N7 · Conselhos superiores · CONSUNI
Res. CONSUNI 32/2018
Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso técnico de nível médio em cooperativismo modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN).
Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)
nenhuma registrada no acervoEm que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (9)
- FUNDAMENTA-SE EM
Decreto 5.154/2004 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
- FUNDAMENTA-SE EM
Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
7 citação(ões) simples (REMETE A)
- citaRes. CNE/CEB 1/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
- citaDecreto 5.154/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
- cita
- citaLei 170/2012 em: Anexo I“Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade...”
- citaLei 5.764/1971 em: Anexo I“Legislação e tributação das cooperativas – 70 horas Ementa - Estudo da legislação brasileira no campo das sociedades cooperativas (Lei 5.764/71).”
- citaLei 9.394/1996 em: Anexo I“A avaliação do desempenho é feita por disciplinas, considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento, conforme as diretrizes da LDB Lei nº 9.394/96.”
- citaRes. CONSUNI 03/2008 em: Anexo I“ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM COOPERATIVISMO DURAÇÃO: 1 ANO/ 2 SEMESTRES DURAÇÃO DO MÓDULO/AULA: 50 minutos A organização curricular do curso Técnico em...”
Por dispositivo desta norma
- preâmbulo→ FUNDAMENTA-SE EM Decreto 5.154/2004→ FUNDAMENTA-SE EM Lei 9.394/1996
Normas irmãs e paralelas · sugestão
Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.
- paralela · 42 em comumRes. CNE/CP 2/2017
- paralela · 36 em comumParecer CNE/CEB 4/1998
- paralela · 30 em comumParecer CNE/CP 28/2001
- paralela · 28 em comumParecer CNE/CEB 2/2005
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CEB 7/2010
- paralela · 28 em comumRes. CNE/CP 4/2018
Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 9 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 2 artigo(s) com âncora.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO
RESOLUÇÃO N° 32/2018 Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso técnico de nível médio em cooperativismo modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN). O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, no uso das suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada em 28 de agosto de 2018 (Processo nº 23074.014728 /2018-98), CONSIDERANDO que o PPC ao se constituir democrático está centrado tanto na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão; CONSIDERANDO os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; CONSIDERANDO a importância de um Projeto Pedagógico de Curso dinâmico e atualizado que estará em constante processo de avaliação; CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação Profissional Técnica de Nível Médio; RESOLVE:
¶Art. 1º Aprovar o Projeto Curricular do Curso Técnico em cooperativismo modalidade concomitante à Distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, o qual segue em anexo à esta Resolução.
¶Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba, 03 de dezembro de 2018.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente
ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 32/2018 PROJETO CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM COOPERATIVISMO
SERVIÇO PÚBLICO FERDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS
PROJETO CURRICULAR DE CURSO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM COOPERATIVISMO
MODALIDADE: CONCOMITANTE À DISTÂNCIA - MEDIOTEC HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM COOPERATIVISMO EIXO TECNOLÓGICO: GESTÃO E NEGÓCIOS
BANANEIRAS, PB JUNHO DE 2017
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MINISTRO DA EDUCAÇÃO | MEC Mendonça Filho SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA | SETEC Eline Neves Braga Nascimento REITORA | UFPB Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz VICE-REITORA | UFPB Bernardina Maria Juvenal Freire De Oliveira DIRETORA DO CCHSA | UFPB Terezinha Domiciano Dantas Martins VICE-DIRETOR DO CCHSA | UFPB Pedro Germano Antonino Nunes DIRETOR DO CAVN | UFPB Edvaldo Mesquita Beltrão Filho VICE-DIRETOR DO CAVN | UFPB Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade
COORDENADOR GERAL DE ENSINO | CGE Alex da Silva Barbosa COORDENAÇÃO PEGAGÓGICA | CPG Alice d'Albuquerque Torreão Janaina Lima Luna Rodrigues Maria Nair Solano Macedo de Lima
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SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO.......................................................................5 1.1 APRESENTAÇÃO............................................................................................................................................. .....5 1.2 JUSTIFICATIVA................................................................................................................................ .....................5 1.3 OBJETIVO DO CURSO..........................................................................................................................................6
2. REQUISITOS DE ACESSO......................................................................................................................................6
3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO..........................................................................................................6 3.1 PERFIL PROFISSIONAL DAS QUALIFICAÇÕES..............................................................................................7
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR............................................................................................................................7 . 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBI ENTE........................................................7 . 4.2 DISCIPLINAS E EMENTAS.................................................................................................................................10 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES….....….13 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM……..…………………………………………………..13 7 RECURSOS HUMANOS…………………………………………………………..……………….….....………14 8 RECURSOS MATERIAIS…………………………………………………………………...............................….17
9. POLOS DE APOIO PRESENCIAL.........................................................................................................................17
10. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES...........18
11 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO...............................18
12 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA.................................................................................................20
13 DIPLOMA...............................................................................................................................................................22
14 REFERÊNCIAS......................................................................................................................................................22
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1.
APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO
1.1 APRESENTAÇÃO O manuscrito constitui-se da proposta pedagógica curricular para implementação e desenvolvimento para os Cursos Técnicos de Nível Médio do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros em Cooperativismo, na forma Concomitante, na modalidade de Educação a Distância (EAD) do programa Mediotec e referente ao eixo ambiente, saúde e segurança do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Ele está fundamentado nas bases legais, nos princípios norteadores e níveis de ensino explicitados pelas leis LDBEN nº 9394/96, nº 11.741/2008 e de nº 13.415/2017, no tocante à Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), com foco na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e, Formação Técnica e Profissional. No que diz respeito à Educação a Distância pela Lei nº 12.603/2012. Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema educacional brasileiro. A Escola Técnica Aberta do Brasil – E-Tec - Brasil – foi um programa criado no âmbito da política de expansão da educação profissional, do Ministério da Educação, por meio da articulação da Secretaria de Educação a Distância e Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Essa ação constitui-se uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). A política traduz-se numa etapa primordial para a democratização do acesso ao ensino técnico público de qualidade, através da modalidade à distância, visando levar cursos técnicos a regiões distantes das instituições de ensino técnico e para a periferia das grandes cidades brasileiras, incentivando os jovens e concluírem uma formação profissional. Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/1996) Este Projeto Político-Pedagógico ao se constituir democrático está centrado não só na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também, na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão. 1.2 JUSTIFICATIVA O Colégio Agrícola Vidal de Negreiros é uma instituição de ensino público mantida pela Universidade Federal da Paraíba através do decreto n°. 62.173 de 25/01/1968, com sede e foro na cidade de Bananeiras, no Brejo Paraibano, a 141 km de João Pessoa, localizado no Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, Campus III UFPB. Aos seus 93 anos, pode ser considerado um dos mais tradicionais Colégios de Ensino Técnico Agrícola do Estado da Paraíba e o pioneiro do Ensino Técnico em Agroindústria no Brasil. Por ser vinculado à Universidade Federal da Paraíba, conta com 95% de seus professores qualificados como especialistas, mestres e doutores, com títulos obtidos em Universidades Nacionais e Estrangeiras devidamente reconhecidas pelo MEC, tendo como consequência direta, o envolvimento dos alunos em trabalhos de ensino, pesquisa e extensão. Seu início data de 7 de setembro de 1924, sob a responsabilidade de Dulphe Pinheiro Machado, e dos auspícios do então Presidente Epitácio Pessoa. Em 1918, já haviam sido feitos os primeiros estudos para a instalação de instituições patronais em todo o Brasil, por autorização do Presidente Wenceslau Braz, a começar pelo Rio de Janeiro e São Paulo, objetivando assim, livrar da marginalidade os menores, que viviam na promiscuidade, os filhos órfãos e os desamparados. Não fosse a sensibilidade de homens tão devotados à causa social, contando com apoios de entidades federais e de instituições públicas, o projeto não teria sido concretizado. Quando, em 1920, o governo brasileiro determinou as instalações de Patronatos em Núcleos Agrícolas, Postos Zootécnicos e estabelecimentos adquiridos pelo Ministério da Agricultura viu-se nascer um modelo de aprendizado que levaria o país ao lugar de destaque que hoje ocupa no cenário da agricultura internacional. Nesse mesmo ano, deu-se início à implantação do Patronato na Paraíba, mais especificamente em Bananeiras, tendo à frente o Inspetor Agrícola Federal Dr. Diógenes Caldas e o Dr. José Augusto Trindade, que foi nomeado diretor em setembro de 1924. Naquele ano, inaugurou-se, na presença de autoridades federais, estaduais e municipais, a referida entidade patronal. Os objetivos das autoridades de dotarem o município de Bananeiras de uma instituição desse nível foram alcançados, possibilitando assim, que os menores dispusessem de uma unidade de ensino rural, e as instituições agrícolas, de um laboratório de pesquisa e desenvolvimento. Em 1976, a então Escola Agrícola Vidal de Negreiros, foi vinculada à UFPB, quando se criou o Centro de Formação de Tecnólogos, juntamente com o Curso Técnico de Nível Superior em Cooperativismo, hoje chamado de Curso de Bacharelado em Administração. Em março de 2008, por meio de consulta democrática, a comunidade acadêmica determinou a mudança do nome do Centro de Formação de Tecnólogos - CFT para Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias – CCHSA, sendo a mudança do nome culminada com a política institucional de crescimento de expansão da Universidade Federal da Paraíba. O CAVN tem por objetivo ofertar à comunidade uma educação de qualidade, voltada às necessidades socioculturais, científicas e tecnológicas do novo milênio, pautada no desenvolvimento tecnológico e no equilíbrio do meio ambiente, dentro de um modelo dinâmico de geração, transferência e aplicação de saberes, por meio de
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Projetos Pedagógicos Curriculares que, seguem os princípios da educação pública e gratuita, congregando ensino, pesquisa e extensão, a fim de capacitar profissionais para o trabalho e prosseguimento de estudos posteriores, para o exercício de atividades produtivas e sociais, visando o desenvolvimento da região geográfica do Agreste e estado da Paraíba. Recentemente o Ministério da Educação editou em seu manual de referência a necessidade de qualificação profissional como forma de minimizar a baixa oferta de mão-de-obra qualificada em nosso país, nesste sentido apresentou uma nova ação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o Mediotec EaD, o qual ofertará vagas em cursos técnicos concomitantes ao ensino médio para alunos regularmente matriculados nas redes públicas de educação. Nesse contexto, a proposta do desenvolvimento do Curso Técnico de Nível Médio em cooperativismo na modalidade concomitante à distância pelo o CAVN apresenta-se como forte parceira dada a capacidade de recursos humanos instaladas na instituição. 1.2 OBJETIVOS DO CURSO
Qualificar profissionais para atuar nas atividades de planejamento, na organização, na execução, controle e avaliação dos processos produtivos e/ou de serviços, de beneficiamento, comercialização e dos ciclos de gestão, nas diversas modalidades de cooperativas e empreendimentos afins, de forma ética e responsável e com viabilidade econômica. Possibilitar a formação de um perfil ético e de trabalho em equipe dentro dos valores do cooperativismo (cooperação, equidade, democracia, solidariedade etc.); Desenvolver habilidades pedagógicas participativas e cooperativas que possam ser replicadas no cotidiano das cooperativas; Desenvolver competências e habilidades, conhecimento e atitudes necessárias ao planejamento das atividades e gerenciamento da organização cooperativa; Permitir ao profissional o contato com ferramentas gerenciais aplicadas à gestão de cooperativa; Entender o papel social da cooperativa a fim de melhorar a atuação dos profissionais dessa área; Compreender o papel das cooperativas no cenário da economia nacional, regional e local.
2. REQUISITOS DE ACESSO
O ingresso no curso oferecido dar-se-á de acordo co m as normas a seguir especificadas: 1. 2. 3.
Inscrição ao processo seletivo; Poderão ingressar no curso alunos que estejam cursando a 1ª ou a 2ª séries do ensino médio; A seleção para ingresso no curso será feita através de análise do Histórico Escolar feita pela Secretaria de Educação do Estado da Paraíba.
As matrículas dos candidatos aprovados estarão de acordo com determinações da lei nº 9.394 de 20/12/96, do Decre to nº 5.154, de 23/07/2004.
3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O profissional concluinte do Curso Técnico em Cooperativismo, nível médio e na modalidade à distância oferecida pelo CAVN, permite ao egresso desempenhar atividades voltadas para formação, desenvolvimento e gestão de cooperativas. Atuar no planejamento e na execução dos processos cooperativos em suas diversas modalidades. Atuar na gestão de contratos, assegurando o cumprimento da legislação trabalhista. Prestar assistência e serviços em cooperativas, associações e grupos informais. Orientar a elaboração e desenvolvimento de projetos em comunidades rurais e urbanas. Executar pesquisas em cooperativismo. Ao final do curso esse profissional deverá demonstrar as capacidades de:
Compreender o processo de evolução do cooperativismo e como os diversos modelos se insere no contexto socioeconômico mais geral; Capacidade de propor, ouvir, criticar, organizar e encaminhar proposições tomadas coletivamente; Orientar a constituição de uma cooperativa, planejando a organização de sua estrutura com base nos princípios filosóficos e legais do cooperativismo; Assessorar estudos de implantação e desenvolvimento de projetos de cooperativas com base nos princípios de gestão coletiva; Estimular a participação e o compromisso coletivo na elaboração e desenvolvimento de projetos em comunidades rurais e urbanas, utilizando práticas de cooperação e organização das comunidades; Promover a educação cooperativista atuando na formação do quadro social da cooperativa; Participar com competência técnica e ética, assessorando e avaliando reuniões, conselhos, assembléias respeitando os direitos dos cooperados; Assessorar os cooperados nas atividades estratégicas e nos controles da cooperativa;
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Saber trabalhar em equipe e executar pesquisas em cooperativismo.
3.1 PERFIL PROFISSIONAL DAS QUALIFICAÇÕES O Projeto do Curso Técnico em Cooperativismo, na modalidade à distância, foi decorrente de uma observação das demandas e necessidades das organizações sociais e econômicas, além do entendimento de que o CAVN exerce um importante papel na formação de profissionais para atuarem no meio rural. Neste sentido, o projeto do curso partiu da concepção de que o profissional técnico em Cooperativismo tem um papel social a exercer junto às organizações sociais e econômicas, ajudando-as a se desenvolverem com mais eficiência e eficácia no contexto de mercados globalizados e altamente competitivos. Assim, a proposta curricular busca trabalhar conhecimentos de diferentes áreas afins, porém, focados nas especificidades dos empreendimentos cooperativos. Dessa forma, o curso atenderá tanto aos novos profissionais que almejam atuar nas cooperativas, como também aqueles que já exercem suas atividades nessa área. O profissional técnico em Cooperativismo poderá participar da implantação de cooperativas; atuar no ramo de consultorias e assessorias relacionadas às cooperativas; fazer parte do quadro de funcionários de instituições caráter governamental e não governamental relacionado ao setor do cooperativismo e nas demais formas organizativas do terceiro setor.
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM COOPERATIVISMO DURAÇÃO: 1 ANO/ 2 SEMESTRES DURAÇÃO DO MÓDULO/AULA: 50 minutos A organização curricular do curso Técnico em Cooperativismo observa as determinações legais presentes na resolução nº 3, de 9 de julho de 2008, que instituiu e implantou o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. A organização do curso está estruturada na matriz curricular constituída por dois módulos. Os dois módulos têm uma carga horária total de 800 horas/aula, contado com o Relaltório Final de Conclusão de Curso. Na perspectiva da interdisciplinaridade, a estrutura curricular proposta visa agregar disciplinas que comumente estariam distintamente separadas, buscando com isto oferecer uma visão ampla e indissociável entre alguns conteúdos programáticos e facilitar o processo de ensino aprendizagem à distância. Neste sentido, as disciplinas de finanças e contabilidade e fundamentos da administração, inseridas no Módulo II, por exemplo, além dos conteúdos pertinentes a sua temática, abrange outros conteúdos correlatos que poderiam está dispersos com outras nomenclaturas. Propomos, ainda, uma sequência lógica por Módulos cujos enfoques de conteúdos são distribuídos com base na sua aproximação e que gradativamente criam melhores condições de efetivação de uma aprendizagem mais significativa. Com base nisto, dividimos as disciplinas em três eixos temáticos; 1) Geral – cujas disciplinas são aquelas que darão suporte teórico ao técnico em cooperativismo; 2) Instrumental - são aquelas disciplinas que apresentam técnicas e processos que serão utilizados no cotidiano das cooperativas; e 3) Específicas - que são aquelas que dizem respeito diretamente às atividades das cooperativas, como apresentado no Quadro 1. Quadro 1 – Eixos temáticos Geral
Instrumental Português instrumental
Específicas Introdução ao cooperativismo
Economia Regional
Fund. da administração
Legislação e tributação das cooperativas Introdução
Fund. Contabilidade e finanças
à pesquisa Introdução a informática Operações de E-Tec e cooperativas EAD
Plano de negócio
Para atender a falta de referências bibliográficas especializadas, em curso técnico em cooperativismo,
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nível médio, optamos por indicar diferentes fontes que posteriormente deverão ser condensadas pelo professor conteudista, em material mais acessível e mais indicado para se trabalhar na modalidade de ensino à distância. MATRIZ CURRICULAR - Módulo I: contempla as disciplinas Introdução ao cooperativismo e à pesquisa, português instrumental, legislação e tributação e economia regional, as quais oferecem uma fundamentação filosófica e legal para constituição de cooperativas, bem como, uma visão sobre o seu papel no contexto da economia nacional, regional e local. Além disto, introduz o discente no uso da plataforma do curso à distância.
- Módulo II: contempla as disciplinas que dão suporte técnico para a prática de uma gestão competente em suas diferentes dimensões (recurso financeiro/ contábil, recursos humanos, recursos materiais, comercialização etc.). Engloba a administração, finanças e as operações realizadas pelas cooperativas. Contempla ainda as disciplinas de planejamento e de controle do negócio cooperativo, adaptando ferramentas informacionais e software às necessidades e realidades das diferentes cooperativas. Além dos conteúdos de informática e planejamento do negócio, contará com a orientação do trabalho de conclusão de curso ou mesmo de estágio supervisionado. Quadro 2 – Matriz Curricular do Curso Técnico em Cooperativismo do CAVN | UFPB
I II MÓDULO
HORAS
1 Introdução ao cooperativismo
120
2 Educação à Distância e Rede E-TEC
60
3 Introdução à pesquisa
60
4 Legislação e tributação das cooperativas
70
5 Economia Regional
60
6 Português instrumental
60
7 Operações de cooperativas
70
TOTAL DO MÓDULO I
500
MÓDULO 8 Fundamentos da Administração
75
9 Fundamentos das finanças e contabilidade
75
10 Informática básica
75
11 Plano de Negócio
75
TOTAL DO MÓDULO II
300
TOTAL DO CURSO
800
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FLUXOGRAMA: Curso Técnico em Cooperativismo do CAVN | UFPB
1º SEMESTRE
2º SEMESTRE
Introdução ao Cooperativismo
Fundamentos da Administração
Educação à Distância e Rede E-TEC
Fundamentos das Finanças e Contabilidade
Introdução à Pesquisa
Informática Básica
Legislação e Tributação das Cooperativas
Plano de Negócio
Economia Regional
Estágio
Português Instrumental
Operação de Cooperativas
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4.2 DISCIPLINAS E EMENTAS Introdução ao Cooperativismo – 120 horas Ementa: Origens e evolução do pensamento cooperativista: dos precursores e dos pioneiros do cooperativismo como movimento. Democracia, participação e primazia do trabalho sobre o capital. A economia solidária. Conceito de cooperativa. Cooperativismo no contexto econômico e social brasileiro. Dilemas do cooperativismo na economia de mercado. Tendências do cooperativismo contemporâneo. Princípios e valores do cooperativismo. A dimensão econômica e social da empresa cooperativa. Diferenças entre associação, cooperativa e empresas convencionais. Tipos de cooperativas. As relações sociais nas organizações autogestionárias. Vantagens de uma cooperativa. Objetivo Geral: Discutir o cooperativismo como forma de organização social e econômica baseada em valores e princípios de equidade, democracia, participação, ética, justiça e cooperação, cujo maior valor é o trabalho humano e não o lucro. Bibliografia: FERREIRA, Nildete M.C. Cooperativismo sob a ótica da economia solidária e popular: algumas evidências no meio rural potiguar. Tese de doutorado PPGSC/UFRN. Natal, 2010. RIOS, G. Sá Leitão. O que é cooperativismo. São Paulo: Brasiliense, 2007. SINGER, Paul; SOUZA, André de Souza. (Org.). A economia solidária no Brasil: a autogestão como resposta ao desemprego. 2a Ed. São Paulo: Contexto, 2003. SORBILLE, Reynaldo N. A autogestão e o desafio da viabilidade econômica. In: PONTE JÚNIOR, Osmar de Sá. (Org.). Mudanças no mundo do trabalho: cooperativismo e autogestão. Fortaleza: Expressão, 2000.p 127-140. Economia Regional – 60 horas Ementa: Ciência econômica: conceito e objeto de estudo. Mudanças no mundo do trabalho. Processo de modernização da agricultura e seus reflexos no espaço rural nordestino. Setores e atividades econômicas em expansão no Nordeste e no RN (apicultura, cajucultura, piscicultura, produção orgânica etc.). O cooperativismo como instrumento de desenvolvimento econômico e social. Oportunidades para a criação de cooperativas urbanas e rurais. Políticas públicas de fomento ao associativismo/cooperativismo. Objetivo Geral: Discutir o quadro geral da economia regional e o cooperativismo nesse contexto, em especial, no meio rural potiguar, bem como o seu papel para acessar as políticas públicas. Bibliografia: ARAÚJO, Denilson da S. Dinâmica Econômica, Urbanização e Metropolização no Rio Grande do Norte (1940-2006). Campinas. Tese de doutorado do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas, 2009. DELGADO, N. G. Papel e lugar do rural no desenvolvimento nacional. Brasília: IICA/MDA, fev. de 2009. THEIS Ivo; MANSUR, CRISTIANE (Org.). Desenvolvimento Regional: abordagens contemporâneas. Blumenau: Edifurb, 2009. Introdução à pesquisa – 60 horas Ementa – O conhecimento científico. A pesquisa científica. Projeto de pesquisa. Elementos de um projeto de pesquisa. Metodologia do estudo. Plano orçamentário do projeto. Coleta de dados. Interpretação. Relatório de pesquisa. Objetivo Geral: Fornecer ao aluno noções básicas sobre o trabalho cientifico, possibilitar o conhecimento e compreensão dos conceitos e condições para realizar trabalhos de pesquisa acadêmica e apresentar resultados dentro das normas vigentes da ABNT. Bibliografia: BARROS, Aidil de Jesus P.B.; LEHFELD, Neide A. de S. Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis: Editora Vozes, 1988. Legislação e tributação das cooperativas – 70 horas Ementa - Estudo da legislação brasileira no campo das sociedades cooperativas (Lei 5.764/71). Regime tributário e trabalhista da sociedade cooperativa. Procedimentos de estruturação de uma cooperativa: estatuto (conteúdo básico) e registro. Ato cooperativo e não-cooperativo. Passos para constituição de cooperativas. Estatuto. Extinção, fusão e liquidação das cooperativas.
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Objetivo Geral: Adquirir conhecimentos específicos sobre os empreendimentos cooperativos no que diz respeito à sua constituição, tributação e legislação. Bibliografia: BULGARELLI, Waldírio. Regime Jurídico das Sociedades Cooperativas. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1965. YOUNG, Lúcia H.B. Sociedades cooperativas. Editora Juruá, 2006. 2- LEI 5.764, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1971 – Presidência da República/Casa Civil/Subchefia para Assuntos Jurídicos: Define a Define a Política Nacional de Cooperativismo, institui o regime jurídico das sociedades cooperativas, e dá outras providências. Português instrumental – 60 horas Ementa: Estudo, compreensão e produção de textual de documentos oficiais. Tipologias de textos oficiais. Normatização de textos técnicos (ofício, edital, ata, recibo, etc.). Objetivo geral: Ampliar a competência lingüística do discente, principalmente na modalidade escrita, para se expressar com eficácia na sua profissão. Bibliografia: FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação.São Paulo: ativa, 2000. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 438p. ISBN: 8522457618. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1995. 259p. ISBN: 8522410569.
Educação à Distância e Rede E-Tec - 60 horas Ementa: Informação sobre a plataforma do curso na modalidade EAD. Objetivo Geral: Introduzir o discente no uso da plataforma do curso a fim de otimizar todos os seus recursos no processo de ensinoaprendizagem. Bibliografia: BARROS, Simone; MARTINS, Angélica. Cibercampus: experiências em educação a distância. Recife: Editora Contraluz, 2003. 85 p. ISBN: 8590390519. DIAS, Maria Luiza Jaborandy Maia; DIAS, Guilherme Ataíde. Ambiente virtual de aprendizagem e usabilidade: uma experiência com educação a distância no SENAC-AL. João Pessoa: s.n, 2005. 117p. Dissertação (mestrado) - UFPB/CE-CEFET-AL. Fundamentos da administração – 70 horas Ementa: Conceitos fundamentais na Administração. Áreas da administração. Tipologias: Gestão privada e gestão social. Modelo de gestão das cooperativas: planejamento, organização, direção e avaliação. Análise dos fatores externos e internos de influência na atividade cooperativa. Principais problemas de gestão das cooperativas. O processo de planejamento: da produção de matéria-prima, transformação e comercialização. Estrutura organizacional e tipos de direção. Estruturação dos órgãos básicos de uma cooperativa. Processo de tomada de decisão e forma de participação dos cooperados e dos colaboradores contratados. Objetivo Geral: Possibilitar ao discente desenvolver a sua capacidade de atuação nos processos administrativos mais geral observando-se às particularidades dos empreendimentos cooperativos. Bibliografia: CRÚZIO, Helnon de O. Como organizar e administrar uma cooperativa.Rio de Janeiro: Editora FGV,2000. BATALHA, Mário O, (Coord.) Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001. OLIVEIRA, Djalma de Pinho R. de. Manual de Gestão das cooperativas: uma abordagem prática. São Paulo: Editora Atlas, 2011.
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SOUZA FILHO, Hildo Meirelles de: Gestão integrada da agricultura familiar. São Carlo: EdUFSC, 2009. Operações de cooperativas – 70 horas Ementa- Canais de comercialização: mercados varejistas, institucionais e alternativos. Área de comercialização e vendas: especialização e autogestão. Administração de marketing de cooperativas: planejamento, organização, direção e controle da área comercial. Instrumentos de marketing e atividade de comercialização: estratégias de desenvolvimento, divulgação e distribuição. Desenvolvimento de projetos de marcas e produtos. Conceitos básicos de qualidade de produtos e/ou serviços. Contratos. Fornecedores e clientes. Objetivo geral: Desenvolver operações que possibilitem abrir canais de comercialização e alavancar o negócio cooperativo com foco na qualidade do produto/serviço, na satisfação dos clientes e nas necessidades dos cooperados. Bibliografia: CRÚZIO, Helnon de O. Como organizar e administrar uma cooperativa.Rio de Janeiro: Editora FGV, 2000. BATALHA, Mário O. (Coord.) Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001. FRARE, Ana Paula et al. Princípios básicos para a comercialização de produto e serviços de cooperativas e associações. Rio de Janeiro: DP &A/Fase, 2001. Fundamentos de finanças e contabilidade - 75 horas Ementa: Objetivos e funções da gestão financeira. Contabilidade gerencial tradicional versus gestão estratégica de custos. Princípios fundamentais de contabilidade (noções). Demonstrativos contábeis. Estrutura e conteúdo das demonstrações contábeis. O sistema de Custeio Baseado em Atividades - custeio ABC. Bases de competitividade – Classificação e Análise de custos, economia da integração, fixação de preços e distribuição das sobras. Políticas de crédito e cobrança. Avaliação da necessidade de capital de giro. Fluxo de caixa. Fontes de financiamentos. Investimento de capital. Estrutura de capital. Custo de capital. Auditoria. Objetivo Geral: Desenvolver habilidades para registrar operações rotineiras e para analisar os custos operacionais a fim de contribuir para o processo de tomada de decisão da empresa cooperativa. Bibliografia FERRONATO, Airto João. Gestão Contábil-Financeira de micro e pequenas empresas: sobrevivência e sustentabilidade. São Paulo: Editora Atlas, 2011. LEONE, George S.G. Custos: planejamento, implantação e controle. São Paulo: Atlas, 1996. QUEIROZ, Timóteo R.; BATALHA, Mário O. Gestão de custos na agricultura familiar. In: Gestão Integrada da agricultura familiar. São Carlos: EdUFSC, 2009. Plano de negócio – 75 horas Ementa - Caracterização da empresa. Conceitos iniciais. Estrutura e etapas do projeto. Localização. Escala de produção. Viabilidades do projeto. Informações sobre o mercado. Estratégias e metas. Determinação e cálculo de custos e receitas. Fontes e usos dos recursos. Acompanhamento e controle. Objetivo Geral: Conhecer as etapas e processos para elaboração de projetos de constituição de cooperativas com base na viabilidade técnica, social e econômica. Bibliografia: SALLES, Ricardo Henrique. Plano de negócios para cooperativas e associações. Rio de Janeiro; DP&A/Fase, 2001. FRARE, Ana Paula et al. Princípios básicos para a comercialização de produto e serviços de cooperativas e associações. Rio de Janeiro: DP &A/Fase, 2001. TENÓRIO, Guilherme ET AL. Elaboração de projetos comunitários: abordagem prática. São Paulo: edições Loyola, 1995. Informática básica – 75 horas Ementa – Conceito de Hardware e Softwares. Utilização da informática básica nos empreendimentos cooperativos (editor de texto, planilhas, etc.). Conceitos básicos de informática, serviços e funções de sistemas operacionais. Serviços e funções do sistema aplicativo Microsoft Excel e do Microsoft Word,
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utilizando suas ferramentas e recursos em atividades de configuração, manipulação e outras. A internet. Construção de blogs para divulgação da cooperativa. Objetivo Geral: Conhecer os conceitos básicos da área de informática, serviços e funções de aplicabilidade, possibilitando o discente o uso do computador e da informática como ferramentas para auxiliar a sua atividade profissional, como técnico em Cooperativismo. Bibliografia: COX. Joyce, PREPPERNAU, Joan. Microsoft Office 2007. Passo a passo. 2007, Bookman. FRYE, Curtis. Microsoft Office Excel 2007. Passo a passo. @007. Bookman. Estágio – 150 horas – Nessa etapa final do curso o discente terá a oportunidade de elaborar o Relatório de Conclusão de Curso-RCC orientado pelo Tutor. O RCC é mais um componente curricular obrigatório do Curso e, igualmente, imprescindível na articulação entre teoria e prática. Consistirá de uma proposta de constituição de uma cooperativa, no qual o (a) autor(a) enfocará uma abordagem histórica e reflexiva do cooperativismo e os processos de elaboração do negócio cooperativo. O texto será orientado por um tutor do Curso e obedecerá, quanto à sua elaboração, às normas da ABNT para estes fins. Objetivo Geral: Aplicar e articular os conhecimentos teóricos adquiridos nas diferentes disciplinas do curso técnico em Cooperativismo, na elaboração de um projeto de constituição de cooperativa.
5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES A LDB em seu artigo 41 diz: “O conhecimento adquirido na educação profissional e tecnológica, inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos.” Em vista disto este projeto prevê tanto o aproveitamento de estudos quanto a certificação de conhecimentos e experiências anteriores. Sendo o aproveitamento de estudos a possibilidade de aproveitamento de disciplinas cursadas em outro curso, desde que ambas tenham uma relação direta de equivalência de conteúdos de no mínimo 75%. Para tanto o discente deve requerer o aproveitamento anexando comprovação oficial de já ter cursado os conteúdos equivalentes. Já a certificação de conhecimentos e experiências já vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar, poderá ser requerida pelo discente que será submetido a processo de avaliação compatível com a disciplina que está sendo pedida a dispensa. Ou seja, se comprovar que atua ou trabalha diretamente em uma cooperativa, a sua experiência deverá ser contabilizada na metade do tempo de Estágio Supervisionado, ou seja, 80 horas. 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM Neste projeto assumimos que a avaliação é um processo contínuo e cumulativo. Nela são contempladas as funções diagnóstica, formativa e somativa do processo ensino-aprendizagem, as quais devem ser utilizadas como princípios orientadores para auxiliar o discente a compreender o seu grau de amadurecimento em seu processo de formação, as suas dificuldades, conquistas e possibilidades. Ou seja, proporcionar aos alunos a possibilidade de manifestação dos conhecimentos produzidos, das condutas, competências e habilidades desenvolvidas, para atingir os objetivos do Curso. Igualmente, deve funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem, levando em consideração o predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
A proposta pedagógica do curso prevê atividades avaliativas que funcionem como instrumentos colaboradores na verificação da aprendizagem, contemplando os seguintes aspectos: Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa; Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos; Inclusão de atividades contextualizadas; Manutenção de diálogo permanente com o aluno; Consenso entre estudantes e professores dos critérios de avaliação a serem adotados e cumprimento do estabelecido; Adoção de procedimentos didático-pedagógicos visando à melhoria contínua da aprendizagem; Discussão dos resultados obtidos pelos discentes nas atividades desenvolvidas; e
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Observação das características dos discentes, seus conhecimentos prévios integrando-os aos saberes sistematizados do curso, consolidando o perfil do trabalhador-cidadão, com vistas à construção do saber escolar.
A avaliação do desempenho é feita por disciplinas, considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento, conforme as diretrizes da LDB Lei nº 9.394/96. A assiduidade diz respeito à freqüência aos encontros presenciais e a participação nas atividades à distância propostas pelos tutores/professores. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo dos discentes e dos resultados por eles obtidos nas atividades avaliativas. Os valores de assiduidade mínima e de aproveitamento mínimos necessários à aprovação serão definidos pelos regulamentos internos do CAVN. 7 RECURSOS HUMANOS O corpo docente do curso será formado por professores do CAVN/CCHSA/UFPB e de outras instituições de ensino técnico, devidamente capacitados para atuar na modalidade EAD. 1.1. Pessoal de Gestão Acadêmica e Administrativa Um Coordenador do curso técnico em Cooperativismo da E-tec. Responsável por acompanhar e avaliar todo o processo de execução do curso; Um Coordenador- adjunto que auxiliará o coordenador e o substituirá em seu impedimento. 1.2. Tutoria
Um coordenador geral de Tutoria à distância Acompanha e orienta o trabalho da tutoria à distância; Um Coordenador de Tutoria à distância para cada Polo presencial Prepara, orienta e acompanha a execução de atividades na plataforma de execução do curso; Prepara e corrige as atividades de avaliação das disciplinas.
Um Tutor presencial por Polo para cada grupo de 25 discentes, no total de dez tutores presenciais.
Para acompanhar o aluno nas atividades da plataforma e nos momentos presenciais em suas atividades de ensino, motivando-o e facilitando o processo de aprendizagem. sete professores conteudistas, para organizar os conteúdos de diferentes disciplinas. Pessoal Docente Área de Produção Agroalimentar SERVIDOR Ademir Guilherme de Oliveira Albério Lopes Rodrigues Alda Lúcia de Lima Amâncio Alex da Silva Barbosa Alexandre Eduardo de Araújo Ana Patrícia Almeida Bezerra Belísia Lúcia Moreira Toscano Diniz George Rodrigo Beltrão da Cruz Gerson Alves de Azeredo Hemmannuella Costa Santos Ítalo de Souza Aquino José Eduardo Ferreira Espínola José Humberto Vilar da Silva José Jordão Filho Jussara Ellen Morais Frazão
TITULAÇÃO Mestre Doutor Doutor Mestre Doutor Doutora Doutora Doutor Doutor Doutora Doutor Mestre Doutor Doutor Doutora
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Leonardo Augusto Fonseca Pascoal Leonardo Dantas da Silva Marcelo Luís Gomes Ribeiro Marcos Barros de Medeiros Marcos Paulo Carrera Menezes Maria José Araújo Wanderley Marino Eugênio de Almeida Neto Nivânia Pereira da Costa Otávio do Carmo de Oliveira Neto Raunira da Costa Araújo Roberto Germano da Costa Terezinha Domiciano Dantas Martins Tiago Jardelino Dias Silvânia Maria de Sousa Gomes Nascimento
Doutor Doutor Doutor Doutor Doutor Doutora Doutor Doutora Doutor Doutora Doutor Doutora Doutor Doutora
Área de Tecnologia Agroalimentar SERVIDOR
TITULAÇÃO
Alex Poeta Casali Alexandre José Soares Miná Anderson Ferreira Vilela Carlos Roberto Marinho da Silva Filho Celene dos Santos Ataide Cleber Brito de Souza
Doutorando Doutor Mestre Doutorando Mestre Doutor
Davi Stefani Sousa Edvaldo Mesquita Beltrão Filho Elisandra Costa Almeida Erivaldo Neves Silva
Mestre Doutor Doutoranda Especialista
Fabiana Augusta Santiago Beltrão
Mestre
Genyson Marques Evangelista Gisely Maria Freire Abílio Gilsandro Alves da Costa
Doutorando Mestre Mestre
Jarbas Sobreira Moreira João Maria Pereira do Nascimento
Mestre Mestre
Kadidja Ferreira Santos
Doutoranda
Laesio Pereira Martins Maria José de Figueiredo Neiva Maria de Almeida
Doutor Mestre Doutora
Onofre Maurício de Moura
Doutor
Pedro Germano Antonino Nunes Solange de Sousa
Doutor Doutoranda
Área de Ciência Básica e Tecnologia SERVIDOR
TITULAÇÃO
Ada Neuza de Oliveira Catarina de Medeiros Bandeira Esmeraldo Fernando Castro da Cunha Fábio de Sousa Dantas
Especialista Mestre Mestre Mestre
Inaldo Soares dos Anjos Isabelle da Costa Wanderley Maria Bezerra França
Especialista Mestre Graduação
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José Francisco Correia dos Santos
Mestre
José Pessoa Cruz Josineide da Silva Bezerra Manoel Luis Melo Maria do Socorro Lopes Cavalcanti Max Rocha Quirino
Especialista Mestre Mestre Doutora Doutor
Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade Rogério Alves de Paiva Vênia Camelo de Souza Zenóbio Imperiano da Silva
Doutor Mestre Doutora Mestre
Área de Gestão da Produção Agroalimentar SERVIDOR Antônia do Desterro Gomes Chateaubriand Pinto Bandeira Júnior Cláudio Germano dos Santos Oliveira Emiliano Rostand de Morais Célio Hélio Luiz Beretta Dal Monte - Doutor Jairo de Pontes Gomes José Mancinelli Ledo do Nascimento Josemar Jeremias Bandeira de Souza Kilder Barbosa da Silva Luciene Laranjeira Diniz Lucinaldo dos Santos Rodrigues Milene Félix de Almeida Raissa Dália Paulino
TITULAÇÃO Mestre Mestre Mestre Mestre Doutor Mestre Doutor Mestre Doutor Mestre Doutor Mestre Mestre
Área de Educação SERVIDOR
TITULAÇÃO
Aiene Fernandes Rebouças Albertina Maria Ribeiro Brito de Araújo Ana Cláudia da Silva Rodrigues Breno Henrique de Sousa Diogo Fernandes da Silva Edson Brito Guedes Efigênia Maria Dias Costa Fabrícia Sousa Montenegro
Mestre Doutoranda Doutoranda Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre
Francisca Alexandre de Lima Gabriel de Medeiros Lima Geralda Macedo Jalmira Linhares Damasceno Ferreira John Alex Xavier de Souza Lucicléa Teixeira Lins Luciene Chaves Aquino
Mestre Mestre Doutora Mestre Doutorando Mestre Doutora
Luis Felipe de Araújo Maria Aparecida Valentim Afonso Nilvânia dos Santos Silva Rita Cristiana Barbosa Saimonton Tinoco da Silva Vivian Galdino de Andrade
Mestre Mestre Doutora Doutoranda Mestre Mestre
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Pessoal Técnico Administrativo SERVIDOR Almany Rodrigues Negromonte Edjane Maria Girão de Brito Elza Santos Guimarães Ivan Teixeira Maia José Pires Ribeiro Nóbrega Maria Lúcia Medeiros Arlindo Maria José Nunes Cirne Maurílio Fidélis da Silva Ronaldo Pereira Gomes
FUNÇÃO Técnico Laboratório Telefonista Técnico Assuntos Educacional Técnico Agropecuária Agrônomo Auxiliar de Secretária Telefonista Assistente Administração Operador Caldeira
8 RECURSOS MATERIAIS Denominação Notebooks para o coordenador de cada Polo Impressora para cada Polo Câmara fotográfica* Filmadora* Pastas plásticas Pen drive para todos os tutores e coordenação Livros * Itens destinados à coordenação geral do e-Tec 9 POLOS DE APOIO PRESENCIAL O edital da e-Tec-Brasil definiu o Polo de apoio presencial como sendo “estrutura para a execução descentralizada de algumas das funções didático-administrativas do curso, consórcio, rede ou sistema de educação à distância, geralmente organizada com o concurso de diversas instituições, bem como com o apoio dos governos municipais e estaduais”. Isso corresponde, fundamentalmente, a um local estruturado, de modo a atender adequadamente os estudantes de cursos à distância. A partir da articulação com o governo estadual, municipal e com as organizações não governamentais (cooperativas, conselhos, associações), que disponham de estações digitais adequadas, será disponibilizado aos alunos do curso de Técnico em Cooperativismo, na modalidade à distância, o Polo de Apoio Presencial - local onde acontecerão algumas atividades técnicas pedagógicas do curso e de apoio ao discente. O Pólo contará com laboratório de informática com quantidade de computadores suficiente para os discentes acessarem a plataforma na Internet de execução e acompanhamento do curso. Além dos computadores o laboratório deverá possuir equipamento projetor multimídia para auxiliar os tutores nos momentos presenciais. Polo de Alagoa Grande - Paraíba Dados Gerais O Polo de Municipal de Apoio Presencial Manuel Rodrigues da Silva, com sede no município de Alagoa Grande, Estado da Paraíba, foi criado pelo edital de seleção nº 1/2006-SEED/MEC/2006/2007 e está localizado à Rua Francisco Carlos da Silva s/n, prédio do CAIC, Conjunto CEHAP I, CEP 58.388000, Alagoa Grande PB, subordinado à Universidade Aberta do Brasil – UAB, tendo como mantenedora a Secretaria de Educação e abrange uma área privilegiada apresentando ótimas condições para se desenvolver um bom trabalho pedagógico, por dispor de uma infraestrutura favorável. O Polo firmou parceria no ano 2010 com a UFPB VIRTUAL abrindo edital de vestibular para os cursos de Licenciatura em Pedagogia, Ciências Biológicas e Ciências Naturais com entrada para o semestre 2010.2 e Ciências Agrárias e Matemática com entrada para o semestre 2011.1. No segundo semestre de 2011 foi aberto edital para os cursos de Letras (Português) e Letras Libras para entrada em 2012.1. Em maio de 2012, firmou parceria com o IFPB para ofertar o curso de Bacharelado em Administração Pública com entrada
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em 2013.1. Atualmente, o Polo de Alagoa Grande atende 341 alunos de graduação com previsão para atender mais 50 alunos de pós-graduação, totalizando, assim, 391 alunos. Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade de Brasília – UnB e Universidade Federal da Paraíba – UFPB Virtual desde agosto de 2007. Inicialmente, o Polo teve como sede a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Maria Dutra que foi adaptada para o atendimento dos alunos dos cursos ofertados a priori (Pedagogia, Matemática e Educação Física). Com as novas ofertas de cursos e abertura de novas vagas para os cursos já existentes, a estrutura da escola já não atendia os requisitos necessários para o atendimento das necessidades dos cursistas. No início de 2012, a Prefeitura Municipal de Duas Estradas iniciou a reforma de uma escola, adequando os espaços para a instalação da nova sede do Polo. Neste ano letivo de 2013, o Polo iniciou suas atividades na nova sede situada à Rua Presidente Médici, 154 Centro de Duas Estradas – PB. Atualmente, o Polo através das IES parceiras tem obtido resultados positivos nas avaliações do MEC/CAPES e esse resultado vem sendo demonstrado através do crescimento na oferta de cursos e na credibilidade que o mesmo vem conquistando ao longo desses anos. Atualmente, o Polo está na 3ª oferta do Curso de Licenciatura em Educação Física e se mantendo na oferta dos cursos de Pedagogia, Letras, Matemática, Ciências Biológicas e Letras/Libras. Pela responsabilidade com a qual o Polo desempenha as atividades, foi ofertado para o próximo semestre o Curso de Especialização em Gestão Pública. O objetivo principal do Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas é elevar a Universidade Aberta do Brasil mostrando a qualidade do ensino superior das IES parceiras, promover o conhecimento e lutar por uma educação de qualidade e para todos.
Polo de Mari - Paraíba Dados Gerais O Polo Mari, foi inaugurado no dia 10 de Abril de 2008, em sede própria, localizado à Rua Tereza Sales de Pontes S/N, no Bairro José Américo, CEP: 58345 -000, oferecendo os seguintes cursos de Licenciatura: Letras (habilitação em língua portuguesa), Pedagogia, Ciências Naturais, Matemática e Ciências Agrárias, e Pós Graduação em Gestão Pública Municipal oferecidos pela UFPB VIRTUAL. A partir de Janeiro de 2013, através de convênio realizado com o IFPB, o Polo Mari, passou a oferecer o Curso de Bacharelado em Administração e Pós Graduação em Gestão Pública. 10 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES O Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” poderá aproveitar estudos e experiências, inclusive de trabalho, independente de escolarização anterior, para complementação e/ou continuidade de estudos, mediante avaliação que busque definir o grau de desenvolvimento e experiência do candidato, sendo constituído de:
I. requerimento do interessado acompanhado da devida comprovação legal;
II. parecer do Conselho Pedagógico em consonância com as normas estabelecidas;
III. homologação da direção-geral.
11 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO O Sistema de Avaliação tem por objetivo acompanhar o processo de ensino-aprendizagem, visando ao desenvolvimento do aluno e ao aprimoramento dos métodos e instrumentos de ensino, além de criar condições para a superação de problemas identificados pela avaliação. Algumas questões deve m ser consideradas no processo de avaliação da aprendizagem:
I – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem é contínua e cumulativa e tem por fundamento uma
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visão crítica sobre o ser humano , a sociedade, a natureza, a educação, a ciência, a cultura, a tecnologia e a arte.
II – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve criar condições para a participação e desenvolvimento dos alunos, considerando-os como sujeitos da ação educativa.
III – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve contemplar os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo da aprendizagem, considerando seus aspectos qualitativos e quantitativos. Além disso, o processo avaliativo deve considerar, ainda, as competências constantes no perfil profissional de conclusão previsto no projeto de cada curso, bem como os aspectos a seguir:
I . compreensão e aplicação dos conhecimentos;
II . análise, síntese e avaliação ou julgamento de valores;
III . capacidade de trabalho em equipe e socialização;
IV . criatividade;
V . raciocínio lógico e capacidade de interpretação;
VI . criticidade. A avaliação da aprendizagem poderá ser realizada através dos diversos instrumentos (avaliação e atividades), sendo definidos pelo professor, de acordo com a necessidade de cada disciplina, com base no projeto vigente de cada curso. A quantidade de avaliações também será definida pelo professor da disciplina, considerando-se os aspectos apresentados neste capítulo. O sistema de avaliação para todas as disciplinas dar-se-á por pontos cumulativos, totalizando 100 (cem) pontos em avaliações periódicas, distribuídos ao longo do semestre letivo de acordo com o plano de ensino, a especificidade, a disciplina e o projeto vigente de cada curso. DA RECUPERAÇÃO O processo de avaliação de ensino-aprendizagem demanda que o professor acompanhe o desenvolvimento dos alunos no decorrer de todo o ano, buscando sanar, corrigir, melhorar as dificuldades verificadas no aproveitamento dos conteúdos através de uma recuperação continuada. Os estudos de Recuperação Continuada consistem em um conjunto de atividades que devem ser realizadas pelo aluno, acompanhado pelo professor da disciplina ao longo de todo ano letivo. Cabe a cada professor definir os métodos e instrumentos de recuperação continuada, tendo sempre em vista que o maior objetivo do processo de ensino-aprendizagem não é o lançamento de notas, mas a aprendizagem dos alunos, sendo o primeiro consequência desse último. A recuperação continuada se configura, portanto, na recuperação da aprendizagem do aluno. Para a recuperação de rendimento escolar das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos é oferecida ao aluno a Recuperação Final do Rendimento. Terá direito à Recuperação Final do Rendimento das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos subseqüentes e/ou concomitantes, o aluno que obtiver aproveitamento igual ou superior a 40% (quarenta por cento) e inferior a 60% (sessenta por cento) dos pontos distribuídos no semestre letivo e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas.
I – Na avaliação de Recuperação Final do Rendimento serão distribuídos 100 (cem) pontos.
II – Os instrumentos e atividades utilizados nas avaliações da Recuperação Final do Rendimento serão definidos pelo professor da discip lina.
III- A Nota Final (NF) do aluno corresponderá à méd ia aritmética da nota obtida durante o semestre letivo (NS) e da nota obtida na Recuperação Final do Rendimento (NR), conforme:
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NF= (NS+ NR) / 2
Ao término da Recuperação Final do Rendimento, será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver Nota Final (NF) igual ou superior a 60 (sessenta) pontos. O aluno terá direito à avaliação de Recuperação Fin al do Rendimento em, no máximo, 3 (três) disciplinas. Ao ser reprovado em t rês ou mais disciplinas, o aluno deverá cursar todo o módulo novamente. Ao ser reprovado em até duas disciplinas, o aluno deverá cursar novamente apenas as disciplinas em que foi reprovado. 12 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” O CAVN possui 35.455,57 m² de área coberta distribuídos em estruturas como: Diretoria do CCHSA e do CAVN, coordenações de cursos, salas de aula, departamentos, entre outros. Abaixo encontram-se relacionados dados quantitativos específicos sobre as áreas ocupadas e construídas no CCHSA - CAVN. Setor de Agricultura - Produção Vegetal Ambiente da coordenação e sala de aula Laboratório de Entomologia Laboratório de Frutas Laboratório de Sementes Laboratório de Mecanização Sala de equipamentos e fertilizantes Estufa 01 Estufa 02 Galpão do Viveiro Reservatório Caixa d'água Cozinha Setor de Zootecnia - Produção Animal Laboratório de Suinocultura Laboratório de Cunicultura Laboratório de Apicultura Laboratório de Bovinocultura Laboratório de Ranicultura Laboratório de Caprinocultura Laboratório de Avicultura de corte Laboratório de Avicultura de postura Laboratório de Piscicultura Setor de Agroindústria - Beneficiamento e Processamento de Alimentos Laboratório de Controle de Qualidade Coluna de Refrigeração para gás UPEDA e SINTESPB Abatedouro Fornalha Residências Residência Cursos técnicos Residência Funcionários Residência Professores Residência Diretor do CAVN Pavilhões Salas de aula do Superior, Restaurante e coordenações Pavilhão de aula dos Cursos Técnico Auditório CAVN, Direção do CAVN e Salas de Professores
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Direção do CCHSA/UFPB Departamentos e LABINF Grêmio Livre e Laboratório de Análises Consultório médico, Salas de aula e dispensa Prédio da Pós-Graduação, Laboratório de Química e Biologia Padaria e Lanchonete Alojamento, Lavanderia e PROLICEN Outras Estruturas Caixa d'agua 01 Caixa d'água 02 Banheiro Sala dos professores Guarita 01 Guarita 02 Guarita 03 Guarita 04 Capela Grãozinho Estação de Tratamento da água Biblioteca ADUF Quadra de esporte Ginásio de esporte Garagem Vestuário do Campo de Futebol Casa de festa (ASCAMB) Restaurante Novo Setor de Eletricidade Sala de Pedagogia Casa de Máquinas Laboratórios - O CAVN dispõe de 35 laboratórios didáticos distribuídos nos quatros departamentos de acordo com a área de atuação (Tabela 07), que tem como finalidade o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão. Departamento de Agropecuária Laboratório de Agricultura Laboratório Apícola Laboratório de Aquicultura Laboratório de Avicultura Laboratório de Bovinocultura Laboratório de Caprinocultura Clínica Fitossanitária Laboratório de Cunicultura Laboratório de Entomologia Laboratório de Fruticultura Laboratório de Nutrição Animal e Análise Avançada de Alimentos Laboratório de Olericultura Laboratório de Produção de Mudas Laboratório de Reprodução Animal Laboratório de Solos Laboratório de Suinocultura Laboratório de Tecnologias Agroecológicas e Desenvolvimento Sócio-Ambiental Laboratório de Sementes Departamento de Ciências Básicas e Sociais Laboratório de Biologia Laboratório de Química Laboratório de Prolicen
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Departamento de Ciências Sociais Aplicadas Laboratório do Grãozinho (SR) Laboratório de informática (SR) Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial – DPAS Laboratório de Análise Físico-química dos Alimentos – LFQA Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Bebidas Fermento-Destiladas – PDB Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos Cárneos – PDPC Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Frutohortícolas – PDFRUTHO Laboratório de Tecnologia da Panificação – LTP Laboratório de pesquisa e desenvolvimento de laticínios – PDLAT Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aquicultura – PRPA Laboratório Pós Colheita Laboratório de Microbiologia dos Alimentos – LMA Laboratório de Topografia Agrícola (SR) Laboratório de Irrigação e Drenagem (SR) Transportes – O CAVN dispõe de veículos de pequeno e grande porte que servem para transportar professores, alunos e funcionários para o atendimento de atividades acadêmicas e administrativas. As máquinas agrícolas e as motos servem aos laboratórios didáticos para aperfeiçoar o atendimento das necessidades mais emergentes. 13 DIPLOMA Ao aluno que concluir todos os módulos do curso, realizar no mínimo 150 horas de estágio supervisionado e ter concluído o Ensino Médio, será conferido o Diploma de Técnico em Cooperativismo, devidamente registrado no Setor de Registro Escolar do CAVN | UFPB com validade em todo território nacional. Será oferecida ao discente a oportunidade de requerer o aproveitamento dos conhecimentos e experiências anteriores, sendo que o estudante deverá solicitar reconhecimento da(s) competência(s) em questão. 14 REFERÊNCIAS FERREIRA, Nildete M.C. Cooperativismo sob a ótica da economia solidária e popular: algumas evidências no meio rural potiguar. Tese de doutorado PPGSC/UFRN. Natal, 2010. SABOURIN, Eric. Práticas sociais, políticas públicas e valores humanos. In: A diversidade da agricultura familiar. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006. pp 215-239. SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA. Atlas da Economia Solidária no Brasil. MTE/SENAES: Brasília, 2006. ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ. Projeto Político Pedagógico do curso Técnico em Informática, na modalidade subsequente à distância, Mimeo, Macaíba, 2011. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO DO RIO GRANDE DO NORTE. Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Cooperativismo, modalidade subsequente. João Câmara. IFRN, 2009. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE- UFRN. Plano Geral de Ação. Natal: 2007/2011.
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