UFPB — Universidade Federal da Paraíba Farol Normativoatualizado em 02/11/2026

N7 · Conselhos superiores · CONSUNI

Res. CONSUNI 30/2018

UFPB-CONSUNI-RES-30-2018
vigente Ver na Teia Ir ao texto integral

Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso técnico de nível médio em meio ambiente modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN).

Quem a altera, revoga, supera ou cita (0)

nenhuma registrada no acervo

Em que ela se funda, o que regulamenta, altera, revoga ou cita (8)

  • FUNDAMENTA-SE EM
    Decreto 5.154/2004 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
  • FUNDAMENTA-SE EM
    Lei 9.394/1996 nesta norma: preâmbulo → na outra: norma inteira“CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação...” fonte: texto · confiança alta
6 citação(ões) simples (REMETE A)
  • cita
    Res. CNE/CEB 1/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
  • cita
    Res. CNE/CEB 4/1999 em: Anexo I“o médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e...”
  • cita
    Decreto 5.154/2004 em: Anexo I“Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema...”
  • cita
    Lei 12.603/2012 em: Anexo I“No que diz respeito à Educação a Distância pela Lei nº 12.603/2012.”
  • cita
    Lei 170/2012 em: Anexo I“Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade...”
  • cita
    Lei 9.394/1996 em: Anexo I“Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...”

Por dispositivo desta norma

Normas irmãs e paralelas · sugestão

Irmãs são citadas pelas mesmas normas que citam esta; paralelas citam as mesmas bases que esta sem se citarem. Não é relação normativa.

Texto integral

camada de texto do PDF oficial (pdftotext) · original (texto publicado no SIGRH; alterações posteriores não incorporadas)

Transcrição para consulta; não substitui a publicação oficial. 9 citação(ões) ligada(s) à norma citada; 2 artigo(s) com âncora.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

RESOLUÇÃO N° 30/2018 Aprova o Projeto Pedagógico Curricular (PPC) do curso

técnico de nível médio em meio ambiente modalidade concomitante à distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN). O Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba, no uso das suas atribuições e tendo em vista o que deliberou em reunião realizada em 28 de agosto de 2018 (Processo nº 23074.014730/201867), CONSIDERANDO que o PPC ao se constituir democrático está centrado tanto na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão; CONSIDERANDO os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; CONSIDERANDO a importância de um Projeto Pedagógico de Curso dinâmico e atualizado que estará em constante processo de avaliação; CONSIDERANDO as diretrizes fixadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394 de 20 de novembro de 1996 e o Decreto 5.154, de 23 de julho de 2004, que dispõe sobre o exercício das funções de Regulação e Organização da Educação Profissional Técnica de Nível Médio; RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Projeto Curricular do Curso Técnico em meio ambiente modalidade concomitante à Distância do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, o qual segue em anexo à esta Resolução.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba, 03 de dezembro de 2018

Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente

ANEXO I À RESOLUÇÃO Nº 30/2018 PROJETO CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE

SERVIÇO PÚBLICO FERDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS

PROJETO CURRICULAR DE CURSO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM MEIO AMBIENTE

MODALIDADE: CONCOMITANTE À DISTÂNCIA - MEDIOTEC HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE E SAÚDE

BANANEIRAS, PB JUNHO DE 2017

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MINISTRO DA EDUCAÇÃO | MEC Mendonça Filho SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA | SETEC Eline Neves Braga Nascimento REITORA | UFPB Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz VICE-REITORA | UFPB Bernardina Maria Juvenal Freire De Oliveira DIRETORA DO CCHSA | UFPB Terezinha Domiciano Dantas Martins VICE-DIRETOR DO CCHSA | UFPB Pedro Germano Antonino Nunes DIRETOR DO CAVN | UFPB Edvaldo Mesquita Beltrão Filho VICE-DIRETOR DO CAVN | UFPB Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade

COORDENADOR GERAL DE ENSINO | CGE Alex da Silva Barbosa COORDENAÇÃO PEGAGÓGICA | CPG Alice d'Albuquerque Torreão Janaina Lima Luna Rodrigues Maria Nair Solano Macedo de Lima

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SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO.. ................................................................... .............5 1.1 APRESENTAÇÃO...............................................................................................................................................................5 1.2 JUSTIFICATIVA................. .................................................................................................................................. .............5 1.3 OBJETIVOS DO CURSO...................................................................................................................................................6

2. REQUISITOS DE ACESSO.................................................................................................................................................6

3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO...................................................................................................................6 3.1 PERFIL PROFISSIONAL DAS QUALIFICAÇÕES.......................................................................................................7

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ........................................................................................................................ ...............8 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE................................................................. 8 4.2 PERFIL TÉCNICO PROFISSIONAL……………………….........………....................................................…….……..10 4.3 COMPETÊNCIA COMPORTAMENTAL-ATITUDINAL…….………........……........................................…….…….10 4.4 COMPETÊNCIA TÉCNICA-COGNITIVA…………………………..…......……...…................................…….......….10 4.5 HABILIDADES…………………………………………………..................................................................…………… 11 4.6 BASES TECNOLÓGICAS…………………………..……………….......…....…................................………………….11 4.7 EMENTA….………………………………………………........................................................................................….....12

5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES……...............15

6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇAO….....................................15

7. RECURSOS HUMANOS………………..………………………………………….….....................................................17

8 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA………………………………….........………....................................19

9. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E DIPLOMA..........................22

10. BIBLIOFRAFIA………………………………………….……………………………………………………………...23

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1.

APRESENTAÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO

1.1 APRESENTAÇÃO O presente manuscrito constitui-se da proposta pedagógica curricular para implementação e desenvolvimento para os Cursos Técnicos de Nível Médio do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros em Meio Ambiente, na forma Concomitante, na modalidade de Educação a Distância (EAD) do programa Mediotec e referente ao eixo ambiente, saúde e segurança do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Ele está fundamentado nas bases legais, nos princípios norteadores e níveis de ensino explicitados pelas leis LDBEN nº 9394/96, nº 11.741/2008 e de nº 13.415/2017, no tocante à Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), com foco na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e, Formação Técnica e Profissional. No que diz respeito à Educação a Distância pela Lei nº 12.603/2012. Ainda no Decreto 5.154/2004, Resolução CNE/CEB nº 1/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema educacional brasileiro. A Escola Técnica Aberta do Brasil – E-Tec - Brasil – foi um programa criado no âmbito da política de expansão da educação profissional, do Ministério da Educação, por meio da articulação da Secretaria de Educação a Distância e Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Essa ação constitui-se uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). A política traduz-se numa etapa primordial para a democratização do acesso ao ensino técnico público de qualidade, através da modalidade à distância, visando levar cursos técnicos a regiões distantes das instituições de ensino técnico e para a periferia das grandes cidades brasileiras, incentivando os jovens e concluírem uma formação profissional. Este documento toma como base as legislações vigentes para as instituições educacionais e sistemas de ensino, à luz das alterações introduzidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/1996) Este Projeto Político-Pedagógico ao se constituir democrático está centrado não só na preparação de profissionais para o mercado de trabalho, como também, na formação crítica, moral e ética para o exercício da cidadania. Cidadãos conscientes com o seu papel na sociedade, capazes de tomar decisões dentro da organização do trabalho pedagógico e que superem conflitos, evitando desenvolver relações competitivas, corporativas e autoritárias, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão. 1.2 JUSTIFICATIVA O Colégio Agrícola Vidal de Negreiros é uma instituição de ensino público mantida pela Universidade Federal da Paraíba através do decreto n°. 62.173 de 25/01/1968, com sede e foro na cidade de Bananeiras, no Brejo Paraibano, a 141 km de João Pessoa, localizado no Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias, Campus III UFPB. Aos seus 93 anos, pode ser considerado um dos mais tradicionais Colégios de Ensino Técnico Agrícola do Estado da Paraíba e o pioneiro do Ensino Técnico em Agroindústria no Brasil. Por ser vinculado à Universidade Federal da Paraíba, conta com 95% de seus professores qualificados como especialistas, mestres e doutores, com títulos obtidos em Universidades Nacionais e Estrangeiras devidamente reconhecidas pelo MEC, tendo como consequência direta, o envolvimento dos alunos em trabalhos de ensino, pesquisa e extensão. Seu início data de 7 de setembro de 1924, sob a responsabilidade de Dulphe Pinheiro Machado, e dos auspícios do então Presidente Epitácio Pessoa. Em 1918, já haviam sido feitos os primeiros estudos para a instalação de instituições patronais em todo o Brasil, por autorização do Presidente Wenceslau Braz, a começar pelo Rio de Janeiro e São Paulo, objetivando assim, livrar da marginalidade os menores, que viviam na promiscuidade, os filhos órfãos e os desamparados. Não fosse a sensibilidade de homens tão devotados à causa social, contando com apoios de entidades federais e de instituições públicas, o projeto não teria sido concretizado. Quando, em 1920, o governo brasileiro determinou as instalações de Patronatos em Núcleos Agrícolas, Postos Zootécnicos e estabelecimentos adquiridos pelo Ministério da Agricultura viu-se nascer um modelo de aprendizado que levaria o país ao lugar de destaque que hoje ocupa no cenário da agricultura internacional. Nesse mesmo ano, deu-se início à implantação do Patronato na Paraíba, mais especificamente em Bananeiras, tendo à frente o Inspetor Agrícola Federal Dr. Diógenes Caldas e o Dr. José Augusto Trindade, que foi nomeado diretor em setembro de 1924. Naquele ano, inaugurou-se, na presença de autoridades federais, estaduais e municipais, a referida entidade patronal. Os objetivos das autoridades de dotarem o município de Bananeiras de uma instituição desse nível foram alcançados, possibilitando assim, que os menores dispusessem de uma unidade de ensino rural, e as instituições agrícolas, de um laboratório de pesquisa e desenvolvimento. Em 1976, a então Escola Agrícola Vidal de Negreiros, foi vinculada à UFPB, quando se criou o Centro de Formação de Tecnólogos, juntamente com o Curso Técnico de Nível Superior em Cooperativismo, hoje chamado de Curso de Bacharelado em Administração. Em março de 2008, por meio de consulta democrática, a comunidade acadêmica determinou a mudança do nome do Centro de Formação de Tecnólogos - CFT para Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias – CCHSA, sendo a mudança do nome culminada com a política institucional de crescimento de expansão da Universidade Federal da Paraíba. O CAVN tem por objetivo ofertar à comunidade uma educação de qualidade, voltada às necessidades socioculturais, científicas e tecnológicas do novo milênio, pautada no desenvolvimento tecnológico e no equilíbrio

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do meio ambiente, dentro de um modelo dinâmico de geração, transferência e aplicação de saberes, por meio de Projetos Pedagógicos Curriculares que, seguem os princípios da educação pública e gratuita, congregando ensino, pesquisa e extensão, a fim de capacitar profissionais para o trabalho e prosseguimento de estudos posteriores, para o exercício de atividades produtivas e sociais, visando o desenvolvimento da região geográfica do Agreste e estado da Paraíba. Recentemente o Ministério da Educação editou em seu manual de referência a necessidade de qualificação profissional como forma de minimizar a baixa oferta de mão-de-obra qualificada em nosso país, nesste sentido apresentou uma nova ação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o Mediotec EaD, o qual ofertará vagas em cursos técnicos concomitantes ao ensino médio para alunos regularmente matriculados nas redes públicas de educação. Nesse contexto, a proposta do desenvolvimento do Curso Técnico de Nível Médio em Meio Ambiente na modalidade concomitante à distância pelo o CAVN apresenta-se como forte parceira dada a capacidade de recursos humanos instaladas na instituição. 1.2 OBJETIVOS DO CURSO 

Proporcionar a melhoria da qualidade de vida da população através da oferta do Curso de Técnico em Meio Ambiente, visando melhorar a atuação de órgãos e entidades ambientalistas.

Contribuir para a melhoria das condições ambientais da mesorregião do Agreste Paraibano proporcionando a formação de técnicos da área que viabilizem as ações de educação ambiental; Captar, tratar e disseminar informações técnicas e tecnológicas na área de meio ambiente. Formar profissionais de nível técnico em Meio Ambiente para atender às demandas na área ambiental dos municípios do entorno e da Paraíba.

 

2. REQUISITOS DE ACESSO O ingresso no curso oferecido dar-se-á de acordo com as normas a seguir especificadas: 1.

Inscrição ao processo seletivo;

2. 3.

Poderão ingressar no curso alunos que estejam cursando a 1ª ou a 2ª séries do ensino médio; A seleção para ingresso no curso será feita através de análise do Histórico Escolar feita pela Secretaria de Educação do Estado da Paraíba.

As matrículas dos candidatos aprovados estarão de acordo com determinações da lei nº 9.394 de 20/12/96, do Decre to nº 5.154, de 23/07/2004.

3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO  

Identificar, caracterizar e correlacionar os sistemas e ecossistemas, os elementos que os compõem e suas respectivas funções; Identificar e caracterizar as grandezas envolvidas nos processos naturais de conservação, utilizando os métodos e sistemas de unidades de medida e ordens de grandeza;

Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos naturais (solo, água e ar);

Classificar os recursos naturais (água e solo) segundo seus usos, correlacionando as características físicas e químicas com sua produtividade;

Conhecer os Biomas Brasileiros e as Unidades de Conservação da Paraíba;

Identificar as fontes e os processos de degradação natural de origem química, geológica e biológica e as grandezas envolvidas nesses processos, utilizando métodos de medição e análise;

Identificar características básicas de atividades de exploração de recursos naturais renováveis e nãorenováveis que intervêm no meio ambiente;

 

Identificar e caracterizar situações de risco e aplicar métodos de eliminação ou de redução de impactos ambientais; Identificar e correlacionar o conjunto dos aspectos sociais, econômicos, culturais e éticos envolvidos nas questões ambientais;

Avaliar as causas e efeitos dos impactos ambientais globais na saúde, no ambiente e na economia;

Identificar os processos de intervenção antrópica sobre o meio ambiente e as características das atividades

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produtivas geradoras de resíduos sólidos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas;  

Avaliar os efeitos ambientais causados por resíduos sólidos, poluentes atmosféricos e efluentes líquidos, identificando as conseqüências sobre a saúde humana e sobre a economia; Aplicar a legislação ambiental local, nacional e internacional;

Identificar os procedimentos de avaliação, estudos e relatórios de impacto ambiental (AIA/EIA/RIMA);

Utilizar sistemas informatizados de gestão ambiental;

Auxiliar na implementação de sistemas de gestão ambiental em organizações, segundo as normas técnicas em vigor. (NBR/ISSO 14001);

Interpretar os resultados analíticos referentes aos padrões de qualidade do solo, ar, água e da poluição visual e sonora, propondo medidas mitigadoras; Aplicar princípios e utilizar tecnologias de prevenção e correção da poluição;

 

Organizar e atuar em campanhas de mudanças, adaptações culturais e transformações de atitudes e condutas relativas ao meio ambiente.

3.1 PERFIL PROFISSIONAL DAS QUALIFICAÇÕES ESTUDOS DOS PROCESSOS DE CONSERVAÇÃO E DEGRADAÇÃO NATURAL Identificar, caracterizar e correlacionar os sistemas e ecossistemas, os elementos que os compõem e suas respectivas funções, bem como identificar e caracterizar as grandezas envolvidas nos processos naturais de conservação, utilizando os métodos e sistemas de unidades de medida e ordens de grandeza. Classificar os recursos naturais (água e solo) segundo seus usos, correlacionando as características físicas e químicas com sua produtividade. Identificar as fontes e os processos de degradação natural de origem química, geológica e biológica e as grandezas envolvidas nesses processos, utilizando métodos de medição e análise. EXPLORAÇÃO DE PROCESSOS NATURAIS E PRODUTIVOS Identificar características básicas de atividades de exploração de recursos naturais renováveis e nãorenováveis que intervêm no meio ambiente, bem como identificar e caracterizar situações de risco e aplicar métodos de eliminação ou de redução de impactos ambientais. Identificar e correlacionar o conjunto dos aspectos sociais, econômicos, culturais e éticos envolvidos nas questões ambientais. Avaliar as causas e efeitos dos impactos ambientais globais na saúde, no ambiente e na economia. Compatibilizar o conhecimento popular com o conhecimento científico, buscando uma agropecuária sustentável, de baixo custo, de alta qualidade, com o mínimo de impacto ambiental e que gere empreendimentos sustentáveis. Conhecer a importância das essências florestais autóctones e cultivadas, bem como os diferentes sistemas agroflorestais em seus princípios e técnicas. RECURSOS HÍDRICOS, EDUCAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos naturais (solo e água), bem como identificar os processos de intervenção antrópica sobre o meio ambiente e as características das atividades produtivas geradores de resíduos sólidos e efluentes líquidos. Avaliar os efeitos ambientais causados por resíduos sólidos e efluentes líquidos, identificando as conseqüências sobre a saúde humana e sobre a economia. Classificar os recursos hídricos segundo os seus usos, correlacionando as características físicas e químicas com sua produtividade, e também identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos (superficiais e subterrâneos). Conhecer as bacias hidrográficas brasileiras identificando e avaliando os elementos que compõem o meio e responsáveis pelo ciclo hidrológico. Averiguar a presença de microorganismos nos ambientes aquáticos. Identificar e aplicar as principais legislações ambientais, local, nacional e internacional, bem como identificar os procedimentos de avaliação, estudos e relatórios de impacto ambiental (AIA/EIA/RIMA), auxiliar na implementação de sistemas de gestão ambiental em organizações, segundo as normas técnicas em vigor (NBR/ISSO 14001), Utilizar sistemas informatizados de gestão ambiental. Interpretar os resultados analíticos referentes aos padrões de qualidade do solo, ar, água e da poluição visual e sonora, propondo medidas mitigadoras. Aplicar princípios e utilizar tecnologias de prevenção e correção da poluição. Organizar e atuar em campanhas educativas, propondo mudanças adaptações culturais e transformações de atitudes e condutas relativas ao meio ambiente.

1 1.1

Habilitação : Carga Horária: Módulo: I Carga Horária:

HABILITAÇÃO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE 1.200horas Básico 400 h

7

1.2

Módulo: II Carga Horária: Módulo: III Carga Horária:

1.3

Degradação e Conservação Natural 400 h Educação, Tecnologia e Gestão Ambiental 400 h QUALIFICAÇÕES

I - Estudos da Conservação e Degradação ambiental dos Ecossistemas

II - Exploração de Recursos Naturais em Cadeias Produtivas

III - Educação, Tecnologias e Gestão Ambiental

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE DURAÇÃO: 1,5 ANO/ 03 SEMESTRES DURAÇÃO DO MÓDULO/AULA: 50 minutos CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1.200 HORAS

I MODULO BÁSICO

HORAS

1

Ambientação em Educação à Distância

60

2

Inglês Instrumental

60

3

Introdução a Informática

60

4

Matemática e Estatística Aplicada

60

5

Português Instrumental

60

6

Química Ambiental

60

7

Análise de Impacto Ambiental

60

TOTAL

420

II MÓDULO DE DEGRADAÇÃO E CONSERVAÇÃO NATURAL

8

Introdução à Ecologia

60

9

Geografia Ambiental

60

10 Ecologia dos Ecossistemas

60

11 Gestão De Recursos Hídricos

60

12 Gestão Integrada de Resíduos

90

13 Recuperação de Áreas Degradadas

70

TOTAL

400

III MÓDULO DE EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E GESTÃO AMBIENTAL 16 Geografia Física Aplicada

60

17 Planejamento e Elaboração de Projetos

60

18 Políticas Públicas e Desenvolvimento Local

60

19 Sistema de Gestão Ambiental

60

20 Economia para Meio Ambiente

60

21 Educação Ambiental

60

22 Ética Profissional

40

TOTAL

400

TOTAL DO CURSO

1200

8

FLUXOGRAMA

1º SEMESTRE

2º SEMESTRE

3º SEMESTRE

Ambientação em Educação a Distância

Introdução à Ecologia

Geografia Física Aplicada

Inglês Instrumental

Geografia Ambiental

Planejamento e Elaboração de Projetos

Introdução a Informática

Ecologia dos Ecossistemas

Matemática e Estatística Aplicada

Gestão de Recursos Hídricos

Português Instrumental

Gestão Integrada de Resíduos

Química Ambiental

Recuperação de Áreas Degradadas

Políticas Públicas e Desenvolvimento Local

Sistema de Gestão Ambiental

Economia para Meio Ambiente

Educação Ambiental

Ética Profissional Análise de Impacto Ambiental

Estágio I

Estágio II 9

4.2 PERFIL TÉCNICO PROFISSIONAL O Técnico em Meio Ambiente é o profissional com visão sistêmica do meio ambiente, saúde e segurança, que atua de forma autônoma e inovadora, acompanhando a evolução da profissão. Aplica e respeita as normas de proteção e de prevenção do meio ambiente, saúde e segurança no trabalho. Tem habilidades de comunicação e de trabalho em equipe multidisciplinar, atuando em ambientes naturais, urbanos e rurais, nas esferas pública, privada ou organizações não governamentais. Age com ética profissional, sustentabilidade, flexibilidade, responsabilidade social e domínio do saber-fazer, do saberser, do saber-saber e do saber-conviver. Atua em atividades ligadas às questões ambientais, possuindo uma formação que estimula o desempenho de ações que visam à preservação do meio ambiente, respeitando a cultura e a história local. Sabe fazer uso racional dos recursos naturais; executa planos de ação e manejo destes recursos de forma crítica, criativa e sustentável, bem como estabelece controle e tratamento dos resíduos poluentes gerados pelas atividades humanas, contribuindo para o desenvolvimento de projetos e ações que visam diminuir as desigualdades sociais, através da educação e da inserção das comunidades nas atividades produtivas sustentadas. 4.3 COMPETÊNCIA COMPORTAMENTAL-ATITUDINAL             

Usa diferentes possibilidades de aprendizagem mediada por tecnologias no contexto do processo produtivo e da sociedade do conhecimento, desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual, pensamento crítico, espírito investigativo e criativo. Revela autonomia e facilidade para se adaptar a novas situações e novas tecnologias. Entende e valoriza a leitura como objeto cultural que promove a inserção no mundo do trabalho. Valoriza e respeita as variações linguísticas compreendendo-as na dimensão histórico-cultural. Valoriza a língua como marca identitária dos sujeitos e como objeto que possibilita a interação dos indivíduos nas organizações. Atua social e profissionalmente de forma ética, consciente de sua responsabilidade socioambiental. Possui visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua atuação profissional na natureza e na sociedade. É inovador e eficiente na solução dos problemas. Atua de forma democrática e cooperativa em equipes multidisciplinares. Valoriza a cultura e a história local. Valoriza a dialogicidade nas relações interpessoais e o respeito ao próximo contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região. Valoriza e incentiva a preservação dos recursos naturais bem como a cultura e história local. Valoriza a Educação Ambiental como instrumento de proteção ambiental importante na prevenção de ações depredatórias da Natureza. Valoriza a atualização permanente em seu campo de atuação e nas ações de pesquisa e extensão.

4.4 COMPETÊNCIA TÉCNICA-COGNITIVA            

Compreende os conceitos de EaD e suas características básicas. Conhece e compreende a dinâmica do ambiente virtual e suas diferentes interfaces. Compreende a língua portuguesa e suas técnicas de comunicação oral e escrita. Conhece e diferencia as variantes linguísticas adequadas a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita. Conhece os fundamentos da língua inglesa. Compreende e se comunica no idioma inglês de forma a atender as demandas específicas na área de atuação profissional. Conhece as relações entre os aspectos técnicos, sociais, econômicos, legais e éticos da sua profissão. Compreende a dinâmica das relações interpessoais produzidas no ambiente de trabalho. Conhece os mecanismos que atuam no meio ambiente e indica as consequências das ações que os desequilibram. Identifica e correlaciona aspectos sociais, econômicos, culturais e éticos envolvidos nas questões ambientais. Conhece os princípios que norteiam a elaboração da Agenda 21. Identifica e indica técnicas de recuperação dos Ecossistemas.

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        

Identifica questões ambientais, analisa suas consequências e sugere ações para prevenção. Conhece a Legislação e as Normas Técnicas da sua área de atuação. Identifica as diferentes tecnologias apropriadas às ações de preservação do Meio Ambiente. Caracteriza os ecossistemas, os elementos que os compõem e suas respectivas funções. Detecta os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos naturais (solo, água e ar). Avalia os efeitos ambientais causados por resíduos sólidos, poluentes atmosféricos e efluentes líquidos, identificando as consequências sobre a saúde humana e sobre a economia. Planeja ferramentas e técnicas de intervenções positivas no Meio Ambiente. Elabora quadros para análise de diagnóstico sócioambiental. Identifica e analisa situações de risco ambiental.

4.5 HABILIDADES                    

Utiliza adequadamente as interfaces do ambiente virtual, sistemas operacionais e aplicativos. Utiliza o Ambiente Virtual de Ensino-aprendizagem para argumentar, discutir e expressar opiniões com clareza e coerência lógica. Expressa ideias de forma clara empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação. Aplica a variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita. Faz uso apropriado das normas gramaticais da variante em determinado contexto de comunicação. Utiliza ferramentas instrumentais na leitura de textos específicos da área profissional em língua inglesa. Utiliza as estruturas básicas da língua inglesa para se expressar operacionalmente. Elabora relatórios técnicos de procedimentos e atividades. Executa ações de sensibilização e conscientização da comunidade em relação à preservação ambiental. Executa ações de Avaliação de Impactos Ambientais. Participa na elaboração de Agendas 21. Aplica a Legislação Ambiental Nacional e Local. Realiza levantamentos e análises de Riscos Ambientais. Implementa medidas para solução de problemas de Meio Ambiente em áreas urbanas e rurais, bem como medidas de defesa coletiva das populações, em face aos diversos tipos de impactos ambientais. Executa ações de prevenção e redução de consequências de impactos ambientais. Auxilia na implementação de sistemas de gestão ambiental em organizações, segundo as normas técnicas NBR/ISO 14000 e 14001. Realiza, de maneira educativa, ações de cumprimento da Legislação e das normas de controle ambiental vigente. Auxilia na execução e supervisão de projetos e sistemas de controle de poluição. Utiliza novas ferramentas e técnicas de intervenções positivas no Meio Ambiente. Utiliza os recursos naturais de forma sustentável e empreendedora para a melhoria socioeconômica das populações de baixa renda.

4.6 BASES TECNOLÓGICAS           

Modalidade de Educação a Distância (EaD) Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem (AVEA) Sistemas operacionais Aplicativos Ferramentas de comunicação Leitura, interpretação e redação de textos Variantes da língua no contexto de situação comunicativa Normas linguísticas Leitura e interpretação de textos técnico-científicos em inglês Vocabulário técnico em inglês Legislação Ambiental

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                

Política ambiental brasileira Instrumentos utilizados no programa nacional de meio ambiente Estudos de AIA, EIA e Rima Agendas 21 – local, regional e mundial Sistema de gerenciamento para tratamento dos diferentes efluentes População, comunidade, biosfera e biomas Níveis de organização Fluxo de energia e matéria Produtividade nos ecossistemas Proporção de água doce e salgada no Planeta Importância dos ecossistemas marinhos e de água doce para o homem Lençóis freáticos Contaminação e escassez da água no mundo (PNMA) Formas de participação de grupos sociais Medidas preventivas sobre efeitos da poluição na saúde humana Política nacional de educação ambiental Políticas públicas ambientais no Brasil

4.7 EMENTAS Ambientação em Educação a Distância (60h) Concepções e legislação em EaD. Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem. Ferramentas para navegação e busca na Internet. Metodologias de estudo baseadas nos princípios de autonomia, interação e cooperação. Bibliografia: BARROS, Simone; MARTINS, Angélica. Cibercampus: experiências em educação a distância. Recife: Editora Contraluz, 2003. 85 p. ISBN: 8590390519. DIAS, Maria Luiza Jaborandy Maia; DIAS, Guilherme Ataíde. Ambiente virtual de aprendizagem e usabilidade: uma experiência com educação a distância no SENAC-AL. João Pessoa: s.n, 2005. 117p. Dissertação (mestrado) - UFPB/CE-CEFET-AL. ROSINI, Alessandro Marco. As novas tecnologias da informação e a educação à distância. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 132p. ISBN: 8522105421. Português Instrumental (60h) Leitura e compreensão de textos da área profissional. Níveis de linguagem e adequação linguística. Comunicação oral e escrita. Gramática aplicada. Redação técnica. Bibliografia: FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação.São Paulo: ativa, 2000. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 438p. ISBN: 8522457618. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1995. 259p. ISBN: 8522410569. Inglês Instrumental (60h) Leitura e compreensão de textos técnico-científicos. Expressão oral. Bibliografia: MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura, módulo I. São Paulo: Centro Paula Souza Textonovo, 2003. 111p. ISBN: 8585734367. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Ed. reform. rev. São Paulo: Centro Paula Souza Textonovo, 2004. 111p. ISBN: 8585734367. Matemática e Estatística Aplicada (60h) Razão e proporção. Regra de três. Porcentagem. Potenciação. Fração. Unidades de medida. Área e volume. Introdução à estatística. Tabelas e gráficos. Análise de dados e indicadores. Probabilidade. Bibliografia: MINGOTI, Sueli Aparecida. Análise de métodos através de métodos de estatística multivariada: uma abordagem aplicada. -Belo Horizonte: UFMG, 2005. 295p :il. (Didática) ISBN: 857041451. LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

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637p. ISBN: 9788576053729. LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637p. ISBN: 9788576053729. Introdução a Informática (60h) Conhecimentos básicos de hardware e software. Ferramentas de produção e edição de textos. Planilha eletrônica e software de apresentação de slides. Bibliografia: CAPRON, H. L; JOHNSON, J. A; SANTOS, José Carlos Barbosa dos. Introdução à informática. 8.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004, 2006. xv, 350p. ISBN: 9788587918888. NORTON, Peter; RATTO, Maria Claudia Santos Ribeiro; ANTUNES, Álvaro Rodrigues. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Makron Books, c1996, c1997, 2008, 2010, 2011. 619p. ISBN: 9788534605151. Introdução à Ecologia (60h) Meio Ambiente: considerações gerais. A energia na Natureza. O ciclo da Matéria no Ambiente. O clima e sua influência sobre a vida na Terra. A água na Natureza. O solo e sua importância para a vida. Relações Homem e Natureza. Conservação e Preservação do Meio Ambiente. Bibliografia: MIZUGUCHI, Yoshito; ALMEIDA, Yoshito; PEREIRA, Josimar Ribeiro de. Introdução à ecologia. 1.ed. São Paulo: Moderna, 1982. 215p : il. Educação Ambiental (60h) Relação Sociedade Natureza. Histórico da educação ambiental no mundo e no Brasil. Princípios e práticas da educação ambiental. Educação ambiental e sustentabilidade. Conservação dos recursos naturais. Bibliografia: COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO, BRASÍLIA-DF. A Implantação da Educação Ambiental no Brasil. Brasília: s.n, 1998. 166p. Ecologia dos Ecossistemas (60h) Sistema e Ecossistemas. Fatores que interferem nos Ecossistemas. Energia e matéria nos ecossistemas. Estrutura dos Ecossistemas. Dinâmica dos Ecossistemas. Principais tipos de Ecossistemas. Ecossistemas nacional e regional. Ecossistemas de influência antrópica. Bibliografia: BEGON, Michael; TOWNSEND, Colin R; HARPER, John L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. x, 740p, 8p de estampas. (Biblioteca Artmed) ISBN: 9788536308845. Química Ambiental (60h) Histórico dos grandes acidentes de origem química. Agentes químicos: conceito e influências na natureza. Contaminação Ambiental: exposição, distribuição e transformação. Principais classes de contaminantes ambientais. Agente químico: vias de entrada e trânsito nos ecossistemas. Intoxicação e ação tóxica dos agentes químicos. Estocagem de produtos químicos e riscos ambientais. Amostragem de agentes químicos. Responsabilidade das Empresas no uso e estocagem de produtos químicos. Bibliografia: ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p. ISBN: 9788577804696. Geografia Física Aplicada (60h) Geologia: conceituação, objetivos e campo de atuação. O planeta Terra: composição, estrutura e a descontinuidade de Mohorovicic. Minerais e Rochas. Rochas Ígneas ou Magmáticas. Rochas Sedimentares. Bibliografia: BUCKMAN, Harry O. & BRADY, Nyle C. – Natureza e propriedade dos solos. Rio de Janeiro, Freitas Bastos, 1976, 594 p. CHRISTOFOLETTI, Antônio - Geografia Física. Rio Claro, Boletim de Geografia Teorética, 11 (2122): 5-18, 1981. MENDONÇA, Francisco – Geografia e meio ambiente, 5ª ed. São Paulo, Contexto, 2001, 80 p. DOLLFUS, Olivier – O espaço geográfico, 4ª ed. São Paulo, Difel, 1982, 121 p. AB'SÁBER, Aziz N. – Os domínios de natureza no Brasil. Potencialidads paisagísticas, 3ª ed. São Paulo, Atiliê, 2003, 159 p.

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Ética Profissional (40h) Fundamentos da ética. Legislação profissional. Código de ética. Bibliografia: MACEDO, Edison Flávio; PUSCH, Jaime Bernardo. Código de ética profissional comentado. 4.ed. João Pessoa: CONFEA/CREA, 2011. 254p. Políticas Públicas e Desenvolvimento Local (60h) Teoria Política e Políticas Públicas: o significado de República, bem público e Democracia, Cidadania e Sociedade Civil. O processo de surgimento das Políticas Públicas. Estatuto da Cidade, Plano Diretor e a função social do espaço urbano. Políticas Urbanas de Saneamento, Habitação e Responsabilidade Socioambiental. Bibliografia: ALMEIDA, J.; NAVARRO, Z. Reconstruindo a agricultura: ideias e ideais na perspectiva do desenvolvimento rural sustentável. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 3a ed. 2009. p. 33-55. BUANAIN, A. M.; ALVES, E.; SILVEIRA, J. M.; NAVARRO, Z. O mundo rural do Brasil do século 21: a formação de um novo padrão agrário e agrícola. Brasília: EMBRAPA. 2014, 1182p. DELGADO, G. C. Do capital financeiro na agricultura à economia do agronegócio: mudanças cíclicas em meio século (1965-2012). Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2012. FREY, Klaus. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Planejamento e Políticas Públicas, 21: 211-259, 2000. GASQUES, J. G.; VIEIRA FILHO, J. E.; NAVARRO, Z. (Orgs.). A agricultura brasileira: desempenho, desafios e perspectivas. Brasília: IPEA, 2010. p. 275-290. GRISA, C.; SCHNEIDER, S. (Orgs.). Políticas públicas de desenvolvimento rural no Brasil. Porto Alegre: UFRGS. 2015. Gestão Integrada de Resíduos (90h) Sistema de limpeza pública. Classificação e origem dos resíduos. Características física, química e bacteriológica dos resíduos. Impactos dos resíduos no meio ambiente. Tratamento dos resíduos. Equipamentos para identificar, controlar, minimizar ou eliminar os resíduos. Esgoto doméstico e industrial. Resultados analíticos. Gestão de resíduos no Brasil. Gerenciamento Integrado. Origem definição, caracterização e classificação dos resíduos. Tratamento e disposição final dos resíduos. Legislação, normas técnicas e resoluções na área de resíduos. Bibliografia: PARAÍBA GOVERNO DO ESTADO Secretária De Estado Dos Recursos Hídricos, Do Meio Ambiente E Da Ciência E Tecnologia - Serhmact. Plano de gestão integrada de resíduos sólidos do estado da Paraíba. João Pessoa: A União, 2015. 230 p. ISBN: 9788582370414. Sistema de Gestão Ambiental (60h) A gestão ambiental e a qualidade da produção. Certificação ambiental. Mercados de produtos ambientalmente corretos. Ferramentas de gestão. A questão ambiental sob o enfoque econômico. Sistema de Gestão Ambiental (ISO-14001 e 14004): objetivos, finalidades, fundamentos e princípios. Modelos de SGA na micro e pequena empresa e no ambiente urbano e rural. Avaliação ambiental inicial (ISO-14004). Política ambiental. Planejamento do processo de um SGA. Gestão Ambiental dos Municípios. Sistema de gestão ambiental e estratégia de produção limpa. Bibliografia: SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Sistemas de gestão ambiental ISO 14001 e saúde e segurança ocupacional OHSAS 18001: vantagens da implantação integrada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 201p. ISBN: 9788522460496. Análise de Impacto Ambiental (60h) Avaliação de Impacto Ambiental. As tecnologias e metodologias de avaliação de impactos ambientais. Estudos Simplificados de Impactos Ambientais (EIA). Planejamento de Estudos e aplicação de impacto Ambiental. Análise de Risco. Relatório de Impactos Ambientais (RIMA). Impactos causados por resíduos de processos produtivos. Modelos de simulação aplicados aos poluentes ambientais. Bibliografia: FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução a arquitetura da paisagem com o paradigma ecológico. 2.ed. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2008. 224 p. ISBN: 8574195944.

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Planejamento e Elaboração de Projetos (60h) Projetos: conceito. Planejamento e elaboração. Pesquisa: relatório e técnica de apresentação de trabalhos científicos. POMERANZ, Lenina. Elaboração e análise de projetos. São Paulo: HUCITEC, 1985. 246p. (Economia & Planejamento. Obras Didáticas) Recuperação de Áreas Degradadas (60h) Recuperação de áreas degradadas. Estratégias e Práticas de Reflorestamento. Manejo e Conservação do Solo. Monitoramento e Avaliação de Recuperação de Áreas Degradadas por Reabilitação e Restauração. Bibliografia: MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de áreas degradadas: ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2013. 264 p. ISBN: 9788562032905. Gestão de Recursos Hídricos (60h) Recursos hídricos. Distribuição dos Recursos hídricos. Usos da água. Recursos hídricos, planejamento e desenvolvimento. Balanço Hídrico. O Gerenciamento de RH. Aspectos legais e políticos. O planejamento integral de bacias hidrográficas. Bibliografia: SILVA, Alessandra Maria; WATANABE, Takako. Análise dos usos múltiplos dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do rio Água Boa: subsídio para gestão. João Pessoa: s.n, 2005. 118p. Dissertação (mestrado) - UFPB/PRODEMA. Economia para Meio Ambiente (60h) Noções de economia, microeconomia e macroeconomia. Oferta procura e produção de bens e de serviços e as relações com o meio ambiente. Economia ambiental. Avaliação custo-benefícios, análise financeira e viabilidade econômica de projetos ambientais. Métodos de fiscalização e proteção dos recursos naturais. Impacto da globalização da economia. Visão holística do Meio Ambiente. Bibliografia: CAMPOS, Fred Leite Siqueira; TARGINO, Ivan; MOUTINHO, Lúcia Maria Góes. A economia paraibana: estratégias competitivas e políticas públicas. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2006. 427 p. MAY, Peter H; LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da. Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 318p. ISBN: 85352096549788535209655.

5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES O Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” poderá aproveitar estudos e experiências, inclusive de trabalho, independente de escolarização anterior, para complementação e/ou continuidade de estudos, mediante avaliação que busque definir o grau de desenvolvimento e experiência do candidato, sendo constituído de:

I. requerimento do interessado acompanhado da devida comprovação legal;

II. parecer do Conselho Pedagógico em consonância com as normas estabelecidas;

III. homologação da direção-geral.

6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E REALIZAÇÃO DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO O Sistema de Avaliação tem por objetivo acompanhar o processo de ensino-aprendizagem, visando ao desenvolvimento do aluno e ao aprimoramento dos métodos e instrumentos de ensino, além de criar condições para a superação de problemas identificados pela avaliação. Algumas questões devem ser consideradas no processo de avaliação da aprendizagem:

I – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem é contínua e cumulativa e tem por fundamento uma visão crítica sobre o ser humano, a sociedade, a natureza, a educação, a ciência, a cultura, a tecnologia e a arte.

II – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve criar condições para a participação e

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desenvolvimento dos alunos, considerando-os como sujeitos da ação educativa.

III – A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve contemplar os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo da aprendizagem, considerando seus aspectos qualitativos e quantitativos. Além disso, o processo avaliativo deve considerar, ainda, as competências constantes no perfil profissional de conclusão previsto no projeto de cada curso, bem como os aspectos a seguir:

I . compreensão e aplicação dos conhecimentos;

II . análise, síntese e avaliação ou julgamento de valores;

III . capacidade de trabalho em equipe e socialização;

IV . criatividade;

V . raciocínio lógico e capacidade de interpretação;

VI . criticidade. A avaliação da aprendizagem poderá ser realizada através dos diversos instrumentos (avaliação e atividades), sendo definidos pelo professor, de acordo com a necessidade de cada disciplina, com base no projeto vigente de cada curso. A quantidade de avaliações também será definida pelo professor da disciplina, considerando-se os aspectos apresentados neste capítulo. O sistema de avaliação para todas as disciplinas dar-se-á por pontos cumulativos, totalizando 100 (cem) pontos em avaliações periódicas, distribuídos ao longo do semestre letivo de acordo com o plano de ensino, a especificidade, a disciplina e o projeto vigente de cada curso. O processo de avaliação de ensino-aprendizagem demanda que o professor acompanhe o desenvolvimento dos alunos no decorrer de todo o ano, buscando sanar, corrigir, melhorar as dificuldades verificadas no aproveitamento dos conteúdos através de uma recuperação continuada. Os estudos de Recuperação Continuada consistem em um conjunto de atividades que devem ser realizadas pelo aluno, acompanhado pelo professor da disciplina ao longo de todo ano letivo. Cabe a cada professor definir os métodos e instrumentos de recuperação continuada, tendo sempre em vista que o maior objetivo do processo de ensino-aprendizagem não é o lançamento de notas, mas a aprendizagem dos alunos, sendo o primeiro consequência desse último. A recuperação continuada se configura, portanto, na recuperação da aprendizagem do aluno. Para a recuperação de rendimento escolar das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos é oferecida ao aluno a Recuperação Final do Rendimento. Terá direito à Recuperação Final do Rendimento das disciplinas que compõem o plano curricular dos cursos técnicos subseqüentes e/ou concomitantes, o aluno que obtiver aproveitamento igual ou superior a 40% (quarenta por cento) e inferior a 60% (sessenta por cento) dos pontos distribuídos no semestre letivo e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas.

I – Na avaliação de Recuperação Final do Rendimento serão distribuídos 100 (cem) pontos.

II – Os instrumentos e atividades utilizados nas avaliações da Recuperação Final do Rendimento serão definidos pelo professor da discip lina.

III- A Nota Final (NF) do aluno corresponderá à méd ia aritmética da nota obtida durante o semestre letivo (NS) e da nota obtida na Recuperação Final do Rendimento (NR), conforme:

NF= (NS+ NR) / 2

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Ao término da Recuperação Final do Rendimento, será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver Nota Final (NF) igual ou superior a 60 (sessenta) pontos. O aluno terá direito à avaliação de Recuperação Fin al do Rendimento em, no máximo, 3 (três) disciplinas. Ao ser reprovado em t rês ou mais disciplinas, o aluno deverá cursar todo o módulo novamente. Ao ser reprovado em até duas disciplinas, o aluno deverá cursar novamente apenas as disciplinas em que foi reprovado.

7. RECURSOS HUMANOS Pessoal Docente Área de Produção Agroalimentar SERVIDOR Ademir Guilherme de Oliveira Albério Lopes Rodrigues Alda Lúcia de Lima Amâncio Alex da Silva Barbosa Alexandre Eduardo de Araújo Ana Patrícia Almeida Bezerra Belísia Lúcia Moreira Toscano Diniz George Rodrigo Beltrão da Cruz Gerson Alves de Azeredo Hemmannuella Costa Santos Ítalo de Souza Aquino José Eduardo Ferreira Espínola José Humberto Vilar da Silva José Jordão Filho Jussara Ellen Morais Frazão Leonardo Augusto Fonseca Pascoal Leonardo Dantas da Silva Marcelo Luís Gomes Ribeiro Marcos Barros de Medeiros Marcos Paulo Carrera Menezes Maria José Araújo Wanderley Marino Eugênio de Almeida Neto Nivânia Pereira da Costa Otávio do Carmo de Oliveira Neto Raunira da Costa Araújo Roberto Germano da Costa Terezinha Domiciano Dantas Martins Tiago Jardelino Dias Silvânia Maria de Sousa Gomes Nascimento

TITULAÇÃO Mestre Doutor Doutor Mestre Doutor Doutora Doutora Doutor Doutor Doutora Doutor Mestre Doutor Doutor Doutora Doutor Doutor Doutor Doutor Doutor Doutora Doutor Doutora Doutor Doutora Doutor Doutora Doutor Doutora

Área de Tecnologia Agroalimentar SERVIDOR

TITULAÇÃO

Alex Poeta Casali Alexandre José Soares Miná Anderson Ferreira Vilela Carlos Roberto Marinho da Silva Filho Celene dos Santos Ataide Cleber Brito de Souza

Doutorando Doutor Mestre Doutorando Mestre Doutor

Davi Stefani Sousa Edvaldo Mesquita Beltrão Filho

Mestre Doutor

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Elisandra Costa Almeida Erivaldo Neves Silva

Doutoranda Especialista

Fabiana Augusta Santiago Beltrão

Mestre

Genyson Marques Evangelista Gisely Maria Freire Abílio Gilsandro Alves da Costa

Doutorando Mestre Mestre

Jarbas Sobreira Moreira João Maria Pereira do Nascimento

Mestre Mestre

Kadidja Ferreira Santos

Doutoranda

Laesio Pereira Martins Maria José de Figueiredo Neiva Maria de Almeida

Doutor Mestre Doutora

Onofre Maurício de Moura Pedro Germano Antonino Nunes

Doutor Doutor

Solange de Sousa

Doutoranda

Área de Ciência Básica e Tecnologia SERVIDOR

TITULAÇÃO

Ada Neuza de Oliveira Catarina de Medeiros Bandeira Esmeraldo Fernando Castro da Cunha Fábio de Sousa Dantas

Especialista Mestre Mestre Mestre

Inaldo Soares dos Anjos Isabelle da Costa Wanderley Maria Bezerra França José Francisco Correia dos Santos

Especialista Mestre Graduação Mestre

José Pessoa Cruz Josineide da Silva Bezerra Manoel Luis Melo Maria do Socorro Lopes Cavalcanti Max Rocha Quirino

Especialista Mestre Mestre Doutora Doutor

Rodrigo Ronelli Duarte de Andrade Rogério Alves de Paiva Vênia Camelo de Souza Zenóbio Imperiano da Silva

Doutor Mestre Doutora Mestre

Área de Gestão da Produção Agroalimentar SERVIDOR Antônia do Desterro Gomes Chateaubriand Pinto Bandeira Júnior Cláudio Germano dos Santos Oliveira Emiliano Rostand de Morais Célio Hélio Luiz Beretta Dal Monte - Doutor Jairo de Pontes Gomes José Mancinelli Ledo do Nascimento Josemar Jeremias Bandeira de Souza Kilder Barbosa da Silva Luciene Laranjeira Diniz

TITULAÇÃO Mestre Mestre Mestre Mestre Doutor Mestre Doutor Mestre Doutor Mestre

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Lucinaldo dos Santos Rodrigues Milene Félix de Almeida Raissa Dália Paulino

Doutor Mestre Mestre

Área de Educação SERVIDOR

TITULAÇÃO

Aiene Fernandes Rebouças

Mestre

Albertina Maria Ribeiro Brito de Araújo Ana Cláudia da Silva Rodrigues Breno Henrique de Sousa

Doutoranda Doutoranda Mestre

Diogo Fernandes da Silva Edson Brito Guedes Efigênia Maria Dias Costa Fabrícia Sousa Montenegro

Mestre Mestre Mestre Mestre

Francisca Alexandre de Lima Gabriel de Medeiros Lima Geralda Macedo Jalmira Linhares Damasceno Ferreira John Alex Xavier de Souza Lucicléa Teixeira Lins Luciene Chaves Aquino

Mestre Mestre Doutora Mestre Doutorando Mestre Doutora

Luis Felipe de Araújo Maria Aparecida Valentim Afonso

Mestre Mestre

Nilvânia dos Santos Silva Rita Cristiana Barbosa Saimonton Tinoco da Silva Vivian Galdino de Andrade

Doutora Doutoranda Mestre Mestre

Pessoal Técnico Administrativo SERVIDOR Almany Rodrigues Negromonte Edjane Maria Girão de Brito Elza Santos Guimarães Ivan Teixeira Maia José Pires Ribeiro Nóbrega Maria Lúcia Medeiros Arlindo Maria José Nunes Cirne Maurílio Fidélis da Silva Ronaldo Pereira Gomes

FUNÇÃO Técnico Laboratório Telefonista Técnico Assuntos Educacional Técnico Agropecuária Agrônomo Auxiliar de Secretária Telefonista Assistente Administração Operador Caldeira

8 INFRA ESTRUTURA FÍSICA E PEDAGÓGICA Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” O CAVN possui 35.455,57 m² de área coberta distribuídos em estruturas como: Diretoria do CCHSA e do CAVN, coordenações de cursos, salas de aula, departamentos, entre outros. Abaixo encontram-se relacionados dados quantitativos específicos sobre as áreas ocupadas e construídas no CCHSA - CAVN. Setor de Agricultura - Produção Vegetal  Ambiente da coordenação e sala de aula  Laboratório de Entomologia  Laboratório de Frutas

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 Laboratório de Sementes  Laboratório de Mecanização  Sala de equipamentos e fertilizantes  Estufa 01  Estufa 02  Galpão do Viveiro  Reservatório  Caixa d'água  Cozinha Setor de Zootecnia - Produção Animal  Laboratório de Suinocultura  Laboratório de Cunicultura  Laboratório de Apicultura  Laboratório de Bovinocultura  Laboratório de Ranicultura  Laboratório de Caprinocultura  Laboratório de Avicultura de corte  Laboratório de Avicultura de postura  Laboratório de Piscicultura Setor de Agroindústria - Beneficiamento e Processamento de Alimentos  Laboratório de Controle de Qualidade  Coluna de Refrigeração para gás  UPEDA e SINTESPB  Abatedouro  Fornalha Residências  Residência Cursos técnicos  Residência Funcionários  Residência Professores  Residência Diretor do CAVN Pavilhões  Salas de aula do Superior, Restaurante e coordenações  Pavilhão de aula dos Cursos Técnico  Auditório CAVN, Direção do CAVN e Salas de Professores  Direção do CCHSA/UFPB  Departamentos e LABINF  Grêmio Livre e Laboratório de Análises  Consultório médico, Salas de aula e dispensa  Prédio da Pós-Graduação, Laboratório de Química e Biologia  Padaria e Lanchonete  Alojamento, Lavanderia e PROLICEN Outras Estruturas  Caixa d'agua 01  Caixa d'água 02  Banheiro  Sala dos professores  Guarita 01  Guarita 02  Guarita 03  Guarita 04  Capela  Grãozinho  Estação de Tratamento da água  Biblioteca  ADUF  Quadra de esporte

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       

Ginásio de esporte Garagem Vestuário do Campo de Futebol Casa de festa (ASCAMB) Restaurante Novo Setor de Eletricidade Sala de Pedagogia Casa de Máquinas Laboratórios - O CAVN dispõe de 35 laboratórios didáticos distribuídos nos quatros departamentos de acordo com a área de atuação (Tabela 07), que tem como finalidade o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão. Departamento de Agropecuária  Laboratório de Agricultura  Laboratório Apícola  Laboratório de Aquicultura  Laboratório de Avicultura  Laboratório de Bovinocultura  Laboratório de Caprinocultura  Clínica Fitossanitária  Laboratório de Cunicultura  Laboratório de Entomologia  Laboratório de Fruticultura  Laboratório de Nutrição Animal e Análise Avançada de Alimentos  Laboratório de Olericultura  Laboratório de Produção de Mudas  Laboratório de Reprodução Animal  Laboratório de Solos  Laboratório de Suinocultura  Laboratório de Tecnologias Agroecológicas e Desenvolvimento Sócio-Ambiental  Laboratório de Sementes Departamento de Ciências Básicas e Sociais  Laboratório de Biologia  Laboratório de Química  Laboratório de Prolicen Departamento de Ciências Sociais Aplicadas  Laboratório do Grãozinho (SR)  Laboratório de informática (SR) Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial  Laboratório de Desenvolvimento de Produtos e Análise Sensorial – DPAS  Laboratório de Análise Físico-química dos Alimentos – LFQA  Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Bebidas Fermento-Destiladas – PDB  Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos Cárneos – PDPC  Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Frutohortícolas – PDFRUTHO  Laboratório de Tecnologia da Panificação – LTP  Laboratório de pesquisa e desenvolvimento de laticínios – PDLAT  Laboratório de Ranicultura e Produtos da Aquicultura – PRPA  Laboratório Pós Colheita  Laboratório de Microbiologia dos Alimentos – LMA  Laboratório de Topografia Agrícola (SR)  Laboratório de Irrigação e Drenagem (SR) Transportes – O CAVN dispõe de veículos de pequeno e grande porte que servem para transportar professores, alunos e funcionários para o atendimento de atividades acadêmicas e administrativas. As máquinas agrícolas e as motos servem aos laboratórios didáticos para aperfeiçoar o atendimento das necessidades mais emergentes.

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POLOS DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Polo de Alagoa Grande - Paraíba Dados Gerais O Polo de Municipal de Apoio Presencial Manuel Rodrigues da Silva, com sede no município de Alagoa Grande, Estado da Paraíba, foi criado pelo edital de seleção nº 1/2006-SEED/MEC/2006/2007 e está localizado à Rua Francisco Carlos da Silva s/n, prédio do CAIC, Conjunto CEHAP I, CEP 58.388000, Alagoa Grande PB, subordinado à Universidade Aberta do Brasil – UAB, tendo como mantenedora a Secretaria de Educação e abrange uma área privilegiada apresentando ótimas condições para se desenvolver um bom trabalho pedagógico, por dispor de uma infraestrutura favorável. O Polo firmou parceria no ano 2010 com a UFPB VIRTUAL abrindo edital de vestibular para os cursos de Licenciatura em Pedagogia, Ciências Biológicas e Ciências Naturais com entrada para o semestre 2010.2 e Ciências Agrárias e Matemática com entrada para o semestre 2011.1. No segundo semestre de 2011 foi aberto edital para os cursos de Letras (Português) e Letras Libras para entrada em 2012.1. Em maio de 2012, firmou parceria com o IFPB para ofertar o curso de Bacharelado em Administração Pública com entrada em 2013.1. Atualmente, o Polo de Alagoa Grande atende 341 alunos de graduação com previsão para atender mais 50 alunos de pós-graduação, totalizando, assim, 391 alunos. Polo de Duas Estradas - Paraíba Dados Gerais O Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas – PB criado pela Lei Municipal nº 170/2012 de 19 de novembro de 2012 atua em parceria com a Universidade de Brasília – UnB e Universidade Federal da Paraíba – UFPB Virtual desde agosto de 2007. Inicialmente, o Polo teve como sede a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Maria Dutra que foi adaptada para o atendimento dos alunos dos cursos ofertados a priori (Pedagogia, Matemática e Educação Física). Com as novas ofertas de cursos e abertura de novas vagas para os cursos já existentes, a estrutura da escola já não atendia os requisitos necessários para o atendimento das necessidades dos cursistas. No início de 2012, a Prefeitura Municipal de Duas Estradas iniciou a reforma de uma escola, adequando os espaços para a instalação da nova sede do Polo. Neste ano letivo de 2013, o Polo iniciou suas atividades na nova sede situada à Rua Presidente Médici, 154 Centro de Duas Estradas – PB. Atualmente, o Polo através das IES parceiras tem obtido resultados positivos nas avaliações do MEC/CAPES e esse resultado vem sendo demonstrado através do crescimento na oferta de cursos e na credibilidade que o mesmo vem conquistando ao longo desses anos. Atualmente, o Polo está na 3ª oferta do Curso de Licenciatura em Educação Física e se mantendo na oferta dos cursos de Pedagogia, Letras, Matemática, Ciências Biológicas e Letras/Libras. Pela responsabilidade com a qual o Polo desempenha as atividades, foi ofertado para o próximo semestre o Curso de Especialização em Gestão Pública. O objetivo principal do Polo de Apoio Presencial/UAB Duas Estradas é elevar a Universidade Aberta do Brasil mostrando a qualidade do ensino superior das IES parceiras, promover o conhecimento e lutar por uma educação de qualidade e para todos. Polo de Mari - Paraíba Dados Gerais O Polo Mari, foi inaugurado no dia 10 de Abril de 2008, em sede própria, localizado à Rua Tereza Sales de Pontes S/N, no Bairro José Américo, CEP: 58345 -000, oferecendo os seguintes cursos de Licenciatura: Letras (habilitação em língua portuguesa), Pedagogia, Ciências Naturais, Matemática e Ciências Agrárias, e Pós Graduação em Gestão Pública Municipal oferecidos pela UFPB VIRTUAL. A partir de Janeiro de 2013, através de convênio realizado com o IFPB, o Polo Mari, passou a oferecer o Curso de Bacharelado em Administração e Pós Graduação em Gestão Pública.

9. APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E DIPLOMA Ao aluno que concluir todos os módulos do curso e ter concluído o Ensino Médio, será conferido o Diploma de Técnico em Meio ambiente, devidamente registrado no Setor de Registro Escolar do CAVN | UFPB com validade em todo território nacional. Será oferecida ao discente a oportunidade de requerer o aproveitamento dos conhecimentos e experiências anteriores, sendo que o estudante deverá solicitar reconhecimento da(s) competência(s) em questão. Estes conhecimentos do aluno deverão estar diretamente relacionados com o perfil de conclusão do curso e da respectiva qualificação. Os conhecimentos e experiências a serem avaliados poderão ter

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sido adquiridos no ensino médio, em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos, em cursos de educação profissional de nível básico, no trabalho ou por meios informais e reconhecidos em processos formais de certificação profissional, de acordo com o que estabelece o Art. 11, inciso IV e V, da Resolução CNE/CEB no 04/99. Para o encaminhamento da solicitação o discente deverá:

a) preencher, formulário próprio especificando o(s) componente(s) curricular(es) ou eixo(s) tecnológico(s) em que deseja a dispensa;

b) anexar justificativa para a pretensão;

c) anexar, quando houver, documento(s) comprobatório(s) da(s) experiência(s) anterior (es). O Conselho Pedagógico do CAVN designará uma comissão para realizar o processo avaliativo que após análise emitirá parecer informando os resultados do processo

10 BIBLIOGRAFIA IBAMA. Disponível em: < http://www.ibama.gov.br/>. Acessado em 16 de junho de 2017. SABOURIN, Eric. Práticas sociais, políticas públicas e valores humanos. In: A diversidade da agricultura familiar. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006. pp 215-239. SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA. Atlas da Economia Solidária no Brasil. MTE/SENAES: Brasília, 2006.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE- UFRN. Plano Geral de Ação. Natal: 2007/2011.

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