPG | COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, CAMPUS DE BANANEIRAS
PROJETO CURRICULAR DE CURSO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AGROPECUÁRIA MODALIDADE CONCOMITANTE À DISTÂNCIA - MEDIOTEC
BANANEIRAS, PB MAIO DE 2017
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MINISTRO DA EDUCAÇÃO | MEC Mendonça Filho
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA | SETEC Eline Neves Braga Nascimento
DIRETOR DO CAVN | UFPB Edvaldo Mesquita Beltrão Filho
VICE-DIRETOR DO CAVN | UFPB Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade
COORDENADOR GERAL DE ENSINO | CGE Alex da Silva Barbosa
COORDENAÇÃO PEGAGÓGICA | CPG Alice d'Albuquerque Torreão Janaina Lima Luna Rodrigues Maria Nair Solano Macedo de Lima
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SUMÁRIO 1.APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................ 5 1.1 APRESENTAÇÃO................................................................................................................. .......................................5 1.2 JUSTIFICATIVA......................................................................................................................................................... 5 1.3 OBJETIVOS DO CURSO ........................................................................................................................................... 7
2. REQUISITOS DE ACESSO .......................................................................................................................................... 7
3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO .............................................................................................................. 7 3.1 PERFIL PROFISSIONAL DAS QUALIFICAÇÕES .................................................................................................. 7
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................................................................. ...8 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA...........................................8 . 4.2 PERFIL TÉCNICO PROFISSIONAL…………………………………………….....…………………..8 4.3 COMPETÊNCIA COMPORTAMENTAL-ATITUDINAL…….………………....…………………….9 4.4 COMPETÊNCIA TÉCNICA-COGNITIVA…………………………………………………………….9 4.5 HABILIDADES…………………………………………………………………………………………9 4.6 BASES TECNOLÓGICAS……………………………………….....…………………………………..10 4.7 EMENTAS……………………………………………………………………………………………….10
5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES….........11
6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO…….................…...11 6.1. DA RECUPERAÇÃO..............................................................................................................................12
7. RECURSOS HUMANOS………………………………………….…………….............……...........……………13
8 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA……………….....…………………........………...............…...16
9. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E DIPLOMA..................21
10. ACERVO BIBLIOGRÁFICO…………………………………………………………….…..................………..21
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1.
APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO
1.1 APRESENTAÇÃO O presente manuscrito constitui-se da proposta pedagógica curricular para implementação e desenvolvimento para os Cursos Técnicos de Nível Médio do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros em Agropecuária, na forma Concomitante, na modalidade de Educação a Distância (EAD) do programa Mediotec e referente ao eixo Recursos Naturais do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Ele está fundamentado nas bases legais, nos princípios norteadores e níveis de ensino explicitados pelas leis LDBEN nº 9394/96, nº 11.741/2008 e de nº 13.415/2017, no tocante à Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), com foco na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e, Formação Técnica e Profissional. No que diz respeito à Educação a Distância pela Lei nº 12.603/2012. Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema educacional brasileiro. A Escola Técnica Aberta do Brasil – E-Tec - Brasil – foi um programa criado no âmbito da política de expansão da educação profissional, do Ministério da Educação, por meio da articulação da Secretaria de Educação a Distância e Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Essa ação constitui-se uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). A política traduz-se numa etapa primordial para a democratização do acesso ao ensino técnico público de qualidade, através da modalidade à distância, visando levar cursos técnicos a regiões distantes das instituições de ensino técnico e para a periferia das grandes cidades brasileiras, incentivando os jovens e concluírem uma formação profissional. Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/1996) Este Projeto Político-Pedagógico ao se constituir democrático está centrado não só na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também, na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão.
1.2 JUSTIFICATIVA O Colégio Agrícola Vidal de Negreiros é uma instituição de ensino público mantida pela Universidade Federal da Paraíba através do decreto n°. 62.173 de 25/01/1968, com sede e foro na cidade de Bananeiras, no Brejo Paraibano, a 141 km de João Pessoa, localizado no Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, Campus III - UFPB. Aos seus 93 anos, pode ser considerado um dos mais tradicionais Colégios de Ensino Técnico Agrícola do Estado da Paraíba e o pioneiro do Ensino Técnico em Agroindústria no Brasil. Por ser
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vinculado à Universidade Federal da Paraíba, conta com 95% de seus professores qualificados como especialistas, mestres e doutores, com títulos obtidos em Universidades Nacionais e Estrangeiras devidamente reconhecidas pelo MEC, tendo como consequência direta, o envolvimento dos alunos em trabalhos de ensino, pesquisa e extensão. Seu início data de 7 de setembro de 1924, sob a responsabilidade de Dulphe Pinheiro Machado, e dos auspícios do então Presidente Epitácio Pessoa. Em 1918, já haviam sido feitos os primeiros estudos para a instalação de instituições patronais em todo o Brasil, por autorização do Presidente Wenceslau Braz, a começar pelo Rio de Janeiro e São Paulo, objetivando assim, livrar da marginalidade os menores, que viviam na promiscuidade, os filhos órfãos e os desamparados. Não fosse a sensibilidade de homens tão devotados à causa social, contando com apoios de entidades federais e de instituições públicas, o projeto não teria sido concretizado. Quando, em 1920, o governo brasileiro determinou as instalações de Patronatos em Núcleos Agrícolas, Postos Zootécnicos e estabelecimentos adquiridos pelo Ministério da Agricultura viu-se nascer um modelo de aprendizado que levaria o país ao lugar de destaque que hoje ocupa no cenário da agricultura internacional. Nesse mesmo ano, deu-se início à implantação do Patronato na Paraíba, mais especificamente em Bananeiras, tendo à frente o Inspetor Agrícola Federal Dr. Diógenes Caldas e o Dr. José Augusto Trindade, que foi nomeado diretor em setembro de 1924. Naquele ano, inaugurou-se, na presença de autoridades federais, estaduais e municipais, a referida entidade patronal. Os objetivos das autoridades de dotarem o município de Bananeiras de uma instituição desse nível foram alcançados, possibilitando assim, que os menores dispusessem de uma unidade de ensino rural, e as instituições agrícolas, de um laboratório de pesquisa e desenvolvimento. Em 1976, a então Escola Agrícola Vidal de Negreiros, foi vinculada à UFPB, quando se criou o Centro de Formação de Tecnólogos, juntamente com o Curso Técnico de Nível Superior em Cooperativismo, hoje chamado de Curso de Bacharelado em Administração. Em março de 2008, por meio de consulta democrática, a comunidade acadêmica determinou a mudança do nome do Centro de Formação de Tecnólogos - CFT para Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias – CCHSA, sendo a mudança do nome culminada com a política institucional de crescimento de expansão da Universidade Federal da Paraíba. O CAVN tem por objetivo ofertar à comunidade uma educação profissionalizante de qualidade, voltada às necessidades socioculturais, científicas e tecnológicas do novo milênio, pautada no desenvolvimento tecnológico e no equilíbrio do meio ambiente, dentro de um modelo dinâmico de geração, transferência e aplicação de saberes, por meio de Projetos Pedagógicos Curriculares que, seguem os princípios da educação pública e gratuita, congregando ensino, pesquisa e extensão, a fim de capacitar profissionais para o trabalho e prosseguimento de estudos posteriores, para o exercício de atividades produtivas e sociais, visando o desenvolvimento da região geográfica do Agreste e estado da Paraíba. Recentemente o Ministério da Educação editou em seu manual de referência a necessidade de qualificação profissional como forma de minimizar a baixa oferta de mão-de-obra qualificada em nosso país, nesste sentido apresentou uma nova ação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o Mediotec EaD, o qual ofertará vagas em cursos técnicos concomitantes ao ensino médio para alunos regularmente matriculados nas redes públicas de educação. Nesse contexto, a proposta
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do desenvolvimento do Curso Técnico de Nível Médio em Agropecuária na modalidade concomitante à distância pelo o CAVN apresenta-se como forte parceira dada a capacidade de recursos humanos instaladas na instituição. 1.3 OBJETIVO DO CURSO
Formar profissionais capazes de planejar, executar, implanter diversas atividades do setor agropecuário, bem como assessorar profissionais de nivel superior nesta area de atuação e monitorar as diferentes etapas da produção agrícola.
Oportunizar a disponibilidade a produção e oferta de matérias primas agropecuárias com regularidade para o mercado.
Melhorar a qualificação de pessoal para planejar a produção agrícola (animal e vegetal), controle de qualidade dos produtos frutícolas.
Desenvolver os processos de organização social e de desenvolvimento, através do desempenho de atividades de extensão rural, associativismo e cooperativismo.
2. REQUISITOS DE ACESSO O ingresso no curso oferecido dar-se-á de acordo com as normas a seguir especificadas:
1. Inscrição ao processo seletivo aberto ao público;
2. Poderão ingressar no curso alunos que estejam cursando a 1ª ou a 2ª séries do ensino médio;
3. A seleção para ingresso no curso será feita através de análise do Histórico Escolar e/ou Prova escrita feita pela Secretaria de Educação do Estado da Paraíba e/ou pelo CAVN.
As matrículas dos candidatos aprovados estarão de acordo com determinações da lei nº 9.394 de 20/12/96, do Decre to nº 5.154, de 23/07/2004.
3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
O Tecnico em Agropecuária sera um profissional empreendedor, capaz de se inserir no mundo do trabalho, para a trabalhar na produção animal, vegetal, paisagistica e agroindustrial, dos diversos segimentos da cadeia produtiva do agronegocio, atividades relacionadas ao desenvolvimento regional sustentável. Seu perfil de atuação estará alicerssado em uma formação crítica, autônoma e humanista, permeada por valores sociais, capaz de comunicar-se e compreender a complexidade existente em torno da fruticultura.
3.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Para nortear a organização curricular do Curso Tecnico em Agropecuária, organizou-se os conteúdos curriculares em 3 semestres, apresentados na forma de módulos: I –II –III –, conforme descrito a seguir.
1 1.1
Habilitação : Carga Horária: Módulo: I
HABILITAÇÃO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA 1.200horas BASICO
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1.2 1.3
Carga Horária: Módulo: II Carga Horária: Módulo: III Carga Horária:
400 h 400 h 400 h
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO AGROPECUÁRIA DURAÇÃO: 1,5 ANO/ 03 SEMESTRES DURAÇÃO DO MÓDULO/AULA: 50 minutos
CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1.200 Horas
I 1 2 3 4 5 6 7 8 9
II 10 11 12 13 13 14 15
III 17 18 19 20 21 22 23 24
MODULO: Introdução à informática Redação técnica Manejo de solo e agua Alimentos e alimentação animal Introdução a zootecnia Topografia Cooperativismo EAD – E-TEC Economia e administração rural TOTAL MÓDULO: Olericultura Construções rurais Irrigação e drenagem Avicultura Apicultura Fruticultura Mecanização agrícola TOTAL MÓDULO: Culturas anuais Ovinocaprinocultura Piscicultura Tecnlogia de produtos agropecuários Jardinagem e paisagismo Suinocultura Bovinocultura Planejamento e projetos TOTAL TOTAL DO CURSO
HORAS 40 40 60 50 50 60 40 30 30 400 60 60 60 50 50 60 60 400 60 45 40 45 45 60 60 45 400 1200
4.2 PERFIL TÉCNICO PROFISSIONAL O Técnico em Agropecuária é o profissional criativo com senso critico e sistêmico, contextualizado e abrangente acerca dos métodos, princípios e tecnologias aplicados a agropecuária
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convencional e orgânica, trabalhando como agente de desenvolvimento rural sustentável. Contribui para o desenvolvimento de projetos e ações que visam diminuir as desigualdades sociais, através da educação e da inserção das comunidades nas atividades produtivas.
4.3 COMPETÊNCIA COMPORTAMENTAL-ATITUDINAL
Usa diferentes possibilidades de aprendizagem mediada por tecnologias no contexto do processo produtivo e da sociedade do conhecimento, desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual, pensamento crítico, espírito investigativo e criativo.
Revela autonomia e facilidade para se adaptar a novas situações e novas tecnologias.
Entende e valoriza a leitura como objeto cultural que promove a inserção no mundo do trabalho.
Valoriza e respeita as variações linguísticas compreendendo-as na dimensão histórico-cultural.
Valoriza a língua como marca identitária dos sujeitos e como objeto que possibilita a interação dos indivíduos nas organizações.
Atua social e profissionalmente de forma ética, consciente de sua responsabilidade social.
É inovador e eficiente na solução dos problemas.
Atua de forma democrática e cooperativa em equipes multidisciplinares. Valoriza a cultura e a história local.
4.4 COMPETÊNCIA TÉCNICA-COGNITIVA
Compreende os conceitos de EaD e suas características básicas.
Conhece e compreende a dinâmica do ambiente virtual e suas diferentes interfaces.
Compreende a língua portuguesa e suas técnicas de comunicação oral e escrita.
Conhece e diferencia as variantes linguísticas adequadas a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita.
Conhece os fundamentos da língua inglesa.
Compreende e se comunica no idioma inglês de forma a atender as demandas específicas na área de atuação profissional.
Conhece as relações entre os aspectos técnicos, sociais, econômicos, legais e éticos da sua profissão.
Compreende a dinâmica das relações interpessoais produzidas no ambiente de trabalho.
4.5 HABILIDADES
Utiliza adequadamente as interfaces do ambiente virtual, sistemas operacionais e aplicativos.
Utiliza o Ambiente Virtual de Ensino-aprendizagem para argumentar, discutir e expressar opiniões com clareza e coerência lógica.
Expressa ideias de forma clara empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação.
Aplica a variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita.
Faz uso apropriado das normas gramaticais da variante em determinado contexto de comunicação.
Utiliza ferramentas instrumentais na leitura de textos específicos da área profissional em língua
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inglesa.
Utiliza as estruturas básicas da língua inglesa para se expressar operacionalmente.
Elabora relatórios técnicos de procedimentos e atividades.
4.6 BASES TECNOLÓGICAS
Modalidade de Educação a Distância (EaD)
Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem (AVEA)
Sistemas operacionais
Aplicativos
Ferramentas de comunicação
Leitura, interpretação e redação de textos
Variantes da língua no contexto de situação comunicativa
Normas linguísticas
Leitura e interpretação de textos técnico-científicos em inglês
Vocabulário técnico em inglês
Níveis de organização
4.7 EMENTAS
I 1 2 3 4 5 6 7 8 9
II 10 11 12 13 13 14 15
III 17 18 19 20 21 22 23 24
MODULO: Introdução à informática (40) Redação técnica (40) Manejo de solo e agua (60) Alimentos e alimentação animal (50) Introdução a zootecnia (50) Topografia (60) Cooperativismo (40) EAD – E-TEC (30) Economia e administração rural (30) TOTAL MÓDULO: Olericultura (60) Construções rurais (60) Irrigação e drenagem (60) Avicultura (50) Apicultura (50) Fruticultura (60) Mecanização agrícola (60) TOTAL MÓDULO: Culturas anuais (60) Ovinocaprinocultura (45) Piscicultura (40) Tecnlogia de produtos agropecuários (45) Jardinagem e paisagismo (45) Suinocultura (60) Bovinocultura (60) Planejamento e projetos (45)
HORAS
400
400
10
TOTAL TOTAL DO CURSO
400 1200
5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES O Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” poderá aproveitar estudos e experiências, inclusive de trabalho, independente de escolarização anterior, para complementação e/ou continuidade de estudos, mediante avaliação que busque definir o grau de desenvolvimento e experiência do candidato, sendo constituído de:
I. requerimento do interessado acompanhado da devida comprovação legal;
II. parecer do Conselho Pedagógico em consonância com as normas estabelecidas;
III. homologação da direção do CAVN.
6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO O Sistema de Avaliação tem por objetivo acompanhar o processo de ensino-aprendizagem, visando ao desenvolvimento do aluno e ao aprimoramento dos métodos e instrumentos de ensino, além de criar condições para a superação de problemas identificados pela avaliação. Algumas questões devem ser consideradas no processo de avaliação da aprendizagem:
I – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem é contínua e cumulativa e tem por fundamento uma visão crítica sobre o ser humano , a sociedade, a natureza, a educação, a ciência, a cultura, a tecnologia e a arte.
II – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve criar condições para a participação e desenvolvimento dos alunos, considerando-os como sujeitos da ação educativa.
III – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve contemplar os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo da aprendizagem, considerando seus aspectos qualitativos e quantitativos. Além disso, o processo avaliativo deve considerar, ainda, as competências constantes no perfil profissional diplomade conclusão previsto no projeto de cada curso, bem como os aspectos a seguir:
I . compreensão e aplicação dos conhecimentos;
II . análise, síntese e avaliação ou julgamento de valores;
III . capacidade de trabalho em equipe e socialização;
IV . criatividade;
V . raciocínio lógico e capacidade de interpretação;
VI . criticidade. A avaliação da aprendizagem poderá ser realizada através dos diversos instrumentos (avaliação e atividades), sendo definidos pelo professor, de acordo com a necessidade de cada disciplina, com base no
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projeto vigente de cada curso. A quantidade de avaliações também será definida pelo professor da disciplina, considerando-se os aspectos apresentados neste capítulo. O sistema de avaliação para todas as disciplinas dar-se-á por pontos cumulativos, totalizando 100 (cem) pontos em avaliações periódicas, distribuídos ao longo do semestre letivo de acordo com o plano de ensino, a especificidade, a disciplina e o projeto vigente de cada curso.
6.1. DA RECUPERAÇÃO O processo de avaliação de ensino-aprendizagem demanda que o professor acompanhe o desenvolvimento dos alunos no decorrer de todo o ano, buscando sanar, corrigir, melhorar as dificuldades verificadas no aproveitamento dos conteúdos através de uma recuperação continuada. Os estudos de Recuperação Continuada consistem em um conjunto de atividades que devem ser realizadas pelo aluno, acompanhado pelo professor da disciplina ao longo de todo ano letivo. Cabe a cada professor definir os métodos e instrumentos de recuperação continuada, tendo sempre em vista que o maior objetivo do processo de ensino-aprendizagem não é o lançamento de notas, mas a aprendizagem dos alunos, sendo o primeiro consequência desse último. A recuperação continuada se configura, portanto, na recuperação da aprendizagem do aluno. Para a recuperação de rendimento escolar das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos é oferecida ao aluno a Recuperação Final do Rendimento. Terá direito à Recuperação Final do Rendimento das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos subseqüentes e/ou concomitantes, o aluno que obtiver aproveitamento igual ou superior a 40% (quarenta por cento) e inferior a 60% (sessenta por cento) dos pontos distribuídos no semestre letivo e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas.
I – Na avaliação de Recuperação Final do Rendimento serão distribuídos 100 (cem) pontos.
II – Os instrumentos e atividades utilizados nas avaliações da Recuperação Final do Rendimento serão definidos pelo professor da disciplina.
III- A Nota Final (NF) do aluno corresponderá à méd ia aritmética da nota obtida durante o semestre letivo (NS) e da nota obtida na Recuperação Final do Rendimento (NR), conforme: NF= (NS+ NR) / 2 Ao término da Recuperação Final do Rendimento, será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver Nota Final (NF) igual ou superior a 60 (sessenta) pontos. O aluno terá direito à avaliação de Recuperação Final do Rendimento em, no máximo, 3 (três) disciplinas. Ao ser reprovado em t rês ou mais disciplinas, o aluno deverá cursar todo o módulo novamente. Ao ser reprovado em até duas disciplinas, o aluno deverá cursar novamente apenas as disciplinas em que foi reprovado.
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7. RECURSOS HUMANOS Pessoal Docente Área de Produção Agroalimentar SERVIDOR
TITULAÇÃO
Ademir Guilherme de Oliveira
Mestre
Albério Lopes Rodrigues
Doutor
Alda Lúcia de Lima Amâncio
Doutor
Alex da Silva Barbosa
Mestre
Alexandre Eduardo de Araújo
Doutor
Ana Patrícia Almeida Bezerra
Doutora
Belísia Lúcia Moreira Toscano Diniz
Doutora
Fernando Antônio Amaral Lins
Mestre
Fillipe Silveira Marini
Doutor
George Rodrigo Beltrão da Cruz
Doutor
Gerson Alves de Azeredo
Doutor
Hemmannuella Costa Santos
Doutora
Ítalo de Souza Aquino
Doutor
José Eduardo Ferreira Espínola
Mestre
José Humberto Vilar da Silva
Doutor
José Jordão Filho
Doutor
Jussara Ellen Morais Frazão
Doutora
Leonardo Augusto Fonseca Pascoal
Doutor
Leonardo Dantas da Silva
Doutor
Marcelo Luís Gomes Ribeiro
Doutor
Marcos Barros de Medeiros
Doutor
Marcos Paulo Carrera Menezes
Doutor
Maria José Araújo Wanderley
Doutora
Marino Eugênio de Almeida Neto
Doutor
Nivânia Pereira da Costa
Doutora
Otávio do Carmo de Oliveira Neto
Doutor
Raunira da Costa Araújo
Doutora
Roberto Germano da Costa
Doutor
Silvestre Fernandez Vásquez
Doutor
Terezinha Domiciano Dantas Martins
Doutora
Tiago Jardelino Dias
Doutor
Silvânia Maria de Sousa Gomes Nascimento
Doutora
Área de Tecnologia Agroalimentar SERVIDOR
TITULAÇÃO
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Alex Poeta Casali Alexandre José Soares Miná Anderson Ferreira Vilela Antônio Eustáquio Resende Travassos
Doutorando Doutor Mestre Doutor
Carlos Roberto Marinho da Silva Filho Celene dos Santos Ataide Cleber Brito de Souza
Doutorando Mestre
Davi Stefani Sousa
Mestre
Edvaldo Mesquita Beltrão Filho
Doutor
Elisandra Costa Almeida
Doutoranda
Erivaldo Neves Silva
Especialista
Fabiana Augusta Santiago Beltrão
Mestre
Genyson Marques Evangelista
Doutorando Mestre Doutora
Gisely Maria Freire Abílio Esmeralda Paranhos dos Santos Gilsandro Alves da Costa
Doutor
Mestre
Jarbas Sobreira Moreira
Mestre
João Maria Pereira do Nascimento
Mestre
Kadidja Ferreira Santos
Doutoranda
Laesio Pereira Martins
Doutor
Maria José de Figueiredo Neiva Maria de Almeida
Mestre
Onofre Maurício de Moura
Doutor
Pedro Germano Antonino Nunes
Doutor
Solange de Sousa
Doutoranda
Doutora
Área de Ciência Básica e Tecnologia SERVIDOR Ada Neuza de Oliveira Catarina de Medeiros Bandeira Esmeraldo Fernando Castro da Cunha Fábio de Sousa Dantas
TITULAÇÃO Especialista Mestre Mestre Mestre
Inaldo Soares dos Anjos Isabelle da Costa Wanderley Maria Bezerra França José Francisco Correia dos Santos
Especialista Mestre Graduação Mestre
José Pessoa Cruz Josineide da Silva Bezerra Manoel Luis Melo Maria do Socorro Ferreira dos Santos
Especialista Mestre Mestre Mestre
Maria do Socorro Lopes Cavalcanti Maria do Socorro Silva Max Rocha Quirino
Doutora Mestre Doutor
Olga Maria Rocha Marques Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade
Especialista Doutor
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Rogério Alves de Paiva Vênia Camelo de Souza Verônica de Fátima Gomes de Moura Zenóbio Imperiano da Silva
Área de Ciências Sociais Aplicadas SERVIDOR Antônia do Desterro Gomes César Emanoel Barbosa de Lima Chateaubriand Pinto Bandeira Júnior Cláudio Germano dos Santos Oliveira Emiliano Rostand de Morais Célio Hélio Luiz Beretta Dal Monte - Doutor Jairo de Pontes Gomes João Luiz Fonseca dos Santos José Mancinelli Ledo do Nascimento Josemar Jeremias Bandeira de Souza Kilder Barbosa da Silva Luciene Laranjeira Diniz Lucinaldo dos Santos Rodrigues Luis Carlos dos Santos Lima Sobrinho Luiz Gonzaga Targino de Moura Milene Félix de Almeida Raissa Dália Paulino
Mestre Doutora Doutora Mestre
TITULAÇÃO Mestre Doutor Mestre Mestre Mestre Doutor Mestre Doutor Doutor Mestre Doutor Mestre Doutor Mestre Graduação Mestre Mestre
Área de Educação SERVIDOR Aiene Fernandes Rebouças
TITULAÇÃO Mestre
Albertina Maria Ribeiro Brito de Araújo Ana Cláudia da Silva Rodrigues Breno Henrique de Sousa
Doutoranda Doutoranda Mestre
Diogo Fernandes da Silva Edson Brito Guedes Efigênia Maria Dias Costa Fabrícia Sousa Montenegro
Mestre Mestre Mestre Mestre
Francisca Alexandre de Lima Gabriel de Medeiros Lima Geralda Macedo Jalmira Linhares Damasceno Ferreira John Alex Xavier de Souza Lucicléa Teixeira Lins Luciene Chaves Aquino
Mestre Mestre Doutora Mestre Doutorando Mestre Doutora
Luis Felipe de Araújo Maria Aparecida Valentim Afonso
Mestre Mestre
Nilvânia dos Santos Silva Rita Cristiana Barbosa Saimonton Tinoco da Silva Vivian Galdino de Andrade
Doutora Doutoranda Mestre Mestre
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Pessoal Técnico Administrativo SERVIDOR Almany Rodrigues Negromonte Edjane Maria Girão de Brito Elza Santos Guimarães Ivan Teixeira Maia José Pires Ribeiro Nóbrega Maria Lúcia Medeiros Arlindo Maria José Nunes Cirne Maurílio Fidélis da Silva Ronaldo Pereira Gomes
FUNÇÃO Técnico Laboratório Telefonista Técnico Assuntos Educacional Técnico Agropecuária Agrônomo Auxiliar de Secretária Telefonista Assistente Administração Operador Caldeira
8 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” O CAVN possui 35.455,57 m² de área coberta distribuídos em estruturas como: Diretoria do CCHSA e do CAVN, coordenações de cursos, salas de aula, departamentos, entre outros.
Abaixo
encontram-se relacionados dados quantitativos específicos sobre as áreas ocupadas e construídas no CCHSA - CAVN. Setor de Agricultura - Produção Vegetal
Ambiente da coordenação e sala de aula
Laboratório de Entomologia
Laboratório de Frutas
Laboratório de Sementes
Laboratório de Mecanização
Sala de equipamentos e fertilizantes
Estufa 01
Estufa 02
Galpão do Viveiro
Reservatório
Caixa d'água
Cozinha
Setor de Zootecnia - Produção Animal
Laboratório de Suinocultura
Laboratório de Cunicultura
Laboratório de Apicultura
Laboratório de Bovinocultura
Laboratório de Ranicultura
Laboratório de Caprinocultura
Laboratório de Avicultura de corte
Laboratório de Avicultura de postura
Laboratório de Piscicultura
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Setor de Agroindústria - Beneficiamento e Processamento de Alimentos
Laboratório de Controle de Qualidade
Coluna de Refrigeração para gás
UPEDA e SINTESPB
Abatedouro
Fornalha
Residências
Residência Cursos técnicos
Residência Funcionários
Residência Professores
Residência Diretor do CAVN
Pavilhões
Salas de aula do Superior, Restaurante e coordenações
Pavilhão de aula dos Cursos Técnico
Auditório CAVN, Direção do CAVN e Salas de Professores
Direção do CCHSA/UFPB
Departamentos e LABINF
Grêmio Livre e Laboratório de Análises
Consultório médico, Salas de aula e dispensa
Prédio da Pós-Graduação, Laboratório de Química e Biologia
Padaria e Lanchonete
Alojamento, Lavanderia e PROLICEN
Outras Estruturas
Caixa d'agua 01
Caixa d'água 02
Banheiro
Sala dos professores
Guarita 01
Guarita 02
Guarita 03
Guarita 04
Capela
Grãozinho
Estação de Tratamento da água
Biblioteca
ADUF
Quadra de esporte
Ginásio de esporte
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Garagem
Vestuário do Campo de Futebol
Casa de festa (ASCAMB)
Restaurante Novo
Setor de Eletricidade
Sala de Pedagogia
Casa de Máquinas Laboratórios - O CAVN dispõe de 35 laboratórios didáticos distribuídos nos quatros
departamentos de acordo com a área de atuação (Tabela 07), que tem como finalidade o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Departamento de Agropecuária
Laboratório de Agricultura
Laboratório Apícola
Laboratório de Aquicultura
Laboratório de Avicultura
Laboratório de Bovinocultura
Laboratório de Caprinocultura
Clínica Fitossanitária
Laboratório de Cunicultura
Laboratório de Entomologia
Laboratório de Fruticultura
Laboratório de Nutrição Animal e Análise Avançada de Alimentos
Laboratório de Olericultura
Laboratório de Produção de Mudas
Laboratório de Reprodução Animal
Laboratório de Solos
Laboratório de Suinocultura
Laboratório de Tecnologias Agroecológicas e Desenvolvimento Sócio-Ambiental
Laboratório de Sementes
Departamento de Ciências Básicas e Sociais
Laboratório de Biologia
Laboratório de Química
Laboratório de Prolicen
Departamento de Ciências Sociais Aplicadas
Laboratório do Grãozinho (SR)
Laboratório de informática (SR)
Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial
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Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial – DPAS
Laboratório de Análise Físico-química dos Alimentos – LFQA
Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Bebidas Fermento-Destiladas – PDB
Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos Cárneos – PDPC
Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Frutohortícolas – PDFRUTHO
Laboratório de Tecnologia da Panificação – LTP
Laboratório de pesquisa e desenvolvimento de laticínios – PDLAT
Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aquicultura – PRPA
Laboratório Pós Colheita
Laboratório de Microbiologia dos Alimentos – LMA
Laboratório de Topografia Agrícola (SR)
Laboratório de Irrigação e Drenagem (SR) Transportes – O CAVN dispõe de veículos de pequeno e grande porte que servem para
transportar professores, alunos e funcionários para o atendimento de atividades acadêmicas e administrativas. As máquinas agrícolas e as motos servem aos laboratórios didáticos para aperfeiçoar o atendimento das necessidades mais emergentes.
POLOS DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Polo de Araruna - Paraíba Dados Gerais O Polo UAB Araruna está localizado na Rua Fausto Hermínio de Araújo, S/N, centro, CEP: 58233-000, Araruna/PB. Este município brasileiro do estado da Paraíba está localizado na microrregião do Curimataú Oriental, distante 165 quilômetros de João Pessoa. Atualmente o Polo UAB Araruna oferece 7 (sete) cursos de nível superior e está em parceria com duas Instituições de Ensino Superior, a UFPB e o IFPB. Através dessas duas instituições o Polo UAB Araruna oferece seus cursos à distância para todos aqueles que desejam ingressar no Ensino Superior. O Polo UAB Araruna (mantido pela Prefeitura Municipal de Araruna) é integrante do Sistema Universidade Aberta do Brasil e tem por finalidade a interiorização e a expansão de cursos de graduação, extensão e pós-graduação na modalidade à distância (modalidade educacional prevista no Art. 80 da LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como para formação continuada dos docentes da Rede Pública de Ensino. O polo UAB Araruna foi inaugurado em 1º de outubro de 2007. Tendo sua institucionalização por meio da Lei Municipal Nº 68/2012 de 26/10/2012. O CNPJ do Polo UAB Araruna tem como Nº: 17.197.588/0001-18 e Código INEP: UAB00035.
Polo de Alagoa Grande - Paraíba Dados Gerais O Polo de Municipal de Apoio Presencial Manuel Rodrigues da Silva, com sede no município de Alagoa Grande, Estado da Paraíba, foi criado pelo edital de seleção nº 1/2006-SEED/MEC/2006/2007 e está localizado à Rua Francisco Carlos da Silva s/n, prédio do CAIC, Conjunto CEHAP I, CEP 58.388000, Alagoa Grande PB, subordinado à Universidade Aberta do Brasil – UAB, tendo como mantenedora
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a Secretaria de Educação e abrange uma área privilegiada apresentando ótimas condições para se desenvolver um bom trabalho pedagógico, por dispor de uma infraestrutura favorável. O Polo firmou parceria no ano 2010 com a UFPB VIRTUAL abrindo edital de vestibular para os cursos de Licenciatura em Pedagogia, Ciências Biológicas e Ciências Naturais com entrada para o semestre 2010.2 e Ciências Agrárias e Matemática com entrada para o semestre 2011.1. No segundo semestre de 2011 foi aberto edital para os cursos de Letras (Português) e Letras Libras para entrada em 2012.1. Em maio de 2012, firmou parceria com o IFPB para ofertar o curso de Bacharelado em Administração Pública com entrada em 2013.1. Atualmente, o Polo de Alagoa Grande atende 341 alunos de graduação com previsão para atender mais 50 alunos de pós-graduação, totalizando, assim, 391 alunos.
Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade de Brasília – UnB e Universidade Federal da Paraíba – UFPB Virtual desde agosto de 2007. Inicialmente, o Polo teve como sede a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Maria Dutra que foi adaptada para o atendimento dos alunos dos cursos ofertados a priori (Pedagogia, Matemática e Educação Física). Com as novas ofertas de cursos e abertura de novas vagas para os cursos já existentes, a estrutura da escola já não atendia os requisitos necessários para o atendimento das necessidades dos cursistas. No início de 2012, a Prefeitura Municipal de Duas Estradas iniciou a reforma de uma escola, adequando os espaços para a instalação da nova sede do Polo. Neste ano letivo de 2013, o Polo iniciou suas atividades na nova sede situada à Rua Presidente Médici, 154 Centro de Duas Estradas – PB. Atualmente, o Polo através das IES parceiras tem obtido resultados positivos nas avaliações do MEC/CAPES e esse resultado vem sendo demonstrado através do crescimento na oferta de cursos e na credibilidade que o mesmo vem conquistando ao longo desses anos. Atualmente, o Polo está na 3ª oferta do Curso de Licenciatura em Educação Física e se mantendo na oferta dos cursos de Pedagogia, Letras, Matemática, Ciências Biológicas e Letras/Libras. Pela responsabilidade com a qual o Polo desempenha as atividades, foi ofertado para o próximo semestre o Curso de Especialização em Gestão Pública. O objetivo principal do Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas é elevar a Universidade Aberta do Brasil mostrando a qualidade do ensino superior das IES parceiras, promover o conhecimento e lutar por uma educação de qualidade e para todos.
Polo de Mari - Paraíba Dados Gerais O Polo Mari, foi inaugurado no dia 10 de Abril de 2008, em sede própria, localizado à Rua Tereza Sales de Pontes S/N, no Bairro José Américo, CEP: 58345 -000, oferecendo os seguintes cursos de Licenciatura: Letras (habilitação em língua portuguesa), Pedagogia, Ciências Naturais, Matemática e Ciências Agrárias, e Pós Graduação em Gestão Pública Municipal oferecidos pela UFPB VIRTUAL. A partir de Janeiro de 2013, através de convênio realizado com o IFPB, o Polo Mari, passou a oferecer o Curso de Bacharelado em Administração e Pós Graduação em Gestão Pública.
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9. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E DIPLOMA Ao aluno que concluir todos os módulos do curso e ter concluído o Ensino Médio, será conferido o Diploma de Técnico em Agropecuária na modalidade concomitante à distância, devidamente registrado no Setor de Registro Escolar do CAVN | UFPB com validade em todo território nacional. Será oferecida ao discente a oportunidade de requerer o aproveitamento dos conhecimentos e experiências anteriores, sendo que o estudante deverá solicitar reconhecimento da(s) competência(s) em questão. Estes conhecimentos do aluno deverão estar diretamente relacionados com o perfil de conclusão do curso e da respectiva qualificação. Os conhecimentos e experiências a serem avaliados poderão ter sido adquiridos no ensino médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e reconhecidos em processos formais de certificação profissional, de acordo com o que estabelece o Art. 11, inciso IV e V, da Resolução CNE/CEB no 04/99. Para o encaminhamento da solicitação o discente deverá:
a) preencher, formulário próprio especificando o(s) componente(s) curricular(es) ou eixo(s) tecnológico(s) em que deseja a dispensa;
b) anexar justificativa para a pretensão;
c) anexar, quando houver, documento(s) comprobatório(s) da(s) experiência(s) anterior (es). O Conselho Pedagógico do CAVN designará uma comissão para realizar o processo avaliativo que após análise emitirá parecer informando os resultados do processo.
10 ACERVO BIBLIOGRÁFICO BARROS, Simone; MARTINS, Angélica. Cibercampus: experiências em educação a distância. Recife: Editora Contraluz, 2003. 85 p. ISBN: 8590390519. BEGON, Michael; TOWNSEND, Colin R; HARPER, John L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. x, 740p, 8p de estampas. (Biblioteca Artmed) ISBN: 9788536308845. CAMPOS, Fred Leite Siqueira; TARGINO, Ivan; MOUTINHO, Lúcia Maria Góes. A economia paraibana: estratégias competitivas e políticas públicas. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2006. 427 p. CAPRON, H. L; JOHNSON, J. A; SANTOS, José Carlos Barbosa dos. Introdução à informática. 8.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004, 2006. xv, 350p. ISBN: 9788587918888. COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO, BRASÍLIA-DF. A Implantação da Educação Ambiental no Brasil. Brasília: s.n, 1998. 166p. DIAS, Maria Luiza Jaborandy Maia; DIAS, Guilherme Ataíde. Ambiente virtual de aprendizagem e usabilidade: uma esperiência com educação a distância no SENAC-AL. João Pessoa: s.n, 2005. 117p. Dissertação (mestrado) - UFPB/CE-CEFET-AL. FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução a arquitetura da paisagem com o paradigma ecológico. 2.ed. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2008. 224 p. ISBN: 8574195944. LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637p. ISBN: 9788576053729.
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LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637p. ISBN: 9788576053729. MACEDO, Edison Flávio; PUSCH, Jaime Bernardo. Código de ética profissional comentado. 4.ed. João Pessoa: CONFEA/CREA, 2011. 254p. MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de áreas degradadas: ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2013. 264 p. ISBN: 9788562032905. MAY, Peter H; LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da. Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 318p. ISBN: 85352096549788535209655. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 438p. ISBN: 8522457618. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1995. 259p. ISBN: 8522410569. MINGOTI, Sueli Aparecida. Análise de métodos através de métodos de estatística multivariada: uma abordagem aplicada. -Belo Horizonte: UFMG, 2005. 295p :il. (Didática) ISBN: 857041451. MIZUGUCHI, Yoshito; ALMEIDA, Yoshito; PEREIRA, Josimar Ribeiro de. Introdução à ecologia. 1.ed. São Paulo: Moderna, 1982. 215p : il. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura, módulo I. São Paulo: Centro Paula Souza Textonovo, 2003. 111p. ISBN: 8585734367. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Ed. reform. rev. São Paulo: Centro Paula Souza Textonovo, 2004. 111p. ISBN: 8585734367. NORTON, Peter; RATTO, Maria Claudia Santos Ribeiro; ANTUNES, Álvaro Rodrigues. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Makron Books, c1996, c1997, 2008, 2010, 2011. 619p. ISBN: 9788534605151. PARAÍBA GOVERNO DO ESTADO Secretária De Estado Dos Recursos Hídricos, Do Meio Ambiente E Da Ciência E Tecnologia - Serhmact. Plano de gestão integrada de resíduos sólidos do estado da Paraíba. João Pessoa: A União, 2015. 230 p. ISBN: 9788582370414. POMERANZ, Lenina. Elaboração e análise de projetos. São Paulo: HUCITEC, 1985. 246p. (Economia & Planejamento. Obras Didáticas) ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução a química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p. ISBN: 9788577804696. ROSINI, Alessandro Marco. As novas tecnologias da informação e a educação a distância. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 132p. ISBN: 8522105421. SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Sistemas de gestão ambiental ISO 14001 e saúde e segurança ocupacional OHSAS 18001: vantagens da implantação integrada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 201p. ISBN: 9788522460496. SILVA, Alessandra Maria; WATANABE, Takako. Análise dos usos múltiplos dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do rio Água Boa: subsídio para gestão. João Pessoa: s.n, 2005. 118p. Dissertação (mestrado) - UFPB/PRODEMA. SILVA, Michel Robinson de Oliveira; GORLACH-LIRA, Krystyna; COSTA, Cristiane Francisca da. Percepção ambiental e turismo sustentável: análise dos impactos da atividade turística em zonas costeiras da grande João Pessoa-PB. João Pessoa: s.n, 2014. 126f. Dissertação (Mestrado) UFPB/PRODEMA.
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